A LUZ DA VERDADE - Ricardo Honório [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/01/2026 (há 2 meses) 46:15 554 visualizações

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Transcrição

buscando a ti, Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi. Qual o valor dessa missão? Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, [música] vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. >> Obrigado [música] a comunhão espírita de Brasília. >> Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília nessa tarde de segunda-feira. Eh, estamos aqui com o nosso irmão Ricardo Honório, que vai nos trazer o tema Luz da Verdade. E vamos, queremos também, eh, agradecer a presença daqueles que nos ouvem através dos nossos canais, a, do YouTube, do Facebook, do da TV Comunhão, que possam sempre estar conosco para podermos levar esse o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Não esqueçam de ativar as suas notificações, se inscrever na página para poder deixar os seus comentários e no final, se gostaram da da palestra, deixam o seu like, que é o seu aplauso. Muito obrigado a todos. Convido a participarem conosco aqui e aqueles que estão aqui presentes no auditório Bezerra de Menezes, sejam muito bem-vindos, encarnados e desencarnados, para essa tarde de estudo. Vou fazer uma breve leitura de harmonização, a prece inicial e passar a palavra para o nosso irmão Ricardo Honório. Temos aqui esse livro, Conselhos Úteis. Ele é psicografado por Hilda Pereira, ele é ditado pelo espírito Hilda Pereira Magalhães, psicografado pela sua filha Hilda Alonso. Dona Hilda, trabalhadora da casa, que também temos o livro dela, Recados de Anacleto. E a dona Hilda nos traz a seguinte mensagem: "Em defesa do bem e do amor, segue o teu caminho para onde te levar a dedicação à causa do bem e do amor. Que te faça feliz ventura alheia, mas que não te aflija todo sofrimento com que defrontares. Erva-te para as tuas próprias angústias e quanto ao mais ajuda aos teus companheiros de jornadas, sem sucumbires com eles ao peso de suas dores e fraquezas. Procura o trabalho, mas não o suplício de que nada te aproveita.

próprias angústias e quanto ao mais ajuda aos teus companheiros de jornadas, sem sucumbires com eles ao peso de suas dores e fraquezas. Procura o trabalho, mas não o suplício de que nada te aproveita. Busca o serviço, não a sobrecarga necessária. Deves consertar conservar-te saudável, física e mental, para que nos momentos úteis esteja sempre à disposição para a atividade que se impõe. É dever teu manter a saúde e o equilíbrio para que possas usá-los quando as façam necessários. E guarda dias melhores quando terás a recompensa que o Senhor reserva aos seus filhos que souberem bem utilizar as oportunidades que lhes forem oferecidas. Conselho Úteis, Hilda Pereira Magalhães, psicografado por Hilda Alonso. Vamos agora nos colocar à disposição da espiritualidade maior que trabalha neste os responsáveis espirituais por este momento, por este trabalho das 18 horas. Dr. Bezerra de Menezes, diretora espiritual dessa casa, que conduz todos os trabalhos espiritualmente, que acolhem, consolam esclarece a luz da doutrina espírita. Fechando os nossos olhos, possamos nos colocar diante de nosso pai amado, Deus, pai de infinita bondade, causa primária de todas as coisas, inteligência suprema, dizendo: "Ó Pai, obrigado por mais uma oportunidade de estar aqui nesta casa de oração pelo bom ânimo, sabendo que teremos aflições e dores, Mas que aqui, pelas orações, pelas preces, à luz da doutrina espírita, eu busco o esclarecimento e o conforto e a força para superá-las, para suportá-las, para usá-las como oportunidades de evolução espiritual. ao nosso mestre amado Jesus, que trouxe a boa nova, que trouxe os seus ensinamentos pelo exemplo como guia e modelo, a nossa mãe santíssima Maria de Nazaré, com toda a sua simplicidade e sabedoria, que acompanhou o seu filho até os seus momentos finais encarnados aqui na terra e hoje trabalha pelos nossos irmãos. que se antecipam na partida ao plano espiritual. Te pedimos, ó Mestre, clareza nos pensamentos, que o nosso irmão Ricardo Honório possa receber as

