Anjos da guarda e Espíritos protetores • Herculis Romano
Os anjos da guarda e os Espíritos protetores são presenças constantes em nossa jornada, amparando-nos com amor e sabedoria nas lutas diárias. Nesta palestra, *Herculis Romano* reflete sobre o papel desses benfeitores espirituais segundo a Doutrina Espírita, convidando-nos à confiança, à prece e à sintonia com o bem. 🕊️ *Palestra:* *Anjos da guarda e Espíritos protetores* 📅 *Sexta-feira, 24 de outubro – 18h30* 📍 *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) *#Espiritismo #AnjosDaGuarda #EspiritosProtetores #DoutrinaEspirita #HerculisRomano #PalestraEspirita #UEVC #VitóriaDaConquista #Espiritualidade #AmparoEspiritual #Jesus #AllanKardec* *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos à nossa sala virtual. É um prazer muito grande reencontrá-los novamente. Vamos serenar nossa mente para agradecermos a Deus, a Jesus, aos benfeitores amigos que estão sempre conosco. Que o divino mestre amigo envolva todo o nosso planeta com a paz, com harmonia e com amor. E que todos nós, internautas, ouvintes, que estamos conectados com esta casa espírita virtual, sejamos envolvidos com estas energias geradas neste momento e que possamos compreender as reflexões dadas hoje pelo nosso amigo Hércules Romano, que Que a tua divina luz, Senhor Jesus, envolva o nosso palestrante, inspirando-o em suas reflexões. S conosco, Divino Amigo Jesus, hoje e sempre. Hoje nós temos a grata alegria de recebermos Hércules Romano de Rondônia, que nos falará sobre anjos da guarda e espíritos protetores. Boa noite, Hércules. Seja muito bem-vindo. A casa é sua, meu irmão. >> Boa noite, Maria. Boa noite, Naira. Boa noite, amigas e amigos de Conquista esse lugar e de todas as redes amigas que retransmitem essa live. Eh, com grande alegria que aqui nós estamos, né, com muita saudade desse povo amigo, acolhedor de conquista, né? Então, hoje o tema trata de de uma ideia, na verdade muito recorrente, muito necessária de ser experienciada por nós o tempo todo, sempre sendo revisitado, revisto, reavaliado, que é a questão de como nós nesse mundo nos colocamos, né? o quanto nós caminhamos sozinhos ou não. A ideia do anjo da guarda, dos espíritos protetores e familiares traz eh eh traz respostas e informações úteis para para essa compreensão. Então, pra gente entrar nesse tema um pouco mais, eh seria justo nós fazermos uma uma pequena regressão, né? Eh, é importante entendermos que nós aqui neste momento, enquanto seres encarnados, espíritos encarnados, nós estamos num trânsito. Às vezes, por força da circunstância da vida física, nós acabamos nos comportando como se fôssemos homens e mulheres que quando ocorrer a morte do corpo físico, nos tornaremos ou simplesmente iremos
. Às vezes, por força da circunstância da vida física, nós acabamos nos comportando como se fôssemos homens e mulheres que quando ocorrer a morte do corpo físico, nos tornaremos ou simplesmente iremos para o mundo espiritual. Na verdade, nem pensamos muito que regressaremos. pensamos que iremos como se aqui fosse o ponto de partida, como se aqui fosse o ponto de referência. Eh, isso é muito resultado do modo mais antigo e que nos foi incutido dentro do tronco das religiões judaico-cristãs, de que nós temos uma existência só. Somos imortais, Deus nos criou imortais. mas nos deu uma experiência, uma existência, né? Foi assim que a as tradições religiosas, tanto judaicas quanto cristãs, ou mesmo as que depois foram no sentido do islamismo, todas estão trabalhando sempre dentro dessa ideia. a doutrina espírita resgatando conceitos e ideias que Jesus nos trouxe, ainda que não tem aprofundado, e nos trazendo as evidências eh eh das observações ao tempo de Kardec e depois nos revelam os espíritos que nós, na verdade, não somos homens e mulheres que nos tornaremos espíritos ou nos iremos os para o mundo espiritual. Nós somos espíritos imortais que no nosso processo evolutivo precisamos da experiência material que o corpo nos oferece para desenvolvermos habilidades que o que Deus ao nos criar colocou em nosso íntimo de uma forma, digamos, latente, né? Todos nós, como criaturas divinas temos a herança de Deus. Então, nós temos todos os poderes divinos em nós, mas como uma semente que precisa do estímulo, da provocação ambiental para germinar, para desenvolver suas potencialidades. Então, nós somos sementes de Deus. Não Deus no sentido absoluto, mas Deus no sentido relativo. O que, aliás, Jesus nos disse que éramos. Jesus nos lembrou que éramos deuses e que poderíamos fazer coisas ainda mais maravilhosas do que aquelas que ele estava fazendo entre os homens, que os homens estavam vendo, os milagres, as curas. Mas era preciso ter uma relação com Deus muito profunda, uma relação com Deus de intimidade.
