A PAZ DE CRISTO - Enid Rocha [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 02/02/2026 (há 2 meses) 41:00 422 visualizações

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Transcrição

A paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. >> Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Bem-vindo. Já estamos em fevereiro hoje, dia 2 de fevereiro, hein? Dia de festa no mar. Vamos lá lembrar que estamos aqui todos reunidos nesse momento, agradecendo a espiritualidade pela oportunidade de aqui nos encontrarmos na comunhão espírita de Brasília, esse laro que nos acolhe. E vamos para uma breve leitura do livro Receitas para a Alma, se chama Visão. Bem-aventurados, limpos de coração, porque eles verão a Deus. Mateus, a sua realidade é o resultado de como você relaciona-se com o mundo à sua volta. O sentido que você dá às relações e vivências determina a sua forma de ver e entender. Em razão disso, tomará pessoas e fatos sempre sobre a ótica de seus sentimentos e sobre a lente do conhecimento que você possui. E você está na sombra da vida, absorverá o asco vibratório com o qual asfixiará suas emoções e pensamentos. Se você se adianta na luz, consumirá a essência vitalizadora do bem. Olhe-se com honestidade. Assuma para si mesmo o que sente. Mergulhe em meditação sincera, sem recriminação e exagero. Após o quê? Recolha-se na oração e prossiga dia após dia ininterruptamente, perdoando-se e mirando sem receios a sua imagem no espelho da consciência. Com o coração limpo, perceberá que Deus age em você. Vamos então aproveitar esses momentos que estamos aqui reunidos, agradecer a espiritualidade pelo carinho, pela atenção e lembrar que graças ao bom pai estamos sempre orientados e encaminhados pela espiritualidade. Agradecendo sempre, damos por iniciados os trabalhos dessa manhã, dessa semana,

elo carinho, pela atenção e lembrar que graças ao bom pai estamos sempre orientados e encaminhados pela espiritualidade. Agradecendo sempre, damos por iniciados os trabalhos dessa manhã, dessa semana, dizendo obrigado, Senhor. E vamos então passar a palavra pra Enid, que é a nossa palestrante de hoje, que irá apresentar o tema e a bibliografia que ela escolheu, que ela optou. Bom dia a todas e todos. É um prazer muito grande estar aqui, né? sempre que eu tenho o privilégio e a oportunidade de estar aqui fazendo reflexões, né, sobre temas da vida, da doutrina espírita. Então, eu peço a Deus que nos abençoe nesse momento e que tenhamos, então, a inspiração de refletirmos sobre temas que nos acompanham no cotidiano, na nossa consciência. Eu gosto muito de observar, né, como como as coisas acontecem, né? Eu preparei eh um tema para conversarmos sobre hoje. O tema da palestra é a paz de Jesus, que tá baseado no Evangelho de Jesus em alguns livros, como esse aqui do José Carlo de Luca, pensamentos que ajudam. Então, o tema quando, né, que é a paz de Jesus e eu tava falando que eu gosto de observar porque eu venho com esse tema então que a gente vai conversar aí nas conversas que a gente tem antes, parece que tudo está conectado, né? Por exemplo, um pouco antes a gente estava conversando aqui com a nossa irmã Expedita e e a gente conversava, né, sobre como são as coisas da vida, que se a gente observar bem, né, tudo vem pro nosso aprendizado, né, e o que importa mesmo é a gente sentir lá no íntimo aquela paz de estar fazendo aquilo que deveríamos fazer. Então, a gente tava falando sobre todas as questões da vida, muitos desafios que a gente tem, que muitas vezes a gente não sabe, né, que decisão tomar, o que fazer. E aí por meio da nossa consciência, né, que a gente olha, fala, não é aqui e a gente age e mesmo que não dê certo os nossos planos, a gente tem aquela certeza interna de que fez aquilo que nos cabia, né? E a própria mensagem que a Anete abriu agora ao acaso também fala sobre isso, fala da

