AJUNTAI TESOUROS NO CÉU - Wilter Coelho [PALESTRA ESPÍRITA]
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mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro [música] de mim que encontrei. >> Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vamos começar esse nosso momento fazendo uma leitura. Eh, eu sei que vocês já estão bem harmonizados, mas pra gente continuar, né, essa harmonização para ir entrando devagarzinho, preparando pra gente depois ouvir a lição, a reflexão que o vai trazer para todos nós, tá nesse livrinho Jesus no teu dia a dia. É um é uma psicografia do Agnaldo Paviani pelo espírito de José de Morais. Os tesouros da alma. Não se deixe seduzir por aquilo que não pode comprar a sua felicidade. A beleza física se esva com o tempo. O dinheiro não acompanha o espírito após a morte. O estatus social não tem valor na pátria espiritual. Os bens materiais ficam para trás. As joias valiosas não podem comprar a sua paz. A fama não faz você melhor aos olhos de Deus. Tudo que é material é passageiro e secundário. Apegar-se a isso é sofrimento à vista. Aprenda a valorizar os bens que o acompanha acompanharão após a morte. Por uma questão de raciocínio, se todos buscamos a felicidade permanente, não poderemos encontrá-la nas passageiras. Procure, portanto, portanto, outros tesouros, a beleza interior, o dinheiro da caridade praticada, o estatus das virtudes adquiridas, a fama de ser humilde. E assim nós começamos esse nosso momento em agradecimento a Deus, a Jesus, a Dr. Dizer de Menezes, o mentor dessa casa, ao nosso guia protetor, por todas as bênçãos derramada sobre nós a cada dia para que nós possamos realmente cumprir a tarefa que nós escolhemos a a dar prosseguimento nesse momento de vida. Mas rogamos ainda, rogamos que nos ajude a caminhada. Às vezes é difícil, o
a cada dia para que nós possamos realmente cumprir a tarefa que nós escolhemos a a dar prosseguimento nesse momento de vida. Mas rogamos ainda, rogamos que nos ajude a caminhada. Às vezes é difícil, o a o caminho é pedregoso, são quedas, mas que eles nos ajuda, ajuda, porque uma parte é nossa, a nos levantarmos, a escolhermos onde pisarmos para que nós possamos chegar ao final, dizendo: "Fomos o mais forte, vencemos esse nosso momento." Então, que essa doce paz fique conosco agora e sempre. Bom, amigos, hoje o Ilter voltou. Quem tem todo mundo que vai volta uma hora volta, mesmo que foi essa insistência ou a gente assina um contrato, olha que dia que você tá aqui a tal dia, então tá certo, né? Então agora nós já temos o nosso grupo das 18 horas completas. Eu fico muito feliz com isto. Ele vai falar para nós hoje, juntai tesouros no céu. Então, a gente falou de tanto materialismo, agora ele vai contar como que nós podemos fazer para pegar esse tesouro e guardar bonitinho. Tá com você, Wilda. Bom, gente, boa noite. Eh, o texto que a que a Rute leu já introduz o assunto, né? Esse comentário é um texto do livro Em torno do Mestre, que é o livro que a gente tem trabalhado nesse horário das 18 horas. E esse texto foi escrito e tem uma reflexão. É bom quando a gente não tem a pretensão de ensinar o que alguém não sabe. O gostoso é refletir sobre o que todos sabemos. Todos nós já ouvimos essa passagem e vale a pena a gente refletir um pouco sobre essa passagem, embora seja um assunto que a gente conheça, que a gente já leu, que a gente já viu, que a gente conhece. Mas é bom fazer uma reflexão a partir disso, porque pode trazer algum elemento novo pro nosso raciocínio, pode trazer alguma coisa nova paraa construção da nossa consciência, porque na verdade a gente tá aqui, um desses tesouros que a traça não come é exatamente a nossa consciência, porque a consciência é quem nós somos, é a nossa relação e a nossa ligação com a lei divina, com esse Deus que todo mundo fala essa palavra, mas é
