AFLIÇÕES: DO TOMBO A VOLTA POR CIMA - Eugênia Matos [PALESTRA ESPÍRITA]
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Eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. Um grandíssimo boa noite a todos. Boa noite. Sejam todos muitíssimos bem-vindos ao salão Bezerra de Menezes da Comunhão Espírita de Brasília. Saudamos também os nossos irmãos internautas que nos assistem ou ouvem pelas mídias sociais da comunhão espírita de Brasília. Sim, estam-se todos abraçados por nós aqui, amigos encarnados e os amigos espirituais aqui presente. E com certeza eles estão no nosso ao nosso meio, em nosso meio. E Jesus também, nosso irmão maior, ele mesmo disse que estaria em nosso meio, onde houvesse duas ou mais pessoas reunidas em seu nome. E nós aqui estamos em nome de Jesus para transmitirmos um pouquinho dos seus ensinamentos e juntos trocarmos essas energias, essas vibrações positivas para poder recebermos do alto as bênçãos que recaem sobre nós, sobre cada um. Que o coração meu, seu, nosso, esteja aberto com as nossas mentes para podermos recebermos essas vibrações muito mais que positivas. Nós vamos ler o item 18 do Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 5, que se trata do bem e o mal sofrer. É a instruções dos espíritos, bem e mal sofrer. Item 18. Quando Cristo disse: "Bem-aventurados os aflitos deles é o reino dos céus". Não se referia à generalidade dos sofredores, pois todos os que aqui estão sofrem, estejam sobre o trono ou sobre a palha. Mas ai poucos sofrem bem, poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem podem conduzi-los ao reino de Deus. O desânimo é uma falta. Deus vos recusa consolações porque vos falta coragem. A prece é um suporte para a alma, mas ela só não basta. É preciso que seja apoiada sobre uma fé viva na bondade de Deus. Muitas vezes foi dito que ele não colocava um fardo pesado sobre ombros fracos, mas o fardo é proporcional às forças, como a recompensa será proporcional à resignação e à coragem.
na bondade de Deus. Muitas vezes foi dito que ele não colocava um fardo pesado sobre ombros fracos, mas o fardo é proporcional às forças, como a recompensa será proporcional à resignação e à coragem. Por mais penosa que seja a aflição, não chega a magnitude que terá a recompensa, mas é preciso merecer essa recompensa. E é por isso que a vida é cheia de tribulações. O militar que não é enviado à linhas de fogo não fica satisfeito, porque o repouso no campo não lhe proporciona promoção. Sede, pois, vós como o militar, e não desejeis um repouso no qual vosso corpo se enfraqueceria e vossa alma se entorpeceria. Ficai satisfeitos, pois, quando Deus vos envia a luta. Essa luta não é o fogo da batalha, mas as amarguras da vida, nas quais às vezes é preciso mais coragem que num combate sangrento. Pois quem fica firme diante do inimigo curva-se sobre a opressão de uma pena moral. O homem não recebe nenhuma recompensa para esse tipo de coragem, mas Deus lhe reserva seus louros e um lugar glorioso. Quando vos ocorrer um motivo de dor ou de contrariedade, esforçai-vos por suportá-lo. E quando chegardes a dominar os ímpetos da impaciência, de cólera ou de desespero, dizei-vos com uma justa satisfação: Eu fui mais forte. Bem-aventurados aflitos. Pode então ser assim traduzido: bem-aventurados os que têm oportunidade de provar a sua fé, a sua firmeza, sua perseverança e a sua submissão à vontade de Deus, pois terão centuplicadas as alegrias que lhes faltam na terra. E após o trabalho vem o repouso. La Corder Harvey, 1863, França. Queridos irmãos, essa introdução vai dizer muito a explanação da nossa irmã Eugênia, que vai falar sobre esse tema, aflições baseadas no capítulo 5 deste Evangelho Segundo o Espiritismo. Mas antes vamos todos elevar os nossos pensamentos ao Pai e pedir a ele que nos receba com seus braços abertos, com a sua luz de amor e dai-nos força e coragem suficientes para podermos carregar os nossos fardos, que não são poucos e que a cada dia nós precisamos vencer, porque a cada dia, como ele
ços abertos, com a sua luz de amor e dai-nos força e coragem suficientes para podermos carregar os nossos fardos, que não são poucos e que a cada dia nós precisamos vencer, porque a cada dia, como ele disse mesmo, basta o seu mal. Que possamos dizer sempre obrigada, Senhor. Gratidão por tudo que nos acontece, porque sabemos que nada é para sempre e tudo passa e vai passar, seja as aflições, seja a felicidade. Que Jesus nos abençoe, nos ilumine hoje, agora e sempre. e que sobretudo ilumine a voz da nossa irmã Eugênia para que ela possa explanar detalhadamente sobre as aflições. Eugênia, com a palavra. Boa noite. É uma alegria estar aqui de volta com vocês nessas nossas conversas de quintas-feiras. Agradeço a oportunidade que a casa me dá de estudo e de trabalho, mas sobretudo de receber da essa espiritualidade superior através do nosso mentor, Dr. de Menezes, essas graças e bênçãos que estão disponíveis a todos nós, nós aqui que aqui nos encontramos no auditório Bezerra de Menezes e aqueles que nos ouvem, escutam pelos vários canais da comunhão espírita. Agradeço a querida Sinelsa o apoio de sempre na sustentação e vibração dos nossos trabalhos. Meus irmãos, como a nossa irmã já falou, eh o nosso tema aborda a questão da aflição, mas sobre qual aspecto o nosso tema, a nossa conversa da noite de hoje, reflexão, tem a ver com a resiliência diante das aflições da vida de um espírito encarnado em um planeta de expiação e provas. nós, né? Então essa capacidade, a resiliência, sabemos, né? é a capacidade de de enfrentar e superar a adversidade. Então, o que nós vamos ver hoje é como nós podemos eh enfrentar essas aflições e sairmos eh vitoriosos nesse enfrentamento. Eh, no de que forma? nos adaptando, como a o próprio conceito da resiliência fala, nos reinventando e nos renovando. Sobre essa questão da renovação, há uma carta do apóstolo Paulo aos cristãos de Roma 12:2, que diz assim: "Transformai-vos pela renovação do vosso entendimento." Então essa nossa reflexão de hoje, dessa
