AS FACES DO EU ESPIRITUAL - Luzardo Silva [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 20/12/2025 (há 3 meses) 41:01 197 visualizações

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Transcrição

tingir a [música] perfeição. que [música] eu entendi qual o [música] valor dessa missão. >> Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão [música] espírita de Brasília. Meus amigos, boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília. Eu vou ler aqui uma pequena mensagem do livro Vigiai e Orai, trazida pelo irmão José através do médium Carlos Belli, que se intitula cobranças morais. Não efetues cobranças morais a quem, segundo as tuas contas, algo tenha ficado te devendo à vida. Sempre recebemos dos outros o que eles, por sua vez receberam de nós. Ninguém consegue dar do que não tem. Sem que haja conveniente, sem que seja convenientemente preparada, nenhuma terra produz o que se quer. Temos dos nossos semelhantes exatamente o que lhes temos reivindicado com as nossas atitudes. Não raro somos nós mesmos que não correspondemos ao investimento que nos é efetuado. Espíritos indolentes, quase tudo queremos obter pela lei do menor esforço. Quem se queixa do que não recebeu está querendo transferir responsabilidades pelo que não faz. Meus amigos, eu convido a todos para que possamos fazer a nossa prece, que possamos unir os nossos pensamentos, mais os nossos sentimentos acima de tudo e sintonizar com as vibrações de paz e de amor que nos envolvem. E vamos pedir ao nosso mestre Jesus, querido amigo, nos abençoa nesse instante em que abrimos o nosso coração para aprender. Abrimos a nossa mente para reflexão, para a autoavaliação. Que nós possamos, Senhor, captar as lições que vamos estudar. envolve o nosso querido palestrante para que ele em sintonia com o mais alto possa nos transmitir o que mais necessitamos aprender nesse dia de hoje. E assim, querido mestre, pedimos a tua permissão e proteção para o início da nossa atividade. Graças a Deus, meus amigos, temos hoje o Luzardo Silva, que nos traz o tema A face do eu espiritual. >> Boa tarde a todos. É com satisfação que

a permissão e proteção para o início da nossa atividade. Graças a Deus, meus amigos, temos hoje o Luzardo Silva, que nos traz o tema A face do eu espiritual. >> Boa tarde a todos. É com satisfação que mais uma vez nos encontramos aqui e dando sequência a a temática que nós adotamos para esse semestre, que é na temática psicoespiritual, estamos trazendo esse tema hoje que vai buscar facilitar o nosso entendimento das facetas que compõem a nossa psiquê, o que vem a ser isso. E como sempre dentro de uma visão da doutrina espírita. Ao longo da vida, usamos muitas máscaras para nos relacionarmos, né? Agimos de formas diferentes, conforme o ambiente, as pessoas e as situações. Mas quem somos nós de verdade? Será que somos aquilo que mostramos ao mundo ou aquilo que sentimos? e pensamos quando ninguém está olhando. Para compreender esse processo de autoconhecimento, é importante distinguir três conceitos que costumam se confundir. São eles personalidade, caráter e eg e ego, que vem a ser cada um desses para entendendo esses aspectos da nossa psiquê, possamos trabalhos de forma a evolução espiritual. Esse é o nosso propósito, esse é o nosso objetivo. Então, o primeiro ponto, a personalidade. O que vem a ser a personalidade? são, na verdade, máscaras sociais. É a forma como nós nos apresentamos ao mundo, para as pessoas. Ela é moldada a personalidade através do ambiente que nós vivemos, do meio que nós vivemos, através da educação que nós recebemos e sobretudo das experiências pelas quais nós passamos. Então, a vida vai nos ajustando. Se nós observarmos de uma maneira ampla, olharmos um pouco para trás da nossa existência, vamos perceber como a nossa personalidade mudou. Às vezes fomos crianças eh um pouco tímidas, caladas, quietas e ao chegarmos na fase da adolescência, encontrando outras pessoas, nos animamos, começamos a interagir mais, começamos a mudar a personalidade, uma personalidade agora mais extrovertida, quer dizer, de uma criança eh envergonhada, mais calada, passou a

