Bloco 2 - 9º CEU 2026 – Congresso Espírita de Uberlândia - 17 anos Web Rádio Fraternidade
Bloco 2 - 9º CEU 2026 – Congresso Espírita de Uberlândia - 17 anos Web Rádio Fraternidade Assista em https://youtube.com/live/5UmoBP1OZwA Ouça em https://radiofraternidade.com.br/ 🔹 BLOCO 02 – 24/01/2026 (SÁBADO) MANHÃ 7h – Abertura da Transmissão 7h30 às 8h – Acolhimento e Harmonização Apresentações Musicais: Junior Vidal e Maurício Keller (15 min cada) 8h – Avisos e Prece Inicial PALESTRAS 8h10 às 9h – PALESTRA 03 (50 min) Tema: Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância ...
Muito bem, gente. Muito bom dia para você, querido internauta, querido ouvinte da nossa emissora do bem. Que alegria imensa te receber aqui para mais uma edição desse nosso CEL, C 2026. Você tá chegando, acompanhando a gente pelo YouTube. Pessoal também tá acompanhando a gente através da web Rádio Fraternidade, tá acompanhando a gente pelos canais parceiros e é muito bom te receber aqui acordando cedinho para estarmos juntos preparando o nono, o nosso nono céu. Comemora 17 anos da Web Rádio Fraternidade. Ontem nós tivemos um momento muito legal, né, de abertura do evento. Eh, nós tivemos esse esse momento de homenagem a Edivaldo Franco. Inclusive a gente, quem tá acompanhando a gente aí pelo pelo YouTube ou tá na rádio, tá nos canais parceiros, depois se quiser dar uma olhadinha no vídeo, homenagem a Edivaldo Franco, nós disponibilizamos já no nosso canal no YouTube, né? E aí a gente vai ter a oportunidade de de ter a sua opinião lá, relembrando alguns momentos do nosso querido Divaldo Franco. E hoje o dia promete, é intenso. Nós vamos de manhã, à tarde e à noite dividindo aqui com você troca de ideias. Esse pessoal tá chegando aqui no pavilhão onde a gente tá, né, com o nosso stand, com o nosso estúdio montado. Queria mandar um abraço para todos os nossos amigos, parceiros, que somam com a gente para fazer com que esse conteúdo nosso possa chegar a mais lugares. Só repassando a programação para você que tá em sintonia conosco aí pela rádio, acompanhando também conosco através eh do YouTube. Nós vamos ter agora de manhã, daqui a pouquinho, são 7 horas agora, né? Às 7:30 da manhã, nós vamos ter a participação musical do nosso querido Maurício Keller, tá? Acho que tá afinando ali, Tô escutando um áudio rolando aqui no pavilhão, mas a gente vai ter o Maurício Keller, o Júnior Vidal, fazendo a sua participação, harmonizando o nosso ambiente para que a partir das 8 horas da manhã, a gente tenha 8:10 da manhã, a gente tem a participação da nossa querida expositora Evelyn Freire. A
, fazendo a sua participação, harmonizando o nosso ambiente para que a partir das 8 horas da manhã, a gente tenha 8:10 da manhã, a gente tem a participação da nossa querida expositora Evelyn Freire. A Evelyn vai abordar eh dentro do tema do evento que nós eh programamos eh a temática eu vim para que tenham vida e vida e também em abundância. Desculpem, você errou. Eu vim para que tenham vida e a e a tenham em abundância. Então ela vai abordar essa temática aqui com a gente, né, fazendo uma exposição de 50 minutos. Aí, logo em seguida, tendo a participação da nossa querida Evelyn, nós vamos ter eh a grata alegria de receber o professor Severino Celestino, esse nosso querido irmão, que tem um trabalho muito bacana de estudos eh da Bíblia, à luz da doutrina espírita, a luz do espiritismo. E aí o severino vai abordar um tema muito interessante também, que é quem quiser salvar a sua vida, perdê-la. Mas quem perder a sua vida, por causa por minha causa, a encontrará. Encontrá-laá. Então, veja, vai ser um tema muito bacana, muito legal da gente poder eh aprender eh com a participação desses nossos dois irmãos logo agora cedinho de manhã, né? Aí a gente vai ter um intervalo e no intervalo a gente vai voltar para cá, vai voltar pro estúdio para que a gente possa trocar ideias, para que a gente possa conversar um pouquinho, para que a gente possa aproveitar como nós fizemos ontem, né? Nós tivemos a participação do nosso querido Rafael Siqueira, da nossa querida Ana Teresa Camazni. E aí a programação vai seguir à tarde, mas a gente vai falar um pouquinho disso eh no nosso intervalo da manhã. Eu queria recordar que ontem nós eh nós tivemos eh uma uma participação muito legal, as duas exp os dois expositores de ontem, tanto a a a nossa querida Luziane Bahia e o nosso querido Rafael Siqueira nos emocionaram trazendo eh reflexões eh importantes diante desses desafios que nós estamos tendo no cotidiano da nossa caminhada evolutiva. Eu queria aproveitar eh e mandar um abraço pro pessoal que tá escrevendo aqui no
ndo eh reflexões eh importantes diante desses desafios que nós estamos tendo no cotidiano da nossa caminhada evolutiva. Eu queria aproveitar eh e mandar um abraço pro pessoal que tá escrevendo aqui no YouTube, né? E eu queria que vocês pudessem colocar o nome e a cidade de onde vocês estão acompanhando na nossa transmissão, na nossa programação ao vivo aqui desde a cidade de Uberlândia, compartilhando com vocês o nono congresso espírita. E a gente lembra que quando esse tema foi definido pela espiritualidade, né? Nunca tem mais. Deixa eu pegar aqui, deixa eu mostrar ali na câmera para vocês. Olha aqui, ficou bonito cartaz, né? Então, quando nós pensamos essa temática juntamente com a espiritualidade, inspirando, né, desses desafios que a gente tem tido durante a nossa caminhada evolutiva, a gente percebe que diante das aflições, das dificuldades, o tema não temer, porque as aflições elas vão acontecer mesmo, né? faz parte de um processo evolutivo meu, seu, de todo mundo. Então, a gente vai, a gente vai fazendo o quê? A gente vai perseverando, porque nunca tem mais eu estarei convosco e vos guardarei por todo sempre. Então, ele tá conosco nos dando suporte para essa caminhada. Ó, um abraço paraa nossa querida Inês lá em Natal que tá acompanhando a gente, a Joelma Gonçalves lá de Serra da Mantiqueira. Sul de Minas. Que legal. Ô Manuela, um abraço. Manuela, é nossa voluntária também registrou aqui o recadinho pra gente. Ah, eu já tava aqui. Será que a Divina não vai vir? Não, você vai falar aí. Falei: "Não, já tô, o pessoal já tá enjoado de me ouvir. Adivino conseguiu um tempo na agenda dela para vir cá conversar conosco, pra gente falar um pouquinho eh do trabalho e ao vivo é assim mesmo. Já tá posicionada. Isso aí, gente. Bom dia. Bom dia a todos. >> Que Jesus possa estar conosco aqui em mais esse dia do céu, né, desse congresso tão lindo, tão maravilhoso. Nós estávamos fazendo a entrada já do pessoal que assim entram muito feliz no espaço, muito feliz. E a gente também
onosco aqui em mais esse dia do céu, né, desse congresso tão lindo, tão maravilhoso. Nós estávamos fazendo a entrada já do pessoal que assim entram muito feliz no espaço, muito feliz. E a gente também fica feliz com tudo isso, com esse momento maravilhoso. E você que tá aí do outro lado nos escutando, pode acompanhar, porque é com alegria que a gente faz isso, né, Ruben? >> É, a gente contou, a gente tem uma parceria muito legal, parceria da hora com os nossos amigos da FEB TV que vieram, se desdobraram, montaram uma estrutura que eu vou te contar, a estrutura assim, ó, muito grande. Então, a gente tá aqui com eles, nos ajudando, dando dando esse suporte. os nosso, nosso amigo também José Aparecido da Rede Amiga Espírita, que também tá nos ajudando, possibilitando com que o sinal divino possa ser dividido para outros canais, multiplicando a a transmissão. Então é muito bom, é uma coisa de fraternidade. Mas me fala uma coisa, o que que você achou desse primeiro dia, desse ontem, né, >> Rubens? Foi espetacular, muita emoção, né? Desde o início do evento até o fechamento, muita gente sabe, participando e a gente assim fica muito feliz com tudo, né, Rubens? Porque as pessoas vêm e vão embora só no final mesmo, só no final. Muita gente ali participando com alegria no coração, né? E isso que é bacana, né, Rubens? É. E aí >> é essa participação deles, essa esse acolhimento, é o abraçar uns aos outros que estão ali. Isso é muito bacana. >> Verdade. E é interessante, né, Din? Porque eh depois assim até começar um strress da, né? Mas depois que começa a gente alia um pouco porque a gente tem uma preocupação que é tentar entregar o melhor para pros nossos amigos que estão aqui com a gente, você que tá aí do outro lado acompanhando também. Então a gente ainda ficou um pouquinho tenso porque, né, é preparado, mas tudo no final tudo dá certo, né? Tudo dá certo, Rubz. E a partir do segundo dia, que é hoje, sábado, a gente já começa a dar saudade, não é verdade? Porque a gente já começa a pensar, nossa, né, hoje,
tudo no final tudo dá certo, né? Tudo dá certo, Rubz. E a partir do segundo dia, que é hoje, sábado, a gente já começa a dar saudade, não é verdade? Porque a gente já começa a pensar, nossa, né, hoje, domingo, fechando, né, e a saudade fica. Mas o céu, gente, tem um diferencial, né? é um evento que ele é preparado durante todo o ano, todo o ano. Então a gente faz assim com muita satisfação, porque a gente tem o web rádio, né, Fraternidade aí conosco, em que vocês nossos ouvintes queridos, né, participa durante o ano todo. Tive pessoas, Rubens, que achei muito interessante. Olha, Divina, depois daquele pinga fogo de vocês, essa semana eu fiquei com muita vontade de ir, mas eu não tinha feito nada. Eu não tinha reservado hotel, eu não tinha comprado a minha >> a minha entrada aí, não tinha comprado passagem, então não deu, né? Mas quem veio tá assim gostando demais. E você também que tá aí do outro lado, que não pôde estar conosco, é uma alegria muito grande, né, R? >> Eu até queria pegar um gancho que você falou, Divina, porque nós temos um esforço de turno que é possibilitar para quem não pode estar aqui o evento chegar até você, né, que tá aí do outro lado. E a gente faz um esforço para entregar o nosso melhor, tipo assim, né? Então a gente a gente vai atrás de uma internet que possibilite qual tem o mínimo possível de falha. A gente traz profissionais como os nossos amigos da FEB TV para que a coisa saia redonda e assim tudo isso tem um custo. E como é que a gente faz isso? Claro que tem o trabalho voluntário de muita gente, mas as outras coisas precisa de um custo. Isso só é possível quando a gente eh quando o recurso da inscrição é possibilita não só montar toda essa estrutura, né, mas também compartilhar esse conteúdo com você aí do outro lado. Mas eu queria mandar um abraço que eu tinha falado aqui, Divina, ó. A a Jane Riciard e o Cláudio lá no Rio de Janeiro, a Ludes lá em Varginha, eh a o Anselmo lá em Santiago, no Rio Grande do Sul. A Divina tá linda, uai. A Divina tá
que eu tinha falado aqui, Divina, ó. A a Jane Riciard e o Cláudio lá no Rio de Janeiro, a Ludes lá em Varginha, eh a o Anselmo lá em Santiago, no Rio Grande do Sul. A Divina tá linda, uai. A Divina tá linda. Eh, lá. >> Obrigada, gente. >> A Ana a Ana Cristina lá em Piracicaba. Eh, o Pablo lá em Presidente Prudente, o Ideraldo lá em Governador Valadares. Eu não vou dar conta de falar isso tudo, mas eu tinha falado um pouquinho, mas reforça pra gente que que a gente tem agora de manhã. >> Nossa, Rubens, hoje de manhã, gente, se preparem, nós teremos aqui, ó, a primeira palestra do dia abrindo a Evelyn Freire, né? Ela vai falar do tema. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância, abundância, né, Rubens? Legal. A Evelyn, ela veio o ano passado, esteve aqui conosco. Pessoal gostou muito, né, estar novamente aqui conosco. Além da Evelyn, nós teremos hoje pela manhã o Severino Celestino, né, que vai falar: "Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la há". Mas quem perder a sua vida, por minha causa encontrá-la a muito bom. Severino Celestino, esse grande mestre, né? É, >> e fechando amanhã, nós teremos também a nossa menininha, né, que é a Larissa Chaves. A Larissa Chaves vai falar para nós o amor, instrumento infalível e sublime contra o ódio, a intolerância e a polarização. Muita coisa boa, né, Ruber? De manhã e depois à tarde a gente vai falar que ainda segue à tarde, à noite, né? muita coisa. >> É muito intenso hoje, gente. Hoje é aquele dia e a gente preparou muito com muito carinho para você que tá aí. Hoje tem também, por exemplo, à noite tem um lançamento do CEL 2027. >> Eh, a temática eu acho que vocês vão gostar, ela tá linda, né? Os meninos capricharam num vídeo também, muito bonito. Então, assim, tudo feito com muito carinho, pensando em você. Mas se você quiser já anotar na sua agenda aí para você participar com a gente, o ano que vem o evento vai ser dias 29, 30 e 31 de janeiro, que é justamente o último final de semana de >> último final de semana, né? Eh, é isso
ar na sua agenda aí para você participar com a gente, o ano que vem o evento vai ser dias 29, 30 e 31 de janeiro, que é justamente o último final de semana de >> último final de semana, né? Eh, é isso que nós fazemos, né? >> Uhum. É isso mesmo. Então você já se programa, se você que está aí do outro lado, nós tivemos a presença de muitas pessoas que estão vindo pela primeira vez, que me abordou ali e falou: "Olha, Divina, eu não vou deixar de vir mais, >> eu vou estar presente nesse evento." Então se você tá preocupado agora só cabe duas 100 pessoas. >> Rz novidade depois do lançamento do evento, hein? As inscrições. >> Ah, vai ter ins >> um lote especial. Olha só, >> só que é limitado porque senão como é que faz, né? >> É. E você, assim que abrir o link, você quiser estar presente, né, e participar dessa promoção inicial, fique de olho, né, porque às vezes dá um boom lá e todas as inscrições lançadas elas esgotam, né? Aí depois só no segundo lote, não é isso? >> É verdade. É verdade. A gente tá, a gente tá batalhando aí para fazer o melhor para vocês. Mas assim, a gente ainda tem, não só hoje, mas tem amanhã também. Então, amanhã quem tá aqui com a gente e a gente vai fazer de tudo também para quem tiver acompanhando na internet, tenha a sensação do encerramento que a gente vai fazer. Tem uma programação muito legal, uma surpresa muito bacana, preparada com muito carinho, eh, pela coordenação, né, pela pelos nossos voluntários. Então, assim, a gente tem até falado, pessoal, não vai embora no final, fica, >> não vai, >> fica, porque vai ser muito legal. E você que tá aí também nos acompanhando, aproveita, né, esse momento de de poder estar junto, não poder estar aqui, mas poder estar participando de longe. E você também, gente, divulga aí, né? divulga pros seus amigos, para as pessoas que não conhecem a Web Rádio Fraternidade, Congresso Espírita de Uberlândia, porque se a gente fizer esse esse trabalho coletivo de divulgação, né, de somar, quanta gente vai poder participar desse evento. Gente, nós
a Web Rádio Fraternidade, Congresso Espírita de Uberlândia, porque se a gente fizer esse esse trabalho coletivo de divulgação, né, de somar, quanta gente vai poder participar desse evento. Gente, nós tivemos ontem, né, Rubens na fila ali, a abordagem de de uma pessoa que estava aqui presente no evento. De onde? Do Canadá, não foi? >> Do Canadá. >> Do Canadá. Ela veio nos abraçar, falou: "Olha, eu sou lá do Canadá e vim aqui com maior prazer para poder participar com vocês." >> E ontem também me sensibilizou muito de eu saí aqui do estúdio, né? Aí um casal de amigos nos abordou e disse assim: "Olha, a gente tá vindo lá, foram dois dias e meio de viagem". Eu falei: "De carro, de carro, lá da região de Petrolina". Falei: "Meu Deus, >> de longe, hein? longe de car dois dias e meio de carro. Falei: "Olha que legal isso são depoimentos que marcam mesmo pra gente, sabe, Divina? Eh, o desprendimento da pessoa querer tá aqui, querer tá aqui se energizando, vamos dizer assim, né? >> É verdade. E a gente, >> então outro tem muito aqui, >> tem muitos. E assim, quando a gente fala assim, gente, até você que ficou aí do outro lado, que não poôde estar aqui, tá somando com esse trabalho. >> Com certeza a gente fala, por exemplo, a pessoa que vem tá colaborando para que o evento aconteça, >> porque se a pessoa não vem para somar, não tem como, né? Se você ouve a web ráo fraternidade, divulga esse trabalho e e divulga para outras pessoas, você também está colaborando. Se você divulga o evento, você também está colaborando. Então isso é muito importante, né? É muito importante quando a gente faz esse trabalho de formiguinha. Ontem eu falei uma coisa lá no palco ao apresentar lá os nossos coordenadores que o trabalho, gente, ele é feito coletivamente, não tem como, né? Jesus conta com todos nós, né, para que a gente possa fazer esse trabalho com amor, com carinho, com respeito, né, Rubens, a tanta gente, né? E o nosso intuito, eu sempre falo, eu e o Rubens, o nosso intuito é que o evento
nós, né, para que a gente possa fazer esse trabalho com amor, com carinho, com respeito, né, Rubens, a tanta gente, né? E o nosso intuito, eu sempre falo, eu e o Rubens, o nosso intuito é que o evento possa chegar ao número máximo de pessoas possível, né? Teve uma pessoa que me abordou ontem e falou o seguinte: "Rubens, eu não vou deixar de vir mais. Eu estava num processo de depressão muito grande, muito grande. E ao participar, essa energia que é tão positiva, é uma energia tão envolvente que eu não quero deixar de vir mais. e vai envolvendo outras pessoas, outras pessoas. Gente, é como se a gente tivesse recebendo um tratamento e você e do outro lado também está recebendo isso. Porque quando a gente faz com amor e, né, eh, conta com tanta gente para participar, a gente vê, né, que é bacana, né, Rubens? É, é bem isso mesmo. Eu vou liberar a vida. Não sei como é que ela tá, porque ela tem que pô gente lá no pessoal do cerimonial, >> porque senão você já viu, né? Tem que >> começar na hora certinha, porque se atrasar um tiquinho, né? >> É, isso é uma, isso é uma qualidade, né, do céu, a gente tentar seguir, né, direitinho o horário. Rubens, então tá, foi um prazer estar aqui com você, com vocês que estão aí do outro lado. É uma alegria muito grande. Obrigada aí, né, pessoal tá falando da cor do cabelo e tal. Falei, que bom. [risadas] Obrigada, gente. Ó, um grande beijo, um abraço a todos vocês e quando possível a gente tá passando por aqui. Você tá convocada para vir cá sem eu precisar chamar. Você passa aqui então. >> Ontem o Rubens me chamou, não pôde vir pediu pro Marcelo ir lá me abordar, não teve como, mas hoje eu dei essa passadinha aqui, né, para poder eh ficar um pouquinho com você que tá aí do outro lado. >> Que que o que que a gente fez? Eu vim para cá e a Divina ficou lá cuidando das coisas. Tá bom. Então vai lá, bom trabalho mesmo. Se soma lá, >> beijo. Beijo, viu? Com Deus. >> Então gente, é o nosso Congresso Espírita de Uberlândia, nosso nono céu, essa edição que tem como tema, como a
Tá bom. Então vai lá, bom trabalho mesmo. Se soma lá, >> beijo. Beijo, viu? Com Deus. >> Então gente, é o nosso Congresso Espírita de Uberlândia, nosso nono céu, essa edição que tem como tema, como a gente mostrou para vocês mais cedo, ó, nunca tem eu seguirei convosco e vos aguardarei por todo sempre. É interessante que o pessoal tá aqui, né, comentando: "Nossa, eu estou assim ansiosa para saber o tema do próximo congresso, para ver como é que vai ser. Realmente, olha, eu quero depois ouvir o os comentários de vocês, porque a gente foi surpreendido com o tema que nos que nos foi enviado pela espiritualidade e a gente ficava pensando assim: "Nossa, mas será que é isso mesmo?" Tal as coisas foram se confirmando e aí os meninos produziram um vídeo muito bacana, um vídeo da hora assim que tá vai, eu imagino, eu assisti a prévia, então ainda tinha algumas coisinhas para arrumar. Só nessa prévia eu já me emocionei, né? Então eu imagino que você que tá aí do outro lado também vai se emocionar e a gente quer muito a presença de vocês aqui conosco o ano que vem, porque o ano que vem também é um ano marcante eh pra gente. Afinal de contas, a gente vai paraa 10ª edição do Congresso Espírita de Uberlândia, nosso 10º Céu. Eu lembro que quando a gente criou a rádio Fraternidade, lá em 2009, em que a gente teve e o início da tarefa, quando a gente completou um ano, a gente convidou o nosso amigo, seu irmão Pedro, para vir Uberlândia e fazer uma palestra comemorativa ao aniversário da nossa emissora, né? Foi um momento muito bacana. A gente fez esse trabalho lá no Centro Espírita eh Esperança e Caridade. E aí todo ano a gente tinha isso. A gente trouxe o Alberto, trouxe o Oceano Vieira de Melo, trouxe outros amigos que fizeram palestras ou seminários comemorativos ao aniversário da rádio. Eu lembro que em 2016, 2015, primeiro, nós fizemos um evento que foi o mês, o mês de fevereiro. A gente quase morreu de tanto trabalhar, porque a gente teve, tipo assim, um mês comemorativo. Aí cada cada final de
e em 2016, 2015, primeiro, nós fizemos um evento que foi o mês, o mês de fevereiro. A gente quase morreu de tanto trabalhar, porque a gente teve, tipo assim, um mês comemorativo. Aí cada cada final de semana a gente tinha uma presença, tinha um amigo, a gente teve no final de semana a presença do Aroldo, no outro nós tivemos a presença eh do Jorge Alarai, do Simão Pedro. No outro nós tivemos a presença eh também de Rossando Clingen e enfim toda essa tarefa. E aí em 2016 a gente fez o primeiro céu no primeiro congresso espírita de Uberlândia, depois 2017 o segundo, 2018 o terceiro. Aí 2019 a gente fez o o Congresso Espírita de Uberlândia também na sua edição de número número 4 2020 aí 2021 e 22 online 2023 24 e 25 aqui também compartilhando com vocês. 2026 estamos aqui e 2027 tudo encaminhado e assim comemorando o aniversário da rádio, mas compartilhando com cada um de vocês, né? É esse momento. Eh, chama esse menino aí. É isso. Tá certo. Pessoal tá aqui na área do pavilhão se preparando pra gente poder eh começar já já também lá dentro do salão o nosso o nosso céu. Mas uma coisa também interessante, eu tô vendo o pessoal comentar aqui, ó. Eh, pessoal dando bom dia, agradecendo, né, a presença. Não tô com ciúme não, mas assim, agradecendo a presença eh dos expositores, né, o pessoal falando também aqui no nosso no nosso WhatsApp também mandando seu recadinho, mandando a sua mensagem. Olha, é muito bom, é muito legal ter todo esse carinho de vocês aqui. Olha, o pessoal falando que não poôde participar presencialmente esse ano, mas tá acompanhando com a gente e é esse trabalho que a gente tem de fazer a divulgação espírita. A gente acabou não tendo ninguém dos expositores aqui porque tá muito cedo, né? Que é só eu e o Gabri. É Gabriel mesmo. Hã? Nossa, Guilherme, eu sou ruim de eu vou pegar novidade. Só eu e o Guilherme? Que que você tem? >> Não, vem cá. Vai lá, vai cuidar lá. Vai lá. Ai, eu e o Guilherme aqui que madruga, coitado, né? Pessoal tendo que abrir o café da manhã especial pra gente.
e. Só eu e o Guilherme? Que que você tem? >> Não, vem cá. Vai lá, vai cuidar lá. Vai lá. Ai, eu e o Guilherme aqui que madruga, coitado, né? Pessoal tendo que abrir o café da manhã especial pra gente. Brincadeira. Mas, ó, eu queria aproveitar e pedir a você que tá aí do outro lado, eh, como a Divina falou agora mesmo, que você possa eh, dentro do seu das suas possibilidades, compartilhar esse conteúdo de divulgação espírita que a gente tá fazendo aqui. É fundamental que você, por exemplo, comente no chat, por exemplo, nós estamos agora transmitindo pro YouTube e para outras redes sociais. Seu comentário durante a transmissão, durante a live, mostra pro algoritmo que existe uma grande o quê? um grande envolvimento das pessoas, ele começa, de certa forma a mostrar aquele conteúdo, né, para que outras pessoas que têm aquele mesmo interesse, a informação, olha, tem um conteúdo rodado agora ao vivo que tem interesse. Então, aquelas aquelas sugestões que o YouTube mostra pra gente. Então, ele mostra aquilo lá. Por quê? Porque há uma grande o quê? Um um um uma grande quantidade de pessoas envolvidas nos comentários, dando joinha, porque é fundamental isso, né? esse engajamento, porque há um engajamento tanto durante a transmissão ao vivo quanto depois. Por isso que a gente sempre fala, olha, se você dá uma curtida, se você comenta, você tá ajudando a divulgar. Uma outra sugestão que a gente faz também é compartilhar esse conteúdo aí no grupo de WhatsApp da sua casa espírita, né? Todos nós frequentamos as casas espíritas. Então, que que seria legal você fazer? Ó, copia o link, compartilha o link lá no seu grupo da reunião mediúnica, no seu grupo eh de atendimento fraterno, no seu grupo de jovens, né? E aí você faz o quê? Você faz com que isso seja amplificado e o conteúdo possa ser partilhado com outras pessoas espalhadas pelo mundo. Porque o bem que a gente pode fazer é justamente esse, propagar esse ensinamento. Quantas vidas não são salvas, né? Então assim, dentro do possível é uma forma que você
pessoas espalhadas pelo mundo. Porque o bem que a gente pode fazer é justamente esse, propagar esse ensinamento. Quantas vidas não são salvas, né? Então assim, dentro do possível é uma forma que você tem nas mãos de poder compartilhar. Uma outra coisa que a gente queria enfatizar também é que nós temos aqui a Rádio Faternidade Transmitin, nós temos a FEB TV, a Rede Amiga e uma série de outros companheiros, amigos nossos, cada um fazendo seu trabalho de divulgação. E esse trabalho para se sustentar precisa muitas vezes do apoio de vocês aí do outro lado, apoio daquilo que é possível apoiar. Porque a gente às vezes às vezes a Ana comentou alguma coisa outra interessante, a gente precisa fazer as paz com a questão do dinheiro, porque o dinheiro é um instrumento que ajuda a gente o quê? A propagar e se for bem utilizado, vai fazer com que o quê aconteça? Porque essa mensagem que chega até a gente possa se expandir. Então, dentro do possível, por exemplo, vamos lá, vamos pegar um exemplo. Nós temos aí os nossos amigos da FET TV fazendo um trabalho lindo. Que que você pode fazer lá? tem na página uma opção em que você pode entrar, fazer uma doação e não importa a quantidade de recurso que você doe, porque se você doar R$ 1, R$ 5, o que importa é aquele amor que você emprega na doação, que vai somar para que o trabalho de divulgação possa se expandir. A mesma coisa com o livro espírita, como a Ana ontem mencionou, né? Então, o que que a gente precisa fazer? trabalho para se sustentar, ele precisa de recursos, né? Porque não tem como, não há o de graça e a gente podia estar fazendo mais. E aí é uma uma questão pessoal do Rumens, né? Eu imagino que a gente poderia estar fazendo muito mais em prol da divulgação espírita se nós compreendêsemos que o papel quando nós eh trabalhamos a divulgação não é custo, ao contrário, é uma propagação ainda mais da mensagem. Sempre lembrando que o nosso intuito não é que a pessoa se torne espírita. Se ela se tornar uma pessoa de bem, já terá valido a pena.
