Bom dia, café! 161225 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 17/12/2025 (há 3 meses) 1:19:43 7 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

เฮ เฮ เ เ เฮ Feliz Navidad Feliz Navidad t fel a felicidad e mi Gente, opa, pera aí. Ah, agora ficou melhor. Começou mais um Bom Dia Café com essa energia maravilhosa, com esse espírito natalino que nos envolve, que nos dá mais motivação, mais energia, mais garra. Ó, eu tô com meu chapeuzinho natalino aqui que nós tivemos nosso encontro ontem do Bom Dia Café no especial de Natal do Renovando Consciências. Então, minha gente, ó, tô todo escabelado, a gente foi dormir bem tarde, sabe? Ai, mas tá muito bom, muito bom estar aqui com vocês. Bom dia a todos. Olha, hoje já começamos aí inspirados por esse momento maravilhoso que a gente teve ontem, esse encontro desse quinteto espetacular. Jairux não ficou até o final, mas teve com a gente, fez a sua contribuição excepcional, falando de Maria, falando desse coração maravilhoso, dessa alma que veio exemplificar toda a possibilidade de se viver a lei de amor e o evangelho. Eh, foi bom demais, viu? Para quem não poôde estar conosco ontem, que foi no finalzinho da tarde, às 16 horas, tá lá gravado no aqui no nosso canal do Renovando Consciências e dos parceiros que transmitiram. Vai lá. Foi muito bom. Foi essa bagunça boa, né, do Bom Dia Café. A gente não combinou, não entramos cantando, mas deu tudo certo. Deu tudo certo. Quase que a nossa chefa entra no final também, mas a ela tava tão emocionada e a gente só conversou nos bastidores. Foi muito bom, não é, doutora Norma? Muito bom. Então, estamos aqui nesse clima maravilhoso. Vamos ver aqui. Pera. Ah, áudio desescrição, né? Nesse programa querido, nesse programa que vai nos iluminando, vai deixando que a gente vá guardando nos nossos corações, que essa foi a pergunta de ontem, né? Pega, eu tô procurando o roteiro, gente. Vá guardando nos nossos corações, né, esse entusiasmo pela vida, essa fé que vai se fortalecendo com esse encontro aqui, que nós vamos vendo as boas notícias, os irmãos que já fizeram coisas maravilhosas, que estão fazendo para nós vermos que vale a pena. Sim.

ida, essa fé que vai se fortalecendo com esse encontro aqui, que nós vamos vendo as boas notícias, os irmãos que já fizeram coisas maravilhosas, que estão fazendo para nós vermos que vale a pena. Sim. viver pela lei de amor e que só o amor vai nos levar aonde nós queremos. Então, pera aí que a gente já vai falar já da nossa mensagem de Natal e aí a gente conversa mais um pouquinho sobre o que estamos guardando nossos corações. Então, bora lá, minha gente. Estamos aqui de segunda a sexta-feira às 7:30 da manhã até a hora que der, né? Até a hora que a gente puder, a gente vai ficando. 8:30, 8:40, 8:45 9. Tá uma maravilha. Importante é estarmos juntos aqui levando mensagem, né, de amor, de esperança, para nós vermos que o mundo não vai nos ofertar o que nós precisamos para seguirmos como espíritos imortais. O mundo nos dá ferramentas para nos transformarmos e vivermos a vida verdadeira. Então, hoje eu estou aqui, Patrícia, uma mulher de pele clara, quase no cinquentinha, cabelos castanhos escuros. Hoje eu tô com o meu chapeuzinho de árvore de Natal, muito lindo. Tô aqui com meu óculos de armação marrom hoje. Tô com a camiseta vermelha do nosso encontro de ontem. Esse mês natalino, ou é vermelho, ou é verde, ou é branco, né? Branco. A gente vai deixar mais pro final do mês também. E atrás de mim o meu armário, né, de porta branca. Nossa, tanta coisa. A gente fez uma decoraçãozinha de Natal ali atrás também com estrelas e uma um laço verde. E tá ali nosso mestre querido, umas velinhas também, nosso Dr. Bezerra Kardec. Ali também tem os livros, estante de livros. Maria tá aqui pertinho hoje porque ela tava aqui com a gente ontem nos acompanhando, nos abençoando nesse encontro para falar desse seu coração imenso, né? Que a gente busque todos os dias. Calma, a gente vai chegar lá alcançar essa mesma estatura de Maria, né? Muito bem. Vamos ver aqui então quem já chegou. Ah, não, pera aí. Vamos ver quem já chegou. Depois a gente faz a prece. E na verdade, na verdade, ontem

ar lá alcançar essa mesma estatura de Maria, né? Muito bem. Vamos ver aqui então quem já chegou. Ah, não, pera aí. Vamos ver quem já chegou. Depois a gente faz a prece. E na verdade, na verdade, ontem a gente tinha que ter falado do aniversário que teve no domingo. Desculpa, Marilda, eu esqueci de colocar o card. E hoje também tem aniversário. Calma, calma, muita calma nessa hora. Vamos vendo aqui, ó. A Denise se tornou membro de um canal espírita. Muito bem-vinda. Muito bom. Obrigada, Denise. Coisa maravilhosa. A Cris, bom dia, Cris. Eu vi sua mensagem, não quis te acordar, tá muito cedo. Vamos juntos, já a gente se fala, tá bom? E tava correndo aqui preparando Bom Dia Café, que eu não consegui terminar ontem, gente. Esse encontro de Maria, ai, mudou, mudou a nossa alma. Ó como ela fala, sintam-se todos abraçados na alma. Esse abraço renova, modifica. Ó lá. É isso. Esse é o propósito, gente, desses encontros, viu? Eh, bom dia, Marilda. Chegou. Chegando. Pedrux. Bom dia. Bom dia. Antonieta querida aí. Chegou. Bom dia, Carminda, querida. Bom dia, paz e bem aqui da terrinha pertinho Portugal. Coisa boa. Ei, Terezinha, salutonança. Bonança é bom também, viu Terezinha? É bom. Bonatena. Exatamente. O corretor só quer coisa boa, Terezinha. Olha que maravilha. Bona mateno. Isso aí. Buenos dias. Ei, Ritinha. Ah, muito bem. Bom dia. Chegou. É muito bom começar o dia com todos vocês. Ei, Thago, bom dia. Tudo bem? Eh, doende não é doende, chefa. É a árvore de Natal. É que eu adoro a árvore, gente. Eu adoro. Eu adoro as luzes. Por mim, na verdade, por mim não. Eu deixo as luzes o ano inteiro. E por mim eu deixava a árvore também o ano inteiro para ela ficar ligando à noite, as luzes. Gente, dá uma sensação maravilhosa, um conforto. Parece que a casa tá mais preenchida, tá? Não, eu não sei explicar. Eu não sei explicar, mas só de colocar essas luzes acender, eu deixo o dia inteiro aceso. Gente, eu eu sou a maluca da luz aqui do Natal, viu? Eh, muito bom começar o dia com vocês aqui. É bom demais. Ei, Ana,

