A JORNADA REDENTORA - Marcos Terra [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amorbando. para que façamos uma leitura para que a gente vá se preparando pra nossa prece e é uma leitura do livro Eu Sou o Caminho de Senira Pinto e se intitula assim: Agora é o teu momento. Não te detenhas no passado. Não pares contemplativo visualizando o futuro hoje. Agora é o teu momento, é o que te deve interessar. O produto do ontem, sem que te apercebas nem te esforces para tal, está presente para incorporar no agora como preparação para o daqui a pouco. Viva bem este momento presente. Absorve as gotas preciosas que a vida faz deste lar para ti. Não percas uma só dessas gotas, vivendo normalmente mais desejoso de adquirir o alimento espiritual, que te fará mais forte, mais compreensivo, para que possas amar muito intensamente. Este deve ser o teu propósito, apagar da memória os quadros que te pareceram desagradáveis, reconhecendo que, na realidade, esses quadros não foram mais do que o esboço para uma obra de arte que figurará no museu da espiritualidade. Banha-te a cada momento nas águas cristalinas do amor divino. Não permitas que a lama dos pensamentos negativos cpurquem a beleza que existe em tudo quando se tem bem olhos de ver e ouvidos de ouvir. Não esperes encontrar a perfeição na face da terra e sobretudo não te julgues em nada superior a qualquer dos teus irmãos em jornada terrena, ainda que eles sejam uns depravados. Só Jesus é o mestre, e aquele que o segue cumprindo amai-vos uns aos outros, este pode viver independentemente, vendo no universo e na sua pátria, em cada semelhante um irmão, vendo no universo a sua pátria e em cada semelhante um irmão. Faz isso agora. Liberta-te sentimentalismo que nos faz sofrer. Espalha sofrimento ao nosso redor. Não
pátria, em cada semelhante um irmão, vendo no universo a sua pátria e em cada semelhante um irmão. Faz isso agora. Liberta-te sentimentalismo que nos faz sofrer. Espalha sofrimento ao nosso redor. Não te prendas a nada e a ninguém e ama a todos e a tudo. Agora é o teu momento. Então vamos aproveitar esse nosso momento, né, gente? Que que nós temos é o presente, que é o nosso presente para que a gente possa fazer o melhor dele. Então vamos fazer a nossa prece. pedindo ao nosso mestre Jesus que ele nos abençoe nesse instante. Amigo querido, aqui estamos reunidos em teu nome para aprender, para nos fortalecer, para melhorar o nosso coração. nos ajuda, Senhor, para que possamos compreender as lições do teu evangelho, que nós possamos, com auxílio da espiritualidade, ter abertos os nossos canais de percepção sutis, a fim de captarmos as lições que necessitamos aprender. Abençoa, Senhor, intui o nosso querido palestrante que com tanto carinho se dedica a esse trabalho. que ele possa, Senhor, também envolvido pelo Teu amor, ser dócil as intuições que certamente lhe serão dirigidas para chegar a cada um de nós. E assim, querido amigo, nós pedimos a tua permissão e proteção para o início da nossa tarefa de hoje. Graças a Deus, meus amigos, temos aqui o Marcos Terra hoje, né, que traz para nós o tema jornada redentora. Saudações fraternas a todos nós que carregamos a bandeira Deus Cristo e Caridade. Temos mais um momento oportuno por meio das reflexões das histórias do mestre Jesus na casa de Pedro, pois estamos estudando Jesus no lá. Hoje é a penúltima penúltimo capítulo. No próximo mês encerraremos este livro que tem 50 capítulos. E para alegria banquete espiritual de hoje, nós temos como tema a jornada redentora. E quando falamos a jornada redentora, estamos falando de nós, falando do passado na casa de Pedro e ao mesmo tempo trazendo para os dias de hoje, porque nós somos uma única família, a família espiritual. Outrora, quem sabe e com certeza reencarnamos naquela região de Israel, naquela região
