Beneficência exclusiva

TV Goiás Espírita 26/09/2025 (há 6 meses) 1:03:47 3 visualizações

com Ney Santos

Transcrição

Vistas alegre estou. Esse gozo que sinto em minha alma. Não é porque tudo me vai bem. Esse gozo que eu sinto em minha alma. É porque eu sigo alguém fiel. Oh, não olha as circunstâncias. Não, não, não. Só olhe o seu amor. Não me por vista. Alegre estou. E ainda que a terra não flores e a vida não der o seu fruto, ainda que os pontes lancem-se ao mar e a terra treina, de confiar. Não olha as circunstâncias, não, não, não. Só de o seu amor meu poristas. Alegre estou. Oh oh oh. Tranquilo. Sobe só no volume um pouco para mim. Alô, alô, alô, alô. Aí, perfeito. Obrigado. Uma palavra tão linda, já quase esquecida, me fez recordar, contendo sete metrinhas e todas juntins. Se lê cativar, cativar é amar, é também carregar um pouquinho da dor que alguém tem que levar. disse alguém. Laços fortes criou responsável tu és pelo guin cadigo num deserto tão sol entre homens de bem vou tentar cativar viver bem perto de alguém ou tentar cativar viver perto de alguém. เฮ Meu Senhor, sábio dos sábios, pai de toda a criação, põe a doçura em meus lábios e a fé no meu coração. Sol de amor que me conduz na vida em que me agasalho. Enche os meus olhos de luz. e as minhas mãos de trabalho. Dá-me forças no caminho para lutar e vencer, transformando todo espinho em flores do meu viver. Pai, não te esqueças de mim nas bênçãos da compaixão. Guarda-me em teu coração de paz e de amor sem fim. Dá-me forças no caminho para lutar e vencer, transformando todo espinho em flores do meu viver, pai, não Te esqueças de mim nas bênçãos da compaixão. Guarda-me em teu coração de paz e de amor sem fim. Olho em tudo que sempre encontro a ti. Estás nos céus, na terra onde for. Em tudo que me acontece encontro teu amor, já não se pode mais deixar de crer no teu amor. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal. Um sentimento me ronda. Não sei dizer tudo é novo para mim.

É impossível não fazer de ti meu ideal. É impossível não crer em ti. É impossível não te encontrar. É impossível não fazer de ti meu ideal. Um sentimento me ronda. Não sei dizer tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito. Sim. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço, meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz, teu falar. Me encantou seguir, caminhar e saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor sereno. Um sentimento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser justo, ser lindo e pobre de espírito. Se tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz, teu falar me encantou. que seguir, caminhar e saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor sereno. Tudo bem, Senhor? Eu sei que tu me sonda. Sei também que me conheces. Se me assento ou me levanto, conheces meus pensamentos? quer deitado, quer andando, sabe todos os meus passos e antes que haja em mim palavra Sei que em tudo me conhece, Senhor. Eu sei que tu me sondas, Senhor. Eu sei que tu me sondas, Senhor. Eu sei que tu me sondas. Senhor, eu sei que tu me sondas. Deus tu me cercaste em volta. Tua mão em mim repousa. Paciência é grandiosa. Não alcanço de tão alta. Se eu subo até o céu, sei que ali também te encontro. Se no abismo está minha alma, sei que ali também me ama. Senhor, eu sei que tu me amas, Senhor. Eu sei que tu me amas, Senhor. Eu sei que tu me amas, Senhor. Sei que tu me amas. Boa noite a todos. Tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos à nossa casa, né? a Casa Espírito Estudantes do Evangelho. Vamos cumprimentar também os nossos queridos irmãos internautas que estão nos assistindo nesse momento. Agradecer a alegria cristã do Nei. Hoje nós vamos ter dobradinha do Nei. Ele tá aqui na alegria cristã com a gente, com essa voz

