Benefícios pagos com a ingratidão

TV Goiás Espírita 19/09/2025 (há 6 meses) 1:14:01 3 visualizações

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Transcrição

desse dia vaios agora. as nossas ofensas de um modo maior do que pai meu pai no seru. Quase me esqueci. Eu quase me esqueci. Que teu amor vela por mim. Que teu amor vela por mim. Que seja feito assim. Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos de todo o mal. Que assim seja. agora. Nosso bom Deus te guarde como estives pensando no nosso bom Deus te use onde te encontres na vida. Que Deus te ilumine quando esteja seguindo o nosso Senhor te guie no que fizeres tu. Bom Deus que possa te ampar em cada passo teu. A mão de Deus irá te abençoar. Senhor, fazei-me instrumento de vossa Nossa paz. Onde houver ó, eu perdão. >> Onde houver ofensa, >> que serve o perdão. Onde houver discórdia que eu leve a união. Onde houver nuvens, que eu leve a fé. Onde houver eu, >> que leve à verdade. Onde houver desespero, >> que leve a esperança. Onde houver tristeza, que eu leve a alegria. Onde houver trevas, que eu leve a luz. O mestre faz que eu procure mais. Consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido. Amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado. É morrendo que se vive para a vida eterna. Não vai cair. Um sentimento. me roubar. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito. Se tua palavra me sonda, me conta de um reino que espera por mim. >> Eu te of dores da alma que tem a ser. Eu ouvi tua voz, teu falar me encantou, que seguir caminhar, que souber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor serenou. Um sentimento me roua. Não sei dizer tudo no caminho. Meu coração se renova. Sinto a esperança batir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta de um reino que espera por mim. Eu te ofereço, meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz falou, me encantou. Quis que caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor serenou. Oh. Jesus, silêncio da prece,

e ofereço, meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz falou, me encantou. Quis que caminhar, que saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor serenou. Oh. Jesus, silêncio da prece, teus irmãos a ti pedem paz para aliviar o com as aflições. Senhor, enxai nosso pronto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença e envolver nossos corações. Por isso, vem Jesus. Jesus no silêncio da prece, teus irmãos a ti ped paz para aliviar um pouco as aflições. Senhor, enxutai nosso pranto. Precisamos do teu amor e sentir tua presença e envolve os corações. Vem Jesus, ir ao teu encontro, queremos te seguir e afastar o mal da terra e acabar de vez com a guerra. Caminharmos juntos com a luz. Segue ir ao teu encontro. Queremos te seguir e afastar o mal da terra e acabar de vez com a terra e caminhar juntos com valor. Quando estou só sentindo-me cansada. Preocupações perturbam o meu coração. Então me acalmou. Espero em silêncio Jesus chegar e sentar-se junto a mim. Neste momento tudo se transforma. Me sinto forte ao lado dessa luz. É tanto amor com sol e esperança. Então me rendo aos braços de Jesus. Ele me leva sube as montanhas. Como vários tempestades, estou seguro, não vou mais desistir. Jesus me ama mais do que eu posso ser. Jesus me ama, mas o que eu posso ser neste momento tudo se transforma. Sinto forte ao lado dessa luz é tanto amor consumo e esperança. Então me rendo aos braços de Jesus me leva sobe as montanhas. Faz andar. vários tempestades. Estou seguro, não vou mais tirar Jesus me ama mais o que eu posso ser. Jesus me ama mais o que eu posso ser. M. Vai Deus. a que me ponho aos seus pés para lhe falar: "Pai, pequeno eu sou, mas o seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso passo em oração que umine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueço o que tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai, o meu criador e são igual neste lugar não há. Pai meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer ficar lá na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão,

mãos. A doutrina da consolação. Pai, o meu criador e são igual neste lugar não há. Pai meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer ficar lá na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai, >> boa noite. >> Boa noite. >> A gente já começa com impacto, né, gente? assim é para acordar todo mundo que veio na rua, né? Sejam muito bem-vindos, né? Cumprimentar também os nossos queridos irmãos internautas que estão nos acompanhando nesse momento. Agradecer a Emily e o Adones. Gente, que voz linda, né? Nossa, parece que a gente tá no céu, não é mesmo? Adones acompanhando. Emily com essa voz de anjo. Maravilhoso. Obrigada, viu, gente? Bom, eu vou começar com as nossas obras sociais. Então vocês sabem que a gente tem aqui a obra do berço. Então muito obrigada a todo mundo que contribui com a obra do berço, quando vocês trazem pra gente a banheira, as fraldas P, o sabonete, tá? Então não se esqueçam, se tiverem oportunidade traz porque nossa, faz toda a diferença pra obra do berço. Temos também o armário de luz brechó, esse armário tão iluminado, né, Jusara? tão lindo que acolhe todo mundo, que dá essa segunda chance paraa roupa. É um armário extremamente importante essa obra paraa nossa casa, tá? Eh, dela que a gente consegue também muita coisa aqui paraa casa. Então, se você quiser trazer roupas que você já não usa mais, e se você quiser comprar roupas e dar uma segunda chance para essas roupas, o armário de luz brechó é para você. Temos também a ação do caldo que aquece, que é uma ação que é semanal toda segunda-feira. E nós temos ido no na casa de acolhida um, tem também a casa de acolhida dois aqui em Goiânia e também pros nossos irmãos que se encontram na rua, muitas vezes invisível aos nossos olhos. E é uma ação muito bonita aqui da casa que tem transformado não só as pessoas que participam da ação, mas também esses irmãos, porque é um momento que eles se sentem muito acolhidos e muito vistos. Temos a sexta