ue a traça não come é exatamente a nossa consciência, porque a consciência é quem nós somos, é a nossa relação e a nossa ligação com a lei divina, com esse Deus que todo mundo fala essa palavra, mas é com essa lei divina que a Gente, liga a se liga a partir da consciência. Por isso que cada um tem um tipo de ligação diferente. Cada um tem um Deus diferente, porque é o Deus que cada um alcança. Qual Deus que eu alcanço? É o Deus que eu começo a refletir, que eu começo a pensar e que eu começo a ampliar na minha consciência. O Deus da antiguidade era o Deus raivoso que precisava de sacrifício de animal, sacrifício de gente. Mas quem era raivoso naquela época era o Deus, era o homem. Então, em cada época tem um Deus, mas não é o Deus, é o homem. Então, na verdade, a gente sabe que a a a o Evangelho fala que, né, Deus criou o homem, mas na verdade a gente vai prestar atenção, o homem cria Deus, porque não o Deus absoluto, mas o homem cria Deus à sua imagem e semelhança, porque o homem cria deuses de acordo com a sua capacidade de comportar esse conhecimento da lei divina. Eh, dizem que nós somos um recipiente, né? É como se fosse a gente fosse um recipiente. Eu posso ser um balde, eu posso ser um latão, eu posso ser uma xícara. E o Deus é esse oceano. E cada um é um recipiente, tem um tamanho determinado e cabe um tanto de Deus no recipiente de cada um. E esse recipiente de cada um é a consciência. E quando a gente faz reflexões a respeito dessas palavras trazidas por Jesus, a gente vai ampliando o nosso recipiente e vai cabendo um pouco mais da lei divina dentro de nós e a construção do Deus, porque um dia a gente vai entender também quem é essa divindade, esse criador, esse que tá em comum, esse que é a lei divina. E a gente vai entender porque que Jesus falou: "Eu e o Pai somos um,", né? Porque ele é um com essa criação. Porque ele ele ele se completou. Ele se completou e ele vivia, pensava, fazia tudo de acordo com a lei divina, porque ele se encheu da lei divina. Olha o céu que tá dentro de nós.
um com essa criação. Porque ele ele ele se completou. Ele se completou e ele vivia, pensava, fazia tudo de acordo com a lei divina, porque ele se encheu da lei divina. Olha o céu que tá dentro de nós. E Jesus conseguiu trazer esse reino de Deus. E ele era esse reino de Deus. Por isso que ele trouxe essa mensagem, porque ele conhecia a mensagem, porque ele fez essa caminhada. Exatamente porque ele fez essa caminhada que ele falou: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. E nós somos os nossos próprios caminhos ou descaminhos e somos a ilusão. Nós vivemos a ilusão e os descaminhos porque não entendemos essa coisa mais mais aprofundada dessa mensagem que Jesus trouxe exatamente porque conhecia e era pra gente conhecer e viver. E a gente confunde a mensagem que é pra gente trazer paraa consciência e viver. A gente confunde isso com reza e acha que a mensagem é de reza. A mensagem não é de reza, a mensagem é de libertação, a mensagem é de conscientização. E aí a gente continua rezando, rez sem nenhum problema, com oração, com reza, pelo contrário. É também um grande momento de conexão, a oração profunda, a oração de conexão. Agora, aquela oração que a gente só vai faz uma lista de pedido e vai: "Meu Deus, me dá isso, me dá aquilo, me dá aquilo, me dá aquilo". Aí é comércio, aí é outra coisa, aí é a pobreza do nosso Deus, do Deus que a gente criou. Mas o o o Mateus 6:19 diz o seguinte, só vou ler o trecho pra gente comentar. Não ajuntei para vós tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões eh penetram e roubam. Mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça, nem a ferrugem os consomem, e onde os ladrões não penetram, nem roubam, porque onde está o vosso tesouro, aí estará o o vosso coração. A primeira coisa que o que o que o Vinícius escreveu sobre essa passagem foi que ela é uma sublime advertência e ela é de uma sabedoria profunda e que se nós refletíssemos e meditássemos sobre essa passagem ia evitar um monte de sabores, um monte de tristezas, um monte
