A Lei de Amor: a síntese de todas as leis - com Ângelo Dias
Palestra: A Lei de Amor: a síntese de todas as leis - com Ângelo Dias
Boa noite, irmãos, irmãs. Sejam muito bem-vindos também aos nossos irmãos desencarnados, né? Nós gostamos sempre de lembrar que nós vivemos eh este mundo físico aqui, mas conosco existem muitos irmãos que vêm aqui nesta casa de oração buscar também o esclarecimento, buscar o conforto que só o nosso mestre Jesus pode nos dar, né? Então, o trabalho de um centro espírita, ele vai muito além do que daquelas pessoas que fisicamente comparecem aqui. Boa noite a todos que estão de casa, né, nos assistindo. Muita alegria estamos aqui na noite de hoje para mais uma palestra pública. Você que está em casa, venha para cá. Nós temos a palestra pública toda quinta-feira, 19:30 e aos domingos 18 horas. E nós temos em seguida o passe, né, para todos que desejarem. Bom, nós temos hoje na palestra pública nosso irmão, nosso amigo Ângelo Dias, que vai trazer pra gente um tema muito importante, que é a lei do amor, a síntese de todas as leis. E nós queremos agradecer aos nossos parceiros de transmissão que nos ajudam a levar essa palavra mais e mais irmãos, né? A Igésia, TV Goiés Espírita, TV Secal de Santa Catarina, Rádio Nova Luz, Rádio Deus Conosco e Mensageiros da Luz. tá com muita alegria que nós estamos aqui mais uma vez para divulgar essa doutrina de amor, essa doutrina tão consoladora que tanto bem faz para nós e que pode fazer bem a muita gente, né? Então, se vocês gostarem da palestra, vamos levá-la também aos nossos irmãos que vocês sabem, necessitarem, tá bom? Então, vamos iniciar como sempre com a nossa prece, né? Convido a todos a fechar nossos olhos. Vamos pedir ao nosso mestre de amor, a espiritualidade amiga, que antecipadamente preparou este ambiente com tanto amor, com tanto carinho para nos receber na noite de hoje. possamos, Senhor, sentir as vibrações do seu coração amoroso, desses espíritos bondosos que com tanto carinho prepararam esta casa para essa tarefa da noite de hoje. Que possamos, Senhor, aprender nesta noite as lições que viemos aqui buscar. Que o nosso querido irmão palestrante,
ndosos que com tanto carinho prepararam esta casa para essa tarefa da noite de hoje. Que possamos, Senhor, aprender nesta noite as lições que viemos aqui buscar. Que o nosso querido irmão palestrante, nosso irmão Ângelo, possa ser iluminado, amparado pela tua espiritualidade amiga e nos trazer a tua luz, o teu consolo e o teu amparo. Muito obrigado, mestre querido, por mais essa oportunidade e em teu nome damos por iniciado mais uma palestra na noite de hoje. Que assim seja. Então, o nosso irmão Ângelo vai trazer para nós esse tema muito muito importante, né? Como dizer, a síntese de toda a lei, né? Então, vamos ouvi-lo, né? Que com certeza ele tem muita coisa boa para nos falar na noite de hoje. Não não. Pessoal, boa noite, pessoal que tá nos assistindo de casa. Eh, a minha voz está um pouco grave porque eu tô meio assim alérgico, mas então é assim que ela vai funcionar hoje. Então, gente, é uma alegria estar aqui, como sempre e para falarmos de algo que nós proclamamos muito, a gente fala muito sobre o amor, né? A gente tem sempre alguma coisa para dizer, um conselho para dar para alguém. A gente tem sempre uma conceituação do amor que a gente quer contar, que aqui o amor é isso, o amor é aquilo. Mas será que a gente entende realmente o amor? O amor é uma daquelas coisas que é tão complexo, mas ao mesmo tempo tão simples, que nós optamos pela complexidade. Muitas vezes, como diz o ditado popular, embrulhamos os pés com as mãos, mas o amor em si, ele é absolutamente simples. É algo muito muito básico do amor divino que se irradia para nós e deveria ser básico nosso para as pessoas. Mas a gente às vezes busca caminhos que não são exatamente muito corretos com a definição de amor que a gente recebe de Deus. Eu queria então contar uma historinha verdadeira, uma história que aconteceu há alguns anos e de dois irmãozinhos chamados Christin e Jason. Quando os pais se casaram, era um um casal assim muito muito feliz, muito tranquilo, jovens em carreiras promissoras. e trabalhando,
