A Paz no mundo começa em mim | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 24 de abril de 2024, abordaremos o tema "A Paz no mundo começa em mim". Os convid...
n imagine a paz um dia eu imaginei um mundo sem armamentos sem brigas religiosas sem ataques violentos sem bombas tiros e balas sem ninguém fazendo as malas fugindo do sofrimento um dia eu imaginei um mundo sem terrorismo sem preconceito nenhum sem Vingança sem racismo sem a tal intolerância munida pela ganância e tanto individualismo um dia eu imaginei um mundo que não tem guerra que não se derrama sangue por um pedao de terra sem Grade muro barreira às vezes numa poeira a humanidade se enterra um dia eu imaginei um mundo sem ditadores um mundo sem julgamentos desses falsos julgadores Que enchem nossos caminhos com um monte de espinhos e arrancam nossas flores um dia eu imaginei um jornal com a matéria o mundo hoje está livre de toda fome e Miséria que as Guerras têm causado deixando o homem curado dessa doença tão séria nesse mundo todo mundo sabia se respeitar cada um com a sua fé com seu jeito de pensar buscando fazer o bem sem fazer mal a ninguém procurando melhorar nesse mundo todo mundo podia se abraçar conhecer outras culturas ir para longe e viajar apreciar a beleza carregando a certeza de que um dia pode voltar nesse mundo todo mundo entendia o que era am repartia cada pão fazia o bem sem cobrar convivendo em harmonia e sempre que alguém caía tinha alguém para levantar nesse mundo todo mundo aprendeu a ajudar a olhar também pro outro com a missão de cuidar com amor e alegria e sempre que alguém sofria tinha alguém para confortar parece até fantasia difícil de acreditar há quem diga que é bobagem que é loucura imaginar mas não perc a esperança é imaginando a mudança que se começa a mudar Boa noite amigos que linda abertura do nosso programa na noite de hoje recebemos Catarina e valena que leram essa bela poesia imagine a paz do poeta cearense Braulio Bessa e esse é o nosso tema da noite a paz no mundo começa em mim tema tão importante tão necessário nos dias atuais e para conversar conosco sobre esse assunto na noite de hoje recebemos dois irmãos muito queridos os dois são do Nordeste
paz no mundo começa em mim tema tão importante tão necessário nos dias atuais e para conversar conosco sobre esse assunto na noite de hoje recebemos dois irmãos muito queridos os dois são do Nordeste Alan Marques da Federação Espírita do Maranhão que trabalha na área da família e mar Lurdes Queirós que é da Federação Espírita paraibana que também vice-presidente da Federação e que também atua na área da família Os dois são os coordenadores da área da família a nível regional Nordeste sejam bem-vindos meninos muita luz para vocês Muito obrigado Cris muito boa noite a você boa noite aos amigos que nos acompanham uma alegria imensa participar desse programa hoje e na companhia de uma amiga tão querida mar Lourdes também vai se apresentar Oi gente que alegria estar em família né nesse momento tão especial que saímos da CRN nos entramos né na regional Nordeste e estô aqui junto com o meu amigo e com minha querida Cristina ouvindo essa poesia tão linda Cristina que nos enche o coração de esperança né de falarmos sobre a paz então para nós é uma alegria um abraço caloroso aqui da Paraíba da nossa Federativa Ok que bom muito bom podermos estar aqui conversando sobre esse tema tão necessário nos dias de hoje vivemos um momento em que um mundo não passa um dia sem guerra no entanto essas contendas essas brigas não estão apenas envolvendo os países elas estão presentes em todos os contextos que nós vivemos presente nas redes sociais presentes também nos contatos na avaliação de vocês por que que o mundo nosso hoje vive esse momento tão conturbado com a palavra vocês vamos lá Alan começa você aí pra gente vamos lá então né Por que que nós vivemos o mundo vive momentos tão conturbados na verdade a o mundo exterior conturbado é um reflexo do nosso mundo interior desajustado desalinhado conturbado também então o que a gente percebe lá fora é um reflexo daquilo que a gente carrega dentro então a criatura humana a gente percebe a doutrina Espírita nos esclarece de forma perfeita que a
conturbado também então o que a gente percebe lá fora é um reflexo daquilo que a gente carrega dentro então a criatura humana a gente percebe a doutrina Espírita nos esclarece de forma perfeita que a criatura humana é Um ser espiritual nós enquanto encarnados somos seres espirituais vivendo uma experiência material já vivemos várias outras viveremos tantas outras ainda mas nós temos perdido um pouco essa noção essa ideia essa certeza de que somos filhos de Deus seres espirituais vivenciando essa experiência na matéria Então como a gente ainda tá meio desligado ou não está alinhado a essa proposta e temos na nossa consciência né questão 621 de Livro dos Espíritos essa lei Divina gravada em nós por não estarmos atentos a essa lei que clama de nós o equilíbrio harmonia e amorosidade por nós não estarmos alinhados a essa proposta a gente acaba se desequilibrando se desajustado e isso reflete isso se reflete no mundo exterior então a a violência lá fora na verdadeo daquilo que a gente não conseguiu ainda arrumar dentro daí tanta dificuldade da nossa parte tantas cenas e tantos episódios de violências nos diversos níveis então A ideia é essa é que a gente parta para essa reformulação interior para que isso se reflita lá fora enquanto a gente não tiver essa noção Clara de que o trabalho Começa dentro como o programa propõe né a paz do mundo como essim a música que o Nando Cordel divulga tão bem nela se vulgar a paz a construção da Paz dentro para que isso se reflita fora então se a gente não tiver atento não estivermos eh com foco nessa questão realmente vai ser bem difícil mas é possível Deus confia em cada um de nós e nós somos capazes assim de fazer essa transformação para que lá fora o mundo sinta esse reflexo da paz que nós carregamos dentro de nós Mari Então não é mesmo eh olhar para esse mundo olhar para nossa sociedade atento né porque quando a gente se exime se afasta dessa convivência social a gente vai perdendo a oportunidade de contribuir então nós estamos a a vendo