gem foi que ela é uma sublime advertência e ela é de uma sabedoria profunda e que se nós refletíssemos e meditássemos sobre essa passagem ia evitar um monte de sabores, um monte de tristezas, um monte de angústias, um monte de de reparações. a gente ia caminhar um pouco mais depressa nesse caminho tão difícil, nessa estrada trazida por Jesus. Aí a gente vai pensar eh a primeira coisa que ele fala, ele fala de terra e de céu. Então ele fala de duas coisas. Ele fala do elemento material e fala do elemento espiritual. Nós somos elemento material e elemento espiritual. Na verdade, nós somos elemento espiritual e utilizamos o elemento do elemento material para evoluir o elemento espiritual. Só que muitas vezes a gente confunde e acha que a gente é o elemento material. Eu olho no espelho, vejo essa figura e acho que eu sou essa figura. Eu não sou essa figura. Eu sou o que tem de mais profundo nessa figura. Eu sou aquilo que tá no fundo dos olhos e do sentimento e do pensamento dessa figura. Eu sou aquele mais profundo. Essa fachada que eu vejo é o que veio do pó e volta pro pó. É isso que muitas vezes me faz iludir. É isso que muitas vezes me faz buscar uma coisa diferente da daqu daquela grande finalidade da existência. Eu começo a distorcer, a deturpar a finalidade da existência, porque a finalidade da existência não é o que veio do pó e volta pro pó. O corpo é o que veio do pó e volta pro pó, né? Embora necessário, embora um instrumento importante, um instrumento que a gente deve cuidar, um instrumento que a gente deve prezar, respeitar, cuidar e fazer todo o bem possível para essa ferramenta, porque é uma ferramenta que a gente utiliza e quanto mais tempo a gente usar essa ferramenta usando bem, mais a gente vai ter capacidade de trazer conhecimento e consciência nova. Para isso que habita essa matéria, para isso que habita esse elemento material. Então, nós também temos, nós somos esse elemento material e esse elemento espiritual. E quando ele fala, ajuntai eh eh tesouros na terra e no céu, olha
ia, para isso que habita esse elemento material. Então, nós também temos, nós somos esse elemento material e esse elemento espiritual. E quando ele fala, ajuntai eh eh tesouros na terra e no céu, olha que ele fala: "Na terra não ajuntais". E fala: "No céu ajunta". Então, o que que ele fala? Ajuntai tesouro material ou ajuntai tesouro espiritual? Aí, o que que é ajuntar tesouro material e o que que é ajuntar tesouro espiritual? Mas por enquanto eles a gente só tá no contraponto, terra e céu, embora não sejam coisas e eh eh eh conflitantes, pelo contrário, tanto que todos nós estamos aqui na Terra, todos nós estamos aqui com o corpo, mas todos nós, cada um com a sua consciência. Cada um veio com a consciência que construiu ao longo das encarnações. Sabe quantas encarnações cada um viveu? E cada um tem consciências diferentes, porque embora, embora criados iguais, o no decorrer do tempo, cada um foi desenvolvendo mais ou menos a sua própria consciência. Por isso que hoje não somos, não estamos no mesmo patamar dessa escada. Tem gente que já subiu um degrauzinho a mais nessa escada, outro subiu, outro, outro tá olhando para um lado, outro para outro. Então são pontos de vista, pontos de vistas diferentes dessa caminhada, porque cada um tá caminhando de uma forma, de uma maneira, nessa estrada que vai conduzir para esse conhecimento pleno, para esse domínio da consciência absoluta, para esse domínio da lei divina, para esse conhecimento da lei divina, que foi o que Jesus trouxe, porque ele já tinha esse conhecimento e foi o que Paulo adquiriu quando ele falou também: "Não sou mais eu quem vivo e é o Cristo que vive em mim". Não é que ele tava eh eh o Cristo tava falando através dele. Não, não sou mais eu quem vive, porque não é aquele homem velho mais que vive. O vive um homem novo com a consciência que o Cristo trouxe. E aí a gente usa muita coisa de de de religião e não altera a nossa consciência. Então não adianta a gente ficar para lá e para cá sem modificar a consciência. É preciso evoluir. Evoluir
