A lei de amor

TV Goiás Espírita 09/05/2025 (há 11 meses) 57:13

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Transcrição

เฮ Boa noite a todos. É uma alegria estar aqui. Eh, queremos dar as boas-vindas a todos que estão aqui, aos que comparecem pela primeira vez e as boas-vindas aos internautas que nos acompanham pela internet. Sejam todos muito bem-vindos. Gostaria de dar um recado para vocês sobre a campanha da Mangjedoura. É uma campanha que a gente sempre fala por aqui, mas continuamos a falar. pros que estão vindo pela primeira vez, para dar uma relembrada, é esse kitzinho que é entregue paraas mães. Eh, é um kit que vai roupinhas, né, Sônia? Roupinhas, fraldas, um enxovalzinho básico pras mães. E a gente aceita doações de fraldas tamanho P, sabonete e a banheirinha. Então, quem puder contribuir com essa campanha, qualquer doação será muito bem-vinda. Eh, muitas vezes as mães têm grande necessidade, já estão perto de dar a luz e não tem nada ainda pro bebê. E essa campanha é muito muito boa, né? faz muito bem para essas mães. Eh, e outro recadinho é a respeito do caldo. A gente já fez uma ação aqui na quinta-feira e nesse domingo passado teve uma outra ação. Vendemos bastante caldo aqui no domingo e hoje nós temos alguns também. Então, quem quiser levar para casa no final pode nos procurar que a gente tem caldo de feijão, feijão com bacon e sem bacon e de frango com milho. Caldo muito gostoso, aproveitem. E queremos falar do Dia das Mães, que será domingo. Desejar um feliz dia das mães antecipado para todos aqui. e que possam aproveitar esse dia com conexão com a mãe de cada um, as mães que já não estiverem mais aqui, lembrar que elas estão no coração de cada um de nós, que as mães estão sempre presentes na nossa vida, independente de estarem aqui fisicamente ou de já terem ido pro plano espiritual e fazer o sorteio do Evangelho. Eh, vou chamar a Soninha para ajudar a fazer o sorteio. É, a gente sempre tá sorteando um evangelho porque as nossas palestras estão seguindo ali e os capítulos e aí a gente resolveu fazer essa ação para presentear alguém e que essa pessoa possa fazer a leitura, fazer o estudo.

orteando um evangelho porque as nossas palestras estão seguindo ali e os capítulos e aí a gente resolveu fazer essa ação para presentear alguém e que essa pessoa possa fazer a leitura, fazer o estudo. Boa noite, meus irmãos. Que a paz de Jesus esteja em cada coração. É uma alegria mais uma vez estarmos aqui para refletirmos e estudarmos o Evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. Então, nós nos inspiramos no Evangelho Segundo Espiritismo para fazer esse nosso estudo todas as quintas-feiras e nós sorteamos um livro que é o Evangelho para que ele possa fazer parte da coleção de cada um de nós e que a gente possa também seguir os nossos estudos em casa. E a mensagem que nós entregamos ali é a nossa referência. Hoje o nosso primeiro número é o 54. Ah, o Marcelo recebeu e ele resolveu doar. O segundo número é o 32. Deu. A gente manda também uma pomadinha do vovô Pedro, que é uma pomada que tem uma fórmula mediúnica, muito conhecida no meio espírita. Que vocês possam fazer bom uso desse kit. Agora então nós vamos convidar todos a silenciar o pensamento e o coração. Nós vamos fazer uma leitura de um livro Vinha de Luz na psicografia do Espírito Emanuel, no a psicografia de Chico Xavier pelo espírito Emanuel. Depois a gente faz a prece e partimos paraa nossa palestra. Brilhe vossa luz, meu amigo. No vasto caminho da Terra, cada criatura procura o alimento espiritual que lhe corresponde à posição evolutiva. A abelha suga a flor. O abutre reclama despojos. O homem busca emoções, mas ainda mesmo no terreno das emoções, cada espírito exige tipos especiais. Há sofredores inveterados que outra coisa não demandam além do sofrimento. Pessimistas que se enclausuram em nuvens negras, atendendo a propósito deliberado durante séculos. suprem a mente de torturas contínuas e não pretendem construir senão a piedade alheia sob a qual se comprazem. Temos os ironistas e caçadores de gargalhadas que apenas solicitam motivos para o sarcasmo de que se alimentam. Observamos os discutidores que devoram

