Bom dia, café! 10022 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 11/02/2026 (há 1 mês) 1:24:35 8 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias e bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657. O Bom dia, café! tem agora uma playlist de músicas no Spotify. Vá lá conhecer a aproveitar para elevar os pensamentos através de boa música. Acesse e ouça: sptfy.in/bom-dia-café #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

Olha, tudo que eu consigo é imaginar o que às vezes existe dentro de você. O ouro eu consigo só admirar, mas te olhando eu posso a Deus adorar. Sua alma é um bem que nunca enverá. O pecado não consegue esconder marca de Jesus que existe em você. O que você fez ou deixou de fazer não mudou o início. Deus escolheu você. Sua raridade não está naquilo que você possui ou que sabe fazer. Isso é o mistério de Deus com você. É o espelho que reflete a imagem do Senhor. Não chore se o mundo ainda não notou. Já é o bastante Deus reconhecer o seu valor. Você é precioso, mais raro que o ouro puro de Ofi. Se você desistiu, Deus não vai desistir. Ele está aqui para te levantar. Se o mundo te fizer cair. Aê! Buenos dias, minha gente. Deus está aqui. Ele não desiste de nós e a gente não desiste de vocês. Bom dia. Bom dia, meu povo. Mirente querida. Aqui terçou no nosso Bom Dia Café, o nosso programa Espírita Jornalístico aqui que acontece de segunda a sexta nesse espaço cheio de alegria, cheio de amor, cheio de fé, de coragem, porque a gente vai junto, meus amigos, vai juntos aqui conversando, interagindo, trazendo as boas notícias, bons exemplos, refletindo juntos, né, para trazer esse olhar do pai, esse olhar do mestre, irmão maior que esteve aqui e deixou essa marca em nós, que nós sabemos que somos filhos do nosso pai, irmãos desse irmão maior e que nós temos tudo em nós para alcançar armos a nossa filiação divina. E aí a gente vai junto aqui, né, trazendo tudo isso de maravilhoso que acontece no nosso mundão, nesse mundo maravilhoso que o Pai nos colocou para sermos cada vez melhores, né, olhando aí através da verdade espiritual, dos ensinamentos que a doutrina espírita oportunizou para nós, né, decodificar essa verdade espiritual e que a gente vai compreendendo então que tudo que nos acontece é o que tinha que acontecer, é o melhor para nós, é o que o pai programou para nós, tá tudo certo, porque nós escolhemos, porque ele nos dá a livre escolha de tomarmos a decisão pelo caminho que

ntece é o que tinha que acontecer, é o melhor para nós, é o que o pai programou para nós, tá tudo certo, porque nós escolhemos, porque ele nos dá a livre escolha de tomarmos a decisão pelo caminho que queremos E daí nós vamos interagindo com as suas leis eternas, imutáveis, sábias e amorosas. E vamos sentindo esse amor do Pai por nós. No começo não é fácil, nós sabemos, mas vamos sim despertando e conseguindo compreender, sentir, viver essa proposta divina maravilhosa para todos nós. Então, ó, bora lá. Estamos aqui terça a sexta, 7:30 da manhã, segunda às 7 da manhã com a nossa Mari Lux. Vamos fazer a nossa autodescrição, depois a gente vê quem já chegou, porque pessoal acho que já tá em outro ritmo, né, gente? Essa semaninha aí tem mais uma paradinha no nosso na nossa pátria querida, amada. Então, estamos aqui no nosso estúdio e Espanha. Eh, sou uma mulher de pele clara, tô com os cabelos bem ondulados hoje, castanho escuro. Cada dia aqui, cada mergulho é um flash, né, gente? Ó, vou tirar meu ponto que eu tava com ponto aqui para acompanhar a música, porque eu ainda chego lá, gente, calma que nas boas, eu me, eu tô muito inspirada pelas boas notícias hoje e eu sei que com perseverança eu vou alcançar essa meta de cantar bem e não derrubar audiência, viu? Então, estamos aqui com uma camiseta azul marinho royal claro, não sei exatamente, a armação com de cor marrom, retangular, é atrás de mim o armário branco, a estante de livros, eh, com alguns quadros na parede também, os nossos bonequinhos que nos inspiram, nos amparam, essa espiritualidade amiga, a nossa borboleta pra gente jamais esquecer que estamos em constante transformação essa semana, fazendo um estudo eh com umas irmãs que já estão bem avançadas assim no entendimento dessa proposta da vida imortal. Falaram assim que espírita, que permanece igual depois de um ano, não é espírita. Então, olha, já deram, deram até um prazo de um ano, gente. Mas na verdade, né, como André Luiz fala, lá no Agenda Cristã, depois de uma semana de

que permanece igual depois de um ano, não é espírita. Então, olha, já deram, deram até um prazo de um ano, gente. Mas na verdade, né, como André Luiz fala, lá no Agenda Cristã, depois de uma semana de ensinamento cristão, a gente já é capaz de praticar. E praticar é viver fazendo a mudança em nós primeiro, não é? Não é só fazer pro outro, não. Então, minha gente, bora lá. Bora lá. que nós estamos em constante transformação. Essa espiritualidade nos ampara. Deus nos vê, Deus nos reconhece. Como disse a nossa música aqui, ele não desiste jamais dos seus filhos. Nós somos essa imagem que reflete, né, esse espelho que reflete a imagem do Senhor. Já, como diz a nossa prece de cáritas, né? E precisamos cada vez mais limpar a nossa essência, limpar o nosso vaso, limpar esse espelho para poder refletir com pureza, né, com plenitude essa imagem do Senhor, essa imagem do nosso Pai, porque cada um de nós é precioso, sim, nessa obra maravilhosa. Vamos ver quem chegou aqui nessa turma boa. Tarã tã tã. Vamos ver quem acordou. Ah, muito bem. Olha, a gente tem aqui vários novos membros de um canal espírita. Luciana, muito obrigada. Mjuri. Muito obrigada. Maurício, que maravilha. apoiando a nossa caminhada, a nossa jornada aqui juntos para ter conteúdos com conteúdo, né, de relevância para que a gente possa já ser nesse minuto seguinte um pouquinho melhor e sermos os verdadeiros espíritas, como diz Kardec lá no Evangelho, não é? que é reconhecido por estar ali permanentemente combatendo as suas más tendências em permanente transformação. Então, não podemos nos deixar acomodar jamais. Olha só, teve gente que acordou cedo. Bom dia, Pedrux, bom dia, cafezeiro. Saluton Terezinha Bona Matenon, seja bem-vinda. Esse show, olha só, tomara que pessoal não venha cobrar direitos autorais, minha gente. A gente até nem pode cantar muito bem para não dar problema, viu? Oh, maravilha, viu? Coisa maravilhosa. A Dulce, bom dia, querida. Seja bem-vinda. Ei, Maí, é isso aí. Bora cantar. É isso aí. Vamos espantar tudo, gente.