har para esse mundo olhar para nossa sociedade atento né porque quando a gente se exime se afasta dessa convivência social a gente vai perdendo a oportunidade de contribuir então nós estamos a a vendo cada vez mais os conflitos ficando fortalecidos infelizmente né ainda fortalecidos por pela falta que nós temos da Visão da espiritualidade Uhum Então quando a Trina nos consola e nos diz que nós somos seres que estamos num processo evolutivo que nós somos seres que estamos em várias reencarnações aprendendo um pouco mais nós Com certeza como Alan disse nós vamos ficar mais atentos com relação ao nosso comportamento Então como nós estamos no momento em que o mundo ele está muito mais fortalecido na coisa material embora o bem as religiões as espiritualidade está aí para todos mas nós estamos vendo que o egoísmo cada vez mais está presente nas em algumas atitudes individuais e que termina influenciando nesse coletivo porque a sociedade ela é construção desse social e aí a gente se reporta a célula social primária que é a família então olhar para este mundo nos faz refletir como nós estamos enquanto indivíduo e indivíduos e como nós estamos enquanto família porque na medida que nós estamos percebendo o que é que a gente vê preconceito O Desamor a ganância né as questões materiais do ter e do possuir sendo colocado como prioridade do ser do sentir né do vivenciar as relações Mas isso também é um alerta porque cada vez que a gente vê e a gente não pode eh Trazer isso para coisa normal normalizar a violência ou normalizar esse mundo conturbado isso não é o normal né porque nós somos seres de essência de amor se nós estamos vivendo uma sociedade conturbada nas relações é porque nós estamos no desamor Então precisamos refletir para cuidar urgentemente né Cristina com certeza com certeza vocês aí falaram de autoconhecimento de olhar pra família de olhar pras relações e de cultivar o amor isso é muito importante a gente vai poder conversar sobre tudo isso no nosso programa de hoje nós saudamos os nossos
e autoconhecimento de olhar pra família de olhar pras relações e de cultivar o amor isso é muito importante a gente vai poder conversar sobre tudo isso no nosso programa de hoje nós saudamos os nossos irmãos da casa Espírita Seara de luz que estão aqui nos acompanhando na noite de hoje o nosso querido Eduardo e a Silvana lá de Santa Catarina Um beijo grande para esse casal lindo a Sandra elizabe a Marlene Marques e o Mauro Felipe muito bom estar com vocês aqui né então eh a Marlene inclusive nos fala perceba um pouco mais expansão de consciência no momento atual quanto a necessidade e necessidade de fortalecer a conexão divina mas o mundo está em evolução avassaladora avassaladora e nós somos parte desse contexto o importante é permanecer no foco da nossa É isso mesmo Marlene obrigada pela sua primorosa contribuição aqui para nós dentro dessa discussão façam como a Marlene mandem as suas contribuições pro nosso programa voltando a nossa poesia o braul nos diz naquele mundo que ele imaginou todo mundo sabia se respeitar cada um com sua fé com seu jeito de pensar buscando fazer o bem sem fazer mal a ninguém procurando melhorar a a intolerância e inabilidade de se relacionar com o outro podem ser algumas uma das causas da da violência que a gente observa e como é que trabal podemos trabalhar para que os indivíduos venham a ganhar eh a a a sua o seu domínio quanto a esse impulso de intolerância de impulsividade que a gente vê tanto vou começar com mar Lurdes agora Alan um tema muito importante a gente falar sobre essa dificuldade essa como você colocou essa falta de habilidade de se relacionar a gente sabe que o relacionamento interpessoal ele é extremamente desafiador complexo por nós somos seres complexos né Cada um com a sua história cada um com a sua vivência como nós falamos eh anteriormente trazendo uma uma bagagem espiritual uma bagagem né de todas as nossas eh experiências anteriores e aí eh precisamos olhar com cuidado porque veja só a violência ela ela é muito
alamos eh anteriormente trazendo uma uma bagagem espiritual uma bagagem né de todas as nossas eh experiências anteriores e aí eh precisamos olhar com cuidado porque veja só a violência ela ela é muito fatorial ela é muito complexa mas a base se a gente for ver está na nossa na nossa dificuldade de lidar com o outro eh nós somos seres que precisamos nos relacionar ninguém ninguém nessa n nesse planeta pode viver sozinho nós precisamos é no exercício com o outro que nós vamos desenvolvendo habilidades emocionais né que nós vamos desenvolvendo as virtudes então no momento que nós estamos vendo cada vez mais a falta de Tato a a o olhar para o diverso o respeito ao outro né tudo isso se não tiver bem eh equalizado nós vamos ter aí as dificuldades porque quando eu penso que eu Eu Preciso olhar só para o que é meu o que eu preciso e o que é de meu direito olhar para o outro eu estou numa atitude egoísta Aí você pergunta como é que a gente pode trabalhar o indivíduo para para aceitar o outro como ele é muitas vezes nós não aceitamos o outro porque nós também não nos aceitamos então nós olhamos para nós cheio de questionamentos das nossas dificuldades internas e que nós vamos refletindo no outro preconceito a intolerância a nossa falta de aceitação até dos nossos efeitos das nossas dificuldades então eu percebo que a doutrina nos mostra isso fortemente que a mudança começa no meu olhar para mim no meu olhar para o que eu tenho que cuidar em mim A partir diso dessa consciência de si eu vou poder olhar pro outro com respeito né então conhece-te a ti mesmo a falta do autoconhecimento a falta e da própria aceitação da compaixão conosco faz com que nós tenhamos atitudes intolerantes tenhamos atitudes violentas porque muitas vezes passamos a raiva que está em nós para o outro que pode representar alguma dificuldade que eu tenha então cada vez mais é urgente que a gente comece a trabalhar a tolerância no lar Então como é que eu vou aceitar o outro começando a aprender a tolerar os