risto trouxe. E aí a gente usa muita coisa de de de religião e não altera a nossa consciência. Então não adianta a gente ficar para lá e para cá sem modificar a consciência. É preciso evoluir. Evoluir é isso, é ampliar essa consciência. E tem mecanismos de ampliação dessa consciência. A gente tem sentimento e tem pensamento que são atributos do espírito. E esses atributos do espírito são grandes ferramentas de trabalho espiritual. O emano diz que eh eh o pensamento representa pro espírito o que as mãos representam pro corpo. Ele tá falando do elemento material e do elemento espiritual. A mão representa trabalho físico, construção. Então é um trabalho do corpo. O pensamento é a mão do espírito, é a construção do do do espírito. Agora, esse pensamento não é zero. Esse pensamento pode ser melhor, pior, pode ser raivoso ou não. Ele tem qualidade. Quem qualifica o nosso pensamento é o nosso sentimento. Então, a gente tem que cuidar dessas duas coisas, porque o nosso pensamento é qualificado pelo sentimento. E nós temos um sentimento ainda muito, muito próximo do animal, que tem sentimento de orgulho, de vaidade, de egoísmo, de acumulação, de tudo é meu. E olha, e aí vem a acumulação dos tesouros aqui na terra, onde todo mundo quer tudo para si e todo mundo, quem tá lá fora que fique sem. Tem até o ditado: "Pouca farinha, meu pirão primeiro." Como pouca farinha, meu pirão primeiro. Esse é o esse é o elemento material animalesco. Pouca farinha. Vamos dividir esse pirão. Vamos fazer uma ampliação desse pirão pra gente, para todo mundo comer um pouquinho desse pirão. Esse é o elemento espiritual. Mas a gente confunde um pouco e vive um pouco essa ilusão, porque muitos de nós ainda vivemos em função do elemento material. Não é que ele não seja importante. Jesus disse: "Dai a César o que é de César, da Deus o que é de Deus". O que que é de César? O mundo. O que é matéria? Do ponto de vista pessoal, o que é de César? É a matéria. Ponto de vista eh eh do mundo, que é de César são as coisas,
César, da Deus o que é de Deus". O que que é de César? O mundo. O que é matéria? Do ponto de vista pessoal, o que é de César? É a matéria. Ponto de vista eh eh do mundo, que é de César são as coisas, os governos, as coisas, as os objetos. E agora o que que é de Deus? O pensamento e o sentimento. Então, o que que eu dou para um, o que que eu dou para outro? O que é o que é material? O tempo traz a traça e a ferrugem. O tempo eh eh consome a matéria como consome a nossa própria matéria. Mas o espírito não é consumido pelo tempo. Pelo contrário, o espírito evolui com o tempo na utilização correta da matéria. Por isso que Paulo de Tá também falou: "Enquanto o corpo se corrompe, o espírito se renova a cada dia." Então tem gente ficando mais velho, mais feio, mais fraco, mas ficando mais forte por dentro, adquirindo mais virtude, adquirindo mais consciência. E tem gente que faz a ditadura da força, da força física, a ditadura da beleza, a ditadura da forma. A ditadura da forma. Como? Ditadura da forma. Por que ditadura da forma? Por que não ditadura do conteúdo? Por que não ditadura da essência? Buscai primeiro o reino de Deus e sua justiça. O que significa buscai primeiro o reino de Deus e sua justiça? Buscai primeiro, não é em primeiro lugar, buscai em grau de importância o elemento espiritual. Então, para mim, o mais importante é o que eu sinto e o que eu penso. Por isso, Jesus criticava muitos hipócritas, porque eles falavam, falavam, falavam, mas lá dentro o pensamento e o sentimento continuavam corrompidos. contaminados e corruptos. Então, não adianta sentar, ajoelhar e rezar com o pensamento e com sentimento ainda corrupto, ainda contaminado, ainda raivoso, ainda dominado por todas as imperfeições. Aí o a gente viu, tá falando de dois do de céu e terra. Onde é que tá o reino de Deus? O reino de Deus é imortal. O reino de Deus é é eh tá dentro de nós. Então, o reino de Deus tá nesse sentimento. O reino de Deus tá no no pensamento e no sentimento. Aí é o reino de Deus. Então,
