Bem e Mal sofrer, com Abílio Wolney
Palestra: Bem e Mal sofrer, com Abílio Wolney
Antes que o seu coração perceba e sinta toda paz de quem já faz. Esforço para enxergar num inimigo um irmão. Perdão, acalma. Serena alma, rejuvenece, fortalece a boa vibração. Respira, faz uma oração, pede a Jesus para aquele irmão que desconhece a lei de ação e reação. Respira, faz uma oração. Nada te acontece em vão. Mostra outra face, a face do perdão. Mostra outra face, a face do perdão. Mostra outra face, a face do perdão. Ah. Estamos chegando já na hora da prece. Vamos cantar essa canção pra gente preparar os nossos corações, para nós fazermos nossas nossa preceber cantar, fica à vontade. Agradecemos, Senhor, Senhor, estes momentos de paz, de paz, que te sentimos aqui, aqui em vibrações fraternais, fratern na estrada da vida, conduznos ao bem na alegria ou na dor. Seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado pé. Mestre Jesus, seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado mestre Jesus. Agradecemos, Senhor, Senhor, estes momentos de paz, de paz, que te sentimos aqui, aqui em vibrações. fraternais, fraternais na estrada da vida. Conduz-nos ao bem na alegria ou na dor seja o amor, nossa bandeira de luz. Amado mestre Jesus. Seja o amor nossa bandeira de luz. Amado do mestre Jesus. Boa noite, queridos irmãos. Que a paz de Jesus esteja conosco, nos envolvendo. Nós agradecemos a presença de todos que aqui compareceram para mais um estudo e reflexão do Evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Nós agradecemos também os nossos irmãos que nos acompanham pela internet, os parceiros de transmissão, que nós possamos unir os nossos corações em torno desse tema e que nós possamos aqui trazer os nossos pensamentos e os nossos sentimentos enquanto estivermos. Nós queremos só dar um alguns pequenos avisos. Primeiro agradecer a todos que participaram conosco ontem do nosso evento da feijoada. Foi um dia muito especial, foi um momento de confraternização entre trabalhadores, frequentadores. É muito importante essa vivência dessa prática do trabalho voluntário para que a gente possa nos
ada. Foi um dia muito especial, foi um momento de confraternização entre trabalhadores, frequentadores. É muito importante essa vivência dessa prática do trabalho voluntário para que a gente possa nos harmonizar com o ideal de Jesus, que é amar e servir. Então, nós ficamos gratos em nome da diretoria do Lar de Jesus, nós agradecemos a todos que de alguma forma participaram desse evento especial. E nós queremos avisar que estamos com vários cursos em enfileirados para começar e todos esses cursos eles podem ser ter as informações completas no site e no telefone, no WhatsApp do Lar de Jesus. Nós temos aí prestes a começar o MEP, que é um estudo de mediunidade, estudo e prática. É um curso de 2 anos que ele tá sendo estruturado para atender esse público que nos procura com mediunidade ostensiva, que precisa conhecer esse fenômeno que tá sendo tão comum, né, nos nossos dias e que nós precisamos estudar a mediunidade de uma forma sistemática. Então, as informações estão sendo dadas na diretoria lá no Lar de Jesus também. Eh, esses cursos que são parcerias do Lar de Jesus com entidades. Temos cursos de eletricista, de operador de computador, de salgadeiros. Estamos com o curso de corte e costura para começar. Estamos em andamento com o curso de cor de cabeleireiros. Enfim, o lar de Jesus é uma grande oficina de estudos, preparando pessoas para adentrar o mercado de trabalho mais qualificados. E a gente tem estabelecido a diretoria do Lar de Jesus, estabelecido parcerias com entidades para promover esses cursos. Então, a gente sempre tá tendo nos dois semestres, a gente sempre tem cursos em andamento, são cursos gratuitos paraa população, temos várias atividades para idosos, curso de violão, curso de pintura, eh ginástica, eh, de alongamento. Então, assim, nós temos muitas atividades. Fora isso, nós temos também as obras do Lar de Jesus. Tem a obra do berço que fabrica enxovaizinhos para recém-nascidos. Temos o bazar que nós fabricamos pano de prato, artesanatos para ser vendido no nosso