e representar alguma dificuldade que eu tenha então cada vez mais é urgente que a gente comece a trabalhar a tolerância no lar Então como é que eu vou aceitar o outro começando a aprender a tolerar os nossos mais próximos aquele que convivemos por quê se a gente não tolera aqueles que estão ali conosco no dia a dia como é que nós vamos tolerar aqueles que nós nem temos aproximação não é então o cuidado com o olhar para si para o trabalho desenvolvido na família para o olhar compassivo das relações e esse autodescobrimento com certeza vai nos ajudar a aceitar o outro como ele é porque o outro ele tem a liberdade e o direito de ser quem ele é e cada um tá no seu processo evolutivo cada um tá no seu caminhar não é isso mesmo alã olha senão eu fi falando viu dei aí ó tá na hora a e a gente gostando aqui de te acompanhar acompanhar teu raciocínio Mari e bom a gente apesar de não estarmos juntos aqui no programa A gente não combinou nada nos Bastidores eu e a Mari né do que cada um falaria O que que a gente pontuaria mas a verdade é que nós estamos alinhados porque aquilo que a Mari colocou é que a gente realmente ah observa né a partir das leituras e a partir daquilo que a doutrina espírita nos propõe quando a reflexão em torno da violência a violência na verdade ela é uma expressão do ser que está adoentado do ser que está enfermo então a criatura violenta o ser violenta é alguém que está distanciado da proposta de amorosidade que é a proposta do Cristo é a proposta da Lei Divina a lei de Deus a gente poderia resumir podemos resumir numa palavra que é amor então a criatura que está se afastando Está afastada temporariamente dessa proposta de amorosidade ela se mostra violenta então a intolerância a inabilidade elas são marcas a gente poderia dizer assim de espíritos como Kardec classificou lá no Livro dos Espíritos espíritos de terceira ordem lá no item 100 do 100 ao 113 a gente vê Kardec apresentando de forma bem didática a escala Espírita E aí ele nos coloca eu digo nos coloca
sificou lá no Livro dos Espíritos espíritos de terceira ordem lá no item 100 do 100 ao 113 a gente vê Kardec apresentando de forma bem didática a escala Espírita E aí ele nos coloca eu digo nos coloca porque a terra ainda é na sua grande maioria constituída por espíritos dessa terceira ordem que tem como marca o egoísmo a vaidade or a intolerância a inabilidade em se relacionar mas a lei é de sociedade a colocou isso muito bem nós somos seres gregários a gente precisa inclusive ela tocou na na questão família porque a Constituição a proposta de constituir família ela atende a esse objetivo né da nossa necessidade de de agregação do conjunto de nós convivermos porque a primeira escola então a gente tem esse treino a oportunidade de treinar no lá e isso é muito saudável e é importante porque a gente vai fazer os grandes testes lá fora mas os pequenos e necessários testes começam na família então a gente percebe que essa falta ou essa dificuldade de aceitar o outro como a Mari já Pou ela nasce nessa dificuldade de nós nos aceitarmos então a gente não se aceita mas para se aceitar eu preciso me conhecer para eu poder acolher as minhas dificuldades eu preciso saber quais são as minhas dificuldades mas a criatura nós ser humanos a gente tem dificuldade de fazer esse mergulho essa viagem para dentro que é a proposta do autoconhecimento V mestre a gente vai tocar nessa questão que a gente observa lá no Livro dos Espíritos muito bem trabalhada por Kardec Santo Agostinho Eh vamos dizer assim esse representante da equipe espiritual que vem dar o seu testemunho e diz olha olha o que eu fazia era um exercício Diário de buscar entender quais eram as suas dificuldades a avaliação no final do dia do que foi bom no que do que que daquilo que não foi tão bom E aí ele diz assim eu passei a me conhecer e quando a gente se conhece nós passamos a nos aceitar e consequentemente nós percebemos que o outro Tem dificuldades que são parecidas com as nossas E aí a tolerância começa a brotar porque eu vou me colocando no
nte se conhece nós passamos a nos aceitar e consequentemente nós percebemos que o outro Tem dificuldades que são parecidas com as nossas E aí a tolerância começa a brotar porque eu vou me colocando no lugar daquela criatura Poxa olha Fulano tem dificuldade em ser pontual mas eu também tenho Então por que que para ele a cobrança é uma e comigo a cobrança não existe ou é muito amém n é muito tranquila então a gente vai fazendo esses exercícios que o Santo Agostinho já nos propôs lá no na questão 919 a na verdade é a resposta à questão 919 a e isso é muito importante pra gente pensar em violência pensar Nessas questões ligadas à intolerância é importante nós percebermos o valor desse mergulho para dentro de si do autoconhecimento E aí eu devolvo para você Cris porque eu acho que deve ter mais coisa aí pra gente conversar com certeza mas vamos aproveitar aqui a gente tem uma contribuição do nosso querido Eduardo que ele nos traz ninguém exige sejas de imediato o paradigma do amor que o Mestre nos legou mas pode ser desde agora o cultor da compreensão e da gentileza dentro da própria classe então no Emmanuel no livro nascer e Renascer Obrigado Eduardo boa lembrança e aí é importante né vocês falaram da questão da Auto aceitação porque às vezes nós ficamos muito chateados porque nós ainda não conseguimos ser Aquele modelo né de plena aceitação e até reprimimos às vezes algumas das nossas limitações porque a gente não dá conta de olhar o quanto feio nós somos ainda por dentro ainda temos as nossas limitações né então aqui nós também temos eh Vamos agradecer a participação da nossa irmã lá da federação do Rio Grande do Sul a rosalba seja bem-vinda rosalba que é lá do sexto crê a nossa querida nail também lá do de Santa Catarina e o Mauro Augusto que tá falando aqui conosco também do Rio Grande do Sul é são muitas contribuições que nós temos que eh aqui para poder estarmos pensando muitas reflexões e vamos continuar aqui pensando né Eu eu como a trabalhoem ó atendendo pessoas e vejo que essa essa
l é são muitas contribuições que nós temos que eh aqui para poder estarmos pensando muitas reflexões e vamos continuar aqui pensando né Eu eu como a trabalhoem ó atendendo pessoas e vejo que essa essa dificuldade de relacionamento ela tá presente em todas as fixas etárias mas a minha experiência Clínica me mostra que depois da pandemia os adolescentes é que estão se queixando muito mais das dificuldades no ambiente escolar principalmente do bullying das agressões né de forma física e às vezes até mesmo muito intensa e vocês falaram ainda a pouco do do orgulho e do egoísmo eh Será que essas dificuldades de relacionamento que os nossos adolescentes sentem né atualmente que aí acabam se expressando às vezes de uma maneira inadequada E isso também se deu muito porque esse a privação dessa convivência social às vezes nas idades menores pelo período da pandemia trouxe maiores dificuldades mas orgulho e egoísmo são raízes importantes para essa intolerância e essa dificuldade de cultivarmos a paz n agora a gente começa com você Alan vamos lá então né refletir um pouquinho sobre essa questão olha só a Cris falou para nós sobre um Marco né que é a foi a pandemia e e quando a gente pensa né Nessas questões pré-pandemia póspandemia fazendo essa análise até porque em outros momentos a gente também é convidado a refletir acerca desse desse ponto olha só o que a gente percebe muitos de nós inclusive no meio Espírita nós tínhamos assim a ideia de que bom veio a pandemia e ela é uma grande lição para toda a humanidade Então a partir de agora todo mundo vai mudar vai todo mundo ficar de bem vai todo mundo fazer o bem vibrar no bem bem vai fazer diferente porque com a pandemia Essa é a ideia né a gente vai perceber que há necessidade de maior aproximação com aquele que talvez estivesse mais afastado de convívio com aquele que estava sobre o mesmo teto Mas a gente não se via convivia muito pouco então as pequenas coisas né que a gente percebe aí nas várias reportagens enfim as coisas melhorariam deveriam melhorar Ok
