Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados

TV Goiás Espírita 14/04/2025 (há 12 meses) 1:28:14 36 visualizações

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Transcrição

Pensa o tanto que o pai gritou. Aí a Beatriz vai me ajudar aqui hoje. Hoje tem música nova, né, Bia? Se a vida fosse fácil como a gente quer. Se o futuro a gente pudesse prever, eu estaria agora tomando um café. Sentado com os amigos em frente à TV. Eu olharia as aves como eu nunca olhei. Daria um abraço apertado em Deus. Diria: "Eu te amo a quem nunca pensei". Talvez é que o universo espera de nós. Eu quero ser curado e ajudar curar também. Eu quero ser melhor do que eu nunca fui. Fazer o que eu posso para me ajudar. Ser justo e paciente como era Jesus. Eu quero dar valor até o calor do sol. Que eu esteja preparado para quem me conduz. Que eu seja todo dia como um girassol, de costas pro escuro e de frente pra luz. Se a vida fosse fácil como a gente quer. Se o futuro a gente pudesse prender, eu estaria agora tomando um café, sentado com os amigos em frente à TV. Eu olharia as aves como eu nunca olhei. Daria um abraço apertado em meus avós. Diria: "Eu te amo a quem nunca pensei". Talvez é que o universo espera de nós. Eu quero ser curado e ajudar a curar também. Eu quero ser melhor do que eu nunca fui. Fazer o que eu posso para me ajudar. Ser justo e paciente como era Jesus. Eu quero dar valor até o calor do sol. Que eu esteja preparado para quem me conduz. Que eu seja todo dia como girassol, de costas pro escuro e de frente pra luz. Se a vida fosse fácil como a gente quer. Muito obrigado, viu, filha? Viu? Você viu que ela me entregou, né? Eu fiz uma coisa diferente do que a gente ensaiou. Ela já me entregou. dea mas não tá dando para ver coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus tem que rezar para falar com Deus. Tem que rezar. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você." Coração e pensamento para falar com Deus. Para falar com Deus. Tem que rezar para falar com Deus. Tem que rezar. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Feche os

ra falar com Deus. Para falar com Deus. Tem que rezar para falar com Deus. Tem que rezar. Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Feche os olhos com carinho. Imagine o céu e Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". E Jesus dizer: "Eu amo você". Jesus dizer, eu amo você. Deus está aqui. Aleluia! Tão certo como a que eu respiro, aleluia! Tão certo como a manhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. Jesus está aqui. Aleluia. Tão certo como o ar que eu respiro, aleluia, tão certo como a manhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. O amor, o amor está aqui. Aleluia. Aluia! Tão certo como ar que eu respiro, aleluia! Tão certo como a manhã que se levanta, tão certo como eu te falo e tu podes me ouvir. A melhor oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração. Genteileza, auxílio e perdão são as preces sublimes do teu coração. Gentileza, auxílio e perdão. A melhor oração é o amor. A melhor oração é o amor. Tu precisas orar, mas tu deves lembrar que a melhor oração é o amor. Caridade é também oração, gentileza, auxílio e perdão são as preces sublimes do teu coração, gentileza, auxílio Perdão. Acho que não é não, Kak. Eu acho que é essa aqui, ó. Paulo te ofereço, pai. Te ofereço amor. Te ofereço amizade. Ouço tuas necessidades. Vejo tua beleza. Sinto os teus sentimentos. Minha sabedoria flui de uma fonte superior e reconheço essa fonte em ti. Trabalhemos juntos. Trabalhemos juntos. Te ofereço, pai. Te ofereço amor. Te ofereço amizade. Ouço tuas necessidades. Vejo tua beleza. Sinto os teus sentimentos. Minha sabedoria flui de uma fonte superior e reconheço essa fonte em ti. Trabalhemos juntos. Trabalhemos juntos. O som do velon tá saindo aí atrás nas caixas. Tá tudo certo, né? Uma palavra tão linda, já quase esquecida, me fez recordar, contendo sete letrinhas e toda

ti. Trabalhemos juntos. Trabalhemos juntos. O som do velon tá saindo aí atrás nas caixas. Tá tudo certo, né? Uma palavra tão linda, já quase esquecida, me fez recordar, contendo sete letrinhas e toda juntinha se lê cativar. Cativar é amar. é também carregar um pouquinho, um pouquinho da dor que alguém tem que levar. Cativou, cativou, disse alguém, Disse alguém, laços fortes criou. Responsável tu és pelo que cativou no deserto tão só entre homens de bem. Vou tentar, vou tentar cativar, cativar, viver perto de alguém. Vou tentar, vou tentar cativar, cativar viver perto de alguém. Deus está aqui neste momento. Sua presença é real em meu viver. Entregue sua vida e seus problemas. Fale com Deus. Ele vai ajudar você. Oh, Deus te trouxe aqui para aliviar o seu sofrimento. Ele o autor da fé, do princípio ao fim de todos seus momentos. E ainda se vier noites traiçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. E ainda se vier noites traçoeiras. Se a cruz pesada for, Cristo estará contigo. O mundo pode até fazer você chorar, mas Deus te quer sorrindo. M. Sorri quando a dor te torturai e a saudade atormentai os teus dias trist. vazios. Sorri quando tudo terminar, quando nada mais restar do teu sonho encantador. Sorri, sorri quando o solderá luz e sentires uma cruz. Nos teus ombros cansados, doridos, sorri, vai mentindo a tua dor. E ao notar que tu sorris, todo mundo irá supor que és feliz. Sorri, vai mentindo a tua dor. E ao notar que tu sorris, todo mundo irá supor que és feliz. เ Pai, eu quero te amar, tocar o teu coração e me derramar aos teus pés. Mais perto eu quero estar, Senhor, e te adorar com tudo que sou. e te render. Glória. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Alia! Quando lutas vierem me derrubar, firmado em ti eu estarei, pois tu és meu refúgio, ó Deus. Vamos juntos. E não importa. E não importa onde estiver, no vale ou no monte adorarei. A ti eu canto glória, aleluia. Aleluia. Aleluia.

