A LUZ DA VERDADE - Ricardo Honório [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/02/2026 (há 1 mês) 46:56 545 visualizações

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Transcrição

toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando qual é o tema que ali tá errado. Nunca estamos sós. Nunca estamos sós. Boa tarde a todos, boa tarde, noite. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília nesta palestra pública. Hoje é dia 23, obrigado, de fevereiro. Já estamos em fevereiro, hein, gente. Já passou o carnaval, o ano realmente agora começa e hoje começa os estudos sistematizados na comunhão espírita de Brasília. Estamos com os corações em ânimos. Começa o, então mais um início de ano para nós. Estamos aqui com o nosso irmão Ricardo Honore para mais uma palestra. Qual o tema? >> Nunca estamoss. >> Nunca estamos sós. Um tema bem sugestivo para nós, né? Basta a gente ver esse auditório lotado de desencarnados e encarnados. Vamos fazer uma breve leitura de harmonização e passar a palavra para o nosso irmão. Caiu em mudanças. Não te assustem ou preocupem alguma mudança na tua vida. Algumas alterações dos teus arranjos materiais e dos teus espaços vitais. Isto é transitório, irrelevante e não deve atingir a tua paz, a tua tranquilidade de espírito. Certas transformações não programadas às vezes são úteis e ao contrário do que se pensa, vem abrir nossos horizontes, desvendar melhores perspectivas. Não te esqueça de que o Senhor provê tudo e nada acontece sem a sua divina interferência. Basta que te que entregues a tua vida e de todo e a de todos que te estão ligados nas poderosas mãos de Deus. Ele se encarregará de dirigir tudo e apontar os melhores caminhos para que se acalmem, para que alcance se alcancem bom êxito e melhor proveito. Tens usufruído sempre da assistência divina. Portanto, confia, pois ela não te faltará e continuará presente sempre que primares por agir com acerto, seguindo os preceitos do Evangelho de Jesus, que são calcados no amor universal. Conselhos úteis, ditado pelo espírito Hilda Pereira Pereira Magalhães, psicografado por Hilda Alonso, trabalhadora da casa. Vamos fazer a nossa prece e iniciar a

s, que são calcados no amor universal. Conselhos úteis, ditado pelo espírito Hilda Pereira Pereira Magalhães, psicografado por Hilda Alonso, trabalhadora da casa. Vamos fazer a nossa prece e iniciar a passar a palavra para o nosso irmão. Aqueles que sentirem mais à vontade, que nos ouvem aqui presencialmente, aqueles que nos ouvem pelos nossos canais do YouTube, sejam muito bem-vindos a esta casa, por este canal, que consegue levar o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita a todos os cantos aonde alcançamos. Convido a todos que neste momento se coloquem de olhos fechados aqueles sentirem mais à vontade, dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, Maria de Nazaré, Dr. Bezerra de Menezes, diretor espiritual desta casa, que com toda a sua equipe conduz carinhosamente todos os trabalhos. preparam esse cantinho para quando nós chegarmos estar harmonizado, recebermos essas benéceses, o banquete, recebermos esse amparo que aqui sentimos nessa casa de oração, ó mestre, a comunhão espírita de Brasília, que consola os corações, acolhem as almas e esclarece com essa doutrina espírita que é o nosso farol, o nosso nosso norte, que nos tirou do túmulo e nos trouxe a imortalidade, nos mostrando o caminho que temos pela frente. Que o nosso irmão Ricardo Honório receba as inspirações do alto com clareza nas suas palavras, como sempre. E assim, mestre, que possamos hoje sair daqui um pouco melhor do que chegamos, dando graças a Deus e graças a Jesus. Só quero dar mais um lembrete do celular, que possamos verificar os nossos aparelhos para estarem no modo silencioso ou no modo avião, no modo onde não interrompo, nossa concentração e a fala do nosso irmão. Boa palestra a todos. Boa noite a todos. Que a paz do Cristo seja com cada um de nós. Quero dar as boas vindas a todos que estão aqui no salão Bezerra de Menezes, aqueles que nos acompanham pela TV, pela rádio comunhão e aqueles que nos ouvirão posteriormente em nosso canal no YouTube. O tema proposto para nossa reflexão desta tarde, deste início de noite,