ele que estava sobre o mesmo teto Mas a gente não se via convivia muito pouco então as pequenas coisas né que a gente percebe aí nas várias reportagens enfim as coisas melhorariam deveriam melhorar Ok A ideia é essa mas Faz uma pergunta em O Livro dos Espíritos Oi resposta que os espíritos Oi Não você deu uma caidinha aqui ah tá a resposta que os Kardec faz uma indagação em O Livro dos Espíritos que é a questão de número 800 quando ele vai falar sobre a influência do espiritismo no progresso O interessante é a resposta que os espíritos dão a essa questão porque Kardec pergunta se não seria de se temer que o espiritismo não consiga triunfar sobre a o apego do homem dos homens à coisas materiais a sua negligência enfim e os espíritos dizem assim conhece bem pouco os homens quem Imagine que uma causa qualquer os possa transformar como que por Encanto causa qualquer a gente inclui aqui a pandemia uhum as ideia só pouco a pouco se modificam conforme os indivíduos e é preciso algumas gerações passarem para que se apaguem totalmente os vestígios dos velhos hábitos os espíritos dizem que bem pouco conhece os homens aquele que imagina que qualquer coisa possa transformá-los como que por Encanto Então na verdade qu eu analiso assim não trabalho como vocês em consultório Mas percebo o seguinte mesmo antes da pandemia essas questões já existiam ah penso que na nossa cabeça às vezes a ideia que a gente tinha é vai a pandemia chega e a gente vai conseguir mexer com tudo isso com toda essa estrutura não é tão rápido assim os espíritos já dizem que esse processo ele é lento bem pouco conhece dos homens aquele que acha que por por Encanto as coisas se transformam mas é uma questão que vocês né Principalmente aqueles que estão lidando de mais de forma mais próxima com jovens percebem Então o que a gente também pode pode eh concluir bom primeiro isso já existia antes essa vicia essas esses episódios de bullying de enfim de violências de todas as naturezas né Essas agressões que a gente tem
que a gente também pode pode eh concluir bom primeiro isso já existia antes essa vicia essas esses episódios de bullying de enfim de violências de todas as naturezas né Essas agressões que a gente tem percebido mas também nesse período de pandemia o que que ocorreu a uma restrição da da nossa liberdade de irir a gente precisou ficar vamos dizer assim confinados em casa e aí nós tivemos a oportunidade de estar mais próximos e vem aqui a reflexão e esses jovens essas crianças que estavam mais próximos de seus pais que tipo de orientação receberam nesse período Como foi essa convivência porque isso também pode se refletir hoje nessa agressividade O que é que eu recebi em casa enquanto estava nesse confinamento e agora eu coloco para fora já existia antes já mas o que será que foi eh insuflado O que será que foi estimulado porque h a boa e a a má educação O Bom e o mau exemplo Então São pontos que a gente leva assim pra reflexão traz pra nossa reflexão que a gente fecha antes de passar para Mari só com uma questão a 895 do Livro dos Espíritos Eh vamos colocar aqui com as nossas palavras a pergunta Kardec indaga os espíritos a exceção dos dos defeitos que a gente sabe as imperfeições que são comuns né a o orgulho o egoísmo aquilo que a gente já conhece de antemão ser negativo Ele pergunta Tirando isso o que é que caracteriza espírito de terceira ordem espírito imperfeito e os espíritos dizem o interesse pessoal o interesse pessoal é marca de espíritos imperfeitos e aí é necessário que a gente se observe e perceba se na pandemia nesse período de maior aproximação com os de casa esse interesse pessoal ele não foi estimulado olha pensa primeiro em ti Olha a gente não sabe o que vem amanhã olha e aí a ideia materialista que a Mari colocou né né Será que a gente estimulou isso porque se estimulamos agora vem a colheita E isso se reflete em forma de agressão enfim isso tudo que a a crise pontuou são reflexões né a gente passa aqui paraa Mário porque ela com certeza vai colaborar com a parte prática né
vem a colheita E isso se reflete em forma de agressão enfim isso tudo que a a crise pontuou são reflexões né a gente passa aqui paraa Mário porque ela com certeza vai colaborar com a parte prática né atendendo essas criaturas que chegam com essas dificuldades uhum sim eh realmente né a gente eh observa isso em consultório né também nessa experiência eh que a pandemia ela trouxe ela eh Colocou à tona alguns fatores Principalmente nos jovens com relação a relacionamento e eu lembro de uma jovem que ela a gente atendia online né E aí volta começar os atendimentos presenciais e ela dizia assim não eu não quero sair de casa eu não quero ver ninguém eu não quero falar com ninguém eu eu e aí a gente foi conversando sobre essas essas questões de que o isolamento social né que foi necessário mas foi imposto para todos nós como uma questão de segurança Aham ele aumentou uma uma visão de Ah eu eu preciso estar protegido aqui o mundo lá fora é ameaçador o outro é uma ameaça né E aí levou um tempo para que ela pudesse a gente pudesse voltar às sessões presenciais e ela dizia assim eu não sei mais conversar cara cara por ficou tão nós tivemos dois anos em que toda a maioria das interações eram espirituais então a gente teve um aumento imenso do uso era Live todas a hora né todo mundo querendo interagir então nós tivemos um acesso imenso as redes sociais que já tinham mas nesse período foi assim é a única saída é a única saída da gente conviver é falar então o que que acontecia os jovens passaram horas e horas nas redes sociais isso trouxe uma dificuldade de diálogo maior que já existia porque já existiu o bullying como o nosso irmão falou Elan já existia as dificuldades sociais já tudo isso já existia e eu gostei muito dessa colocação de que não é um fato como esse que mudaria nos mudaria de uma hora para outra até porque o nosso planeta já passou por várias outras pandemias né Só que nesse momento nós tínhamos um um acesso ao noticiário nós tínhamos um acesso às informações todo tempo então eu pcei eu
