A REVISTA ESPÍRITA - Vera Orphão [PALESTRA ESPÍRITA]
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Olá, meus amigos. É um prazer ter sempre essa oportunidade de estar em contato com os amigos da comunhão espírita de Brasília, esse Porto Seguro, essa casa de amor e de caridade. São sempre reflexões acerca da nossa bendita doutrina espírita que vai se tornando realmente o consolador prometido por Jesus. Hoje nós vamos falar sobre o nosso grande mestre, o nosso grande querido, que foi, que se autodenominou Allan Kardec, que a partir do momento que descobriu a existência do mundo espiritual, voltou toda a sua encarnação para nos trazer esse grande alento. a bendita doutrina espírita, o consolador prometido por Jesus, que faz nossa encarnação ser muito mais leve e muito mais serena, as nossas maiores angústias e ansiedades vão sendo tratadas quando nós nos dedicamos ao estudo da bendita doutrina. E é Allan Kardec o principal responsável. Esse nosso querido, muitas vezes nós achamos que sua obra se resume ao pentateu carnequiano, o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho segundo o espiritismo, o céu e o inferno e a gênose. Mas a obra de Kardec é bem mais ampla, porque na sua preocupação de fazer chegar essa consolação ao máximo de pessoas, ele fez também inúmeras outras publicações e fez viagens naquela época. Nós estamos falando de 1857, quando foi lançado o livro dos espíritos, 1862, quando ele empreendeu uma grande viagem pela Europa, sempre com a preocupação de nos trazer esse consolo, esse conhecimento que vai nos curando, que vai nos ajudando na nossa evolução. Hoje eu quero falar especialmente da revista espírita. O livro dos espíritos é lançado em 18 de abril de 1857 e em 1eo de janeiro de 1858, menos de um ano depois, circula em Paris o primeiro número da revista espírita. A revista espírita foi uma ideia de de Kardec intuído, é claro, pelos espíritos. Ele começou a fazer os primeiros números com o seu pequeno salário, a sua pequena forma de se sustentar. sem que teve grandes dificuldades e era tão grande a sua fé, tão grande a sua vontade de nos
s. Ele começou a fazer os primeiros números com o seu pequeno salário, a sua pequena forma de se sustentar. sem que teve grandes dificuldades e era tão grande a sua fé, tão grande a sua vontade de nos ajudar, que os primeiros números ele pagou inteiramente do próprio bolso, saía ruas de Paris para distribuir alguns desses volumes e alguns ele cobrava uma importância apenas simbólica. Aquela época a revista saía mensalmente e a preocupação de Kardec era realmente que ela tivesse um aspecto de uma revista qualquer para interessar aqueles que ainda não estavam abertos a grandes estudos, a grandes pesquisas. Interessantíssima revista Espírita. Hoje ela é vendida em 12 volumes, cada um desses volumes, um ano em que ela circulou, ela começou a circular então em 1858 e o seu último ano foi o ano de 1869, quando Kardec desencarna em março, já deixando o número de abril pronto para ser publicado. Essa revista tem coisas interessantíssimas, variadíssimas e Kardec tinha realmente essa vontade que fosse vista como uma revista para que despertasse a curiosidade daqueles que já estavam prontos para serem tocados. A revista espírita foi um laboratório inicial de ideias e de debates. Ela traz uma série de informações sobre o espiritismo. É possível que a gente encontre ali detalhes, Kardec, não é? Ela foi lançada menos de um ano depois do livro dos espíritos. Então, as reuniões espíritas ainda estavam em formação, ainda estava havendo eh pesquisa, conversa, qual a melhor forma de se trabalhar. Então, a revista espírita tinha também essa preocupação de nos trazer a metodologia do trabalho, das reuniões. e nos mostra as próprias dificuldades, as dificuldades dos médiuns e nos mostra como eram aquela época, como começavam as manifestações mediúnicas. Interessantíssimos esses volumes que hoje são vendidos dessa forma, divididos pelo ano. Há algumas coisas interessantíssimas, inclusive para paraa gente ler junto com o adolescente. Há, por exemplo, eu não me lembro em qual delas, a descrição de uma reunião
