Arnaldo Paiva | NÃO JULGUEIS (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 08/04/2025 (há 1 ano) 1:02:06 377 visualizações

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Transcrição

Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, Senhor. Meus irmãos, boa noite. Aqueles que vem aqui vem pela primeira vez, sejam bem-vindos. E aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Pedimos aqueles que têm celular, que eu acho que são pouquíssimas pessoas que o têm, né, que o mantém no modo silêncio, desliguem, por favor. O livro mãos Unidas, sugestões da parábola. Habitualmente recorremos à parábola do bom samaritano, tão só para exaltar a generosidade daquele viajante de alma nobre à frente do irmão menos feliz. Forçoso, porém, salientar a expectativa humana com as reflexões que o companheiro tombado no infortúnio, articulava de certo. Com que ansiedade aguardaria o socorro preciso? Tendo visto o sacerdote e o levita que passaram de largo, possivelmente perguntou a si mesmo lhe valeriam a cultura e a preparação espiritual deles se o abandonavam ao próprio desvalimento. E observando o samaritano que se aproximava, não indagou quem era ele, o que era, o que sabia, o que detinha ou para onde se encaminhava. Com os olhos suplicou-lhe amparo e no silêncio do coração agradeceu-lhe a bênção dos braços estendidos. A narração de Jesus fala de dois homens evidentemente qualificados para a prestação de serviço, que se deram pressa em se afastar no resguardo das próprias conveniências e menciona outro completamente desconhecido que se consagrou ao mistério da solidariedade. Com isso, o divino mestre nos conclama a todos que as tarefas do auxílio múo. Basta às vezes perante os acidentados espoliados do corpo da alma, formulamos escapatórias, não só no intuito de sonegar os tributos naturais de fraternidade. Em várias ocasiões, instados ao socorro por aqueles companheiros de experiência que sofrem muito mais do que nós, repetimos displicentemente: "Quem sou eu? Não presto. Sou um fardo de imperfeições ou quem me dera poder. Situemo-nos, porém, no lugar e na angustiosa expectativa do irmão caído na estrada e reconheceremos que Jesus nos

temente: "Quem sou eu? Não presto. Sou um fardo de imperfeições ou quem me dera poder. Situemo-nos, porém, no lugar e na angustiosa expectativa do irmão caído na estrada e reconheceremos que Jesus nos espera como somos e como estamos para servir. Porquanto servindo, acabaremos aprendendo que todos somos filhos de Deus e que se hoje desfrutamos o privilégio de dar, talvez amanhã estejamos com a necessidade de receber. Nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas, e pedir a esses abnegados amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Peser de Menezes para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que nos parece de tão difícil convivência e aqueles, Senhor, que estão a vagar pelas ruas, tão somente em busca do pão material. que possamos levar o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja, meus irmãos. Nós vamos passar a palavra para nosso irmão Arnaldo Paiva, que vai nos brindar hoje com Não julgueis. Meu boa noite a todos. Que Jesus nos abençoe nessa noite de hoje, abrindo aí as nossas mentes para que possamos eh assimilar os ensinos de Jesus. E hoje o nosso tema será eh a importância de não julgarmos os nossos irmãos a humanidade e não julgarmos precipitadamente as criaturas e consequentemente não atirarmos a primeira pedra. Eu vou desligar aqui meu celular. Ai, ai. É porque o celular caiu um negócio aqui de desligar ele, mas eu vou pôr ele aqui no no silencioso aqui. Se eu souber fazer, né? Ó, diminuir todo o volume dele. Então, nós tirarmos a a primeira pedra, como nos disse