outra até porque o nosso planeta já passou por várias outras pandemias né Só que nesse momento nós tínhamos um um acesso ao noticiário nós tínhamos um acesso às informações todo tempo então eu pcei eu percebi que esse isolamento social e esse uso sem controle Porque as mães diziam assim mera eu vou fazer o quê A gente não pode descer para fazer uma caminhada a gente não pode ir no salãozinho com as crianças fic no cel l então nós tivemos um aumento imenso disso que prejudicou e ainda está prejudicando a volta às aulas foi difícil porque as crianças não não estavam sabendo como lidar os adolescentes também não a questão do bu é muito complexo sim mas eu eu até percebo que eh a a a pandemia também trouxe uma necessidade né de de a gente olhar a questão da empatia porque foi também um lugar tão vulgarizado do morrer da Morte né que parecia que era assim parecia que não nada e isso é muito isso foi para mim foi muito assustador a gente V as pessoas morrendo como se aquilo nos tocasse era assim eu preciso proteger a minha a minha vida a minha família o outro não IMPA Então esse lugar dessa falta de empatia dessa nossa capacidade de olhar pro outro eu recebi casos na na clínica super doloroso por ex teve uma jovem que o pai e a mãe morreram e ela ficou Orfã a dor do outo parecia não não tocar muitas vezes né E ela e ela ficava falando como era difícil porque ela passando por uma dor dessa depois que voltou à convivência as pessoas não tinham a sensibilidade né nossa queriam saber gente olha que loucura queriam saber como tinha sido e ela estava precisando de acolhimento até foi difícil para ela procurar ela ela disse não eu comecei a não querer sair de casa eu comecei a não querer ver as pessoas porque todas as vezes que eu saí as pessoas vinham me perguntar não havia uma preocupação como é que eu estou entende que isso pode levar pra gente um lugar de muita raiva também uhum né Desse Lugar estranho que lugar é esse que que movimento é esse então nós tivemos muitos casos assim o
o como é que eu estou entende que isso pode levar pra gente um lugar de muita raiva também uhum né Desse Lugar estranho que lugar é esse que que movimento é esse então nós tivemos muitos casos assim o que pode ter levado a um estress muito grande e isso ainda está repercutindo nas nossas relações E aí precisaria de muito mais tempo pra gente falar sobre isso né Cristina certeza é mas vocês estão alertando aqui alguns aspectos que são importantes para que a gente possa enquanto família enquanto indivíduo estarmos aqui analisando eh e vendo como nós podemos colaborar para que isso possa ser transformado ser qualificado né a a nossa insensibilidade quanto ao sofrimento alheio né E isso ser transformado muitas vezes num num patamar de disputa de de discussão né qual é a versão que tá mais certa esse lado Ou aquele lado e a questão da competição porque o outro é para mim uma ameaça e ele não é o meu parceiro ele é o meu rival que isso Acabou vindo para todo esse esse contexto né de relacionamentos e vocês falaram aí da da das redes sociais eh onde eu estava conversando com uma paciente ela dizendo assim antes de chegar aqui no consultório eu estava numa discussão muito produtiva no no Instagram eu falei Como assim ela fala assim é a gente estava escrevendo textões colocando a ideia para ver quem é que ia ganhar a discussão eu falei assim mas você não tá ganhando vendo o que o outro tá pensando isso não é um ganho né você olhar quer dizer o que que é ganhar é acabar com o outro porque o meu argumento é melhor ou eu poder refletir a partir da realidade que o outro me apresenta né são coisas pra gente refletir nós temos uma contribuição aqui do Mauro Augusto eh eh falando que penso que ainda estamos enquanto criaturas em evolução muito arregadão né E aí é interessante porque eu não consigo ver o outro né E o Eduardo com o egoísmo Eduardo Bertol com o egoísmo e o orgulho que andam de mãos dadas a vida será sempre uma luta de interesses em que nem em que nem sequer os sagrados
não consigo ver o outro né E o Eduardo com o egoísmo Eduardo Bertol com o egoísmo e o orgulho que andam de mãos dadas a vida será sempre uma luta de interesses em que nem em que nem sequer os sagrados laços da família merecerão respeito Evangelho Segundo espiritismo obrig precisamos aí buscar na doutrina espírita elementos para nos inspirarmos né Emanuel numa mensagem muito bonita no livro seifa de luz na cultura da paz ele nos fala da empatia então ele fala reconhecer que as nossas dores e provações não são diferentes daquelas que visitam o coração do próximo né como podemos ajudar já que a paz começa em mim a gente tá falando de elementos que nos conduzam à paz como nós podemos em nosso cotidiano favorecer esse exercício da empatia pensando a partir de nós dentro dos lares dentro das famílias vamos lá a ldes Mari começa com a Mari depois a gente vai falando Ok eh realmente muito bonita né Essa mensagem que em e ele já traz a história da cultura que a paz é um processo né de cultura é há uma necessidade do desenvolver em mim e a empatia é trazer exercitar primeiro essa consciência né da ância da compreensão do outro como você que tem dores iguais a mim tem alegrias iguais a mim tem desafios iguais a mim ele é o nosso semelhante isso é um primeiro passo o outro é um ser como eu quando eu me coloco acima do outro eu não tenho condições de ter empatia mas quando eu vejo o outro ser que está igual a mim em humanidade com dores com percepções com vivências que pode ser é diversa mas vai vivenciar nesse sentido as mesmas coisas né então o que é que a gente pode na coisa prática não é só ah ok eu compreendo que o outro sofreu que o outro tá sofrendo eu não é só a compreensão mas é o exercício prático da empatia que é a ação e uma das coisas que é importante eu eu percebo assim para que a gente tenha a empatia ter uma escuta empática Como assim uma escuta ativa uma escuta onde eu vou ouvir ho Porque nessa nossa nesse nosso egoísmo nós queremos falar nós queremos dar o nosso ponto de vista e na verdade
