As EQM´s e um paralelo com a literatura de Kardec, com Wellington Balbo e Adriano Máscimo

Conecta Espiritismo TV 10/09/2025 (há 6 meses) 54:00 10 visualizações 2 curtidas

Live de estudos espíritas com o tema "As EQM´s e um paralelo com a literatura de Kardec", com Wellington Balbo e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!

Transcrição

เฮ M. Pai, Deus protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe falar. Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai meu criador, bção. O maior tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. Ah. Olá, olá. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma live do Igés, Instituto Goiano de Estudos Espíritas. É com muito prazer que nós estamos aqui com vocês neste dia 8 de setembro de 2025 para mais uma noite super especial de estudos, deas vinculados à doutrina dos espíritos. E hoje eu tenho comigo aqui eh eh eh um cristão novo estreando aqui no no falando de espiritismo cristão no vírgula, né, no programa, mas é um cara estudioso, né? E nós batemos um papo aqui antes de entrarmos ao vivo. Era super bacana, super gente fina e é um grande prazer conhecê-lo, viu, Wellington? Wellington Balbo, seja bem-vindo, meu irmão. Tudo tranquilo? Obrigado. Obrigado, Adriano. Satisfação estar aqui com vocês. Vai ser uma boa noite, uma noite de muita conversa boa para falar de espiritismo, desse tema tão interessante. Agradecer você a oportunidade de estarmos juntos aí com o Igen, contigo, com toda a audiência. Vai ser uma grande alegria hoje. >> Bacana demais, meu irmão. Muito obrigado, viu, pela disponibilidade, por estar aqui conosco. Quem não conhece o Wellington, né, Wellington Balbo, ele que é natural de Bauru, São Paulo, e reside hoje em Salvador, na Bahia. Ele é colaborador da Escola de doutrina

lidade, por estar aqui conosco. Quem não conhece o Wellington, né, Wellington Balbo, ele que é natural de Bauru, São Paulo, e reside hoje em Salvador, na Bahia. Ele é colaborador da Escola de doutrina espírita Caminho da Luz e atua na literatura espírita com textos publicados em jornais e revistas espíritas. E hoje ele está aqui conosco para falar então sobre as EQMS. Eu acho que todo mundo sabe o que que quer dizer a sigla, mas não vou falar agora não, eu vou deixar para você, tá? A ZMS e um paralelo com a literatura de Kardec. Tenho certeza que tem muita gente aí que vai gostar do conteúdo dessa noite. Aliás, deixa eu já mandar aqui abraços Selma Denmar, que ela está nos acompanhando diretamente dos Estados Unidos. Obrigado, Celminha. Obrigado por estar nos prestigiando. Suzi Prudente, ela que é daqui do Lar de Jesus, Casa Espírita aqui de Goiânia, Goiás. Valeu, Sus. Obrigado por estar nos acompanhando mais uma vez. Equipe da TV Secal, lembrando que essa live está sendo retransmitida, né, pela TV Conecta Espiritismo, Web, Rádio Fraternidade, Rede Amigo Espírita, TV SECAL, Grupo Espírita Fonte Viva, TV Goiás Espírita. Então essa galera toda aí está nos acompanhando e um grande beijo aí para todo mundo dessas equipes, né, desses canais. Muitíssimo obrigado pela parceria. Ó, só lembrando, hein, se inscreva no canal do Igzi aqui no YouTube, Jésica que é Instituto Ganhando de Estudos Espíritas. Se inscreva no canal, ative as notificações, curta e compartilhe os nossos vídeos, inclusive este que você está assistindo. Isso é muito importante para que o nosso conteúdo possa chegar a mais pessoas e consequentemente a mais lares, tá bom? Isso é muito importante para nós. Eh, e nos busquem também nas redes sociais, né, Instagram, Facebook, por meio dos nossos perfis você vai acompanhar a nossa programação. Deixa eu mandar aqui também abraço pro Marco Palmeiras. Ele que é eh é do nosso trabalho do Fonte Viva, do grupo Espírita Fonte Viva, no Jardim do Serrado 4, né? Muito obrigado,

r a nossa programação. Deixa eu mandar aqui também abraço pro Marco Palmeiras. Ele que é eh é do nosso trabalho do Fonte Viva, do grupo Espírita Fonte Viva, no Jardim do Serrado 4, né? Muito obrigado, Marco, por estar nos acompanhando novamente. Ele deve estar com a Cristiane, esposa dele. Valeu demais. ligado. E a Fernandinha Linhares de Floripa. Fernandinha nós a conhecemos, né, nossa amiga, grande amiga. Florianópolis. Valeu demais, Fernandinha, audiência qualificadíssima. Valeu demais. Obrigado por estar acompanhando. Pessoal, vou fazer a nossa a nossa prece então inicial. Vou pedir que todos fechemos os nossos olhos. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus. pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento nos amparando e nos intuindo. Nós que te pedimos, Jesus, o tratamento espiritual que todos nós necessitamos. Que o Senhor permita que uma cachoeira de águas cristalinas possa nos banhar neste momento, retirando de nós todas as energias pesadas e deletérias que, porventura estejam nos envolvendo, tudo aquilo que nos traz sensação de cansaço, de tristeza, de amargura, de agonia. Que tudo isso possa ser dissipado por tua bondade. Feita a limpeza, nós te pedimos, Jesus, energias renovadoras que vem nos trazer ânimo, coragem, vigor para o enfrentamento de todas as intempéries que o dia dia a dia da vida terrena nos apresenta. E que nós também possamos sentir neste momento tranquilidade, paz, harmonia e que todas essas sensações positivas sejam estendidas aqueles que são caros aos nossos corações, aqueles que convivem conosco no nosso ambiente doméstico, nossos parentes, amigos, vizinhos, companheiros de estudo e de trabalho, companheiros de casa espírita, de movimento espírita, que todos possam ser beneficiados e principalmente Jesus, os mais pequeninos, aqueles que se encontram em sofrimento, que eles possam encontrar em ti o lenitivo que necessitam para o reequilíbrio espiritual, emocional e físico. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja.