ão é custo, ao contrário, é uma propagação ainda mais da mensagem. Sempre lembrando que o nosso intuito não é que a pessoa se torne espírita. Se ela se tornar uma pessoa de bem, já terá valido a pena. Quantas Quantas pessoas não nos escrevem dizendo assim: "Olha, eh, eu sou da Escola Religiosa X, mas eu adoro o trabalho que vocês fazem de esclarecimento da doutrina espírita". Quantas vezes as pessoas que acompanham, vou pegar o exemplo do pinga fogo, por exemplo, né? Quantas pessoas que acompanham a gente são de outras escolas religiosas. E o bom é isso, a gente poder ser um instrumento a para ajudar a construir um mundo melhor. Na hora que tiver mais ou menos começando lá, você me fala, tá, Gabriel? Quando tiver começando, se tiver alguma coisa lá, você me dá um toque, tá? Então é isso, viu, gente? a gente ser esse instrumento e ajudar na sua casa espírita, por exemplo, tem um trabalho de divulgação lá de palestras, tem um trabalho de divulgação nas redes sociais, some naquilo que é possível, colabore naquilo que é possível, porque se cada um der um pouquinho, ajudar um pouquinho, né, vale a pena, vale a pena a gente poder fazer o quê? Esse ser esse instrumento que ajuda a propagar o bem, tá certo? Pessoal tá comentando aqui, é muito bom, viu, gente? Já já a gente tem o início lá no salão. Lembrando aqui que no período da tarde hoje nós vamos ter eh a participação ainda nossa querida Natasha Mequena. Vamos ter a Ana Teresa Camazni, a nossa querida Siaada. A Sâmia, ela tá num esforço para poder chegar aqui. O Jorge veio antes, ela conseguiu, tá conseguindo vir hoje. Ela já tá, deve tá em voo, né, de Curitiba para cá. fica com a gente, volta hoje ainda para Curitiba. Então, olha só que carinho e que esse esforço que a nossa amiga tá desprendendo para estar aqui conosco. Aí nós temos depois da Sâmia, da Samia nós vamos ter um intervalo e vamos ter a Marina Leal conosco também participando da exposição do período da tarde. No início da noite, às 18 horas, nós temos o Maurício Ker com musical, né? E vamos
ia nós vamos ter um intervalo e vamos ter a Marina Leal conosco também participando da exposição do período da tarde. No início da noite, às 18 horas, nós temos o Maurício Ker com musical, né? E vamos encerrar a noite com a participação do nosso querido irmão. Então tá que não entendi nada que você falou de Ah, o telefone da rádio tá aqui, ó. É, ao vivo. É assim mesmo, gente. Lembrando que também ontem nós tínhamos uma uma abertura muito bacana com os jovens e também com o nosso cézinho. A gente se encantou, os meninos prepararam um espaço que ficou lindo. Nós vamos mostrar, quem tá nas redes sociais já deve ter acompanhado um pouquinho, mas os meninos prepararam uma um visual pro céozinho e pro céu jovem que nos encantou demais, demais mesmo. Então o que que a gente foi percebendo? Foi percebendo que os jovens chegavam, eram tão bem acolhidos, as crianças. E foi interessante porque eh nós espalhamos tótems do tamanho real, né, de Jesus, de Kardec, de Maria, de Chico. E assim a gente se emocionou também com essa presença eh visual desses espíritos amigos nesses espaços onde a gente tá fazendo o o céu. E é interessante que nós estamos num complexo, para quem não conhece, né, um complexo em que a gente tem eh um shopping na cidade de Uberlândia. Esse shopping a gente tem um centro de convenções. Dentro desse shopping nós temos um a gente tem eh as salas que abrigam o céinho e o céu, o céu jovem. E é tudo cinzo. Você desce uma escada rolante ou vai de elevador para esses espaços. E lá, quer dizer, nós estamos todos no mesmo ambiente, no mesmo eh local onde a família, né, pode participar. Para que vocês tenham ideia, a gente até comentou isso ontem, né? Nós temos 130 jovens, mais ou menos, participando do seu jovem e nós temos cerca de 80, acho que é 80 crianças ou de 80 a 90 crianças participando do cézinho. Então, olha que interessante. Então, a gente já viu muitas vezes o quê? O papai e a mamãe faz a inscrição da família e aí eles vêm pro local onde tem o evento adulto e ao mesmo tempo
pando do cézinho. Então, olha que interessante. Então, a gente já viu muitas vezes o quê? O papai e a mamãe faz a inscrição da família e aí eles vêm pro local onde tem o evento adulto e ao mesmo tempo abordando o mesmo tema central do evento, as crianças lá no céinho e também os nossos jovens lá no céu jovem. Então às vezes nós temos uma família, o pai e a mãe aqui, um filho no céinho e o outro filho no céu jovem. E aí o que que a gente entende? eh o envolvimento de toda a família, de toda a presença dos nossos amigos, né, que se deslocam de vários lugares e fazem com que essa atividade seja uma atividade da família, né? Vai começar lá ou não? Já vai preparar? Tá me segurando mais um pouco. Tá bom. Então, já vai começar lá no salão daqui a pouquinho, mas eu queria aproveitar e pedir a você que tá, já vai começar, então vamos mandar. Vamos lá pro estúdio. Posso chamar para lá? Você me avisa, tá bom? Então, ó, queria aproveitar você que tá conosco, pode ir para lá. Então, vamos lá pro estúdio, gente. Daqui a pouquinho, no intervalo 9:55, eu tô de volta. me apresentando melhor aqui antes do antes do Júnior Vidal se apresentar. Para quem não me conhece, meu nome é Maurício Kerner, faço parte do Gan Gan, Grupo Arte Nascente de Goiânia, que desde 1988 está nessa estrada divulgando a doutrina espírita, se autoaperfeiçoando através dela. e trabalhamos com várias linguagens, teatro, dança, música, audiovisual, vários álbuns lançados que estão no Spotify, inclusive, né, nas streams, enfim, da vida. E hoje vamos fazer então essa abertura aqui com vocês, uma dobradinha com Júnior Vidal, que é um grande amigo de longa data, uma pessoa que admiro muito, né? E ele sempre vem com a brincadeira, um dia eu quero crescer e ficar igual a você. Ele fala sempre isso para mim, você pensa, >> sendo que na verdade é o inverso, né? >> Eu que quero ficar nessa altura aí, né? De alegria, de espiritualidade, de trabalho, de dedicação. Júnior, você apresenta aí para pra galela. Bom dia, gente.
> sendo que na verdade é o inverso, né? >> Eu que quero ficar nessa altura aí, né? De alegria, de espiritualidade, de trabalho, de dedicação. Júnior, você apresenta aí para pra galela. Bom dia, gente. O meu nome é João, lembrando ontem, mas talvez vocês me conheçam como Júnior Vidal. Eh, agora em janeiro a gente tá fazendo 26 anos de arte. Então, o GAN é uma das minhas grandes referências junto com outros compositores do movimento espírita nacional. E nessa trajetória a gente tem feito trabalhos voltados paraa evangelização infantil, para mocidade, agora recentemente para evangelização da família. Oi. Oi. Voltou para evangelização da família, trabalhos voltados para estudos doutrinários, alguns instrumentais, onde a gente nesse último projeto Famílias do Evangelho, tá com essa linguagem mais multiartística que compartilhamos com vocês na abertura de ontem. É um prazer imenso ter o Maurício que nos ajudou em vários projetos com supervisão de letra, supervisão, né, da parte de produção musical e de parcerias de composição e de uma história de vida que >> não tem preço. Então vamos lá. A gente tá fazendo uma dobradinha. Era para ser 15 minutos para ele, 15 minutos para mim. Falei: "Ah, é, ligou para mim e falou: "Não, pera aí, vou fazer junto esse negócio". >> Lógico, >> né? E olha só, pessoal, a gente vai fazer toda aqui um, digamos assim, né, uma uma ambientação paraa próxima palestra. Vocês sabem de quem é a próxima palestra? >> De quem? >> Não ouvi direito. >> Da Evelyn. Tá aqui na frente, inclusive, né? Conheci lá em Aracaju o ano passado, né? Retrasado, na verdade, né? Né? E fiquei admirado. Então, vocês vão curtir uma palestra fantástica, tenho certeza. E a gente vai tentar fazer uma preparação para essa palestra. Vamos lá, Júnior. Simbora. Puxa aí. Vamos lá. Vamos começar com alegria, né? Quero dizer o quanto sou feliz. [música] Quero agradecer tudo o que eu sou e me espalhar pelo [música] universo. Quero o que é divino [música] e encontrar. Aqueles que eu amo quero buscar. Onde
a, né? Quero dizer o quanto sou feliz. [música] Quero agradecer tudo o que eu sou e me espalhar pelo [música] universo. Quero o que é divino [música] e encontrar. Aqueles que eu amo quero buscar. Onde [música] estiveres, seja na luz na [música] escuridão. De vez tudo o que é bom. A minha alma [música] leve segue pela amplão. A minha mente sente a [música] sua, pede permissão. Deixe eu entrar [música] o seu coração. >> Agora mesmo. [música] Nessa alegra evolução depurando o coração. Sou um ser milenar viajando. [música] Vou vou nessa alegre [música] evolução. tempurando coração. Sou um ser milenar viajando. >> Quero dizer o quanto sou feliz. Quero agradecer tudo que eu sou e me espalhar pelo universo. [música] Quero fundir no que é [música] divino e encontrar aqueles que o amam. Quero buscar onde estiveres, seja na luz, na escuridão. [música] >> Ar de vez tudo o que é bom. A minha alma [música] leve segue pela amplão. A minha mente [música] sente a sua, pede permissão. Deixa eu entrar no seu coração [música] agora mesmo. Nessa [música] alegre evolução, depura no [música] coração. >> O coração. Sou um ser milenar. Viajando vou [música] nessa alegreução, >> depurando [música] o coração. Sou um ser [música] milenar viajando. >> Uh. A próxima, por favor. Então, a intenção que vou não é cantar para vocês, é cantar com vocês. Então, nós temos dois telões com todas as letras e vamos fazer um combinado. Ajuda a gente, vamos vibrar e ambientar junto. E essa, principalmente pro lugar da conexão entre o corpo e a alma, entre nossa essência divina e >> dentro de tua cabeça, o universo inteiro a desvendar dentro de tua cabeça. Mil mistérios labirintos. Não vá se perder dentro de tua [música] cabeça. Não vá se perder. Dentro de tua cabeça. Vamos início. Vamos lá todo mundo. Dentro de tua cabeça, o universo inteiro a desvenda. >> Dentro de tua cabeça. Mil mistérios. labirintos. [música] Não vá, não vá se perder não, não. >> Dentro de tua cabeça. [música] Não vá se perder dentro de [música] tua cabeça. Só muda a
a desvenda. >> Dentro de tua cabeça. Mil mistérios. labirintos. [música] Não vá, não vá se perder não, não. >> Dentro de tua cabeça. [música] Não vá se perder dentro de [música] tua cabeça. Só muda a letra. Há tantas janelas, todas elas [música] voltadas pro céu. >> Mas se tu te fechas em teus medos num instante, vai se noite, [música] dentro de tua cabeça [música] vai ser noite, dentro de tua cabeça, siga o [música] sinal. Siga o sinal que vem lá das alturas. Siga a voz que te chama [música] pras flores em sementes que podem crescer e crescerão dentro de tua cabeça. Flores em tua cabeça. Dentro de tua [música] cabeça, flores em tua cabeça. Vamos siga o sinal. Siga o sinal. Siga o sinal que vem [música] lá das alturas. Siga a voz que te chama [música] pras flores em sementes que podem crescer e crescerão [música] >> dentro de tua cabeça. >> Dores em tua cabeça. Dentro. Vamos lá. Tua cabeça >> dentro de tua cabeça, [música] >> cabeça, >> dores em tua cabeça, >> cabeça, dentro [música] de tua cabeça, o universo inteiro a desvendar, >> a desvendar >> dentro de tua cabeça mil mistérios labirintos. Não vá o quê? >> Não vá se [música] perder não, não. Dentro de tua cabeça [música] não vá se perder. Não, não, não, não, não, não. >> Dentro de tua cabeça, [música] >> cabeça. >> Há tantas janelas, todas elas voltadas pro céu. Mas se tu te [música] fechas em teus medos no instante, >> faz-se noite, >> faz-se noite >> dentro de [música] tua cabeça. Faz-se noite. >> Fazse noite >> dentro de tua cabeça. Vamos junto. Siga o sinal. Siga o sinal que vem [música] lá das alturas. Lá das alturas. >> Siga a voz que [música] te chama pras flores em sementes que podem [música] crescer e crescerão. Só vocês agora dentro, ó. mais forte dentro sua cabeça para vocês. Sua cabeça. >> Vamos vibrar esse lugar dentro e fora. Dentro de tua cabeça. [música] Flores, em tua cabeça. >> Dentro de [música] tua cabeça. Dentro de cabeça. >> Mais baixo. >> Dentro de tua cabeça. Tua mais baixo. Baja dentro de tua
ugar dentro e fora. Dentro de tua cabeça. [música] Flores, em tua cabeça. >> Dentro de [música] tua cabeça. Dentro de cabeça. >> Mais baixo. >> Dentro de tua cabeça. Tua mais baixo. Baja dentro de tua cabeça. Flores. >> Sussurrando agora. Sussurrando bem baixinho todo mundo dentro de tua cabeça. Fomem tua cabeça. >> Só no pensamento dentro de muito bom. Ficou lindo. OK. Bom, essa canção precisa de uma explicação rápida. Por quê? Muitas vezes a gente acredita que espírita não pode ter depressão, não pode ter problema, né? E aí teve um dia na minha vida que eu tava muito mal, muito para baixo e muito desconectado da espiritualidade. Então eu peguei o violão e comecei a conversar com Jesus e saiu essa canção aqui. >> Sim, eu vou lembrar dessa [música] manhã. Sente você chegar. Dou todo o [música] meu ser. Belo jardim para você brotar. [música] Sei que você nunca negou. Eu só vou [música] te encontrar aqui dentro de mim. Sei. E só quero te dizer. que o tempo não acabou. Voltei [música] a te buscar. Me faça mais leve. [música] Quero flutuar no vulgo da vida. [música] Venha me levar. Ah, me faça mais leve. Quero flutuar no mundo da vida. [música] Venha me levar. Sim. Sim, eu vou lembrar essa manhã, sentir [música] você chegar. Dom todo [música] o meu ser. Belo jardim para você brotar. [música] Sei que você nunca negou. Eu só vou te [música] encontrar aqui dentro de mim. Sei. Só quero te dizer que o tempo não acabou. Voltei [música] para te buscar. Me faça mais leve. [música] Quero flutuar no bolo da vida. Venha me levar para me faça mais leve. [música] Quero flutuar no mundo [música] da vida. Venha me levar. Sim, eu [música] vou lembrar. Dessa manhã sem ti [música] você chegar. Dou todo [música] o meu ser. Belo jardim para você brotar. Sei que você nunca [música] negou. Eu só vou te encontrar aqui dentro de mim. Sim. Só quero te dizer que o tempo [música] não acabou. Voltei a te buscar. Me faça mais leve. [música] Quero flutuar no voo da [música] vida. Venha me levar força mais leve.
ntrar aqui dentro de mim. Sim. Só quero te dizer que o tempo [música] não acabou. Voltei a te buscar. Me faça mais leve. [música] Quero flutuar no voo da [música] vida. Venha me levar força mais leve. Quero [música] flutuar no roo da vida. [música] Venha me levar. Tu yeah uh Uh. >> Amém. Al. Essa música apareceu na minha vida num dos momentos, talvez o mais desafiador de toda essa encarnação. Quem conhece me ajuda a cantar junto, quem não conhece, se possível, vem junto também. Quando a vida assim [música] mostrar um lugar de luta e dor é que há nos céus mãos a [música] trabalhar lapidando. O tempo [música] do amor, sem certeza então vier, busca luz, a oração e vigoro o teu cântico de fé e >> o teu coração. Tiro os teus olhos das noites [música] sombrias, das brumas, dailusão. Tão somente [música] que a graça divina te acena a renovação. É preciso compreender que o melhor sempre se dá. [música] Confie, segue sem. esmorecer e o que Deus escrever [música] será. Ah, nesse momento eu vou convidar a todos aqui no [música] salão a fechar os olhos, a fazer silêncio. A espiritualidade já prepara há muitas horas esse [música] espaço para que venhamos a conviver e aprender. Então, fechemos os olhos e em silêncio vibremos esse momento [música] de compartilhar com o alto, silenciar a alma e ter de ver e ouvidos de ouvir. Quando a vida, quando a vida assim mostrar o lugar de luta e dor, é que há nos céus mãos a trabalhar lá. Apando o tempo do amor sem certeza então vi. [música] Busca a luz da oração. Revigoro o teu cântico de fé e as sereno o teu coração. os teus olhos das noites sombrias, das brumas, da desilusão. Vê tão somente que a graça divina te acena à renovação. É preciso compreender que o melhor, que o melhor sempre citar, confie e segue sem esmurecer. E o que Deus escrever [música] será o melhor sempre [música] se dar. E o que Deus escrever será? Será? Confia. Som. Muito bem. Para aqueles que estão chegando, o nosso bom dia. Lembrando a vocês que o congresso já começou e nós estamos numa
lhor sempre [música] se dar. E o que Deus escrever será? Será? Confia. Som. Muito bem. Para aqueles que estão chegando, o nosso bom dia. Lembrando a vocês que o congresso já começou e nós estamos numa palestra cantada, OK? Estamos numa palestra cantada e o congresso já começou. E tem mais duas canções que a gente gostaria de cantar para vocês. E essa canção em especial é uma canção de valorização à vida, uma canção de agradecimento à vida. E é o momento de estarmos aqui agora presentes, conectados com a espiritualidade, conectados com o ambiente e vivenciar, porque mais do que as palavras, a verdade não está nas palavras. A verdade [música] está no espaço das palavras, daquilo que você sente e vivencia. Mas é necessário que você [música] se conecte com isso e você aproveite este momento para um momento de cura, de terapia, de reflexão. Vamos juntos. Vamos, gente. Ótimo. Então, com muito amor, [música] com muito carinho, vamos todos vibrar pro planeta Terra, para nossas vidas, pro Brasil, para esse congresso. E vamos nos conectar aqui agora, respirando, [música] sentindo a vibração. Grata a vida [música] que me faz crescer com a linda amizade que me faz ver, que dá mão quem me sustenta em pé. Nunca [música] cobrou a somente fé. >> empre escura ilusão de pensar do fim, mas você vem [música] com o seu coração e me mostra que a vida é doação. [música] É tuação. É tua ação. >> Grata a vida que me faz crescer com a linda amizade [música] que me faz ver, que da mão que me sustenta [música] em pé nunca cobroume ato somente fé. Uh uh. [música] Quando você se afasta [música] de mim, sempre escura ilusão de pensar no fim. Mas você [música] vem com o seu coração e me mostra que a vida é doação. É doação. É doação. vida que me faz crescer com a [música] linda amizade que me faz ver que da mão que me [música] sustenta em pé nunca cobrou a tu somente fé. Quando você se afasta [música] de mim, sempre escura ilusão de pensar no fim. Mas você vem com [música] o seu coração e me mostra que a vida é
me [música] sustenta em pé nunca cobrou a tu somente fé. Quando você se afasta [música] de mim, sempre escura ilusão de pensar no fim. Mas você vem com [música] o seu coração e me mostra que a vida é doação. É doação. [música] >> É. É doação. >> Doação. >> É doação. É doação. É doação. A vida [música] é doação. Doação. [música] Eu não sou. É [música] doação. É doação. É doação. >> É doação. [música] É doação. >> Aqui no céu. >> Aqui no céu. >> Aqui no céu. Este céu azul, eu vou me conectando com Jesus. [música] em vibração, em comunhão, >> aqui no céu, >> aqui no céu, >> nessa luz gigante, nesta sinergia, nessa paz, nessa força que nos guia, [música] nessa oração aqui no céu, aqui no céu. [música] ou aqui no céu. Ah, nessa rádio fraternidade, recuando em toda parte. Cada emoção é caridade. Oh, é comunhão [música] e cada olhar é caridade. Aqui no céu, >> aqui no céu, aqui no céu, >> aqui no [música] céu, aqui no céu, >> aqui no céu, aqui no >> Eu vou me conectando e vou vibrando. [música] >> Eu vou respirando este ar e partilhando. Eu vou sentindo este amor, essa bondade, este lar. Ah, o céu aqui no céu, >> nos nossos corações, >> aqui [música] no céu. O céu >> aqui no céu. O céu [música] é aqui e agora. Toda vez que eu penso em Jesus, [música] se essa vocês conhecem, me ajuda. Meu coração se acende no meu peito. Toda [música] vez que eu sinto essa luz iluminando a minha mente, meu corpo pareço flutuar. Quando penso [música] em Jesus, eu sinto paz. >> Quando penso em Jesus, minha alma se perfuma numa doce vibração. Os meus pensamentos se [música] transformam e eu sinto que dentro do coração vai surgindo, vai crescendo [música] um sentimento diferente [música] puro, >> me enchendo >> me elevando, transcendendo todas [música] as fronteiras e o mundo inteiro [música] é alegria, colorindo como uma manha de [música] sol. Quase grito de tanta felicidade [música] e o meu sorriso não demora [música] descontar. >> Quando penso [música] em Jesus só quero amar. >> Vamos lá no início pra gente encerrar,
anha de [música] sol. Quase grito de tanta felicidade [música] e o meu sorriso não demora [música] descontar. >> Quando penso [música] em Jesus só quero amar. >> Vamos lá no início pra gente encerrar, mas ouvindo vocês. >> Vai. Toda vez eu penso em Jesus. Coração [música] se acende no meu peito. Eu sinto essa luz iluminando a minha mente, o corpo quando penso em Jesus muito paz quando penso em ti. Minha alma se perfuma numa [música] doce vibração. Os [música] meus pensamentos se transformam e eu sinto que dentro do coração vai surgindo, vai crescendo num sentimento diferente puro, me enchendo [música] Elevando, transcendendo [música] todas as fronteiras. >> Um sorriso agora. >> E o mundo inteiro é alegria, [música] como uma manhã de sol. Abraça quem tá do teu lado. >> Quase grito de tanta felicidade [música] e o meu sorriso não demora despontar. >> Quando penso em Jesus só [música] quero amar. >> Cantar sorrindo melhor. Parirá. >> Só vocês o papai Угу. Valeu, valeu. Nós agradecemos aos nossos queridos amigos Júnior Vidal e Maurício Keller por esse belíssimo momento. >> por esse belíssimo momento. A gente perde até as palavras porque é indescritível o poder da música em nós, o quanto nos harmoniza, o quanto nos eleva e nos auxilia com essa conexão com alto e a manter a nossa vibração em alto patamar. Então agora nós iremos alguns avisos importantes para que todos se sintam bem durante o congresso. Caso você tem tenha esquecido algum objeto aqui no salão, você pode procurá-lo na nossa secretaria que se encontra localizada na área dos standes ali no pavilhão. E não se esqueçam do uso da pulseira e do crachá diariamente. E agora nós vamos convidar o nosso querido amigo Hton Mariano para que possa fazer para nós a prece inicial. Bom dia a todos. Ninguém bateu palmo ainda, mas não precisa não. É melhor bater antes porque vai que depois ninguém vai querer bater, né? É uma visão linda que a gente tem daqui olhando vocês. Eh, era bom se todo mundo pudesse, não é possível, mas subir aqui para olhar é
or bater antes porque vai que depois ninguém vai querer bater, né? É uma visão linda que a gente tem daqui olhando vocês. Eh, era bom se todo mundo pudesse, não é possível, mas subir aqui para olhar é uma visão realmente deslumbrante enxergar a vibração, sentir a presença de Jesus em cada um de vocês. Convidamos a todos para fechar os olhos, mentalizar a figura luminosa do nosso divino amigo Jesus. Senhor Jesus, divino amigo, todos nós viemos de tão longe procurar a tua presença nas nossas estradas empoeiradas. que percorremos durante milênios carregados de ilusões, perdidos dentro de nós mesmos, fugindo da tua presença luminosa que nos assustava por nos convidar para a renovação interior, para nos convidar para o encontro das luzes que dormem dentro de cada um de nós. Te encontramos, Senhor, nas nossas dores, nas nossas aflições, nossos medos. Te encontramos na noite mais escura, onde a tua luz nos procurou e nos encontrou. E aqui estamos, divino amigo, procurando o teu abraço nos abraços dos nossos irmãos, dos nossos amigos aqui presentes, sentindo a tua presença nos benfeitores espirituais que trazem para nós muito mais do que a cura do corpo, o tratamento para as nossas chagas. Senhor Jesus, que a tua presença permaneça conosco durante todo este evento, sendo a inspiração daqueles que cantam, daqueles que falam, daqueles que choram, daqueles que se abraçam, daqueles que se reencontram. Que a tua presença, divino amigo, possa se manifestar durante todo este dia através de cada um de nós. Gratidão, Senhor, e que assim seja. Que assim seja. E agora nós podemos dar continuidade ao nosso céu. Edição 2026, nosso nono céu. Vamos então para a nossa primeira palestra. Convidamos então a expositora Evely Freire. Ela irá proferir em 50 minutos a nossa terceira palestra do evento. A Web Rádio Fraternidade apresenta Evely Freire no nono Congresso espírita [música] de Uberlândia com a apresentação do tema Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. >> Bom dia, queridos irmãos em Cristo.