e Pedro e ao mesmo tempo trazendo para os dias de hoje, porque nós somos uma única família, a família espiritual. Outrora, quem sabe e com certeza reencarnamos naquela região de Israel, naquela região do Oriente Médio, como também em outros cantos desta abençoada terra. E esta é a jornada do Espírito. O objetivo da palestra nada mais é do que nos sensibilizar para as verdades eternas e ao mesmo tempo trazer um questionamento de como que anda a jornada. a jornada evolutiva nesta abençoada encarnação. Então, saudações fraternas aos irmãos, irmãs que estão no auditório Dr. Becerra de Menezes, como também que estão acompanhando pela internet o canal da comunhão espírita. Então, tudo se passa na casa de Pedro no primeiro momento, capítulo 49, que é a jornada redentora. E a esposa de Zebeteu pergunta para Jesus como é, quais são as melhor estratégias, como que nós temos que ter cuidado com a nossa jornada redentora. Porque a esposa já tinha uma preocupação que todos nós temos, né? Quando chegar o momento de fecharmos os olhos, pela última vez, os olhos físicos, que chega o momento de desligarmos do corpo, que vem uma reflexão profunda, foram 30, 40, 50, 80, 100 anos. Será que de fato aproveitamos a jornada espiritual? Como nós sabemos para nós espíritos, a bênção de uma reencarnação de estar aqui e agora, assimilando as lições que há mais de 2000 anos o sublime perengrino da Galileia já nos chama para o caminho do bem, já nos convida por meio da força do exemplo, como menciona as culturas populares, a palavra convence, Mas o exemplo arrasta. E o que nós queremos nesta tarde, nesse final de dia, é fazermos uma autoanálise. Podemos até citar que nós estamos no divã terapêutico, examinando eh o que o palestrante, que também se coloca como eterno aprendiz, como um eterno buscador, como também uma preocupação pela a jornada terrena. Porque se não tivermos aquela vigilância que o mestre nos pede, nós podemos passar muito tempo nas futilidades, naquilo que não agrega valores e ao
como também uma preocupação pela a jornada terrena. Porque se não tivermos aquela vigilância que o mestre nos pede, nós podemos passar muito tempo nas futilidades, naquilo que não agrega valores e ao desencarnar podemos cair numa depressão no mundo espiritual. Depressão? Sim. Quem falou que morreu, virou, acabou as doenças psíquicas, elas continuam e não tem dor maior na consciência de termos passado quase uma encarnação inteira e não agregamos crescimento para nós na primeira instância. Porque quando praticamos o bem, isso é lógico, nós contagiamos aqueles que estão mais próximos de nós. Em primeira instância, a família, família biológica, amigos, colega de trabalho. E assim nós somos trabalhadores da luz quando começamos trabalhando internamente a luz. Então essa era a preocupação da esposa de Zebeteu. E Jesus dá aquele silêncio. É muito interessante na obra Jesus no Lar, ele sempre dá um silêncio antes de responder. Quando nós estudamos e o uso da inteligência emocional, hoje pela pela o avanço da ciência desde a década de 90, com Daniel Goleman, o psicólogo norte-americano, ele mapeia que as pessoas inteligentes elas não respondem de imediato. Quando são interrogadas, dá uma pausa, respira, reflete e depois dá a melhor resposta possível. E quando respondemos de imediato, corremos o risco de não darmos uma resposta mais adequada. Então, respondendo a à esposa, Jesus menciona para ela, conta uma história de um local muito longe, num país bastante distante, onde tinha um agrupamento de pessoas com deficiências visuais. Aqui eu faço uma pequena parada na história porque é muito importante, porque essa obra magnífica atemporal, ela foi escrita na década de 40 pelo médio, psicografada pelo médio Chiquinho de Uberaba, o nosso Chico Xavier e o espírito Neio Lúcio, porém foi década de 40. Nós precisamos fazer uma adaptação. No texto original está cego, não podia falar cego. Ou a pessoa era, ela tinha deficiência, ela tinha ela, enfim. Eh, então nós tem que ter muito cuidado com
de 40. Nós precisamos fazer uma adaptação. No texto original está cego, não podia falar cego. Ou a pessoa era, ela tinha deficiência, ela tinha ela, enfim. Eh, então nós tem que ter muito cuidado com a linguagem hoje, que isso é normal, claro, nós temos que adaptar a linguagem que foi década de 40. Bom, daqui a pouco esse livro vai ter o quê? 100 anos que ele foi psicografado pelo grande médium, nosso querido irmão Chico Xavier. Então, por isso que eu uso o termo deficiência visual. É um agrupamento de deficientes visuais que já nasceram com a deficiência dentro de uma furna. Aí para ficar mais fácil nosso entendimento, dentro de uma grande caverna. E quando você está lendo essa obra, que são apenas 50 capítulos e mais uma vez atemporal, adaptando pra linguagem de hoje, você fica imaginando um agrupamento que a maioria deles já nasceram com a deficiência. Então chega naquele local um judeu, todos são judeus, mas chega um judeu, um