AUTOCRUELDADE - Anete Vidal [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 19/04/2026 (há 1 mês) 698 visualizações

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Transcrição

agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, >> bom dia a todos e todas. Sejam muito bem-vindos. Eu me lembrei tanto ontem que ontem foi o dia dos índios, né, dos indígenas. O, amanhã nós temos quem? Nós temos Brasília, nós temos Tiradente, depois nós temos a a o descobrimento do Brasil, enfim, é um mês de muita comemoração, porque também aproveitamos para festejar o nosso querido Chico, que nasceu também em abril. É um mês assim de muita luz, de muita força, de muita esperança no coração de cada um. Sejam todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília hoje, dia 20 de abril de 2026. Então, vou ler uma uma reflexão do livro Bilhetes Fraternais. São três volumes, esse aqui é o volume três e ele diz o seguinte: "A estratégia para a paz: Buscai primeiramente o reino de Deus e a sua justiça, que todas essas coisas vos serão dadas. por acréscimo. Assim, pois, não vos ponhais inquietos pelo dia de amanhã, porque o amanhã cuidará de si. A cada dia basta o seu mal. Nós encontramos essa passagem em Mateus. Ouvistes falar que a paz do mundo principia na paz existente em cada um de nós. Importante isso, porque muitas vezes ficamos aguardando que o outro resolva as nossas dificuldades. Não, nós temos que enfrentá-las. Nós temos que estar juntos, sim, apoiando um ao outro, mas cada um tem o a opção própria, né? é o livre arbítrio. Parece bastante claro que a harmonia do conjunto dependa da harmonia individual, uma vez que o todo é resultante da soma das características dos seus componentes. No entanto, como alcançar a paz interior em tantas dificuldades que vi sejam no coração? Como manter-se em paz? O evangelho de Jesus, com as luzes trazidas pela doutrina, apresenta-nos um roteiro para que encontremos a paz dentro de nós. Esse roteiro pode ser identificado, por exemplo, quando Jesus exorta-nos a não nos preocuparmos com o dia de amanhã, porque a cada dia basta

ta-nos um roteiro para que encontremos a paz dentro de nós. Esse roteiro pode ser identificado, por exemplo, quando Jesus exorta-nos a não nos preocuparmos com o dia de amanhã, porque a cada dia basta seu mal. É preciso agir como os pássaros que confiam na providência divina, sabendo por extinto que nada lhes faltará a subsistência. Os lírios do campo fornecem também imagem preciosa, mostrando-nos a necessidade de confiar sempre na execução das leis divinas. Jesus encerra a mensagem de que tratamos com convite que contém a solução das nossas dificuldades e nos dá o benefício da paz pelo dever cumprido. Lembremo-nos de de que a paz é conquista individual e somente a terá aquele que se esforçar para banir a guerra do próprio coração. Bom, essa mensagem, Bilhetes Fraternais, volume 3, sugiro quem essas são mensagens curtas que nos auxiliam a repensar, a reanalisar essa nossa trajetória espiritual, essa nossa trajetória reencarnatória. Por isso, nada é por acaso, mas é, né? Nós optamos por trazer o primeiro capítulo do livro As Dores da Alma, que eu sempre falo com vocês sobre esse livro. Vale a pena, é interessantíssimo porque ele nos ajuda a repensar as nossas caminhadas, porque são várias, né? Não estamos aqui numa única oportunidade reencarnatória, mas antes eu vou trazer uma reflexão, já que as dores da alma, que é o livro do Ramed pelo médium Francisco do Espírito Santo Neto, ele vai trazer exatamente mensagens de pensar, de agir, para que nós possamos nos compreender, nos auxiliar e a nos ajudar a vencermos. as nossas irrealidades interiores. Eu falei irrealidades porque a nossa realidade é o nosso eu, o nosso viver, o nosso momento. Eu achei muito interessante um texto quando eu estava pesquisando o tema que diz assim: "Diante do espelho da alma vi mais do que um reflexo, vi uma história, uma jornada, uma dança entre luz e sombra. Perguntei em silêncio. Olha só como é importante essa mensagem. Eu perguntei em silêncio, quem sou eu? E o espelho, com a sabedoria do tempo, respondeu:

