A PACIÊNCIA - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde, sejam todos bem-vindos. Que bom nos encontrarmos aqui com o objetivo, né, de aprendizado dos ensinamentos do Cristo. Que a paz de Jesus nos envolva pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E que essa mesma paz chegue aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o grande prazer de receber nossa irmã Carla Daniela. Vai falar sobre um tema muito importante para todos nós, que é a paciência, que está lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 9, bem-aventurados brandos e pacíficos. E como sempre fazemos uma pequena leitura à prece e depois passamos a palavra paraa nossa irmã. E a mensagem que nós vamos ler foi inserida neste livro Conselhos úteis, que é ditado por dona Hilda Pereira Magalhães e a psicografia da dona Hilda Alonso e o título O cultivo da paciência. A paciência é virtude muito preciosa. Cultivando-a, podes chegar a alcançar outras tão importantes e aos poucos reformar teu íntimo e melhorar tua condição de espírito em busca de evolução. Ao longo da vida, Deus te ofereceu inúmeras oportunidades de apurar sentimentos, aperfeiçoar conduta, reformular ideias a respeito do bem e do mal. Prossegue, pois, aproveitando os ensejos. Procura ver em cada ocorrência, em cada fato, a ocasião propícia à reflexão e ao aprendizado. O mundo é uma escola. Os dias são aulas que cada vez vão trazendo mais dificuldades para que, ultrapassando-as, os alunos desenvolvam sua capacidade e deem melhor cumprimento a seus deveres. Conserva-te na condição de
ola. Os dias são aulas que cada vez vão trazendo mais dificuldades para que, ultrapassando-as, os alunos desenvolvam sua capacidade e deem melhor cumprimento a seus deveres. Conserva-te na condição de aprendiz e faz com que não se desperdicem para ti as disciplinas que forem apresentadas. E assim, meus irmãos e irmãs, vamos elevar o nosso pensamento ao nosso mestre amado Jesus, nosso bom pastor, que nos guia no caminho do bem que busquemos a cada dia conquistarmos, exercitarmos um pouco mais das virtudes do seu reino. E assim, Senhor Jesus, agradecemos pela oportunidade de estarmos aqui reunidos em vosso nome, com a certeza do vosso amparo e de toda a equipe espiritual responsável por este horário. E assim pedimos ao Dr. Bezerra de Menezes, mentor desta casa, e toda a equipe espiritual, que envolva a nossa irmã Carla Daniela nas vibrações de amor e que ela seja inspirada e intuída. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. Tá com a palavra. Boa tarde. É sempre uma alegria estar aqui para falar um pouquinho sobre o Evangelho à luz da doutrina espírita e hoje trazer essa essa reflexão sobre o a paciência. Esse capítulo da paciência é um que sempre me chama atenção. Tem uma passagem nele aqui que eu me lembro e todas as vezes que eu tô passando por momentos difíceis, eu me lembro porque me dá um certo consolo e um certo ânimo. Ele diz assim: "A vida é difícil, bem o sei, compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado quando se olha para o alto do que quando se curva a para a terra à fronte. E aí eu me lembro que Jesus disse, né, na terra tereis aflições, terei tribulações, mas confiem, eu venci o mundo, né? E aí ele fala disso, né? Nenhum momento ele prometeu que a gente não teria problemas, que a gente não teria dores,
, né, na terra tereis aflições, terei tribulações, mas confiem, eu venci o mundo, né? E aí ele fala disso, né? Nenhum momento ele prometeu que a gente não teria problemas, que a gente não teria dores, que a gente não teria aflições. E são aflições que vão desde as maiores até as menores, como diz aqui no Evangelho, né? é um espírito amigo, compõe-se de mil nadas, que são tantas outras picadas de alfinetes. E às vezes a gente sente exatamente isso no nosso dia a dia, aquelas picadinhas minúsculas de alfinete, mas que vão nos desgastando, nos cansando, provocando aquela dor absurda e que se torna muitas vezes insuportável. E aí é que a gente precisa exercitar a paciência. Joana deângeles nos diz que nós somos testados sempre, todos os dias, que não há um dia aqui na nossa terra em que a gente não passe por uma