rnidade apresenta Evely Freire no nono Congresso espírita [música] de Uberlândia com a apresentação do tema Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. >> Bom dia, queridos irmãos em Cristo. Que a paz de Jesus, nosso mestre, esteja conosco, nos envolvendo e nos amparando neste momento. Quanta emoção. Já trouxe o meu lencinho. Maurício Júnior, gratidão por nos envolverem tanta luz, permitindo que a música toque os nossos corações. Nesse momento, eu gostaria de iniciar agradecendo o carinhoso convite de Rubens. e divina, para que eu pudesse estar novamente aqui no Congresso Espírita de Uberlândia. É uma honra imensa e o meu coração se alegra imensamente. E eu não poderia também deixar de parabenizar toda a organização, toda a equipe deste evento, porque sabemos que é um trabalho de muita dedicação e amor para a divulgação do Evangelho de Jesus e da doutrina espírita. E feito esse agradecimento, eu gostaria de iniciar as nossas reflexões com uma pergunta. Quantos de nós, mesmo estando rodeados de pessoas, mesmo cumprindo os nossos deveres, as nossas tarefas, mesmo fazendo tudo certo, sentimos que algo nos falta. E não é o alimento, um teto ou mesmo uma atividade, uma ocupação. É sentido, é profundidade, é aquela sensação de que a vida está acontecendo por dentro e não apenas passando por fora. E essa pergunta nos leva a um convite de Jesus, um convite que ele nos fez há mais de 2000 anos e que continua ecoando em nossos corações. Um convite que não chegou em um chamado explícito, mas em uma afirmação simples e profunda, mas que quando acolhida transforma as nossas vidas. E hoje aqui estamos reunidos exatamente para refletirmos sobre essa afirmação libertadora de Jesus. está presente lá no Evangelho de João, capítulo 10, versículo 10, quando Jesus nos disse: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância." E para que nós possamos bem compreender esta afirmativa, esse convite, nós vamos organizar as nossas ideias em quatro pontos principais. No primeiro momento, vamos exatamente
a tenham em abundância." E para que nós possamos bem compreender esta afirmativa, esse convite, nós vamos organizar as nossas ideias em quatro pontos principais. No primeiro momento, vamos exatamente compreender, contextualizar essa fala de Jesus, entender onde ele estava, por ele resolveu dizê-la, qual o contexto desta frase, num segundo momento, entender o que de fato significa vida em abundância. Posteriormente vamos trazer um testemunho concreto, um exemplo real de vida em abundância. E por fim finalizaremos refletindo o que esse convite tem a ver comigo, o que é que Jesus nos pede. Então, iniciando, vamos entender a contextualização dessa passagem. Jesus, antes de dizer: "Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância", tinha acontecido um fato muito relevante. A cura do cego de nascença. Esse homem havia nascido cego, nunca tinha visto nada, nem ninguém. Ele não era visto. Ele vivia da caridade alheia, certamente invisível para muitos que ali passavam, mas não para Jesus. Jesus o viu e o curou. Imaginem a alegria daquele homem. Ele via pela primeira vez. Ele via os rostos, a luz do sol, as cores da natureza. Ele estava tão feliz. Mas aquilo que seria motivo de alegria para todos nós, para aquele homem foi motivo de angústia. Por fariseus não se alegraram com ele? Ao contrário, o interrogaram, duvidaram, questionaram e o expulsaram da sinagoga. Ele enxergava fisicamente, mas a religião o expulsava. Aqueles que deveriam, os homens de Deus, imaginem a crueldade, os homens de Deus que deveriam amparar, oprimiam, que deveriam libertar, aprisionavam, que deveriam promover a vida, promoviam a exclusão, o medo. o sofrimento. Jesus então, depois que o cego, exego de nascença, é expulso da sinagoga, com ele alguns fariseus o acompanham e Jesus o encontra. E Jesus toma ciência do que com ele havia acontecido. E ali então Jesus vendo o exceo, vendo a presença de fariseus e religiosos ali também e a multidão. Jesus in explicar o aquilo tinha significado. A partir daquele ato humano concreto e
via acontecido. E ali então Jesus vendo o exceo, vendo a presença de fariseus e religiosos ali também e a multidão. Jesus in explicar o aquilo tinha significado. A partir daquele ato humano concreto e doloroso, Jesus começa a falar de pastores, ovelhas, ladrões e vida em abundância, para que nesse momento, então, ele pudesse ensinar para todos ali presentes e para nós também, que há formas muito diferentes de conduzir pessoas, uma pautada no amor e no carinho, outra na exclusão e no sofrimento. E aí então ele começa a falar sobre a parábola do bom pastor, quando ele diz que o pastor entra pela porta, conhece as suas ovelhas pelo nome, cuida delas, alimenta-as. O pastor ele diz: "Conduz as ovelhas, vai adiante delas. não empurra, não oprime, mas as conduz com segurança e exemplo. Naquela época, os pastores não apenas conduziam animais, mas eles viviam com as ovelhas, cuidavam, alimentavam e realmente se necessário fosse, dava a sua vida por elas. Então Jesus diz, o ladrão, o ladrão ele vem para o outro, pelo outro lado. Ele não se importa com as ovelhas, ele não se preocupa com elas. Ele vem para explorá-las. O ladrão, ele diz, vem para roubar, matar e destruir. Vem para roubar a dignidade, vem para matar a esperança, vem para destruir a alegria de viver. Então, meus queridos amigos, Jesus naquele momento estava claramente a fazer uma oposição a conduta daqueles homens religiosos. Por isso, naquele momento, ele nos diz: "Eu sou a porta das ovelhas. Eu sou o bom pastor". E ele diz, e reforça então na frase do versículo 10, "O ladrão vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. E nesse momento precisamos, meus queridos amigos, lembrar que o ladrão, o ladrão representa espiritualmente tudo aquilo que tira a minha paz. O ladrão pode ser pessoas, representar pessoas, ideias, sistemas. sentimentos como a culpa, o medo, a comparação, a aprovação externa, tudo aquilo que tira a minha paz, a minha alegria de viver, a minha plenitude espiritual.
s, representar pessoas, ideias, sistemas. sentimentos como a culpa, o medo, a comparação, a aprovação externa, tudo aquilo que tira a minha paz, a minha alegria de viver, a minha plenitude espiritual. Então, nos perguntemos: quais ladrões eu tenho permitido entrar em minha vida? E para que nós possamos então já compreendendo a condição, o momento e o por Jesus nos trouxe essa frase, lembremos que o eu vim de Jesus não significa apenas um vim momentâneo ali pontual, não. O eu vim de Jesus significa toda a sua missão. Significa exatamente ele ter aceitado por amor a todos nós, ter aceitado encarnar na Terra, nascer pequenino, frágil, assumindo a fragilidade humana para nos ensinar. para nos orientar a ter vida e vida em abundância. Então, o que será que significa vida em abundância? Certamente não significa facilidades, acúmulo de bens materiais, ausência de problemas. Até porque se isso significasse, Jesus estaria contradizendo as suas próprias palavras, pois ele sofreu, pois ele foi crucificado, passou pela intolerância, pela perseguição, não teve excesso de posses muito menos facilidades, mas teve plenitude. de vida. Vida com propósito, consciência tranquila, caminho com direção e vida em abundância. É isso, vida com propósito. Então, tenhamos a certeza que vida em abundância não significa ausência de problemas. Vida em abundância é a vida daquela pessoa que chora, mas não se desequilibra, não perde a confiança. Vida em abundância é a vida daquela pessoa que cai, mas que levanta sempre. Vida em abundância é a vida daquele que passa por e expiações, mas passa segurando nas mãos de Jesus. Isso é vida em abundância. E aqui cabe mencionar a mensagem do espírito shea na obra Comandos de Amor, psicografada pelo querido Francisco Cândido Xavier numa mensagem intitulada Evangelho e Vida. Sheila ali naquela mensagem, ela nos fala que há a boa vida e a vida boa. Ela nos fala que há criaturas de boa vida e de vida boa, mas que a boa vida é bem estar. A vida boa é estar. Bem,
elho e Vida. Sheila ali naquela mensagem, ela nos fala que há a boa vida e a vida boa. Ela nos fala que há criaturas de boa vida e de vida boa, mas que a boa vida é bem estar. A vida boa é estar. Bem, aquele que vive a boa vida apenas para servir a si mesmo. Mas aquele que vive a vida boa, vive, respira no serviço contínuo ao próximo. E aí então refletindo sobre essa mensagem e ela continua fazendo um paralelo sempre entre a boa vida e a vida boa. Nós percebemos então que aqueles que vivem a boa vida são aqueles que vivem para si e pelos aplausos do mundo. São aqueles que buscam o like. que infla o ego, mas não engrandece o coração. São aqueles que passam o tempo numa festa, que preenchem o tempo ali, mas que não preenchem o vazio de suas almas. São aqueles que causam inveja, geram inveja. Por um carro novo, uma bolsa de marca gera inveja, mas não gera paz ao coração. São aqueles cuja conquista é aplaudida e reconhecida pelo mundo, mas que ele sabe que não o torna melhor por dentro. Isso é boa vida. Mas a vida boa, ah, a vida boa é estar bem. A vida boa é poder chorar sem aplausos, mas em paz. É servir mesmo sem ser visto. É perdoar mesmo quando ninguém sabe que ele foi ferido. Vida boa é escolher a verdade, mesmo quando a mentira lhe seria mais confortável. Vida boa é quando nós podemos nos olhar no espelho e nos respeitarmos, chegarmos ao fim do dia e agradecermos ao Pai, não por aquilo que temos, mas pela pessoa que estamos nos transformando. Isso é vida em abundância. Então, Sheila ali nos diz que a boa vida estimula a desordem, a vida boa, a ordem. A primeira é feita pautada em palavras enfeitadas. A segunda no exemplo, a primeira estimula a preguiça, a segunda o trabalho. A primeira o egoísmo. A segunda, a caridade, a primeira a indisciplina, a segunda a disciplina. E para que nós então entendamos mais ainda e claramente a mensagem de Sheila, ela nos diz: "A boa vida deixa rastros de sombra, mas a vida boa marcas de luz. E vem o benfeitor Emanuel completar de
na. E para que nós então entendamos mais ainda e claramente a mensagem de Sheila, ela nos diz: "A boa vida deixa rastros de sombra, mas a vida boa marcas de luz. E vem o benfeitor Emanuel completar de forma brilhante o raciocínio acerca dessa frase, deste deste convite de Jesus. Quando ele, no livro Palavras de Vida Eterna, na mensagem intitulada existimos, ele nos diz: "No mundo tudo existe. A pedra existe, a planta existe, os animais existem, mas viver espiritualmente é coisa muito diferente. Há muitas existências sem vida, porque ele nos diz, o berço nos concede a existência, mas a vida é obra nossa, nos mostrando, portanto, que a vida ela não é um acaso, um milagre divino. A vida é uma construção diária, é uma escolha. é uma decisão de viver com Jesus. E lembremos, e a doutrina espírita, ela é maravilhosa quando nos explica. Lembremos que na questão 132 de O livro dos espíritos, quando é questionado qual o objetivo da encarnação dos espíritos, ali nos é dito que Deus nos imponha a encarnação com o objetivo de nos fazer chegar à perfeição. Para uns é uma missão, para outros uma expiação, mas para que possamos chegar à perfeição, precisamos passar pelas vicissitudes da vida, pelas dores, pelos desafios, porque assim também evoluímos e contribuímos na obra da criação. Portanto, meus queridos amigos, observamos que a vida na Terra é uma escola, é uma etapa educativa do nosso processo educacional e precisamos então passá-la com escolha, com sentido. Não dá para simplesmente seguirmos uma vida sem propósito de rotina. maquinalmente, mas precisamos de uma vida realmente plena. E nos perguntemos então: em que áreas da minha vida eu tenho apenas existido quando Jesus me convida a viver. E o evangelho não nos responde com teorias, mas com exemplos vivos, com pessoas reais, simples, imperfeitas, mas que conseguiram transformar as suas vidas em testemunho de amor, de vida em abundância à luz do Evangelho. E nós vamos então conhecer uma história de uma mulher simples, humilde,
les, imperfeitas, mas que conseguiram transformar as suas vidas em testemunho de amor, de vida em abundância à luz do Evangelho. E nós vamos então conhecer uma história de uma mulher simples, humilde, uma história pouco conhecida, mas que quando ela se foi, era innegável o quanto ela havia feito a diferença na vida das pessoas. O nome dessa mulher simples era Tabita. A história de Tabita está em Atos dos Apóstolos, capítulo 9, a partir do versículo 36. Como nos define o Evangelho acerca de Tabita? Dizia que em Jope havia uma certa discípula chamada Tabita. esse nome em aramaico, mas que quando traduzido para o grego, seu nome se chamava Dorcas. E essa certa discípula, ela era cheia de boas obras e esmola que fazia. O evangelho não define Tabita pelos discursos que ela dava, pelos títulos, cargos ou funções que ela eventualmente tivesse. Não. O evangelho a define por aquilo que ela fazia todos os dias, a vivência da caridade, do amor em ação. Mas Tabita adoece e morre. E a comunidade lava o corpo de Tabita, coloca, como era costume na época, a coloca num quarto, num quarto alto, e a comunidade se mobiliza totalmente pela morte de Tabita. E a comunidade sabe e ouve que Simão Pedro estava na cidade de Lida, a poucos quilômetros de Jope, algo em torno de 15 a 18 km. Então encaminham dois homens para irem urgente a Lida, chamar Simão Pedro para que ele pudesse o mais rápido possível ir até Jope para ver Tabita. E Simão Pedro vai, levam Simão Pedro até o quarto alto. E quando Simão Pedro lá chega e vê Tabita falecida, as viúvas chegam em prantos chorando e segurando em suas mãos túnicas, vestidos feitos por Tabita. Aquelas viúvas não falaram uma palavra. Elas choravam e mostravam e balançavam as roupas feitas por Tabita para Simão, como a dizer de forma silenciosa. Simão, quando eu senti frio, Tabita costurou essa roupa para mim. O meu filho não tinha o que vestir, mas Tabita trouxe-me esta túnica. Ninguém, Simão, vinha me visitar. E nós sabemos como as viúvas eram naquela época
senti frio, Tabita costurou essa roupa para mim. O meu filho não tinha o que vestir, mas Tabita trouxe-me esta túnica. Ninguém, Simão, vinha me visitar. E nós sabemos como as viúvas eram naquela época uma situação, apresentavam uma situação vulnerável. E elas dizeram de como se dissessem: "Ninguém vinha me visitar, Simão". Mas Tabita veio e me trouxe isto, este vestido. Tabita, naquele momento não estava viva, mas as suas obras concretas, visíveis, plausíveis estavam. O testemunho de Tabita não veio de palavras. Mas veio pelas suas obras, porque havia ali pessoas vestidas pela caridade dela. Havia ali corpos aquecidos, dignidades preservadas, dores aliviadas pelas suas mãos. E o que é a vida em abundância? senão quando as nossas mãos se tornam uma extensão do amor de Jesus. Tabita, como nos diz e ensinou Sheila, deixava marcas de luz e não rastros de sombra. Tabita viveu para servir. Tabita distribuía, transbordava para a comunidade. Tabita não esperou grandes missões. habita, começou com o que tinha nas mãos de forma simples, serena, mas constante e pautada no amor. A vida de Tabita foi abundante, porque ela não viveu para si, viveu para além de si. E Pedro, então, a compreender toda essa verdade, Pedro pede para que todos saiam do quarto e ele se ajoelha e ora e vira-se para o corpo de Tabita e diz: "Tabita, levanta-te". E ela abre os olhos. e se senta e ele estende as mãos para ajudá-la a se levantar. E assim acontece. E Jesus então chama os discípulos e as viúvas e todos adentram felizes por ver Tabita com a sua saúde restituída. E esse fato, esse acontecimento, então, estendeu-se por toda Joup e ficou por todos conhecido e nos diz o evangelho que muitos creram no Senhor. É claro que nós percebemos que a atitude de Pedro é um fato digno de nota, obviamente, tal qual Jesus, quando também o fez, por exemplo, quando ressuscitou Lázaro. Mas o fato maior e digno de nota, meus amores, não foi o fato de Pedro ter trazido-a de volta à saúde plena, mas o impacto, o legado,
esus, quando também o fez, por exemplo, quando ressuscitou Lázaro. Mas o fato maior e digno de nota, meus amores, não foi o fato de Pedro ter trazido-a de volta à saúde plena, mas o impacto, o legado, a força daquela mulher simples que talvez que se a sua abundância fosse pautada no que ela tinha, talvez nunca fosse lembrada, mas no impacto da vida daquela mulher simples no coração de cada uma daquelas pessoas da comunidade. Tabita não apenas existia naquela comunidade. habita, sustentava com o seu amor silencioso a vida de cada um daqueles corações, mostrando para nós que nós podemos, com o pouquinho que pudermos fazer hoje, também transformarmos a nossa vida em abundante e ajudar outras vidas e corações. a também serem abundantes. Eu poderia ter trazido inúmeras outras histórias igualmente lindas, tocantes aos nossos corações. Mas escolhi Tabita primeiro porque a história dela é pouco conhecida, mas é tão linda, porque ela fazia com o pouco o que ela podia e ela fez tanto e transformou tanto a vida das pessoas. Nós não sabemos por quantos anos a mais Tabita viveu, mas sabemos que ela viveu profundamente no coração daquelas pessoas. Ela deixou marcas de luz. E precisamos nos perguntar: "E nós? E se nós precisássemos retornar ao plano espiritual agora, se fôssemos chamados, o que? Quais obras concretas, visíveis, pautadas no bem, as pessoas mostrariam de nós? Quais lembranças elas teriam de nós? Seria como Tabita, que impactou e mobilizou uma comunidade inteira ou seria diferente? Por isso que precisamos então agora refletir um pouquinho o que é que eu posso fazer. com esse convite de Jesus. O que é que Jesus espera de cada um de nós para que nós também possamos ter vida em abundância? E para isso Jesus nos pede, não nos pede muito, nunca nos pediu. Ele pede que nós façamos três movimentos íntimos. silenciosos, mas profundamente necessários. O primeiro movimento interior é olhar. Olhar para dentro de mim. Olhar com verdade, não com culpa, não com medo, mas com carinho,
s três movimentos íntimos. silenciosos, mas profundamente necessários. O primeiro movimento interior é olhar. Olhar para dentro de mim. Olhar com verdade, não com culpa, não com medo, mas com carinho, mas olhar com verdade para que eu possa verdadeiramente perguntar ao meu coração, eu tenho apenas existido ou eu tenho vivido a minha Minha vida tem propósito ou é apenas uma rotina? A minha vida tem deixado rastros de sombras no coração das pessoas ou marcas de luz. Qual o impacto? Qual a emoção? Qual a sensação que eu deixo nas pessoas? Leveza e bem-estar ou desconforto e desarmonia? Esse olhar é necessário para que nós possamos começar o processo de reflexão e mudança para que um dia possamos ter vida em abundância. E talvez ao responder essas perguntas, o seu coração responda positivamente para todas elas. Isso significa que nós já estamos no caminho. Mas se porventura a resposta for em algum momento negativa, possamos ir para o segundo movimento interior, que é escolha. Escolha no sentido de nós definirmos. Eu quero fazer diferente. Eu quero escolher viver e não mais existir. Eu quero fazer diferente, transformar a minha vida de forma diferente para que eu possa, Senhor, viver. E essa escolha, ela é para ser agora. Jesus veio, Jesus está aqui para que nós possamos escolher viver não amanhã, não na próxima existência, mas agora, hoje aqui, não é possível olharmos para dentro de nós, chegarmos a essas reflexões e continuarmos sendo escolhendo sermos as mesmas pessoas. Não. Precisamos escolher Jesus e viver. E aí, então, a partir desse segundo movimento interior, vamos para o terceiro, que é o recomeço. Recomeçar não significa mudar tudo o que fiz e o que sou. Não, o que eu sou, o que eu fiz me trouxe até aqui, até onde eu estou. Mas é recomeçar, é continuar na mesma, na mesma trajetória, no mesmo caminho, mas fazendo escolhas mais felizes, fazendo melhor, fazendo de forma mais completa e verdadeira aquilo que eu já faço, mas posso fazer melhor. Eu já amo, mas eu posso amar com mais
a, no mesmo caminho, mas fazendo escolhas mais felizes, fazendo melhor, fazendo de forma mais completa e verdadeira aquilo que eu já faço, mas posso fazer melhor. Eu já amo, mas eu posso amar com mais qualidade, com mais verdade, com mais entrega. Eu já sirvo. Ah, então eu posso servir com mais amor no meu coração. Eu posso ouvir com mais interesse, cuidado e atenção para a dor daquele que me busca. Eu posso sorrir com mais alegria no coração. Eu posso, como disse o Rafael ontem, abraçar com mais verdade, vibrando amor para aquele que me abraça. Jesus não nos pediu grandesfeito. Vejamos a história de Tabita. Jesus só nos pede que nos amemos uns aos outros. Então vamos, meus queridos amigos, vamos permitir que Jesus, nosso mestre querido, transforme as nossas vidas, dando a elas sentido. E para isso, para que nós possamos começar esse processo de escolha, vamos nesse momento, eu gostaria de convidá-los não mais a pensar, não mais a raciocinar, não mais a refletir, mas a sentir. E por isso eu os convido, aquele que desejar, aquele que quiser, pode fechar seus olhos para que o coração possa acompanhar melhor. E eu convido você a imaginar. Imagine uma noite simples, silenciosa. O mundo lá fora continua, mas ali tudo está em paz. Um estábulo humilde, pouca luz, o cheiro da palha. O calor dos animais. Maria está ali. José também. Não há pressa, não há palavras. E nos braços de Maria, um bebê dorme tranquilo. É Jesus. Aquele que um dia dirá: "Eu vim para que tenham vida". E Maria olha para você e num gesto silencioso ela se aproxima e confia e permite que você segure o menino Jesus em seus braços. Sinta o peso leve daquele corpinho pequeno e delicado, a fragilidade, a paz. Ele abre os olhos e olha para você. Ele não fala, mas o seu coração entende. É como se ele dissesse sem palavras, eu nasci por você. Eu vim porque eu te amo, para que você não apenas exista, mas viva. E nesse momento você sente e permanece ali por mais alguns instantes com o menino Jesus em seus braços,
palavras, eu nasci por você. Eu vim porque eu te amo, para que você não apenas exista, mas viva. E nesse momento você sente e permanece ali por mais alguns instantes com o menino Jesus em seus braços, sem pedir nada, sem falar nada. apenas sentindo. E agora, com cuidado, você devolve Jesus aos braços de Maria, mas algo permanece com você. Uma decisão silenciosa, viver. Respire fundo e no seu tempo abra os olhos. Muito obrigada. >> Nós agradecemos imensamente a nossa querida Evelyn Freire por este momento tão especial aos nossos corações. E agora nós convidamos o expositor Severino Celestino, que está vindo ao céu pela primeira vez. Seja muito bem-vindo, Severino. A Web Rádio Fraternidade apresenta Severino Celestino [música] no nono Congresso Espírita de Uberlândia com apresentação do tema quem quiser salvar a sua vida, perdê-la há. Mas quem [música] perder a sua vida por minha causa, encontrá-la há. Queridos irmãos, para frente, para trás, só aqui. >> Obrigado. Um bom dia para todos. Esse bom dia vem de Jesus para vocês. E como ele era judeu, ele não falaria bom dia para nós. Aí é um Jesus português brasileiro de Uberlândia, não é? Ele falaria Bker T. Bker é manhã e Tve é bom, que é uma palavra no masculino. Mas como hoje é sábado, ele não diria nem bom dia, nem boquerov. Ele diria Shabat Shalom, que significa um sábado de paz. Como hoje é sábado, todo judeu não dá bom dia, nem boa tarde, nem boa noite no sábado, só dá Shabat Shalom. Então, eu estou aqui muito feliz, agradecendo o convite, reencontrando muitas pessoas amigas, um congresso que nos envolve desde o primeiro momento que a gente entra nele, porque a gente realmente sente a presença de Jesus. Eu gostaria de parabenizar a organização porque colocou um Jesus judeu. Jesus jamais andaria com a cabeça descoberta porque ele jurou fidelidade à Torá. Então ele estaria com a cabecinha coberta realmente como está. Jamais usaria um manto vermelho. Manto vermelho era o monte dos senadores romanos. O Jesus de manto vermelho é um
urou fidelidade à Torá. Então ele estaria com a cabecinha coberta realmente como está. Jamais usaria um manto vermelho. Manto vermelho era o monte dos senadores romanos. O Jesus de manto vermelho é um Jesus ocidental romano. Então essa é a primeira observação que eu faço para que a gente possa começar a nossa tarefa da manhã. Nós vamos trabalhar um pouquinho com os ensinos de Jesus, onde eu apresento mais uma vez um Jesus bem caracterizado. E um Jesus que se viesse hoje, ele iria encontrar também excluídos, pessoas preconceituosas, eh, tornando muitos outras outros transeúes invisíveis. Jesus veio com uma frase que tá lá em João 10, dizendo assim: "Eu vim para que todos tenham vidas e todos tenham vidas em abundância. Ele não veio para viver com os bons apenas, mas sobretudo com os doentes. quando ele foi jantar com Mateus, na casa de Mateus, cobrador de imposto, publicano, excluído, discriminado e odiado, quando foi quando foi acusado eh os fariseus, que eram os opositores mais diretos pela ortodoxia da Torá, foram cobrar que ele foi jantar com pagãos, com pessoas eh que para os judeus seriam contaminadas. E Jesus disse: "Eu vim para viver com os doentes. Só os doentes precisam de médico." E ele, como era médico de alma, ele veio exatamente para aqueles mais necessitados. E creio que todos estamos aqui porque somos necessitados dele. Eu, se eu estou aqui, é porque eu sou o mais necessitado de todos. Então, nós vamos estudar um pouquinho porque me deram uma tarefa muito honrosa, né? Me deram uma um versículo de Mateus 16:25, que é um capítulo que Jesus, eu considero muito bonito, que é a primeira vez que Jesus se revela como Messias para os discípulos. Mas Jesus era um judeu característico e que Mateus apresenta ele assim, um como rabino ensinando sentado, porque os grandes mestres ensinam sentado. E Mateus diz assim: "Vendo as multidões, Jesus subiu o monte e sentou-se." Então ele ensinava sentado a moda rabínica da da época. Mas nós no ocidente mudamos tudo isso.