os aqui na terra e hoje trabalha pelos nossos irmãos. que se antecipam na partida ao plano espiritual. Te pedimos, ó Mestre, clareza nos pensamentos, que o nosso irmão Ricardo Honório possa receber as inspirações do alto e assim nos damos por inicial essa primeira etapa, dando graças a Deus e graças a Jesus. Meu irmão, boa palestra, que os bons espíritos lpirem. Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Vamos começar agora mais uma reflexão sobre temas do Evangelho, sobre temas que a doutrina espírita nos oferece, tendo em vista sempre o nosso aprimoramento intelectual, o nosso aprimoramento moral, para que tenhamos um comportamento no nosso dia a dia sempre mais próximo daquele idealizado, proposto e demonstrado por Jesus, nosso mestre e guia. O tema da nossa reflexão da tarde, a luz da verdade, está no capítulo 173 do livro Fonte Viva, autoria do Emanuel, pela psicografia do Chico Xavier. E neste capítulo, o Emanuel traz um trechinho do Evangelho do João, um trecho já bastante conhecido de todos nós. Aquele que diz: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". E eu já falei aqui outras vezes sobre esta frase do Evangelho de João. E a gente sempre se pergunta, mas de que verdade o João está falando? Qual é a verdade? Então, o Emanuel em seu comentário dessa passagem diz o seguinte: "Não seremos libertados pelos aspectos da verdade, aspectos da verdade, nem pelas verdades provisórias de que sejamos detentores no círculo das afirmações apaixonadas a que nos inclinemos. Muitos de nós em política, em filosofia, em ciência, em religião, nos afeiçoamos a certos ângulos da verdade e transformamos a nossa vida numa trincheira de lutas. a pretexto de defender essa verdade quando não passamos muitas vezes de prisioneiros de um ponto de vista. Vamos dar uma paradinha aqui. Olha a importância disso que o Emanuel nos traz no capítulo 173 do livro Fonte Viva. Muitas vezes nós nos prendemos a determinados aspectos da verdade. E por que que nós nos prendemos a

aradinha aqui. Olha a importância disso que o Emanuel nos traz no capítulo 173 do livro Fonte Viva. Muitas vezes nós nos prendemos a determinados aspectos da verdade. E por que que nós nos prendemos a determinados aspectos da verdade e não a verdade completa? Por que muitas vezes nós nos trincheiramos sobre essas pretensas verdades e brigamos por elas muitas vezes sem querer saber da verdade completa. Estão lembrando de alguma coisa? E o Emanuel, apesar desse livro ter sido escrito no início do século passado, continua atualizadíssimo e ele traz aqueles aquelas quatro áreas da nossa vida onde mais nos entrixiramos uns contra os outros, cada um com o seu aspecto de verdade, cada um com o seu quinhão. de verdade e acabamos por iniciar e manter lutas muitas vezes centenárias. Quais são as áreas? política, filosofia, ciência e religião. Quando eu estava lendo, quando eu li esse trecho, me veio à mente uma história que é provável que alguns de vocês, se não todos, já conheçam, daqueles quatro cegos que não conheciam o elefante. Lembram disso? tinham quatro cegos, quatro homens cegos. Eles nunca tinham tido contato, não conheciam, não tinham ideia do que era um elefante. Então eles foram levados ao zoológico e chegando lá, cada um dos quatro se aproximou de uma parte do elefante. Então o primeiro foi lá e pegou na tromba do elefante e ficou lá maravilhado segurando a tromba do elefante. O outro foi na no braço do elefante e abraçou-se com o braço do elefante. Nossa, que bacana é o elefante. O terceiro foi por um dos flancos, um dos lados do elefante, e teve contato ali com a barriga do elefante. Nossa, o elefante é isso. Então, o quarto foi por trás do elefante e pegou na calda do elefante. Nossa, que bacana. Agora eu conheço o elefante. OK. Voltaram para casa e no meio do caminho um deles comentou: "Pois é, precisamos esperar tanto tempo para conhecer o elefante". E o outro disse: "Pois é, fiquei, estou muito satisfeito". E começaram os comentários até que o primeiro disse assim: "Eu eu estou