ular caiu um negócio aqui de desligar ele, mas eu vou pôr ele aqui no no silencioso aqui. Se eu souber fazer, né? Ó, diminuir todo o volume dele. Então, nós tirarmos a a primeira pedra, como nos disse Jesus, naqueles que nos parecem errados. Nós somos eh ainda que vivemos nesse mundo de expiações e provas, o mundo inferior. Então, a grande maioria de nós somos espíritos que gostamos de fazer julgamento sobre o comportamento das pessoas, né? E o Cristo nos traz alguns recados, algumas advertências, melhor dizendo, sobre essas questões que vale até hoje, porque a humanidade é em é uma só, o ser humano é um só. Em toda parte nós vamos encontrar estas falhas humanas, né? Então nós podemos ler em Mateus, não ficou aberto aqui. Nós podemos ler em Mateus o seguinte: "Não julgueis". Capítulo 7, versículo 1 e 2. Não julgueis a fim de não serdes julgados, porquanto sereis julgados conforme houverdes julgados os outros. empregar-seá para convosco a mesma medida que vos tenhais servido para com os outros. São palavras de Jesus. Vejamos aí a severidade da lei. O Cristo está aí revelando para nós um dos aspectos da lei divina a qual todos nós estamos submetidos indistintamente e tem consequências já aqui na vida encarnados e terá consequências maiores até no mundo. espiritual. Porque já imaginou, nós eh falamos mal de uma pessoa que já desencarnou ou que pouco tempo depois desencarnou e quando nós chegar a nossa vez, nós vamos nos encontrar com ele lá do outro lado da vida. André Luiz nos fala de um caso, eh, o espírito André Luiz, ele nos fala de um caso de um senhor que era com eles eram compadres, um era padrino do filho. Aí ele desencarnou, o pai do menino ficou encarnado. E quando foi um dia, resolveu falar mal do padrinho do menino que já tinha desencarnado, né? Ele era um trabalhador espírita. Não faltava uma reunião, mas se deixou levar pela invigilância, porque é comum nós fazermos isso, nos deixarmos levar pela invigilância. E aí fez comentários maldosos sobre a vida do

alhador espírita. Não faltava uma reunião, mas se deixou levar pela invigilância, porque é comum nós fazermos isso, nos deixarmos levar pela invigilância. E aí fez comentários maldosos sobre a vida do compadre, o mundo espiritual. Quando nós estamos conversando sobre alguém que já desencarnou, geralmente esse alguém começa, chega perto de nós, é atraído pelos nossos pensamentos, pela nossa conversa e passa então a ouvir tudo que nós falamos sobre ele. vai ficar feliz ou raivoso, porque não perdemos os nossos sentimentos quando desencarnamos. Então, o irmão não estava numa situação muito boa do outro lado da vida. E aí quando foi o encarnado foi dormir, ele era um médium da casa, de uma casa espírita, um trabalhador. Quando foi dormir, ele veio atormentar, não deixava ele sair do corpo e maltratou bastante ele. É o tal do pesadelo, né? o pesadelo muito forte, fazendo com que ele passasse por situações difíceis. E aí André Luiz chegou, que era também espírito, chegou junto com seu eh orientador e chegaram lá e viram aquela arrumação, foram visitar ele, saber por que ele não tinha ido ao trabalho da casa espírita. foram visitar o encarregado espiritual do trabalho da casa espírita, disse assim: "Vamos ver o que foi que aconteceu com fulano, que ele não compareceu hoje, não está presente." Aí André Luiz foi com outro espírito, foram visitar, chegou lá e encontrou essa essa situação. O espírito sentado à beira da do do leito do rapaz, todo vestido de preto. Ele estava de preto porque não tinha ainda vibração muito sadia e atormentando ele. Aí André Luiz até eh se espantou porque não viu o mentor fazer nada a favor. Disse assim: "Você não vai fazer nada, não vai deixar assim?" Ele disse: "Não, não tem outro jeito, não, acorda ele." André Luiz deu um jeito e acordou o rapaz, né? Quando ele acordou todo aguniado, nossa nossa. Aí foi culpar a janta. Tinha comido um bife de fígado e disse que foi o bife de fígado que tinha feito com que ele tivesse aqueles pesadelo. Então nós procuramos