rubar, firmado em ti eu estarei, pois tu és meu refúgio, ó Deus. Vamos juntos. E não importa. E não importa onde estiver, no vale ou no monte adorarei. A ti eu canto glória, aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Senhor, eu preciso do teu olhar, ouvir as batidas do teu coração, me esconder em teus braços, ó Pai, toda a minha alma, toda a minha alma deseja a ti junto Com os anjos cantarei. Tu és santo, exaltado. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Aleluia. Pessoal, tô com um probleminha na caixa de som aqui. Vocês não reparam não, tá? Houve um tempo aquiem que a gente nem usava o instrumento elétrico, que a gente sentava aqui só com violão mesmo e fazia tudo assim com a maior simplicidade e tudo dava certo. Então se a caixa falhar, não tem nada. A gente faz o trabalho ser bom com vocês aí, que que é muito melhor do que caixa de som e qualquer coisa. Tá bem. Essa todo mundo sabe, gente. Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve a união. Onde houver dúvida que eu leve a fé. Onde houver eu que eu leve a verdade. Onde houver desespero que eu leve a esperança. Onde houver tristeza, que eu leve alegria. Onde houver trevas, que eu leve a luz. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. compreender que ser compreendido amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoad e é morrendo. que se vive para a vida eterna. Ó mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado. Compreender que ser compreendido amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado. E é morrendo que se vive para vida eterna. Muito obrigada, gente. Vocês são maravilhosos. Boa noite a todos e todas. Assim, eu também gostaria de dar boa noite a todos os nossos irmãos e irmãs que nos acompanham pelo YouTube na nossa transmissão ao vivo da nossa palestra da noite de hoje. Gostaria de agradecer o nosso querido Betinho e a Kaká e pedir

a noite a todos os nossos irmãos e irmãs que nos acompanham pelo YouTube na nossa transmissão ao vivo da nossa palestra da noite de hoje. Gostaria de agradecer o nosso querido Betinho e a Kaká e pedir desculpa a eles e a todos aqui presentes pelo pequeno probleminha técnico que nós tivemos hoje no som, né? Isso é um cabo. E a Casa Espírita e Estudantes do Evangelho, junto com a Federação Espírita de Goiás, que é eh a Casa Espírita aqui nós utilizamos o auditório da Federação Espírita, né, o Auditório Bezerra de Menezes, que nós estamos aqui agora, pertence à Federação Espírita do Estado de Goiás. E existe um projeto de reforma de som. Isso tudo, como a gente vive num mundo terreno, depende de recursos financeiros, né? Então, nós estamos com um pequeno probleminha no cabo de som. A gente pede desculpa e a compreensão de todos e com certeza com amparo de Jesus, da espiritualidade maior, tudo irá transcorrer de forma correta, tá? E perdão aos nossos canarinhos aí. Isso é um detalhe insignificante perto da vida deles, que é a de vocês, nosso trabalho, não é nada. Mas ontem todo mundo cantou mais forte, cantou e com certeza a vibração foi muito melhor. Que bom, que bom que o cabo deu problema, né? Beleza? Obrigado pela compreensão de vocês. Nós estamos trabalhando cada vez para melhorar mais o som aqui do nosso auditório. Eh, na noite de hoje nós temos três breves recados, tá? Eh, o primeiro deles tá correlacionado aos, nos dias 24 e 27 deste mês, nós teremos o nosso bazar do Dia das Mães, eh, que vai ocorrer então das 16 às 21 horas no dia 24 e das 16 às 19:30 no dia 27. Esse bazar, pessoal, ele tem uma finalidade muito bacana, que tudo que é arrecadado eh nessa nas vendas, né, que são feitas no dia, nos dias do bazar, é revertido pra obra do berço. A obra do berço é um trabalho muito bacana que nós temos aqui, aonde é feita a confecção de enxovais, que é doado então para famílias que necessitam eh desse amparo, tá bom? O nosso segundo recado, ele está correlacionado com a

ho muito bacana que nós temos aqui, aonde é feita a confecção de enxovais, que é doado então para famílias que necessitam eh desse amparo, tá bom? O nosso segundo recado, ele está correlacionado com a parceria da Casa Espírita Estudantes do Evangelho, com a FEGO, que é a Federação Espírita do Estado de Goiás, aonde que ocorrerá então esse seminário. Eh, o seminário será ministrado pelo Enio Francisco e ocorrerá no dia 3 de maio, num sábado, iniciando às 14:30. O seminário, então, ele tem como tema os desafios das relações interpessoais no centro espírita. O nosso querido irmão Enio Francisco é quem irá ministrar esse seminário. E as inscrições pro seminário são, é gratuito, né? E podem ser feitas pelo site da FEGO. Então, quem acessar o site da FEGO, lá vai ter o link para que vocês possam fazer as inscrições, tá? É um seminário muito bacana e tá aberto para todos que estão interessados. Então, ocorrerá dia 3 de maio, num sábado, iniciando às 14:30. E por último, nós gostaríamos de reforçar que a Casa Espírita Estudantes do Evangelho permanece com a bela campanha das cestas básicas, né? E aonde que vocês podem fazer as doações para essa campanha das cestas para da cesta básica pelo Qcode que tá atrás da das cadeiras de vocês. Aí tem um Qcode e vocês podem fazer a doação de R$ 70 ou múltiplo de 70. Isso caindo na conta. Automaticamente os colaboradores da casa que trabalham com essa campanha das cestas básicas já sabem que a doação é feita para compra das cestas. Quem não quiser fazer a doação com valor e quiser trazer a cesta básica para doar pra gente aqui, a gente também agradece, tá? Essas cestas básicas são destinadas a comunidades carentes que precisam desse apoio material. Então, depois de todos esses avisos, nós vamos paraa leitura de harmonização. A leitura de harmonização de hoje é uma leitura muito curta, mas com uma informação muito bacana, com um saber, com uma sabedoria muito grande que contribui para o nosso burilamento espiritual. A mensagem de hoje é uma

nização de hoje é uma leitura muito curta, mas com uma informação muito bacana, com um saber, com uma sabedoria muito grande que contribui para o nosso burilamento espiritual. A mensagem de hoje é uma mensagem do espírito Emanuel que está no livro Vinha de Luz, no item 86, e é uma psicografia do nosso querido Francisco Cândido Xavier. A mensagem intitulada Saibamos confiar. Não andeis pois inquieto. Isso está em Mateus, capítulo 6, versículo 31. E a e a mensagem inicia: Jesus não recomenda a indiferença ou a irresponsabilidade. O mestre que preconizou a oração e a vigilância não aconselharia a despreocupação do discípulo ante o acervo do serviço a fazer. pede apenas combate total ao pessimismo crônico. Claro que nos achamos a pleno trabalho, na lavoura do Senhor, dentro da ordem natural que nos rege a própria ascensão. ainda nos defrontaremos inúmeras vezes com pântanos e desertos, espinheiros e animais daninhos. Urge, porém, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar no divino poder que nos dirige. Em todos os lugares há derrotistas intransigentes. Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no zenite. enxergam baixeza nas criaturas mais dignas, marcham atormentados por desconfianças atrozes e por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colaboração produtiva em qualquer serviço nobre. Aflitos e angustiados, desorientam-se a propósito de mínimos obstáculos, inquietam-se com respeito, às frivolidades de toda sorte, e, se pudessem, pintariam o firmamento, a cor negra, para que a mente do próximo lhes partir lhes partilhe a sombra interior. terra. Jesus é o Senhor que se fez servo de todos por amor e tem esperado nossa contribuição na oficina dos séculos. A confiança dele abrange as eras, sua experiência abarca as civilizações. Seu devotamento nos envolve a milênios. Em razão disso de Jesus, como adotar a aflição e o desespero se estamos apenas começando a ser úteis? Depois dessa bela mensagem, eu convido a todos a fechar os