do que aquelas que ele estava fazendo entre os homens, que os homens estavam vendo, os milagres, as curas. Mas era preciso ter uma relação com Deus muito profunda, uma relação com Deus de intimidade. Por isso ele disse que era preciso ter fé, ainda que fosse uma fé pequena, mas que ela fosse consistente. A fé não é só uma crença. fé é uma certeza, na verdade que que propicia e resulta de uma relação com Deus. A fé, poderemos dizer de uma outra forma, é o nosso amor a Deus, é o nosso modo de amar a Deus. É a nossa fé. Quem tem fé ama Deus. Não é fé no sentido somente da crença, é de um de uma existência, né? Eh, a palavra fé na Bíblia, ela ela ela em hebraico, na verdade, a tradução melhor seria confiança, né? Confiança que se se estabelece na relação. Então, a fé em Deus é a confiança em Deus que se estabelece na nossa relação com Deus. Então, o que que a doutrina espírita veio nos ensinar? que Deus nos criou simples e ignorantes como sementes de divindade, nos dando todo um roteiro evolutivo para que saindo desse princípio muito simples, alcançássemos a plenitude inevitável, que é de nos tornarmos espíritos plenamente desenvolvidos, a que chamamos espíritos puros. Por que puros? Porque eles conseguiram ao longo da jornada e vencendo as etapas que o desenvolvimento relacionado à matéria impõe, de maneira que eles foram cada vez mais no primeiro momento, como todos nós, necessitando da matéria para o crescimento e o despertamento, mas depois foram se liberando das influências excessivas que a matéria impôs e se desenvolvendo em níveis superiores de existência. Então, o nosso destino é isso, é alcançarmos a condição de espíritos puros ou como alguns gostam de chamar também anjos, arcanjos, né? Então essa ideia é fundamental, entender que estamos numa jornada evolutiva, numa jornada de desenvolvimento pessoal como indivíduos e coletivo, como humanidade, como grupo, né? Nós estamos longe das formas mais primitivas de existência pelas quais já passamos nos reinos inferiores, mas também ainda estamos
pessoal como indivíduos e coletivo, como humanidade, como grupo, né? Nós estamos longe das formas mais primitivas de existência pelas quais já passamos nos reinos inferiores, mas também ainda estamos muito longe dos níveis superiores, eh, aonde os bons espíritos, os espíritos superiores e os espíritos puros existem. são a a existência de um espírito puro, pleno, desenvolvido, ele nos escapa compreensão. Jesus, o espírito mais evoluído que esteve entre nós, né? Um Cristo de Deus, um espírito puro, esteve entre nós e nos deu um uma palinha, como se diz, um uma frestazinha do que é ser um espírito pleno, puro. Na verdade, o nível consciencial de Jesus nos escapa. Quando ele diz assim: "Eu e o Pai somos como um. Todos os dias vejo a face do meu pai". Ele está nos revelando a natureza da sua existência, do seu ser, da sua conexão, da sua intimidade com Deus. Isso a gente compreende aqui com a cabeça, com o intelecto. Mas como nós não temos experiência íntima, emocional, psíquica, para poder entender isso, a gente faz só uma vaga ideia. Imagina o que é você ser alguém que simplesmente está numa conexão constante com o Pai. Nada lhe escapa, tudo lhe revelado. O Pai lhe desdobra tudo à frente, lhe dá todo o poder. Então esse é o nosso futuro, é para isso que nós estamos. E Deus é um pai zeloso, como o mestre nos ensinou. Ele simplesmente não só nos cria e nos larga depois por aí, não. Ele nos cria e nos acompanha. A gente até pode dizer que a criação de Deus em relação a nós é constante. Nós existimos e caminhamos e avançamos e evoluímos porque Deus quer. Porque esta é a maneira de Deus nos amar. É Deus que nos sustenta. Toda a criação, sejam as galáxias, sejam as estrelas, os planetas, tudo que existe no universo material é a expressão desse querer amoroso de Deus. E o nível espiritual, as criaturas da realidade espiritual, que somos nós e todos os outros, somos também nutridos e mantidos por esse amor de Deus. Então, é por isso que costuma se dizer que Deus é amor. É porque isso que a gente quer
da realidade espiritual, que somos nós e todos os outros, somos também nutridos e mantidos por esse amor de Deus. Então, é por isso que costuma se dizer que Deus é amor. É porque isso que a gente quer entender como sendo o amor, né, ainda é um pouquinho só do que deve ser o amor de Deus, é eh eh é essa expressão criativa sustentadora. Tudo existe por esse amor que tudo sustenta, né? A gente pensando nisso, a gente vai compreender porque Kardec lá na Gênese, quando nos fala de novo de Deus, como falou lá na no livro dos espíritos, ele vai falar da providência divina. E lá ele chama atenção para um fato muito importante que às vezes mesmo nós espíritas às vezes batemos a cabeça. Porque quando a gente estuda na terceira parte do livro dos espíritos as chamadas leis morais, as leis divinas, nós entendemos e aprendemos lá pelo que nos foi dito, de que as leis de Deus são imutáveis. Então elas são sempre as mesmas leis. Por quê? Porque as leis de Deus são a expressão da vontade de