A Lei de Causa e Efeito: colhemos o que plantamos - com Jessimara Castro

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 09/02/2026 (há 2 meses) 40:09 11 visualizações

Palestra: A Lei de Causa e Efeito: colhemos o que plantamos - com Jessimara Castro

Transcrição

da evangelização com todos os pais e mães. Quem puder comparecer é muito importante que todos possam ir lá, porque ela vai definir, né, como vai ser esse ano letivo com todos vocês aí para que essa evangelização transcorra da melhor forma possível. Então, ela tá convidando todos para uma reunião lá no no prédio da escola, tá? Aos pais. Bom, hoje nós vamos ter mais uma reunião. Queremos lembrar, né, a todos aí também do nosso congresso espírita que se inicia no próximo sábado. Então, quem já tem seu ingresso, vamos lá participar. Vai ser uma atividade muito bonita, tá sendo preparado com muito esmero pela federação e a gente queria que todos participassem quem puder. É uma grande oportunidade de aprendizado e de encontro. Bom, vamos dar início à nossa reunião desta tarde e noite. Vamos agora fechar os nossos olhos, nos concentrarmos para que possamos, através dessa conexão com Deus, podermos receber da espiritualidade maior todos os benefícios necessários que viemos aqui buscar. Que Deus, na sua misericórdia infinita, possa amparar a cada um de nós, trazendo força, fortalecendo a nossa fé, para que possamos caminhar juntos, cada dia melhorando um pouco. Que Deus possa nos amparar e proteger hoje e sempre. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, Senhor. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós devemos perdoar aos nossos devedores. E não nos deixes, Senhor, entregue as tentações, mas livra-nos de todo o mal. Porque vós sois o reino, o poder e a glória para todo sempre. Que assim seja. Bem, é com alegria que hoje a gente tem aqui a Gessimara, que vai falar um pouco para nós sobre a lei de causa e efeito para que a gente possa assimilar um pouco mais. Jessimara é grande trabalhadora da doutrina, está sempre aí conosco tentando trazer um pouco de conhecimento a cada um de nós. Pode vir, Jessimara, a palavra é só com você. Boa noite a todos.

co mais. Jessimara é grande trabalhadora da doutrina, está sempre aí conosco tentando trazer um pouco de conhecimento a cada um de nós. Pode vir, Jessimara, a palavra é só com você. Boa noite a todos. Que a paz e a doçura do nosso querido mestre Jesus possa encontrar morada nos nossos corações na noite de hoje e sempre, para que a gente possa resplandecer essa luz em caridade, em fraternidade, em amorosidade. Meus queridos, eh hoje a gente tem, né, como desafio da noite, eh, falar sobre o plantio e a colheita. Esse plantil e essa colheita a gente também tem como um outro título, né, lei de causa e efeito. Mas antes da gente entrar propriamente nas questões, né, eh eu gostaria de trazer alguns pontos pra gente analisar. Eu acho que se a gente perpassar aí alguns conceitos, se a gente revisar algumas noções que nós temos, vai ficar mais fácil a gente falar do semear e do colher. Então vamos eh buscar aqui. Meu computador não tá abrindo, vou acompanhar aqui com vocês. Eh, vamos buscar então o primeiro conceito que nós temos partindo do que pra gente normalmente é. Por que que eu digo normalmente? Porque o nosso entendimento, o nosso aprendizado, ele vem evoluindo, né? Eh, mas ainda hoje a gente vê muito, muito nas nossas cabeças, nos nossos corações, a seguinte ideia. Para nós ainda é, né, o plantio e a colheita, o que a minha consciência pede no equívoco da autopunição e na ausência do autão. O que que significa isso? Significa que nós ainda acreditamos que todo erro independente da sua dimensão merece castigo, merece punição, né? E aí a gente se encarrega, né, como bons carrascos que nós somos, a gente se encarrega de executar muitas sentenças. na nossa vida. E aí a gente fala assim: "Nossa, mas eh Deus fez ou hã estou colhendo algo sem parar para pensar que muitas dessas vezes é uma culpa exacerbada, é a falta do auto perdão que traz pra gente atitudes nossas mesmo, que faz com que a gente tenha muito mais dificuldades. do que seria o necessário, né? É disso que a gente fala quando diz que a nossa