sso, nós temos também as obras do Lar de Jesus. Tem a obra do berço que fabrica enxovaizinhos para recém-nascidos. Temos o bazar que nós fabricamos pano de prato, artesanatos para ser vendido no nosso bazar. São todos trabalhos voluntários. Então, quem tiver um tempinho e quem tiver vontade de aprender, porque a gente aprende aqui fazendo. Então fica o convite para quem quiser participar dessas atividades, ocupar o tempo de forma amorosa, temos aqui essas atividades. Então, passado esse nosso momento de aviso, nós vamos fazer a nossa prece, convidando a todos a unirmos os nossos pensamentos, trazer a figura amorosa de Jesus a nos envolver, agradecendo a Deus por essa oportunidade que se renova para nós nessa noite e pedindo a Jesus que se faça presente nesse momento. Ele está entre nós toda vez que nós nos reunimos com o propósito de união, de harmonização, de fé e de esperança. Então, nós queremos, Senhor, nessa noite te convidar para fazer parte desse nosso encontro, permanecendo conosco através dos seus benfeitores espirituais que nos assistem. Que nós possamos, Senhor, abrir os nossos corações, que possamos meditar nos teus ensinamentos, no seu evangelho, que possamos cultivar esses bons sentimentos, que possamos nos preparar para a próxima semana nossos trabalhos, no nosso lar, nas nossas convivências. Sempre, Senhor, nos lembrando de cada um dos teus ensinamentos, da bondade, da indulgência, da paciência, da tolerância. Tantas vezes precisamos, Senhor, usar esses recursos, essas virtudes em nosso próprio benefício, em benefício das nossas relações. Pedimos, Senhor, que adentre os nossos lares, deixando lá a tua paz, envolvendo os nossos familiares queridos, que também essas vibrações possam ser estendidas para a nossa comunidade, para os nossos irmãos que estão nos hospitais, nos abrigos, nos orfanatos, nas penitenciárias, os nossos irmãos que vivem em situação de rua. Que todos, Senhor, possam ser aconchegados no seu amor, na sua bondade e misericórdia. E nessa noite nós pedimos
igos, nos orfanatos, nas penitenciárias, os nossos irmãos que vivem em situação de rua. Que todos, Senhor, possam ser aconchegados no seu amor, na sua bondade e misericórdia. E nessa noite nós pedimos permissão para iniciar as nossas atividades, lembrando a oração que o Senhor nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia da hoje, Senhor. Perdoe as nossas ofensas, assim como perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair nas tentações do mundo, mas livra-nos, Senhor, de todo mal e de toda perturbação. Porque vosso é o reino, o poder e a glória para hoje e sempre. Que essa prece, Senhor, que nós colocamos no seu coração se reverta em luzes a nos orientar nessa nossa caminhada, na nossa jornada. Que assim seja. nosso palestrante da noite, muito querido, nosso conhecido de longas datas, Dr. Abílio Ven. Hoje ele vai falar para nós sobre o bem e o mal viver. Dr. Abílio é palestrante espírita, trabalhador incansável do movimento espírita goiano, é também escritor, pesquisador e juiz de direito. Seja bem-vindo, Dr. Boa noite. Que a paz do divino mestre permaneça conosco. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados? E do púlpito natural do monte, no que encadeamento das montanhas de Curatim, ele acrescenta ainda nessa sinfonia inacabada do evangelho, a sua mensagem de amor, essa partitura infinita. E ele prossegue: bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. Os que têm o coração puro, porque verão a Deus. Os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados sois quando vos perseguirem e vos causarem todo tipo de mal. Rejubilai-vos, pois será o vosso galardão nos céus. E alguém me indagava: "Qual será o tema da sua palestra?" Eu disse: "Vou falar sobre as bem-aventuranças das aflições, mas o Espírito Santo vai me intuir e me instruir." E o que é sofrer? bem sofrer ou mal sofrer. Daí me recordei de um outro
a sua palestra?" Eu disse: "Vou falar sobre as bem-aventuranças das aflições, mas o Espírito Santo vai me intuir e me instruir." E o que é sofrer? bem sofrer ou mal sofrer. Daí me recordei de um outro diálogo agora com outra pessoa familiar que me dizia: "Como é que eu posso entender que os aflitos são felizes porque é o significado da palavra bem-aventurado?" como ser contente e sofrer com alegria? E eu perguntei à pessoa da interlocução de hoje, me recordando de um diálogo pretérito. Eu disse: "Hoje você me contou que às 4:30 da manhã acordou com o despertador e foi para um local tal prestar um concurso e chegando lá não conseguiu sair bem na prova". Mas você aprendeu um pouco mais, escalou nos estudos o conhecimento, está preparado para o próximo que já está agendado, não é? Me disse: "Sim". Não é um bem sofrer acordar esta hora para fazer uma viagem à distância de 1 hora:30 de Goiânia em busca da realização? Sim. Então se sofre bem quando nós lutamos em busca