AMAR, NÃO SOFRER - Eustáquio Ferreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 31/10/2025 (há 5 meses) 57:41 281 visualizações

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Transcrição

que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti. [música] >> Boa noite a todos. Ah, é com muito prazer que vamos iniciar mais uma reunião e o tema abordado hoje será amar, não sofrer. Mas antes vamos todos procurar relaxar o nosso corpo e nos concentrarmos na nossa respiração, no nosso corpo, agradecendo a Deus pela dádiva da existência corpórea, agradecendo pelo pão que nos sustenta, pelo teto que nos abriga, né, pelos inúmeros benefícios que recebemos no nosso dia a dia, dos quais grande parte não temos nem a noção. E pedimos assistência amiga para que a reunião possa se processar em harmonia com Deus. Que cada um de nós possa sair daqui mais fortalecido na prática do bem. mais harmonizado do ponto de vista espiritual, para que possamos levar o melhor de nós para as pessoas que se encontram conosco na nossa existência, quer seja aquelas pessoas do nosso círculo mais próximo ou do nosso círculo de trabalho ou no dia a dia de maneira geral. Assim seja. Graças a Deus. Então, prezados companheiros, a gente vai falar hoje sobre amor não sofrer. Eu vou vou fazer eh extrair aqui o livro Evangelho Segundo Espiritismo de Allan Kardec, no capítulo 5, item 26, traz o seguinte: "Perguntai se é permitido abrandar as vossas provas. Essa questão leva para essa: É permitido aquele que se afoga procurar se salvar, aquele que tem o espinho cravado de o retirar? Contemplai-vos com as provas que Deus vos envia e não aumentei sua carga às vezes tão pesada. Então, olha que interessante. Ah, então a pergunta de Allan Kardec é se é permitido nós abrandarmos as nossas provas, né? Ou seja, se eu tenho uma prova na existência, eu devo procurar abrandá-la, procurar amenizá-la ou até solucioná-la ou não. Para uma questão de evolução, eu devo deixar aquele sofrimento, aquela dificuldade exatamente como ela está. E a resposta é muito clara, é muito concisa e muito lógica. Então, aquele que tem um espinho, ele tem que deixar o espinho, ele pode retirar o espinho.

to, aquela dificuldade exatamente como ela está. E a resposta é muito clara, é muito concisa e muito lógica. Então, aquele que tem um espinho, ele tem que deixar o espinho, ele pode retirar o espinho. Se alguém tá se afogando, ele pode se salvar? Então, são perguntas muito claras, né? Então Jesus mesmo já deixava isso muito claro na sua passagem, que nós não devemos procurar sofrimento. Tampouco nós devemos eh eh não é recomendado que as pessoas fiquem presas ao sofrimento. Por quê? Porque há pessoas que se comprazem no sofrimento. E isso não é à toa, não é do nada, não é porque a pessoa tem essa ou aquela característica. Isso já é uma coisa histórica. Na humanidade, desde a antiguidade mais remota, desde a a a as religiões idólatras, pagãs, se cultiva o sofrimento como redenção, como método de purificação, imaginando que nós deveríamos buscar o sofrimento, que o sofrimento deveria ser até um objetivo de vida. E no cristianismo houve até antes disso, né? Antes nós tivemos a pena do talião, né? Então era muito comum o chamado olho por olho, dente por dente. Até nas leis da antiguidade, claramente era expresso o seguinte, que se uma pessoa fazia determinada coisa a alguém, ela deveria receber em troca exatamente aquilo daquela maneira. até tinham leis, evidentemente as leis, como sempre, né, elas tinham aqueles que eram privilegiados por elas ou não, né, se eram os senhores, se eram os escravos. Então, existia diferenciação, mas existia existiam leis relacionadas a essa questão da pena, do olho por olho, dente por dente. Então, isso era algo incontestável, né? Era algo que era incontestável na época que Jesus veio, né? Então, na época da chegada de Jesus, a lei vigente era a pena do talião, né? Quer dizer, olho por olho, dente por dente. E a questão é o seguinte: nós sofremos porque ainda não aprendemos a amar. Porque a lei divina, ela nos incentiva ao amor como a única forma capaz de promover o nosso crescimento espiritual. Então, o nosso crescimento espiritual, ele está muito mais ligado ao