Seu devotamento nos envolve a milênios. Em razão disso de Jesus, como adotar a aflição e o desespero se estamos apenas começando a ser úteis? Depois dessa bela mensagem, eu convido a todos a fechar os olhos, relaxar o corpo e a mente, removendo da nossa tela mental e dos nossos pensamentos. tudo aquilo que não nos traz paz. Vamos elevando o pensamento a Deus, a Jesus, nosso mestre. E dessa forma, com gratidão pela oportunidade de estarmos aqui nessa casa de acolhimento, de amparo, aonde fomos conduzidos e amparados por Jesus, nosso mestre, e pelo nosso anjo, para que pudéssemos estar aqui, pois no mundo que vivemos hoje, Poderíamos estar em qualquer outra atividade, mas vamos ser gratos pela oportunidade de estarmos aqui. E com essa gratidão vamos sentindo toda essa espiritualidade maior, irmãos, amigos que envolvem cada um de nós, que envolvem a nossa casa espírita, nos trazendo todas as energias que necessitamos para que possamos ficar em paz, com a mente serena, aptos a receber todas as energias, todos os fluídos de cura, de paz e de amor que nos serão transferidos nessa noite de hoje e que possamos captar os ensinamentos que o nosso querido irmão palestrante, conduzido pela espiritualidade maior irá nos trazer essa noite de hoje. E ao sairmos dessa casa, que possamos pôr em prática e passarmos os ensinamentos que nos serão transferidos nessa noite de hoje. Sigamos com o pensamento elevado, visualizando a imagem do nosso querido mestre Jesus. Que assim seja. Convidamos para estar conosco o nosso palestrante da noite de hoje, que é o nosso querido irmão Rômulo Marques. Ele trará para nós a palestra com o tema Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Rômulo é palestrante e trabalhador assído aqui da nossa casa espírita estudantes do Evangelho. Mais uma vez, Rômulo, muito obrigado e que Deus abençoe, que tenhamos uma ótima palestra. Boa noite a todos. Boa noite. Com imensa satisfação poder voltar à nossa casa e numa noite como essa perguntar-nos a todos quantas vezes passamos por

que Deus abençoe, que tenhamos uma ótima palestra. Boa noite a todos. Boa noite. Com imensa satisfação poder voltar à nossa casa e numa noite como essa perguntar-nos a todos quantas vezes passamos por dificuldades, dores, das maiores ou das menores? Quantas vezes perguntamos a Deus por que, Senhor? Por que me mandaste tamanha dor? a perda de alguém, a doença mais cruel, dificuldades pelas quais nós enfrentamos uma perda de um emprego, uma dificuldade das grandes até as pequenininhas. Não tô falando daquelas pessoas que eventualmente acordam de manhã já naquele clima parecendo que elas estão reencarnando todo dia. Vai começar tudo de novo. Tudo é ruim. Ai meu Deus, outra segunda-feira lá vai eu de novo pro trabalho. Meu avô, nós éramos pequeninos, a gente dizia: "A nem, tem que ir pra escola de novo". Vovô nos olhava e dizia sempre com olhar carinhoso: "Vocês vão aprender a não dizer que tem que ir pra escola, mas dizerem: "Eu posso ir pra escola". e falava com aquela voz retumbante, parecendo um oráculo. Nós guardamos aquilo para poder contar para as pessoas depois em palestras. Vocês podem ir para o trabalho amanhã, podem encontrar aquele vizinho chato que dá trabalho na sua casa. O chefe que te persegue, você pode vê-lo quando muitos nem visão têm para enxergá-la. E quando nós aprendemos isso, nós começamos a perceber com muito carinho que fazer essa pergunta para nós é na verdade uma oportunidade muito sagrada de compreendermos aquilo que Jesus já nos ensinava sobre a oportunidade do consolo, que não se trata simplesmente de alívio. E essa noite nós vamos assim, se Deus permitir, sairmos daqui bem entendidos com a ideia de que alívio nunca será consolo, que nós vamos precisar compreender a diferença para entender que muitas das vezes nós não seremos atendidos em nossos pedidos de alívio quando deveríamos estar pedindo consolo, conhecimento, sabedoria para os enfrentamentos que a vida nos oferta. Porque no final das contas, se pararmos bem para pensarmos, a melhor analogia

s de alívio quando deveríamos estar pedindo consolo, conhecimento, sabedoria para os enfrentamentos que a vida nos oferta. Porque no final das contas, se pararmos bem para pensarmos, a melhor analogia sobre as aflições humanas e a forma como Deus nos conduz em cada uma delas, assemelha-se, por exemplo, a um pai que leva o filho para tomar uma vacina, ou para dar-lhe um remédio ruim, ou para segurá-lo no dia de uma cirurgia. Me lembro de meu irmãozinho que certa vez caiu, bateu a testa na escola. e precisou ser levado às pressas para um hospital. Quando chegou lá, meu avô e meu pai levaram um menino que na época devia ter uns 9 ou 10 anos, talvez um pouco menos. E quando ele estava lá então deitado na maca aos berros, batendo-se, debatendo-se de tanta dor, urrando meu pai e meu avô, a pedido do enfermeiro, disse-lhes: "Tem que segurar o menino, senão não consigo dar ponto". E meu pai segurando aquele garotinho aos prantos junto com ele, porque precisava segurar o menino para aquilo que precisava ser feito. Quantas vezes minha mãe oferecendo aqueles remédios terríveis que nós tomávamos na infância, mas ela dizia: "Vai saro, mas tinha que tomar". Quantas vezes nós vamos levar nossos filhos à vacinação e lá quando o colocamos naquela hora é a dor, é difícil, mas nós vamos dizer a eles sim, você precisa tomar porque você precisa se curar. E isso de alguma forma não é com o gosto e o prazer de quem quer ver o sofrimento. Nós vamos aprendendo aos poucos e cada vez mais que essa dor. Lembra-me, por exemplo, meu garotinho, quando nós fomos, ele ainda pequenininho, fui levá-lo para tomar aquelas vacinas básicas ainda da infância, levei a uma drogaria. Quando chegou lá, o médico, o o farmacêutico, deu-lhe a a vacina e ele então chorou pouco, menino forte. E nós dizíamos, corajoso. Passado algum tempo, ele teve um outro probleminha, uma pneumonia mais severa. E não tinha outro jeito, bezetail. Pela reação do público, nós já imaginamos o que vem pela frente. Pois chegamos então na mesma no