i explicar, mas só de colocar essas luzes acender, eu deixo o dia inteiro aceso. Gente, eu eu sou a maluca da luz aqui do Natal, viu? Eh, muito bom começar o dia com vocês aqui. É bom demais. Ei, Ana, eu já pulei aqui, ó. Eu tô olhando o próximo e e falando esse. Dolores querida, bom dia. Chegou muito bem. É bom chegar na Paula também chegando de BH. Bona mateno Dubinho. É, Deus abençoe a todos. É isso aí. Muito bom. Muito bom. Pera aí. Então, a gente vai fazer a nossa prece agora com a querida Sâmia. Ai, com essa esse essa música, esse poema maravilhoso, né, da gratidão, porque não tem nem o que falar, gente, não tem nem o que falar, é só agradecer mesmo. Eh, tem aquela figurinha, né, no WhatsApp, não sei o que dizer, só sentir que é com o gatinho do Gérfield, né? Eu acho muito fofa. Então vamos sentir, sentir, colocar nossa intenção agradecendo, agradecendo essa espiritualidade, esse mestre, esse pai, por estarmos aqui, por alcançarmos, né, já temos alcançado essa possibilidade de sair um pouquinho mais da nossa ignorância e poder abrir os nossos corações para outras outras realidades e sentir diferente. como nossa mãe Maria nos ensina. Vamos lá. Cadê a vinheta? Como diz a a Marilda, tem muita vinheta. Agradece, minha alma. Agradece pelo amor que a vida te derrama, do luar que a mansidão te chama, a alvorada que a abóboda floresce. Viste as flores, os montes, vales, mares, contemplaste este canto de harmonia? São teus anjos, velam por ti na vida, te amando por onde tu passares. Agradece, minha alma, a cada dia o banquete que é posto a teus pés. Cada estrela te ama como és. Não reclama, não cobra, só te brilha. E aprende, minha alma, a te sentir também parte de tudo que aqui há. Te abre a vida e começa a amar. E amando, aprende a servir. Eh, que assim seja, querida Sâmia. Vamos abrir a alma para amar. Esse é o convite do nosso mestre. Esse é o convite da nossa Maria, né? Coisa maravilhosa. Então, vamos para os aniversários. Tar. Cadê? Ai, ai, ai. Olha, então, domingo foi aniversário

alma para amar. Esse é o convite do nosso mestre. Esse é o convite da nossa Maria, né? Coisa maravilhosa. Então, vamos para os aniversários. Tar. Cadê? Ai, ai, ai. Olha, então, domingo foi aniversário desse irmão querido aqui que já vai entrar o banner aí, o Adilson. Parabéns, querido amigo, querido irmão dessa caminhada, um novo ciclo repleto de saúde, amor, prosperidade espiritual. Que você possa seguir conosco nessa jornada por muitos mais anos aí. E vamos embora. Adilson tá aí apresentando eh o programa na quarta-feira, programa Voltei, né, contando sobre o livro lá, né, do irmão Jacó. Então, bora lá gente conferir. É às 2as da tarde na quarta-feira e hoje é aniversário desse outro companheiro aqui que não tem estado muito nas telinhas, mas auxiliou muito, muito, muito aí com programas de juventude espírita aqui no Renovando. Então fica a nossa gratidão, o nosso carinho, o nosso abraço pro Vinícius. Espero que esteja tudo bem contigo, irmão, e também esse novo ciclo repleto de saúde, amor e muita prosperidade espiritual, que você possa est aí eh servindo no que te é possível, seguindo a vida junto com o mestre, né, com os os as lições do evangelho no seu coração. Obrigada por estar conosco, né, quando pôde, quando foi possível. É muito bom, muito bom. A gente vai aí, ó, reencontrando os irmãos da família universal, né? Vai chegando aí e vai e vai se reconectando, né? Pra gente perceber que o que importa é nós construirmos esses laços de afeto, esses laços de afeto que vão nos levar aí pela eternidade, possibilitando que a gente cumpra os nossos papéis, né, cocriadores nessa obra, porque não fazemos nada sozinhos, estamos sempre juntos. Olha aqui, chegou alguém. Bom dia. Bom dia. Seja bem-vinda. Chegou o Antônio lá de Aracaju também. Opa, não quer entrar. Tá bom, agora entrou. Bom dia, Antônio. A Dulce, ó, ó, chefa aí é para você, viu, Lux? Não botar o link no zap. que depois você conta aí qual aonde que que grupo que faltou, viu, D? Pra gente eh depois ficar atento. Obrigada, viu?

Antônio. A Dulce, ó, ó, chefa aí é para você, viu, Lux? Não botar o link no zap. que depois você conta aí qual aonde que que grupo que faltou, viu, D? Pra gente eh depois ficar atento. Obrigada, viu? Bom dia. Só bênção. É isso aí. Então, bora lá que tem a mensagem de Natal primeiro, depois tem efemérides, várias. Meu Deus, esse programa vai até 9 da manhã. Mãe, Andremia, como você diz aqui. Bom dia, Elinha. Bom dia, Salvador chegando. Coisa boa. Então, a mensagem de Natal, olha, é um trechinho final. Eu pus aqui só o trechinho final da dessa mensagem de André Luiz, tá? Desse desse texto de André Luiz aí, ó. A Verica chegando. Bom dia. Terça maravilhosa a todos. Isso aí. Eita. Isso. Foi isso. Manda lá. Manda lá, chefales. Manda lá. É, é um trechinho final então desse texto do André Luiz que chama Tudo Amor. Eu não pus tudo porque é bem grande, é assim, não é bem grande, né? Ele vai fazendo algumas analogias do que é o amor. Porque o que é essa época de Natal senão para nos relembrar, deixar vivo no coração, na mente, em tudo que a gente eh faz, se senão que o amor é o que importa, né? que é a grande mensagem do nosso mestre, que veio nos trazer esse novo paradigma para que a gente viva nessa certeza de que só o amor cobre a multidão dos nossos erros, da nossa ignorância, porque ele nos impulsiona a querer fazer melhor por nós e por todos. Então, ó, vamos vou ler o texto todo e a gente vai chegar nesse finalzinho, porque ele diz assim: "Observa, amigo, em como todo, em como, ai meu Deus, em como do amor tudo provém e no amor tudo se resume, né? Porque olha, essa frase final que ele tá falando é que o amor, né, o ódio, eh, não é antítese do amor, eh, senão o amor que adoeceu gravemente, não é? Que nós precisamos cuidar, dar atenção, tratar. Então, tudo se resume no amor. É, Dulce, valeu, valeu pela ajuda. Opa, chegou o ministro Paulux. Pati crisissimas desenroli. Você viu, né? A gente já entrou no clima aqui. Vamos que vamos. Quero ver agora. Quero ver todo mundo aqui no Bom Dia Café todo dia