Deus. Como Deus é imutável, Deus é Deus. A expressão da sua vontade que se consubstancia nisso que nós chamamos suas leis também será imutável. E aí alguns pensam, ora, se tudo segue conforme a vontade de Deus e a vontade de Deus é imutável, Deus não precisa ficar olhando não. Deus ligou o piloto automático e tá deixando cada um seguir o seu voo, cada um seguir de acordo com o que as leis impõe. Aí Kardec esclarece que essa interpretação, na verdade, eh eh eh ela ela ela é limitada porque ela está interpretando um aspecto da lei isoladamente. A lei é imutável, mas na verdade quando a gente vai indagar sobre como a lei de Deus se aplica, a gente descobre nesta nesta terceira parte que a lei de Deus é apropriada aos mundos, as realidades. Então, em essência, a lei é a mesma, mas a aplicabilidade dela vai depender do quanto nós criaturas somos capazes de entender essa lei e de vivenciá-la. Então, o pai entende a nossa capacidade de de compreender e de conhecer a sua lei e de vivê-la. Por isso, ele nunca vai exigir de uma
nós criaturas somos capazes de entender essa lei e de vivenciá-la. Então, o pai entende a nossa capacidade de de compreender e de conhecer a sua lei e de vivê-la. Por isso, ele nunca vai exigir de uma criança a compreensão e o comportamento de um adulto, nem muito menos de um sábio. Entendendo isso, a gente vai perceber que, conforme Kardec lembra na Gênese, que a providência divina sendo a solicitude de Deus é permanente. Deus está ligado a toda a sua criação. Então, nada na sua criação escapa. a sua presença, a sua solicitude, a sua providência. Nada. Deus é soberanamente justo e bom, é onipotente, é onisciente, onipresente. Nada escapa ao seu conhecimento, nada escapa ao seu poder, nada escapa ao seu querer. Tudo que acontece no universo grande ou no universo pequeno, fora ou dentro de nós, é do conhecimento de Deus. E é do conhecimento de Deus antes de qualquer coisa. Por isso, Deus só permite, de acordo com a sua lei ou a sua vontade aquilo que está dentro desse contexto maior. E a gente não pode perder de vista que um dos aspectos da lei, ou na verdade o corolário da lei divina é a lei de justiça, de amor e de caridade. Isso por quê? Porque Deus nos criou para sermos plenos e vivermos conscientes no seu seio. Deus nos criou na ignorância de nós mesmos e dele, para que desenvolvendo-nos ao longo do tempo, alcançássemos a plena consciência de nós mesmos e dele em nós e em tudo. Então, esse é o é a grande jornada, este é o grande processo. E o pai não iria nos lançar numa jornada como essa e nos deixar simplesmente como robozinhos andando por aí. Porque senão poderíamos perguntar porque que ele já não nos criou perfeitos e plenos. Porque isso tiraria de nós o mérito de nos tornarmos quem somos. Olha que beleza, ele nos deu o livre arbítrio, nos deu os poderes e as faculdades, nos deu a capacidade de aprender com os nossos erros, com os nossos acertos e foi nos auxiliando nessa caminhada para que a gente não saísse demais, não derrapasse demais na estrada evolutiva. E para que
deu a capacidade de aprender com os nossos erros, com os nossos acertos e foi nos auxiliando nessa caminhada para que a gente não saísse demais, não derrapasse demais na estrada evolutiva. E para que isso acontecesse, ele sempre cuidou de suas criaturas. Por isso é que sempre ao lado de cada um de nós teremos a assistência de Deus nos guiando, dando-nos a liberdade dentro do que a sua lei permite. Porque a liberdade, o livre arbítrio não é a liberdade de tudo fazer, é a liberdade de tudo escolher. Eu tenho a liberdade de escolher, de fazer. vai depender do que a lei permite, dos limites que ela impõe. O livre arbítrio é muito mais uma instância íntima. é um é o desenvolvimento de uma capacidade de deliberação, de escolha, de treino, de saber o que é melhor para o meu crescimento e evitar aquilo que faz mal ao meu crescimento. É nisso que consiste o grande mérito do livre arbítrio. Então, para que nós avançássemos com mais segurança, sendo que nós para aprendermos precisamos ter a oportunidade da experiência, o exemplo que nos é mostrado nos é útil para aprimorarmos a escolha. Trocando em miúdos. Se eu não sei o que é certo, como eu aprendo o que é certo? Alguém tem que me dizer o que é certo primeiro como uma notícia e uma revelação. E eu vivenciando a experiência vou avaliar o quanto essa revelação é verdadeira ou não. Então, por isso o pai dentro das suas leis tem uma lei de solidariedade, uma lei de fraternidade, uma lei de igualdade. Então, todos nós estamos solidariamente unidos, ligados. Nenhum de nós é uma ilha sozinha no universo. Todos estamos ligados a grupos, grupos menores, grupos maiores, grupos enormes e todos estamos conectados na grande realidade do Pai. Por isso, Deus, por meio de seus emissários que executam sua providência, nos envia aqueles que hão de nos ensinar e hão de nos auxiliar no aprendizado. Eles ensinam e nos auxiliam a aprender o que ensinam. Em termos de humanidade, nós teremos os grandes emissários de Deus, os grandes missionários.