andes mestres ensinam sentado. E Mateus diz assim: "Vendo as multidões, Jesus subiu o monte e sentou-se." Então ele ensinava sentado a moda rabínica da da época. Mas nós no ocidente mudamos tudo isso. A gente chega aqui, vocês se sentam, eu fico de pé, não significa que eu seja mestre, mas eu tô de pé e vocês sentados, né? A gente fala e às vezes vocês na cochila, encosta na parede, dorme e diz: "Tá desdobrado, não é?" E a gente aqui criando varizes e gastando uma forçando a circulação e o coração para bombear o sangue, não é assim? Mas isso é ocidente. Nós estamos no ocidente. Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la, mas quem perder a sua vida por minha causa encontrará ou encontrá-la há. Essa é a frase que nós vamos tentar conversar um pouquinho com vocês sobre ela, porque quem sou eu para entender tudo que Jesus deixou nos seus conceitos? A gente tem tentado bastante, né, nesses meus 62 anos de estudo da Bíblia, comecei em 64, 62 anos agora. E nós depois de a próximo mais de 50 anos, conseguimos fazer um trabalho que eu sonhava sobre Jesus para aproximar muito mais o ensino dele, de nós. E nós temos essa obra que chama-se Parábolas de Jesus na visão judaico cristã espírita, que foi produzido, está sendo produzida uma série por mim pelo rabino Álvaro Morhi. Eu digo rabino porque ele estudou para ser rabino nas melhores eivot lá de Jerusalém em Israel. Estudou no bairro Meiaarim que fica lá no centro de Jerusalém e estudou em Bene Braak que fica outra comunidade que fala idá em Tela Aviv Mas eu não tinha coragem de fazer esse trabalho. Eu não me achava altura. E Deus me mandou Álvaro para que a gente realizasse esse trabalho que estamos colocando à disposição de vocês com muita vontade de acertar, sem a pré, vamos dizer assim, sem a pretensão de esgotar o assunto. Trazemos muito mais coisas do que existe na literatura, mas não é tudo quem pode ler, entender o pensamento de Jesus, o que ele queria dizer. a gente vai aos pouquinhos pelo idioma, pela tradução, pela exegese,
uito mais coisas do que existe na literatura, mas não é tudo quem pode ler, entender o pensamento de Jesus, o que ele queria dizer. a gente vai aos pouquinhos pelo idioma, pela tradução, pela exegese, pela hermenêutica, trazendo aquilo que a gente pode considerar que era isso que ele queria dizer. Então vamos tentar um pouquinho. Esse é o local onde Jesus pronunciou essa esse versículo. Isso aqui vocês podem ver que tem tem umas ruínas, umas colunas ali junto das pessoas e aquilo são as colunas da antiga Cesareia de Filipe, que fica na alta Galileia, onde Jesus saiu de Gafarnaum, foi para lá para junto com os discípulos se se revelar como Messias pela primeira vez através de de uma pergunta que ele fez das pessoas e Pedro foi quem entendeu melhor. Então, Felipe o Tertraca é um dos filhos de Herodes, né? E aí a gente vai tentar nesse versículo que diz: "Aquele que quiser ganhar a sua vida, perdê-la há, mas quem perder a sua vida por minha causa, encontrar lá". Mateus 16:25. Aqui Jesus tá tentando evidenciar o espiritual. A gente trabalha a vida toda, muitas vezes fazendo planos materiais de ter casa, cim, eh, e iates, tem muito dinheiro na conta e a gente aí ganha a vida física e perde a vida espiritual. Então Jesus usa aí um quiasmo, né, que que a gente vai falar um pouquinho sobre isso, que quem quiser ganhar a vida espiritual deverá se desapegar das coisas do mundo material. Se vai buscar Jesus, tem que espiritualizar a matéria e não materializar o espírito. Então, nós vamos tentar com a essa frase esclarecer algumas outras semelhantes, porque não foi só essa. Jesus ensinou desde a Galileia, Samaria, Judéia, Decápolos, todas aquelas regiões. E aqui nós temos um versículo eh quiasmático. É uma proposta para nos contar a busca do espiritual. Neste versículo, quem quiser ganhar a vida perderá e quem perder a sua vida eh ganhará, estará comigo no caso. Então ali aqui existe um um dualismo entre o material e o espiritual, porque os estudiosos na teologia ocidental criaram esses dois
perderá e quem perder a sua vida eh ganhará, estará comigo no caso. Então ali aqui existe um um dualismo entre o material e o espiritual, porque os estudiosos na teologia ocidental criaram esses dois termos, dualismo e quiasmo, para classificar o ensino de Jesus. No dualismo, a gente encontra duas situações antagônicas entre as palavras estudadas, palavras que se opõem em seus significados. Nós temos vários dualismos desde o Gênesis, no capítulo 3, a gente tem a árvore do bem e a árvore do mal. Nós temos Deuteronômio 30, os dois caminhos, como como diz lá Moisés, o caminho da vida e da felicidade e o da morte e a infelicidade. Então aí é um duas um dualismo antagônico. Temos ainda Mateus 13, quando Jesus fala: "Entrai pela porta estreita, porque larga o caminho da perdição." Então nós temos mais um dualismo. Então, muitas, muitas partes do evangelho a gente encontra naturalmente esse dualismo e muito quiasmo. Esse que Jesus fala, o versículo que estamos estudando é um quiasmo que nós vamos ver o significado. Paulo na sua carta aos Coríntios, ele usa na primeira carta muitos dualismos falando exatamente sobre a ressurreição, é mostrando completamente que ressurreição não é sinônimo de reencarnação, mas é um tem outro significado como bem classifica no capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo. Então Paulo fala de vida e morte, corpo celeste, corpo terrestre, corpo corruptível, corpo incorrupível, fraqueza e vigor, Adão, alma vivente, Adão, alma vivificante. Corpo animal e corpo espiritual. Ele conclui no capítulo 15, versículo 50, dizendo: "O que eu quero dizer para vocês é que carne, sangue não é do reino dos céus". Então, ninguém espere, né, ir pro céu com esse corpo. Mesmo porque a pergunta que foi feita a Paulo, como ressuscitam os mortos e qual o corpo que volta, é porque a reencaração era era plenamente compreendida e aceita pelos judeus. É lógico, vocês vão conhecer alguém, algum judeu que não diz que não é, mas os ortodoxos mesmos não discutem com ninguém. Eles têm a
reencaração era era plenamente compreendida e aceita pelos judeus. É lógico, vocês vão conhecer alguém, algum judeu que não diz que não é, mas os ortodoxos mesmos não discutem com ninguém. Eles têm a convicção dele e não passa para ninguém, mas todos são reencarnacionista. E o que asmo já é um dualismo na forma que Jesus apresentou aqui. É uma figura que inverte a estrutura do ensino na frase. Então nós temos aqui o na refeição que Jesus fez na casa dos fariseus, que todos queriam sentar na primeira fila. Então ele cria um queasmo muito curioso que ele disse: "Qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado". Observe que há um cruzamento como fosse um X, mostrando uma filosofia racional, mas muito profunda, porque acaba sendo a questão espiritual que Jesus ensina. Muitos são chamados e poucos escolhidos. na parábola do festinha das bodas, né? Outro que asmo. E na parábola do fariseu e do publicano, lá em o Lucas 18:14, quando Jesus fala que o o dois homens foram ao templo orar, um era fariseu e outro publicando. E a gente nem observa a profundidade dessa colocação de Jesus. Nessa parábola já tem uma inclusão, porque um fariseu ia orar no templo era obrigação, porque ele era conhecedor da Torá, era ele que trazia todo o conhecimento, era ele que eh transmitia às pessoas a espiritualidade que estava na Torá de Moisés. Mas um publicano, olha, um publicano não podia entrar nenhuma sinagoga. Existia um partido naquela época chamado Zelotes, que eram não obedeciam nem a Roma, eram guerreiros, não é? Que andavam armado, ele tinha aquelas facas cuvas que chamava daga dentro da túnica. E se eles encontrassem um publicano em qualquer rua, eles arramavam uma oportunidade para degolar, eles odiavam. Então, veja o esforço que esse publicano fez para ir ao templo orar. Jesus colocou ele dentro do templo. Dois homens foram ao templo orar. Primeiro um dualismo, um era fariseu e o outro publicando. Dois opostos no conceito do judaísmo daquela
ez para ir ao templo orar. Jesus colocou ele dentro do templo. Dois homens foram ao templo orar. Primeiro um dualismo, um era fariseu e o outro publicando. Dois opostos no conceito do judaísmo daquela época. Porque existiam muitas divisões, como hoje a gente não pode nem reclamar quantas divisões tem no cristianismo, né? Mas naquela época tinha no mínimo uns seis ou sete partidos. Então o publicanos era uma classe odiada, rejeitada, porque eles se se rebelaram contra os saduceus que se corromperam, se uniram aos român e eles foram ser cobrador de impostos para punir mais ainda. Então, nesse sentido, Jesus mostra uma inclusão maravilhosa, como ele fez com a mulher samaritana, como ele fez com Zaqueu. Ele pega um publicano e coloca dentro do templo para orar com um fariseu. Mas ele enaltece o publicano, foi humilde na oração, foi simples, pediu perdão porque ele não era digno de estar ali, batia no peito, que é um gesto judaico de orar. E Jesus diz o seguinte: "Eu digo que este, quer dizer, o fariseu que chegou lá e disse: "Olha, eh, eu te agradeço, meu Senhor, porque eu jejum três vezes por semana. pago meus impostos, faço todas as minhas obrigações, não sou como este publicano. Olha o preconceito que ele já tinha até na hora de rezar. Então estava totalmente preconceituoso. Jesus coloca o fariseu, o publicando junto com ele e dá razão ao publicano. O que ele diz: "O fariseu desceu justificado para sua casa e não aquele, porque qualquer que a si mesmo se se exalta será humilhado, e a qualquer que se humilha será exaltado." Tá aí um quiasmo maravilhoso que Jesus não usou só aí, usou também em outras passagens, como no caso do eh que eu já mostrei do jantar na do da refeição na casa do fariseu. Eu queria fazer uma ressalva que a gente muitas vezes é muito injusto com o fariseu. Eles eram muito cobradores com Jesus. Mas eu vou dizer uma coisa a vocês, que a gente, pelo preconceito que se tem contra o fariseu, a gente nem aceita Jesus como fariseu, mas ele era fariseu, só que ele era um
muito cobradores com Jesus. Mas eu vou dizer uma coisa a vocês, que a gente, pelo preconceito que se tem contra o fariseu, a gente nem aceita Jesus como fariseu, mas ele era fariseu, só que ele era um fariseu autêntico. Ele mostrava que veio fazer aquilo que a Torá manda: amar, servir, acolher, proteger. Mas ele criticava os fariseus porque eles tinham todo o direito de fazer o que faziam. Porque ele dizia assim: "Eles sentam na cadeira de Moisés". O que é sentar na cadeira de Moisés? É conhecer Moisés. Os escribas fariseus, eles sentam na cadeira de Moisés. Façam tudo que eles mandam. Aceite todo o ensino deles, porque era correto. Agora, não sejam como eles, porque eles são hipócritas. dizem uma coisa e fazem outra. Então Jesus condenava exatamente aqueles que se diziam seguidores da Torá, mas não seguia em autenticidade. Nós não podemos também falar muito porque somos todos seguidores da codificação de Allan Kardec. Belíssimo, maravilhosa. Não tô criticando ninguém. Eu não tenho autoridade de Jesus, mas eu queria fazer uma pergunta. Estamos realmente seguindo a codificação com espiritismo de direita, de esquerda, com novidades aí que a gente fica triste? Eu me lembro de uma vez que eu vi Chico Xavier dizer: "Eu sou espírita não por causa dos espíritas, mas por causa do espiritismo. A doutrina é cristalina, é pura". A nós é que vamos responder por conhecer e não praticar, porque nós temos, conhecemos a primeira, a segunda e a terceira revelação. Os judeus só conhece a primeira, outros irmãos cristãos só conhecem a primeira e a segunda. E nós conhecemos primeira, segunda e terceira. E a questão 627 do livro dos espíritos ainda diz assim: "Depois da revelação dos espíritos, ninguém pode pretestar ignorância. Ou seja, a gente não tem justificativa pra gente. Tem que ser aquela frase, sobra para nós aquela frase: Deus tenha piedade de nós, não é? Vamos paraa frente. Isso aqui é só para mostrar algumas colocações geográficas das frases e dos ensinos de Jesus, que vocês vão entender
sobra para nós aquela frase: Deus tenha piedade de nós, não é? Vamos paraa frente. Isso aqui é só para mostrar algumas colocações geográficas das frases e dos ensinos de Jesus, que vocês vão entender que todas elas têm uma natureza de nos encaminhar para a espiritualidade. Então vocês estão vendo aqui Galileia ao norte, Samaria no meio, Judeia ao sul, Decápolis mais ao a leste e Pereia, todos esses territórios Jesus ensinou e caminhou, gente, a pé, na poeira, no calor. Eu tava vendo a nossa querida Evely falando aqui, veio de Manaus, Manaus e a Paraíba deu um pouco de diferença de temperatura. Mas em ambos esses esses estados, o urubu só voa com a asa. A outra é para se abanar, tão quente que é. E ela teve coragem de vir aqui de manga de camisa falar no frio. Eu tô aqui torrando, né? Para mim eu tô numa geladeira. Você já deve ter feito um curso intermediário de adaptação térmica, viu? para chegar aqui. Então, essa geografia imensa nela, eu vou mostrar alguns lugares que Jesus eh veio para nos ensinar. Vocês conhecem isso aqui? Já viu isso? Isso aqui chama-se tabernáculo. O que é o tabernáculo? O tabernáculo tá lá no Êxodo capítulo 25. foi uma barraca que Jesus eh Deus mandou Moisés construir para que ele habitasse. Enquanto os judeus estavam no deserto em 40 anos, eles construíram esse tabernáculo e em torno do tabernáculo, como o tabernáculo é retangular, mas na acaba tendo quatro lados. Eram 12 tribos de cada lado desse desse desse tabernáculo ficavam três tribos. 4 x 3 12. Então no meio vocês verem lá em cima saindo uma espécie de uma nuvem. Aquela nuvem que indicava a hora do povo se mudar. Tinha tanto essa nuvem branca como tinha uma nuvem de fogo. Uma protegia e a outra guiava. Então, quando chegava a hora de mudar de lugar, aparecia aquela nuvem desamarra o o tabernáculo. E por 40 anos Deus acompanhou do Egito até a entrada da terra prometida. Ou seja, por que é que eu coloquei esse tabernáculo aí? Porque esse tabernáculo acompanhou o povo quando entrou em Chiló. Chiló é na Samaria. Onde Josué
nhou do Egito até a entrada da terra prometida. Ou seja, por que é que eu coloquei esse tabernáculo aí? Porque esse tabernáculo acompanhou o povo quando entrou em Chiló. Chiló é na Samaria. Onde Josué chegou na Samaria, construiu um tabernáculo e ali colocou a arca que tinha exatamente a Torá, todos aqueles elementos num local que era o chamado Codeste, Racodest ou Santo dos Santos. Aqui vocês têm uma réplica do que é uma uma tabernáculo. E foi aí que ficou a a arca sagrada até a construção do templo em Jerusalém. Então, Jerusalém recebeu aquela arca que foi guardada por 40 anos, representando Deus e levou para o Codeste Racodeste, que é o santo dos santos, lá no templo, aonde Zacaria foi rezar, recebeu o o espírito do do anjo Gabriel e anunciou a chegada de João Batista para anunciar a chegada de Jesus. E Jesus continuou entre nós como um tabernáculo. Lá no primeiro capítulo do Evangelho de João tem um prólogo que diz assim, todo mundo coloca lá no versículo 14 depois que fala de que ele ele era a luz, a luz da vida, a luz replandeceu nas trevas, todo aquele prólogo maravilhoso que só tem no Evangelho de João. No final, ele diz assim: "O verbo se revestiu de carne e os tradutores colocam e habitou entre nós." E essa tradução não and com o texto original. A palavra que João usa ali não é habitor, mas ele usa a palavra tabernáculo. No verbo shacan é barraca. Então, Jesus, semelhantemente a Deus, veio representando ele e chegou entre nós e se transformou num tabernáculo ambulante, porque ele iniciou seu ministério, queria iniciar em Nazaré, não conseguiu, foi para Cafarnaum e lá na casa de Pedro, ele habitou com Pedro pouco tempo, porque ele dizia, o a raposa tem suas tocas, as árvores têm seu ninho, mas o filho do homem não tem uma pedra onde recostar a cabeça. Então ele não parava. Jesus foi um verdadeiro tabernáculo, imitando exatamente como fosse a continuação de Moisés na segunda revelação, representando Deus na segunda revelação, nas mesmas de condições de estar entre todos. Por isso que ele diz:
o tabernáculo, imitando exatamente como fosse a continuação de Moisés na segunda revelação, representando Deus na segunda revelação, nas mesmas de condições de estar entre todos. Por isso que ele diz: "Eu estarei convosco até a consumação dos séculos". E nesse, nessa sua tarefa, ele caminhou desde o norte, onde ele ficou na Galileia por 2 anos e 4 meses. Nesse intervalo ele foi a Samaria, nesse intervalo ele foi a Decápolis. Realizou muita coisa porque eh a Decápolis, que hoje é Jordânia, fica do outro lado do mar da Galileia. E ali ele ficou mais tempo como fosse um ponto de apoio, mas ele não morou com Pedro a vida toda. Até mesmo que os últimos 8 meses ele veio para Jerusalém ou ia pra casa de Lázaro ou então ia para uma gruta que tem lá no Monte das Oliveiras onde ele ensinou a mais bela oração que a gente tem notícia que foi o Pai Nosso. que Jesus não tinha naquela época a condição que a gente tem hoje aqui de estar no Mercure, né? A quando eu chego no Monte das Oliveiras, que eu entro naquela gruta, gente, me dá uma tristeza e ao mesmo tempo me mostra a grandeza de Jesus, porque Israel é frio em determinadas ocasiões e as grutas elas são meios mágicas. Quando tá frio lá fora, dentro ela é aquecida. Quando tá quente lá fora dentro, elas são frias. Então ele passava a noite ali com 12 homens num ambiente, não tinha energia, não tinha. Por quê? Porque ele saía do templo à noite e se ele fosse pra casa de Lázaro era mais longe, era uns 4 ou 5 km para ir a pé no frio. Era inconveniente. Então ele descia do do monte, passava o vale do Cedron e já passava pro Monte das Oliveiras e dormia nessa gruta aonde ele ensinou. o Pai Nosso. Então, ele era um tabernáculo vivo. E Cesare de Felipe, olha aí como que ele disse, interrogou os discípulos dizendo: "Quem dize os homens ser o filho do homem?" A resposta disso é lá em Mateus 16. Todo o capítulo 16 do Evangelho de Mateus é um capítulo que fala muito das revelações de Jesus, inclusive eh dizendo que Pedro foi bem-aventurado porque foi Pedro quem
esposta disso é lá em Mateus 16. Todo o capítulo 16 do Evangelho de Mateus é um capítulo que fala muito das revelações de Jesus, inclusive eh dizendo que Pedro foi bem-aventurado porque foi Pedro quem identificou. Porque a resposta do povo era uns diz que tu és Jeremias, Elias, João Batista, ou seja, se só podia ser algum desses se fosse reencarnado. Mas Jesus nem se preocupou com isso. Perguntou: "E vocês dizem que quem? Quem é o filho do homem?" E Pedro foi que tomando a palavra, disse: "Tu és o Cristo, filho de Deus vivo, que veio para nos salvar". Aí Jesus diz: "Bendito és tu, Pedro, porque não foi a carne e o sangue que te revelou. Carne e sangue é uma expressão judaica que significa corpo físico. São duas partes distintas. O judeu não come sangue. Eles eles mesmo para se alimentar, eles sangram o animal e jogam o sangue na terra. É abominável comer o sangue de qualquer animal, tá certo? E a gente ouve ainda no ritual que eu fui coroí em muito tempo, o padre dizer: "Este é o meu sangue". Seria abominável não se comer nem sangue de animal e beber o sangue de Jesus. É uma cerimônia muito foi respeitável, respeitosa, mas não condiz com o tradicionalismo judaico. E essa é uma cadeia de montanhas que você sai da Galileia, do mar da Galileia e sobe. Vocês estão vendo a estradinha ali no sentido de Obrigado. E você sai no sentido de de da alta montanha que chama o Hermon, que é a última das montanhas, por essa estradinha ali, bem também visível. E você chega ao local chamado Cesareia de Felipe, que foi aonde Jesus pronunciou depois que que se revelou, depois que conversou com Pedro, depois que ele faz todas aquelas revelações, é que ele ele diz que eh visitando esse local, ele nos informa que a ele é Messias. Então, geograficamente, eh, Davi diz nos seus salmos: "Sagrada montanha do Senhor". Israel, eu chamo o sagrado país de Jesus, porque ele não é que o país é santo, mas a passagem de Jesus ali santificou aquele local. Aqui já é a parte final de Cesareia de Felipe. Isso aqui é a base do monte
, eu chamo o sagrado país de Jesus, porque ele não é que o país é santo, mas a passagem de Jesus ali santificou aquele local. Aqui já é a parte final de Cesareia de Felipe. Isso aqui é a base do monte Hermon, aonde Jesus ficou. Esse monte, esse local é muito bonito. É um local, vocês estão vendo ali, tem uma caverna que era a caverna de uma de um de um um um rito pagão ao deus Pan. Vocês já viam falar do deus Pan? Pan era um deus que tinha pernas de bode, chifre, cara de homem e corpo de de bode. Do meio para baixo era bod. Por isso que o bode é não é sagrado no judaísmo. A ovelha sim, o bod não. Então Jesus os dois esse dualismo no na parábola do juízo final. E ali diz que o deus pão, ele tinha uma flauta, é pan com disse que quando ele tocava a flauta dele, as mulheres entravam em pânico. Daí vem a palavra pânico, porque ele conquistava qualquer uma com a sua flauta. E esse rito pagão ainda está lá hoje à caverna, onde havia sacrifício e tudo nesse bom dia, Luciano. Tudo bem, minha filha? E e aqui eu acho belíssimo nesse local, gente, além de ser ter essa história bonita, ter sido visitado por Jesus aqui a nascente do rio Jordão, no terremoto, essa montanha eh se se movimentou e surgiu uma fonte aí que é aonde nasce o rio Jordão. Olha a água aqui, vocês já estão vendo. E essas figueiras que são maravilhosas, que é uma das sete plantas sagradas da Torá, você tem duas sementes, o trigo e a cevada e tem as cinco frutas, o figo, que é a primeira que Jesus fez parábolas da figueira, você tem o figo, a uva, a rumã, a tâmara e a azeitona. A tâmara é aquela que dá um mel maravilhoso. Por isso que Israel é terra que jorra leite e mel. Não é mel de abelha, que lá não tem abelha, é o melara. Então você vê as águas do Jordão e as figueiras. Olha que maravilha. A nascente sai bem no só pé da montanha. Mais outra outra passagem para vocês verem. E aqui são realmente as eh ruínas da antiga Cesareia que Felipe construiu. Homenagem a César, aonde Jesus disse: "Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la
a. Mais outra outra passagem para vocês verem. E aqui são realmente as eh ruínas da antiga Cesareia que Felipe construiu. Homenagem a César, aonde Jesus disse: "Quem quiser salvar a sua vida, perdê-la há." Mas quem perder a sua vida por minha causa encontrá-la. Então essa frase eu tô situando na geografia que foi aí. E a Jesus diz lá em Marcos 8:36 também o Cesare de Felipe que aproveita o homem ganhar todo mundo e perder a sua alma. Então ele tá falando que a gente tem que desapegar do material e seguir o espiritual, que é o mesmo significado dessa desse versículo que nós estamos estudando. E ainda Paulo aos Filipenses no 3 versículo 7, ele diz: "O que para mim era ganho, reputeio como perda por Cristo". Mostrando que Paulo também optou pelo espiritual e negou o material. E aqui eu tenho essa parábola mostrando o apego à riqueza material da em Lucas 12 16 a 21. E Jesus propôs-lhe uma parábola dizendo: "A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância e ele arazoava consigo mesmo, dizendo: "Que farei? Não tenho de recolher os meus frutos." e disse: "Farei isto, derrubarei os meus celeiros, edificarei outros maiores e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens e direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos. Descansa, bebe, come e folga. É casa comida 100 milhão por meio. É o material mesmo, né, que a maioria das pessoas escolhem. Mas Deus lhe disse: "Louco, esta noite te dirão a tua alma e o que tens preparado para quem será. Enfim, é aquele que para si ajunta tesouros e não é rico para com Deus." Então, mais uma vez é o material em antagonismo com o espiritual justificado nessa parábola. Esse é o famoso, conhecido sermão do monte. Foi aqui que Jesus pronunciou o verdadeiro sermão. E essa foto é recente, porque naquela época não tinha energia. Vocês estão vendo que tem um poste ali, né? [risadas] Tô só chamando atenção, mas não. O professor tirou uma foto do mesmo lugar que foi do mesmo lugar, mas a época era diferente, viu, pessoal?