é a falta do auto perdão que traz pra gente atitudes nossas mesmo, que faz com que a gente tenha muito mais dificuldades. do que seria o necessário, né? É disso que a gente fala quando diz que a nossa consciência tá através do equívoco da autopunição, que é ausência de autoperdão. Eh, no arrependimento que busca também, né, para nós, plantil e colheita, no arrependimento, que busca ações de dor para remissão da culpa pela dor que eu causei ao outro. E onde a justiça amorosa e a misericórdia divina é somente um conceito tópico de um Deus inacessível. Quantas vezes, né, a gente ouve falar que Deus é amoroso, Deus é misericordioso e a gente fala assim: "Ah, mas se fosse eu não tava passando pelo que eu tô passando, né? Não, o equívoco é nosso, né? Por quê? por causa dessa consciência que é exagerada e que não aprendeu a lei de amor. Quer ver uma coisa? Quantos de vocês conseguem associar justiça e amor? Porque a justiça de Deus é uma justiça amorosa? Como assim? Como que a gente junta justiça e amor? É difícil para nós hoje, não é? Mas eu vou mostrar para vocês daqui um pouquinho por que é tão difícil pra gente poder começar a alcançar essa ideia da amorosidade de Deus, o que vai mudar a nossa noção de colheita, OK? Eh, então hoje a gente vai trazer aqui alguns tópicos. Tá funcionando nada. Ah, alguns tópicos. Lei de causa e efeito versus lei de italião. Justiça dos homens versus justiça divina. Erro versus arrependimento, expiação e reparação. Plantilio e colheita. Jess, isso aí é para o o congresso inteiro. Não, eu vou falar brevemente de cada coisa pra gente chegar aonde a gente quer, OK? Então, lei de causa e efeito versus lei de italião. Lei de italião, eu acredito que todo mundo já ouviu falar, né? Aquela lei lá dos nossos antepassados, o primeiro código que a gente pode considerar, que dizia olho por olho, dente por dente, foi um progresso? Claro que foi. Antes, se alguém matava alguém do meu clã, eu podia ir lá e dizimar o clã inteiro, né? Olho por olho, dente

pode considerar, que dizia olho por olho, dente por dente, foi um progresso? Claro que foi. Antes, se alguém matava alguém do meu clã, eu podia ir lá e dizimar o clã inteiro, né? Olho por olho, dente por dente, dizia um por um. né? Maltratou alguém aqui, eu tenho direito de maltratar lá. Então, foi um progresso, sim. Mas hoje, lei de italião não cabe mais. Só que olha a nossa dificuldade de caminhar progressivamente em direção à ideia de justiça amorosa. Nós exercitamos a lei de Talião com a gente mesmo. Por isso que eu falei da nossa dificuldade de autoperdão, dos nossos autoboicotes. Gente ainda acha que todo erro tem que ser pago com dor, com sofrimento, né? E a gente começa a perceber quando a gente vai estudando que não é bem assim. E aí a gente fala de justiça divina, de justiça amorosa. Por quê? Eh, quando a gente começa a falar dessa justiça amorosa, dessa justiça divina, a gente precisa entender a diferença de justiça divina e a justiça dos homens. Quando a gente fala na nossa justiça terrena, a gente continua falando de punição, né? Então, alguém cometeu um crime, vai ser julgado para quê? para ser punido, né? E a gente ainda fala, não, se a justiça do homem falhar, a justiça de Deus há de punir tal pessoa, né? Então, olha como a nossa ideia de justiça é ideia de vingança, não é? Vocês já pensaram sobre isso, né? Sempre que a gente fala em justiça, a gente tá pensando em vingança. E justiça não é vingança. Por isso, a nossa ideia de justiça eh torna difícil de compreender a justiça amorosa de Deus. Sabe por quê? Porque enquanto nós na nosso conceito de justiça humana procura uma forma de fazer o outro pagar pelo erro, uma forma do outro sofrer tanto quanto ele fez alguém sofrer. E nisso a gente vai alimentando a dor, vai alimentando o sofrimento, né? Alguém A fez B sofrer, a gente vai lá, faz o B sofrer para ele poder pagar o mal que ele fez com o A. Só que esse B continua naquela sensação de eh que o mal faz parte da vida, né? Então a gente continua alimentando

