Bem aventurados os aflitos: as provas e expiações - com Eliane Fagundes
Palestra: Bem aventurados os aflitos: as provas e expiações - com Eliane Fagundes
reunião de domingo. Estamos muito felizes com a presença de todos e vamos neste momento fazer nossa prece de abertura. Vamos fechar os nossos olhos, elevar o nosso pensamento até o divino mestre, para que possamos sintonizar com a espiritualidade maior, estarmos aptos a receber da espiritualidade tudo que necessitamos, que possamos ser iluminados, sermos amparados, para que possamos juntos cada dia nos melhorarmos. Que a paz do divino mestre possa reinar em nossos corações. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas livra-nos de todo mal. Porque vós sois o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que assim seja. Bom, hoje quem está aqui conosco é Eliane, Eliane Fagundes, que é grande trabalhadora aí da seara do Cristo e veio falar um pouco aqui pra gente sobre eh o bem-aventurados, os aflitos, expiações e provas. muito importante pra gente conseguir nos esclarecer um pouco e ela trouxe aí umas boas reflexões para nós com as com a palavra Eliane. Uma boa tarde a todos. É sempre uma grande satisfação, uma verdadeira alegria estarmos reunidos aqui no lar de Jesus. Esta casa que tem essa responsabilidade de trazer o estudo da doutrina espírita. Mais do que isso, as reflexões do Evangelho do Cristo, iniciando assim com a afirmativa de Allan Kardec na introdução do Evangelho Segundo Espiritismo, onde ele nos fala que a doutrina espírita não é uma inovação, não é uma religião nova. Ela veio para facilitar a compreensão do evangelho de Jesus. E nós vemos discorrido nesse evangelho as bem-aventuranças de Jesus, trazendo ali as questões morais, o porquê das nossas dores, como utilizar dessas dores como benefícios para cada um de nós. Lembrando que nós somos espíritos imortais com diversas reencarnações sucessivas.
ndo ali as questões morais, o porquê das nossas dores, como utilizar dessas dores como benefícios para cada um de nós. Lembrando que nós somos espíritos imortais com diversas reencarnações sucessivas. Então, cada um aqui traz uma vivência, uma experiência. Não cabe a nenhum de nós o julgamento. Assim nos ensina Jesus. Nós não conhecemos as histórias uns dos outros, mesmo estando vivendo nos mesmos grupos, no mesmo lar, convivências sociais. E quando a gente vai vendo essa realidade espiritual, nós vamos entendendo cada vez mais e vai desaparecendo também as nossas desigualdades. Então, rogamos assim que Jesus nos envolva com muita paz, com muita harmonia, nos trazendo a capacidade de interiorizar as lições de hoje. Jesus, quando ele traz para nós as nove bem-aventuranças, é interessante entender que a bem-aventurança, a felicidade espiritual é para aqueles que a merecem. Quando ele fala, bem-aventurados os aflitos ou os que sofrem ou os que choram, porque serão consolados. Não é de uma maneira simples. A felicidade não se conquista de maneira simples, porque ele vem trazer para nós uma realidade que nós não conhecíamos e ainda não conhecemos. entra para nós como espíritas, podemos dizer como um presente, não como um privilégio, mas a a ideia de nós termos como base essas quantidades de espíritos trazendo para Allan Kardec sobre as opiniões e vivências que eles passaram, os espíritos superiores que nós queremos dizer. Então, Allan Kardec, no Evangelho, ele faz um complemento em todas as relações sobre as bem-aventuranças, trazendo entendimento para cada um de nós. Jesus, quando ele traz como recompensa, se nós sofrermos bem, tendo a recompensa como uma felicidade futura, ele também no final das bem-aventuranças, ele quer que nós nos alegremos, traz pra gente uma ideia de estranha moral, né? No próprio evangelho, Kardec traz um capítulo sobre isso, quando Jesus fala: "Exultai-vos e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus". Ou seja, nos alegremos nos nossos sofrimentos,