r senão a piedade alheia sob a qual se comprazem. Temos os ironistas e caçadores de gargalhadas que apenas solicitam motivos para o sarcasmo de que se alimentam. Observamos os discutidores que devoram páginas respeitáveis com o único objetivo de recolher contradições para sustentarem polêmicas infindáveis. Reparamos os temperamentos enfermiços que sorvem tóxicos intelectuais através de livros menos dignos com a incompreensível alegria de quem traga envenenado licor. Nos variados climas do mundo, há quem se nutra de tristeza, de insulamento, de prazer barato, de revolta, de conflitos, de cálculos, de aflições, de mentiras. O discípulo de Jesus, porém aquele homem que já se entediou das substâncias deterioradas da experiência transitória, pede à luz da sabedoria, a fim de aprender a semear o amor em companhia do mestre. Para os companheiros que esperam a vida renovada em Cristo, famintos de claridade eterna, foram escritas às páginas desse livro despretencioso. Dentro dele não há palavras de revelação sibilina. traduz simplesmente um esforço para que nos integremos no evangelho. Celeiro divino do pão, do nosso pão de imortalidade. Não é, não é exortação nem profecia, é apenas convite. Convite é o trabalho santificante, planificado no código do amor divino. Se a candeia ilumina, queimando o próprio óleo. Que a lâmpada resplande consumindo a energia que a usina lhe fornece. Ofereçamos a instrumentalidade de nossa vida aos imperativos da perfeição, para que o ensinamento do Senhor se revele por nosso intermédio, aclarando a senda de nossos semelhantes. O Evangelho é o sol da imortalidade que o Espiritismo reflete com sabedoria para a atualidade do mundo. Brilhe vossa luz, proclamou o Mestre. Procuremos brilhar. Repetimos nós. Emanuel Pedro Leopoldo, 25 de novembro de 1951. Então vamos fechando os nossos olhos, nos conectando à espiritualidade superior, aos amigos espirituais que dirigem esse trabalho, que ao chegarmos nessa casa já nos recebem com tanto amor. E desde que chegamos aqui já estamos

ssos olhos, nos conectando à espiritualidade superior, aos amigos espirituais que dirigem esse trabalho, que ao chegarmos nessa casa já nos recebem com tanto amor. E desde que chegamos aqui já estamos recebendo o que necessitamos. o meu ser. Vamos a quero ser a oportunidade de estarmos aqui, ser justo, de podermos nos conectar com Jesus, ouvir uma palavra e que possamos sair daqui melhor do que entramos. Obrigada, mestre Jesus, por estar sempre conosco, nos acompanhando, nos guiando, nos dirigindo e nos tornando pessoas melhores. Obrigada por ser paciente conosco com as nossas dificuldades, com as nossas más inclinações e que possamos, mestre Jesus, com o seu evangelho de amor, com os seus exemplos deixados para cada um de nós, que possamos melhorar sempre, colocando no nosso dia a dia os seus ensinamentos e os seus exemplos. Obrigada pela oportunidade de estarmos aqui, pela conexão, Mestre Jesus, que cada um possa receber o que necessita. Pedimos, mestre Jesus, que ilumine, que intua o nosso palestrante, que ele possa trazer para nós os ensinamentos que nos auxiliam no nosso dia a dia, que nos ajudem a fazer a nossa caminhada um pouco melhor. Obrigada por estar conosco hoje, agora e sempre. Que assim seja. E o nosso palestrante de hoje é o Rômulo. Rômulo é trabalhador da nossa casa e ele também é coordenador do Departamento de Família da Casa Estudantes do Evangelho, da família da Infância. É mais um monte de coisa, né, Rômulo? Mas obrigada. Obrigada, Boa noite a todos. Satisfação poder voltar à casa sempre e hoje lembrar de maneira muito dedicada e carinhosa, que se todas as vozes do mundo se silenciassem, o amor ainda conseguiria falar. Se todos os ouvidos emudecessem, o amor ainda seria ouvido. E se todos os olhos se cegassem na existência, o amor ainda enxergaria. E digo isso porque de maneira muito clara, o sentimento do amor que nós ainda de forma humilde e singela confundimos com afeição, exclusivamente com proximidade, começamos a entender que o amor é algo muito, muito maior, que vem

a muito clara, o sentimento do amor que nós ainda de forma humilde e singela confundimos com afeição, exclusivamente com proximidade, começamos a entender que o amor é algo muito, muito maior, que vem de momentos muito anteriores ao que imaginávamos. Se voltarmos na existência humana, vamos observar no livro A caminho da Luz, Emanuel nos falando das primeiras expressões de amor neste orbe. E não são dos aconchegos de mãe, não são das tratativas humanas ou ainda de um reino animal nos tempos de educação deste mundo. Emanuel nos fala de amor nas primeiras experiências que os homens à época angelicais no mundo espiritual travavam ao construir o nosso próprio planeta. Emanuel nos fala que a construção de cada flor, de cada elemento químico, não passa de um gesto significativo de quem faz, não por uma simples experiência, mas porque ama a coisa e quem dela fará uso no futuro. Caso nós aqui, cada construção, cada detalhe da construção deste mundo foram gestos de amor e não apenas gestos de ciência e biologia, porque elas, por si só, seriam coisas de uma lei física ou biológica, mas havia por trás um interesse, um para quê, um para quem estamos fazendo cada um desses gestos. De forma que quando começamos então a perceber que o amor não é apenas relação afetiva, nós começamos a perceber então que há algo muito maior e que estamos aprendendo sobre este amor e que Jesus veio há 2000 anos para nos exemplificar a forma prática. Nós não conseguimos construir planetas, nós não conseguimos construir flores, muito menos animais, mas nós somos capazes de relacionarmo-nos. Então, ele veio a dizer-nos: "Amai-vos como eu vos amei". Dando-nos exemplos de como fazer. E para isso nós estudamos, aprendemos sobre o amor, sobre tantas óticas e expectativas. Olhamos os gregos falarem sobre o amor eros, o amor exclusivamente erótico, da visualização, da estampa, da estética, ao qual obviamente precisamos para que nos atraiamos as coisas que gostamos. Fala-nos do amor filia, o amor dos amigos que transcendem as demoras, as

