APARÊNCIAS - Ruth Daia [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER Você está em busca de harmonia, equilíbrio e paz interior? Então não pode deixar de conhecer o Grupo de Harmonização Chico Xavier, um projeto incrível da Comunhão Espírita de Brasília! Com o objetivo de harmonizar aqueles que estão em tratamento espiritual e todos que buscam equilíbrio, o Grupo trabalha com temáticas inspiradoras tiradas de mensagens enviadas por espíritos amigos. Em seguida, é realizado o passe virtual, um momento de muita energia positiva e cura espiritual. As edições do Grupo de Harmonização Chico Xavier vão ao ar diariamente, ao vivo, no Canal da Comunhão no Youtube, às 12h00. É a oportunidade perfeita para você se conectar com a espiritualidade e encontrar a paz que tanto busca. Não deixe de participar do Grupo de Harmonização Chico Xavier e transformar a sua vida com a energia positiva e as mensagens inspiradoras que são compartilhadas. Inscreva-se agora mesmo no canal da Comunhão Espírita e não perca nenhuma edição! #GrupoDeHarmonizacaoChicoXavier #ComunhaoEspirita #TVComunhao 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Boa tarde, amigos, todos que estão nos assistindo nesse momento, a nossa harmonização do grupo Chico Xavier. Sejamos todos muito bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Bom, para começar esse nosso momento, vamos fazer uma prece de agradecimento. Agradecer primeiramente a Francisco Chico Xavier, Francisco Cândido Xavier, por ele estar dando todo o apoio espiritual, nos intuindo, levando a energia para cada um que está assistindo essa energia salutar. Então, nós agradecemos pelo por ele ser o mentor desse nosso momento, mas agradecemos ao Pai, esse Deus de finita bondade, pela criação divina que somos nós. Jesus por esse amigo que veio para nos ensinar e continua nos ensinando através da sua fala de muito tempo lá atrás, mas que hoje ela é tão atual como se nós tivéssemos naquela época ouvindo as explicações, as explanações dele. Agradecendo a Dr. Dizer de Menezes, o mentor dessa comunhão, essa comunhão que nos acolhe, essa comunhão que às vezes é uma escola, às vezes é um hospital, às vezes é um lar, depende do momento que nós estamos vivendo. Esse momento a pra gente é muito importante. Então, por tudo isso, nós agradecemos e começamos este nosso encontro na DCE Paz de Jesus. Bom, amigos, hoje nós vamos falar sobre aparências, né? Tá lá no eh renovando atitudes do Francisco do Espírito Santo Neto, não é o Chico Xavier, né? E pelo espírito Ramed. Ramed tem uma fala muito boa, tem umas lições muito preciosas que nos ajuda extremamente. E hoje nós resolvemos falar da aparência. Eh, cada um de nós tem uma aparência. Cada momento nossas vidas, às vezes nós usamos de determinadas aparências. E na psicologia a gente chama de máscara, né? mas que a gente vai falar sobre esse assunto daqui a pouquinho. Mas o Ramed, ele pegou uma parte do evangelho, capítulo 11, desculpa, capítulo 21, item um, item um, o primeiro item, que ele disse assim: "A árvore que produz maus frutos não é boa. Árvore que produz bons frutos não é mar, porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto. Não se