viajante, encontra aquele agrupamento de deficientes visuais e fala do monte Sião, que fica geograficamente em Jerusalém. Eh, e esse monte reúne pessoas eh que têm uma preocupação de adorar o Senhores na linguagem dos judeus, né, essa comunhão com o divino, com o espiritual e as pessoas são muito felizes. Então, ele narra para os deficientes visuais o monte Sião e os deficientes visuais ficam maravilhados. Alguns, porque boa parte deles não acredita. e diz na frente do judeu viajante que ele está mentindo, que ele está enganando, porque ninguém nunca havia falado sobre isso. Os familiares também tinham deficiência visual, inclusive também os os antepassados, ou seja, era uma comunidade que não enxergava nada. Mas no meio de uma multidão, quando se fala a verdade, quando se fala algo que vai agregar valores, é normal sempre ter a turma do contra, a turma que não da credibilidade. Porém, todavia, entretanto, contudo, sempre há exceções. E um jovem muito empolgado com as belezas do monte Sião em Jerusalém. Fale: "Eu eu eu acredito e eu quero eu
a turma que não da credibilidade. Porém, todavia, entretanto, contudo, sempre há exceções. E um jovem muito empolgado com as belezas do monte Sião em Jerusalém. Fale: "Eu eu eu acredito e eu quero eu quero conhecer esse local, mas eu sou deficiente visual. Nós moramos nessa vulnerabilidade dentro de uma grande caverna no meio do deserto. Então, quando nós estamos lendo o livro, é interessante porque hoje nós já sabemos por meio da neurociência, quando nós temos a oportunidade de ler obras, o nosso cérebro eh os neurônios reproduzem mais. É difícil quando você assiste uma uma documentário pela televisão, eh porque já tá tudo praticamente mastigado e quando temos uma boa obra que agrega valores, nós estamos provocando as sinapses cerebrais, ou seja, aumentando a inteligência, aumentando a sensibilidade. E eu li esse texto várias vezes, né, para preparar a palestra e ficava me questionando assim, visualizando o cenário, como o teatro também, como temos oportunidade de uma boa peça, porque o teatro é outra linguagem que difere do cinema. Então nós que estamos assistindo a peça somos forçados a criar mais imagem. Imagina um bom livro, um livro pedagógico, um livro que fala de amor, que fala de respeito, as lições do mestre. Então, que ainda não teve a oportunidade de ler esta obra magnífica, Jesus no Lá, não deixem de ler, tem PDF, tem na na livraria da comunhão espírita e etc. Então, o judeu viajante cria empolgação em poucos, mas principalmente no jovem. E os jovens falam: "Mas nós estamos aqui eh determinados a morrermos no deserto dentro dessa grande caverna ou furna, sem perspectiva de crescimento. Olha a nossa situação, a vulnerabilidade em que vivemos." E o judeu viajante falou: "Não, se vocês tiverem fé, acreditarem, seguir as leis espirituais, ou seja, as leis naturais, buscar o autoconhecimento, focar no trabalho, genjoar, orar, vocês podem, quem sabe, no futuro, voltar a ter a visão. Voltar a ter a visão para nós aqui como espírito. É fácil falar porque já enxergamos no
r o autoconhecimento, focar no trabalho, genjoar, orar, vocês podem, quem sabe, no futuro, voltar a ter a visão. Voltar a ter a visão para nós aqui como espírito. É fácil falar porque já enxergamos no passado antes de reencarnar, mas o caso daquele agrupamento de deficientes visuais já nasceram praticamente 99% daquela comunidade sem a visão. Então o jovem ficou tão empolgado e aí uma parada porque a gente vai trabalhando a história e desdobrando. Nós temos uma capacidade cerebral fantástica de ler um conto e vai desdobrando, desdobrando, desdobrando, trazendo sempre para o momento contemporâneo. Quando você lê o capítulo e e são 50 capítulos do livro, você fica imaginando quantas vezes, às vezes nem pensei, estou ali falando de amor, de paz, e de repente crio uma onda de alegria, de possibilidade numa conversa trivial, seja dentro do ônibus ou indo pro trabalho. E aí fica aquela reflexão, o que fazemos do aparelho fonador, que é a nossa voz. Quando estamos no agrupamento, muitas vezes ficamos na maledicência, falando mal, reclamando e etc. Mas quando buscamos aproveitar essa jornada redentora aqui na terra, nos policiamos. Por isso que Jesus, o terapeuta da das almas, sempre nos recomendou: "Orai e vigiai". Então, em certo momento nós somos, incentivamos as pessoas pelo meio do diálogo fraterno. Não