la ajuda. Opa, chegou o ministro Paulux. Pati crisissimas desenroli. Você viu, né? A gente já entrou no clima aqui. Vamos que vamos. Quero ver agora. Quero ver todo mundo aqui no Bom Dia Café todo dia de decoração de Natal. Quero só ver. Então ele diz assim, ó. Pera aí. Cadê o aqui? Então, tudo do amor provém e tudo nele se resume. Vida é o amor existencial. é o que nos sustenta, né? Razão é o amor que pondera o bom senso. Estudo, o amor que analisa a reflexão que nós precisamos fazer, a meditação. Ciência é o amor que investiga, é o amor que vai buscar as razões, né? a o raciocínio, o entendimento. Filosofia é o amor que pensa, é o amor que aprofunda as reflexões para que possamos buscar a verdade. Religião é o amor que busca a Deus. É o amor que busca a conexão com o transcendente que há em nós e que somos, né? Somos essência divina, não somos desse mundo. Verdade é o amor que se eterniza. Porque a verdade é o quê? A verdade é tudo que nos oportuniza sermos a verdadeira essência que é de amor. E por isso que ela liberta e nos eterniza, porque nos coloca no passo correto de vivermos como seres imortais. Ideal é o amor que se eleva, que busca esse propósito maior, além de estar no mundo. Fé amor que transcende, é o amor que compreende que há muito, muito mais do que este mundo, não é? Então, encontra o objetivo e o propósito e segue e segue entregando, confiando. Esperança é o amor que sonha, é o amor que sabe que há algo mais e que quanto mais fizermos da melhor forma, mais receberemos de volta. Caridade é o amor que auxilia, é o amor em ação, né? Na prática ali, mostrando toda a sua força. Fraternidade é o amor que expande isso, porque não é só para nós ou para os nossos, né? É por todos, pela família fraterna universal. Sacrifício é o amor que se esforça. Aí vou dizer o amor que se empenha, né? pra gente não ficar pensando que esforço é um peso, lembra? Não há fardos mais pesados, mas é o nosso empenho, a nossa vontade. E lembrando que sacrifício é sacro ofício, então é o amor que entende

é? pra gente não ficar pensando que esforço é um peso, lembra? Não há fardos mais pesados, mas é o nosso empenho, a nossa vontade. E lembrando que sacrifício é sacro ofício, então é o amor que entende o seu propósito e se coloca à disposição para servir, como tá no poema de Sha, não é? Renúncia é o amor que se depura. É o amor que compreendeu que fazendo ao outro está fazendo a si mesmo. Simpatia é o amor que sorri. Por quê, né? Porque eu vou dar o outro eh uma cara torta, né, Ritinha? Eh, se a gente, né, a gente não sabe o que o outro tá passando, então é melhor a gente dar o nosso melhor, né? a gente passar o nosso melhor, não importa como estejamos por dentro, o outro não tem nada a ver com isso. Altruísmo é o amor que se engrandece, é o amor que vai para o todo, né? Se entrega. Trabalho é o amor que constrói, né? são as obras, é aquilo que sai por nós com esse amor que nós temos dentro de nós. E aí ele vai falar da parte do amor que vai adoecendo, né? Como ele vai chegar no final ali falando do ódio. Indiferença é o amor que se esconde, que não se importa, né? que não pensa no outro, que temos visto no nosso mundo. Desespero é o amor que desgoverna, que busca a qualquer preço, a qualquer medida, né, ter o controle. Paixão é um amor que se desequilibra porque não entende o propósito do amor, que é estar junto para construir uma vida juntos, casais, né, afetivamente, amigos, companheiros, né, e não para estar aí eh em posse, né, em controle um do outro. ciúme é o amor que desvaria. Então vai se aprofundando esse desequilíbrio, esse desajuste, né? Gerando cada vez mais essa essa condição doentia que só pensa no em si, no amor que só pensa em si, né? no que é melhor no seu próprio interesse. Egoísmo é o amor que se animaliza, porque só quer que as suas sensações, né, não é, às vezes não são as necessidades, né, mais eh primitivas sejam saciadas, não são eh necessidades essenciais do espírito imortal. O orgulho é o amor que enlouquece, que perde a razão, como ele diz lá em

s vezes não são as necessidades, né, mais eh primitivas sejam saciadas, não são eh necessidades essenciais do espírito imortal. O orgulho é o amor que enlouquece, que perde a razão, como ele diz lá em cima, que perde o bom senso, que não entende que tudo é para todos, não é? E que quanto mais nós dermos amor, mais ele vai se multiplicar e mais todos receberão essa condição de plenitude, de felicidade. Sensualismo é o amor que se envenena. porque apenas busca satisfação da sensação, né? e não desse dessa completude, né, de poder estar com o outro, amando o outro, eh, num patamar em que apenas a companhia, né, estar trabalhando junto ou ter uma vida juntos, né, é o suficiente. Vaidade é o amor que se embriaga. Então aí a gente esquece completamente do outro, de tudo, né? E é o amor que apenas pensa no que é melhor para si e se enseguece completamente. E aí ele chega no ódio, então, né, que julga ser a antítese do amor. Senão não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente. Então a gente vai vendo esse, né, essa sequência de desalinho em que a alma vai entrando por não compreender qual é o propósito do amor, para que temos o amor na nossa vida e como lei maior, porque tudo é amor. Não deixes de amar nobremente. Não deixes de amar como gostaria de ser amado, né? Eh, deixando de lado os apegos, porque toda essa necessidade de ter é que adoece o nosso amor. Respeita, no entanto, a pergunta que te faz a cada instante a lei divina. Como? Como estamos amando, como estamos vivendo essa essência divina que temos em nós, como estamos externalizando esse amor. E aí eu coloquei aquela outra paginazinha aqui do convite do Natal, eh, que é viver o exemplo de Jesus, né? E saiu como dia 15, gente, mas tá tudo certo. Dia 15 foi ontem. Eh, e aí a pergunta que eu me fiz, que eu acho que é o grande eh desafio para todos nós para deixarmos eh o nosso amor não adoecer, é se colocar nesse momento, pensar nesse momento o que já podemos perdoar. Porque se nós fizermos esse exercício, começando com nós mesmos, né? Eh,

