Além do Agora #3 - A Justiça de Deus

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 17/08/2025 (há 7 meses) 4:25 321 visualizações

Que ideia temos cultivado sobre Deus? E como essa concepção influencia nossa compreensão da Justiça Divina? Essas são as reflexões propostas por Jefferson Quadros no terceiro episódio da série Além do Agora — um convite ao aprofundamento de temas que estarão em destaque no 13º Congresso Espírita do RS. 📍 Assista à série na Fergs Play: youtube.com/@FergsPlay 📍 Garanta sua inscrição no 13º Congresso Espírita do RS: congressoespiritars.org.br

Transcrição

Em conversa descontraída com seus discípulos, Jesus aproveitou a oportunidade criada por questionamentos atinentes a justiça para contar uma parábola. Disse Jesus: "Havia em uma cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava os homens. Havia também na mesma cidade uma viúva que repetidamente procurava o juiz e lhe dizia: "Faz-me justiça". Durante certo tempo, ele não queria atendê-la, mas depois disse a si próprio: "Mesmo sem temer a Deus e sem respeitar os homens, essa viúva me molesta em procura de justiça. Farei justiça por ela para que não volte a me importunar". Um olhar grave e sereno, Jesus disse a todos os presentes: "Ouvi o que diz o injusto juiz. Acaso Deus não fará justiça a seus escolhidos que bradam dia e noite por sua intervenção, sendo bondoso para com eles? As palavras de Jesus nos convocam a reflexão. Desde sempre utilizamos nossa humanidade para criar uma imagem figurada da divindade. É a chamada visão antropomórfica de Deus. Esse modelo imperfeito nos leva a entendê-lo com base nas limitações morais que nos caracterizam como humanidade. Assim, fica fácil entender de onde surgiu a ideia de um Deus vingativo, muitas vezes injusto e tendencioso. Mas Jesus apresenta um Deus completamente diferente, muito amoroso, bondoso, misericordioso e justo. Tendo por base a interpretação imperfeita que criamos de Deus, fica difícil compreender esse Deus de amor do qual fala Jesus. Não seria fácil desconstruir a imagem do deus antropomórfico, em especial no que tange a justiça divina. A vida no mundo de expiações e provas, com todos os seus desafios e tentações, é campo fértil aos questionamentos dos homens imprudentes, desprovidos de fé, que ainda não compreenderam os mecanismos da justiça divina atuantes nas nossas existências. Mas desde a segunda metade do século XIX, o Espiritismo ou a doutrina dos espíritos apresenta os homens nos postulados organizados por Allan Kardec. novos campos de reflexão e análise sobre a vida, o destino, o futuro e o passado de todos nós. As vozes imortais se fazem

dos espíritos apresenta os homens nos postulados organizados por Allan Kardec. novos campos de reflexão e análise sobre a vida, o destino, o futuro e o passado de todos nós. As vozes imortais se fazem ouvir no plano físico, revelando à humanidade conceitos novos, demonstrando sob novo prisma a existência de Deus, a imortalidade da alma, a reencarnação e a comunicabilidade dos espíritos e a polaridade dos mundos habitados. Novas luzes afastando as trevas da ignorância nos corações sedentos de consolo e paz. Os espíritos, em nome do Cristo, voltam à Terra para esclarecer e consolar os homens de boa fé, renovando nas mentes e corações a convicção da perfeição dos métodos de ação da justiça divina que balizam nossas existências. Não mais injustiças, não mais castigos, não mais perseguição. Deus é amor e justiça. Você concorda com essas afirmações? Consegue compreender os meios de ação da justiça divina? Esse tema e outros tantos ligados à vida futura e à imortalidade da alma serão tratados no 13º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, que acontece de 17 a 19 de outubro de 2025 em Porto Alegre. Acesse congressoespírits.org.br br e fique por dentro de todas as informações da maior confraternização da família espírita em Solo Gaúcho. Até a próxima.

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