le acordou todo aguniado, nossa nossa. Aí foi culpar a janta. Tinha comido um bife de fígado e disse que foi o bife de fígado que tinha feito com que ele tivesse aqueles pesadelo. Então nós procuramos desculpas para os nossos erros. são muito, somos muitos, vamos dizer assim, condescente conosco mesmo, benevolente conosco mesmo e muito severo para com os outros. E aí ele acordou e ficou nessa situação achando, não reconheceu que ele tinha feito, cometido um erro de falar mal da vida leia. Então tem consequências para todos nós, né? Outra vez eu tive uma oportunidade de trabalhando numa numa reunião de desobsessão, evidente foi disse assim: "Arnaldo, tem um espírito aqui feminino que ela tem uma língua enorme, ela anda arrastando a língua." E aí eu pedi ao mundo espiritual que dessa oportunidade que ela se manifestasse através de uma médium, do médium. E foi feita essa manifestação dela. Eu perguntei porque ela estava daquele jeito, arrastando a língua. Ela respondeu que merecia aquilo. Ela mesmo se puniu. Merecia aquilo, porque com a língua ela desgraçou, se assim podemos dizer, a vida de muitas pessoas. prejudicou muitas pessoas falando mal da vida deles. Então, quando chegou no mundo espiritual, ela reconheceu o erro e procurou punir a si mesmo. Achou que devia ficar daquele jeito. E aí tem as consequências também de uma nova reencarnação. Fé, a pessoa nasce muda. Por que será que a pessoa nasce muda, né? Provavelmente essa deve ser uma das causas de nós nascermos, né? Tem outros que nascem com a língua muito grande, que praticamente não cabe na boca, né? Eu já vi, conheci pessoas assim, que é provavelmente a causa desse problema dele. Então o Cristo vai nos traz isso aí, essa advertência muito séria que está na lei divina. Não julgueis a fim de não ser julgados. Vamos ser julgados. Também ainda diz mais, porquanto sereis julgados conforme houver de julgar os outros, empregar-seá para convosco a mesma medida de que vos tenhais servido para com os outros. Então o negócio é bem severo,

ém ainda diz mais, porquanto sereis julgados conforme houver de julgar os outros, empregar-seá para convosco a mesma medida de que vos tenhais servido para com os outros. Então o negócio é bem severo, né? Nós lemos também ainda em João, no capítulo 8, versículo 3 a 11, nós lemos o seguinte: "Então, os escribas e os fariseus lhe trouxeram uma mulher que fora surpreendida em adultério, e, pondo-a de pé no meio do povo, disseram a Jesus: "Mestre, esta mulher acaba de ser surpreendida. em adultério. Ora, Moisés, pela lei ordena que se lapidem as adúlteras. Qual sobre isso a tua opinião? Diziam isto para o tentar e terem de que o acusar. Jesus, porém, abaixando-se, entrou a escrever na terra com o dedo. Veja, vejamos bem, diante dessa pergunta que fizeram a Jesus com a mulher presente, Jesus não falou nada no momento, simplesmente abaixou e começou a escrever com o dedo na areia. Eu já vi algum algum espírito falar, já ouvi algum espírito falar que Jesus estava ali escrevendo as falhas que já cada um já tinham cometido na vida. Aí como ele continuasse, como ele continuava, como continuasse a interrogá-lo, ele se levantou e disse: "Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra". Olha que resposta de Jesus. Porque todos nós já cometemos erros, então somos passíveis de punição se exigimos dos outros. Pção para os outros. Ah, não, mas eu errei só nisso assim assim. Não interessa. A lei cobra rigorosamente o mínimo erro nosso na vida. E aí, diante de um caso dessa natureza, essa foi a resposta de Jesus. Quanto aos que o interrogavam, esses ouvindo falar daquele modo, se retiraram um após outro, afastando-se primeiro os mais velhos, porque já tinham errado mais, né? Ficou, pois, Jesus a sós com a mulher colocada no meio da praça. Então, levantando-se, perguntou-lhe Jesus: "Mulher, onde estão os que te acusavam? Ninguém te condenou?" Ela respondeu: "Não, Senhor." Jesus disse-lhe Jesus: "Também eu não te condenarei. Vai e de futuro não tornes a pecar. A lei mosaica era dura, né, com as