odos nós para deixarmos eh o nosso amor não adoecer, é se colocar nesse momento, pensar nesse momento o que já podemos perdoar. Porque se nós fizermos esse exercício, começando com nós mesmos, né? Eh, começando com nós mesmos, porque se nós não nos perdoarmos pelo que fizemos antes de termos entendimento, antes de termos mais compreensão, nós não vamos conseguir seguir adiante e não vamos conseguir nem perdoar o outro. Então, o que já podemos perdoar? Eh, porque essa por eu, eu pensei nessa pergunta, porque essa questão, esse movimento íntimo, ele nos permite eh, cadê a palavra? sanar esse amor, tirar esse amor da condição doentia, da condição de desequilíbrio, de desalinho, de desajuste com as leis espirituais. Porque Jesus veio, né, nos mostrar como viver a lei, como eh aprofundar o entendimento dessas leis. E o que ele diz no final é: "Ame os seus inimigos". E para amar os nossos inimigos, nós precisamos começar a perdoar a nós mesmos, porque nós temos esses inimigos íntimos, sim, que nos prendem, que nos deixam aí paralisados no tempo, né? Vamos lembrar o passado para termos referência do que nos aconteceu, mas para não para nos amarrar naquele tempo e não permitir que a gente siga com o nosso plantil, né? Que a gente siga colocando a mão na xarrua aí e mexendo na nossa sementeira para que a gente possa produzir diferente. Então, pra gente pensar, lembra? A gente veio falando das micros microdecisões, né? Que micro eh perdão a gente pode já começar a fazer hoje? É muito importante. Esse é o movimento, porque esse movimento vai nos tirar da culpa, vai nos tirar da angústia, vai nos tirar do sofrimento desnecessário, inútil, que já não auxilia na nossa transformação, né? Ontem a gente até falava essa questão do que guardar no coração, né? E que Joana tinha, eu tinha visto uma frase de Joana aqui, ó. sobre essa questão de Maria, guardar tudo no coração. Ah, meu Deus, eu não sei nem onde eu coloquei aqui, mas é que o sofrimento ele é um instrumento. A gente a gente elabora ele para sair

na aqui, ó. sobre essa questão de Maria, guardar tudo no coração. Ah, meu Deus, eu não sei nem onde eu coloquei aqui, mas é que o sofrimento ele é um instrumento. A gente a gente elabora ele para sair daquele patamar que nós estamos. Mas se ele nos prende no mesmo patamar, é porque nós não soubermos, não soubermos utilizar ele como esse recurso. Então nós precisamos nos reolhar, ir para esse momento e tomar essa microdecisão. O que eu vou perdoar? Vou começar comigo, porque eu começando fazer para mim, depois eu faço pro outro, né? O perdão é a chave para curar o nosso amor, para, né, transformar o nosso amor desalinhado em amor conectado com as leis divinas, com eh com eh a vontade do pai, né? E ó, o Thago já tá falando uma coisa que eu ia falar agora, não é isso? Reconhecerei meus discípulos por muito se amarem. Se somos discípulos de Jesus, devemos perdoar 70 vezes, sete vezes. E aí fica o convite então pra gente reassistir ou para assistir ou reassistir, né? Quem não assistiu, eh, o segundo episódio da quarta temporada, né, do The Chosen, onde Jesus vai explicar, né, a Mateus e a Pedro esse conceito, né, e muito importante, né, que ele vai lembrar a a Mateus sobre a questão do que vem primeiro, né, porque Mateus achava que só Eh, eh, Pedro tinha que perdoá-lo, né? Porque só, eh, Pedro que tinha que pedir desculpa para ele. E aí Jesus vai relembrá-lo, tá vendo? Vai usar o os acontecimentos do passado para relembrá-lo exatamente o que aconteceu. Então, às vezes a gente esquece algumas coisas, né? Porque a gente quer nos favorecer. A posição de vítima, ela tem inúmeros ganhos secundários, mas ela não nos leva a lugar nenhum, a não ser nos deixar estagnados. Então, façamos uma reflexão eh sincera eh de como começou, né? Se a gente vai aí aceitar o convite de Jesus para perdoar o outro, para buscar amar os inimigos, né? eh no que nos já nos é possível, façamos uma reflexão. Por onde começou a história? O que eu posso ter contribuído para aquela história ter chegado nesse ponto?

utro, para buscar amar os inimigos, né? eh no que nos já nos é possível, façamos uma reflexão. Por onde começou a história? O que eu posso ter contribuído para aquela história ter chegado nesse ponto? Porque se houve alguma, né, a alguma situação, eu estive envolvida. Eu estive envolvida e eu posso ter feito alguma coisa que naquele momento eu não me dei conta. Então, façamos uma reflexão sincera e aí ele explica, né, para Pedro depois que sete é o número da completude. Então, 70 x 7 vezes é a completude versus a infinitude. Então, é perdoar infinitamente a todos. Porque quem vai atirar a primeira pedra? Nem ele atirou, não é? Nem ele atirou. Então esse exercício, amigas, ele é desafiador, mas ele é libertador. Ele é libertador. E aí ele diz para Mateus, né, Mateus tão bonitinho, ele fala: "Você vai lá e pede desculpas, né? Se ele quiser te perdoar, vai ser um presente que ele vai te dar. Mas você precisa se harmonizar com a sua consciência, se perdoar com a sua consciência, fazer o que é certo, mesmo que ninguém esteja fazendo. E aí é tão bonitinho, né? Porque aí quando ele vai lá falar com Pedro, ele ele fala: "Mas eu não consigo te perdoar". Ah, não tem problema. Perdão é um presente que você pode me dar ou não. Aquela sinceridade dele maravilhosa. Então, meus amigos, façamos sem esperar, façamos por nós. E aí isso reverbera em tudo e o que a gente vive, em tudo o que a gente coloca a nossa verdadeira intenção. E vale a pena. Vale a pena. É desafiador no início, porque parece que nós estamos perdendo uma batalha, mas não estamos, porque a batalha é a batalha de vencer a nós mesmos. E aí, lembra do orgulho que ele falou ali agora? Nós vamos vencendo essas etapas, essas etapas. Vamos voltando, né, nessas etapas e vamos curando esse amor que se desarmonizou com as leis e com a vontade do Pai. Ai, meu pai, é fácil. Não, mas é possível, amigos. É possível. Porque como a gente falou ontem e já, né, a gente vem falando, tudo o que Jesus para nós aqui e trouxe essa pleia de irmãos maravilhosos que

meu pai, é fácil. Não, mas é possível, amigos. É possível. Porque como a gente falou ontem e já, né, a gente vem falando, tudo o que Jesus para nós aqui e trouxe essa pleia de irmãos maravilhosos que não eram perfeitos, não eram puros ainda, foi exatamente para mostrar que é possível. É possível fazer e viver pelo seu exemplo. Tá bom? Ó, Rosiane chegou aqui. Eu pulei só um pouquinho para colocar o comentário do do Thaago. Bom dia, querida, lá de Floripa. Anivalci chegou lá de Olinda, coisa boa. Ei, chegou Jairux. Paz e luz para todos. Obrigada Jairux, por est com a gente ontem. Foi bom demais da conta. E agora vamos para as efemérides. Muito bem. Isso, Dodô. Temos que fazer o possível que damos conta. É, é começar isso, começar. É, aí lá no final da cena, o que que Pedro faz, né? Ele vai lá, pega o galinho e quebra o galinho, né? Fala: "Ai, caramba, é isso que eu vou ter que fazer." Eh, começa, começa, gente, começa que depois a gente entra nesse fluxo do amor, né? do amor puro, do amor, do bem e fica tudo mais fácil. Eh, o difícil, o desafiador, é começar, começar a fazer diferente, a outra face, né? A outra face. Veja bem, então, neste dia, em 1879, nasce o senhor Osca Rio de Pitan. Pitan. Oia nomes difícil, gente. A gente fica doida. A língua embola tudo. Olha aqui. Isso. Olhai, vigiai, orai. Muitas vezes somos atacados por irmãos que não querem nos atacar, apenas dão vazão aos irmãzinhos que verdadeiramente não conseguem nos perdoar do plano espiritual. Isso ainda temos que levar em consideração essa questão, gente, né? diante já da nossa da nossa condição de entendimento, de conhecimento, lembrar que temos essa influência, não é? o quanto realmente é do outro. Ou ele está sendo esse canal intermediário para que nós sejamos testados por esses irmãozinhos que estão no plano espiritual, não conseguem nos perdoar, nos testando para ver se nós realmente já estamos vivendo o que estamos falando, não é? Porque eles nos conhecem lá, eles sabem exatamente como somos,

