A SEMENTE É O FRUTO - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. Senhor, [música] estou aqui. para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei. >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão, aqueles que estão nos ouvindo, aqueles que irão nos ouvir para começar esse nosso momento. Diz que hoje é quarta-feira de cinzas, né? >> Ah, lembrei da minha época que eu ia à igreja e interessante que o padre jogava cinza e meu cabelo já tava limpo e eu ficava agoniada com aquela cinza. era criança, mas não podia passar a mão. Eu nem sei porque que não podia passar a mão para tirar a cinza, né? Então são memórias tão alegres, né? e que a gente vive e é bom que agora já estou no outro no outra situação, mas acho que aquela época foi, eu achava que era, tinha uma importância, por isso que eu não tirava e nem lavava o cabelo, esperava um tempo, eu me dava esse tempo. Então é muito bom essas coisas, né, de criança que a gente vai acreditando, mas também a gente vai crescendo e vai vendo que aquilo ali não tem, não é importante, não é aquele simbolismo que a gente tinha lá atrás, né? Então hoje é quarta-feira de cinza. Eu não recebi cinzas não, né? Mas eh fiz muito atendimento, já tô tô tava aqui às 16 horas, já fiz radiação e agora tô com a Carla. E falei pro grupo de radiação que nos ouve, né, através da comunhão que eu vou ia ler para vocês aqui da 18 horas, a família das 18, o que eu fiz para ele, que eu falei que é muito interessante, que tá nesse livro Fonte Viva, que é uma psicografia de Franciscovia, é pelo espírito Emanuel, vivamos calmamente. Aí Paulo lá um Tessalonicenses capítulo 4 versículo 11 fala que procureis viver sossegados. É bem pra nossa época, né? Bem para nossos dias. Viver sossegado não é apodrecer na preguiça. Há pessoas cujo corpo permanece em decúbito dorsal, agasalhadas contra o frio da dificuldade, por excelentes cobertores
sa época, né? Bem para nossos dias. Viver sossegado não é apodrecer na preguiça. Há pessoas cujo corpo permanece em decúbito dorsal, agasalhadas contra o frio da dificuldade, por excelentes cobertores da facilidade econômica, mas torturadas mentalmente por indefiníveis aflições. Viver calmamente, pois, não é dormir na estagnação. A paz decorre da quitação da nossa consciência para com a vida e o trabalho reside na base de semelhante equilíbrio. Se se desejamos saúde, é necessário lutar pela harmonia do corpo. que esperamos colheita farta, é indispensável plantar com esforço e defender a lavoura com perseverança e carinho. Para garantir a fortaleza do nosso coração contra o assédio do mal, é imprescindível, saibamos viver dentro da serenidade do trabalho, fiel aos compromissos assumidos com a ordem e com o bem. O progresso dos ímpios e o descanso dos delinquentes são paradas de introdução a porta do inferno criada por eles mesmos. Não queiras assim estar sossegado, sem esforço, sem luta, sem trabalho, sem problemas. Todavia, consoante a advertência do apóstolo que é o Paulo, né, vivamos calmamente, cumprindo com valor, boa vontade e espírito de sacrifício, as obrigações edificantes que o mundo nos impõe cada dia em favor de nós mesmos. É uma chamadinha, né, de atenção pra gente viver calmamente num mundo onde tá tão agitado, tão agitado, a gente tá com tanta pressa, tão intolerante, mas a gente vai pedir sempre, né, através da oração, que Jesus, esse amigo fiel, companheiro, Deus, esse pai de infinita bondade nos ajude, né, a nós termos consciência de que a calma é o melhor remédio. que nós temos para todos os nossos males, porque com a calma nós vamos parar e pensar no que eu posso fazer, como eu posso fazer, que resultado eu vou ter quando eu fizer dessa maneira ou de outra maneira. Então, a gente tem que sempre quando acordar pedir essa proteção divina para aquele dia que nos ajude a acalmar a nossa o nosso coração, a sermos pacientes com as tarefas do dia a dia, a