de nos ensinar e hão de nos auxiliar no aprendizado. Eles ensinam e nos auxiliam a aprender o que ensinam. Em termos de humanidade, nós teremos os grandes emissários de Deus, os grandes missionários. Aqueles que vieram ensinar as multidões. Jesus é o nosso exemplo, melhor conhecido e aquele que nós sabemos que foi o melhor guia e modelo. Mas a humanidade antes de Jesus e mesmo depois dele e em vários lugares recebeu sim, recebeu a visita daqueles que mais adiantados do que a média da humanidade terrestre vieram trazer a sua contribuição para que todos nós aprendêsemos. Então, Deus não nunca nos deixou órfãos, nem como indivíduos, nem como humanidade. Agora, a todos sempre deu a liberdade, o direito de recebendo o presente acolhê-lo ou não. Mas se existe isso para a humanidade como todo, precisamos nos lembrar que nós aqui na Terra temos o nosso grande protetor, guia, que é Jesus. Jesus é o governador do mundo, é o governador da terra, é aquele que nos guia como grupo, como humanidade. É o nosso pastor como ele mesmo se designava. Todos nós, mais evoluídos ou menos, somos ovelhas desse grande rebanho. E como ele disse, nenhuma de suas ovelhas se perderia, porque ele seria como o bom pastor aquele que iria atrás da ovelha desgarrada sempre, porque a ele interessa cumprir o desígnio que o Pai lhe deu de levar todos os que foram colocados sob a sua a sua guarda até que alcancem o objetivo da jornada evolutiva. Que objetivo é esse? viver na realidade superior que nós chamamos de felicidade ou de reino de Deus. Então, Jesus e Jesus como governador enviou vários emissários em seu nome, falando as várias culturas, as várias comunidades. Mas Jesus, como um grande pastor e um grande governador não se restringe a cuidar dos grupos grandes, porque como ele disse, ele nos conhece um por um. Ele sabe nossos nomes, ele sabe nossa história, ele sabe o que nós já alcançamos e o que precisamos alcançar, mas sabe mais ainda o que nós podemos alcançar. E para isso ele providencia que os recursos
le sabe nossos nomes, ele sabe nossa história, ele sabe o que nós já alcançamos e o que precisamos alcançar, mas sabe mais ainda o que nós podemos alcançar. E para isso ele providencia que os recursos disponíveis nos cheguem de modo que nós possamos aproveitar as múltiplas experiências de aprendizado, de evolução enquanto encarnados em particular, porque o tema também se refere à nossa condição de espíritos errantes ou espíritos fora da matéria, porque A vida é uma só, as existências são muitas, mas em particular no tema de hoje, precisamos considerar a nossa condição de espíritos que mergulharam na matéria atendendo a um programa, a um projeto evolutivo. Somos como alunos que vamos para uma escola. Essa escola precisa dos professores, precisa do currículo, da grade escolar, mas precisa da estrutura, precisa de uma sala iluminada, dos livros, mas precisa também dos outros apoios, do diretor da escola, da secretária, da faxineira, da tia que ajuda a ficar no corredor, de quem faz a, ou seja, nós somos levados a uma experiência onde recursos de toda ordem são colocadas colocados a nosso favor para que a gente alcance sucesso. Nenhum de nós encarna para perder, nenhum de nós encarna para cair. Não há programa encarnatório para falência. Tudo é programado e projetado para que a gente alcance o objetivo de melhora. Então, é claro que Jesus, como um grande gestor espiritual deste mundo, vai nos dando a todos as possibilidades. Agora é lógico, não adianta você me mandar nos limites da minha capacidade para uma escola em condições aonde só aqueles mais adiantados podem aproveitar. eu vou ficar lá perdido. Como também não adianta trazer um grande gênio para colocar no jardim da infância, porque ele vai ficar perdido, ele vai ter dificuldades. Então, é claro que a realidade que nos é apresentada, a experiência que nos é oferecida é proporcional e adequada à nossa capacidade de aprendizado e à nossa necessidade de aprendizado. Por isso, quando se diz que cada um tem aquilo que
os é apresentada, a experiência que nos é oferecida é proporcional e adequada à nossa capacidade de aprendizado e à nossa necessidade de aprendizado. Por isso, quando se diz que cada um tem aquilo que merece, na verdade, a gente tem que lembrar que cada um tem aquilo que necessita. Necessitar e merecer é uma é um binômio como o cara e coroa. As duas experiências estão juntas nesse condão. Considerando a nossa condição de indivíduos ou de grupos pequenos como famílias dentro de um projeto evolutivo, Deus por meio de seus emissários e aí por meio de Jesus e por meio dos emissários de Jesus. garante que nós recebamos toda a assistência necessária e útil para que nós cresçamos. É nesse papel que entram em particular os anjos de guarda, os anjos da guarda. A palavra anjo para nós espíritas já está mais clara, porque nós sabemos hoje que anjos não são seres que foram criados por Deus separadamente, perfeitos, puros, que já nunca erraram porque nunca passaram, nunca precisaram da experiência que nós precisamos. Não. Todo aquele é que nós chamamos de anjo ou espíritos purificados, espíritos puros, são espíritos que passaram pela mesma jornada evolutiva que nós. Eles também foram criados por Deus lá na simplicidade e ignorância do começo e seguiram a sua jornada. O livro dos espíritos nos diz que a jornada é longa e uns andam melhor do que os outros, porque Deus nos deu a liberdade. Mas a verdade é que como somos imortais, esse andar mais devagar ou mais lento perde o sentido quando você olha a eternidade. Todos nós estamos fluindo e eles são esses. Então esses são aqueles que conhecem a nossa experiência, eles nos conhecem o trajeto, eles conhecem a jornada, por isso eles têm condições de nos ajudar verdadeiramente. Eles não são instrutores moralistas que vem nos chamar atenção e nos dar bronca, não. Eles vêm nos orientar, nos oferecer sugestões de como refinar e melhorar nossas decisões, como melhorar o nosso pensar, melhorar o nosso sentir, mudar os nossos hábitos, como melhorar as escolhas