o no plano espiritual, não conseguem nos perdoar, nos testando para ver se nós realmente já estamos vivendo o que estamos falando, não é? Porque eles nos conhecem lá, eles sabem exatamente como somos, como estamos. Não tem como esconder. É isso. Muito bom. Bem lembrado, viu, Thaago? Isso. Quebrar o galho é apenas o começo. Vamos começar a quebrar os galhos, gente. Nem que a gente tenha que fazer isso, literalmente. Sai aí na rua, pega um galinho e, ó, pum, quebra o galinho que vai simbolizar esse início, esse esse pontapé dessa jornada. Bom dia, querida Chilei. Bom dia. Seja bem-vinda. Isso, amado mestre. Vamos brilhar a nossa luz, mas a gente precisa tirar essa capa. Essa capa que abfa a nossa luz, essa capa que cria as más águas. E aí, ó, vamos lembrar o que estamos guardando nos nossos corações, que é o convite que nos faz Lucas para refletir, né, o que estamos guardando nos nossos corações. Vamos lá, nós conseguimos. A gente dá conta, sim. Não tem, não tem, não. É o que a Dodô falou, vamos fazer o quê? A gente já dá conta. Mas às vezes para dar esse próximo passo, a gente precisa reunir umas forças maiores, né? Porque às vezes o próximo passo tá num nível mais avançado. Mas tá aí o teste, tá aí o teste, né? A gente não veio aqui a passeio. Bora lá que vai dar tudo certo. Então esse senhor Oscar, Dr. Oscar, né? uma contribuição muito importante aí paraa nossa doutrina espírita. É filho de o coronel e da dona Josefina, né? O coronel José Adolfo Pitã e a dona Josefina Rio Pitã. Ele é lá de Santa Maria, lá do sul da terrinha da nossa parceir, que não tá por aqui hoje ainda. E aí ele cursa então, né, primeiramente engenharia, já se revelando um ótimo estudante. E aí ele vai trabalhar então na Secretaria de Obras Públicas do Estado como arquivista, né? E aí, nesse momento, ele casa com a dona Belmira Nascimento. E enquanto isso, ele foi estudando também. Presta atenção, gente, olha como a gente fala, né, naquela nesses nessas épocas atrás aí, não tão atrás, olha só

nto, ele casa com a dona Belmira Nascimento. E enquanto isso, ele foi estudando também. Presta atenção, gente, olha como a gente fala, né, naquela nesses nessas épocas atrás aí, não tão atrás, olha só que quanta formação o povo tinha. Filosofia, direito romano, farmácia, mas aí não pararam os estudos. Ele resolveu estudar medicina. Por isso doutor, né? E aí no dia 15 de abril de 2012 de 1912, ele defende a sua tese e já, né, entra como doutor de ciências médicas com grande brilhantismo, raro brilhantismo. Essa conquista valeu-lhe um convite na faculdade de medicina, né, e cirurgia e homeopatia. Olá, vemos a homeopatia ali sempre presente, né? E chega então, né, com toda essa inteligência e sabedoria a diretor da faculdade. E aí, mas e aí, né? E aí? E aí, enquanto ele era estudante ainda, opa, voltamos, ele reconheceu a doutrina espírita, recebeu, né, o conhecimento da doutrina espírita. Isso aconteceu através de uma mensagem mediúnica que lhe chamava atenção para uma missão. Tinha que fundar um sanatório para obsidiados e doentes mentais e não vacilou. Gente, eu acho essas descrições maravilhosas das personalidades, né, das biografias e não vacilou. Olha, essa turma é só é só agradecendo mesmo, porque eles tinham uma bravura, né, uma coragem. Nós vamos ver os próximos. Vamos ver se a gente chega até o final, né? Olha que não tem nem palavras, viu? aquilo lá, não sei nem o que dizer, só sentir. É impressionante. E aí eles falam, né, foi com maior entusiasmo que lutou por tornar realidade a sua incumbência. Em 1912, ele e mais alguns companheiros, então fundaram o atual o Hospital Espírita de Porto Alegre, sendo seu presidente de honra, né? Sua dedicação para com essa obra foi muito grande. Ao receber os seus primeiros honorários de um cliente rico, destinou o dinheiro para a compra do terreno para a sede do hospital. Olha lá, o amor em ação, o amor desinteressado. Clinicou em diversas cidades deste estado e também no estado do Mato Grosso. Por por todos os lugares onde

a compra do terreno para a sede do hospital. Olha lá, o amor em ação, o amor desinteressado. Clinicou em diversas cidades deste estado e também no estado do Mato Grosso. Por por todos os lugares onde esteve. deixou marcas de benemerência, olha, da entrega, né, da benevolência, de olhar primeiro para o outro. E aí eles colocam: "Atendia pobres e ricos sem distinção, né? Como assim?" Eu vi um podcast com o Dr. Augusto Curi esses dias, muito interessante, viu, gente? se vocês puderem buscar aí no YouTube. E ele faz esse comentário, né, que ele recebeu, né, já clientes poderosíssimos que chegavam ali no consultório dele de helicóptero e outros, né, em condições de não ter nem como pagar a consulta. e que esses então chegavam humildemente achando que ele tinha que atendê-los correndo com pressa, porque estavam gastando seu tempo e não tinham como retribuir. E ele jamais fez isso, sempre atendeu a todos sem distinção. Então vamos olhar aí pro mundo, amigos, que tem muita coisa boa acontecendo, viu? Fazia muito tempo que eu não escutava Dr. Augusto Curi. E realmente me surpreendeu esse podcast, me surpreendeu tudo que eu escutei dele. Impressionante, sabe? Eh, a clareza com que ele tem do seu propósito de vida. Olha, é inspirador, viu? E aí, então, como divulgador da doutrina espírita, não me di esforços para deixar plantada a semente através da exemplificação. Olha só, a consciência. E é exatamente isso que eu senti no meu coração assistindo esse podcast do Dr. Augusto Curi. a consciência de que, se não for, pelo exemplo, o legado que nós queremos deixar, as nossas obras não terão validade, serão, né, obras vazias que que não se sustentam, né, naquele castelo de cartas lá que cai no primeiro ventinho, né, porque a gente vai entrar para conferir e não tem nada dentro sustentando. Não tem estrutura, não tem fundação, não tem pilares, não tem laje, não tem telhado, né, ali estruturado para manter aquela obra. Então, muito interessante, viu? Eh, essa descrição que fazem do Dr. Oscar. E ele