bre essa questão da renovação, há uma carta do apóstolo Paulo aos cristãos de Roma 12:2, que diz assim: "Transformai-vos pela renovação do vosso entendimento." Então essa nossa reflexão de hoje, dessa noite, quer tem como propósito renovar a nossa visão acerca das aflições. muito do que a nossa irmã já já leu desse capítulo que eu espero que vocês leiam ele todo, porque ele é muito informativo, ele é muito curativo e e a preocupação de Kardec era tão grande que esse é o maior capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo. E é o primeiro que ele coloca em relação às bem-aventuranças. não é a sequência que normalmente a gente vê dos evangelistas, mas é o primeiro que ele que ele coloca. Então, tem uma série de recomendações, inclusive essa que a nossa irmã leu do bem, do mal sofrer, que então eu espero que vocês leam esse capítulo todo, mas enfim, a nossa proposta é fazer essa reflexão para que a nossa visão eh momentânea, às vezes enganosa sobre as aflições, eh, se diluam e a gente consiga fazer o que o evangelho nos recomenda. eh, entendermos como processo de aprendizado, que a maioria das vezes é um processo difícil. Por que que ele é difícil mesmo? É porque são lições que nós já nos recusamos em aprender em várias e várias vidas. E às vezes nessa vida mesmo é tanto que ele, essa mesma questão se repete nas nossas vidas, porque a primeira vez que aconteceu a gente não absorveu o aprendizado necessário. E essa nossa conversa, quem leu aí na internet tem um subtítulo, né, do tombo à volta por cima, significando que essa nossa reflexão também vai nos mostrar quais as propostas que o evangelho de Jesus, estudado por esses autores, que já eu falo com vocês, nos levam a refletir para compreendermos os caminhos necessários para a superação. que é apresentada pelo evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita, para que nesses momentos de dor que muitos de nós estamos passando, alguns de nós já passamos e alguns de outros ainda vão passar, que nesse momento nós sejamos capazes de
à luz da doutrina espírita, para que nesses momentos de dor que muitos de nós estamos passando, alguns de nós já passamos e alguns de outros ainda vão passar, que nesse momento nós sejamos capazes de caminhar eh do momento de dor para o momento de fortaleza de tal sorte. que sejamos capazes de tirar eh dessas dessas provações as lições necessárias, né, que tanto necessitamos aprender desta vida ou de outras vidas. Por isso que é do tombo a volta por cima. Lembrando que o tombo é uma queda e a volta por cima é em espiral. O que nos lembra que dar essa volta significa que nós vamos sair acrescidos, que nós vamos sair dessa questão eh aumentados na nossa capacidade de resiliência, sairmos aumentados na nossa confiança no amor do Pai por nós, vamos sair aumentados na confiança conosco, mesmo de sabermos que somos capazes, como a nossa irmã leu, eh, não coloca-se fardos pesados em ombros fracos, né? As obras que eu pesquisei, claro, o Evangelho ao capítulo 5, bem aventurados aflitos, que é longo, mas que eu recomendo a vocês todos para ler. Alguém aqui já leu evangelho? Essa parte do evangelho? Ergue a mão, só para eu ter uma ideia. Quantas vezes? Umas 10, mais ou menos, né? Eu também não entendi direito ainda. Hoje já li bastante vezes, mas vamos lá. Quem comenta sobre sobre essa passagem, Joan Edivaldo no livro chamado Plenitude, é o livro inteiro que tem que ler. Aos poucos vamos absorvendo os conhecimentos. Na internet mesmo tem uma série de de eh especialistas na doutrina espírita que vão nos conversando conosco sobre esse capítulo, sobre esse livro, né? Então, o livro inteiro, mas em especial o capítulo 14, que é justamente essa questão de nos ensinar a sairmos dessas tormentas, que o capítulo 14 chama libertação do sofrimento. Às vezes começa por lá, volta pro e aí vai, cada um vai no seu ritmo e na sua sequência. Eh, mas é muito interessante. Mas Joana Edivaldo também no outro livro, eh, no capítulo 14, que também fala sobre liberação do sofrimento. É no livro
vai, cada um vai no seu ritmo e na sua sequência. Eh, mas é muito interessante. Mas Joana Edivaldo também no outro livro, eh, no capítulo 14, que também fala sobre liberação do sofrimento. É no livro chama Lampadário Espírita e o capítulo é o capítulo 21 e chama provações. Mas Emanuel e Chico também tem várias obras nisso. Eu vou citar algumas aqui no livro Alma e Coração, no capítulo 14, fala sobre os nossos problemas, não só evidenciando os problemas, mas nos encaminhando as prováveis soluções. Em Vinha de Luz, no capítulo 80, vai comentar justamente a passagem que a nossa irmão leu, como sofres. Quer dizer, não é só o sofrimento, é a maneira como a gente passa por ele. No livro Religião dos Espíritos, no capítulo 10, ele fala assim que o que nós temos que aprender com aflição. Olha como o texto, o título do texto é sugestivo. Examina as próprias aflições. Ou seja, tente aprender alguma coisa com essa dificuldade. e caminho, verdade e vida, instrumentos do tempo, tem textos falando exatamente aflições. Por aí já dá para entender que há uma preocupação da espiritualidade amiga com esse tema. Então, vamos tentar eh aprofundar essa nossa essa nossa questão sobre as aflições. A primeira questão, a primeiro item, eu até nomei de adeus às ilusões, é pensar que o sofrimento só chegou para nós. Todos sofrem, como nos fala esse texto. É, e tem milhões de seguidores, sofre, tem milhões em dinheiro, dólar, seja qual for a moeda, sofre. E e a porque a vida em um planeta de expiação e prova, que é o caso da nossa nosso planetinha azul, é por natureza repleta de desafios e obstáculos. Mas nós temos uma dificuldade muito grande na nossa sociedade atual, porque se a gente for se guiar pelas redes sociais, nós vamos ver que todas as vidas presentes nas redes sociais estão editadas, então só tem os melhores momentos. Aí a gente olha e tem a impressão que só a gente passa por dificuldade financeira. Só a gente vez por outro tem que ir lá conversar com o gerente, né? Tentar transformar dois empréstimos no um.