que se encontram em sofrimento, que eles possam encontrar em ti o lenitivo que necessitam para o reequilíbrio espiritual, emocional e físico. Muito obrigado por tudo. Graças te damos. Que assim seja. Muito bem. Graças ao bom Deus. Fernandinho tá falando aqui, ó. Cuida direitinho do >> Tá cuidando, tá cuidando, né? Que bom. E agradecer também a Cristiane tá aqui, a esposa, né, do Marco, tá aqui com a gente também. Valeu demais, Cristiane. Obrigado. E a Isabel Patrício também está conosco. Ela que fala de São Paulo. Valeu demais, Isabel. Muito obrigado. Valeu, Cristiane. Boa noite. Ó, então, sem mais delongas, já vou passar a palavra ao Wellington, né, que vai desenvolver então esse tema para nós, que eu particularmente achei extremamente interessante, né? As EQMs e um paralelo com a literatura de Kardec. Olha só, meu irmão, já novamente agradecendo, passo a palavra para você, então, para o desenvolvimento do tema da noite. >> Obrigado. Obrigado, Adriano. Obrigado aos amigos. Um abraço aí paraa nossa querida Fernanda que tá nos assistindo. Um abraço a todos vocês que nos acompanham hoje. É um prazer, uma satisfação muito grande estar aqui, falar sobre o espiritismo, falar sobre as experiências de quase morte e um paralelo com a literatura de Allan Kardec. Meus amigos, sintam-se muito tranquilos, sintam-se muito à vontade para colocar as perguntas de vocês no chat. Eu tô com outro aparelho aqui, tô acompanhando. Então, fiquem à vontade pra gente interagir, pra gente trocar ideias. Eu, eh, vou realizar a palestra, mas vez outra eu paro para olhar o chat aqui paraa gente poder trabalhar esse tema. É claro que nós não vamos esgotar numa palestra de 40 minutos um tema tão instigante como esse, as experiências de quase mote e um paralelo com a literatura de Kardec, mas vale a pena a gente interagir, então sintam-se muito à vontade, sintam-se muito tranquilos paraa nossa troca de ideia hoje. E meus amigos, como é interessante a leitura deste livro aqui, ó. Depois da vida do Dr. Raimund Mude

ragir, então sintam-se muito à vontade, sintam-se muito tranquilos paraa nossa troca de ideia hoje. E meus amigos, como é interessante a leitura deste livro aqui, ó. Depois da vida do Dr. Raimund Mude Júnior. Esse livro ele foi publicado no ano de 1975. E o que que aconteceu? O Dr. Raimundo Mur Júnior, que é tá encarnado, tá vivo até hoje, ele é um psicólogo, é um médico, um psiquiatra e começou a cair em suas mãos inúmeros relatos de pessoas que estavam tecnicamente mortas, parada cardíaca, cérebro emitindo quase nenhum sinal elétrico. Tecnicamente essas pessoas estavam mortas e depois de 4, 5, 6 minutos elas voltavam, entre aspas, à vida e voltavam à vida trazendo inúmeros fatos, fatos extremamente interessantes. Elas falavam que se encontraram com um ser de luz. Elas diziam que eh se encontraram com parentes que já haviam desencarnado, que elas tinham uma revisão de sua existência. E aquilo começou a chamar a atenção do Dr. Mud Júnior porque eram abundantes. Ele na época, 1975, quando ele publicou esse livro, ele catalogou aí aproximadamente 150 casos, mas já havia muitos autores trabalhando nisso. A Dra. Elizabeth Cleross, por exemplo, uma médica suíça que desencarnou no ano de 2007, ela eh trabalhava com pessoas em cuidados paliativos, pessoas que estavam próximas à desencarnação. E ela colheu muita experiência, muitos relatos. Eles conversavam, trocavam ideias entre si e ela fez o prefácio desse livro Vida depois a vida do Dr. Raimund Mud Júnior. Então o doutor começou a colocar esses relatos, essas experiências todas nesse livro. E o que é interessante disso, quando ele faz a apresentação do livro, imaginem vocês que ele diz e pede desculpas por não ter familiaridade com o tema. Claro, era um tema novo. Essas questões que envolvem eh a sobrevivência da consciência, eles não chamam de espírito. Aquilo que nós chamamos de espírito, que nós espíritas chamamos de espírito ser pensante, eles chamam de consciência. essa divisão entre consciência e cérebro. Então, eles não estavam