situação que nos enseja essas provas. Então, se for a menor das situações, né, aquelas uma fechada no trânsito, um problema que a gente tem no metrô, um bom dia maldado, um alguém que qualquer situação, das pequenininhas até as maiores, a gente sempre tem de sabores, sempre tem situações que nos visitam e nos tiram o equilíbrio como essas pequenas agulhas ou como grandes golpes que nós recebemos. E ela nos diz que diante disso é inevitável que a gente sinta essa dor, que a gente sinta esse golpe, que a gente sinta essa agulhada. Até tem um momento em que ela chega a dizer que a gente não consegue evitar que os pássaros nos visitem e cheguem na até a nossa e às vezes até pousem na nossa cabeça, mas o que a gente deve evitar é que eles façam ninho. E aí o que que ela quer dizer com isso? que sim, eu recebo aquela pancada, recebo aquela dor, recebo aquela agulhada, mas eu não posso controlar isso, né? Agora, o que que eu posso controlar? a minha forma de agir em relação a isso. E isso eu não tô dizendo que é fácil, pelo contrário, isso é um exercício, uma tarefa difícil, um aprendizado lento e de autosuperação mesmo, mas é o o que ela recomenda, o que é o melhor que nós
sso. E isso eu não tô dizendo que é fácil, pelo contrário, isso é um exercício, uma tarefa difícil, um aprendizado lento e de autosuperação mesmo, mas é o o que ela recomenda, o que é o melhor que nós podemos fazer aqui nesse mundo. Repito, não é possível nós não recebermos os possível nós não recebermos as dores. Não é possível que nós não sejamos afetados, atingidos pelo que existe no mundo. Mas o que ela diz é que a gente deve controlar e nos educar a lidar com a forma como essas coisas nos atingem e principalmente com a forma como nós reagimos. Então, se algo me desagrada, se algo me dói, se algo me atinge, ela recomenda que, em primeiro lugar, nós reconheçamos que aquilo nos atingiu, porque a nossa tendência muitas vezes é negar, fazer de conta que nada aconteceu, pisam no meu pé e eu fijo que nem foi comigo, não senti nada, continuo ali e reajo como se nada tivesse acontecido. ou então nós reagimos violentamente, mas o que ela diz é que nós devemos agir com cuidado e com paciência mesmo, né? perceber que aquilo nos atingiu, perceber que aquilo nos causou dor, que nos causou medo, que nos causou eh eh alguma sensação negativa e que nos trouxe desequilíbrio e trabalhar os nossos recursos para lidar com essa situação. Então, perceber, sim, diante disso, eu senti raiva. Como eu vou fazer para lidar com essa raiva? como eu vou fazer para mudar a minha maneira de ser lidar de uma forma diferente? Então, perceber, porque se quando a gente não percebe, aquilo vai crescendo dentro de nós. Às vezes alguém, um amigo, uma pessoa que a gente gosta, faz algo que a gente não espera. Isso desperta na gente uma mágua, mas a gente não quer reconhecer. Imagina se eu seria capaz de sentir mágoa daquela pessoa que eu gosto, daquela pessoa que eu amo. Imagina se eu, uma cristã, vou sentir mágoa de alguém. Mas a gente precisa se reconhecer e reconhecer quem nós somos e ver que nós somos sim capazes de de sentir mágoa, de sentir dor e agir a partir desse sentimento que a gente tem, não contra ele. Então
Mas a gente precisa se reconhecer e reconhecer quem nós somos e ver que nós somos sim capazes de de sentir mágoa, de sentir dor e agir a partir desse sentimento que a gente tem, não contra ele. Então dizer, se eu senti mágoa porque fui ferido, como eu vou lidar com essa mágoa? E aí vem o ponto mais importante, a escolha. A partir do momento que eu reconheço, que eu tomo posse daquilo que eu sinto, eu posso escolher como agir, eu posso controlar a situação. Então, aí a situação deixa de me controlar e eu passo a controlá-la. Então, eu não posso controlar que alguém me magoe. Eu não posso controlar que alguém venha e me fira. Não posso controlar as agulhadas da vida, mas eu posso controlar a minha forma de agir em relação a elas e posso me colocar no controle dessas situações e no controle da minha vida. Isso é o que a paciência nos dá, essa capacidade de parar, pensar, avaliar e reagir, mas reagir a partir das minhas escolhas, não reagir a partir