entos. Aí a gente olha e tem a impressão que só a gente passa por dificuldade financeira. Só a gente vez por outro tem que ir lá conversar com o gerente, né? Tentar transformar dois empréstimos no um. Então a gente tem essa ideia errada pela forma como é conduzida essa questão na nossa sociedade. Então todo mundo tá perfeito, extremamente feliz, aquela felicidade de família de margarina, né? E a gente olha lá em casa, as coisas não são bem assim, né? Eu lembrei de uma história, eh, nós trabalhamos numa repartição, nós éramos em três mulheres nessa sessão, todas três já casad há bastante tempo. E de repente chegou uma moça para resolver alguma coisa com a gente, mas ela não falou sobre o assunto. O tempo inteiro ela elogiar o marido, que o marido dela era encantador. Não esqueci uma data, todos os aniversários, quando foi começou a namorar, o primeiro encontro, flores e etc. E como café na cama e não nunca deixou a toalha molhada em cima da cama e tal e aquela coisa maravilhosa. Aí ela ficou um tempo relativo, mas o tempo inteiro. E quando ela saiu, a minha amiga olhou para mim e disse: "Graças a Deus que foi embora. P tava para jogar o meu marido de janela abaixo. Por quê? Porque você vê uma uma situação totalmente irreal e essa situação irreal tá nas redes sociais. Eh, a nossa vida é ditada, então a gente fica com a ilusão de que eh a grama do vizinho é mais verde. Pode até ser, mas que ele anda aguando bem, a gente anda descuidado, mas não porque lá o terreno é diferente do nosso. Então, todos sofrem, milhões de seguidores sofrem, milhões em dinheiro sofrem e nós estamos temos que estar preparado porque esse é um o nosso planeta é e o desafio dele é exatamente esse, nos apresentar eh obstáculos. Então, todos nós passamos por essas dificuldades. Já passamos, estamos passando, vamos passar. Seja uma crise pessoal, seja uma perda significativa, seja um fracasso profissional ou uma adversidade emocional qualquer. Agora nos falam esses autores que eu li, a intensidade
assando, vamos passar. Seja uma crise pessoal, seja uma perda significativa, seja um fracasso profissional ou uma adversidade emocional qualquer. Agora nos falam esses autores que eu li, a intensidade e a duração é que vai ser diferente para cada pessoa. Quer dizer, nós vamos ver determinada pessoa que numa questão ela impacta, sofre e uma outra que passando aquela mesma situação não cai nesse processo de sofrimento. O que que nós temos que ter em relação a isso? Respeito. Cada ser em si carrega o dom de ser capaz e de ser feliz. E também sabemos a dor e a delícia de sermos como somos. O que que significa isso? Dor e delícia de ser como somos. Cada um tem uma história de vida peculiar nesta vida e às vezes já trazemos traumas de vidas passadas. Então aquela dor é insuportável, é é difícil. Já para outra pessoa vai ser fácil. E normalmente diz assim: "Não, mas se eu tivesse no seu lugar, pois é bem não tá, né?" né? Então, é importante que a gente eh entenda o a dificuldade a partir da pessoa que está passando e não a nossa ótica sobre o assunto. Então, essa intensidade e essa duração tem por conta as vivências dessas e de outras vidas. Esses autores espirituais também nos falam que a gente tem que ficar atento a alguns equívocos quando a gente tá estudando esse capítulo e essas orientações de Joana e de Emmanuel. Equívoco número um não é apologia à dor. Ninguém tá dizendo assim: "Sofre que você vai ser feliz. Quem sofre mais é mais feliz". Não é isso. Porque esses autores nos falam que o sofrimento em si não purifica ninguém. O sofrimento pode até fazer o mal, que é um dos comentários que a nossa irmã fez na leitura, que é a questão da revolta. Então, o sofrimento em si não purifica ninguém, não eleva ser humano a aos planos mais altos. O que faz diferença que esses autores nos elucidam é a forma como a aflição, a começar é aceita e é encarada, resolvida, buscando soluções. Então, como as aflições são aceitas e enfrentadas, principalmente sem rebeldia, é o capítulo do bem sofrer e mal sofrir.
como a aflição, a começar é aceita e é encarada, resolvida, buscando soluções. Então, como as aflições são aceitas e enfrentadas, principalmente sem rebeldia, é o capítulo do bem sofrer e mal sofrir. Quando é que a gente sofre, sofre mal? A gente sofre mal quando a gente se rebela, porque além de você já estar com o problema, ao invés de você pensar na solução, você vai ficar cristalizado no problema que eu não mereço. Isso não podia ter acontecido comigo. E aí nessa nessa nesse pote até aqui de lágrimas, você se perde num tempo e num energia que você podia estar gastando em procurar solução pra questão que está lhe aflingo. E ao invés de procurar solução, você começa a se queixar. E se queixar gasta energia, tempo e que você poderia estar tomando outras atitudes. Eh, tem uma uma frase muito utilizada na psicologia que eu vi esses dias e anotei aqui pra gente conversar, que diz assim: "Se correr, o bicho pega, se ficar, o bicho come e se enfrentar, o bicho some." Essa é, resumindo, é a ideia desse capítulo, né? enfrenta que some. Porque quando você enfrenta, você vai ver que às vezes o bicho nem era tão feio assim, que a situação nem é, porque você começa a encontrar saídas que só é possível quando você traz luz para aquela questão. Mas como que você traz luz pra questão se você tá toda hora se vitimizando, toda hora se queixando, reclamando? Então, enfrenta com as ajudas e as possibilidades que tiverem. Obviamente começa pela espiritualidade. Senhor, eu não tô entendendo nada, mas o senhor tá então tá nas suas mãos. Eu vou vou aqui me acalmar, vou dormir. Você, por favor, não esqueça de me dar uma dica aí enquanto as enquanto eu estou no estado de somo, que é sempre mais fácil deles conversarem conosco. Então, Joana fala assim, o espírito de Joana Deângeles, ela fala em aceitação dinâmica, porque às vezes a gente diz, pensa que aceitação é complexo de Gabriela. Eu nasci assim, eu cresci assim, vou morrer assim. Não, não é isso. Olha o que que Joana fala sobre aceitação dinâmica.