endemos a amar. Porque a lei divina, ela nos incentiva ao amor como a única forma capaz de promover o nosso crescimento espiritual. Então, o nosso crescimento espiritual, ele está muito mais ligado ao desenvolvimento desse sentimento tão nobre, tão profundo e tão intenso que é o amor, do que ligada ao sofrimento, a busca do sofrimento, né? A gente vê que há interpretações cristãs equivocadas de pessoas que acreditam que tem que se autoflagelar, né, que que devem buscar inclusive o sofrimento físico como uma forma de purificação, como se esse sofrimento buscado ele levasse a uma purificação por si só, né? É o que a gente costuma falar muito, né? que no meio espírita muitas vezes as pessoas dizem assim: "Ah, eu já sofri demais, já paguei por tudo que eu já fiz, né? Já já não preciso nem voltar mais aqui, nem reencarnar, né? Como se o fato de sofrermos algo nos fizesse evoluir, né? Na verdade, é a maneira como lidamos com o sofrimento que pode ou não nos levar à evolução, né? Como já dizia o filósofo existencialista Jean Paul Sartre, né? O importante não é o que as pessoas fazem conosco, mas o que fazemos do que as pessoas fazem conosco, né? Ou seja, como nós vamos lidar com a situação que nos acontece, né? Ou seja, o sofrimento, ele certamente é uma oportunidade de reflexão. Isso é um indiscutível. Então o sofrimento ele, sem dúvida, nos leva a refletir. Tanto é que classicamente a gente também diz, se não vai pelo amor, vai pela dor. Então o sofrimento ele nos convida a reflexão. No entanto, é um convite que pode ou não ser aceito. Eu posso utilizar o sofrimento para me revoltar mais ainda. Eu posso utilizar o sofrimento para me complicar mais ainda. A pessoa se diz assim: "Já que eu tô sofrendo, então não vou sofrer sozinho, eu vou trazer alguém para sofrer junto comigo". E aí que é a grande questão, né? Quer dizer, será que essa pessoa ela tá realmente se purificando e não precisa mais voltar? está pagando os seus pecados, agindo de uma maneira eh revoltante ou querendo transferir ou compartilhar o

? Quer dizer, será que essa pessoa ela tá realmente se purificando e não precisa mais voltar? está pagando os seus pecados, agindo de uma maneira eh revoltante ou querendo transferir ou compartilhar o seu sofrimento. Porque isso é muito importante, compartilhar o amor e compartilhar o que nós temos de melhor em nós mesmos é algo muito nobre. Porque nós compartilharmos um sentimento interno tão quintensenciado, tão etéreo, tão distinto, é algo sublime. No entanto, querer compartilhar o sofrimento, querer compartilhar uma névoa pesada que possa existir em nós, já não é a mesma coisa. né? Aí já é uma atitude egoística, né? Uma atitude que pode prejudicar as outras pessoas. Então, é fundamental nós termos essa compreensão que o sofrimento, a gente não precisa buscar o sofrimento. Tem a gente fala assim: "Não, mas eu ouvi dizer que realmente a gente evolui com o sofrimento." De fato, acontece isso. O sofrimento nos estimula a reflexão, mas não precisamos ir atrás dele. Podem ficar tranquilos. Na nossa vida existirão muitas oportunidades, né? que ele vai nos bater à porta em algumas delas, eh, até de uma maneira muito intensa, que aí nós podemos ou não aproveitar essa oportunidade, mas não cultivar o sofrimento como uma maneira de viver, porque há pessoas que se enclausuram eh no seu sofrimento de tal sorte que elas imaginam que vão inclusive atrair a atenção das outras pessoas. Pensa assim: "Olha, se eu tiver mal, se eu tiver sofrido, as pessoas vão se sensibilizar estar perto de mim". Então eu preciso continuar cultivando esse sofrimento, às vezes de maneira consciente e às vezes de maneira não consciente. Porque às vezes isso acontece, mas não de uma maneira consciente que a pessoa tem essa percepção. Às vezes ela busca isso inconscientemente e não tem a percepção, a percepção de que isso está acontecendo. Aí a importância que a gente tem falado muito, né, no espiritismo ultimamente sobre o autoconhecimento, né, porque às vezes a pessoa ela ela busca esse sofrimento