né? No próprio evangelho, Kardec traz um capítulo sobre isso, quando Jesus fala: "Exultai-vos e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus". Ou seja, nos alegremos nos nossos sofrimentos, nas nossas aflições, porque grande será a recompensa, grande será o mérito, mas nos céus. Mas pra gente passar por essa situação sem entendimento, o que que poderia nos acontecer, a não ser através das aflições chegarmos a nós muitas vezes por amargores que carregamos ou mesmo rebeldia de nossa parte ou descumprimento das leis divinas por falta de conhecimento. E então é por isso que é importante nós entendermos a necessidade de nascermos de novo. No capítulo 4ro, Allan Kardec traz essa ideia do nascer de novo para vermos o reino de Deus. Ele pergunta aos espíritos superiores qual que é a necessidade da encarnação e de forma natural. Os espíritos nos contam todos os espíritos passaram pela necessidade da vida corporal e que a encarnação é uma tarefa que Deus impõe ao espírito na entrada da sua vida corporal. mundos primitivos, o início de tudo. Agora, é importante a gente entender que nesse início de tudo, nós, por mais que tenhamos recebido as mesmas condições, o no mesmo ponto de partida que nós iniciamos, ou seja, como espíritos simples, ignorantes, por não termos conhecimento, tivemos as mesmas obrigações a cumprir, tivemos a mesma liberdade de escolha. Nós recebemos o maior desafio que às vezes a gente pode pensar que seja um presente ou que seja também para nós uma forma de teste que se chama livre arbítrio. Esse foi o maior desafio que nós recebemos. Como que nós, que não tínhamos conhecimento de nada, recebemos o livre arbítrio como agir, sendo que nós não conhecemos. Mas aí é que entra então o desafio do espírito na sua iniciação. Se todos nós recebemos a mesma oportunidade, os mesmos deveres, Deus, sendo justo e bom, foi então imposto a cada um de nós a sua própria consciência nas suas escolhas. No livro de Gênesis, o livre arbítrio é tido como um dom que Deus dá a todos os seres humanos para
s, sendo justo e bom, foi então imposto a cada um de nós a sua própria consciência nas suas escolhas. No livro de Gênesis, o livre arbítrio é tido como um dom que Deus dá a todos os seres humanos para escolher entre o bem e o mal. Então, todo ser humano tem a capacidade de escolher o que é bom e o que é mau, o que é certo, o que é errado. Todos nós temos. onde nos dá a ideia da responsabilidade moral. Mas nem todos os espíritos passaram pelas mesmas questões, porque aí entra a rebeldia, o coração endurecido de uns e outros não. É o que define cada um de nós. Mas Allan Kardec também ele nos traz a ideia de que a reencarnação é necessária porque é o retorno da alma, o retorno do espírito para continuar na sua mesma caminhada, ou seja, continuado do mesmo ponto de partida. Nesse momento, nós temos a reencarnação como uma forma de bênção, um novo corpo, uma nova vida, um novo capítulo, uma nova chance para acertar. Quando a gente pensa em reencarnação, em mundo de expiação e de provas, que é esse mundo que nós nos encontramos, o que que vem na nossa cabeça? Um mundo onde existe muita dor, muita dificuldade, muitas doenças. Por que que por nós mesmos nós não podemos enxergar de forma positiva como uma bênção, como uma oportunidade e sim sempre do lado negativo? Porque nós ainda não entendemos o que que nós estamos fazendo aqui hoje. Como o tema é bem-aventurados aflitos e expiação e provas, é necessário que nós entendamos que nesse mundo, por mais que nós estejamos reunidos, nem todos nós estamos espiando, mas todos nós estamos passando por provações e testes igual escola mesmo. Inclusive, Allan Kardec coloca de forma muito simples a vida terrena, a vida do espírito aqui na Terra como um estudante. Tem aí uma forma também de metáfora que a Terra é para alguns uma prisão, para outros um hospital, mas Allan Kardec quis de forma mais didática para que a gente possa entender como uma forma de escola, colocando todos os espíritos aqui encarnados como estudantes que foram para uma