e mesmo que não dê certo os nossos planos, a gente tem aquela certeza interna de que fez aquilo que nos cabia, né? E a própria mensagem que a Anete abriu agora ao acaso também fala sobre isso, fala da nossa consciência, né? Como que nós podemos eh agir de acordo com a nossa consciência, né? Agir para ficar em paz, né? Então hoje o tema é sobre isso, que é a paz de Jesus. E quando nós falamos em paz, quase sempre a gente pensa que a paz é aquela inércia, aquela ausência de problemas, de conflito, de dor, né? Então, muitas vezes a gente fala: "Ah, quero ficar em paz", né? Querendo dizer, "Eu quero ter uma vida tranquila, sem lutas, né?" Mas aí a gente se pergunta, será que é essa paz, né, que Jesus nos prometia? Aí nós vamos, né? Eh, quem me acompanha sabe que eu gosto muito de remeter a origem semântica da palavra paz, né? E eu encontrei que a palavra paz ela vem do latim pax. E aqui tem um ponto muito bonito, porque pax está li ligada à ideia de pacto, né? Então, eh, o significado diz assim, né? Que então pacto tem a ver com aquele acordo firmado que nós fazemos, né? E no mundo romano, a paz, ela não significava ausência de tensão, mas um estado de conciliação depois de um ajuste, depois de um pacto estabelecido, né? Então vamos que duas cidades estavam em guerra e conseguem, né, se reconciliar fazendo aquele pacto. Então a paz vem desse nome, o pacto que nasce depois de um conflito, de uma luta e se faz aquele pacto estabelecido. Então por isso que vem que a gente fala da paz, ou seja, desde a sua origem, a paz nunca foi sinônimo de passividade, né, daquela vida tranquila. Então, ela é sinônimo de reconciliação, de alinhamento, de um acordo, primeiro conosco mesmo, né, e depois com outro e com Deus. Então, desde desde a sua origem, ela não é uma coisa que acontece ao acaso, né? Ela é fruto de um compromisso interior. Então, o que que já isso logo nos diz, né? que a paz não é então ausência de luta, ausência de conflito, é sim até a gente passar por aquele conflito fazendo

é? Ela é fruto de um compromisso interior. Então, o que que já isso logo nos diz, né? que a paz não é então ausência de luta, ausência de conflito, é sim até a gente passar por aquele conflito fazendo aquilo que é o nosso dever e aí a gente se sente em paz. E aí tem uma passagem muito bonita que eu também trago aqui, né, do Evangelho que e eu até chamei assim, a paz que Jesus deixa, né, que depois da crucificação de Jesus, né, os discípulos estavam todos com medo, né, da perseguição, estavam trancados, né, num lugar muito confusos. E aí Jesus aparece então espírito e os discípulos naquele momento achavam que tudo está perdido. E aí quando Jesus retorna, conta no evangelho, que a primeira palavra que ele dirige aos discípulos não é uma explicação, não é uma cobrança, não é reprovação e sim uma saudação. Ele diz: "A paz esteja convosco", né? Então ele poderia falar qualquer outra coisa, porque, né, estavam ali os discípulos trancado, naquele momento. E ele diz, então, né, a paz esteja convosco, né? Então, ele diz algo tão profundo, né? Isso tá no capítulo segundo, eh, não, antes disso, né? que eu queria chamar a atenção que o que será, né, que Jesus quis passar naquele momento pros discípulos, daquele momento amedrontado, aquele momento triste, aquele momento confuso, qual é essa paz, né, que Jesus estava dizendo e a gente acabou de falar, de pensar no significado da paz, que ela nasce por meio de um conflito. Então, nas reflexões que eu fiz e que a gente começa a entender, talvez Jesus não disse, não tenha dito assim para eles: "Olha, vai dar tudo certo com vocês, né? Tá, podem ficar tranquilo". Então Jesus fala numa paz, que é a paz do dever cumprido. Jesus após a sua crucificação, tinha a certeza de que ele fez o que ele devia fazer, que ele cumpriu a sua missão. Então quando ele fala assim: "A paz esteja com vocês", ele quis dizer aos discípulos, né? que é essa paz que significa que apesar da luta que vivemos no dia a dia, do que temos que fazer, nós não podemos fugir da nossa luta, nem