do automático. Isso é um exercício lento. Isso é um exercício que a gente vai fazendo e que vai crescendo dentro de nós, porque significa uma mudança interna. A gente não muda o que está fora, mas muda o que está dentro. E mudando o que está dentro, a gente muda o nosso conteúdo. Tem aquela velha fábula, parábola, né, oriental do café, né, que diz assim: "Por que a xícara vazou o café?" E aí os o mestre perguntou isso aos seus discípulos e eles deram 1000 respostas. Disseram: "Porque a xícara estava muito cheia, porque derramou café demais, porque eles estavam, enfim, deram 1 respostas, mas não deram a resposta que ele esperava." E ele tinha apenas uma resposta para isso. Por que que a xícara vazou o café? Porque era café que ela tinha dentro. E a gente precisa controlar o que nós temos dentro, aprimorar o que nós temos dentro, porque é o que vai vazar de nós. Então, se nós temos e trabalhamos conosco a calma, trabalhamos a paciência, trabalhamos a temperança, é o que nó é o que vai vazar de nós. Mas isso, eu repito, não é um trabalho de um
ai vazar de nós. Então, se nós temos e trabalhamos conosco a calma, trabalhamos a paciência, trabalhamos a temperança, é o que nó é o que vai vazar de nós. Mas isso, eu repito, não é um trabalho de um dia, isso é um trabalho de anos de vidas que a gente vai fazendo, mas é preciso começar. A palavra do grego que é traduzida em como paciência em português, é a mesma palavra que tem, né? Às vezes essas palavras etimologicamente sofrem desdobramentos e além de significar paciência, tem outras duas palavras que são também muito ligadas a elas, que são as palavras fortaleza. e perseverança. E fortaleza e perseverança tem tudo a ver com paciência, porque a paciência justamente é essa fortaleza. É exatamente isso que me faz defender das agressões externas. O que é uma fortaleza? É um castelo fortificado. É o que a gente pensa, né? Quando pensa em fortaleza, você pensa logo naqueles grandes castelos fortificados e que o interior deles está sempre preservado. Então, se houver um ataque externo, se houver alguém que vá contra aquele castelo, ele tem condições de se defender. Então, fortaleza da nossa alma também é isso, é eu estar invulnerável ou menos vulnerável aos ataques externos. As agulhadas ainda vão me atingir, as dores ainda vão me atingir, mas eu tendo essa fortaleza, eu estarei mais apto a me defender. O meu interior vai prevalecer em relação ao meu exterior. Quem manda em mim não é quem vem de fora. Quem determina quem eu sou é o meu conteúdo interior. Sou eu quem digo o que é que vaza de dentro de mim. Sou eu que determino quais são as minhas ações. Não é a pessoa de fora que condiciona os meus, a minha maneira de ser e de pensar. Sou eu que escolho, sou eu que decido. E isso só a paciência pode nos dar. E a perseverança também, porque isso não é um trabalho de um dia. Impaciência também tem tudo a ver com perseverança. Paciência é confiança também. é a gente acreditar naqueles progressos lentos, nas oportunidades e nas condições que nós somos capazes de criar para que as coisas aconteçam. E aí
ver com perseverança. Paciência é confiança também. é a gente acreditar naqueles progressos lentos, nas oportunidades e nas condições que nós somos capazes de criar para que as coisas aconteçam. E aí é importante a gente lembrar que paciência é também um talento da natureza. Jesus falava sempre da natureza, né? Ele observava e extraía inúmeras lições da natureza. E a natureza é paciente, é muito paciente. E a paciência traz o oportunismo, no melhor sentido da palavra, digamos que traz a oportunidade. Todo dia o sol espera o momento exato para nascer. Ele não tem pressa, ele não se atribula, ele não chega no meio da noite e diz: "Não, já tá na hora. Cansei de esperar, tá muito escuro, tá muito frio. Acho que as pessoas vão até gostar que eu nasça umas 3 horas antes. Não, ele sabe exatamente qual é a hora de nascer e ele espera pacientemente até chegar o momento da aurora, até chegar a alvorada. E aí então ele se mostra. Então tudo na natureza é assim. A semente ela é plantada, ela espera o tempo certo, espera o momento, espera a ocasião ideal para poder