ceu há alguns anos e de dois irmãozinhos chamados Christin e Jason. Quando os pais se casaram, era um um casal assim muito muito feliz, muito tranquilo, jovens em carreiras promissoras. e trabalhando, eles eram são naturais dos Estados Unidos e eram de uma igreja protestante americana, não sei qual que a história não conta, mas eles trabalhavam muito pelos necessitados, era uma família muito caridosa, uma família que vivia o amor entre eles dois e também o amor eh em relação àqueles menos favorecidos pela sorte, que eram ajudados na igreja e eles ajudavam, tomavam parte nesse esse movimento. Muito bem. Quando nasceu a primeira filha, o primeiro rebento do casal, né, que era a Christin, ela sempre foi uma menina muito doce, muito alegrinha, muito daquelas meninas tranquilas, né, que dorme a noite toda, que é o sonho de toda a mãe, né, que a criança durma a noite toda pra mãe poder dormir. Aquela menina que não dava trabalho, uma menina maravilhosa. Dois aninhos depois que ela já tinha nascido, nasceu o Jason, que era o irmãozinho dela também. um menino bacana, mais espuleto, assim, um menino mais ativinho assim e mas também uma criança muito muito muito ativa e assim muito cumpridora dos deveres de de caseiros, aquelas coisas que são para fazer em casa, que os pais sempre pedem, as crianças muito obedientes. O que mais chamava atenção não era eles individualmente, enquanto crianças muito amorosas, era o amor que um tinha pelo outro. O a o Jason e a Christin eram absolutamente unha e carne, como a gente fala aqui, né? E o tempo foi passando, a infância foi transcorrendo normalmente, os dois muito juntos, brincavam juntos, tudo que um ia fazer de brincadeira tinha que chamar o outro para participar. E assim foi, quando a Chrisin estava com 7 anos e o Jason com cinco, ela foi diagnosticada, ela começou a sentir muitos, muitas crises, uma série de malestares e ela foi diagnosticada tristemente com leucemia e ela era um tipo de aquele tipo de leucemia que dá para você pelo menos
nosticada, ela começou a sentir muitos, muitas crises, uma série de malestares e ela foi diagnosticada tristemente com leucemia e ela era um tipo de aquele tipo de leucemia que dá para você pelo menos pensar num tratamento e numa cura. se você tiver uma condição de fazer um transplante de medula. Então eles foram tentar achar alguém que fosse compatível, né? Pais, as crianças, o irmãozinho. E para a surpresa deles, o irmãozinho foi um doador compatível. Então ele tinha cinco aninhos, ela sete, crianças muito pequenas, nem entendiam direito o que estava acontecendo. Mas os pais sentaram o Jason e disseram para ele: "Meu filho, chegou um momento muito importante na sua vida. Você vai doar sua medula para salvar sua irmã". Ele ficou olhando assim, disse: "Claro, mamãe, sem problema nenhum. Pode, pode fazer, não tem problema. Então, meu filho, a gente quer que você saiba que nós te agradecemos muito por esse amor que você tem, que você tá demonstrando, tá? Sim, não é? Claro. Então, deu tudo certo. Fizeram a operação e a operação de medula você extrai o líquido medular de um doador e injeta no naquele que está recebendo. É uma uma operação relativamente simples, mas por causa da dor que pode acontecer, as crianças eram muito pequenas, eles anestesiaram o Jason e a Christin. Passou o procedimento, foram pro quarto esperando o Jason acordar da anestesia. Quando ele acordou, os pais vieram logo com cuidados, veio uma enfermeira, um médico e o pessoal conversando. Aí ele puxou assim o braço da mãe, já mais consciente, disse assim: "Mamãe, o que, meu filho, foi tudo bem? Foi: "É agora que eu vou morrer?" Então, aí a mãe levou aquele susto e descobriu que da forma como ela tinha perguntado e esclarecido, deu a impressão que ele ia doar a medula para ela e ela ia sobreviver e ele não. E para ele isso não teve um menor problema. Então, foi uma comoção, essa história correu, né, se tornou notícia, etc. Mas então a gente fica se perguntando que amor é esse? Que ligação é essa que nós temos uns com
so não teve um menor problema. Então, foi uma comoção, essa história correu, né, se tornou notícia, etc. Mas então a gente fica se perguntando que amor é esse? Que ligação é essa que nós temos uns com os outros? E essa ligação é forte o suficiente para gente muitas vezes querer doar a nossa vida física por uma outra pessoa. O que que é isso? desde o início da humanidade que o amor vem sendo sentido, obviamente, porque a gente sabe que o sentimento, o afeto genuíno que une os seres começa nos animais. Os animais têm o afeto entre si. Eles não amam como nós, porque eles não chegam a limites de transcender limites de subjetividade, como a gente escrever poesia. Então, o leão e a leo o macaco e a macaquinha lá, todo mundo, eles se amam. Os bichos em relação a nós, os nossos animais de estimação, eles nos amam e nós a eles, é claro. Mas o que que a gente percebe? A forma como isso acontece nos animais é muito intuitiva. Como diz André Luiz, os animais têm uma inteligência eh parcial, né? uma tendência relativa, ela não se tornou ainda vai se tornar quando aquele princípio inteligente vier para um corpo com um cérebro capaz de administrar sentimentos e emoções muito de forma muito mais intensa. Muito bem. Então, o que que acontece? Desde o início, nós amamos. Quando nós éramos seres mais