trutura, não tem fundação, não tem pilares, não tem laje, não tem telhado, né, ali estruturado para manter aquela obra. Então, muito interessante, viu? Eh, essa descrição que fazem do Dr. Oscar. E ele então se tornou, né, patrono espiritual de obras como o abrigo espírita Óscar José Pitã. né, que hoje, ainda hoje funciona, é o abrigo espírita, é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 28 de agosto de 1949 por um grupo de espíritas liderado pelo Benjamim Carvalho Coelho. Então, é ao mesmo tempo, uma entidade assistencial e uma sociedade espírita, né, que tem as suas atividades como um centro espírita. Então ele se torna aí esse mentor desse projeto, né? Porque foi realmente essa figura inspiradora. Então deixei aí o o loguinho do do abrigo espírita, se vocês quiserem dar uma olhada, né? Eles tem até encontros, né? anuais, tem mês espírita da casa. Eh, eles atendem, eh, quer ver? Tô olhando aqui no site deles. Eles atendem eh eles têm capacidade para atender 35 pessoas, né? Eles têm a o foco aí em idosos carentes ou em estado de abandono e tão aí firme e fortes desde 1949, eh, auxiliando, né, esses internos na assistidos aí, então, com alimentação, higiene, acomodação, né, vestuário, saúde, tanto física quanto espiritual. Aí ele diz aqui, né, no descrição, sendo atendidos de forma cristã até o final de suas jornadas terrenas. Olha que lindo, gente. Muito bom, viu? É isso, ó. É isso. Amai-vos e instruí-vos. É isso. Exatamente. Não vamos andar. Ó, esse é o exemplo do Dr. Ócar. Quanta instrução, né? Quanta instrução em diversas áreas. dentro da própria doutrina, né, da verdade espiritual. Mas se ele não coloca para fora isso, se ele não expressa através das suas ações, não tem como, não tem, não se sustenta, né? Não se sustenta. Bom dia, Tânia Maria, seja bem-vinda na turma das 8:20 81. Ai meu Deus do céu. Vamos em frente que tem mais gente. Olha. E hoje todos fundaram alguma coisa, gente. Olha que interessante essas efemérides de hoje, né? É muito interessante como como é trabalhado

Ai meu Deus do céu. Vamos em frente que tem mais gente. Olha. E hoje todos fundaram alguma coisa, gente. Olha que interessante essas efemérides de hoje, né? É muito interessante como como é trabalhado isso. Hoje, na verdade, eh se comemora nessa data 1945 a fundação, né, da Sociedade Espírita Santo Agostinho dentro da colônia. né, o hospital colônia de Rancenianos de Parapitingui em Itú, que foi fundada por Jesus Gonçalves, né? Então, a gente colocou aqui um pouquinho eh de quem é Jesus Gonçalves, porque a participação dele e a trajetória dele, né, importam para nós entendermos o que aconteceu. Então ele foi aí um importante poeta e espírita, né, que dedicou os últimos anos da sua vida à divulgação do espiritismo e ao amparo dos doentes, né, especialmente no hospital colônia de Parapitingui, onde abrigava doentes. Eh, antes do que nunca, Tânia. Exatamente. Nossa, é isso. Antes está do que nunca, gente. Vamos começar, ó, nem que seja na turma das 8:20. É isso aí. Bom dia, Mailde. Bom dia. E aí, como estamos? Tá madrugando ou não? Tá frio ou tá calor? Diga aí. Então, olha, o Hospital Colônia era um local de isolamento, né, dos doentes da rancenase, né, da lepra. E essa atuação de Jesus Gonçalves foi fundamental para levar esperança e apoio espiritual aos pacientes. Então ele funda essa sociedade aí para organizar os trabalhos de evangelização e assistência espírita, espiritual dentro do ambiente, né? Demonstrando a aplicação prática da doutrina no cuidado com os doentes, gente. E aí ele chama Jesus, né? Agora Marilda. É. E ele chama Jesus. Gente, fala, fala sério. O que Jesus fazia? Mostrava toda essa aplicação na prática, né? Que é a doação, a doação do amor em ação. Ah, muito bem. Chegou em São Carlos. Ah, então não tá madrugando. Bem-vinda na terrinha, Ma. Coisa boa, bem-vinda. Então, ó, a iniciativa de é Jesus, né, gente que fala. Jesus Gonçalves é um exemplo de força do espiritismo na assistência social e na promoção da fé. A fé raciocinada, gente. Tudo tem um

, bem-vinda. Então, ó, a iniciativa de é Jesus, né, gente que fala. Jesus Gonçalves é um exemplo de força do espiritismo na assistência social e na promoção da fé. A fé raciocinada, gente. Tudo tem um propósito. Não passamos por nada ao acaso, nada. mesmo em condições adversas e a sua memória é preservada como um marco no trabalho caritativo espírita em São Paulo. Aí vamos entender por, ó, próximo slide, tá? Tá pequenininho para vocês, eu sei aí, mas eu vou lendo aqui, viu? Porque olha aqui, diz: "Tudo caminhava em clima de normalidade até o ano de 1930, quando ele sofre sofre duros golpes, né? dois duros golpes. Ele é diagnosticado como portador de rancinice e perde a primeira esposa, tá? E aí então ele se aposenta, né? Ele tinha o seu trabalho, como eles falam, tudo caminhava em clima de normalidade, né, na sua vida. Mas a gente sabe que chega aquela época, chega, chega aquela data marcada por nós no nosso planejamento reencarnatório, em que nós temos que passar pelo que eh decidimos ali, combinamos, né, antes do nosso retorno. E aí então se aposenta e vai viver na companhia do seu filho, nos seus seis filhos, até ele então eh se casar novamente com a dona Anita. Olha só, um anjo bom em sua vida. Vocês já vão ver porquê. E mesmo revoltado com a vida e com Deus, costumava dizer-se ateu, Jesus levou sua contribuição aos seus companheiros de infortúnio. Então ele ia, né, visitar ali os doentes, mas ele ainda não estava internado. inteligente transferiu seus dotes do teatro, do jornalismo, da música e da poesia para proporcionar um pouco de alegria aquelas criaturas presas à solidão e ao abandono. Criou até a banda JZ Jazz Band Aimores, onde tocava clarineta. Fundou o jornal O Momento, o grupo de balé e de teatro. Olha só, gente. Eh, mente cheia, coração cheio, produz obras, obras que se sustentam, não é? Então ele diz assim: "Idealista, mas revoltado ao extremo, não dava atenção às palavras de Nimita, uma médium espírita também doente, que buscava consolar o seu espírito endurecido.