sos queridos irmãos internautas que estão nos assistindo nesse momento. Agradecer a alegria cristã do Nei. Hoje nós vamos ter dobradinha do Nei. Ele tá aqui na alegria cristã com a gente, com essa voz linda, harmonizando o nosso ambiente. Gratidão, viu, Nei? E será o nosso palestrante logo mais. Bom, eu vou trazer aqui pra gente sempre os nossos avisos, tá certo? E antes de começar com aviso, quem tá vindo na casa pela primeira vez, levanta a mão para mim, por favor. Não fiquem tímidos, que a gente conhece o rosto de todos vocês. Ninguém. Coisa boa. Então, gente, convida. Vamos convidar as pessoas, sabe? Às vezes as pessoas não sabem do horário, fala assim: "Olha, na quinta-feira lá na Casa Espírito de Estudantes do Evangelho, na Ricardo Paranhos, tem a reunião pública, tem alegria cristã. É tão gostoso. É um momento que a gente sai do trabalho, que a gente pode respirar, que a gente pode se harmonizar. Que tal ser nosso convidado? Faz esse convite para quem você gosta, para quem você acha que estaria feliz de estar aqui com a gente, tá bom? E para lembrar vocês das obras da casa da assistência e promoção social que nós temos aí o armário de luz brechó, a obra do beço que foi bazar esses dias, tem o caldo que aquece, a cesta solidária e a gente quer passar um videozinho para vocês. Ai, ai, minha cabeça. >> Borica, eu morri. >> Você não morreu, você só desencarnou. de você. Cada imagem é só escolher. A Maria é de você. Nossa, super viagem, meus queridos, essa peça é do Gan e essa peça ela é sensacional, principalmente pra gente levar nossas crianças e os adolescentes. espelho de você fala sobre reencarnação, uma peça muito atual que os elementos do nosso dia a dia, como o celular, como spoiler, linguagem, que são linguagens que a gente escuta na nossa casa, sempre dos nossos adolescentes e ela toca o coração. Eles, eu já assisti essa peça, olha, vale muito a pena quem quiser. A Soninha tem o ingresso aqui. Nós temos o Diogo, que é trabalhador da casa, que é um, né, dos

os adolescentes e ela toca o coração. Eles, eu já assisti essa peça, olha, vale muito a pena quem quiser. A Soninha tem o ingresso aqui. Nós temos o Diogo, que é trabalhador da casa, que é um, né, dos atores também da peça. Vão ter duas sessões dia 11 de outubro, tá certo? Então, quem quiser tem aqui os ingressos com a soninha, viu? Repito, vale muito a pena, é uma peça emocionante, tá? E não esquecer do nosso festival de sorvete com esse calor. O festival de sorvete é imperdível, tá? Nós estamos aqui com os ingressos para vender, então nos procurem. O festival de sorvete será dia 18, pode trazer a família toda. O ingresso é R$ 20. Então a gente consegue fazer essa contribuição. E é uma contribuição para casa. Não sei se vocês repararam, mas nós estamos com a casa sendo pintada, a casa vai ser reformada e e ela é nossa, né, gente? Então, a gente pode eh se sentir assim feliz de poder fazer essa contribuição paraa nossa casa espírita. Tá bom? Agora vou chamar a Tati que vai fazer a nossa leitura. Boa noite. Que fazemos do mestre nos círculos do cristianismo, a pergunta de Pilatos reveste-se de singular importância. Que fazem os homens do mestre divino no campo das lições diárias? Os ociosos tentam convertê-lo em oráculo que lhes satisfaza as aspirações de menor esforço. Os vaidosos procuram transformá-lo em galeria de exibição, através da qual façam mostruário permanente de personalismo inferior. Os insensatos chamam-no indebitamente a aprovação dos desvarios a que se entregam à distância do trabalho digno. Grandes fileiras seguem-lhe os passos, qual a multidão que acompanhava no monte, apenas interessada na multiplicação de pães para o estômago. Outros se acercam dele, buscando atormentá-lo, à maneira dos fariseus arguciosos rogando sinais do céu. numerosas pessoas visitam-no, imitando o gesto de Jairo, suplicando bênçãos, crendo e descrendo ao mesmo tempo. Diversos aprendizes ouvem-lhe os ensinamentos ao modo de Judas, examinando o melhor caminho de estabelecerem a própria dominação.