mam de espírito. Aquilo que nós chamamos de espírito, que nós espíritas chamamos de espírito ser pensante, eles chamam de consciência. essa divisão entre consciência e cérebro. Então, eles não estavam familiarizados com as palavras, com a terminologia dessa literatura. E eles não sabiam como chamar, por exemplo, o corpo espiritual, o perespírito. Eles não conheciam. Então, o Dr. Muro Júnior relata que quando as pessoas diziam a ele que elas viam, né, acima, né, elas estavam 4, 5 m acima, olhavam para baixo e viam o seu corpo ali, elas diziam a um Dr. M Júnior e ele: "Como que nós vamos chamar isso?" E aí ele falou: "Vamos chamar de corpo espiritual". Se eles conhecessem, por exemplo, a literatura de Kardec, naturalmente dariam o nome de perespírito. Percebam aí a importância de nós divulgarmos a literatura de Allan Kardec, porque Allan Kardec deu uma nomenclatura forte, com base, com propriedade, uma teoria robusta. Se eles conhecessem, teriam dado o nome, por exemplo, ou poderiam usar a nomenclatura de Allan Kardec per espírito. E o Dr. Mood Júnior escreve esse livro para dar publicidade a essas ideias, para que elas encontrassem receptividade no ambiente acadêmico, mas também fora do ambiente acadêmico. Porque as experiências de quase morte depois eh ficaram sabendo disso. Muita gente passava por essa situação e não darrava. Com medo de serem hostilizadas, ridicularizadas, discriminadas. Eram que diziam ao Dr. Muro Júnior: "Olha, aconteceu alguma coisa comigo quando eu quando eu tive essa experiência de quase morte. Aliás, foi o Dr. Muri Júnior que batizou essas quase mortes de experiência de quase morte. E elas diziam: "Olha, eu não quero que o senhor me chame de de uma pessoa sem razão, sem raciocínio. Não, não quero, por favor." E ele dizia: "Não, relate, diga aquilo que você passou". E as pessoas então ouviam nele alguém que podiam confiar e narravam todas as suas experiências. E ele publica esse livro em 1975. Para vocês terem uma ideia, esse livro já vendeu mais de 75

ê passou". E as pessoas então ouviam nele alguém que podiam confiar e narravam todas as suas experiências. E ele publica esse livro em 1975. Para vocês terem uma ideia, esse livro já vendeu mais de 75 eh 13 milhões de exemplares, perdão, ele publica em 1975. O livro já vendeu mais de 13 milhões de exemplares. E você começa então a fazer um paralelo com a literatura de Kardec. Como você encontra muita substância, você encontra muita teoria, você encontra muitos pontos convergentes entre o que o Dr. Mude Júnior traz no seu livro e a literatura de Allan Kardec. A gente vê, por exemplo, que as experiências de quase morte, elas estão baseadas no fenômeno da emancipação da alma. O espírito, ele, como nós sabemos, ele não está fechado no corpo físico, ele não está cerrado no corpo físico. O espírito, ele aguarda um momento de refresco do corpo físico e ele ganha então liberdade. Claro que é uma liberdade relativa, porque ele ainda está encarnado, mas ele ganha essa liberdade e interage com os seres do outro mundo, com os seres do mundo invisível, ou seja, com os espíritos. Então, olha que questão interessante. Você vê que isso tá baseado na emancipação da alma. Quanto mais o espírito se emancipa do corpo físico, mais profundas são as suas experiências. De tal modo que o próprio Dr. Mundo Júnior vai dizer que o tempo em que um indivíduo passa nessa experiência de quase morte, ele tem muito a ver com a profundidade, com as cores, com os detalhes e com os dramas que cada caso traz. Um indivíduo que passa 2, 3 minutos, por exemplo, nessa experiência de quase mote, nas pesquisas do Dr. Mud Júnior, ele traz experiências muito mais ricas do que aquele indivíduo que passou 1 minuto, 30 segundos e por aí vai. Então tô trazendo esse paralelo aqui pra gente entender quanto mais a alma, o quanto mais o espírito está liberto do corpo físico, portanto, sem tanta influência da matéria, mais pujantes, mais vigorosas são as suas lembranças e as suas vivências. Então, vejam, Kardec traz o livro dos espíritos, constrói a

iberto do corpo físico, portanto, sem tanta influência da matéria, mais pujantes, mais vigorosas são as suas lembranças e as suas vivências. Então, vejam, Kardec traz o livro dos espíritos, constrói a doutrina espírita no século XIX, quando nós chegamos aí em 1975, no século XX, é que essa literatura então ela começa a popularizar. antes não existia. Claro que existia. A gente tem relatos, por exemplo, na literatura de Platão e outros autores trabalharam isso. Entretanto, com a evolução da medicina, pode-se desenvolver técnicas para que as pessoas fossem, entre aspas, o que eu vou dizer, ressuscitadas, de tal modo que as EQMs, né, as experiências de quase morte, então elas proliferaram. Então, olha que interessante, a gente pega a literatura de Kardec no século XIX e encontra isso nos trabalhos e nas pesquisas da academia. E hoje você tem o Dr. Mund Júnior trabalhando nesse tema, o Dr. Bruce Greisson. Vou deixar até como dica de leitura para vocês. Esse livro, aliás, aqui, ó, é sensacional. Dr. Bruce Grayson hoje é um dos grandes pesquisadores desse tema. depois da morte são cientistas e extremamente responsáveis, que trabalham com com muito zelo, com muito cuidado, porém eles não conhecem absolutamente nada de espiritismo. E quando a gente lê esses livros, nós encontramos muito do que Kardec trouxe, sem nenhum recurso, sem nenhuma tecnologia, sem nenhuma condição mais rica. no século XIX, ele conseguiu trazer, ele conseguiu codificar a a doutrina espírita, ele conseguiu juntar os relatos dos espíritos numa metodologia extremamente rica. Então, olha a importância que fica para nós divulgarmos cada vez mais a doutrina espírita tal qual foi codificada por Allan Kardec para formar exército de espíritas, não, mas para que as pessoas conheçam essas diretrizes, a diretriz da imortalidade da alma, a emancipação da alma, a possibilidade de contato com outros espíritos e por aí vai. Então, é exatamente isso que o Dr. Mud Júnior vai falando nesse seu livro. vida depois da vida. E olha que interessante, meus