o muito bonita aqui da casa que tem transformado não só as pessoas que participam da ação, mas também esses irmãos, porque é um momento que eles se sentem muito acolhidos e muito vistos. Temos a sexta solidária e foi entregue de sexta agora no final de semana passado, 44 sextestas lá no Joana Dark. E esse é um trabalho de todos nós, de vocês que contribuem paraa cesta solidária, de vocês que contribuem pro caldo que aquece. Então, as obras sociais da casa são nossa. Então, parabéns para vocês. Não se esqueçam, continuem contribuindo. A chave Pix está aí bem na frente na cadeira de vocês. 70 e múltiplo de 70 vai pra cesta solidária, tá? E tá chegando o nosso festival de sorvete. Vocês sabem do festival de sorvete, gente? O festival de sorvete vai ser dia 18 de outubro. Pensa nesse calor, sorvete maravilhoso, a gente pode tomar sorvete à vontade. Então assim, se você, eu não sei se existe alguém que não gosta de sorvete, né? Mas se tiver, compre o ingresso R$ 20 para ajudar a casa. Nós estamos aí começando uma reforma, não sei se vocês repararam, né? Então vamos pintar a casa. Tem muito trabalho para ser feito aqui para que a gente possa continuar todos os estudos, todas as atividades da casa, reunião pública. Ah, então no final aqui da palestra nós vamos estar com os ingressos para venda, tá bom? E tem também o 42º Congresso Espírita, que os ingressos já estão sendo vendidos aqui na livraria da FEGO. Então, adquira seu ingresso, vá, vale a pena. O congresso é transformador. Foi num congresso espírita que eu decidi que eu queria trabalhar na casa espírita. Foi ele que me motivou a querer ser voluntária na casa espírita. Então, o congresso ele pode sim transformar a vida da gente. Tem alguém vindo à casa pela primeira vez hoje? Seja muito bem-vinda, tá? Tem sempre trabalhador voluntário para auxiliar no que a senhora ou qualquer um de vocês precisar, tá? Nós vamos estar ou com crachá ou com a camiseta, tá bom? E sempre assim, muito disponíveis para qualquer dúvida de todos vocês.

rio para auxiliar no que a senhora ou qualquer um de vocês precisar, tá? Nós vamos estar ou com crachá ou com a camiseta, tá bom? E sempre assim, muito disponíveis para qualquer dúvida de todos vocês. E agora nós vamos pro sorteio do nosso livro. Hoje é uma noite muito especial pra gente porque nós vamos receber, estamos recebendo dois palestrantes, né? O André, Luiz e o Sérgio, que é pai do André, que vieram lá de Itapira, São Paulo. O André vai fazer a palestra aqui pra gente e ele é escritor espírita, tá? Vou falar eh dos livros que ele já escreveu e a casa vai sortear um livro para vocês. E o pai, o Sérgio, que gente que esteve com Chico Xavier, ele também está doando um livro pra gente sortear aqui. Muito obrigada, viu Sérgio? Muito obrigada, viu, André? Sendo assim, André fala um número de 1 a 60. 1 a 60 é >> 45 >> 45 vai ganhar um livro e a pomada do vovô Pedro. Gente, o número ele fica nessa mensagem que vocês receberam logo a entrar. 45 aí. Muito lindo. Sérgio, fala um número para mim, por favor. >> Número dois. >> Esse chegou cedo. Número dois, ó. >> Hã? É você? >> Ah, você não quer. A gente tá concorrendo, amigo. >> É, >> é. Pode pegar dessa vez. A gente também tá concorrendo. Você mesmo. >> É verdade. Essa não pode perder não. Rogério. Obrigado. Agora nós vamos passar pro momento da nossa leitura. A mensagem de hoje foi escolhida pelo nosso querido André Luiz Vilar do livro Vinha de Luz, Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Emanuel. Examinai. Se alguém vem ter conosco e não traz essa doutrina, não o recebais em casa. João capítulo 10. É razoável que ninguém impeça o próximo de falar o que melhor lhe pareça. É justo, porém, que o ouvinte apenas retenha o que reconheça o útil e melhor. Em todos os setores da atividade terrestre e no curso de todas as tarefas diárias, aproximam-se irmãos que vêm ter convosco, trazendo as suas mensagens pessoais. Esse é portador de convite à insubmissão. Aquele outro é um vaso de queixas e enfermiçadas. Indispensável é que a casa terrestre não

e irmãos que vêm ter convosco, trazendo as suas mensagens pessoais. Esse é portador de convite à insubmissão. Aquele outro é um vaso de queixas e enfermiçadas. Indispensável é que a casa terrestre não se abra aos fantasmas. Batem a porta, a prudência aconselha a vigilância. O coração é um recinto sagrado, onde não se deve amontoar resíduos inúteis. É imprescindível emanar as solicitações que avançam. Se o mensageiro não traz as características de Jesus, convém negar-lhe guarita de caráter absoluto na casa íntima, proporcionando-lhe, porém, algo das preciosas bênçãos que conseguimos recolher em nosso benefício, no setor das utilidades essenciais. Inúmeros curiosos que se aproximam dos discípulos sinceros nada possuem além da presunção de bons faladores. São quase sempre grandes necessitados sob a veste falaciosa da teoria, sem feri-los nem escandalizá-los. É justo que o devotado aprendiz de Jesus lhes prodigialize algum motivo de reflexão séria. Desse modo, os que julgam conduzir um estudarte de suposta retenção passam a conduzir consigo a mensagem do bem, verdadeiramente salvadora. O problema não é o de nos informarmos se alguém está falando em nome do Senhor. Antes de tudo, importa saber se o portador possui algo do Cristo para dar. Sendo assim, agora vamos fechar os nossos olhos, serenar os nossos corações, respirar fundo, trazer a figura do nosso querido Mestre Jesus na nossa tela mental, que a gente consiga deixar do lado de fora todas as preocupações, as decepções, as desilusões, a raiva, o cansaço, que a gente traga para esse momento o amor, o desejo de caminhar no bem, o desejo de olhar pro próximo, o desejo de ajudar de forma genuína, pois ser caridoso é ajudar de forma genuína, é dar tudo que a gente tem, é dar tudo aquilo que a gente não tem. Quando a gente se programa ato de caridade, essa é uma caridade programada, mas que a gente nunca se esqueça que ser caridoso é ser caridoso por inteiro. E não preciso de grandes atos para sermos caridosos. É um sorriso que acolhe, um abraço que