Deus? O reino de Deus é imortal. O reino de Deus é é eh tá dentro de nós. Então, o reino de Deus tá nesse sentimento. O reino de Deus tá no no pensamento e no sentimento. Aí é o reino de Deus. Então, onde é que eu vou? O que que seria eh eh o que que seria valor para mim? O que que seria e eh riqueza para mim? O que que seria tesouro para mim? Eu falo tesouro bem melhorar para mim. que agora ela gosta que eu fale tesouro. O que que seria tesouro? Para mim o elemento material, o tesouro é o ouro, é o dinheiro, é o carro, são as coisas. Pro elemento espiritual, o tesouro é o sentimento, é o afeto, é a compreensão, é a disciplina, é o amor, é a virtude. Olha que onde eu vou, que tipo de tesouro eu vou juntar. Eles não são excludentes. Eles não são excludentes. Dá a César o que é de César, dá Deus o que é de Deus. Só que esse aqui que a traça come tem um grau de importância. Esse que a traça não come tem outro grau de importância. E o grau de importância de tanto de um tesouro quanto de outro tesouro tem a ver com o tempo de duração dele. Esse tesouro dura pouco tempo. Primeiro que vem um ladrão e rouba. Que ladrão que vem e que rouba meu tesouro? A morte. Como é que a morte vai roubar o tesouro que tá aqui dentro de mim no sentimento? Como é que o tempo vai trazer ferrugem? Como é que o tempo vai trazer eh traça e ferrugem para esse tesouro que eu tenho aqui dentro? Pra minha consciência, pros valores que eu trago, pras virtudes que eu conquistei, pras tentações que eu já venci. Como é que a traça vai comer as virtudes? Como é que o tempo vai desgastar essas virtudes? O tempo vai desgastar o corpo. Por isso que enquanto o corpo se corrompe, o espírito se renova a cada dia. Aquele espírito que se renova é aquele que compreende a corrupção do corpo. Corrupção no sentido de de de finitude, de desgaste, de cumprir o tempo, como uma árvore que nasce e cresce, fica, como tudo na vida que tem, vai, vai, vai, vai, chega um, termina o ciclo. O corpo termina o ciclo, o espírito não tem ciclo. Um o um os
e, de cumprir o tempo, como uma árvore que nasce e cresce, fica, como tudo na vida que tem, vai, vai, vai, vai, chega um, termina o ciclo. O corpo termina o ciclo, o espírito não tem ciclo. Um o um os pequenos ciclos do espírito são pequenas encarnações, são existências. Existência não significa a vida. Existência é um minuto na vida. Então, eu tenho existências diferentes em situações e circunstâncias diferentes. Eu tenho existência como homem, como mulher, como mais, como tem mais dinheiro, com menos dinheiro. Eu tenho existências de todas as formas ao longo da história de espírito, porque essas existências são as existências com as circunstâncias necessárias que a lei divina traz para mim. Não que ela me dá de presente, mas que eu provoco. Essas essas circunstâncias da minha vida não são causa. As circunstâncias da minha vida são consequências. Consequências de mim mesmo, consequências da minha história de espírito, tanto do passado quanto dessa existência. Então, em todas as existências eu vou existindo e ao existir eu vou dando causas e vou acolhendo consequências. E a circunstância da próx da próxima existência, eu tô colhendo consequência da da causa que eu dei na existência anterior. Mas tudo isso é um grande mecanismo de de aperfeiçoamento. Tudo isso é um grande mecanismo de aperfeiçoamento espiritual. É um grande mecanismo de grande sabedoria, de aquisição de virtude, de aquisição de amor. E onde vem? Para onde vem essa virtude e esse amor? É do espírito, não é da mão, não é dos pés, não é do corpo, não é do cérebro. O cérebro é mecânico. O cérebro é mecanismo. O pensamento é que é que movimenta o cérebro. O pensamento é que é espírito, o pensamento é corpo. Toda parte do corpo é uma ferramenta. É uma ferramenta bem utilizada ou mal utilizada pelo espírito que tá com aquela ferramenta que foi a ferramenta que coube para ele, que não tem injustiça. É a ferramenta que coube para ele. E com aquela ferramenta e com a sua história de existências e existências, ele tem um tempo