gum tempo, ele teve um outro probleminha, uma pneumonia mais severa. E não tinha outro jeito, bezetail. Pela reação do público, nós já imaginamos o que vem pela frente. Pois chegamos então na mesma no mesmo local e ele corajoso foi andando então em direção ao rapaz. já conhecia o procedimento. Era num lugar diferente que ele ia tomar agora a vacina. Mas quando eu disse para ele, filho, abaixa um pouquinho aí a sua calça que o papai vai acompanhar aqui e o tio vai dar uma mesma agulhada igual aquele dia, quando então o rapaz começou a injetar, que eu segurei esse garoto que queria esbofetear até a última encarnação daquele que havia estado ali aplicando. E ele gritava e dizia: "Papai, eu odeio esse lugar. Eu odeio esse homem." E eu pensava com meu coração, tá tudo bem, filho. Não tem problema você sentir isso, não, mas é para o seu bem. E segurei aquele menino com tanta força, por tanto tempo, mas meu coração doía porque eu sentia que não era o que ele queria. Ele queria alívio que veio depois. Nós tomamos um sorvete, mas não era possível naquela hora para um garoto daquela idade eu entregar-lhe consolo. O consolo era o meu abraço apertado, segurando-lhe diante da dor, a dizer-lhe: "Tá doendo em você, mas tá doendo em mim". Deus, de alguma forma assim opera conosco em todos os instantes. Faz-nos pensar que muitas vezes estamos sozinhos quando no final das contas em nossas aflições, quaisquer que sejam elas, das pequeninas que vamos ver hoje as mais imensas, nunca sob hipótese alguma estaremos sozinhos. E para isso ele envia-nos aquela figura que há de ser a mais simbólica a trazer-nos no seu evangelho, quando no iniciozinho do grande sermão da montanha traduz-nos na quinta passagem: "Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados". Na figura do Espiritismo, quantas das grandes ideias que apareceram não vieram exatamente por essa palavra? Quantos de nós não chegou nesta casa por essa porta da aflição? Quantos de nós não se entrega de alguma forma a sabedoria divina exatamente por

s que apareceram não vieram exatamente por essa palavra? Quantos de nós não chegou nesta casa por essa porta da aflição? Quantos de nós não se entrega de alguma forma a sabedoria divina exatamente por termos um dia passado pelas portas da dor? E no meio doutrinário, especialmente três grandes estudiosos, dos quais tenho imenso carinho, imensa vontade e desejo de explicar e passar adiante. Lembro-me com clareza de Leon Deni. Leon Deni, certamente é uma das obras mais importantes escritas por um um espírito encarnado. Leão Deni escreve o problema do ser, do destino e da dor. Eu gosto sempre de perguntar isso. Quem é que ainda não leu o problema do ser, do destino e da dor? Todos leram? Ah, alguns não leram. A melhor recomendação que eu darei essa noite, não desencarnem sem ler. Dá tempo. Bom, eu não sei, eu não posso garantir, né? A gente não sabe exatamente quando que as coisas vão acontecer, mas façamos um esforço. O problema do ser, do destino e da dor vai nos ensinar que a dor é uma lei santa e misteriosa que conduz o homem à perfeição. Nós olhamos a dor sempre como castigo. Não olhamos a dor como um remédio salutar que muito, muito nos oferta em termos de crescimento e evolução. Há de nos fazer pensar com mais sabedoria que nos dias difíceis, em que nós muitas das vezes enfrentamos dores que não gostaríamos, elas nos fazem pensar e agir diferente dali para a frente. Basta imaginarmos que hoje vamos sair daqui e vamos a uma grande festa, um aniversário, em que conversaremos, batemos papo, conversamos, comemos algumas coisas e voltamos ao nosso lar. Como nós voltamos para o nosso lar? felizes, repletos daquela energia positiva que aquele ambiente nos proporcionou de termos rido, divertido-nos com as pessoas que amamos. Mas certamente ao dormirmos vamos acordar amanhã com as novas experiências, das dificuldades de irmos para o trabalho, de enfrentarmos problemas dos mais severos aos menos. Provavelmente a festa não nos ensina tanto quando quando voltamos, por exemplo, de um

vas experiências, das dificuldades de irmos para o trabalho, de enfrentarmos problemas dos mais severos aos menos. Provavelmente a festa não nos ensina tanto quando quando voltamos, por exemplo, de um velório. Porque lá na oportunidade que temos ao encontrar e ver a dor alheia, especialmente a alheia, temos a oportunidade de voltar para os nossos lares e pensarmos quão bom é beijar meu filho essa noite. Terá oportunidade, então, de encontrar-me com as pessoas que provavelmente eu ainda posso e aquele outro não pode mais. Nessa hora, Leondi nos explica e nos traduz a ideia de que sempre que nos depararmos com a dor, pequena ou grande, ela sempre há de nos ensinar, desde coisas miudinhas, porque, por certo, nós vamos enfrentar coisas incríveis, mas também vamos encontrar coisas pequeninas. Temos pessoas que vão tomar banho, por exemplo, e aquele chuveiro gostoso, aquela água quentinha, de repente a energia acaba. E sim, como meu garoto reclamou, eu odeio esse chuveiro com água gelada, é possível e permitido que nós sintamos aquele primeiro impacto, mas sairmos dali reclamando, praguejando contra todas as empresas que cuidam de eletricidade em nosso mundo ou reclamar das experiências duras que nós temos também na vida é uma opção que fazemos. Encarar a aflição das pequeninas às grandes é uma forma como nós vamos ver aqui. Nós podemos nos posicionar dessa maneira. Mas não apenas Leonis, mas um outro grande sábio, Manuel Filomeno de Miranda, especialmente em sua obra Tormentos da Obsessão, que também recomendo fortemente para que possamos ler a ideia de que o sofrimento imposto é ferramenta divina para restaurar a saúde moral da alma. É quando ele nos explica que nunca, em hipótese alguma, em nenhuma aflição, nós estamos sozinhos. Quando eu li isso a primeira vez, na ideia de nunca estarmos sozinhos, eu pensei comigo. Hoje eu vim andando no meu quarto naquele dia que fiz a leitura desse livro e chutei a quina da cama. Sentiram? Eu vou repetir. Eu vim andando feliz, tranquilo e chutei a quina da cama em