daquilo que almejamos como finalidade existencial, cuja finalidade eu conversava com a nossa confrade ideal, a Dra. Carla, não passa de um serviço a ser prestado. Nos candidatamos nos sacrifícios da vida para aprendermos a amar. E amar rima com dor, porque amor combina. Mas essa dor de amar de Santo Agostinho, quem ama não sofre, se sofre não cansa. Também não é um processo de busca, não é uma bem-aventurança de Gibrã. Porque o amor ele vai nos moer até a extrema brancura. Ele vai nos amassar até nos tornar maleáveis. Ele vai nos peneirar para nos libertar da palha. O amor nos mó até a extrema brancura. Ele nos amassa até que nos tornemos maleáveis, repetimos. E depois ele nos leva ao fogo sagrado e nos transforma no pão místico do banquete de Deus. Todas essas coisas nos fará o amor para que conheçamos os segredos do seu coração e com esse conhecimento nos transformemos no pão místico da festa de Deus. Todavia, se no nosso temor procurarmos apenas a paz do amor e o prazer, o gozo do amor, então seria melhor para nós que
ração e com esse conhecimento nos transformemos no pão místico da festa de Deus. Todavia, se no nosso temor procurarmos apenas a paz do amor e o prazer, o gozo do amor, então seria melhor para nós que abandonássemos a ira do amor para entrar no mundo sem estações, onde riremos, mas não todos os nossos risos e choraremos, mas não todas as vossas as nossas lágrimas. Porque o amor não tem outro desejo senão de atingir a sua plenitude. Se contudo, amardes e precisardes ter desejos, sejam estes os vossos desejos no bem sofrer do amor. E eu voltei à carga e disse então, depois que se conquista o emprego, o trabalho, no caso concurso da pessoa, você vai operar numa repartição, atendendo pessoas e aquilo que conseguir através da aflição do trabalho, você vai destinar a aflição do amor para o filho que vai vir, que a pessoa ainda não tem filho. e vai trabalhar o resultado da aquisição que você tem na busca que saiu pela madrugada de hoje à distância do concurso para que possa ter condições de dar a provisão como pássaro alado voando, chega até o ninho e os filhotes estão aguardando o alimento que é colocado na boca, no bico. Nós nos tornamos pais e mães no caminho, nas aflições bem-aventuradas do amor, da paternidade, da maternidade. E afinal de contas, qual será o cume da jornada? Será necessariamente esta fatalidade biológica, porque nós não somos daqui, estamos aqui. E então fui indagado, mas nós não somos daqui, estamos aqui, mas daqui nós vamos para os céus. Sim, nós nos encontramos neste momento dentro dos céus. A esfera planetária orbita, juntamente com sete outros globos em torno de uma estrela, ela é apenas uma que compõe as 200 milhões de estrelas que integram o cinturão central da galáxia onde estamos, cuja a galáxia é uma das dois duas trilhões de galáxias captadas no telescópio James Webs em 10% de capacidade das suas óticas. Portanto, um universo relativamente possível daquilo que a miopia terrena permite enxergar. Onde está os céus? Porque nós herdaremos o reino dos
scópio James Webs em 10% de capacidade das suas óticas. Portanto, um universo relativamente possível daquilo que a miopia terrena permite enxergar. Onde está os céus? Porque nós herdaremos o reino dos céus se formos bem-aventurados e felizes nas aflições. O que são as aflições? Certamente não será uma cruz. Ela é o símbolo da ignomíniia, da ignorância humana. Porque quase sempre nós não evoluímos pela maldade, nós evoluímos pela falta do conhecimento, pela ignorância, a mesma ignorância que pediu a condenação de Jesus de Nazaré para depois o entronizá-lo como Cristo Rei no topo de umas das colinas Vaticanas, na mesma Roma que no circo máximo fazia os espetáculos para a morte dos cristãos. Agora ele estaria entronizado como o nosso Deus para nós com Emanuel, o nosso Cristo planetário, o Cristo organizador, desce dos páramos do mundo maior para viver aqui na viatura física, como aquele que não teme a morte, porque podem matar o corpo, mas não matam a alma. Aquele Jesus que sabendo que todos nós também temos a nossa morte publicada em edital, se submete às temperaturas alteradas da Palestina antiga para entrar no curso de humanidade e morrer precocemente aos 33 anos, quando ele poderia ter vivido, quem sabe, 80, 90 anos. Seria muito tempo para um Cristo viver no mundo como nosso, porque nós também morreremos crucificados. Eu dizia Sócrates na Ágora, os senhores acham que vão tirar minha vida, matar-me? Mas os senhores também estão condenados pelo Tribunal da Natureza. E voltando ao tema da noite, como se pode bem sofrer nesta existência, primeiramente descarregando a carga, o peso das paixões achatadoras, sentindo dentro de nós esta indignação diante daquilo que não é correto, mas propiciando na trajetória um modo de modificar o mundo com a minha conduta para que o mundo veja adiante a mudança que antes eu operei em mim como cidadão do mundo, a fim de que o mundo se torne um pouco melhor depois que eu passei por aqui. E assim eu vou alijando o egoísmo, eu vou lentamente me