stão os que te acusavam? Ninguém te condenou?" Ela respondeu: "Não, Senhor." Jesus disse-lhe Jesus: "Também eu não te condenarei. Vai e de futuro não tornes a pecar. A lei mosaica era dura, né, com as mulheres. Eh, é interessante nós verificarmos aí que o nosso mestre Jesus, ele não condenou a mulher. Os escribas e os fariseus queriam colocar Jesus numa armadilha, porque se fosse, se ele fosse pela condenação da mulher, ele iria contra a soberania romana, porque só quem poderia julgar era as autoridades romanas, quem poderia julgar a mulher. E se fosse pela absolvição, contrariava a lei mosaica, a lei de Moisés, a lei judaica, né? Então, de uma de uma ou outra forma, o o os mestres da lei e os fariseus teriam motivo para acusá-lo, mas veja que ele foi inteligentemente uma saída inteligente, né? a saída que o Cristo deu com a sua resposta, né? Então, vejamos que também que Jesus nos fala aqui, vale lembrar, né, que a lei estabelecida por Moisés não alcança somente a mulher, ela alcança também ao homem. A punição se estende também ao homem. Mas acredito eu que tenha sido por causa do preconceito contra a mulher que puseram só a mulher. Trouxeram só a mulher, não trouxeram o homem. Porque desde os tempos bíblicos a mulher sofre essas perseguições, se assim podemos dizer, essas discriminações. Agora que tá mais aliviada, né? Elas estão mais, mas a mulher tem uma força extraordinária. É por isso que puseram freio nelas, entendeu? Porque a mulher tem muita força, né? E aí nós vamos lendo aqui, quer ver em Levítico, no capítulo 20, versículo 10. O homem que cometeu adultério com a mulher do seu próximo deverá morrer, tanto ele quanto a sua cúmplice. Aí a lei Moisés é essa. Por que levaram somente a presença do Cristo da mulher? Nós lemos isso aí em Levítico. Imagina essa lei hoje. Hum. Eu vou te falar, viu? Então, nós lemos aí em Levítico e lemos também Deuteronômio. Deuteronômio, capítulo 22 versículo 22, que nos diz o seguinte: "Se um homem for pego em flagrante, deitado com uma

. Eu vou te falar, viu? Então, nós lemos aí em Levítico e lemos também Deuteronômio. Deuteronômio, capítulo 22 versículo 22, que nos diz o seguinte: "Se um homem for pego em flagrante, deitado com uma mulher casada, ambos serão mortos. O homem que se deitou com a mulher e a mulher, deste modo extirparás o mal. em Israel. Ainda bem que não tem essa lei hoje, né? Não funciona mais, pelo menos para nós lá deve funcionar ainda, será? Talvez, né? Então a lei é dura, muito dura essa lei. E aí, mas infelizmente levaram só à presença de Jesus a à mulher, mas o homem devia ter sido levado também para que ambos sofressem a punição. E a a punição era pesada. e eh ser apedrejada até a morte. Você já imaginou você morrer apedrejada até ser apedrejada até morrer? É uma coisa muito dura, né? Eu eu esse esse eu uma vez eu vi um vídeo, esse pessoal ali do do Oriente Médio, por ali tem umas leis muito duras, né? Cego corão que é também muito parecido com a Bíblia. Tudo que tem na Bíblia tem lá no curão. E tanto na Bíblia como no fala que a mulher não pode vestir roupa de homem. E eu vi um vídeo, eu fiquei com muita dó daquela senhora. Ela tava com a calça de jeans, aí puseram ela no meio da praça lá, pessoal tudo olhando e dois homens, cada um com chicote. Aquele chicote que se você faz assim, chega, estala, bater em animal e começaram a açoitar aquela pobre mulher. foi tirada do YouTube. Aquilo ali não é coisa de se ver não. Mas sofreu a punição porque a lei lá funciona dessa maneira. A mulher tem que usar o véu. A mulher não não pode vestir roupa de homem e sofre punição severa. Eu pelo menos, não teria coragem de fazer aquilo com aquela senhora, mas eu tinha dois caras lá que faziam sorrindo, né? Vamos ver aqui onde é que eu tô. Então, Jesus aqui com essa Eh né? Então Jesus com essa resposta, aquele dentre vós que estiver sem pecado, atira a primeira pedra, ele isso é porque Jesus conhecia a intimidade das criaturas humanas. O Cristo, ao olhar para as pessoas, ele devastava o interior das pessoas com

