A LUZ QUE GUIA TODOS OS CORAÇÕES - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 23/10/2025 (há 5 meses) 47:20 621 visualizações

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Transcrição

Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. Bom dia. Bom dia a todos. Sejam muito, muito bem-vindos à nossa casa, a comunhão espírita de Brasília. Para iniciarmos esse momento, eu selecionei um, quer dizer, eu não, né? Na verdade, foram eles que selecionaram. É um pequeno trecho de um livro muito lindo que é Minutos de Sabedoria do Carlos Pastorini, que diz assim: "Se está enfermo, não se impressione. Qualquer mal ou aparência de mal é coisa passageira. A única essência eterna e real é Deus, que é todo o bem, a saúde perfeita, a felicidade integral, a alegria sem sombras. Se a doença o está experimentando tanto, procure unir-se mentalmente a a energia cósmica que lhe penetra o organismo juntamente com o ar que respira e busca sim o revigoramento e a purificação de todas as suas células. A gente acha que abre as coisas por acaso, né? Mas eu aprendi que acaso não existe não. Então, normalmente são eles que conduzem e eles nos dizem o que que precisamos falar, o que precisamos fazer. E é por isso que eu tô aqui hoje para dizer a vocês o quanto vocês são queridos por estarem aqui conosco. Então vou sugerir que fechemos os nossos olhos e vamos celebrar esse momento agradecendo a Deus pai amoroso que nos ampara, que nos protege, que nos guia em todos os momentos do nosso percurso. Vamos agradecer a Jesus, nosso irmão, mestre, amigo, que exemplificou com seu amor o caminho que precisamos aprender a seguir. Vamos agradecer a Dr. de Menezes, mentor desta casa amada, que nos mostra com o seu modo de agir

, nosso irmão, mestre, amigo, que exemplificou com seu amor o caminho que precisamos aprender a seguir. Vamos agradecer a Dr. de Menezes, mentor desta casa amada, que nos mostra com o seu modo de agir que podemos construir em nós um mundo melhor. Ele que não quis ir adiante para ficar ao nosso lado, segurando as nossas mãos e pedindo para que não desistamos de nós próprios. E agradecia a dona Ivone, dona Ivone do Amaral Pereira, que traz o canto dos passarinhos, que traz em si uma alma purificada, que nos mostrou que é possível refazer os passos e transformar a dor em amor. Sim, muito agradecidos a cada um desses luminares, nós vamos pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, eu tô aqui com aquela que eu chamo de minha chefinha, ela não gosta não, mas eu chamo assim mesmo, é a Rute Daia. E hoje ela vai conversar conosco sobre a luz que guia. todos os corações. Imagina que tema maravilhoso é esse. Vamos com a palavra, Rutinha. Bom dia, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão, aqueles que estão nos ouvindo através da TV Comunhão também. A luz que guia todos os corações. Valéria tava lendo, falando eh da Ivone Pereira do Amaral. Ela fala: "Dona Ivone, eu sou mais íntima, eu falo Ivone, porque ela tem me socorrido em momentos difíceis, então ela é muito íntima." E ela falando da dela, da transformação dela, né? ela que já teve lá no suicídio e voltou e teve as dificuldades e depois trouxe uma obra linda. E aí eu pensei, bom, ela teve muitas dores suas vidas, na sua vida. Muitas dores. Eh, com certeza foi difícil para ela, muito difícil. Doeu muito a ponto de chegar ao extremo, não é? Mas uma hora ela abriu aquele coração para quê? Paraa luz. Paraa luz, né? Então eu penso assim que todas as vezes que nós temos as dificuldades, é como é interessante, né? Nós fechamos o nosso coração, ao invés de abrir, a gente fecha na amargura, na revolta, na indignação, na inveja, porque a gente acha que o outro