erramenta que foi a ferramenta que coube para ele, que não tem injustiça. É a ferramenta que coube para ele. E com aquela ferramenta e com a sua história de existências e existências, ele tem um tempo determinado. em cada existência para adquirir virtudes, para vencer as tentações que traziam todas as imperfeições. Por isso que o grande mecanismo de aquisição de virtudes, de ajuntar tesouro no céu, não é o meu querer. O meu querer tem mais tem mais ligação com o meu desejo, tem mais ligação com as minhas necessidades. Eu eu tô com fome, eu tô com sede, eu tô com raiva agora, e o meu dever? O meu dever eu não faço só o que eu quero, eu faço o que eu não quero, mas eu faço o que eu devo. Por isso é que o nosso querer muitas vezes eles mantém a gente no mesmo lugar. Quem faz tudo o que quer continua sempre no mesmo lugar, porque realiza tudo o que quer. Quem começa a entender que é preciso realizar o que não deseja, mas o que o que deve fazer, aí já atingiu um outro patamar. Paulo Paulo de tudo Paulo de trás falou e Jesus falou e tudo posso, mas nem tudo devo. Quer dizer, que que é isso? Eu tenho livre arbítrio, eu posso tudo, posso fazer qualquer coisa, mas nem tudo devo. Por quê? Porque tem coisa que eu faço que vai me prejudicar, tem coisa que eu faço que vai prejudicar os outros, tem coisa que eu faço que eu tô perdendo tempo, que eu tô adquirindo consequências difíceis ali na frente. Agora, o que eu devo? Quem diz o que eu devo? Não é ninguém, não é um padre, um pastor, um palestrante espírita, um médium. Não, quem diz o que eu devo é a minha consciência. Porque a doutrina espírita diz claramente que a lei divina tá na nossa consciência. Mas da mesma forma como cada um é um recipiente que cabe da lei divina o que ele comporta, que o que ele já ampliou de consciência, cabe em cada um o tanto da lei divina que ele comporta. Tem gente que comporta a lei divina compatível com a Idade Média. em termos de valores, em termos de virtudes. E aí, que que ele vai precisar fazer?
em cada um o tanto da lei divina que ele comporta. Tem gente que comporta a lei divina compatível com a Idade Média. em termos de valores, em termos de virtudes. E aí, que que ele vai precisar fazer? Ele tem o tempo. Ele tem o tempo, vai sofrendo as consequências e ele vai aperfeiçoar todo. Nenhuma ovelha vai se perder. Jesus falava, né? Então, nenhum de nós vai se perder. A gente vai gastar tempos diferentes. Alguns vão ampliar a consciência com mais rapidez. Alguns vão chegar e dizer: "Não sou mais eu quem vivo e é o Cristo que vive em mim". Outros vão demorar mais para dizer isso. É o mesmo que dizer: "Eu e o Pai somos um". Quando eu posso dizer um dia eu e o Pai somos um eu também vou poder dizer eu e o Pai somos um. Eu vou estar dizendo que eu vou ser Deus? Não. Eu vou est dizendo que eu reflito a lei divina. Porque nós não agimos de maneira primária. O primário em nós é o espírito. Tudo que a gente faz é reação à ação do espírito, do pensamento e do sentimento. Então, nossas ações na vida são ações reflexas. Nós refletimos tudo que eu tô falando aqui. Eu tô refletindo o que eu tô pensando e também com a qualidade do que eu tô sentindo. O dia que eu tiver refletindo só o meu sentimento e o meu pensamento, enquanto eu tiver imperfeito, eu vou ser reflexo da imperfeição. Por isso eu grito, bato, xingo, eh, sou egoísta, orgulhoso, vaidoso, avarento. Por isso eu sou tudo isso e meu comportamento reflete tudo isso, porque eu sou isso. A minha consciência é isso. Agora, a medida que minha consciência for ampliando ou adquirindo mais percepção da lei divina, eu vou começar a refletir coisas novas. Por isso não tem como eu falar de evolução sem eu me transformar, porque eu eu já li tudo. Eu já li a Bíblia 300 vezes, mas eu continuo refletindo aquele velho homem. Eu continuo refletindo aqueles velhos preconceitos, eu continuo refletindo aquele velho orgulho, a velha vaidade, o velho egoísmo. Então, não é questão de ler 500 vezes o evangelho ou a Bíblia, é questão de transformar.