sair. Ela se alimenta, ela se fortalece, ela cresce, ela vai cumprindo aquele papel e nasce exatamente no momento em que ela tem mais condições de florescer, porque a natureza tem essa sabedoria e ela toma o rumo que é o mais propício para que ela possa se desenvolver de uma de uma forma adequada. Então, paciência não é inércia também, não é ficar parado esperando que as coisas aconteçam. Isso é omissão. Paciência é atenção ativa. É você estar atento ao momento, estar atento ao que acontece, estar atento ao que vem de fora, estar atento ao conteúdo interno e agir conforme é necessário, conforme é esperado, na ocasião certa e no momento certo. Então, paciência também é sabedoria. a sabedoria de agir, mas de agir da forma certa, no momento correto e com a força adequada também. E aí eu me lembro quando eu falo da natureza de duas dois seres assim que eu vou usar exemplificativamente, né, que a gente ouve falar muito e que tem isso, né, que
reto e com a força adequada também. E aí eu me lembro quando eu falo da natureza de duas dois seres assim que eu vou usar exemplificativamente, né, que a gente ouve falar muito e que tem isso, né, que o o a borboleta em primeiro lugar, né, a lagarta vem, tem até uma música, né, que é lá da minha terra que fala, né, se a veste não, que a lagarta rasteja até o dia em que ela cria asas. Então a lagarta vem e fica lá lagarteando pela vida, comendo as folhinhas, se fortalecendo e ela come sem parar porque ela precisa de forças para o tempo em que ela vai ficar no casulo ali, né? Então ela vai vivendo toda a sua vida de lagarta e no momento certo ela entra no casulo. E aí tem até uma parábola que fala, né, daquela pessoa que viu ali a lagarta no casulo fazendo os primeiros esforços para ela sair e ela quis ajudar a lagarta. Então ela pegou, tirou os pedacinhos do casulo e foi ajudando. E aí aquela lagarta que ela ajudou nunca conseguiu voar, porque ela precisava daquele tempo, precisava daquela maturidade para formar as asas que ainda estavam se formando. Então não era ainda o momento dela ter saído. Ela precisava ainda fortalecer as suas asas. E como ela foi retirada precocemente ali daquele casulo, as asas dela ficaram trôpegas, ficaram bambas e ela jamais conseguiu voar como aquelas borboletas voam, né? Mas chegou para todas as borboletas que esperam, que conhecem, que vivem esse momento, chega, né? E aí eu me lembro de uma frase que eu gosto demais, eu acho linda e sempre me lembro também, né? que diz assim que a lagarta sonhava que um dia voaria e falava que um dia voaria. Todos duvidaram dela e riram dela, menos as borboletas. Então, quem é borboleta já foi lagarta e quem é borboleta sabe que a lagarta um dia virá a se transformar numa borboleta. Então, nós ouvimos os nossos mentores, nós ouvimos Jesus, nós ouvimos as borboletas enquanto lagartas. E a partir dessas pessoas que nos incentivam, que nos conhecem, que já são borboletas, nós passamos a acreditar que nós podemos
entores, nós ouvimos Jesus, nós ouvimos as borboletas enquanto lagartas. E a partir dessas pessoas que nos incentivam, que nos conhecem, que já são borboletas, nós passamos a acreditar que nós podemos ser. E outra coisa são os ovos, né, que falam que quando a gente eh quebra um ovo por fora, a gente acaba com a vida. Quando o ovo é quebrado por dentro, a vida nasce, né? Muitas vezes a gente quer ter a pressa de de moldar o destino dos outros, de apressar o crescimento vindo das outras pessoas, né? Mas é preciso que cada um tenha o seu tempo. A gente pode incentivar, a gente pode dizer as nossas palavras, a gente pode criar condições propícias, mas só a própria borboleta, só aquele ser que está ali ainda dentro do ovo, dentro do casulo, que pode fazer o esforço e quebrar aquele casulo, quebrar aquela casca e nascer, porque senão nós estamos estaremos aniquilando aquela vida ou fragilizando aquela vida. É preciso que a própria vida respeite o seu tempo e que consiga fazer. Jesus falou muito, muito de paciência também. Teve um momento em que ele conversou com Pedro, que era conhecido pelos seus gestos explosivos, né? E ele fez uma pergunta para Pedro três vezes. Pedro, tu me amas? Ele