rcepção de que isso está acontecendo. Aí a importância que a gente tem falado muito, né, no espiritismo ultimamente sobre o autoconhecimento, né, porque às vezes a pessoa ela ela busca esse sofrimento e ela inconscientemente acha que as pessoas vão estar próximas dela simplesmente porque elas têm o sofrimento, mas elas não têm consciência de que estão atraindo e buscando essa situação. Por isso que, sem dúvida nenhuma, o autoconhecimento, a gente esclarecerse internamente sobre nossos desejos, nossas vontades, quem nós somos, certamente é um caminho muito mais proveitoso para nossa evolução, pro nosso crescimento, do que navegarmos as cegas, sem bússola em mar aberto, né? Porque se eu tô num processo desse e me nego a olhar no espelho, é como se eu tivesse em mar aberto, sem nenhum tipo de instrumento de localização, sem nenhum tipo de bússola, nenhum tipo de coordenada que possa me ajudar a tomar o caminho acertado. Então, vejamos bem que é importante nós pensarmos nisso, né? Porque às vezes há pessoas, porque no dia a dia, como a gente tá numa situação material, é evidente que o lado material é importante, mas há pessoas que reservam um tempo muito pequeno do seu dia para reflexões do lado espiritual ou às vezes nada do seu dia para refletir sobre o lado espiritual da vida. E às vezes vão tocando a vida de tal maneira que aquilo vai ficando no automático, vai sendo uma atitude automática, onde a pessoa vai repetindo, acorda, vai ao banheiro, toma café, toma algum medicamento, se arruma, vai pro trabalho, almoça, trabalha novamente, volta para casa, assiste uma TV e depois vai dormir. E ela vai fazendo aquilo de tal maneira que ela não passa a refletir sobre a sua vida. Lembrando disso no livro dos espíritos, eh, após lá paraas pergunta, não sei se é 919, 900 e alguma coisa, ah, comenta sobre essa questão do autoconhecimento, que Santo Agostinho tinha por hábito fazer a sua revisão diária, aonde ele todo dia, no final do dia, anotava num manuscrito o que ele tinha feito de melhor.

ta sobre essa questão do autoconhecimento, que Santo Agostinho tinha por hábito fazer a sua revisão diária, aonde ele todo dia, no final do dia, anotava num manuscrito o que ele tinha feito de melhor. o que ele poderia ter feito melhor e o que ele tinha viido deixar de fazer. Ou seja, existia uma reflexão no mínimo de área. No mínimo de área. E interessante que uma anotação, qual a vantagem da anotação? A gente tem preguiça de anotar. Hoje em dia, a anotação, na verdade, na maioria das vezes, ela vai ser feita onde? No celular, no notas, né? Mas claro, pode ser feita no papel. Aí vai de cada um. Eh, e aí a pessoa que anota, a vantagem dela é o seguinte, é que ela começa a anotar, ela começa a perceber que vai repetindo as situações. Então, uma situação que aflige hoje, aflige ela amanhã, semana que vem, daqui 10 dias, daqui 20 dias. Então vão se repetindo as situações e às vezes quando você não anota ou não reflete, você não percebe que está num ciclo vicioso, repetitivo, onde as coisas vão acontecendo repetidamente, né? Então, é fundamental nós termos isso em mente, porque Jesus quando veio, disse o seguinte: "Ouviste o que foi dito, olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais o mal, mas se alguém te bater na face apresenta-lhe também a outra". Quer dizer, Jesus, ele trouxe alguns paradigmas, né? Ah, quer dizer, não, então eu vou faz vou punir o mal com o mal. Não. Se alguém me bater na face, eu ofereço a esquerda. Se alguém me pedir para caminhar 1000 passos, eu caminho 2.000. Aquele que estivesse sem pecados, atire a primeira pedra. Qual o maior mandamento? Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Quer dizer, na fala e na atitude de Jesus, o amor, a caridade estavam presentes de maneira muito presentes, muito intensas, né? Muito intensas. a compreensão, perdão, a todas não não que considerasse as coisas equivocadas, igual a empatia. Que que é empatia? Que é uma coisa que cada vez mais está se falando, felizmente, é você olhar o

tensas. a compreensão, perdão, a todas não não que considerasse as coisas equivocadas, igual a empatia. Que que é empatia? Que é uma coisa que cada vez mais está se falando, felizmente, é você olhar o outro na perspectiva do outro. É, por exemplo, vamos imaginar que numa determinada escola, um determinado ambiente de trabalho, alguém sofra bullying. As pessoas caçoam dela, fazem brincadeiras de mau gosto. Muita gente vai olhar e falar assim: "Não, mas também fulano, olha as coisas que ele faz, ele merece isso mesmo que estão fazendo com ele. Na empatia você entende o outro sendo o outro. Pera aí. Olha como que ele deve estar se sentindo com as pessoas fazendo chacota com ele. Nossa, como é desagradável isso. Ah, mas ele tem tal atitude. Aí é outra conversa, é outra história. É outra história. Porque a empatia é você se colocar no lugar do outro como sendo outro. Não necessariamente tendo que concordar, mas ter um olhar passivo, um olhar o máximo possível sem críticas, sem julgamentos. Então isso é fundamental. Esse desenvolvimento é que nos faz dar um salto. Um exemplo muito claro de como nós procuramos o sofrimento ao invés do amor. Eh, quem teve a oportunidade de assistir o filme Gandy de 1982, que foi o vencedor do Oscar, do ator Ben Kinsley, ah, tem um um uma passagem no filme muito interessante, porque Gand sempre foi um adepto da não violência. sempre buscou pela não violência. Em determinado momento, a Índia conseguiu libertar-se do Reino Unido. No entanto, começaram a ver guerras religiosas entre hindus e muçulmanos, né, que começaram a se destruir mutamente. E Gand, como era um hábito seu, fez uma greve de fome, que era um hábito que ele tinha. Só que Gand tinha uma característica rara. Todos os lados o admiravam. Então, mesmo os que estavam em guerra, de um lado, admiravam Gandhi e do outro também. e foram até a casa dele para tentar demovê-lo da greve de fome. Até que alguém jogou um pão pro Gand e falou assim: "Olha, eu estou no inferno. Eu destruí uma família muçulmana. Eu sou