ssa é uma caridade programada, mas que a gente nunca se esqueça que ser caridoso é ser caridoso por inteiro. E não preciso de grandes atos para sermos caridosos. É um sorriso que acolhe, um abraço que afaga. É olhar no olho do outro, é estar presente para ouvir o que o outro tem a dizer. Na correria do dia a dia, estamos nos esquecendo de ser presentes e de estar presentes. Talvez por isso o nosso mundo esteja tão adoecido. nesse mês de setembro que tanto se fala da saúde mental, que possamos cuidar não só da nossa saúde mental, mas oferecer o que temos de melhor pro nosso irmão, o nosso irmão que é amado, o nosso irmão que é o nosso desafio, o nosso irmão que é a nossa oportunidade. Que Jesus abençoe sempre essa casa de ensino, essa casa de acolhida, que também faça mesmo com o nosso palestrante que veio de tão longe e com tanta boa vontade para estar aqui conosco, ele e seu pai. Que seja uma palestra iluminada e que ilumine também os nossos corações, nos transformando para que quando saímos daqui possamos nos dias que se seguem usar da doutrina espírita para melhorar não só a nós mesmos, mas a nossa casa, a nossa comunidade, a nossa cidade e o nosso país. Que assim seja. Hoje, como eu disse para vocês, o nosso palestrante é André Luís Vilar. Ele veio de Tapira, São Paulo, é vice-presidente do Centro Espírita Amor e Caridade, dirige a Sopa Fraterna, dirige a TV A Caminho da Luz, tem um trabalho lindo com a mocidade na cidade dele, autor de 11 livros, todos os direitos autorais são doados, tá? Então a gente recebe com aquele sorriso, com aquela acolhida, o nosso palestrante da noite, André Luiz Vilar. Seja bem-vindo, Lui. Muito bem-vindo. Colocar água aqui para você, tá? Ah, que bom, porque tá muito seco, a gente precisa. Boa noite. Boa noite. >> Que alegria estar em Goiânia. Que alegria estar na casa espírita, estudantes do Evangelho e também na Federação Espírita do Estado de Goiás, a quem cumprimento no nome da Rogéria, que está nos apresentando com tanto amor, da Márcia,

e alegria estar na casa espírita, estudantes do Evangelho e também na Federação Espírita do Estado de Goiás, a quem cumprimento no nome da Rogéria, que está nos apresentando com tanto amor, da Márcia, que nos recebeu na livraria com tanto amor e com tanta fraternidade. Esta viagem à Goiânia é muito especial. É uma viagem que estou com o meu pai e é muito difícil sairmos nós dois pelas atividades da casa espírita. Não que sejamos insubstituíveis, mas pelas obrigações assumidas com a espiritualidade. Está sendo dias de muito trabalho, mas ao mesmo tempo de muita alegria, a qual o pouco que sei e a pouca bagagem que trago, muito é herança do que vi e convivi com o meu pai desde muito pequeno, acompanhando ele nas palestras, nos seminários, na divulgação da mensagem espírita, principalmente no estado de São Paulo e de Minas Gerais. Então, é um dia muito feliz para mim. O tema proposto é a sequência do estudo que aqui já há as quintas-feiras do Evangelho Segundo o Espiritismo. O tema proposto está na continuidade do capítulo 13º, item 19. Pelo menos foi o tema que o Revoredo nos passou. É uma pergunta, na verdade, o item 19 é uma pergunta que Allan Kardec projeta ao mundo espiritual. Como que fica aquela pessoa que deixou de fazer a caridade, a beneficência, de ajudar o próximo, de estender a mão ao próximo, porque sofreu de ingratidão? É a pergunta que Allan Kardec faz. E a resposta é interessantíssima, porque o espírito amigo diz que essa pessoa tem mais orgulho do que qualquer outra coisa. O tema do capítulo nos remete a fazermos a caridade sem que o outro saiba o que fizemos. E um exemplo que nós tivemos, muitos exemplos tivemos dentro do espiritismo, muitos exemplos poderíamos declinar o nome aqui, mas nós vamos pegar o exemplo de Chico Xavier. Boa parte do trabalho que Chico Xavier teve, nós desconhecemos, porque ele fazia questão de manter o anonimato, ele fazia questão de que uma mão desce e a outra não soubesse. E esse exemplo, ele é muito marcante para todos nós. Ele