tros um hospital, mas Allan Kardec quis de forma mais didática para que a gente possa entender como uma forma de escola, colocando todos os espíritos aqui encarnados como estudantes que foram para uma escola. Chegando lá, todos os alunos com a mesma competência, com o mesmo desenvolvimento, com o mesmo professor, com as mesmas condições de aprendizado, uns aprenderam mais porque foram mais esforçados, mais estudiosos, mais laboriosos, enquanto outros não quiseram, tiveram preguiça. É igual aquela história, né? Que que é que você mais gosta de fazer na escola? Tem uns que falam que gosta de ir pro recreio, outro que gosta só de comer o lanche. E isso acontece na vida. A gente observa pessoas que uns têm mais responsabilidades e outros não. Interessante como Allan Kardec coloca de forma simples, mas de forma muito próxima da nossa compreensão. Agora, que tipo de estudantes nós somos neste momento? Será que a oportunidade, a bênção da reencarnação para nós hoje, ela tem um objetivo claro? Porque os espíritos eles falam assim: "Olha, interroguem friamente as vossas consciências que vocês saberão o que vieram fazer aqui e saberão também se passam por expiações ou se passam por provações." Friamente é nós não termos esse sentimento de vitimismo. O que que aconteceu comigo? Por quê? é a gente ser mais racional, porque a doutrina espírita trazendo de forma raciocinada e clara, ela vai nos trazer que tudo aquilo que nos falta foi aquilo que nós falhamos na vida anterior. Aí a gente vê, né, no nos nossos lares as dificuldades que a gente carrega, as dificuldades, por exemplo, no nosso corpo. Por que que uns tita e outros não? André Luiz, ele fala que o corpo quando está doente é aulas na própria alma. Olha, o que que é que a minha aflição hoje me traz de recado? Vamos observar o que que a vida me traz. Qual que é o sinal que eu tenho? E na revista espírita, um espírito que se identifica como as siglas T.T, T, revista espírita de 1862, de forma bem resumida assim pra gente entender,
e a vida me traz. Qual que é o sinal que eu tenho? E na revista espírita, um espírito que se identifica como as siglas T.T, T, revista espírita de 1862, de forma bem resumida assim pra gente entender, ele fala que expiação é para cobrir o passado. Eu achei isso tão bonito. Olha só, ele não falou que a expiação era uma punição, por exemplo. Ele falou: "A expiação é para cobrir o passado, corrigir os erros." Aí a gente lembra de Jesus que quando ele põe o amor, ele fala: "O amor cobra a multidão de pecados". Olha, então se eu vivo uma expiação, como eu devo agir? com amor, com brandura, seja qual for a expiação que eu carrego, essa marca espiritual que eu carrego. Mas ele fala também que a provação abre o futuro. Aí essa essa é consoladora. Porque aí a gente chega na bem-aventurança de Jesus, porque a aprovação, o teste é o teste de qualidade. Será que a gente está pronto para viver essas bem-aventuranças? É quando a gente acha que a gente sabe tudo, sabe? O aluno assim que sabe tudo, ele nem estuda paraa prova, aí ele vai lá e faz a prova. Será que sabe mesmo? é o que a gente vivencia hoje. E a gente vive isso o tempo todo. Porque o que eu acho assim interessante é que a doutrina ela traz para nós a clareza, por exemplo, que a reencarnação, quando Kardec indaga lá no livro dos espíritos, na questão 171 para os espíritos, qual que é o fundamento do dogma da reencarnação? Ou seja, qual que é a verdade da reencarnação? E ele, os espíritos, eles falam que a reencarnação é a porta que Deus abre da felicidade para os filhos que ele ama. não tem consolo maior que isso. Se a reencarnação é uma porta que se abre para felicidade, a gente começa a entender as bem-aventuranças de Jesus. Como que nós vamos conviver com espíritos do nível de Jesus se nós nem passamos a compreender a vida aqui no mundo, na terra? Conviv uns com os outros, o nível que nós ainda temos. E Kardec, ele fala mais ainda, ele fala que, visto que a reencarnação é a continuidade da vida, ele tem sempre que observar as falhas