re vós que estiver sem pecado, atira a primeira pedra, ele isso é porque Jesus conhecia a intimidade das criaturas humanas. O Cristo, ao olhar para as pessoas, ele devastava o interior das pessoas com caridade, naturalmente, mas ele via tudo o que interiormente aquela criatura era. O mesmo acontece hoje. mundo espiritual, ele eles conhecem os espíritos mais elevados, eles conhecem o nosso interior, conhece os nossos pensamentos, conhece as nossas intenções. E Allan Kardec nos fala isso no livro a Gênesis, porque essas coisas ele se reflete ao nosso derredor. Nós temos uma coisa que é fruto do nosso pensamento, que Allan Kardec deu o nome de aura. a URA. Essa aura, ela é formada pelo tipo de pensamento que nós cultivamos e ela tem uma coloração. Ela pode apresentar qualquer cor de acordo com os nossos pensamentos. E tem mais, ela apresenta as imagens daquilo que nós estamos pensando. Então, se eu estou com pensamento de matar alguém, por exemplo, o mundo espiritual sabe que eu estou querendo matar alguém, ele só não consegue ver qual o dia e o horário que eu vou matar, mas que ele sabe que eu tô planejando isso. sabem. Aí tem aqueles que procuram nos afastar desse pensamento e tem aqueles que nos incentiva a pensar, a continuar. Então, o nosso íntimo, ele é devastado pelo mundo espiritual. Aí uma vez eu eu tenho um amigo que ele começou a ser espírita, mas ele tava preocupado exclusivamente com os fenômenos. E quando você chega numa casa espírita que vai participar de alguma reunião, não é assim chegar e ver os fenômenos e e não existe isso na casa espírita. E ele não se agradou muito porque ele queria ver os fenômenos e tal. Eu digo: "Não, rapaz, não é bem assim não, tal". Aí ele resolveu ir paraa igreja, umas igrejas protestantes, e ele foi lá numa igreja que tinha R$ 20 no bolso. Aí um um uma vidente se manifestou lá e disse: "Você tem R$ 20 aí no seu bolso e você vai começar sua vida com isso aí." Ele tava em dificuldades, né? Aí, pronto, aquilo ali foi uma coisa

20 no bolso. Aí um um uma vidente se manifestou lá e disse: "Você tem R$ 20 aí no seu bolso e você vai começar sua vida com isso aí." Ele tava em dificuldades, né? Aí, pronto, aquilo ali foi uma coisa para ele. Disse: "Ó, ele tá vendo como é que é?" Aí ficou frequentando a igreja evangélica por causa dessa revelação. Ele recebeu isso porque realmente os a matéria ela não oferece obstáculo aos espíritos. Um espírito chega aqui, ele está vendo o que tá acontecendo do outro lado dessas paredes, a não ser que ele esteja ainda arraigada ao terra terra da vida, achando que não desencarnou, que não passou ainda pelo fenômeno chamado morte. Então, o Cristo, que era um espírito puro, ele penetrava o nosso interior e nos conhecia a cada um de nós, as nossas virtudes e os nossos defeitos. E ele sabia que aquele povo iria fazer daquela senhora um bode espiatório. E eu farei ia fazer dela um bod espiatório até mesmo para aliviar as consequências de suas culpas, porque nós costumamos descarregar nos outros alguma coisa que está em nós. E muitas vezes nós queremos fazer que os outros o sejam igual a nós. Então eles iam naturalmente apedrejar aquela senhora até a morte. Uma forma de descarregar as suas as suas culpas também. Vejamos aqui uma uma história que vai ilustrar o nosso estudo. Tire a primeira pedra. Aquele que estiver sem pecado, isento de pecado. Todos os dias, dona Maria olhava pela janela de sua cozinha em direção ao varal de roupas na casa da de sua vizinha e comentava com a família: "Nossa, como os leçóis daquela mulher estão sujos! No dia seguinte, novamente na cozinha e olhando mais uma vez para sua vizinha que estendeu as roupas, dona Maria comentava: "Não sei como ela não tem vergonha de colocar aquelas roupas imundas no varal. Mas que julgamento! E era assim todos os dias. Dona Maria já estava habituada a olhar para o varal da vizinha e criticá-la por tanta roupa suja. Até que um dia, até que um dia, não suportando mais ver aquilo, decidiu que iria chamar a atenção da