Xavier teve, nós desconhecemos, porque ele fazia questão de manter o anonimato, ele fazia questão de que uma mão desce e a outra não soubesse. E esse exemplo, ele é muito marcante para todos nós. Ele é muito importante para nós compreendermos verdadeiramente a essência da caridade. A caridade, para ser verdadeiramente caridade, ela não pode estar simplesmente na ação, ela tem que estar também na intenção. Em vários contextos do Evangelho Segundo Espiritismo, os bons espíritos vão dizer algo que eu convido todos nós a levarmos de reflexão para a nossa casa. Os espíritos, diferentes espíritos em diferentes contextos nos dizem que mais importante que a ação é a intenção. A ação é vista por todos. Eu dei uma cesta básica, uma caixinha de remédio, uma roupa, um agasalho. Ajudei de alguma forma. Todos viram a minha ação, mas o importante para Deus não é ação. Não é quantas cestas eu distribuí, quantas roupas eu doei, quantos copos de água que eu distribuí ao sedento. O mais importante para Deus é o que me motivou a fazer aquilo. quer sair numa foto de rede social e ter muito engajamento e muitos comentários dizendo: "O André é caridoso, o André é virtuoso, o André é um homem bom" ou "Eu procurei fazer no anonimato e na simplicidade, como Jesus foi o nosso exemplo". Caridade por caridade, ela tem alguns pré-requisitos para entrar como caridade. Caridade não é simplesmente doar algo. Caridade não é simplesmente assistir uma família. Caridade não é simplesmente pegar um dinheiro e dar no semáforo. Caridade, ela precisa de alguns pré-requisitos, como também a composição do homem de bem. A caridade ela tem que ter desinteresse pessoal. Eu não posso dar algo a quem quer que seja esperando nada, nem mesmo muito obrigado. E muitos vão dizer assim: "Mas é o básico para outra pessoa, é o mínimo para outra pessoa". Aí nós vamos entrar numa questão que remete à infância dessa outra pessoa. Eu tive em casa um berço cujos pais me ensinaram desde pequeno a agradecer as pequenas coisas da vida.

mo para outra pessoa". Aí nós vamos entrar numa questão que remete à infância dessa outra pessoa. Eu tive em casa um berço cujos pais me ensinaram desde pequeno a agradecer as pequenas coisas da vida. Obrigado, dá licença, por favor. Mas todas as pessoas tiveram esse mesmo princípio? Não. Tem pessoas que não têm olhos para reconhecer a caridade do outro. Tem pessoas que não t simples obrigado. E quando eu faço bem, esperando um obrigado, eu não recebo o obrigado, eu questiono se eu estou no caminho correto. Aí eu convido todos nós a retornarmos à Galileia de 2000 anos atrás. Jesus esperou o obrigado de alguém. Os 12 que estavam com ele, no momento que Jesus mais precisou, a maioria o abandonou. Se fizeram o que fizeram com Cristo e o final da vida de Jesus foi numa cruz, que dirá de nós que não temos a mesma moralidade e a mesma grandeza de espírito? Quando Jesus fazia algo, Jesus sempre dizia: "A tua fé te curou. Procure não pecar mais, mas foi a tua fé que te curou. Agradeça ao ser superior pela vida e pela oportunidade que te deu. Fazer a caridade não pode ser com dia e hora marcada. A Rogéria falou que aos sábados nós dirigimos a comida fraterna, a sopa fraterna. E meu pai dirige a comida fraterna terça e quinta. Como estou trabalhando profissionalmente, me sobra o sábado. Quando nós estamos naquela atividade de amor e de paz, ali é uma atividade com dia e hora marcada, mas ali é uma modalidade de caridade. tantas outras modalidades de caridade que precisam ser espontâneas e que precisamos ter os olhos para ver, os ouvidos para ouvir e agarrar na oportunidade, como por exemplo, uma caridade que hoje está muito necessitada, até mesmo dos outros para conosco afeto. Hoje, devido ao distanciamento, devido ao COVID, devido a tudo que nós passamos nos últimos anos, nós estamos mais distantes. Hoje custa um sorriso, custa um abraço, custa perguntar como vai, com sorriso nos olhos, sem interesse, sem esperar nada e pronto para uma palavra amiga, pronto para ouvir a pessoa,

os mais distantes. Hoje custa um sorriso, custa um abraço, custa perguntar como vai, com sorriso nos olhos, sem interesse, sem esperar nada e pronto para uma palavra amiga, pronto para ouvir a pessoa, se colocar no lugar da pessoa e se colocar como um trabalhador do Cristo. Porque nós imaginamos que caridade é somente aqui dentro. O benfeitor da casa que cooperamos tem o nome de Dr. Adroaldo Modesto Gil. Foi médico, espírita, professor universitário e desencarnou em 1993. E ele já havia sido anunciado na vida de meu pai numa das viagens que meu pai fez a Chico Xavier em Uberaba. E é curioso porque no ano passado, no inverno do ano passado e também neste ano, Itapira, diferente de Goiânia, tem um mês, 2 meses, 2 meses e meio de frio, 12º de manhã, 10º, 9º. Tem épocas do ano, não são tão longas, mas de semanas todas bem frias. E esse ano nós tivemos um inverno mais prolongado também. E lá ele começou no ano passado e nesse ano a campanha do agasalho. Mas a campanha do agasalho que nós vemos habitualmente na casa espírita ou nas religiões de modo geral, é a pessoa levar um agasalho para um determinado local e este determinado local reverte em ajuda para o próximo. E ele começou com uma campanha oposta. Procure varrer o seu guarda-roupa, pegar aquela roupa que não te serve mais e ter no carro. E quando você vê um morador de rua, um desempregado, uma pessoa mal vestida no frio, você pegar a roupa e entregar, você estará fazendo a caridade. Ao longo de muitos séculos, as religiões nos ensinaram a depender deles para tudo. Vai desencarnar o padre, vai lá e faz todo sepultamento. Vai nascer. A igreja fazia o batizado, precisa de uma prece, vamos na igreja. E nós trazemos essa ideia para o centro espírita e achamos que quem faz é sempre os espíritos ou a direção de uma casa ou os trabalhadores de uma casa. E nós tiramos a nossa participação de também fazer a caridade, de também fazer o bem ao próximo, de também levar esperança a muitos que estão ao nosso lado. Muitos estão no caminho que estão porque não