não. Eles vêm nos orientar, nos oferecer sugestões de como refinar e melhorar nossas decisões, como melhorar o nosso pensar, melhorar o nosso sentir, mudar os nossos hábitos, como melhorar as escolhas evitando aquilo que nos enfermiça espiritualmente, aquilo que nos torna saudáveis espiritualmente, porque a caminhada é feita dessas escolhas está mais na bem, está melhor na caminhada ou mais complicado na caminhada é sempre consequência de nossas escolhas do presente e do passado. Só o futuro está aberto. Aberto na medida que ainda podemos mudar. Mas o futuro também já tem influência do nosso presente, do nosso passado. Há erros, a equívocos, como também há acertos a coisas boas que fizemos lá no passado, que estão influenciando o presente e também já estão influenciando o futuro. Há coisas que nós hoje fazemos boas e ruins, que estão gerando repercussões no futuro. Então, o amanhã ainda pode ser ajustado em função do que nós no presente estamos fazendo, como uma maneira de compensar tudo que já aconteceu. E o anjo da guarda é esse espírito superior, muito mais avançado do que nós, porque senão ele não nos poderia conduzir com tanta segurança, que nos administra, que nos acompanha. a nossa jornada. Eles não precisam necessariamente estar 24 horas, 60 minutos por hora, 60 segundos por minuto, coladinhos com a gente. Não, eles estão ligados à nossa existência de uma maneira que nós estamos sempre numa intercomunicação com eles. Nós num momento qualquer vivemos uma situação que precisa de uma assistência mais próxima deles, eles imediatamente estão próximos. Ninguém precisa mandar um recado, pegar o celular, ligar para ele, mandar um telegrama. Não, pela missão que eles acolheram, receberam, que o Pai, no caso Jesus, lhes deu, eles já se conectam conosco e desde o nosso processo, antes mesmo de encarnarmos, eles já nos ajudam nesse processo e na medida que nós nascemos, eles assumem essa responsabilidade e se e se conectam conosco. Agora, é claro que se nós voluntariamente,
o, antes mesmo de encarnarmos, eles já nos ajudam nesse processo e na medida que nós nascemos, eles assumem essa responsabilidade e se e se conectam conosco. Agora, é claro que se nós voluntariamente, por um exercício habitual, estamos sempre num movimento de maior intimidade com eles, de maior conexão, essa interatividade funciona melhor. Eu disse há pouco agora que a conotação da palavra fé na Bíblia é comunhão, mas é uma comunhão no sentido da confiança, na verdade, a confiança em Deus no sentido da comunhão com Deus. Então, é a confiança que resulta da convivência dessa comunhão. Em relação ao seu anjo da guarda, você tem o mesmo processo, se assim eu quiser. Se você cultiva essa ligação maior com ele, você vai receber muito mais influxo dele. Não é que ele não te dá mais em outros momentos, é que você não recebe. Deus não nos nega nada. Deus é como uma chuva que tá chovendo o tempo todo. Bênçãos em nossa direção. Mas nós precisamos sair da caverna onde nos escondemos no nosso egoísmo e orgulho. Precisamos nos abrir pelo esforço da nossa compreensão e do nosso desejo de comunhão com o Pai para que essas bênçãos que vêm como uma chuva nos molhem, nos encharquem. Deus não nos dá somente o que pedimos, mas somente quando pedimos nos abrimos para receber aquilo que o Pai nos dá. Então, às vezes nós nos fechamos muito. O problema é que a gente às vezes vai pedir para Deus aquilo que não é o melhor. Então, o Pai não nos dá o que pedimos, apenas nos dá o que está de acordo com seu grande projeto evolutivo, que visa o nosso aprimoramento. Às vezes, o que nos acontece e que nos parece ruim é, na verdade, o grande remédio que o Pai nos envia. Por isso, eh, eh, eh, quando Jesus diz, "Bate-se e vos abrirá, pedi obtereis". Ele não tá dizendo que qualquer coisa vai acontecer, mas é preciso que o nosso pedir, o nosso procurar esteja de acordo com esse sentido de que o Pai nos ama e nos quer na melhor condição. Por isso que quando a gente pede algo para Deus, a gente tem que de fato pedir e não impor.
edir, o nosso procurar esteja de acordo com esse sentido de que o Pai nos ama e nos quer na melhor condição. Por isso que quando a gente pede algo para Deus, a gente tem que de fato pedir e não impor. Porque às vezes a gente pede para Deus numa condição de que ele tem que dar. E se nós confiamos em Deus, temos fé em Deus, porque estamos numa relação de confiança maior, a gente pede e deixa na mão dele, deixa no discernimento divino nos possibilitar o que é melhor. Às vezes, o que é melhor vem no primeiro momento como contrariedade. O anjo da guarda é em menor escala este ser que por estar muito mais avançado do que nós também age assim. Ele espera de nós a abertura e a sintonia, o querer ouvir, o querer receber o seu conselho, a sua ajuda, a sua proteção, mas também confiar nele no sentido de que ele vai nos ajudar a ir na melhor direção, mesmo que isso represente contrariar nossos desejos mais imediatistas. Então, o anjo protetor, o anjo da guarda, ele é de uma hierarquia, de uma estatura maior. Entretanto, não são só os anjos da guarda que se interessam por nós ou que se interessam por um grupo para guiá-los. Nós temos os espíritos protetores, que são bons espíritos, que são espíritos evoluídos, mas não necessariamente espíritos que alcançaram a culminância, que estão numa condição de maior pureza, de maior superioridade, são mais avançados do que nós, são mais maduros do que nós. Mas não necessariamente em tudo. Eu posso ter alguém que me protege, que me ampara, mas que só pode me ajudar em determinadas áreas. Eu posso, por exemplo, ser um artista e um amigo protetor vai me ajudar no desenvolvimento da minha arte. Isso não quer dizer que ele vai me ajudar em todos os setores da minha vida, né? Então, eh eh nós nos ajudamos uns aos outros naquilo que podemos oferecer de melhor e acima de todos nós vamos ter aí o nosso anjo guardião. Nós temos os espíritos simpáticos. que são como os nossos amigos. Às vezes os espíritos simpáticos, os espíritos familiares são até menos avançados do