utra maneira. Então, a gente tem que sempre quando acordar pedir essa proteção divina para aquele dia que nos ajude a acalmar a nossa o nosso coração, a sermos pacientes com as tarefas do dia a dia, a sermos paciente conosco mesmo para que nós possamos ter um dia produtivo. Então assim, nós começamos esse nossa já à noite, né, já são 18 horas e eh e 3 4 minutos, né, que ele nos proporciona momentos de muita paz através da fala da Carla, através do paz que nós vamos receber, da noite tranquila que nós vamos ter. E que assim seja. Bom, amigos, hoje nós temos a Carla Daniela, né, aqui vai falar para nós a semente e o fruto. Tá no livro Em torno do mestre, que é aquele livro que nós adotamos, que já estamos acostumad, que é do Vinícius, né, que é o nosso companheiro também das 18 horas. Então, a palavra tá com ela. >> Olá, boa noite. É sempre uma alegria estar aqui falando do Evangelho de Jesus à luz da doutrina, ainda mais acompanhado por Vinícius nesse livro que eu adoro, que é Emorno do Mestre e que nos traz tantas lições profundíssimas, né? Ele trata com tanta simplicidade, ao mesmo tempo, com tanta profundidade dos conteúdos do Evangelho do Cristo que a gente se encanta de ler. Então, vale a pena ler o livro e acompanhar também essa série de estudos sobre isso. E nesse capítulo de hoje, ele trata de um tema que remete muito ao Cristo, por ele tá sempre ligado as questões da natureza, falando por parábolas e trazendo esses elementos para o nosso conhecimento e pra nossa reflexão. E ele fala nesse capítulo de que eu vou tratar hoje sobre a semente e o fruto. É muito interessante falar disso, né? Eu tenho uma frase que eu gosto muito e que eu repito sempre. né? Deus não dá frutos para nós. Deus nos dá sementes. E dessa sementes nós trabalhamos, cultivamos, fazemos o que é preciso e fazemos gerar os frutos. Então, nós sempre somos presenteados por Deus com as sementes. E Jesus fala da semente, né? Ele que trouxe essas lições com o nosso mestre. Ele fala da semente e de como ela pode
emos gerar os frutos. Então, nós sempre somos presenteados por Deus com as sementes. E Jesus fala da semente, né? Ele que trouxe essas lições com o nosso mestre. Ele fala da semente e de como ela pode se tornar uma árvore com muitos frutos. Uma das parábolas que ele contou para nós foi justamente a parábola do grão de mostarda. Ela tá em Mateus 13 a 31 e 32. É uma parábola pequena. Na verdade, ela tá nos quatro evangelhos. Ela é tão relevante que os quatro evangelistas falam dela. Mas Mateus nos conta essa parábola assim: "O reino dos céus é como um grão de mostarda que um homem plantou em seu campo. Embora seja a menor entre todas as sementes, quando cresce torna-se uma das maiores plantas e atinge a altura de uma árvore, de modo que as aves do céu vem fazer seus ninhos em seus ramos. E ela, sendo uma das maiores da das árvores, dá inúmeros frutos incontáveis. Uma pequena semente, uma semente tão pequena que é quase invisível, mas que é capaz de nos dar muitos e muitos e muitos frutos, né? Uma outra frase que eu sempre ouço e que eu gosto muito e tenho sempre paraa minha reflexão, diz assim que nós podemos abrir um fruto e contar quantas sementes tem nesse fruto, contar com precisão uma a uma e saber quantas sementes deu aquele fruto. Mas nós nunca poderemos pegar uma semente e contar quantos frutos essas essa semente dará, porque ela pode dar infinitos frutos e depende do trabalho do agricultor, depende do empenho dele em semear, em cuidar, em regar, em adubar, em tratar, em fazer com que essa semente se transforme numa árvore e cuidar dela em todas essas etapas para que realmente ela dê um número de frutos incontáveis. depende de nós arar a terra, limpar, plantar a semente, esperar que essa semente venha e surja como um raminho, adubar cada vez mais, regar cada vez mais, muitas vezes colocar uma estaca para que essa semente possa encontrar essa pequena, esse pequeno ramo possa encontrar o apoio para poder florescer, deixar que ele se torne um ramo mais forte, um caule, que dele ven outros