adiante a mudança que antes eu operei em mim como cidadão do mundo, a fim de que o mundo se torne um pouco melhor depois que eu passei por aqui. E assim eu vou alijando o egoísmo, eu vou lentamente me matriculando nas nos departamentos caritativos e vou me tocando nesta psicologia de uma multidão que agora quero o pensamento de que a humanidade só vai se modificar quando eu me modificar. e que o maior gesto de amor está exatamente em eu me transformar num processo de perguntar a mim mesmo o que eu ando fazendo para que amanhã eu posso melhor do que hoje, já que hoje eu estou aqui nesta escola melhor do que era antes de chegar aqui. E compreendemos definitivamente que esta prédica extraordinária, bem-aventurados os aflitos, está a nos dizer que dentro do universo da astrofísica eu me encontro povoando o próprio infinito nesta poeira que dorme no chão do firmamento. Eu sou um dos globos onde o reino do céu se encontra instalado. ainda no educandário de primeiros anos de educação na realidade de um planeta de expiação e provas. Mas eu estou aqui no mundo exatamente para fazer com que o reino de Deus exista aqui. Já que o reino de Deus está não só nas esferas de bilhões de trilhões de galáxias, em cada qual humanidades encarnadas ou desencarnadas, mas precisamente no globo de eu me encontro neste momento encarnado. E voltando à pergunta, a pessoa me disse: "Mas então eu terei que voltar a viver?" Eu disse: "Sim". "Ou poderás ficar séculos ou milênios no plano espiritual recusando o processo encarnatório?" E imagina se eu desencarno hoje com este nome que meus pais me deram, Abího, que aliás é o nome do meu avô que eu gosto muito, mas até o meu nome é emprestado. Chego do outro lado e vou pros céus, porque Deus, que é dono do reino dos céus, olhou para mim e disse: "Tadinho, você não deu conta. Você chegou aqui um pouco melhor do que você chegou lá e agora eu vou te levar lá pro céu. E onde é o céu, Senhor? Jesus disse que o reino de Deus está dentro de nós, que nós herdaremos o
o deu conta. Você chegou aqui um pouco melhor do que você chegou lá e agora eu vou te levar lá pro céu. E onde é o céu, Senhor? Jesus disse que o reino de Deus está dentro de nós, que nós herdaremos o reino de Deus dos céus, mas que ele está dentro da própria consciência e na codificação espírita os espíritos complementariam. É na consciência que está escrita a lei de Deus. Deus me colocou dentro do plasma universal do fluídico cósmico, materializado instantaneamente numa estrutura humanoide, num tipo de humanidade evolutiva, que é a segunda categoria menos ruim dos mundos habitados. E eu quero sair daqui numa catapulta e ser lançado diretamente no paraíso que a astronomia perdeu endereço na geografia do universo. Porque Deus, o criador encriado, está pairando sobre tudo isto em algum fulcro, em algum lugar de onde emana o seu poder criador. Ele como individualidade, inteligência suprema e causa primeira de tudo isto, como regente dessa orquestra do universo. Ele me diz: "Tu te encontras no universo, no universo da física, da astrofísica, no universo do espírito, na imortalidade. Neste momento, num processo encarnatório, como está em Hebreus 9:27, o homem nasce uma só vez, morre, vem o julgamento. Depois que você morrer como o Abílio que foi, o seu julgamento chegará imediatamente. E como a lei de Deus está escrito na sua consciência, onde está o bem e o mal, você já tem o chipe da memória divina e começa a proceder o seu julgamento dentro da lei. O primeiro que perceberás que terá que se reconciliar é consigo mesmo no processo de auto perdão. Porque se eu sou um ser em evolução, aquilo que eu errei se torna o adubo para a planta do presente. E como presente não pode ser essa eternidade imaginária no reino dos céus, cujo endereço está em qualquer ponto do universo, embora Deus esteja num ponto específico como a causa primeiro o criador individualizado, eu já estou, portanto, a caminho viajando de estrela em estrela. Neste momento, a minha estrela se chama sol, andando nas cidades invisíveis,