utras pessoas, nos animamos, começamos a interagir mais, começamos a mudar a personalidade, uma personalidade agora mais extrovertida, quer dizer, de uma criança eh envergonhada, mais calada, passou a ser um adolescente já mais expansivo, mais extrovertido. Isso são ambientes, como aqui foi dito, meios e experiências. A educação também entra moldando o aspecto da personalidade, educação, tanto no sentido acadêmico, as escolas, os colégios, as faculdades, como também as agremiações religiosas, as entidades religiosas, elas também moldam, tem um aspecto cultural forte. A conotação que aquela religião tem, ela introduz valores, conceitos que vão sendo absolvidos pela personalidade. Eu pessoalmente já vi situações, ao contrário do acabei de falar, crianças que ao entrarem para uma determinada religião até então eh eram crianças muito brincalhonas, muito, né, dinâmicas, muito agitadas até, mas à medida que foram sendo apresentadas a aos conceitos religiosos dessa religião, não venha o caso dizer qual, ah, elas foram mudando a sua personalidade. passaram a ser crianças mais fechadas, mais contidas, elas não tinham mais aquele aquela naturalidade. Ela tinha sempre uma preocupação social de como é que eu estou agindo, como é que estou me comportando. Estava sendo moldada a personalidades daquelas crianças de acordo com a experiência, com o ambiente e com a educação que estava recebendo nesse ambiente. Então, como isso tem a sua relevância, que muitas diz: "Ah, o homem é fruto do meio." Isso tem muita verdade. Agora, o que é que se contrapõe a esses aspectos do meio onde se vive das experiên? É as nossas inclinações íntimas, as tendências. Por isso que se fala tanto que é importante que os pais desde cedo busquem criar uma ponte de relacionamento para com seus filhos, porque depois que as fases passam, as etapas passam, não é muito possível voltar a recapitular coisas que eram para ter sido aprendidas naquele momento, naquela época. Então, se não foi feita uma relação não de amizade,

s fases passam, as etapas passam, não é muito possível voltar a recapitular coisas que eram para ter sido aprendidas naquele momento, naquela época. Então, se não foi feita uma relação não de amizade, porque pai e filho não são amigos, apesar do conceito, pai é pai, mãe, mãe, filho, filho, mas isso não quer dizer que não exista amorosidade, né? Não é uma coisa apenas para ditar regras, norma, tem o carinho, o afeto, o amor, porém existe a responsabilidade, são coisas diferentes. Existe a necessidade de passar eh uma experiência para aquela pessoa, a responsabilidade dos pais. Se não souberam fazer uso dessa responsabilidade, vão ter o quê? filhos que não estão adaptados ou ao próprio estilo de vida que eles pregavam, ou vão ter também de sabores profundos, vai ser o até o oposto daquilo que eles estavam pregando por não ter trabalhado a personalidade daquela aquela criança. Então, vamos entender isso. A personalidade ela se forma e se apresenta para o mundo. Então se apresenta paraaidade. Mas isso muda, que tem pessoas dentro de um contexto ag de um jeito, em outro de outra forma. São pessoas que, por exemplo, na rua são pessoas agradáveis, de conversa fácil e tal. É uma personalidade agradável do convívio social, mas quando é em casa é um tirano, é um ditador que é bate na mesa estabelecendo regra, não quer ouvir ninguém, não aceita a opinião de ninguém, é o que ele diz, acabou. Mas é uma pessoa extremamente autoritária e até muitas vezes agressiva. Uai, mas quem é essa pessoa? é uma outra face conjunto de máscaras que compõe a personalidade. Personalidade não é uma atitude, um comportamento, são vários. Há pessoas que entram aqui na casa espírita, por exemplo, vem fazer uma palestra, né? vem aqui se apresentar, falar de calma, de paciência, de tolerância, de aí sai tranquilo, uma beleza, entra no carro, aí vai enfrentar um trânsito às vezes hostil e a primeira fechada que leva ele fica extremamente irado e quer lá correr atrás, dar uma fechada naquele carro, dá

