ALGUÉM ME TOCOU - Norma Nelly [PALESTRA ESPÍRITA]
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a perfeição. que eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado, comunhão espírita de Brasília. เ Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz. Bom dia a todos. Sejam todos muito bem-vindos. Aqueles que chegam à nossa casa pela primeira vez se sintam acolhidos. Nós temos sempre palestra todos os dias nesse horário, em outros horários também. Aqueles que já se encontram no salão, sejam bem-vindos, que já nos acompanham todas as semanas aqui conosco presencialmente. E os que nos assistem pelos canais do YouTube, pelas mídias sociais também, sejam bem-vindos. Para iniciar o nosso trabalho, como sempre, fazemos uma leitura de um livro, Vou fazer do Vida Feliz, ditado pelo espírito de Joana de Angeles, psicografia de Edivaldo Franco. Para quem tem a mensagem, para quem tem um livrinho, a 68. Quando desconheceres um assunto, confessa a tua ignorância a seu respeito. Não tens obrigação de saber de tudo, de estar informado sobre todas as coisas. Questão de apreço e honestidade de quem reconhece os próprios limites. E mesmo que estejas inteirado da informação que alguém te dá, ouve-a com paciência. Terás ensejo de conferi-la com as notícias que já tens. enriquecendo mais o teu conhecimento ou corrigindo. Uma pessoa que parece muito bem informada, às vezes tem somente um conhecimento superficial, aparentando mais do que sabe. Quem sabe ouvir lucra sempre. Agora vamos fazer a nossa prece inicial, buscando já sintonizar com o assunto da palestra. Fechemos os nossos olhos, relevemos os
perficial, aparentando mais do que sabe. Quem sabe ouvir lucra sempre. Agora vamos fazer a nossa prece inicial, buscando já sintonizar com o assunto da palestra. Fechemos os nossos olhos, relevemos os nossos pensamentos à espiritualidade aqui presente, busquemos os corações em sintonia de amor, de paz e peçamos a Jesus que a sua luz continue conosco, intuindo os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e que as bênçãos que estamos recebendo neste neste momento possam chegar a todos que necessitem também. Que assim seja com a nossa palavra. Agora a Norma vai fazer uma palestra. Vamos aproveitar com as nossas reflexões. Que assim seja. Bom dia a todos. Muito obrigada, Patrícia. Gente, eu tô aprendendo ainda. Vocês tenham paciência. Os meus colegas estão me ensinando a dar bom dia também pras pessoas que estão na internet. Então eu queria dar bom dia paraa Raquel Vicente, pra Juliana Espa e pra Rosana Busnelo de Acomade. Muito obrigada pela atenção, pela companhia, todos os da internet e também os que estão aqui, que tiveram a vontade de sair cedinho de casa nessa manhã frizinha para começar o dia animando a alma, carregando alguma coisa de novo para dentro de si. pro nosso crescimento pessoal. Bom, hoje eu trouxe um tema que me veio desse livro aqui, é o título desse livro, alguém me tocou. E é uma uma história muito interessante que a gente encontra no Evangelho de Jesus e na na nas mensagens no Evangelho de Lucas. Por quê? Porque é a única situação que encontramos no evangelho em que Jesus fez algum ato que nós consideraríamos um milagre sem notar que estava fazendo, pelo menos registrada. Pode ser que tenha havido outras não registradas, mas essa está registrada porque eles andavam por uma daquelas pequenas cidades, aldeias, e Jesus já era muito famoso, já estava muito eh conhecido o seu trabalho de assistência, de cuidado com os doentes e aqu imagina muvuca que não era. que tava muito confuso, muito empurra, empurra para todos os lados. E Jesus vira-se, se não me engano, para Pedro e diz: "Alguém
ssistência, de cuidado com os doentes e aqu imagina muvuca que não era. que tava muito confuso, muito empurra, empurra para todos os lados. E Jesus vira-se, se não me engano, para Pedro e diz: "Alguém me tocou porque senti que de mim saiu poder." Evangelho de Lucas, capítulo 8, versículo 46. Como imaginemos a consciência de Jesus tão grande, tão expandida? Como não notar que alguém estava ali no seu entorno buscando por algo, buscando por um poder que pudesse lhe ajudar, trazer-lhe conforto com tanta confiança em algo que a própria pessoa não sabia dizer. Eu só confio, eu espero, eu anseio. E Pedro, acredito que tenha sido Pedro, que sempre o que estava mais próximo nesses momentos de de confusão, Pedro mais velho, ele trazia, fazia um pouco mais de respeito, né? Disse: "Mas, senhor, como