zes, aqueles que nos acompanham pela TV, pela rádio comunhão e aqueles que nos ouvirão posteriormente em nosso canal no YouTube. O tema proposto para nossa reflexão desta tarde, deste início de noite, está no capítulo 73 do livro Fonte Viva do Emanuel, pela psicografia do Chico Xavier. E o título dado ao nosso encontro, nunca estamos só. E o objetivo a ser atingido nesse bate-papo, nesses próximos 30 minutos, é que possamos chegar até aqueles que sofrem, que passam neste momento por aflições, por determinados sofrimentos e fazer com que todos nós reconheçamos a necessidade e a importância da fé, da perseverança e da esperança em dias melhores. Porque conforme diz o autor da carta aos Hebreus, Deus nunca nos abandona. E quando nós nos dirigimos a aqueles irmãos, aquelas irmãs que neste momento possam estar passando por determinadas provações, acabamos nos dirigindo a todos nós. Porque quem de nós não vive, não experiencia nesse ou naquele momento situações que exijam a nossa fé, a nossa confiança em Deus, acima de tudo, a nossa confiança nas promessas do Cristo, a nossa confiança na espiritualidade amiga que nos acompanha e nos acolhe. Então, para que nós possamos desenvolver o raciocínio em cima do tema trazido pelo Emanuel, eu vou ler um trecho do capítulo 73 e na sequência faremos alguns comentários. E o Emmanuel começa assim: Não te julgues sozinho na luta purificadora. Porque o Senhor suprirá todas as nossas necessidades. E aqui já parando para fazer algum comentário, o Emmanuel, ele usa uma palavra que muitas vezes nós não colocamos na nossa realidade. O Emanuel diz que o Senhor suprirá todas as nossas necessidades. Mas muitas vezes nós choramos, nós lamentamos, nós nos enraivecemos, não porque não temos as nossas necessidades atendidas, mas porque nós não temos as nossas vontades atendidas. Isso já é suficiente pra gente dar uma paradinha e refletir um pouco sobre os motivos, as causas, as razões daquilo que nós classificamos como sofrimento. Eu estou sofrendo em função das minhas

didas. Isso já é suficiente pra gente dar uma paradinha e refletir um pouco sobre os motivos, as causas, as razões daquilo que nós classificamos como sofrimento. Eu estou sofrendo em função das minhas necessidades ou em função das minhas vontades. E o Emanuel prossegue. Ergue teus olhos para o alto e de quando em quando contempla a retaguarda. Se te encontras em posição de servir, ajuda e segue. Recorda o irmão que se demora sem recursos no leito da indigência. Pensa no companheiro que ouve o soluço dos filhinhos. sem possibilidades de enxugar-lhes o proto detente para ver o enfermo, que as circunstâncias enchotaram do lar para um momento, endereçando um olhar de simpatia à criancinha sem teto. Vamos dar mais uma paradinha aqui. Quantas vezes nós não nos consideramos a pior das criaturas? A pior das criaturas no sentido de nos sentirmos abandonados. Quantas vezes já não passou pela nossa cabeça a ideia de que Deus esqueceu da gente? Só pode ter esquecido. Por que que eu sofro tanto? Por que que eu passo por tantas situações me exigindo paciência, perseverança? Por quê? que apesar de eu me esforçar tanto para manter a paz, para manter o equilíbrio, sempre tem alguma coisa acontecendo para me tirar do prumo, para me tirar do sério. Quantas vezes não nos perguntamos por onde anda o meu anjo guardião, que não me guarda, que não me protege? Por onde andam os benfeitores espirituais que tanto se fala na casa espírita? Onde andam todos esses irmãos que não vem o meu sofrimento, que não me vem ao encontro para ajudar-me a carregar a minha cruz. Quantas vezes não blasfemamos contra a misericórdia de Deus, contra o amor de Jesus, contra a atenção dos nossos benfeitores, porque nos julgamos deserdados da nossa paternidade divina. Mais uma vez, a doutrina espírita vem em nosso socorro, jogando luz sobre as sombras da nossa ignorância. E conforme falei há pouco e repito, o capítulo 13 da carta aos Hebreus diz: "Deus nunca nos abandona". Então, se Deus nunca nos abandona, por que que eu passo por essas