gesto de Jairo, suplicando bênçãos, crendo e descrendo ao mesmo tempo. Diversos aprendizes ouvem-lhe os ensinamentos ao modo de Judas, examinando o melhor caminho de estabelecerem a própria dominação. Vários corações observam-no com simpatia, mas na primeira oportunidade indagam como a esposa de Zebedeu sobre a distribuição dos lugares celestes. Outros, muitos o acompanham, estrada aa iguais às inúmeras admiradores de Galileia, que lhe estimavam os benefícios e as consolações, detestando-lhe as verdades cristalinas. Alguns imitam os beneficiários da Judeia a levantarem levantarem mãos postas no instante das vantagens e a fugirem espavoridos do sacrifício do testemunho. Grande maioria procede à moda de Pilatos, que pergunta solenemente quanto ao que fará de Jesus e acaba crucificando-o com despreocupação do dever e da responsabilidade. Poucos imitam Simão Pedro, que após a iluminação no Pentecostes segue o sem condições até a morte. Raros copiam Paulo de Tarso, que se ergue na estrada do erro, colocando-se no caminho da redenção, através de impedimentos e pedradas até o fim da luta. Não basta fazer do Cristo o benfeitor que cura e protege. É indispensável transformá-lo em padrão permanente da vida. por exemplo, e modelo de cada dia. Antes do nosso momento da prece, vou fazer o sorteio do livro Ângelo Dias, peregrinação, história sobre aborto, consciência e reparação. Número 33. 36. Ah, gente, o número tá, né, a mensagem que vocês receberam na porta, tá? 33. Aham. 44. Deu aí não. 49 era para ser seu. Isso que é conexão com a espiritualidade. Boa leitura. Bom, agora nesse momento vamos serenar os nossos corações, procurar uma postura confortável na nossa cadeira. Respirem fundo, soltem o ar, tragam na sua tela mental a figura do nosso mestre Jesus. E nesse momento, de forma fervorosa, vamos pedir ao mestre Jesus um mês que tanto se fala no suicídio, que não seja só o setembro para olharmos para esses irmãos, para nos preocuparmos com suicídio. Pedimos ao Mestre Jesus:

ma fervorosa, vamos pedir ao mestre Jesus um mês que tanto se fala no suicídio, que não seja só o setembro para olharmos para esses irmãos, para nos preocuparmos com suicídio. Pedimos ao Mestre Jesus: "Mestre, consola o coração desses irmãos que tanto sofrem, que tanto estão desesperados e agoniados, que só conseguem ver uma saída, que é retirar a própria vida. ajude o Senhor nesse momento e que os nossos mentores espirituais também estejam sempre olhando por nós, nos auxiliando para que isso não aconteça. Esses irmãos tão desolados pelo sofrimento podem ter um caminho diferente se tiverem um acolhimento de todos nós. Que possamos ver os sinais em nós mesmos. na nossa casa, com os nossos parentes, com os nossos amigos. Que Jesus nos auxilie no bem para que possamos ajudar esses irmãos que tanto sofrem e que para que nós possamos vigiar e orar por eles e por nós também, não apenas no mês de setembro, mas todos os meses do ano. que a espiritualidade também conduza o nosso palestrante da noite para que suas mensagens de amor, de lucidez, transformem cada vez mais os nossos corações, para que possamos, ao sair daqui, colocar em prática tudo que essa doutrina maravilhosa tem a nos ensinar. Que assim seja. Pessoal, boa noite. Boa noite aos nossos amigos internautas. Nós vamos falar da beneficência. E que é a beneficência? a caridade, a capacidade que nós temos de sair levando o benefício, a caridade, o bem à pessoas mais carentes. E no evangelho fala-se de uma caridade direta, exclusiva, ligada às pessoas que estão em situação de sofrimento. E quando nós vamos ao livro dos espíritos, nós ouvimos a seguinte pergunta: o que é a caridade? Como a entendia Jesus? A resposta dos espíritos. Benevolência para com todos. Indulgência para com as imperfeições do próximo e perdão das ofensas. Então, a resposta que os espíritos dão não envolve esmola, ela envolve caridade. E uma das coisas que às vezes nos chama atenção é que a gente vai, por exemplo, ao Congresso Espírita, assiste uns palestrantes, nota 1000,