é só dentro de uma casa espírita ou espiritualista que nós precisamos vigiar o verbo em todos os lugares. Então o jovem fica tão empolgado, mas tão empolgado com a afirmação do judeu viajante que ele passa 4 anos na disciplina. Aí lembra aquela pergunta do nosso querido irmão Chico Xavier quando pergunta para Emanuel: "Qual é a ferramenta segura para estar aqui na terra e não cair no meio das vaidades, das ilusões? da da das vivências que não agrega valores. Primeiro mandamento, disciplina. Segundo mandamento, disciplina. Terceiro mandamento, disciplina. E esse jovem foi disciplinado aquilo que o judeu viajante recomendou. Orai, vigiai. Reforma íntima, autoconhecimento, trabalho, trabalho,
gundo mandamento, disciplina. Terceiro mandamento, disciplina. E esse jovem foi disciplinado aquilo que o judeu viajante recomendou. Orai, vigiai. Reforma íntima, autoconhecimento, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho que ocupa a mente. Trabalho que eu eu me sinto feliz naquilo que eu faço. E durante 4 anos ele recupera a visão. Bom, e já nasceu com deficiência, estamos falando dentro do prisma macro, ou seja, né, as pessoas que reencarnam na Terra já tinham visão, nesse caso específico, perderam a visão pelo natural de aproveitamento aqui na Terra. E nós temos uma passagem no Evangelho Segundo Espiritismo de uma jovem que é levada a um centro espírita e que ela não tem a visão e pede para o mentor curar a visão. E o mentor fala que ele não tem poder naquele momento, que a pior, vamos usar aqui o termo que não é mais usual, cegueira é a do espírito. e que se ela puder dentro das possibilidades ter os últimos anos aqui na Terra, sendo essa pessoa boa que ela é, isso eu tô adaptando aqui do Evangelho Segundo Espiritismo, ela com certeza ou nessa encarnação ou depois adquirá a visão. E é interessante fazermos essa comparação do texto do Neio Lúcio com a pass o próprio Evangelho Segundo Espiritismo, porque nós somos muito ansiosos. Asiedade é uma emoção que quando ela não é trabalhada, ela gera inúmeras doenças. Além das doenças cármicas dentro de um script espiritual antes de reencarnar, que sabíamos que iríamos passar enquanto espíritos sequiosos da luz, espíritos que necessitam conjugar o verbo amar em todos os tempos, além dessas mazelas que trazemos segundo o evangelho e o próprio Jesus na sua pedagogia, quando aqui esteve encarnado, nós ainda temos a competência de gerar mais doenças na vida, nesta encarnação aqui. Então fica assim a dica para nós. Qual é a pior cegueira? Não é a física, é a cegueira, ou melhor, corrigindo, é a deficiência espiritual. E durante 4 anos, 4 anos, esse jovem desbravador, destemido, disciplinado, consegue adquirir de volta a visão do passado,
o é a física, é a cegueira, ou melhor, corrigindo, é a deficiência espiritual. E durante 4 anos, 4 anos, esse jovem desbravador, destemido, disciplinado, consegue adquirir de volta a visão do passado, porque já nasceu biologicamente com deficiência. E ele fica maravilhado e ele volta pra colônia, né, onde estão todos seus colegas, falando do céu, da beleza, do infinito, falando das árvores, da cachoeira, da terra, dos pássaros, das flores do campo. E quase ninguém dá credibilidade. Fala que ele está com demência mental e falando que recuperou a visão. E pel um lado, Márcia, é até interessante porque o texto deixa muito claro. Esses deficientes visuais já nasceram deficiente visuais. Como é difícil você falar do outro lado do mundo. É. E e traz para nós, nós temos que adaptar aqui o texto. Quando nós lemos as obras mediúnicas psicografadas, que fala da beleza dos mundos espirituais, das grandes moradas do pai, você fala: "Isso aqui é é coisas de Hollywood. Será que é isso mesmo? Até nós que temos a visão física, quando lemos as obras, ficamos um pouco". Será que é assim mesmo? Ou quando assistimos um bom filme como o nosso lá e outros no cinema, a gente fica assim maravilhado? Aí depois de um bom tempo, parece que caímos na descrença. Então o jovem determinado, ele continua firme na sua crença porque ele quer conhecer o monte de Sião. Porque o judeu viajante descreveu como um pequeno paraíso na terra, onde as pessoas se reúnem para falar de amor, para falar da beleza da vida, de compartilhar o verbo em todas as instâncias, o verbo amar. E ele vai firme no seu processo, na sua meta e começa a andar. E o texto é muito claro. Ele fica perdido porque não tem a direção aonde fica o monte Sião em Jerusalém. E anda a pé durante muito tempo e sente fome. Procura numa caverna uma comeia para poder se alimentar do mel. E ao entrar dentro da caverna, aparece um ladrão e pede a bolsa. Ele fala: "Mas eu não tenho bolsa". Na carência que ele vivia na comunidade dos nossos irmãos com deficiência