ção da alma, a possibilidade de contato com outros espíritos e por aí vai. Então, é exatamente isso que o Dr. Mud Júnior vai falando nesse seu livro. vida depois da vida. E olha que interessante, meus amigos, ele não encontrou nesses inúmeros relatos, ele não encontrou nenhum idêntico. São relatos semelhantes, eles se parecem muito, porém nenhum idêntico. Por quê? Porque cada um deles guarda particularidade de cada indivíduo. Existe o relato objetivo. Ou seja, eu vi, eu estava 4, 5 m acima e vi o meu corpo deitado enquanto os médicos trabalhavam. Eu vi quando guardaram a minha dentadura, por exemplo. Eu vi que a minha mãe na sala ao lado orava, que ela comprou uma Coca-Cola. que ela acendeu um cigarro. Ora, como é que poderia ter essa gama tão grande, tão rica de informações, sendo que estava lá eh deitado, sendo atendido pelos médicos, passando por uma cirurgia e por aí vai. Então você tem toda essa particularidade, todas essas eh eh eh semelhanças, mas cada caso é um caso. Esse é o dado objetivo. A questão subjetiva, ela fica por conta das experiências que cada espírito tem. Cada um de nós tem experiências completamente diversas. Cada um de nós tem um olhar diante da vida, tem um olhar diante do mundo. Cada um de nós enxerga as coisas sobre a sua, seu próprio prisma. Então, percebam, meus amigos, eh, uma pessoa que na experiência de quase morte encontrou o ser de luz, aquele ser que aconselha, que dirige, que agasalha, que abraça, que acolhe, um espírita dirá que é o seu anjo guardião. Um indivíduo que viveu a experiência católica, dirá que é algum santo da sua predileção, dirá que é Nossa Senhora e por aí vai. Um indivíduo que é evangélico já dirá que é que é o o Espírito Santo. Um budista já dirá outra coisa e por aí vai. Perceberam como existe o fato objetivo? Ou seja, o espírito se desprendeu do corpo e viu o que acontecia, mas há subjetividade por trás disso. E é exatamente por conta disso, dessa experiência única que cada espírito tem, que você, nem o Dr. M, nem os outros

o se desprendeu do corpo e viu o que acontecia, mas há subjetividade por trás disso. E é exatamente por conta disso, dessa experiência única que cada espírito tem, que você, nem o Dr. M, nem os outros pesquisadores encontraram casos iguais, porém semelhantes, porque as questões culturais elas modificam absolutamente tudo. E o que que o Dr. Júnior propõe nesse livro uma outra visão, uma visão mais rica, uma visão mais ampla da morte. É exatamente o que traz a doutrina espírita. É pensar na morte sobre um outro paradigma e não de uma maneira fantasmagórica, como se fosse o fim de tudo, o aqui e o agora. Meus amigos, vamos ver aqui o que que o o Marco tá colocando. Só quando a pessoa esteja em comoa, que tem essa capacidade de ir no mundo espiritual seguido e voltar à matéria. Não necessariamente, Marco, nós eh o fenômeno é a emancipação da alma. A medida em que o espírito se desprende do corpo, por exemplo, nos momentos de sono do corpo físico, o espírito se desprende parcialmente do corpo físico e ele entra em contato, então, com os espíritos. Isso pode acontecer? Pode acontecer. Por que que a gente não guarda uma lembrança mais clara nos sonhos? Porque a nossa, o nosso espírito, ele ainda recebe muita influência da matéria. Quando a gente fala, por exemplo, do êxtase, que o próprio Kardec traz em o livro dos espíritos, que é um passo adiante, né? A alma ela ainda tá mais desprendida do corpo físico, ele traz experiências então muito mais ricas. Imagine, ô, ô, ô, Marco, na experiência de quase morte, em que você tecnicamente está morto, em que o seu coração parou de bater, o cérebro ele já não emite mais sinais elétricos, em que a tua situação de desprendimento, ela tá muito mais apurada, ela tá muito mais profunda. Por isso que as experiências de quase morte, aqueles indivíduos que retornam da experiência de quase morte, eles trazem relatos extremamente vívidos, coloridos, detalhados, que não dá para você colocar simplesmente na conta da alucinação. E até porque esses relatos trazem também

experiência de quase morte, eles trazem relatos extremamente vívidos, coloridos, detalhados, que não dá para você colocar simplesmente na conta da alucinação. E até porque esses relatos trazem também informações que não eram do conhecimento de ninguém. Então, percebam que o espírito ele realmente adentra esse mundo dos espíritos, esse mundo invisível. E quando ele retorna, ele traz com todos esses detalhes. A Dra. Elizabeth Cubler Ross, ela tem um caso extremamente interessante de um garoto que passou pela experiência de quase morte. Ele, por alguma razão, ele ele adoeceu, ele teve a experiência de quase morte. E quando ele retorna, ele vem contando para os pais que esteve num lugar muito bonito, que foi recebido por alguns parentes que já haviam desencarnado e sobretudo por uma garota e deu o nome da garota. E ele disse assim: "E essa garota, papai e mamãe, ela me disse que é a minha irmã". Ora, o garoto não tinha irmã. Quando ele conta isso para os pais, os pais disseram: "Nós tivemos sim uma filha que antes de você nascer, meu filho, ela morreu. Ela ficou doente e acabou morrendo." Então eles apagaram todas essas informações e nunca haviam comentado nada da garota em casa. Quando o irmão tem a experiência de quase morte, ele se encontra justamente com a irmã. que morreu antes dele nascer. E conta isso pros pais, como ele poderia ter essa informação? Como um indivíduo, por exemplo, ah, vê que um enfermeiro guardou a sua dentadura num determinado local e ele acorda depois que ele sai da experiência de quase morte pedindo a dentadora dele, ninguém sabe onde tá, ele vê o enfermeiro passando e fala: "Mas foi aquele homem ali que colocou a minha dentadora naquele lugar". Então, perceba que é um adentrar do espírito tão profundo nesse mundo que ele volta trazendo riqueza de detalhes. Dr. Bruce Grayson, que foi o que eu mostrei desse livro aqui, tá? Dr. Bruce Grayson, ele trabalhou na escala de Grayson e ele pesquisou inúmeros casos de EQM. E o que que as pessoas que