ndo aqueles velhos preconceitos, eu continuo refletindo aquele velho orgulho, a velha vaidade, o velho egoísmo. Então, não é questão de ler 500 vezes o evangelho ou a Bíblia, é questão de transformar. Madalena, foi a primeira a ver Jesus depois que Jesus voltou. Por quê? O Emana diz que porque ninguém foi tão forte como ela, porque ouviu Jesus uma única vez e fez aquela transformação imensa. Ela vivia de luxúria, vivia de prazeres, vivia de tanta coisa. e ouviu Jesus e aquilo transformou a vida dela. O que ela tinha de o que ela achava que era a maior arma dela, que era a beleza, ela entregou pros leprosos, porque ela foi cuidar dos leprosos e depois saiu toda ferida. Olha só o que ela fez com a beleza dela, o que que ela tava fazendo ali enquanto o corpo se corrompe, o espírito se renova cada dia. Ela trocou. Não que a gente tenha que fazer isso, não que ninguém tenha que fazer isso, mas ela, aquilo que ela mais valorizava, que era a beleza, ela teve que trocar pelas virtudes do amor, da fraternidade. E ela foi perdendo a beleza e cuidando daqueles leprosos que a sociedade não sabia cuidar. Então, essa questão de de de tesouro, o que que é tesouro? O que que é tesouro para mim? Aí Jesus vem para arrematar, Jesus vem e fala: "Onde tiver o seu tesouro, aí vai tá seu coração. Então se o meu tesouro for a minha conta bancária, o meu coração vai estar na minha conta bancária. E se o meu coração tiver na conta bancária, a minha consciência tá na conta bancária. Então o meu espírito é conta bancária. Eu posso ter conta bancária, posso dar acesso que é de serve. Mas onde é que tá a minha consciência? Só na conta bancária ou é só no carro novo? É só nisso? Como é que é o Deus para mim? Qual a consciência desse Deus? Sabe, aí a gente tem que refletir sobre essas coisas que Jesus fala, porque tudo isso é muito simbólico. Por isso não vale a leitura literal. Por isso que tem que ser essa leitura eh eh que mergulha nesse simbolismo e que vai buscar no mais profundo de nós mesmos essas
porque tudo isso é muito simbólico. Por isso não vale a leitura literal. Por isso que tem que ser essa leitura eh eh que mergulha nesse simbolismo e que vai buscar no mais profundo de nós mesmos essas questões que que cada um possa refletir um pouco mais onde tá o seu tesouro, porque tem tesouro aí que é tesouro que vai virar pó, é tesouro que a traça vai comer, é tesouro que vai enferrujar e depois Depois vem o ladrão da morte e leva a gente e a gente vai ver que tudo era uma grande mentira, que a gente viveu uma ilusão. E o livro fala de um garimpeiro, para encerrar, o livro fala de um garimpeiro que deu tudo que tinha por aquelas pedras preciosas. Trocou família, trocou virtude, trocou, trocou dignidade, trocou tudo, tempo, trocou tudo por aquelas pedras preciosas. E depois veio a morte, ele viu que aquelas pedras eram falsas, porque ali não eram tesouros verdadeiros, né? E o tesouro verdadeiro ninguém toma, porque esse sou eu. A gente passa a ser esse tesouro. Que Deus nos abençoe, que a gente reflita onde é que tá o meu tesouro, porque lá vai est meu coração. E se lá tiver meu coração, lá está o meu Deus. Quem é o meu Deus? É o deus moeda, é o Deus ouro, é o Deus que reluz ou é o Deus que brilha feito luz? É o Deus que ilumina ou é o Deus que ofusca os olhos com os desejos do avarento? Cada um vai saber onde tá seu Deus. E aí a gente vai começar a perceber que nós temos um pouco de Deus em nós e que a gente tem como como dever, como finalidade na existência, ampliar esse Deus dentro de nós. Que Deus nos abençoe. Valeu a licença que eu dei pro Hilta. Não, valeu. Brincadeira. Ele sempre é muito bom, né? Muito bom ouvo, né? Ele traz bem bem bem explicado, né? Sai dessa da da palavra, né? Da do do Vinícius e traduz de uma forma muito brilhante. Ele perguntou: "E onde tá seu Deus?", né? Eu fiquei pensando, é mesmo, né? Eu tenho que pensar onde que tá meu Deus. E se eu for embora agora, que tesouro que eu vou levar? Aí eu comecei a ficar preocupada, né? É melhor eu começar a fazer eh um