ergia. Vocês estão vendo que tem um poste ali, né? [risadas] Tô só chamando atenção, mas não. O professor tirou uma foto do mesmo lugar que foi do mesmo lugar, mas a época era diferente, viu, pessoal? E foi nesse sermão que essa é uma visão do mar da Galileia, do monte onde Jesus realizou o seu sermão, essa maravilha que é o coração de Israel. E esse esse lago tem 13 km de largura e 26 de comprimento e aproximadamente 70 cm de profundidade. Em torno dele, Jesus tabernaculou. e realizou 80% do seu ministério na Galileia. Fora de sair, só teve Caná, Tabô, Nazaré e Decápolis. Mas o resto foi todo aí em torno desse, todos os feitos foi em torno desse lago. A gente faz um uma um tu por aí se reabastecendo espiritualmente, porque aí até eu me lembro da quando Jesus entrou triunfal em Jerusalém, quando os discípulos estavam felicissos, todo mundo ovacionando na festa dos tabernáculos. Mais uma uma coincidência. E os fariseus chegaram e pediram a a Jesus que mandasse os seus discípulos se calar, porque eles estavam muito eufórico. Aí Jesus disse: "Se eles se calarem, as pedras é que falarão". Então quando você chega em Israel, qualquer pedra, qualquer fonte aonde você vai fala de Jesus. Então aqui a margem desse lago, a gente sente que tudo respira, transpira a energia espiritual de Jesus ainda hoje, 2000 anos depois. E eu tô tô nós estamos com Eulal aqui, a nossa amiga, e eu tenho uma, graças a Deus foi mais um presente de Jesus. Eu tenho a felicidade de muitos locais desses que eu chego, eu volto no tempo e vejo coisas daquela época. E para mim muitas vezes não é muito boa, porque eu me vejo que eu não era Ave Maria, zero à esquerda. Zero à esquerda qualquer número, né? Como fui bem classificado por uma umas amigas da Bahia que eu fui fazer um seminário lá e o pessoal gosta muito de currículo, aí começaram a ler o meu currículo, né? Mas o professor já chegou e começaram a ler, viu Luziana? Aí falando aí daqui a pouco duas mulheres da vacina na segunda e eu sentado aí na
muito de currículo, aí começaram a ler o meu currículo, né? Mas o professor já chegou e começaram a ler, viu Luziana? Aí falando aí daqui a pouco duas mulheres da vacina na segunda e eu sentado aí na frente como vocês e atrás tinha duas mulheres e o cara uma pessoa falando e eu fazendo assim porque eu eu fico muito eh eu me sinto não à vontade quando começo a falar de currículo. Curigo para mim não é nada, não é como ela falou lá na ressurgção do Tabito. O que é que a gente faz para merecer alguma alguma coisa na vida? Mas duas mulheres atrás disseram assim, o cara falando, ela disse assim: "Ox gente, e essa coisica?" Era eu sentado na frente, [risadas] né? Então, para mim foi quem melhor me classificou até hoje. A mulher baiana é fogo. Não escuto não, viu, Luziano, que eu tô dizendo aqui. É outra foto do do mar da Galileia. Mas olha o que é que Jesus diz aqui em Mateus 619 a 21 no seu famoso sermão. Não ajunteis tesouro na terra onde a traça e a ferrugem tudo consome e onde os ladrões minam e roubam. Mas já juntai tesouros nos céus, onde nem a traça, nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam e nem roubam. Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o vosso coração. Nosso coração deve estar no mundo espiritual e não no material. É a grande lição que Jesus ensina. Não foi só nesse nesse quiasmo que ele criou lá em Cesare de Felipe, por onde ele passou. Ele falava dessa questão da da opção do material com espiritual. Esse é o Monte Oliveiras exuberante. Aqui é onde ele dormia numa numa caverna, ficava em cima da porque ali é onde ele chorou sobre Jerusalém. Aqui vocês t Magdala ou Maria de Madalena. Ali tem a uma uma igrejinha em forma de lágrima do Domus Flevit, que é onde ele chorou. E e a caverna fica mais acima ele criou o Pai Nosso. Mas aqui onde tem essa igreja chama igreja das nações, mas muito chama igreja da agonia. que é onde ele fez a sua última oração. Aí ele ele traz na sua última oração entre essas oliveiras milenáries, dizem que essa oliveira pode ter visto Jesus,
s nações, mas muito chama igreja da agonia. que é onde ele fez a sua última oração. Aí ele ele traz na sua última oração entre essas oliveiras milenáries, dizem que essa oliveira pode ter visto Jesus, porque as oliveiras vivem mais de 2000 anos. E eu digo para você, quantas vezes eu chego aí? Eu já fui inúmeras vezes a Israel e eu sempre dá a impressão que eu vejo Jesus passando aí por entre essas oliveiras, porque a oração dele foi aqui bem pertinho naquela igreja aonde Olha, essa oliveira deve ter mais de 2000 anos, deve ter presenciado a oração de Jesus. E essa é a igreja aonde ele fez a a conhecida oração sacerdotal que tá lá no capítulo 17 do Evangelho de João, que fala exatamente também da necessidade do espiritual. Ao orar pelos discípulos, Jesus disse: "Eles não são deste mundo, como eu também não sou". Então ele estava aqui, mas não era daqui. Os discípulos também, porque a gente fica dizendo, Jesus escolheu 12 discípulos, né? Que a gente não deve dizer 12 apóstolos, apóstolos foram depois, porque o discípulo é o que aprende com o mestre, o apóstolo que é o enviado. Paulo nunca conviveu com Jesus, por isso que chama Paulo apóstolo, porque ele não foi discípulo, foi só aquele do verbo eh sholim, que é enviados. Foi cholé, é o verbo, aquele que foi enviado em missão. Esse é apóstolo. Então Paulo não estudou com Jesus, mas foi enviado porque Paulo foi diferente, já veio escolhido. Quando Jesus eh visita Ananias e pede para ele vai encontrar Paulo na rua direita para curar a cegueira dele, Ananias comenta com Jesus: "Mas Senhor, esse homem, você sabe o que esse homem tá fazendo e como é que eu vou encontrar com ele?" Quer dizer, censurou Jesus por escolher Paulo. E Jesus disse, este é um cli. Cli é uma palavra hebraica que significa um vaso do alto. É um cli do alto. Foi Deus que já enviou Paulo. Por quê? Paulo tinha qualidades de conhecer a Torá, que era doutor da lei, além de ser cidadão romano. Se ele não fosse conhecedor da Torá e não fosse cidadão romano, ele não
Deus que já enviou Paulo. Por quê? Paulo tinha qualidades de conhecer a Torá, que era doutor da lei, além de ser cidadão romano. Se ele não fosse conhecedor da Torá e não fosse cidadão romano, ele não teria feito. Mesmo assim, ele sofreu, foi preso, foi apedrejado, passou por todas as dificuldades por Jesus, porque ele também não era um homem do mundo. Porque Paulo, mesmo como fariseu, como ortodoxo, ele sempre foi uma pessoa que procedeu muito bem. Paulo só teve um amor na vida dele, foi Abigail. Como não conseguiu, tornou-se espontaneamente celibatário por Jesus, como ele diz lá nos Filipenses, né? Eu perdi tudo, mas ganhei o Cristo. Não, não sou eu que vos falo, mas o Cristo que fala por mim. Então, é era um sentimento que ele tinha logicamente recebido de Jesus. Os discípulos, todos, gente, já tinham compromisso com Jesus do mundo espiritual. Eles se reencontraram porque não teve nenhum que Jesus chamasse, que que negasse ou não acompanhasse. Agora imagina que Jesus só fazia dizer assim: "Venham depois de mim". Que ele nunca dizia segue. A expressão é eh boú ahara, venham após mim. Ou seja, não é para me seguir cruzando os braços, me acompanhando, é para fazer o que eu faço. Esse era o convite de Jesus. É isso. Então, quando ele escolhe aqueles discípulos, nenhum disse não. O que é que a mãe de Tiago, João e de Pedro e André disseram para os amigos, o pai deles? Cadê os meninos? Passou um homem aqui e carregou eles simplesmente com 22, com 23 anos. Imagina que coisa forte. A gente nem pensa o quanto isso foi a sintonia que ele já tinha, o compromisso espiritual. Todos acompanharam ele. Por isso, porque eles não eram do mundo, ó. Eles não são deste mundo, como eu também não sou. na sua famosa oração sacerdotal, no capítulo 17 do Evangelho de João. Travou aqui Jesus diante de Pilatos pergunta Jesus a Pilatos se ele é rei. Que ele disse? Tu disseste, né? Mas meu reino não é deste mundo. Um convite a espiritual até o próximo Pilatos que não aceitou. Meu reino não é deste mundo. Se meu
rgunta Jesus a Pilatos se ele é rei. Que ele disse? Tu disseste, né? Mas meu reino não é deste mundo. Um convite a espiritual até o próximo Pilatos que não aceitou. Meu reino não é deste mundo. Se meu reino fosse deste mundo, os meus servos lutariam para impedir que os judeus me prendessem. Mas agora o meu reino não é daqui. Essa é a Jerusalém. Palavra ir shalaim em hebraico significa ir cidade. Shallaim. vem de Shalem ou vem de Shalom ou é cidade do pagamento porque Jerusalém ficava num centro. As caravanas que vinham de norte, sul, leste, oeste pagavam imposto em Jerusalém. Portanto, cidade do imposto. O Iruhalom, cidade da paz. Uma vez eu perguntei o rabínio, rabínio, me responda, é cidade da paz ou cidade do pagamento? Porque as duas podem ser, né? cidade do pagamento por causa d cidade da paz porque representa a paz do mundo. Aí ele disse, eu eu disse, qual é a certo da da pagamento ou da paz? Ele disse: "Os dois." Eu digo, "Por quê?" "Porque quem paga o que deve fica em paz". Achei curiosa a resposta dele, né? Essa é uma promessa que deve alegrar os nossos corações. Eu vim para que todos tenham vida, que todos tenham vida plenamente. Palavra vida em hebraica é plural. Raim, não existe singular. Eu não digo minha vida física, digo minhas vidas. Espiritual é uma só, mas física são várias. E aí ele tem essa promessa maravilhosa. Eu estarei com vocês até a consumação dos séculos. E lá no Apocalipse que ele que ele escreveu como um legado de conforto, soergimento, promessa de vitória, porque Apocalipse é uma obra tão, tão maravilhosa, mas as pessoas só vê o começo e o meio. Ninguém faz nada ler o capítulo 21 e 22 Apocalipse. São 22 capítulos. O povo fica naquela turbulência que Jesus mostra que poderá acontecer e aí se prende aquilo. Qualquer coisa ruim disse o apocalipse, não é? Conceito errôneo. João recebeu essa obra, uma psicografia assim incrível, que essa obra devia se chamar assim psicografia de João, ditada por Jesus. O apocalipse é isso, nada mais. Jesus morre como cordeiro, ressuscita
João recebeu essa obra, uma psicografia assim incrível, que essa obra devia se chamar assim psicografia de João, ditada por Jesus. O apocalipse é isso, nada mais. Jesus morre como cordeiro, ressuscita vitorioso como leão e vem trazer essa esse conforto, o consolo no no na época do imperador eh domiciano, que estava perseguindo, se intitulou Deus e matava todo mundo que dissesse que não era. Como ele não conseguiu matar João, ele exilou ele em Pátimos e ele recebeu Apocalipse. Mas o Apocalipse capítulo 21 diz assim: Deus enxugará todas as lágrimas. Haverá um novo céu e uma nova terra, o mundo regenerado que vem aí. Ninguém se desespere. As coisas não estão boas. A turbulência tá muito grande, o materialismo tá imperando, a violência tá assim. Eu deixei de assistir TV aberta porque eu não consigo. Um minuto que você coloca, o que vem deixa a gente deprimido. E o que você vê de ruim hoje, se você ligar amanhã, já tem uma coisa tão pior que você escreveu, vai esquecer a de ontem. Então, o que eu digo para vocês nesse momento de turbulência, confie nele. Olha a promessa dele. Ele é senhor desse lem. É ele que tá no comando. Ele sabe o porquê de tudo isso. E a gente que é espírita, conhecendo a lei de causa e efeito, tem que entender que tudo tá no projeto dele. Agora, cada um faça o que ele tá dizendo. Ligue-se ao espiritual. Esqueça o materialismo que nos torna dependentes e que não nos traz nada de conforto espiritual. Eu vivo, como Paulo dizia, eu vivo para Jesus. Eu vivo porque ele vive. Eu estou a serviço dele. E nós devemos com essa promessa dele, aquele que perder o que você tem materialmente por minha causa, vai receber o triplo espiritualmente. Esse é o convite de Jesus para nós em Mateus 16:25. Vamos ver aí. Eu vou autografar livro para vocês, se Deus quiser. E estamos felizes por a oportunidade, agradecendo a Deus de encontrar tanta gente maravilhosa. E vocês, inclusive tem gente que já viajou comigo para Israel. Aí tem, encontrei a Rita, encontrei a Zezeia e vi outras pessoas também
unidade, agradecendo a Deus de encontrar tanta gente maravilhosa. E vocês, inclusive tem gente que já viajou comigo para Israel. Aí tem, encontrei a Rita, encontrei a Zezeia e vi outras pessoas também passando. E nós continuamos, levamos Jesus para as pessoas porque ele é o nosso remédio. Que ele possa continuar em nossos corações hoje, amanhã e sempre. Muita paz para vocês. Shalom. Shalom. >> Meço em mim mesmo a jornada para encontrar me sentimento, [música] um sol interior a revelar amor. Estrelas que voltaram a brilhar. Uma concelação em seu coração. >> Gratidão ao querido amigo Severino Celestino. Quanto conhecimento compartilhado conosco, não é verdade? Então agora nós teremos um momento de intervalo para que a gente possa esticar as nossas pernas, tomar um cafezinho, visitar os standes lá no pavilhão e nós retornaremos às 10:55. Aguardamos vocês até lá. E agora vamos chamar o pessoal do nosso estúdio lá no pavilhão para contar as novidades. Como estão as coisas por aí, Rubens? >> Muito bem, pessoal. Tá bom, não tá? >> Acho que eles ainda não estão. Evento tá deixando a gente no céu, não tá, Marcelo? >> Conectados aqui. >> Tá, >> mas daqui a pouquinho >> tá maravilhoso, Rubens. de luz na vida de todos nós. >> As coisas lá pelo salão. Estamos ao vivo pavilhão aqui pela web rádio intervalo pessoal, >> pelo congresso, transmitindo o congresso espírita de Uberlândia. De que manhã, hein, que a gente começou desde as 7 horas transmitindo para você que tá aí ligado conosco. E a gente teve logo aquelas apresentações musicais com o nosso querido eh Maurício Kernerer, o Júnior Vidal. Na sequência, a prece feita pelo nosso amigo Wilton Mariano. E que alegria também poder ouvir a nossa querida irmã Evely Freire. E na sequência essa aula trazida pelo professor Severino. Eu espero que você que tá aí acompanhando com a gente pela rede mundial de computadores tenha tido aquilo que a gente sentiu aqui, né, Marcelo, esse envolvimento da espiritualidade trazendo a gente muita coisa legal, né? demais. Muitas
nhando com a gente pela rede mundial de computadores tenha tido aquilo que a gente sentiu aqui, né, Marcelo, esse envolvimento da espiritualidade trazendo a gente muita coisa legal, né? demais. Muitas informações que até até no meio, né, eh um pouco desconhecida, né, Rubens, mas ele trouxe como ele vivenciou em muitas ocasiões. É muito lindo, é muito lindo, muito profundo. >> A gente aqui é assim, a gente não programa nada, o camarada passa aqui na porta do estúdio, eu já falo para ele, senta ali pra gente fazer. É, ao vivo, nós estamos ao vivo, viu? 11 horas. >> Não, mas é o das 11 horas tá marcado. Isso aqui é um outro. Isso aqui a gente tá no intervalo do estúdio da do evento, né? Então assim, camarada passou aqui perto. Vem cá. Nós estamos com alegria receber Maurício Kener. >> Ô Maurício, que bom te receber aqui, né? Bom demais. Ker é um cara que trabalha espírito há muito tempo. Ah, demais. Eu >> nem conhecia espiritismo direito. >> Nós achamos coisa, não tinha muita ligação com música, cara. [risadas] Mas aí a gente criou a rádio, foi conheceu o Congresso Espírita de Goiás. >> Ah, me engana que eu gosto. Pessoal de Gan. Gente, que coisa mais linda. Mas eu queria que você falasse um pouquinho sobre a arte espírita pra gente. Maurício C. >> Sim. Vamos lá. Olá, pessoal. Para mim um prazer olhar qualando aí, né? Que >> para mim é [risadas] >> do mundo. >> Ah, tá. E para mim é um prazer enorme estar aqui falando com vocês de supetão assim, né? Não dá tempo nem de você raciocinar. Que que você vai dizer? Que você vai falar? É na no ímpeto, no impulso de Então é na emoção e no coração, né? Eu tenho a a grata satisfação de estar nesse movimento da arte espírita desde 88, porque até então eu era católico, né? E e aí sempre cantei, sempre tive essa veia de composição. Desde pequeno, com 13 anos de idade eu já estava no meu primeiro festival de canção, né, que não era espírita na na época. E aí foi em 88 que eu descobri o Espiritismo. E sabe qual livro, gente, >> que eu comecei a ler logo de cara?
ade eu já estava no meu primeiro festival de canção, né, que não era espírita na na época. E aí foi em 88 que eu descobri o Espiritismo. E sabe qual livro, gente, >> que eu comecei a ler logo de cara? T livro dos espíritos. Rubens, >> que legal, >> e aí, meu irmão, sabe o que aconteceu? Sabe quando você vai lendo e você vai falando assim: "Isso eu já sabia, isso eu já sabia". E naquela semana eu comecei então a fazer alguma coisa que eu nunca tinha feito, que era orar e pedir trabalho para eu fazer de coração fazer caridade. Não deu uma semana, eu não vou contar os detalhes agora, não deu uma semana eu já tava na casa espírita, dentro de uma casa espírita, chama-se Posto de Auxílio Espírita. >> Olha que legal, >> é. E junto com um dos ícones do movimento espírito na época lá de Goiás, Dr. Paulo Dalto de Oliveira. Ele inclusive recebia o Divaldo sempre quando o Divaldo ia pros congressos, era na casa dele que o Divaldo ficava. E aonde que eu tava morando? Do lado da casa do Paulo Dal de Oliveira. >> Olha que legal. com contato com o Divaldo. Toda vez que ele vinha, sempre ao lado, conversando, batendo papo, trocando ideia com Divaldo. E teve um momento em que naquela época o Gan teve duas horas só de conversa sobre arte >> com Divaldo, né? >> Então assim, a arte espírita até então, né, há um pouco tempo atrás, ela sempre veio como coadivante. A gente tava até conversando ali no Camar sobre isso, né? Coadante, né? Sim, algo ali que tá só para fazer uma harmonização, enfim, aquela coisa toda ali. Hoje a gente percebe como isso tem mudado, colocando a arte como, digamos assim, o principal, né? E quando falo arte não é só música, porque uma coisa interessante é que as pessoas quando pensam em arte só pensam em música, né? >> Tem outras linguagens, >> tem o teatro, tem a dança, tem o audiovisual, tem a poesia, tem o cinema. É, >> né? >> Tudo nesse pacote. >> Tudo nesse pacote. E aí o que que acontece hoje? Há pouco tempo, há 4 anos atrás, a FEB, Federação Espírita Brasileira, né, o CF, CFN, Conselho
poesia, tem o cinema. É, >> né? >> Tudo nesse pacote. >> Tudo nesse pacote. E aí o que que acontece hoje? Há pouco tempo, há 4 anos atrás, a FEB, Federação Espírita Brasileira, né, o CF, CFN, Conselho Nacional, eles criaram uma nova área, porque até então, pessoal, para aqueles que não sabem, nóss a nossa federativa nacional tinha a área da mediunidade, da família, né, do estudo, não é assim, da infância, da juventude, certo? Da assistência, enfim, né? e agora recentemente a área de arte. Eu tenho a grata satisfação, Rubens, de estar nesse comitê da nacional da área de arte. Atualmente eu estou como o diretor, o coordenador regional ali da região centro da área de arte. >> Uhum. >> E a gente tá eh terminando de de produzir o nosso documento orientador sobre a área de arte para Casa Espírits, porque qual que é o nosso objetivo? é que cada centro espírita do Brasil >> tenha um departamento de arte. >> Legal. >> Mesmo que seja uma pessoa, ela não precisa ser artista, ela só precisa movimentar, ela precisa unir os artistas, né? Eh, movimentar a arte. E às vezes a pessoa arte que acha que a arte é só música. Não, a arte também é, por exemplo, ser a arte visual, você colocar cartazes na casa espírita, você pensar nisso, pensar na mensagem, na responsabilidade dessa mensagem que você coloca nas paredes da casa espírita, que você pega lá arte, se adapta o conceito de arte, vamos trazer pro nosso meio, a arte nosso meio, né, isso de uma forma mais consciente, mais, né, responsável, mais segura. E outra, eh, uma das coisas que nós colocamos como objetivo da arte no nosso documento orientador, é porque tá lá divulgação, propagação do movimento espírita, a educação do espírito através da arte, por meio da arte, porque a arte tem essa força de educar o espírito >> extremamente didática, né? >> Não é >> muito. >> Eu eu tenho uma imagem que eu sempre trago comigo, que a arte é como se fosse uma mola. >> Uhum. >> Uma mola propulsora ou para baixo ou para cima. Se você conectar na ilusão da
>> Não é >> muito. >> Eu eu tenho uma imagem que eu sempre trago comigo, que a arte é como se fosse uma mola. >> Uhum. >> Uma mola propulsora ou para baixo ou para cima. Se você conectar na ilusão da vaidade da da arte, você é uma mola muito rápida para baixo, porque você perde a verdade e o sentido da arte. Você cai no mundo da ilusão da arte, onde você se colocam num patamar, num lugar que você não está. É verdade. >> Porém, se você utilizada a arte como um meio de autoconsciência, de autopercepção, ela é uma mola propulsora para cima, ela é uma mola de autoiluminação, ela é um um ela faz ela tem um processo educacional. Imagina, por exemplo, você na casa espírita, ah, vai ter uma apresentação ali de Natal e você vai envolver as crianças. Olha só, tem todo um processo antes de você refletir com as crianças. E aí, como é que você tá se sentindo que você daqui a pouco você vai apresentar? Verbaliza o seu sentimento. Que emoção você tá sentindo? Autoconsciência. >> Uhum. >> É isso que eu perguntar para você. >> Hã, >> com esse projeto tá idealizando para colocar em todas as casas espíritas para trazer os jovens. >> Isso >> como é >> porque é a gente tem sentido isso. Porque muitas pessoas têm reclamado assim, >> ah, os jovens sumindo da casa espírita. >> É, exatamente. >> Às vezes eles não estão no espiritismo, estão num outra escola. religiosa. >> Aham. Mas aí vem o trabalho da liderança, né? >> Que arte é o atrativo. >> Aí vem o trabalho da liderança, né? >> Das casas. >> Claro, porque se a liderança ela já tem a versão, a arte, isso nunca vai acontecer. >> Já faz um chamamento já pro pessoal, >> não é? Mas se nós tivermos uma liderança que ela já vai mudando esse mindset e ela vai dando poder ao jovem até um limite, é claro, para que ele possa fazer isso, porque o ser humano ele só é criativo, ele é só feliz se você der liberdade para ele ter responsabilidade. >> E aí eu você dá liberdade e acompanha. >> Exatamente. >> Porque é isso, porque a gente tem que sempre ter um mentor na vida. Não
ele é só feliz se você der liberdade para ele ter responsabilidade. >> E aí eu você dá liberdade e acompanha. >> Exatamente. >> Porque é isso, porque a gente tem que sempre ter um mentor na vida. Não importa em que estágio você esteja, é muito importante você ter um mentor, uma pessoa que está ali para te ajudar, >> né? Então não é dar liberdade para fazer o que quer, enfim, não, mas dentro das restrições, das limitações, da dali, naquela circunscrito dentro das nossas filosofias, fazer o que quiser fazer, né? Ah, errou. Beleza. Errou faz parte do processo. Errar é bom. Faz parte do aprendizado errar. Você começar. E dentro do que você tá montando para levar isso para pras casas espíritas, vai ter todo conteúdo para dar um direcionamento. Porque hoje não tem, né? Hoje carece. Você falou, muitos dirigentes não sabem, mas tu não sabe por onde começar. Eu não tenho conhecimento em teatro, não tenho conhecimento em música, não. >> Então o que que eu vou fazer? deixar o jovem à vontade. É, >> então queitação, por exemplo, há há 4 anos que nós no na no movimento nacional, né, >> a gente tem capacitado de forma online vários multiplicadores em várias linguagens, certo? Então, todo ano acontece capacitação online da área de arte nacional. >> Nós já terminamos o documento orientador da FEB para a área de arte que vai para todas as casas espíritas do Brasil. Ótimo. >> E até então a FEB não tinha ainda lançado o livro do Leão Deni, >> que é o Espiritismo na Arte. >> Agora já tem, certo? Já foi lançado o livro. E para quem não sabe, gente, esse livro eu não tenho palavras porque ele é fantástico, ele é lindo, ele é exuberante. Pensa Leon Deni falando sobre arte. >> Não é não falando sobre arte, não é agora, >> não. >> É lá. Exatamente. Quer dizer, agora que parece que nós estamos despertando para isso. >> E e porque é interessante a gente observar, a gente até comentava no camarinho porque as pessoas às vezes elas não conseguem ser tocadas por uma palestra, mas ela que às vezes o tema
ndo para isso. >> E e porque é interessante a gente observar, a gente até comentava no camarinho porque as pessoas às vezes elas não conseguem ser tocadas por uma palestra, mas ela que às vezes o tema Mas ela pode ser tocada pela música, uma outra uma poesia, por exemplo. Isso. Eu acho, achei bacana essa coisa que é um material orientador, ou seja, para que você que tá acompanhando a gente agora possa trabalhar na sua casa, na sua casa espírita, buscando pessoas que a partir da dessa orientação constru trabalho. Certo. E olha só como é ripo, ó. Por exemplo, você tem no na na net muitas apresentações musicais. Uhum. >> Por exemplo, lá no Congresso Espírito Estado de Goiás, todo ano a gente faz um musical lá todo ano. Hoje, e esse ano vai ser sobre o tema Jesus de Kardec, né, na no carnaval. No ano passado, nós tivemos um outro tema que foi conhecer a ti mesmo. Tivemos outros temas como Ivone do Amaral Pereira, que é um voo de uma alma. Tivemos Jesus em família que foi focado na família. Você imagina você pegar, ir na line na internet e você colocar os jovens assistindo, não precisa ser todo um musical porque ele é uma hora. Ah, tá. Esse esse fim de semana a gente vai assistir uma parte do musical da vida de Vend do Amaral Pereira, certo? >> Só que é um musical. O que que é o musical, pessoal? Não é só teatro, tem dança, tem coral. E os personagens eles conversam cantando. Então um chega e fala assim: "Veja". E o outro responde: "Não sei se posso. Sinta agora. Não sei se posso. Eles querem te abraçar, te acolher em novo lar. Eu sofro! Não precisa mais sofrer. Querem essa história refazer? Vais voltar a ser criança e não ter mais a lembrança dessa dor que te corroi. Mesmo vais voltar à alegria. A sanfona desse circo, a sanfona dessa lona que se abre para amar. Amar, amar o show, circulo. Amor, quem quer que seja em qualquer lugar, amar e não querer em troca um sorriso. Amar e ser feliz apenas por amar. Fecha a cena e aí começa com um outro momento, outro. Olha, olha, olha a
