BEM-AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS - Anete Vidal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 22/09/2025 (há 6 meses) 39:10 439 visualizações

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Transcrição

E eu entendi qual o valor dessa missão. Bom dia a todos e todas. Sejam muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Hoje aqui nos encontramos mais uma vez depois de um períodozinho afastada por motivos importantes, né, que cada um tem seus motivos e precisamos compreender e entender a importância do descanso muitas vezes que esquecemos dele, né? Então vamos aproveitar esses momentos, agradecer a espiritualidade por mais um dia. Hoje nos encontramos aqui no dia 22, 22 de setembro. Estamos entrando na nossa nova era, a era da primavera, das flores, do verde. E vamos orar pedindo ao Pai Maior que nos ofereça um pouquinho de chuva, porque estamos necessitando muito dessa chuvinha para fazer com que o verde fique mais verde e as flores fiquem mais perfumadas. E assim, querido mestre Jesus, agradecendo sempre a espiritualidade pela oportunidade que nos oferece, por nos permitir entendermos que somos todos grandes companheiros nessa jornada, nessa jornada de crescimento, nessa jornada de aprendizado e de muita compreensão. Que a paz com todos. E vamos então passar pra nossa missão de estarmos juntos de vocês. Hoje o tema é o capítulo 10 do Evangelho Segundo Espiritismo, bem-aventurados os misericordiosos. E foi tão interessante que quando eu estava lendo o texto, eh, eu por acaso botei num canal lá e tava o padre paulista do Lancelote. E ele é uma pessoa assim muito muito carismática, muito alegre. A vida para ele é realmente Jesus, né? E ele nos contou uma história que para nós, eu acredito que seja muito importante para entendermos melhor os bem-aventurados misericordiosos. Ele disse que ele trabalha, né, com os com os com aqueles seres que estão em situação de rua. Não interessa qual a situação, como ele diz, interessa que são todos seres humanos necessitados de compreensão. E ele disse que ele viu um fulano que ele conhecia, que ele já tinha inclusive auxiliado muito em termos da espiritualidade maior. E ele então vê esse senhor pedindo esmola num semáforo. Para nós aqui é sinal mesmo que a gente

fulano que ele conhecia, que ele já tinha inclusive auxiliado muito em termos da espiritualidade maior. E ele então vê esse senhor pedindo esmola num semáforo. Para nós aqui é sinal mesmo que a gente chama, né? E esse senhor tava lá pedindo esmola. Aí ele chegou perto e f chamando pelo nome. Ele falou: "Como é importante chamarmos as pessoas pelo nome". E aí ele chamou o senhor pelo nome e falei assim: "Mas amigo, que que você tá fazendo aí?" E ele virou e falou assim: "Ai, estou pedindo esmola". Ele falou assim: "Uai, mas você não precisa pedir esmola. Precisa?" Ele falou assim: "Estou medindo a caridade e ensinando a misericórdia para aqueles que oferecem esmola". Quer dizer, vocês vão ver como é interessante, né? Ele fez assim: "Olha, não julgue, porque muitos deles estão na realidade nos ensinando a viver mais". E ele deu um outro exemplo que eu achei muito interessante também, que ele comentou eh sobre eh as pessoas que distribuem papelzinho no semáforo, né, eh para venda de alguma coisa, compra de alguma coisa, para você comprar uma balinha, enfim. E ele então comentou que uma pessoa que veio do Rio de Janeiro ficou impressionada que aqui em Brasília o pessoal não fecha correndo a janela, né? Lógico, temos os problemas, mas que graças a Deus os nossos problemas estão eh minimizados. Mas enfim, aí essa senhora falou assim: "Mas você abriu a janela para receber um uma uma oferta de um apartamento, venda de um apartamento e a pessoa que estava ao lado dela, que abriu a janela, virou para ela, falou assim: "Eles também estão trabalhando". Então, realmente, quantas vezes recebemos mensagens sem compreender, bem-aventurados misericordiosos. Porque se ficarmos presos à palavra, aquela palavra forte do passado de 2000 anos atrás, fica muito complicado para todos nós compreendermos a beleza da vida. Precisamos trabalhar esse momento pelo qual estamos, com a linguagem do momento que nós estamos. E, e, e se nada é por acaso, né? Eu tenho assinatura de um jornalzinho espírita e ele conta