fiquei pensando, é mesmo, né? Eu tenho que pensar onde que tá meu Deus. E se eu for embora agora, que tesouro que eu vou levar? Aí eu comecei a ficar preocupada, né? É melhor eu começar a fazer eh um levantamento. Isso aqui não precisa porque isso aqui vai acabar, não vai enferrujar, vai mofar, vai sei lá. Então eu acho que é bom a gente fazer essa reflexão, né? Agora essa esse dia de hoje, amanhã, depois, se nós formos embora, que a gente tá indo embora, né? Qualquer hora a gente vai, o que que tesouro que eu vou levar, né? E onde que tá esse Deus, né? Então, essas são duas coisas muito importantes que para que a gente possa sair daqui com essa reflexão. Então, vamos terminando que nossa amiga Antônio já tá nos esperando ali aguardando, né? Então vamos fazer nossa prece final. Eu acho que sempre é um agradecimento, né? Eu tenho eu tenho pensado muito no nos pedidos. Eh, tudo bem, Deus sabe o que que eu preciso, muito mais do que eu, né? E o Mas eu acho que eh agradecer até por aquilo que eu nem sei que ele me ajudou, mas deu certo, deu certo, né? Então, e quando não dá certo também eu tenho que agradecer, porque talvez fosse a melhor coisa era não dar certo. E nós reclamamos quando não dá certo. E quando dá certo a gente esquece de agradecer. Então, a gente sempre agradece por essa vida em abundância que nós temos, né? Eh, essa vida que é nos dado tantas oportunidades, como diz a Mercedes Susa, Argentina, que ela é argentina, não? Ela fala: "Graças à vida que é nos dado tanto e Deus nos dá tanto a cada dia." Então, vamos aprender eh olhar o que que ele tá nos dando, o que ele nos deu hoje. Ainda vai dar, não terminou. Amanhã, hora que chegar ao final do dia, quando Santo Agostinho falou o que que Deus nos deu e o que que eu pude trazer para dentro do meu coração. Então, nós agradecemos muito a ele por essa vida que nos é dado tanto. Então, terminamos com a Ave Maria, a prece aqui do caí da tarde, que é uma prece tão linda, né? A gente quando lembra de Maria, a gente
nós agradecemos muito a ele por essa vida que nos é dado tanto. Então, terminamos com a Ave Maria, a prece aqui do caí da tarde, que é uma prece tão linda, né? A gente quando lembra de Maria, a gente sente um bem-estar, como se a gente, a mãe da gente tivesse chegado aqui dado um abraço em nós, né? É aquele abraço de mãe, aquele pensamento de mãe. Então eu sempre sinto isso quando eu faço a Ave Maria. É como se eu tivesse trazendo minha mãe para bem pertinho de mim. Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós pecadores, agora e na hora do nosso desencarne. Amém. Que assim seja. Amigos, uma boa tarde. Um beijo no coração para vocês aqui do salão, vocês que estão nos ouvindo em suas casas ou em qualquer outro lugar que vocês estiverem. Uma boa noite, até quarta-feira que vem. Terminamos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque [música] de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do
ica] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus,
olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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