tranquilo, uma beleza, entra no carro, aí vai enfrentar um trânsito às vezes hostil e a primeira fechada que leva ele fica extremamente irado e quer lá correr atrás, dar uma fechada naquele carro, dá o troco. Pô, mas cadê aquilo que você acabou de manifestar? É uma personalidade que ele apresentou ao público, mas que não corresponde ao seu íntimo? Então, sou másco. Qual é o problema disso? É você acreditar que você é a máscara, passar a acreditar que você é aquela personalidade. Aí isso começa a desequilibrar outros componentes da nossa psiquê. Então, devemos entender que a personalidade ela é necessária, porque nós nos relacionamos em diversos contextos. É diferente você vir aqui participar de uma palestra, tomar um passo e você ir para um clube, até na indumentária, na roupa, na vestimenta, você usa de acordo com o ambiente. Isso é natural. Então, nós nos apresentamos de acordo com o contexto, de acordo com a necessidade. Portanto, a personalidade é apenas uma forma, uma aparência. Ela não é essencial, inclusive perece ao desencarnarmos. H, quem lembra que personalidade foi? Claramente alguém vai lembrar. Há casos assim mínimos catalogados de lembrança de vidas passadas. A imensa maioria, 99,9% das pessoas não lembra. O que é que não lembra? Das personalidades que vivenciou. Isso morre. Se viu apenas durante aquele transcurso daquela experiência. Hoje já não serve mais. Numa mesma existência, a nossa personalidade, como já disse, muda, sofre alterações dos meios, dos ambientes, das educações, das experiências pelas quais passam. Então, ela não é essencial, é apenas uma forma, embora importante e necessária para a manifestação do espírito. O segundo componente, falamos da personalidade. Qual é o segundo componente da nossa psiqu? O caráter. Muitas vezes confunde. Pessoal, não, o caráter é algo mais profundo. O caráter corresponde ao nosso conteúdo moral. O nosso conteúdo moral, quem somos verdadeiramente por dentro. O caráter representa os nossos valores, princípios e virtudes, consequentemente

profundo. O caráter corresponde ao nosso conteúdo moral. O nosso conteúdo moral, quem somos verdadeiramente por dentro. O caráter representa os nossos valores, princípios e virtudes, consequentemente também defeitos. construído com esforço e com escolhas e acompanha o espírito durante a sua evolução. Opa, então aí já tem uma coisa diferente. Enquanto a personalidade perece ao fim de uma existência, aquilo que foi assimilado pelo espírito contribuiu para a formação do seu caráter, de quem ele verdadeiramente foi. E trazemos de uma experiência para outra aquilo que foi assimilado, tanto de bom quanto de ruim. Por alguns trazem para essa vida ainda muita raiva, muita revolta de situações pelas quais ele passou. Há casos de pessoas nascerem da mesma família que foram inimigos em outras existências, trazem no seu subconsciente a reminiscência dessas experiências, né? Então, tão ali guardadinhos num no inconsciente da pessoa, esperando um gatilho, algo que muitas vezes vai dar uma faísca para explodir aquele comportamento. Então você vai ver que tem membros de famílias que se odeiam, né? Pessoas que não se conhecem e de alguma maneira não se gostam do nada, sem motivo algum, sem nenhuma justificativa. Não, não gosto, não gostei do jeito dele ou não gostei do jeito dela. Por quê? Qual o motivo dessa antipatia, entre aspas, natural? Porque de alguma maneira há uma vibração que te faz resgatar algum sentimento de vivências anteriores e que você sente no aqui agora. Portanto, o caráter é aquilo que de fato nós cultivamos ao longo da nossa existência, tanto aqui como lá no mundo espiritual. Nosso caráter é um uma faceta da nossa psiquê, da psiquê humana, que continua evoluindo a mediante as experiências aprendizados pelos quais vai passando. O caráter é o que permanece de uma experiência de carnatória para outra, tá? Um outro componente também muito ouvido falar que se confunde com esses dois é o ego, o eu. O gus chamam de eu inferior, não o self, por aí vai. Então várias denominações,