primitivos, nós amamos. Isso não tem, não há dúvida. Mas a gente amava muitas vezes com uma herança daquela intuição que a gente tinha quando a gente trouxe, quando a gente veio do reino animal, aquele aquela princípio inteligente veio do reino animal. Então nós a nossa capacidade de sublimação, a nossa capacidade de de amar em limites cada vez mais profundos, ela foi se desenvolvendo aos poucos. E à medida que foi se desenvolvendo, a nossa inteligência veio junto, porque nós temos, a gente sabe, a psicologia estuda isso com vagar, né, para nos ajudar de de 150 anos para cá, que é a nossa inteligência emocional. As empresas às vezes fazem testes profissionalizantes ou profissionais, né, para ou mesmo profissionalizantes
m vagar, né, para nos ajudar de de 150 anos para cá, que é a nossa inteligência emocional. As empresas às vezes fazem testes profissionalizantes ou profissionais, né, para ou mesmo profissionalizantes querem admitir alunos para formar na sua própria empresa. O que que eles fazem? Eles fazem testes de variada forma, mas também testes de inteligência emocional para ver como é que nós nos comportamos em determinadas situações, porque as nossas respostas emocionais, elas são muito mais intensas e rápidas do que as nossas respostas intelectuais. Elas são importantes ambas, mas a da emoção ela é muito rápida e muitas vezes ela dita o curso das nossas ações, enquanto a do cérebro a gente fica em dúvida e fica se perguntando e a gente age naquele repente e a o que a emoção dita a gente faz naquele momento. Então, desde o início, essa relação foi sendo percebida e estudada. E logicamente quando a gente fala de antiguidade e de estudo, o povo que mais estudou as coisas e que mais deixou heranças para nós, tanto na ciência quanto nas relações humanas, na na literatura, na poesia, foram os gregos, né? Os romanos depois absorveram, foram passando pro ocidente. Mas os gregos então estudando o amor, eles deram pro amor quatro nomes que eles pensavam muito, eles passavam um dia pensando, eles não faziam outra coisa. Então eles deram para o amor quatro nomes diferentes. Esses nomes, cada um deles está ligado a uma característica. E depois eu vou explicar o fio condutor que liga o primeiro ao último, que é muito interessante. Muito bem. O primeiro deles que a gente conhece na nossa sociedade de uma forma um tanto distorcida é o amor de Eros, que a gente chamaria de um amor sensual e um amor erótico, mas não erótico no sentido apenas do sexo, do desejo, mas sensual no sentido dos sentidos. sentido dos sentidos. Então esse amor é um amor que requer retribuição, porque se a gente pensar nos nossos sentidos, os nossos sentidos estão aparelhados para nos informar o que que tá acontecendo no mundo. E quando nós
. Então esse amor é um amor que requer retribuição, porque se a gente pensar nos nossos sentidos, os nossos sentidos estão aparelhados para nos informar o que que tá acontecendo no mundo. E quando nós temos uma relação que é prazerosa com aquele objeto da nossa observação, nós podemos até oferecer alguma coisa, mas a gente tá esperando que aquele objeto de prazer seja uma coisa, uma pessoa, vai nos devolver aquilo que a gente tá oferecendo. Então, dos quatro amores, o que exige mais retribuição, que não convive sozinho consigo mesmo, é o amor erótico. Mas não apenas o do sexo, como eu disse, o amor das coisas, dos sentidos, né? os vícios, se nós pensarmos nessa linha, os vícios que nós temos, desenvolvemos na humanidade ao longo dos dos tantos milênios aí de substâncias, de situações, o vício do poder, o vício da dominação, qualquer vício, ele é ligado ao amor erótico, amor de Eros, porque é um amor que exige retribuição constante. Muito bem. O segundo que os gregos pensaram sobre ele já é um amor que exige menos e que doa mais, que é o amor filos. Então, o amor filos é o amor da amizade, da fraternidade. Por exemplo, aqui nessa casa nós fazemos ações filantrópicas. Filantrópicas. Então, da amizade do humano, da amizade do homem. Então, essa essa esse amor fraterno é um amor que doa e exige, mas ele exige menos. Depois os gregos descobriram, pesquisando lá, não, parando de pensar, um amor que existe na família, que é um amor único. Porque o amor da família é único, se a gente for pensar, o amor da família ele tem essa característica de tudo pode, a gente perdoa qualquer coisa, não tem retribuição nenhuma, a gente continua amando. É um amor meio louco assim, o amor da família é uma união indestrutível na maior parte das vezes, apesar de, infelizmente, ser um amor que às vezes se desfaz, mas é um amor que na maior parte das vezes ele é indestrutível, ele não tem fim, é um amor muito especial e muito particular aquele grupo de pessoas. E eles chamavam esse amor de Storger.