nós temos as dificuldades, é como é interessante, né? Nós fechamos o nosso coração, ao invés de abrir, a gente fecha na amargura, na revolta, na indignação, na inveja, porque a gente acha que o outro tá bem. Às vezes o outro tá pior do que a gente, mas como o coração da gente fecha, a gente não tem essa visão do outro, porque basta olhar para ele, porque eh a essa luz ela ela aparece não porque tá doendo, é porque nós somos luzes. Independente da dor, quantas vezes a gente sobe aqui e fala de alguma coisa tão linda e lá dentro tá muito difícil, tá muito difícil. Mas aí fala: "Nossa, mas tá tão feliz, né? Mas tá tá tá brilhando." Ivone foi uma dessas pessoas. Um dia ela resolveu abrir seu coração, né? Deixar a luz guiar seu coração, que é o nosso tema, né? Que é o nosso tema. E escreveu coisas tão lindas, né? Então, a gente pegou aqui no livro eh Novinha de Luz, psicografia do Francisco C. Xavier pelo espírito Emanuel, não é? Esse Emanuel é terrível, né? Ele tem coisas boas. Então, eh, também Emanuel, se for trazer as vidas passadas dele, eu fico assim, porque quando falo da Ivone dá uma emoção e não chora pelo olho, não chora pelo nariz, né? Entendeu? Então é diferente. Emanuel também teve uma trajetória difícil de de birra, de achar que ele era o melhor, que ele mandava em todo mundo e que aquela coisa toda lá no públo lentos. Mas depois ele foi melhorando. Jesus falou para ele: "Você pode melhorar agora ou vai sofrer muito?" Ele preferiu sofrer muito, mas achou que não ia como um homem que mandava em todo mundo. Mas um dia a luz, o o seu coração, ele deixou seu coração ser guiado pela luz. Demorou muito, mas nós temos uma eternidade. Demorar assim uns não sei quantos séculos não é nada para quem tem eternidade. Então, se nós estamos passando por uma dificuldade hoje e que tá difícil, eu te garanto que é uma dificuldade menor do que a do Emanuel, menor do que a da Ivone. A gente não se compara a dificuldade, porque um um espinhozinho no meu dedo às vezes dói mais do que uma

ifícil, eu te garanto que é uma dificuldade menor do que a do Emanuel, menor do que a da Ivone. A gente não se compara a dificuldade, porque um um espinhozinho no meu dedo às vezes dói mais do que uma crise renal pro outro. Para mim dói porque eu não tenho crise renal, então eu só tenho um espinzinho no dedo. Então a gente não pode menprezar o sentimento de dor do outro, mas pela história, né? Então aqui nesse livro, na lição 147, ele fala assim: "Nos corações, nos corações." E o lá Paulo, eh, segundo Coríntios, capítulo 7, versículo 2, ele vai falar, eu até ia pular esse a introduçãozinha aqui, porque, eh, ele fala muito dos crentes, trabalhadores do evangelho, que usa de vários meios, né, para ter vantagens. Então, isso aí logo de manhã é ruim, né? É um café com sal, né, igual os turcos toma. né? Café com sal. Mas o que ele fala no meio daquele conflito de Paulo com com Pedro, com Mateus, com João, entendeu? Eles usavam de palavras, palavras que que eram inúteis naquele momento. Mas a gente, quantas vezes a gente usa palavras inúteis, né? Então eles também usavam, né? Mas eles recebe eh advertências de luzes evangélicas. Porê achei interessante porque eles eram eles eram pessoas que iam nos nos guiar, guiar aquela humanidade. Então eles tinham que parar daquela, aquela fala que não dava em nada. Eles tinham que abrir, deixar a luz se deixar o coração seguir a luz. Aí eu pergunto, nós aqui temos tarefas bem menores que que a gente pode, né? Pode até ser que daqui a pouco alguém tá aí eh sendo um Pedro, um Paulo, né? Mas por enquanto acho que a gente não vai não, porque eh tá mais difícil. Então, mas mesmo a condição nossa é de ouvinte, de quem tá fazendo a reflexão, de quem tá dirigindo. Ontem eu dirigi, mas eu fui ouvinte. Eu gosto muito. Quando eu dirijo, eu vou e sento e fico como ouvinte. Eu acho isso muito bom para mim, porque aí aqui parece que não entra muito as coisas no coração, na mente, mas ali entra, né? Então, que quando eu sento aqui, eu tenho que abrir esse

ico como ouvinte. Eu acho isso muito bom para mim, porque aí aqui parece que não entra muito as coisas no coração, na mente, mas ali entra, né? Então, que quando eu sento aqui, eu tenho que abrir esse coração para eu receber as luzes que vem da fala daquele que tá falando. Pode ser uma fala simplória, simples, mas tem alguma coisa que fica bom. Segunda-feira nós tivemos, nós estamos tendo o seminário do do envelhecimento, né? E segunda já é o terceiro. Ontem foi a terceira palestra, mas na segunda e a gente fica depois de certa idade, a gente fica pensando: "Nossa, eu tô velha, né? Daqui a pouco chega meu fim". Apesar que eu já atendi alguém que tava preocupado, que tinha 34 anos, estava achando velha, né? Aí eu pensei: "Meu Deus, né? Podia quase ser minha neta e eu tô achando que eu ainda tô tão bem". Quer dizer, depois eu falei: "Bom, eu tô bem, ela que não tá bem, não é?" Entendeu? E mas o palestrante ele falou uma coisa que o Maurício Curi muito interessante, ele falou assim que é a gente nasce já começando a ficar velho. Primeiro dia a gente já tá velho, segundo dia tá velho. E aqueles que estão no final, eles já estão preparando para ficar novo. Eu achei isso tão fantástico, porque ninguém pode falar que é velho ou que é novo, porque o novo quando ele já é, entra ali a conexão do espermatozó com o óvulo e já tá ali, ele já começou a ficar velho, porque já tem um dia que já tá ali se preparando e vai cada dia vai crescendo e na no tempo dele aqui. Então ninguém pode falar que é velho. Você pode falar, eu estou nesse momento assim. Aqueles de 80, eu atendi alguém ontem de 84 anos e tem filho de 65, de 63, de 56 e de uma lucidez e cuida de uma filha de 50 e poucos anos com problema cerebral. Eu falei: "Nossa, mas como ela tá bem bem de bem de não é jovem de pele? Essa é, eu tenho três ruguinhas aqui, eu falo: "Nossa, tem que tem que eh conservar, né? Porque são rugas de de de não é problemas de madureza, né, de situação." Mas então ele falou isso, eu falei assim: "Olha, nós, quando eu