dizer quem encostou no Senhor, quem o tocou?" muito difícil. E procura daqui, procura dali. Descobre-se então que uma senhora, uma mulher que há 12 anos sofria de uma hemorragia uterina intensa e que havia gasto toda a sua fortuna, se é que tinha fortuna. digamos assim, o que tinha para viver a sua vida modesta havia gasto tudo com médicos, remédios e o que mais pudesse aconteer para ter aquele conforto, para ter aquele aquela cura e não havia conseguido. E naquele momento ela só podia recorrer à fé, recorrer à confiança de do que ela ouvia falar daquele Nazareno. Eu chegarei lá, não me apresentarei. A gente vai ver as razões também porque não se apresentaria. Mas se eu tocar a barra de sua túnica, tenho certeza que serei curada. Por que que ela não iria se apresentar? Por que que ela não iria se jogar, se prostrar de joelhos na frente dele e pedir que a curasse? Porque para as pessoas da época, uma mulher que sangrava não era digna nem de ser tocada, muitas vezes nem de ser dirigida à palavra. Essa mulher vivia há 12 anos esse sofrimento e ela então não teria coragem de em público se apresentar com a sua doença, com a sua mazela para pedir a um homem estranho que a curasse. Então veio de dentro dela
er vivia há 12 anos esse sofrimento e ela então não teria coragem de em público se apresentar com a sua doença, com a sua mazela para pedir a um homem estranho que a curasse. Então veio de dentro dela aquela ânsia, aquela aquele desejo de curar e uma confiança muito grande no poder. que aquele homem demonstrava ter em todos os lados. E assim, depois de fizeram uma enquete ali em volta, descobriram se realmente foi ela e ela disse: "Imediatamente, quando toquei suas vestes, a cessou". E qual foi a resposta de Jesus a isso? Minha filha, você sarou porque teve fé. vai em paz. Em momento algum Jesus disse: "Ah, então eu te curei. Ah, realmente você merecia ser curada. E ela merecesse, isso era tão claro que ficou curada. Mas a cura veio por uma atitude dela que não demonstrou a ninguém, simplesmente agiu. O livro foi escrito, este livro, alguém me tocou, foi escrito por José Carlos Deluc. é um orador espírita, palestrante de mais de 2000 palestras, tem mais de 2 milhões de livros lançados, sempre com o intuito de trazer eh consolação, de buscar pequenas atitudes do dia a dia que nós possamos observar, ter atenção e nos melhorar aos pouquinhos. como é o intuito, como é o que se preconiza dentro da doutrina espírita. Nada de saltos, nada de movimentos bruscos, em que alarguemos tudo que tínhamos para trás, toda a nossa vida passada para trás e abramos um novo panorama. Não, o caminhar, o caminhar sereno, o caminhar dia a dia. E que Zé Carlos nos diz aqui? Ele diz que eh nós muitas vezes fazemos como nos sentar no sofá e esperar sermos atendidos. Nós não conseguimos sair de nós para ir buscar a cura, para ir buscar o remédio. Óbvio que a oração é muito importante. Na oração, podemos pedir por uma cura, podemos entender que temos necessidades e buscar na oração, mas nós não nos chegamos perto de Jesus. Nós ficamos naquela nossa posição aguardando sermos tocados. Não saímos de nós para irmos tocar em Jesus, buscar ativamente a nossa cura. Ficamos como, como dizer, ficamos
nos chegamos perto de Jesus. Nós ficamos naquela nossa posição aguardando sermos tocados. Não saímos de nós para irmos tocar em Jesus, buscar ativamente a nossa cura. Ficamos como, como dizer, ficamos como nem como animaizinhos, porque os animaizinhos vêm para nós, buscam o carinho conosco, buscam a atenção conosco, ficamos encolhidos num canto aguardando, talvez com receio, talvez com vergonha, talvez sem ação. Caros nos conclama a que tenhamos ação, a que saiamos de nós e busquemos sim o consolo, busquemos sim a cura, porque Jesus veio para todos nós e ele busca com certeza nos acudir todas toda todas as nossas necessidades, mas precisa também que nós saib saamos o do que precisamos, nós saibamos que também temos participação no sucesso daquela empreitada. Não será só a ação de Jesus, a ação da espiritualidade sobre nós e vai nos fazer ser bem-sucedidos. Nós também precisamos atuar, ter no mínimo a confiança, ter no mínimo a esperança, a fé de que sim, somos merecedores e poderemos chegar lá. Então Jesus vem nos traz essa palavra sobre a mulher que tinha a hemorragia. Você te curou pela tua fé. Vai em paz. Nós também podemos ser curados por nossa fé se tivermos a confiança, se tivermos o desejo de sairmos de nós e buscar o