patia ter uma escuta empática Como assim uma escuta ativa uma escuta onde eu vou ouvir ho Porque nessa nossa nesse nosso egoísmo nós queremos falar nós queremos dar o nosso ponto de vista e na verdade eu preciso ouvir Porque na minha escuta Em Família atenciosa atenta eu vou poder perceber o que que o outro necessita o que que o outro tá sentindo isso começando nas relações em casa onde muitas vezes a gente quer ou se for o pai e a mãe quer que os filhos cumpram as nossas ordens e muitas vezes a gente não percebe a dificuldade do filho ou na relação também marido e mulher ou de casal seja a estrutura que a família tiver eh como nós precisamos exercitar a escola eu acho que é um passo importante ter o direito de falar mas ter também o dever de ouvir né então não só é a minha oposição o meu a minha fala eu preciso ouvir para que eu possa entender e sentir o outro e eu preciso demonstrar a empatia Ah não eu sou empática não tá ok eu compreendo sim mas como é que você vai dizer na prática do dia a dia que você é empático com ações cordiais com gentileza é colaborando com o outro é também na família tratando de como a família pode colaborar uma com a outra né então eu eu tô trabalhando uma família né E a gente tem conversado muito porque cada um dizia o que o outro tava fazendo errado mas eles nunca sentaram juntos para conversar e a minha proposta foi primeiro vamos fazer uma conversa em família você se escuta e veja Olha eu me sinto assim eu preciso assim o que que você e a partir dessa conversa eles começaram a mudar o comportamento Olha só de uma conversa gente uma reunião de família né então no momento que eu vou dialogando eu vou de fazendo a resolução dos conflitos que às vezes são simples mas que nós vamos complicando né então o meu comportamento empático ele precisa ter uma atitude realmente colaborativa e a família é esse primeiro ensaio né então ouvir com atenção estar atento ao outro muitas vezes o outro nem vai falar mas se eu estiver com interesse no outro eu vou
ma atitude realmente colaborativa e a família é esse primeiro ensaio né então ouvir com atenção estar atento ao outro muitas vezes o outro nem vai falar mas se eu estiver com interesse no outro eu vou perceber às vezes nem que nem precisa da fala né mas eu acho que a escuta a colaboração em família né esse exercício de sentir e acolher nos ajuda a desenvolver a empatia dentro e consequentemente fora do nosso L fando vou trazer aqui uma uma sugestão que um amigo uma vez me deu eh lá da casa Espírita que a gente frequenta ele diz o seguinte que quando tinha alguma dificuldade alguma situação né na qual ele estava ali envolvido ele tentava colocar aquela criatura com quem ele estava se relacionando ele tentava colocar no lugar daquela criatura uma pessoa querida ele falou assim olha Alan por exemplo eu tô no transporte coletivo entra uma uma senhora de mais idade eu penso logo na minha mãe eu projeto a minha mãe naquela pessoa e aí eu consigo esse era o a a forma dele se expressar eu consigo com muita naturalidade dizer assim olha Sente Aqui esse lugar aqui é seu porque eu vi a minha mãe se eram jovenzinhas ele tem duas filhas ele via as filhas então ele disse que nesse exercício né porque como a Mari falou a gente Primeiro vai fazendo essa essa construção essa essa prática no lar ali a gente perce recebe afetos desafetos Mas normalmente são espíritos que estão ali junto conosco e a gente já cria né mesmo que lá fora pro outro a gente mostre Talvez uma relação que não seja de tanto carinho de tanto afeto mas no fundo no fundo na maioria das vezes são os que a gente quer bem que a gente não deixa que ninguém mexa com eles porque são da nossa família pois bem então ele fazia essa essa proposta né Essa proposição não então vamos trabalhar empatia assim iando no outro criaturas que estão mais próximas e aí eu vou vendo com mais facilidade que a dificuldade daquele poderia ser a dificuldade da minha mãe do meu irmão daquela pessoa que tá mais próxima e de quem eu gosto muito e aí vou contar um
ximas e aí eu vou vendo com mais facilidade que a dificuldade daquele poderia ser a dificuldade da minha mãe do meu irmão daquela pessoa que tá mais próxima e de quem eu gosto muito e aí vou contar um caso para vocês uma outra amiga que não conhece esse Meu primeiro amigo ela ano passado fazendo dialogando comigo lá no trabalho no ambiente de trabalho disse que pegou o carro um pouquinho mais tarde do que o habitual para se dirigir ao serviço e justamente nesse dia em que ela tinha mais pressa ela entrou numa avenida aqui da da capital uma avenida movimentada pegou a faixa da esquerda e quando ela quis desenvolver a velocidade ela percebeu um carro devagar na frente dela e ela falou assim Ah meu Jesus o que que esse carro lento Tá fazendo na faixa da esquerda e aí ela ficou Ela disse que ela quis buzinar mas aí ela olhou pro carro da frente e viu uma cabecinha branca e aí ela fez o mesmo exercício que esse meu amigo fez ela lembrou da mãe porque a mãe é idosa e dirige e ela falou e não mora aqui né mora no interior e aí ela disse assim não mas podia ser minha mãe então eu não vou buzinar eu vou dar uma segurada aqui na hora que der eu passo gente aí ela segurou segurou quando deu ela saiu da esquerda passou aqui pela faixa Central quando ela olha pro lado não era a sogra dela E aí ela meu deus o que que Dona Helena e aí foi engraçado porque ela saiu de uma fase para outra da quase chateação ela que que minha sogra tá fazendo uma hora dessa dirigindo numa avenida movimentada e ela sabia das dificuldades da sogra ela falou assim e aí ficou aquela preocupação percebam a empatia ela de quase buzinar para alguém Partiu pro outro extremo que foi o da o de preocupar-se de meu Deus mas o que que aconteceu por que ela tá com esse carro aqui uma hora dessa e tal e aí ela me contou issoa ela imagina se eu tivesse se eu tivesse enfim feito qualquer coisa que ela se assustasse porque é uma pessoa mais frágil tudo isso porque ela viu uma cabecinha Branca lembrou da mãe e ela disse eu não vou fazer isso porque
