A MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES - Ruy Meireles [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. >> Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nas suas casas ou nos seus escritórios ou já se dirigindo para suas casas e que tá nos ouvindo também uma boa noite, né? Já já boa noite agora 18 horas e vamos começando esse nosso momento, né? Das 18, a família das 18. Vamos fazer uma leitura que chama lei da vida. Não, desculpa, desculpa, não é lei da vida não, viu? Lembranças de paz. Reconhecer, mas reconhecer mesmo que trabalhando e servindo estamos acima de tudo, cooperando em favor de nós próprios. Perseverança no trabalho de execução dos compromissos que assumimos significa 90% na soma do êxito. Não desestimar a importância e o valor de pessoa alguma nos instantes de crise, usar o silêncio ao invés do azedume. Zangar-se alguém será sempre dilapidar a própria tarefa. Perdão para as faltas alheias é a melhor forma de alcançar a desculpa dos outros em nossos próprios erros. Observar o sinal vermelho para o mal no trânsito das palavras. Um gesto de simpatia ou de gentileza pode ser a chave para a solução de muitos problemas. Perfeitamente possível administrar a verdade sem ferir, desde que esteja no bálsamo da bondade ou no veículo da esperança. Nunca nos esquecermos de que a paciência favorece o socorro de Deus. Então, essa mensagem é do espírito André Luiz e que eu já tinha lido ela antes, acho que nesse momento, mas como tinha uma da Maria Dolores, eu falei: "Não, e deixa a gente, quem sabe a gente lê ela no final se der tempo, certo? Vamos fazer nossa prece de agradecimento, de gratidão por estarmos aqui, estarmos aqui hoje. A gratidão é uma palavra bonita, né? Gratidão. Mas será que nós usamos ela quando nós realmente
mpo, certo? Vamos fazer nossa prece de agradecimento, de gratidão por estarmos aqui, estarmos aqui hoje. A gratidão é uma palavra bonita, né? Gratidão. Mas será que nós usamos ela quando nós realmente recebemos tantos benefícios, recebemos tantas oportunidades, temos esta vida? Será que nós somos gratos por tudo isto? Então, se até hoje a gente não usou ela adequadamente, vamos nesse momento usá-la. Gratidão pela vida. Gratidão porque hoje nós estamos aqui. Gratidão pelas oportunidades que o Pai tem nos dado de melhoramento a cada dia, a cada lição. Gratidão porque hoje nós estamos aqui na comunhão, sentados no nesses bancos que vão recebendo uma reflexão de um assunto, recebendo o nosso passe. vocês nas suas que está nos ouvindo também está da mesma forma do que nós. Aqueles que irão nos assistir também. Gratidão por cada amanhecer, por cada adormecer. Gratidão. Gratidão ao Pai. E assim nós começamos esse nosso momento em gratidão. Gratidão por esse momento, por estarmos aqui, por ter alguém que vai nos falar, por estarmos tão bem, serenos, tranquilos, harmônicos. Gratidão, pai, por tudo. Bom, amigos, hoje nós temos quem vai nos fazer a reflexão é o Rui Meirelles. Ele vai falar: "O amor cobra uma, não, perdão, as as multiplicações de pães. O amor que multidão de aprendizados foi da eh Daniela Migliar. Assiste pois que ela foi uma reflexão muito linda, a do Rui as multiplicações de pães. A palavra tá com ele. Queridas irmãs, queridos irmãos, muita paz aos nossos corações. Hoje nós estamos trazendo para o nosso estudo e reflexão deste momento eh uma mensagem que está no livro eh em torno do Mestre. Esse livro é de autoria do educador Pedro de Carmargo com o pseudônimo de Vinícius. Pedro de Carmargo foi um dos espíritas mais atuantes do movimento espírita brasileiro, apesar, acredito, de não ser muito conhecido, mas nas suas obras ele traz profundas reflexões sobre o evangelho de Jesus. Ele foi denominado Vinícius, o educador de almas. Ele tem, além desse livro em torno do