o outro também. e foram até a casa dele para tentar demovê-lo da greve de fome. Até que alguém jogou um pão pro Gand e falou assim: "Olha, eu estou no inferno. Eu destruí uma família muçulmana. Eu sou hindu de destruir uma família muçulmana, mas eu não quero ir para o inferno por causa de sua morte por greve de fome. Coma esse pão. E Gand disse o seguinte: você está no inferno, mas eu tenho a chave para o paraíso. Você hindu, não é? cria uma criança muçulmana órfã e a crie nos costumes muçulmanos, nos costumes dela. Então vejamos bem, olha a profundidade dessa recomendação de Gand. Ou seja, ele sugeriu o seguinte: você destruiu uma família muçulmana, então pegue uma criança que foi ófã dessa destruição e a crie, mas não nos seus costumes, tentando fazer com que ela tenha suas crenças e não acrie-nos as crenças dela, respeitando a maneira dela. E aí que entra a grande questão, que é aquela frase de Jesus, que diz o seguinte: "O amor cobre multidão de pecados". Por quê? Porque o amor ele causa uma espécie de relatividade sobre a chamada lei de causa efeito. Porque vamos fazer analogia paraa física. Então, terceira lei de Newton ou lei de ação e reação. Toda ação corresponde a uma reação de igual intensidade, igual direção e sentido oposto. Então, se eu aplico uma força sobre essa mesa vertical descendente, a mesa vai aplicar uma força vertical ascendente na minha mão de mesma intensidade. Na lei de Newton da física, a reação é imediata à ação. São eventos simultâneos. Na vida, fazendo uma analogia, são coisas diferentes. Porque tem gente que caracteriza uma coisa como se não são coisas diferentes. É uma analogia. Na vida a chamada lei de causa efeito ou de ação, reação, você faz algo, evidentemente a vida vai te devolver aquilo que você fez. Então, é claro, se eu prejudico alguém, naturalmente eu vou sofrer um prejuízo semelhante à aquilo, só que não é imediato. Aquilo pode levar, pode ser imediato, pode levar um dia, uma semana, um ano, 10 anos, uma vida, uma existência,

guém, naturalmente eu vou sofrer um prejuízo semelhante à aquilo, só que não é imediato. Aquilo pode levar, pode ser imediato, pode levar um dia, uma semana, um ano, 10 anos, uma vida, uma existência, outra existência. No entanto, Jesus disse: "O amor cobre multidão de pecados". Ou seja, a própria lei de ação reação, se nós aplicarmos ela cruelmente do tipo inflexível, ela vai se assemelhar de uma certa maneira à lei do talião, olho por olho, dente por dente. Agora, o amor é um elemento que causa uma espécie de relativização dessa situação. Porque com um amor verdadeiramente intenso dentro de nós, nós podemos amenizar, abrandar, modificar uma reação, um efeito de uma causa. O grande problema é que nós, apesar de decorridos mais de 2000 anos da passagem de Jesus, ainda estamos muito presos à ideia da pena do talião, do olho por olho, dente por dente. Então, na nossa cabeça ainda tá muito presente a ideia o seguinte: olha, fulano fez isso, então vai pagar. Então, existe isso muito presente na maioria de nós, evidentemente com variações. Há pessoas que têm essa ideia ipsis líteres, há outros que já a relativizam e há outros que conseguem muito além disso. No entanto, no de maneira geral, a população nossa, de maneira geral da Terra ainda carrega muito essa ideia. Então, a gente não consegue usar tanto o amor cobre multidão de pecados que Jesus nos trouxe. Porque a nossa compreensão interna ainda é bastante limitada nesse sentido. Bom, aí tem a questão das provas, né? De fato, a gente aprende no espiritismo que a gente pode ter provas. Nós estamos num mundo chamado mundo de provas, expiações. As expiações, evidentemente, são essas consequências que veja, tem que entender o seguinte. Eu não tô dizendo aqui que não acontece isso, que você faz uma coisa, recebe a mesma. Na verdade, é o que mais acontece. Nós estamos só colocando que existe uma alternativa que na maioria das vezes a gente não busca, né? No entanto, o que que acontece? Então, tem as expiações, que são essas