a de detalhes. Dr. Bruce Grayson, que foi o que eu mostrei desse livro aqui, tá? Dr. Bruce Grayson, ele trabalhou na escala de Grayson e ele pesquisou inúmeros casos de EQM. E o que que as pessoas que passam por essa experiência dizem a ele? que as experiências de quase morte que eles trazem nos relatos, elas são mais reais do que a própria realidade. E eles fizeram testes inclusive para para completar isso. Mas antes da gente prosseguir aqui na questão que envolve a morte, eu vou ler aqui a Fernanda comentou. Emanuel Deborg, considerando um dos percussores do Espiritismo, relatou relatou sua experiência fora do corpo, explicando como passou pelos primeiros eventos da morte. Há nas pesquisas uma média de tempo que o paciente ficou fora do ar. Fernando, não há uma média em que ficou fora do ar. Tem gente que fica 2 minutos, 4 minutos, 5 minutos. Tem um médico, por exemplo, o Dr. Samparne, que ele é especialista em reanimar pessoas. Ele já teve situações em que as pessoas ficaram horas, entre aspas, mortas e eles conseguiram reanimar. Depois vocês procurem as pesquisas e o e o trabalho do do Dr. San Parneia. Agora, uma coisa é fá, Fernanda, e que e que você vê essa convergência dos relatos. Quanto mais tempo o indivíduo passa, aspas morto, com mais riquezas de detalhes e mais profunda é a sua experiência e mais significados ela traz para ele. Aqui aí o Marco diz assim, ó. Então, quando a pessoa teve quase morte, se lembra do ocorrido e os que dormem, ou seja, sonha e não se lembra. É o o quando a gente dorme e sonha, Marco, o nosso espírito ele se desprende do corpo, mas não é na intensidade de uma experiência de quase morte, por exemplo. Eu tô falando em regra, tá? É claro que pode ocorrer situações em que o indivíduo ele ele dorme e ele realmente tem uma experiência muito ampla, muito profunda com os espíritos e ele volta se recordando de absolutamente tudo. Eu tô com 50 anos e isso eu conto nos dedos às vezes que isso aconteceu comigo. Já aconteceu, já aconteceu, mas

ampla, muito profunda com os espíritos e ele volta se recordando de absolutamente tudo. Eu tô com 50 anos e isso eu conto nos dedos às vezes que isso aconteceu comigo. Já aconteceu, já aconteceu, mas eu conto eh nos dedos quando isso aconteceu. Mas tudo isso, o que é importante a gente fixar é que tudo isso tem uma base. Qual é a base? A emancipação da alma. O espírito quando reencarna, o espírito quando vem paraa terra, ele não está fechado no corpo físico. Há um determinado momento de folga que o corpo físico dá, por exemplo, indivíduos que adoecem, eles adoecem, os laços que prendem corpo espírito se se afrouxam um pouco e ele entra, portanto, em contato mais fácil com o mundo dos espíritos. Eis porque existem as visões de leito de morte. Com toda certeza vocês já viram isso, estão cuidando de alguém lá, o sujeito tá tá tá tá muito ruim, tá prestes a morrer. E ele começa a dizer: "Olha, eu encontrei o tio fulano, eu encontrei o vovô cicrano, eu encontrei a prima belana. De fato, ele está vendo esses espíritos porque ele está entre os dois mundos. Ele está nesse processo de emancipação da alma e por isso vendo esses espíritos que foram até ele eh eh eh encontrar o que é natural. As pessoas na experiência. Kardec traz isso na sua obra, na obra de Kardec e as EQMs elas comprovam isso, elas corroboram essa ideia, essa teoria eh de Kardec. Aí a Fernanda diz aqui, interessante que os relatos que vemos não são mencionados colônias. E aí, obrigado pelo esclarecimento. O que que eles narram? né? Em geral, eles falam de um ser de luz que os encontrou, que passou por um determinado local, um determinado túnel, que foram até um local com eles, que existia um limiar e que eles não poderiam passar dali. É claro que cada caso é um caso, mas em geral é isso. E que não são todos os casos, mas a grande maioria tiveram um sentimento de paz, um sentimento de tranquilidade, um sentimento de acolhimento muito grande. Foram experiências extremamente ricas, passaram uma revista em toda a sua vida,