e carnatória para outra, tá? Um outro componente também muito ouvido falar que se confunde com esses dois é o ego, o eu. O gus chamam de eu inferior, não o self, por aí vai. Então várias denominações, mas não vamos entrar aqui no nos aspectos tecnicistas. Então o que que consiste o ego? O ego é o ser, é a parte do nosso ser que deseja ser reconhecido, ser aceito, ser amado, ser respeitado. É a parte do nosso ser que faz comparações de si para com os outros. Ah, eu não sou assim, ou eu sou assim, aquele não é. Então, tá se comparando, se equivalendo, fazendo comparações. É a parte de nós que se defende. Ah, você é um cara muito egoísta, você não compartilha nada, só quer para si. Ah, não, não sou egoísta. Eu sou apenas econômico, eu sou cauteloso, né? Muitas vezes nós nos defendemos achando que estamos certos porque na verdade não refletimos, não analisamos aquele nosso próprio comportamento. O que de fato está por trás daquele comportamento. Algo que a gente sempre fala aqui. Seja lá o que for que nós estejamos pensando, sentindo ou fazendo, devemos trazer a consciência, a luz da nossa consciência para aquilo que estamos fazendo. É que se fala na doutrina o quê? é o vigiai e orai. Então, vigiar é estar consciente e percebendo que está no momento de desequilíbrio, de desarmonia, de perturbação, de perda do seu senso, do seu bom senso, é o momento de orar. O que é o orar? é buscar levar o pensamento, sentimento a um patamar mais elevado, distante daquele ambiente, daquele local, daquela situação perturbadora. É como transcender aquele momento de dificuldade. Alguém está te agredindo, isso é uma coisa difícil de gente segurar. A tendência na maioria das situações é nós já de pronto reagirmos. Mas se começarmos a tomar consciência das nossas antes de simplesmente reagir, porque é assim que a maioria de nós a age, é reagindo, não é refletindo para agir, é apenas uma reação. Fulano diz: "Ah, eu já de imediato reajo aquilo que tá acontecendo." Em vez de nos tornarmos pessoas

ue é assim que a maioria de nós a age, é reagindo, não é refletindo para agir, é apenas uma reação. Fulano diz: "Ah, eu já de imediato reajo aquilo que tá acontecendo." Em vez de nos tornarmos pessoas puramente reativas em relação às situações, devemos primeiramente nos tornar reflexivas, buscar entender o que está acontecendo para aí sim agir de uma maneira mais sensata. Ainda não é a garantia que está fazendo certo, porque nós temos dentro de nós aspectos do caráter. Que o que é que o caráter? são os valores, né, que fomos assumidos. Podemos estar analisando uma situação sobre a ótica de valores distorcidos. Posso estar analisando algo sobre uma ótica de uma crença limitante. Exemplo, no caso de uma crença religiosa, seja ela qual for, que não concebe a reencarnação, ela não aceita. Então, a pessoa limita a sua compreensão para que tudo na vida tem que se explicar. durante a vida, tão somente. Mas aí existe situações que você não consegue explicar na vida em curso. Por exemplo, alguém que já nasce com a deficiência física, um deficiente visual, deficiente auditivo ou outro tipo de deficiência, já nasceu assim a crença que não existe reencarnação. A vida começou ali. Como você explica isso? Na maioria das vezes não se explica. É um quê? Um dogma. Qual dogma? Foi Deus que quis assim. É isso não. Mas por que por que que o fulano nasceu assim? Ele não fez nada. Nasceu com essa deficiência. Que mal ele fez. É uma criança, um bebê. Que mal fez. Ele não fez nada de bom e também não fez muito menos nada de ruim. Não fez nada ainda. Por que nasceu assim? Qual justificativa? Se Deus é bom, é justo, por que que ele permite que alguém nasça dessa forma? Onde está a explicação? Para uma crença limitante, vai dizer: "Não, porque Deus ou criador, quem quer que seja, definiu que tinha que ser assim. Ponto final. Você não tem que discutir, você tem que aceitar. Isso é a chamada fé cega. Olha aí a distorção que vai gerar. A fé cega gera o quê? Fanatismo. Fanatismo gera desunião, conflitos