. Dona Maria já estava habituada a olhar para o varal da vizinha e criticá-la por tanta roupa suja. Até que um dia, até que um dia, não suportando mais ver aquilo, decidiu que iria chamar a atenção da vizinha. Ela não tava satisfeita só em ver e criticar. Aí ela resolveu dizer: "Não, vou chamar a atenção dela, não é possível". Ao vê-la estendendo seus lençóis, correu na direção da janela da cozinha. Mas para sua surpresa, dona Maria descobriu que a sua janela estava emperrada, quer dizer, não tava abrindo. E notou também que ao tentar abri-la, os vidros ficavam com as marcas de sua mão. Desesperada, pegou um pano e começou a limpar os vidros. O pano ficou coberto de sujeira. Após encerrar a limpeza, ao olhar novamente para o varal da vizinha, pôde ver que todas as roupas estendidas estavam limpas, alvas. Só então percebeu que, na realidade o que estava sujo não eram as roupas da vizinha e sim a sua vidraça. Vejamos bem, é o que nós enxergamos. o mundo pelas lentes que usamos. Se uma lente é escura, nós vamos enxergar o mundo escuro. Se meu óculos tem uma lente branca, eu vou enxergar o mundo claramente, mas se for verde, eu vou enxergar o mundo verde. E assim é que nós damos as cores com que enxergamos as coisas no mundo. Então, uma coisa que não tem aquela coloração que nós damos, mas como nós já temos o hábito de olhar pelo nosso modo de ver, e tem pessoas que gostam muito, né, de ver esses programas de televisão que mostra aqueles pobres coitados em situações difíceis que são presos. Sei que muitos são mau caráter, mas tem outros que ninguém sabe porque estão lá. Tudo tem uma razão de ser na nossa vida. E nós cometemos erros, todos nós cometemos erros que são passíveis de punição. Mas essa punição, se assim podemos dizer que não é uma punição, ou, vamos dizer assim, a sentença ela é dada por nós mesmo. Nós somos os juízes e réus própria, porque a nossa consciência nos mostra em todos os momentos que estamos errados. Quantas vezes nós estamos fazendo alguma coisa e

sentença ela é dada por nós mesmo. Nós somos os juízes e réus própria, porque a nossa consciência nos mostra em todos os momentos que estamos errados. Quantas vezes nós estamos fazendo alguma coisa e a nossa consciência diz assim: "Não faça isso". Porque a lei divina está gravada na nossa consciência. Então vem aquela advertência. Não faça isso. Se nós obedecemos, com certeza vamos nos dar muito bem. Se nós não obedecemos, nós vamos sofrer as consequências. Porque veio a advertência. Não faça isso. E nós não costumamos ouvir a voz da consciência. Nós sempre contrariamos porque prevalece aquilo que está no nosso íntimo, na nossa bagagem espiritual, que são resultados do que nós trazemos de existências anteriores. E aquilo passa então a falar mais alto. à medida que nós vamos nos corrigindo. Por isso que é importante nós lermos a respeito desses assuntos, principalmente à luz da doutrina espírita. Então, à medida que nós vamos nos corrigindo, nós vamos deixando muitas coisas de lado, como por exemplo, eh, eu vou passando aqui e vejo ali um pacote de dinheiro, uma grande importância tá ali em cima. Se eu já consegui dominar o impulso do furto ou do roubo, eu vou passar ali por ali, naquele onde está o pacote de dinheiro, não vou dar importância nenhuma a aquele embrulho de dinheiro que ali se encontra, porque eu já No exercício das existências, eu já dominei esse impulso. Agora, se eu ainda não dominei, eu trago comigo ainda o desejo do furto ou do roubo. Quando eu ver, eu vou ficar procurando o meio de eu pegar aquilo lá, aquele dinheiro. Sentir dentro de mim um impulso e muit das vezes até irresistível. É interessante isso porque tinha um um rabino, eu chamava ele de rabino, ele começou a a ser muito entrevistado na televisão. Ele já desencarnou. Não venha me perturbar, porque eu tô falando o que aconteceu. Eu tô falando o que aconteceu. Então, ele eu achava muito interessante aquilo que ele falava para os repórteres. E quando nós começamos a nos sobressair, começamos a ser mais vistos, se assim