specífico como a causa primeiro o criador individualizado, eu já estou, portanto, a caminho viajando de estrela em estrela. Neste momento, a minha estrela se chama sol, andando nas cidades invisíveis, como descreve o Beto de Campos na obra Novas Mensagens, quando ele se refere a uma Marciópolis, em Marte, onde se não encontrou humanidade encarnada, andando por paraísos distantes por onde se encontrava ao Sione na obra renúncia e de onde ela volta para buscar o amor que ficou para trás. nas camadas imediatas da superfície do planeta Terra, onde se desdobra umbral na sua primeira esfera, ela vem reencontrar-se com Pux, que será o seu Carlos Clenegan. ainda reprobou, se perderia ele nos tribunais do Santo Ofício e ele morreria no calaboço, onde lhe aparece a sua mãezinha vindo do país da morte para dizer a ela: "Minha filha, dê graças a Deus, dê graças a Jesus, porque depois de todo o Calvário glor doloroso, Gloriosa será a ressurreição. Eu então dizia: "Assim que eu morrer desta, eu ressuscitarei". Com Hebreus 9:27, uma só vez para este fardo que vai ficar e outras tantas numa fieira de encarnações prospectivas para o processo evolutivo. Porque eu não quero ficar pairando em cidades espirituais quando eu posso aprender na labuta da jornada física. É aqui que eu vou aprender a bem sofrer, tendo paciência. É aqui que eu vou aprender a bem sofrer, tendo tolerância, concedendo mutuamente nas relações de família afetivas de trabalho, enxergando a ignorância daqueles que acham que poderão acumular, falávamos há pouco, e que não vão levar nada daqui e que provavelmente o que conseguiram vai ser disputado por filhos. E eu tenho filhos, dizia a Dra. Carla, tenho que se pegar a herança, ele acaba com ela rápido. Como ele não vai ouvir essa palestra, não é? O outro vai guardar. Porque as pessoas são diferentes de padrões e os nossos filhos não são nossos filhos, são filhos da ânsia da vida por si mesma de Gibran. Que tipo de luta trabalhamos no campo do egoísmo para conquistar
rque as pessoas são diferentes de padrões e os nossos filhos não são nossos filhos, são filhos da ânsia da vida por si mesma de Gibran. Que tipo de luta trabalhamos no campo do egoísmo para conquistar materialmente no mundo? Tudo aquilo que sobra nos causa o tédio. Nesse pêndulo oscila entre a ânsia de ter e o tédio de já ter possuído, porque a vida não nos satisfaz com as aquisições do agora. Elas não complementam o nosso eu, o nosso psiquismo. que aquele que sofre mal é aquele que sofre duas vezes, que não entendeu esta finalidade da trajetória, porque ele está sempre em busca de conquistas quando uma constatão civilizatória vai nos dizer como Schopenhauer, que é um craço materialista, mas inteligente enquanto crítico contra as religiões tradicionais, porque ele diz isto: "Nós sempre buscamos algo e a vida nunca nos dá compensa ação emocional do algo conquistado, porque ele existe redição. Depois que eu chego ao ponto que eu supunha ser o ápice da minha pirâmide, eu crio novas necessidades. Depois que eu conquisto o patrimônio que eu gostaria de ter, eu agora estou procurando um jeito de comprar uma casa muito melhor do que já se tem e de fazer todas as viagens que não foram feitas como se tivesse encarnado no mundo para fazer turismo. E é tão bom viajar, não é? E se consome tudo quando percebe que o pavio da vela consumiu a parafina e já estamos no crepúsculo. E para lembrar de tantas viagens é preciso rever os filmes, as fotografias. Não temos tempo e a vida continua me chamando a fazer novas coisas. Então eu dizia, eu criei para mim mesmo a necessidade de tirar uma porcentagem daquilo que Deus me dá por mês, agora que os filhos já estão criados, ainda tem uma última na medicina particular, para que eu possa amar um pouco mais os que não são filhos da minha carne. Porque eu sei o que é mal sofrer e agora aprendi como bem sofrer e que na verdade só o amor em ação, a caridade poderá nos dar esta compensação, esse feedback emocional de uma forma que eu matricule aqui no lar