as sombras da nossa ignorância. E conforme falei há pouco e repito, o capítulo 13 da carta aos Hebreus diz: "Deus nunca nos abandona". Então, se Deus nunca nos abandona, por que que eu passo por essas situações? Por que que eu sofro tanto? Por que que eu não tenho paz na minha casa? Por que eu não tenho constância, harmonia nos meus relacionamentos? Por que que o meu corpo se ressente tanto de moléstias das mais diversas? É esse o amor que Deus tem para comigo? É essa a proteção? É esse o amparo que a espiritualidade amiga tem para comigo? Mal saio de uma situação inconveniente, já chega outra. Eu não tenho paz. E em momentos como este, ao invés de nós levantarmos a bandeira da fé, a bandeira da esperança, a bandeira da confiança, nós nos permitimos vencer pelas adversidades. Caímos, sucumbimos, jogamos a toalha, como se diz. Por que que isso acontece? Talvez seja, porque conforme disse Jesus, se a nossa fé fosse do tamanho de um grão de mostarda, removeríamos todas essas montanhas de dificuldades da nossa existência, da nossa vida. Mas essa remoção de montanhas não significa afastá-las com uma mão, não significa mantê-las longe de mim. A remoção dessas montanhas se dá pela nossa capacidade de vencê-las. Porque cada uma dessas montanhas que nos acomete no nosso dia a dia nada mais são do que provas para verificar até que ponto já estamos amadurecidos na nossa relação com a divindade. Talvez porque esquecemos que nós estamos ainda no mundo de provas e de expiações. Ainda alimentamos a ideia infantil de que podemos ter uma existência pródiga de alegrias, de momentos felizes, de sucessos profissionais. de sucesso em todos os nossos empreendimentos, esquecendo-se de que cada minuto, cada segundo neste planeta é oportunidade de provas. Esquecemos também de que as provas pelas quais passamos são compatíveis com a nossa necessidade evolutiva. E por isso, em posse da nossa ignorância, olhamos para o nosso colega, que aos nossos olhos sofre menos que eu, e julgamos a parcialidade

is passamos são compatíveis com a nossa necessidade evolutiva. E por isso, em posse da nossa ignorância, olhamos para o nosso colega, que aos nossos olhos sofre menos que eu, e julgamos a parcialidade do criador. Por que que eu sofro tanto e ele ou ela tem uma vida pródiga de bênçãos e de alegrias? Nós nos colocamos na posição de julgadores da justiça divina. A gente não tem coragem de dizer, mas pensa, Deus está sendo injusto comigo. Eu sou uma pessoa melhor do que ele e, no entanto, eu sofro mais do que ele. Onde está a justiça divina? Esquecemos de que a existência física, ela é eivada de oportunidades das mais diversas e cada um responde pelas suas reais necessidades. Por isso que Jesus ressaltou tanto para que nós não julguemos, não julguemos ninguém por uma razão muito simples. Nós não conhecemos o histórico completo de todos nós. Nós não conhecemos o histórico completo de cada um de nós. O vé do esquecimento. bendito nos impede de saber as causas daquilo que eu chamo de sofrimento e que vivo hoje. Esquecemos. Mas é por isso mais uma razão para que nós estudemos filosofia espírita. Mais uma razão para que nós alimentemos a nossa fé, a nossa confiança na justiça divina. Porque os emissários de Deus não erram de endereço. Não erram de endereço. Não se equivocam no tamanho da prova. Cada um de nós recebe a lição no exato tamanho da nossa necessidade. Então, quando nós nos dedicamos ao estudo da doutrina espírita, devemos ter isso em mente. Ser espírita não significa ser mais privilegiado em termos de bênçãos ou de não bênçãos. Ser espírita significa sermos abençoados com a oportunidade de ampliarmos a nossa consciência, de ampliarmos a nossa visão, de ampliarmos a nossa percepção sobre as leis naturais. Porque é só conhecendo as leis que regem a vida no universo, que nós vamos par e passo acessando conhecimentos que nos trarão mais harmonia, mais paz. Não porque não sofreremos mais, mas porque saberemos porque estamos sofrendo. De acordo com a Bíblia, um dos maiores exemplos, se não o maior