rdade, é o que mais acontece. Nós estamos só colocando que existe uma alternativa que na maioria das vezes a gente não busca, né? No entanto, o que que acontece? Então, tem as expiações, que são essas reações ou efeitos das causas, e tem as provas, que são aquelas que nós buscamos, né? Quer dizer, uma prova, alguém vai encarnar num local de muita dificuldade para poder contribuir com aquela situação. E passa Jesus mesmo, vejamos onde ele nasceu, não foi em beço de ouro, muito pelo contrário, né? manjedora. Então, a pessoa às vezes tem uma determinada vida com dificuldade, a, mas aquilo ali vai ajudá-la a ter caminhos que possam ser caminhos interessantes. Por exemplo, às vezes há espíritos que nascem numa dificuldade maior, mas tem uma alta capacidade de se desenvolver. Mas talvez se nascessem numa situação onde estava tudo pronto, tudo fácil, tudo na mão, não iriam se esforçar, porque por mais que tenham facilidade, mas eles ah tem o comodismo, tem a a a questão de se adaptar as facilidades de uma maneira maior. Então, na nossa vida, se a gente for observar cada um de nós, uma série de eventos aconteceram que nos trouxeram hoje aqui. Uma série de eventos aconteceram que nos trouxeram hoje a viver o que estamos vivendo. Não foi um evento isolado, foi o somatório de várias coisas que aconteceram ao longo da nossa existência e que contribuírem muito para que acontecesse o que aconteceu. E no espiritismo, né, essa questão do amor, da caridade, é colocada de maneira muito clara, né? O capítulo 15 do livro Evangelho Segundo Espiritismo de Allan Kardec tem por título: "Fora caridade não há salvação." Eu sou de Uberaba, né? A terra que o Chico viveu a sua última metade da vida. E lá tem um centro espírito berabense que é, se eu não me engano, de 1910, que na parede essa frase tá lá. Quer dizer, tem um tempo que eu não vou lá, então não sei se continua, mas deve estar. Fora da caridade não há salvação. E aí nos lembramos de Chico Xavier, que certa vez diz o seguinte: "Se Allan Kardec tivesse dito que fora

que eu não vou lá, então não sei se continua, mas deve estar. Fora da caridade não há salvação. E aí nos lembramos de Chico Xavier, que certa vez diz o seguinte: "Se Allan Kardec tivesse dito que fora do espiritismo não há salvação, não seria espírita, mas ele disse: "Fora caridade não há salvação, né?" E o que é a caridade? A caridade é o amor em movimento, é o amor em ação. É nós pegarmos o sentimento mais sublime que é o amor, e transformarmos em ações, né? Por que é importante isso? O amor é um sentimento sublime e nos traz uma paz interior muito grande, nos traz um contentamento. No entanto, eh precisamos transformá-lo em ação. E a caridade nada mais é do que isso, né? O amor em movimento, em ação. E Jesus, né? É, é na nas Jesus não não tem as passagens que ele curava as pessoas. Ora, se Jesus fosse a favor que as pessoas ficassem cultivando o seu sofrimento, não teria as ajudado nesse processo de cura, até porque ele dizia, foi sua fé que te curou, né? Então, vejamos bem eh eh a importância de pequenos trechos, né, da vida de Jesus que nos dão dicas profundas sobre o tanto que Jesus veio trazer a chamada lei de amor e mostrar a sua importância na vida. E o amor quando verdadeiramente compreendido, afasta a ideia de buscar o sofrimento como virtude. Porque não raro nós temos ainda pessoas que cultivam essa crença falsa de que nós devemos até buscar o sofrimento. Buscar o sofrimento. Quando, na verdade, a doutrina espírita nos explica o seguinte: se o sofrimento bater na sua porta, procure utilizá-lo da melhor maneira possível, até porque tem uma questão muito clara. Se você passa por um determinado sofrimento e consegue extrair o máximo daquele sofrimento, você não vai precisar passar por ele novamente. Então você vai abreviar o sofrimento até pensando por esse aspecto. Por esse aspecto. Agora, se você não aprende com aquele sofrimento, ele vem e você não reflete, não muda a maneira de enxergar a vida. Você vai precisar passar por situações semelhantes novamente para que possa refletir