s se desfaz, mas é um amor que na maior parte das vezes ele é indestrutível, ele não tem fim, é um amor muito especial e muito particular aquele grupo de pessoas. E eles chamavam esse amor de Storger. Então tinha o EOS, tinha o Filos e tinha um Storge, que era o amor da família. E isso vai se desenvolvendo, pedindo cada vez menos retribuição, porque na família existe o a necessidade de retribuição é muito menor. E por último, é um amor que a gente já ouviu falar muito dele, que é o ágape. O ágape é um amor crístico. Ele não pede nada em troca, nada. O amor ágape você só dá. Se você tiver a retribuição, é bom, você curte. você acha maravilhoso, mas o amor crístico, que é o amor do ágape, ele é só daqui para lá, não tem necessidade dele voltar. Então, como eu disse, o fio condutor que existe, acabei já escrevendo ele, né, é o fio da retribuição. Então, o que que a gente entende? que do EOS até o ágape essa essa necessidade de retribuição que diminui eleva o nosso espírito. Então, quanto mais ligado à matéria, mais eros a gente é, mais a gente é ligado nas coisas materiais. A gente sacrifica, inclusive os amores humanos pelos amores da matéria que a gente quer, que a gente necessita, que a gente tem. né? Ganância por eles. Então, a medida que vai subindo nessa escala até chegar no ágape, nós vamos nos elevando. Então, na Terra, Heros a gente tem demais, filos a gente tem até uma boa quantidade, amor da amizade, da fraternidade, o amor da família também. Agora o ágape é só de vez em quando, quando vem alguém muito especial, desce lá dos planos superiores e chega aqui e vai trabalhar com com a gente em missão. Um amor como do Chico, por exemplo, é um amor quase ágape, né? é do já é mais perto do Cristo do que nós estamos perto, mais próximos do Cristo. Então, é um amor que tá muito próximo do nosso objetivo espiritual para quando a gente chegar lá em cima. Então, dentro dessa perspectiva, a gente se pergunta: "O que que é isso que acompanha a nossa evolução? E tem ele mesmo uma evolução".
nosso objetivo espiritual para quando a gente chegar lá em cima. Então, dentro dessa perspectiva, a gente se pergunta: "O que que é isso que acompanha a nossa evolução? E tem ele mesmo uma evolução". Na sua epístola, João, o apóstolo João, né? Diz assim no na primeira epístola, no capítulo 4to versículo 8, ele diz assim: "Quem quem não", eu vou eu vou ler para eu falar do jeitinho que tá. Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Então, veja só que interessante. A medida que o nosso amor sobe de Heros para Ágape, ele vai também se divinizando. E ele vai se divinizando a ponto da gente chegar numa altura que a gente estará divinizado, nós mesmos estaremos, que é o estado crístico. Então, o que que João tá falando para nós? Se a gente ama, mas a gente ama fajutamente. Se a gente ama e não tem dentro desse amor nada que possa realmente parecer elevado. É um amor assim que tá no EOS e no Filos. Storg é algum assim um pouquinho, mas ele tá no Eu filhos ali. Muitas vezes nós não conhecemos a verdadeira natureza de Deus porque a gente não ama o suficiente. E isso é interessante porque isso independe da religião, inclusive se a gente for materialista, porque eu conheço, já falei isso aqui numa outra oportunidade, eu conheço muita gente materialista que é 100% cristão e gente que eu conheço que é cristão e que é 100% materialista. Tem tanta gente que não tem religião, que eu se eu tenho um amigo e ele fala assim: "Mas vem cá, mas tem mesmo essas coisas?" Eu falei: "Tem, uai, mas como é que você sabe?" Eu falei assim: "Uai, porque dentro da doutrina espírita a gente tem uma fé raciocinada. A gente trabalha com o que a gente vê, tem a mediunidade é uma prova disso. A mediunidade tá aí, os fenômenos espíritas são a demarcação de um espaço onde a gente sabe que ali tem a presença de Deus, etc. e tal." E ele fala assim: "Mas, mas e se for o cosmos?" Eu falo assim: "Ah, não tem problema. Quando você, quando você for rezar, eu brinco com ele assim, você pode falar assim:
presença de Deus, etc. e tal." E ele fala assim: "Mas, mas e se for o cosmos?" Eu falo assim: "Ah, não tem problema. Quando você, quando você for rezar, eu brinco com ele assim, você pode falar assim: "Cosmos nosso que estais no céu, santificado o vosso nome." Por quê? Às vezes a pessoa tem uma iminência dentro dela, uma sensação de transcendência. Ela sabe que tem algo maior, mas ela não consegue encaixar esse algo maior dentro da do molde que a gente coloca nas religiões humanas. Então ele ele é esses aí a gente chama de agnósticos, porque eles não creem no como a gente crê, mas eles creem assim nada, mas eles também não são, não vão negar Deus, não são ateus de carteirinha, apesar de eu conhecer ateus de carteirinha, que são ótimos cristãos na prática, né? Eu tenho um amigo, um amigo de um amigo, na verdade, que foi para aquele médico sem fronteiras, ficou do anos na África. Ele diz que tomava água uma vez por dia quando tinha e comia uma vez por dia quando tinha. E aí o pessoal fazendo doações e eles tentando salvar uma vila e cavar poço. E ele lá no meio, ele disse que passou seis, ele ficou 2 anos, passou se meses, ele já não lembrava mais como é que era ficar na cidade de Goiânia. Maravilhosa como a gente fica. Aber torneira tem água, vai no hospital, a gente tem algum problema, vai no SUS. Tem problema, tem, mas pelo menos o SUS tá lá, né? Demora, mas vai. Agora ele falou assim, a gente chegou a um ponto que você esquece como são as benécies da vida que a gente tem, ou em Goiânia ou no Brasil, tal, mas você pergunta para ele se ele quer sair de lá. Nunca mais ele quer sair, ele quer ficar, porque a missão, o amor, a dedicação dele é muito maior do que as necessidades materiais. Aí eu fico pensando, eu eu lá na Vamos lá fazer uns corais lá com aquele povo. Falei: "Não vou, já não dou conta, não. Não dou". E eu não tenho vergonha de admitir, porque a gente só faz nessa vida o que a gente dá conta de fazer. A gente tem que parar com esse negócio de querer ser a Mulher
ou, já não dou conta, não. Não dou". E eu não tenho vergonha de admitir, porque a gente só faz nessa vida o que a gente dá conta de fazer. A gente tem que parar com esse negócio de querer ser a Mulher Maravilha, o superhomem. Não tem isso não. A gente só faz o que dá conta. Se você dá conta, você faz. Se você não dá, você não faz. Se você dá conta e fica com medo, aí você pode fazer um esforçozinho. Agora, se a gente percebe que alguma coisa tá além do nosso limite, a doutrina espírita não obriga a fazer. Deus não obriga. Jesus, os espíritos superior ninguém obriga a fazer, porque nós temos o nosso limite. Na próxima encarnação, quem sabe o limite melhora. Na outra melhora mais ainda. Por isso que Deus, no seu amor infinito, nos pôs a reencarnação como essa caminhada que a gente vai embora. Eu não dou conta agora n no na encarnação que vem, quem sabe a própria África já terá mudado, né? e eu seja preciso no outro lugar, eu vou lá e faço coral com eles, tomo água uma vez por dia, come uma vez por dia. Mas o importante é saber o seguinte: o que move as pessoas e que é verdadeiramente divino é o amor. As pessoas não estão lá porque elas são obrigadas a estar. Ninguém vai obrigado. Elas não estão lá porque tem medo de ir pro inferno. Eu não conheço ninguém que faça uma aventura dessa e de amor pelo próximo e que não é porque depois eu vou pro inferno. Eu quero, não quero ir pro umbral. Se for espírita, fica com medo de ir para umbral, né? Não, eu não quero ir pro umbral. Aí a pessoa vai falando: "Graças a Deus, eu fiquei dois anos lá, agora pro umbral já não vou mais, viu? Agora vou, pelo menos eu vou pro portão de entrada do nosso lar". Não, a gente só vai para onde tem sintonia, viu gente? Se a gente a gente pode ir lá ficar 2 anos, 5, 10, se tiver sintonia errada, a hora que a gente se encarnar, vai lá para baixo, tá? Por quê? Porque a nossa sintonia, quando ela é de amor, esse amor nos leva para lugares de amor. Agora, a gente tem uma sintonia que não é de amor, não tem jeito, viu? Nós vamos
vai lá para baixo, tá? Por quê? Porque a nossa sintonia, quando ela é de amor, esse amor nos leva para lugares de amor. Agora, a gente tem uma sintonia que não é de amor, não tem jeito, viu? Nós vamos para lugares que não são de amor. Mas a beleza do negócio, o que que é? não é permanente. Ninguém vai para lá permanente. A gente vive na nossa sociedade, então, como eu disse, com essa essa dicotomia de amor. A gente acha que tá amando e não tá. Quando, na verdade, a gente está e não sabe. Isso acontece na vida da gente, porque na nossa vida, especialmente, eu vou dizer assim, especialmente na sociedade moderna, mas não mudou nada. No Egito antigo era assim, na Suméria era assim, na idade média era assim, que é o seguinte, o amor é um sentimento, mas como a gente tá