erótico, da visualização, da estampa, da estética, ao qual obviamente precisamos para que nos atraiamos as coisas que gostamos. Fala-nos do amor filia, o amor dos amigos que transcendem as demoras, as distâncias, mas mantém-se ainda vivos buscando um ao outro. Falam-nos do amor storge, que é o amor família, o amor daquelas pessoas que nós não sabemos porque amamos, sequer sabemos porque nascemos na vida com elas, mas amamos por alguma razão. Mas os gregos também falam do amor ágape, o amor que Jesus nos orienta verdadeiramente a buscarmos. O amor que transcende as trocas eu te amo porque você me ama. O amor que procura de uma maneira muito clara servir, entregar, sacrificar-se de alguma forma. Esse amor também conhecido por amor, alteridade, talvez trazendo paraas nossas realidades, nós consigamos imaginar aquele amor que ama por todas as virtudes. Pensemos agora em alguém que nós amamos. E nós amamos essa pessoa certamente por todas as virtudes que ela carrega. Ela é generosa, bondosa, é amiga, companheira. me acolhe, me abraça, está comigo. Mas o amor ágape também, ou chamado de amor alteridade dimensiona que eu te amo por todas as virtudes que você traz e não apesar e por todos os defeitos que você também traz consigo. Porque eu te amo, independente daquilo que você me oferta, eu te amo porque você traz consigo algo que para mim é oportunidade de transformação. Por isso, não raras vezes, especialmente aqueles que têm filhos, às vezes sofrem a culpa porque o filho faz alguma coisa e o pai e a mãe pensa, gente, eu tô sentindo o ódio dessa criatura e sentem aquele temor de culpa interno, aquele sofrimento profundo. Mas porque nós estamos ainda elaborando o melhor mecanismo de amor, porque o filho ou o vizinho ou aquele que nos testa de alguma forma são exatamente aquelas pessoas que estão nos treinando no amor ágape, no amor da compreensão, da tolerância, que sabe amar o outro e separar o erro de quem erra. sabe transformar ou separar aquela pessoa que na verdade faz algum mal do

estão nos treinando no amor ágape, no amor da compreensão, da tolerância, que sabe amar o outro e separar o erro de quem erra. sabe transformar ou separar aquela pessoa que na verdade faz algum mal do irmão, do irmão que quando eu faço um Pai Nosso, elevo até a boca a dizer Pai Nosso, menos esse, esse, esse e esse. Esses não são, meus irmãos. Não há seleção, não há separação no amor ágape. E não é por outro motivo que nós estamos aprendendo mesmo. Talvez aqui nessa plateia, muitos de nós já tenhamos lido, por exemplo, algum livro sobre o amor. Talvez o mais famoso da atualidade não é nem sequer um livro espírita. Cinco linguagens do amor, Dr. Gary Chapman. Alguém aqui o leu entre nós? Livro famoso. Cinco linguagens do amor para adolescentes, cinco linguagens do amor para crianças, cinco linguagens do amor para casais. Mas o resumo da obra é: Precisamos aprender a amar. E nem sempre o amor é de uma única forma de expressão. Você pode tocar as pessoas, tocá-las. As pessoas gostam de ser tocadas, se sentem amadas com um carinho, um cafuné. Tem gente que não gosta de ser tocado, não gosta de ser abraçado. Então, para elas nós temos palavras de afirmação. Diga a elas: "Eu te amo, você é importante para mim. Quero estar com você por toda a vida". Mas há pessoas que também não escutam a palavra de afeto. Elas querem, na verdade, ser amadas, por exemplo, recebendo coisas presentes. Então, dê um presente e não só coisas materiais que vai se comprar, escreva um bilhete, mande alguma flor, pegue uma flor na rua e entregue pra pessoa. Pessoas que gostam de ser amadas desse jeito. Mas também há pessoas que gostam de tempo, de qualidade. Segundo o professor Gary Cheffman, hoje nós temos um mundo em que vivemos ao lado das pessoas, mas não estamos com elas. Sentamos-nos para assistir a um filme. Quando termina o filme, vamos cada um para um lado e não nos falamos. Passamos horas no ambiente de trabalho ao lado daquelas pessoas que conosco vivem muito mais do que com nossa família e não trocamos uma única palavra