uma estaca para que essa semente possa encontrar essa pequena, esse pequeno ramo possa encontrar o apoio para poder florescer, deixar que ele se torne um ramo mais forte, um caule, que dele ven outros ramos Que desses ramos surjam flores e que dessas flores surjam frutos que nos alimentem. E esses frutos deem outras sementes que deem outros frutos e outras árvores. E quem sabe ter um campo um dia, né? um campo que renda tanto. Mas Vinícius fala do papel da semente e do fruto. E ele fala algo que me trouxe uma reflexão muito profunda. Ele fala que nem todas as sementes germinam da mesma forma. Aliás, cada semente germina de uma forma diferente. Aí ele fala, né, que há sementes cuja germinação é rápida, como por exemplo a de couve e outras de germinação lenta, como por exemplo a do carvalho, né? Quem já teve horta sabe que sementes como as de couve, como aquelas sementes mais rápidas, você planta em poucos dias elas já estão nascendo. Em poucos meses ou até nem isso, elas já estão dando espaço para que a gente possa colher e plantar de novo e plantar de novo e plantar de novo. Outras sementes não. a gente planta, elas demoram a crescer, mas quando a árvore nasce, ela permanece ali por um longo tempo, né? Quem já fez aquele experimento do feijãozinho, né, também sabe disso. A gente faz sempre quando a gente é criança, né? Eu acredito que todo mundo, pelo menos da minha geração, já fez esse experimento do feijãozinho. A gente começa, a gente planta no algodão, em poucos dias aquele feijãozinho começa a crescer e as crianças ficam encantadas, né? Porque ele vai dando aquela florzinha, aquela, aquele raminho, aquele raminho, vem o formato do feijão, aí se abre e vai crescendo, né? Eu costumava transpor aquilo para um vaso também e do vaso transpor para o canteiro ali do prédio para que a gente acompanhasse o crescimento daquele feijãozinho e visse até ele se tornar maior mesmo, né? Uma semente de laranja também a mesma coisa, né? a gente tinha aquele cuidado, recolhia sementes de laranja, de
companhasse o crescimento daquele feijãozinho e visse até ele se tornar maior mesmo, né? Uma semente de laranja também a mesma coisa, né? a gente tinha aquele cuidado, recolhia sementes de laranja, de tangerina, plantava e via elas crescerem também. Então, a gente vai vendo. E nem todas as sementes crescem rápido, nem todas as sementes são imediatas. Às vezes a gente demora a ver elas crescerem, a ver elas darem fruto. Assim, os nossos projetos também, alguns a gente cultiva, planta, olha, né, e no dia seguinte já estão dando frutos, já estão aparecendo, já tão dando resultados, já estão nos dando alimento, né? Outros não. Outros são projetos demorados e a gente acha que não vai dar certo e a gente pensa que não vai acontecer. Mas cadê essa semente? Cadê esse fruto? Eu tô me esforçando tanto, eu tô trabalhando tanto e ainda não tô vendo. Mas o carvalho é aquela planta que permanece por séculos e que sobrevive aos ventos, sobrevive às tempestades, sobrevive aos invernos rigorosos. sempre ali firme. Então é uma semente que não dá frutos imediatamente, mas quando ele começa a dar frutos, ele permanece firme e nos dá segurança e nos dá aquilo que nós precisamos. Então, a gente precisa compreender que existem sementes feitas para semear e colher rápido e plantar de novo e ter esses ciclos curtos que vão se sucedendo. Outras não, são aquelas sementes que permanecem, que valem o nosso investimento, que a gente não vê o resultado imediato, mas que são nossas companheiras para sempre. É muito interessante a gente ver, eu já falei isso outra vez aqui mesmo com nessa palestra das 18 horas, que a gente sempre imagina o nosso plantil, né, aquela ideia que a gente tem de que a gente colhe e isso é inevitável como uma monocultura. Realmente, eh, o Vinícius nos fala isso, que a gente precisa ter certeza, a fé do agricultor. O agricultor nunca sabe se realmente ele vai, não tem aquela certeza plena de que ele vai colher, porque pode ter uma geada, pode ter uma inundação, pode ter uma praga, mas isso