sustentam, não é? Então ele diz assim: "Idealista, mas revoltado ao extremo, não dava atenção às palavras de Nimita, uma médium espírita também doente, que buscava consolar o seu espírito endurecido. Até que no dia 3 de março de 1943, um fato inusitado aconteceu durante o velório da sua mulher, Anita, porque Anita, então, a segunda esposa, acaba desencarnando antes dele. Deixa eu só pegar aqui que eu não coloquei tudo no que é muita coisa, gente. É, eh, ele fez todo esse trabalho, né, mas para tentar não ser eh recolhido, né, na nas instituições. E aí ele passou por várias instituições. E aí o que acontece? O filho também eh foi diagnosticado com a doença. E aí a Anita, a esposa, né, pede permissão para ir morar com eles também na instituição. Ela não tinha doença até então, né? Mas então depois ela contrai a doença e ela desencarna antes dele, né? E aí ela vem então no seu velório através dessa médium que estava na instituição, eh, e diz a mensagem para ele: "Velho, não duvides mais. Deus existe." Presta atenção, gente. Olha que alma, né? Vem no seu próprio velório dar essa mensagem. A partir daí e com outros acontecimentos que se sucederam, Jesus Gonçalves se converte ao espiritismo e aí ele consorcia-se então com a Ninita, que era médium lá da, né, que convivia com ele. E então no dia 16 de dezembro de 1945 é fundada a Sociedade Espírita Santo Agostinho, né, com a autorização da direção do hospital. E aí o trabalho dele ganha expressão nacional. e começa a receber caravanas e mais caravanas de visitantes de todo o Brasil que vem participar dos seus trabalhos e prestar a solidariedade a todos aqueles que, mesmo em meio sofrimento, começaram a viver uma nova realidade. Ele trouxe o novo olhar, né? o olhar da verdade, o olhar da vida verdadeira para esses irmãos ali que não compreendiam porque estavam passando, pelo que estavam passando, né? E aí tem uma mensagem, uma frase dele aqui, ó. Eh, concluindo a introdutória desse meio totalmente dedicado a G final, um comentário de Erculano Pires. Olha só,

assando, pelo que estavam passando, né? E aí tem uma mensagem, uma frase dele aqui, ó. Eh, concluindo a introdutória desse meio totalmente dedicado a G final, um comentário de Erculano Pires. Olha só, professor Orculano Pires foi visitá-lo, foi um dos seus visitantes em Parapitingui, sobre a real importância da doutrina espírita para a existência redentora e luminosa de Jesus Gonçalves. Direi apenas que o Espiritismo, se nenhuma conversão real tivesse até hoje produzido, nenhum benefício tivesse ainda prestado à humanidade, só com essa maravilhosa transformação de um poeta leproso, farcia digno da admiração e respeito de todas as consciências capazes de compreender as angústias humanas. importa, né? Como disse o Thago aqui, a instrução e o amor, que se unam e se coloquem à disposição da vontade do Pai e do seu melhoramento. Por isso que começa sempre em nós, nunca pelo outro. E somos sempre nós que fazemos por nós, amigos. Não tem jeito, é da lei e esse é imutável. Que maravilha, que maravilha esse irmão. E aí temos o Manuel Justiniano de Freitas, que então que desencarna então neste dia de 1955. Já estamos passando do horário, mas vamos em frente que atrás vem gente. E aí ele tem toda aí uma história, né, eh, de indas e vindas da cidade do Rio de Janeiro, ali das cercanias. Olha, ele nasceu em Valência, no Rio de Janeiro, quase aqui em Valência. E por conta dessas indas e vindas da família, né, ele é praticamente um autodidata, né, não teve condições aí de frequentar eh as escolas com constância e permanência, né, mas também com esse brilhantismo, né, do Dr. Óscar, porque ele vai adquirindo vasta cultura eh de diversos autores. Olha aí, eh, Jan Jaque Nuss Volt, Enos Renan. E aí, com 20 anos, vamos vej uma trajetória, né, da da desse espírito para chegar a ser o que ele foi dentro da Federação Espírita Brasileira. Eh, com 20 anos já era guardalivros, chefe de escritório, né? Mas aí seu pai falece ele tem que assumir os encargos da família, né? Então, novas dificuldades passam. Na verdade, ele

pírita Brasileira. Eh, com 20 anos já era guardalivros, chefe de escritório, né? Mas aí seu pai falece ele tem que assumir os encargos da família, né? Então, novas dificuldades passam. Na verdade, ele tentou duas vezes entrar para a Marinha, né, brasileira. Era o sonho dele entrar pra Marinha, mas aí termina a guerra e aquilo fica, né, sem sentido também. Então ele, né, perdeu esse sentido na quando termina a Primeira Guerra. Então ele se dedica ali a a começar a escrever anonimamente para a imprensa por intermédio de uma sessão mantida por Artur Azevedo no jornal O País. E aí, estimulado pela publicação, escreveu ainda em Oliho a revista da semana e o Rio Nu. Ah, olá. A Tânia, muito bom. Excelente, né, Tânia? Excelente. E aí a gente vai ver, ó. como ele chegou na doutrina espírita por essa época, né? Também adoeceu gravmente e aí tava desenganado pela medicina oficial e sem recursos financeiros, né? Essa época difícil do falecimento, desencarne do seu pai e foi levada a recorrer à terapêutica mediúnica espírita. E aí ele diz sobre a sua recuperação: "A minha cura foi tão rápida quanto eficaz e maravilhosa. E o o monista é irredutível. Monista é já candidato ao suicídio. Tornou-se espírita confesso e professo. Olha só, ele já tava desesperado, gente. Já ia tirar a própria vida. Presta atenção, né? E aí, então ele por essas razões econômicas de saúde muda-se para vassouras, né, e vai eh continua a escrever os seus artigos e mesmo, né, não tendo um emprego oficial, aí ele se casa, tem 11 filhos, minha gente, que bravura admirável, viu? E aí, então, ele passa a colaborar com mais novamente, né, com com o periódico lá no Rio, o município, e aí vai recebendo elogios de várias personalidades e aí retorna o rio e ingressa, então na FEB. E aí, em 1927 ele aparece como primeira vez redor-chefe da revista O Reformador. Então, né, olha só toda a trajetória dessa alma, desse espírito, para chegar aí a contribuição com a nossa doutrina, né? Tudo organizado, tudo organizado, com muitos desafios, né? Era assim que