me, vamos cada um para um lado e não nos falamos. Passamos horas no ambiente de trabalho ao lado daquelas pessoas que conosco vivem muito mais do que com nossa família e não trocamos uma única palavra porque estamos apenas passando o tempo e não vivendo um tempo de qualidade. E se nenhum desses quatro momentos, quatro formas de linguagens de amor for suficiente, o professor Gary Chapman ainda nos elucida da possibilidade de nós então dedicarmos serviço, servirmos as pessoas. Amar a pessoa pode ser buscar um copo d'água para ela, pode ser ajudá-la a arrumar o próprio quarto, pode ser prestar-lhe uma atividade, uma atividade simples de consolo, calçar-lhe as sandálias, por exemplo, gestos de serviço e carinho. Mas ainda nessas cinco formas que parecem contemplar tudo que nós podemos imaginar em formas de linguagem do amor, nenhuma delas caminha para valer no amor ágape. Nenhuma delas consegue transcender essa essência de nós fazermos algo buscando pensar no porquê, no para que e principalmente no para quem estou fazendo. Quando digo para meu filho, é preciso estudar pra prova, eu posso dizer para ele simplesmente: "Você vai estudar e, claro, ele tem 13 anos. Imagine qual é a resposta que ele me dá." Quando eu digo: "Filho, você precisa deixar agora aí o videogame para estudar pra prova". Imaginam que ele está me dizendo nessa hora: "Ó, papai, que vontade de estudar que eu tava. Só precisava do Senhor me lembrar disso. Eu que estava esquecido aqui. Obrigado pelo carinho. Os pais de adolescente riem mais do que os outros nessa hora, né? Eu sinto. Porque, por certo, eles não vão largar o brinquedo para obrigação. Nós não largamos o brinquedo para obrigação. E naquela hora, então, ele me pergunta: "Para que estudar?" E eu posso me limitar a dizer ao meu filho para você tirar 10 na prova exclusivamente para a nota de amanhã e mais nada. Eu posso dizer a ele que ele precisa estudar para passar de ano para completar este ano em que ele está. Ou eu posso ir ao livro dos espíritos e perceber que a pergunta que

nota de amanhã e mais nada. Eu posso dizer a ele que ele precisa estudar para passar de ano para completar este ano em que ele está. Ou eu posso ir ao livro dos espíritos e perceber que a pergunta que lá é feita sobre qual a importância de entendermos e compreendermos as ciências humanas. A resposta de lá transcende um pouquinho no sentido do amor ao dizer-nos para que ao compreendermos as ciências humanas possamos servir a humanidade. Claro que eu já disse isso para meu filho de 13 anos e ele disse: "Hã, mas eu precisava testar, eu precisava dizer para ele que eu já disse isso mil vezes." Porque se tem uma lei que representa o amor, não falaremos dela hoje, porque é de uma forma muito especial, ela precisa de um tempo para si. Mas a lei da reencarnação é exatamente Deus dizendo para nós um milhão de vezes a mesma coisa, colocando-nos próximos das pessoas que precisamos estar um milhão de vezes para que aprendamos a amar aquelas pessoas. Então, dizer para os nossos filhos: "É preciso estudar, é preciso estudar, é preciso tomar banho, é preciso escovar os dentes". E dizer de novo: "É preciso tomar banho e escovar os dentes, mesmo que eles tenham uma idade avançada". Lembro de meu avozinho com 90 anos, olhando para meu pai fumante à época e dizendo: "Rômulo para mim, seu pai, meu filho, meu menino". 62 anos papai tinha naquela época. Meu menino não me escuta. Já cansei de pedir para ele parar de fumar e ele não para. meu menino vovô pedindo para meu pai infinitas vezes dizer a mesma coisa. Então, de alguma forma, hoje, o que nos diz o Evangelho Segundo o Espiritismo a respeito dessa lei do amor? Ela vai lá no capítulo, na verdade, trazernos em três itens muito simples, mas recheados de informações. Dizern-nos, por exemplo, que quando formos capazes desse amor verdadeiro, caminhamos em unidade. Não que seremos iguais. Mas se vamos ao livro A Caminho da Luz, como mencionava agora a pouco, Emanuel diz que para pensar na construção deste planeta, uma assembleia de espíritos

minhamos em unidade. Não que seremos iguais. Mas se vamos ao livro A Caminho da Luz, como mencionava agora a pouco, Emanuel diz que para pensar na construção deste planeta, uma assembleia de espíritos puros se reuniram. uma assembleia de espíritos puros, espíritos que amam de verdade. Para definir como seria esse mundo que a gente tá vivendo, vamos pensar aqui numa assembleia de condomínio. Alguém já foi a uma assembleia de condomínio? É unísono, todo mundo pensa igual. É harmonia, é fraternidade. Tão rindo de quê? Não é assim. E não é por uma razão muito simples, porque aonde as assembleias do amor pensam em uníssono, numa assembleia de condomínio é cada um pensando em si mesmo, afastado por absolutamente do sentimento nobre daquilo que se precisa procurar para atender a todos. Se isso é bom para todos, mas não é bom para mim, então não é bom para ninguém. E quando assim o é, nós não compreendemos o item nove, que menciona com clareza que aquele que verdadeiramente ama não sofre das mazelas, nem da alma e nem do corpo. E quando dizemos não sofre, é no sentido das reclamações que vão sendo, se tornando cada vez mais comuns no nosso dia a dia. Vamos à obra Boa Nova e vemos Joana de Cusa ser queimada viva junto com o filho porque era cristã. e dizendo ao filho, filho, Jesus conosco o tempo inteiro. Ele entregou a sua própria existência, nós também o faremos. E nós, quando estamos tomando banho e a energia cai, nós já gritamos e xingamos a equatorial. Se estamos no trânsito, alguém não anda porque o semáforo está aberto, mas a gente não sabe por que razão já fizemos um inimigo pessoal ali com quem está andando, sem nem saber quem lá está. Digo-lhes isso porque numa certa altura de minha vida tive uma experiência em que estava tentando andar num trânsito e veio então um homem atrás buzinando desesperadamente, semáforo fechado, sem condição de passar. Tínhamos uma drogaria ao lado e ele buzinava com intensa firmeza. Eu olhei pelo retrovisor e pensei comigo: "Maluco, louco, vai passar por onde?" De