, na terra? Conviv uns com os outros, o nível que nós ainda temos. E Kardec, ele fala mais ainda, ele fala que, visto que a reencarnação é a continuidade da vida, ele tem sempre que observar as falhas que ele possui e corrigindo ali para que ele não possa repetir como aquele aluno lá na escola. Se eu repito sempre o mesmo processo, eu vou ter sucessivas reencarnações. E quem é o maior responsável por essas nossas vindas aqui para esse mundo? Somos nós mesmos. Esse mundo que nós maldizemos, que a terra é ruim, que a terra não é um lugar bom de habitar, vai depender de nós. Porque o espírito não precisa ficar passando pela mesma série como lá do aluno que Kardec coloca. O aluno passou de de série, ele muda para outra. Então vai depender de nós. Mas as necessidades que nós temos hoje de conviver uns com os outros, por exemplo, é nós ajudarmos também no progresso do mundo. Porque aflição, problema, provação, todo mundo tem. Se nós olharmos aqui agora e perguntarmos qual é a aflição de uns aos outros aqui, nós vamos colher muitas aflições, informações, mas são praticamente as mesmas. Os sentimentos são os mesmos. Então, o que difere o espírito é como ele se relaciona diante do problema. Porque no capítulo 3, por exemplo, Santo Agostim vai falar que o espírito na terra ele vai enfrentar lutas diárias, lutas que vão ser acumuladas por conta da condição que nós temos aqui no nosso planeta. Então, por exemplo, hoje nós podemos estar passando por provações, mas carregando expiações, mas que não tem como a gente evitar por conta da categoria de mundo que a gente habita. A gente ouve muito falar sobre as lutas. Qualquer pessoa que com a gente conversar, como é que está a vida? Ah, está uma luta. É essa. É a luta que Santo Agostinho nos fala. É uma luta que nós carregamos, tanto o pessoal quanto a do mundo que a gente vive. Ele diz que o homem aqui na Terra, ele tem que sobreviver tanto pela ordem da natureza, da vida, quanto da perversidade do homem na terra. Quem de nós aqui tem
soal quanto a do mundo que a gente vive. Ele diz que o homem aqui na Terra, ele tem que sobreviver tanto pela ordem da natureza, da vida, quanto da perversidade do homem na terra. Quem de nós aqui tem segurança hoje? Quem de nós? Por mais que eu queira viver um mundo de paz, de equilíbrio, sem fazer o mal, eu já entendi que eu não devo fazer o mal a ninguém. Eu quero ser uma uma boa pessoa. Lá na frente a gente encontra uma pessoa que ainda não tem essa consciência. É o mundo que a gente vive. Então, nós estamos hoje como espíritos numa luta muito fadigante por conta disso, porque nós, além de nós termos que lidar conosco mesmo, com as nossas necessidades de evolução, nós ainda lidamos com aqueles que não têm a menor vontade de evoluir. E o que que a gente vai fazer? viver, lutar, viver e ter fé. Nós estamos no mundo que nós necessitamos. Nós não somos melhores que ninguém, mas nós, se nós estamos aqui hoje, por exemplo, em busca de uma paz, em busca de pressa, em busca de ouvir uma palavra de conforto, de moral cristã, nós já avançamos. Essa é a verdadeira consolação. Não é nós olharmos pro passado. Quem eu fui? Que que eu fiz? Não importa. A beleza do esquecimento do passado é essa. Imagina a confusão que teríamos se nós nos lembrássemos de quem nós fomos, quem foi meu marido, quem foi meu filho, quem foi minha mãe. Não importa, porque Deus quer que a gente recomece. Mas recomeçar com a essa essência natural de bondade, não é imposta. É quando a gente vai para uma prisão e fala: "Se você fizer o mal, você volta". Não é essa imposição. Porque Deus, sendo bondoso e justo, ele quer que a gente desenvolva de ordem natural. A bondade vai chegar aos nossos corações de forma natural, que a gente nem vai precisar mais ouvir, que a gente vai ter recompensa no céu, porque Jesus falou das recompensas. Ah, bem-aventurados os que sofrem com entendimento, porque vai alcançar o consolo, vai alcançar um mundo feliz. daqui a pouco tanto faz para nós. A gente às vezes vai até escolher ficar
s recompensas. Ah, bem-aventurados os que sofrem com entendimento, porque vai alcançar o consolo, vai alcançar um mundo feliz. daqui a pouco tanto faz para nós. A gente às vezes vai até escolher ficar nos mundos mais difíceis para colaborar com aqueles que ainda não avançaram os mundos felizes. Um dia nós vamos chegar assim, mas nós precisamos ouvir que é compensador e a gente trabalha a recompensa o tempo todo. No nosso trabalho, se nós não recebemos o salário, nós não trabalhamos. Se o meu chefe não me paga, eu não vou lá. E por aí vai. Nós trabalhamos o tempo todo esses interesses. Se me faz o bem, eu faço. Se não me faz, eu não faço. Olha, quando Jesus nos fala de dar