u: "Pois é, precisamos esperar tanto tempo para conhecer o elefante". E o outro disse: "Pois é, fiquei, estou muito satisfeito". E começaram os comentários até que o primeiro disse assim: "Eu eu estou surpreso porque eu nunca pensei que o elefante fosse daquela forma comprida, parecendo uma cobra e se movia a todo tempo. E aí o segundo disse: "Cobra se movendo?" Não, isso não é o elefante. O elefante ele é como uma estaca enfinhada no chão. Ele é firme. Eu abracei o elefante, eu senti o elefante é assim, não tem nada de coisa se balançando. E o terceiro disse: "Vem cá, o que é que vocês viram então?" ou melhor, "Com que foi que vocês tiveram contato?" Porque o elefante não é nada disso. O elefante ele é grande. Eu tentei abraçá-lo e não consegui. E aí o quarto disse: "Definitivamente vocês não conhecem o elefante, porque o elefante não é nada disso. O elefante ele é fininho, tem um capucho de pelo no final. Ou seja, um falava da tromba, o outro falava do braço, o outro falava da barriga do elefante e o outro falava da calda do elefante. E segundo conta a história, esses cegos continuam brigando até hoje, cada um com uma parte da verdade. Não parece muitas vezes nós defendendoos as nossas ideias políticas, defendendo as nossas compreensões filosóficas, defendendo inclusive orientações científicas. E não fica de fora as intermináveis discussões religiosas, cada um com a sua verdade. O Emanuel nos chama atenção para isso. Precisamos trabalhar as nossas verdades em conjunto para ver se um dia a gente consegue ter acesso, enfim, à verdade verdadeira. Muitas vezes nós lutamos, nós brigamos, nós criamos contendas uns com os outros porque agimos da mesma forma que os personagens dessa história. É incrível nós vermos, inclusive dentro do movimento espírita, discussões muitas vezes acaloradas do mesmo jeito. E eu fico pensando, vem cá, será que a gente conheceu o mesmo espiritismo? Será que cada um de nós não tá perdendo, pegando uma parte da verdade e achando que essa parte é o todo? Eu

s do mesmo jeito. E eu fico pensando, vem cá, será que a gente conheceu o mesmo espiritismo? Será que cada um de nós não tá perdendo, pegando uma parte da verdade e achando que essa parte é o todo? Eu não consigo compreender uma defesa da doutrina espírita se não for para a comunhão de pensamentos, mesmo que não concordemos 100% um com o outro, mas que tenhamos a sabedoria de unir forças, tendo em vista a construção do bem e jamais nos permitirmos contendas que não nos levarão a nada, apenas ao sentimento de dizer no final da discussão, eu tenho razão. É só isso que nos resta quando a gente empreende discussões dessa natureza. Mais à frente, o Emmanuel nos diz: "Muitos aceitam a verdade, estendem-lhe as lições, advogam-lhe a causa e proclamam-lhe os méritos. Entretanto, a verdade libertadora é aquela que conhecemos na atividade incessante e eterna do bem. recentemente, numa conversa que acabou ali saindo do nível de conversa, já estava uma discussão e eram estávamos em três e chegou um momento que eu comecei a dizer: "É verdade, você tem razão, você tem razão." E um deles ficou chateado. "Por que que você tá dizendo que eu tenho razão?" Eu digo porque você tem razão. Você não está querendo discutir? Eu falei: "Não, não tô querendo discutir." Então, você está abrindo mão de defender o seu ponto de vista, palavrinha que o Emanu utilizou aqui, né? E eu falei, eu não tenho, eu não sinto nenhuma necessidade de defender o meu ponto de vista. O máximo que eu posso e até devo fazer é mostrar o meu ponto de vista quando estiver envolvido numa conversa, numa discussão. Eu penso desse jeito. E a você, ao outro, cabe dizer: "Eu não concordo com o teu ponto de vista. Eu penso desse outro jeito. Tá resolvida a questão. Tá resolvida a questão. Nós não temos que ter a preocupação nem a pretensão de querer convencer o outro que o meu ponto de vista é melhor, mas perfeito, mas verdadeiro. Porque como diz, é apenas um ponto de vista. E alguém já disse que todo ponto de vista é a vista de um ponto.