adamente, semáforo fechado, sem condição de passar. Tínhamos uma drogaria ao lado e ele buzinava com intensa firmeza. Eu olhei pelo retrovisor e pensei comigo: "Maluco, louco, vai passar por onde?" De repente ele subiu na calçada e eu pensei: "É um assassino, um psicopata fugindo da polícia. Ele sobe na calçada, abre a porta de seu carro, desce então do outro lado uma mulher e ele então vai para o banco de trás, pega um garoto, talvez uns 7, 8 anos, corre para dentro da farmácia e eu não sei o que foi que aconteceu naquele dia, mas a minha vergonha estampada dentro do coração, certo de que ele não poderia também extrapolar ou passar dos limites, mas o que é um coração desesperado? Certamente um pai tentando salvar um filho numa ocasião com aquela criança desfalecida em seus braços. De alguma forma, quando nós nos colocamos na condição do outro, entendemos que, de fato, nós também temos os nossos limites. Minha mãezinha me dizia uma frase das mais singelas sobre o amor. Meu filho, quando você achar que tá aguentando alguém, acredite, um monte de gente te aguenta. Isso mudou a minha forma de encarar as pessoas. Isso mudou a minha forma de pensar nos meus professores, nos meus vizinhos, nos meus colegas, que eu os considerava de alguma forma chatos, enjoados, encrenqueiros. E eu pensava, talvez seja eu o encrenqueiro, o enjoado, o cansativo. Aos poucos, quando começamos a entender que aquele que ama de verdade não sofre as mazelas da carne, vamos então compreender aquela pessoa simples que diz humildemente com uma casa repleta de filhos, onde comem dois, comem três. Alguns de nós vai dizer: "É, mas come mal. come mal porque estamos pensando única e exclusivamente em nossa própria saciedade humana. Não estamos visualizando a possibilidade de partilharmos com aqueles que precisam. Como vi certa vez aqui no setor aeroporto em nossa cidade, uma grande amiga subia comigo ao elevador quando um garoto lhe pediu um pão e ela então disse que iria preparar o pão. Subiu, passou então uma manteiga bem gostosa

no setor aeroporto em nossa cidade, uma grande amiga subia comigo ao elevador quando um garoto lhe pediu um pão e ela então disse que iria preparar o pão. Subiu, passou então uma manteiga bem gostosa naquele pão e desceu para entregar ao rapaz. Eu achei tão bonito da parte dela subir, passar uma manteiga, colocar num guardanapo e descer para entregar ao rapaz. Quando então o menino olha para ela e diz: "Tia, obrigado. Vou ali comer com os meus amigos." E ela diz: "Não, meu filho, não vá. Só tenho esse pão, não tenho mais". O garoto olha pra tia então e diz: "Tia, como é que eu vou comer sozinho se meus quatro amigos estão ali com bem, com fome? Quem ama de verdade não sente as agruras da carne, porque está na verdade embuído do desejo de servir furtivamente. Por isso, quando Jesus nos diz para amarmos a todos indistintamente, inclusive os inimigos, é uma dureza pensar nisso. É uma dificuldade. Como disse, a gente não tá conseguindo amar o rapaz da equatorial que desligou a nossa energia. A gente não tá conseguindo amar o rapaz da padaria que nos atendeu mal ou a pessoa que nos liga para vender alguma coisa e a gente não tem tempo para atendê-la. O que dizer amar o inimigo. Mas é bom que nos lembremos que Paulo de Tarso talvez seja o grande símbolo disso tudo. Aquele que um dia foi inimigo dos cristãos há mais ou menos 2000 1950 anos atrás. Nós aqui certamente seríamos alvo de Paulo de Tarso, estaríamos morrendo em suas mãos cristãos que somos. E de repente 2000 anos depois temos um mártir do cristianismo transformado. Então, muitos desses que hoje nós odiamos, precisamos parar e pensar de verdade se amanhã não serão aqueles que irão cuidar de nós de alguma forma. Tanto é que nós nascemos no meio deles. Basta que nos lembremos das oportunidades clássicas que o amor nos oferece na lei da reencarnação. Nós vamos nascer sim próximos desses. E vamos compreender então esse amor transcendente quando lembramos, por exemplo, da mãe. Quantas mães rezam pelos seus filhos que as