ria, uma jornada, uma dança entre luz e sombra. Perguntei em silêncio. Olha só como é importante essa mensagem. Eu perguntei em silêncio, quem sou eu? E o espelho, com a sabedoria do tempo, respondeu: Você é o som das suas escolhas. O eco dos passos que decidiu trilhar, a colheita das sementes que plantou com intenções, ações e silêncios. Cada decisão moldou o ser que agora contempla o reflexo. Nada foi em vão, nem o erro, nem o acerto. Tudo foi parte do despertar. Hoje compreendo, não sou um rótulo nem um passado. Sou consciência em expansão, aprendendo a escolher com mais amor, com mais presença, com mais verdade. O espelho não julga, ele apenas revela. E ao ver, e ao me ver por inteiro, sei que posso recomeçar, porque amanhã será sempre a consequência das escolhas que faço agora. O amanhã depende do nosso hoje. Eu encontrei esse texto, não tem autoria. Eu achei tão interessante porque exatamente reflete o tema de hoje, que é exatamente o primeiro capítulo do livro As Dores da Alma, que ele fala sobre a autocrueldade, como nós vivemos nos acusando e nos colocando sempre em situações negativas. E por quê? Por que será? O que que aconteceu no passado que fez o meu hoje e que eu projeto pro meu futuro? Será que é isso que eu quero? Será que eu realmente desejo continuar simplesmente presa a um passado que foi uma história, que foi um momento que eu errei, mas que eu tive a oportunidade de recomeçar. lembrar desse tema de hoje sobre a autocrueldade, como nós não valorizamos o nosso eu, nós não damos importância a esse interior que sofre, mas que é alegre também, que consegue olhar ao redor, entendendo e compreendendo que cada um tem o seu caminho, que é uma opção própria. Não somos fantostes dessa encarnação, nem de qualquer encarnação. Por isso que vem aquela mensagem tão linda quando ele fala a respeito da autocrueldade, que olha só, quem é que alimenta os pássaros dos céus? Quem é que alimenta os animais que se encontram por aí? Ou a natureza toda ela? Cada uma segue um caminho, segue um

a respeito da autocrueldade, que olha só, quem é que alimenta os pássaros dos céus? Quem é que alimenta os animais que se encontram por aí? Ou a natureza toda ela? Cada uma segue um caminho, segue um viver, segue um momento. Por que que nós não vamos seguir o nosso caminho, o nosso momento trabalhando o bem interior? Por isso que ele coloca da seguinte forma, o texto diz o seguinte, eh, a este capítulo ele bota: "Explora como a violência mais danosa é aquela que fazemos contra nós mesmos". Nós vivemos nos culpando. Por quê? Ah, eu não fui uma boa mãe, não fui uma boa esposa, não fui uma boa companheira, não fui uma boa amiga. Será? Será que eu não fui nada de bom? Será que eu não trouxe, na realidade uma mágoa interior, que eu queria agradar todo mundo e não conseguia agradar ninguém? Nós falamos muito nesse texto sobre a timidez. Muitas pessoas se escondem. Ele coloca aqui, eu vou ler, ele coloca como cercas se cercam de tanta dor, de tanto mágoa, de tanto sentimento, de não valia, que simplesmente não conseguem transitar pelo amor de Jesus. Por isso ele coloca de uma forma muito tranquila, ele diz, ele explora, destacando a timidez e a autovigilância como formas de autocrueldade, buscando sempre o quê? Ah, o que que o outro pensa de mim? Interessa o que que você pensa de você. Depois eu leio de novo esse texto do espelho, porque acredito que esse texto que não tem uma autoria revelada mostra exatamente o que nós precisamos compreender dos nossos reflexos, porque só reflete o espelho. O outro não me reflete. O outro segue o caminho dele, seja por bem, por mal, por gostar dele, não gostar. Mas eu tenho que aprender a gostar de mim. Eu tenho que aprender a compreender que eu sou capaz sim de ajudar, de vencer, de trabalhar nas ações ao próximo como voluntária, mas sempre colocando a sua realidade e não me escondendo com medo de ser censurada. E daí? E se eu for censurada? É uma forma de aprendizado. Ah, mas eu é muito chato. Lógico que é, porque eu deixo transparecer ao outro a