"A paz esteja com vocês", ele quis dizer aos discípulos, né? que é essa paz que significa que apesar da luta que vivemos no dia a dia, do que temos que fazer, nós não podemos fugir da nossa luta, nem dos nossos desafios, mas que essa paz de Jesus quer dizer, passa por onde você tem que ir, passa aquilo que você tenha que fazer, mesmo que sofra, né? mesmo que não dê muito certo, mas você vai estar com essa paz, porque fez aquilo que te cabe. E daí, eh, no Evangelho segundo João, tem aí essa passagem que eu acho da das mais bonitas, né? Ele afirma então algo muito mais profundo, né? Então, é João capítulo 14 versículo 27. Isso foi antes da crucificação, durante a última ceia. Aí Jesus, né, como nós sabemos, ele sabia que ia ser preso, que ia ser torturado, que seria morto. Sabia que os discípulos ficariam desorientados, inseguros, com medo. E mesmo assim, naquele momento da última ceia, ele não promete, né, facilidades, proteção e nem que eles não teriam dor. E ele diz assim: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vou lá dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. Então é de uma profundidade, né, essa frase. Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vou lá dou como o mundo a dá, né? Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. Então ele, a gente observa que Jesus, né, promete uma paz que não é baseada nas circunstâncias favoráveis, como a gente pensa no lugar comum da nossa vida, que paz e aquele sossego no sofá, na tranquilidade, lendo um livro, né? Então ele não tá falando que para nós que tudo vai dar certo para nós como seres humanos, né? Então ele já diz: "Não dou essa paz que o mundo vos dá, porque não depende do controle externo, mas da fidelidade ao interior, ao nosso eu, né? Ao nosso eu mais profundo, a nossa centelha divina". Então é disso que Jesus promete, que Jesus tá falando. Então da importância do nosso autoconhecimento, da gente saber o que nos cabe em todos os momentos diante dos desafios e das circunstâncias difíceis

ão é disso que Jesus promete, que Jesus tá falando. Então da importância do nosso autoconhecimento, da gente saber o que nos cabe em todos os momentos diante dos desafios e das circunstâncias difíceis que nos chegam, né, da gente olhar e naquele momento ter a capacidade de pensar o que nessa circunstância cabe a mim fazer, né? E o que couber a minha, a minha eu vou fazer, por mais difícil que seja, por mais desafiante que seja, eu vou tentar e vou fazer. E lembrando que não é a paz do mundo material, né? É a paz interna, a paz do dever cumprido, né? Então, como eu anotei aqui, essa não é a paz de quem foge da cruz, é a paz de quem atravessa a cruz sem trair a si mesmo, sem trair a sua essência, né? Então, eh, a paz, daí, segundo Kardec, né, a paz como consciência tranquila e dever cumprido. Então, o espiritismo, a doutrina espírita nos ajuda nesse sentido muito a compreender essa paz, né, Allan Kardec em O céu o Inferno, afirma, a verdadeira felicidade não está na posse do que satisfaz o orgulho e os sentidos, mas na paz da consciência. Então essa frase, né, eh nos nos chama muita atenção para nos dizer assim: "A paz que a gente procura não tá distante da gente, mas tá na gente." E aí Emanuel aprofunda ainda mais essa ideia quando ele diz assim: "A consciência tranquila é a melhor oração e também a paz legítima nasce do esforço constante no bem". E aqui Emanuel nos leva um passo além. que nos ajuda a compreender que a paz não é um sentimento superficial, né, mas um estado moral que a gente constrói ao longo do tempo, né, quando olha e fala: "Eu fiz o que eu devia fazer". E quantas vezes na vida a gente não tem esse estado de espírito, né? Muitas vezes, eh, a gente pode até estar triste, né? porque tentou algo com alguém a falar ou a fazer na vida e não conseguiu. Mas na hora de deitar a gente fala: "Mas eu tentei, eu fiz aquilo que me cabe". Então é dessa paz aquele sentimento interno que nos nos aconchegva fazer, você plantou aquela semente, né? Então, ninguém encontra outra reflexão