nós tiramos a nossa participação de também fazer a caridade, de também fazer o bem ao próximo, de também levar esperança a muitos que estão ao nosso lado. Muitos estão no caminho que estão porque não tiveram por vezes alguém que os amaram na infância, alguém que os apoiaram, alguém que lhes deu o abraço e estendeu as mãos nos momentos que mais precisou. O mundo nos convida sempre a julgar e ataxar as pessoas. É um vagabundo, é um desocupado, não quer saber de nada mais. Só que nós esquecemos que no passado, em algum momento do nosso passado, nós também já fomos assim, seja 100 anos atrás, 200 anos atrás, 1000 anos atrás. E tivemos mãos amigas que nos ajudaram a hoje estarmos aqui procurando o evangelho, procurando conhecer o ensino do Cristo à luz da doutrina dos espíritos. Mas o mundo não precisa de pessoas que simplesmente conheçam o evangelho. O mundo não precisa de pessoas que conheçam as 1018 ou 1019 questões do livro dos espíritos. os 70 tipos de mediunidade, os 28 capítulos do Evangelho Segundo o Espiritismo. Na atualidade, o que o Cristo mais precisa é de pessoas que lá fora vivam o que se sabe aqui dentro. Porque aqui dentro todos nós falamos de caridade, fraternidade, de amor, de se colocar no lugar do próximo. Quando saímos daqui e nos e nos deparamos com o nosso verdadeiro eu, em que temos os embates no casamento, na criação dos filhos, no amparo aos pais na velice, no trabalho desafiador, no trânsito, é fácil ser caridoso lá fora. É fácil ter a mesma paciência que temos aqui quando Chico Xavier começa o seu trabalho no espiritismo com 17 anos de idade e ele junto com o seu irmão José Xavier fundam o centro espírita Luís Gonzaga em Pedro Leopoldo, a sua mãe Maria João de Deus, um espírito extraordinário que envergou um corpo de uma simples lavadeira. analfabeta. É curioso porque ela vendo o drama de seu filho e as perseguições por parte das outras religiões, por parte das pessoas que não compreendiam a mediunidade, um dia a sua mãe lhe fala da água da paz,

a. É curioso porque ela vendo o drama de seu filho e as perseguições por parte das outras religiões, por parte das pessoas que não compreendiam a mediunidade, um dia a sua mãe lhe fala da água da paz, mas ele muito atarefado, muito perseguido, com muitas pessoas batendo na porta de sua casa, ele Ele ouviu sobre a água da paz, mas não deu tempo da sua mãe explicar onde encontrar a água da paz. E ele procurou em Pedro Leopoldo, não encontrou. Ele procurou em Belo Horizonte através de um amigo caminhoneiro e não encontrou. E ele pensou que a sua mãe havia por algum motivo se confundido. E nós sabemos pelo livro dos espíritos que os espíritos penetram no nosso pensamento. Os espíritos sabem quem nós somos sem eu ter que abrir a boca. Nós nos enganamos, mas nós não enganamos a Deus, aos espíritos, aos benfeitores, nem aos malfeitores. E quando chegamos a uma casa espírito, os espíritos sabem quem verdadeiramente nós somos. André Luiz nos fala no livro No Mundo Maior, que pensamento tem forma, tem cheiro, forma um equalizador de quadros. Olha que coisa séria. E o Chico pensou: "Minha mãe deve ter se confundido, mas ele apenas pensou: "Sua mãe vendo o drama do filho, vendo a correria do filho, vendo a agitação do filho, pergunta Chico Xavier: "Meu filho, você achou o remédio?" Muitas perguntas que os espíritos fazem para quem está num trabalho mediúnico, os espíritos sabem da resposta. E Chico Xavier falou: "Não achei, minha mãe. Será que a senhora não se confundiu? Naquela altura eram farmácias de manipulação. Será que a senhora não se confundiu?" E a mãe disse: "Não, meu filho, eu não me confundi. Naquela altura, 1927, era muito comum as casas terem aquela talha de barro. E Chico Xavier ouviu da sua mãe: "A água da paz, meu filho, está na sua casa, Natália. Todas as vezes que alguém falar algo que você não gostou, que você se sentiu prejudicado e está pronto para revidar com a fala, pegue a água, tome aquele copinho com água e deixa a sua língua mergulhando. Quando a raiva passar, você

algo que você não gostou, que você se sentiu prejudicado e está pronto para revidar com a fala, pegue a água, tome aquele copinho com água e deixa a sua língua mergulhando. Quando a raiva passar, você engole. É um remédio gratuito. Quantas brigas a gente não evitaria? Brigas conjugais, brigas filiais. briga com os pais, briga no trabalho de sabor com o semelhante. Quantas brigas não evitaríamos? Caridade, ela também está no olhar e na importância que nós damos para as pessoas. Chico Xavier tinha o hábito de ir numa quitanda perto da casa dele em Uberaba e comprava sempre quatro tomates. Dois bons e dois mais ou menos. Aqui em Goiânia tem tomate mais ou menos. É aquele tomate que não está bonito, mas ele está bom. Aqui também tem lá em Tapira mais ou menos. E depois de uma certa regularidade da pessoa vendo o Chico no seu estabelecimento, a pessoa toma coragem e pergunta: "Chico, se você está comprando quatro tomates, está pagando do bolso, por que que não compra quatro tomates bons?" Uai, meu filho, para não te dar prejuízo. Se eu comprar quatro tomates bons, quem há de comprar aqueles? E aqueles para a salada de hoje, de amanhã, estão em perfeitas condições. Quem de nós pensa no outro lado? Nós vemos sempre o nosso lado. Onde eu vou tirar uma vantagem? Onde eu vou ganhar em alguma coisa? Como ter um benefício? E com este pensamento é muito difícil de verdadeiramente ser caridoso, porque Deus vê a nossa essência. Deus vê quem verdadeiramente nós somos. Nós não estamos aqui disputando para ver quem faz mais o bem, quem atrai mais gente, quem lá fora faz mais isso. Não. A nossa luta tem que ser Quantas pessoas eu consolei hoje com uma palavra, com um olhar, com um gesto. Mas André, eu faço bem e as pessoas sequer reconhecem. Jesus não esperou nada de ninguém. Por que que nós esperamos? Quando eu faço bem e espero algo de alguém, denota orgulho da minha parte. Se Chico Xavier pensasse assim, ele não teria feito o que ele fez. Se Francisco de Assis pensasse assim, ele não teria