za da vida. Precisamos trabalhar esse momento pelo qual estamos, com a linguagem do momento que nós estamos. E, e, e se nada é por acaso, né? Eu tenho assinatura de um jornalzinho espírita e ele conta exatamente a história de um jovenzinho que vocês já devem ter assistido palestras dele. Pessoal tá dizendo que ele é o o mini Aroldo Dutra. Não sei se vocês já viram esse jovem, vale a pena. É uma gracinha. é um rapaz eh estudioso da doutrina, professor universitário e ele então fala: "Por que será que os espíritas ainda não compreenderam o que seja ser misericordioso?" Olha que coisa mais linda. Se nós frequentamos um larvilhoso, como é a comunhão espírita de Brasília, como é que nós ainda muitas vezes criticamos aquele que tá pedindo esmola ou criticamos aquele que tá entregando um panfleto? Por que que nós não olhamos para esses seres como problemáticos como nós somos, carentes como nós somos? Então, a grande preocupação desse tema é o não julgar. Não vamos julgar sem compreender, sem entender. Vamos trabalhar o nosso eu com relação às nossas dificuldades. Como nós ainda precisamos de atenção, de carinho, de afeto, que alguém lhe chame pelo nome, não pelo pisil. Piscil. Nós temos um nome. Me chame por senhora, por favor, dá licença. Temos que voltar a esse caminhar espiritual dentro de nós. E como eh curiosidade, nós tivemos, né, um congresso que ocorreu em junho dos médicos da Associação Médica Espírita Brasileira e os médicos constataram, eram mais ou menos 1800 participantes, vários médiuns médicos de outros países e eles foi constatada a importância da misericórdia, não só para nós espíritas, como para todos aqueles que trabalham com o ser humano, os médicos em geral. E eles, então, muito interessante, porque cada um oferece uma experiência sua como médico e o médico espírita e a responsabilidade de nós como espíritas de compreendermos o próximo, porque somos sim todos companheiros nessa jornada, companheiros maravilhosos que se encontram juntos nesse aprendizado

espírita e a responsabilidade de nós como espíritas de compreendermos o próximo, porque somos sim todos companheiros nessa jornada, companheiros maravilhosos que se encontram juntos nesse aprendizado que muitas vezes é difícil, mas não é impossível. de vencermos ano a ano. E então vamos entender melhor, tem um livrinho chamado Conselhos Úteis, livrinho maravilhoso da nossa querida Hilda Alonso. E o tema que eu abri por curiosidade se chama Intolerância. E é importante, bem-aventurados misericordiosos, que vai falar sobre o julgar e a tolerância. Tens muito a acrescentar as tuas experiências quanto a tolerância pelos erros aleios, que muitas vezes são mal interpretados e não constituem faltas ou defeitos, mas apenas características diferentes daquelas que nós desejaríamos encontrar. Ou seja, a minha ansiedade, a minha ideia, a minha mentalidade é que todos são iguais. Somos iguais perante Deus, mas cada um de nós tem o seu viver, a sua cultura. Imagine uma pessoa, vamos pensar assim, do Oriente, que a que a cultura é mais rígida, a disciplina é muito cobrada e nós aqui do Brasil que estamos ainda atravessando a rua de qualquer maneira e falando muito alto, mas nós somos maravilhosos porque nós aprendemos a abraçar o próximo. Nós aprendemos a olhar o próximo, mesmo que ainda com os nossos defeitos, julgando inclusive, mas nós olhamos o o próximo de forma diferenciada. Nós sabemos dar um bom dia, nós sabemos dizer tudo de bom, siga em paz. Não precisa falar siga em paz com Jesus ou com Deus, não. Siga em paz. E aí ele continua: "Sempre que te surpreenderes com algum fato, um gesto ou uma palavra que não corresponda à tua expectativa, silencia e aguarda por alguns momentos, refletindo sobre a necessidade de aceitar as pessoas e os fatos como eles são e não como pretenderias que fossem". A expectativa é minha. A minha expectativa é que meus filhos sejam muito felizes, que galguem postos maravilhosos pela vida fora, que sejam pessoas Sim. Qual e o aprendizado deles? Qual é o momento reencarnatório de cada