ente fala: "Mas eu tentei, eu fiz aquilo que me cabe". Então é dessa paz aquele sentimento interno que nos nos aconchegva fazer, você plantou aquela semente, né? Então, ninguém encontra outra reflexão de Emmanuel. Ninguém encontra a verdadeira paz sem ajustar-se às leis divinas no íntimo de si mesmo, né? E isso, gente, é muito sério e muito libertador, porque o que Emanuel tá querendo dizer quando ele faz assim: "Ninguém encontra a verdadeira paz sem ajustar-se às leis divinas no íntimo de si mesmo." Que a paz ela não depende de uma vida sem erros, né? Ela é um processo sincero de alinhamento nosso com a própria vida, com o próprio universo, com aquilo com a nossa consciência nos aponta, né, que nós precisamos fazer. Então, eh, é um processo da nossa vida a busca dessa paz, né? Então, eh, não é assim, ah, então eu vou ser perfeito. Não, não, não, não. O que nós estamos dizendo é muitas vezes algumas coisas nos acontecem e é daquele momento da gente confiar nas leis divinas, de que tudo que nos acontece vem pro nosso bem. E como é difícil, muitas vezes tão difícil, mas quando a gente recorre aquela fé interna, né, e a gente pensa assim, se isso tá acontecendo comigo, se Deus é perfeito e bom, e se isso veio para mim, é porque precisava. E o que nesse momento difícil, Senhor, né, a gente pensar que cabe a mim, né? O que cabe a mim fazer nesse momento? a gente olha todos os lados, às vezes uma são poucas coisas que podemos fazer, mas a gente faz e a gente já começa a sentir a paz. Daí quando eu tava fazendo essa reflexão e tudo começou, comecei a pensar eh em refletir sobre a paz, que eu tô lendo um livro que é sobre a vida de São Francisco de Assis, que aliás não é sobre a vida, é sobre a oração de São Francisco de Assis. E daí nesse livro eles vão explicando cada pedacinho daquela oração de São Francisco de Assis. E daí comecei então com essa reflexão, né, quando a oração começando assim: "Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz", né? Então, observando, né, que nessa oração a gente não pede a paz pra

e Assis. E daí comecei então com essa reflexão, né, quando a oração começando assim: "Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz", né? Então, observando, né, que nessa oração a gente não pede a paz pra gente, né? a gente pede para ser um instrumento, ou seja, a paz, né, logo aqui não é algo que a gente recebe, mas é algo que praticamos, né? E depois continua dizendo, por exemplo, né? Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. E se a gente pensar só aqui, né, uma oração muito bonita, eh, eh, que fala assim: "Senhor, fazei-me um instrumento de falsa paz, onde houverico leve o amor, como é será, né, pra gente ser esse instrumento e aonde houver ódio que eu leve amor?" Então, com certeza essa paz não é eu ficar sentada, né? Ah, ali, né? a gente ficar ali com aquela coisa, não. Se onde a gente tá num ambiente que tá difícil, que seja na nossa família, em relacionamentos, no nosso trabalho, aí a gente, ah, eu não quero conflito, eu não vou não. O que tá trazendo aqui é que para que a gente seja instrumento, a gente precisa fazer essa travessia, né? onde houver ódio, que eu leve o amor, como é ser um instrumento, como agir em alguns momentos em que predomina o ódio, em que predomina a ofensa, né? O que devemos fazer, o que nos cabe, né? É que essa que é a paz, quando Jesus disse, né? Eh, minha paz esteja convosco. Justamente se a gente pensar nesses dois momentos, tanto após a crucificação como antes, o que ele tá dizendo? Ele tá dizendo, a paz não é ausência de conflito. Faça o que precisa fazer. Então assim, essa oração de São Francisco, quando a gente ora, que eu seja um instrumento de vossa paz, onde houver ódio, que eu leve amor, onde é a ofensa, que eu leve o perdão. Mas para ser esse instrumento, as coisas não caem assim. Então, a gente precisa ir. Que que eu faço? Então aqui que que me cabe? Então é nisso que a gente tá dizendo que essa oração ela nos ensina que a paz exige trabalho interior diário. Ela nos convida a não devolver o