oder se alimentar do mel. E ao entrar dentro da caverna, aparece um ladrão e pede a bolsa. Ele fala: "Mas eu não tenho bolsa". Na carência que ele vivia na comunidade dos nossos irmãos com deficiência visual, no meio do deserto, debaixo de uma caverna. Então o ladrão pega-o e transforma ele em um escravo. E ele fica 5 anos trabalhando para o ladrão em uma comunidade escondido, onde se reúne outros ladrões e familiares como escravo trabalhando. Nenhum momento ele reclama da vida. Em nenhum momento ele desacredita nas forças do bem. Em nenhum momento ele é tomado pela ilusão. E ele começa a influenciar aquela pequena comunidade por meio da força do exemplo, que é ajudar a todos que o procura. E ele começa envolvendo as pessoas no caminho do bem, falando do amor, do respeito, da justiça e por incrível que pareça, ler a obra Jesus no lar. Nós precisamos, Márcia, ficar muito presos às entrelinhas. Ele começa a mudar a psicosfera daquela pequena comunidade escondida, que não quer agregar valores, que vive no deserto assaltando as pessoas. Ele começa a influenciar o próprio patrão que o transformou ele em um escravo. Em 5 anos, o patrão descobre que aquele homem é um verdadeiro, como fala no Evangelho Segundo o Espiritismo, o verdadeiro homem de bem e liberta. E ele vai embora, continua seguindo, procurando o monte de Sião. Ao passar num pequeno vilarejo que é tomado por autoridades, autoridades bélicas, do poder, da criminalidade, de novo, ele ele é ele eles prendem, acham que ele é ladrão, que tá fugindo e ele vai pra cela. E lá na cela ele não baixa a cabeça, ele continua firme no seu propósito, falando do bem, do amor maior e e uma empatia. Quando você lê as obras das mediunidades, se fala muito hoje num pleno século XX, por meio das dos livros, das psicografia, a mediunidade da empatia. Então, é claro, isso não tá no livro, na história. Eu tô deduzindo aqui, porque por onde ele passa, ele contagia as pessoas. Sabe aquela pessoa que todo mundo quer ficar do lado dela
idade da empatia. Então, é claro, isso não tá no livro, na história. Eu tô deduzindo aqui, porque por onde ele passa, ele contagia as pessoas. Sabe aquela pessoa que todo mundo quer ficar do lado dela porque é alegre, porque é otimista, enfim, ele cria uma uma grande revolução, não da espada, mas a revolução do amor dentro do presídio. E depois de um bom tempo, descobre que aquele homem é bom, corrigindo. O rapaz ainda não é homem, eu tô antecipando aqui a história. É o rapaz, que aquele rapaz é uma pessoa boa, de boa índole, que que faz? Liberta. E ele continua a sua estrada, a sua meta encontrar o monte de Sião. E o livro narra: "Poram 20 anos caminhando até chegar no monte de Sião, encontrar aquela comunidade viva, movido pela fé, pela busca da reforma íntima. E Jesus dá uma parada, fica um silêncio total na casa de Pedro e comenta: "O mestre interrompeu, se vagueou o olhar para a sala silenciosa e rematou. Eu vou ler o texto, é o fechamento do capítulo e fazendo algumas paradas e fazendo complementações. Assim é a caminhada do homem para o reino celestial. Antes de tudo, é preciso reconhecer a sua condição de deficiência visual e aplicar a si mesmo os remédios indicados nos mandamentos divinos. E fica para nós aqui no auditório ou na rede da internet pela transmissão. Será que também estamos precisando melhorar a visão espiritual, buscar remédio mais eficazes pra cura profunda, aquela cura interior, de trabalhar o egoísmo, a vaidade, a luxúria, de trabalhar a preguiça mental, de trabalhar em nós o egocentrismo. Primeiro lugar, eu. Segundo lugar, eu. Terceiro lugar, eu. E que dane-se os outros. Alcançando o conhecimento, apesar da zombaria de quantos os rodeiam em posição de ignorância e compelido a marcha por si mesmo e sozinho quase sempre do escuro do vale terrestre para o monte da claridade da divina da claridade da claridade divina. Engraçado, quando eu tava preparando a palestra, me veio algo bem significativo. Já paramos para perceber que alguns momentos parece que estamos sozinhos.