a outra face, é justamente isso. Não importa o outro, importa a nossa essência. Aí sim nós estamos caminhando para essa verdade de Jesus, mas ainda está um pouco longe, mas nós já estamos caminhando muito. Então, o objetivo da encarnação é saber porque estamos aqui, o por que passamos por algo e às vezes não tem resposta. Aí entra a fé em Deus. Quando Jesus, o maior de todos os mandamentos, ele fala que amar a Deus sobre todas as coisas. Quem de nós consegue viver todas as dores, as aflições, dificuldades sem questionar, sem chorar, sem reclamar? Quem de nós consegue isso? Mas aí se nós entendermos, aceitarmos sem rebeldia, já é um grande passo aceitar, por exemplo, que ainda é da nossa condição espiritual. Passarmos pelas situações aqui muitas vezes vistas como injustiças na nossa terra já é muita coisa, mas sem esse estado de rebeldia, de revolta, porque senão nós vamos perder a oportunidade da reencarnação. Passamos por uma dor difícil e aí a gente fica amargo, revoltado, rebelde e volta pior. Aí tem que retornar. que é a ideia da reencarnação. Quando a gente vai, por exemplo, tendo a ideia de que em todas as circunstâncias da vida, sejam quais forem, nós vamos ter o consolo, nós vamos ter o recurso que a gente precisa, começa a nascer em nós essa esperança. Lá na obra Pão Nosso, Emmanuel fala que
todas as circunstâncias da vida, sejam quais forem, nós vamos ter o consolo, nós vamos ter o recurso que a gente precisa, começa a nascer em nós essa esperança. Lá na obra Pão Nosso, Emmanuel fala que Deus dá sempre. Deus dá 1 milhão de recursos para nós, recursos infinitos para que a gente possa melhorar, para que a gente possa sair muitas vezes de situações difíceis. Aí ele até fala: "Olha, olha a quantidade de situações que você já vivenciou". Se a gente olhar há 10 anos atrás, nós vamos observar que a gente já viveu coisa que a gente nem imaginava e conseguiu ultrapassar isso. Na obra eh Céu e Inferno, Allan Kardec traz para nós a reflexão de que o céu e o inferno inicia aqui na terra. Nesse momento, nós estamos construindo o nosso próprio céu. Nós estamos nesse momento, através da nossa própria consciência, dos nossos deveres cumpridos, alcançar essa paz, alcançar essa felicidade que a gente busca. Agora, a gente precisa alcançar um céu e não aproveitarmos o que nós estamos vivenciando agora, porque nós podemos nesse momento já prepararmos a nossa própria reencarnação. Vemos o exemplo de Paulo de Tarso, que para mim é o melhor exemplo de mudança radical na vida. É Paulo de Tars. Ele poderia ter falado: "Não, não tem mais saída". Porque às vezes nós, como seres humanos, nós podemos falhar, podemos cometer situações graves, mas Paulo de Tarso, ele reverteu isso. Em vida ele conseguiu mudar a trajetória espiritual dele, que quer dizer o quê? O arrependimento, a expiação é o arrependimento e depois do arrependimento, a reparação. É por isso que a gente, que é espírita, somos o tempo todo estimulados a fazer o bem. Não tem um meio de nós validarmos aquilo que nós estudamos, aquilo que nós dizemos ser cristãos sem fazermos o bem. Jesus o tempo todo fala do amor, da bondade e é uma forma de nós buscarmos reverter as nossas situações. Por isso que nós espíritas, nós não devemos ver o que nós fazemos, estudamos como privilégio. Se a gente tiver de passar tempestade, nós vamos passar. Tiver de
buscarmos reverter as nossas situações. Por isso que nós espíritas, nós não devemos ver o que nós fazemos, estudamos como privilégio. Se a gente tiver de passar tempestade, nós vamos passar. Tiver de passar dificuldade, nós vamos passar. Nós não temos o direito de exigirse de Deus, mas nós temos um dever. como nos fala Emanuel, ele ele fala assim que indubitavelmente, ou seja, certamente com certeza que a paisagem da vida vai se modificar durante a nossa estrada, o nosso caminho vai mudar a paisagem da nossa vida. Uma hora a gente tá passando por uma dor, vem a alegria. Uma hora a gente tá passando alegria, vem uma tempestade. É natural. Mas ao mesmo tempo, Emmanuel nos fala que é dever do cristão continuar perseverante. Não importa o que aconteça no caminho. Às vezes a gente tá passando por uma estrada, vem uma