a, a fé do agricultor. O agricultor nunca sabe se realmente ele vai, não tem aquela certeza plena de que ele vai colher, porque pode ter uma geada, pode ter uma inundação, pode ter uma praga, mas isso não impede que toda vez que tenha época ele plante confiante de que ele vai colher. Assim, Vinícius nos fala de que se você planta é inevitável que a semente dê frutos. Se a gente consegue plantar, se a gente se esforça e faz esse plantil, não existe a possibilidade de nós não colhermos, porque é uma lei da natureza, é uma lei que é física e uma lei também que é moral. Ao plantil necessariamente sucede a colheita. E ele fala que mesmo que a gente não veja rápido o fruto, mesmo que a gente não perceba, como também é clássica a ideia da tamareira, né, que também é um princípio filosófico, quem planta tâmaras não colhe tâmaras, porque aquela tamareira muitas vezes ela vai demorar uma vida inteira a dar aqueles frutos, mas seus filhos, seus netos e as gerações seguintes. Então, quando a gente fala da tamareira, a gente fala daquele plantil desinteressado, daquele plantil altruísta que nós fazemos, em que a gente coloca o nosso esforço, mas não necessariamente veremos. Mas como diz Vinícius, a semente brota. A semente está ali e plantada, cuidada, tratada e cultivada como ela deve ser. O plantil é livre, mas a sua colheita é inevitável. Então, plantando o que nós plantamos no campo físico ou no planto moral, nós vamos colher aquilo que nós plantamos. Quem de vós acredita que vai colher laranjeiras se plantou espinhos? Quem de vós acredita que vai colher coisas boas se o plantil não foi o correspondente? Mas aí eu volto ao que eu sempre falo, né? A gente não pensa, não pode pensar no nosso plantil como uma monocultura. Então quando eu penso, normalmente é assim que a gente pensa, né? Como é o meu plantil? Aí eu penso em um grande trigal, então quilômetros e quilômetros e quilômetros a perder de vista de uma plantação de trigo, um laranjal enorme que eu plantei ao longo da vida. Mas na
é o meu plantil? Aí eu penso em um grande trigal, então quilômetros e quilômetros e quilômetros a perder de vista de uma plantação de trigo, um laranjal enorme que eu plantei ao longo da vida. Mas na verdade não é assim. Na verdade, o nosso plantil se parece muito mais com aquelas plantações, não sei se vocês já visitaram, da agricultura familiar, que tem um cantinho aqui que é um pé de pimenta, outro cantinho aqui que é um uma plantação de couve, aqui do lado é uma um pé de uns pezinhos de alface para ali pra frente é uma um pé de figo ou é um abacateiro ou é uma mangueira ou e mais ali já é um pouquinho de batata e a gente vai plantando e colhendo, né? Então a gente é aqueles essas pessoas que plantam um pouco de cada coisa ao longo da nossa vida. Aqui tem um lugar que eu não cuidei, que tá cheio de erva daninha. Aqui tem outro lugar que eu ainda nem comecei a tratar, ainda nem tirei as pedras, ainda nem comecei a arar. Então, o nosso campo é algo que não é uniforme. Então, de repente a gente tá colhendo algo que a gente plantou há um tempinho, né? De repente o meu pé de couve tá pronto para colher, de repente o meu pé de pimenta tá aqui pronto para colher e aí eu preciso dar essa atenção para ele, retirar aquelas pimentas que já estão maduras. De repente, o pé de tangerina já tá no tempo, né? Eu morava numa chácara que tinha um pé de tangerina que não dava para colher tanta tangerina, mesmo que eu comesse todo dia, né? Aí tem um pé de ciguela ali e a gente vai colhendo ali no nosso plantil. Aí tem um lugar ali que tem um pé de pequi. E aí eu atento para isso também. Não é só a gente saber o que a gente planta e cuidar do nosso plantil, mas a gente ter o cuidado também na hora de colher e na hora de usar aquilo que a gente tá plantando e que a gente tá colhendo. Então eu posso ter uma plantação de morango que é deliciosa e comer tudo e ter uma bela doador de barriga. Ou eu posso colher esses morangos, comer um pouquinho, fazer geleia de um pouquinho, dividir com os meus vizinhos e ganhar em troca