entendimento, buscar o comportamento, buscar aquilo que nos vai fazer bem. Então, Zé Carlos, no seu livro, ele nos convida a sermos proativos em todas as ações, não apenas nessa, mas essa. Ele conta como ele começou a escrever o livro. Eu gosto muito de ler a parte de prefácio, as pequenas palavras de início, porque nos colocam dentro de uma ambiência, nos colocam dentro do da mente daquele que tá trazendo a mensagem para nós. Ele disse que foi no Natal de 2011, se não me engano, que ele resolveu, ele disse: "Eu tô há tempos que eu gostaria de escrever um livro Natal de 2011. Então, na manhã de Natal, ele pegou o evangelho, abriu e caiu nessa mensagem. E ele gostou. E ele disse: "Sim, com essa mensagem vou começar meu livro, inclusive vou dar o
ever um livro Natal de 2011. Então, na manhã de Natal, ele pegou o evangelho, abriu e caiu nessa mensagem. E ele gostou. E ele disse: "Sim, com essa mensagem vou começar meu livro, inclusive vou dar o título ao livro, porque realmente de todas as curas que nós encontramos no evangelho, é a única que Jesus não se deu conta de que ele fez a cura. E com a mente, com a consciência expandida que ele tinha, como não se dar conta, porque a fé da mulher era muito grande e a sua subserviência, o seu receio de incomodar, o seu receio de ser mal vista era muito maior. Então, ela foi no mais eh escondido possível, no mais discretamente possível para ser atendida. E a atenção bastava para ela que ela tocasse a roupa de Jesus. Então, o que que nós temos a aprender com essa passagem? Nós temos aprender que nós também podemos chegar perto de Jesus. Não apenas orar e aguardar. Nós podemos trabalhar ativamente pelas nossas melhoras, pelas nossas curas, pelo estudo, pelo trabalho. O trabalho que nós, quando a gente fala, ah, trabalhar na caridade, nossa, vou ter que distribuir sopa, vou ter que sair de madrugada levando cobertor para as pessoas na rua, não chega tanto. Há os que se sentem tocados com esse tipo de de abordagem, com esse tipo de trabalho. aos que não se sentem, mas o a caridade, o cuidado com o próximo começa dentro de casa. Em primeiro lugar, dentro de casa, podemos ter sim uma ação extremamente caridosa dentro de nossa casa, com aqueles que convivem conosco diariamente, sejam os parentes, sejam as pessoas que frequentam nossa casa, como trabalhadores, como visitas, sejam os vizinhos que devemos ter uma convivência pacífica e harmônica com todos. para a melhora da egrégora do nosso ambiente. Porque se vivemos num num lugar em que eu entro em casa, mas não posso olhar pro lado porque eu não me dou com o vizinho, em que eu saio tem que sair meio escondido porque o outro já fica me olhando pela janela e despejando dardos no olhar. Não vivo bem. Não é uma comunidade que agregue, não é uma
o me dou com o vizinho, em que eu saio tem que sair meio escondido porque o outro já fica me olhando pela janela e despejando dardos no olhar. Não vivo bem. Não é uma comunidade que agregue, não é uma comunidade que se limpe, que traga conforto a todos que estão em volta. Nós precisamos sim ter no mínimo uma boa relação social com os que estão à nossa volta. E nós sabemos que hoje as coisas estão muito difíceis, as pessoas, cada uma mais enclausurada dentro das suas ideias, dentro dos seus desejos, suas aspirações. E isso faz com que às vezes se extrapolem, é, posições, se extrapolem falas que deixem o ambiente muito carregado. Então, nós podemos sim trabalhar para a nossa melhoria. Nós podemos trabalhar para nós mesmos e esse trabalho vai depender de cada um, no momento que cada um puder fazer e começando dentro de si. começando dentro de si e com aquela delicada lição de Santo Agostinho de Ipona, na questão 919A do livro dos espíritos, quando ele nos ensina a trabalhar a nosso autoconsciência, de modo que a gente possa se conhecer melhor, conhecer-se melhor para melhorar para cada dia. Eu acho a melhor questão, a questão mais prática que a gente pode encontrar no livro dos espíritos, com certeza, porque ela diz a cada um o cada um poderia fazer para ter uma melhora substancial do seu comportamento, do seu rendimento de vida ainda nesta encarnação. Porque muitas vezes a pessoa espera uma próxima. Ah, não, já não dei certo nessa. Já tem muito tempo que eu estou aqui, eu sou assim, nasci assim. Síndrome de Gabriela, nasci assim, eu sou sempre assim, eu não vou mudar. Podemos mudar sim. E Santo Agostinho de Pona nos ensina isso de uma forma bastante simples, clara, inclusive cientificamente, porque ele apresenta pelo menos duas formas de comprovação, de teste de se você tá indo no caminho certo ou não. Ele nos diz: "Todo dia à noite, quando eu me deitava ainda na terra, eu passava em revista todo o meu dia na hora das minhas orações e via tinha feito algo contra alguém, contra Deus ou contra mim mesmo,