nâmica, porque às vezes a gente diz, pensa que aceitação é complexo de Gabriela. Eu nasci assim, eu cresci assim, vou morrer assim. Não, não é isso. Olha o que que Joana fala sobre aceitação dinâmica. Aceitação dinâmica é quando, entendendo entendemos que sendo Deus soberanamente bom e justo, as aflições que nos chegam não são injustas, porque Deus é justo, não são inúteis a algo que eu preciso aprender e nem é por acaso. Porque às vezes a gente diz assim: "Por que que não caiu na casa da vizinha? Porque que esse problema veio logo para mim e tal". Então, esse é o primeiro equívoco. O segundo equívoco que eles nos chamam atenção é assim: qualquer aflição é bem-aventurada, porque lá tá escrito bem-aventurados aflitos. Então, qualquer aflito tá bem-aventurado, que vocês acham? Não, né? Não. Por quê? Porque você pode estar tendo uma aflição danosa do tipo, a natureza da sua aflição é assim, você tá aflito porque você queria que aquele golpe financeiro que você tava dando lá no telefone, a pessoa não tivesse desligado, percebido que era golpe, né? Então você ficou chateado com isso. E essa essa aflição eh sua é bem-aventurada? Não, não é toda aflição. Você tá aflito porque você tava planejando um golpe financeiro, você planejou e não tá dando certo porque você tá aflito porque você não, nós, né? Nós queríamos puxar o tapete do coleguinha lá do trabalho, inventar uma historinha para ver se ele não pegava a promoção e quem pegava sou eu, né? E não deu certo o esquema que eu montei. E eu tô aflita com isso. Isso quer dizer que a minha aflição é bem-aventurada? Não. Nem todas as aflições são bemaventuradas. Que aflição que é essa que ele tá falando? É aflição que você não procurou. É aflição, aquela, aquela aflição que a felicidade saiu pela porta e a infelicidade entrou pela janela. é aquela situação que não não foi provocada pela sua autonomia, pelo seu desejo. Por exemplo, você viveu eh sacrificando de inúmeras formas o seu estômago. Agora você apareceu com uma gastrite, você diz: "Ai, meu Deus", né?
ão não foi provocada pela sua autonomia, pelo seu desejo. Por exemplo, você viveu eh sacrificando de inúmeras formas o seu estômago. Agora você apareceu com uma gastrite, você diz: "Ai, meu Deus", né? Foi consequência, né? Então, nós estamos falando daquela daquela situação que a gente sente nitidamente que há uma aprendizado a passar, porque tudo que você podia fazer, você fez. dar exemplo, financeiramente você controlou todos os seus gastos e de repente aconteceu uma doença que você precisa usar de um dinheiro que você no momento não tem. Então, eh, é são é dessas aflições que nós estamos falando. E aí vocês transportam o exemplo para outras áreas da vida, né? eh, você tinha um emprego fixo e de repente desempregou, essas questões. Então, a pergunta que talvez ocorra para vocês, que me ocorreu, é assim: como que o espiritismo pode ajudar a gente nesses momentos de aflição? O que que doutrina espírita fala que pode nos ajudar? Primeira coisa que a gente tem que entender é a concepção dessa vida de encarnados que nós estamos vivendo, porque nós espíritas acreditamos em reencarnação. Então, para o espiritismo, a vida é entendida como um caminho de evolução constante. Então, nós estamos num processo de evolução. exemplo, no comparando com a nossa vida encarnada, a gente vai na sequência dos estudos. Você não começa fazendo um pósdocton em Harvard, né? Você começa aprendendo as primeiras letras, você começa as as primeiras escrever as primeiras palavrinhas, né, alfabetizando. E aí aos você vai num grau de evolução. Assim também é a nossa crença espírita. É, a vida é um caminho de evolução constante, onde nós, espíritos encarnados vamos eh resolvendo uma série de desafios que a espiritualidade eh denomina provas e expiações. Com qual intuito? no intuito de aperfeiçoar espiritualmente, como as provas que você faz, eh, as que você tem que provar para sair do da alfabetização pro primeiro ano e por aí vai. Então, à medida que você vai evoluindo, você vai passando por essas
itualmente, como as provas que você faz, eh, as que você tem que provar para sair do da alfabetização pro primeiro ano e por aí vai. Então, à medida que você vai evoluindo, você vai passando por essas provas. Então, segundo a doutrina espírita, o espírito vai se educando e se reeducando, porque às vezes precisa repetência, né? Nos mecanismos pelos quais, isso é uma fala de Joana, nos mecanismos pelos quais houve comprometimento em vidas passadas. Então, quer dizer que aquela dificuldade que você tá passando é um aprendizado que se não foi dessa vida, foi da outra. pegando aquele exemplo que eu falei, você sempre foi uma pessoa controlada e e sempre financeiramente tudo não foi não foi eh não era feito a a gastos desnecessários e de repente você se vê numa situação que você vai precisar de pegar um empréstimo para resolver alguma questão aí na sua vida. Então ele fala que isso às vezes é comprometimento de vidas passadas. O que que significa? Numa outra vida você teve a oportunidade financeira e desperdiçou. Então agora você veio aprender a lidar com isso. Quer dizer, nunca você tá tendo, você tem aquela quantidade suficiente para responder pelos filhos menores, né? Depois de 30 não precisa mais não, tá? Então você vai se educando e reeducando nesse processo. Esse eh eh Joana fala que essa essas dificuldades, essas aflições, eh, que o espírito enfrenta ao longo da jornada evolutiva tem sempre a ver com essa vida, algo que você não aprendeu. Às vezes coisa que, por exemplo, você não aprendeu em casa, as avós falavam assim: "O que a o que eu não ensino em casa, a vida ensina, né?" Então é nesse sentido, você não aprendeu aquilo que era necessário. Às vezes você teve um pai, uma mãe que tentou colocar você naquele esquema, mas você não, né, reagiu, não quis a tal da rebeldia e agora lá diante você vai ter que refazer essa lição, se reeducar em relação a essa ou aquela questão. Talvez a pergunta que ocorra é assim: será que nós temos condição de passar pelas aflições que nos acontecem? Além