tem um, item um, o primeiro item, que ele disse assim: "A árvore que produz maus frutos não é boa. Árvore que produz bons frutos não é mar, porque cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto. Não se colhe figos nos espinheiros e não se cortam cachos de uva sobre as sarsas. Então ele quer dizer que cada um de nós, se nós não nos aperfeiçoarmos, nós vamos ser essa árvore que não dá fruto. Mas se nós nos aperfeiçoarmos a cada dia, nós vamos ser a árvore que dá frutos. Bons frutos, né? Bons frutos. Eh, e quando ele fala em árvore, que quando se você nós fizermos uma comparação, se eu planto um mamoeiro e se eu não cuido dele, se a terra não é favorável, primeiro, se a terra não é favorável, se eu não cuido dele, eu deixo. Se vem a seca, ele tem uma dificuldade muito grande de permanecer vivo. E quando vem água, é água demais. Então ele é mal cuidado, mal olhado, mal observado. Então o que que vai acontecer? Esse mamão não vai talvez nem dê mamão. E se der mamão, é um mamão pequeno, é uma mamão de consistência muito dura, que nós nem aproveitamos, não é adocicado, né? Então nós não aproveitamos. Mas se nós plantamos o mamão e bem plantado, fazemos aquela eh aquela dubação eh necessária para o mamoeiro, se na época da seca a gente tá regando, dele foi bem bem profunda e ele se mantém firme em pé. Ele vai dar uma mão de boa qualidade. Se nós pensarmos isto a nosso respeito, o que que vocês acham? A gente tem hora que a gente se cuida, tem hora que a gente não se cuida? Eh, em que situação eu me cuido ou eu não tenho me cuidado? É isso que o Hamed vem esclarecendo para nós, assim, de uma forma eh bem bem lúdica, sabe? Ele ele parece muito o espírito Emanuel. Nós fizemos várias vários livros do Emanuel nesse horário, né? E agora nós estamos fazendo o primeiro do RAMD. Aí ele vem comentando que se nós fugimos constantemente dos nossos sentimentos inferiores por a gente não não confiarmos em nosso poder de transformação, quer dizer, se eu fugir constantemente dos meus sentimentos inferiores e eu não
fugimos constantemente dos nossos sentimentos inferiores por a gente não não confiarmos em nosso poder de transformação, quer dizer, se eu fugir constantemente dos meus sentimentos inferiores e eu não confiar no no meu no meu no meu pessoal, né, no nosso poder pessoal de transformação, Não, o que que acontece? Como que eu posso melhorar? Como que eu posso eh me sair desse sentimento inferior? É que a gente fala de autoestima baixa, autoestima alta, boa, né? É porque a autoestima quando a gente não trabalha ela, se eu faço, vamos supor, essa harmonização e aí vocês comentam aí, péssima, eu nunca vi. tira essa essa pessoa, tira a Rute, né? Tira a Rute dessa harmonização e eu terminar e falar assim: "É mesmo, olha, foi muito ruim, entendeu? Eu eu não não tô não sou boa o suficiente, eu vou deixar os outros falarem, né? Eu vou acontecer o quê? Eu vou ser aquela árvore que não deu bons frutos. Mas se eu confiar no meu no no meu no meu poder pessoal de transformar, bom, eh nós não somos perfeitos. Nem sempre eu estou fazendo as coisas perfeitas. Eu tô de vez em quando eu erro, eu equivoco, eu equivoco. Então, se eu não entender isto e não ter esse poder pessoal de transformação, eu vou cair no num estado de desânimo e muitas vezes fica paraa vida toda, porque sempre tá alguém falando que eu não sou boa o suficiente para aquilo. E às vezes eu até estudei, mas na hora, por um motivo ou outro eu me confundi, né? Por isso que a gente traz sempre a minha a mensagenzinha aqui paraa gente não sair do texto e ficar bem bem porque não é uma conversa de só sentar no sofá e conversando. É alguma coisa que eu só eu tô falando e vocês estão ouvindo requer uma responsabilidade muito grande. Então, se eu não tiver esse poder pessoal e transformação, eh, e se eu, eh, e dessa forma eu fojar um disfarce para eu ser apresentada perante os outros como uma pessoa maravilhosa, eu vou continuar com produzindo, não vou, vou ser aquela árvore que não produz bons frutos, né? Por quê? Porque quando eu não dou conta de fazer aquilo