sofrer, a gente vai lá, faz o B sofrer para ele poder pagar o mal que ele fez com o A. Só que esse B continua naquela sensação de eh que o mal faz parte da vida, né? Então a gente continua alimentando isso, mas Deus não na justiça divina, o que que ele faz? Ele nos dá oportunidade para fazer melhor, né? Então, vamos trazer isso para uma ideia nossa aqui. Eh, eu, vamos dizer que numa encarnação passada, é um exemplo que eu gosto de usar muito porque acho que ele fica muito claro, né? Vamos supor que na encarnação passada eu fui uma parteira e ajudei a fazer um milhão de abortos. A minha consciência acostumada à lei de italião, ao desencarnar, vai me perdir a eh vai fazer com que eu peça a oportunidade de vir, por exemplo, estéreo, né, numa família cheia de crianças, com um marido que seja louco por crianças. Por quê? Porque eu tenho que pagar com a dor, né? Eu tenho que sentir a ausência de uma família, já que eu impedi tantas crianças de nascer, tantas famílias de se formarem. Essa é a nossa ideia de caus efeito. Essa é a nossa ideia de karma. Essa é a nossa ideia de justiça, né? Agora, como que é a justiça divina? Jess, você foi parteira, você fez muitos abortos. Vamos reencarnar. Eh, e ser uma médica obstetra, né, pediatra, você vai trazer muitas almas ao mundo, você vai cuidar desses pequenos para que eles não pereçam. ou vou ser professora, né, de crianças, vou trabalhar com essas crianças, vou cuidar de um orfanato. Então, eu tenho um milhão de oportunidades para resgatar aquilo que eu cometi, não trazendo mais dor ou vivendo dor, mas trazendo amor, né? Essa é a lei divina, essa é a justiça divina. é oportunidade de fazer o bem para equilibrar o mal. Eh, matei alguém na vida passada, assassinei alguém na vida passada. O conceito que a gente tinha, né, nessa nessa coisa raigada de pagar, de sofrer, então eu teria que vir e morrer de que forma? Assassinado, né? Isso é carma ou é lei de italião? olho por olho, dente por dente, não é? Então, o que que é a justiça amorosa de

ada de pagar, de sofrer, então eu teria que vir e morrer de que forma? Assassinado, né? Isso é carma ou é lei de italião? olho por olho, dente por dente, não é? Então, o que que é a justiça amorosa de Deus? Que que ele propõe? Você vai gerar uma criança e essa criança vai ser aquele que você assassinou. Então, não só você vai dar a vida a quem você tirou, como você vai aprender a amar, dar amor e ter a oportunidade de construir uma realidade completamente diferente para aquele espírito que foi alimentado no mal, agora ele vai ser alimentado no amor. Isso é justiça amorosa, tá? Então, começa a ficar mais claro, né, essa diferença. Então, vamos ver. A justiça dos homens é no sentido de vingança, de pagar. A justiça de Deus nos dá oportunidade para fazer melhor a cada vez, né, para auxiliar aquele que prejudicamos. E aí a gente eh passa então a ver o o próximo ponto, ainda falando dessa ideia, né, de justiça, a justiça humana. Se eu plantei espinhos, nós esperamos a oportunidade eh e acabamos criando autoboicotes, né? Como eu falei, a gente acaba criando situações paraa gente mesmo sofrer que nos levam a derramar o nosso próprio suor e sangue por entre os espinheiros plantados. Já na justiça divina, se eu plantei espinhos, eu recebo a oportunidade de aprender a cultivar o solo sem espinheiros, para que todos possam colher juntos e desfrutar da colheita. Olha que diferença. Olha o que que a gente precisa começar a aprender, né? E agora erro, arrependimento, expiação, reparação, né? Tem tudo a ver com a sequência do que a gente tá falando. Por se eu tô falando que quando eu errei, eu acho que eu mereço ser punido, né? A gente aprende na doutrina divina que a gente tem uma tríade aí que ela precisa ser seguida pra gente evoluir, pra gente caminhar, que é essa tríade, arrependimento, expiação, reparação. O arrependimento é bíblico, né? Ele está não só na Bíblia, mas em muitas outras religiões e crenças, desde os tempos mais remotos. Porque Jesus mandou várias vezes, em vários tempos, em vários