nsei comigo. Hoje eu vim andando no meu quarto naquele dia que fiz a leitura desse livro e chutei a quina da cama. Sentiram? Eu vou repetir. Eu vim andando feliz, tranquilo e chutei a quina da cama em que eu durmo. Como eu já havia prometido, meus filhos ainda pequenos, eu não queria dizer nenhuma palavra que não fosse cabível a eles. Então eu disse naquela hora: "Jesus, Maria, José, pelo amor de Deus, me acode nessa hora". lá no fundo de minha alma. Talvez não fossem essas palavras, mas saíram daquele jeito. E meus filhos ficaram rindo de mim, rindo da tristeza e da desgraça alheia, porque eu não sentia uma dor daquela há tanto tempo. Mas quando eu me lembrei de Manuel Filomeno de Miranda dizer que nós nunca estamos sozinhos, eu olhei para eles rindo de mim. O papai tá dançando, mamãe. Pularam na cama. Pulei junto com eles e agradeci a Deus por eles estarem ali naquela hora. Mas Manuel Flameno de Miranda nos recomenda sempre a ideia de que em qualquer tristeza e dificuldade que nós vamos enfrentar, nós sempre teremos. E aqui foi dito inclusive sobre os nossos anjos guardiães, mencionados aqueles que nos aproximam sempre para trazer-nos um tanto de paz e alívio. Mas certamente aquela benfeitora que há de nos conduzir a um novo nível de compreensão, Joana de Angeles. Joana de Ângeles traduz-nos a ideia de que mesmo nos dias difíceis, a tristeza é pausa psicoterapêutica para uma reflexão interior. Um mundo analgésico, anestésico, em que nós não podemos sentir nenhum tipo de dor sobre hipótese alguma. Tudo que leva à dor, tudo que leva a sensação ruim deve ser evitado, afastado. Segundo Joana de Angeles, é perdermos a oportunidade de compreendermo-nos, olharmo-nos de verdade. Eu me lembro de um filme antigo que assisti uma certa vez de um rapaz que pulava as etapas da vida dele. Não me recordo o nome do filme, mas me lembro da ideia de que ele vivia os momentos divertidos, bons, alegres, felizes e naquilo que não era interessante ou era ruim, que tinha que conversar, que tinha algum desgaste, dor

do filme, mas me lembro da ideia de que ele vivia os momentos divertidos, bons, alegres, felizes e naquilo que não era interessante ou era ruim, que tinha que conversar, que tinha algum desgaste, dor de qualquer ordem, ele pulava. E quando chegou lá na fase madura, que ele olha para trás, ele não reconhece nem a si mesmo. Porque a vida não é feita apenas desses momentos. Reconhecermo-nos de verdade é nos dias difíceis. E muitos vão estar dizendo, mas isso parece aquela apologia ao masoquismo. É gostar de sofrer demais. Não, não se trata de gostar de sofrer demais. Trata-se de aprender com os momentos que vão ser enviados a cada um de nós de uma forma ou não querer aprender com elas. Simplesmente passar a míngua, simplesmente deixar de aproveitar a lição dura. volta meu filho que agora está lá estudando e ele me pergunta então estudando matemática, prova dificílima que enfrentou esses dias e ele dizendo: "Para que que serve essa tal de báscara? Quem tem que aprender esse negócio aqui? Quem usa isso na vida?" E eu naquela hora tentando achar a melhor resposta, lembro-me de um amigo que é amigo que dava inclusive palestras aqui conosco, desencarnado há alguns anos. Ele dizia para mim que Báscara era importante para fazer com que nós entendamos como que um avião voa, como que se constrói um arco, como se fazem coisas pequeninas, mas que nós utilizamos de grande de grandeza imensa. E eu disse isso para meu filho, pensando agora. Ele compreendeu a dor de aprender báscara. Ele olhou para mim e disse: "Mas eu não vou construir avião, não vou fazer arco, não vou fazer nada disso, porque ainda ainda 12 anos quer alívio, quer fazer uma prova de matemática nessa idade em que eu som 2 mais do e vou passando de largo. não quer consolo, não quer presença, não quer estudo até altas horas conosco. Porque consolo, como já lhes disse, há uma diferença considerável para aquilo que nós chamamos aqui de alívio. Muitos serão aliviados, mas o que o mundo nos convida hoje é fazermos nossas orações irrogativas para que

como já lhes disse, há uma diferença considerável para aquilo que nós chamamos aqui de alívio. Muitos serão aliviados, mas o que o mundo nos convida hoje é fazermos nossas orações irrogativas para que sejamos aliviados. Senhor, afasta de mim isso. Tira tudo isso do meu caminho. Faz com que eu ande por uma travessia, uma estrada cheia de luz, de tranquilidade, serenidade, que aquele vizinho que toca música alta às 3 da manhã, que ele morra, que aquela pessoa que me prejudique, me persegue no trabalho, que ela fique desempregada. Mas que eu caminhe em paz, Senhor. Mas quando nos deparamos com a ideia de que ao encarnar nessa existência, certamente muitos de nós aqui no decorrer das noites, quando vamos dormir ao ou ao acordarmos, temos o hábito de fazermos a oração dominical. Olhamos então para o alto de todo coração e dizemos: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino e seja feita a vossa vontade. Eu vou repetir. E seja feita a vossa vontade. Quando nos pactuamos com essa ideia do fundo de nosso coração, precisamos pensar de verdade no que estamos dizendo. Porque se desejamos que seja feita a vossa vontade, pode ser que em algum momento não bata com a minha. Algum momento? Não é toda vez, não é? De vez em quando isso pode acontecer de vez em quando. Mas quando acontecer, a gente vai precisar entender que se essa é a melhor vontade, não é a minha, então, que deve prevalecer. E quando assim pensamos, nós vamos então compreender algo que aprendi numa obra muito simples sobre esse ser, sobre Jesus, nos ajudando a compreender de forma didática. Meus amigos que me conhecem sabem que eu não sou de fazer apresentações assim, mas foi só para poder. Eu contei isso pro meu amigo Paulo ali, que gentilmente me ajudou, que organizou. Inclusive, pessoal, sempre vejo com muito bons olhos uma coisa que poucos de nós observa para que tudo isso aqui aconteça, para que nós possamos sair de nossas casas, virmos aqui e não termos uma aflição de termos um ambiente