e os espíritos dão não envolve esmola, ela envolve caridade. E uma das coisas que às vezes nos chama atenção é que a gente vai, por exemplo, ao Congresso Espírita, assiste uns palestrantes, nota 1000, né? A gente sai de lá e fala: "Nossa, fantástico, fulano". melhor ainda o beltrano e às vezes a gente não lembra exatamente o que que eles falaram e se nós não nos lembrarmos, nós não vamos ter como aplicar. Então, o nosso desejo na noite de hoje é que nós possamos extrair dessa nossa fala alguma coisa que a gente consiga colocar em prática, porque o que vai valer para nós é a prática, né? Então, ah, o Divald no noso dá um show. Divaldo deu muitos shows, né? Eu sou apaixonado pelo trabalho, por tudo que ele fez, mas depois do show a gente não lembra que que ele falou direitinho. E amanhã cedo a gente já tá esperando o próximo congresso para ver o próximo show. Então que nós possamos realmente, né, abstrair alguma coisa aí do evangelho, desse tema da caridade pra gente colocar em prática. E quando o tema é caridade, tem uma frase do Espiritismo que nos convida a refletir muito. Fora da caridade não há salvação. E o que é a salvação, né? Uma vez que quando a gente é católico salva do inferno, católico evangélico, salva do inferno, salva do purgatório. O espiritismo nos diz que existem eh regiões de sofrimento, mas que nós não vamos ficar lá eternamente. Então, o que é a salvação? fizeram essa pergunta pro nosso amigo Emanuel no livro Consolador, na psicografia do Chico Xavier, e ele responde: "Salvação é livrar da ruína". Quando fala que o navio foi salvo, não diz que esse navio um dia não possa naufragar. diz que livrou esse navio da ruína naquele momento. Então, a caridade é um jeito de viver onde nós vamos nos livrar do mal que nós sofreríamos no tempo em que a gente está praticando a caridade e não estamos praticando o mal. Ah, mas eu não faço caridade nem o mal. A inércia já é fecar por conta da correnteza. Então, alguma coisa nós estamos sempre fazendo. Os espíritos explicam que no mundo

e não estamos praticando o mal. Ah, mas eu não faço caridade nem o mal. A inércia já é fecar por conta da correnteza. Então, alguma coisa nós estamos sempre fazendo. Os espíritos explicam que no mundo espiritual, imediato, aqui ao plano carnal, a hora que a gente morre, né, a hora que a gente desencarna, perde esse corpo físico, eles nos explicam que a maior surpresa é porque a gente não sabe lidar com o pensamento. E nessas regiões, a matéria cede facilmente ao que a gente pensa. Traduzindo isso, os espíritos explicam que quando eu penso alguma coisa, ela materializa na minha frente. Aí dá pra gente imaginar a bagunça que seria a nossa vida se tudo que a gente pensa materializasse na nossa frente. E o que é mais sério não é só para nós, materializa para todo mundo que tá naquela região. Então o que é o umbral? é uma região fronteiriça, né, aqui a ao plano nosso encarnado, onde os recém desencarnados têm que lidar com as próprias vibrações. Então, o nosso pensamento mal educado, a nossa conversa mal educada, a nossa língua, a gente fala que é terrível, né, gente? Mas a língua e por si só é neutra. É, o pensamento é que é terrível mesmo. E a gente fala, a gente pensa e às vezes a gente age. Aí imagina uma região onde esses pensamentos, né, esses sentimentos, essas emoções, logo depois da nossa do nosso desencarne acontece ao mesmo tempo com todo mundo. Será que teria alguém de nós aqui hoje que poderia dizer assim: "Se eu desencarnar agora, eu tô super tranquilo". Ou todos nós temos algumas culpas, ou todos nós temos algumas coisas que nós gostaríamos de ter feito e não fizemos? Ou todos nós temos alguém para pedir desculpa? Uma situação é delicada. E quando nós começamos algum trabalho de caridade, com a benevolência, com a indulgência e com o perdão, nós começamos a criar um futuro mais equilibrado para nós, né? A lei de ação e reação diz que tudo que eu fizer vai voltar para mim, de bom, de menos bom ou de ruim. Então, à medida que nós fazemos a caridade e ela é desinteressada, senão não é

rado para nós, né? A lei de ação e reação diz que tudo que eu fizer vai voltar para mim, de bom, de menos bom ou de ruim. Então, à medida que nós fazemos a caridade e ela é desinteressada, senão não é caridade, tudo que eu fizer vai voltar para mim, mas eu não quero nada em troca, já é uma bênção. Não querer nada em troca já é uma bênção. Mesmo assim volta. Ah, eu faço mal sem querer. Mesmo assim volta. E por que que volta, gente? Porque nós vivemos num grupo. Todas as vibrações eh se ligam com o universo, né? Qualquer movimento chega ao infinito. Quanto mais próximo do objeto, mais forte. Mas se eu acender essa lâmpada agora, esses raios de luz vão chegar lá no infinito quando? mas tá viajando. Então, o convite do evangelho é para que nós façamos uma caridade, porque nós vivemos em grupo. Quando nós nascemos no planeta, a gente começa o nosso trabalho tentando sobreviver. E a ideia é muito individualista. Um bebê precisa se virar, né? Ele vai ter um apoio, alimento, cuidado, mas ele tem que respirar por ele mesmo, ele tem que fazer digestão por ele mesmo, ele tem que funcionar. A medida que esse bebê cresce, né, ele vai ter que disputar as coisas com os outros, espaço, espaço na escola, no futuro, um jovem disputando vestibular, uma cadeira no emprego e essa coisa vai o tempo todo. Mas o que é o trabalho de cada um de nós? é servir alguém. Não interessa a sua profissão. Você está sempre tentando resolver problemas de alguém. Enquanto eu estou resolvendo os problemas da minha área, alguém resolve os meus problemas. Eu mando meu filho pra escola, tem um professor lá resolvendo o problema da ignorância, do desconhecimento de um grupo de crianças. E os pais daquelas crianças estão resolvendo outros. Então, nessa troca incessante, já há uma lei da cooperação importantíssima, né? Então, quando nós começamos o nosso processo, nós somos ego infantil, nós somos dependentes e nós não conseguimos resolver 100% os nossos problemas, daí precisamos do próximo. Uma das características mais marcantes