sei o que é mal sofrer e agora aprendi como bem sofrer e que na verdade só o amor em ação, a caridade poderá nos dar esta compensação, esse feedback emocional de uma forma que eu matricule aqui no lar de Jesus, nas colaborações que não são para remunerar ninguém, mas para as obras sociais que leva a humanidade. as minhas pernas que não podem chegar no bairro da vitória. Mas ante o presidente do do Centro Eulípic de B nuvem publicava uma fotografia de uma senhora que deve estar na minha idade, não é? Humilde, construindo uma casinha como João de Barro. A cada fio de tijolos que ela colocava, ela pedia que alguém colaborasse. Eu disse: "Essa mulher tão distante, como é que eu vou fazer? para ir lá. Alguém me deu uma boa ideia. Falou: "Não, o centro aqui aceita que você destine para a compra no lugar específico onde ela vai buscar o cimento e o tijolo para ela construir a casa." E eu olhei para ela, disse, já tando ela assim também na terceira idade, esta casa vai servir para ela e pros filhos dela e pros netos dela, que vão morar na mesma periferia de um Brasil, onde nós chegamos em Anápolis, quando estava lá, Moringuenia há 15 anos, há 25, 30 anos atrás. São os mesmos lá do núcleo, do nosso núcleo Casa de Jesus com o Batista. Agora já passei pela geração dos filhos e já tem os netos daqueles que continuam aguardando que os homens possam lhes levar a vara de pescar. E enquanto não morrem a fome, vai se dando os peixes. Parece que a civilização precisa entender a mensagem de Jesus. E aprendíos então com a doutrina espírita bem sofrer, amando, servindo, fazendo de cada momento uma finalidade. Numa catáe coletiva, aproximadamente 2.000 pessoas levadas no hino, na musicalidade tão saborosa que hoje nós ouvimos aqui também, reduzidos que somos a este auditório que é grande, mas em proporção a 2.000 pessoas. E eu ficava aguardando, porque fui ali convidado, acompanhando, qual seria a mensagem. E a mensagem daquela noite era que um generoso sacerdote, muito trabalhador, dizia sobre a figueira que
pessoas. E eu ficava aguardando, porque fui ali convidado, acompanhando, qual seria a mensagem. E a mensagem daquela noite era que um generoso sacerdote, muito trabalhador, dizia sobre a figueira que secou, porque Jesus passando numa época em que não os figos não davam frutos porque não era estação, e viu aquela árvore sem frutos e diz: "Amaldiçoou a árvore e ela morreu, porque aquela árvore que não dá fruto será cortada, podada e levada ao fogo." No outro dia, os discípulos passaram e a árvore estava seca. Certamente é uma metáfora, um símbolo muito lindo das mensagens do nosso Cristo planetário. Mas Jesus não mataria uma figueira que não tinha figos fora da estação, porque só ela daria figos quando não era tempo. Mas ali foi a simbologia dele ter feito aquela palavra contra aquela árvore para que as pessoas entenderem que se nós estivermos no mundo ocupando o lugar sem ter uma finalidade que seja servir, uma utilidade que seja dar frutos, nós também seremos amaldiçoado. Não, para nos mandar pro inferno, porque a terra já é um inferno, como a terra também é um paraíso. Percebe que aqui, por um momento, nós somos enfermeiros ou enfermos. Como enfermeiros, nós cuidamos de quem tá doente, não é? Minha mãezinha com 90 anos estava internada em Palmas e venceu a pneumonia. Meu irmão lá dormindo, a cama, a hospedaria, o hospital. A luta que eu passei também em outra ocasião. Agora ela está curada. Naquele momento, meu irmão era um enfermeiro, ela é enferma. Ela agora está querendo cuidar de uma moça que trabalha com ela, que está doente. Ela será enfermeira e a moça será enferma. E é a mesma moça que dormiu com ela no hospital. A nossa vida é assim. No outro momento, a Terra é um planeta pedagogia, que veja a paciência dos irmãos em vir ouvir a mim falar. Logo eu, que ao apontar um dedo volto três para mim mesmo. Estamos numa escola enquanto eu falo e para falar eu estudo e ao estudar eu aprendo um pouco mais. A terra é um educandário. Todas as experiências do bem sofrer são
um dedo volto três para mim mesmo. Estamos numa escola enquanto eu falo e para falar eu estudo e ao estudar eu aprendo um pouco mais. A terra é um educandário. Todas as experiências do bem sofrer são lições. A tolerância nas relações afetivas para que elas possam sobreviver. Todos nós temos algo a reclamar porque não existe perfeição neste mundo e de expiações. Nós temos dificuldade financeira, dificuldade de um filho que não seguiu. Nós temos um problema diário nas contusões dos encontros humanos e quando termina vem outra fila de dificuldades para serem vencidas. Porque isto é o aprendizado no atritar da pedra no buriil. que se dá a formatura da bancada na sua beleza no mármore, nós viemos nos escupir e a proposta aqui é nos educar. E ao nos educar, nós descobrimos que este planeta que é hospital, que esse planeta que é presídio para aqueles que não se sujeitaram às leis da natureza, onde está escrita a lei de Deus no campo