aração. O arrependimento é bíblico, né? Ele está não só na Bíblia, mas em muitas outras religiões e crenças, desde os tempos mais remotos. Porque Jesus mandou várias vezes, em vários tempos, em vários locais, os seus missionários para passar pra gente ideias mais amorosas, né? Mas a ideia do arrependimento, eh, ela fica muito forte no Novo Testamento, né? Porque João Batista já pregava o arrependimento, né? O batismo, a limpeza. Eh, e aí a gente precisa diferenciar arrependimento de remorço. Remorço é aquele que a gente sente quando alguém descobre que a gente fez uma coisa errada, tá? Aí você fala assim: "Hum, não devia ter feito, mas se ninguém tiver olhando, eu faço de novo". Então, o arrependimento, a o remorço, ele não diz respeito à mudança. O arrependimento, sim, o arrependimento tá dentro de mim. Eu não preciso que ninguém veja, que ninguém aponte. É aquele nível de evolução onde depois de ter passado muita vergonha, né, de alguém descobrir as minhas falhas, eu começo a querer não falhar mais por mim. Então esse desejo de não errar é o arrependimento, é uma evolução, é um progresso, né? Depois eu venho com a expiação. Na expiação a gente também tem aquela visão de que é sofrimento. Eu estou espiando as minhas faltas. Só que, gente, expiação tem muito mais a ver com purificação do que com massacre, tá? E aí, o que que significa então arrepender e espiar? Arrepender é aquele desejo genuíno de não errar mais e mais. Eh, quando eu busco a partir daí uma oportunidade para espiar, significa que eu estou no caminho de buscar o perdão. Mas só o perdão do outro, não. O auto perdão. Porque se eu arrependo, se eu quero fazer melhor, eu preciso entender que eu sou capaz de fazer melhor. E para isso eu tenho que perdoar as minhas culpas, senão eu vou ficar massacrando os meus erros e não mudo de atitude, né? Então, expiação tem a ver com essa purificação, com essa vontade de realmente vir e fazer bem feito. OK? é onde a gente hoje ainda acha que fazer bem feito é sofrer, OK? Mas é nos

mudo de atitude, né? Então, expiação tem a ver com essa purificação, com essa vontade de realmente vir e fazer bem feito. OK? é onde a gente hoje ainda acha que fazer bem feito é sofrer, OK? Mas é nos purificarmos. E aí, como que eu eh mostro que eu realmente mudei? Porque arrependimento não é a vontade de fazer melhor, de fazer diferente, não é? Na expiação eu não vou buscar me purificar, acreditar que eu posso fazer melhor. Então, na reparação, eu quero uma oportunidade para fazer melhor, né? Aí, tá, cumpri então essa etapazinha, eu venho com aquela máxima, né, que todos nós conhecemos. O amor cobre a multidão de pecados. Será que essa frase resume o que eu falei até aqui, né? Antes a gente achava que tudo era olho por olho e dente por dente. Assassinei você assassinado e agora eu descubro que se eu assassinei eu posso receber como filho e dar todo o amor do mundo. Então isso tá me dizendo que a justiça divina é uma justiça amorosa, que o amor cobre multidão de pecados. Então, será que se eu plantei o mal na encarnação passada? Eu tenho que colher dor nessa encarnação? Será que a dor que eu estou infringindo a mim mesmo ou que eu pedi na encarna na antes, né, na programação reencarnatória, ela é a solução? Ou será que ela pode me tornar ainda mais amarga? Será que a minha dor hoje não vai fazer outras pessoas ao meu redor sofrerem? Mas Deus diz, o amor cobre multidão de pecados. Deus diz, você pode amar ao invés de sofrer. Você pode doar ao invés de sentir dor, né? Então, o amor cobre multidão de pecados. Então, Jess, você tá dizendo que eu vou colher algo diferente daquilo que eu plantei? Não. A colheita, ela é de acordo com o plantio. O que que acontece? Aonde que tá o equívoco aí? Aonde tá essa esse nó? Não é? é que até aqui a gente tinha plantado eh a semente às vezes errada ou no solo errado, mas por maldade não, por ignorância, não é? Então, por ignorância também a gente tem buscado esse resgate sofrido, né? Mas à medida que eu aprendo que eu preciso amar, que eu preciso ofertar o