a. A minha expectativa é que meus filhos sejam muito felizes, que galguem postos maravilhosos pela vida fora, que sejam pessoas Sim. Qual e o aprendizado deles? Qual é o momento reencarnatório de cada um? Não é porque foram criados com a mesma mãe e o mesmo pai dentro da doutrina ou dentro de qualquer outra religião que todas são maravilhosas, que são perfeitos. Nós estamos, como diz Aroldo, não mais numa escola, mas no hospital espiritual, porque é pelo hospital, pela dor física, que muitas vezes aprendemos a amar o próximo. E ele então continua: "Cada pessoa tem suas razões, suas convicções e é preciso respeitá-las. Acalma o espírito e não esqueças a vigilância. E assim te será mais fácil compreender e aceitar todas as circunstâncias e todas as pessoas. Que Deus te abençoe. Então, esse tema que nós conversamos agora se chama Tolerância do livrinho da nossa querida Hilda Alonso, Conselhos úteis. Por que que eu falo que é da nossa querida amiga, companheira, a dona Hilda Alonso, como seu João Alonso, como Paulo Alonso, a família Alonso é grande companheira nossa de anos e anos e anos. Trabalho maravilhoso que eles fizeram dentro da doutrina, junto com a doutrina, pela doutrina e por eles, né? Então vamos lá, vamos no nosso evangelho, capítulo 10, para aqueles que estão com o evangelho e nós vamos falar sobre bem aventuranças aqueles que são misericordiosos. E o primeiro tema é o perdão. Como é difícil você falar em perdão. Mas ao mesmo tempo, se você colocar a essa, tire essa palavra da sua vida e simplesmente faça de tal forma que aquilo que te magoou um dia não é mais uma dor, uma dor da alma, porque passou. Aprendi com aquela lição, venci aquela dificuldade e hoje eu não preciso mais perdoar porque eu não me lembro. Não que eu não quer, ah não, você tá se escondendo, não. É porque não faz mais tanta dor, já não faz tanta tanto sentimento de que aquilo realmente me ajudou a compreender o caminhar, o viver. Então o perdão, a palavra que é maravilhosa, nos foi colocada quase como um castigo. Não é um

or, já não faz tanta tanto sentimento de que aquilo realmente me ajudou a compreender o caminhar, o viver. Então o perdão, a palavra que é maravilhosa, nos foi colocada quase como um castigo. Não é um castigo, é aquele momento em que numa grande alegria, eu compreendo que eu venci várias etapas e que aquele irmão que um dia, por acaso, me magoou com palavras, com obras, compreendeu o seu caminho. Ah, mas eu não quero vê-lo. Tudo bem. Faça uma oração por ele. Ore sempre ao acordar. Não precisa oração grande, não. Agradeça a Deus por estar acordando naquele dia, colocando o pé no chão, com a oportunidade do estudo, do trabalho honesto, de vencer as suas dificuldades. Quando for dormir também agradeça pelo dia que teve. Que bom que foi mais um dia. Então, por isso que ele fala só vós, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles fazem contra vós, vosso Pai celestial vos perdoará também. Aí nós vamos lá no na nossa oração maravilhosa do Pai Nosso. Quantas vezes nós oramos sem exatamente entender as palavras que ali se encontram, porque virou um vício, uma rotina. Se eu parar, eu não sei continuar. Olha que interessante. Então, quando eu falo Pai Nosso, ele me ele se coloca nós nos colocamos como irmãos de todos nós, como companheiros nesse hospital chamado planeta Terra, como diz o Aroldo Dutra, estamos todos juntos, um auxiliando o outro, seja como médico, como enfermeiro, como atendente, como secretário, como aquele que limpa o hospital para nos receber. Quantas vezes ficamos magoados com A, com B, porque o médico não falou. Vamos ensinar o médico a falar, vamos entrar num consultório e quando ele começar já a preencher aquele formulário, dizer para ele assim: "O senhor poderia, por favor, medir a minha pressão? Agradeço pela sua atenção. Tudo que o senhor tem feito por mim tem servido de lição na minha vida. Gente, eu tô ensinando o meu próximo a amar. a respeitar, mesmo que sejam 10 minutos, 15. Então, quando ele fala, se vosso irmão pecou contra vós, ide-lhe exibir sua