sse se eu tivesse enfim feito qualquer coisa que ela se assustasse porque é uma pessoa mais frágil tudo isso porque ela viu uma cabecinha Branca lembrou da mãe e ela disse eu não vou fazer isso porque se fizessem com a minha mãe eu não gostaria então é a questão de se colocar realmente no lugar do outro na prática e a família nos ajuda porque a gente vai criando esses laços e a gente vai colocando a irmã no lugar a sobrinha e a gente vai percebendo eu confesso a vocês até um tempo atrás eu tinha mu diculdade com crianças que no meu modo de entender eram crianças mal educadas e aí vem a minha sobrinha que tem o diagnóstico né de TDH ela é eh comprovadamente né hiperativa e a gente tem todo um cuidado com ela e a educação e tal e aí a gente vai colocando outras crianças que são parecidas nessa mesma posição e vai ficando mais fácil da gente ver que a dificuldade do outro daqueles pais que antes eu achava não mas é pai que não sabe dar limite não tá seja um pai que esteja no seu processo ali de luta com aquele espírito que veio numa condição mais difícil mais desafiadora então eu penso que são não é uma fórmula né mas é um exercício que a gente pode praticar e Isso facilita essa compreensão de quem é o próximo Por que o próximo Tem dificuldades como eu também tenho e como é que a gente faz na prática para superar isso então são assim algo que a gente queria compartilhar né uma experiência que eu acho que talvez funcione para alguns é é eu ouvi esse esses dias de uma de uma psiquiatra que eu gosto bastante ela falando sobre a a gente tratar os nossos filhos quando eles erram em casa como se eles fossem visitas aí a pessoa que tava no podcast ela falou assim explica melhor ela falou assim olha se uma visita chega na sua casa e derrama um chá no chão ou um líquido ou comida no chão Você vai diz pra pessoa ficar tranquila que não tem problema nenhum que você vai resolver aquilo ali mas se é o seu filho você normalmente Reclama com ele briga com ele e esquece que ele tá em treino ele
ê vai diz pra pessoa ficar tranquila que não tem problema nenhum que você vai resolver aquilo ali mas se é o seu filho você normalmente Reclama com ele briga com ele e esquece que ele tá em treino ele ainda não tem aquela habilidade né E quando a Mari falou do acolhimento é muito importante que os pais possam entender que às vezes a manifestação da criança de birra ou mesmo de desespero diante de uma determinada na situação aquilo ali é autêntico ele tá sentindo aquele desespero naquele momento e é importante que você acolha a criança vai relaxar depois que você vai conversar com ela vai trabalhar para ver como ele pode desenvolver aquilo ali então a empatia né tem a ver com isso de você também olhar para aquela pessoa principalmente que você tá educando e falar assim puxa vida eh O que que ele precisa agora né então eu vou lá na na necessidade dele e não na minha né Isso aí é uma coisa importante e da mesma forma com o idoso eu sempre brinco com o pessoal eu falei assim olha depois dos 70 a pessoa tem direito a ser lento a esquecer a se equivocar e a gente tem que tá ali do lado para dizer assim que bom que eu tô do teu lado aqui porque aí eu vou poder te ajudar naquilo que eu que eu consegui e já vou me preparando para quando eu chegar lá eu ter também um pouco mais de tolerância comigo mesmo nada não queremos né aqui sermos aquelas pessoas que vão dizer o que fazer mas dar algumas coisas que podem ser ser colocadas nós temos aqui a participação da Valdelice dizendo Valdice dizendo que ala acho que no Livro Plenitude Jonas sugere a substituição pela nossa mãe para lhe dar melhor como seu amigo fala muito obrigada vald que você tenha lembrado disso e Ana tá aqui com a gente também fala da mensagem bonita meus irmãos vamos seguindo porque nós Ainda temos aqui algo que é muito importante pra gente falar É que às vezes em casa nós temos muitas manifestações de a agressividade de arroubos né de violência mesmo e nós sabemos que dentro do reduto doméstico nós encontramos não apenas os espíritos
te falar É que às vezes em casa nós temos muitas manifestações de a agressividade de arroubos né de violência mesmo e nós sabemos que dentro do reduto doméstico nós encontramos não apenas os espíritos que nos são afins mas também aqueles que nós precisamos aprender a amar será que a dificuldade em manter a paz dentro dos lares se deve a esse reencontro de inimigos do do passado vamos começar com a Mar Lourde então né a violência doméstica ela ela nós precisamos estar muito falar muito sobre isso né porque compreendendo que o lá é essa escola onde vão vir seres como Joana nos fala né vão vir seres emo também fala para fazer o reajuste o sempre o propósito reencarnatório gente é a redenção é o amor né é a compaixão é a misericórdia é o perdão mas nós sabemos que na prática quando nós voltamos e estamos aqui na carne né quem teve a oportunidade de assistir o filme os mensageiros né foi um grande exemplo paraa Gente refletir que muitas vezes nós nos programamos lá tudo tá muito bem a alinhado mas quando nós voltamos aqui deixamos que as nossas infelizmente má tendências possam estar à frente do nosso planejamento então no lá vai estar seres que comungam que vê na Parceria que estão ali no propósito de auxílio um para com o outro mas também vai vir seres que estão em dificuldades estão em atrito eh eu queria trazer como um exemplo porque eu acho que para Além de falar quando a a gente né exemplifica a gente vai compreendendo eh eu conheço uma uma pessoa que a família toda a família vive em atrito Então esse atrito e ela e ela tem um conhecimento da reencarnação da espiritualidade E aí ela me disse uma coisa muito importante ela disse assim que antes ela se ela pudesse ela passava por cima mesmo não se importava então o o O atrito a a guerra entre essa família era muito grande muito forte e na medida que ela foi se conhecendo foi podendo entender que de onde vinha essa raiv havia questões atuais que vamos dizer assim despertava coisas que já eram do passado né mas antes de falar nisso é um detalhe
que ela foi se conhecendo foi podendo entender que de onde vinha essa raiv havia questões atuais que vamos dizer assim despertava coisas que já eram do passado né mas antes de falar nisso é um detalhe que eu acho que é importante mas também muita coisa de violência que nós vamos tendo família também é do agora nós temos sim o passado temos mas às vezes a nossa intolerância a nossa arrogância o nosso egoísmo dificulta as nossas relações em família quando eu quero impor porque um lá é colaboração e não imposição então quando eu vou impondo eu vou dificultando as relações né então esse reencontro de seres que estão ali para o ajustamento espiritual para o o eh encontrar esse caminhos né e muitas vezes não vão conseguir às vezes não vamos conseguir nessa Encarnação ter esse processo de Redenção de perdão então quanto menos vamos dizer assim quanto menor for esse dano da vida nesse momento melhor então o exemplo que eu queria trazer Então ela disse assim eu acredito que nós ela falando Principalmente de uma irmã eu acredito