rango que é deliciosa e comer tudo e ter uma bela doador de barriga. Ou eu posso colher esses morangos, comer um pouquinho, fazer geleia de um pouquinho, dividir com os meus vizinhos e ganhar em troca as goiabas e aproveitar o melhor que eu posso daqueles morangos. Eu posso pegar o meu pé de piqui, fazer uma galinhada maravilhosa com aquele piqui ou eu posso dar uma mordida naquele pequi. E eu só digo para vocês, crianças, não tentem isso em casa. Não recomendo para ninguém, porque essa é uma dor que não vale a pena. Então, a gente precisa saber plantar, a gente precisa saber cuidar e a gente precisa saber colher também, ter essa confiança do agricultor de que plantando e cuidando nós necessariamente colheremos e cuidar da nossa colheita. Às vezes eu brinco que a gente parece aquele personagem de videogame que um deu aqui, o outro eu tô tratando do outro lado e preciso já cuidar para plantar de novo, né? O outro eh já vai eh já tá perdendo e eu preciso colher antes que passe do ponto, né? O outro tá dando uma praga ali, eu preciso cuidar da praga para que ela não vá para outra para outra colheita que tem ali. Então, na nossa vida, a gente vai administrando essas situações, porque nós na verdade somos pessoas múltiplas, né? O Aroldo do Tradias diz que a gente deveria dizer, né, que nós somos legião, porque realmente nós somos muitas pessoas e todo dia a gente tá plantando e colhendo. Então hoje eu tô fazendo uma coisa maravilhosa que vai render um ótimo plantil e cuidando vai ser uma ótima colheita. Mas amanhã eu posso estar entrando numa numa distensão com alguém e plantar um vento que vai virar uma tempestade se eu não cuidar dele, né? Amanhã eu posso estar plantando um pé de algo que vai ser venenoso. Hoje eu posso estar plantando uma planta boa, mas amanhã eu posso estar colocando espinhos ali que vão abafar essa planta e que vão me dificultar essa colheita. Então, a gente vai plantando, administrando e cuidando de cada um desses campos, de forma que a gente consiga aproveitar cada experiência, ter
abafar essa planta e que vão me dificultar essa colheita. Então, a gente vai plantando, administrando e cuidando de cada um desses campos, de forma que a gente consiga aproveitar cada experiência, ter cada momento, viver cada um deles e ter essa colheita e esse aproveitamento da melhor forma. Então, é muito importante que a gente esteja atento a cada situação da nossa vida, que a gente esteja sempre vigilante naquilo que a gente está plantando, naquilo que a gente está cuidando, de que forma que os nossos projetos estão se desenvolvendo e como a gente pode colher essas coisas que são doces ou amargas, tirando delas o melhor proveito, né? Eu posso ter uma plantação de giló e fazer uma farofa de giló maravilhosa que vai muito bem com as outras coisas que eu estou plantando, né? Então é muito importante que a gente vá cuidando de cada pedacinho da nossa plantação, de que cada momento que eu consiga eh colher, eu pense que eu colhi aqui e eu posso até ter colhido espinhos, me machucado e me arrependido de ter colhido aqueles espinhos, mas aquilo já vagou. Então o que que eu posso plantar no lugar desses espinhos? Será que eu quero plantar espinho de novo? Será que eu quero plantar algo que eu possa me machucar? Será que eu vou deixar esse campo descansar um pouquinho? Ou será que ele já tá pronto para eu plantar algo melhor, né? Ou será que eu já posso plantar algo que vai render uma colheita muito doce ali naquele campo? Então é importante que a gente vá buscando e para isso a gente precisa conhecer a nós mesmos, conhecer as nossas sementes e conhecer os nossos os nossos campos também, conhecer os adubos e os nutrientes com que nós podemos tratar e conhecer as ferramentas que a gente tem para que a gente possa tirar de cada um desses campos o melhor o melhor proveito possível. as ferramentas que a gente tem para plantar, as ferramentas que a gente tem para cuidar e as ferramentas que a gente tem para colher e tratar tudo isso, os celeiros em que a gente pode guardar e também tratar essas sementes