uinhas aqui, eu falo: "Nossa, tem que tem que eh conservar, né? Porque são rugas de de de não é problemas de madureza, né, de situação." Mas então ele falou isso, eu falei assim: "Olha, nós, quando eu pensei isso, nós o nosso coração desde pequenininho ele se abre para receber as energias. O que que é? para receber os ensinamentos, para receber a fala do outro, para receber a o que de os que as entidades está trazendo para nós, nos ajuda. Agora, se eu fecho na tristeza, na decepção, na ignorância, na ignorância, não saber, não, eu não quero isso, eu não admito isto, nós vamos começamos a ficar realmente escuro para nós. Então, o coração fechado, ele traz muitas doenças, muitas doenças, né? E aqui o Paulo estava preocupado porque as palavras deles utilizad por duelos verbais, porque era um falava, outro falava, debatia, né? Através de coisas também talvez não fossem nem úteis. Aqui fala através de contendas inúteis, incapaz de produzir qualquer ação nobre. Por isso que a nossa fala é muito importante. Ela tem que ter algo de bom, mas a gente vai pular esse pouquinho para ficar na ficar no coração iluminado, né? Então, no imenso conflito deles ali, das interpretações, eh Paulo acata o pedido, aliás, porém acata o pedido de Paulo em sua segunda epístola de Coríntios. Que que é essa segunda epístola? Ele vai, ele vai se posicionar adiante. É uma é uma, é uma parte difícil. Eles andaram tendo uma contenda com o povo de Corínti e aí o povo tava lá mais chateado com eles, entendeu? Aí ele mandou uma carta para eles, né? Paulo roga para que ele e seus companheiros de ministérios sejam recebidos nos corações. Aí eles dieram: "Olha, vamos Raú vai traduzir, pisamos na bola com aquele povo de Coríntios, a igreja de Coríntios. Pisamos na bola. A gente não fez direitinho. A gente não foi assim, eh, com vozinha de Jesus. A gente foi com imposição do nossa da nossa situação. Agora tem e o povo reagiu. A gente reage quando o outro não tem. Vem com coração sem luz, vem com coração

não foi assim, eh, com vozinha de Jesus. A gente foi com imposição do nossa da nossa situação. Agora tem e o povo reagiu. A gente reage quando o outro não tem. Vem com coração sem luz, vem com coração amargo ou com usando de de funções, de cargos, a gente recua, não recua. E eles falaram: "Não, nós temos que agora pedir desculpas e vamos lá conversar com eles". Então ele pede na carta, eu achei tão lindo, para que sejam recebidos nos corações, né? Eh, e a comunidade, será como que a comunidade fez? Ele falou: "Sim". Aí, Emanuel, eu vim falando que quando o aprendiz da boa nova, somos nós, os aprendizes, receber a visita de Jesus e dos emissários divinos. guia protetor, anjo da guarda. Quando a gente pede, né? Ah, Bezer de Menezes, olha, vem, Ivand Amaral Pereira, me ajuda e e tal, nós eh temos que eh receber com o coração, com a luz que nós temos no coração, nós temos que abrir, mesmo que seja a janelinha só para poder entrar, porque se fecha, fala assim: "Bate". Não adianta bater, não tem ninguém aqui. Não é uma propaganda das casas pernambucanas que não é da época de vocês, né? Não tem ninguém aqui. Eu estou muito aborrecida, tô chateada porque vocês falaram isso, aquilo, aquilo outro, né? Então, mas nós já somos aprendizes da boa nova, do evangelho. Então, quando receber Jesus, os emissários divinos, porque nós chamamos, nós convidamos no plano interno, no nosso coração, entendeu? A discórdia, a divisão tem que ser já tem que tá desaparecido, né? Por quê? Porque se não desaparece, não adianta levar nada de bom que não resolve. Assim é quando às vezes a gente eh perde, não, ninguém perde ninguém, né? Mas tem um desencarno, uma morte na família, alguém vai nos visitar, fala: "Não, olha, tá com Jesus, fique tranquila. Deus levou porque ele é uma pessoa boa." Isso resolve, gente? Não resolve, né? Porque nosso coração tá fechado de dor, de dor. E por que que não abraça? Fala: "Estou com você a qualquer momento. Estou com você na sua dor, né? Estou com você na sua dor. É, é o