grande maioria tiveram um sentimento de paz, um sentimento de tranquilidade, um sentimento de acolhimento muito grande. Foram experiências extremamente ricas, passaram uma revista em toda a sua vida, mostraram os pontos de acerto, os pontos de equívoco e de um modo não julgador, não de um modo que ah os criticava, mas de um modo que mostrava, ensinava realmente os pontos em que eles deveriam modificar as suas questões. E aí, meus amigos, o Dr. Mud Júnior propõe uma outra visão da morte, porque imagine, isso vai causar uma uma nova maneira de ver a vida, de ver a existência física, esse caminho que nós fazemos aqui e a morte. A morte muda de figura a partir do momento que se abre essa perspectiva. E agora vou falar no no linguajar deles que a consciência sobrevive além do cérebro, que há algo para além do corpo físico, você muda de figura. Não é apenas mais o aqui e agora, mas essa vida, ela tem uma continuação. E nós não precisamos mais ver a morte. Como essa coisa fantasmagórica que amedronta a todos, que rompe os laços de afeto, de carinho, de fraternidade, de amor. Ao contrário, a morte ela passa a ser o fechamento, o encerramento de um ciclo. E o encerramento de um ciclo, naturalmente, é o início, é o start de um outro ciclo e muda, portanto, a nossa visão da morte. É exatamente o que diz a doutrina espírita. E quando Kardec escreve o porquê, a razão pela qual os espíritas não temem a morte, ou pelo menos não deveriam temer a morte, porque ela é um fenômeno natural, ela faz parte da nossa existência, então muda de figura completamente. E interessante que você percebe que o Dr. Wood Júnior, ele aplica a mesma metodologia de Kardec, a lógica. Então ele diz que os relatos eles têm início, tem meio e tem fim. Eles são relatos lógicos e eles guardam um cunho de universalidade. Kardec não codifica a doutrina com base também na universalidade dos ensinos dos espíritos. Ou seja, aquilo que um espírito diz por um determinado médium coincide com o que um outro espírito diz

dade. Kardec não codifica a doutrina com base também na universalidade dos ensinos dos espíritos. Ou seja, aquilo que um espírito diz por um determinado médium coincide com o que um outro espírito diz por outro médium e assim sucessivamente, não apenas eh eh na forma, mas sobretudo no conteúdo. Então, esse é o critério de universalidade dos ensinos. Se eu peço agora, Adriano, por favor, vá lá fora e veja o que que tem lá. O Adriano sai, fala: "Olha, tem uma Brasília amarela, não comenta com ninguém". Aí eu falo paraa Fernanda, "Vai lá, Fernanda, agora veja o que que tem." Ela vai, tem uma Brasília amarela. Aí eu falo pro Marco, vai lá, Marco. Agora e ninguém se comunicou, ninguém trocou ideia entre si. O Marco vai lá, sai e vê que tem uma Brasília amarela. Ora, qual é a probabilidade de realmente existir essa Brasília amarela? é muito grande. Então esse é o grande ponto dos relatos das experiências de quase morte. Eles convergem, eles têm esse caráter de universalidade. Pessoas, homens, mulheres, das mais diversas classes sociais, das mais diversas idades, com os mais diversos tipos de pensamento. Esses relatos eles convergem, eles têm esse caráter de universalidade. E vejam como isso é extremamente eh saudável pra gente, saber que nós somos imortais, de que a vida continua, de que a vida não se encerra aqui com a morte do corpo físico. Percebam, meus amigos, como isso é esperançoso para nós. Kardec, ele pergunta pros espíritos uma receita da felicidade e os espíritos respondem sobre o aspecto material a posse do necessário, sobre o ponto de vista moral, a consciência tranquila e a fé no futuro. Percebam como é importante pra gente essa ideia da fé no futuro, de que viveremos, de que aquilo que nós fizemos aqui, nós vamos continuar fazendo, haverá um prosseguir. Então, percebam como isso é extremamente alentador para todos nós. E é curioso que na maioria dos casos o que que as pessoas narram? Elas narram um sentimento de leveza ao deixar o corpo. Aí a gente entra na literatura de

isso é extremamente alentador para todos nós. E é curioso que na maioria dos casos o que que as pessoas narram? Elas narram um sentimento de leveza ao deixar o corpo. Aí a gente entra na literatura de Kardec. A morte dói, morrer dói. E Kardec trata desse ponto. No momento exato em que nós morremos, desencarnamos, dói. E olha o que os espíritos dizem para Kardec. Muitas vezes o indivíduo sofre mais em vida passando pelas situações da vida do que no momento da morte. Você sabe o que que dizem as pessoas que passaram pela experiência de quase morte? passaram por acidentes, que passaram por casos de doenças, mortes de todos os tipos, com todos os perfis, que no momento exato da morte elas não sentiram absolutamente nada. Elas tiveram uma espécie de perturbação. Olha, Kardec aí novamente falando da perturbação no momento em que o espírito em em que desencarne o espírito começa a deixar o corpo, ele passa por uma espécie de perturbação, elas passam por uma espécie de perturbação e logo são recepcionadas, acolhidas pelos parentes por esse por esse ente querido que nós espíritas podemos chamar de anjo eh guardião. E elas dizem que não doeu absolutamente nada. Há inúmeros casos de indivíduos, por exemplo, que perderam a perna, perderam o braço. E você sentiu dor na hora? Não. No momento eu não senti dor nenhuma, ao contrário, eu senti muita paz, eu senti muita leveza, eu senti muita calma. E de fato é isso mesmo, Fernando. Esses relatos eles são extremamente consoladores. Extremamente consoladores. Tem muitos. Você vai pegar o livro depois da são milhares de relatos de experiência de quase morte. Costuma-se dizer que das pessoas que têm alguns alguns números, alguns dados, eles nos dão que das pessoas que tem, por exemplo, parada cardíaca, cerca de 25 a 30% elas voltam com alguma algum tipo de lembrança e que se poderia eh chamar de EQM, o encontro com esse com esse ser de luz, o encontro com esse espírito que nos guia. que zela por nós, que não nos julga ao contrário, que nos acolhe. Todos eles