de todos nós vamos ter aí o nosso anjo guardião. Nós temos os espíritos simpáticos. que são como os nossos amigos. Às vezes os espíritos simpáticos, os espíritos familiares são até menos avançados do que nós, mas que nos ajudam de alguma forma por causa das relações de afinidade, de amor. Ter um espírito menos evoluído do que eu pode se confundir com a ideia de um espírito inferior no sentido geral da palavra. Não, ele pode ter características menos evoluídas do que eu, mas nem por isso ele é um espírito que não vai me fazer o bem. Pelo contrário, ele pode me querer fazer o bem. Imagine-se cada um de nós nesse instante desencarnados e querendo ajudar alguém da nossa família, como espíritos familiares, espíritos simpáticos. Nós não somos espíritos evoluídos a ponto de nos dizermos bons, né? somos, mas amamos os nossos entes queridos e queremos ajudá-los. E desde que não estejamos em desequilíbrio, não estejamos em condição de de perturbação espiritual, desde que estejamos minimamente equilibrados, nó podemos ajudar. Podemos inclusive ajudar muitas vezes na proteção do lar, na proteção de atividades do nosso ente querido. Claro que muitas vezes quando a situação fique mais complicada, nós precisaremos da orientação de alguém superior a nós. Então, muitas vezes, esse esse esse conjunto de espíritos queridos que se interessam por nossa evolução, eles são compostos por eh vários níveis de lucidez, de evolução e de equilíbrio. O importante é que nós temos sempre a nosso dispor eh a permissão de Deus para que nós nos ajudemos uns aos outros, para que nós nos amparemos. Agora, de haver um grupo, de haver espírito, seja o grande anjo da guarda, seja o espírito protetor, seja o espírito familiar, o espírito simpático, cuidando de nós, isso não significa que nós podemos exigir deles atenção e satisfação permanente, constante e imediata de nossos caprichos, ou melhor, isso não significa dizer que nós não temos que fazer a nossa parte. Muito pelo contrário, o que os espíritos nos ensinam é que
tisfação permanente, constante e imediata de nossos caprichos, ou melhor, isso não significa dizer que nós não temos que fazer a nossa parte. Muito pelo contrário, o que os espíritos nos ensinam é que todos aqueles que nos auxiliam visam muito mais nos fortalecer para seguirmos com confiança e força e nos aconselhar, nos intuir para que possamos fazer as melhores escolhas. Então eles nos ajudam a fazer as melhores escolhas, a tomar as melhores decisões e nos ajudam a enfrentar as lutas necessárias, mas sempre deixando para nós a iniciativa e a liberdade de aceitar o conselho e de agir. Quando se diz que Deus ajuda quem cedo madruga, tá dizendo isso. O pai é solicitude, mas não é ele que vai fazer o seu trabalho. senão você não vai aprender o que o seu trabalho tem a te ensinar. Se o objetivo da vida aqui é nós evoluirmos, é nos aprimorarmos e isso se dá por meio dos enfrentamentos e dos desafios, das dificuldades do caminho, porque Deus vai nos afastar do trabalho de resolver e de superar as dificuldades se é exatamente isso que nos faz melhor, que nos faz melhorar. que nos torna melhores pessoas, melhores espíritos. E imagina o seguinte, imagina um pai que está querendo que seu filho aprenda a andar de bicicleta. Eu eu gosto dessa metáfora, uma criança, né? Então vai ter um filho que vai ter muito medo, muito medo, vai ter insegurança, não vai confiar em si próprio, não vai confiar no próprio pai e vai, por conta disso, agir com falta de habilidade. Vai cair, vai se machucar e aí não vai querer andar mais. Aí o pai vai ter que levantá-lo, estimular, vai ter que botar umas rodinhas de apoio na bicicleta no começo para que ele possa ir vendo o que dá para ir. E aí, com o tempo vai lá e tira uma rodinha para ele ficar só de um lado, depois tira a outra rodinha e torce para que ele tenha ganho o mínimo de confiança e descubra que ele pode. Ou seja, é todo um trabalho de cuidar, mas tem pai que acha que tem que pegar a criança, botar em cima da bicicleta e sair levando ele guiando. Se você fizer
nimo de confiança e descubra que ele pode. Ou seja, é todo um trabalho de cuidar, mas tem pai que acha que tem que pegar a criança, botar em cima da bicicleta e sair levando ele guiando. Se você fizer isso, a criança não está aprendendo a andar de bicicleta. Ela está sendo levada sentada numa bicicleta que você tá guiando. É bem diferente. Se é para ele aprender a mudar de bicicleta, você tem que deixar a parcela de desafio na mão dele. Mas pode ser que exista uma outra situação, um outro filho que é extremamente, digamos assim, desembestado, podemos dizer assim. Aquele que não tem medo de nada, que acha que pode tudo e que já quer pegar a bicicleta, já sai pedalando a toda a velocidade só porque ele conseguiu andar 1 ou 2 m no primeiro momento. O pai coloca ali em cima, ele aprende a dar um negocinho, aí anda 2, 3 m e acha que já é capaz de sair pedalando e quer pegar o asfalto. O pai obviamente vai ver esse filho em algum momento dentro de limites de cuidado se machucar. Ele também vai cair. Assim como o filho medroso caiu, o filho temerário vai cair também até aprender que ele tem que ir dosando a experiência de acordo com a sua habilidade. À medida que ele for ganhando destreza na bicicleta, vá aprendendo a caminhar mais seguro, ele pode se ir expondo a situações mais difíceis, mas ele vai entender que tem que dar um passo de cada vez. Ele vai entender o sentido da prudência. Para um, o medroso, o pai tem que estimular para que a coragem suja. Para o outro que é temerário, não é que não tem medo, ele é temerário. Ele não sabe lidar com essa sua impulsividade. O pai tem que ajudar a entender o sentido da prudência. Para uns, prudência pode parecer medo, mas não é. Prudência, na verdade, é a coragem que sabe como andar nos seus limites. Deus é assim conosco. Deus nos considera em nossas limitações e características. E o anjo da guarda age nessa mesma pedagogia. E aqueles que queiram ajudar, sendo, digamos assim, orientados por esses espíritos tutelares superiores,