credito, de não ser muito conhecido, mas nas suas obras ele traz profundas reflexões sobre o evangelho de Jesus. Ele foi denominado Vinícius, o educador de almas. Ele tem, além desse livro em torno do mestre, na seara do mestre, nas pegadas do mestre, na escola do mestre e o mestre na educação. E nós vamos falar, como a Rute disse, sobre a multiplicação dos pães. E nós gostaríamos de iniciar trazendo uma fala do escritor espírita já desencarnado Caibá Schutel, que está na obra Parábolas e Ensinos de Jesus, na mensagem que ele intitula o pão da terra e o pão do céu. E cai baixut nos assevera o seguinte: a pão do céu, como também a pão da terra. Há alimento para a alma, assim como há para o corpo. O alimento do corpo acaba, entretanto, como corpo. O da alma permanece para a vida eterna. Com relação a esta passagem evangélica que fala da multiplicação de pães, segundo o relato dos evangelistas, Jesus atuou duas vezes multiplicando pães. A primeira multiplicação de pães está relatada por Mateus, por Marcos, por Lucas e por João. E a segunda multiplicação está relatada também por Mateus e Marcos. Na primeira multiplicação dos pães, eh, os discípulos depois de longa caminhada e Jesus acompanhado por uma multidão de pessoas, já era pelo a descrição do evangelho, deveria ser por volta, né? Deveria, ixa, deveria ser por volta do almoço, né? Porque as pessoas estavam famintas. E os discípulos falam com Jesus para dispensar aquele povo para eles comprarem o de comer ir para suas casas. E Jesus assim não procedeu. E ele pergunta aos discípulos o que eles têm. E nessa primeira multiplicação, os discípulos falaram que tinham cinco pães e dois peixes. E Jesus pediu que trouxesse até ele e multiplicou os pães, alimentando mais de 5.000 pessoas. Isto sem contar as mulheres e as crianças. Na segunda multiplicação de pães que nós falamos que está no relato de Mateus e Marcos, aconteceu da mesma maneira em outra região. E Jesus pergunta: "Quantos pães tendes?" E os discípulos respondem que tem sete
multiplicação de pães que nós falamos que está no relato de Mateus e Marcos, aconteceu da mesma maneira em outra região. E Jesus pergunta: "Quantos pães tendes?" E os discípulos respondem que tem sete pães e uns poucos peixinhos. Novamente Jesus pede os pães e os peixes e multiplica atendendo uma multidão de 4.000 pessoas. Essas são as duas passagens que ocorreram com a multiplicação de pães. A mensagem de Jesus, ela tem que fugir, no nosso entendimento, do vulgo, do comum. Evidentemente que esta mensagem da multiplicação de pães vem nos chamar a uma reflexão muito maior do que somente saciar a fome do corpo físico. Então nós perguntamos o que nós devemos entender dessas duas passagens narradas por Mateus. E aí nós vamos trazer o entendimento do Vinícius e vale dizer que não são mensagens psicografadas. Nós vamos trazer o entendimento do Vinícius sobre estas duas passagens que tem um simbolismo único, que é da multiplicação dos pães. E aí o Vinícius ele comenta a primeira passagem, a primeira multiplicação. Então ele diz o seguinte: "Com cinco pães e dois peixes, diz o Evangelho, o filho de Deus fartou uma multidão composta de mais de 5.000 pessoas. Como levou a cabo tamanha maravilha? Porque muitos estudiosos, ejetas, intérpretes do evangelho questionam ele ter pego cinco pães e dois peixes e multiplicado-os para matar a fome de mais de 5.000 pessoas. E aí o Vinícius faz essa pergunta, como levou a cabo tamanha maravilha? E ele mesmo responde: Ora, Jesus, cujos conhecimentos estão muito além dos juízos e critérios humanos, porque não poderia realizar o maravilhoso feito descrito? Quem como ele colaborou na formação do planeta em que habitamos? Teria acaso dificuldade em multiplicar pães? Jesus, multiplicando o pouco que lhe foi dado, produziu o muito que a multidão reclamava. Tal é, em resumo, a missão do Redentor, saciar a fome da humanidade. Todo pecador, todo equivocado, é um faminto. Por essa razão afirmou Jesus no seu evangelho: "Eu sou o pão que desceu do céu.