erece na lei da reencarnação. Nós vamos nascer sim próximos desses. E vamos compreender então esse amor transcendente quando lembramos, por exemplo, da mãe. Quantas mães rezam pelos seus filhos que as abandonaram em alguma casa, que não voltaram para visitar-lhes e elas rezam com profundo amor por cada um deles. Vamos pensar no amor daquele pai que cuida hoje ou a filha que cuida do pai que o abandonou no passado. Aquele filho que percebeu o pai, que um dia abandonou a família, foi-se embora e um dia, no futuro, no desajuste, volta adoentado e o filho ainda lhe cuida. Vamos ver isso no pai que perdoa aquele assassino que atacou contra seu próprio filho. Vamos ver isso naquele que visita o orfanato ou visita o asilo sem conhecer ninguém naquele lugar. E não simplesmente para fazer retumbar, dizer a Deus que está cumprindo sua tarefa, mas simplesmente porque quer transformar aquela outra figura que lá está. São pequenos exemplos como esse que nós vamos visualizar. E se porventura alguém aqui ainda não teve a felicidade de ler no mundo maior de André Luiz? Fica a dica de hoje. Se nada do que eu disser hoje for lembrado, lembrem do nome dessa obra no mundo maior. Ali vai se contar em um dos capítulos o poder do amor, quando então conta a história de dois amigos, Pedro e Camilo, absolutamente felizes na período da adolescência, da juventude. Camilo, um tanto mais velho, dava a Pedro a oportunidade de trabalhar. Quando Pedro então cresce, torna-se maior de idade, pede os seus direitos trabalhistas e por motivos fúteis e materiais, há uma briga intensa entre os dois. E Pedro acaba matando Camilo. Camilo, então, desencarnado, segundo os relatos de André Luiz, no mundo espiritual, passa a ser um perseguidor voraz de Pedro. E Pedro encarnado ainda lutando contra o estímulo da culpa. A dor da culpa permite que aquele processo obsessivo vá se entranhando cada vez mais. Mas não deixa de, obviamente, trabalhar, tocar a sua vida, ter filhos, cuidar das experiências do mundo. Mas

ulpa. A dor da culpa permite que aquele processo obsessivo vá se entranhando cada vez mais. Mas não deixa de, obviamente, trabalhar, tocar a sua vida, ter filhos, cuidar das experiências do mundo. Mas aquela obsessão atrelada à aquele senso de culpa acompanha Pedro por 20 anos. E isso vai adoecendo o seu próprio espírito e também o seu corpo. Até que numa certa altura, sobre os cuidados de Calderário e André Luiz, não há mais o que fazer. Pedro está prestes a desencarnar ante a doença que lhe afligia do cérebro. Então convidam a benfeitora, irmã Cipriana, para que ela pudesse ir ao encontro, não trazendo conhecimento, mas trazendo o mais profundo amor. Cipriana então vai ao hospital, lá vê Camilo deitado, praticamente junto de Pedro, ainda encarnado, e então antes de iniciar o seu trabalho, faz uma oração. Quantas vezes nós nos propomos a amar e antes de irmos ao encontro daquele que sofre, daquele que padece, não digo nos hospitais ou nos presídios, digo dos nossos filhos, nossos cônjuges, amigos que moram ao nosso lado, que ontem podem ter nos xingado, nos maltratado, e nós queremos ir lá para resolver isso. Quantas vezes nós nos preparamos antes, nos municiando por meio da prece, pedindo a Deus, como Cipriana pediu, Senhor, faz-me um instrumento de tua paz agora. E ela torna-se tão bela, não querendo ir à forra como muitas vezes nós vamos, torna-se tão bonita que André Luiz diz que ela irradia uma luz de imensa beleza. Aproxima-se de Pedro, conversa com ele por alguns instantes, pergunta-lhe e ele chega a achar que é Maria de Nazaré que se encontra ali, tamanha grandeza da mulher. Ele, desprendido, semiliberto do corpo naquela hora. Vê então aquela mulher que lhe pergunta: "Pedro, por que se deixaste levar pelos materialismos da vida? Nós não viemos aqui para julgá-lo, viemos para acolhê-lo. E ele, depois de certa altura, entendendo aquele amor e aquela culpa, pedindo-lhe perdão, ajoelha-se e ela então o acolhe com todo o carinho de mãe. Mas lá estava Camilo, o

-lo, viemos para acolhê-lo. E ele, depois de certa altura, entendendo aquele amor e aquela culpa, pedindo-lhe perdão, ajoelha-se e ela então o acolhe com todo o carinho de mãe. Mas lá estava Camilo, o perseguidor, a vítima de 20 anos atrás. Quando então ela pega Pedro no colo, no colo, carrega até ele e diz-lhe: "Então, por que te encontras ainda assim?" E na mesma hora, aquele que ainda não entendeu a lógica do amor diz: "Mas eu fui a vítima. Eu fui atacado, eu fui assassinado? Eu, eu, eu e eu de novo. E ela então olha com toda a ternura para aquele rapaz e diz-lhe: "Então, aquele que considera como o algó passou 20 anos de sua vida trabalhando, estudando, criando seus filhos da maneira mais digna e decente possível. E você, 20 anos perdido, vítimas não são santas". Eu adorei essa frase: "Vítimas não são santas". E de fato naquela hora ele então firme, ela então faz-lhe um convite. Vamos à casa de Pedro. E quando lá chegam na casa de Pedro, a família entristecida porque o pai no hospital internado nas últimas, ela vê então o filhinho mais novo. Mamãe, vamos rezar por papai. Ele precisa de nós nessa hora. Naquela hora, Cipriana reforça então com Camilo, mostrando-lhe o quanto aquele homem que errou, sim, e as leis, os mecanismos divinos haverão de dar-lhe a oportunidade amorosa de recuperar-se e retratar-se. Mas o quanto ele havia trabalhado no amor da educação do seu próprio lar, enquanto Camilo havia desvarido, perdido-se no âmbito de vingança e ódio. Ainda assim, ele começa a arrefecer diante daquele argumento, mas não o cede. E então Cipriana entrega-lhe a sua própria existência, dizendo-lhe: "Eu, na minha última experiência humana, estive neste mundo. Tive dois filhos, os dois mortos na guerra. Tive duas filhas, perdidas ambas para o ouro e para o luxo da humanidade, totalmente trêsloucadas e louca. E o marido que me sobrou como último reduto de amor, fugiu ante a lepra que me consumiu o corpo. E então só tive dentro de mim a esperança a poder nortear minha existência. Ao