e cantar muito bem para não dar problema, viu? Oh, maravilha, viu? Coisa maravilhosa. A Dulce, bom dia, querida. Seja bem-vinda. Ei, Maí, é isso aí. Bora cantar. É isso aí. Vamos espantar tudo, gente. Vamos espantar tudo. E tá tudo em nós o que a gente precisa trabalhar. Vamos olhar sempre primeiro para nós. Não vamos esquecer disso, senão a gente vai passar um ano e vai est igual. Hum. Meu Deus. Eu eu confesso que eu fiquei em choque quando a nossa irmã falou essa frase que o espírita não pode ser o mesmo de um ano atrás. Aí eu fiquei refletindo, eu falei: "Nossa, acho que tecnicamente o espírita não pode ser o mesmo de um dia atrás, talvez nem de uma hora atrás. Ei, buenos dias. Muito bem, chegou temprano. É isso aí, Analci, coisa boa. Chegou também cedinho. Muito bem. Ei, Marilda Lux, coisa maravilhosa. Buos dias já se organizando aí para se encaminhar, né, paraas suas atividades do dia, pros seus estudos. Muito bem, Marilda Lux. Ei, Elinha querida, amadinha também, todos os amigos do chat. Thago, eu tava com saudade de você. Eu já achei que você não queria mais estar no Bom dia, Café no meu dia. Eh, que saudade, amiga. Coisa boa, viu? Coisa boa, Dodô. Seja bem-vinda. Coisa maravilhosa. Buenos dias. Eh, devemos florescer onde o Pai nos oferecer oportunidade de reluzir e espalhar seu amor e sua luz. Instrumentos perfeitos. É isso aí, minha gente. É isso aí. E no final com notícia boa, tem a ver com isso aí que o Thiago falou. Thiago, você já veio ver meus slides aqui, foi isso? Ah, já vi ver minhas anotações. É isso, minha gente, é isso. Nós precisamos fazer o nosso melhor aonde estivermos. Não importa, porque se a gente ficar, ai, mas se eu tivesse, não sei aonde, ai, mas se eu tivesse aquela condição, ah, mas a gente não vai fazer nada, a gente não vai sair do lugar, vamos ficar estacionados aí anos, encarnações, séculos, não é? A situação que chega é a situação que é necessária. A perfeição, a perfectibilidade será alcançada mediante a nossa ação. É obediência e resignação,

estacionados aí anos, encarnações, séculos, não é? A situação que chega é a situação que é necessária. A perfeição, a perfectibilidade será alcançada mediante a nossa ação. É obediência e resignação, não é paralisação, entendeu? Nós precisamos aceitar as condições, né, diante da obediência, da da condição que nos chega. e com o entendimento seguir colocando a mão na massa aonde estivemos. É isso aí. E aí nós vamos aperfeiçoando. É isso. Eita, Marilda Lux. É isso aí. Ai, no final vai ter uma coisa bonitinha. Ana Maria, bom dia. Bom dia. Seja bem-vinda aqui. Olha, hoje nós estamos aqui entre uma rinite, a emoção. Ai, coisa boa, porque tem coisa boa hoje. Bom, todo dia tem coisa boa, né, gente? Todo dia tem coisa maravilhosa aqui nessa fam. E aí, olha a nossa prece de hoje. Eu vou fazer uma leitura aqui e vou revelar só no final de quem que a prece, tá bom? Vamos lá. Senhor Jesus, esta é a casa que nos deste por tua bênção. Ajuda-nos a encontrar dentro dela não apenas um abrigo de pedra e cal, mas acima de tudo o teu próprio coração em forma de lar, poçando de amor. Construís-nos um santuário. Clareia-nos a fé. Ergueste-nos uma escola. Conduze-nos à lição no trabalho. S nosso guia em nossa debilidade ser nossa força. Ante o esplendor desta hora que só a ti pode ser tributado, debalde procuro palavras para exprimir-te gratidão, porque apenas encontro as lágrimas de alegria que me vertem do peito. Assim, mestre, imploro, engrandeças as mãos. que se entrelaçaram generosas para que o nosso templo se levantasse em teu nome. A emoção que me comprime a alma toda. Sinto-te a presença invisível no amor em que nos reúnes, nos amigos abnegados que nos sustentam à luta, nas irmãs valorosas que nos acalentam as esperanças, amparando-nos os sonhos que hoje se realizam no devotamento dos jovens que nos emprestam confiança e carinho. e na doçura das crianças que te refletem a divina simplicidade, aceitando-nos o futuro. como quando passavas na terra junto de nós. E rogo mais uma vez ilumines a

ue nos emprestam confiança e carinho. e na doçura das crianças que te refletem a divina simplicidade, aceitando-nos o futuro. como quando passavas na terra junto de nós. E rogo mais uma vez ilumines a todos os corações que nos partilhos os cânticos de louvor. E quanto a mim que sou nesta casa, o último dos últimos, servo a quem tudo tens dado e que nada te deu ainda, trazido pelos amigos para algo dizer-te. Não tenho outro recurso senão lembrar o cego de Jericó e rogar-me de e rojar-me diante da tua bondade e da tua glória, a fim de pedir-te em pranto. Senhor, que eu veja, que eu seja a tua vontade para que eu saiba servir. Eu desesbaranufo. Meu Deus, Senhor, que eu veja, para que eu seja a sua vontade, para que eu saiba servir, para que eu saiba ser útil, para que eu saiba ser instrumento da perfeição, como disse o nosso Thago. E hoje tem oípedes, né? Hoje tem orípedes porque hoje temos uma efeméride relacionada a sacramento. Eita vida! Quando eu vi, eu falei: "Ai, meu Deus do céu, como é que nós vamos fazer para não chorar?" É só falar a palavra sacramento que a gente já começa a chorar. Ah, Thaago, tá perdoado, viu? Tá muito perdoado. É isso aí, ó. Eh, não tava nem pronto, mas a gente já tinha combinado lá no plano espiritual. Isso mesmo. Ei, Paulux, ministro, buenos dias. Nossa, meu Deus, nós temos uma presença maravilhosa, ilustre. Minha amiga Flávia Teodoro, lá de Vix, Espírito Santo, que saudade, amiga. Que saudade. Faz tempo que a gente não se encontra. Um beijo enorme. Obrigada por tá aqui. Coisa maravilhosa, viu, essa pandemia. Meu Deus do céu. Que que a gente vai falar, né? Esse grande magistro Rufo. É isso aí. É isso aí. A gente vai fazer o nosso melhor aqui, minha gente, para não ser um daqueles programas lá em que nossa companheira chefa Lux tem que entrar. para ver se o programa continua andando, viu? Impressionante. Mas vai dar tudo certo. Vai dar tudo certo. Opa, chegou a nossa parceir e bom dia, buenos dias. Como estamos? Como estamos por aí? Deixa eu ver. Ah, não temos aniversário

andando, viu? Impressionante. Mas vai dar tudo certo. Vai dar tudo certo. Opa, chegou a nossa parceir e bom dia, buenos dias. Como estamos? Como estamos por aí? Deixa eu ver. Ah, não temos aniversário hoje. Estamos tranquilos de aniversário ontem. Perdão, Marilda Lux, que deu um deu um enrolio Lux aqui, viu? E não deu para pôr os aniversários mais cedo. Mas você vê, né? O pai é tão maravilhoso, no fim dá tudo certo. Dá tudo certo. Ele consegue, consegue fazer com que a gente realize tudo se a gente coloca esse propósito primeiro, o propósito do bem e do amor. E aí ele vai mandando, né? Ele vai mandando seus missionários, esses nossos irmãos maravilhosos. Então, vamos ver quem que tá aqui nessas efemérides de hoje. Muito bem, vamos ver. Olha, hoje temos uma efeméride real. Real. assim da realeza, porque esse nosso irmão se tornou até um surfer condecorado em Londres, olha só. Mas fez parte, né? A gente vai ver daqueles irmãos que se dedicaram a estudar na mediunidade ali, né? contemporâneos que foram ali de Kardec e dessa explosão, né, da da invasão, né, da Ai, gente, me faltou a palavra aqui, a invasão da espiritualidade, né, invasão organizada aí da espiritualidade. Então, para que a gente pudesse realmente tirar o véu completamente, levantar de uma vez por todas mais a nossa materialidade, né, nos deixa aí um pouco céticos. Claro, temos que deixar tudo explicado, porque falou, né, que se a ciência comprovasse outra coisa, que ficássemos com a ciência. Então tá tudo certo. Já trouxemos tantos irmãos aí, né, falando sobre as pesquisas que eram realizadas e é necessário, é necessário sabermos como acontece. Então, temos hoje mais um irmão aí que veio com esse propósito, né, Sir William Flatter Barret. E ele nasce na Jamaica. Muito interessante. Eu fiquei olhando, falei: "Nossa, na Jamaica". Depois ele foi para Londres, mas por quê? Então fomos investigar porque o seu pai, né, nessa época com o mesmo nome, William Garland, era um ministro. Um ministro, ó, ele era um ministro,