amava. Tal é, em resumo, a missão do Redentor, saciar a fome da humanidade. Todo pecador, todo equivocado, é um faminto. Por essa razão afirmou Jesus no seu evangelho: "Eu sou o pão que desceu do céu. Fume e sede todos nós temos. Não há ninguém farto no meio em que vivemos. Temos fome de pão, fome de luz, fome de paz. Homem de amor. Este mundo é um mundo de famintos. A fome de pão é a que mais nos comoove, porém não é a mais digna de lástima. Que diremos da fome de amor? Que diremos daquele que quer tanto ser querido e passa pela vida sem que alguém o queira? E a fome dos conhecimentos e a fome de paz que tormenta o peregrino inquieto, obrigando-o a sangrar os pés e o coração pelos caminhos. E o divino despenseiro continua hoje como outrora, distribuindo o pão que alimenta o espírito e a lífa que refrigera os corações. Eu sou o pão da vida. O que vem a mim de modo algum terá fome. E o que crê em mim nunca jamais terá sede. Eu sou o pão vivo que desci do céu. Se alguém comer deste pão, viverá eternamente. O espírito requer alimento como o corpo. E disse Jesus: "Não só de pão vive o homem". Nessas pequenas colocações que nos são feitas por Vinícius, clareia para nós o entendimento de que Jesus trazia nestas duas passagens uma mensagem muito mais profunda de que possamos imaginar. Se voltarmos à nossas atenções somente para as nossas necessidades materiais, se voltarmos à nossas atenções para a fome do corpo, nos esquecendo daquela que o próprio Vinícius fala que ela é mais lastimosa que a fome. do espírito. fome de não ter o conhecimento suficiente para compreensão da vida maior, a fome da paz que a criatura humana tem buscado incessantemente, mas de uma forma equivocada, porque busca a paz nas coisas exteriores. Busca a paz onde não vai ser encontrada. Porque a paz que todos nós almejamos, que cada um de nós almeja, está dentro de nós. É um processo de transformação. A aquisição da paz, quando ele diz aqui da fome daqueles abandonados. daqueles que não encontram um braço amigo, a mão acolhedora,
um de nós almeja, está dentro de nós. É um processo de transformação. A aquisição da paz, quando ele diz aqui da fome daqueles abandonados. daqueles que não encontram um braço amigo, a mão acolhedora, um coração aberto para a fraternidade. A fome daqueles que estão perambulando pelas ruas e que são indiferentes, que são invisíveis pelos próprios irmãos. Quando Jesus percebendo não só a fome do corpo para alimentar o corpo, mas principalmente a alma daquelas pessoas, ele toma duas atitudes que nós devemos ter muita atenção para elas. A primeira é que quando os discípulos aflitos, preocupados, como se Jesus não ali estivesse, buscam o mestre para pedir a ele que dispensasse aqueles seguidores para que eles, por conta própria, arrumasse o alimento. E Jesus dá um exemplo de que nós não devemos em momento algum, em circunstância alguma, abandonar o próximo, mesmo que as coisas estejam muito difíceis. E ele faz uma pergunta aos discípulos que talvez ela ressoa até hoje para cada um de nós discípulos de Jesus. Quando ele pergunta aos discípulos, que tendes? Nos ensinando que para multiplicar em nós, para ação de Jesus em nossas vidas, nós temos que dar algo para ele fazer isso. Que tendes? Essa pergunta ressoa no íntimo da nossa alma. e que está ainda não respondida. E os discípulos espantados com aquela pergunta, nós temos cinco peixes e dois pães e ele então pediu ele Jesus que trouxesse os cinco pães e os dois peixes. levou o pensamento ao alto e orou e entregou aos discípulos para que eles distribuíssem à multidão. Outra lição do mestre para nós sairmos da nossa zona de conforto. Porque quantas vezes nós entregamos o pão e o peixe a Jesus, mas achamos que ele que tem que fazer tudo, ele que tem de distribuir as graças. E Jesus entregando aqueles aquele alimento aos discípulos para que os discípulos distribuíssem à aquela multidão. E quantos de nós, possivelmente já tivemos as nossas ofertas triplicadas, quaduplicadas, centuplicadas. e recolhemos para nós mesmos suas aspirações,