perguntou uma vez e Pedro: "Sim, eu te amo." Aí ele perguntou uma segunda vez: "Pedro, tu me amas?" E Pedro disse: "Sim, eu te amo". E aí ele perguntou pela terceira vez e aí Pedro quase perdeu as estribeiras, né? Pedro, tu me amas? Sim, mestre, eu te amo. Já disse e demonstro que te amo. E aí Jesus disse das três vezes, né? Apacenta minhas ovelhas. E apacenta é dar a elas paz, é dar a elas paciência. Então, Pedro precisou passar por isso também, de viver e responder três vezes calmamente que ele amava Jesus para que ele fosse testado também na sua paciência e na sua capacidade de produzir paz para que ele pudesse levar também essa paz, essa paciência e destinar isso às outras pessoas. É muito importante também a gente lembrar que a gente fala da paciência nos momentos de dificuldade, nos momentos de tribulação,
evar também essa paz, essa paciência e destinar isso às outras pessoas. É muito importante também a gente lembrar que a gente fala da paciência nos momentos de dificuldade, nos momentos de tribulação, no momento dos golpes, mas é importante a gente lembrar da paciência nos momentos alegres e de abundância também. Porque quando nós temos muito, quando nós vivemos os momentos de abundância, a gente também perde a paciência, né? A gente quer viver o hedonismo, a gente quer aproveitar tudo, quer comer tudo que existe, quer aproveitar todas as experiências, gastar tudo que tem, né? Como o filho pródigo que gastou toda a sua herança. E nesses momentos também é imprescindível que a gente tenha paciência. E a paciência na abundância é chamada de temperança ou de sobriedade. Então, é preciso que a gente busque o equilíbrio também, essa temperança, que eu saiba que na abundância eu posso ter aquilo que eu preciso, mas é preciso que eu tenha com moderação. Eu posso comer bem, mas eu não preciso comer em excesso. Eu posso viver e aproveitar as experiências, mas eu não devo focar toda a minha vida nelas. Eu posso ser generosa sem ser pródiga, ou seja, sem comprometer aquilo que eu tenho. Então, é preciso que mesmo na abundância a gente tenha paciência, a gente tem a temperança, a gente tem o equilíbrio e a gente saiba lidar com a abundância, como a gente saiba lidar também com a escassez. E a gente saiba lidar com a força, como a gente sabe lidar com a fraqueza. que a gente saiba lidar com o bem-estar, como a gente sabe lidar com a dor. Então, se eu tenho força, que eu utilize também, né, com moderação ou que eu utilize para auxiliar. Tem uma um ditado que eu gosto muito que diz, né, que se eu tenho mais do que eu preciso, eu não devo construir um muro mais alto, mas sim uma mesa maior, assim, compartilhando com as outras pessoas aquilo que eu tenho, né? Então, que a gente saiba ter essa temperância, ter essa paciência na abundância também. E aí eu me lembro mais uma vez de Jesus
or, assim, compartilhando com as outras pessoas aquilo que eu tenho, né? Então, que a gente saiba ter essa temperância, ter essa paciência na abundância também. E aí eu me lembro mais uma vez de Jesus nas bem-aventuranças. Ele fala de paz e, de certa forma, de paciência também por duas vezes nas bem-aventuranças. Primeiro, ele fala: "Bem-aventurados os brandos e pacíficos, porque herdarão a terra". E os brandos são aqueles que têm paciência, são aqueles que têm temperança, aqueles que não reagem explosivamente. Porque paciência, a gente tem duas formas de a gente perder a paciência. E as duas são muito, muito graves, né? que é o desespero que faz a gente agir intempestivamente e buscar resolver rápido, rápido, rápido a situação e muitas vezes de uma forma irrefletida na maioria das vezes, ou o a desesperança, que faz com que a gente mantenha na se mantenha naquela inércia, que a gente mingue, que a gente desista de tentar e que a gente não reconheça o tempo certo. Então, são os dois extremos da ausência de da perda da paciência, o desespero e a desesperança. Todas duas têm consequências. E aí Jesus fala desse equilíbrio que é ser brando, é estar no caminho do meio, né? A gente sempre tem isso, né? A sabedoria nos fala do caminho do meio. Entre ser avaro e ser pródigo existe a generosidade. Entre ser entre a abundância