ando conhecimentos que nos trarão mais harmonia, mais paz. Não porque não sofreremos mais, mas porque saberemos porque estamos sofrendo. De acordo com a Bíblia, um dos maiores exemplos, se não o maior exemplo de fé, de perseverança, de confiança, é a experiência de Jó. Jó, que era um homem rico, saudável, tinha uma família maravilhosa. E segundo os relatos bíblicos, Satanás propôs a Deus provar a Jó, dizendo: "Ele só te fiel porque ele tem tudo que ele tem". E Deus, conhecendo a firmeza da fé de Jó, segundo o relato bíblico, autorizou o diabo atestar Jó. E ele começou por lhe tirar os bens materiais. Era rico, ficou pobre. E Jó continuou adorando a Deus. tirou a família, tirou seus filhos e Jó continuou firme na sua fé, tirou-lhe a saúde física e ainda mais Jó agradecia a Deus e o venerava até que o inimigo desistiu. que sirva de exemplo para nós aprendizes do amor do Cristo, aprendizes da fé em Deus. Aprendemos a nos comportarmos diante das provas que testam a nossa capacidade de confiar, a nossa disposição para continuar, apesar das adversidades. Quantas vezes nos lamentamos? Quantas vezes desejamos ter a vida do outro, porque na nossa percepção o outro é mais feliz. E como diz aquele ditado popular, a grama do vizinho é sempre mais verde que a nossa. Mas ninguém sabe o trabalho que o vizinho tem para manter a grama verde e podada. A gente só quer a grama do vizinho. Precisamos despertar. Precisamos despertar para uma realidade que muitos de nós ainda desconhecem, que é a realidade da nossa autonomia para definirmos os caminhos e os destinos da nossa vida. Autonomia no sentido de eu tenho a capacidade de fazer as minhas escolhas. As propostas estão aí. Eu cabe a mim escolher os caminhos que quero seguir e a responsabilidade de saber que uma vez escolhido um caminho, é receber com humildade as consequências das minhas escolhas. Muitos de nós, ao contrário de uma experiência autônoma, de decisão própria, de escolha própria dos caminhos a seguir, ainda vivemos numa ética heterônoma,

ildade as consequências das minhas escolhas. Muitos de nós, ao contrário de uma experiência autônoma, de decisão própria, de escolha própria dos caminhos a seguir, ainda vivemos numa ética heterônoma, uma ética, um comportamento onde nós esperamos que todas as nossas necessidades sejam supridas por alguém de fora. Ainda vivemos no engodo, no engano, na perspectiva de que a nossa salvação, e quando eu digo salvação, não estou falando apenas do ponto de vista espiritual, mas a nossa salvação diante da das adversidades da vida sejam sanadas por alguém que vem com uma varinha mágica resolvendo todos os nossos problemas. Muitas vezes inconscientemente ainda esperamos isso. Agora que eu sou espírita, não tenho mais com o que me preocupar. Os espíritos resolverão meus problemas. Basta eu fazer uma prece para o Dr. Bezerra de Menezes, ele que é reconhecido como médico dos pobres, e toda a minha saúde será restituída. É assim. Precisamos saber que muitas vezes aquilo que nós chamamos de doença é, na verdade, a nossa cura. Precisamos reconhecer, despertar, ver de que as doenças elas atingem apenas o nosso corpo físico e que as consequências delas pode ser o aprimoramento do espírito. Então, como espíritas, nós temos a obrigação moral, pela quantidade de informação que nós já temos, de conviver bem com as tais adversidades da vida. Enquanto espíritas, nós temos um compromisso moral pela quantidade de informação que nós já temos, de sermos mais fortes diante dessas adversidades, de não nos permitir sucumbir diante dessas provas, porque como o próprio Cristo já disse, Deus dar a prova conforme a capacidade de cada um. Ou para seguir alguns ditados populares, Deus dá o frio conforme a roupa. Outros dizem que não. Dá a roupa conforme o frio. Dá na mesma coisa. Mas o importante é nós termos a consciência de que tudo o que nos chega está na conta das consequências das nossas escolhas. Os sofrimentos não nos chegam porque Deus quer. Não, Deus não quer o sofrimento de ninguém. Como disse o Pedro,