errado, mas por maldade não, por ignorância, não é? Então, por ignorância também a gente tem buscado esse resgate sofrido, né? Mas à medida que eu aprendo que eu preciso amar, que eu preciso ofertar o bem, que eu preciso usar das oportunidades para fazer cada vez melhor, isso começa a mudar rapidamente. Quanto mais bem eu faço, mais amor eu planto. Quanto mais amor eu planto, mais amor eu semeio em todos os lugares. E não sou só eu que vou colher, todos vão colher, né? Então tem uma transição aí entre a ignorância, né, do plantilo, da semente equivocada ou do terreno mal arado para realmente uma escolha de uma semente diferente, porque a oportunidade a encarnação nos dá, né? Eh, pode passar. E aí a gente então começa a perceber que a gente precisa parar de falar de amor. Como assim, Jess? É, sabe por quê? Porque agora não é hora mais de falar de amor, agora é hora de amar, de praticar, tá? Eh, essa frase não é minha, tá? Mas eu achei ela linda, então eu uso sempre. Eh, e começar então a amar é plantar amor, né? É sair do falar para o fazer. E se a nossa colheita, independente de qual for, ela é não só para que eu sacie as minhas necessidades, mas também para que todos aqueles à minha volta possam usufruir ou, né, se beneficiar ou serem prejudicados daquilo que eu estou plantando. Se eu planto amor, todos colhem amor. Vamos ver isso na prática. Eh, vamos dizer que eu cometi eh ao extermínio que eu cometi suicídio na encarnação passada, na ideia, né, que a gente tinha de que eu a única coisa que faz eu quitar o meu débito é a dor. Então, vamos supor que eu não sei, dei um tiro no ouvido, né? Aí eu naquela ideia vou fazer minha programação reencarnatória, peço para vir com uma lesão cerebral que eu tenho que espurgar aquilo com dor, né? Então eu lesei o meu cérebro lá atrás, agora eu quero renascer com cérebro lesado para eh eu pagar. Essa era uma ideia antiga que a gente tinha de lei de causa e efeito. A lei, a justiça divina, pera aí, antes de falar de justiça divina,