ramos? Quando eu faço bem e espero algo de alguém, denota orgulho da minha parte. Se Chico Xavier pensasse assim, ele não teria feito o que ele fez. Se Francisco de Assis pensasse assim, ele não teria feito o que ele fez. Um dia, Francisco de Assis chamou seus correligionários e falou assim: "Vamos para o centro de Assis. Lá tem muito morimbundo, tem muitas pessoas na praça com feridas, com dores e abandonados por toda a gente. Francisco de Assis e os seus companheiros foram até lá. Quando foram ajudar toda a gente, em alguns deu banho, em outros deu alimento, para outros deu roupa. Depois que estavam algumas horas lá, um deles pergunta para Francisco de Assis: "Francisco, você nos pediu para vir para pregar Jesus e até agora nós assistimos a doentes. Quando nós vamos ensinar Jesus para o povo?" Francisco de Assis, mantendo a serenidade, pergunta: "E o que nós fizemos até agora? Se Jesus encarnasse novamente por qualquer motivo, nós temos ilusão de que Jesus estaria aqui ou de que estaria na igreja católica ou de que estaria na igreja evangélica. Se Jesus encarnasse, onde ele estaria? no bairro mais pobre de Goiânia, dando pão e alimento para as pessoas que precisassem. Ele não estaria no centro espírita, ele não estaria na igreja católica, ele não estaria na igreja evangélica, ele estaria onde ele esteve há 2000 anos atrás. Onde Jesus esteve há 2000 anos atrás? Com a prostituta, com o pescador, com o leproso, com o doente, com o o infortunado, com o injustiçado. Por que que passados 2000 anos ele estaria aqui? E talvez seja por isso que o mundo está como ele está. Nós somos a maior comunidade cristã do mundo, o Brasil, em número de católicos, espíritas, protestantes e umbandistas. Isso equivaleria a dizer que o Brasil era para ser o maior país cristão em termos de caridade, ajuda ao próximo, honestidade do mundo. E é isso que nós verificamos na prática, não? Mas é por conta dos outros, não. Por nossa conta também. Quando nós falamos assim, a sociedade é materialista,

de, ajuda ao próximo, honestidade do mundo. E é isso que nós verificamos na prática, não? Mas é por conta dos outros, não. Por nossa conta também. Quando nós falamos assim, a sociedade é materialista, a sociedade é fria, a sociedade é calculista, nós não fazemos parte da sociedade, nós também não somos um número da sociedade. Nós também não fazemos parte deste colegiado que forma esta grande nação de tamanho continental. Mas nós eximimos a nossa parte. Ah, mas eu não tenho condição de fazer que Chico Xavier fez, o que o Dr. Bezerra fez, o que Eurípedes Barsanufo fez, o que os pioneiros do Espiritismo em Goiânia fizeram. Eu não tenho condição, mas Jesus não espera que eu seja um deles. Jesus me convida a ser um deles em tamanho proporcional ao que eu dou conta de fazer. Talvez um dos grandes dramas que nós, os espíritas estamos levando para o além túmulo é de ter um grande conhecimento e um grande apelo à caridade e ficarmos mais na teoria do que na prática. E isso tem levado nós do outro lado da vida a nos arrependermos e muito do tempo perdido. Na cidade de Araguari, Triângulo Mineiro, próximo de Uberlândia, de Uberaba, havia um casal de amigos de Chico Xavier, Donondina e tio Urbano. Pessoas que deixaram um trabalho notório no espiritismo. Centro espírita se dedicaram à causa espírita. E ela tinha tanta afinidade com o Chico que muitas vezes quando ela estava num sábado à noite no grupo espírita da prece, ela ajudava o Chico mudando a página quando ele estava psicografando uma carta consoladora. E é curioso que quando ela desencarnou, Chico Xavier foi até Araguari. em gratidão a ela pela ajuda que ela deu ao Chico, pela amizade que eles tinham, pelo carinho que ele nutria por ela. E é curioso porque Chico Xavier tinha uma uma vidência extraordinária. Ele não sabia o que era espírito e o que era encarnado. De tal a abertura da sua mediunidade. E nós sabemos pelo livro dos dos espíritos que quando um encarnado aproveitou bem a sua encarnação e não vai se perturbar com a