em servido de lição na minha vida. Gente, eu tô ensinando o meu próximo a amar. a respeitar, mesmo que sejam 10 minutos, 15. Então, quando ele fala, se vosso irmão pecou contra vós, ide-lhe exibir sua falta em particular. E é difícil para todos nós ainda eh fazermos essa esse trabalho juntos em particular. pegue o filho, pegue seu sobrinho, pegue seu neto. Nós falamos assim: "Vocês estão fazendo muito barulho. Às vezes é uma criança só, mas nós colocamos todos de forma igual". Isso é ruim, porque aqueles que não sabem se expressar se sentem magoados. Eu não fiz nada, eu tava quieto e levei uma bronca. Vamos chamar o nosso companheirinho e dizer: "Meu amigo, olha só como tá difícil essa caminhada. Você tá falando muito alto. Os nossos companheiros estão com dificuldade de compreender. Parece fácil, não é? Mas é um aprendizado para cada um de nós. Então ele coloca que entre vós e ele, se ele vos escuta, tereis ganho o vosso irmão. Então Pedro, se aproximando lhe disse aquela passagem maravilhosa, Jesus, eu já perdoei sete vezes, conforme diz o a Bíblia, e simplesmente ainda sinto aquela dor, não consigo entender o que ele tá querendo, ele fala alguma coisa que me magoa. E aí, o que que diz Jesus? Eu não falei sete vezes apenas, eu falei sete vezes ao dia. E Chico nos traz, como vocês já sabem, daquela história maravilhosa, ele lá já novinho em Uberaba, né? E aí ele simplesmente lá trabalhando e passava aquele bêbado, tá sozinho. Porque durante o início da sua trajetória espiritual, Chico quando muda de cidade, ele é, querendo ou não, uma pessoa não conhecida, né? Então aquele ele ficava sozinho às vezes naquela sala, mas ele abria as janelas porque fazia calor, não? Para ventilar, para trocar, né, aquele ar. E aquele bêbado passava, ria dele, fala: "Ah, tá sozinho, não sei que lá". Aí ele chega para Emanuel, é um belo dia, diz assim: "Ô, Emanuel, você falou que era 7 x 7. Eu já fiz tudo para perdoar aquele bêbado, aquele ser que vive me e me gozando. Aí em f assim, Chico, eu não

Aí ele chega para Emanuel, é um belo dia, diz assim: "Ô, Emanuel, você falou que era 7 x 7. Eu já fiz tudo para perdoar aquele bêbado, aquele ser que vive me e me gozando. Aí em f assim, Chico, eu não falei 7 x 7 ao dia, eu falei 7 x 7 sempre. Ou seja, perdoar, desculpar, não é simplesmente dizer: "Ah, você tá falando para eu esquecer". Sim, é uma lição. É uma lição de vida. Esqueça, espegue aquela situação e vá se lembrar de quê? Que que eu ganhei com aquele momento? Que dificuldade na realidade eu tive e o que eu aprendi com aquela dificuldade? Então, nós vamos lá no Evangelho, no capítulo 10, no item 4, a misericórdia é o complemento da dolçura. Porque aquele que não é misericordioso não saberia ser brando e pacífico. Vamos lembrar que uma das bemaventuranças é o brandos, brandos e pacíficos. Aí nós falamos assim: "Mas é tão difícil ser brando e pacífico?" Não, a linguagem que é utilizada é no sentido de pare um pouquinho, dê um tempo, analise esse momento reencarnatório que você tá passando e compreenda que aqueles que estão no seu caminho são professores na nossa vivência para sermos um pouco melhor no nosso viver. Porque eu tenho que primeiro ser melhor comigo, eu tenho que aprender a gostar de mim. Então ele continua: "Não saberia ser brando e pacífico. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. O ódio, o rancor denota uma alma sem elevação. Foi tão interessante no atendimento fraterno, veio uma senhora, bem senhorinha mesmo, e ela disse assim: "Eu não perdoo uma situação que ela passou na vida". E aí nós, eu perguntei, nós estávamos lá no atendimento fraterno aquele dia, "E aí, fez bem a senhora não perdoar?" Ela levou um susto. Ela falou assim: "Como assim você quer que eu perdoe isso que ele fez? Deixou de fazer bá bá." Não, eu tô perguntando se a senhora está sentindo bem, se realmente faz bem ao seu viver não perdoar. A senhora está na realidade trazendo para dentro de si irmãos da espiritualidade que precisam do seu carinho, do seu acolhimento e