, agora eu quero renascer com cérebro lesado para eh eu pagar. Essa era uma ideia antiga que a gente tinha de lei de causa e efeito. A lei, a justiça divina, pera aí, antes de falar de justiça divina, eh, nessa ideia então de que eu peço para vir, né, com uma lesão cerebral, porque eu acho que isso equilibra, no momento em que eu venho assim, é claro que Deus é perfeito em tudo que ele faz. eu vou eh renascer numa família que precise dessas experiências ou que tenha pedido uma experiência desafiadora, né, de ter um filho com eh graves deficiências. Mas, enfim, a ideia que eu quero passar é que não sou eu que estou sofrendo, né? Todo mundo sofre junto comigo, porque todo mundo ainda tem aquele conceito de que precisa sofrer para que tá o erro, né? Então, olha só, se ao invés de vir com uma lesão cerebral, onde eu vou sofrer e todo mundo vai sofrer, se eu peço para vir como eh um neurocirurgião, se eu peço para vir como um cientista, se eu peço para vir como eh uma pessoa que vai trabalhar o desenvolvimento cognitivo e cerebral, né? Eu estou quitando o meu débito comigo mesmo, com a vida e eu ainda estou trazendo benefício. Muitas pessoas vão usufruir do plantio que eu fiz, da colheita que eu estou proporcionando. Tá mais claro ou tá confuso? Tá ok. Então, dentro disso, né, com as nossas colheitas, muitos são saciados. E aí a gente tem outra frase famosa, né? Todos os que têm fome e sede de justiça serão saciados. Por quê? Porque agora eu entendi que a justiça da qual nós estamos falando é a justiça amorosa, é a justiça misericordiosa. Então agora quando eu planto amor, eu colho amor para mim e para todo mundo ao meu redor, então eu e o outro seremos saciados daquela sede de justiça que vá muito além da punição, que só Deus pode oferecer, que só o nosso Cristo poderia vir e ensinar, porque ele já aprendeu. né? Ele já venceu o mundo, ele já passou por todas as etapas que nós passamos, não é? E aí, pra gente fechar, eh, a gente pode trazer dentro dessa noção, a ideia de que nós precisamos

ele já aprendeu. né? Ele já venceu o mundo, ele já passou por todas as etapas que nós passamos, não é? E aí, pra gente fechar, eh, a gente pode trazer dentro dessa noção, a ideia de que nós precisamos entender que, eh, a lei de causa e efeito é uma lei que é imutável. Porque é uma lei de Deus. Mas o que eu tô trazendo para vocês hoje não é diferente, não é uma mudança na lei, é uma abertura de compreensão do que significa amor divino, justiça divina, justiça amorosa, justiça misericordiosa. Então, que a gente possa começar a exercer no nosso dia a dia, nossos lares, com as pessoas à nossa volta e principalmente com os nossos desafetos, esse novo plantio. Como vamos pegar uma um exercício prático, uma tarefinha para casa, né? Sabe aquela pessoa que ou no nosso trabalho ou na nossa casa vive irritando a gente e que aí num grau bem menor, né, a gente se acha no direito de retrucar, revidar, reagir com grosseria, né, ignorar. Vamos fazer um plantil diferente. Vamos olhar para essa pessoa e pensar por que que ela tá tão irritada. O que será que aconteceu naquele dia? Ou o que será que acontece no íntimo dessa pessoa para ela viver tão amargurada? E por mais que isso me incomode terrivelmente, será que eu não posso fazer alguma coisa para mudar um pouquinho aquele dia amargurado dessa pessoa? Mesmo que eu tenha sido alvo de um dardo apimentado? E aí, para encerrar eu trago um exemplo que eu me lembrei agora eh da escala, né, da irritabilidade, que a pessoa sai de casa e aí fura o pneu, ele fica irritado porque o pneu furou, aí a chuva cai, ele fica mais irritado ainda porque teve que trocar o pneu na chuva, aí chega no escritório irritado, briga com o colega de trabalho, o colega de trabalho até Então tava de boa, né? Mas aí a grosseria do outro, os maus tratos, as palavras pesadas faz com que esse colega saia dali na hora do almoço pesado, chegue em casa, brigue com a esposa, grite com o filho, não é? Aí essa esposa vai visitar os pais daqui um pouco e ela tá irritada