e vejo com muito bons olhos uma coisa que poucos de nós observa para que tudo isso aqui aconteça, para que nós possamos sair de nossas casas, virmos aqui e não termos uma aflição de termos um ambiente difícil, mal cuidado. Uma turma imensa limpa esse salão, chega mais cedo e prepara com carinho tudo que a gente vê aqui. prepara esse microfone, senta aqui para tocar aquelas músicas lindas, se organiza de uma maneira e a gente nem fica sabendo que tudo isso aconteceu. Essas pessoas merecem, por certo, o nosso carinho, a nossa gratidão, a nossa oração todas as vezes, porque para nós estarmos aqui sentados nesse lugar tão arrumadinho, tão bonitinho, elas trabalham por nós. Eu gosto de fazer essa menção e agradeço muito de coração a todos eles. Mas como lhes dizia, contei ao meu amigo Paulo que montava aqui um pouquinho por conta dessa imagem para que nós pudéssemos lembrar que de quatro maneiras nós podemos entender melhor o que são as dores na nossa existência. Primeiro passando pela experiência de entender o que estamos vivendo, entender que no final das contas nós temos sim casa causas atuais e causas anteriores das aflições. Já falamos sobre até isso aqui em algum momento. Kardec sabiamente coloca no livro do no Evangelho Segundo o Espiritismo, as causas atuais das aflições. Porque muita gente vai sofrer com a ideia de que está sofrendo hoje pensando: "Meu Deus, eu devo ter colado um chiclete na cruz do Senhor lá no passado." Hoje eu tenho esse vizinho que toca música 3 da manhã. Era eu tocando lá no passado. Aquele café que eu derramei na minha roupa, me atrasei para pegar o ônibus, chutei a quina da minha mesa naquele dia. Tudo isso é, na verdade prestação cármica. Gente, você não lembra por, mas o karma lembra. Mas essa ideia de pensar que tudo tá lá atrás tira-nos a possibilidade de entender que muitas das coisas que nós passamos é agora, é do hoje. Ah, meu Deus, Deus me mandou aqui essa diabetes porque eu tenho um problema. Na verdade, na vida passada eu devo ter me esbaldado

de entender que muitas das coisas que nós passamos é agora, é do hoje. Ah, meu Deus, Deus me mandou aqui essa diabetes porque eu tenho um problema. Na verdade, na vida passada eu devo ter me esbaldado nas alimentações. E o que você comia nessa vida? Não vou nem falar, não vou nem comentar. Porque tudo tá num terceiro. Alguma coisa feita lá. Esse espírito que eu era na outra vida fez alguma coisa. Hoje eu não faria de jeito nenhum. Quantas vezes nós guardamos mágoa de um dia pro outro e de repente temos nosso organismo atacado? Quantas vezes a medicina vem mostrar que nos nossos acessos de raiva tá lá o nosso estômago também produzindo um excesso de acidez que termina levando futuramente a danos muito maiores no organismo. E nós queremos botar a culpa no vizinho, queremos colocar a culpa no outro que nos irritou, que nos magoou, que nos chateou. E não entendemos que a experiência da dor, da dificuldade está batendo a nossa porta não é para nos adoecer, é para nos educar. Então, quem entende tem a oportunidade de escolher. Se eu já entendo, eu posso escolher como reagir daqui para a frente. E reagir depende exclusivamente de nós. Pensando dessa forma, nós não queremos aqui dar a ideia de que precisamos, como dizia há pouco, valorizar a dor de uma espécie de masoquismo precioso. Eu preciso sentir dor para passar e evoluir. De maneira nenhuma. Mas nós estamos aprendendo aos poucos que para chegarmos em níveis maiores, como por exemplo, Joana de Cusa na obra Boa Nova, queimada viva junto com o filho como a mártir do cristianismo, na certeza de que ali precisava entregar-se e Jesus estava ao seu lado para acolhê-la. Lembrarm-nos de Paulo de Tarso, açoitado e cantando aos céus, dizendo aqueles homens, na verdade que tinha Jesus ao seu lado. Lembrarm-nos de São Lourenço, que talvez poucos talvez o conheçam, um dos grandes padroeiros da Igreja Católica, em que foi convidado certa vez pelo imperador para que pudesse entregar todas as riquezas da igreja. Ele que era o distribuidor de riquezas aos pobres e

, um dos grandes padroeiros da Igreja Católica, em que foi convidado certa vez pelo imperador para que pudesse entregar todas as riquezas da igreja. Ele que era o distribuidor de riquezas aos pobres e aos aflitos, foi então requerido que ele devolvesse todas as riquezas da igreja ao imperador. Três dias depois aparece São Lourenço frente ao imperador. Traz consigo uma fila de sofredores paralíticos, doentes de toda a natureza, e então entrega ao imperador, dizendo-lhe: "Senhor, tal é a maior riqueza da igreja. O imperador enfurecido com aquela piada o coloca na verdade para um braseiro em chamas. coloca ali deitado numa grande maca de metal e liga aquelas chamas imensas a queimá-lo vivo. Diz o os mais famosos escritos que ele numa certa altura então olha para os algózes e lhes diz naquele instante: "Senhores, pode virar porque esse lado já tá queimado o suficiente". Nesse nível de angústia, dor e sofrimento, nós não queremos estar. Mas para não estar lá, é preciso que nós entendamos, por exemplo, que quando estamos tomando o banho quentinho e gostoso e a energia acaba, aquele frio gélido que vem na espinha na sequência, não é para nós desejarmos o mal das últimas criaturas que fizeram aquela energia acabar. Não é para nós nos entregarmos ao desvario, a negligência dos próprios sentimentos, procurando fazer, na verdade ao outro aquilo que não gostaríamos sequer que fosse feito a nós mesmos. É por isso que aquele que sabe escolher como reagir, lembro-me de Chico Xavier, que teve seu cachorrinho numa famosa história, morto por uma vizinha compadecida dele, de tanto trabalho, matou o cachorro de Chico Xavier. E ele então naquele instante, ao invés de retribuir com mais morte, com mais desejo de fúria, Emanuel recomenda que ele dê um presente a ela. É uma escolha. e que essa escolha há de levar, obviamente, a compreensão mais clara do que é esperar com fé, esperar naquela fé raciocinada, como já mencionamos há pouco, que nos faz entender que todos os dias nós seremos testados, todos os dias