a sua realidade e não me escondendo com medo de ser censurada. E daí? E se eu for censurada? É uma forma de aprendizado. Ah, mas eu é muito chato. Lógico que é, porque eu deixo transparecer ao outro a minha insegurança. E nesse meu transparecer é problema do outro, é o que ele vê. O que eu preciso é a paz interior, como foi o texto que eu não escolhi, abri aleatoriamente do Bilhetes Fraternais. Então, vamos lembrar que nós precisamos trabalhar muito, muito o nosso hoje. O ontem valeu a pena. É minha história de vida. Eu tenho algo lindo, maravilhoso, que eu já plantei. Eu hoje estou aguando, estou tirando os matinhos, estou fazendo com que tudo floresça, porque amanhã eu quero colher a esperança certa, o carinho certo comigo, o viver certo comigo. Lembrar que o ontem é uma história maravilhosa do nosso viver. O hoje é a minha reencarnação atual, que eu preciso sim trabalhar o meu eu para ser melhor, aprendendo a ser melhor, lembrando que a palavra pecado, ah, eu pequei, sim, transforma essa palavra em eu errei. Eu errei mais fácil de eu acertar, eu melhorar, eu apagar, pegar, sabe aquela borrachinha do lápis, apagar. Errei. Deixa eu tirar isso aqui e vou refazer a minha caminhada. Esse é o momento do amanhã. Refazer a minha caminhada, reencarnar. Então, vamos fazer hoje o melhor, melhor para mim, porque eu fazendo o melhor comigo, eu vou fazer o melhor pro próximo. E aí sim eu entenderei essa figura chamada energia divina, nome de Deus, de Alá, de Não interessa o nome. É uma energia divina, é uma energia superior que está sempre nos acolhendo. Assim é esse ser espiritual que nos auxilia, que damos o nome de Deus. Então, nesse livro As Dores da Alma, ele trabalha vários temas que nós podemos ao longo desse ano trazendo vagarosamente para conversarmos, porque esse momento aqui é um momento de reflexão, é um momento em que conversamos, é um momento em que cada um para e diz: "Poxa, eu nunca pensei por esse lado. Eu nunca achei que eu valia a pena." E vale. Todos nós temos sim essa luz

to de reflexão, é um momento em que conversamos, é um momento em que cada um para e diz: "Poxa, eu nunca pensei por esse lado. Eu nunca achei que eu valia a pena." E vale. Todos nós temos sim essa luz interior. Somos filhos de Deus, irmãos do mestre Jesus, como disse Jesus, quem é minha mãe? Quem são meus irmãos? Ele deixou bem claro que quem é minha mãe, quem são meus irmãos. Somos todos nós. É a humanidade. Somos todos aqui filhos do mesmo pai, irmãos do mestre Jesus. Então ele coloca um resumo que ele faz assim bem da autocrueldade. Ele destaca o que as maiores dores surgem da nossa própria rigidez e exigências pessoais. Sabe aquele negócio do perfeccionismo? Eu tava conversando com uma senhora no atendimento fraterno e ela disse assim: "Pois é, eu agora já não me preocupo mais com as sujeirinhas da casa, mas até muito pouco tempo atrás eu entrava em casa e ia com o dedinho assim e a unha para tirar a sujeirinha daquele cantinho. Hoje eu digo, vassoura, vamos lá, vamos trabalhar juntas. Ou seja, não vamos exigir muito, não vamos fazer com que o dia seja um dia arduo, mas sim de alegria, porque eu posso sim limpar aquele cantinho, mas sem me preocupar com perfeccionismo. Aquele cantinho vai ser limpo tranquilamente. Achei muito bonita essa forma como a pessoa trouxe essa esse dizer, esse momento em que muitas vezes acreditamos: "Não sou capaz". Então ele coloca: "As maiores dores surgem da nossa própria rigidez e exigências pessoais. Por isso nós Jesus disse: "Eu não vim destruir a lei, mas vim fazer com que todas as leis fossem cumpridas, mas com amor, com respeito, com compreensão, com paciência, cada um desse umas 10 encarnações, vamos dizer assim, para cada situação dessa." Mas nós vamos chegar lá. Vamos chegar lá. Por quê? Porque Jesus deixou bem claro, vamos ficar só com três: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. E aí esse dores da alma nos traz uma reflexão. Eu preciso primeiro aprender a gostar de mim. Ah, eu tenho tantas dificuldades, mas