mais ligado em eros, naquela camada de amor que exige reciprocidade, exige resposta, compensação, a gente tá num amor que é mais sensorial. Então, a gente tá mais ligado a uma coisa chamada prazer, mas não é o prazer erótico, sensual somente, não é isso não. Isso é uma um estreitamento de um conceito que é muito maior. Então a gente nós trocamos o amor, que é um sentimento, pelo prazer, que é uma sensação. Você tá louco para comer uma feijoada, você come a feijoada, você está tendo um prazer sensorial, erótico no sentido dos sentidos, né, como eu disse. E aí a gente sente o prazer, mas esse prazer dura quanto tempo? Possivelmente, eu vou fazer uma uma estimativa aqui, 40 minutos enquanto a gente come. Depois vem o quê? um peso horroroso no estômago, a gente não aguenta aquele peso no estômago. Aí vai na farmácia e compra todos os engolve que tem lá assim, né? Tem uma caixa de engolve de meia meia hora, vai tomando um para ver se resolve. Não, aquilo tem que ser processado e sair da gente, né? paraa gente poder retornar pro nosso estado de prazer tranquilo do dia a dia pra gente. Então, o prazer é muito curioso. O prazer precisa, que é uma é uma sensação, ele precisa da retribuição ou da correção. O prazer sempre precisa
nosso estado de prazer tranquilo do dia a dia pra gente. Então, o prazer é muito curioso. O prazer precisa, que é uma é uma sensação, ele precisa da retribuição ou da correção. O prazer sempre precisa ou precisa da sua manutenção. A gente precisa repetir o fato para aquele prazer estar com a gente de novo. No amor, não. O amor que é um sentimento. Uma vez você sentindo o amor, ele fica. O amor não vai embora. Ele não só não pede complemento, como ele também não vai embora. Ele fica porque ele tá lá, tá gostoso. E a gente no amor não sente prazer, que é o que a gente sente na sensação. No amor a gente sente felicidade, que é diferente da da emoção, que é o a alegria, o prazer, né? que são emoções passageiras. Então isso aí acaba nos colocando numa posição em que quando a gente sente o sentimento do amor que a gente tem o amor verdadeiro, nós estamos trabalhando com o ser. A gente é melhor, a gente está melhor, a gente caminha para algo superior. Quando a gente trabalha com a sensação e o prazer, né? Esse aqui que é que é impermanente, esse aqui exige toda uma uma compensação. Esse aqui a gente trabalha com o ter. Então a gente trabalha com o ser quando tem amor. Se a gente trabalha com o ter de possuir, de como dizia minha avó, conhecer o Pai Nosso, só até o vem a nós, se a gente tem essa sensação, nós trabalhamos na nossa vida com o ter. E é óbvio, a doutrina espírita nos explica, o evangelho nos explica. Jesus foi enfático, Jesus falou de amor o tempo todo. E em todos os momentos em que ele falava de amor, ele nos ele tentava nos tornar pessoas melhores para que o amor nos transformasse e como disse João depois, para que conhecendo o amor nós conhecêssemos a Deus que é amor. Então a gente conhecendo a Deus que é amor, esse ter nosso acaba virando ser. Então a gente se torna melhor, né? É uma coisa absolutamente inquestionável. Quando a gente ama, mas o amor de verdade que a gente está feliz, tem felicidade e a gente não precisa de retribuição daquilo, quanto mais aquilo vai crescendo dentro de nós,
lutamente inquestionável. Quando a gente ama, mas o amor de verdade que a gente está feliz, tem felicidade e a gente não precisa de retribuição daquilo, quanto mais aquilo vai crescendo dentro de nós, a gente vai se tornando melhor. O ter não. O ter não tem bolso que caiba tudo que a gente quer quando a gente tem só o prazer do ter, que a gente ama essas coisas. Nossa, eu amo inclusive fulano e crano. Eu amo fulano e cicrano. Eu só vou ser feliz se eu me casar com o fulano. Aí o fulano já falou que não quer. Ou então eu só vou ser feliz quando eu vou casar com a fulana. E a fulana já falou que ela não quer. Mas aí nós nos tornamos obsecados por aquilo. A gente tem a ânsia do ter. Eu quero aquela pessoa, eu quero e faz de tudo até que um dia consegue e dali uns anos. Ou é infeliz pro resto da vida ou separa. Então, por que que a gente não para e analisa os nossos sentimentos e as nossas sensações para diferenciar um do outro? A gente tem que diferenciar o que é sentimento, o que é sensação, o que é felicidade, o que é emoção. Uma emoção simples de alegria. Porque quando a gente tem uma coisa que é duradoura, a gente sabe. Agora