ssa forma, divididos pelo ano. Há algumas coisas interessantíssimas, inclusive para paraa gente ler junto com o adolescente. Há, por exemplo, eu não me lembro em qual delas, a descrição de uma reunião mediúnica, onde no meio da reunião houve uma chuva de bombões. Vocês imaginam? Há mais de um artigo também sobre os espíritos batedores das ilhas Maú. Há coisas muito interessantes, justamente por isso a publicação em forma de revista trazia sempre manchete que chama para chamar a atenção daqueles que deveriam, né, a quem ela deveria chegar. Interessante que o o fascículo do mês de janeiro do ano de 1866 começa com um artigo, com uma pergunta: "As mulheres têm alma?" Naquela época realmente era uma dúvida. Era uma dúvida corriqueira da sociedade. E Kardec traz para a revista para para dar a opinião, para dar trazer o conhecimento dos espíritos e para atrair pessoas. Então, há sempre coisas muito interessantes. Hoje eu escolhi no meio de tanta de tanta coisa interessante, eu escolhi um artigo dessa revista. Esse artigo foi publicado na revista espírita do mês de junho de 1869 e se chama O Caminho da Vida. Vamos ver o que nos diz Kardec. Vamos ver que ideias ele nos traz para que a gente entenda o caminho da vida, de que vida ele está falando, de que duração de vida ele está nos trazendo notícias. Nós vamos ver. E eu agora eu achei bom que eu eh ler pequenos trechos e ir parando e ir comentando. Vamos então a questão da pluralidade das existências a desde longo tempo preocupados filósofos e mais de um reconheceu na anterioridade da alma a única solução possível para os mais importantes problemas da psicologia. Sem esse princípio, eles se encontraram detidos a cada passo, encurralados num beco sem saída, de onde somente puderam escapar com o auxílio da pluralidade das existências. Então, Kardec começa aqui ao falar do caminho da vida, nos lembrando desse conceito fundamental, básico do espiritismo, do misericordioso processo divino da pluralidade das existências. começa mostrando que só ao
c começa aqui ao falar do caminho da vida, nos lembrando desse conceito fundamental, básico do espiritismo, do misericordioso processo divino da pluralidade das existências. começa mostrando que só ao se aceitar esse misericordioso processo, se tem a solução para inúmeras dúvidas que nos incomodavam. O artigo é grande, o artigo tem várias páginas e eu vou pular alguns trechos para não cansar vocês demais. Continuando, Kardec diz que o espiritismo nos apresenta o caminho da vida dessa forma. A existência espiritual da alma, diz ele, é a sua existência normal, com indefinida lembrança retrospectiva. As existências corpóreas são apenas intervalos. Olha que interessante. curtas estações na existência espiritual, sendo a soma de todas as estações apenas uma parcela mínima da experiência normal, absolutamente como se numa viagem de muitos anos, de tempos a tempos, o viajor parasse durante algumas horas. Olhem que coisa interessante, que nova forma de encarar a vida. Nós temos uma vida desde o momento em que fomos criados por Deus, simples e ignorantes, até o momento em que chegaremos a realidade, né, a perfeição relativa das criaturas. uma vida só, inúmeras existências na carne, onde vamos viver as experiências necessárias para a nossa evolução. E ele diz aqui como numa viagem de muitos anos, de tempos em tempos, o viajante parasse durante algumas horas. Então, a nossa viagem é a viagem daquele momento em que fomos criados até a perfeição relativa. As nossas paradas, que ele diz aqui, as paradas do viajante são as nossas existências carnais. E aí a gente pega aqui no Evangelho Segundo o Espiritismo, nosso terceiro livro, uma parte que eu gosto muito, que está no segundo capítulo, o meu reino não é deste mundo. Os itens 5, 6 e 7 tem o título O ponto de vista. Eu vou ler só o início do intensivo. A ideia clara e precisa que se farda a vida futura dá uma fé inabalável no futuro. E essa fé tem consequências imensas, ou deveria ter, sobre a moralização dos homens, visto que ela
ício do intensivo. A ideia clara e precisa que se farda a vida futura dá uma fé inabalável no futuro. E essa fé tem consequências imensas, ou deveria ter, sobre a moralização dos homens, visto que ela muda completamente o ponto de vista sobre o qual eles encaram a vida terrestre. Então, nós vamos com a doutrina espírita e esse aqui é apenas um exemplo nesse artigo de Kardec. Nós vamos ampliando os nossos pontos de vista, vamos vendo as coisas com mais amplitude e desse jeito, diminuindo aos poucos, diluindo a nossa ignorância acerca dos assuntos espirituais, vamos nos tratando e vamos tendo uma encarnação ainda no mundo de provas e expiações, mas uma encarnação muito mais leve. Continua ele dizendo que onde o homem está tem deveres a cumprir. Mas quando o corpo se acha em repouso durante o sono, a alma levanta o voo parcialmente e restabelece-se então a cadeia interrompida apenas durante a viagem. nos lembra então que nessa enorme viagem que estamos fazendo