na Jamaica". Depois ele foi para Londres, mas por quê? Então fomos investigar porque o seu pai, né, nessa época com o mesmo nome, William Garland, era um ministro. Um ministro, ó, ele era um ministro, viu, gente? Ele sim era um ministro. O pai do seu William Fletcher, congregacionista, congregacionalista, missionário da sociedade eh de Londres. Então ele estava na Jamaica, né, para fazer ali um resgate, olha só, dos cidadãos que tinham ido ali ser escravizados, né? Olha só que interessante a missão do pai do nosso eh do nosso personagem de hoje. Então, é um é um irmão que já é colocado numa condição de abertura para olhar o diferente, para olhar o outro, para ter uma curiosidade em relação ao que está fora do seu meio. Olha só que interessante, né? Então, ele vivia com a mãe e mais dois irmãos. E aí, bem pequeno, né, 4 anos, eles já retornam a Inglaterra e depois de algum tempo mudam-se para Manchester, onde então ele estuda nessa escola aí, no Grammar School, bem tradicional em Manchester. Então, recebe toda a educação formal, né, com uma base excelente para se preparar para ter esse olhar para fora, olhar o diferente, mas com curiosidade, igual o nosso querido Kardec, né, buscando compreender o diferente e não combater esse diferente, não é? Muito bem, vamos ver aqui quem que tá chegando nessa telinha aqui maravilhosa. Pera aí, pera aí. Vamos ver quem que tá chegando aqui na telinha maravilhosa. Tcharã. Ah, Verônica tá chegando. Muito bom dia. Muito bom dia, nossa Estela cumprimentando a todos aqui, cafezeiros. Opa, tá chovendo lá em Rio Preto. Muito bem. Uma chuvinha, né? Uma chuvinha sempre é bom. Não temporal, né? Não ciclones, não furacões, não tufões. Estamos aqui passando por momentos também tensos, amigos, bem tensos em Portugal, na Espanha. Estamos recebendo chuvas muito fortes, ventos muito fortes. Ei, Chilei, bom dia. Bom dia, querida. Aí o pai, o Thiago também falando paz e bem para Estela. Bom dia. Então, nosso irmão, é Jesus amado. Ó lá, ó lá, ó lá, ó lá, ó

muito fortes, ventos muito fortes. Ei, Chilei, bom dia. Bom dia, querida. Aí o pai, o Thiago também falando paz e bem para Estela. Bom dia. Então, nosso irmão, é Jesus amado. Ó lá, ó lá, ó lá, ó lá, ó lá, ó lá. Quem que apareceu? Mas escuta, é assim que aparece, chefa Lux. Pera aí, eu perdi seu bom dia. Eu vou, tô até olhando aqui, né? Vai que eu perdi tanta emoção. E a pessoa entra para falar que tá chovendo, nem fala bom dia, gente. Que que é isso? Eh, mas aqui tá chovendo, faz mais do que a semana passada, viu? Aqui na minha cidade não, porque eu tô bem no cantinho leste aqui. Graças a Deus estamos um pouco mais preservados. Mas cada vento, eu falei para falei pra chefa, Lux, eh, não entrou, seu bom dia. Falei pra chefe falou que semana passada eu quase fui parar em nós. Aí ela falou para eu brincar de mer popping. Gente, que medo, né? Que medo. Aonde tá o seu bom dia que eu perdi? Então, meu Jesus amadinho, me salva aqui. Não tá aqui não. Acho que você não clicou enter, mas vamos lá. Então esse, né, irmão teve essa oportunidade de se eh educar, né, eh aprofundou seus estudos lá, então, em química e física, tornou-se professor, né, no num colégio na Irlanda e trabalhou com pesquisadores ranomados, conhecidos lá na Irlanda e na e na Inglaterra. E aí depois, olha só, ele desenvolveu catarata e aí ele vai estudar isso tudo junto misturado, gente, com os outros estudos que ele tava fazendo, viu? Porque aí nós já estamos em quase 1899, ó. Ele foi estudar então biologia ocular e criou esse instrumento, né? Entoptescópio. Misericórdia, gente. Como é que fala isso? Rápido, não fala. entopedescópia, é travaalíngua isso. E aí ele foi eleito, né, membro da sociedade real de Londres e de outros países também. E recebeu o título de sir da rainha, né, do rei daquela época. O rei da rainha não era rei, eu acho, gente. A rainha veio depois, né? Eu sei que ela viveu bastante, mas nem tanto. E aí então desde 1860 que ele se interessa pelos fenômenos psíquicos após experiência com o

rainha não era rei, eu acho, gente. A rainha veio depois, né? Eu sei que ela viveu bastante, mas nem tanto. E aí então desde 1860 que ele se interessa pelos fenômenos psíquicos após experiência com o mesmerismo. Então ele tava antenado, gente, ele tava prestando atenção em tudo que estava acontecendo ao redor dele. Lembra? Ele teve uma experiência desde pequeno num ambiente fora, num ambiente diferente, num ambiente que convidava a olhar o outro, a olhar o que, né, não fazia parte da realidade dele. Então, ele vai investigar a telepatia, né, opa, eh, a transmissão dos pensamentos, potergos, fenômenos de consciência. E aí ele publica vários estudos na revista Nature. Quem nunca escutou falar da revista Nature, não é? Altamente renomada. Quem consegue publicar um artigo na revista Nature eh, né, a pesquisadores de alto escalão, né, com pesquisas de grande relevância. Mas claro, né, como nós sabemos, todas essas pesquisas que estavam sendo realizadas, né, com aí a alma, né, com eh a consciência, com o pós-morte, gerou e continua gerando muita controvérsia no meio científico. Estamos, continuamos caminhando, né? Continuamos caminhando. Vamos lá. Ah, olá. É isso aí. O Thiago falou tudo agora. Precisamos reflorestar o planeta e diminuir a emissão. Exatamente. vai asseverar o calor e isso vai trazer outras consequências que eu não sei explicar tecnicamente com todos os detalhes, mas que vai trazer então os frios mais intensos, porque libera, rompe correntes polares que seguravam o os o frio lá no polo. Então é aí que acontece a inversão do aquecimento com o resfriamento. Então, cada um que puder. Ó, a Estela plantou lá o o a figueira, né, na casa dela semana passada. Aqui a gente também tem algumas árvores. É, cada um, né, que puder plantar uma árvore no seu quintal ou na sua calçada, sempre conferindo, né, com a prefeitura, com alguém que compreenda qual é a melhor árvore a ser plantada para não destruir calçadas, para não sair fora da ali do ambiente, né, correto da fauna. Não, flora da