precisa ir. Que que eu faço? Então aqui que que me cabe? Então é nisso que a gente tá dizendo que essa oração ela nos ensina que a paz exige trabalho interior diário. Ela nos convida a não devolver o mal que recebemos. Então São Francisco talvez tenha compreendido, né, profundamente o evangelho quando percebeu que a paz começa na forma como reagimos, não nas circunstâncias externas. E então, ainda nessa reflexão, eu queria trazer para vocês também e eu li há muito tempo atrás, talvez aqui alguém tenha lido um livro que é do Hemingway e ele chama O velho e o mar. É uma literatura, né? E por que eu me lembrei, né, da história desse livro, o Velho e o mar é um livro muito conhecido. E porque eu comecei a ver que essa mesma ideia da paz que a gente conversa aqui, ela está presente nessa história muito bonita da literatura. Então esse livro ele conta a história de um velho, né, muito velho, que tinha sido um velho pescador e ele dialoga com o menino em toda a sua vitalidade. Esse velho tinha um sonho, né, que ele queria pescar o maior peixe, né, que tinha na região, mas ele já tava muito velho e todos zombavam dele, porque quando ele já não tinha tanta força para pescar, quando vinha já não trazia o peixe. Aí o livro vai contando e ele se aventurou então e foi, foi. Daí esse livro vai contando tudo que aconteceu, só ele e o mar. Então por isso assim o velho e o mar, né? Todas as adversidades que ele passou. E aí ele de fato encontra esse peixe já dando já, né, falando do livro para quem não leu. O fato é que o que que o livro nos traz e que dialoga, né, com esse conceito de paz que eu trouxe para refletir com vocês, que esse velho, né, então ele passou por tudo aquilo, né, quando ele veio, eh, ele conseguiu o peixe, mas quando ele voltou só tinha a carcaça do peixe, porque, né, outros peixes haviam comido. E ele chega feliz com aquela carcaça, embora os outras pessoas ombassem dele, mas ele sentia aquela alegria interna, essa paz interna, porque ele fez aquilo que ele

e, né, outros peixes haviam comido. E ele chega feliz com aquela carcaça, embora os outras pessoas ombassem dele, mas ele sentia aquela alegria interna, essa paz interna, porque ele fez aquilo que ele acreditava que era a sua missão, que ele queria fazer. Então, a paz, quando eu entendi que Jesus nos fala, é isso, não é que promete, né, aquele mundo sem nenhum problema, sem nada, mas é a paz que sentimos aquela vitória interna, que eu tenho certeza que todos nós já passamos por isso em algum momento, né, ou que seja num diálogo, quando a gente pensa, nossa, eu tive coragem, né, de falar isso, de fazer isso, de aqui essa paz, né, que não é uma paz que surge da inércia na nossa vida, né? Porque a gente vai até o fim, como nesse livro, né? É não desistir, né? Fomos fiéis àilo que a gente entendeu que era o nosso dever, né? Então essa é a paz que Jesus ensina, não a paz de quem sempre vence, mas a paz de quem não trai a própria consciência. Assim foi o que Jesus quis dizer quando os discípulos estavam amedrontados e disse, né, minha paz esteja convosco. Vejam, eu passei, né, por todas essas dores e tô aqui com a minha consciência porque eu fiz o que era o meu dever. Então, não traí a própria consciência. E o que é a consciência senão o reino de Deus em nós, né? Senão aquela centelha divina que nos dita o que queremos fazer. E daí é muito importante a gente sempre buscar esse contato com a nossa consciência, com essa centelha divina que trazemos em nós, que nos indica o caminho. E muitas vezes a gente se afasta tanto, né, de nós mesmos que daí nós não sabemos o que nos cabe, qual é o nosso dever. Por isso que muitas vezes a gente chega aqui na comunhão espírita, numa casa espírita, atravessando alguma dificuldade e a gente vai conversar no diálogo fraterno e vai e a gente, né, já aconteceu comigo, muitas vezes a gente fica até, né, meio assim e aí fala assim, reforma íntima, né, conheça você, né, em contato. Isso quer dizer isso, gente. reforma íntima é a gente ficar mais