er assim. Ponto final. Você não tem que discutir, você tem que aceitar. Isso é a chamada fé cega. Olha aí a distorção que vai gerar. A fé cega gera o quê? Fanatismo. Fanatismo gera desunião, conflitos entre crenças diferentes. Você não pensa como eu, então você está contra mim. Essa é a linha de raciocínio. E aquilo que se prega de amor e respeito, não, ele é um uma pessoa que não merece esse crédito. Essas pessoas são desumanizadas porque não pertencem à sua crença religiosa. Quer dizer, quanto sectarismo, quanta dificuldade de convivência, a mensagem de um Deus único, de Jesus. As brigas ocorrem muitas vezes entre as religiões cristãs, muitas vezes estão entre elas. Por quê? Porque por não refletir novamente aquilo lá. As pessoas se condicionam, aceitam crenças limitante e reagem segundo esse valor. Isso passa a fazer parte do seu caráter. Esses valores fazem parte do seu caráter. E muitas vezes, vida após vida, volta, encarna e com volta a seguir aquele mesmo caminho, aquela mesma trajetória, aquele mesmo conjunto de valores. Bom, então o caráter é o que permanece de uma encarnação para outra, de uma existência para outra, de uma experiência para outra. vai sendo aprimorado, o a personalidade vai sendo largada ao longo do tempo dentro da própria existência ou de entre várias existências. O outro elemento da nossa psiqu é o ego, o eu, né? O self, como queira, tá? Esse ego é o como já falei inicialmente, é o que deseja reconhecimento, deseja aceitação. A questão não é você eliminar o ego como algumas concepções eh de origem, na maioria das vezes oriental nos ensina, vamos lá, vamos ter, você tem que eliminar o ego, etc. O o ego faz parte da nossa psique. Ele precisa sim ser educado e equilibrado para servir aos propósitos maiores do ser. Em vez desse ego viver envaidecido, buscando, como já foi dito, reconhecimento, e se eu dou ênfase a isso, eu estou apenas alimentando a minha vaidade, o meu orgulho, que são sentimentos que fatalmente irão me gerar decepções, por ninguém é sempre reconhecido pelo

reconhecimento, e se eu dou ênfase a isso, eu estou apenas alimentando a minha vaidade, o meu orgulho, que são sentimentos que fatalmente irão me gerar decepções, por ninguém é sempre reconhecido pelo que é, pelo que fez. Então, no momento que alguém não reconhecer em você a pessoa que você imagina ser, você estará se frustrando com isso. É uma questão de oportunidade, vai acontecer cedo ou mais tarde. O ego é aquele que quer concentrar em si o universo. O mundo gira em torno dele. Essa é a primeira fase do ser humano quando encarna. É aquela fase infantil. A criança é o ego puro. O pai e a mãe é dela, gira para ela. É tá ali para satisfazer a ela. O alimento é só para ela. Ela ela não enxerga outras pessoas. Com o passar da experiência do crescimento, ela vai notar que existem outras crianças, outros contextos, outras famílias. Então, ela vai expandindo a sua consciência. Só que tem pessoas que de certa forma durante o seu projeto de desenvolvimento psíquico, se mantém em fases anteriores. São pessoas adultas, fisicamente, emocionalmente infantis, extremamente egoístas. Parece aquela criança birrenta, uma pessoa de 30, 40, 50 anos brigando por besteira, como uma criancinha de 5, 6 anos briga por um brinquedo porque não quer, não sei o quê, ainda não sabe compartilhar, ainda tá aprendendo. Então, o comportamento está dentro do ego das pessoas, né? Isso faz parte. Esse é egoísmo. Então, o ego não é para ser eliminado. Ele não vai ser eliminado. Ele precisa ser educado para que não gereitos, dificuldades para a nossa própria existência. Bom, então desse basicamente a psiquê humana. Relembrando, temos personalidade, que são máscaras que usamos para os nossos relacionamentos sociais. Temos caráter, que é de fato quem ainda somos, porque o caráter também muda, ele evolui, representa os nossos valores, aquilo que são os princípios, não é coisa que nós vamos construindo ao longo das experiências existenciais. também faz parte que é o ego, é o ser que deseja, é a criança que habita em