você vai ter que refazer essa lição, se reeducar em relação a essa ou aquela questão. Talvez a pergunta que ocorra é assim: será que nós temos condição de passar pelas aflições que nos acontecem? Além da resposta do texto que a nossa irmã leu? Diz que ninguém dá eh que o espírito fala que ninguém eh dá fardos pesados para ombros fracos. Eh, a questão do livro dos espíritos, questão 258, pergunta é assim: quando na erraticidade, antes de começar uma nova existência corporal, tem o espírito consciência e previsão do que vai lhe suceder na vida terrena? Olha a resposta dos espíritos. Ele próprio é quem escolhe o gênero das provas. Porque há de passar pelas provas, porque há de passar. E nisso consiste o seu livre arbítrio. Quando a gente tá do outro lado da vida, a gente fica animado. Aí diz assim: "Pode mandar, dessa vez eu vou resolver. Manda logo aí uns três aí na minha vida, logo na infância, três assim que na outra vida eu falhei demais com eles. Agora eu vou arrumar, vou consertar e não sei o quê e tal." Aí quando chega aqui o impacto só de ver a pessoa que você disse que ajudaria nessa vida, já fica difícil de ficar ao lado dela, porque você relembra coisas que a que a a sua vida passada leva você a refletir. Então, e Joana nos fala que enfrentando as aflições, o espírito tem oportunidade aprender, de aprender, crescer e transformar suas imperfeições. Imperções essas que podem vir de outras vidas e pode ser também nessa vida, seguindo o caminho da evolução espiritual. Aí aquela frase do poeta que eu até falei para vocês, cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz e de ser feliz. Doutrina espírita nos ensina que essa pergunta que a gente tá tentando resolver, de que forma a doutrina espírita pode nos auxiliar nesse processo? Doutrina espírita nos ensina a enfrentar essas adversidades de forma construtiva. Vamos pensar ao lado do povo. O que que seria uma forma não construtiva? Queixas, eh eh vitimização e às vezes até por equívoco, a gente
nos ensina a enfrentar essas adversidades de forma construtiva. Vamos pensar ao lado do povo. O que que seria uma forma não construtiva? Queixas, eh eh vitimização e às vezes até por equívoco, a gente fica contando a história para todo mundo. Só conta o problema para quem pode lhe ajudar, porque para quem não pode vira fofoca. E não adianta, porque a pessoa não vai lhe ajudar em nada. Então, nós temos uma série de mecanismos que a gente vai aprofundar daqui a pouco, mas vamos lá. água fluidificada, eh tratamento na casa espírita, procura às vezes precisa de uma ajuda de um amigo que naquele momento fora do problema vê a situação sobre outro ângulo que você às vezes não tem condição de ouvir. Se for o caso e se for possível, busca um terapeuta, busca ajuda, né, de médicos eh encarnados e com certeza a ajuda dos médicos desencarnados a gente tem sempre tem. Então, a pergunta que a gente tem que fazer, a dor, a aflição no momento em que nós estamos passando é assim: qual aprendizado que você tá me chamando? Que aprendizado que você quer que eu que eu absorva, que eu ainda não absorvi? Por isso que eu estou passando por esse momento, lembrando daquela frase, se enfrentar, o bicho some. Então é o convite é para o enfrentamento, não sentido da briga, da, mas da compreensão daquele momento, porque se você não compreender, você não vai conseguir superar. É a mesma questão de ajudar a pessoa. Você não compreende, você não consegue ajudar. Você julga a pessoa, mas você não ajuda. Então, é preciso essa compreensão, essa capacidade de se ver no lugar do outro. E como é que se dá esse processo de superação das aflições? A primeira questão que esses autores colocam é assim, é a certeza de que nós não estamos sozinhos. E isso já dá um impulso muito grande paraa nossa tranquilidade. Eu não vou passar por isso sozinhos, né? sozinho. O evangelho nos fala de uma passagem que Jesus confiante dormia tranquilamente na barca. Lembra dessa passagem? E aí ele, Jesus adormece, ele diz: "Vamos passar
passar por isso sozinhos, né? sozinho. O evangelho nos fala de uma passagem que Jesus confiante dormia tranquilamente na barca. Lembra dessa passagem? E aí ele, Jesus adormece, ele diz: "Vamos passar paraa outra margem". Aí os apóstolos entram, mas aí de repente aparece uma tempestade enorme. Jesus continua dormindo, né? Aí fica todo mundo aflito, mas ninguém tem coragem de acordar Jesus. Quem acorda? Pedro, né? Que é a nossa casa. Jesus acorda, pelo amor de Deus. Tô falando assim, né? Tempo Jesus acorda, pelo amor de Deus. Olha essa onda, o barco vai virar. Aí ele olha e diz: "Pedro, eu estou no comando." Mas é porque você não viu o tamanho da onda. É, olha, é demais. Ela já quase me afogou. Agora vem outra aí atrás e olha a outra. E Jesus simplesmente fica em pé e diz: "Seren". E as águas serenam. Isso também tem a ver, porque esse essa passagem do Evangelho, não só de nos lembrar que Jesus está no comando, mas lembrar de uma outra frase que Jesus diz que é até quando vamos viver em aflições? Viver aflições não quer dizer que a gente vai viver no céu de brigadeiro, no mar de rodas. Não é disso. O que ele tá falando é assim: "Vocês não estão sozinhos. a gente vai até um certo ponto. Quando você não der conta, eu tô no comando. Não vou, não vai acontecer o que você está pensando, porque só vai acontecer até onde a permissão de Deus eh eh consinta. Ou seja, quando a gente pede uma eh uma uma lucidez para Jesus e ela ocorre. Então, como diria Jesus, até quando nós vamos viver em aflições? Então, a eh a o convite, então, já que nós não estamos sozinhos, que Jesus está no comando, que tem o mentor espiritual do nosso lado, que tem Dr. Bezerra para nos ajudar sempre, o que que nós precisamos fazer? Entrar em sintonia com esses amigos espirituais para o perfeito entendimento da circunstância. A gente consegue entrar em sintonia quando a gente tá nervoso? Vamos dizer que tem um problema lá no trânsito, o carro deu problema e tudo. Se você ficar muito nervoso, começar a