e que é interrompida pelas encarnações, mesmo durante as encarnações, nós temos descansos durante o sono físico, quando o espírito aproveita para voltar, para ter encontros, para ter lições no mundo espiritual, nós vamos encontrar Ar isso no livro dos espíritos, no primeiro livro, a partir da questão de número 400, quando Kardec fala sobre o sonho. Adoro. E logo esse iniciozinho, quando Kardec, nas suas analogias brilhantes, nos lembra de que se ao dormir no corpo físico o o espírito continuasse preso a ele, seria o mesmo que se achar, que se abre uma cela na prisão e o prisioneiro continua lá dentro. Então, nesse momento de descanso apenas do corpo físico, nós vamos também interromper essa viagem para ela, nesses momentos reencontrar amores, ter grandes lições, ter lições de ânimo e perseverança. Isto continua ele se pode opor uma objeção, perguntando que proveito pode tirar o homem de suas existências anteriores para melhorar-se, dado que ele não se lembra das faltas que haja cometido. O Espiritismo responde primeiro que a
uma objeção, perguntando que proveito pode tirar o homem de suas existências anteriores para melhorar-se, dado que ele não se lembra das faltas que haja cometido. O Espiritismo responde primeiro que a lembranças das existências desgraçadas, juntando-se às misérias da vida atual, trariam muito mais prejuízo do que algo a melhorar. Além disso, nós vamos lembrar daquela época quando éramos criança e começamos a aprender a andar de bicicleta. Se nós hoje formos tentar lembrar qual foi o primeiro dia que eu tentei andar de bicicleta, quantos tombos eu levei, quantas vezes ralei meu joelho, quem é que estava comigo? Onde foi? Se nós formos tentar lembrar desses detalhes, nós raramente os lembramos, principalmente normas velhas. Mas a habilidade de andar de bicicleta, ela continua conosco. Assim também com as vidas que já foram vividas, que apesar de não serem lembradas, nos fizeram trazer para o nosso ínimo uma série de habilidades que hoje nos ajudam a continuar a crescer. Diz assim, continua ele dizendo, durante cada existência sempre damos algum passo para frente. Isso é a misericórdia divina funcionando, não é? Adquirimos algumas qualidades e nos despojamos de algumas imperfeições. Esse é o mecanismo divino. Tomemos um exemplo. Um homem foi assassino e ladrão e foi punido. Quer na vida corpórea, quer na vida espiritual. Ele se arrepende e se corrige do primeiro pendor. Quer dizer, ele deixa de ser assassino, mas na vida posterior ele vem ainda como ladrão. Com o tempo passando, com as experiências, ele vai entendendo a necessidade também de deixar de roubar. Conforme vem a terra, essas experiências vão ficando marcadas no seu íntimo e chega aquele momento de um derradeiro esforço em que ele consegue fazer desaparecer de sua intimidade qualquer enfermidade moral. Que coisa bela. Como Kardec, que clareza, não é? como Kardec nos ensina, nos ajudava. Depois ele continua vou pular porque é bem grande. Ele continua dizendo: "Aplicai este raciocínio a todos os vícios e desvios, e podereis ver como a
lareza, não é? como Kardec nos ensina, nos ajudava. Depois ele continua vou pular porque é bem grande. Ele continua dizendo: "Aplicai este raciocínio a todos os vícios e desvios, e podereis ver como a alma se melhora, passando e tornando a passar pelos caminhos da encarnação." Não terá sido Deus mais justo com o tornar o homem árbitro de sua própria sorte, pelos esforços que empregue para se melhorar. E aí nós vamos à questão 90 de novo do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta esses seres se os homens poderiam sozinhos se trabalhar, se melhorar, evoluir. E Kardec diz que sim, que com certeza todos nós temos essa possibilidade, mas que a época, talvez agora também, o que nos faltava era empregar esforços. Que beleza sabermos que todos nós temos essa capacidade. Precisamos agora nos esforçar para evoluir. E aí o nosso querido mestre começa uma outra, uma outra analogia maravilhosa, nos falando das florestas. Suponhamos uma estrada longa em cuja extensão se encontram de distância em distância, mas com intervalos desiguais, florestas que se tente atravessar e a entrada de cada uma, a estrada larga e magnífica, se interrompe para só continuar na saída. O viajante segue por essa estrada e penetra na primeira floresta. Aí, porém, não dá com um caminho aberto. É uma floresta muito fechada, depara-se com dificuldades enormes, se perde, se machuca. A claridade do sol desaparecido sobre a espessa ramagem das águas. Ele vagueia sem saber para onde se dirige. Afinal, depois de muitas fadigas, chega ao final dessa floresta estenuado, dilacerado pelos espinhos, machucados pelas pedras. Lá descobre de novo a estrada. Depois de passar dessa primeira floresta, a mais difícil, depois de se machucar, de passar por uma série de dificuldades, ele volta àela estrada e ali permanece durante um tempo para se recuperar. Mais adiante, ele encontra uma segunda floresta, onde o esperam as mesmas dificuldades, mas ele já possui um pouco mais de experiência e dela sai muito menos machucado.