, circulo. Amor, quem quer que seja em qualquer lugar, amar e não querer em troca um sorriso. Amar e ser feliz apenas por amar. Fecha a cena e aí começa com um outro momento, outro. Olha, olha, olha a viagem. Que lindo, que lindo que >> você faz, quer dizer, acompanhando isso. É uma forma de evangelizar, de passar uma mensagem através da arte. >> Exatamente. É isso, aí, >> cara. E você viu que se eu tivesse convidado você, ó, mas você tá, você não tinha feito isso que você fez aqui para mim. [risadas] Você vai ficar preocupado com isso. Quais são as perguntas? Deixa eu ir pensando, né? >> Mas é, a gente vê que eh o caminho é justamente esse da arte e a gente fica muito feliz porque a gente vê, por exemplo, lá em Goiás, o pessoal trabalhando essa questão de arte, a gente não que não é de agora e certamente há uma resistência. Então, às vezes você tá nos acompanhando agora, você pode encontrar resistências, resistência para começar uma atividade, porque elas vão sempre resistir. O que não pode é parar, né? É, é permanecer nesse processo e construindo, né, Maur? Perfeito. Inclusive, eh, eu tava comentando que eu estou eu estou, né, porque isso é muito, a gente troca muitas cadeiras hoje na central, na região central que é Goiás, vem ali Mato Grosso, vem ali Distrito Federal, Tocantins, Espírito Santo, onde nós estamos juntos, né, num centro pensando na arte. Mas eu também estou na FEGO, que é a Federação Espírita do Estado de Goiás, como atual coordenador da área de arte. E nós sempre vamos, temos nossas caravanas durante o ano para visitar as regionais do estado. >> E aí, eh, tem momentos que eu peço um momento para falar com a liderança. >> Uhum. >> E a primeira pergunta que eu faço pros líderes, né, das casas espíritas, presidentes, é no final, lá na ponta, qual que é o grande objetivo da doutrina espírita para com as pessoas? Aí deixa eles refletirem. Aí vem um fala isso, isso, isso. Até que um fala assim: "A transformação moral do ser humano". Fala exatamente se a transformação moral
doutrina espírita para com as pessoas? Aí deixa eles refletirem. Aí vem um fala isso, isso, isso. Até que um fala assim: "A transformação moral do ser humano". Fala exatamente se a transformação moral do ser humano é nosso objetivo principal, o que que nós precisamos entregar para as pessoas dentro de todo o arcabolso doutrinário, filosófico, cristão, né, espiritista? É o autoconhecimento. Porque não adianta você saber, saber saber, conhecer. Você pode saber de cor a Bíblia, decor todos os livros da Joana. Isso mesmo. >> Se você não vivencia, se você não experimenta, você ainda não sabe o que é espiritismo. Espiritismo é mão na massa e vivenciar intimamente. Então é o conhece a ti mesmo. Mas aí alguém chega e pergunta: "Mas como, Maurício vou conhecer-me?" Existe um caminho que Jesus nos deu. Vigiai e orai. Ou seja, o que que é vigiar? É ver. É observar, perceber, ter autonsciência. Quando Jesus fala vigiar, ele tá dizendo: "Perceba-se, observe-se". Porque se alguém vem e te abraça e fala: "Que lindo, Maurício, nossa, que maravilhoso". Se você se perceber, você muda, seu coração bate mais forte, o seu ego, seu ego ele infla. Observe o seu ego sem julgar, observe o seu ego sem reprimir ele. Porque Jesus fala: "Não julgais". Então, o autoconhecimento é você se perceber sem julgamento. E naquele momento que o ego acontece, não queira reprimir ele, deixa ele, só fica olhando para ele. Tô te vendo, bonitão. Você tá aí, né? Tô te vendo. >> Tô te observando. >> Tô te observando. Mas observe com com acolhimento, observe com amor, >> como ser imperfeitos ainda, né? Que >> porque isso faz parte de nós. O ego, ele faz parte de nós. Ele nunca sairá daqui. Isso vai ser até nosso desencarne. E quem sabe ainda além. Então, se ele faz parte da pedagogia ou da andragogia divina, ele deve ser acolhido com carinho. As nossas imperfeições, elas devem ser acolhidas com amor e carinho. Então, observe a sua imperfeição, porque isso é uma reação natural do ser humano que você não tem como freiar, porque nós
carinho. As nossas imperfeições, elas devem ser acolhidas com amor e carinho. Então, observe a sua imperfeição, porque isso é uma reação natural do ser humano que você não tem como freiar, porque nós somos seres afetados e afetivos. Exatamente. >> Então você tem que autoobservar-se. Vigia. Jesus falou. Se Jesus fala vigia e oraia. É porque antes de orar, porque na oração também você tem que estar pleno. Observe-se orando. Observe-se comunicando com a espiritualidade, observe-se comunicando com Jesus. Porque quando a gente se observa e nós estamos em alinhamento com a nossa essência divina, isso se dilata. Mas se você se observa com algo que não está alinhado com as leis de Deus em si, isso automaticamente só de você enxergar é luz sobre as trevas, aquilo vai diluindo. Mas se você tiver no apego e alguém chega para você, nossa, mas que palestra maravilhosa, que lindo, você é demais, pronto, aí você a mola para baixo que eu falei, né? [risadas] >> Invertida, invertida. É a mola para baixo. Deixa te perguntar >> aí. Foi porque você tá num momento inconsciente. >> Eu tô que você tava falando aí me vence no na cabeça o seguinte, você tem um tem um trabalho construído há muito tempo. Tem alguma música que quando você canta te toca muito assim? Algo algo que foi composto que sei lá despertou algo. Você que é marcante até hoje? >> Tem tem uma canção, muitas são, mas tem uma canção especial. Vai que você vai cantar para mim gente, [risadas] para mim, para todo mundo que tá acompanhando. >> Tem uma canção especial que é uma canção. Posso contar um pouquinho da história dela? Pode. Claro. Eu quero. Eu já ia perguntar is >> ótimo. Então é o seguinte, eu tinha uma melodia inclusive hoje na palestra que será que eu falo assim, é >> vai dar um spoiler. >> Isso é eu eu hoje faria só uma apresentação musical, mas eu até combinei com Rumas, falei: "Eu vou fazer uma lítero musical, porque eu me sinto eh sabe quando você se sente num momento, numa fase diferente, onde só cantar não é o suficiente? Eu preciso
mas eu até combinei com Rumas, falei: "Eu vou fazer uma lítero musical, porque eu me sinto eh sabe quando você se sente num momento, numa fase diferente, onde só cantar não é o suficiente? Eu preciso ter levar mais reflexão paraas pessoas. Então eu tô nesse nesse nessa fase hoje e hoje eu vou cantar essa canção lá das 18 às 19 também. E essa canção ela surgiu da seguinte forma. Eu tinha uma melodia que era linda. Só de tocar essa melodia no violão já era pleno para mim. E eu falei: "Que letra que eu vou colocar nesse aqui, gente? Não tem letra capaz de dizer o que essa melodia tá me dizendo emocionalmente. E aí uma eh lá em Franca nós temos uma turma gêmea lá, pessoal que é, né? Tem o Gan em Goiânia e tem o pessoal lá do Arte Vida lá em Franca. E aí a gente sempre ia de dois em dois anos em Franca por conta de um festival que tem lá da canção de Franca, né, que é o Fecef. E sempre que a gente ia lá, o pessoal nos levava para conversar com o Zé Paulo. O Zé Paulo era um conterrâneo de Chico, amigo de Chico, que sempre teve lado a lado do Chico durante uma boa parte da sua trajetória e que também era aquele aqueles médiuns que via, ouvia, médio, que é coisa, >> meio ofensivo. >> É, sim. É médio. Então ele ele é era é era mais ou menos como se fosse Chico Xavier em Franca e era como e era assim, ó. É, é, seria mais ou menos como se você fosse a Uberaba e não fosse visitar o Chico. Franca era a mesma coisa. Imagina você ir pra Franca sem visitar o Zé Paulo. O Zé Paulo pretinho, pretinho, cabelo branquinho, velhinho, né? com aquela alegria lá na periferia, casinha simples e ajudando todo mundo ao redor. E a gente, os jovens, é, tinha lá meus 20, 19 anos, todo mundo ao redor dele conversando, pensa que cena >> linda. >> E aí de repente o Zé Paulo fala assim para Maurício, venha cá. Aí ele me conduziu até a cozinha dele. Cozinha bem simples, uma mesinha de madeira, no meio da mesinha de madeira, uma caixa cheia de mensagens espíritas. Daquela época que se as mensagens espíritas
. Aí ele me conduziu até a cozinha dele. Cozinha bem simples, uma mesinha de madeira, no meio da mesinha de madeira, uma caixa cheia de mensagens espíritas. Daquela época que se as mensagens espíritas funcionavam, cheia de mensagem espírita. Ele pegou, mexeu ali, tirou uma mensagem, falou assim: "Coloca uma melodia nessa mensagem de memi >> porque irá consolar". milhões de espíritos. Arrepiei também, ó. Também arrepiei aqui. >> Aí eu falei: "Meu Deus, que responsável". >> E a menina você tava ainda, menino. E aí a mensagem era confia sempre, depois vocês podem pesquisar aí na internet que é uma mensagem linda de mimi. E aí eu falei: "Tá, já sei o que que eu vou fazer. Vou colocar aquela melodia que para mim é uma melodia fantástica, linda, maravilhosa, que me fala tanto. Vou colocar nela a letra de mem. E aí foi que que eu fiz? Eu peguei a letra. Como a melodia ela encarcera a letra, então eu tive que adaptando para poder encaixar na melodia. Para quem para quem faz composição sabe o que eu tô dizendo. Não tem como você pegar uma mensagem que ela não é metrificada e colocar toda a mensagem inteira numa melodia. Então fui colocando e aí eu mesmo fiz um refrão que não está nessa mensagem, mas eu acabei fazendo um refrão para dar força à canção. >> E aí vocês querem que eu cante ela? Ela é longa. >> Canta. Nós temos um tempinho aqui. >> Então vamos lá. Tá bom de fechar aqui. >> Fecha aí. Vai. >> Porque agora é o intervalo pessoal aqui. Estamos aqui. Nós estamos muca. >> É na murruca. E a o aquário aqui do Rubens fica bem, bem quase no centro. >> É, mas é para chamar atenção. >> É para chamar atenção e muito legal, muito legal aqui. Então eu vou cantar para vocês. Eh, gostaria que neste momento, então, vocês se conectassem com essa canção, porque ela é uma prece cantada e que você fechasse os olhos, que você sentisse como se mei estivesse falando com você. E essa mensagem meio começa assim: Não perca a tua fé entre as sombras do mundo, o teu lar, o teu lar, mesmo que sangrem
cê fechasse os olhos, que você sentisse como se mei estivesse falando com você. E essa mensagem meio começa assim: Não perca a tua fé entre as sombras do mundo, o teu lar, o teu lar, mesmo que sangrem Os teus pés. Segue sempre em frente, erguendo-te feito sol. Crê e trabalha sempre no bem. Confiante em ti mesmo e em Deus. E em Deus tudo p, tudo se renovo, todo o amor é nova luz. Vem de Jesus Cristo todo amor. E que seja, >> gente do céu. Vou contar para vocês. Nós tivemos provmente com tempo porque é uma queda, né? Tava gravando. Tá, então tá bom. [risadas] Perguno aqui perguntou o nome da música. >> Chama-se Nova Luz. Para quem quiser conhecer o Gan, tem no Spotify, tem no Dieser, tem no YouTube. E o Ganha chama-se Grupo Arte Nascente. Então se você for fazer a pesquisa, escreva Grupo Arte Nascente, porque tem um outro grupo americano chamase Gan também, Gan. >> Uhum. E quando coloca G A N lá, aí o pessoal vai direcionado para um grupo americano. Não, >> escreva Grupo Arte Nascente que você vai ver os nossos álbuns. Tem o álbum lá do Vida, do Nova Viagem, do Arte Nascente, do CD Amor, certo? Tem inclusive eh eh o CD ao vivo que a gente fez, inclusive, foi muito legal. Tá lá também. Então, se o pessoal quiser, eh, chama-se Nova Luz essa canção aí. que está no CD, se eu não me engano, acho que tá no Vida. Vida. >> Ó, você não tem desculpa agora. Grupo Arte Nascente, eu vou escutar onde? Tem no YouTube, mas tem todas as outras plataformas que vão isso. Trou aqui, >> Spotify, >> todas. Então, o que que eu vou recomendar? Você acabou o congresso ou antes disso você vai lá, já coloca baixa no Spotify, por exemplo, já coloca na sua playlist lá. >> Isso. >> Você vai pra academia, faz seu exercício lá escutando G. >> Exatamente. Brinca, mas >> tem muitas canções legais, porque tem canções também que porque o Gan, como é um grupo de começou como um grupo de jovem, né? Continua jovem. >> Ah, que isso? É, eu tinha 19 anos, agora tem 55, mas tem muitas canções que são para jovem, como tem uma que é assim,
e o Gan, como é um grupo de começou como um grupo de jovem, né? Continua jovem. >> Ah, que isso? É, eu tinha 19 anos, agora tem 55, mas tem muitas canções que são para jovem, como tem uma que é assim, Caminhos do Amor, que é assim, eu não vou deixar ah nada se perder de mim. >> É verdade. Achar >> quem eu sou, simples alegria. Então isso aí é pra juventude, os pros filhos, pros netos ouvirem, né? >> Você sabe que tem um >> E a gente também, cara. Tem um, acho que foi um CD um DVD de vocês que traz músicas assim com a balada antiga. Como é que chama? Eh, como é que chama, gente? Eu esqueci o nome, mas é uma >> Ah, o Alegria Cristã. >> Acho que é isso mesmo. >> Que a gente pegou canções que não eram do Gan para prestigiar as músicas que a gente cantava na juventude, cidade. A gente pegou várias músicas que não eram nossas e a gente quis dar um falar com qualidade, >> porque o Gan sempre no seu início, ele sempre fez sempre as coisas com muita qualidade, tentando fazer ao nível dos cantores que estemos aqui, >> entregar coisa boa paraas pessoas, né? Não é precisar só porque, né? Entendeu? Mas o que é espírita pode fazer de qualquer jeito. >> Isso não, não. Inclusive tem uma frase punhada por mim, né, no meu pensamento, que é assim, ó. Uma das formas mais importantes de você fazer caridade no meio da arte é fazer com qualidade. >> Uhum. >> A qualidade é caridade, né? As pessoas poderem apreciar aquilo que é bonito, que é o belo, que é o bom, né? A gente tá chegando ao final desse bate-papo que a gente pegou o Maurício Quer supão. Mas eu queria, >> mas eu queria que você pudesse olhar para qual câmera ele pode olhar, que eu vou pedir para ele deixar uma mensagem pros nossos ouvintes da Rádio Fraternidade, que a gente tá sempre tocando as músicas do Gan lá, >> as músicas do tema do congresso e assim, sabe, Mauro, tem muita gente que enfrenta dificuldade no dia a dia. Então, a gente sempre quando conversa com amigos, eh, artistas ou expositores, a gente pede para deixar uma mensagem,
resso e assim, sabe, Mauro, tem muita gente que enfrenta dificuldade no dia a dia. Então, a gente sempre quando conversa com amigos, eh, artistas ou expositores, a gente pede para deixar uma mensagem, porque aí depois a gente recorta essa mensagem, coloca como vinheta tocando na rádio. Então, às vezes a pessoa tá lá, tá triste, tá cabis baixo, mas eu queria que você direcionasse uma palavra para essa pessoa que tá te acompanhando, tá te ouvindo agora. >> Sim, vou direcionar. Eu vou direcionar algumas frases que para mim mudaram minha vida e fizeram sentido para mim, certo? Porque muitas vezes nós não sabemos ou esquecemos que nós somos luzes. E Jesus, ele já nos falou tanto sobre isso, porque ele fala assim: "Brilhai a vossa luz". Que luz é essa que Jesus pede para brilhar? Não é o que está fora, mas o que está dentro. Quando Jesus fala assim, já não foi dito no Antigo Testamento, vós sois deuses, é porque filho de peixe peixinho é filho de Deus, Deusinho é. Todos nós somos deuses. Ele falou isso claramente. Vós sois deuses. Tudo quanto eu faço, vós podeis fazer e muito mais, né? Lembra lá do grão de mostarda da fé? Então, nós precisamos nos conectar mais, nos conhecer mais. e a literatura espírita, a arte espírita, o movimento espírita, as palestras, os congressos, tudo isso nos ajuda, mas não nos ajudará se a gente não fizer reflexão profunda, se a gente não sentir isso. Nós precisamos vivenciar, experimentar muito mais do que saber. É preferível que você reflita e você vivencie um único ensinamento do que você estudar milhões de páginas sobre um tema. Mas isso ficar só a nível cognitivo. Então, que nós possamos vivenciar em nossos corações e colocar isso em evidência na prática do dia a dia, de forma despretenciosa, ajudando as pessoas, amando as pessoas, perdoando as pessoas. Essa é a mensagem sonora, carinhosa para todos vocês e para nós e para mim também. >> Que legal, que legal, viu? Muito obrigado. Vamos, vamos chamar as entrevistas aí. Tá, tá no ponto, Guilherme. Então, manda ver. Vamos ver
a, carinhosa para todos vocês e para nós e para mim também. >> Que legal, que legal, viu? Muito obrigado. Vamos, vamos chamar as entrevistas aí. Tá, tá no ponto, Guilherme. Então, manda ver. Vamos ver aí que a gente tem, >> tem um repórter rodando aí. Vai com você aí, Fábio. >> Eu sou Dorilene Farias e sou de Fortaleza e tem sido uma experiência maravilhosa. É a primeira vez que eu venho e nossa, é tanta emoção, tanta emoção que fica difícil até da gente descrever, né? Para você ter uma ideia, eu já até senti a presença de Jesus aqui e a presença de Chico Xavier. Então, para mim tem sido uma experiência fantástica. Vou levar pro resto da vida. Eu sou Veral Lúcia Mendes de Morar Melo, sou do Piauí, Teresina. Para mim é só gratidão estar aqui ao lado nesse aniversário belíssimo de vocês, né, da rádio, 17 anos, né? Estão de parabéns. Ou muito por causa do Divaldo também. O Divaldo fez muita, mas muita propaganda. >> Eu tô muito feliz, muito feliz que fui conhecer a cidade lá de Banufo. Passamos dois dias lá e dois dias lá é em Uberaba. Aí viemos para cá. Nós estamos desde segunda-feira aqui. Aqui não, aqui em Minas, né? >> Aham. explorando a região. >> É, a abertura desse congresso foi assim para mim parecia que eu tava no céu, [risadas] >> literalmente, né? >> Literalmente. Obrigada por esse momento belíssimo estar com você. >> Bom dia, amigos. O meu nome é Alessandra, somos de Votuporanga. Já é um quarto encontro do congresso que a gente está aqui com essa equipe divina. Rubens, é muito maravilhoso, muita vibração nesse momento aqui. Não percam o próximo. Eu vim uma e já é a quarta. >> Bom dia, meu nome é Susana, sou de Votuporanga. É minha primeira experiência aqui no céu e assim tá sendo maravilhoso, muito, muito, muito aprendizado. >> Meu nome é Astésia. Eu vim de Fortaleza, no Ceará. É o terceiro ano seguido que eu venho. Desde a primeira vez que eu vim, eu nunca mais parei de vir, porque tá aqui é muito emocionante. Ó, só de falar já fica emocionada. Eu digo uma
taleza, no Ceará. É o terceiro ano seguido que eu venho. Desde a primeira vez que eu vim, eu nunca mais parei de vir, porque tá aqui é muito emocionante. Ó, só de falar já fica emocionada. Eu digo uma coisa, só venho sentir essa energia. É maravilhosa, é perfeito. >> É uma honra estar aqui nesse congresso, né, de 2026. Nós somos de Fortaleza, no Ceará, já é o terceiro ano e é uma energia muito boa aqui. O congresso, a organização, os standes, tudo é muito, muito bem elaborado para receber todos os congressistas. >> Como é seu nome? >> Júnior Pinheiro. >> Jú Pinheiro, Fortaleza também. >> Isso. Eu sou Márcia Rosa da Silva, vim de João Molevade, aqui de Minas. Olha, é uma experiência ímpar. Primeira vez que eu venho ao céu. É uma gratidão muito grande, um aprendizado maravilhoso. A cada oração, a cada música, a lágrima desce. Eu só tenho que agradecer a Deus, a espiritualidade amiga, a vocês, um evento maravilhoso e agradecer a você por essa oportunidade de passar essa experiência. Ah, o meu nome é Jane, nós somos de Brasília, essa é Bruna e a gente é de Brasília. Nós vemos, a gente vem nesse congresso assim todos os anos. Acho que desde que começou a gente tá aqui todo ano. A gente já faz a inscrição pro ano que vem quando tá aqui, entendeu? >> É muito bom, muito assim edificante mesmo, sabe? É uma coisa que deixa a gente bem assim, energia, >> renova as energias. Isso bem tranquilo. É muito eu recomendo para todo mundo. Eu como espírita que sou, né? Acho que isso aqui é o céu mesmo. A gente tá no céu. >> Ontem foi muito linda a palestra. Foi realmente emocionante, né? A gente se emocionou muito na palestra, na prece final. É muito especial e o evento é muito organizado. Parabéns a toda a equipe aí. >> Nossa. É. Olá, bom dia. Que alegria estar aqui no céu. Nós acompanhamos a web Rádio Fraternidade, acho que desde sempre. E agora é emoção muito grande estar aqui com todos vocês, sentindo essa harmonia, essa alegria em nossos corações. Muita paz a todos. Que Jesus esteja sempre conosco.
ternidade, acho que desde sempre. E agora é emoção muito grande estar aqui com todos vocês, sentindo essa harmonia, essa alegria em nossos corações. Muita paz a todos. Que Jesus esteja sempre conosco. >> Você é a Ivana? >> Meu nome é Ivana. Eu sou de Timóteo, Minas Gerais. Bom dia, meu nome é Ivna, eu sou de Catalão, Goiás, e é uma um prazer estar aqui, um momento de reforma íntima, de busca interior, de conexão, né, com Jesus e com a espiritualidade. Comigo aqui no estúdio da nossa web rádio Fraternidade, montado dentro do centro de convenções, centro convention, na área do pavilhão. Pessoal tá aqui no alvorosso danado. Eu queria agradecer todos esses depoimentos que foram colhidos pela nossa equipe, pelo Fábio, que correu aí colhendo a fala dos nossos amigos. A gente tá no intervalo daqui a pouquinho, Marcelo. O que que tem, hein, dentro da? Eu já até esqueci, te peguei de submetão. Aí que que a gente tem daqui a pouco? >> Larissa Chaves, 11 horas. >> Que que a Larissa Chaves vai falar, hein? O amor, instrumento infalível e sublime contra o ódio, a intolerância e a polarização. >> Que Deus abençoe a Larissa. [risadas] >> Os momentos que nós precisamos e muito. Abençoe muito. >> Ah, mas vamos para mais um vídeo gravado. É como se fosse ao vivo, viu, gente? É que a gente tá aqui aprendendo ainda. Mas solta aí. Vamos ouvir o Fábio Castro. >> Pois é, pessoal. Agora começou o intervalo. E aí, >> que que acontece? Que que tem, que que tem que fazer? Desvirar ele, né? Enquanto o Guilherme disse, tem jeito, Guilherme, de desvirar aí ou não? Não tem. Ixe. Ah, meu Deus do céu. J de ponta cabeça. >> Mas é assim mesmo, gente. Nós depois tenta depois a gente vê uma forma de desvirar isso aí. Mas eu queria aproveitar, a gente bater um papo com o Maurício Keller há pouco, né? A gente trouxe de manhã aí as participações da Evelyn, do professor Severino. Vai ter a Larissa agora, logo após o intervalo. E à tarde, o que que a gente tem, meu amigo? >> À tarde nós estaremos a partir das 13
uxe de manhã aí as participações da Evelyn, do professor Severino. Vai ter a Larissa agora, logo após o intervalo. E à tarde, o que que a gente tem, meu amigo? >> À tarde nós estaremos a partir das 13 horas a Natasha Mequena, acolhimento, harmonização dos congressistas, apresentação musical. A partir das 14 horas, aviso e a prece inicial. 14:10 palestra com a nossa querida Ana Teresa Camasmiem. Tema: No caminho de Emaús, do desânimo, a esperança com Jesus. Ana ficou alegre demais com esse tema, inclusive tá estudando esse tema, ó, há tempo. >> É, tá para nós aqui. >> Semana. >> Isso. >> E aí depois tem o que mais? Às 15 horas, palestra com a Sâmia Aada, tema tende fé, tende esperança para o infinito marchai. >> E a Segala, eu falei, tava a Sra tá vindo hoje, volta hoje pro Curitiba. Eu falei, será que vai chegar? Já chegou, então tá tranquilo. >> É, deu certo já, graças a Jesus. >> Mas vamos fazer o seguinte, tá no ponto. Então agora Fábio Castro é com você. Pois é, pessoal, agora começou o intervalo e aí hora de sair aqui do salão principal do centro de convenções. Essa processão aqui mesmo, viu? Muita gente ali dentro. E agora a gente vem aqui para esse de circulação. Ali no fundo tem um banheiro. Aqui também tem esse painel bonito. Olha esse painel muito bonito aqui que tem, né, na entrada do céu. Aqui também é uma outra área que o pessoal gosta muito de tirar foto. As pessoas vêm, tiram muita foto aqui. E muita gente também aproveita esse intervalo para ir lá ao banheiro, para lanchar, para tirar foto. Tem existem muitos lugares instagramáveis por aqui, né? O pessoal fica me vendo aqui falando pra câmera. E aqui ao lado ficam esses stands onde todo mundo também gosta de aproveitar para tirar essa foto aqui, ó. ao lado de Kardec, Jesus do Chico também. Tudo bem? >> Olá, tudo bom? Tudo bem com vocês? Tô aqui e a gente tá aqui num flash pra Web Fraternidade. Vem que falar comigo. Tudo bom? >> Tudo bom? >> Vou deixar esse, vou passar esse microfone para você. Como é que você
bom? Tudo bem com vocês? Tô aqui e a gente tá aqui num flash pra Web Fraternidade. Vem que falar comigo. Tudo bom? >> Tudo bom? >> Vou deixar esse, vou passar esse microfone para você. Como é que você chama? >> Karina. >> Karina, segura assim, Karina. Aí, >> Kina, você veio de onde? >> Eu vim de Belém do Pará. Nossa, de Belém, né? >> Nossa. É. >> E como tá sendo para você essa experiência? >> Ah, é maravilhoso. Sempre é, né? Muita luz, muita energia boa. Aham. >> Sempre. >> E como é o espiritismo lá em Belém? >> Ah, é bem bem bem. Eh, na verdade, nós somos do Centro Espírita de de Vila dos Cabanos, né, Lu Ismael. >> E nós sempre participamos de eventos, né? espírito é muito bom, é muito aprendizado e a gente leva toda essa energia boa pro nosso centro. >> Que bom, muito obrigado então por você tá aqui presente, tá com a gente, viu? >> Aproveite bastante aí, tá? Obrigada. >> Eu agradeço, tá? Muito obrigado. É isso aí, gente. Daqui a pouquinho eu volto com mais com mais participações aqui. Vamos circular um pouquinho ou não? Vou circular um pouquinho aqui então para vocês. Aqui tá o stand da web rádio Fraternidade. Aqui também, olha, tem vários standes. Daqui a pouco eu volto para para conversar com o pessoal dos instantes para ver o que que tem aqui, o que cada um trouxe. Livros, olha, muito artesanato também aqui. E os livros estão, né, nessas duas bancas centrais para vocês. Mais também livros aqui, mais obras espíritas. Deixa eu rodar aqui mais para que vocês possam ver. Claro que a gente vem a um congresso, qualquer congresso, né, que você vem a Minas, aí tem sempre um standinho, né, uma banquinha das delícias de Minas para você levar. Tá aqui, ó. Isso aqui é tem as mineridades. Oi, tudo bem? A gente tá aqui nessa transmissão pra web rádio fraternidade. Para você que tá aí também acompanhando o congresso. Rafael tá aqui, ó. Nessa aqui é a >> área reservada, né? Para que o pessoal possa autografar os livros. Rafael tá ali agora ali autografando. A Ana tá aqui também.