conferindo, né, com a prefeitura, com alguém que compreenda qual é a melhor árvore a ser plantada para não destruir calçadas, para não sair fora da ali do ambiente, né, correto da fauna. Não, flora da flora daquele ambiente, né? Não vai plantar uma espécie do outro lado do mundo para que fique tudo adequado ou de outro, né, do litoral plantar no interior, aquela coisa que a gente já sabe, né? Eh, para que a gente possa então auxiliar a nossa irmã natureza, a nossa, vamos lembrar disso, gente, a irmã natureza que trabalha dentro do determinismo divino do bem e da lei da harmonia, do equilíbrio. Então tudo isso são movimentos de buscar, de reajuste para buscar o equilíbrio dessa parte que afeta a todos. Então, se a gente puder olhar pra natureza, como ela tá agindo, nós vamos perceber em nós eh como cada comportamento nosso interfere no meio ambiente, não é? E nessa psicosfera fluídica que afeta todos, não podemos esquecer, gente, não podemos esquecer. Nós estamos todos conectados. Então, aí ele funda a Associação de Pesquisa Psicológica, né, em 1882. E olha que interessante, era um cristão espiritualista acreditando na sobrevivência da consciência, ou seja, né, muito provavelmente já tinha entrado em contato ali com as obras espíritas, né, com a codificação espírita e todas as pesquisas que estavam sendo realizad com mediunidade, né, em relação a isso. tanto que ele fez parte também de estudos e isso que acabou gerando algumas polêmicas em relação à suas pesquisas, né? Eh, olha aí fala, né, que ele investigou casos famosos como das irmãs Carry, que inicialmente eram consideradas médium genuínas, mas que depois confessaram fraude. Então, esse, né, esses ambientes, porque todos estavam expostos à aquela realidade naquele momento, aquela invasão organizada da espiritualidade, né? E quem não gostaria de ser um grande médium, provavelmente naquele momento, para ser estudado, não, né? Vamos, vamos nos colocar no lugar dos irmãos naquele momento, se não estiv se não estivéssemos lá, né? Isso.

ostaria de ser um grande médium, provavelmente naquele momento, para ser estudado, não, né? Vamos, vamos nos colocar no lugar dos irmãos naquele momento, se não estiv se não estivéssemos lá, né? Isso. Se não estivermos estado lá, vamos usar o verbo correto, porque nós somos frágeis, nós somos fracos, né? A gente ainda precisa dessa, desse reconhecimento do mundo, como diz aqui na música, porque a gente não tem a nossa referência íntima dessa condição da nossa imortalidade e que a referência maior precisa ser sempre a de sermos filhos imortais desse pai. Então, olha, ele defendeu a telepatia, né? eh, e recebeu essas críticas severas porque eles achavam que ele era muito crédulo e que ele não tinha habilidade de detectar as fraudes mediúnicas. Mas venham e convenhamos, né? eram tantas coisas acontecendo que quanto tempo às vezes a gente leva, né, para detectar que uma eh mentira está sendo contada dentro de algumas verdades até hoje, não é, amigos? Até hoje. Então, acho que o que importa aqui, né, é nós eh valorizarmos um missionário, né? a gente poderia até dizer assim, um precursor dos estudos aí da consciência que não teve medo, que foi lá, investigou, né, não rejeitou esses fenômenos espirituais, buscou fazer a sua eh observação, mas talvez, né, por desconhecimento não conseguiu, né, ter todos os os contatos, os controles, né, a percepção para detectar algum irmão que não estava realmente mediunizado, que estava realmente ali combin tudo combinado para fazer que estava, né, eh, medianizado, passando uma mensagem, mas importa que ele, com toda a sua determinação, deixou essa convicção de que a nossa consciência não é o nosso cérebro. não é o nosso corpo que existe algo muito maior, né? Então a gente pode ter esse irmão como esse precursor aí de propostas de estudos científicos, né, que aí sim foram se modelando, né, e vamos aprender dos erros. Então essa é a proposta, lembra? a gente vai errar, mas que a gente aprenda com o nosso erro e não permaneça no nosso erro, né? Que a

né, que aí sim foram se modelando, né, e vamos aprender dos erros. Então essa é a proposta, lembra? a gente vai errar, mas que a gente aprenda com o nosso erro e não permaneça no nosso erro, né? Que a gente siga adiante para o próximo passo, para o aprofundamento. Vamos tropeçar de novo, vamos, vamos aprender, vamos levantar e vamos continuar, né? Aí se dá o amadurecimento do espírito, né? É assim que acontece, é pela sua aprendizagem e pelo quanto ele consegue também aprender com o erro do outro, olhando, né? Então esse irmão teve uma contribuição muito muito importante, assim como todos os outros que estavam estudando, né, como a gente já apresentou aqui, e que também foram questionados, né, sobre a veracidade dos fenômenos, mas no final todos, né, colocam ali o seu depoimento de que existe algo mais que não é só esse corpo, que temos algo além, que somos algo muito maior do que estar aqui, né, com esse molde. Então isso é muito, muito, muito importante, gente. Não, não podemos, né, só sair aí atirando pedras. Precisamos dar o devido valor as pesquisas que são feitas, acompanhar, né, para ver o que esses irmãos que se dedicam tanto trazem para nós, né? Trazem para nós. Eh, e lembrar, né, que a verdade sempre prevalece. Sempre prevalece. Ó o Thaago lembrando aqui o bunto. Exatamente, exatamente. Somos uma só nação, minha gente. Não podemos esquecer. Então, olha, se eu saio só falando, né, do outro coisas não construtivas, eu tô acabando por prejudicar minha própria psicosfera. Não tem jeito, né? Não tem jeito. E Vanila, buos dias. Buenos dias. Seja bem-vinda. Isso, isso, Thaago. O método científico vai evoluindo, né? É, então nós estamos tentando comprovar, né, no material coisas que não são materiais. Então, realmente não é simples, é desafiador. E o nosso Kardec tava ali firme e forte e deixou, né, esse esse legado para todos nós. Mas para isso precisamos partir da premissa de que somos espíritos, né? E daí buscar essa investigação que não, né? Retornamos a um todo, que

rme e forte e deixou, né, esse esse legado para todos nós. Mas para isso precisamos partir da premissa de que somos espíritos, né? E daí buscar essa investigação que não, né? Retornamos a um todo, que não nos dissolvemos, que, né, que mantemos a nossa individualidade. Olha quem chegou aqui, a nossa querida Ana Paula. Ei, bom dia, querida Ana. Um beijo para você. Um ótimo dia. Bora lá, bora lá, bora. Ah, opa, chegou a Tânia. Bom dia. Isso aí. Bora lá, porque já vi que nós vamos passar um pouquinho. E aí, então, por que trouxemos esse essa prece do professor Eurípedes, né, para falar da nossa querida Corina Novelino, que foi aí continuadora do seu trabalho em Sacramento. Então foi dia 10 de fevereiro 2000 1980 seu desencarne. Nossa, eu tava saindo das fraldas, gente. Ohô, Corina querida, viu? Muito obrigada por tudo. É chamada da mãe Corina. Ela nasceu em Delfinópolis, né, em agosto e desencarnou então em Sacramento em fevereiro. Foi filha do casal José Gonçalves Novelino de Josefina de Melo Novelino. E teve mais quatro irmãos, Geni, Eusápia, Jandira e Eurípedes Novelino. Hum, será que foram influenciados por alguém, né? E aí, olha, eles se quando eles se transferiram para Sacramento, ela era muito criança ainda. E foi matriculada aonde? Ohô meu Deus, que bênção. Já sendo preparada para sua missão no colégio Allan Kardec, lá fundado e dirigido pelo nosso querido professor Eurípedes, né, tendo esse privilégio de ser sua aluna. Olha, ela nasceu em 1912, o professor desencarnou em 1918. Então, por um breve período, ela teve esse privilégio. Por quê, né, gente? Porque ela estava ali sendo preparada para receber, ó, seus exemplos. E aí fez-se querida de toda a comunidade, sendo considerada benemérita, educadora e verdadeira dama da caridade, por tudo que a realizou em favor daquela cidade, pois ainda jovem ficou órfão de pai e mãe passando a residir com o casal que ele dispensou todo amor e carinho. Não foi simples, né? Vamos ver então um videozinho aqui sobre a Corina para