nte tem para plantar, as ferramentas que a gente tem para cuidar e as ferramentas que a gente tem para colher e tratar tudo isso, os celeiros em que a gente pode guardar e também tratar essas sementes que a gente colhe produzir a partir de disso que a gente colhe, ressignificando aquilo nas nossas vidas, né? E é muito importante a gente pensar que plantar e colher muitas vezes é apenas o primeiro passo, né? Que, como eu falei no início, o nosso eh tudo que a gente recebe na vida são sementes e a gente precisa trabalhar essas sementes para que elas se tornem bons frutos, essas pequenas sementes que podem se tornar uma imensidão de frutos, assim como na nossa vida. Eu gosto de lembrar sempre de um mito moderno, na verdade, uma história que define a todos nós, que é a jornada do herói e que nos diz que nós não nascemos prontos e que os nossos caminhos não estão prontos. A jornada do herói começa com um convite e esse convite é aceito por nós. Nós dizemos sim a esse convite e aí nós começamos a nossa jornada. Mas quando nós dizemos sim, nós não estamos prontos. O aceite é apenas o início. A gente fala muito, né, que quando o trabalhador está pronto, o trabalho aparece. Mas a gente pensa em pronto no sentido de acabado, terminado, com todas as competências, mas na verdade a gente nunca está pronto. Me lembro de Michelângelo que dizia aos 87 anos que ainda estava aprendendo. Me lembro de todos os grandes mestres que nunca deixaram de aprender, de se aprimorar e de buscar conhecer cada vez mais. Nós que somos espíritas sabemos que nunca estaremos prontos no sentido de terminados. sempre teremos algo a aprender, a evoluir. Então, quando a gente fala pronto, a gente fala no sentido de prontidão. Prontidão para aceitar esse convite, que é apenas o primeiro passo. Quando aceitamos o convite, aí diz Joseph Campbel no seu maravilhoso livro que ele fala da jornada do herói, né? Eh, ele diz que ali a partir da aceitação do convite nós receberemos os recursos, as ferramentas que nós temos para cultivar esse solo.
l no seu maravilhoso livro que ele fala da jornada do herói, né? Eh, ele diz que ali a partir da aceitação do convite nós receberemos os recursos, as ferramentas que nós temos para cultivar esse solo. Receberemos o solo, receberemos os mestres que vão nos ajudar, receberemos os desafios. E esses desafios da natureza vem na forma de tempestades, de pragas, de geadas, de sol muito forte e de eh terrenos que precisam do nosso esforço para correção. E nós precisaremos soar e trabalhar para que eles se transformem em frutos. Então, tudo isso são parte dessa nossa jornada, mas cada vez que a gente se empenha nessa jornada, a gente colhe. No meio da jornada também vem as derrotas, também vem aqueles momentos em que nós perdemos, choramos, lamentamos e que nós precisamos recomeçar aquelas colheitas perdidas paraas pragas, perdidas paraas geadas, perdidas paraas ventanias, aqueles pontos em que nós nos perdemos de nós mesmos. Muitas vezes precisamos abandonar aquele terreno ou permitimos que as nossas sementes sejam sufocadas pelos espinhos. Mas nunca podemos considerar isso como um final, mas apenas como uma etapa que a qual muitas se sucederão. Se aquela colheita foi perdida, haverá outras, haverá outros momentos, haverá outras oportunidades em que nós poderemos eh recomeçar. E mais do que tudo, o trabalhador não morre de fome. O trabalhador de Jesus, por mais que perca uma das suas colheitas, sempre encontrará o alimento que ele precisa. Encontrará em outro campo aquele alimento que permitirá que ele continue, que permitirá que ele siga na sua jornada. Nenhuma derrota é definitiva, nenhuma perda é definitiva para aquele que tem a disposição de plantar. Então, precisamos prosseguir e mesmo diante da mais difícil das derrotas, seguir e prosseguir na confiança de que nós colheremos, de que nós teremos. Mesmo as colheitas mais demoradas, elas se darão, os carvalhos virão, mesmo que a gente não consiga ver eles crescerem. O momento mais difícil é quando a semente tá ali ainda dentro da terra,