ra espírito e o que era encarnado. De tal a abertura da sua mediunidade. E nós sabemos pelo livro dos dos espíritos que quando um encarnado aproveitou bem a sua encarnação e não vai se perturbar com a notícia de que desencarnou, ele tem a oportunidade de acompanhar o cortejo do corpo em gratidão àquela ferramenta fisiológica. E Donondina foi uma mulher extraordinária. Dedicou de corpo e alma à família e a atividade espírita. Mas ela estava triste, ela estava abatida, ela estava com um olhar vago. E Chico Xavier, procurando consolá-la, diz a ela: "Ah, ondina, é natural que a senhora esteja assim. está deixando o marido, está deixando os filhos, está deixando os netos e é muito natural que a senhora sinta o que está sentindo. E ela disse assim: "Não, eu não estou preocupada com os entes amados que estou deixando, porque eu e eles estamos preparados para essa temporária separação. Eu estou triste porque desses poucos momentos que eu estou no mundo espiritual, a minha consciência está me acusando. Eu poderia ter me dedicado mais à causa espírita. Eu poderia ter assistido menos novela. Eu poderia ter assistido menos telejornal. Eu poderia ter perdido menos tempo com o que não agrega e ter me dedicado mais tempo a causa dos espíritos. E é curioso porque quando vemos a ficha de trabalho daquele espírito, nós percebemos o quanto ela trabalhou pela causa do bem. A caridade ela não pode ser para o outro. A caridade é um convite pessoal. Quando eu ajudo quem quer que seja, na modalidade da caridade material ou da modalidade da caridade moral, o maior beneficiado não é o mendigo, não é o morador de rua, não é a família desempregada, não é o necessitado de uma palavra, de um sorriso ou de um abraço. Qualquer caridade, o maior beneficiado é quem o faz. Vou contar para já caminharmos para o término de nosso encontro, para não abusarmos do tempo e falarmos 2 minutos dos livros. Chico Xavier tinha em dado a altura da sua vida um grande obsessor. E esse obsessor não era o obsessor de

para o término de nosso encontro, para não abusarmos do tempo e falarmos 2 minutos dos livros. Chico Xavier tinha em dado a altura da sua vida um grande obsessor. E esse obsessor não era o obsessor de Chico Xavier, mas da bandeira de amor, de bondade e de caridade que aquele homem levava adiante. E aquele obsessor, não chegando até o Chico, chegava no entorno de Chico Xavier. Gerava intriga, malestar, problemas de toda a sorte. E um dia foi no grupo espírita da prece uma senhora muito pobrezinha. Morava numa casa afastada de Uberaba, num único cômodo junto com o seu neto. Seu neto era pequeno, de aproximadamente 8 anos, e tinha uma ferida aberta e purulenta na perna. havia levado nos médicos, não houve resultado. Havia lejado nas religiões, não houve resultado. E ela foi numa sessão pública do Chico. E Chico Xavier disse a ela: "Minha irmã, necessário se faz que eu te visite, porque aqui há muita gente. Eu não vou ter tempo para te ajudar". Chico pegou o endereço dela, marcou o dia e o horário que iria. Aquela senhora foi embora e ela pensou assim: "Chico Xavier nunca vai me ver. Eu sou pobre. Eu não tenho nada para lhe oferecer. Que que ele ganharia vindo até aqui?" No dia marcado, na hora marcada, chegava o Chico de Taxi, já que ele não dirigia. Ele levou cesta básica. roupa para aquela avó que era viúva, levou roupa para aquela criança, levou brinquedo para aquela criança. Chico Xavier era um extraordinário médium de cura e um extraordinário médium de efeitos físicos. Quando Chico Xavier coloca, dá um passe na criança, envolvendo o coronário e o frontal, os nossos chakras principais, ele estende também as mãos e impõe as mãos sobre a ferida. E naquele momento, todas as vezes que Chico Xavier falava de Jesus, ele sempre falava: "Nosso Senhor Jesus Cristo". E por vezes lágrimas saíam de seus olhos. E ele colocou tanto amor que a espiritualidade, aproveitando aquelas lágrimas, colocaram remédio naquela lágrima que caía sobre aquela ferida. Chico Xavier tomou um café, fez um

s saíam de seus olhos. E ele colocou tanto amor que a espiritualidade, aproveitando aquelas lágrimas, colocaram remédio naquela lágrima que caía sobre aquela ferida. Chico Xavier tomou um café, fez um evangelho, aplicou um passe e foi embora. Passado uma semana, duas semanas, três semanas, aquela avó retorna com o neto. A ferida estava seca e aquela avó agradece. profundamente a Chico Xavier. Aquele obsessor gratuito era o avô da criança, o marido desencarnado daquela avó. E ele pensou com ele mesmo, eu estou perseguindo um homem que foi até a minha casa no subúrbio, não ganhou nada para estar lá, foi, deu de comer, deu remédio, foi com amor, levou cesta básica, levou mantimento, levou roupa. Como é que eu posso perseguir um homem que é amor? E esse obsessor se torna um grande protetor do trabalho de Chico Xavier. Quando eu faço o bem, todo o meu entorno se modifica. Todo o meu entorno começa a vibrar positivamente falando, o bem contagia, o bem empolga, o bem enche a nossa alma. Às vezes saímos da sopa fraterna por volta das 2 da tarde, extremamente cansados, mas alegres. alegres, porque cada família que pegou o alimento sempre nos fala, às vezes com um sorriso dolorido, Deus lhe pague, que Jesus abençoe. Essa é a caridade. Se vão reconhecer ou não, quem verdadeiramente tem que reconhecer o bem que eu faço, não são os homens, é Deus, o nosso criador e quem vai nos dar algo. ao desencarnarmos pelo bem desinteressado que eventualmente venhamos a fazer. Que Jesus nos abençoe e nos inspire hoje e sempre. Muita paz a todos. Só um minuto para falarmos dos livros. Quando nós viajamos, pedimos até permissão à Márcia para trazermos os livros. Os livros, como a Rogéria informou, nós doamos todos os direitos de autor. Atualmente distribuímos 3 toneladas e meia de comida ao longo do mês, às terças, quintas e sábados, sem convênio com prefeitura, estado ou união. É no trabalho da ajuda das pessoas. que colaboram e dos livros quando temos alegria de fazer uma palestra. Temos as cestas básicas para as crianças