querer convencer o outro que o meu ponto de vista é melhor, mas perfeito, mas verdadeiro. Porque como diz, é apenas um ponto de vista. E alguém já disse que todo ponto de vista é a vista de um ponto. Tem o texto inteiro pra gente ler e compreender. O meu ponto de vista é a vista de um ponto. O meu ponto e eu tenho que dar a todo outro, a todos os outros o direito de terem os seus pontos de vista. Mas o colega, ele não queria só afirmar o seu ponto de vista. Ele queria continuar na discussão para que no final ele dissesse: "Eu tenho razão. Como eu abri mão da disputa?" Ele ficou chateado porque aí ele não ganhou a discussão com as armas dele. Não, eu quero brigar, eu quero continuar na discussão. Digo não. E desde criança eu já ouvi um ditado que diz que quando um não quer, dois não brigam. Que sejamos esse um de nunca aceitarmos uma discussão que não leve no final dela a um bem. E quando eu digo ao bem, não é o meu bem, bem comum. Então, quando nós, quando eu conversei, mostrei o meu ponto de vista, do porquê do meu ponto de vista, ele parou e disse: "Você tem razão." Muitas vezes nós enveredamos por discussões apenas com o intuito de confirmar o nosso ponto de vista. Não precisamos mais disso. Nós não precisamos mais disso. Mesmo porque nós não temos ainda acesso por várias razões, mas a principal dela. Nós não temos condições ainda. Nós não temos instrumentos cognitivos, intelectuais, de conhecer toda a verdade. Nós estamos no caminho. Porque se nós pudéssemos nos arvorar e afirmar que nós já somos capazes de compreender toda a verdade, a verdade que está ao nosso alcance, nós não estaríamos mais aqui nesse planeta, já teríamos galgado outros mundos melhores. Então, nós estamos trabalhando ainda para conseguir entender, compreender, aprender a verdade, as verdades que o evangelho nos traz. E aí eu pergunto, nós já compreendemos tudo? Nós já assimilamos toda a verdade que Jesus nos trouxe? E para espanto de muitos, nós não compreendemos ainda sequer as verdades trazidas

angelho nos traz. E aí eu pergunto, nós já compreendemos tudo? Nós já assimilamos toda a verdade que Jesus nos trouxe? E para espanto de muitos, nós não compreendemos ainda sequer as verdades trazidas 18 anos antes do Cristo. As leis mosaicas. Quem aqui pode dizer que cumpre fielmente os 10 mandamentos da lei mosaica? Quem de nós pode dizer que já cumpre totalmente, perfeitamente a primeira revelação? Moisés. Mas depois de Moisés, nós já temos as verdades reveladas pelo Cristo. Olha, a gente tá devendo da primeira, está tentando compreender a segunda. Aí Jesus disse: "Olha, tem mais coisa para dizer, mas eu não vou dizer agora não, mas depois eu vou mandar um consolador para dizer para vocês do que eu não tô dizendo agora. 1800 anos depois vem a doutrina espírita. Aí porque nós somos espíritas, alguns se acham detentores de uma verdade suprema. Aí basta 5 minutos de convivência com as pessoas e a gente começa a ver, mas cadê? Se espremer não sai muita coisa. Então essa nossa conversa de hoje é para fazer a gente se situar na nossa verdade. Vem cá, conversando cá comigo. Qual é a minha verdade? O que é que eu já entendo? O que é que eu já compreendo? Quando eu digo compreendo, é aquilo que eu já entendi e vivo e vivencio. Da primeira, da segunda, da terceira revelação. Qual é a verdade que eu já aprendi? Isso para que a gente tenha uma ideia do tamanho da nossa autoridade. Quando quisermos confrontar o outro, impor o nosso ponto de vista, a gente vai ver que a nossa autoridade em termos de conhecimento da verdade, ó, bem pequenininha. Então essa reflexão que nós estamos fazendo é para que nós desenvolvamos um pouco mais a nossa humildade. Sejamos mais humildes, mais pé no chão, como se diz. Porque aqui a culá a gente se arvora, a gente acha que não, eu sou espírita, eu sou palestrante espírita, ó. muita grandeza, né? Palestrante espírita não é para qualquer um não, realmente não é. Não é só para quem é muito devedor e precisa aprender muito. Não se enganem. Eu, pelo menos, não posso falar pelos