ciência de que tudo o que nos chega está na conta das consequências das nossas escolhas. Os sofrimentos não nos chegam porque Deus quer. Não, Deus não quer o sofrimento de ninguém. Como disse o Pedro, Deus não quer o sofrimento do pecador, ele quer a sua remissão. Então, se para nos remirmos precisarmos passar por determinados sofrimentos, passaremos pelo sofrimento, porque o sofrimento é a última, é o último step, é a última tentativa da natureza de nos trazer para a nossa realidade. Primeiro vem as lições, primeiro vem os convites, mas como nós somos teimosos, fazemos escolhas equivocadas, quando as consequências vêm, dificilmente a gente coloca na nossa conta essas consequências. colocamos na conta de Deus ou na conta dos tais obsessores. Talvez por isso, já me encaminhando para o encerramento, talvez por isso algumas pessoas não se dão bem com a doutrina espírita do ponto de vista religioso. Não gostam. e não gostam porque a doutrina espírita coloca essa responsabilidade sobre cada um de nós. A doutrina espírita não diz: "Basta você se tornar espírita e tudo se resolverá". Não, nós dizemos em você aceitando a doutrina espírita como a tua bússola, ela vai te dar orientação para que você faça melhores escolhas a partir de agora. Mas as escolhas feitas no passado, essas já estão plantadas. Essas nós temos que colher. E diante da colheita, temos que ter paciência, temos que ter perseverança, temos que ter uma fé pelo menos do tamanho de um grão de mostarda. Porque um fato, o fato é que tudo isso que nós chamamos de sofrimento, um dia vai passar. Tudo vai passar. Nada é para sempre. Pensemos como nós queremos estar daqui a 100 anos, daqui a 200 anos, daqui a 500 anos. Como que eu quero estar? e vamos começar a trabalhar para atingir esse desejo, esse objetivo muito nobre e necessário. Mas nós precisamos cumprir todas as etapas. Então, a partir de hoje, não vamos nunca mais maldizer a dor que nos fere, maldizer o problema que nos afeta. Porque tudo não passa de instrumentos