nte um tempo para se recuperar. Mais adiante, ele encontra uma segunda floresta, onde o esperam as mesmas dificuldades, mas ele já possui um pouco mais de experiência e dela sai muito menos machucado. Noutra, topa com um lenhador que lhe indica a direção que deve seguir para não se perder. A cada nova travessia, a cada nova daquelas florestas, aumenta sua habilidade de maneira que transpõe cada vez mais facilmente os obstáculos. Ele continua, ele vai seguindo até que a estrada finaliza numa montanha altíssima, onde agora ele pode olhar para trás e ver todo o caminho que percorreu. as diferentes florestas que atravessou, se lembra dos problemas das vicissitudes pelas quais passou, mas essa lembrança não lhe é mais penosa, porque chegou ao término da caminhada. Ele olha para si mesmo, olha para aquele caminho imenso e diz: "Quando eu estava naquelas florestas, nas primeiras especialmente, como me parecia tudo tão difícil, como tudo parecia que eu não conseguiria vencer. E quando penso que sem aquele bondoso lenhador que me ajudou, que me guiou, eu talvez ainda estivesse perdido. Agora que contemplo essas mesmas florestas, do ponto em que me acho como se me apresentam tão pequeninas, afigura-se agora que eu teria podido transpô-las ainda mais rápido se tivesse empregado um pouco mais de esforço. Aí ele encontra um ancião que lhe diz de todo esse avanço, que lhe lembra da ajuda que ele recebeu do lenhador e pede que ele agora faça o serviço do lenhador, que ele vá agora ajudar aqueles que estão no começo desse caminho imenso de florestas. Irei com alegria, responde ele, explica o nosso homem. Entretanto, pergunto, por que não há uma estrada direta desde o ponto de partida até aqui? Isso forraria aos viajantes o terem de atravessar aquelas abomináveis florestas. E aí nós vamos à questão de número um criador do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta a esses seres de luz, o porquê da encarnação. É claro que nós já entendemos que essa grande floresta é essa nossa vida
mos à questão de número um criador do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta a esses seres de luz, o porquê da encarnação. É claro que nós já entendemos que essa grande floresta é essa nossa vida inteira e que essa nossa, aliás, essa grande estrada é nossa vida inteirinha e cada uma dessas florestas é uma encarnação. As primeiras mais difíceis, mais penosas. E nós vamos ganhando habilidade, nós vamos crescendo espiritualmente e as e conforme elas vão se seguindo vão ficando melhores. Quando ele fala sobre isso e pergunta por que não fazer uma estrada reta? A gente lembra da questão 132, quando Kardec pergunta aos espíritos de luz qual o objetivo da encarnação. Dizem eles quis Deus lhes impor as encarnações para que cada um construísse em si próprio o progresso que deve conquistar. Que é o que saberia se por lá não houvessem passado? A atividade que houvestes de desenvolver, os recursos da imaginação que precisaste empregar para abrir caminho, aumentaram os teus conhecimentos e desenvolveram a tua inteligência. Sem que tal se desse, serias tão noviço quanto naquele momento, no início da estrada. Então, os espíritos e Kardec aqui nos fala das experiências necessárias, as experiências pelas quais precisamos passar e que muitas vezes ao nos chegarem nós não as compreendemos, mas não tenhamos dúvida. Deus não erra, Deus não improvisa. Tudo o que nos acontece é experiência necessária justamente para essa evolução. Olha para a estrada e observa os intervalos das florestas. Entre os viajantes, alguns caminham com um passo lento, com passo preguiçoso. Os amigos tentam ajudá-los, mas eles não querem. Mas a par deles outros há que correm, que andam mesmo feridos e se esforçam dia a dia. Isso lhes lhe lhes constituirá uma lição da qual tirarão proveito na floresta seguinte, de onde sairão menos machucados. Vai, meu filho, vai mostrar essa saída aos que estão no fundo do abismo. Vai amparar os feridos que se arrastam pela estrada e mostrar o caminho aos que se embrenharam pelas florestas.