físico, que não compreenderam que esta lei escrita na consciência deverá se projetar na realidade de um ambiente encarnado, estes perecer naturalmente, não porque Deus castigou, mas porque as leis de Deus nos castigaram. Ninguém pula de cima da casa sem quebrar a perna, provavelmente, porque tem uma lei chamada de gravidade. E ninguém vai ao aos céus imaginários, senão começando a edificação dos céus, como a mulher do tijolinho fazendo a casa lá na periferia do bairro da vitória, até poder cobrir a casa é um símbolo também, uma metáfora. Nós construiremos o reino dos céus em atitudes. Não há possibilidade na catarse coletiva de 2000 pessoas o Espírito Santo salvar todo mundo com uma levantada de braço já vai direto pro céu. É um bom início. Havia musicalidade, havia uma palavra do evangelho de Jesus. Agora, quando deixamos o centro espírita, a igreja cristã que seja por aí dos que são dos seus segmentos, nós saímos para viver na vida a realidade objetiva de uma existência que não é um culto, que não é como nos encontramos aqui. É uma luta de
greja cristã que seja por aí dos que são dos seus segmentos, nós saímos para viver na vida a realidade objetiva de uma existência que não é um culto, que não é como nos encontramos aqui. É uma luta de atravessar o dia a dia para terminar as causas atuais das aflições. A origem de muitas dessas aflições está nos fatos cometidos no presente. Abusos, excessos, ambição, orgulho, desrespeito à leis morais e sociais. E achamos que é Deus nos punindo. Leu, Deus fez a lei, fez a lei, não é? A lei da convivência, a lei dos costumes, a lei da inteligência humana que criou seus regramentos. Se Goiânia ficasse uma semana sem polícia na rua, se Goiânia ficasse um mês sem estruturas de justiça funcionando, sem audiências de custódia, onde em cada plantão que eu faço, eu sou juiz de uma vara cívil, mas também trabalho lá. Cada plantão que eu faço, 90% dos casos são de violência doméstica e também de violências, algumas que são acontecimentos incríveis. Vou terminar, não é? Porque é um senhor que tinha um filho, cujo filho, o processo é público, eu posso comentar, e não está sob segredo de justiça, cujo filho arranjou uma namorada, cuja namorada passou a a morar na casa do pai do filho. E um dia o pai não gostou. de uma situação do filho com a nova companheira e deu um jeito lá e teve uma confusão, uma agressão e o dono da casa agrediu, teve que ter uma lei da Maria da Penha. Eu fiquei pensando, e agora ele não pode cometer um crime que ele cometeu, ele agrediu, mas a casa é dele. Agora, a atual companheira do filho dele pediu a Maria da P para tirar ele da casa dele. Como é que vou fazer como juiz? Mas isso é uma rara exceção. Foi a única que 90% dos casos são realmente dessa dificuldade, né? Diz respeito às leis morais e sociais. Quantos males o homem não cria para si mesmo? Quanta responsabilidade não tem pelos sofrimentos que experimenta? Se a gente perceber, somos nós que plantamos dentro da lei de causa e efeito aquilo que vamos colher no território afetivo. Quantas desilusões a gente procura? Meu
m pelos sofrimentos que experimenta? Se a gente perceber, somos nós que plantamos dentro da lei de causa e efeito aquilo que vamos colher no território afetivo. Quantas desilusões a gente procura? Meu Deus do céu, por quê? E procuramos ainda o príncipe que vem no cavalo branco, né? As moças e o rapaz, a moça mais bonita. A cada 5 anos nós teremos uma queda fisiológica. A flor também vai se transformar em fruto, não é? Assim como ele vai ficar careca e barrigudo. O espírito ao renascer traz consigo germes imperfeições passadas. sofre então as consequências dos das faltas que cometeam existências anteriores. Mas a maioria do que nós estamos passando aqui são coisas da vida presente. E se tivermos alguns filhos diferentes como eu tenho, a gente dá uma olhadinha, diz assim: "Isso aqui é uma reconciliação: os vossos inimigos que nascem na barriga de uma mulher novamente, bem dentro da sua casa, que assim não seja, não é? Que venha só amigos, não é? só e filhos amorosos. Esquecimento de fatos cometidos existências anteriores. Mas como é que eu não me lembro? Diz o Leandro Carnal. Eu não posso acreditar numa coisa que eu não lembro quem eu fui na vida passada. Embora a doutrina espírita seja uma fundamentação muito razoável na razão. Isso é inabalável é só o que pode encarar a razão. E eu me fiz essa pergunta. Eu digo: "Meu Deus do céu, se levasse ele a uma indução hipnótica com terapeuta, com formação, de preferência psicólogo, psiquiatra, psicanalista, com formação específica, ele se veria reduzido até à idade fetal. Por que não antes da idade fetal? E se alguém esquece de quem foi, o terapeuta vai te levar daqui a pouco você vai dar com uma página do livro Nosso Lar em que a turma deixa você ver até 200 anos antes desta, né? Quando você chega lá muito revoltado, Deus é injusto sofrir tanto, os caras abrem o filminho, você fala: "Caramba, tudo que eu quero é pagar a conta do analista para nunca mais ter que saber quem eu sou, como cantava o Cazusa." E então ele gostaria de saber