considera em nossas limitações e características. E o anjo da guarda age nessa mesma pedagogia. E aqueles que queiram ajudar, sendo, digamos assim, orientados por esses espíritos tutelares superiores, também vão fazer a mesma coisa. vão na dúvida perguntar daquele mais experiente. Então, é preciso entender que o anjo da guarda não é alguém que está escravizado ao nosso lado, tá ali o tempo todo, mas é alguém que está ligado a nós e de uma maneira tal que quanto mais nós o procurarmos com sinceridade, mais nós estaremos ligados a eles. Mas eles, no princípio geral do respeito ao nosso livre arbítrio, nos dão o conselho, não nos forçam, não nos pressionam, respeitam nossa liberdade e muitas vezes afastam-se, não é que vão embora, afastam-se só para que nós tenhamos o espaço que às vezes precisamos. É o que às vezes um pai faz quando vê o filho afoito, teimoso, tentando andar mais rápido. Deixa, sabe que ele vai cair. Mas a queda é importante no aprendizado para que ele dose, para que ele seja prudente. Às vezes o amigo espiritual nos deixa um pouco mais livres na nossa teimosia, na nossa rebeldia, na nossa recalcitrância. Não porque está com raiva de nós, porque eles são espíritos que já venceram esses dramas da raiva, da decepção. Um anjo da guarda não se decepciona conosco, não fica com raiva. Eles são mestres na pedagogia do ensinamento espiritual paraa nossa evolução. Então, às vezes, esse distanciamento é necessário para que nós vivamos a experiência e aí talvez, provavelmente em função dos equívocos, nós venhamos a recuar, a precisar de ajuda. Eu queria ler, eu acho que dá para ler aqui no templo, uma fala que tá muito bem, um diálogo que tá muito bem colocado. Vou ler mesmo aqui no entre a terra e o céu no capítulo 33. É um é um diálogo entre André Luiz e Clarêncio. E aí André pergunta para Clarêncio, né? Eu vou lendo aqui rapidamente o que o que for possível. E os anjos da guarda? Perguntou André. Os anjos da guarda estão em nossa esfera? Clarêncio ou esclareceu me admirado? Ou seja, o André
ncio, né? Eu vou lendo aqui rapidamente o que o que for possível. E os anjos da guarda? Perguntou André. Os anjos da guarda estão em nossa esfera? Clarêncio ou esclareceu me admirado? Ou seja, o André pergunta: "Eles estão nesse ambiente onde nós estamos? Esfera quer dizer da região espiritual. Eles estão aqui, se eles são anjos, eles não estão num nível muito alto, eles estão aqui entre nós. A dúvida de de André Luiz era essa. Se são anjos da guarda, se são anjos, como é que eles podem estar aqui? E aí o Clarencio responde: "Os espíritos tutelares encontram-se em todas as esferas, ou seja, em todos os ambientes. Os anjos da sublime vigilância analisados em suaitude, exelucitude divina, seguem-nos a longa estrada evolutiva, se eles já não acompanham há muito tempo os nossos grandes tutelares, né, da humanidade, desvelam-se por nós dentro das leis que nos regem. Eles não violam as leis. Todavia, não podemos esquecer que nos movimentamos todos em círculos multidimensionais, ou seja, nós estamos nos evoluindo dentro de vários níveis dimensionais, espirituais evolutivos. Por isso, explicando essa questão da região onde o o anjo tá, Clarêncio responde: "A cadeia de ascensão do espírito vai da intimidade do abismo, lá da parte mais baixa até a suprema glória terrestre. E e aí Clarence fala uma coisa, a ideia de um ente divinizado e perfeito, que é um anjo, invariavelmente ao nosso lado, ao dispor de nossos caprichos ou ao sabor de nossas dívidas, não concorda com a justiça. Isso não parece justo. É preciso ter bom senso. Então ele diz, por que haveria de obrigar-se um arcanjo a descer da luz eterna para seguir passo a passo um homem deliberadamente egoísta ou preguiçoso? Claro que não. Tudo exige lógica e bom senso. Então, os nossos anjos, eles estão dentro da nossa necessidade, eles estão de acordo, né? Imaginar que eu vou ter aqui alguém ao meu lado aqui me pageando, eh, é não entender que eles têm muitas coisas para fazer, né? E aí André pergunta: "Os anjos da guarda
dade, eles estão de acordo, né? Imaginar que eu vou ter aqui alguém ao meu lado aqui me pageando, eh, é não entender que eles têm muitas coisas para fazer, né? E aí André pergunta: "Os anjos da guarda não vivem então conosco? Como assim? Se eles não vão ficar aqui, eles não vivem conosco. Imaginava, como todos nós muitas vezes que o anjo da guarda tá o tempo todo conosco." E aí o o Clarêncio diz: "Não digo isso. Ele diz assim: "O Sol está com o verme amparando-o na furna a milhões e milhões de quilômetros sem que o verme esteja com sol. Ou seja, o anjo pode nos auxiliar sem ter que estar literalmente ao nosso lado. E aí o Claro explica: "Anjo, segundo a acepção justa do termo, é, na verdade um mensageiro. Há mensageiros de todas as condições e de todas as procedências. E por isso a antiguidade sempre admitiu a existência dos anjos bons ou maus. Anjo da guarda, desde as concepções religiosas mais antigas, é