nos diz: "Todo dia à noite, quando eu me deitava ainda na terra, eu passava em revista todo o meu dia na hora das minhas orações e via tinha feito algo contra alguém, contra Deus ou contra mim mesmo, de que eu devesse me repreender E se eu identificasse algo nesse sentido contra alguma pessoa, no dia seguinte eu iria redimir-me com aquela pessoa, pedir perdão e anotar para nunca mais agir daquela forma, da mesma forma comigo e consequentemente da mesma forma para com Deus. E assim eu iria vendo diariamente, nos mínimos detalhes, todas as ações de minha vida. Ah, mas vocês podem me dizer: "Puxa vida, mas a gente, o amor próprio, o orgulho empana a nossa vista. A gente pode dizer: "Não, essa ação que eu tive, isso que eu fiz, não foi por avarice, foi por precaução, foi por eh previdência, eu não quis ser estroina". Aí ele nos dá o contrapeso, onde eu digo que é científica a proposta dele. Ele diz assim: "Tá, pensa se fosse outra pessoa que tivesse feito, o que você diria? Tá certo? Ela agiu corretamente? Então você agiu corretamente. Se para outra pessoa aquela situação se configurasse num erro, também para você se configura. É quase que uma prova real. Lembra quando a gente fazia soma, chega lá embaixo, pega o resultado, diminui uma parcela para encontrar a outra. É mais ou menos isso que Santo Agostinho nos propõe. E além disso, ele nos propõe caminharmos sempre, nunca deixar de fazer. Porque esse caminhar pequeno, diário, é o caminhar que vai nos dar a sustentação, a força para que a gente consiga sim chegar ao túmulo melhor do que sair do berço, como sempre nos disse Chico Xavier. Então, o irmos a Jesus, o buscarmos Deus, buscarmos a espiritualidade nos tira da nossa zona de conforto ou até de desconforto. Muitas vezes não estamos numa zona de conforto, estamos extremamente desconfortáveis na posição que estamos, mas não temos ação para uma investida, para uma para um crescimento e podemos sim crescer e nos melhorar. Há um pedacinho, um trecho daqui desse do livro de Zé Carlos de
táveis na posição que estamos, mas não temos ação para uma investida, para uma para um crescimento e podemos sim crescer e nos melhorar. Há um pedacinho, um trecho daqui desse do livro de Zé Carlos de Luca, que eu queria ler. É um parágrafo pequeno. Diz assim: "Ah, eu vou ter que ler o anterior porque como a gente começa um parágrafo com por isso, como é que você sabe o que que é o por isso? Tem que ter o anterior, né? Vamos lá. Creio que nós também padecemos de alguma espécie de hemorragia. Estamos cansados, sem energias que nos sustentem sem ânimo diante dos obstáculos da vida. As tensões e preocupações excessivas com a vida material nos apartam do sentido real da nossa vida, que é a conquista dos tesouros espirituais. Ainda que possamos desfrutar dos bens materiais, nossa missão nessa vida não é comprar, adquirir, ostentar, possuir. É preciso lembrar constantemente que somos essencialmente espíritos em viagem de adiantamento na face da Terra e que as tarefas que desempenhamos no mundo material objetivam desenvolver as qualidades do nosso espírito imortal, especialmente a bondade e a inteligência. Aí, agora que vem o outro parágrafo. Por isso é que nossa alma somente se alimenta das coisas espirituais. Quando esquecemos estas verdades, surge um problema de desabastecimento espiritual que repercute em nossa vida física na forma de doenças, relacionamentos conflituosos, problemas financeiros e sensação de vazio existencial. O espírito é o centro da nossa vida na matéria. É quem sustenta a vida física em nós. Um corpo sem espírito não passa de um cadáver. Ou seja, por mais que tenhamos em nossa vida desafios, necessidades, eh concorrências, porque nós ainda vivemos num mundo muito mais concorrente do que cooperante. Temos sim que concorrer com outros porstos, por situações, por por ganhos. Nós precisamos dar uma grande atenção à nossa parcela espiritual. Temos sim que dar uma grande atenção ao nosso interior, à nossa vida. Não podemos nos deixar ser somente levados pela vida física, pelo conforto,