nós começamos o nosso processo, nós somos ego infantil, nós somos dependentes e nós não conseguimos resolver 100% os nossos problemas, daí precisamos do próximo. Uma das características mais marcantes do ego infantil ou imaturo é a competição, porque ele precisa disso para crescer, para desenvolver. À medida que nós vamos ficando mais dando conta de cuidar de nós mesmos, nós precisamos estabelecer um outro tipo de relação. Esse tipo de relação é a cooperação. Na cooperação, aí nós precisamos esquecer um pouco o eu para que seja bom para todo mundo no trânsito, por exemplo. Não sou apenas eu que preciso chegar à porta da escola, não apenas eu preciso estacionar. Então, nós precisamos de algumas leis para equilibrar tudo isso, né? E as leis servem então para regular e dar mais ou menos uma possibilidade de ser justa para todo mundo. Quando que eu vou passar? Quando o sinal tiver verde, é a minha vez. Quando que o outro vai passar? Quando tiver verde para ele. Naturalmente vai ficar vermelho. Para mim, não interessa quanto eu esteja compressa. Eu preciso respeitar. E se eu não respeitar, pode acontecer acidentes cuja responsabilidade será minha. Então nós começamos a ver que tem um funcionamento pro universo que serve em qualquer lugar, mas chega um dia que além da cooperação, nós começamos a entender que nas horas em que eu tô disponível, eu posso fazer uma cooperação extra. Aí já não é mais o meu trabalho onde eu recebo alguma coisa. É aquela cooperação onde eu já tenho tanto que eu vou oferecer ao meu irmão. E aí nós podemos servir e receber em troca pela lei de causa e efeito a bênção da paz. Tá? Isso é muito importante, tá? Mas que fase da vida você está? Você que nos ouve aí pelo pela mídia, você que tá aqui com a gente, você tá na fase de competir, você tá na fase de cooperar já no ego maduro, como é que tá a situação? Em qualquer uma delas, nós podemos usar a caridade que nos explicaram os espíritos. Qual delas? benevolência para com todos, não só para com as pessoas que a gente

go maduro, como é que tá a situação? Em qualquer uma delas, nós podemos usar a caridade que nos explicaram os espíritos. Qual delas? benevolência para com todos, não só para com as pessoas que a gente gosta, todos, sem exceção. E quando a gente encontra uma pessoa que é capaz de fazer isso, a gente fica encantado, né? Se você teve a oportunidade de saber da vida do Chico Xavier, você vai ter encontrado um homem que tratou bem as pessoas uma vida regularmente. Aconteceram muitas situações complexas na vida desse homem e a benevolência para com todos funcionava o tempo integral. Certa vez ele tava psicografando, chegou um homem muito estranho na reunião, armado, que era coisa muito comum. Nos anos 50, as pessoas carregavam arma assim na cintura visível, sem ser policial, nem alguém autorizado. Chegou a reunião, as pessoas acharam aquele estranho, o Chico continuou lá psicografando. Depois ele foi fazer a leitura das mensagens. O homem chegou no ouvido do Chico, falou alguma coisa. O Chico respondeu para ele: "Seja feita a vontade de Deus". Ele saiu, sentou e ficou ali até o final da reunião. Depois foi embora. Quando aquele homem foi embora, o grupo que ajudava o Chico foi lá perguntar o que que ele havia falado. Ele falou que veio aqui para me matar, meu irmão. Olha bem, o Chico relata depois pro grupo. Quando ele viu aquele homem armado, ele perguntou pro Emanuel em pensamento, o que quer esse nosso irmão aqui que parece mal intencionado? Emanuel, tenha paciência e faça o seu trabalho. Chico, tem um mentor igual Emanuel, não é fácil não, né, gente? Ele não liberava não. O avião tá caindo lá, o Chico chorando e tal, como vocês viram no filme. E o Emanuel não falou para ele que o avião não ia cair, não tranquilizou ele, não, deixou. Hora que não caiu, não caiu. Vocês verem como é que funciona anjo da guarda. A gente quer um anjo da guarda daquele que não deixa a gente nem, né, machucar o dedinho. Ah, Senhor, meu filho vai pra balada, protege e tal. Anjo da guarda não funciona assim. Enfim, que que