nto da circunstância. A gente consegue entrar em sintonia quando a gente tá nervoso? Vamos dizer que tem um problema lá no trânsito, o carro deu problema e tudo. Se você ficar muito nervoso, começar a xingar todo mundo que tá lá passando, buzinando, apitando, você acha que a solução vai vir, de repente o carro vai voltar a funcionar. Não é assim. Quanto mais calmo e mais tranquilo a gente puder ficar, melhor. Mas para ficar calmo e tranquilo é necessário o quê? eu ter confiança no amor de Deus por nós, que essa foi a grande novidade que Jesus trouxe. Antes de Jesus era um Deus que deveríamos temer. Depois de Jesus é um pai que nos ama muitíssimo, que nos quer de todas as maneiras, que vibra a cada vez que a gente volta para casa depois de ter feito aí algumas bobagens, né? Ele fala isso na parábola do filho pródigo. Lembram? O filho pródigo voltou. Por que que vocês acham que ele voltou? Que ele tinha certeza do acolhimento do pai. Então, mesmo quando a gente tiver passando um momento difícil, porque a gente tá reconhecendo que a gente deu uma pisada na bola, como se diz na gir, a gente não agiu com entenda que seu erro não lhe define. Você é muito mais do que isso. Você também é o seu erro. vai responder por ele, mas você é além dele. Você é mais, porque você é filho de Deus. Então, eh eh essa consciência da nossa filiação, da nossa paternidade espiritual, do pai amoroso que nós temos, tem que nos dar confiança. Bom, ele fala isso aqui, então vou encontrar uma solução. Ainda não encontrei porque eu tô nervoso, vou me acalmar que de repente a solução vai aparecer. no nos falam esses autores que no mundo de expiação e provas, nós temos provas, é verdade, mas também temos provisões. O que que são essas provisões? São os amigos certos das horas incertas? São todas as ajudas que a gente pode vir na casa espírita conversar. Nós temos os dialogadores fraternos que nos nos ouvem e com as suas experiências também podem nos sugerir. Então, a o nosso conforto foi o próprio
udas que a gente pode vir na casa espírita conversar. Nós temos os dialogadores fraternos que nos nos ouvem e com as suas experiências também podem nos sugerir. Então, a o nosso conforto foi o próprio Jesus que falou. Jesus falou assim: "No mundo terei prova pro provações, mas coragem, eu venci o mundo e ele venceu e continua do nosso lado. Ele não venceu e foi embora, tirou férias, foi passeado. Ele tá aqui junto conosco porque ele é o governador do nosso planeta. Eh, qual é o problema da revolta? Quando a gente se revolta com a circunstância que a gente começa a dizer assim: "Eu não merecia". Tem, lembro de uma vez que uma senhora chegou pro Chico Xavier e falou: "Chico, eu não merecia isso que tá acontecendo comigo". Não, Chico, eu fui uma filha exemplar. Eu sempre fui uma esposa maravilhosa, uma mãe, adjetivou-se bastante. Aí o Chico olhou para ela, disse: "Agora, né, minha irmã, agora você tá tentando fazer direitinho, mas tem uns dias aí para trás que você não fez muito não, né?" Então, eh eh a revolta só gera o desequilíbrio e o desequilíbrio nos impede a fazer as sintonias com a espiritualidade superior pra gente achar a luz no fim do turno, que enxerga nem o túnel, nem a luz, nem nada. E tem um desgaste energético, porque ao invés de você ficar buscando soluções inteligentes para sair daquela dificuldade, você tá pensando no problema. E pensar no problema não resolve o problema, resolve quando a gente pensa na solução do problema. A espiritualidade amiga, nos fala esse autor, acho essa frase ótima. A espiritualidade amiga pode estar invisível. Quer dizer, a não ser quem tem a mediunidade de evidência aqui, tá vendo a equipe do Dr. Bezerra trabalhando aqui, fazendo anamnésia para quando a gente for tomar o passe lá receber exatamente o que nós estamos precisando, foco nos locais físicos e espirituais das nossas necessidades, mas a a maioria das vezes a gente não vê essa espiritualidade amiga. Então a frase é assim: "A espiritualidade amiga pode estar invisível, mas não está
s físicos e espirituais das nossas necessidades, mas a a maioria das vezes a gente não vê essa espiritualidade amiga. Então a frase é assim: "A espiritualidade amiga pode estar invisível, mas não está ausente, tá? presente o tempo inteiro. Se a gente pensar numa mãe normal, os filhos saíram de casa, ela nunca mais lembrou que teve filho, não é, né, gente? Tô dando exemplo da mãe, mas vale pros pais também, tá? A gente se preocupa de todas as maneiras, a gente reza, a gente quer saber se tá tudo bem, quer eh ajudar naquilo que for possível. E por que que a gente acha que a espiritualidade ia simplesmente nos jogar no nos joga o problema no colo e vai dar uma voltinha, tirar umas férias, né? Não é assim que acontece. Então, a espiritualidade amiga pode até estar invisível para nós ou para alguns de nós que não temos vida, mas ela não está ausente, está presente e tentando de todas as maneiras nos ajudar, principalmente o nosso mentor espiritual. Às vezes ele já falou tanto, tanto, eu não consegui ouvir ele. Pera aí que eu vou falar com a Sinela. Porque aí pode ser que a Sinelusa conta pra Eugênia e aí as coisas conseguem se resolver. E às vezes usa mesmo. Eu em momentos assim de muita confusão, já liguei para uma pessoa amiga e ela exatamente deu a saída mais honrosa daquela circunstância e situação. Analisou sobre um prisma que eu nunca tinha pensado. Então, às vezes, eh, esses amigos encarnados são nada mais são do que vozes dos amigos espirituais, né? E e esses autores também nos falam que a gente precisa ter certeza que os amigos espirituais são sensíveis à nossas aflições. A gente sempre acha, a gente não, a gente foi educado para quem teve educação religiosa para agradecer, né? Você antes de das refeições, você agradece, ao acordar você agradece, sempre agradece tudo. E se você agradece, não é porque eles estão por perto. Por que que a gente acha que na hora do sufoco eles não estão? Aí nós estamos agindo igual aquela historinha do pegadas na areia. Vocês lembram? Quem lembra? Ergue a mão