bados, sem convênio com prefeitura, estado ou união. É no trabalho da ajuda das pessoas. que colaboram e dos livros quando temos alegria de fazer uma palestra. Temos as cestas básicas para as crianças da evangelização e também para as mulheres da costura. E nesse trabalho todo que nós doamos integralmente os direitos de autor, gostaria de chamar a atenção para o Passos de Luz, que é uma trilogia, três livrinhos no formato de bolso para o evangelho no lar. abrirmos ao acordarmos, ao dormirmos, termos na bolsa, no bolso, no carro, darmos de presente. Temos também três livros recebidos do espírito Jerônimo Mendonça, que nos fala da vida no mundo espiritual. Trabalhadores invisíveis, que fala da época da pandemia, aha do amor, que fala da guerra na Rússia com a Ucrânia e também nos fala da reencarnação. E temos em outras dimensões espirituais que fala de um trabalho que Jerônimo acompanhou nas trevas, mas eu não vou dizer se tiveram êxito, mas eles vão a caráter de um trabalho. E também temos o livro que foi sorteado, que a Rogéria já mencionou, o convívio de meu pai com Chico Xavier de 1985, quando meu pai foi a primeira vez a Uberaba. a 2002, quando o Chico retornou ao mundo espiritual. Então, todos que desejarem um autógrafo, com muito amor e com muito carinho, estamos na livraria. Que Jesus nos abençoe, nos ampare. Uma boa noite a todos e muita paz. Obrigado. Desculpa fazer você esperar de forma. satisfação agradecemos imensamente essa oportunidade de ouvir o André, presença do pai dele também, né? E todas essas experiências compartilhadas, essa vivência e a forma também de apresentar o evangelho pra gente, né? mencionando por exemplos concretos e vivências, como a gente tem que aproveitar até mesmo essa questão de uma de às vezes de uma sensação de ingratidão e perceber nisso o reflexo às vezes do egoísmo de nossa parte e entender que por vezes isso é justamente para testar, né, a nossa perseverança, como bem disse no Evangelho. Eh, convidamos todos a nos preparar pro

isso o reflexo às vezes do egoísmo de nossa parte e entender que por vezes isso é justamente para testar, né, a nossa perseverança, como bem disse no Evangelho. Eh, convidamos todos a nos preparar pro passe, ouvindo a música que será tocada, acolhendo assim as palavras que foram ditas aqui, né? Acalmando o nosso pensamento, que ficamos todos juntos assim nos sintonizando com com a espiritualidade. Um raio de luz. Nascido do alto, as mãos de Jesus percorrem o espaço e vem à terra fazer-se mensagem. Que se encerra a beleza e a imagem do ensinamento do evangelho. A mensagem deixa uma paz na gente e vai agindo igual a semente que muda o caminho onde a semeira. Iluminando tudo, florindo a estrada, trazendo mais amor e mais vida. A mensagem deixa uma paz na gente e vai agindo igual a semente que muda o caminho onde é semar. tudo, florindo a estrada, trazendo ao mundo mais amor e mais. Convidamos nossos irmãos e irmãs passistas se posicionarem no salão. Todos aqueles que sentirem à vontade, que se fechem os olhos, tome uma respiração longa e profunda. Ó Senhor, nosso Deus, Deus eterno e todo- poderoso, criador de tudo e de todos, inteligência primeira e suprema. Rogamos a vós, nosso Senhor e nosso Deus, que nos conceda a graça de receber a sua luz por meio dos passistas aqui presentes. Mestre Jesus, nosso modelo e nosso guia, inspira-nos, Senhor, em nossas reformas íntimas. Que possamos, ó Santo Mestre, nos inspirar no seu modelo de simplicidade e de prática do bem. Senhor, que não percamos as oportunidades cotidianas de ser o reflexo de vossa luz, da luz que recebemos agora nesse ambiente abençoado. E que ela possa converter-se em palavras consoladoras, em abraços fraternos, na doação do óbulo, do alimento, do agasalho, mas sobretudo, Senhor, na construção do mundo mais fraterno, mais solidário. Que possamos, Senhor, na medida das nossas capacidades, fazer do seu evangelho uma profissão prática de fé. Que possamos, Senhor, a cada dia, refletindo sobre suas palavras e o seu

no, mais solidário. Que possamos, Senhor, na medida das nossas capacidades, fazer do seu evangelho uma profissão prática de fé. Que possamos, Senhor, a cada dia, refletindo sobre suas palavras e o seu exemplo, tentar nos espelhar em ti, ó Mestre Jesus. Louvado seja seu santo exemplo. E que a seu exemplo, o Senhor possa converter em modelo de inspiração e de prática cotidiana. Agradecemos, Senhor, por essa oportunidade e juntos mentalizamos, Senhor, o bem e a paz como luz que irradiam a partir da nossa casa espírita para todo o universo. Jesus, muito obrigado pelas palavras aqui escutadas e que elas possam encontrar em nosso coração terreno fértil para multiplicar em 70, em 100 vezes e que possamos, Senhor, estar espelhando a sua luz hoje e sempre. Que assim seja, queridos irmãos e irmãs, com satisfação recebemos vocês aqui. Convidamos para tomar água frutificada aqui ao lado, convidando a estar aqui de volta na próxima quinta. Todos são muito bem-vindos e obrigado. >> Sim, lembrando da oportunidade dos livros, dos autógrafos ali, por favor. Estes momentos de paz que te sentimos aqui em vibrações fraternais. estrada da vida conduzos ao bem na alegria na dor seja o amor nossa bandeira de luz, a alma do mestre Jesus seja o amor nossa bandeira de luz do mestre Jesus. เฮ

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