não nos enganemos, viu? Quando a gente tem uma coisa que a gente sabe que não vai dar certo, que a gente tá obsecado, que a gente quer aquilo porque a gente quer, porque a gente quer ter, isso não é amor por aquela coisa, isso é uma obsessão por aquela coisa. A gente sabe, dá, dá o problema que tiver que dar e depois quando a gente voltar pro mundo espiritual, eles vão perguntar: "Mas vem cá, você não sabia que isso ia dar errado?" Aí a pessoa disse: "Não". Aí eles aparecem a minha palestra aqui assim lá num numa tela assim, né? E eu falando isso. É, o Ângelo falou mesmo aquele dia. E sabe para quem que eles vão falar isso? Para mim também. Eu já falei aqui, né? O Richard Simonete, que é um grande autor e palestrante espírita, já é desencarnado, ele dizia assim: "O palestrante espírita faz a palestra para si mesmo na frente das pessoas". Então, o que eu tô falando
hard Simonete, que é um grande autor e palestrante espírita, já é desencarnado, ele dizia assim: "O palestrante espírita faz a palestra para si mesmo na frente das pessoas". Então, o que eu tô falando para vocês é para mim, é para todos nós, né? Não tô falando de algo que eu já dominei como maestria e agora eu tô super bacana, não, gente. Tô na luta diária. Então, vamos sair daqui hoje com essa ideia de que a gente precisa desenvolver na nossa vida esse sentido de saber o que que é sentimento, crescimento, não precisa de retribuição, felicidade. E o que que é prazer momentâneo, posse, obsessão por alguma coisa? Esse é amor, esse não é. E cabe a nós feita essa anamnese na nossa medicina espiritual, nessa anamnese, a gente olhar e fala assim: "Esse eu quero para mim, esse eu não quero". e sem humilhar ninguém, sem mandar ninguém embora, sem escurraçar, sem fazer nada. Diga: "Olha, isso não serve para mim. Isso serve." Então, isso aqui não serve. Põe para lá. Gente, nós somos os construtores da nossa felicidade. É a gente, os espíritos ajudam, os espíritos põe gente boa no nosso caminho. A gente pega, atrai a pessoa que não é boa. A gente faz isso sem ver. Então vamos pensar quando a gente for analisar a nossa vida de noite, hoje à noite assim depois do evangelho, a gente lê, fecha, apaga a luz, puxa o lençol e fala assim: "Bom, vamos ver o que que na minha vida é amor, o que que é simplesmente prazer?" E a gente certamente vai achar um caminho novo pra gente. Tá bom, queridos? Um beijo no coração, muito obrigado e até a nossa próxima oportunidade, se Deus quiser. Agora que a gente tava gostando, né, da palestra, tava todo mundo empolgado, ele termina assim não pode. Mas assim, aí eu vou até aproveitar então, eh, o amor realmente, gente, ele é a síntese de tudo que nós viemos fazer nesse mundo, né? A gente busca esse amor. Todos nós viemos aqui em busca desse amor. E o nosso exemplo, nosso amor maior, né, aquele que deu a vida por nós, Jesus, né, é o símbolo desse amor que todos nós queremos construir no
usca esse amor. Todos nós viemos aqui em busca desse amor. E o nosso exemplo, nosso amor maior, né, aquele que deu a vida por nós, Jesus, né, é o símbolo desse amor que todos nós queremos construir no nosso coração. Nós temos exemplo como irmã Dulce, Madre Teresa de Calcutá, Chico e tantos outros que se aproximaram desse amor e nós nos sentimos realmente comovidos, como esse médico que nosso amigo citou também nos médicos sem fronteiras, pessoas que já aprenderam a mar, mas como diz o nosso amigo, eu também estou nessa escola, viu, gente? Desde que eu nasci, desde que eu conheço a doutrina espírita, eu tô nessa escola de aprender a amar. E eu confesso para vocês que eh uma coisa que mais me ajudou chama-se filhos. Eu acho que não tem um amor, né, eh tão próximo desse amor ágape quanto os filhos, porque eu daria minha vida duas, três, quatro, cinco vezes pelos meus filhos. Então assim, eh, e aí, gente, uma dica que eu tava pensando ali, que eu acho que é importante a gente tentar fazer, é exatamente olhar pros nossos irmãos qual se fosse meu filho. Eu tenho uma pessoa aqui numa situação de rua, imagine se fosse meu filho, o que que eu faria por ele, né? Então, se a gente começar a olhar os nossos irmãos com esse carinho, com esse amor que a gente teria pelo nosso filho, com essa paciência que a gente teria com nossos filhos, talvez a gente tenha aí um instrumento, né, para poder começar a desenvolver em nós esse amor, tá? E para isso, a doutrina espírita então nos ensina que nós viemos eh várias vezes no corpo de carne, vivenciamos situações tão diferentes, exatamente para aprender a amar. E na família nós temos realmente a nossa maior obrigação, né? a obrigação de realmente nos afinar com aqueles espíritos que ali estão. Em muitas famílias é fácil, outras já temos dificuldades, temos aquelas lutas, mas nós viemos exatamente para isso. E como diz Jesus, né, amar aqueles que nos amam é fácil, né? Mas vamos tentar então estender aquelas que aqueles que não gostam da gente, aqueles que têm a