e? Não resolve, né? Porque nosso coração tá fechado de dor, de dor. E por que que não abraça? Fala: "Estou com você a qualquer momento. Estou com você na sua dor, né? Estou com você na sua dor. É, é o investe isso aqui." Mas eles com certeza fal assim: "Olha, nos recebe, nós estamos muito arrependido, né? abre o coração de vocês, porque nós estamos indo com o coração nosso também aberto, porque o outro fecha e eu porque eu fiz. Então, quando eu reconheço que eu fiz e que deixo esse esse coração ser iluminado e seguido pela luz, eu peço para que o outro abra eu poder entrar. Então, por isso que as ofensas são muito difíceis, né? Então aí eles deve ter ido, né? em razão disso, meu ele Emanuel fala em razão disso, meu amigo, ainda que a maioria dos irmãos de Ideal conserve cerrada a porta íntima, fechada a porta íntima, enquanto nós tivermos cerrada essa porta íntima, faz o possível por não adiar a tranquilidade própria. Vamos fazer de tudo para que não adiar aquela paz, não adiar aquele coração aberto pra luz entrar, não adiar o caminho de luz, porque Jesus diz que somos luzes, mas nós vivemos sempre nas trevas. As trevas da ignorância, as trevas do não querer, as trevas da irritação com governo, com não sei o quê, com não sei o quê, com a rua nossa que tá em obra, né? a obra daqui que tá caindo cimento no carro das pessoas. É, olha aí, né? Então a gente fica aborrecida e o aborrecimento apaga a luz do nosso coração, apaga a luz. Aí ele termina falando assim: "Registra a lição do evangelho no do C. Não te descuides. Não descuidar relegando ao mundo externo. Não vamos fazer isto, né? Ao sabor da maledicência, perturbação, do desentendimento. Não vamos a briga dentro da gente, né? dentro da gente não é Eh, dentro abri dentro de ti, preservando a própria felicidade. Horna-te com o brilho que decorre de sua grandeza e o céu comunicar-seá com a terra através do teu coração. O céu vai comunicar conosco através do nosso coração. Isso quer dizer que tudo que nós que pensarmos,

com o brilho que decorre de sua grandeza e o céu comunicar-seá com a terra através do teu coração. O céu vai comunicar conosco através do nosso coração. Isso quer dizer que tudo que nós que pensarmos, tudo que nós sentirmos, tudo que nós queremos, tudo que nós refletir e falar assim: "Não, eu posso fazer diferente, não adianta buscar aqui fora, busca aqui dentro. Mas eu posso pedir alguém que vem, sabe, comunicar comigo e fala assim: "Vai que dá certo, pode ir que você não vai se eh se decepcionar". Então, é mais ou menos isso. Eles queriam ir aprontar eh explicando vulgarmente, aprontaram confusão. O povo de lá, da igreja de lá, não gostou e eles foram refletir. É o que nós temos que fazer. refletir, fal aí, acho que nós fomos culpados da história, né? Fomos culpado. Então, o que que nós podemos fazer? Olha, a luz que guia os corações, todos os corações. Ué, vamos lá conversar com eles, vamos pedir desculpa, vamos pedir para que eles nos receba. Só porque é bem poético. Eu não é bem poético, né? E lá foi carta de Paulo, então ele também é. Então ele escreveu uma carta. Olha, nós vamos aí. Mas queremos que vocês abram os seus corações para nos receber. Isso é que vale a gente ofender o outro, ofender o outro e depois ficar sem saber o que que a gente faz para poder voltar. Por quê? refletindo fal assim: "Eu não precisava de ter ofendido, porque quando eu falo: "Eu não precisava de ter eh eu não precisava de ter ofendido, a luz já brilhou do arrependimento. Então eu vou ligar, fal fulano, quero falar com você". Mas qual a gente não vai falar assim? Abre seu coração porque eu quero falar com você que senão vai ficar meio esquisito, né? Quero falar com você. É um assunto muito importante. Pode ser, né? E quando a partir desta hora, a outra pessoa pode estar com todas as ferramentas para nos para nos eh defender, mas vamos orar e pedir que os emissários do céu vai nos ajudar, como diz no livro, vai nos ajudar abrindo o coração da outra pessoa. A gente pede, olha que eu estou com boa