uma expressão que define o espírito celeste que vigia criatura em nome de Deus ou pessoa que se devota infinitamente outra, ajudando-a e defendendo-a. Isso é claro explicando. Ele nos diz que a família espiritual é uma constelação de inteligência. Todos nós estamos nos ajudando. Quem está mais na frente ajudando quem está mais embaixo. Todos nós, diz Clarêncio, por mais baixo que nos revelemos na escala da evolução, possuímos, não longe de nós, alguém que nos ama a impelir-nos para elevação. Isso podemos verificar nos círculos da matéria mais densa. Temos constantemente corações que nos devotam estima e se consagram ao nosso bem. Ou seja, mesmo à distância, tem sempre alguém violando por nós, alguém com quem nós temos ligações que muitas vezes na nossa jornada evolutiva nós nos esquecemos. Eu posso me esquecer, por exemplo, hoje ou mesmo em encarnação recente da ligação profunda que eu tenha com um pai que eu tive há 10.000 1 anos atrás, que me amou muito, que ela mais avançada do que eu e que hoje tá muito mais evoluído do que eu. Mas ele, por estar mais evoluído e
profunda que eu tenha com um pai que eu tive há 10.000 1 anos atrás, que me amou muito, que ela mais avançada do que eu e que hoje tá muito mais evoluído do que eu. Mas ele, por estar mais evoluído e me amar, não se esquece de mim. Eu não me lembro dele, mas estou ligado a ele e ele não esquece de mim e age meu benefício, mesmo que não esteja o tempo todo ao meu lado. Então, o que isso quer dizer? é que nós podemos nos ajudar e estamos conectados, interligados como uma grande família de uma maneira que às vezes nos escapa. Eh, eh, a a ideia do gênio guardião é é sempre de que será sempre um espírito bem fazejo para aquele que ele protege. Mas é imperioso anotar que os laços afetivos em torno de nós ainda se encontram em marcha ascendente para alos níveis de vida. Ou seja, nós não estamos sozinhos nunca. Nós estamos sempre sob o amparo de corações queridos que zelam por nós. Essa certeza, ela equivale à certeza de que Deus, o nosso criador amantíssimo, nos ama incondicionalmente. Deus nos ama independente de quem somos, de quem fomos e de quem seremos, do que fazemos e do que fizemos e mesmo do que faremos. O Pai nos ama porque somos suas criaturas, somos seus filhos. Deus nos conhece de desde o começo, sabe para onde podemos ir. Ou seja, o Pai não nos criou para falir e sabe que nós alcançaremos o objetivo da exercitude mais cedo ou mais tarde. É como uma grande mãe que nutre a sua cria sabendo que hoje ele é um bebê que precisa de amamentação. Amanhã ele ainda é um bebê que começa os rodimentos da caminhada e precisa dos cuidados para aprender a engatear e dar os primeiros passos. Mas a mãe que faz isso com o filho, ajudando nesse momento dos primeiros passos, está só esperando e estimulando o desenvolvimento do adulto que um dia essa criança vai se tornar. Ela sabe que ele vai se tornar um adulto, que ele vai amadurecer, que ele vai se tornar senhor de sua própria jornada e que também vai ser pai ou vai ser mãe e que também vai ajudar os outros que estão vindo. Esse é o sentido
ornar um adulto, que ele vai amadurecer, que ele vai se tornar senhor de sua própria jornada e que também vai ser pai ou vai ser mãe e que também vai ajudar os outros que estão vindo. Esse é o sentido da solidariedade universal. O pai nos ama desse jeito. Por isso, essa mesma confiança que é a expressão dessa fé em Deus, que deve se fortalecer numa convivência íntima maior com o Pai, deve ser levada para o nosso grande anjo guardião do nosso mundo, que é Jesus, e para o nosso anjo da guarda, que é aquele que voluntariamente aceitou cuidar de nossa evolução. de uma maneira mais estreita e mais próxima, mas podemos também fazê-la com todos aqueles que do mundo espiritual sabemos velam por nós de uma maneira de uma maneira carinhosa. Então, se se sabemos que somos cuidados, que somos queridos por algum bom espírito, então pensemos nele com carinho, com confiança. Seja em que situação for, com Deus, com Jesus, com o anjo guardião ou com os espíritos protetores, nunca esqueçamos da necessidade de nos sentirmos gratos, porque ele só tem o de melhor para nos oferecer. Se nós tomamos ideia, escolhas ruins, se tomamos decisões infelizes, se agimos de modo a irmos pelo caminho pior, não é porque eles não nos ajudam, é porque nós, na liberdade que temos, não aceitamos muitas vezes os conselhos e as intuições, porque elas podem estar indo de encontro aos nossos interesses mais imediatistas. que às vezes são a causa de nossa infelicidade e que, infelizmente, encontram eh consonância e influência por parte de irmãos infelizes do mundo espiritual, que sintonizados comigo, acabam ou querendo me prejudicar ou somar com a minha perturbação e me conduzem pelas decisões infelizes. Para esses irmãos infelizes, eu tenho que levar a minha benevolência, o meu perdão, a compreensão de que eles só fazem para mim o mal que eu permito que eles façam. Mas em relação aos bons amigos, gratidão sempre, porque eles estarão sempre à nossa disposição, prontos para nos ajudar, desde que nós confiemos em sua solicitude, queiramos e
permito que eles façam. Mas em relação aos bons amigos, gratidão sempre, porque eles estarão sempre à nossa disposição, prontos para nos ajudar, desde que nós confiemos em sua solicitude, queiramos e nos abramos para receber. Que Deus nos abençoe e nos ilumine e nos ampare. >> Muito obrigada, amigo. As excelentes as suas reflexões desta noite. Que Jesus te abençoe e te ilumine cada vez mais. Agradeço. >> Nós agradecemos aos internautas que estão conectados conosco nesta noite, desejando a todos um feliz fim de semana e que Jesus esteja sempre em nosso coração. Até a próxima semana.
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