s pesadas faz com que esse colega saia dali na hora do almoço pesado, chegue em casa, brigue com a esposa, grite com o filho, não é? Aí essa esposa vai visitar os pais daqui um pouco e ela tá irritada porque o marido brigou com ela, ela nem sabe porquê e aí ela trata mal o pai e a mãe, né? E aí se a gente seguir, se a gente não interromper esse plantio de azedume, a gente tá contaminando todo mundo. Só eu que tô colhendo azedume? Não, todo mundo à minha volta vai colher. Mas aí o que que a mãe faz? Ô minha filha, que que aconteceu? Por que que você tá tão nervosa? Por que que você tá tão tristinha? Senta aqui, conversa com a mamãe. Que que aconteceu em casa, o que que aconteceu no trabalho? O que que essa mãe faz? Ela muda a semente, ela muda o plantilo, né? Então é isso que nós podemos fazer. Esse é um exemplo simples, mas que a gente pode trazer para o nosso dia a dia e aplicar nas nossas dificuldades, nossos desafios, nas sementes que outros plantam no nosso dia a dia. Que a gente possa cada vez mais plantar amor, paciência, tolerância e que nós possamos, ao exemplo do mestre, ser pacificadores, porque ao pacificar nós amamos. E ao amar nós colhemos justiça, amor e caridade. Que assim seja. Queremos agradecer aqui a Jessimara pelas palavras de de esclarecimento, que nós realmente consigamos, né, transformar a nossa vida num plantio de amor, que é muito difícil, porque é uma tarefa muito dura, porque às vezes a gente, igual falou, não encontra o solo adequado, não encontra a a, como se diz, o ambiente adequado para que isso possa ser feito, mas a gente pode sempre estar tentando fazer essa mudança para que possamos colher coisas melhores. E a gente agradece a todos. E lembrando aqui mais uma vez, né, que nosso eh ESD ainda está com as inscrições abertas para quem vai iniciar. Então vamos eh ainda tem inscrições. Quem quiser estudar o espiritismo, aprender um pouco mais dessa doutrina, as inscrições estão abertas, vamos participar. E é muito importante porque a gente já tem as turmas que já estão em

nscrições. Quem quiser estudar o espiritismo, aprender um pouco mais dessa doutrina, as inscrições estão abertas, vamos participar. E é muito importante porque a gente já tem as turmas que já estão em andamento, que estão indo bem aí, o SD2, o SG3, então vamos iniciar aí que é um processo realmente de muito aprendizado e que traz muito benefício a todos que participam do estudo. E queremos mais uma vez agradecer a presença de todos, que todos possam retornar à suas casas com tranquilidade, para que possam eh ter um um bom resultado aí das palavras de hoje, né? Porque vamos plantar amor sempre. Esse é o objetivo de cada um de nós. Bom, para encerrar, faz a a prece de agradecimento, encerramento, Sônia, para nós. Sônia Chicarosa. >> Boa noite a todos. Agradecemos a Deus, nosso mestre, nosso pai, a oportunidade do aprendizado, das reflexões sobre o amor. Te rogamos, Senhor, a sua proteção, para que nós possamos desenvolver a cada dia o interesse, a vontade de sermos melhor, de ser, de semearmos amor, acolhimento e que possamos identificar as oportunidades que o Senhor coloca na nossa vida. Aos nossos irmãos encarnados e desencarnados do nosso planeta Terra. Rogamos, ó Pai, a sua misericórdia, o seu amor, a fraternidade e a união, a união, ó Pai, entre o nosso planeta, entre os nossos irmãos e que nós, que conhecemos um pouquinho do seu amor, estamos aqui persistentes, querendo aprender, querendo melhorar. Rogamos ao nosso bondoso mestre Jesus, que estenda sobre nós as suas mãos generosas e nos fortaleça na fé, nos mantenha no caminho estreito e que quando cairmos temos ali o seu amparo para levantarmos mais fortes e darmos sequência a nossa trajetória e evolução espiritual, porque aqui estamos, ó Pai, com a vontade enorme de sermos melhores. S conosco, Senhor, hoje e sempre. abençoe os nossos lares, as nossas famílias, a falange espiritual maravilhosa que assiste esta casa, aos tratamentos espirituais que serão feitos e aos passes que os irmãos receberão. S conosco hoje e sempre. Que assim seja.

as nossas famílias, a falange espiritual maravilhosa que assiste esta casa, aos tratamentos espirituais que serão feitos e aos passes que os irmãos receberão. S conosco hoje e sempre. Que assim seja. Obrigado.

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