e o a escassez existe também um caminho do meio. Entre o excesso de força e a fraqueza existe a força necessária. E a brandura é o emprego necessário daquilo que nós temos, da nossa força, da nossa força moral, sobretudo. Então, ser brando e pacífico são esses que herdarão a terra, né? Ou seja, que permanecerão aqui na terra de regeneração. Então, Jesus já nos deu os o gabarito ali e já nos deu o indício de como será a terra de regeneração. Então, na terra de regeneração, nós não teremos a violência, nós não teremos a injustiça, nós não teremos a guerra, porque os herdeiros da terra serão aqueles que são brandos e pacíficos, aqueles que não reagirão com violência diante das
ão teremos a violência, nós não teremos a injustiça, nós não teremos a guerra, porque os herdeiros da terra serão aqueles que são brandos e pacíficos, aqueles que não reagirão com violência diante das agressões, que não reagirão com intemperança diante das dores, mas que conseguirão manter a calma, manter a paciência e ser senhores de si mesmos e senhores das situações que se mostram. E aí ele fala de uma outra coisa. Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Quando nós conseguimos alcançar a paz, nós conseguimos nos tornar pacificadores, ou seja, promover a paz. Foi o que Jesus falou para Pedro. Bem-aventurados eh os pacificadores, né? apacenta as minhas ovelhas, ou seja, seja um pacificador, leve a paz para os meus filhos. E aí aqueles que conseguirem manter a paz e manter essa serenidade levando a paz para os ambientes em que a gente está, esses serão chamados filhos de Deus. para eles, para os judeus naquela época, né, paraa língua do Cristo, eh, você ser chamado filho significa que você tem aquela característica. Então, eu sou filha do meu pai, então eu tenho o nome e tenho as características dele, né? Então, ser filho de Deus significa estar alinhado com Deus, estar alinhado com as leis divinas, com a sabedoria divina. Então, ser filho de Deus é alcançar essa graça. Então, se ser brando e pacífico é estar pronto para a regeneração, ser pacificador, promover a paz, é estar em comunhão com Deus, que é o nosso estágio de maior sabedoria, o nosso estágio de maior crescimento, aquilo que nossa alma alcançará quando nós já tivermos superado as nossas dificuldades, quando nós já tivermos superado as nossas dores e alcançado a comunhão. Como Paulo, depois de todas as dores que ele passou, depois de todas as a a as agressões, depois de todas as lutas, depois de todas as provas, ele chegou no final da sua vida dizendo: "Eu vivo, mas já não sou eu quem vive, é o Cristo que vive em mim". Então ele alcançou essa comunhão com Cristo. E Paulo escreveu a carta aos Gálatas, que
vas, ele chegou no final da sua vida dizendo: "Eu vivo, mas já não sou eu quem vive, é o Cristo que vive em mim". Então ele alcançou essa comunhão com Cristo. E Paulo escreveu a carta aos Gálatas, que é denominada carta da alegria, no momento mais difícil da vida dele, no momento em que ele estava preso, tinha sido açoitado, passava por torturas e estava a caminho de Roma para cumprir a sua pena. Ele já havia sido decretado contra ele a pena de morte. Ele havia apelado e estava guardando a ida dele para Roma. Então ele já não tinha perspectivas nesse mundo, mas foi nesse momento em que ele alcançou a paz interna, que independe das nossas circunstâncias externas. Então ali ele alcançou a paz, ali ele alcançou a confiança e a alegria, porque ele já mantinha em si essa sintonia, ele já mantinha essa paciência e essa paz que independe das circunstâncias lá fora, mas que ele já trazia consigo. Então, apesar de tudo o que estava acontecendo, não por causa do que estava lá fora, mas apesar daquilo, ele conseguia se manter sereno, conseguia se manter em paz. E ele todos os dias conversava com os carcereiros e ajudava-os naquele momento, mesmo no momento mais difícil, né, que foi o momento em que ele foi chamado a cumprir a pena de morte, o momento final dele, o carcereiro tremia, né, o o carrasco que tinha que executar a pena contra ele tremia e não conseguia fazer. E ele simplesmente acalmou aquele carrasco e disse: "Faça o que você precisa fazer, é o seu trabalho". E ele teve serenidade no coração mesmo nesse momento mais difícil até para acalmar o seu carrasco. E quando nós conseguimos ser pacificadores, é isso, nós alcançamos uma paz que transcende. É o que vaza de nós é essa paz, né? Como diz a música do Nando Cordel, a paz no mundo começa em mim. Então nós conseguimos viver essa paz, viver essa paciência, viver essa serenidade. O exemplo de Estevão também, Estevão estava ali passando pelas dificuldades e mesmo também no seu momento extremo, ele se manteve sereno. Ele tinha aquela serenidade no olhar que