que numa outra vida a gente deve ter eh não sido muito muito b não a nossa história No começo eu não me importava com ela ou se eu pudesse passava por cima Hoje eu preciso me distanciar porque me distanciando um pouco dela eu eu eu vou me trabalhando a emoção e eu não vou aumentando o a dívida então a gente precisa entender que nós precisamos ver dentro desse processo familiar ai não porque veio junto tem que est todo mundo junto e às vezes há uma necessidade de um refrigério quando a gente se afasta um pouco porque às vezes está junto o dano é muito maior entende então é tão complexo isso né a gente poder pensar de que o que é que eu posso fazer para diminuir a carga de dor que eu estou construindo nesse então ah não tô conseguindo não tô conseguindo não tolero aquela pessoa ela dizia para mim assim eu não consigo tolerar eu não consigo estar no mesmo espaço e quando a gente se encontra a gente briga a gente tem discussões a ponto de ir a questão física Então ela tomou uma decisão eu
ra mim assim eu não consigo tolerar eu não consigo estar no mesmo espaço e quando a gente se encontra a gente briga a gente tem discussões a ponto de ir a questão física Então ela tomou uma decisão eu preciso me afastar um tempo então a a família ela precisa ir entendendo né logicamente quando a gente tem um contexto espiritual quando a gente tem uma visão e seja qual for a religião Mas a gente pode trazer esse refrigério espiritual pro lar nós vamos podendo nos ajudar mas quando isso não existe ou se existe uma religião mas ainda não há uma compreensão porque nós vemos também lares religiosos mas que não estão espiritualizados porque a religião é uma coisa a espiritualização da família é outra né então na medida que nós vamos nos espiritualizando mesmo entendendo esse contexto nós vamos diminuindo a possibilidade de transformar aquela reencarnação em algo mais danoso então pode isso é importante para que a gente diminua tão complexo gente que a gente poderia passar a noite aqui falando Mas o mais importante é que a a gente possa colaborar E aí tem um antídoto né Alan e Cristina tem um antídoto minha gente para que os lares para que a gente inclusive possa auxiliar que se chama Evangelho no Lar Então seja a crença que for se você tá conhece alguém ou ou a sua própria família está nesse po fazer o evangelho comece por você se a família não vai eh colabore com outras famílias auxiliando nesse processo da evangelização no trazendo Jesus pra nossa casa para que o nosso coração possa aos poucos sendo amenizado das Dores que nós trazemos e que não estamos conseguindo redimir ainda nesta vida mas que é possível em outras Alan é com você per eu vou pedir pro Alan comentar um outro um outro um outro ponto aqui que eu não gostaria de fechar sem a gente falar Emmanuel lá na mensagem do cultivar paz né da cultura da paz ele nos fala que nós devemos trabalhar o prazer de servir semear o amor toda a parte entre amigos e inimigos e jamais duvidar da vitória do bem esse prazer de servir no lar
ar paz né da cultura da paz ele nos fala que nós devemos trabalhar o prazer de servir semear o amor toda a parte entre amigos e inimigos e jamais duvidar da vitória do bem esse prazer de servir no lar né é o caminho para que a gente possa ir para alcance da paz bem rapidinho isso rapidinho então a gente entende que esse prazer de a caridade como entendia Jesus questão 88 Me de o Livro dos Espíritos é o bip Divino é a benevolência para com todos não é só para com os que tem muito carinho por mim não é para com todos a indulgência para com as imperfeições alheias não é indulgência para com as minhas porque as nossas a gente já tem indulgência até demais é indulgência para com as imperfeições dos outros e perdão das ofensas então o bip Divino que é a caridade segundo entendia Jesus essa Alega de servir de estar à disposição da principalmente daqueles que estão mais próximos porque aí é o exercício primeiro pra gente levar pra sociedade lá fora é sim um caminho para a pacificação a gente fazer o nosso melhor benevolência indulgência perdão se a gente seguir essa cartilha que é simples e efetiva eficaz a gente consegue resultados bastante positivos então Emmanuel Como sempre muito sábio Seguindo os passos de Jesus nos propõe essa essa Tríade né que é a benevolência indulgência perdão trazida lá no Livro dos Espíritos por Alan Kardec na verdade pela espiritualidade amiga que nos conclama a essa caridade constante Com certeza gente eu queria antes da gente encerrar mostrar umas fotos das nossas pequenas que leram Inicialmente vamos ver se a técnica consegue pegar para nós eh São fotos de várias famílias que montam esse movimento chamado amigos que ajudam e eles levam os seus filhos muito pequenininhos para começar a fazer a caridade ajudar o próximo e trabalhar com as pessoas mais carentes Então esse prazer de servir a família pode estar trabalhando esse caminho de construção da Paz por meio também da caridade aqueles que são mais necessitados voltamos agora a nossa tela
s mais carentes Então esse prazer de servir a família pode estar trabalhando esse caminho de construção da Paz por meio também da caridade aqueles que são mais necessitados voltamos agora a nossa tela final meninos nossa gratidão imensa foi maravilhoso maravilhoso nosso bate-papo extremamente esclarecedor acredito que as famílias e as pessoas que nos assistiram eh aproveitaram muitos conhecimentos que vocês nos trouxeram a partida que vocês fizeram aqui esperamos vê-los aqui conosco em outras oportunidades Essa dupla tão querida e que trabalha Tão Bem Junto beijo grande alão um beijo a todo o pessoal aí do Maranhão da Federação Mari Lourdes querida Um grande beijo a a A a você a sua família ao pessoal também da Federação Espírita paraibana Nossa imensa gratidão pela presença de vocês aqui conosco na noite de hoje tá certo e queremos agradecer a todos os irmãos que estiveram conosco aqui nos assistindo colaborando trazendo também as suas mensagens de amor de carinho beijo grande até a próxima semana com mais um família no ar hoje nós vamos falar sobre maternidade e espiritismo Boa noite pessoal fiquem com Deus boa noite até logo até a próxima somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes nos permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a
ados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas Este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse doe. febtv.com.br e faça sua doação quo
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