te trêsloucadas e louca. E o marido que me sobrou como último reduto de amor, fugiu ante a lepra que me consumiu o corpo. E então só tive dentro de mim a esperança a poder nortear minha existência. Ao contar isso com profundo amor, Camilo então olha para ela e diz: "Você nunca me contaria isso se não fosse por verdadeiro amor." E ajoelha-se diante dela também, pedindo-lhe uma oportunidade para poder então amar e transformar-se. De forma que o amor ele está presente nas mais diversas circunstâncias. Quando Pedro acorda no dia seguinte, melhor olha paraas enfermeiras e diz: "Eu não sei o que aconteceu, um milagre, mas eu sonhei com Nossa Senhora vindo até mim e me dando o seu perdão. A vida na sequência desses grandes milagres que acontecem passam pela transformação por meio do amor." Paulo de Tarso já nos contava isso no mais célebre poema existente no mundo bíblico, ao dizer-nos que ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, sem amor, serei como o símbolo que retine, serei como aquele somo, que nada faz. Ainda que eu doasse todas as minhas posses, todas as minhas propriedades aos pobres sem amor, de nada adiantaria. Todas, tudo o que eu tenho, vou doar para quem precisa. Se não houver amor, de nada adianta. Paulo nos traz a ética do amor que tudo crê, tudo espera como Cipriana e tudo suporta nos amores, nas dificuldades que nós vamos enfrentar. Quando encontramos e pensamos que são castigos, dores divinas, castigos e coisas maléficas da vida, muitas das vezes estamos sendo treinados na compreensão, no amor e principalmente na certeza e na confiança em Deus. Cal de Brã em sua obra, o profeta acerta na mosca quando diz-nos que o amor verdadeiro não é simplesmente afetivo. Não é esse amor que nós conhecemos da simplicidade, é o amor que transforma o outro. Por isso ele nos narra, e me permitamme um pequeno trechinho dele que diz-nos assim: "O amor é uma alquimia que, como feixes de trigo, aperta também o seu coração. O amor vos debulha para expor a vossa nudez, vos peneira para

me permitamme um pequeno trechinho dele que diz-nos assim: "O amor é uma alquimia que, como feixes de trigo, aperta também o seu coração. O amor vos debulha para expor a vossa nudez, vos peneira para libertar-vos das palhas. Ele mói cada um de vocês até a extrema brancura, vos amassa até que vos torneis maleáveis. Então ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma no pão místico do banquete divino. Eu pensei uma vez em usar isso num casamento, mas desisti porque achei que os noivos iam sair correndo, pensando que o amor esse aqui é muito difícil de ser vivido, mas esse aqui é o amor para o qual nós estamos sendo treinados. Não nas relações com quem nós vivemos, mas especialmente com aqueles que vão nos dificultar a existência. E por isso Jesus nos indica o caminho, nos faz um convite singelo. Quando ele então pediu para tirarem a pedra de Lázaro, que havia acabado de desencarnar na proposta bíblica, ele diz então aos homens: "Tirai a pedra". Imaginem Jesus que controlava a própria natureza acalmando os ventos. Por que que ele mesmo remove essa pedra? Quando pede a Pedro, Pedro, joga ali a rede para pescar os peixes. Por que que ele mesmo fez os peixes pularem para dentro da bolsa de Pedro quando diz a mulher equivocada, vá e não peques mais? Ou ao homem curado no tanque de Betesda. Pega teu leito, levanta e anda. Jesus está entregando a oportunidade de cada um agir e transformar a si e ao outro também. Não apenas realizar ou esperar os milagres acontecerem, mas do contrário, convida-nos a agirmos por um amor que nós não sabíamos que estávamos realizando. Quando eu tiro a pedra, quando eu sirvo uma pessoa, quando eu venho a um ambiente como esse, quando eu volto para casa melhor, que eu não volto naquele clima ruim do meu trabalho, eu estou amando a mim e a quem lá está. Eu estou cuidando com afeto e muito mais do que isso, com amor profundo. É por isso que numa noite como essa, para encerrar, eu deixo aqui um pequeno trechinho dessa senhora que nós já falamos aqui, irmã