que os discípulos distribuíssem à aquela multidão. E quantos de nós, possivelmente já tivemos as nossas ofertas triplicadas, quaduplicadas, centuplicadas. e recolhemos para nós mesmos suas aspirações, seus íntimos anseios constituem súplicas do faminto e o mordomo celeste Abrindo as portas do celeiro divino, distribui a mancheias os alimentos da alma. Vinícius nos ensina. Se não nos ensina, porque já sabemos, nos adverte para termos multiplicadas, para recebermos essa distribuição a mancheia, mancheias, nós temos que buscar este mordomo celeste. E disse ele, o mordomo celeste: "Bem-aventurados os que têm fome e sede, porque serão fartos. Bem-aventurados que têm fome e sede, porque serão fartos. Mas para que sejamos fartos do alimento espiritual que o mordomo celeste, abrindo o celeiro divino, nos oferta necessário se faz. que saiamos da ociosidade espiritual, do comodismo, da zona de conforto, para nos dirigirmos ao encontro deste que sempre está conosco. Para tanto, basta que lhe ofertemos com lealdade o pouco que temos. Jesus não exige de nós quantidade. Ele nos diz que devemos ser fiéis no pouco que temos, porque ele não precisa de muito. Ele precisa do pouco que nós temos e possamos oferecer com lealdade, uma estila de fé, um resquício de tolerância, um vislumbre de humildade, uma migalha de amor. E tudo isso se entregue a Jesus com lealdade nos nossos corações. Tudo isso será multiplicado como foi multiplicado os pães. Jesus está sempre a nos perguntar. É a pergunta que não quer calar. O que você tem para me dar? O que você tem para me entregar para que eu possa multiplicar? Apresentemo-nos ao mestre as nossas ninharias, dizendo a ele com lealdade, com fé, com esperança: Senhor, é tudo que tenho. Senhor, é tudo que tenho. Assim como ele fez a aqueles cinco pães e dois peixes, fará também com as parcas oferendas nossas e o milagre se reproduzirá e seremos inegavelmente todos saciados. E nós buscamos finalizar esta reflexão e que deve calar bem fundo nos nossos
dois peixes, fará também com as parcas oferendas nossas e o milagre se reproduzirá e seremos inegavelmente todos saciados. E nós buscamos finalizar esta reflexão e que deve calar bem fundo nos nossos corações. O que nos aconselha o Dr. de Menezes, patrono espiritual desta casa, no livro Comentários Evangélicos, na lição número 20. A Cristo oferecei tudo, pois ele nada nos tira, antes nos enriquece com os melhores dons da vida. E fica para todos nós. Novamente a pergunta: o que nós temos oferecidos ao mestre Jesus para que ele possa frutificar, para que ele possa multiplicar na nossa vida. Muita paz. ao coração de todos. Que Jesus nos abençoe e nos fortaleça nessa grande jornada, porque é grande jornada buscando sermos pessoas melhores. Muita paz. >> Bom, eu acho que o Rui me deu 2 minutos pra gente fazer a lição que eu que eu troquei, né? Que é uma poesia. Eu não sei falar poesia, mas vocês vão entender o que que a Maria Dolores, né? está dizendo nessa mensagem que é a lei da vida. Nós temos 2 minutos. Nosso amigo Antônio tá descendo, mas ele também vai ouvir a a poesia da Maria Dolores. Indagas muita vez, alma querida e boa, como recuperar a fé perdida quando alguém tiver gasta o coração e a vida. a ofender e ferir, espancar e humilhar. Sai de ti mesmo e fita o mundo em torno. Todas as forças lutam, entretanto, a natureza pede em cada canto renovar, renovar. A noite envolve a terra em longa faixa, mas a terra em silêncio espera o dia. E o sol dissipa a néva espessa e fria, simplesmente a brilhar. Alteia-se amanhã o trabalho em chameia. Do pó ao firmamento em novo brilho. Ouve-se em toda parte o sagrado estribilho. Renovar, renovar. A semente lançada ao barro agreste sofre o assalto do lodo que a devora, mas o embrião resiste, luta e aflora no anseio de ser pão e alegria no lar. A princípio é um rebento pobre e frágil. Tolera praga e temporal violento. Faz-se árvore linda e canta entre as notas do vento. Renovar, renovar. Arrebata arrebatada a pedra ao chão da furna. Quer descanso
ncípio é um rebento pobre e frágil. Tolera praga e temporal violento. Faz-se árvore linda e canta entre as notas do vento. Renovar, renovar. Arrebata arrebatada a pedra ao chão da furna. Quer descanso sem gargos de obra prima. Contudo, o artista chega, corta e lima a dormir e a sonhar. Ei lá que escala os topos da escultura. É estátua em que se estampa a essência da beleza. Diz a vida que que a busca encantada e surpresa. Renovar. Renovar. Assim também, alma querida e boa, se alguém te impôs ouvido, abandono e amargura, segue, serve e perdoa o golpe que te apura, esquecendo o desprezo e procurando amar. E ouvirás claramente entre as exceções mais belas, ante a fé do porvir luminoso e risonho, a própria voz do céu a restaurar-te o sonho. Renovar, renovar. E assim nós terminamos esse nosso momento dando graças a Deus e que a gente possa renovar, renovar a cada dia. Amigos, uma boa noite, um beijo e um abraço no coração. E que Deus nos proteja e nos ilumina sempre. Que assim seja. E até quarta-feira que vem, família das 18 horas. Agora vocês estão entreg a Antônio, essa preciosidade nossa. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores
anquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
hos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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