iver essa serenidade. O exemplo de Estevão também, Estevão estava ali passando pelas dificuldades e mesmo também no seu momento extremo, ele se manteve sereno. Ele tinha aquela serenidade no olhar que mesmo naquele momento mais difícil ele conseguiu manter essa serenidade, porque o que havia dentro dele era essa confiança, essa paz que ele conseguia levar para todo mundo. A paz que chegava a chocar e a constranger. O próprio Paulo, que nessa época Saulo, né, se opunha aos cristãos nesse momento, se sentia constrangido com a serenidade de Estevão, porque ele conseguia com daquela forma trazer e jamais se desequilibrava, mesmo diante dos das acusações e dos ataques mais perigosos. Então, essa paz que nós conquistamos, essa paciência é o que nos torna donos de nós, é o que me faz ser livre, é o que me faz conseguir ser aquele que decide o que vai ser o meu destino. Então, não importa se o mundo me ataca, não importa se eu recebo essas agulhadas da vida, não importa se eu passo por dores, se eu passo por dessores, como Cristo diz, no mundo tereis tribulações. Eu mantenho essa serenidade, mantenho essa paciência, mantenho essa paz, mas não uma paz da inércia, não uma paciência que se diminui, mas uma paciência que sabe o momento certo de agir, uma paciência que é atenta e ativa, que conhece o momento de de florir, que conhece o o momento de nascer, que conhece o momento de agir e age quando necessário, com a força necessária, com a sabedoria necessária, somente aquilo que é necessário e consegue agir. Não significa que tenha que ser pouco, né? Quando o sol nasce no momento exato, ele vem com toda a sua força, vem com toda a sua beleza, vem com todo o seu esplendor. Ele não economiza recursos, ele faz acontecer. Ele não tem pena. Ele não tem, ele não poupa, nem se poupa. Quando a flor brota, ela brota com todo o seu perfume, com toda a sua entrega, na sua inteireza. Jesus fala dos lírios do campo, né? E diz para nós olharmos o lírio do campo. Ele quando brota, ele vem com todo o seu perfume, vem com tudo
do o seu perfume, com toda a sua entrega, na sua inteireza. Jesus fala dos lírios do campo, né? E diz para nós olharmos o lírio do campo. Ele quando brota, ele vem com todo o seu perfume, vem com tudo o que ele tem a entregar. E é isso que nós precisamos manter como Estevão, como Paulo, manter a serenidade mesmo diante da dor, mesmo diante das adversidades, mas mesmo da mesmo nessas circunstâncias difíceis, não deixar de exalar o nosso perfume, não deixar de brilhar como o sol brilha, mesmo na noite fria e escura, não deixar de levar aquele amor, não deixar de viver ver aquilo que nos é ensinado. E aí eu vou finalizar com a historinha do Chico, que observou a natureza e teve a paciência necessária, né? Já que ainda não acenderam a luz, eu ainda posso falar um pouquinho, né? Contar essa pequena história. O Chico, ele adorava animais, né? E ele tinha na casa dele 30 gatos que acabavam vivendo por ali, né? Que viviam com ele e faziam da casa dele um o seu lar. Mas gato é dono do espaço, né? Ele não é inquilino, ele é proprietário. Inquilino somos nós. E aí o Chico precisou mudar de casa paraa casa da frente, né? Do outro lado da rua. Não era nem outra rua, era ali do outro lado. E aí ele foi conversar com os gatos, porque ele era desses, o Chico, né? Ele entendia que os bichos têm personalidade e que a gente precisa conversar com eles. Ele mudou e foi convidar os gatos a irem com ele. Então ele foi e falou com os gatos e convidou eles um dia, né? Olha, eu estou mudando, eu preciso de vocês. Porque os gatos impediam que os ratos chegassem e devorassem as cartas, né? Então eles faziam esse controle, além de, claro, serem bons amigos do Chico. Eu preciso de vocês. Eu quero que vocês venham comigo. Então peço que vocês se mudem comigo para minha casa. é aqui na frente. Venham comigo. Gostaria muito de ter vocês comigo. Os gatos nem se mexeram, continuaram lá na casa, nem ligaram pro Chico. No dia seguinte ele voltou na casa, fez o mesmo convite. Olha, eu estou me mudando para casa na