é porque eles estão por perto. Por que que a gente acha que na hora do sufoco eles não estão? Aí nós estamos agindo igual aquela historinha do pegadas na areia. Vocês lembram? Quem lembra? Ergue a mão aí para eu ver tanto. Pegadas na areia. Então alguns. Então vamos lá. A pessoa tá passando por momentos eh difíceis, mas razoável da vida. E ela sente, ela vê na praia as pegadas de Jesus acompanhando a vida dela. Só que no momento da aflição, da tempestade, do mar revolto, né, das águas turbulentas, ela não consegue ver a pegada. Aí diz: "Pronto, Jesus me abandonou". Resposta de Jesus para ela. Minha filha, eu jamais lhe abandonei. Quando você não viu a outra pegada, porque eu tava te carregando no colo. Que que adianta? Você tá no colo de Jesus, você se sente abandonado? É preciso que a gente faça a sintonia e sinta sim o socorro espiritual chegando paraas nossas vidas, demonstrando apoio, conforto e a certeza de que ele jamais vai falhar. Há uma frase também que eu vi desses autores que eu achei lindo, trouxe aqui pra gente refletir. Ao lado de cada lágrima, Jesus colocou o bálsamo que consola. Então, quando nós conseguimos perceber a presença desses amigos espirituais, não é que vai tirar a dor, não é que vai resolver o problema. Você fez oração, entrou em conexão, aí de repente você olha a a vai lá num aplicativo do banco e ó, conta subiu. Não é assim. O que que eles estão dizendo pra gente? que a presença do mentor não vai tirar a dor, porém é o bálsamo consolador. Tá ali à sua disposição, Jesus carregando você no colo. E que e esse bálsamo eh nos auxilia a passar com confiança pel esse momento difícil de tempestade, de águas turbulentas, né? E essa tempestade um dia vai passar. Lembra dessa música? Quando a chuva passar, quando o tempo abrir, abre a janela. Ou seja, se disponibilize para achar a solução. Creia que é possível. Creia que vai dar certo e vai nos ajudar a inclusive a assimilar os proveitos e as lições. Que às vezes a lição, aquela lição da situação é o seguinte: sabe aquele
har a solução. Creia que é possível. Creia que vai dar certo e vai nos ajudar a inclusive a assimilar os proveitos e as lições. Que às vezes a lição, aquela lição da situação é o seguinte: sabe aquele pessoal todo que você achava que era seus amigos, que não sei o quê, tava do seu lado, agora se aposentou, né? E aí, cadê os amigos, né? Cadê aqueles convites todo final de semana que você sabia nem qual que você que você atendia de tantos que tinham, né? Então, às vezes, até pra gente descobrir os verdadeiros amigos com quem realmente você pode confiar. Joana fala nesse negócio das aflições que existe um papel pedagógico das aflições, ou seja, o ensinamento necessário. E ela fala justamente isso, que a gente precisa olhar eh as aflições como forma de aprendizado. Aí eu vou ao poeta novamente, a lição nós já sabemos de qual, mas nos resta aprender. Lembram dessa música? Pois é. É disso que o poeta fala. Nós já sabemos, mas mas não aprendemos ainda. A gente decorou, ou seja, a lição tá no céo, mas não desceu ainda pro coração. Esse aprendizado é no sentido de vivência. Ele ainda, tudo que a gente leu sobre o evangelho de Jesus ainda não se transformou em ação. Eu ainda rezo o Pai Nosso e ajo como se o Pai fosse só meu. E a dor do outro não me importa, não me interessa, não me abala, né? Então, trabalhar essas nossas aflições, nos falam esses autores, exige um processo de autoconhecimento e de transformação espiritual. Autoconhecimento, por quê? Porque eu preciso saber com que forças eu posso contar. Eu preciso saber quais são os meus pontos fortes, quais são meus pontos fracos para eu saber como é que eu avanço, né? preciso saber essa situação, o que é que ela tem de ameaça, mas o que ela também tá me jogando de oportunidades. Eu diz assim: "Estamos sendo, estamos sendo evangelizados dia a dia, ou seja, todo dia o evangelho bate a porta das nossas casas. Eh, quando nós, por exemplo, sabemos que o médico nos recomenda fazer um exercício físico, mas a gente não tem disciplina, aí a gente tem que contratar
o dia o evangelho bate a porta das nossas casas. Eh, quando nós, por exemplo, sabemos que o médico nos recomenda fazer um exercício físico, mas a gente não tem disciplina, aí a gente tem que contratar um profissional, né? eh, espiritualmente não é diferente disso. Ou seja, faz parte do nosso processo reencarnatório o aperfeiçoamento. E às vezes aquela pessoa que a gente tá tão chateada com a presença dela na nossa vida, é só o personal que tá nos treinando pra gente ser mais paciente, pra gente ser mais tolerante. E uma vez que a gente aprenda, não se preocupe não, que o personal também some, tá? Eh, uma questão também que me ocorreu é assim, qual o processo de dar a volta por cima? Como é que a gente faz isso para se reerguer após uma queda, como nos sugerem esses autores espirituais? É seguir em frente com determinação e positividade, considerando algumas estratégias. Eles falam: "Joana, então nesse livro leiam, viu? plenitude. Eu escolhi umas duas ou três pra gente conversar aqui. Primeiro, ela diz assim: "Aceite a queda." Aceite que você caiu. É o primeiro passo para a recuperação. Isso permite com que você analise a situação e trabalhe um plano para você resolver aquela questão. Mas se você nem aceita a queda, eu lembro sempre de uma amiga minha médica que ela diz que chega lá uma pessoa e ela diz assim: "O senhor é hipertenso?" Não, minha pressão de vez em quando é que sobe. Como é o nome da Quando é o nome quando a pressão de vez em quando sobe? Hipertensão. Então o senhor é hipertenso. A senhora é diabética? Não, de jeito nenhum. Meu açúcar de vez em quando descontrola. Como é o nome quando o açúcar de vez em quando descontrola? diabetes para diabetes. Então, quanto melhor você souber, melhor para você poder se tratar em relação a isso, para você não correr risco de acelerar seu processo. Espiritualmente não é diferente quando a gente, porque Joana fala que aceitar é tirar rebeldia, porque a rebeldia consome o nosso tempo. Então, aí você aceita e corrige. Por