três: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. E aí esse dores da alma nos traz uma reflexão. Eu preciso primeiro aprender a gostar de mim. Ah, eu tenho tantas dificuldades, mas tem tantas virtudes. Vamos pegar as nossas virtudes e permitir que elas cresçam, evoluam, porque com certeza as nossas virtudes são muito maiores do que os nossos nossos defeitos, os nossos problemas. Como dizia Chico, né? Isso também passará. Todo problema passa e outro surge, porque é assim que nós vamos evoluindo, crescendo e aprendendo a errar e acertar, porque eu só aprendo pelo que eu tentei fazer, que pode ter sido no momento um erro, mas aprendi, aprendi que o caminho não foi aquele ou não é o melhor. E ele coloca então: "A timidez é analisada não apenas como comportamento, mas como um mecanismo de autocontenção, onde o indivíduo se julga e se vigia excessivamente. Olha o castigo. Eu estou me castigando, eu tô me vigiando. Eu, será o que que vão pensar? O que que vão achar? O que que vão dizer? Sim. E se eu errar, eu vou lá e com certo o erro. Por que não? Se falta uma água na sua casa, porque a torneira quebrou, você teve que desligar o registro, você vai chamar alguém competente para arrumar. Ou talvez você seja competente para arrumar. Então não vamos ficar. Fui ó, porque eu quebrei, porque eu fui culpada, eu fui grosseira. Tá, aconteceu, aconteceu, todo mundo erra, todo mundo acerta. Então, vamos aproveitar e lembrar que às vezes a timidez ela não é analisada apenas pelo comportamento externo daquele ser, mas sim porque ele se autontém. Ele quer falar, mas não fala. Ele quer sorrir, mas não sorri. E aí eu me lembrei, vocês vão também lembrar disso na escola, né? sempre tem alguém que é mais comunicativo, mais enfim. E a gente fica assim, pergunta pro professor porque eu não entendi. Uai, você não entendeu? Você pergunta, ah, eu tenho vergonha. Você pergunta melhor, você fala melhor do que eu? Por quê? Mas nós fazemos isso. Todos nós já tivemos essa experiência de fazer

o entendi. Uai, você não entendeu? Você pergunta, ah, eu tenho vergonha. Você pergunta melhor, você fala melhor do que eu? Por quê? Mas nós fazemos isso. Todos nós já tivemos essa experiência de fazer com que o outro nos represente. Não, eu sou capaz. Não, talvez usando uma linguagem tão clara, tão objetiva, mas eu vou aprendendo vagarosamente. Cada retorno escolar, cada reencarnação, eu coloco um sinalzinho positivo na minha experiência. E ele coloca então que o medo de não ser aceito gera essa crueldade silenciosa. A crueldade silenciosa é um é provocada pelo erro de que tenho vergonha de falar. Ah, eu não sou bom falante. Não, não é. É sim. Por quê? Porque você vai colocar seu suas emoções, vai se expressar com carinho, vai dizer quanto algo dói em você. Até muito pouco tempo atrás, nós falávamos pros nossos filhos na minha época, um homem não chora, por que não? Ele não tem emoção, não tem sentimento, ele não é um ser como nós, mulheres? Ou porque nós queríamos dizer que a mulher era fraca? Não, somos iguais. Homem chora, mulher chora. Tão bom. Meus filhos morriam de rir porque eu chorava até nos desenhos animados quando a mãe do morria. Então, vamos lembrar que é emoção. Eu me colocava ali no lugar de mãe que os meninos não entendiam muito bem quando eu falava. Eu chorava pela mãe do E com certeza é ali aquela hora que o pai, a mãe, o avô, a avó, o tio, enfim, se colocam, se expressam. Por que não? Qual o problema? É colocar para fora as emoções, lógico, com sabedoria e respeito. Eu não posso sair por aí aos berros porque eu agora aprendi a me respeitar. Não é isso, não é respeito. Isso é falta de educação. É diferente porque a educação mostra o que você precisa e você vai externar fazendo o dever de casa, fazendo as provas. as provas da vida. Então ele coloca a obra, convida a superar a rigidez mental e buscar formas mais saudáveis de lidar com as próprias inseguranças. Então, eu sou uma pessoa insegura, o que que eu tenho que fazer? trabalhar. Eu não gosto de passar por aquela rua