a perante os outros como uma pessoa maravilhosa, eu vou continuar com produzindo, não vou, vou ser aquela árvore que não produz bons frutos, né? Por quê? Porque quando eu não dou conta de fazer aquilo ou estou com preguiça, não me empenho, eu uso uma máscara, né? Eu uso uma máscara eh de da pessoa perfeita, aprendo a falar bonito, sem conteúdo, eh me visto muito elegantemente. Tudo isso para impressionar e dar a sensação de que eu sou muito boa naquilo que eu tava fazendo, né? Mas se você torcer ali, se você observar, não teve conteúdo. Não teve conteúdo. Por isso que às vezes uma pessoa fala muito bonito, mas você fala: "E aí? Foi bom?" Foi. Falou bonito, falou, mas o que que falou? Ah, sabe que eu não entendi direito? Então, não são árvores que às vezes elas ficam até belas, até belas, mas não dá fruto, não é? Aí, eh, foi a parábola da figueira, né? É maravilhosa, folhas lindas, mas não tinha figo, né? Então esse é um do dos parágrafos que Ramed vem esclarecer para nós, mas ele também fala que anulamos qualquer emoção que julgamos ser inconveniente. Realmente, eh, todas as vezes que nós temos uma emoção, eh, a gente, o que que a gente faz? Se a gente não sabe trabalhar com essa emoção que ela chega às vezes de repente pega gente desprevenido, eh, e eu falo: "Não, não, isso aí não, não serve, isso aí eu não quero, isso, isso não é bom para mim". A gente, nós falamos para nós mesmos, eu nunca sinto raiva. Alguém faz uma coisa muito grave comigo, eu falo: "Ah, deixa para lá". Eu também nem senti raiva, né? Eh, nunca guardo mágoa de ninguém. Vocês já viram alguém falar isso? Ah, mas fez isso com você. Você tá magoada? Não, não, não guardo mágoa de ninguém. A gente veste assim uma aparência de falsa humildade e de falsa compreensão daquela atitude com as pessoas. Quer dizer, isso nós estamos falando de aparências, né? Eu botei uma mensagenzinha aí sobre aparências, né, para vocês. A gente vê um homem muito rico, fala: "Nossa, olha, esbanjando dinheiro, olha que carrão,
r, isso nós estamos falando de aparências, né? Eu botei uma mensagenzinha aí sobre aparências, né, para vocês. A gente vê um homem muito rico, fala: "Nossa, olha, esbanjando dinheiro, olha que carrão, mora numa mansão, não sei o que tem." Nós não sabemos o que que acontece no íntimo daquelas daquele senhor. Ele tem o carro, sim, porque ele pode comprar. Ele tem a casa porque ele pode comprar, mas às vezes ele tem um sofrimento imenso. E eu julgo ele pelo exterior. Pelo exterior. Aliás, nós julgamos as pessoas pelo que ela tem de fora, mas a gente não quer saber o que que ela tem por dentro, né? Máscaras que nós estávamos falando fazem parte da nossa existência. Sim. Pensa bem, menin amigos, meninas, amigos, eh, irmãos, né? Pensa bem, vocês usam máscara? Vocês estão com muita raiva do do chefe e o chefe manda chamar vocês. A gente entra lá, fala: "O quê? E aí, senhor? O senhor mandou me chamar?" "Mandei." E a gente faz uma carinha de Jesus para ele. Mas na vontade era de assim de dar uma estranguladinha nele, não é? Então nós usamos muito porque depende da circunstância. Eu não posso falar para ele: "Olha, eu não vou fazer isso, eu não tô satisfeita com o senhor, eu". Nós não podemos, não podemos, porque nós vivemos numa sociedade onde nós precisamos daquele emprego. Nós precisamos de muitas coisas. Agora eu, se o chefe manda eu fazer alguma coisa que não cabe dentro da minha honestidade, aí eu não vou fazer. Eu não