onteceu. Eu tô falando o que aconteceu. Então, ele eu achava muito interessante aquilo que ele falava para os repórteres. E quando nós começamos a nos sobressair, começamos a ser mais vistos, se assim podemos dizer, a sombra não gosta. E aí começamos a ser atacado, não só mentalmente pela eh que eles conhecem os nossos impulsos inferiores e procuram nos incentivar nesses impulsos inferiores, mas também eles usam outras pessoas ao nosso derredor para nos levar a queda. Daí é razão porque muitas pessoas caem e a gente diz: "Mas fulano, fulano, uma pessoa maravilhosa, fez isso?" Sim, ele não tinha feito ainda porque não tinha surgido a oportunidade. Surgiu a oportunidade, ele não venceu a tentação. E esse senhor de que eu estou falando, ele não precisava daquilo. Tenho certeza absoluta que ele não precisava. Ali simplesmente foi um impulso negativo que ele recebeu e não dominou na hora. pode acontecer com qualquer um de nós. Ele furtou uma gravata numa loja e aí eu saí foi pego e ele era uma pessoa que já estava na mídia. Veja bem, da mesma forma que ele tava tendo uma repercussão pelas coisas boas que dizia, a imprensa é imperdoável, elas não perdoam. passaram a divulgar esse fato que aconteceu com ele. Eu fiquei com dó dele porque aquilo ali foi um impulso num momento que ele não conseguiu vencer, faltou com a vigilância. Pode acontecer com qualquer um de nós. Não estamos isento disso. Por quê? Porque esses impulsos, na grande maioria das vezes, nós ainda trazemos dentro de nós, no nosso íntimo de existências passadas. E aí chega aquele momento, vem um impulso e aqueles invisíveis que nos nos conhecem estão ali do lado para incentivar. Não são, não tô culpando os espíritos. O problema tá em nós. Então é muito importante que nós saibamos disso. Então, no Evangelho Segundo o Espiritismo, nós encontramos o seguinte. Deixa eu ver se está aqui. É, tá aí. O reproche lançado à conduta de Outrem. Podem obedecer, pode obedecer a dois móveis: reprimir o mal ou desacreditar a

do o Espiritismo, nós encontramos o seguinte. Deixa eu ver se está aqui. É, tá aí. O reproche lançado à conduta de Outrem. Podem obedecer, pode obedecer a dois móveis: reprimir o mal ou desacreditar a pessoa cujos atos se criticam. Não tem excusa nunca este último propósito, porquanto no caso então só há maledicência e maldade. O primeiro pode ser louvável e constitui mesmo em certas ocasiões um dever, porque um bem deverá daí resultar. E por a não ser assim, jamais na sociedade se reprimiria o mal. Não cumpre, aliás, ao homem auxiliar o progresso do seu semelhante. Importa, pois, não se tome em sentido absoluto este princípio: não julgueis, se não quiseres ser julgados, porquanto a letra mata e o espírito vivifica. Então, pode haver a maledicência ou uma necessidade de se divulgar o mal de outrem. Se o mal que uma pessoa comete está prejudicando exclusivamente a ele mesmo, nós podemos até chegar a essa pessoa e conversar com ele. Se ele nos ouvir, é o que Jesus fala, chamar em particular e conversar com ele. Se ele nos ouvir, melhor para ele. Mas se ele não nos ouvir, vai ser pior para ele. E pode aquelas pessoas que falam mesmo por maldade. E aí o negócio complica, porque quando nós falamos mal de uma pessoa, no primeiro caso ali tá falando para reprimir o mal, né? Às vezes uma pessoa tá cometendo coisas erradas sem saber. Nós mesmos muuit das vezes estamos fazendo a mesma coisa, pensando que tá certo, depois descobrimos que tá errado o que eu estou fazendo. Alguém chega e nos esclarece. Agora, depois de esclarecido, nós não podemos mais. Até que podemos, mas não devíamos, melhor dizendo, não devíamos mais praticar aquele erro, porque aí antes nós praticávamos por ignorância. Depois de esclarecido, se continuamos praticando, então estamos praticando intencionalmente. Aí se agrava a questão perante as leis dos homens e as leis divinas. É isso que acontece. Então, para reprimir o mal, se se alcança outras pessoas, se faça para que muitos não caiam. Agora no outro