a nos para nos eh defender, mas vamos orar e pedir que os emissários do céu vai nos ajudar, como diz no livro, vai nos ajudar abrindo o coração da outra pessoa. A gente pede, olha que eu estou com boa intenção, que ela possa ser receível para poder ouvir o que eu tenho para falar. Isso nós podemos fazer dentro da nossa casa com o companheiro, com a companheira, com os filhos, com alguém que a gente foi rude. Quantas vezes a gente é rude, né? Esses dias eu fui rude com meu filho, aí fiquei, depois arrependi porque nós resolvemos a situação. Aí eu sentei, ele tava vendo televisão, nem sei o que que ele tava vendo, mas eu sentei para descansar e fui pensando que ele entenda. Eu não podia contar para ele por que eu fui rude, porque era uma situação que eu tava vivendo e a água caiu na cozinha da máquina de lavar. Então tivemos que socorrer. Então, e eu fiquei com muita impaciência porque ele queria ajudar de uma forma meio estabanada, entendeu? Mas eu não precisava disto. Aí eu falei assim: "Olha, você me desculpa. Olha aí a, né, deixar a luz seguir meu coração seguir a luz. Eu não posso te explicar porquê, mas você me desculpa. Isso vai passar uma hora eu te falo. Então é assim que nós temos que fazer, né? Mas depois também eu peguei aqui para para nós, né? Eh, o Paulo buscou reconciliação, né? E a confiança com a igreja. Até esqueci de falar isso. Quando nós formos alguém, nós temos que ir para reconciliar com o nosso irmão, mas também ter a confiança da passar a confiança de que, por exemplo, quando eu falei com o meu filho, eu falou: "Tá, mamãe, não tem problema." E ele, eu vi que ele preocupou, porque aquela foi uma reação que eu não tenho, entendeu? Hora que secou a cozinha toda, que demorou um tempão porque tinha que secar aquele já imagina a máquina jogando tudo para fora daquela água, né? E ia ia lá pra sala e aí ia danificar o peso, entendeu? Mas eh aí eu me fui depois de um tempo passou, eu fui à reconciliação com Paulo foi a Corínti para reconciliar e passei para

a daquela água, né? E ia ia lá pra sala e aí ia danificar o peso, entendeu? Mas eh aí eu me fui depois de um tempo passou, eu fui à reconciliação com Paulo foi a Corínti para reconciliar e passei para ele a confiança que eu estava naquele momento, eu estava vivendo um problema e que aquela eu desequilibrei, olha, desequilibrei, não tava seguindo, não deixei meu coração seguir a luz, que não precisa uma água me tirar do da do do meu do meu do meu Coisa mais preciosa que é a minha tranquilidade, minha paz, fica meio difícil, né? Pediu reconciliação, né? Ele não está pedindo perdão. Eu não precisei de pedir perdão. Paulo não pediu perdão. A gente erra, equivoca todo momento. Então não precisa estar perdão, perdão, perdão. Começa a suar falso, né? Não precisa de pedir perdão por algum erro, mas sim buscar reafirmar. o vínculo de amor e confiança que a gente tem com aquela pessoa. É isto, né? E eu eu não gosto muito. Perdão e desculpa, né? A gente pede desculpa tanto assim que já sai sem eh sem escutar, né? Sem escutar. Você me desculpa, você me desculpa, você me desculpa. O outro pensa: "Meu Deus do céu, tá falando da boca para fora, né?" Mas também eu vi numa numa revista ontem procurando o que eu poderia trazer, eh porque a luz ela é ela é um símbolo da presença divina e do conhecimento espiritual que guia, que nos guia, né? Então eh não é essa luz aqui, né? Não é essa luz. Às vezes a gente vê alguém, você fala: "Nossa, fulano tem uma luminosidade e não é luz, não é um pisca pisca, não é essa luz que que põe na cabeça e tá clareando tudo. É algo profundo. É um olhar de criança quando ele olha para você com aquele jeitinho, né? Aquele olhinho mais doce ou um idoso também. Ele tem muito essa luz que transmite pra gente. Um jovem tem um olhar tão tranquilo, tão tranquilo. É esse, é essa, essa luz é é presença divina dentro de nós, porque nós somos divinos, nós somos filhos de Deus. Agora que eu não sou nada, não sou um pedaço de carne por aqui falando e pronto, não, né? De a