vou fazer porque ele falou que eu tenho que fazer, né? Essa é outra história, mas eh as máscaras, quer dizer, aconteceu alguma coisa ali, eu não quero explodir porque não é hora, eu faço uma carinha melhorzinha ou uma cara de de serenidade para depois eu resolver aquela situação. Então elas faz parte da nossa existência, sim, porque todos nós não somos totalmente bons ou totalmente maus, sabia? Nós temos os dois lados. Tem hora que eu sou muito boa, mas tem hora também que eu não sou das melhores, né? E não podemos fugir de nossas lutas internas, porque se esse chefe fala
lmente maus, sabia? Nós temos os dois lados. Tem hora que eu sou muito boa, mas tem hora também que eu não sou das melhores, né? E não podemos fugir de nossas lutas internas, porque se esse chefe fala alguma coisa para mim, eu eh eu lá dentro eu fico muito brava, fico muito brava, muito chateada. E na hora eu não vou eu não vou trazer aquela chateação porque ele é um superior, ele tá ali, eu sou uma, tô num serviço abaixo do dele, ele tá ali para me dar as ordens, né, do serviço que eu tenho que fazer, mas eu tenho que procurar me tratar daquilo. saindo ali, vou fazer uma reflexão, vou ver se eu tivesse no lugar dele, se aquilo tivesse acontecido, se não aconteceu nada demais, uma outra uma outra hora, quem sabe eu posso conversar com ele. Então, nós temos saídas, nós temos maneiras de nos portarmos e de repente até levar para aquela outra pessoa aquilo, fazer uma oração por ele. Às vezes ele é uma pessoa intolerante, ele é um mandão, né, que dá ordens o tempo todo gritando com bravura. Botamos ele nas nossas orações, que a oração consegue amolecer os corações, né? Temos que confrontá-las porque, mas confrontar dentro de nós não é ali com o outro. Temos que confrontá-las, porque somente assim é que nós vamos desbloquear os nossos conflitos, que são as causas que nos mantém prisioneiros diante da vida. Eu não gostei de alguma coisa. Ao em vez de esbravejar, como eu falei, nós nos recolhemos e deixamos. Se precisar de chorar, nós choramos. Se precisar de de contar para alguém muito íntimo, amigo, nós contamos ou vamos no atendimento fraterno na na no nosso centro, ou se for na comunhão, eu não moro em Brasília, eu peço online e nós atendemos prontamente em qualquer parte do mundo que tiver, né? Então, mas nós temos que trabalhar aquela aflição, aquela angústia, aquele aquele tumulto que tá dentro. Não vamos brigar e ficar um mês aborrecido e e ruminando aquela situação, certo? Devemos nos analisar como realmente nós somos. Se eu não sou de levar, se eu sou de levar desaforo para casa, se eu não sou
vamos brigar e ficar um mês aborrecido e e ruminando aquela situação, certo? Devemos nos analisar como realmente nós somos. Se eu não sou de levar, se eu sou de levar desaforo para casa, se eu não sou de levar, eu tenho que prestar atenção que eu vou chegar em casa fulminando como um dragão, soltando fogos, né, pelas narinas. É muito bom a gente analisar como a gente é. Aí sim a máscara ela é muito é muito essencial. Eu me analisando, eu diante de uma situação, eu não preciso de alterar. Eu não preciso de alterar porque eu sou aquilo. Se de tudo eu ainda não tenho aquela aquele aquela análise perfeita minha, sim, eu boto uma máscara da paciência, da tolerância do do bom cristão para depois eu resolver nossos problemas íntimos se resolvidos com maturidade. É isso que eu tô falando, irresponsabilidade e aceitação. É disso que nós acabamos de dizer. São ferramentas facilitadoras pra gente construir um alicerce mais vigoroso e adquiríamos o