ança e que se poderia eh chamar de EQM, o encontro com esse com esse ser de luz, o encontro com esse espírito que nos guia. que zela por nós, que não nos julga ao contrário, que nos acolhe. Todos eles narraram isso, de que tem alguém ali e o sentimento de estar muito bem acompanhado, o sentimento de confiança. Quando nós confiamos em alguém, nós descansamos a nossa alma. Não é assim que funciona? Quando eu confio em alguém, a minha alma ela não está em alerta. Eu confio, eu me entrego. Como somos nós com as nossas mães, com os nossos pais, nó ou e com pessoas que nós amamos, que nós temos real afinidade, nós nos entregamos. E é exatamente isso que eles dizem. Há um livro, vou deixar como dica de leitura para quem não conhece, chama uma prova do céu. É do neurocirurgião Eben Alexander. O Dr. Eben Alexander, ele era um ateu, ele não acreditava em absolutamente nada. Ele dizia que fazia operação nas pessoas, abria a cabeça das pessoas e só encontrava ali massa, só encontrava ali cérebro, não encontrava ali espírito, não encontrava nada. Ele era um ate convicto até que ele tem uma enfermidade muito grave, passa aproximadamente uma semana em coma e ele vai então narrando as suas experiências, o encontro com esse ser de luz, a passagem por um túnel, a chegada nesse limiar, a retrospectiva de sua vida, de sua existência. E ele, interessante que ele também tem consciência das coisas que estavam acontecendo no universo material. E ele se lembra, por exemplo, que os seus familiares ah ficaram o tempo todo cuidando dele e apertando a sua mão. E ele sente aquele aperto de mão quando ele tá fazendo esse encontro com esse ser de luz. É um livro muito interessante e o curioso é que ele depois disso, depois dessa experiência, ele deixa de ser ateu e desenvolve então essa espiritualidade. Ele fez amizade com o Dr. Muri Júnior, ele fez amizade com o Dr. Bruce Grayson, com o Dr. Samparnia e e narrou as experiências. Todos eles virão todos eh neuros. O Dr. Bruce Grayson é psiquiatra, mas o Dr. E

amizade com o Dr. Muri Júnior, ele fez amizade com o Dr. Bruce Grayson, com o Dr. Samparnia e e narrou as experiências. Todos eles virão todos eh neuros. O Dr. Bruce Grayson é psiquiatra, mas o Dr. E Alexander é um um neurologista. Então, analisaram os exames e viram que no estado em que ele se encontrava não havia possibilidade dele ter esse tipo de lembrança com riquezas de detalhes e por aí vai, meus amigos. Então isso é muito interessante. Vamos ver aqui a Fernanda se há essa perturbação momentânea no passamento. Na Eqm tem também esse tipo de perturbação ou é diferente, tendo em vista que é uma saída temporária do corpo, mas também há Fernanda, tem alguns relatos em que existe essa perturbação. Imagina, imagina um indivíduo sai do corpo, ele é projetado para cima, ele olha três, 4 m para baixo, tá o seu corpo físico lá, tá o médico com o bisturi, tá mexendo em absolutamente tudo ali. O caso dos cegos de nascença, por exemplo, o caso Vic, que é um caso famoso, a Vic teve duas experiências de quase morte, de nascença. Ela não tinha nenhum referencial de cores, de luz, de absolutamente nada. Seg de nascença, ela passa por duas equa vê, ela se vê, ela se enxerga e ela se assusta, passa por uma espécie de perturbação até tentar se situar é menor, é claro, mas passa por uma espécie de perturbação, ela olha, vê o seu corpo e como é que ela se reconhece pelo cabelo. Ela vai, pega o cabelo, cabelo cacheado, ela vê, pega a sua aliança, vê que é o formato da sua aliança, vê o que tá escrito. Então, imagine. Não, não tem só o caso dela não. De nascença que passa pela experiência de quase morte e volta relatando informações das mais diversas que as outras pessoas não poderiam ter acesso. E então, percebam, meus amigos, isso traz e de uma maneira muito clara a ideia de sobrevivência do espírito. Eles vão falar que é consciência. Pouco importa o nome, a nomenclatura que se dá. Não importa. Nós espíritas sabemos que é o espírito. Sabemos que aquele corpo que está ali é o perespírito.

espírito. Eles vão falar que é consciência. Pouco importa o nome, a nomenclatura que se dá. Não importa. Nós espíritas sabemos que é o espírito. Sabemos que aquele corpo que está ali é o perespírito. Nós entendemos, nós compreendemos isso, mas eles não são, não têm familiaridade com esse tipo de literatura, com esses temas. E aí o marco quase morte acontece porque os órgãos da matéria estão mortos ou voltam ou porque ainda não é o momento da desencarnação. Interessante essa. É, é isso aí. É claro, Marco, isso não é uma uma equação, tá? Não tem como a gente colocar todos os casos no no num mesmo num mesmo quadrado, mas via de regra é assim mesmo, é uma oportunidade para que a pessoa faça uma revisão da sua vida e entenda, compreenda os seus desafios, compreenda o que ela cometeu de equívocos, o que ela teve de acertos, se ela está fora de rota que ela reencontre a sua vida, que ela tenha um olhar um pouco mais amplo, um pouco mais abrangente, de fato, é por aí mesmo, é uma oportunidade para que o indivíduo possa, porque em geral eles dizem que chegaram num determinado momento e aí falam para eles: "Olha, eh, agora daqui você não pode passar, chegamos no limite, daqui você volta". E eles relatam que de repente eles se encontram numa velocidade absurda sendo sugados para dentro do corpo. É mais ou menos assim que eles relatam. Então você tem aí na literatura uma série de de relatos. Bom, meus amigos, eh interessante. A gente a gente acabou batendo papo aqui, o tempo passou e já estamos aqui no final. Não, não, não, não deu para abordar tudo, mas naturalmente não há nenhum tipo de problema. Mas espero que tenha ficado claro pra gente entender que a origem das experiências de quase morte, a gênese está na emancipação da alma. O espírito não está fechado no corpo físico e que Kardec tratou de todos esses temas. Obrigado. Obrigado, viu, Adriano? >> É isso aí, ó. Tem aqui mensagem de do José da Costa. O José da Costa que é de Goianésia, cidade aqui do interior do estado de Goiás. Valeu demais, José.