uela cidade, pois ainda jovem ficou órfão de pai e mãe passando a residir com o casal que ele dispensou todo amor e carinho. Não foi simples, né? Vamos ver então um videozinho aqui sobre a Corina para resumir bem essa história. Bora lá, >> Corina. Novelino, nasceu na cidade de Delfinópolis, estado de Minas Gerais, no dia 12 de agosto de 1912, vindo a desencarnar em Sacramento naquele mesmo estado, no dia 10 de fevereiro de 1980, >> filha do casal José Gonçalves Novelino e Josefina de Melo Novelino em Delfinópolis passou muito pouco de sua infância, pois ainda a jovem ficou órfão de pai e mãe, passando a residir com casal José eides, Rezende, irmã consanguí de Euríptes Barçanufo, que lhe dispensou todo amor e carinho. >> A tarefa desenvolvida por Corina Novelino, na cidade de Sacramento, onde foi morar, foi das mais relevantes, o que fez com que se tornasse uma das figuras mais estimadas da cidade. Desde muito jovem revelou-se um espírito caritativo, com profundos rasgos de desprendimento, disposto a dar tudo de si em favor dos seus semelhantes. >> Com apenas 20 anos de idade, foi convidada por uma ceareira chamada Maria Modesto Cravo para ajudá-la a administrar um lar de crianças na cidade mineira de Uberaba. Indecisa sobre o convite, procurou a orientação do médium Francisco Cândido Xavier, então residente Pedro Leopoldo. >> Mas devido ao elevado número de pessoas que procurava o médium, não conseguiu entrevistar-se com ele. Porém, grande foi a sua surpresa quando foi por ele chamada, recebendo de suas mãos bela mensagem assinada pelo espírito de Eurípides Barçsanufo, na qual, entre outras coisas, ele dizia: >> "Corina, você é minha última esperança em sacramento". Diante do imperativo da mensagem, declinou-se do convite de Maria Modesto e decidiu-se pela Permanência Sacramento, onde fundou o Clube das Mãezinhas. >> O clube era composto de mães caridosas que se dispunham a fazer roupinhas para crianças necessitadas, as quais eram distribuídas semanalmente. >> No limiar do ano de 1950, Corina

ube das Mãezinhas. >> O clube era composto de mães caridosas que se dispunham a fazer roupinhas para crianças necessitadas, as quais eram distribuídas semanalmente. >> No limiar do ano de 1950, Corina Novelino deliberou fundar um lar para crianças abandonadas. Porém, além de faltar-lhe os meios necessários, não sabia onde nem como implantar essa instituição. >> A maior rifa realizada em sacramento propiciou-lhe os meios necessários para adquirir uma casa e ali inaugurar o lar de Eurípedes. >> Aplicava o seu ordenado na manutenção do lar. Entretanto, o número de crianças aumentava e os recursos tornavam-se assim cada vez mais escassos. A casa havia também se tornado pequena. >> Animada de decisão inquebrantável e contando com a ajuda do alto, decidiu-se a edificar um novo lar de orípides. >> O povo de Sacramento e de regiões vizinhas cooperou no empreendimento e dentro em pouco surgiu o novo prédio, onde foram amparadas mais de 100 crianças e onde aareira abnegada passou a ser a mãe Corina. devido à insuficiência de recursos para sua manutenção, pois o estabelecimento era mantido quase completamente com salário de Corina no velino. >> Houve apelos e o lar de Eurípedes foi reconhecido como órgão de utilidade pública, passando de internato para semiinato. >> Ali as crianças passavam dia recebendo alimentação, pestuário e educação intelectual e religiosa. escritora de grandes recursos que era, Corina, escreveu o livro Escuta, meu filho, cuja renda foi revertida inteiramente a manutenção do lar de Eurípides. >> Mais recentemente, em 1979, escreveu a obra Eurípedes, O homem e a Missão, dando início aos atos comemorativos do centenário de nascimento daquele grande vulto do Espiritismo. Criatura infatigável, sempre disposta a cooperar, tomou parte saliente na vida socioeconômica, religiosa e cultural de Sacramento. >> Colaborou em todos os jornais da cidade, desde a tribuna editada por Hilton Wilson até os jornais atuais Estado do Triângulo e Jornal de Sacramento. prestou colaboração e outros órgãos de

cramento. >> Colaborou em todos os jornais da cidade, desde a tribuna editada por Hilton Wilson até os jornais atuais Estado do Triângulo e Jornal de Sacramento. prestou colaboração e outros órgãos de divulgação do espiritismo, notadamente no Anuário Espírita, editado em Araras, e uma revista editada em Portugal. >> Foi na realidade uma vida bem vivida, repleta de rasgos de generosidade, de amor e dedicação aos seus semelhantes. >> A sua desencarnação representou irreparável perda para a comunidade sacramentana. >> Um grande vazio se fez na cidade, tão grande quanto a tristeza. os que perderam o calor, a ternura e a dedicação de uma mica. >> A seu respeito, disse o presidente da Câmara Municipal de Sacramento, por ocasião do sepultamento do seu corpo físico, >> que o pavilhão de Sacramento cubra o seu ataúde numa demonstração de homenagem maior que o poder público presta aos seus grandes filhos. Aqui a gratidão de todo um povo que reconheceu no seu labor humilde e silencioso a mãe Corina de todos. Com o auxílio de suas mãos, não foram poucas as vezes que deu testemunho do seu amor no próprio esquecimento de si mesma, chamando para si a responsabilidade dessa enorme tarefa de promoção do próximo. >> Foi a mãe corina dos pobres, dos sofredores, dos órfãos, dos loucos, dos necessitados, dos abandonados, dos miseráveis. Mãe Corina de todos nós. Nosso muito obrigado. >> Muito obrigada, mãe Corina. E olha, marquei aqui uma frase, né, que tem aqui na na biografia que eles falam aí, animada de decisão inquebrantável e contando com ajuda do alto. Quanto nós precisamos dessa decisão? Nós precisamos decidir ter essa fé inquebrantável e saber que contamos com ajuda do alto e tudo se realizará, tudo se concretizará dentro dos planos que foram alinhados para essa nossa experiência, né? Então essa irmã, né, incansável aí, como eles falam, eu tô aqui com dois livros desses que são citados, né? Então, na verdade, o grande espera foi primeiro e depois Euipetes, o homem e a missão. E