e da divina da claridade da claridade divina. Engraçado, quando eu tava preparando a palestra, me veio algo bem significativo. Já paramos para perceber que alguns momentos parece que estamos sozinhos. Todo mundo some, todo mundo critica nosso jeito de ser. Ah, até até para fazer caridade somos criticados. Ou com zombaria quer quer virar santo ou, né, tá trabalhando em troca de bônus horas para entrar nos reinos. celestiais, a gente escuta de tudo ou tá perdendo tempo, tá? A vida passa, só pensa em trabalhar, em trabalhar desde o trabalho do ofício, do abençoado ofício, que paga as nossas necessidades primárias, secundárias e terciária, como também o voluntariado de a, né, de ser realmente e de querer por meio do voluntariado, aprender as lições do mestre, porque o que Jesus fez só foi isso na vida inteira, ajudar o despertar da consciência. E quando era possível tratar muitas deficiências da da sua época, ainda continua como como o curador de alma e dando continuidade indistintamente ainda mesmo os próprios inimigos e perseguidores. Então é aquele problema, nós temos eh a solução. Na realidade, nós estamos trabalhando, trabalhando, trabalhando, ajudando, ajudando todos que batem na nossa porta. Aí onde pega o calcanhar de Aquiles da mitologia grega, aquele ponto, aquele ponto que que nos ataca, principalmente aqueles que nos perseguem e inimigos. Meu Deus, com uma expressão bem religiosa, divino Pai eterno, como é difícil abraçar aqueles que nos pega no calcanhar, que critica, que zomba, né? Que faz de tudo para nos derrotar. Bom, quando o seguidor do bem compreende o dever de mobilizar todos os recursos da jornada, aí a pergunta para nós no auditório e pela rede da internet, estamos usando todos os recursos presente hoje para continuarmos seguindo a jornada? Se estamos, tem um indicador que ele fala aqui no livro, nós somos tomados pelo silêncio. Como fala aquela musiquinha, silêncio, minha alma está impresse. Te busco na escuridão da noite. Quem sabe, Márcia, na próxima sereia um cantor. São
ala aqui no livro, nós somos tomados pelo silêncio. Como fala aquela musiquinha, silêncio, minha alma está impresse. Te busco na escuridão da noite. Quem sabe, Márcia, na próxima sereia um cantor. São tantas possibilidades. Então, quando vem esse silêncio interior, mostra o quê? maturidade espiritual. Tem horas que não precisa gente abrir a boca para nada. Deixa o outro falar. Ele tá movido pelo conjunto de crenças e valores. Você não vai mudar o outro. Não vamos corrigindo. Nós não vamos mudar o outro. Nós podemos ser exemplo. Só isso. O que o próprio mestre foi para nós. Exemplo. Somos tomados pelo silêncio, sem perda de tempo, com reclamações e censuras. Então, se nós já deixamos as reclamações e as censuras, nós estamos no caminho do Monte Sinai, da historinha ou trazendo paraa nossa realidade, nós estamos usando o máximo a dádiva do tempo nesta abençoada reencarnação para deixarmos o corpo físico em breve, em profundo estado de gratidão e retornarmos para o mundo espiritual, dando continuidade à outra grande jornada, porque essa aqui, ó, é pequenininha em relação à grande jornada espiritual. Bom, então estará em condições de alcançar o reino de Deus dentro do menor prazo. Olha aqui, dentro do menor prazo. E agora o reino de Deus, nós temos que abrir mais a compreensão. Não é só fisicamente as grandes moradas espirituais, mas principalmente o reino de Deus aqui dentro, que é a paz profunda, né? e fechando, porque viverá plasmando as próprias asas para o voo divino, usando isso a disciplina de si mesmo e o trabalho incessante pela paz e a alegria de todos. Pedimos o nosso irmão que possa colocar música para gente fazer uma oração para nos preparar para o passe. embalado pelo sol da Maria. Ó pai, pai de todos os homens e mulheres, judeus, cristãos, espíritas, espiritualistas, nós só temos que agradecer nesta casa de oração pela oportunidade da reflexão, de continuarmos com fé, Bom trabalho na jornada redentora. que quando chegar, ó Pai, o momento de deixarmos o veículo carnal,