nos machucados. Vai, meu filho, vai mostrar essa saída aos que estão no fundo do abismo. Vai amparar os feridos que se arrastam pela estrada e mostrar o caminho aos que se embrenharam pelas florestas. Então, os espíritos, conforme vão evoluindo, conforme vão vencendo essas dificuldades, eles vão também ajudar como o lenhador ajudou aquele, como o ancião lhe falou sobre essa realidade. O espírito, conforme vai fazendo luz em si próprio, já começa também a ser capaz e a ser intuído, a voltar para ajudar aqueles que estão a quem no caminho. Assim nós vamos caminhando nunca sóis, sempre com orientação e sempre, como diz Joana de Ângeles, mergulhados no rio do progresso. A única condenação que pesa sobre cada um de nós é progredir. Essas experiências necessárias aqui nesse texto, essas encarnações representadas pel por aquelas florestas são o trabalho que precisamos fazer a cada vez que viemos aqui. É preciso lavar os nossos pensamentos. Corrigir nossos sentimentos, renovar as nossas aspirações. É preciso não nos cristalizar, não endurecer. Corações ainda endurecidos, precisamos lutar a cada dia para nos tornar corações compassivos. É hora de refazer conceitos, de aprimorar sentimentos. No finalzinho aqui, vou na conclusão do nosso mestre Allan Kardec e vou ler para vocês. A estrada é a imagem da vida espiritual da alma, em cujo percurso esta é mais ou menos feliz. As florestas são a as existências corpóreas em que ela trabalha pelo seu adiantamento ao mesmo tempo que na obra geral. Então é aquele momento em que o ancião pede aquele aquele homem que já havia passado pelas florestas para retornar e ajudar quem estava atrás. O caminheiro que chega ao fim. Olha aí. e que volta para ajudar os que vêm atrasados. Figuram os anjos guardiãos, os missionários de Deus, que se sentem venturosos em vê-lo, como também nos no desdobrar em suas atividades para fazer o bem e obedecer ao supremo Senhor. Que grande explicação, que grandes analogias desse nosso mestre querido Alan Kardec.