ora está sentindo bem, se realmente faz bem ao seu viver não perdoar. A senhora está na realidade trazendo para dentro de si irmãos da espiritualidade que precisam do seu carinho, do seu acolhimento e eles se afastam. A senhora permite que irmãos sofredores que estão na mesma sintonia que a senhora se aproximem. É isso que a senhora deseja? Ela assim: "Não pensar não, nunca pensei assim". Por isso que ele coloca: "O ódio, o rancor denotam uma alma sem elevação, sem grandeza. O esquecimento das ofensas é próprio da alma elevada que está acima dos insultos que se lhe pode ser dirigido. Por isso que Jesus falou: "Se eu oferecer, se alguém bater na sua face, lógico, é uma forma dele explicar, ofereça a outra". Ou seja, se alguém lhe vier lhe magoar com palavras, ore, se afaste um pouco, entenda que oferecer a outra face não é retribuir o negativo, mas sim oferecer a compreensão do positivo, do que é melhor. Por isso ele fala, é sempre, é próprio da alma elevada que está acima dos insultos que se lhe pode dirigir. Uma é sempre ansiosa de uma susceptibilidade desconfiada e cheia da lei. A outra é calma, cheia de mansuitude e de caridade. Então vamos pensar qual o motivo de eu ter reencarnado. foi levantado esse tema no que eu comentei no congresso que ocorreu em junho desse desse ano de 2025, quando os médicos discutiram exatamente o processo do do ocorrido no quê? Na na pandemia. Que que aconteceu na pandemia? ficamos sem ter contato com as pessoas, isolados e com isso não aproveitamos aqueles movimentos para reanalisar o nosso interior. Ficamos torcendo para saber quando é que acabava. realmente era muito angustioso, mas a angústia às vezes cria situações mais preocupantes. Por isso que o capítulo 5, bem-aventurados aflitos, nos traz mensagens que nos falam da importância de nos prepararmos para as aflições que nos tiram da rotina do dia a dia e vencermos, vamos vencer. Bem-aventurada os misericordiosos. Vencemos sim. O segundo item desse bem-aventurados misericordiosos fala

prepararmos para as aflições que nos tiram da rotina do dia a dia e vencermos, vamos vencer. Bem-aventurada os misericordiosos. Vencemos sim. O segundo item desse bem-aventurados misericordiosos fala sobre o não julgar, que foi exatamente aquela conversa que nós tivemos com o padre Lancelote na em São Paulo, conversando com aquele mendigo pedindo esmola no sinal, no semáforo. Não vamos julgar, porque todos têm uma lição a nos oferecer. E nós devemos aproveitar essa lição, que é a lição do amor, da compreensão. Amor, gente, não é paixão. Muitos diz assim: "Ah, eu estou apaixonada daqui a um mês, um ano, ah, já não tô mais". Então, paixão não é amor, mas já é um caminho, porque já nos mostra que podemos olhar o outro como alguém que nos compreende, que nos aceita. Vamos então lembrar da importância do não julgar. E ele fala assim: "Mas há duas maneiras bem diferentes de perdoar. uma grande, nobre, verdadeiramente generosa, sem segundas intenções. Muitas vezes nós oferecemos uma esmola não porque o o o aquele ser merece mereça dentro da nossa cabeça, mas para nos livrarmos da nossa consciência. Ah, eu vou assim, eu me livro, logo, ele sai de perto. Não, vamos dar um sorriso. Bom dia, meu senhor. Tudo bem? No momento eu não posso porque eu não tenho para lhe oferecer, mas na próxima. Então tem muitas pessoas, eu acho muito bonito, eu não consegui ainda fazer isso, levam dentro do carro eh uma uma bala, um bombom e na hora que a pessoa pede esmola, a pessoa oferece a bala o bombom no lugar do dinheiro. Então não vamos julgar que é o segundo item do bem-aventurados misericordiosos. Vamos auxiliá-los. Porque ao auxiliar saberemos como nos amar. Saberemos que nós também necessitamos não mais daquela esmola material, mas a a esmola do colinho, do abraço, do olhar, do esticar da mão. E aí você vai entendendo a importância do perdoar. E tem um item muito interessante nesse jornalzinho que eu recebi, que ele fala exatamente sobre a doação. E ele fala que a doação, ele bota além do prazer de doar-se,