, já aconteceu comigo, muitas vezes a gente fica até, né, meio assim e aí fala assim, reforma íntima, né, conheça você, né, em contato. Isso quer dizer isso, gente. reforma íntima é a gente ficar mais cristalino conosco mesmo, conhecendo nossas tendências, né, nos advertindo, né, internamente de dizer: "Puxa, aqui era para você falar aquilo e você não falou" ou "ixar de falar". Então, é isso, por isso que a gente ouve muito aqui, né? Reforma íntima, né? olhar, conhecer a reforma íntima. É isso, é nos aproximar de nós mesmos, nos conhecendo nossas tendências, né? Para que a gente possa nos nas circunstâncias difíceis da vida ter essa paz que Jesus nos fala, né? Ter essa paz de saber, não vou vencer, talvez, né? não vou vencer, não era bem isso que eu queria. Mas aqui nesse momento eu vou fazer o que dita a minha consciência, né? Eu vou fazer essa travessia, eu vou falar aquilo que eu preciso falar, eu vou aqui ser digno da dor que eu tô sentindo, né? Então, eh, eu, eu, para mim foi bastante revelador, né, que eu tava falando para vocês na leitura desse livro de compreender, né, o que que é essa paz, né, pra gente sair do lugar comum que a gente fala: "Ah, eu quero ficar em paz significando eu não quero luta, eu não quero conflito". Mas não é isso. A paz, como já a gente viu na origem da palavra pacto, ela surge após a conciliação, após o conflito, após a gente ter tido coragem de fazer. Daí fala realmente agora eu tô a paz, né? E aí a paz, notei aqui também, não é fuga nem omissão, né? Não é covardia, ela é firme, né? Então, eh, às vezes, né? Anotei aqui também, escolher a paz significa dizer não. Às vezes significa colocar limites, às vezes suportar incompreensões sem devolver agressão. E daí isso exige maturidade espiritual, né? Porque muitas vezes, quando eu anotei aqui a paz, às vezes, né, significa dizer não, porque muitas vezes a gente perde a paz, porque não tem coragem de impor limites, de dizer não, ficamos sobrecarregados, né, aguentando muitas coisas. E o que seria a paz, né,

né, significa dizer não, porque muitas vezes a gente perde a paz, porque não tem coragem de impor limites, de dizer não, ficamos sobrecarregados, né, aguentando muitas coisas. E o que seria a paz, né, de acordo com a nossa consciência, né, do nosso autoconhecimento, se não conhecer os nossos limites e com um jeito dizer não, né? Então, por isso que a paz, né, tá aqui, assim como nos ensina a oração de São Francisco de Assis, para ser um instrumento da paz significa ter coragem, né? Terem amor onde predomina o ódio, ter coragem de perdoar. Então, por isso que aqui aí aqui ter coragem muitas vezes de dizer não para aquilo que não nos cabe, né? E André Luiz nos lembra também, a serenidade íntima não se improvisa, constrói-se no dia a dia pela disciplina do pensamento e pela retidão das atitudes. Então aqui André Luiz nos lembra que isso é um processo, que a serenidade íntima, né, a paz íntima, ela não é improvisada, é no nosso processo de vida, no nosso contato com a nossa consciência, conosco mesmo, né? Então, eh, onde encontrar, né, a paz de Jesus hoje, né? A paz de Jesus está disponível para cada um de nós. Ela se manifesta, então, quando escolhemos o bem possível e não o ideal, inalcançável. Então, não tá dizendo que é pra gente ser super homem, super mulheres, não. É na nossa lida do dia a dia, nos desafios das coisas que nos acontecem quando a doença nos acomete da gente ter a coragem de continuar, né? Apesar de, né, apesar disso, a gente tem aquele aquela força divina, né, dentro de nós, né, como também a gente aprendeu com o Emanuel naquele livro Pensamento e Vida, quando ele diz assim: "A vontade é a grande dirigente", né? Então ele nos ensina que o pensamento, né, emana a nossa vida por toda parte, ou seja, o espelho da nossa vida por toda parte. No entanto, pra gente mudar as coisas que nos acontecem, a gente precisa dessa coragem. E aí ele fala da vontade, então porque ele compara, né, várias coisas como uma grande empresa. Daí ele diz assim: "A vontade é a grande gerente esclarecida".