, é essa, essa luz é é presença divina dentro de nós, porque nós somos divinos, nós somos filhos de Deus. Agora que eu não sou nada, não sou um pedaço de carne por aqui falando e pronto, não, né? De a presença divina e do conhecimento espiritual. que nos guia. Nós temos um, nós temos um, um conhecimento, nós temos não sei quantos já quanto tempo fomos criados, né? E eh vamos eternamente estar aqui, mas já temos essa essa essa espiritualidade, né? Esse conhecimento espiritual dentro de nós. E a gente vê por aqui, tá todo mundo aqui, veio só tomar passe. É, mas tem que tem que ouvir a Rú para depois tomar passe. Não vai poder ficar lá em cima. eh esperando, né, como a gente faz, né? Não vai fica aqui. E aqui começa o tratamento de luz para nós. Por isso que a gente é incapaz de sair daqui com mal-estar, né? Ela ela fala que o espiritismo, no espiritismo, a luz representa a verdade. Tudo que nós aprendemos aqui é verdadeiro. Tudo vocês não conseguem falar assim: "Ah, acho que não é aquilo não, né? Pode até o a quem tá fazendo a reflexão não ser tão tão assim eh sei lá, não chegar tanto ao nosso coração. Mas você sabe que é verdade, você sabe que ele estudou, você sabe que ele procurou. É a verdade que ele conseguiu ver. Por isso que a gente fala assim, alguém falou uma coisa para gente fala: "Ah, não, isso não. Acho que não sei não. A gente não fala que é mentira, mas não sei não. Não é, mas é a verdade do outro. No atendimento, às vezes a mãe leva e o filho, o filho entra, já é maior, eles pode entrar sozinho e depois ela quer falar também. Mãe é desse jeito, né? O filho sai e ela tem que entrar. Aí ela falou assim: "Olha, ele deve ter mentido para você, não é, Valéria? Ele deve ter mentido porque isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, né? Fala mal do filho, né?" Enquanto a gente estava acreditando. Eu falo assim: "Olha, não sei não, mas para mim ele falou a verdade. Se foi mentira, foi para ele, porque o que chegou até mim é a verdade. Eu não sei da história, né? E talvez nem a mãe sabe da história

falo assim: "Olha, não sei não, mas para mim ele falou a verdade. Se foi mentira, foi para ele, porque o que chegou até mim é a verdade. Eu não sei da história, né? E talvez nem a mãe sabe da história e fala que não é, né? Então ele representa a verdade, a sabedoria, o amor que transcende limitações físicas e ilumina a consciência. Passa disso aqui, passa disso aqui, né? A luz que ilumina todos os corações, que é o nosso tema, é no contexto espírita um símbolo profundo da presença divina que habita em cada um de nós. Olha aí, profunda. É um símbolo profundo da presença divina. Todos somos luzes. Por isso que Jesus disse, todos vós sois luzes. Todos vós poder fazer milagre. Todos vocês são sal da Todos nós somos sal da terra. Sal, aquele sal horrível, né? Que salgou, não presta mais. Vamos jogar fora de jeito nenhum. É aquele sal que tempera. Eu não gosto de sal, mas de vez em quando eu ponho um pouquinho, aí eu falo: "Nossa, mudou, mudou o gosto. Mudou o gosto." É o sal que tempera, é o sal que dá aquele paladar como o açúcar dá, né? Ele ele não modifica o gosto não, ele acentua o gosto. Então nós não, esse sal é para que a gente fica vivo, para que a gente fica aí que seja luz. Quando você bate o olho, você fala assim: "Nossa, que pessoa iluminada", né? Eu vejo por aqui, às vezes quando alguém dá um sorriso, quando alguém presta atenção, eu falo: "Nossa, olha que olha que coisa boa que vem de lá. Um dia vocês vão estar aqui, eu tenho certeza. E aí vocês vão poder aproveitar tudo que vem daí, tá? Essa luz não é externa, ela não é, não é um farol, não é uma luzinha aqui que para gente poder enxergar, é uma luz que a gente não tem como explicar, viu? E fala e gosta. A gente gosta, não importa a idade, não importa o tamanho, não importa nada, mas você olhou, às vezes passa alguém na rua, você bate o olhar, aquilo te traz assim uma serenidade grande. Às vezes você até vira para olhar, às vezes o outro pode não entender isto, né? Mas não tem problema, ele não entendeu. O problema é

rua, você bate o olhar, aquilo te traz assim uma serenidade grande. Às vezes você até vira para olhar, às vezes o outro pode não entender isto, né? Mas não tem problema, ele não entendeu. O problema é dele, não de você. É porque aquilo ali trouxe um bem-estar, veio de encontro com aquilo que você tem. que é luz, né? Parece que falou o farol, né? Que não é farol alto. Não é farol alto porque não é de luz, de carro, é uma troca. Às vezes até a outra pessoa deu uma risadinha, né? Um sorriso leve, é a comunicação de luzes, né? Não é externa, mas interna, acessível a todos que buscam o autoconhecimento e elevação moral. Para que essa luz se resplandeça, nós temos que ter conhecimento, pelo menos da gente. Se eu não me conheço, que que eu sei? Eu chego numa casa, eu sei onde tá o interruptor? Não. Então, como que eu vou acender a luz? Aí eu fico batendo na parede até achar, né? Agora nós podemos nos conhecer. Onde é que dói mais, onde que dói menos, onde eu posso ser mais generosa, onde que eu não posso, onde o o Carlo me aperta, onde que ele não me aperta, aí eu vou trabalhando. Ah, me aperta nesse lugar. Então esse lugar é um ponto frágil, então eu vou procurar acender mais luz naquele local para que ele fique mais iluminado, né? e elevação moral, começar a trabalhar essa moralidade nossa, né? Essa essa porque nós às vezes adquirimos alguns hábitos que nos leva, porque todos nós somos filhos de Deus, então temos o o DNA, né? Temos a centelha dele dentro de nós. Então nós somos indivíduos bons, mas às vezes por alguma coisa a gente esquece daquilo e fica trabalhando na parte negativa nossa, né? Então, já tá, já a luz já acendeu lá, então a gente já tem que terminar essa luz também. Eh, essa luz é também a inspiração dos bons espíritos. Aí eu adorei, né? Porque a gente adora ajuda, né? Quando todas as vezes que nós temos uma predisposição a melhorar, nós temos uma equipe para nos ajudar. Quando nós temos essa predisposição de fazer uma faxina geral, né? levar essa luz em nosso coração. Nós temos aqueles