guarda. A gente quer um anjo da guarda daquele que não deixa a gente nem, né, machucar o dedinho. Ah, Senhor, meu filho vai pra balada, protege e tal. Anjo da guarda não funciona assim. Enfim, que que aconteceu? Uma semana antes, aquela mulher, a esposa desse homem foi lá em Uberaba, recebeu uma mensagem e voltou paraa casa muito calma, muito tranquila e falou que tinha conversado com o Chico Xavier, que era um homem muito bom e falou tão bem do Chico. E o marido, sem nem ter noção, todo falou: "Ah, é, você gostou dele? Pode deixar. Semana que vem eu vou lá acabar com ele. E foi lá. Resposta do Chico: "Seja feita a vontade de Deus", desarmou o homem. O homem voltou, sentou, foi embora para casa, né? Talvez nós reagíssemos de outra maneira. Nessa mesma história, gente, a gente vê aí indulgência para com as imperfeições do próximo, por ele poderia ter tomado outra atitude, né, buscado os policiais da cidade, feita alguma coisa, apenas continuou o trabalho dele e deixa a lei, cuidar da lei, os responsáveis por ela. Então, quando nós começamos a pensar nessas coisas, nós aprendemos que nós podemos praticar caridade toda hora, todo dia, tá? Onde quer que a gente viva, tem alguém difícil, se é que esse alguém não é a gente, me imaginar que seja outra pessoa, certo? parente difícil, não sendo eu, ainda tem outros que eu preciso trabalhar essa caridade. Na época de Jesus, assistência associaram um negócio complexo, né, gente? Hoje tá OK. Não, mas melhorou muito nos últimos 100 anos melhorou muito. Dá para fazer muita coisa junto ao coletivo. Hoje, a hora que eu cheguei aqui, a Rogéria me falou das entregas dessa segunda-feira, né, Rogério? O grupo aqui, né, da federação e mais outras pessoas que sai para dar uma assistência para as pessoas de situação de rua. Como é que foi a entrega lá, Rogério? Quantos, Quantas marmitas, quantas sopas você falou? 120 sopas, 80 pães, 40 sanduíches, 80 sorvetes e água fluidificada. Só esse núcleo. Teve uma semana que eu acompanhei o grupo aqui, levei violão pra gente

, Quantas marmitas, quantas sopas você falou? 120 sopas, 80 pães, 40 sanduíches, 80 sorvetes e água fluidificada. Só esse núcleo. Teve uma semana que eu acompanhei o grupo aqui, levei violão pra gente cantar lá convite da Rogério. Chegou lá, eu fiquei surpreso. Tinha outros grupos também fazendo o mesmo trabalho. Ninguém interessado em nada além da alegria de ajudar aquelas pessoas. Isso foi numa segunda-feira. O pessoal lá do hospital das clínicas, o grupo espírita que atende lá, me convidou a mim e o Michel para irmos com o violão e cantar lá no Hospital das Clínicas. Outra surpresa, muitas pessoas fazem esse trabalho para quem tá doente, internado. Aí eu pensei, gente, que trabalho estranho, mas é o a pessoa que me convidou, o Vanderlei, falou: "Não, pode ir que chega lá o pessoal sabe como conduzir". A gente canta no corredor, as pessoas que querem nos convida e a gente entra então lá na enfermaria, no quarto e as pessoas cantam, se emocionam, se lembram de Deus, porque a música tem essa capacidade de nos levar para um outro lugar, né? E numa das enfermarias, uma senhora lá falou: "Eu sou evangélica, você importa? de jeito nenhum, só não sei tocar muitas músicas da sua igreja. Ela falou: "Não, eu canto lá no nosso coral. Posso cantar?" "Pode." Eu acompanhei no violão. Era uma música que eu sabia. Quando termina o trabalho, a gente tá nas nuvens, a gente acha que leva alguma coisa, eu não sei se a gente recebe, mas que tira muita coisa da gente tira, né? muitas vazia, aquelas coisas mais duras, mais difíceis, que às vezes você esquece que tem problema. Conversei com a senhora, eu tô aqui no hospital das clínicas há 6 meses. Sabe o que que é se meses internado, né? Quando eu fiz odonto, aí os clientes que são, né, clientes lá da assistência social, eles ficam muitos anos indo e voltando. E às vezes um grupo de aluno passa e faz uma namnese, faz as perguntas, vem outro grupo também, vem outro grupo, vai indo, o cliente sabe mais de doença dele do que quem tá perguntando.