chuva, lá na frente vem o sol e por aí nós vamos. Não é que nós não somos privilegiados do ponto de vista de não termos a condição de passarmos, mas também pelo ponto de vista de testemunho. O que que nós estamos vivendo aqui? Falamos de Jesus, falamos da doutrina dos espíritos como uma verdade, mas chega a dor nós não damos conta. Nós podemos chorar, não é proibido. Nós podemos sofrer, nós podemos ter sensibilidade, mas devemos entender e aceitar as situações. O próprio Emmanuel falando dele também, ele fala que a vida quer nos ver por dentro. Então, o trabalho do cristão é esse, viver, estudar, passar pelas situações da vida. E tem pessoas nos observando, porque Jesus, além de não nos exentar das dores, ele quer também que nós acendamos a luz para o outro. Então, qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma frase do evangelho, ela já tem uma luz dentro dela. Quem de nós aqui pode se dizer incapaz de clarear o caminho de alguém? Quando Jesus fala que vós sois a luz do mundo, nós não podemos mais deixar de levar o que nós conhecemos. É um dever cristão. Quando Paulo fala que Deus é misericordioso e bom porque nos consola e através do próprio consolo que
ois a luz do mundo, nós não podemos mais deixar de levar o que nós conhecemos. É um dever cristão. Quando Paulo fala que Deus é misericordioso e bom porque nos consola e através do próprio consolo que recebemos de Deus, podemos consolar o outro em aflição. Olha, dever do cristão. Imagina se Jesus nos privassem dos conhecimentos que ele nos trouxe. Eu me lembro assim de uma história que uma amiga havia me mandado uma mensagem por volta de umas 5:30 da manhã, uma mensagem de WhatsApp e eu fiquei muito assustada porque o horário não era muito comum e ela então narrava imprantos que havia perdido a avó dela. E eu fui escutando aquele aquela mensagem, aquele choro e ela com conhecimento espírita, ela desde criança evangelizada, mas a dor é dor, não importa o conhecimento. E ela foi me narrando a situação da perda da avó, da tristeza. E eu fui pensando, meu Deus, o que será que eu falo para ela? O que será que eu falo para ela? Eu conheço, né, do evangelho, eu conheço sobre as capítulo 5, bem-aventurados aflitos. poderia falar sobre isso, do consolo de Jesus, todos nós sabemos. E então eu escutei uma voz de um espírito que me falou assim: "Fale de neta para neta também perdeu". Sua avó perdeu. A gente sabe que não é a perda. Então ele falou assim: "Olha, fale com sentimento de neta para neta". Aí eu falei: "Ah, tá, essa dor aqui eu conheço". E aí, então passei a mensagem para ela, me emocionei também. Aí eu achei interessante porque Deus não quer de nós que nós saibamos tudo, sejamos intelectualmente desenvolvidos. Claro que isso é importante. Nós vamos passar por categorias de mundos que nós vamos desenvolver mais e mais e mais a nossa intelectualidade, mas no mundo em que nós vivemos, nós termos humanidade já é muita coisa. Então eu preciso dar uma palestra paraa pessoa que se aproxima da casa espírita e fala que ela tem vontade de tirar pr vida dela. Eu preciso lá no evangelho, eu preciso citar todas as obras espíritas. Claro que a confirmação das obras do Evangelho de Jesus valida
da casa espírita e fala que ela tem vontade de tirar pr vida dela. Eu preciso lá no evangelho, eu preciso citar todas as obras espíritas. Claro que a confirmação das obras do Evangelho de Jesus valida todas as nossas palavras, porque nós somos responsáveis por essa divulgação da doutrina. Mas quando nós falamos com o sentimento, todos nós podemos ajudar uns aos outros. E Jung fala que nós podemos dominar todas as ciências, todas as técnicas. Mas quando nós estivermos diante de um ser humano, que nós sejamos ser humano. E é isso que Deus quer de nós. Hoje eu diria que a nossa maior provação, nossa nossa nosso maior teste que a gente tá vivendo é não deixar de lado a nossa sensibilidade de ser humano, olhar o outro sem o julgamento, tentar entender o outro com a verdadeira, com o verdadeiro interesse de ajudar o outro. Para que saber do outro se nós não temos o interesse de estender a mão, de ajudar, de colaborar? Seria curiosidade da nossa parte. Mas todos nós que