gora, se você não aprende com aquele sofrimento, ele vem e você não reflete, não muda a maneira de enxergar a vida. Você vai precisar passar por situações semelhantes novamente para que possa refletir e sublimar seus sentimentos. Então, se nós observarmos bem, a evolução espiritual e a reforma íntima, elas estão ligadas também ao bem-estar do espírito, porque o espírito que evolui, ele sofre menos por uma razão muito simples, né? Como dizia Carlos Drumon de Andad, a dor é obrigatória, o sofrimento é opcional. Então, aquele que evolui, ele passa pelo sofrimento de uma maneira menos intensa. Menos intensa, né? É evidente que isso que nós estamos falando, do ponto de vista teórico, parece muito simples, mas do ponto de vista prático é extremamente difícil. Porque nós ainda somos seres em evolução que habitamos um planeta de provas expiações. Então, nós não temos facilidade de lidar com isso ainda. Nós não temos facilidade. No entanto, não é porque não é fácil que nós não devemos buscar resolver, porque se a gente fosse desistir de uma coisa só porque ela não é fácil, nada seria construído. Nada seria construído. Todas as construções da humanidade, eh, vamos considerar aquelas construções maiores, elas não surgiram do nada, não surgiram fáceis. né? Existiu várias pessoas que trabalharam para que elas pudessem se concretizar. Então, foi importante o auxílio de vários para que pudesse concretizar. Bom, ah, e a as consequências éticas, né, de se buscar o sofrimento, porque é como disse Allan Kardec ali no início do texto, né, que tá no Evangelho segundo o Espiritismo, né, quer dizer, então se um espinho tá te ferindo o pé, você tem que deixar lá ou você tem o direito de tirar o espinho, né? Óbvio que você tem o direito de tirar o espinho. Não só tem como deve tirar o espinho, né? Mas e se a gente eh buscar o sofrimento, né? Aí tem alguns riscos psicológicos e éticos, né? Eh, muitos até podem justificar uma negligência até no cuidado com a saúde, né? Pessoas às vezes que passam por

e se a gente eh buscar o sofrimento, né? Aí tem alguns riscos psicológicos e éticos, né? Eh, muitos até podem justificar uma negligência até no cuidado com a saúde, né? Pessoas às vezes que passam por determinados processos de doença e justificam que o sofrimento sublima e às vezes não cuidam da saúde. E a gente sabe que existe um capítulo também no Evangelho chamado cuidar do corpo e do espírito, né? Então, claramente o espiritismo nos explica que é importante sim também cuidar do corpo, porque o corpo é nossa morada, é nosso veículo de manifestação, é o veículo de manifestação do espírito. Se você não cuida do seu veículo de manifestação, você fica a pé. Você fica a pé, né? E aí você vai ter dificuldade. Agora imagina que eu tenho um violão e eu não cuido do violão, as cordas eh vão tendo problemas e eu não vou conseguir produzir aquela música que eu produzi antes. Assim é na vida. Quer dizer, se eu não cuido meu corpo, eu passo a ter doenças que, evidentemente, vão me limitar em determinados aspectos. Outra coisa é acreditar que a dor por si só é suficiente, né? O que é o que é muito comum às vezes até numa crença meio que escondida, né? Não, eu tô passando por isso aqui, então depois quando eu chegar do outro lado lá eu vou, nossa, eu já passei por isso, então já já vou evoluir. Isso é uma falta de entendimento que a evolução não é mágica. A gente não passa para outro lado e vira outro. A gente continua sendo nós mesmos. Então, se eu sofro, se eu, se internamente eu me sinto mal, como é que eu vou passar para outro lado e vou virar outro? Feliz. Não tem uma conexão, não existe uma conexão com isso. É igual a gente tem aquela frase muito clássica, diz o seguinte: "A vida não é um destino, é a trajetória, é o caminho. A gente tá buscando um aperfeiçoamento, procurando nos aproximarmos de Jesus, como diz o no livro dos espíritos, né? O maior guia e modelo é Jesus. No entanto, o que realmente é a vida é o caminho, a trajetória, é a história que nós estamos construindo. E como diz Chico Xavier,

como diz o no livro dos espíritos, né? O maior guia e modelo é Jesus. No entanto, o que realmente é a vida é o caminho, a trajetória, é a história que nós estamos construindo. E como diz Chico Xavier, né, que Deus nos dá uns livros em branco e cada dia uma página em branco que nós vamos escrever e quem vai determinar o que vamos escrever somos nós. Outra coisa, às vezes há ambientes onde existem abusos, onde existem privações e as pessoas consideram aquilo como prova espirituais. Então, às vezes, há há determinadas casas onde onde o provedor, onde o chefe da família, ele leva a todos a sofrerem determinadas privações desnecessárias. E às vezes o pretexto é: não, a gente precisa se privar, porque isso faz com que nós possamos evoluir. Então há pessoas que pensam dessa maneira ou até o abuso, não, fulano tá abusando aqui dessa outra pessoa, mas vamos deixar, vamos deixar. É bom que fulano aprende a lidar com essa essa situação. Então, infelizmente existe isso, né? Mas a gente precisa identificar porque isso é muito sério, né? É muito sério, é muito prático a gente ver uma coisa tão equivocada e fingir que não é conosco, né? Isso não é uma coisa muito boa. É. E e quando e essa essa essa situação de nós ficarmos presos no sofrimento nos impede inclusive de até buscar ajudar, participar de atividades que ajudem os outros. Isso também é uma consequência ruim do da busca, né, do sofrimento. E que que seria a prática do amor inteligente, daquele amor que realmente além de auxiliar o próximo, acaba nos auxiliando a evoluir? Porque evidentemente quando nós fazemos o bem, a pessoa que acaba sendo mais beneficiada é quem faz o bem, né? Por uma razão até muito simples, né? Como a gente gosta de falar muito aqui, né? Se você toma veneno e desculpa, se você cultiva o ressentimento, como nos disse Shakespeare, né? É como se você tomasse veneno e esperasse que o outro morre, né? E e de certa maneira isso acontece conosco no sentido oposto, né? Quando eu tenho um sentimento mais purificado de amor,