endendo a importância do perdoar. E tem um item muito interessante nesse jornalzinho que eu recebi, que ele fala exatamente sobre a doação. E ele fala que a doação, ele bota além do prazer de doar-se, olha, tem que ser algo, como diz o evangelho, que lhe dá prazer, sim, porque ao camiseta, ah, tava velha, mas você tá doando, você tá oferecendo, você tá dizendo: "Meu amigo, você quer essa camiseta? Eu trouxe, me lembrei de você, por que não?" Então, esse e esse essa doação dos bem-aventurados misericordiosos é exatamente algo que lhe toca, mas sem esperar, como diz o evangelho, prêmio algum. Eu não preciso chegar e mostrar para vocês que eu ofereci o dinheiro, não, que eu levei o bombom, não. Eu tenho quear para ser coerente comigo. Por isso que ele fala a segunda situação pela qual ofendido ou aquele que crê que foi ofendido, isso é muito interessante. Muitas vezes nós ficamos magoados com alguém que falou, usou de uma linguagem e que a nossa interpretação, a nossa experiência reencarnatória nos diz que não é boa. Mas e a experiência da pessoa que falou? Eu gosto muito de dar esse exemplo. Por exemplo, nós brasileiros comemos abóbora. Gerimum ou que mais? Tem mais um nome. Abóbora geremon ou não sabem? E o aim, a mandioca macaeira. Então imagina se uma pessoa chega para você e diz que foi comprar a pim e não achou a pim. Aquele outro ser, ele é um mineirinho, ele é uma pessoa do Nordeste, do Norte, que ele conhece por uma caeira, por mandioca. Ele tá errado? Não, eu tô errada. Não custa perguntar o que que é empim, meu amigo. Ah, é aquela raiz assim, marronzinha que a gente cozinha, depois frita. Ah, macaxeira. Olha que interessante. Por isso que ele fala que nós, tais, em tais circunstâncias, é impossível que a reconciliação seja sincera de parte a parte. Se eu então ofereço algo como uma recompensa para ele e não para mim, ou porque na realidade eu estou oferecendo para me livrar ou para aparecer? Será que isso é uma reconciliação comigo? Eu comigo? Em tais circunstâncias, é impossível que

pensa para ele e não para mim, ou porque na realidade eu estou oferecendo para me livrar ou para aparecer? Será que isso é uma reconciliação comigo? Eu comigo? Em tais circunstâncias, é impossível que a reconciliação seja sincera de parte a parte. Lembra? Ele já vai falar. Ele fala: "Chame pro canto, para um lado, converse." Se a pessoa aceitar o que você tá trazendo de ideias, que ótimo. Se ela não aceitar, você fez a sua parte. Nós encontramos no livro dos espíritos uma pergunta exatamente sobre isso, mas eu fiz tudo. Eu me preparei, eu fui lá e conversei com a pessoa, me expliquei, pedi desculpas pela linguagem inadequada para ela e simplesmente ela disse: "Não quero saber". Aí eu sabe o que o livro dos os espíritos falaram? Você fez a sua parte, agora esse ser terá que fazer a parte dele e compreender. Então, vamos fazer a nossa parte. Vamos nos reconciliar conosco. Então, a reconciliar-se com aqueles que nós falamos que são adversários, não são. Quando ele fala assim, vai se reconciliar com os adversários, ele tá dizendo: "Procure aqueles que, por acaso, você não tem empatia por aquele ser e muitas vezes nem lhes oferece o bom dia, o sorriso, o abraço, o esticar de mão." Então ele comenta como é importante essa reconciliação, porque você está se oferecendo, você está se doando com alegria, com satisfação. E ele fala que o sacrifício mais agradável a Deus, aí já é o item sete. Pois, quando apresenta, ao altar, vós vos lembrardes que vosso irmão tem alguma coisa contra vós, deixai vossa dádiva aí ao pé do altar e vá se reconciliar com aqueles irmãos que simplesmente compreenderam mal a sua linguagem ou não entenderam, até porque você não foi objetivo, você não usou ou uma linguagem adequada paraa cultura dele. Então, bem-aventurados misericordiosos do capítulo 10 do Evangelho, é para que nós venhamos a refletir sobre a nossa experiência reencarnatória, sobre como falamos, como lidamos com as pessoas, como que eu gostaria que lidasse, que as pessoas lidassem comigo.

angelho, é para que nós venhamos a refletir sobre a nossa experiência reencarnatória, sobre como falamos, como lidamos com as pessoas, como que eu gostaria que lidasse, que as pessoas lidassem comigo. Ou seja, não julgueis para não seres julgado. Então vamos aproveitar esses momentos, mentalizar a espiritualidade, lembrar que o passe faz parte do nosso tratamento com a água fluidificada. A água fluidificada. Fluidifique a sua água, a sua garrafinha. Leve para casa, coloque no seu filtro, nas suas garrafinhas, na geladeira. Vá bebendo aquela água com sinceridade, com amor a si e ao próximo. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia, Senhor, dai-nos hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós, Senhor, tentamos perdoar aqueles que nos têm ofendido. Não nos deixe cair em novas e repetidas, repetidos erros. Ajudai-nos a vencer a mágoa, o rancor, para que possamos compreender, sermos brandos e pacíficos nessa experiência reencarnatória. Que assim seja. Graças a Deus, graças ao Mestre. Até outra oportunidade. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que

samos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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