maior nível de lucidez e crescimento. Quer dizer, um minuto, por favor. Quer dizer que os nossos problemas que estão aqui dentro mais íntimos, se a gente resolver eles da forma que eu falei, vamos analisar, vamos pedir auxílio a alguém, se for preciso até um profissional, vamos ver a responsabilidade que eu tenho diante daquele problema meu íntimo, eu vou aceitar aquilo que eu sou, aquilo que eu tenho. Isso é uma ferramenta maravilhosa para cada dia eu construir mais um degrau no nível de lucidez e crescimento, né? E um degrau construir esse degrau. Não é que eu vou subir, não, eu vou construindo firme que me cabe ali, que eu não vou me perder, que não vai desmoronar, né? É igual aquela no evangelho, aquela casa feita na areia e aquela casa feita na rocha. Veio a tempestade, a da areia foi embora, da rocha ficou. Assim sou eu, entendeu? Quando me vejo diante de mim fragilizada, né? Fragilizada com sentimentos inferiores que nós acabamos de dizer. Não devemos nunca mantê-los, esses sentimentos, né? manter-nos escondido de nós próprios, não como se
o diante de mim fragilizada, né? Fragilizada com sentimentos inferiores que nós acabamos de dizer. Não devemos nunca mantê-los, esses sentimentos, né? manter-nos escondido de nós próprios, não como se fosse coisas assim, eh, coisas ruins. Às vezes a gente tem, às vezes a gente tem uma atitude e a gente fala: "Nossa, mas ninguém faz desse jeito, por que que eu vou fazer?" "Ah, eu fico com vergonha de ser assim". E aí o que que eu faço? Eu escolho ele dentro de mim, né? Como se fosse coisa feia, ruim, né? E sim, aceitar. Vou aceitar isso que chegou. Eu sou temperamental, eu vou não vou ficar ali presa porque vai me dar uma gastrite, eu vou aceitar essas emoções que vem lá do fundo. Eu penso assim: "Nossa, eu nunca fui desse jeito". Mas ela deixa ela vir, sim, para que nós possamos eh ver como nós somos realmente. E quando a gente vê como nós somos realmente, nós podemos sim procurar uma ajuda. Uma ajuda, é que eu acabei de dizer, profissional, espiritual, ou quer que seja, porque é muito interessante a gente fazer dessa forma. Aí ele vem falando também aqui, por não admitirmos que evoluir é experimentar choques existenciais, evoluir, gente, dá trabalho e dá confusão, né? e dar choque, como ele tá falando, tirmos que evoluir eh é experimentar choques, né, existenciais, nós vamos sempre estar ou deixar de lado, eu não vou fazer isso, eu não quero saber, eu não quero melhorar, eu sou desse jeito. Ne. Ah, eu pago com a mesma moeda. Mas o que que acontece? Eu falo: "Não, eu não posso fazer isso mais porque o outro que ofendeu, então é o outro que tá cometendo, tá tendo um comportamento inadequado. Mas se eu respondo ele com outra ofensa, eu estou igual a ele, né? Então eu, para eu evoluir, eu vou deixar ele fazer o que ele quer fazer, porque é dele, é dele. E porque e assim eu vou observando o tanto que isso é ruim, o tanto que isso é degradante, o tanto que isso eh eh a gente fica sente desenergizado com um comportamento deste, aí eu falo assim: "Aí eu não quero fazer isso não, não vou fazer".