venturosos em vê-lo, como também nos no desdobrar em suas atividades para fazer o bem e obedecer ao supremo Senhor. Que grande explicação, que grandes analogias desse nosso mestre querido Alan Kardec. Então, meus amigos, com essa história maravilhosa, com essas analogias de Allan Kardec, a gente vai tendo mais condições de entender, de refletir. E nessas refletções nós vamos podendo nos trabalhar, porque em síntese tudo o que viemos fazer aqui é trabalhar o nosso íntimo, ter a mínima certeza de que chegaremos ao próximo túmulo melhor do que chegamos no último berço. Eu vou pedir licença para vocês. Eu espero que vocês consigam ver. Eu pedi para minha filha fazer um desenho, olha só, tentando mostrar, tentando representar aqui esse caminho imenso. Então, aqui está a estrada, a estrada da nossa vida. Aqui fomos criados simples e ignorantes. Aqui chegaremos à perfeição relativa das criaturas. E aqui, seguindo a analogia de nosso mestre Kardec, de vez em quando esse grande caminho é interrompido por florestas, por florestas que nos trazem dificuldades, dificuldades que com o tempo, com o crescimento intelectual e moral vão se fazendo diminutas para que a gente ao chegar aqui tenha desenvolvido no nosso espírito as habilidades, o conhecimento e especialmente a capacidade de amar a tudo e a todos. lembrar que a nossa vida é esta aqui, essa longa estrada que a percorremos sempre com a ajuda de espíritos que caminharam muito à nossa frente e que jamais nos deixam a sós. Essas interrupções são as encarnações. São as encarnações que talvez a gente ainda não tenha pensado mais profundamente sobre elas, são as encarnações que ao se sucederem vão nos mostrando o resultado do nosso livre arbítrio. Hoje estamos desenhando a nossa próxima encarnação. Será que já paramos para pensar nisso? Naturalmente todos queremos uma encarnação, uma próxima encarnação mais leve, umas uma florestinha daquela desenhada com menos pedras, com menos arbustos, que nos machuque bem menos. uma nova encarnação em que as provas
queremos uma encarnação, uma próxima encarnação mais leve, umas uma florestinha daquela desenhada com menos pedras, com menos arbustos, que nos machuque bem menos. uma nova encarnação em que as provas necessárias se apresentarão de uma forma bem mais leve, onde ainda encontraremos sofrimentos, mas sofrimentos mais delicados e nós também com um conhecimento maior, aproveitando-os com as experiências necessárias que na verdade são, Que grande oportunidade que temos hoje, cada um de nós, com a bendita doutrina espírita a nos ajudar a caminhar. O nosso passado é a nossa advertência. O nosso presente momento é a nossa realidade, o nosso futuro. Deve ser a promessa de sermos alunos que a cada dia tentam aprender um pouco mais as lições desse planeta que hoje é um planeta escola para nós. Certamente já foi um presídio, já foi um hospital e que está aqui aberto com todas as suas belezas para que possamos evoluir, pensar na nossa reforma íntima, tão falada, mas tão pouco praticada. É preciso diante de todo esse trabalho de Allan Kardec, de nosso querido mestre, é preciso, diante de tudo que recebemos apresentar consequências. A quem muito foi dado, muito será pedido. Alguns tradutores traduziam: "A quem muito foi dado, muito será cobrado, não é verdade? Ai de nós se Deus nos cobrasse algo. Deus, esse pai de imensa sabedoria e bondade não cobra nada de nós. Mas é naturalmente esperado que diante dessa bendita doutrina nos apresentemos agora de uma forma mais coerente. Eu tenho em uma de suas lições da coleção Fonte Viva uma frasezinha que parece simples, mas que encerra uma verdade muito profunda, que Jesus não estabelece separações entre o lugar do nosso culto e a rua. O que quer dizer isso? que se no centro espírita aprendemos e tentamos nos concordar como cristãos ou como verdadeiros cristãos, Jesus espera de cada um de nós que também na rua tenhamos este mesmo comportamento, trabalhar a nossa coerência lá no livro dos médiuns, no segundo livro do pent Teuco no item 350,