estou cuidando com afeto e muito mais do que isso, com amor profundo. É por isso que numa noite como essa, para encerrar, eu deixo aqui um pequeno trechinho dessa senhora que nós já falamos aqui, irmã Cipriana, para mostrar-nos que o amor verdadeiro ele não invade, ele entra, ele não brilha pros outros, ele brilha para que os outros caminhem. E assim o sendo, irmã Cipriana nos convida ao amor, a essa lei do amor, dizendo-nos: "Senhor Jesus, também nessa obra, permanente inspiração de nossos caminhos, abre-nos por misericórdia, como sempre, as portas excelsas de tua providência. Doador da vida, acorda-nos a consciência para semearmos a ressurreição nos vales da morte. Distribuidor do sumo bem, ajuda-nos a combater o mal com as armas do espírito. Príncipe da paz, não nos deixes indiferentes à discórdia que vergasta o coração das nossas companhias sofredoras. Mestre da sabedoria, afugenta para longe de nós a sensação de cansaço à frente dos serviços que devemos prestar aos irmãos ignorantes. Pastor da luz imortal, fortalece-nos para que nunca nos intimidemos perante as angústias e desesperos das trevas. Embaixador angélico, não nos abandones ao desejo de repousar indebitamente e converte-nos em teus servidores humildes onde estivermos. companheiro da eternidade, abençoa-nos as responsabilidades e deveres. Não nos relegues à imperfeição de que ainda somos portadores. Enfim, dá-nos, amado Jesus, o favor de servir-te e que o supremo Senhor do universo te glorifique para sempre. Meu Deus, muito obrigado por todo o seu amor. Meus amigos, meus irmãos, muito obrigado por sua atenção. Boa noite a Boa noite a todas e todos. Agradecemos nosso irmão, companheiro Rômulo, trabalhador dessa casa, pela brilhante apresentação, né? muito instrutiva, passa num instante quando a gente vê, né? E a gente fica pensando em tantas oportunidades que a gente tem de amar também e de ser instrumento de de paz, de amor. Convidamos todos a se recolher e se preparar pro passe, ouvindo a música que vai ser tocada.

ca pensando em tantas oportunidades que a gente tem de amar também e de ser instrumento de de paz, de amor. Convidamos todos a se recolher e se preparar pro passe, ouvindo a música que vai ser tocada. Um sentimento Ento me ronda. Não sei dizer. Tudo é novo para mim. Meu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito seu. Tua palavra me sonda, me conta do reino espera por mim. Eu te ofereço o meu pranto, as dores da alma que quer renascer. Eu ouvido a voz teu falar encantou. Que seguir caminhar, quem saber para onde vou. Eis-me aqui minha dor ser. Um sentimento me ronda. Não sei dizer, tudo é novo para mim. Teu coração se renova. Sinto a esperança invadir o meu ser. Quero ser manso, ser limpo, ser justo e pobre de espírito do ser. Tua palavra me sonda, me conta do reino que espera por mim. Eu te ofereço, meu pranto as dores da alma que quer renascer. Eu ouvi a voz teu falar me encantou, quis seguir caminhar, quis saber para onde vou. Eis-me aqui, minha dor ser. Eu ouvi tu a voz teu falar me encantou e seguir caminhar e saber para onde vou. Eis-me aqui minha dor sereno. Convidamos nossos irmãos e irmãs passistas a se posicionarem no salão. A todos que estão aqui presentes a fecharem seus olhos. Beba água fria como um sinal de prospecção e concentração, sinal número um, tomando uma respiração tranquila e profunda. Ó pai amado, pai nosso, senhor, criador de tudo e de todos, inteligência primeira e suprema, infinita bondade, infinita justiça, ó nosso Senhor e nosso Deus, damos graças e te louvamos, ó Senhor, pelas maravilhas que realizam todos os dias em nossas vidas. Louvado seja seu santo nome, ó Pai amado, pelo nosso modelo Jesus Cristo, nosso guia e amigo, companheiro certo de todas as horas, que se faz presente no nosso cotidiano e no nosso viver. Ó pai de amor, sabemos que vós está em nós como a água está com relação ao peixe. Sabemos que somos envolvidos. Estamos em ti, Senhor, sempre, desde antes da nossa existência.

idiano e no nosso viver. Ó pai de amor, sabemos que vós está em nós como a água está com relação ao peixe. Sabemos que somos envolvidos. Estamos em ti, Senhor, sempre, desde antes da nossa existência. Senhor Deus, vós nos precede. Somos razão da sua criação. Tudo provém de ti. Ó pai amado. Te amamos e devotamos nosso amor no cumprimento da lei dada pelo próprio Cristo, de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo a si mesmo. E assim, Senhor, te pedimos o discernimento, a paciência, a sabedoria para que amamos nossos próximos, desde os próximos mais próximos, pois assim estaremos te amando, Senhor, e cumprindo a sua lei. Ensina-nos, Senhor, a amar aquele irmão, que tenhamos mais dificuldade, o nosso vizinho, nossos colegas de trabalho, os companheiros que dividimos o trânsito e as vias públicas. Ensina-nos, Senhor, a amar todo aquele que passamos ou convivemos por instante ou por horas no nosso cotidiano. Ensina, Senhor, a nos amar também o distante aquele que não conhecemos e por vezes tratemos eles como não existentes. os irmãos que padecem nos leitos de hospitais, em celas, em presídios, todos aqueles que sofrem, ó Senhor, que possam ser acolhidos e aclamados por ti, mestre Jesus, conceda-nos a graça de sua bênção e sua proteção. Derrama sobre todos nós a sua luz e conceda-nos, Senhor, a grata virtude de melhorarmos a cada dia e sermos instrumentos de vossa paz. Seja em nosso lar, no nosso trabalho, nas vias públicas, nos serviços que prestamos. Que em todo lugar, Senhor, possamos levar a sua luz, o seu amor e a sua paz. Que assim seja. Vamos com Deus, meus irmãos, minhas irmãs. Boas semanas a todos. Convidamos a todos a tomar água de friticada oferecida aqui na frente antes de sair. Boa noite,

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