akespeare, né? É como se você tomasse veneno e esperasse que o outro morre, né? E e de certa maneira isso acontece conosco no sentido oposto, né? Quando eu tenho um sentimento mais purificado de amor, ele nasceu de mim. Então, o lugar onde ele vai estar mais intenso é da onde ele sai. Da mesma maneira que aquele sentimento de rancor, de ressentimento, vai tá mais forte na origem de quem sente isso, o amor também ele vai estar mais intenso na origem do sentimento, né? Então, a origem é o lugar mais forte, é o lugar mais intenso para o qual ele se propaga depois, né? é o perdão e a paciência, eles são também eh elementos importantes nessa prática, né, da busca do amor, porque de fato a dificuldade de perdoar, né, e consequentemente a facilidade de guardar mágoas e ressentimentos, ela prejudica em muito a pessoa de prosseguir na sua vida, porque ela fica muito presa. aqueles sentimentos pesados, sentimentos densos e consequentemente o desenvolvimento do amor ele fica embotado. Então, o desenvolvimento do amor ele fica embotado por aquela densidade grande de sentimentos pesados que circundam, né, a pessoa. Então, é fundamental eh esse entendimento, né, que o perdão, o que que é o perdão? Perdão é esquecer a a ofensa. Não, não, não é esquecer. É você entender que existiu ofensa, mas você entender que você ficar preso àquela ofensa vai fazer mal a você. E talvez você possa ressignificar o que aconteceu. Não no sentido de concordar com alguém que te prejudicou, não de maneira alguma, mas no sentido de entender que a outra pessoa é humana e você também pode ter seus equívocos e que às vezes aquele equívoco pode ser uma tempestade em copo d'água. que às vezes a pessoa agiu sendo hostil conosco, mas ela foi hostil porque ela tava na cabeça dela com sentimento pesado sobre uma outra situação que não tem nada a ver com você. E ela agiu de maneira incorreta, inadequada, sendo hostil com você. Mas não foi uma coisa pessoal. Se não fosse você, seria outra pessoa. Porque o grande problema é esse. Quando

m nada a ver com você. E ela agiu de maneira incorreta, inadequada, sendo hostil com você. Mas não foi uma coisa pessoal. Se não fosse você, seria outra pessoa. Porque o grande problema é esse. Quando a gente considera como pessoal uma ofensa, elas ela parece que é maior, porque ela parece que é contra nós. Quando você compreende que uma ofensa não necessariamente é pessoal, ela foi com você, mas poderia ser com belrano, com cicrano, ela tem uma densidade menor, porque você entende que não foi interessante, não foi legal, mas não foi uma coisa direcionada especificamente contra você. Então o perdão ele passa por essas etapas, né, nas etapas de um entendimento melhor e daquilo passar não realmente não tem importância na sua vida, né? Não é um autoengano, perdão. O perdão é realmente uma mudança de entendimento sobre uma situação, mudança de valorização sobre uma situação. Qu, por exemplo, uma pessoa pode eventualmente ser hostil conosco ou agir de maneira a nos prejudicar. Há pessoas que ficam dias, semanas, meses, anos, com aquele sentimento pesado dentro delas. Há outras que não ficam nenhum momento com sentimento pesado, aparentemente, porque jogam para debaixo do tapete, mas aquilo tá lá no inconsciente. E há outras que seria ideal são aquelas que vão, vamos usar uma outra analogia, digerir a situação. Digerir é o quê? num primeiro momento, provavelmente se sentir mal, num primeiro momento se sentir ofendido, mas num segundo momento buscar entender a situação numa profundidade maior, de tal sorte que o valor que nós vamos dar naquilo diminui. É igual, por exemplo, às vezes alguém pode fazer um julgamento muito ruim sobre mim e eu posso ficar bastante ofendido com aquilo. Esse passo a ter uma evolução a tal ponto que eu entendo o seguinte: "Olha, claro que eu gostaria que todo mundo achasse interessante as coisas que eu faço, mas o fato de fulano pensar que eu agi de forma equivocada não me torna menor, não vai me afetar. Até porque o que os outros pensam sobre