a rigidez mental e buscar formas mais saudáveis de lidar com as próprias inseguranças. Então, eu sou uma pessoa insegura, o que que eu tenho que fazer? trabalhar. Eu não gosto de passar por aquela rua porque um dia eu fiquei sabendo que uma pessoa passou e levou um tombo. Sim. Então eu tenho que ser mais precavido. Só isso. Lembrar que eu posso escorregar ali, então eu posso desviar. Por que não desviar de vez em quando é importante assumir que escolheu um caminho e que esse caminho não foi muito bom. e dizer: "Poxa, eu escolhi esse caminho, mas não era o que eu devia ter seguido." A gente vê muito isso, quem brinca com carta, né? Jogando baralho, o famoso buraco carioca que a gente fala, né? E aí a gente diz assim: "Vou comprar a mesa?" "Não, vou comprar a mesa". Aí não compra, compra lá no baralho. Ih, eu devia ter comprado a mesa. Não é assim? É assim que nós vamos observando, percebendo como nós precisamos. Sim, assumir. Olha, eu devia ter comprado era a mesa, aquelas cartas que estavam ali, mas não comprei. E aí o meu subsequente comprou e era um coringa. Eu precisava tanto desse coringa, mas eu fiz uma opção. A escolha foi minha. Por isso ele coloca a autocrueldade é sem dúvida, a mais dissimulada de todas as opressões. Olha só a autocrueldade. Eu me amargurar porque eu não acertei, não fui adequado. Mas vamos lá chegar para quem eu por acaso falei algo inadequado e dizer companheiro, amiga, senhor, senhora, eu usei uma palavra inadequada, eu usei uma linguagem não boa, me desculpe, e porque realmente eu não pensei antes de falar. Por isso ele coloca, de todas as violências que padecemos, as que fazemos contra nós mesmos, são as que mais nos fazem sofrer. Nessa crueldade não se derrama sangue, somente se constrói cercas e cercas. Então eu começo a me fechar, deixa eu fechar uma cerca aqui, deixa eu fechar do lado de cá e vou me inibindo, me fechando e vou sofrendo as mágoas, as dores da alma e vou resmungando comigo porque ainda me sentimos incapaz de eu tenho

eu fechar uma cerca aqui, deixa eu fechar do lado de cá e vou me inibindo, me fechando e vou sofrendo as mágoas, as dores da alma e vou resmungando comigo porque ainda me sentimos incapaz de eu tenho que agradar. E muitas vezes esse agradar o outro algo que nos fere. Então nós não precisamos viver agradando ao outro sem primeiro nos agradar, nos compreender, nos entender. E ele bota, além de vir adornada de fectícias virtudes, o que que é isso? Muitas vezes nós nos colocamos em situações de aprendizes. Isso é bom. Por que não estou aqui para aprender a viver melhor. Eu estou de volta retornando, reencarnando, porque eu tenho um planejamento reencarnatório de vencer, sim, as minhas timidez, as minhas incapazes de me expor, de mostrar as minhas emoções. Por que não? Ah, não, porque você é espírita, você não vai chorar. Por que eu não vou chorar? Eu sou espírita, mas eu sou um ser humano, um ser humano ainda preso muitas vezes à matéria. Muitas vezes somos presos muito à matéria. Vamos abandonar esses excessos. Vamos viver dentro de nós nos amando, nos respeitando. E aí até eu marquei um aqui que eu botei assim para eu reler, para eu entender, entender melhor e conversar melhor. Quem busca consenso, crédito e popularidade. Então, muitas vezes nós sentamos para dialogar e vamos então ao consenso. Ao consenso significa que os dois têm que pensar igual? Não, os dois abriram algum espaço para compreender melhor o outro e também ser compreendido. Esse é o consenso. Não quer dizer que ele deixou de ser, que ele abriu mão do viver dele emocional. Não. E ele bota, não julga seus comportamentos por si mesmo, mas procura ansiosamente as palmas dos outros, oferecendo inúmeras razões para que suas atitudes sejam totalmente consideradas. Então nós estamos, muitos de nós, não tô dizendo que é sempre, nem todo momento, mas em alguns momentos nós nos colocamos naquela situação, ah, eu tenho que agradar aquela pessoa. Agradar não significa nos esconder. Eu posso estar com minha namoradinha, meu namoradinho,