, obviamente, a compreensão mais clara do que é esperar com fé, esperar naquela fé raciocinada, como já mencionamos há pouco, que nos faz entender que todos os dias nós seremos testados, todos os dias nós passaremos por experiências difíceis. Eu já achei, por certa vez, que meu filho, especialmente ele, foi me encaminhado para que eu pudesse evoluir tamanha a minha vaidade. Deus me mandou para que eu pudesse testar a minha paciência com ele. Olha só, um filho dele íntegro, crescendo, um espírito em evolução, foi me mandado para eu ser testado na minha paciência. De maneira nenhuma. Mas ele testa, viu, gente? Testa para valer. E aprender isso e compreender que no final das contas o exercício de fé é confiar. Se nós não trabalharmos conosco o conceito de confiança em Deus, sempre vamos nos ver derrapando na ideia de que Deus nos abandonou de alguma forma. para que então cheguemos naquele último estágio, aquele último é em que nós vamos expandir, compreender que a dor, por mais aguda que seja, por mais difícil que seja, é uma dor momentânea de uma gota no oceano de eternas existências que teremos. Quando começamos a compreender todo esse processo de entendimento, de escolha de como vou reagir, de perfeito entendimento de o que é fé, eu começo então a enxergar do alto. Começo a perceber que aquele câncer que me de alguma forma destrói o corpo não é na verdade a pior das dores que eu já senti, porque as anteriores e as futuras estão longe do meu conhecimento. Mas eu consigo perceber que naquele instante em que eu tinha uma linha caminhando, eu não posso sair do eixo. Eu preciso, na verdade, seguir. E esse ponto é um ponto de aprendizado importante. Eu preciso aos poucos entender que na lógica dessa existência, o que são 50, 60, 70, 80, 100 anos de vida, uma gota na eternidade. E quando assim paramos para pensar tudo aquilo que hoje nos cansa, cansa o dia, nós começamos a revisar se vale a pena o desgaste, se vale a pena a lamúria, se vale a pena o sofrimento, porque nós já sabemos que alguém nos

para pensar tudo aquilo que hoje nos cansa, cansa o dia, nós começamos a revisar se vale a pena o desgaste, se vale a pena a lamúria, se vale a pena o sofrimento, porque nós já sabemos que alguém nos acompanha, já sabemos que a dor é um exercício para autoconhecimento e já sabemos que ela é que nos faz evoluir. É por isso que no final das contas, em qualquer ambiente onde estivermos, seja lá o idoso que foi cuidadoso com os filhos e agora é abandonado, por exemplo, numa casa, seja aquela mãe que pretende, na verdade, até mesmo atentar contra a própria existência, porque viu o próprio filho desencarnar antes dela mesma. Aqueles que se separam imaginavam uma vida feliz e perene e plena para toda a eternidade e não conseguem, por razões diversas, a manutenção de um casamento sadio. Quaisquer dores que nós enfrentemos, todas elas. E conto-lhes na experiência de uma queridíssima amiga que certa vez, querendo ter filhos, não conseguia. procurou na primeira vez engravidar, de maneira nenhuma engravidava e não conseguia. E sempre nos dizendo que tava lutando e confiava em Deus que isso ia acontecer. Engravidou a primeira vez, um aborto espontâneo, uma segunda vez um segundo aborto espontâneo, uma terceira vez, um terceiro aborto espontâneo. Depois de imensos sofrimentos e dores, passando por tratamentos de toda ordem, numa certa altura, então a querida Cibelle engravidou. Caminhávamos numa alegria constante, numa sensação real de que agora sim estavam com a dores aliviados. Todos nós sentíamos aquele bem-estar, pois numa certa altura, com 8 meses, um próximo e último aborto espontâneo. Quando Sibé nos procurou para conversar, nós e os amigos que lá vivíamos com ela, o recado foi bem simples. Depois de algum tempo de muita terapia, de muito autoconhecimento, ela diz-nos com imensa, imensa clareza: Deus não me deu um útero para ser mã Rômulo. Deus me deu um coração para cuidar de outros tantos filhos das pessoas. E foi exatamente nessa busca de anos na sequência que conheceu então num abrigo

za: Deus não me deu um útero para ser mã Rômulo. Deus me deu um coração para cuidar de outros tantos filhos das pessoas. E foi exatamente nessa busca de anos na sequência que conheceu então num abrigo de crianças três gêmeos que lá estavam na verdade abandonados pela vida e trouxe-os todo para dentro de sua casa. Ela hoje nos diz com muita clareza no coração que não é mãe de três, é mãe de um monte. Mas aqueles três representam para ela o desígnio divino, porque de alguma forma eles foram desenhados para que fosse entregues a ela. Conta, poderíamos contar inúmeros casos das dores das mais profundas, mas aqui hoje cabe-nos a nós lembrar de algo muito importante. Lembrarm-nos de que todos nós ou passamos ou vamos passar por experiências desse calibre, maiores ou menores. Algo que não podemos esquecer de maneira nenhuma, que o silêncio de Deus não é ausência, é trabalho invisível. Lembrarm-nos de que nós, no final das contas, não vivemos num parque de diversões. Nós vivemos numa montanha russa. E é montanha russa mesmo, daquela que a gente não quer nem entrar. Mas Jesus senta do nosso lado e é aquele amigão que vai dizer: "Ó, vai dar tudo certo." E a gente diz para ele: "Mas nem meu fígado tá funcionando nessa hora. Mas vai dar certo." E quando ele assim o faz, é para que nós nos lembremos agora desse instante em que a gente tá aqui, porque ele também tá sentado aqui. Ele sabe de cada um dos nossos desafios, dos dias difíceis que nós passamos. E vai, certamente quando nós caminharmos hoje, estejamos nós na dor mais profunda, vamos dizer a ele: "Senhor, eu já não aguento mais. Eu perco a paciência sim com as pessoas. Eu me irrito com todos os problemas. Eu não aguento essa dor dessa doença, da perda, da dificuldade, da complicação. É muita coisa na correria da vida. Ele não vai dizer como o mundo nos diz: "Levanta aí, rapaz. Tá com medo? Vai com medo mesmo. Isso o mundo faz para nós. Jesus vai abaixar-se, vai pegar-nos na mão, vai pegar em nossa cabeça e vai dizer para

o vai dizer como o mundo nos diz: "Levanta aí, rapaz. Tá com medo? Vai com medo mesmo. Isso o mundo faz para nós. Jesus vai abaixar-se, vai pegar-nos na mão, vai pegar em nossa cabeça e vai dizer para nós de todo coração: "Eu estava lá, eu vi. Como foi com o apóstolo Natanael, eu estava debaixo da figueira contigo no dia em que você chorou e vim aqui hoje para dizer-lhe que te amo. Vim dizer-lhe hoje que bem-aventurados todos os aflitos, todos, não é excepcional, todos serão consolados. E consolo não é algo que vem de fora, meu filho. Consolo é algo que você vai compreender e vai perceber que ao seu lado, aqueles que ainda caminham contigo. As experiências que nós temos conosco são exatamente o consolo que eu lhe envio. Basta que você abra teus olhos, porque no final das contas, como diz Emanuel, nós não vamos vencer as trevas da dor, não é com pancadas. Nós vamos vencer com o foco de luz. E o foco de luz somos nós de alguma maneira, sentados aqui a Jesus nos dizendo: "O evangelho é essa luz, essa fé consolidada na certeza de qualquer problema, eu na verdade o compreendo, Senhor. Eu posso sentir essa luz e ser essa luz para alguém." É por isso que no final das contas eu deixo um recadinho muito especial que me foi entregue sobre quem são os aflitos senão nós, dizendo assim: Aflito é o que sente o peso da noite e que mesmo sem estrela, ainda caminha. Aflita é o que grita no dia do açoite e só encontra eco na sua dor comezinha. É aquele que amou e foi desdeixado na prepotência. que deu tudo e ficou sem ninguém, que dobra os joelhos no chão da ausência e espera de Deus um sussurro, um amém. Mas aflito também é aquele escolhido, aquele em quem Deus plantou uma cruz. Pois só compreende dor quem do amor está munido, e só entende consolo quem sabe da existência da luz. Bem-aventurado, sim, é o que chora, porque já lavou a alma da saudade, porque já ouviu na noite que implora a voz de Deus, dizendo: "Tenha piedade, piedade de si, do outro, do mundo e até do Narciso." Pois perdoar é um ato de