taria muito de ter vocês comigo. Os gatos nem se mexeram, continuaram lá na casa, nem ligaram pro Chico. No dia seguinte ele voltou na casa, fez o mesmo convite. Olha, eu estou me mudando para casa na frente. Gostaria muito que vocês vierem comigo. Eu preciso de vocês para cá. Pode vir outra pessoa. A gente não sabe como essa pessoa vai lidar. Eu quero muito que vocês continuem morando comigo, então gostaria de convidá-los a ir comigo paraa nova casa. E aí ele foi e os gatos de novo nem se mexeram. No terceiro dia, o Chico foi e disse: "Olha, é a última vez que eu venho aqui conversar com vocês. Eu quero muito que vocês vão comigo pra minha nova casa. Fica bem aqui na frente, é pertinho, vocês não vão estranhar." E eu tenho mesmo medo, né? Outras pessoas vão morar aqui, a gente não sabe como elas vão lidar com tantos gatos na casa. Pode ser até que faça algum mal. Então, eu queria muito que vocês viessem, continuassem morando comigo, me ajudando e me dando alegria. E nada. Daqui a meia hora que depois que ele foi para casa, foi uma gata, claro, sempre uma gata, né? foi lá, pulou o muro, espiou, deu a volta no quintal, subiu no telhado, passou, desceu, olhou tudo e aí voltou para casa. Aí o Chico, ixe, já era, eles não aprovaram, não querem. Aí meia hora depois aparece a gata com todos os outros gatos e aí eles se mudaram, né? Então o Chico teve a paciência, essa paciência operante, essa paciência que reconheceu o outro também, que olhou pro para aqueles amigos dele e que sentiu essa necessidade, que não forçou, mas que conseguiu estabelecer esse diálogo e levar com eles. Então, que a gente tenha essa compreensão, que a gente consiga esse diálogo e que a gente tenha essa força do amor sobretudo que atrai e que conquista, né? Que a gente consiga, que os nossos amigos estejam conosco e sigam conosco para onde quer que nós vamos. Muito obrigada a todos e um ótimo dia para vocês. Agradecemos a nossa irmã Carla Daniela pela reflexão e que Jesus a abençoe grandemente. E
stejam conosco e sigam conosco para onde quer que nós vamos. Muito obrigada a todos e um ótimo dia para vocês. Agradecemos a nossa irmã Carla Daniela pela reflexão e que Jesus a abençoe grandemente. E neste momento elevemos nossos pensamentos, trazendo à nossa mente a doce, meia figura de Jesus, nos olhando com seu olhar acolhedor, amoroso. E assim diante de Jesus, pedimos a ele que nos ajude a sermos perseverantes no exercício da paciência. que sejamos sempre o primeiro a buscar esse exercício diante das situações, das dificuldades que nos são oferecidas, para que sejamos sempre aquele que acolhe, que perdoa, que não revida. E assim vamos caminhando com Jesus dia a dia, nos tornando um pouquinho melhores, mas determinados a renovarmos, a sermos instrumentos do seu amor. E assim, Jesus te pedimos que envolva todos aqui presentes, encarnados e desencarnados, no vosso infinito amor, na vossa infinita paz. E que este amor e esta paz sejam direcionados a toda a humanidade, levando luz onde há sombras, levando consolo lenitivo para aqueles que sofrem e principalmente, Senhor, tocando os corações daqueles que ainda se detém no mal. São nossos irmãos extremamente necessitados do teu amor, das nossas orações. S conosco, Senhor, hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja. Tenham todos um ótimo final de semana e as nossas irmãs irão orientar sobre a prioridade aí do passe. Fique em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à
líbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se [música] estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como
[música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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