do e voltando. E às vezes um grupo de aluno passa e faz uma namnese, faz as perguntas, vem outro grupo também, vem outro grupo, vai indo, o cliente sabe mais de doença dele do que quem tá perguntando. Ah, tá lá o aluno iniciante pergunta, ele fala: "Não, não é isso não. o grupinho começa a discutar, eh, discutir, não, meu problema é outro. Então, passar um tempo desse no hospital, gente, é muita coisa. E a gente levanta, se doer, a coluna, reclama. um mês lá a gente já vai pensando diferente. Eu vou encerrar fazendo a leitura de algo aqui que eu gosto muito, que é sobre o Bezerra de Menezes e a gente vai refletir um pouco. Tá, no final vocês falam com a Rogéria. Levanta a mãozinha aí quem tá lá atrás, tá? Ela tá nesse trabalho, mais um grupo que tá aqui também, que eu tive a felicidade de encontrar lá. E aí ela te fala como participar e quem mais se interessar, tá bom? Eu vou encerrar fazendo uma leitura aqui eh sobre o Bezerra de Menezes da desencarnação dele. Gente, para que essas coisas? Pra gente lembrar que nós precisamos trabalhar para ajudar o próximo, para ajudar a gente mesmo, para saber que a gente vai trocar de lugar. Não interessa como um dia, ainda que você tenha uma vida maravilhosa, no final dela, em algum momento, a gente vai estar no hospital voltando pro mundo espiritual. Não, morri de uma vez, caí aqui agora. Você vai chegar no mundo espiritual hospitalizado, né? Nós não somos espíritos de luz que larga o corpo, que sai voando igual ovoleta. Nossa situação é delicada. A gente demora a desapegar dos familiares, do cachorro, da casa, sabe? É delicado. A gente acha, ah, não, quando eu morrer, tudo bem, tudo bem, nada, dá trabalho, é difícil para todo mundo, tá? Então, vou ler aqui sobre o Bezerra de Menezes pra gente encerrar. Um dia, Chico Xavier perguntou, tá? Um dia perguntei ao Dr. Bezir de Menezes qual foi sua maior felicidade quando chegou ao plano espiritual. Ele respondeu-me: "A minha maior felicidade, meu filho, foi quando Celina, a mensageira de Maria

dia perguntei ao Dr. Bezir de Menezes qual foi sua maior felicidade quando chegou ao plano espiritual. Ele respondeu-me: "A minha maior felicidade, meu filho, foi quando Celina, a mensageira de Maria Santíssima, se aproximou do leite que eu estava dormindo e tocando, falou suavemente: "Bezerra, acorde." Abri os olhos e vi a bela e radiosa. Minha filha é você, Celina? Sim, sou eu, meu amigo. A mãe de Jesus pediu-me que lhe dissesse que você já se encontra na vida maior, havendo atravessado a porta da imortalidade. Veja bem, o Bezerra precisou ser informado que ele já tava do outro lado. Então, é algo corriqueiro na nossa vida. O dia que a gente for embora, a gente ficar em dúvida se a gente tá ou tá do lado de lá. Agora, Berzerra, desperte feliz. Chegaram os meus familiares, os companheiros queridos das hostes e espíritos que vinham aqui. Não, desculpe. A mãe de Jesus pediu-me para que você avisar que você já está na venda na vida maior. Agora bezerra, desperte feliz. Chegaram os meus familiares, os companheiros queridos das hostes espíritas que vinham me saudar, mas eu ouvia um murmúrio que me parecia vir de fora. Então Celina me disse: "Venha ver, Bezerra, ajudando-me a erguer-me do leito de novo, tá? Ele não levantou e pulou, não. Chegou lá numa condição delicada, precisando de socorro. Ajudando-me a erguer-me do leito, amparou-me até alguma sacada. E eu vi, meu filho, uma multidão que acenava com ternura e lágrimas nos olhos. "Quem são, Celina?", perguntei-lhe: "Não conheço a ninguém. Quem são? São aqueles a quem você consolou sem nunca perguntar-lhes o nome. São aqueles espíritos atormentados que chegaram às sessões mediúnicas e a sua palavra caiu sobre eles como um bálsamo numa ferida em chaga. São os esquecidos da terras, os destroçados do mundo a quem você estimulou e guiou. São eles que vêm saudar no pórtico da eternidade. E o Dr. Bezerra concluiu: "A felicidade sem lindes existe, meu filho, como decorrência do bem que fazemos, das lágrimas que enxugamos,