o momento, mas em alguns momentos nós nos colocamos naquela situação, ah, eu tenho que agradar aquela pessoa. Agradar não significa nos esconder. Eu posso estar com minha namoradinha, meu namoradinho, eu vou agradá-los, sim, mas eu vou agradar sendo eu, com o meu carinho, com o meu respeito, o respeito ao próximo. Por isso que Jesus colocava muito o respeito ao próximo como sendo um dos motivos principais de vencermos essas nossas experiências negativas, aquelas experiências de que o espaço é meu, falaram que eu tenho que olhar só para mim. Não, nós não falamos assim. Nós falamos que primeiro precisamos repensar o nosso eu, que precisamos trabalhar esse eu, esse eu ainda talvez infantil, imaturo, talvez esse eu ainda muito carente. Eu tenho que ter consciência das minhas carências, porque são caminhos que eu escolhi. E aí eu preciso trabalhar, preciso vencer, preciso ser melhor comigo. Porque sendo melhor comigo, eu sou melhor com o próximo. Sendo melhor comigo e com o próximo, eu entendo Deus, nosso pai como sendo um grande, uma grande energia que me acolhe nas minhas dificuldades, mas também nos meus acertos. Vamos lembrar que pai maior, essa energia divina, ele não castiga nenhum de nós. Ele nos acolhe, ele nos compreende, ele nos dá oportunidades, não só na espiritualidade, mas aqui como reencarnados, aqui no hoje. O que eu posso fazer hoje de melhor para mim, para o meu viver, pela paraa minha experiência. E aí analisar o que que significa o consenso. O consenso é o respeito por cada um, porque eu penso de uma forma, eu não posso perder a minha personalidade para dizer que A ou B, eu vou mostrar que A ou B estão corretos. só precisam se alinhar e viver melhor. Nós vemos essas brigas, essas guerras que não nos levam a nada, seja as guerras materiais provenientes da usura, dos excessos, mas sejam também essas guerras interiores do meu bemviver, da minha esperança, do meu caminho. E eu então vou lembrar, a solução para a autocrueldade será a nossa tomada de consciência de que temos a liberdade por

bém essas guerras interiores do meu bemviver, da minha esperança, do meu caminho. E eu então vou lembrar, a solução para a autocrueldade será a nossa tomada de consciência de que temos a liberdade por direito que vem da natureza. Contudo, de quase nada nos servirá a liberdade exterior se não cultivarmos uma autonomia interior. Porque quem está internamente entre grilhões e amarras, aquelas cercas, né, jamais poderá pensar e agir livremente. Então, é interessante entendermos a nossa doutrina, entendermos esse nosso caminhar voltado para reforma íntima, mas entendemos que o livre arbítrio é importante porque cada um tem sim o livre arbítrio. E esse livre arbítrio pode dizer sim ou não. Quero, não quero, vou seguir esse ou aquele caminho e lembrar de novo da história do baralho, do jogo de cartas. Eu posso ir no posso ir no baralho ou eu posso ir na mesa, como nós falamos, nas cartas que se encontram na mesa, que foram jogadas ali como lixo, mas esse lixo talvez seja o que eu preciso nesse momento. Então, vamos lembrar que nós aqui estamos como oportunidade de vencermos a nós mesmos, de nos colocarmos como seres capazes, sim, de viver, de amar e de ser feliz. E aí eu me lembrei da de uma musiquinha que vocês vão lembrar também, só para encerrar, não vou cantar, só vou ler, porque é importante essa música pra nossa experiência. Como uma onda no mar, nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia. Tudo passa, tudo sempre passará. A vida vem em ondas como o mar, num indo e vindo infinito. Tudo que se vê não é igual ao que a gente viu há um segundo. Tudo muda o tempo todo no mundo. Não adianta fugir nem mentir para si mesmo. Agora há tanta vida lá fora aqui dentro como uma onda no mar. Que a paz possa estar com todos e tenhamos um bom feriado amanhã e continuarmos trilhando os caminhos de fé, de esperança e de certeza que esse é sim a nossa, o nosso viver, a nossa experiência. Que a paz esteja com todos e vamos lembrar desse dia maravilhoso que se inicia nessa segunda-feira, dia 20, e agradecer

perança e de certeza que esse é sim a nossa, o nosso viver, a nossa experiência. Que a paz esteja com todos e vamos lembrar desse dia maravilhoso que se inicia nessa segunda-feira, dia 20, e agradecer sempre ao mais alto por aqui nos encontrarmos. Que assim seja. Vão em paz. Lembrando que nós temos lá em cima, a partir desse momento, o atendimento fraterno e o passe aqui embaixo já disponível para todos nós. Que assim seja. Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações.

espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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