teremos. Mesmo as colheitas mais demoradas, elas se darão, os carvalhos virão, mesmo que a gente não consiga ver eles crescerem. O momento mais difícil é quando a semente tá ali ainda dentro da terra, que a gente não consegue enxergá-la ou quando a gente perde. Mas daí a gente tem o adubo, né? É o inverno que se que é sucedido pela primavera quando a gente não vê nada acontecer. Mas ali está plantada a semente. Ali está o o que permitirá que as nossas colheitas futuras venham. E como está terminando, eu quero deixar uma pequena reflexão que euce recebi hoje, né? Uma frase que me chegou através de um dos grupos que eu participo aqui. Eu tenho um grupo de contação de histórias em que a gente troca muitas mensagens e muitas reflexões entre nós mesmos, né? E ele, uma das nossas amigas, trouxe uma frase que falou muito ao meu coração, especialmente no dia de hoje. Ela diz assim: "O Carvalho pediu à amendoeira: "Fale-me de Deus". e ela floresceu. Então, quando nós permitimos que as nossas sementes floresçam, quando permitimos que esse trabalho se dê na nossa alma, que aquelas pequenas sementes se transformem em belas árvores que dão frutos, que dão flores, que dão sombra e que permitem que os pássaros façam seus ninhos, que nascem e que se sucedem dentro das suas colheitas. e que vão com o trabalho florescendo. Ali nós estamos falando de Deus. Ali nós estamos permitindo que Deus germine as suas sementes dentro de nós. Nós estamos nos alimentando e alimentando aqueles que passam por ali, alimentando os pássaros, alimentando a natureza, alimentando todos aqueles que fazem parte disso. Então, que a gente consiga falar de Deus florescendo as nossas sementes, que a gente permita que esse trabalho se dê nas nossas almas e que a gente tenha a fé do agricultor que mesmo sabendo que pode vir a geada, que pode vir o inverno, que podem vir os espinhos e que pode vir a seca que ameaça as colheitas, nunca deixa de plantar, nunca deixa de tentar de novo. Nunca deixa de ter aquela confiança de que aquela pequena
vir o inverno, que podem vir os espinhos e que pode vir a seca que ameaça as colheitas, nunca deixa de plantar, nunca deixa de tentar de novo. Nunca deixa de ter aquela confiança de que aquela pequena semente pode virar sim a maior das árvores e dar inúmeras outros outros frutos, né? Nós não sabemos quantos frutos podem nascer de uma pequena semente. Então, plantemos essa semente com confiança, trabalhemos nela e deixamos que a natureza e Deus falem por meio dos frutos que essa semente dará através de nós. Que o nosso suor seja sagrado e abençoado pelos frutos que nós com certeza daremos. Muito obrigada a todos e que as sementes floresam muitas belezas na nossa vida. Obrigada. Sempre é bom a gente ouvir falar da semente, né? do fruto, da semente do fruto. É uma coisa que a Carla falou o tempo todinho. Eu fiquei pensando eh nas oportunidades que eu tenho para poder germinar, para poder crescer, para poder florescer e para poder frutificar. E me remeteu muito à parábola do semeador, né? Eh, porque eu acho que Deus nos criou com virtudes e talentos. Eu acho que foi a maior as maiores semente que podia trazer para nós. E como que eu tô desenvolvendo essa semente das virtudes e dos talentos, né? E ele deu parece que é pouca coisa, né? E parece que é pouca coisa, mas com isto é minha vida, como que eu tô fazendo? Como que eu tô comportando? E quando eu lembrei da da do semeador, da parada do semeador, né? Eh, que Jesus saiu a semear, foi ele que semeou. Ele semeou o quê? O amor, né? No amor. E no terreno de onde? Nosso, ele semeou tudo, todas as sementes possíveis do ser humano e se se tornar grande nos sentimentos. Ele semeou para nós, na no nosso terreno, cada um. Eu pode ser que nós a gente não lembra de ter vivido naquela época, mas ele deixou o evangelho. Então quando ele fala de amor, eu falo: "Bom, então ele semeou aqui nessa nesse terreno e como que tá esse terreno árido? Como que tá? Aí é responsabilidade minha, né, de ser de ser proporcionar um terreno para que a