que chora, porque já lavou a alma da saudade, porque já ouviu na noite que implora a voz de Deus, dizendo: "Tenha piedade, piedade de si, do outro, do mundo e até do Narciso." Pois perdoar é um ato de coragem que se agita, porque a fé é uma dura ponte entre a lágrima da dor do agora e o encontro com a paz bendita. Então, chora, meu filho, mas caminha. Cai, minha irmã, mas levanta. sofre, mas ama, porque o Cristo prometeu e ele não mente. Bem-aventurado és tu, aflito, porque o consolo virá eternamente. E se o consolo que você busca vem do céu com tanto carinho, se o consolo que você busca vem do céu com tanto carinho, lembra, o consolo que o mundo precisa pode vir do teu caminho. Muito obrigado a todos. Que Deus nos abençoe e nos proteja. Gostaria de agradecer. imensamente o nosso querido irmão Romo por essa palestra iluminada e que Jesus, nosso mestre, continue te abençoando, Rômulo, que você seja sempre iluminado na divulgação da doutrina espírita e com essas palestras que a espiritualidade maior estava te abençoando aqui por essas belas palavras e ensinamentos sobre o tema bem-aventurados, os aflitos, porque serão consolados. nosso muito obrigado. E neste momento, eh, nós vamos, então, nós começamos há um certo tempo, né, com essa campanha bacana aqui da nossa, na da nossa casa espírita de sorteio de livros. Então, todos vocês na entrada receberam uma mensagem e nós vamos realizar então o sorteio. Os livros de hoje, o livro de hoje é o Evangelho Segundo o Espiritismo. Nós temos dois livros aqui para fazer a doação. Então Paulo vai fazer o sorteio neste momento. O primeiro número é o 114 e o segundo número é o 85. Acho que vai ser Beatriz. Beatriz. assim. Nós também gostaríamos de aproveitar a oportunidade para divulgar a palestra do próximo domingo, né? Então, apesar de ser um feriado, nós teremos a palestra normalmente e o tema da palestra será com nosso eh o tema da palestra e o que é o Espiritismo e quem irá ministrar a palestra é o nosso querido irmão Juliano

de ser um feriado, nós teremos a palestra normalmente e o tema da palestra será com nosso eh o tema da palestra e o que é o Espiritismo e quem irá ministrar a palestra é o nosso querido irmão Juliano Fagundes. Então, convidamos todos vocês para a palestra do nosso próximo domingo, que inicia exatamente no mesmo horário de todas as palestras nos domingos. Neste momento eu convido nossos irmãos médiuns para a a harmonização para que possamos partir para o momento do passe coletivo. Neste momento eu solicito que consigamos manter então a nossa mente sintonizada com os irmãos a espiritualidade maior para que possamos já ir sintonizando para o momento do nosso passe e que possamos receber todas as energias da espiritualidade maior. Que assim seja. Quando todos os meus medos já não cabem mais em mim, quando o céu está de bron 11. Parece que é o fim. Quando o vento está revolta e o mar não quer se acalmar. Quando as horas do relógio se demoram a passar, muitas vezes não consigo os teus planos compreender, mas prefiro confiar sem entender. Eu creio em ti. Eu creio em ti. Olho para ti e espero em ti. E Deus responde assim essa oração. Quando você sente medo, do teu lado eu estou. E é bom que você saiba que eu sinto a sua dor. Nunca, nunca se esqueça que o mar posso acalmar e que eu sei o tempo certo da vitória te entregar. Este tempo é necessário para te amadurecer e depois tem novidades para você. Eu cuido de ti. Eu cuido de ti, Deus cança em mim. come a sorrir. O que eu tenho é bem melhor, pois só eu sei do amanhã. Então, recebe o abraço meu, pois da tua vida cuido eu. Eu cuido de ti. Cuido de ti. Descansa em mim. come a sorrir. Então vamos fechar os nossos olhos, nos acomodar da melhor maneira possível nos assentos e vamos elevar os nossos pensamentos a Deus, assim como foi dito, né, nessa noite pelo nosso irmão Romo. Jesus está aqui com cada um de nós. Ele está sentado ao nosso lado e não seria as aflições a nos abalar, porque ele segura cada uma das nossas mãos, nos amparando,

, nessa noite pelo nosso irmão Romo. Jesus está aqui com cada um de nós. Ele está sentado ao nosso lado e não seria as aflições a nos abalar, porque ele segura cada uma das nossas mãos, nos amparando, fortalecendo. E nesse instante em que nos nos sentimos do ladinho dele, segurando a mão dele, vamos colocar as nossas aflições, os nossos medos, as nossas angústias. Vamos pedir que esse mestre, que esse amigo que nos consola tanto possa ir apacentando, acalmando e levando refrigério pros nossos corações. E nesse instante em que nos colocamos nesse contato tão próximo com o mestre, vamos colocar também aqueles irmãos que se encontram nas nossas casas, os nossos familiares. Vamos colocar os ambientes os quais frequentamos, seja um ambiente de trabalho, seja um ambiente no qual a gente sempre busca, né, o contato com o próximo, que a gente possa colocar esses ambientes, essas pessoas também sobre a proteção do mestre Jesus. E uma das coisas, né, que a gente aprendeu essa noite é que por mais complicado que seja algum instante que estiver que estejamos passando, que a gente não olhe com olhar de tristeza e nem de mágua, mas de gratidão, como Joana de Angeles nos ensina. E vamos fazer a prece que o Senhor nos ensinou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o teu reino, seja feito a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aquele que nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Que assim seja. Que possamos regressar para as nossas casas, cheios do amor e da misericórdia do mestre Jesus. Que assim seja. Um sentimento me ronda. Não sei dizer tudo novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz. Eu

ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz. Eu falar me encantou, quis seguir caminhar e saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor serenou. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi tua voz. Eu falar me encantou. Quis seguir caminhar e saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor serenou.

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