muita grandeza, né? Palestrante espírita não é para qualquer um não, realmente não é. Não é só para quem é muito devedor e precisa aprender muito. Não se enganem. Eu, pelo menos, não posso falar pelos demais. Eu não estou aqui porque sei mais do que vocês. Pelo contrário, muito pelo contrário. Certamente eu estou aqui porque eu preciso aprender mais. E uma das melhores formas de a gente aprender é ensinar, é falar pros outros. Então, o objetivo maior de eu estar aqui falando para vocês não é trazer informações para vocês, é trazer informações para mim. Alguém já disse que o ouvido mais perto da boca do palestrante é o dele mesmo. É o que precisa mais ouvir. E lembrando uma experiência do Divaldo, ele contou que certa vez ele estava um tanto assim reflexivo, pensando que apesar de todo o trabalho que ele já tinha feito, publicação de livros junto com a Joana de Ângeles, e ele estava pensando assim: "Caramba, a Joana manda tantas mensagens, livros, as pessoas ouvem, se beneficiam, mas a Joana nunca teve o cuidado de mandar uma mensagem para mim, especificamente para mim. Joana tava por perto, ouviu a lamentação do Divaldo, manifestou-se para ele e disse assim: "Você tá reclamando de quê, Divaldo?" E ele sabia que não tinha o que esconder dela. Disse: "Não, minha irmã, é que eu estou. Eu tava pensando aqui que você tem mandado tantas mensagens para tanta gente e nunca mandou nenhuma assim diretamente para mim. E ela disse assim: "Você que se engana. Tudo que eu escrevo por seu intermédio é para você. Você publica porque quer, mas é para você que eu estou escrevendo. Veja se aprende com isso. Então, apenas uma demonstração de que todos nós somos aprendizes dessa verdade. E pra gente ter um referencial da verdade que nós devemos buscar, esta frase do Emmanuel, a verdade ela só é libertadora quando ela contribui para o bem comum. Então, sejamos esse foco e esse vetor de disseminação da verdade, não necessariamente em forma de palavras, mas em forma de uma vivência verdadeira,

libertadora quando ela contribui para o bem comum. Então, sejamos esse foco e esse vetor de disseminação da verdade, não necessariamente em forma de palavras, mas em forma de uma vivência verdadeira, para que aqueles que nos vejam percebam que nós estamos agindo, vivendo, nos comportando da maneira com que nós acreditamos. Isso é ética. Esta é a grande reflexão de hoje. Percebermos até que ponto nós já compreendemos a luz dessa verdade, até que ponto eu ainda estou me deixando levar pelo ego? que nem sempre tá interessado na verdade, mas tá interessado na imposição do meu ponto de vista. E neste ano em que nós teremos eleições em nosso país, desde já comecemos a pensar nisso. Não permitamos que as opiniões divergentes das nossas, que os pontos de vista divergentes dos nossos interferiram na nossa harmonia interior. Não permitamos que eles interfiram nas na nossa harmonia interpessoal, nas nossas relações. Vamosamos respeitar todos os nossos irmãos que pensam diferente de nós. Eles têm o mesmo direito que eu. Pensemos nisso. Não permitamos que pontos de vista, por mais brilhantes que pareçam, interfiram na nossa paz. Vivamos a nossa vida de acordo com a nossa compreensão dela e permitamos ao outro viver da mesma forma. para usar uma fala do Chico, ele dizia: "Eu tenho obrigação de ser melhor todo dia, mas eu tenho que dar ao outro direito de ele ser como ele quiser, inclusive e principalmente o direito de pensar diferente de mim. Que isso não seja motivo para atrapalhar nossa amizade, para atrapalhar nossas conversas, para atrapalhar a nossa vida. Até a gente atingir a verdade plena, um dia chegaremos lá. Precisamos conviver com as verdades particulares. Precisamos conviver com os pontos de vista particulares. Todos nós de maneira geral, mas em específico nós espíritas, nós temos a obrigação moral de dar esse exemplo na sociedade. Temos todo o direito de fazer as nossas escolhas, mas não permitamos que essas escolhas nos tragam infelicitações para nossa vida. Saibamos nos nos comportar na sociedade.