essário. Mas nós precisamos cumprir todas as etapas. Então, a partir de hoje, não vamos nunca mais maldizer a dor que nos fere, maldizer o problema que nos afeta. Porque tudo não passa de instrumentos para burilar a nossa intimidade espiritual. Tudo não passa de provas, assim como passou Jó, para que nós atinjamos essa esse tamanho de fé, de confiança que precisamos alcançar. Neste mundo todos sofrem, uns de uma forma, outros de outra. Todos passam por provas. O que diferencia é a forma como cada um passa pelas suas provas. Então, nós temos o exemplo do Jó, nós temos o exemplo do próprio Cristo. Mais próximo de nós, nós temos exemplos como o próprio Chico Xavier, Euedes Barzanufo, Bezerra de Menezes, todos passaram por seus momentos de provas compatíveis com a necessidade de cada um. compatíveis com a capacidade de cada um. Nós estamos experienciando as nossas. Então, pensemos sobre isso. Busquemos cativar a fé, a sementinha de fé que está em cada um de nós. Façamos ela crescer, se tornar mais robusta. Alimentemos a nossa confiança e não esqueçamos de alimentar a esperança de que um dia tudo será flores. Mas este um dia depende de cada um de nós. Porque a cota que compete a Deus, essa está sendo feita. Não tenhamos a menor dúvida. A parte dele está sendo feita. A parte que toca aos nossos mentores, aos nossos amigos espirituais, eles estão fazendo, mas eles não podem fazer aquilo que compete a cada um de nós. E o que é que compete a cada um de nós? buscar informação, refletir, construir conhecimento e trabalhar a nossa paciência, a nossa perseverança, a nossa indulgência, trabalhar a nossa capacidade de sobreviver bem a todos os a todos os obstáculos que a vida nos oferecer. E eu não tenho dúvidas. Todos nós estamos capacitados para isso. Busquem a força dentro de vocês que as encontrarão. A força está em nós, aguardando que a gente a desperte para que ela caminhe conosco no sentido da nossa paz e da nossa harmonia. Tudo bem? Vamos agora, aqueles que se sentirem à vontade, fechar os

ão. A força está em nós, aguardando que a gente a desperte para que ela caminhe conosco no sentido da nossa paz e da nossa harmonia. Tudo bem? Vamos agora, aqueles que se sentirem à vontade, fechar os olhos, buscar uma comunhão mais profunda com Deus. Vamos conversar agora com Jesus, o nosso amado mestre Jesus. Ele que disse que nunca nos abandonaria. Ele que prometeu enviar um consolador. E eis que aqui estamos diante do Consolador prometido, nos oferecendo todas as condições para que aprendamos com ele, com o consolador, para que construamos a força que necessitamos para vencer os aprendizados da vida e para que um dia possamos todos nos encontrar, olhar para trás e agradecer a Deus por toda a força que nos deu quando nós pensávamos que estávamos sós. E assim como agora, em todo momento da nossa vida, sempre teremos a companhia de Deus, de Jesus, por intermédio daqueles irmãos que nos assistem diurnamente. Agradeçamos a Deus, a Jesus e a cada um desses irmãos. E é com essa confiança e essa certeza que continuaremos a nossa caminhada. E é com essa devoção que nós pedimos a permissão para encerrar a nossa reflexão de hoje, dando graças a Deus e a Jesus. Que assim seja. Bom, e assim encerramos a nossa palestra de hoje. Nosso irmão já fez a prece. Eu quero dar só um breve aviso. Comunhão Espírita de Brasília convida a todos para o dia 13, 14 e 15 de março o teatro musical da peça Chico Xavier, o anjo das escritas iluminadas. é um musical no qual estaremos apresentando a trajetória de Chico Xavier pela divulgado pela DAC, diretoria de arte e cultura da comunhão espírita de Brasília. Esse espetáculo será no Teatro Nacional Cláudio Santoro, o nosso teatro nacional na sala Martins Pena. Teremos sessões às sextas às 20, sábado e domingo duas sessões às 16 e às 20. Os ingressos, como estão ali no banner, na entrada, é só e colocar a o celular lá no Qcode da Simpla e garantir o seu ingresso, né? São preços bem acessíveis e a comunhão espírita convida a todos aqueles que tiverem interesse em ver o musical da

trada, é só e colocar a o celular lá no Qcode da Simpla e garantir o seu ingresso, né? São preços bem acessíveis e a comunhão espírita convida a todos aqueles que tiverem interesse em ver o musical da vida do Chico Xavier. Estão todos convidados, aqueles aqui presencialmente e aqueles que nos ouvem pelo pelos canais, é só entrar no site do Simpla. Obrigado a todos. Tenham todos uma boa semana. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. O nosso irmão agora Antônio vai chamar para o passe. Obrigado a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de [música] maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada.

ar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de [música] nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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