aí também acompanhando o congresso. Rafael tá aqui, ó. Nessa aqui é a >> área reservada, né? Para que o pessoal possa autografar os livros. Rafael tá ali agora ali autografando. A Ana tá aqui também. Será que eles falam com a gente um pouquinho ou não? >> Ah, para um para um escritor, né? Oi, tudo bem? A gente tá aqui pra web rádio fatilidade. Transmissão ao vivo é assim mesmo, né? No improviso. Deixa pro pro escritor, né? Pro escritor. Acho que esse deve ser um momento muito especial. A gente tá aqui no flash pra web rádio. Fala aqui rapidinho só como é que é isso pro escritor nesse momento. >> Não, esse momento é momento tenso porque a gente quer dar atenção para todo mundo correndo, mas também é muito gostoso que a gente recebe abraço, beijo, é bom demais. Vem para cá. >> É isso aí. Obrigado. Sucesso para você, tá? Você veio de onde? >> Eu vim de Belo Horizonte. >> De Belo Horizonte. >> Belo Horizonte. >> E tá levando um livro da Ana. Da >> autografado ainda, >> espalmente para ver a Ana também. Tá bom, tudo de bom, viu, gente? Obrigado. Tá, Rafael tá aqui também, ó. E aí, Rafa? Eu tô aqui no flash Rafa, pro pr pra web rádio, PR. Me fala como é que é esse momento para vocês de autografar. Pode segurar o microfone aqui assim, ó. A gente vai nesse ness nesse nessa linha do improviso. >> Olha, eu quero parabenizar o Web Rádio Fraternidade, cumprimentar a todos que estão aqui no céu e dizer para mim que muito mais do que um autógrafo, é um momento de cumprimentar as pessoas. dizer que elas são importantes, acolher, que é momentos de troca e desejar que todos sejam abençoados por Jesus. Beijo grande, gente. Sigamos o nosso céu. Abraços. >> Um grande abraço. Obrigado, tá? Muito obrigado. Até mais. Tchau. Obrigado, gente. É isso. Daqui a pouquinho eu volto para mostrar mais coisas para vocês. Olha mais artesanato aqui. Olha como tá cheio, né, o lugar. Bom, tem mais, é porque tem o céu jovem para mostrar, tem outros pontos do céu para mostrar. Eu vou lá ver também como
is coisas para vocês. Olha mais artesanato aqui. Olha como tá cheio, né, o lugar. Bom, tem mais, é porque tem o céu jovem para mostrar, tem outros pontos do céu para mostrar. Eu vou lá ver também como é que tá a movimentação e depois eu volto então para mostrar para vocês, tá? Olha isso aqui, gente. Como é legal circular por aqui, né? As pessoas conversando. Tudo bem com vocês? Eu tô aqui pela web Rádio Fraternidade. Vocês vieram de onde? >> De Natal, Rio Grande do Norte. >> É, qual o seu nome? >> Dea. Mas eu sou de Caicó. >> Ah, de Caicó. Jeni também de Natal. >> Como é que tá sendo esse momento aqui para vocês? >> Maravilhoso. Essa é a minha segunda vez aqui no evento e pretendo vir a todos. >> Que legal para você >> também. Fantástico. E impactei com tudo que eu já vi até agora, >> tá? Sejam bem-vindas, tá? >> Muito obrigado. Então, tô aqui passeando, gente, pela pela web rádio Fraternidade aqui, conferindo todo mundo. Agora o negócio encheu aqui, viu? Olha isso, esse momento aqui para vocês. Tudo bem? >> Tudo bom? Olá, tudo bem? Oi, tudo bem com vocês? Ana >> maravilhosa. >> Tudo bem? >> Adorando. >> Me fala aqui então o que que vocês estão achando. >> Estou adorando. As expectativas são maiores ainda quando a gente chega aqui no ambiente. >> A Ana Ferreira veio de onde? de São Paulo, >> centrinho do estado de São Paulo, a cidade de Dourado. >> Olha, de Dourados. E você, você é dourado? >> É porque tem dourados em Mato Grosso, né? >> E a Tânia? >> Estou amando. É muito emocionante estar aqui. Eu falei, agora nós vimos o Chico, eu falei: "Pearece que ele tá olhando pra gente." É muito emocionante. É uma sensação, não sei nem descrever o que a gente sente. É, ontem eu falei com ela, nós choramos tanto e hoje ela chorou também. >> Já chorei um lençol. [risadas] Um cisco aqui no olho, gente. Alegria. >> Todo mundo da fila acabou também chorando. >> É, olha, muito obrigado, tá? Muito obrigado. Sejam bem-vindas aí. >> Nós aqui agradecemos, tá? Muito obrigado. >> É isso, gente. Daqui a pouquinho eu
. >> Todo mundo da fila acabou também chorando. >> É, olha, muito obrigado, tá? Muito obrigado. Sejam bem-vindas aí. >> Nós aqui agradecemos, tá? Muito obrigado. >> É isso, gente. Daqui a pouquinho eu volto com mais. >> Ah, gente, eu fiquei tão feliz aqui. Eu queria te agradecer, viu, Fabinho? Fab Castro é meu irmão e somando com a gente aqui. Eu tinha pedido para ele dar uma volta, correr aí nos espaços e trazer pra gente esse conteúdo. Vamos ver se à tarde a gente consegue trazer também eh um pouquinho do céu jovem, um pouquinho do cézinho para que você que tá aí do outro lado possa possa acompanhar. Eu não sei se o Marcelo fez alguma pincelada nos comentários, tem algumas os ouvintes escrevendo aí, né? Que legal, né? né, Marcelo? >> Pessoal tá participando bastante. Rubens até falaram tomar medicamento para para memória. Não sei por fizeram a brincadeira contigo, viu? >> Só por causa de esquecimento. Um pouquinho, né? >> Ah, gente, é porque é tanta coisa, a gente dorme tão pouco nesses dias que antecedem um evento, é tantos problemas, mas no final, graças a Deus, tudo dá certo, né? Então, a gente precisa eh perseverar o que a gente sempre diz. Quando a gente abraça um trabalho, a primeira coisa que a gente precisa colocar em mente é que o trabalho ele não pertence a nós. Nós somos um instrumento do auto para que aquilo se concretize. E aí a gente fica muito feliz quando vê e observa eh tudo isso acontecendo, tudo isso eh se tornando uma realidade. E a gente vai vendo essa concretização. Queria agradecer todo mundo que tá com a gente aqui, tá comentando, o pessoal que tá nos grupos. Olha o WhatsApp, eu não tô dando conta de olhar mais. >> Olha, Maria Aragon, área de Chicago. >> Olha que >> Chicago, nos Estados Unidos e um monte Brasil todo, o mundo inteiro conectado. >> Neste evento de luz Rubens. >> Que legal. Vou enfatizar que é muito, muito importante o seu joinha. seu joinha, seja aqui no no canal da rádio, seja eh você acompanhando em outro canal parceiro, é fundamental
ento de luz Rubens. >> Que legal. Vou enfatizar que é muito, muito importante o seu joinha. seu joinha, seja aqui no no canal da rádio, seja eh você acompanhando em outro canal parceiro, é fundamental dar o joinha. Eu vou até falar o seguinte, você tá acompanhando no canal, você vai lá, dá um joinha, entra no outro canal, fica lá um pouquinho, dá o joinha. Por quê? Porque a gente vai fortalecendo essa rede que tem o propósito de espalhar essa mensagem consoladora. Você tá acompanhando a gente pela rádio, que que você pode fazer? Dá um tempinho lá na rádio e vai lá e faz o trabalho que você eh esse que eu falei. Vai lá, acessa o site, dá o seu joinha, faz com que esse conteúdo possa ser espalhado pelo mundo afora. E a gente tem muita coisa para acontecer hoje à tarde ainda, como o Marcelo tava falando, mas ele parou no intervalo. Aí depois que que a gente tem quando começa a noite? >> Vamos lá. Eu parei aqui na Samia, na Samia Word. >> E depois >> aí depois a Nina. >> Ah, tem um intervalo. >> Tem um intervalo. Tem um intervalo da 16 a 16 55 minutos de intervalo. Estaremos aqui >> todos nós >> às 17 horas. A Marina Leal Costa que é a Nina. Tema: Trabalhadores da última hora, o mundo regenerado já se opera. Sigamos servindo. E o bloco da noite a partir das 18 horas, Maurício Keller que deu toda essa palha pra gente aqui. Não tem palavras maravilhoso. >> E aí depois Maurício >> a 19:10, nosso querido irmão Aroldo Dutra Dias com o tema Jesus sol da eternidade, o amor que liberta e conduz. >> Muito legal. Então você vê, segundo dia intenso. Então a gente vai est no intervalo da tarde também aqui. A gente vai abrir que hora que a gente volta? Acho que a gente volta do intervalo >> logo após o almoço. Acredita. É isso mesmo. A gente vai voltar uma porque a gente vai passar daqui a pouquinho lá pro salão porque tem a retomada das atividades. Aí a gente volta para cá para encerrar a parte da manhã, faz esse breve momento aqui com você e voltamos à tarde também para abrir a transmissão
inho lá pro salão porque tem a retomada das atividades. Aí a gente volta para cá para encerrar a parte da manhã, faz esse breve momento aqui com você e voltamos à tarde também para abrir a transmissão e ter esse momento muito aconchegante com você internauta espalhado pelo Brasil e pelo mundo. Eu queria enfatizar mais uma vez que o trabalho de divulgação espírita precisa sempre de ajuda. Então, se você puder, se você tiver condição, seja um colaborador, uma pessoa que ajude, ajude a rádio Fraternidade, a ajude a FEB TV, ajude a Rede Amigo Espírita R ou qualquer coisa, ajude. Por quê? para que a gente possa construir estruturas para poder levar esse espiritismo a mais lugares, compartilhar a esperança a mais lugares. Então assim, se você puder fazer isso, adquirir um livro, né, é muito importante. E a gente vai tentar ajeitar aqui, viu, Marcelo? Porque o Jorge Alará, eh, e a editora, eles estão lançando aqui no Congresso o primeiro livro da série Pinga Fogo. E a gente vai tentar trazer o Jorge pra gente bater um papo aqui no estúdio hoje ou amanhã, compartilhando um pouquinho, trazendo o livro para que você possa ter contato e se interar um pouco mais eh desse material que foi produzido a partir do trabalho feito no Pingafuga. É o primeiro livro de uma série. Custou sair, custou a nascer, mas ficou lindo. Tá muito bonito mesmo. Os temas são muito importantes, perguntas e respostas que vão esclarecer muita gente. Mas e aí, Marcelo, >> quantas edições até hoje do Pingafogo, Rubens? Olha aqui, ó. >> Mexer na sua memória. >> Três. São nós estamos chegando quase a 300. 297. >> 300. >> 297. >> Olha só, >> vamos para 300. Segunda-feira 298, depois 299, depois 300. É cansativo, mas é bom a gente poder ter esse momento de tirar dúvida com os nossos internautas, com os nossos amigos. Guilherme, se tiver alguma coisa de lá, você dá o toque, se tiver para começar tal, né? Mas a gente vai segurando aqui, ainda informando para você que nós hoje às 19 horas antes da palestra do Aroldo, nós vamos fazer um
alguma coisa de lá, você dá o toque, se tiver para começar tal, né? Mas a gente vai segurando aqui, ainda informando para você que nós hoje às 19 horas antes da palestra do Aroldo, nós vamos fazer um lançamento do nosso 10o céu, o 10º Congresso Espírita de Uberlândia. O tema tá lindo, tá lindo. Eu acho que vocês vão gostar. E a gente vai ter também junto com o lançamento um lote especial de inscrições para serem feitas nesse período do Congresso. Então é um valor eh menor e na verdade a gente não queria nem cobrar nada, mas não tem jeito de fazer, viu gente? a gente já tentou, não tem jeito. Então, a gente precisa da ajuda de vocês para materializar isso tudo que vocês estão tendo oportunidade de acompanhar, quem tá aqui e quem tá do lado daí assistindo, ouvindo, tudo isso aqui só é possível fazer. Por exemplo, nós estamos nessa estrutura de estúdio. Esses microfones, esse microfone que nós estamos usando aqui é caríssimo. É caríssimo. Os equipamentos que estão aqui caríssimos. Mas a estrutura montada não é só aqui. Lá no salão tem uma estrutura muito maior montada para o quê? Para fazer o registro, para fazer a gravação e para fazer a transmissão para você. Nós temos um outro estúdio montado onde o pessoal tá gravando com os expositores, produzindo material que vai ser veiculado depois aqui, né? né? Vai ser compartilhado. Nós temos o registro lá no Czinho, temos outra equipe montada lá com equipamentos, com conteúdo sendo produzido pra gente depois compartilhar. É o conteúdo produzido no céu, jovem. Então assim, tudo isso demanda recursos e a gente precisa da ajuda de todos vocês dentro da possibilidade de cada um, dentro da possibilidade de cada um, seja ajudando a gente aqui, seja ajudando o trabalho da FEB TV, seja ajudando o trabalho da Rede Amigo Espírita, dos outros canais parceiros que estão conosco, enfim, é a gente dá as mãos para um propósito maior, que é o propósito do amor, que é o propósito do bem. Cada um fazendo o seu trabalho de forma fraterna, porque quem nos conduz,
s que estão conosco, enfim, é a gente dá as mãos para um propósito maior, que é o propósito do amor, que é o propósito do bem. Cada um fazendo o seu trabalho de forma fraterna, porque quem nos conduz, ó, vai até rimar, hein? Quem nos conduz é Jesus. >> Quem nos conduz é Jesus sempre, >> né? Então assim, sempre buscando a fazer fazer para vocês eh o melhor. Tem um comentário aí, deixa eu ver aqui. Oportunidade bendita para nos conectarmos com a espiritualidade maior por meio da mensagem do Cristo. Muito grata assistindo de Uberlândia. Ô El, muito obrigado pela sua pelo seu comentário, viu? aqui conosco aí no YouTube. Eu queria também lembrar que nós vamos ter amanhã também uma atividade intensa, né? Intensa com os nossos amigos. E tem, ó, Moci Camargo, depois tem quem? Simão, não é? Simão Pedro, >> tem Jorge Godinho, depois tem >> Vittor Hugo, intervalo, depois Víor Hugo Menino, >> aí depois tem aquela coisa mais fofa que a os jovens e as crianças no palco cantando pra gente, compartilhando conosco esse esse conteúdo fantástico que eles produziram lá na Czinho e no C jovem. Eles fizeram música, rapaz. É, >> fizeram música. >> É, tem música. especial para ser apresentada. Aí a gente vai ver o resultado com as crianças e com os jovens lá no palco. Mas depois tem o quê? La Cordeia a partir das 14:50. Depois tem um antes do intervalo, né? >> Aham. >> Aí após o intervalo La Cordé, >> eu lá >> intervalo novamente encerramento com o nosso Jorge Elarrafa. E aí ninguém vai embora porque acabou a palestra do Jorge. Nós vamos trazer algumas palavras, nós vamos ter a prece, mas logo após a prece final, a surpresa. A surpresa eu não posso falar porque senão não é surpresa, né? >> Então, ninguém aqui sabe, nem o Marcelo sabe, >> eu sei, >> nem o Guilherme sabe, só eu sei aqui nesse momento no estúdio. E é divina, mas assim, e quem tá ajudando a organizar essa surpresa, mas eu acho que vai tocar o coração de quem tá aqui e de quem tá do outro lado ouvindo e acompanhando. Nada lá ainda, nada. Eh,
io. E é divina, mas assim, e quem tá ajudando a organizar essa surpresa, mas eu acho que vai tocar o coração de quem tá aqui e de quem tá do outro lado ouvindo e acompanhando. Nada lá ainda, nada. Eh, mas esse pessoal é custoso, né? Mas, ó, gente, deixa eu aproveitar também e dizer para você que nós colocamos no canal do YouTube da rádio hoje aquela homenagem que nós fizemos para Edivaldo Franco. Eu podia até ter te passado, né, Guilherme, pra gente tocar aqui, né, no próximo bloco a gente vai fazer isso, né? É, Rumis, você não pensa, né? Mas é que a gente tá enferrujado ainda para fazer esse negócio aqui, né? Mas a gente vai ver se também traz essa homenagem que a gente fez pro Divaldo Franco ontem. E você que tá, se você quiser, só entrar aí no site, no YouTube da rádio, quem não tá, tá acompanhando em áudio, ou se você tá aí no YouTube, depois você entra lá, nós temos lá dentro da playlist que foi criada pro pro Congresso Espírita. Nós já temos postado lá o vídeo em homenagem a Edivaldo Franco que a gente fez e que foi apresentado ontem, onde em 2019 nós tivemos a grata alegria de ter ele aqui com a gente e no final ouvirmos o Dr. Bezerra de Menezes trazer uma mensagem muito linda e que tocou aos nossos corações. Quer falar um pouco? >> Foi ótimo. Rub ontem total 2019. Divaldo na palestra e depois na prece final com a psicofonia do Dr. Beder de Menezes. >> É, foi um momento que a gente tava comemorando o aniversário da rádio. Eu lembro que a gente tinha marcado com o Divaldo para 2020 de novo, né? Mas ele por problemas de saúde ele não poôde estar aqui, como também não poôde estar em vários outros eventos espíritas. >> Ah, foi a pandemia logo 2019. É a pandemia, né? É, é verdade. Aí nós tivemos 2020, nós nós tínhamos em 2020 ainda o Congresso que foi >> mas ele não poôde vi em função do problema de saúde e aí depois >> da coluna. >> É. E aí depois ele ele não conseguia eh conseguiu ir em vários outros vários outros eventos. E entendendo, eu lembro que a gente conversou, trocou mensagem,
blema de saúde e aí depois >> da coluna. >> É. E aí depois ele ele não conseguia eh conseguiu ir em vários outros vários outros eventos. E entendendo, eu lembro que a gente conversou, trocou mensagem, trocou e-mails, como ele dizia, e ele pediu mil desculpas. ele nos ligou também informando que em função de uma questão de saúde ele não conseguiria tá conosco. Mas o mais importante é que a gente tem hoje um rico acervo do nosso querido Divaldo, que inclusive você que tá nos acompanhando pode ajudar. O trabalho da mansão do caminho sempre precisa da ajuda. É só você entrar lá e poder ajudar. Vamos, pode poder ir para lá, então vamos, vamos lá pr pra sequência do trabalho de hoje. A gente volta daqui a pouco. >> da >> bom pessoal, vamos nos acomodando >> agora que já tomamos aquele cafezinho, comemos o pão de queijo gostoso das Minas Gerais, visitamos os standes, nós vamos dar sequência ao nosso evento. E agora nós iremos convidar a expositora Larissa Chaves, que irá subir ao palco e proferir em 50 minutos a quinta palestra do evento. A Larissa também é a primeira vez que está vindo ao céu. Seja muito bem-vinda, Larissa. A web rádio Fraternidade apresenta. Deixar, deixar. Posso usar esse microfone? Esse ou esse você sentir melhor. >> Larissa Chaves no nono congresso espírita de Uberlândia com a apresentação do tema quem quiser salvar a sua [música] vida, perdê-la há. Mas quem perder a sua vida por minha causa, encontrá-la há. >> Bom dia. >> Bom dia a todos. Bom dia. >> É com muita alegria, com muita gratidão a toda a organização, em especial ao Rubens, a Divina, que nós nos encontramos aqui hoje nessa manhã. Eu já acompanho o céu pela internet há muitos anos e é uma honra estar aqui nesse palco. O tema que eu vou conversar com vocês aqui nesses breves minutos, graças a Deus nem começou a contar ainda, então eu tô no crédito. Não é exatamente esse que foi apresentado, não. verdade é um um pouquinho mais difícil, porque o tema que me foi reservado e que inicialmente era nossa queridíssima
ntar ainda, então eu tô no crédito. Não é exatamente esse que foi apresentado, não. verdade é um um pouquinho mais difícil, porque o tema que me foi reservado e que inicialmente era nossa queridíssima Sandra Borba que estaria aqui e eu peço uma salva de palmas para ela. [aplausos] Então é uma honra ainda maior ter sido convocada para subir no momento que a Sandra Borba estaria aqui. Eu sou uma grande admiradora do trabalho dela e tenho certeza que ela estaria muito melhor preparada para abordar um tema tão delicado, porque nós falaremos sobre o amor. Mas aí o pessoal da organização quis incrementar porque eles pensavam que era a Sandra Borba. Então eles propuseram a importância do amor em tempos de ódio e polarização. Senti um suspiro aí de vocês. Foi a mesma coisa que eu fiz quando eu vi o tema. E para que a gente comece então essa conversa, porque agora o tempo começou a correr de verdade, primeiro eu quero fazer uma pesquisa e eu vou precisar que vocês participem levantando a mão ou não na hora que eu fizer a pergunta, mas acima de tudo que vocês sejam muito sinceros. Afinal vocês estão onde? >> No céu. OK. Eu já fiz essa pesquisa em vários centros espíritas e hoje a gente tem um quórum aqui muito interessante. Então, por favor, me ajudem nessa pesquisa, porque eu tenho uma palestra A e uma palestra B e vai depender da resposta de vocês qual a palestra que eu vou fazer, combinado? Então, a primeira pergunta é a mais fácil. E com a imagem do nosso mestre Jesus aqui. Essa imagem animada é a coisa mais extraordinária. Quando eu percebi, eu tomei até um susto. Eu falei: "Será que sou só eu que tô vendo, né?" A primeira pergunta, eu acho que eu já sei a resposta, mas eu não gosto de subentender nada. Então eu vou perguntar. Meus amigos, minhas amigas, se vocês tivessem a oportunidade de estar reencarnados pertinho fisicamente do nosso mestre Jesus, falasse assim: "Forma uma fila". Tá, a gente tá lá no plano espiritual, forma uma fila. Quem gostaria de reencarnar contemporâneo? Jesus vai
ar reencarnados pertinho fisicamente do nosso mestre Jesus, falasse assim: "Forma uma fila". Tá, a gente tá lá no plano espiritual, forma uma fila. Quem gostaria de reencarnar contemporâneo? Jesus vai voltar. Quem gostaria de reencarnar contemporâneo ao nosso mestre Jesus? Por favor, levanta a mão. Quem pegaria essa fila? Olha que eu enxergo bem. Se alguém não levantar a mão, eu vou perceber. Podem baixar as mãos. Muito obrigada. Eu acho que se todo mundo, viu, Rubens? Eu acho que a maioria levantou. Eu diria 99,9 dízima periódica. Aí agora que vem a parte difícil. Essa parte vocês perceberam que foi fácil, né? Tá bom. Agora vem a parte difícil. Estamos lá no plano espiritual ainda. Vocês pegaram essa fila e aí a pessoa que tá na organização disse assim: "Agora nós formaremos duas novas filas. Fica de um lado. Como eu tô falando em polarização, eu vou evitar falar direita e esquerda. Posso ser mal compreendida. falarei: "Fica de um lado, fica do outro lado, que é que nem minha mãe quando tá me ensinando o caminho para algum lugar, ela não sabe direito, direita, esquerda, ela fala para lá, para cá". Então, vou falar um lado e outro lado. De um lado vai ficar aqueles que gostariam de reencarnar num planeta regenerado, num planeta onde o bem já predomina sobre o mal. Nesse planeta, a gente já não passa pelas dores, os padecimentos, as doenças da mesma forma. É um paradigma que provavelmente vocês habitantes da Terra não entenderam direito ainda, só aqui cognitivamente. Quem desejar ficar nesse planeta, reencarnar nesse planeta, fica aqui. E aí tem uma outra fila desse outro lado, que são aqueles que desejam reencarnar num planeta de provas e expiações. Um planeta onde ainda há muita maldade, iniquidade, mentira, doença, separatividade. mesmo naqueles que a gente olha e fala assim: "Nossa, esse palestrante parece tão bonzinho, tão iluminado, se você olhar de pertinho, conviver, passar uma semana na casa do palestrante, provavelmente você derruba ele do pedestal que você mesmo colocou, porque
palestrante parece tão bonzinho, tão iluminado, se você olhar de pertinho, conviver, passar uma semana na casa do palestrante, provavelmente você derruba ele do pedestal que você mesmo colocou, porque há joio e trigo tudo misturado. E aqueles que são chamados para trabalhar são os mais necessitados. Então fica desse lado aqui quem quer reencarnar nesse planeta que tem muito sofrimento, que tem guerra, injustiças do ponto de vista material, mas não injustiçados. Quem gostaria de reencarnar nesse planeta regenerado, por favor, levanta a mão. É para falar a verdade, pessoal. Tem um sensor aqui que o Rubens instalou que detecta. Podem abaixar as mãos. Muito obrigado. Agora, agora que eu quero ver a verdade verdadeira. levanta a mão quem por livre espontânea vontade vai reencarnar nesse lado aqui, num planeta de provas e expiações. O anjo da guarda de você está vendo tudo. Muito obrigada. Muito obrigada, meus amigos. Quando eu me tornei espírita, eu tinha muita pressa. Eu tinha 14 anos, vinha de um berço católico, tinha muitas dúvidas, mas acima de tudo eu tinha muita pressa. E sabe qual era a raiz da minha pressa? Eu queria evoluir bem depressa para deixar esse povo pouco evoluído, problemático para trás e seguir com os espíritos evoluídos. Então, quando eu estava na minha casa espírita, a primeira desilusão que eu sofri é que no início, 14 anos, chegando na juventude espírita, vocês viram Luziane aqui ontem, né? Morram de inveja, minha evangelizadora. Hoje minha grande amiga, inclusive ela tá muito chateada porque agora ela tá lá com os jovens e ela queria estar aqui porque ela é muita minha amiga. Meus amigos, quando eu cheguei na juventude, eu falava assim: "Aqui é esse lugar". Eu achava que eu já tava num planeta regenerado, todo mundo me chamando de irmã, todo mundo muito carinhoso, aquela amorosidade toda, todo mundo um pouquinho mais paciente, um pouquinho mais caridoso. E aí eu queria evoluir depressa para viver isso de uma forma perene, para não precisar voltar paraas coisas
aquela amorosidade toda, todo mundo um pouquinho mais paciente, um pouquinho mais caridoso. E aí eu queria evoluir depressa para viver isso de uma forma perene, para não precisar voltar paraas coisas do mundo. Teve uma época inclusive que tio Edilton, coordenador da juventude espírita Nina Aroeira, ele falou assim: "Larissa, minha filha, você tá vindo pra casa espírita porque você quer mesmo ou você tá fugindo de alguma coisa? Porque eu ia terça, quinta, sábado, domingo e se alguém falasse, tem uma atividade, eu levantava a mão, não sabia nem o que que era. E era uma certa fuga, porque lá na mansão do caminho, lá na juventude espírita ninaroeira, eu me sentia nesse mundo regenerado. Aí corta pra parte dois, que é quando a gente sai do lugar de simples visitante da casa espírita. E a gente tenta pelo menos se tornar trabalhador. Aí vocês estão aqui, né? Os trabalhadores estão aqui. Algumas coisas mudam porque nós temos acesso aos bastidores e tudo, meus amigos, tudo tem bastidor. Os contextos mais bonitos que vocês possam vislumbrar, as casas espíritas mais organizadas, mais caridosas, tudo tem bastidor, porque a gente tá num planeta de provas e expiações. Nós somos espíritos ainda muito imperfeitos. E aí eu fui me desiludindo, mas há uma frase incrível de Emanuel que diz: "A desilusão é o aparecimento da verdade". Então eu fui saindo desse estado fantasioso de achar que podia viver naquela bolha de todo mundo é meu amigo, todo mundo é maravilhoso e fui entendendo que a realidade é um pouco mais complexa do que isso. E é sobre a complexidade dessa realidade que eu gostaria de conversar com vocês. Leon Deni no livro Problema do Ser, do destino e da dor, já no fizinho do livro, quando ele vai falar das potências da alma e ele vai falar no final do amor e logo na sequência da dor. Ele explora esse tema de uma forma magnífica, porque ele começa o texto dizendo assim: "Na terra a gente costuma achar que o amor é esse sentimento entre duas criaturas que a gente assiste nas
da dor. Ele explora esse tema de uma forma magnífica, porque ele começa o texto dizendo assim: "Na terra a gente costuma achar que o amor é esse sentimento entre duas criaturas que a gente assiste nas comédias românticas. Eu adoro. Inclusive, vocês percebem que eu gosto de uma fantasia, né? Pois bem, Leonin nos traz a realidade e ele diz: "O amor é isso, mas não só isso, porque o amor, em verdade é uma fagulha que foi colocada na criatura humana, em toda criatura humana, mesmo antes de chegarmos à fase ominal, desde a nossa criação, essa fagulha divina já estava em nós, assim como soprou a vitalidade, Deus nos permitiu também ser portadores dessa fagulha que se apresenta inicialmente numa outra metáfora, utilizada dessa vez por Joana de Ângeles no livro Garimpo de Amor, como uma espécie de diamante que possui uma ganga em volta. Eu não entendo nada de diamante. E seria muito provável que se eu estivesse andando por um riacho, pelo leito de um rio e houvesse ali uma pedra com potencial de brilho, eu nem conseguisse distinguir o que que é uma pedra qualquer do que que é um diamante ou um possível diamante. Só olhares mais treinados diante da ganga que tira o brilho do diamante conseguem olhar para aquela pedra e identificar que ali é um diamante. Ali já é um diamante. Mesmo que ainda não esteja brilhando, mesmo que ainda não se pareça com um diamante, já é um diamante. Assim somos todos nós. Não a parte do diamante já fuguroso, mas a parte da ganga que envolve o diamante. E por isso, quando um olha pro outro, a gente enxerga muito mais a ganga, os defeitos, as dificuldades. Quando Jesus pisou na terra, caminhou entre os homens e olhava nos olhos de cada criatura como especialista de alma humana, ele já enxergava em Saulo Paulo. Ele já enxergava em Maria de Magdala corrompida a mulher que muito amaria, porque já era diamante. Era preciso um processo de lapidação, um trabalho para que aquela fagulha divina que existe no coração de toda criatura humana possa expandir-se cada vez mais.