ria que todo mundo achasse interessante as coisas que eu faço, mas o fato de fulano pensar que eu agi de forma equivocada não me torna menor, não vai me afetar. Até porque o que os outros pensam sobre nós não muda em nada o que nós somos." E aí eu digo dos dois sentidos. Se alguém pensa negativamente sobre nós, não significa que nós estamos naquele estado. E também se alguém pensa que nós somos o suprassumo também não quer dizer que nós somos, né? Então o fato da pessoa pensar algo sobre nós não não modifica o que nós somos. A partir do momento que a gente realmente integra isso na nossa perspectiva de entendimento, alguém nos fazer uma crítica passa não ser algo que nos afete tão profundamente. Porque não que a gente goste das críticas, mas a gente entende que aquilo não vai me transformar em uma coisa ou em outra. E mais, a gente pode ir além, não tem várias situações que a gente olha e internamente nos nós criticamos aquilo, não gostamos, julgamos aquela situação, aquela pessoa. Ora, se eu posso fazer isso, por que que o outro não pode fazer isso em relação a mim? Ter uma opinião equivocada sobre mim. equivocada ou não? Uma opinião que eu não gosto, melhor dizendo. Então, isso que nós precisamos entender. Da mesma maneira que a gente às vezes não tem tanta afinidade com outras pessoas ou às vezes critica determinadas pessoas, a gente tem que entender que as outras pessoas também podem não se sentir tão afinizadas por nós e também podem nos olhar com certa crítica, né? Porque isso é uma coisa comum, né? A pessoa às vezes entende o seguinte: "Olha, fulano parece que não gosta de mim". Ah, problema dele, né? Ou então fulano me criticou, aí você acha que fulano é menos crítico? Não, a gente também critica porque que fulano também, né? Então é é um entendimento mais amplo sobre a situação, né? É uma questão da gente entender que existem diferenças de interpretações, de pensamentos, isso não torna os outros menores ou maiores por esse motivo, né? Porque afinal de contas a humanidade está onde

uma questão da gente entender que existem diferenças de interpretações, de pensamentos, isso não torna os outros menores ou maiores por esse motivo, né? Porque afinal de contas a humanidade está onde está hoje por causa das diferentes pensamentos. Se a gente pegar o filme 1984 de George, o livro, né, que virou filme 1984 de George Wer, né, a gente tinha uma civilização aonde as pessoas tinham que seguir um padrão que tinha o grande irmão, né, que vigiava. Então, a pessoa não tinha liberdade de fazer nada. Ela tinha que fazer aquilo que tava determinado, tinha que ter aquela profissão, aquela, igual existe na Coreia do Norte, por exemplo, né, hoje em dia, né? Quer dizer, e existe um embotamento da da liberdade da pessoa de ter as suas ações, né? Então, a gente tem que entender o seguinte, é legal todo mundo pensar igual? Primeiro que não é pensar igual, né? Porque a pensar ainda é uma coisa que a pessoa não pode te obrigar, né? Mesmo que você esteja no regime mais totalitário que esteja, você pode não fazer determinada coisa. Agora, pensar ainda não estamos nesse ponto aonde a pessoa não te permite pensar em determinada coisa, né? Mas é justamente a diversidade de aptidões, de pensamentos diferentes, é que torna a humanidade tão rica, né, do ponto de vista moral, intelectual, tecnológico, científico. Então, é justamente as apetidões diferentes é que transformaram a humanidade, né, eh, a, eh, que que estimularam a humanidade a evoluir. Bom, então, eh, como conclusão, nós vamos deixar o seguinte, lembrar logo do comecinho, quando Allan Kardec pergunta se é possível, é permitido abrandar o sofrimento? E a resposta é a seguinte: É permitido a quem está se afogando salvar-se? É permitido a quem tem um espinho encravado retirar o espinho? Sim. colocar o amor como caminho e não o sofrimento e procurar em relação a sofrimento dendo possível fazer uma limonada com o limão que chega pra gente, né? Então, obrigado a todos. Ah, nós vamos fazer a prece de encerramento. Daqui a pouco vocês serão

procurar em relação a sofrimento dendo possível fazer uma limonada com o limão que chega pra gente, né? Então, obrigado a todos. Ah, nós vamos fazer a prece de encerramento. Daqui a pouco vocês serão chamados para o passe. Deus, nosso pai, Jesus, nosso mestre. Agradecemos imensamente a oportunidade de estarmos aqui hoje nessa casa tão acolhedora, conversando e ouvindo sobre o lado espiritual da vida. Que possamos, ao voltar para as nossas residências, nossas casas, nosso trabalho, nosso ciclo ou a via pública, levar o melhor de nós mesmos. A todos. Assim seja. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for

ificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um [música] de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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