ir tanto, os caras abrem o filminho, você fala: "Caramba, tudo que eu quero é pagar a conta do analista para nunca mais ter que saber quem eu sou, como cantava o Cazusa." E então ele gostaria de saber quem que foi para provar a reencarnação. Nós não lembramos quem nós fomos quando criança e nem da idade fetal, muito menos. Por exemplo, eu não me lembro, talvez vocês se lembrem, de um episódio quando eu tinha 3 anos de idade. Será que Deus deixou me esquecido até os 3 anos, 4 anos? Depois dos 5 anos que eu vou lembrar de alguma coisa que eu fui quando eu tinha 5 anos ou 7 anos ou 8 anos? Uma outra coisa, o esquecimento perdura mais. Na própria vida física você fica esquecido depois dos 7 anos é que você vai completar a encarnação, né? Então nós procuramos também que nós fomos nas atitudes. Quais são as inclinações? Para que lado eu tô sempre dando uma guinada? O que é que mais me apetece aquilo que mais me deslumba no território da fantasia e da ilusão? Os meus devaneios e a minha personalidade difícil. aquilo que eu não consigo resolver de imediato. E o desejo específico que eu tenho de fazer algo está a dizer que eu sou do clube, da tribo destes que gostam daquilo ou daquilo outro. Eu não preciso procurar muito saber e nós não suportaríamos, porque é tão difícil chegar no bloco da existência, da madureza, lembrar de tanta dificuldade que a gente passou, de tanto sofrimento, de tanta luta, de decepções, porque a gente quase nunca lembra de tanta coisa boa que a gente viveu, né? A gente sempre lembra das coisas difíceis que passamos. Imagina me mandarem ver 10 encarnações pretéritas. Eu vou parar por aqui porque chega de mal sofrer. Eu quero bem sofrer. Era Amando. Boa noite. Nós agradecemos, Dr. Von por nos trazer essas reflexões tão importantes, nos lembrando da nossa responsabilidade na obra da criação, nos lembrando que nós em momentos somos servidos, em outros somos servidores. Então, quando a gente precisar servir, que a gente sirva com alegria, com amor e que Jesus possa
idade na obra da criação, nos lembrando que nós em momentos somos servidos, em outros somos servidores. Então, quando a gente precisar servir, que a gente sirva com alegria, com amor e que Jesus possa fortalecer o nosso coração, né? Então, nós vamos finalizar a primeira parte das nossas do nosso trabalho. Vamos passar para o passe. Tem alguém que tá vindo pela primeira vez no lar de Jesus? Ah, sejam bem-vindos. Então, logo após essa a nossa palestra, a gente tem o passe presencial que funciona aqui nessa cabine da minha direita e que vocês possam participar também dessa segunda parte do nosso trabalho. E eu vou convidar o nosso irmão Humberto para fazer a nossa prece de encerramento. Então vamos, queridos irmãos e irmãs, após essa palestra tão esclarecedora, rogar ao nosso mestre querido, que possa estar conosco nestes momentos, que possamos, Senhor Jesus, aproveitar dessas informações e fazer da nossa vida uma vida de luta, de alegria. de trabalho, que possamos aproveitar, Senhor, essa oportunidade de aqui estarmos reencarnados, que possamos desenvolver em nós o amor, Senhor. Este amor que liberta, esse amor que transforma ruma à felicidade que aguarda a cada um de nós. Muito obrigado, mestre querido, pela tua paciência. Muito obrigado por todo o amparo que a espiritualidade amiga aqui presente nos dá nesta noite de hoje. Que todos possamos sair daqui revigorados, fortalecidos e animados para as nossas jornadas. Que a paz de Jesus nos guarde e nos ampare hoje, agora e sempre. Que assim seja. Pai, Deus protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe falar: "Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual, neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha
r, tesouro igual, neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai meu criador, bção. O maior tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. Ah.
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