nossos valores, aquilo que são os princípios, não é coisa que nós vamos construindo ao longo das experiências existenciais. também faz parte que é o ego, é o ser que deseja, é a criança que habita em nós, que quer coisas, quer satisfação, quer buscar o crescimento. Muit muitos psicólogos também eh libera a sua criança interior. Falei, ela continua existindo por quê? São etapas, mas ela precisa ser educada, porque uma criança quando educada, ela se torna inconveniente. leva uma criança que não recebeu mini educação para uma reunião com outras pessoas, outras famílias, ela vai querer subir na mesa, vai querer sentar, vai querer comer no chão, vai fazer que que ah, vai eliminar o vai eliminar a criança porque ela é, não, você vai educá-la, você vai fazer com que ele cresça, né, que ele se Então o ego, à medida que ele cresce, ele se transforma naquilo que também se fala de altergoa ou superegua que nada mais é do que a fusão com o circuncencial, com o nosso próprio espírito. Todos nós somos espíritos e ainda inconsciente de quem somos, como crianças que não têm consciência de quem são, não tem consciência de outras, vai só conviver com as múltiplas experiências, expandindo a sua consciência, adquirindo essa compreensão, crescendo. O eu espiritual é quem realmente somos, é o espírito imortal. Aprende e evolui a cada encarnação, trazendo caráter como memória dessas experiências, nãoé? Eh, memória, usa as personalidades ou máscaras, personas, máscaras, como instrumento, como meio de aprendizado, de interagir com as pessoas e vai lapidando o seu caráter. e educando o seu ego. O eu espiritual é a essência além de todas as máscaras que nós desempoemos. Esse é o nosso propósito, é o nosso objetivo. E para concluirmos esse nosso raciocínio, essa nossa reflexão, a personalidade passa, o ego se educa, o caráter permanece e o espírito evolui à medida que desenvolve o autoconhecimento, fazendo com que ele caminhe em direção à luz, à luz da verdade, de si próprio, de quem ele de fato é, de quem de fato nós

áter permanece e o espírito evolui à medida que desenvolve o autoconhecimento, fazendo com que ele caminhe em direção à luz, à luz da verdade, de si próprio, de quem ele de fato é, de quem de fato nós somos. É essa mensagem que nós tínhamos para compartilhar hoje. Agradeço a atenção. Espero ter ajudado a compreensão desses elementos que compõem a nossa psiquê. Personalidades, caráter, ego não são a mesma coisa, mas são facetas de o mesmo ser que somos nós. Nós somos tudo isso juntos e buscamos trabalhar com esses elementos para obter a nossa evolução. Gratidão a todos. Uma excelente semana. Até a próxima oportunidade. Nós agradecemos ao nosso irmão Luzardo. Última palestra do ano, né, aqui da sexta-feira até ano que vem. Muito obrigada. E vamos fazer a nossa prece todos. Vamos pedir, aproveitando o tema da palestra, vamos pedir ao nosso pai, ao nosso mestre Jesus, que nos ilumine nesse nosso desenvolvimento pessoal. Nos ajuda, Mestre Jesus, para que tenhamos a humildade de nos enxergar como nós somos. Que deixemos de projetar nos outros as nossas dificuldades, os nossos conflitos. mas que tenhamos a humildade para entender que estamos em crescimento e que esse crescimento é um crescimento ativo, dependendo do nosso esforço, da nossa vontade, dependendo das mudanças que já conseguimos realizar. Abençoa, Mestre Jesus, esses nossos esforços. nos dá paciência para que possamos ter a compreensão em relação às dificuldades daqueles que nos cercam, não exigindo do outro que ele ainda não nos pode oferecer, mas que possamos nós sim fazer sempre o nosso melhor. E quando o nosso melhor não for suficiente, nós agradecemos, mestre Jesus, pela oportunidade que nos é dada e renovada. de refazer os nossos caminhos. Abençoa, mestre, o nosso lar, abençoa os nossos familiares queridos e que possamos prosseguir assim, unidos nessa caminhada, em busca do nosso desenvolvimento e contando sempre com a tua proteção. Graças a Deus. Então agora a nossa amiga Evans nos conduz em relação à organização para o

sseguir assim, unidos nessa caminhada, em busca do nosso desenvolvimento e contando sempre com a tua proteção. Graças a Deus. Então agora a nossa amiga Evans nos conduz em relação à organização para o passe. Fiquem com Deus. Uma excelente tarde, uma excelente noite para todos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em

possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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