só temos que agradecer nesta casa de oração pela oportunidade da reflexão, de continuarmos com fé, Bom trabalho na jornada redentora. que quando chegar, ó Pai, o momento de deixarmos o veículo carnal, de sermos tomado pela alegria do espírito, por aquele momento do êxtase de ter passado pela escola da terra e ter aproveitado cada segundo, minuto e dias, Pai. Ó Jesus, irmão maior, ser conosco, mestre, por meio da sua equipe espiritual, por meio dos nossos mentores e mentoras que nos auxiliam, os anjos de guarda, nos momentos de deslices, que possamos ser chamados pela consciência de voltarmos a trilhar na jornada da luz, na jornada do bem na jornada do amor. E essas vibrações que estamos sentindo no auditório possam também ser projetadas para os nossos lares, envolvendo todos os familiares e, principalmente, mestre, aqueles que ainda não têm afinidade conosco, porque somos uma única só família. a família do amor, a família espiritual, que possamos retornar para os lares após o passe em estado de êxtase. Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz. Que assim seja. Nós agradecemos ao nosso irmão Marcos pela palestra e eu tenho uns avisos para dar a vocês. Eu tava pensando quando ele contou a história do do deficiente visual que foi aprisionado pelo ladrão, né? Quantas vezes esse ladrão é a depressão, é a ansiedade, que nos rouba a alegria de viver. E por que que eu lembrei desses ladrões? Porque essa semana é muito especial para nós aqui na comunhão. Nós estamos no meio do seminário, o nono seminário do grupo Acolher, que é um grupo da nossa casa destinado a nos reunir para que a gente trate da dos nossos sentimentos, das nossas ansiedades. Então eu queria dar aqui o aviso, foi toda semana, né? E hoje nós temos a Dra. Márcia Leon, que vai nos falar o que é, afinal a cura às 8 horas da noite. Amanhã Dr. Wesley vai nos falar, vai nos trazer o tema cuidar com o amor, quando o outro nos ensina a sentir e a servir. Vale muito a pena, gente, quem não puder participar, nós temos aí a
s da noite. Amanhã Dr. Wesley vai nos falar, vai nos trazer o tema cuidar com o amor, quando o outro nos ensina a sentir e a servir. Vale muito a pena, gente, quem não puder participar, nós temos aí a bênção do YouTube, né? É só a gente acessar e assistir e poder aproveitar a qualquer momento, indicar pros nossos amigos, né? Então vamos fazer a nossa prece, vamos pedir a Deus, a nosso Pai, que ele continue nos fortalecendo, pedir ao nosso mestre Jesus que essa psicosfera de amor e de confiança que agora nos envolve possa continuar se fazendo presente e oferecemos para isso o nosso esforço, a nossa boa vontade, a nossa disposição para seguir na nossa jornada. Amada redentora, nos abençoa, Senhor, nesse instante. Graças a Deus. Meus amigos, desculpem, eu esqueci que o nosso amigo fez a prépis de novo, mas nunca é demais, né? Não tem problema. Então, em seguida nós passamos a ao passe, né? Nosso irmão ali vai coordenar. Obrigada. Boa noite a todos. É o costume. É o costume. Eu falei. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos
sericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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