que nós temos uma predisposição a melhorar, nós temos uma equipe para nos ajudar. Quando nós temos essa predisposição de fazer uma faxina geral, né? levar essa luz em nosso coração. Nós temos aqueles que vem ajudar com vassourinha, com isso, com pano para limpar, para dar brilho, para jogar um um perfuminho e aí a gente fica bem. Por isso que a gente fica bem aqui, por isso que a gente sai bem aqui. Quem é que lembrou de algum problema depois daqui? Ninguém, né? Ninguém lembrou que tá precisando de ir. Rute já falou demais, já tá na hora de tomar Páscoa embora. Não, é o, é o perfumezinho, sai todo mundo bem. Mas vamos conservar igual uma casa. Não vamos sujar, não vamos jogar, deixar lixo lá dentro, não. Vamos botar o lixo onde que ele tem que estar. Não vamos pegar o lixo do outro, não. A gente tem essa mania, né? Eh, inspira inspiração dos bons espíritos após a transformação moral. Ao depois que a gente acontece essa transformação moral, a gente entra num estado de sabedoria e de amor tão grande que a gente não consegue cometer alguma falta. Sai daqui e deixa um carro fechar vocês ali. Não tem reação, ainda não tem. Tá sobre o efeito da luz divina. Por isso que a gente tem que permanecer. Então, hora que tá difícil, nós falamos isso, é fazer campo de bênção, né? Campo de bção. Hora que eu vejo que eu posso irritar, mas sair do passe e tal, é lá paraas 10, 11 horas, começa, faça uma oração. Quando eu começo a já ficar desfalcada dessa luz, faço uma oração e faço Jesus, ó, me ajuda a continuar no bem-estar que eu estava desde que eu tomei o passe, né? Assim, a luz que ilumina todos os corações pela ótica espírita nos convida a despertar para a nossa própria essência divina. Vamos acordar, gente. Nós somos filhos de Deus. Nós temos centelha divina aqui dentro, né? Nós somos essa essência do pai a deixar que essa luz nos guie escolhas diárias. Eu escolho pela minha cabeça, né? Assim que a gente fala, eu escolho porque eu gosto é disto. E a cabeça, como diz o Dr. Wes

somos essa essência do pai a deixar que essa luz nos guie escolhas diárias. Eu escolho pela minha cabeça, né? Assim que a gente fala, eu escolho porque eu gosto é disto. E a cabeça, como diz o Dr. Wes às vezes pela cabeça de porco, né? Ele brinca muito, né? Que a cabeça de porco não tá pensando, eu tô pensando no bem-estar meu, né? Eh, guia nas nossas escolhas, ele e espalha a outros. Quer dizer, além de eu escolher, além de eu beneficiar, eu tenho que retribuir, eu tenho que passar paraa frente. Não dá para ficar só comigo, porque aí eu entro no egoísmo, né? Assim a gente pratica o bem e busca a nossa evolução, que é isso que a gente quer, né? Evoluir. Mas evoluir de que jeito? Deixando a luz guiar nossos corações, não deixando a luz do outro nos guiar. Ela pode nos ajudar por muito pouco tempo, mas a luz que me guia mesmo é a minha. Ah, eu não tenho luz ainda suficiente. Vou trabalhar para que tenha trabalhar, né? Mudar os hábitos, trocar muitas coisas, aceitar melhor as a as ofensas que vem de lá. fala is é dele, não é meu. A, ele fala e a gente engole. A gente engole, né? Então é mais ou menos isso. Tem muita coisa de falar de luz, de coração, né? Mas uma um bom dia para vocês, um beijo no coração, que a que as nossas luzes se cruza aqui e saímos daqui muito bem. Não é melhor do que chegamos, não, mas muito, muito bem. Um bom dia. Agora que estamos mais leves, mais tranquilos, mais sorridentes, lembrando dessas palavras carinhosas, né, de elevarmos a luz conosco, eu vou sugerir que fechemos os olhos. Vamos trazer essa luz aqui dentro do nosso coração. Vamos agradecer por essa oportunidade de ouvirmos, de aprendermos, de construirmos a serenidade dentro de nós. Agradecer porque ela pode se espalhar à nossa volta. agradecer a esse pai amoroso que nos permitiu sermos um cadinho melhores, que nos construiu no amor. Agradecer a Jesus que não desiste de nós até hoje, que está ao nosso lado nos amparando, nos amando com tanto carinho. Agradecer a Dr. de Menezes, médico