o que isso é ruim, o tanto que isso é degradante, o tanto que isso eh eh a gente fica sente desenergizado com um comportamento deste, aí eu falo assim: "Aí eu não quero fazer isso não, não vou fazer". Mas por isso que eu falei um de cada vez. Eu falei porque isto, essa transformação, eh ela vai demorar. Ela não é de um dia para outro, principalmente quando nós temos o hábito arraigado de me ofendeu, eu ofendo. Jogou uma pedra, eu jogo outra. Ainda procura maior, né? Fez uma brincadeira sem graça, eu faço outra, mas sem graça. E assim são muitas outras que vocês podem estar pensando, né? Então eu tenho que promover essa transformação interior que é eu não sair de mim feito uma leoa para dar o troco, dar o troco, né, que a gente fala, né, e que às vezes deixamos que os outros decida, decida quem realmente somos nós. Olha aí quem somos nós. Porque se o outro faz e eu respondo à altura, eu estou deixando que o outro decida que eu tenha que reagir da mesma altura. E tô fazendo feio, tô fazendo um papel feio. E é isso que nós queremos, não. Nós queremos melhorar, nós queremos evoluir, né? Então, deixar que os outros decid quem realmente somos nós, colocando-nos então em estado enorme de impotência perante a vida. É tão ruim você tá sempre devolvendo aquilo ruim. Tem indiferença com você, você fica indiferente. E olha, tem coisa simples e pequenininha. Você lá no seu trabalho, onde quer que você esteja, isso eu de vez em quando viu? Você dá bom dia, a pessoa nem responde. Aí outra hora você dá bom dia, não responde. Sabe o que que a gente faz? também não vou dar bom dia para ele. Eu dou bom dia, não me responde. Olha ele ditando, o que que eu tenho para fazer? Se o meu, a minha educação me manda, me a minha me manda que eu cumprimente todo mundo, se ele não respondeu, é um problema dele, não é meu. Mas quando ele faz e eu não faço porque ele não fez, aí sim o problema é só meu, né? Olha como que é, como que é. Difícil, né, a gente conviver com esses sentimentos opostos da daquilo que nós somos, mas nós
ndo ele faz e eu não faço porque ele não fez, aí sim o problema é só meu, né? Olha como que é, como que é. Difícil, né, a gente conviver com esses sentimentos opostos da daquilo que nós somos, mas nós fazemos porque o outro tá fazendo conosco, né? Aí ele fala que também que a maneira de como os outros se eh não, portanto, não nos façamos de superior. Nós ninguém é superior a ninguém, sabia? Eu sou superior em alguma coisa, mas o outro é em outra coisa, o outro é em outra coisa, né? Então a gente tem que apreciar a superioridade da daquela pessoa e tentar, será que eu posso realmente fazer o que ele faz? Será que eu posso trabalhar para um dia eh fazer como ele está fazendo, não ser igual a ele, porque ninguém é igual a ninguém, né? Então, não nos passamos de superiores aparentando comportamento de perfeição apressada. Quer dizer, eu não sou essa gracinha e de repente eu apareço uma gracinha. Sabe que isso acontece até estranheza? Eu já vi alguém fal assim: "Nossa, o fulano de repente mudou tão rápido, será o que que aconteceu?" Porque essa mudança de hábitos, ela não é rápida, ela é muito devagar. Mas progressiva. Nós temos que ser progressivo nessa nossa mudança, né? Então, é pressada. Não vamos fazer isso, eh, querer fazer de um dia para outro porque não vai dar certo, porque é comportamento adquirido de longo tempo. Ele já tá enraizado aqui dentro. O mamo adianta você jogar adubo nele mais, não adianta jogar mais água ou deixar ou qualquer coisa, porque ele já se perdeu dentro daquela daquele comportamento dele, né? Tá certo? Mas aí ele continuou falando, né, confeição apressada. Isto isto não nos fará bem psicamente, nem ao menos nos dará oportunidade de fazer autovilamento. Quer dizer, quando nós eh temos aparentamos comportamento de perfeição apressada, que eu falei, esse apressado, isso não vai fazer bem, não vai fazer bem porque eu tenho que agir muito bem dessa com essa aparência de boazinha, de concordata, de muito educada. Quer dizer, isso fica bem psicamente? Não.