e. Aí se agrava a questão perante as leis dos homens e as leis divinas. É isso que acontece. Então, para reprimir o mal, se se alcança outras pessoas, se faça para que muitos não caiam. Agora no outro caso é maldade, maledicência e maldade. Rapaz, o que que tá acontecendo aqui? É, como é que diz? Eh, deu problema, né? Deu problema. Pronto. Em vez de ir paraa frente, é vir para trás. Vamos lá. Vamos ver agora. Não voltou. Acho táaca zero, mas vamos por aqui mesmo. Então só falta 8o minuto também, né? Deixa eu ver aqui onde é que nós estava. Eu trago assim um rascunho para não me perder. Mas hã, ela tá pedindo para parar. É 5 minutos. Ah, tá. Então, quando nós julgamos os outros, isso é fruto do orgulho que existe em nós. Porque quem julga pensa que é superior à pessoa quem ele está julgando. Quando percebemos os defeitos aleos, devemos evitar falar deles ou divulgá-los. É o que diz também o Evangelho segundo o Espiritismo, né? Então, aqui de aplicações também continuação. Essa já foi. Essa já foi. Foi. Essa aqui já foi. É, já a divinha vai nossa consciência o Evangelho Segundo Setiva. É essa aqui. É, não, essa aí já lemos. Então, acabou para mim. Então, acabou, né? Acabou. Então, tá bom demais, ué. Ai, ai. Acabou. Acabou. Quando acaba porque não tem mais, né? Então, então finalizamos. Nós podemos dizer que quando não temos ideias sólidas, aí nós recorremos a desqualificação e a humilhação. Se eu não tenho capacidade de dialogar, de debater com uma pessoa, se eu começo a sentir que ela é superior a mim, nas ideias, em tudo mais, aí eu, em vez de eu usar da humildade e reconhecer, não, eu procuro então prejudicá-la. E quando nós falamos mal de uma pessoa, é catastróf pode ser catastrófico na vida da pessoa, né? Então é uma coisa que, como Jesus nos disse, né? Tiremos primeiro a trave dos nossos olhos para poder enxergar a vida do nosso irmão. Que Jesus nos abençoe, nos ampare e muito obrigado a todos pela atenção. Obrigado. fazer a nossa prece. Nós, nesse instante nós queremos

ave dos nossos olhos para poder enxergar a vida do nosso irmão. Que Jesus nos abençoe, nos ampare e muito obrigado a todos pela atenção. Obrigado. fazer a nossa prece. Nós, nesse instante nós queremos agradecer, agradecer a Deus, agradecer a Jesus e agradecer esses abnegados amigos espirituais que aqui estão ou estiveram conosco nessa noite. Queremos agradecer, Senhor, pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje. Queremos agradecer, Senhor, pelo teto que nos abrica, pela roupa que nos aquece o corpo. agradecer pela família que temos, agradecer, Senhor, pelo dia de ontem, pelo dia de hoje e antecipadamente pelo dia de amanhã, mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje e que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do pass, por favor, pode aguardar sentado que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força

ficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja. Yeah.

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