né? Então essa irmã, né, incansável aí, como eles falam, eu tô aqui com dois livros desses que são citados, né? Então, na verdade, o grande espera foi primeiro e depois Euipetes, o homem e a missão. E aí eu queria ler aqui a alguns trechos da do prefácio feito por Corina, né? eh, para que a gente entenda, né, essa ajuda do alto que tá sempre presente, mas que eh nos que nos acompanha de perto, mas que nem sempre se revela completamente logo de início, sendo que Corina esteve desde a sua infância junto de professor Eurípedes. Mas como toda alma, né, encarnada, como todo espírito encarnado que está em missão, vai passando pelos seus pontos decisivos de provação para continuar a sua missão, né? Então, ela quase foi parar lá em Oberaba num outro projeto, numa outra. Não, a Chico, ela foi se aconselhar com Chico e recebeu a mensagem do professor Euríp disse: "Não, volta porque você é minha última esperança em sacramento". Ele precisava de alguém com essa fé inquebrantável, que sabe contar com ajuda do alto para dar continuidade ao seu trabalho. Então, quando ela vai escrever aqui o grande espera, eh, ela diz assim, eh, quando a gente inicia nosso livro, né, eh, depois de da de inaugurar o lar de Orípedes, né, contava com extraordinária equipe de sustentação, né, constituída pelas inesquecíveis tia Malha e Maria da Cruz, que nos ofereciam reconfortante circuito de implemento propiciadores deular circular integração espiritual. Eh, o serviço iniciante produzia em nosso reduzido círculo um clima de paz, de júbilos e de certa curiosidade pelo desenvolvimento do tema, que nos afigurava como os desenhos dedic delicados de uma obra de labor valorioso, levando-nos a considerar a responsabilidade do trabalho. Então, ela começou a receber as mensagens, não sabia exatamente do que se tratava, começou a receber, né, os capítulos do livro. E aí a tia Mália, que era médico clareevidente, né, ficava um pouco assim, envergonhada de não perceber qual era a entidade comunicante, a não ser pela alva mão sobre seu braço

os capítulos do livro. E aí a tia Mália, que era médico clareevidente, né, ficava um pouco assim, envergonhada de não perceber qual era a entidade comunicante, a não ser pela alva mão sobre seu braço direito. Então, olha só, né, eles começaram a escrever, não sabia quem tava se comunicando com eles. E aí então o, né, Chico, eh, ainda em Pedro Leopoldo, ia escrevendo a Corina com frequência e, eh, incentivando-a, né, ela a seguir com disciplina, até que o Emmanuel, né, caridosamente empenhou-se espontaneamente, através de Chico, eh, colocar algumas orientações incentivadoras. Então, dois meses depois que ele que ela já tinha recebido o primeiro capítulo desse livro, então recebe ela uma carta através, né, dessa mensagem de Emanuel, comunicando que quem era, né, o espírito que estava ali, era Euípedes que estava ditando esse livro através do seu intermédio. Então, claro que a emoção foi muito grande, né, e o senso de responsabilidade maior ainda, né, pelo compromisso assumido. Então, para nós vermos que a espiritualidade tá sempre presente, nem sempre se manifesta, né, claramente, ou até dá nomes, mas quando há esse propósito para o bem e para o amor, olha só, o serviço iniciante produzia em nosso reduzido círculo um clima de paz, de júbilo e, claro, a curiosidade, né, natural, mas estavam todos harmônicos. estavam todos bem, estavam todos tranquilos com aquele trabalho que estava sendo desenvolvido. Se é de Deus, não tem complicação, gente. É o que tem que acontecer. E aí, eh, eu fiquei aqui com uma frase que me veio na cabeça, né? Ela deu sentido à sua missão dentro de toda uma simplicidade, né, que que é que era estar ali em sacramento naquela região, porque ela conseguiu traduzir tanto quanto, né, o nosso querido professor Eurípedes, esse objetivo eh claro e definido do Evangelho das leis morais. que é viver na simplicidade e na fraternidade, sabe? Então, fiquei com isso muito grande na eh muito firme aqui, muito forte em mim quando eu tava lendo esses prefácios aqui. Isso. Na simplicidade o

. que é viver na simplicidade e na fraternidade, sabe? Então, fiquei com isso muito grande na eh muito firme aqui, muito forte em mim quando eu tava lendo esses prefácios aqui. Isso. Na simplicidade o amor prevalece, não tem engodos, não tem máscaras, né? É ali, é o que é, é o que a gente consegue colocar nosso sem maquiar. E aí, então na no prefácio do Euipides, homem e a missão, ela ela diz assim, né? Uma vida marcantemente apostolar, como era de Ourípedes Barsanufo, merece ser evocada nas suas linhas soberbas, em que o missionário se impõe de maneira fulgurante, né? Então aqui tem todos os detalhes de tudo que aconteceu na sua trajetória. Eh, tratar da preservação do patrimônio inestimável, do de valor inestimável espiritual. Olha só, gente, não é esse livro não é para falar de um homem, não é para falar de um corpo, é para falar de um espírito que encarna em missão e que realiza a sua missão e que deixa o seu exemplo de como temos que viver para alcançar a nossa afiliação divina, que o tempo poderia tnar nas sombras da incompreensão tendenciosa e de É lendáis ou da lendáis. Outra obrigação intransferível. Aqui aqui a Corina tem um vocabulário maravilhoso, gente. Eu vou precisar do tradutor aqui, mas olha o cuidado para que fique registrado o que verdadeiramente aconteceu e o que verdadeiramente importa, né? para que não haja sombras de incompreensão depois na palavra dita. Escrever sobre a vida de Oried seria quase o mesmo que fazer a biografia de Jesus", afirmou o querido médium Francisco Cândido Xavier, quando lhe anunciamos a intenção audaciosa de aproveitar depoimentos que diariamente chegavam às nossas mãos. Então, registrar, né, todo esse trabalho de orípedes, olha o que fico, né, seria como fazer a biografia de Jesus, porque a dedicação ao outro foi praticamente plena, né, a entrega, tudo que o mestre nos pede todos os dias, né? Mas olha só, todavia os benfentores da vida maior recomendam-nos a lógica da coragem, que deve prevalecer nas decisões fortes. E sobre o amparo da

ntrega, tudo que o mestre nos pede todos os dias, né? Mas olha só, todavia os benfentores da vida maior recomendam-nos a lógica da coragem, que deve prevalecer nas decisões fortes. E sobre o amparo da advertência do médio abençoado de Uberaba, iniciamos o trabalho sério que nos empolgou o espírito por vários meses. É preciso perseverar, porque nós sabemos, né, que há outras forças que não querem que esses exemplos sejam divulgados e muito menos seguidos, né? Então, quando esse trabalho no bem, né, cada trabalho no bem começa, é necessário persistir, perseverar, seguir em frente com a lógica da coragem. Olha só como ela fala. Ou seja, com compreensão, com entendimento, mas com ação, né? seguir todas as, olha só, porque, né, que eu falei que tinha muita coisa da utilidade hoje. Todas as realizações úteis se consolidam no espírito de equipe. Gente, nada fazemos sozinho. sim é um grande irmão que encabeçou esse movimento de trazer eh para nós eh destrinchar o entendimento do evangelho e como temos que aplicá-lo para que o espírito já se evangelize desde infância, desde o seu nascimento. Mas ele não prec é impressionante. Por isso que a gente fica aqui só pedindo pra espiritualidade nos sustentar para poder falar tudo isso para vocês, porque a emoção é muito grande. É muito grande, sabe? Ô Cris querida, bom dia. Bom dia todos nós. Que maravilha. Obrigada, viu? Que seja um dia muito iluminado, produtivo e abençoado. São muitas frentes. Isso. Exatamente. Exatamente. Não está parado, não é, Thago? Eles não ficam parados. Eles não ficam lamentando nada, não ficam recalcitrando. Vamos seguir, irmãos. Vamos aprender com os erros. Vamos ter a humildade de aprender com os nossos erros e dos irmãos. e seguir, dar o passo adiante. É isso que importa, né? Então, como fala lá esse exemplo de trabalho de abnegação, dessa entrega hoje, né, quando a gente vai lá nos encontros, eh, e o colégio Allan Kardec tem, né, esse coral e o coral se chama Corina Novelino, né, vocês podem entrar e