lutas, mas nós viemos exatamente para isso. E como diz Jesus, né, amar aqueles que nos amam é fácil, né? Mas vamos tentar então estender aquelas que aqueles que não gostam da gente, aqueles que têm a versão, aqueles que não concordam, né? Porque nós temos sempre uma simpatia com aqueles que concordam com tudo que eu penso e o antipatia por aqueles que são diferentes. Então o melhor remédio já está dentro de casa. Então vamos nos esforçar, né, para mudar essa história, né? Tem até aquela historinha que não sei se outros conhecem, né? E chegaram pro Chico e falaram assim: "Chico, mas na próxima encarnação eu sei que eu tô livre do meu marido, que eu suportei ele até o final." Falei assim: "Ih, minha irmã, então não adiantou nada. Sua missão era amá-lo, suportá-lo. Você não fez nada, você perdeu seu tempo." Então, a nossa missão aqui é amar, não é suportar ninguém, tá? É aprender a amar. E amar o diferente, que amar o igual é muito simples. Bom, o anjo adivinhou que a gente tinha a feijoada já marcada dia 18/04, só que essa feijoada aqui é diferenciada. Não vai fazer mal, não vai precisar ir na farmácia, porque essa essa feijoada aqui tem um sazão especialíssimo, tá? A espiritualidade abençoa ela e todos que comem. Então, que ela é feita com muito amor. Então, o nosso sazon é diferenciado, é o sazão do amor. Então, ninguém passa mal, todo mundo sai só com a felicidade ali. Vai durar pouco, viu, Anjo? Geralmente até a janta, no máximo, viu? Mas eh realmente eh o pessoal gosta muito, elogia muito. Então nós contamos com vocês, gente, para que a nossa casa, né, permaneça com as portas abertas, servindo a cada um de nós, a comunidade porque através desses eventos que a gente angaria, né, os recursos para manter a casa, tá bom? Então espero que vocês venham, venham comer a nossa feijoada que vai ser feita com muito amor e que vocês realmente possam levar paraas suas famílias e realmente lá sentir o nosso sazão que é muito especial. Tá bom? Então vamos fazer a prece final. Eu peço nossa irmã
i ser feita com muito amor e que vocês realmente possam levar paraas suas famílias e realmente lá sentir o nosso sazão que é muito especial. Tá bom? Então vamos fazer a prece final. Eu peço nossa irmã Zilda fazer para nós. Muito obrigado a todos que vieram e gostou da palestra, por favor replique, né? Vamos levar essa doutrina de amor para mais e mais irmãos. Muito obrigado, anjo. >> Senhor Jesus, neste momento, aqui reunidos, estamos mais uma vez contemplando toda a sua bondade perante nós no planeta Terra. que estejamos sempre ciente de tuas palavras, do seu evangelho e que ele nos sirva sempre de caminho, de pensamentos bons e de liberdade felizes de escolhas. Agradecemos com o coração cheio de prazer e também de felicidade, como foi explicado aqui hoje. Que todos os nossos instintos eles sejam convertidos em sensações e todas as sensações elas sejam levadas até o ponto maior que é o sentimento. Sabemos que somos aprendizes, temos consciência disso e que é com o coração cheio de alegria que encerramos com Pai Nosso. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como perdoamos os nossos ofensores. E não nos deixeis cair em tentações e nos livre de todo mal. Que assim seja. Fiquem em paz e que o Cristo continue vibrando no coração de todos nós. Que assim seja. Isso ninguém contou para você. Tô esquecendo o principal. Eh, a nossa irmã Cláudio vai estar na livraria ali vendendo os ingressos, tá, para nossa noite. E também vocês podem adquirir através do nosso site, tá bem? Então, muito obrigado a vocês e quem puder já faça sua compra ali, aceita cartão de crédito, enfim, tá? Muita alegria que nós queremos partilhar esses momentos com vocês. Ah, sim. vai ser drivethrough, tá? Então você pega e vai comer com as pessoas que você ama em casa, tá bom? No conforto da sua casa, tá? Obrigado.
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