já vivenciamos diversas experiências, diversas encarnações, nós carregamos dentro de nós alguma coisa que possa tocar o outro. Nós não precisamos ser bons em tudo, mas nós podemos ser bons em tudo que nós fizermos. Fica assim para nós essa reflexão da noite, trazendo a mensagem de Jesus, que ele vivenciou as dores na terra. Inclusive, a passagem que me toca muito é quando Jesus sente a necessidade de ficar sozinho. Quando ele ele recebe a notícia que seu primo João Batista desencarna, ele se afasta. Ele se sentiu entristecido. E por que Jesus fez isso? senão para nos dar também o testemunho de que nós somos seres humanos, que dói, que a gente sofre, que a gente passa dificuldades e que é normal a gente às vezes se sentir solitário. E é normal também a gente contar com amigos nas nossas aflições. Jesus, ele se afasta multidão, mas diante da vida, diante do seu trabalho, ele volta para atender aquela multidão. Ele se acalma. Então, muitas vezes na vida é bom a gente se acalmar. Às vezes a gente tá vivendo tempestades,
tidão, mas diante da vida, diante do seu trabalho, ele volta para atender aquela multidão. Ele se acalma. Então, muitas vezes na vida é bom a gente se acalmar. Às vezes a gente tá vivendo tempestades, dificuldade que ninguém entende. Então, é bom a gente reunir pessoas também de confiança, a gente contar com amigos. Porque isso é humildade no mundo que a gente tá vivenciando, com as aflições que a gente vem vivendo, passando e observando em volta, depressões, suicídios, muitas vezes precisa de uma palavra para acalmar o outro. Kardec até traz a palavra calma e resignação como um remédio para evitar o suicídio. Quantos de nós podemos pegar o telefone e falar para alguém assim: "Olha, calma, vamos aguardar". Porque às vezes o desespero da pessoa é tão grande que ela não consegue enxergar nada. Ela não consegue nem lembrar das bem-aventuranças de Jesus. Porque Jesus quando ele sobe ao monte, ele fala paraa multidão, mas os seus discípulos se aproximam. Ou seja, muitos se aproximam de Jesus, mas muitos outros se afastam. Nem todos estão tão próximos. E aí o dever do discípulo aproximar mais, que a gente vai observando muitas vezes que o motivo da nossa dor é paraa nossa aproximação de Deus. Então, onde dói, o por que dói e o que fazer com essa dor? Isso é tarefa de casa. Allan Kardec deixa para nós, como discípulos de Jesus, que somos, essa vontade de pesquisar em nós o por que dói. Então, a expiação ficou para trás, os motivos dos nossos erros ficaram para trás. Agora, uma nova história. A única coisa que tem que ficar latente em nós é nossa vontade de prosseguir, a nossa vontade de vencer. Porque olha, quando eu comecei a estudar para esse capítulo, comecei a estudar para esse tema, quando eu cheguei no estudo dos mundos superiores, me deu muita tristeza quando eu cheguei no nosso mundo aqui de expiações de provas. Eu falei assim, o maior motivo de resignação que nós temos hoje vai falar assim: "Por que que eu tenho que vencer? Por que que eu tenho que seguir? Por que eu tenho que
do aqui de expiações de provas. Eu falei assim, o maior motivo de resignação que nós temos hoje vai falar assim: "Por que que eu tenho que vencer? Por que que eu tenho que seguir? Por que eu tenho que conseguir superar a mim mesmo? Alcançar essa bem-aventurança de Jesus é alcançar esse mundo superior lá no capítulo 3 do Evangelho, onde não tem dor, não tem sofrimento, não tem inveja, onde nós vamos conseguir sem barreiras nos comunicar uns com os outros através do pensamento. Olha a quantidade de recursos que a gente tem, porque a gente se aproxima da nossa realidade espiritual, deixando essa marca pesada desse mundo corporal ainda que nós habitamos, mas que é uma bênção para cada um de nós. Que Jesus possa abençoar a nossa trajetória, lembrando assim que o evangelho está recheado de boas notícias. A cada motivo de tristeza tem uma dica e uma referência de alguém que venceu. Foi assim que foi escrito o Evangelho, a relação de mensagens que nos confortam. Se os espíritos escreveram, é porque deu certo. Então, que Jesus nos abençoe. Lembrando que as bem-aventuranças começam agora. A partir do momento que nós