fala de amor, eu falo: "Bom, então ele semeou aqui nessa nesse terreno e como que tá esse terreno árido? Como que tá? Aí é responsabilidade minha, né, de ser de ser proporcionar um terreno para que a semente possa realmente germinar e dar tudo que a Carla trouxe para nós com muita com muita dedicação e muita sabedoria, né? Então eu acho que foi uma palestra que vai mexer com a gente. A gente vai sempre lembrar hora que eu não for aquela pessoa, eu brinco muito com a secretária da Dal. Quando eu não falar com voz de Jesus, né? Quando eu não falar com Jesus, eu falo assim: "Olha que sementinha que eu tô sendo." Mas quando eu falar com voz de Jesus, com certeza é uma é mais do que esse pé de de que nós temos aqui, como que chama essa? Jambo, né? Que, meu Deus, ela floresce o ano todo. Ela dá jambo o ano todo. Às vezes a gente fica chateado que escorrega, bate no carro, suja, mas ela nem tá aí. Ela porque ela veio para eh frutificar. e ela frutifique em abundância, né? Então, que a gente possa sempre lembrar do jambeiro, os dois jambeiros da comunhão espírita, né, que dá jambo direto, direto. Eu nem sei, parece que ele não tem nem estação, né, porque tá sempre florindo ou com frutos. Então que a gente possa ter esse essa esse terreno sempre fértil, porque todas as sementes que cair nele, com certeza, mesmo que seja aquela semente com mais dificuldade de germinar, mas se o terreno é propício, uma hora vai germinar, mesmo que demore muito tempo, como a semente do piqui, né, que é uma das coisas que mais demora, mas que o estado de Goiás resolveu dar um jeito para que essa semente É, é germine rápido, choques térmicos, né? Quente frio, quente frio, quente frio, até ela assustar e acordar. Porque não faz, fazemos isso com a gente, né? Choque frio quente, a sussa e fala: "Gente, eu não tô comportando direito, eu tô um terreno que foi que vim para aqui para para poder germinar, florescer e frutificar. Então essa é nossa é nossa evolução. Então, a gente termina agradecida imensamente a esse pai
ando direito, eu tô um terreno que foi que vim para aqui para para poder germinar, florescer e frutificar. Então essa é nossa é nossa evolução. Então, a gente termina agradecida imensamente a esse pai amoroso que nos deu condições de estarmos aqui num planeta de possibilidades que a gente tem de germinar muito bem, não como a sementezinha, né, da alface, do pepino, mas já uma uma germinação mais demorada, dependendo da vontade da gente de fazer aquele trabalho. Às vezes é preciso que demore para termos paciência, perseverança naquilo que nós vamos fazer. Então, gratidão a Deus, gratidão a Jesus, gratidão ao Pai que sempre tá nos nos conduzindo pelo caminho melhor para todos nós. Então, a gente termina fazendo a nossa Ave Maria. Já já passamos um tiquinzinho do caí da tarde. Ainda estamos no cair da tarde, não escureceu, então é o cair da tarde para nós ainda. Vamos fazer nossa Ave Maria. É bem sentida, né? Como a gente fala, bem sentida, lembrando dessa Maria, né, que foi um terreno fértil, né, que ela recebeu sementes difíceis, difíceis, mas ela perseverou, perseverou e Deus a convidou para ser a mãe de todos nós. Então, olha que beleza que ficou no final. Então, ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco. Bendita sois entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém. Amigos, um beijo no coração. Até semana que vem. Para vocês que estão nos ouvindo também, esse beijo chega até vocês e até a semana que vem. Muita paz. Agora eu entrego vocês para Antônio para ele encaminhá-los pro passe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor.
tuindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe.
da um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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