imulou e guiou. São eles que vêm saudar no pórtico da eternidade. E o Dr. Bezerra concluiu: "A felicidade sem lindes existe, meu filho, como decorrência do bem que fazemos, das lágrimas que enxugamos, das palavras que eh semeamos no caminho, para atetar a senda que um dia percorreremos. Então, meus amigos, falando em caridade, nós queremos encerrar convidando a todos nós a reclamar menos, exigir menos e colaborar mais. Muito obrigado. Uma boa noite a todos. Obrigado. >> Agradecemos o nosso companheiro de casa de trabalho Nei, pela palestra instrutiva, né, com exemplos cuidadosos escolhidos pra gente, mostrando a importância da gente não pensar na beneficência de forma exclusiva, né, para aqueles que a gente gosta, aqueles que a gente quer, mas como um todo, todos nós somos irmãos, todos nós estamos juntos. e trazendo esse exemplo do Bezerra de Menezes pra gente comparar como pequeno nós somos, né, N? Então, nesse momento, a gente convida a todos a se preparar, ouvindo a música para o momento do passe. Convidamos os nossos irmãos e irmãos passistas se posicionarem no salão e a todos os presentes a fecharem os olhos, se colocarem numa posição confortável, preparando-se para esse momento do passe, tomando uma respiração tranquila e profunda. Ó nosso Senhor e nosso Deus, Deus eterno e todo- poderoso, levantamos nosso pensamento, ó Pai amado, a ti, criador de tudo e de todos, inteligência primeira e suprema, infinita bondade e infinita justiça. Ó nosso Senhor e nosso Deus. Sabemos, Senhor, que por sua palavra que estamos contigo como os peixes estão no oceano. Senhor amado, somos gratos por tudo que temos e tudo o que somos, pelas maravilhas que diariamente realiza em nossas vidas. Rogamos a vós, ó Senhor, a sua paz e sua misericórdia a todos aqueles que comparecem em sua casa na noite de hoje. Que permita, Senhor, que a sua luz desça sobre nós, enchendo todo o nosso ser de esperança, amor e caridade. Gratos, Senhor, por sua paz e misericórdia. Estendemos para além de nossa casa

ite de hoje. Que permita, Senhor, que a sua luz desça sobre nós, enchendo todo o nosso ser de esperança, amor e caridade. Gratos, Senhor, por sua paz e misericórdia. Estendemos para além de nossa casa a irradiação de sua luz. Permita, Senhor, que a luz chega a aqueles que estão em trevas. Que a fome seja aplacada com o alimento necessário para aqueles que mendigam. Senhor, dei o teto à aquele desabrigado, o abrigo aquele que sente frio, o alimento para aquele que sente fome, o conhecimento ao ignorante, a paz ao belicoso, Senhor. E que possamos todos nos ver como irmãos numa fraternidade que ultrapassa todo tipo de diferença ou característica. Mestre Jesus, nosso modelo e nosso guia, sede presente na nossa vida e que no nossos atos, Senhor, possamos refletir de acordo com nossa capacidade o seu excelso exemplo. Ó mestre, com misericórdia vosso. Vós que viestes na manjedoura e partiste dessa terra na cruz, esbanjando exemplos de humildade e simplicidade, permita, Senhor, que possamos a cada dia nos aproximar do seu modelo e tendo você, vós como nosso guia, que possamos melhorar-nos a nós mesmos em amor, conhecimento e moralidade. Que assim seja. Agradecemos a presença de todos, lembrando e reforçando o convite para a leitura em casa do Evangelho Segundo o Espiritismo, que iniciamos o capítulo 14, na próxima quinta-feira, honrar vosso pai e vossa mãe, também reforçando o convite para aqueles que aqui estão tomarem da água frutificada aqui na frente. Vão com Deus e boa semana a todos.

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