de acelerar seu processo. Espiritualmente não é diferente quando a gente, porque Joana fala que aceitar é tirar rebeldia, porque a rebeldia consome o nosso tempo. Então, aí você aceita e corrige. Por exemplo, no caso do exemplo aí da minha amiga, você vai ter cuidado com açúcar, você vai cuidar ter cuidado com algumas coisas que você sabe que provoca a sua hipertensão, porque cada caso é um caso, né? Às vezes é emocional. Eh, esses autores espirituais também nos falam pra gente a as estratégias, né, que nós estamos vendo. Primeiro, aceita. Segundo, não se precipite tomando decisões. Dê um tempo. E eu lembrei de uma poesia do poeta Paulinho da Viola na música chamada Argumento. Ele diz: "Faça como o velho marinheiro durante o nevoeiro, leva o barco devagar. Tá no meio da maior aflição, você vai tomar a decisão mais importante na sua vida. Se continua casado, se não continua. Como é que você vai tomar essa decisão? se pede um empréstimo, se não pr, calma, respira, tenta equilibrar primeiro para depois você conseguir tomar a decisão certa. Então, a experiência do velho marinheiro durante o nevoeiro, leva o barco devagar. E a terceira é uma que a gente já comentou aqui, mas só relembrando, procure ajuda de quem possa ajudar. Não sai procurando ajuda de, né, que a pessoa não vai, não tem condição nem de se ajudar, quanto mais de lhe ajudar. Eh, peço ajuda na casa espírita, na terapia, na oração. Tô entendendo nada. O senhor me acorde, socorro, né? A água fluidificada e a ajuda também dos médicos encarnados, como já falamos. E tem uma outra um outro aspecto que eles falam muito, todos eles são unânimos em falar sobre a importância da fé nesse momento, nesse processo de recuperação, nesse processo de volta por cima. Eh, no capítulo 5 tem um item que chama o mal e o remédio. Espero que vocês leiam também, que ele diz que o mal, o mal das aflições, só existe um remédio, a fé. Por quê? Por que que ele é a fé é o remédio certo para o sofrimento? Ah, o remédio certo, mas só que o
ro que vocês leiam também, que ele diz que o mal, o mal das aflições, só existe um remédio, a fé. Por quê? Por que que ele é a fé é o remédio certo para o sofrimento? Ah, o remédio certo, mas só que o remédio certo também pode ser amargo, mas é o remédio certo. Então, o remédio certo é a fé. Por quê? Aí eu me lembrei de uma imagem de uma música do Paul Simon que fala: "Ponte sobre as águas turbulentas". Acho que muitos de vocês aqui conhecem. Então, a única possibilidade de você atravessar um mar revolto, um rio revolto, é construir essa ponte que vai levar você de um lado para o outro. Como que você constrói essa ponte? Com fé. Se você não tiver fé de que há uma possibilidade, há uma saída, há uma ponte que pode ser construída, dificilmente você vai conseguir sair. Eh, e tem uma outra, uma música evangélica que eu gosto muito que chama resposta. E ele diz assim: "Às vezes as pessoas me perguntam: "Como é que você vai sair dessa? Quem tá vendo de fora não entende nada. Ah, eu não sei." Aí ele diz assim: "Eu não sei qual é a resposta. Como é que você vai sair dessa? Eu não sei, não tô sabendo ainda, mas eu sei que Deus sabe. Então é isso. Eu não sei também como é que Deus vai fazer, porque eu não entendo o direito Deus, mas eu sei que ele ele vai dar um jeito, vai ser perfeito, porque tudo que ele faz é perfeito. Então, às vezes, como é que você vai sair dele, eu não sei como é que eu vou sair, mas eu sei que a saída vai aparecer. O que que me faz convencer de que essa saída vai aparecer se eu tiver fé? Eh, eu outra coisa que eles falam que é muito importante para que essa fé apareça é aquele primeiro passo da gente se sentir envolvido e assistido pelo amor do Pai. E só relembrando o Paul Sim, ele diz assim: "Quando você tiver e ele é como se fosse uma conversa com Deus, né? Deus conversando conosco. Quando você estiver exausto, quando você tiver se sentindo pequeno, quando as lágrimas estiverem seus olhos, lembre-se, eu estou do seu lado. Resposta de Deus para nós. Eu
é? Deus conversando conosco. Quando você estiver exausto, quando você tiver se sentindo pequeno, quando as lágrimas estiverem seus olhos, lembre-se, eu estou do seu lado. Resposta de Deus para nós. Eu secarei todas as suas lágrimas. Quando os tempos ficarem difíceis e os amigos simplesmente não puderem ser acessados, eu me estenderei como uma ponte sobre águas torbulentas. Quando você tiver se sentido desamparado, quando a noite cair de forma tão dura sobre a sua vida, eu estarei ao seu lado, eu te confortarei e passaremos juntos por esse momento. Quando a escuridão vier e a dor está toda ao redor, eu me deitarei sobre a sua dor, como uma ponte sobre as águas turbulentas. Muito obrigada pela atenção de vocês. Uma ótima noite a todos. Embalados nesses ensinamentos e nessa fé que devemos firmá-la sempre, porque sem fé não há condições de seguirmos. adiante. Não há condição de crescermos, porque sem fé não há esperança. A esperança se esvai. Então, vamos agradecer a Deus, sobretudo a Jesus, Maria Santíssima, nossos anjos guardiões, elevando os nossos pensamentos um pouquinho mais e somente dizer assim: "Gratidão, Senhor, gratidão por estarmos aqui hoje reunidos em Teu nome. Gratidão, Pai, porque sabemos que o Senhor é o nosso pastor e nada nos faltará. Deitar-nos faz em verdes passos. Guia-nos mansamente a águas tranquilas em louvor do teu nome. E ainda que andássemos sobre o vale da sombra da morte, não temeríamos mal nenhum, porque a tua vara e o teu cajado nos consolam. Graças a Deus. Graças a Jesus. Queridos irmãos, a segunda parte dos trabalhos se inicia agora com o passe presencial. E aos nossos irmãos internautas, não saiam daí porque teremos o passe virtual. Uma boa noite a todos e até a próxima quinta-feira. Boa noite. >> Sejam bem-vindos a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de
nhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que
migos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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