m cadinho melhores, que nos construiu no amor. Agradecer a Jesus que não desiste de nós até hoje, que está ao nosso lado nos amparando, nos amando com tanto carinho. Agradecer a Dr. de Menezes, médico dos homens, médico dos pobres, médico de nós todos. Agradecer a don Ivone, essa senhora que eu amo, que nos ensina que é possível reconstruir seus passos. cada um de nós e aprendermos a amar. Muito mais serenos, muito mais tranquilos e bastante agradecidos pela oportunidade que tivemos, nós vamos pedir licença para encerrarmos este primeiro momento, dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, vocês veem que eu fico aqui com o celular, mas é porque eu também tô conversando com as pessoas que estão nos assistindo pelos meios de comunicação e agradecer a elas por nos assistirem, né, pelos meios de comunicação, porque todos nós acabamos tendo oportunidades diversas. E antes que vocês vão pro passe essa energia de amor, eu vou dizer a vocês que a casa ela oferece o acolhimento que nós chamamos de atendimento fraterno. de segunda a sexta, de 8:30 às 10:30 e de 15:30 às 21 horas, sendo que na sexta tem um plus, tem uma coisinha mais, porque vai até começa mais cedo, começa às 13:30. Olha que delícia. Sábado de 10 às 11:30 e de 15:30 às 19:30. E já voltamos, eu vivo falando isso, voltamos a trabalhar também no domingo, no domingo à tarde, de 17:30 às 19:30. Mas se porventura você não mora aqui na nossa cidade, não mora em Brasília ou não tem possibilidade de vir pessoalmente, também não tem problema. Nós temos o atendimento online de segunda a sexta. É só encaminhar um e-mail. Eu vou dizer o e-mail, mas quem qualquer coisa é só acessar até pelo celular a comunhão espírita, vai no atendimento fraterno que lá ensina tudo. Eh, dal@comunhãoespíritatudojo.org.br. Então, sejam bem-vindos. Se precisarem conversar, nós estamos aqui e podem ter certeza, o que se fala num atendimento fica no atendimento que foi realizado. Outra coisa é que nós temos ainda três grupos lindos, diferentes.

s. Se precisarem conversar, nós estamos aqui e podem ter certeza, o que se fala num atendimento fica no atendimento que foi realizado. Outra coisa é que nós temos ainda três grupos lindos, diferentes. Nós temos o grupo que nós chamamos de grupo acolher. Olha que nome lindo. Eh, para nós todos temos um cadinho, para não dizer às vezes muito, de ansiedade. E esse grupo, ele nos ajuda a trabalharmos isso em nós próprios. Eles funcionam quinta e sexta às 19 horas na sala 13. também na sala 13, mas aí segunda e quarta, nós temos o grupo que auxilia tanto aos familiares quanto aqueles que, porventura tenham problemas com vícios, com dependência química, porque é difícil, gente, na hora que a gente embarca, normalmente a gente embarca muito no momento de dor e depois tem dificuldade para sair e para conviver. Então esse grupo ajuda nisso também é segunda e quarta também nessa bendita sala, a sala 13. Mas aí tem um outro que é uma paixão que nos ensina a olharmos para nós próprios com mais carinho, com mais amor, principalmente quando nós estamos desistindo de nós ou se temos familiares, amigos que desistiram. é o grupo Viver também às 19 horas na sala 14. E eu não vou deixar de pedir ajuda. A casa também precisa de auxílio, porque essa casa sustenta mais de 300 famílias, além de sustentar, ajudar ao sustento, né, no sustento, ajuda no sustento dessas famílias, também auxilia aos moradores de rua, que vem toda sexta-feira aqui para bater um papo, para tomar um banho, para ter uma conversa fraterna. auxilia outras casas espíritas que são menores e não tem tanto fluxo quanto o nosso. Então, agradeço a cada um de vocês. E agora nós temos um presente, né? Nós temos a Denise ali sentadinha esperando que vai convidá-los para irem pro passe, que é essa energia de amor. Quem nos assiste pelos meios de comunicação pode tomar o virtual, sem problema. Yeah.

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