pressado, isso não vai fazer bem, não vai fazer bem porque eu tenho que agir muito bem dessa com essa aparência de boazinha, de concordata, de muito educada. Quer dizer, isso fica bem psicamente? Não. Tem hora que eu fico muito cansada de ser o que eu não sou, né? Eh, nem a oportunidade de fazer o autoburilamento. mudo. Eu tenho um comportamento de perfeição apressado, ao invés de ir devagar, como nós falamos, que devagar eu vou me burilando, igual você pegar uma pedra com várias pontas e passando o o a máquina nela até ela virar uma pedra redonda, correta, a uma madeira, você pega a madeira, corta e você ali vai talhando ela. De repente ela vira um móvel muito lindo, mas é lento, não é depressa, né? Vamos deixar dessas falsas aparências, amigos, que não nos leva a nada. É o primeiro passo para a transformação. Eu falei, eu não quero mais ter essa aparência, não quero mais, né? Vou vou vou mudar, vou me analisar essas minhas emoções e sentimentos. Por que que será que eu tô querendo dessa falsa aparência? Que sentimento que isso me traz? Mas vamos aprimorá-los, porque isso eu tenho, eu tenho um sentimento, eu tenho uma emoção, só porque tá no lugar errado. Então eu vou começar a botar ele no lugar certo. É pesado, é pesado, mas não é impossível. Vamos canalizar nossas energias, né? essas energias, eh, as nossas energias, faremos dela uma cartaze negativos, né? Analisadas nossas energias, faremos ela um cartaz de fluxos negativos, transmutando a fim de entregar integrá-las adequadamente. É o que acabamos de dizer. Vamos fazendo aquilo, pegar eh, ver como o que que o que que essa energia minha tá me fazendo do jeito que ela está. Tá ruim? Tá ruim. Então vamos mudar. transmutando-a, né? Vamos fazer diferente. Vamos ver como que é se eu fizer de outra maneira. Ou podemos pensar, eu era desse jeito? Não, eu não era. Eu tinha uma aparência bem eh não era, eu não tinha aparência falsa, eu não usava máscara. Mas um dia eu precisei, porque nesse mundo tenho que ter uma máscara de pesar tantos
jeito? Não, eu não era. Eu tinha uma aparência bem eh não era, eu não tinha aparência falsa, eu não usava máscara. Mas um dia eu precisei, porque nesse mundo tenho que ter uma máscara de pesar tantos quilos. Eu tenho uma ten uma máscara de ter cabelo liso ou cabelo anelado. Eu tenho uma máscara de não sei o quê. Eu tenho. A gente vive de máscaras e às vezes nós não nos conhecemos, certo? Aceitar a nossa porção amarga, né? É chato, né? A gente saber que a gente tá amargosa, né? amargosa. Vamos aceitar essa porção amargosa, porque essa eu aceitando que eu sou amarga é o primeiro passo para eu transformar. Porque se eu não acho que eu sou amarga, eu vou transformar o quê? Eu já sou boa demais, não é? Sem fugirmos para um novo local, não é? Eu sair de uma amarga de de uma porção amarga e ser aquela gentil ao extremo de uma hora para outra. Isso aí eu fugir para um outro local, fugir para aquela delicadeza que eu não tenho, eu ainda sou amarga. É ir fazendo lentamente. Lentamente ela vai tomando o lugar do amargo e vai trazendo o lugar do adocicado, né? Então, sem fugir para o novo local, emprego ou novos afetos, a gente sempre corre outro lado que é igual a esse que nós estamos, entendeu? É, tem que ser, quando a gente fala muito de transformação aqui, tem que ser através de transformação lenta e gradativa. Eu não posso eh fazer uma dieta e emagrecer durante uma semana. Eu preciso de fazer uma reeducação alimentar. Reeducação é o quê? Ela é lenta. Eu comia dois pães por dia. Não, não dá. Não dá. Mas eu vou um só para eu não ter sofrimento e depois eu comer quatro de uma vez. Então eu vou ficando em um pão só por um tempo. Aí depois meio pão e depois eu não quero mais pão, eu vou para outra outra comida. Aí eu nem sinto falta do pão mais. Isso é uma reeducação, né? Porque a gente fugiu do novo local, emprego ou novos afetos, porque isso não nos curará do sabor indesejável. Olha, não cura, gente. Pelo contrário, eu vou para um outro lado com outro tipo de problema, talvez,