ue muito amaria, porque já era diamante. Era preciso um processo de lapidação, um trabalho para que aquela fagulha divina que existe no coração de toda criatura humana possa expandir-se cada vez mais. E Leandeni vai nos explicar que o amor ele vai se transformando com o passar dos séculos, conforme a gente migra entre os reinos. E depois na fase ominal, o nosso amor, essa fagulha, ela se transforma em qualidade e também se expande. Ou seja, o nosso raio de ação, o nosso raio de alcance se transforma. É por isso que todos aqueles que tiveram a oportunidade de conhecer criaturas que muito amaram, por exemplo, nosso querido Francisco Cândido Xavier, por vocês acham que as pessoas que tiveram a oportunidade de conhecer o Chico falam que à distância percebiam que o Chico estava chegando? Existem inúmeros relatos, relatos inclusive sobre um cheiro de rosas e a gente atribui tudo à mediunidade. A gente acha que tudo e muita coisa certamente o é, mas achamos que tudo tem a ver com efeitos físicos. Mas o que Leonta é a criatura que já desenvolveu o amor, aquele cuja fagulha já se expandiu como um fogarel, as pessoas começam a sentir a expansão desse sentimento. Estar ao lado dessa pessoa é captar de alguma forma essa amorosidade, como se fosse um Wi-Fi. e a gente então captasse ali-fi, o campo daquela pessoa. Então, no início dessa trajetória, ainda como fagulha, ainda como esse diamante sem brilho, o amor se apresenta de uma determinada forma, pensando a gente aqui na fase ominal. E aí a gente consegue identificar isso no nosso cotidiano. Parem para pensar por um instante. Quem são as pessoas que vocês verdadeiramente amam? Em geral, o pronome do início começa com meu, minha, no máximo nosso ou nossos, não é verdade? Isso fala de uma determinada etapa do processo evolutivo, que já é conquista, tá? Que já é conquista. Amar os nossos ou meu já é conquista. Mas é importante que saibamos, esse ainda é o início da trajetória, o amor que nós conhecemos aqui na Terra. E se nós pegássemos como parâmetro o
já é conquista. Amar os nossos ou meu já é conquista. Mas é importante que saibamos, esse ainda é o início da trajetória, o amor que nós conhecemos aqui na Terra. E se nós pegássemos como parâmetro o amor maternal do qual tanto falamos, que já é um parâmetro que muitas criaturas reencarnadas nessa existência não terão oportunidade de sentir, de experimentar, mesmo que experimentem a maternidade, porque já é um avanço realmente amar os seus filhos, já é um avanço realmente experimentar a abnegação, o sacrifício, que é o grande convite da maternidade. E é uma coisa muito louca, porque eu tenho três filhas e eu contava pro pessoal. Eu tava quarta, quinta e sexta contando as horas para estar aqui. E desculpa, não era só para encontrar vocês, não. Era para ter uma folga também. E aí a filha fazendo birra, gritando e eu pensando: "Mas esse fim de semana eu vou ter uma folga. Mas esse fim de semana eu vou ter uma folga." E aí a maternidade é uma coisa tão incrível que nas primeiras horas do voo, o que que a mãe faz durante toda aquela hora que não dá para entrar na internet, já tinha cansado de ler no aeroporto. Que que eu fiz, minha gente? Fiquei vendo foto das filhas. Isso é a maternidade. E quando a gente mal chega, o coração já aperta de saudade. Isso já é uma etapa importante. Nem todo mundo que experimenta a maternidade vai realmente experimentar esse amor, porque cada um de nós está numa etapa do processo. Mas é importante saber que isso que parece já tão sublime quando eu pude ver a minha filha Marina mais velha pela primeira vez e eu sempre achei que essa conversa de olhar o bebê e que fogos de artifício, eu sou para isso, tenho a fantasia, mas para isso eu sou bem racional, não sou muito emocionada. E eu falei assim: "Eu acho que comigo não vai ser assim". Na gravidez eu sofri muito e eu não estava ali muito conectada com a maternidade. E eu falei: "Eu acho que a minha história não vai ser bem essa." E a verdade é que aconteceu. Quando eu vi a Marina pela primeira vez, alguma coisa aconteceu que
ali muito conectada com a maternidade. E eu falei: "Eu acho que a minha história não vai ser bem essa." E a verdade é que aconteceu. Quando eu vi a Marina pela primeira vez, alguma coisa aconteceu que eu não sei explicar, que um amor que eu nunca tinha sentido por ninguém, nem mãe, nem pai, nem amigo, nem marido, ninguém. brotou e eu chorava copiosamente pela sensação, pelo prazer de experimentar aquele amor. E aí, olha que coisa interessante, isso que parece tão grandioso. Ainda é o início, são ainda lições iniciais do que nós poderemos um dia sentir, não apenas pelo meu, pela minha ou pelos nossos, mas por todas as criaturas. O dia em que nós nos chamaremos de irmãos, não por força de expressão, que é o que acontece muito. Conforme o ambiente, a gente muda o jeito de tratar. Estamos no ambiente religioso, meu irmão, minha irmã, meu querido, tá no ambiente profissional, a gente já se adequa. Mas chegará o dia em que nós sentiremos isso de verdade. E a prova de que esse dia chegará é o fato de que esse dia já chegou. Porque existem criaturas que já pisaram na terra, cujas biografias noticiam que assim sentiam, que assim viviam, que assim se portavam. E diz a filósofa Lúcia Helena Galvão, toda vez que a gente olha uma criatura que fez algo muito negativo e muito ruim, ela nos dá notícias de quão baixo nós poderemos descer. Todos nós temos essa potencialidade porque somos seres humanos. Mas quando alguém testemunha ato heróico, quando alguém faz algo que a gente diz: "Meu Deus, como alguém pode amar tanto? Como alguém pode se sacrificar tanto? Como alguém pode ser capaz de fazer isso?" Diz Lucielena. também é um lembrete de que qualquer um de nós poderá subir tão alto de que alguém, assim como a gente, ser humano, poderá repetir aquele mesmo feito. E nós temos vários registros na história de pessoas que assim fizeram. Jesus certamente é o nosso modelo e guia, mas ele não veio sozinho, não veio desacompanhado e nunca deixou de enviar outros que, assim como ele, expandiram esse
história de pessoas que assim fizeram. Jesus certamente é o nosso modelo e guia, mas ele não veio sozinho, não veio desacompanhado e nunca deixou de enviar outros que, assim como ele, expandiram esse potencial de amar. que assim como ele caminharam por esse caminho que ele nos convida a percorrer. Existe um trecho em que Leon Denid diz assim: "O maior poder da alma humana, e aí é a hora que vocês anotam, o maior poder da alma humana está em três verbos. Eu gosto de pensar nisso como um triângulo. Querer, saber, amar, querer, saber e amar. Então, toda a nossa trajetória evolutiva, tudo que a gente pode angarear aqui na Terra através das múltiplas existências está dentro desse triângulo. A gente vem e volta nessa peregrinação através das existências para saber querer de verdade. Essa potencialidade que a vontade, querer só realiza quem quer. Quem fala assim: "É, eu vou tentar, eu tô". Não vai fazer nada. Tem uma história que Divaldo já contou inúmeras vezes e eu acho bem interessante. Imagina a gente na hora ali do pouso, né? Imagina o piloto, comandante. Pessoal, se preparem que eu vou, eu estarei tentando. Que que aconteceria com a gente? Desespero, caos, nós vamos descer. E isso muda a forma que a gente se dispõe a pensar sobre os nossos objetivos está diretamente ligada com esse verbo que a gente utiliza. Não vou tentar, eu vou fazer. E isso está ligado ao querer. Um dos vértices desse triângulo apresentado por Leon Deni. O outro vértice, saber. E o terceiro e mais importante, amar. E eu gostaria nessa palestra de apresentar uma reflexão que eu fiz a partir disso, que tem tudo a ver com o nosso tema de hoje, que são as três distorções desses verbos. Então, vamos imaginar que a gente está aqui para querer, saber e amar. Esse é o nosso objetivo espiritual. E por que tem tanto ódio? E por que tem tanta polarização? E por que tem tanta treta nos grupos de WhatsApp? Por que que a gente não se entende na conversa, às vezes nem chega a conversar? Por que que há tanta dissidência?
io? E por que tem tanta polarização? E por que tem tanta treta nos grupos de WhatsApp? Por que que a gente não se entende na conversa, às vezes nem chega a conversar? Por que que há tanta dissidência? Por que nos apartamos com tanta facilidade? Porque viramos as costas com tanta facilidade? Porque nós distorcemos esses três verbos. E eu queria apresentar as três distorções, que são a chave explicativa que eu me propus a vislumbrar diante do tema de hoje. Qual seria a distorção do querer, meu povo? Qual seria o problema do querer? Se querer é bom, se querer é uma virtude, é um verbo importante, qual seria a distorção? querer ganhar sempre. O que é uma completa contradição da proposta de Jesus? Eu não sei se vocês sabem, mas o nosso modelo e guia perdeu. Perdeu aos olhos do mundo. Vocês já pararam para imaginar a cena? em que Jesus é preso. Vocês já pararam para imaginar a angústia dos discípulos de Jesus? Eu aprendi com Severino, hein? Discípulos, perceberam? Discípulos. Vocês já pararam para imaginar? Judas traz Jesus certo de que ele mostraria quem ele era, o poder dele. Meus amigos, imagina você acompanha um mestre e esse mestre na sua frente cura, cura inclusive a pele carcomida pela lepra, que hoje chamamos ranceníase. Caminha sobre as águas. acalma as tempestades. Alguém que parecia morto volta à vida. E de repente vem um grupinho de soldado romano. Quem poderia supor que ele se deixaria prisionar? Todos, por mais que Jesus estivesse ali anunciando tudo que aconteceria, entrava por um ouvido e saía pelo outro. E certamente eles imaginavam que Jesus nesse momento mostraria o seu poder, que Jesus ganharia. Essa era a expectativa de quem tava assistindo pertinho. E nós precisamos nos lembrar no mundo que convida o tempo inteiro a ganhar, ganhar, ganhar, ser produtivo, alta performance. Vencer, vencer, vencer, estar no topo. Mostra o seu sucesso. Mostra lá o carro que você ganhou para mostrar o seu status. Ganhar, ganhar, ganhar. Isso é o que Roma apresentava. Não, Jesus.
erformance. Vencer, vencer, vencer, estar no topo. Mostra o seu sucesso. Mostra lá o carro que você ganhou para mostrar o seu status. Ganhar, ganhar, ganhar. Isso é o que Roma apresentava. Não, Jesus. Jesus aos olhos do mundo, era tratado de forma pejorativa, como um carpinteiro, ofício que aprendeu com seu pai. Se Jesus tivesse vindo à Terra para mostrar o seu poder, imaginemos um governador planetário, The Chosen não seria possível, teria que ser feitos especiais, tipo Star Wars. Porque se Jesus viesse à Terra mostrar o poder dele, caminhar sobre as águas seria pouca coisa. Não foi essa a mensagem. Não é esse o querer que Jesus nos propõe. É um outro querer. É utilizar a sua vontade para um outro propósito, que é esse que o Severino apresentou aqui. Espiritualizar a matéria não é vencer na matéria. Ou como diria Amélia Rodriguez, vencer no mundo sem ser do mundo. Mas existe a segunda distorção que está relacionada ao saber. Como é que a gente pode distorcer algo tão bonito quanto o conhecimento, quanto a proposta de saber cada vez mais? Nós queremos estar sempre certos. Tem uma pergunta que dizia assim: "Vocês já escutaram? Com certeza. Você quer ser feliz ou está certo?" Eu em silêncio, meu ladinho rebelde diz assim: "Como eu serei feliz sem estar certa? Como eu terei paz sem ter razão?" E aí na hora que eu discordo do esposo, em voz alta eu não digo nada, mas olha como o nosso orgulho é sorrateiro, porque a gente pode levar um banquinho invisível, subir nesse banquinho do orgulho e mesmo em silêncio, dizer aqui na nossa cabeça, mas eu sei que eu tô certa, eu não vou nem discutir porque ele não vai alcançar meu entendimento. O que que é isso? Senão uma distorção da virtude do verbo saber. Porque nós queremos ter razão sempre estar certo e sempre. E um dos trechos que eu mais gosto do nosso querido Allan Kardec é numa entrevista quando perguntam para ele numa discussão entre duas pessoas que discordam, que t entendimentos diferentes, de que lado você se posicionaria?
mais gosto do nosso querido Allan Kardec é numa entrevista quando perguntam para ele numa discussão entre duas pessoas que discordam, que t entendimentos diferentes, de que lado você se posicionaria? E quando eu li isso pela primeira vez, eu já tinha uma resposta de antemão na minha cabeça. Eu falei: "Ah, Kardec tão racional, não é mesmo? Tão amante do saber, do conhecimento. Aquele mesmo que nos disse que nós poderíamos ignorar verdades, que seria melhor do que admitir uma mentira?" Surpreendentemente, Kardec responde: "Ao lado daquele que agisse com maior caridade, que é o mesmo que dizer, com maior amor, com maior benevolência, respeito na discussão. E seria bom que nós espíritas imprimísssemos. faz um print ou pinta na parede, porque a gente precisa lembrar disso, porque mesmo na hora que a gente discute ideias e nós podemos discutir e discordar, nunca foi uma proposta de todo mundo pensar igual. Essa não era a proposta de Jesus e essa não é a proposta de Allan Kardec. Não é a proposta do consolador prometido, do espírito de verdade. Nós podemos discordar. Cada um tá vendo de um ponto diferente. Se essa multidão no final foi entrevistada e perguntada o que que a Larissa falou na palestra, tem 2000 palestras diferente aqui. Inclusive, às vezes acontece, alguém vem falar comigo assim, Larissa, aquele negócio que você falou, aí a pessoa fala e eu falo: "Eu não falei isso não. Aqui na mente, né?" E eu: "Aham. E eu nunca falei aquilo ou eu acho que eu não falei, mas o outro ouviu porque é isso que acontece o tempo inteiro. Os ruídos já estão dados. O tempo inteiro a gente escuta filtrando com as caixinhas que já estão na nossa cabeça. Portanto, a gente pode discordar, a gente pode divergir, diz Allan Kardec mais uma vez agora no início da publicação da revista espírita, lá em janeiro de 1858. discutiremos, porque a proposta era de uma tribuna livre, a revista espírita, mas não disputaremos. Isso é o saber com amor, com caridade. Nós podemos discutir, discordar, mas se for o ódio
o de 1858. discutiremos, porque a proposta era de uma tribuna livre, a revista espírita, mas não disputaremos. Isso é o saber com amor, com caridade. Nós podemos discutir, discordar, mas se for o ódio que estiver balizando essa conversa, ninguém vai se escutar, ninguém vai se ouvir, porque a gente quer ganhar, a gente quer vencer o outro. A gente não tá trabalhando pela verdade. Estamos trabalhando a serviço de nós mesmos, do nosso desejo de saber tudo, ter razão, ganhar. E aí a gente destrói pelo caminho, destrói inclusive coisas que não fomos nós que construímos. Porque para que nós estivéssemos aqui hoje reunidos com tranquilidade. Alguém precisou por acaso entrar infiltrado aqui? Alguém precisou por acaso de um disfarce? Não é simples, né? A gente vem, pode falar abertamente que tá vindo para um congresso espírita, não precisa ter vergonha disso. Mas quantos corações, quantos corações trabalharam essa estrada que nós agora percorremos com tranquilidade? Então, nós precisamos ter muito respeito, muito cuidado em não destruir o que não foi nem a gente que construiu. E quando nós deixamos o ódio se infiltrar nas nossas casas espíritas, nas nossas falas, nas nossas discussões, nós fazemos exatamente o oposto do que foi apregoado em vida por Jesus e do que foi organizado, sistematizado por Allan Kardec. E por fim, qual seria então a distorção do amar? Como é que a gente pode distorcer o amar? Sabe como a gente faz isso? Quando ao invés de amar, nós buscamos ser amados, admirados. Então, nós abrimos mão da verdade porque queremos caber em determinados grupos, porque queremos ser chamados para determinados contextos, porque queremos que a visão que existe a respeito da gente permaneça intacta. Só que aquele que nós seguimos, se nos dizemos cristãos, é alguém que foi traído, negado. É alguém que deixou de ser amado por aqueles que ele curou, por aqueles que ele auxiliou, mas que nunca deixou de amar. Porque o verbo é amar. amar, querer, saber. Então, muito cuidado, meus amigos, com
alguém que deixou de ser amado por aqueles que ele curou, por aqueles que ele auxiliou, mas que nunca deixou de amar. Porque o verbo é amar. amar, querer, saber. Então, muito cuidado, meus amigos, com essas distorções que nos levam ao ódio, à sisânia, à separatividade, a querer ganhar no mundo, estar sempre certos e ser admirados. Essas são as cascas de banana que facilmente nós caímos pela nossa fragilidade. E na última etapa da nossa fala, para mim, eu comecei a falar agora, já tenho só 14 minutos aqui. A última etapa eu gostaria de falar para vocês, voltando à gradação do amor, que é também uma gradação do nosso querer, uma gradação do nosso saber e uma gradação do nosso amar. Conforme nós vamos expandindo essa fagulha, expandindo o alcance desse sentimento nobre que vai se desenvolvendo, nós vamos também acessando outras facetas do amor. E eu gostaria de falar de uma que eu acessei recentemente. Eu disse para vocês que conhecia esse amor maternal com a minha primeira filha, redescobri esse amor maternal. com as minhas duas filhas gêmeas. E na minha cabeça, nessa existência, eu já havia conhecido o máximo que eu poderia amar. Por quê? O que mais uma mãe pode vislumbrar num planeta de provas e expiações em termos de amor, senão a própria maternidade? Concordam? E aí, em novembro de 2025, que já está no ano passado, eu realizei um sonho, um sonho que eu já carregava no meu coração há 10 anos, um sonho de conhecer, de visitar presencialmente um dos projetos da fraternidade sem fronteiras. E o que eu escolhi foi no Malaui, o projeto Nação Ubunto, conhecer a realidade do campo de refugiados de Desaleca. Levanta a mão, por favor, quem aqui já foi ao Malaui, por favor. OK. Obrigada, meus amigos. O Malaui está entre os cinco países mais pobres do mundo. Essa é uma informação muito importante. Fica no continente africano. Por mais que muitas vezes as pessoas falem da África como se só existisse ali miséria e pobreza, existem lugares no continente africano, países muito ricos.
to importante. Fica no continente africano. Por mais que muitas vezes as pessoas falem da África como se só existisse ali miséria e pobreza, existem lugares no continente africano, países muito ricos. Existe inclusive uma desigualdade social, uma má distribuição de renda como essa que nós também conhecemos aqui no Brasil, mas num outro grau. Mas existe um nível de miséria que mesmo as pessoas que aqui no Brasil já visitaram projetos sociais, como eu sempre participei lá na mansão do caminho, num trabalho chamado sindicância, eu me deparei com uma das cenas mais difíceis que eu já havia visto e eu não imaginava poder ver algo além daquilo. Porque em plena cidade de Salvador, eu já visitei uma família que a mãe estava ali cozinhando em plena capital da Bahia. Ela estava cozinhando água com pedaços de papelão para matar a fome. Esse é um registro que eu nunca vou esquecer. Então, quando eu viajei na caravana em novembro, novembro próximo, eu viajei como quem se acha com coração preparado. Eu não viajei iludida como alguém que nunca conheceu a miséria. Eu nunca vivia a miséria, mas eu já vi cenários muito desafiadores. Mas existe uma realidade muito específica dessa região, que é a seguinte: o Malaui recebe refugiados. Vários países não recebem. O Malawi recebe. Quem são esses refugiados? São pessoas que tiveram que sair, que se deslocar, que fugir do seu país, da sua terra, da sua gente por conta da guerra. Hoje, com muita ênfase, a República Democrática do Congo. E uma parte importante dessas pessoas tinham uma vida muito parecida com a minha e com a sua. Eu conheci jornalistas, engenheiros, professores, pessoas que tinham uma vida ali classe média, que nunca tinham experimentado a miséria dessa forma e que tiveram que fugir da noite pro dia porque a guerra foi chegando. A guerra foi chegando até alcançá-los. Muitos fugiram a pé, descalços, sem seus pertences, enlutados, porque uma parte da família quase sempre paga o preço da guerra. E depois de meses peregrinando,
. A guerra foi chegando até alcançá-los. Muitos fugiram a pé, descalços, sem seus pertences, enlutados, porque uma parte da família quase sempre paga o preço da guerra. E depois de meses peregrinando, imagina que essa pessoa descobre um lugar que aceita os refugiados, que é o Malaui, e depois de meses chega o Malaui. E ao chegar o que que ela encontra? Ela encontra uma lei que impede os refugiados de caminhar, trabalhar ou estudar no Malaui, na capital Lilong. Eles só podem ficar no campo de refugiados Desaleca. E não há nenhum tipo de assistência governamental. havia um braço da ONU que é a Kinur. Então eu me deparei de perto com essa realidade, com esse trabalho incrível feito pelo projeto Nação Ubunto, pela fraternidade sem Fronteiras. E quando você se depara com uma realidade de tanta escassez, a gente acha que tá indo ajudar, ensinar. Nós com um monte de bagagem, com dificuldade até no aeroporto, imagina 40 pessoas, cada uma com duas bagagens. Então, o cenário à primeira vista parece que a gente tá indo levar, que nós somos os bonzinhos que estamos indo fazer alguma coisa, que nós que amamos muito. A minha maior surpresa, meus amigos, a minha maior surpresa pelo dia que é de hoje, eu posso dizer a vocês, as pessoas mais amorosas, mais espiritualizadas, que mais amam, que mais querem, que mais sabem que eu, Larissa, nessa existência já olhei nos olhos. Eu conheci no Malaui, mais especificamente no campo de refugiados de Desaleca, porque lá eu acessei uma faceta do amor que até então eu não havia experimentado tão de perto, porque na minha mentalidade de mãe aqui, eu amo muito as minhas filhas. E eu amo tanto as minhas filhas que eu nem quero ter mais filho para proporcionar uma vida confortável para elas. Não é assim que a gente pensa? Pois lá eu conheci não uma ou duas, mas dezenas de mulheres que viveram situações de abuso sexual, que viram seus familiares sendo queimados, que fizeram toda essa peregrinação e quando tudo as convidava a ficar aprisionadas no trauma, na dor,
enas de mulheres que viveram situações de abuso sexual, que viram seus familiares sendo queimados, que fizeram toda essa peregrinação e quando tudo as convidava a ficar aprisionadas no trauma, na dor, no ódio, Elas, além dos seus filhos, trouxeram para as suas casas, se é que eu posso chamar de casas, os filhos de outras mães que caminhavam perdidos porque ficaram órfãos. Eu estou falando de mulheres que já eram mães de 10 filhos, que não tinham a comida do dia garantido, nem para ela, nem pros seus, e que expandiu a capacidade de amar dessa forma disruptiva aos meus olhos, porque eu não tenho coragem. Eu passo nas ruas de onde eu moro e eu vejo crianças sem mães. Vocês não vêm? E eu me acostumei a ver sem me escandalizar. Eu me acostumei a achar que é um problema do governo, que um dia alguém vai fazer alguma coisa. E então eu viajo para um lugar de tanta escassez, de tanta miséria, onde não dá nem para pedir esmola. Porque para pedir esmola você teria que ter acesso à capital e você não pode ter. E muitas vezes a única saída é a prostituição. E nós entrávamos nas casas e essas mulheres se jogavam os nossos pés implorando para ser apadrinhadas pelo projeto para poder trabalhar e sustentar com dignidade não só os seus filhos, mas todas aquelas crianças que elas já amavam como seus. Eu pude conhecer pessoas que agora eu sei o nome. Eu pude conhecer a mama Mandange. Sabe o que que a mama Mandange fez? Nesse contexto de tanta escassez, ela percebeu que existia a escassez da escassez, a miséria da miséria, que eram os idosos, aqueles que não tinham ninguém para dar um pouquinho de água, que faziam suas necessidades, deitados, acamados, sem que houvesse um filho, um familiar, ninguém para ajudar a limpar. e ficavam semanas ali definhando e ela reuniu. Ela que não tinha garantido nem para si. Não é alguém que tem mais, meus amigos. É outro paradigma. Vocês percebem? Não é compartilhar o que sobra, é compartilhar o que não tem. Isso para mim é novo. Eu não sei para vocês,
ntido nem para si. Não é alguém que tem mais, meus amigos. É outro paradigma. Vocês percebem? Não é compartilhar o que sobra, é compartilhar o que não tem. Isso para mim é novo. Eu não sei para vocês, mas isso para mim é novo. Então essa mulher que não tinha nem para si, com toda essa história, toda essa repetição do sofrimento de um refugiado, tem olhos de ver o sofrimento de alguém que está sofrendo mais do que ela. Ela tinha tudo para ficar presa na dor dela e seria genuíno. Ela teria o direito de fazer isso porque é muita dor, mas ela coloca a dela no bolso, reúne outros 11 discípulos e vão semanalmente visitando esses idosos para lavar o chão da casa deles, alimentar com a chima, que é a comida típica. e dizer para eles: "Deus não se esqueceu de você, porque é exatamente através da criatura que Deus acessa, ama, conforta, ajuda outras criaturas". Nós temos o potencial de ser a prece atendida de alguém que ora nesse momento. Cada um de nós tem essa possibilidade. E a mama Misange de tanto amar e de tanto expandir esse amor, foi se conectando com outros corações amorosos. Conheceu Wagner. Um dia eles foram visitar o pessoal da fraternidade sem fronteiras, esses idosos. A Mica que está lá com jovens perguntou pro Wagner: "Wagner, mas nós temos recurso?" E o Wagner respondeu: "Não, Mica. Mas nós temos fé. Naquela mesma oportunidade, um caravaneiro que por ali estava e ouviu falar essa história, disse pro Wagner: "Se vocês quiserem tirar esses idosos daqui e construir um lugar para eles no projeto, eu arco com metade dos custos". E quando nós fomos agora em novembro, foi a inauguração desse lar, dessa casa das filhas e filhos, irmãs e irmãos de Jesus. E nós tivemos a oportunidade de ir com esses idosos, de pegá-los de carro nas suas casas e levá-los para esse abrigo. E agora a mama Misange é a pessoa responsável por esse local e houve agora recentemente, inclusive um treinamento para cuidadores. E as crianças da escola da Ubunto National School agora tem na sua rotina
ora a mama Misange é a pessoa responsável por esse local e houve agora recentemente, inclusive um treinamento para cuidadores. E as crianças da escola da Ubunto National School agora tem na sua rotina diária um momento em que elas visitam os idosos e há uma troca incrível entre essas gerações. Portanto, meus amigos, o amor, o amor é isso que foi muito bem descrito por Leon Denis, por Joana de Ângeles no livro por Garimpo de Amor, por Jesus em toda a sua vida, mas que eu gostaria de lembrar também da fala de Paulo, quando ele nos diz mais ou menos assim: "Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos e não tivesse amor, seria como um metal que soa ou como um sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecias e conhecesse todos os mistérios e todo o conhecimento, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres e entregasse o meu corpo para ser queimado e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor, o amor, meus amigos, é sofredor. O amor é benevolente. O amor não é invejoso. Não trata com leviandade, não se ensoberbece. O amor não se porta de qualquer jeito, não se irrita, não suspeita mal. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. O amor nunca falha, mas havendo profecias, serão aniquiladas. Havendo línguas, cessarão. Havendo conhecimento, desaparecerá. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino. Mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então conheceremos face a face. Agora conhecemos em parte, mas quando vier o que é perfeito, conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor. Estes três, mas o maior destes é o amor. Muito obrigada a todos. Meu corpo eu me cerco, eu [música] vigio, eu me importo, eu procuro, persevero, [música]
, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor. Estes três, mas o maior destes é o amor. Muito obrigada a todos. Meu corpo eu me cerco, eu [música] vigio, eu me importo, eu procuro, persevero, [música] acredito, eu transformo este mundo. É na força do bem. Eu me [música] apego e caminho no poder que mantém meu acabar Nós agradecemos a nossa querida Larissa Chaves pela belíssima exposição. E após termos durante toda a nossa manhã alimentado a nossa alma, agora chegou a hora de alimentar o corpo físico, não é? Então, nós faremos uma pausa agora para o almoço. Aproveitem para conversar com os amigos, ficar perto, né, daquelas pessoas queridas. Nós teremos a partir das 13:30 apresentações musicais e às 14 horas o início da primeira palestra da tarde. Então, bom almoço a todos. E pessoal, nós lembramos que as cadeiras estão na frente, estão reservadas aos palestrantes e convidados. A gente pede para que não deixe os os locais marcados. Isso é para poder facilitar o trânsito deles entre um espaço e outro, né? E chegar aqui e não haver, né, eh, atraso nas exposições. Bom almoço a todos, queridos. Até daqui a pouco, às 14 horas. >> Ah, então vamos lá, né? Estamos aqui já. Ah, que bom, que legal. Ó, gente, estamos aqui no estúdio montado dentro do Cent convention. Pessoal desceu para almoçar, tá indo para almoçar. Esse é o nosso nono céu, nono congresso espírita de Uberlândia, recebendo você que tá aí do outro lado pela rede mundial de computadores, tá ouvindo pela rádio ou pela Alexa, né, ou pelo nosso aplicativo. Que bom te receber aqui o pessoal que tá com a gente no YouTube. Muito bacana. Inclusive, deixa eu fazer uma propaganda aqui do aplicativo da rádio. Você não se você ainda não baixou o aplicativo da rádio, acessa a loja de aplicativos. Aí você digita lá web, rádio Fraternidade. Você vai baixar gratuitamente o aplicativo para você. Aí você leva a impressora do bem para onde você for. São quatro canais. O canal principal que é esse que a gente tá gerando a nossa a
raternidade. Você vai baixar gratuitamente o aplicativo para você. Aí você leva a impressora do bem para onde você for. São quatro canais. O canal principal que é esse que a gente tá gerando a nossa a nossa transmissão, mas tem ainda o canal dois, o canal 3 e o canal 5. Tr e 5 tocando músicas espíridas. músicas suaves. Aí você escolhe lá o gênero musical que você quer acompanhar. Vai ser muito bom para você, tenho certeza. E se você tem Alexa em casa, é só você dizer assim, ó: "Alexa, toca a web rádio Fraternidade". Caraca, quando eu descobri que era possível fazer isso com a tal da Alexa, eu fiquei muito feliz. Então você já grita para Alexa tocar Rádio Fraternidade, ela vai tocar a web Rádio Fraternidade. Mas, ó, gente, nós vamos pro intervalo do almoço. Pessoal tá correndo aqui para preparar conteúdos muito bacanas. Ah, adorei. Adorei essa coisa aqui da gente poder ter a visão lá do do salão. Olha que legal. Tá cheio para caramba, hein? Que bacana, viu, gente? Muito bacana mesmo. Mais à tarde a gente volta um pouquinho antes do nosso evento. Por volta de 1 e30 a gente retoma a nossa transmissão aqui para compartilhar o terceiro bloco de transmissão que a gente vai ter do Congresso Espírita de Uberlândia. Repassando para você a Natasha Mequena, Ana Teresa, Samada, intervalo Marina Leal. Depois nós temos na sequência intervalo para fazer um bate-papo com vocês aqui, Maurício Keller e o nosso irmão Aroldo Dutradiz. Tá bom? Então fiquem aí, aproveitem, almocem e, ó, se der tudo certo, você já vai ser direcionado para quem tá aqui no YouTube da rádio, você já vai ser redirecionado pro bloco três, tá bom? Se não, acessa lá no na no nosso canal do YouTube, vai lá na playlist, já marca lá, já fica lá esperando. Até daqui a pouco, Guilherme. Obrigado aí, cara, pelo suporte.
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