ses temas. Obrigado. Obrigado, viu, Adriano? >> É isso aí, ó. Tem aqui mensagem de do José da Costa. O José da Costa que é de Goianésia, cidade aqui do interior do estado de Goiás. Valeu demais, José. Muito obrigado por mais uma vez, uma vez estar nos acompanhando. Minha patroa Mônica Leal nos acompanhando, certamente tá lá com com o o pitoquinho, o Lucas Máximo, tá nos acompanhando. Dayane Pinheiro tá nos acompanhando também. Valeu, Dayane, obrigado por estar conosco. É isso aí. E aqui a Fernandinha falando que o estudo foi excelente. O Marco falando aqui, te agradecendo, viu, eh, eh, e pedindo para você voltar aí, falando que foi muito proveitosa a aula e que Deus te abençoe. Valeu demais, Marco. Muitíssimo obrigado, viu, meu irmão? É isso, viu? ã, recado dado e foi uma explanação muito elucidativa. Eu acho que todo mundo que acompanhou poôde extrair aí muita coisa. Eh, acho que cada um de nós aí já ouviu falar de alguma situação nesse sentido, né? Alguns até que só vivenciaram, eh, e são experiências muito interessantes mesmo, como você colocou aí, enfim, o pessoal comentou. Mas é isso aí. Então, como você disse aí, estamos na reta final. né, da live de hoje, do estúdio de hoje. Eh, já vou pegar a sua carteira, já anotar para você já ter a carteira assinada aqui com Inés falando espiritismo para estar sempre conosco, viu? Eh, sinta-se eternamente convidado. E eu vou devolver a palavra para você, então. Ó, Cristiane tá falando aqui, ó. Quando o papo é bom, não vemos o tempo passar. É isso aí, Cristiane. Verdade. Passou rápido. >> Vou devolver a palavra para você, então, paraas suas considerações finais. se você quiser fazer alguma divulgação, enfim, fica à vontade. E já te peço então a nossa prece de encerramento também, combinado. Obrigado. Quero te agradecer, Adriano. Quero agradecer os amigos que estiveram conosco estudando, podendo falar um pouco sobre o espiritismo. Esse tema é um tema amplo, é um tema vasto, a gente tem muito mais coisa para para trabalhar, mas fica aí

radecer os amigos que estiveram conosco estudando, podendo falar um pouco sobre o espiritismo. Esse tema é um tema amplo, é um tema vasto, a gente tem muito mais coisa para para trabalhar, mas fica aí essa essa pontinha pra gente buscar mais, pra gente se aprofundar nessa ideia das experiências de quase morte e como a doutrina espírita já havia trazido todos esses preceitos que as pessoas relatam hoje nessas experiências. Então, muito obrigado e vamos nos concentrar e agradecer a Jesus e aos bons espíritos por mais essa oportunidade de estudo e de reflexão na noite de hoje. Pedimos, Jesus que nos proporcione condições para que possamos buscar a serenidade, esse bem tão precioso, tão importante para a nossa vivência aqui no mundo como a Terra. Com serenidade, nós atravessamos o universo. Sem serenidade temos dificuldades de atravessar a rua. Então, por isso nós te pedimos essa possibilidade, todos nós possamos sair daqui com o coração grato, com a mente esclarecida, na certeza de que seremos melhores hoje do que fomos ontem. Obrigado Jesus e até uma próxima oportunidade. É isso aí. Que assim seja. Wellington. O Marco pediu aqui eh nomes de do dos livros, né? Você mencionou aí algumas algumas obras, né? Depois da vida, Dr. Raimund Mud Júnior. Depois da vida, depois da morte do Dr. Bruce Greisson, você pode também buscar do Dr. Edson Amâncio, eh, experiências de quase morte. Dr. Cham também é muito bom. Ele tem um canal junto com o Carlos, que é um físico, chama Quem Somos Nós? Vocês podem buscar referência também eh nesse canal. Pode buscar a literatura da Dra. Elizabeth Cumbler Ross. A Dra. Ross também tem trabalhos muito interessantes. É isso aí. Bacana demais. Valeu demais, pessoal. Então é isso. Vamos ficando por aqui. Eh, agradecendo a todos vocês que estiveram aí nos acompanhando, vocês que se manifestaram através do chat. Obrigado. Façam sempre assim. Estejam sempre conosco aqui no Iges falando de espiritismo que vai ao ar toda segunda-feira a partir das 19 horas, tá?

anhando, vocês que se manifestaram através do chat. Obrigado. Façam sempre assim. Estejam sempre conosco aqui no Iges falando de espiritismo que vai ao ar toda segunda-feira a partir das 19 horas, tá? Então já fica o convite paraa próxima semana. Quem vai estar conosco, se não me engano, é a Clarissa. Clarissa Ferola. É isso mesmo, né? Clarissa vai estar conosco direto dos Estados Unidos, participação internacional na próxima segunda, viu? Ela tá lá nos Estados Unidos. >> Maravilha. >> É isso aí, pessoal. Então é isso, vamos ficando por aqui, eh, falando sempre, né, como sempre, que esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Beijo nos corações, fiquem com Deus e até a próxima segunda-feira, se Deus quiser. Edo, obrigadão, meu irmão. Fica com Deus. Ciao. Ciao.

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