acontecem, a gente precisa dessa coragem. E aí ele fala da vontade, então porque ele compara, né, várias coisas como uma grande empresa. Daí ele diz assim: "A vontade é a grande gerente esclarecida". Ou seja, a vontade que tá dentro de nós, que é aquele impulso, né? que nos dá coragem para que a gente levante da cama no momento da doença. Quando a gente tá muito triste, vai para que estejamos aqui hoje, a gente precisou acionar essa vontade. Então essa paz vem quando a gente aciona, né, o contato conosco mesmo e a vontade, né, que a gente ganhou como impulso divino para lidar com a nossa vida. Não quando a gente se acovarda, né? Quando a gente pede tranquilidade, quando a gente se afasta de um conflito, né? E aí a paz de Jesus, então como lembrando, não elimina tempestades, mas nos dá chão interior para atravessá-la. Porque quando a gente entra em contato com a nossa consciência, com o reino de Deus em nós, e a gente intui, né? a gente sabe que é por ali o caminho, que é aquilo que a gente precisa fazer. Então essa vontade, né, esse impulso nos dá coragem, a gente age e aí a gente sente essa paz, né, essa tranquilidade interna, né? Então é como, né, Francisco de Assis, né, que a gente possa pedir, então encerrando, né, não apenas para nós a graça de sermos, né, não pedir paz apenas para nós, mas que a gente possa, né, como nessa oração, sermos o instrumento da paz de Cristo no mundo, né, pensando justamente que a paz, né, ela acontece após a gente ter feito aquilo que a gente precisava fazer, que a gente intós um exame de consciência e diz: "É isso que eu preciso fazer". Então, a gente aciona essa vontade, esse impulso divino e age, sabendo como disse Jesus aos discípulos, né? Não vou lá dou como o mundo a dar. Então não é a gente pensar, eu fiz e buscando um reconhecimento externo, não, porque o reconhecimento, quando a gente faz aquilo que precisa fazer, é aquela alegria interna de vitória conosco mesmo, de dizer realmente eu agi como pedir a minha consciência, né, como o

erno, não, porque o reconhecimento, quando a gente faz aquilo que precisa fazer, é aquela alegria interna de vitória conosco mesmo, de dizer realmente eu agi como pedir a minha consciência, né, como o meu contato, né, com meu com o reino de Deus em mim me pedia. Então, que possamos sempre no dia de hoje, né, possamos ser esse instrumento da paz de Jesus, como diz a oração, né, de São Francisco de Assis. Muito obrigada. Bem, vamos então aproveitar esses momentos, agradecendo sempre a espiritualidade maior, agradecendo ao mestre Jesus, lembrar que não estamos sozinhos. Nessa caminhada temos irmãos encarnados e desencarnados que nos auxiliam a descobrir e a encaminhar, a servir e a amar por esse caminho maravilhoso chamado reencarnação. E assim orando e agradecendo. Ave Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco. Bendito sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por todos nós encarnados e desencarnados e dai-nos a paz, a paz e a alegria de saber que somos todos filhos desse pai amoroso. Que assim seja. Graças a Deus, graças ao mestre Jesus. Somente para lembrar, nós temos o passe e temos também lá em cima, nós temos já o atendimento fraterno. Para aqueles que quiserem, precisarem, estão já estamos, temos os irmãos que estão disponibilizados auxiliando a acolher a cada um. Que a paz esteja com todos. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,

quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem.

venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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