mos dar uma grande atenção à nossa parcela espiritual. Temos sim que dar uma grande atenção ao nosso interior, à nossa vida. Não podemos nos deixar ser somente levados pela vida física, pelo conforto, pelo bem-estar que possamos usufruir. Ele é útil, justo e necessário, mas não pode ser o único. Aí que podemos buscar, buscar essa melhoria interna, buscar uma um equilíbrio entre a as nossas necessidades e buscas materiais e o nosso desenvolvimento espiritual, porque assim vamos crescer. crescer usando a analogia das duas asas, que a asa do conhecimento, a asa da moral, a asa da bondade, a asa do do do aprendizado dentro do do mundo físico para nos tornarmos ainda seres mais merecedores em uma próxima encarn ção, porque com certeza dessa nenhum de nós sairá muito provavelmente para voos tão mais altos, porque tudo na natureza se faz aos poucos e devagar para que esteja bem assentado, para que seja bem entendida. Então, esse é o o entendimento do nosso amigo Zé Carlos Deluca. Eu convido vocês a quando puderem, quando tiverem oportunidade adquirir algum livro dele. São livros muito úteis pra gente ter na cabeceira, porque são lições pequenas, simples e fáceis da gente entender e cuidar de fazer, de repetir dia a dia, cuidar de ter um pouco mais de visão para nós. E saiamos do conforto do sofá, saiamos do conforto do pedir, do somente ansiar. Vamos buscar ativamente Jesus. Vamos buscar ativamente a nossa melhoria. Tenhamos fé em nós mesmos, porque a fé salvou a mulher que tinha hemorragia. salvou, porque ela foi sem esperar grandemente eh um atendimento. Ela foi apenas guiada pelo seu instinto de fé, de confiança. Eu mereço, eu não posso mais, não tenho mais saída. E que possamos nós não esperar esse momento de não ter mais saída para buscar Jesus, para buscar a espiritualidade, para buscar o nosso crescimento pessoal, a nossa melhoria moral. Que a gente possa começar hoje ainda, aos pouquinhos, usando as técnicas de São Tangostinho de Pona. E hoje ele tá tão tão em evidência
para buscar o nosso crescimento pessoal, a nossa melhoria moral. Que a gente possa começar hoje ainda, aos pouquinhos, usando as técnicas de São Tangostinho de Pona. E hoje ele tá tão tão em evidência em função do novo papa que é agostiniano. Ou seja, o espírito de santo agostinho de pona revive no órbe da terra com muita força nesse momento. Espero ter trazido um pouco de consolo, tranquilidade e uma ideia uma ideia que possa germinar devagarzinho e nenhuma margaridinha no coração de cada um, para que cada um possa ter essa energia, essa vontade, esse desejo de crescimento pessoal. Tenhamos todos um bom dia. Até um outro momento. Agradecidos pela palestra da norma, vamos mentalizar agora neste momento a figura do Mestre Jesus e vamos pedir a ele que dilua as nossas incertezas, as nossas preocupações, para que possamos caminhar mais leves, mais tranquilos, com mais confiança, porque tudo passa. Somente o amor e o bem são eternos. Antes de terminarmos aqui para irmos ao passe, a casa pediu para dar dois avisos. Um é a campanha do agasalho. Estamos em tempo de inverno. Todos aqui estamos sentindo frio. A comunhão assiste a 150 famílias e atende 40 moradores de rua toda sexta-feira aqui mesmo. Então aqueles que puderem doar agasalhos, calçados, meias, bonés, pode ser de adulto, de criança, podem entregar aqui no monxarifada, aqui do lado direito do nosso palco, ou na portaria. E o outro aviso é a festa junina que acontece todo ano no nosso lar, localizado no núcleo Bandeirante. É um local de assistência a crianças. E a festa é dia 1eo de junho, todo primeiro domingo. Ela começa a partir do meio-dia até às 22 horas. E aqui embaixo, aqui no salão, aqui na portaria, quando vocês entrarem no primeiro andar, tem pessoas vendendo as cartelas. Para quem não quiser adquirir lá nas filas para comidas e as bebidas oferecidas, a entrada é gratuita. Todos estão convidados para participar. Aos que nos assistem à palestra de forma virtual, permaneçam ligados porque tem os benefícios do passe virtual. E os que
bidas oferecidas, a entrada é gratuita. Todos estão convidados para participar. Aos que nos assistem à palestra de forma virtual, permaneçam ligados porque tem os benefícios do passe virtual. E os que se encontram aqui, só aguardar que já vamos chamar do outro lado do prédio, aqueles que já conhecem se dirigir até lá. Bom dia a todos. Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores
sitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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