plo de trabalho de abnegação, dessa entrega hoje, né, quando a gente vai lá nos encontros, eh, e o colégio Allan Kardec tem, né, esse coral e o coral se chama Corina Novelino, né, vocês podem entrar e qualquer vídeo dos encontros tem o coral sempre se apresentando para harmonizar o ambiente. né, para eh trazer toda essa vibração da da espiritualidade para amparar ali os trabalhos que serão realizados. Já encontrei mais esses dois livrinhos aqui. Olha, um que fala Corina Novelino, é uma professora de amor divino. Olha só que coisa maravilhosa, né? sua vida e obra. E depois, eh, a nossa querida Azira, né, eh, coloca, traz através da do espírito de Corina, né, esse livro chamado Páginas de Luz, que eu também não conhecia, fiquei conhecendo agora aqui com a nossa pesquisa para trazer essa irmã de puro amor, de pura simplicidade, de pura entrega, né? né, mostrando que esse trabalho é o trabalho que vale a pena, gente, que se nós ficarmos olhando só para nós, nós não alcançaremos a nossa plenitude. Olha só, é demais, não é, Verônica? Exatamente. É tudo, tá tudo tão ambientado, tudo tão harmonizado, tão ali, né? eh sincronizado com essa proposta, com a lei divina que parece realmente que a gente vai encontrar ele ali ou e outras, né? e outras. É um ambiente assim que todos nós deveríamos eh como espíritas eh firme e forte no propósito, ter essa oportunidade de conhecer, porque nos renova as energias para seguir para seguir fazendo a nossa transformação todos os dias, todos os minutos, para sermos já diferentes amanhã, mas diferentes para o bem, diferentes para o amor, né? E olha só, eu acabei de ver aqui que eu esqueci de passar um videozinho que eu ia passar quando eu terminasse de falar do Sir William por essa questão da consciência, né? como eh o Thiago colocou aqui, né, que a gente precisa, né, ainda ter os métodos para investigar, né, e como é difícil ainda, porque estamos investigando algo que não é, né, palpável e como a nossa consciência trabalha, né, é muito é muito eh ainda desafiador para

a ter os métodos para investigar, né, e como é difícil ainda, porque estamos investigando algo que não é, né, palpável e como a nossa consciência trabalha, né, é muito é muito eh ainda desafiador para nós compreendermos. Então, quer ver? Vou colocar aqui para vocês, mas isso é só para nos estimular, não é para, né? Ah, não, então não, não vale a pena. sempre vale a pena, porque nós vamos precisar, lembra, do amor e da sabedoria para voarmos mais alto. เฮ Olha só, né? Olha como o Pai é maravilhoso. Ele nos fez simples, ignorantes, mas tão profundos, né? tão complexos, no sentido de que somos cada um um ser a se desenvolver, a alcançar a sua perfeição, a sua plenitude. Então, realmente é é desafiador para nós ainda na matéria estudarmos algo que não podemos, né, tocar e quantificar aí, como disse o nosso amigo Thago. Vamos rapidinho para as notícias. Tcharã. Pera aí, senão já levo bronca. Isso, alguinha, olhos de ver. Isso que a gente esteja aberto, né, sempre para vermos o que acontece realmente. Olha só, eu quis deixar aqui, né, o convite lá da linha do tempo, né, a Estela mandou lá no grupo para entrar no grupo da linha do tempo do estudo. Então, já tem um estudo novo, olha, com a participação de Artur Valadares sobre o espírito Eurípedes Barsanuf, que, né, o que conta aqui um pouquinho no Grande Espera, então Eurípedes, né, naquela prece lá falando dos tempos em que o Senhor esteve na terra aqui conosco e ele realmente esteve na presença do nosso mestre, né, nessa nessa época lá. entre osênios, né? Então, vale a pena acompanhar aí esses estudos para nós compreendermos, né, como é ver aí a linha do tempo do espírito. E olha só, gente, a lei do retorno, a lei do reajuste acontecendo aqui, olha aqui embaixo. Empresário contrato, jovem que devolveu Pix de R$ 200.000 enviado por engano em Goiânia. que é certo, é certo, né? Mesmo que ninguém esteja fazendo. E aí, olha, a lei é tua, minha gente, a lei é tua, né? Chega o momento do equilíbrio. Aí ele foi contratado. E aí eu coloquei aqui,

Goiânia. que é certo, é certo, né? Mesmo que ninguém esteja fazendo. E aí, olha, a lei é tua, minha gente, a lei é tua, né? Chega o momento do equilíbrio. Aí ele foi contratado. E aí eu coloquei aqui, olha, vários exemplos, né? Lembra da perseverança? Lembra da decisão inquebrantável de seguir? Olha só. Vários exemplos aqui, ó, porque tá saindo muito resultado agora nessa época de vestibular. Olha só, eh, essa garotada aí que entrou na universidade sem ter acesso à internet, sem ter computador, eh, a mãe, né, sem saber ler e esse outro rapaz ali, né, que já tá até tomando posse como diplomata no Itamarati. Gente, esse é o espírito que toma decisão inquebrantável de se superar, de abraçar a oportunidade como ela vem e não aceitá-la e ir em frente, né, no sentido eh bom de não aceitá-la, né, de superá-la, de ir atrás dos seus desejos para se tornar cada vez melhor, né, da sua vontade. a vontade íntima lá no espírito de querer melhorar, de querer ser melhor. E para isso o que eles fizeram, né? Estudaram, estudaram, foram atrás, né? Foram atrás da sua força íntima para realizar o que eles queriam. Então fica aí bem evidente para nós, né? eh essa essa perseverança colocada em ação, né, que nos traz eh a nossa salvação, né, como disse o nosso mestre. E aí, ó, tem mais um aqui. Vamos lá. Ah, esse ficou pequenininho, gente, mas eu queria colocar para, eu vou lendo para vocês. É um estudo que foi realizado em pacientes em quioto, né? Eh, um médico observou pacientes que tinham mais de 80 anos e não apresentavam nenhuma demência, nenhum declínio cognitivo e a memória deles continuava assim na ponta da língua, afiada. E aí eles lembravam o nome, falavam com fluidez, processavam informações rapidamente e a vida diária, né, estava intacta, não tinha confusão, não tinha pagões. E aí ele foi atrás da genética. Não, não era genética, não era dieta, porque as refeições de cada um eram diferentes. Não era o exercício. Alguns caminhavam, outros não. Não era um sono, porque cada um tinha o seu padrão. Mas um hábito