rdadeiros cristãos, Jesus espera de cada um de nós que também na rua tenhamos este mesmo comportamento, trabalhar a nossa coerência lá no livro dos médiuns, no segundo livro do pent Teuco no item 350, Kardec nos traz uma reflexão enriquecedora. Diz ele: "De que adianta conhecer, presenciar, viver as manifestações mediúnicas se elas não nos ajudarem a fazer o que precisamos?" A nossa mudança íntima. E ele segue com algumas perguntas: "Que adianta ao avarento ter todas essas vivências, esse conhecimento e continuar cheio de avareza? Que adianta orgulhoso ter todo esse esse esse assessoramento espiritual e ainda continuar cheio de si? Assim nós vamos nos trabalhando, nós vamos trazendo para o nosso íntimo essa nova realidade que nos é apresentada do grande, do enorme caminho da vida. desde há muito, muito mais tempo do que imaginamos que daquele momento em que fomos criados, das inúmeras vezes que viemos aqui atravessar as florestas e que se apresentarão ainda à nossa frente por muito tempo, até que consigamos amar a tudo, amar a todos. O que devemos mudar? Nada. absolutamente nada exterior a nós. E isso é bom, isso nos dá uma leveza imensa. Nós não temos que convencer ninguém a nada. A transição planetária se acelerou e chegou o momento da aferição dos sentimentos mais íntimos que carregamos, que albergamos no nosso coração. Até tempos atrás, nós podíamos escamotear quem somos. Agora as experiências estão aparecendo para que cada um dê o seu testemunho. Chegou o momento da aferição dos sentimentos mais íntimos que cada um carrega em si. O que devemos, do que devemos desistir e o que devemos decidir. Devemos desistir de nos ferir e ferir, seja a quem for. Devemos desistir de existir, de exigir seja o que for, e devemos com certeza desistir de ter pena de nós. Seja qual for o problema que estejamos passando, o estamos passando porque precisamos dele. E o que precisamos a partir de agora decidir? Decidir nos amar e amar seja a quem for. Começar a ampliar a nossa necessidade de
blema que estejamos passando, o estamos passando porque precisamos dele. E o que precisamos a partir de agora decidir? Decidir nos amar e amar seja a quem for. Começar a ampliar a nossa necessidade de nos mostrar gentis e amáveis, seja com quem for. Quando eu consigo exercitar isso, o meu ego vai diminuindo e as leis divinas gravadas no meu íntimo vem à superfície me ajudando a continuar. Preciso decidir ser inclusivo a tudo e a todos. Preciso me desarmar. Preciso entender que todos, absolutamente todos, somos filhos amados de Deus e que todos só caminharemos, só seremos realmente felizes quando andarmos de mãos dadas. Ninguém será feliz caminhando cheio de orgulho e de egoísmo. Ninguém será feliz caminhando muito à frente dos pobres e dos deserdados, cheio de indiferença. Só teremos paz, só teremos felicidade quando além de dizer, quando além de memorizar, quando vivermos como verdadeiros irmãos, como verdadeiros filhos de Deus, já estivemos aqui tantas vezes, já estivemos aqui nas mais diferentes situações, já ocupamos corpos de diferentes cores de pele, de diferentes orientações sexuais, em diferentes latitudes. A gente vê essa notícia no livro Espírito Verdade, psicografia de Chico Xavier, pelo espírito militão Pacheco. Essa certeza deveria nos ajudar a tirar de nós qualquer tipo de preconceito, porque a diversidade é uma obra divina que nos ajuda a caminhar, como dizia Leon Beni, para a frente, para cima, para o belo, que aproveitemos a grande oportunidade de estarmos em mais uma floresta para dessa vez ouvir o conselho do lenhador para que, quem sabe numa próxima encarnação encontremos também um ancião que vai nos pedir para voltarmos atrás e ajudarmos aos nossos irmãos. Hoje somos todos ajudados pelos nossos espíritos protetores, que criados simples e ignorantes como nós, já fizeram tanta luz em si próprios que hoje podem fazê-la em nós. Sigamos firmes por essa grande estrada da vida, consolados, alegres, sabendo desse amor que jamais nos desampara, que nós possamos fazer as nossas
nta luz em si próprios que hoje podem fazê-la em nós. Sigamos firmes por essa grande estrada da vida, consolados, alegres, sabendo desse amor que jamais nos desampara, que nós possamos fazer as nossas reflexões, que nós possamos trazer essas reflexões para o nosso íntimo, para apresentar as consequências esperadas aqueles que recebem muito mais do que tantos outros. Jesus nos disse: "Conheceráis a verdade, a verdade vos libertará". A verdade hoje está aberta a todos nós que nos encontramos na doutrina espírita e há outros que se encontram em outras doutrinas. A verdade está acessível a todos nós, mas é preciso um esforço para acessá-la. É preciso humildade para sair daquele lugar anterior, quando acávamos que tínhamos razão sobre tudo e sobre todos, quando achávamos que não tínhamos que mudar e fazer agora novos itinerários. O bom ânimo recomendado por João precisa fazer parte dessa luta, que nos armemos de bom ânimo e que sigamos essa estrada imensa da vida que vai cada vez mais se iluminando. Muito obrigada. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com
a e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada [música] um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa [música] as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música]
amos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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