mador. Então, né, olha só toda a trajetória dessa alma, desse espírito, para chegar aí a contribuição com a nossa doutrina, né? Tudo organizado, tudo organizado, com muitos desafios, né? Era assim que sempre aparecia o nome de Manuel Justiniano de Freitas Quintão, com o primeiro nome abreviado, M. Quintão era, né? E aí, olha só que interessante, gente, em maio desse ano, então, 1927, eh, em que uma das irmãs do Chico foi acometida, né, da terrível obsessão. E o Chico ainda, né, católico, não entendia, né, muito bem o que tava acontecendo naquele princípio de 1920, né? Aí ele começa a receber aquelas mensagens dos poetas desencarnados, né, que são parte do Parnazo de Alentuno. E ninguém conhecia muito Chico, né? Mas o Manuel Quentão, muito atento, né, um militante ali da federação, não deixou de perceber quando, a partir então de 1928 começaram a ser publicadas no jornal Espírita Aurora essas mensagens de Francisco Cândido Xavier, né, que era um total desconhecido de uma microcidade, Pedro Leopoldo, mas estava estava atento o nosso Manuel Justiniano de Freitas que então que foi então eh aí a se colocou em contato com o Chico e em 1930 começam a ser publicadas as primeiras mensagens no reformador em que Chico ainda assinava F Xavier, né? Eh, a primeira mensagem publicada então foi Os Felizes, né? E depois ele publicou a imortalidade no jornal Aurora dedicada a ele, né, ao Manuel Quintão. Em 1932, quando então Chico publica o seu primeiro livro, quem prefaciou a obra foi Manuel Quintão. É, meus amigos, esse entrelaçamento de almas que nada é o acaso, isso que nós não podemos deixar de ter certeza nas nossas vidas. E aí no fim, então, minha gente, olha, eh, o seu filho, né, o filho de Manuel Quintão, Pedro Quintão, casa-se com uma das irmãs de Chico, com a Geralda Xavier, de tão estreita relação que eles estabeleceram. Olha, eh, foi aqui, ele diz, né? Foi um grande incentivador do trabalho de Chico, ora pedindo uma mensagem para publicar no reformador, ora opinando que as mensagens não

elação que eles estabeleceram. Olha, eh, foi aqui, ele diz, né? Foi um grande incentivador do trabalho de Chico, ora pedindo uma mensagem para publicar no reformador, ora opinando que as mensagens não deveriam ser publicadas em jornais, mas sim em livros. Olha só a orientação dele, né? E nós sabemos toda a questão envolvendo o Parnio de Alentúmulo, né? Diversos autores, diversos poetas, diversos estilos narrativos, né? como foi aí eh desafiador para que eh fosse aceito esse livro, né? Esse vínculo forte tinha razão de ser, pois remontava os fortes laços de afeto de vidas passadas. Certamente, né, meus amigos? Certamente já tinham combinado tudinho ali no, né, ali pro retorno de estarem se auxiliando para impulsionar que mais um pedacinho do véu fosse levantado, mais, né, verdade, mais que mais não mais verdades, né, mas que mais partes da verdade nos fossem reveladas aí com mais detalhes. com mais profundidade, com mais entendimento, com mais certezas para que a gente deixe de viver como corpos e passe a viver como espíritos imortais. É muito maravilhoso, muito maravilhoso. Vamos ver que que eu Ah, eu peguei aqui, ó, um poema lá do Parnazo, mas não é do Quintão, viu? Não peguei nada do Quintão. Fui pegar um poema lá do Parnazo sobre o Natal na noite de Natal. Esse é de Inácio José de Alvaringa Peixoto, que diz assim: "Minha mãe, por que Jesus, cheio de amor e grandeza, preferiu nascer no mundo nos caminhos da pobreza? Por que não veio até nós entre flores e alegrias, num berço todo enfeitado de sedas e pedrarias? Acredito, meu filhinho, que o mestre da caridade mostrou em tudo e por tudo a luminosa humildade. Às vezes penso também nos trabalhos deste mundo que a manjedoura revela ensino bem mais profundo. E a pobre mãe, de olhos fixos, na luz do céu que sorria, concluiu com sentimento interna melancolia. Por certo, Jesus ficou nas palhas sem proteção, porque por não lhe abrirmos na terra as portas do coração. E aí fica a pergunta novamente, meus amigos, para nós encerrarmos o nosso

interna melancolia. Por certo, Jesus ficou nas palhas sem proteção, porque por não lhe abrirmos na terra as portas do coração. E aí fica a pergunta novamente, meus amigos, para nós encerrarmos o nosso encontro de hoje. O que temos guardado nos nossos corações? Para que temos aberto as portas do nosso coração? para essa luminosa humildade que Jesus veio nos mostrar que verdadeiramente importa para a nossa ascensão moral e espiritual ou para as ilusões do mundo que nos, né, nos entorpecem, nos deixam presos, não nos permitem fazer o trabalho íntimo de deixar para trás o que já passou de nos perdoar para seguirmos, né, refazendo os nossos plantios e refazendo os nossos caminhos com os nossos irmãos. o que temos guardado nossos corações. Vamos lá, gente, vão lá no nosso encontro de ontem, porque aí vão ter mais elementos para vocês aprofundarem nessa reflexão e abrirem as portas do coração para o caminho das bem-aventuranças, né, que é esse que vai nos levar à verdadeira felicidade. muito com certeza do do irmãos aí, né? Todos esses irmãos que a gente traz são maravilhosos para nós. Muito bem, Pedrux, ó lá, 8:45. Só relembrando, gente, momentos especiais, 5 anos renovando consciências, acontecendo todos os dias às 16 horas durante a semana, final de semana pode ser de manhã ou à tarde, fiquem de olho. Natal com Jesus todos os dias também, a maioria dos dias às 20 horas, ontem que foi especial às 16. Fiquem de olho também, né? Acho que no dia 24 também vai ser às 16. Olha, 18. Dia 24 também vai ser às 18 horas, tá? Mas acompanhem aí porque tá todo mundo eh se entregando de coração para trazer essas reflexões. Ah, Verônica, ontem aqui, ó, no encontro do Natal com Jesus, tá? Volta aí no canal Renovando Consciências, vai ter aí o o cardzinho do nosso encontro de ontem, dia 15. que foi com a turminha aqui, o quinteto espetacular do Bom Dia Café, meditando sobre a passagem Maria guardava tudo no seu coração, tá bom? E, ó, tinha posto boas notícias aqui, mas a gente fala eh depois. Ah, ó, a Marilda

aqui, o quinteto espetacular do Bom Dia Café, meditando sobre a passagem Maria guardava tudo no seu coração, tá bom? E, ó, tinha posto boas notícias aqui, mas a gente fala eh depois. Ah, ó, a Marilda colocou lá, ó, recorde, a Marilda colocou lá no grupo, viu? Muito bem, valeu, turma. Socorro. Deixa ir embora porque já tão falando que que rolou um recorde de lux aqui. Nem nem nem nem meu não. Queridos, um dia maravilhoso para todos, uma terça-feira de look e de muita coragem, muita intenção de todo o nosso coração, porque aí tudo acontece, o melhor acontece para o nosso caminho da felicidade. verdadeira. Um beijo no coração. Até, ó, semana que vem, terça-feira, tem convidado, vai ter um convidado que vai ser nosso presente de Natal. Não perca, divulgaremos em breve. Beijo, fiquem com Deus. เ Ah.

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