ente fugiu do novo local, emprego ou novos afetos, porque isso não nos curará do sabor indesejável. Olha, não cura, gente. Pelo contrário, eu vou para um outro lado com outro tipo de problema, talvez, né? Mas somente nos transportará para um novo quadro exterior. Eu sempre tô olhando lá para fora, ao invés de olhar aqui para dentro. A transformação, amigos, a gente olha para dentro que a transformação tem que ser aqui dentro. Não dá para eu transformar o outro para ele ficar do jeitinho que eu quero. Eu tenho que aceitá-lo dentro das condições dele, das coisas boas dele, das coisas que não são das melhores, mas eu não posso mudar o outro em benefício meu. Isso não é legal para mim. Os nossos conflitos não conhece as divisas da geografia e se não encaradas de frente, resolvidas, eles permane permanecerão conosco onde quer que estejamos na terra. Eh, por exemplo, eu sou muito intransigente em Brasília, aí eu vou lá para Salvador, aí lá eu não vou ser intransigente, eu vou ser do mesmo jeitinho, do mesmo jeitinho. Eu me irrito facilmente em São Paulo. Ah, não, mas eu vou pro Rio de Janeiro. Ah, lá eu não vou irritar, vou irritar com certinho, porque a irritação tá dentro de mim. Isso que nós temos que ter consciência. Essas coisas estão dentro de nós e nós exteriorizamos elas. E a partir da hora que eu faço, começo a fazer transformação, aqui dentro vai transformar, não vai sumir. Eu vou começar a reconhecer que aquela situação que eu estou vivendo é de aparências, porque eu não sou aquele, não é? Então ele vai terminando. O nosso tempo já tá, já tá eh saturado, né? Mas só tem um pedacinho aqui que eu vouar lembrar a vocês. Lembremo-nos de que por mais que se esforce as más árvores parece para parecer boas, mesmo assim elas não produzirão bons frutos. Por mais que aquele mamoeiro a gente joga adubo, a gente não poda mamoeiro, né? A gente tira as folhas secas, a gente dá uma, bota alguma coisa para ajudar para ela não cair, mas ele não vai produzir bons frutos porque ele não
ro a gente joga adubo, a gente não poda mamoeiro, né? A gente tira as folhas secas, a gente dá uma, bota alguma coisa para ajudar para ela não cair, mas ele não vai produzir bons frutos porque ele não nasceu, não nasceu já eh com na terra propícia para aquilo. Também os homens também nós serão reconhecidos, não pelos aparentes frutos. Nós não vamos ser reconhecidos pelo pelos aparentes frutos, não por manifestarem atos e atitudes mascarados de virtudes, mas por ser criaturas resolvidas interiormente e consciente de como funciona seu mundo emocional. Eu achei isso lindo, por isso que eu tô lendo bem direitinho, né? Nós não vamos ser reconhecido pelos aparentes frutos. Ah, eu sou bonitinha, eu vou botar uma roupa bonita, eu vou fazer uma maquiagem, eu vou ajeitar o cabelo, eu vou e chego lá assim numa educação que ninguém até me desconhece, né? Mas para não para manifestar atos e atitudes mascarados de virtude. Sou boa e vou judar. Vocês estão precisando de cesta básica. Eu vou trazer umas três, umas três cestas básicas, mas não me chama para ir lá entregar não. Ó, olha aí, né? Mas por ser criaturas resolvidas interiormente e consciente de de como funciona seu mundo emocional, nós vamos ser resolvidos pelo tanto que eu me conheço e o tanto que eu posso dar de bom naquilo que eu tenho. Somente pessoas com esse comportamento estarão aptas ser árvores produtoras de frutos realmente bons. Então, viver de aparências é um ledo engano. Uma hora as máscaras caem, uma hora nós somos só nós e aí a gente vai encontrar uma pessoa que a gente não queria, não queria ser daquele jeito. Então, é muito mais fácil a gente admitir todas as nossas dificuldades, todos os nossos equívocos e tentar transformá-lo. Tentar não, transformá-lo lentamente, mas transformá-lo. A doutrina espírita nos ajuda muito a fazer essa transformação. O evangelho, né? O evangelho. Lê, estuda o evangelho que vocês vão ver que cada capítulo nós vamos aprender uma coisinha que vai nos ajudar nessa transformação, certo?
uito a fazer essa transformação. O evangelho, né? O evangelho. Lê, estuda o evangelho que vocês vão ver que cada capítulo nós vamos aprender uma coisinha que vai nos ajudar nessa transformação, certo? Então, amigos, um bom dia, uma boa tarde para vocês. Que a doce paz de Jesus esteja no coração de cada um. E nós agora vamos ficar com o passe virtual. Beijo no coração e até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do
a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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