, não era genética, não era dieta, porque as refeições de cada um eram diferentes. Não era o exercício. Alguns caminhavam, outros não. Não era um sono, porque cada um tinha o seu padrão. Mas um hábito novo, né? Um hábito aparecia de novo e de novo. Todos escreviam a mão todos os dias de 10 a 15 minutos. Caneta, né, ou lapiseira no papel, não digitando, não mandando mensagem sem tela. Aqui o nosso famoso e velho caderninho. Exames cerebrais. revela um motivo. Escrever a mão ativa, movimento, percepção espacial, linguagem, codificação da memória. Digitar ignora grande parte disso. É rápido, automático e passivo. Não faz, né, a o movimento, a conexão da letra da palavra com o que se está escrevendo, né? Escrever a mão nunca se eh nunca se torna sem esforço, né? Nunca acontece sem esforço. E digitar já requer menos esforço, requer mais destreza, né? Então, ó, cada palavra exige atenção, cada letra exige cada letra exige atenção e cada palavra exige intenção, porque a gente tá ali, às vezes não tá só copiando, né? a gente tá escutando alguma coisa, lendo alguma coisa e fazendo uma reflexão, dependendo daquilo. Então, a gente vai escrever da nossa reflexão. Então, exige essa atenção, essa intenção. Esse atrito mantém o cérebro acordado. O esforço é o exercício. E aí ele foi testar, né? Ele fez ali então com os pacientes de 65 a 75 anos que já estavam com um pequeno declínio inicial de memória. Dividiu em dois grupos, né, ao mesmo tempo, menos o mesmo conteúdo. Um grupo digitava, outro grupo escrevia a mão. Seis meses depois, a diferença era clara. Quem escrevia a mão apresentou lembrança mais forte, processamento mais rápido, retenção de memória mais profunda. A caneta não estava armazenando pensamentos, estava treinando o cérebro, a máquina que traduz o que temos na consciência. Nós precisamos da máquina, lembra? Nós precisamos do corpo, gente. Senão a gente não consegue traduzir a nossa essência nessa vida. Encarnados. Somos ensinados que a perda de memória é inevitável, que envelhecer é igual a

uina, lembra? Nós precisamos do corpo, gente. Senão a gente não consegue traduzir a nossa essência nessa vida. Encarnados. Somos ensinados que a perda de memória é inevitável, que envelhecer é igual a declinar. Mas essa pesquisa sugere outra coisa. O cérebro se desgasta menos pela idade, mais pelo desuso. Olha só, é aí que eu cheguei na utilidade, na lei do trabalho. Se nós não damos utilidade à nossa máquina a intermediar o que somos com o mundo que estamos, ela vai se degenerando e não permite que nós estejamos no mundo para cumprir bem a nossa missão. Algumas pessoas esperam por comprimidos para preservar a memória. Outras constróem proteção de silêncio todos os dias. Uma abordagem trata o declínio depois que ele aparece. Outra previne antes mesmo de começar. Seu cérebro cérebro não se mantém afiado apenas lembrando, ele se mantém afiado praticando como lembrar. Lembra? Disciplina, disciplina, disciplina, né? Antecede a espontaneidade, antecede termos o que queremos conquistar. Precisamos nos manter úteis. Às vezes, a proteção mais poderosa é uma caneta, uma página e 10 minutos silenciosos por dia. Então, meus amigos, é isso. Ó, ó, nós não tem mais recorde, né? É isso, né? Não vale a pena deixar a caneta e o papel, o lápis e o papel apenas para ficar no mundo digital, né? Sem falar então das telas aí nem vamos entrar nessa questão, porque aí, né, nem digitando estamos. Nem digitando estamos. Olha só, turminha aqui, ó. É isso aí, ó. Isso não importa o berço e sim a retirada das grades. Exatamente. Olga. Não é, né? É o que a gente faz com a situação que se apresenta diante de nós. Eu aprendo melhor. Isso. Exatamente. Gente do céu. Na faculdade. Misericórdia que escrevi, escrevia, escrevia. Nossa senhora, foi muito bom. Que bom, porque gosto muito de escrever. Tô sempre anotando algo que leio, principalmente. Isso é assim, meus livrinhos estão sempre marcados, né? Tem uma amiga muito querida que é bibliotecária, minha mãe também é. E ela fala: "Ai, tá bom, mas você for escrever

go que leio, principalmente. Isso é assim, meus livrinhos estão sempre marcados, né? Tem uma amiga muito querida que é bibliotecária, minha mãe também é. E ela fala: "Ai, tá bom, mas você for escrever no livro, escreve a lápis, lapiseira sempre, porque, né, e não muito forte para não deixar marcado ali a gente cuidar, né, Pat? Acredito que estou bem na fita. Adoro escrever e até hoje faço isso. Muito bem. tão ótimas na fita, gente. Adorei. Todo mundo passou no teste aqui do do seu do Dr. Tanaca, viu? Muito bem. A gente trouxe a informação para reforçar, né? Para reforçar que é realmente importante seguirmos eh é aquilo, né, gente? Tudo é permitido. Que uso nós fazemos hoje? A ciência já está conseguindo nos entregar resultados sobre esses recursos que são permitidos com uma velocidade muito maior. Então vamos aproveitar, né? Vamos aproveitar porque é aí que a gente aprende do nosso erro e do erro do outro, né? Então não tá dando certo só essa questão digital, não. Não tá dando certo. A gente achou que era para mergulhar de cabeça. Não, não é para mergulhar de cabeça. Lembra? Caminho das virtudes é o caminho do meio. Então, mais uma vez, o Pai, né, nos oferta um recurso para avançarmos, sim, vai nos auxiliar em inúmeras questões, mas sempre com ponderação e sempre buscando eh deixar o valor humano à frente de tudo, a utilidade humana à frente de tudo. não substitui, né? Nada substitui a utilidade humana, o valor humano, porque nós é que somos esse ser que eh faz parte da obra, que é cocriador da obra e não os recursos. Os recursos são empréstimos, são instrumentos, mas instrumentos aqui, porque depois que a gente se vai, retorna pra pátria espiritual, a gente leva o quê? O que nós construímos dentro de nós, o nosso verdadeiro reino de Deus. Eh, coisa boa. Ai, para acabar tem uma coisa bonitinha, gente. Ah, pera aí, eu vou lembrar duas coisas. para para correlacionar do nosso Carnal. Então, né, chegando aí no final de semana, fiquem de olho. Já já a gente vai eh abrir aí a os nossos bloquinhos,

ente. Ah, pera aí, eu vou lembrar duas coisas. para para correlacionar do nosso Carnal. Então, né, chegando aí no final de semana, fiquem de olho. Já já a gente vai eh abrir aí a os nossos bloquinhos, vai colocar, vai organizar os nossos bloquinhos, esse bloquinho da paz e do amor e de look, pra gente poder, né, cada vez mais compreender qual o caminho seguir. Então a gente espera todos vocês no final de semana aí sustentando esse trabalho. Olha que importante, sempre tem sustentação. Ontem tinha alguém falando sustentação aí, né? É, sempre tem sustentação. Bora lá, Terezinha. Isso aí, trabalhar o corpo. Vamos embora, gente, que eu já extrapolei tudo que tinha. Então, ó, bota o bloquinho na rua, mas o bloquinho do amor, o bloquinho da fraternidade, a folia fraterna, né? quer vestir a fantasia, veste a fantasia e faz o bem pro outro. E se você tiver um amigo aí, irmão, eh, da natureza da natureza animal, olha só que que a gente pode fazer. Olha que bonitinho. เฮ เฮ É isso aí, minha gente. Vamos colocar os bloquinhos do amor e da luz e da fraternidade na rua, no nosso coração, na nossa consciência e que a gente possa ser cada vez melhores instrumentos do nosso pai. Terça-feira que vem estamos de volta. Terço Carlux vai ser, viu? Bora lá, a gente se vê. Fiquem com Deus.

Vídeos relacionados

Bom dia, café! 260326 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 030226 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 240226 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 170326 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 100326 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 290126 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 150126 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus

Bom dia, café! 090226 AO VIVO Renovando Consciências

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Marilda Fonseca Veiga, Pedro de Paiva, Jairo de Jesus