compreendemos, nós estamos mudando o nosso roteiro, mudando o nosso destino o tempo todo, que nós possamos sentir a presença amorosa de Jesus em todos os instantes das nossas vidas, lembrando assim como recurso, como ferramentas nos momentos de dificuldades, sermos mais conscientes e lembrando do amor de Jesus. Que assim seja. Queremos aqui agradecer as palavras da Eliane, que nos eh como se faz uma reflexão interna pra gente realmente encontrarmos, né, sempre as nossas respostas, as nossas questões, porque a dor realmente é um é a mola propulsora da nossa evolução, que nós possamos realmente entender um pouco mais cada momento que passamos na nossa vida. Bom, estamos indo para nosso encerramento. Queremos agradecer mais uma vez a Eliane, que trouxe tantas reflexões. E para fazer a prece de agradecimento, encerramento, queria que a Ilona fizesse a prece para nós e
indo para nosso encerramento. Queremos agradecer mais uma vez a Eliane, que trouxe tantas reflexões. E para fazer a prece de agradecimento, encerramento, queria que a Ilona fizesse a prece para nós e lembrarmos também que ela quer, você vai dar um recado. Antes, antes a menina vai dar, a Carol vai dar um recado para nós aqui. Somite. >> Oi, gente, boa noite. Desculpa, foi meio no improviso. Eh, eu sou a trabalhadora da mocidade, eu sou a Carol e a gente tem vendido a ao final da palestra algumas coisinhas para ajudar nos trabalhos da mocidade, tá? A gente tá arrecadando fundos para levar os jovens para um evento na Campo da Paz que se chama Eva, que é o encontro de evangelizadores através da arte, né? Então, a gente tá financiando a ida dos nossos jovens lá. E hoje eu trouxe para vocês uma cocada de forno. Não sei se vocês já ouviram falar da cocada de forno coco bambu. Então, eu fiz uma receita parecida com a deles e a gente vai estar vendendo aqui na porta R$ 5 ao final da palestra, tá? Então, quem puder contribuir com a gente, eu agradeço muito. Obrigada. Obrigada. Meus irmãos e irmãs, vamos elevar nossos pensamentos ao divino mestre Jesus, agradecendo esta oportunidade de ouvirmos esses ensinamentos, sabendo que nós Estamos encarnados por uma razão especial para nós resgatarmos alguns erros do passado, para semearmos boas sementes e prepararmos um futuro melhor. que Jesus nos assista, nos ajude, nos ilumine para que tenhamos forças de resistir a todas as tentações. Vamos ter em mente sempre a recomendação do divino mestre. Orai e vigiai. Que ele abençoe nossas famílias, todos aqueles que não puderam estar aqui, que nos dê forças durante a semana para enfrentarmos todas as situações, adversidades, com serenidade, com equilíbrio e paz. S conosco, mestre amado, nos iluminando, protegendo e envolvendo em muita paz, equilíbrio e na vossa misericórdia. Que assim seja agora e sempre. Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar nossas mentes,
endo e envolvendo em muita paz, equilíbrio e na vossa misericórdia. Que assim seja agora e sempre. Prezadas irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar nossas mentes, encher nossos corações de vibrações amorosas, elevando nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. Jesus amado, neste momento rogamos a tua proteção, a tua misericórdia e as tuas bênçãos a todos que dela necessitam. Os sofridos e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam dia outurnamente ao cuidado dos pacientes e a todos os que estão nas listas de tratamento das casas espíritas. aos lares e famílias que sofrem com a partida de seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento pro mundo espiritual para que possa entender a sua atual condição. Que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos agora a fluidificação das águas apresentadas, que cada molécula seja portadora das benéces benfazas que possam contribuir para o restabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Façamos a nossa prece íntima. Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, para que cada dia Jesus esteja nos corações de todos, trazendo amor, esperança e paz. Encerramos nossos trabalhos dessa noite com imensa gratidão. Obrigada, Pai.
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