r esse exemplo na sociedade. Temos todo o direito de fazer as nossas escolhas, mas não permitamos que essas escolhas nos tragam infelicitações para nossa vida. Saibamos nos nos comportar na sociedade. Saibamos construir uma vida harmoniosa em sociedade, sabendo que uma sociedade é formada por cabeças que pensam diferente uma das outras. Podemos até concordar numa coisa ali acular, mas nem na família nós vamos ter 100% de concordância. Saibamos conviver com isso. A paz não exige pensamentos iguais, 100% de concordância. Não, a paz é a convivência pacífica, respeitando as diferenças que compõe, os diferentes que compõem a sociedade. A casa do caminho lá em Jerusalém, criada por Pedro, Tiago, tinham divergências enormes. Leiam, quem não leu ainda o livro Paulo e Estevão, as divergências que tinham. Mas o Pedro sempre chamava atenção. Não podemos perder a unidade. Não podemos perder a nossa união. Podemos divergir em ideias, mas não podemos divergir no caminhar na direção da luz. da paz e do amor. Que essas experiências nos tragam reflexões para o nosso dia a dia. Isso é a doutrina espírita. A doutrina espírita não é uma doutrina escatológica, ou seja, que nos prepara para uma vida apenas depois da morte. Não, a doutrina espírita quando ela é bem compreendida, ela é útil para a vivência imediata. O espírita vive a paz do espiritismo de imediato. Não é depois que morre. Depois do desencarne. É outra história. São as consequências do que estamos fazendo aqui agora. A vida está aqui agora. A existência física tá aqui para isso. Aproveitemos a oportunidade da reencarnação. Aproveitemos a oportunidade de sermos espíritas. Aproveitemos a oportunidade de termos momentos como este, que nos favorecem a reflexão de pontos importantes para o nosso bem-estar individual e coletivo. Muito obrigado pela atenção de vocês. Espero ter contribuído. E para finalizar a nossa tarefa, convido a todos aqueles que assim desejarem fechar os olhos. para fazermos a nossa prece de encerramento. Que neste momento possamos elevar mais

spero ter contribuído. E para finalizar a nossa tarefa, convido a todos aqueles que assim desejarem fechar os olhos. para fazermos a nossa prece de encerramento. Que neste momento possamos elevar mais ainda o nosso pensamento a Deus, nosso pai, a Jesus, o nosso mestre, nosso irmão, nosso amigo incondicional de todas as horas. Pensemos também em Maria de Nazaré, mãe de Jesus, mãe amorosa e atenciosa, que assumiu a maternidade de todos os filhos de Deus, colocados nesta terra em processo de aprendizagem e de crescimento moral, intelectual e espiritual. Mãe Santíssima, continua derramando teu manto de paz, de amor e de fraternidade sobre todos nós. Irmãos, aqui representados pelo Dr. Bezerra de Menezes e tantos outros, continua conosco, nos dando toda a sustentação de que precisamos para nos manter firmes nesta caminhada de aprendizado em busca da verdade. trazida pelo Cristo. E que Deus mantenha sua misericórdia sobre todos nós, almas ainda pecadoras, mas ansiosas e carentes do teu amor e da tua verdade. Que assim seja em nome de Deus e em nome de Jesus. Muita paz para todos. Queremos agradecer ao nosso irmão Ricardo Honório pelas reflexões, aos ouvintes aqui que nos contemplam com seus comentários. ao Cris, eh, Isabel, Francisco e a todos aqui. Sejam todos bem-vindos. receba as nossas vibrações e possamos agora, não peço que não desconectem, fiquem ligado para o passe virtual e aqueles aqui presentes se preparando para o passe, que o nosso irmão Antônio ali já vai chamar, possam aqueles que não vão possam sair em silêncio para aqueles que vão tomar passe e possam ficar em oração, se preparando para nos colocarmos à disposição. Peço que mantenham com seus celulares no modo silencioso para entrarem na cabine. Não tenho nenhuma interrupção. Uma boa semana a todos. Que a paz do Cristo esteja com vocês. Pode chamar, Antônio. Obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e

vocês. Pode chamar, Antônio. Obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos [música] uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a [música] força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os [música] males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade.

o Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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