A Importância da Prece - Márcia Ramos

Grupo Espírita Mensageiros da Luz - GEML 28/10/2025 (há 6 meses) 35:30 149 visualizações

A Importância da Prece - Márcia Ramos

Transcrição

no sofrer, no sorrir no ch bezerra menes apóstolo do bem. Receba as nossas preces e o coração também. Meer te menes apóstolo da luz. Ee as nossas dores aos pés de Jesus. Sintonizados com Dr. Bezerv. sintonizados com o Dr. Bezer de Menezes, que estamos revocando por meio da música. Vamos por intermédio dele glorificar a Deus, louvar o seu nome e agradecer pelas bênçãos que temos recebido, pela bendita oportunidade da vida, da reencarnação, do conhecimento da doutrina espírita, a bênção do grupo espírita mensageiros da luz às nossas vidas. Por este instante de oração, por todos que nos encontramos reunidos. Agradeçamos pela pátria, família, amigos, companheiros de ideal, trabalho que nos dignifica a vida, saúde às vezes relativa o dia de hoje. E ao lado do louvor e do agradecimento, com muita humildade, continuemos buscando a presença amorável de Dr. de Menezes para suplicar a ele que por acréscimo de misericórdia interceda por nós junto ao nosso mestre Jesus para que ele nos fortaleça na sabedoria, na humildade e na fé, concedendo-nos saúde e paz, os fazendo espíritas, divulgadores da doutrina, pela nossa ação, pelo amor que tivermos nos nossos corações. Bçãos pedimos para os aflitos da terra, pelas condições climáticas, por toda violência para os enfermos. os que não conseguiram atendimento médico, medicamento, outros que, embora socorridos, passam grandes agonias, aflições e dores para os trabalhadores da área da saúde. Mas vamos irradiar também para o Brasil, para o povo brasileiro, que somos todos nós, pedindo a Ismael que nos conceda a esperança, a dignidade da vida através do trabalho, da alimentação, da habitação, da segurança dignas. Que as nossas autoridades se fortaleçam na sabedoria, na humildade, na compaixão para com a população, o respeito às leis, a responsabilidade administrativa, a importância de darem bons exemplos. Mas vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sedimento de união e unificação do

trativa, a importância de darem bons exemplos. Mas vamos pedir também para o movimento espírita que as nossas lideranças se fortaleçam na sabedoria, na humildade, no sedimento de união e unificação do movimento, abençoando cada dirigente, trabalhador, frequentador de casa espírita nesse nosso imenso Brasil, as nossas federativas, a Federação Espírita Brasileira, Conselho Espírita Internacional, a Federação Espírita do Estado de Goiás, a sua diretoria executiva, o nosso congresso do ano de 2026, o grupo espírita mensageiros da luz com todas as nossas unidades e frentes de trabalho. Vamos, vamos irradiar também para os nossos lares, lares enlutados, com pessoas enfermas, hospitalizadas, cirurgiadas, aguardando para se submeter às cirurgias. Para aquelas pessoas vitimadas pela depressão, pânico, obsessão, fascinação, drogão, alcoolismo, vícios morais, encarcerados, desempregados, endividados, qualquer que seja a nossa dificuldade, a nossa aflição, nós vamos pedir misericórdia. Que abençoe as nossas crianças e jovens, concedendo a todos eles amor à vida, preservando as suas vidas com dignidade através do estudo do trabalho da religião, livrando os vícios da indolência, que é preguiça, das ciladas, dos desequilíbrios, fazendo desses jovens servidores da sociedade, espíritos aflitos, entristecidos, enfermos, equivocados, que estiverem nas nossas casas levando desassossego, o sentimento de solidão, a enferm idade, desarmonia de toda ordem. Os que aqui vieram, qualquer lugar que eles estiverem, todos possam ser atendidos, esclarecidos e encaminhados às colônias espirituais. Você que nos assiste pelas redes sociais, que nos honra com a sua presença, nós estamos transmitindo da sede do grupo Espírita Mensage da Luz. Que Deus te abençoe, te envolve muita paz, mas envolva todos nós que aqui nos encontramos também nas bênçãos do Senhor. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós passamos aqui as nossas colocações à luz da doutrina espírita. Nós vimos na semana passada as questões

aqui nos encontramos também nas bênçãos do Senhor. Com esses pedidos, agradecimentos, louvor, nós passamos aqui as nossas colocações à luz da doutrina espírita. Nós vimos na semana passada as questões relacionadas à obsessão. Nós falamos sobre a obsessão simples, a fascinação, a possessão, a subjulgação. Eh, todos esses assuntos, aquelas pessoas que não estavam aqui na semana passada podem ser vistos estudando o livro dos esp, desculpa, o livro dos médiuns. O livro dos Médiuns é aquele que dá orientação a todas as pessoas que têm mediunidade, portanto a todos nós, porque todos nós em algum grau nós temos a as as condições mediúnicas. E daí a importância de conhecermos, de estudarmos, de lermos o livro dos médiuns. E um dos antídotos, quer dizer, uma das maneiras da gente evitar os procedimentos obsessivos é através da vigilância, através da disciplina, através da boa ação, através das orações. Porque quando nós oramos, nós sintonizamos com a espiritualidade amiga. que quando nós sintonizamos com a espiritualidade amiga, esses espíritos equivocados que por acaso estiverem próximos de nós também são atendidos, são encaminhados às colônias espirituais. estão o processo de acolhida esses espíritos, porque as obsessões, os procedimentos equivocados dos espíritos, eles guardam sintonia com as nossas vibrações e guardam sintonia também com a própria lei de ação e reação de causa e efeito. O que que quer dizer isso? Todas as vezes que a gente tem o sentimento de mágoa, de vingança, de ódio, de cobiça, de outro ser de egoísmo, de soberba, nós atraímos os espíritos também nas mesmas condições. Existe um livro que se chama Pensamento e Vida, Emmanuel, com com o Chico Xavier, que vai nos falar da força do nosso pensamento. Então, quando a gente pensa, a gente atrai. Como a gente normalmente pensa mais coisa negativa do que coisa positiva, claro que nós estamos atraindo esses espíritos equivocados. André Luiz, no livro Messageiros, que é o segundo livro da coleção Nosso Lar, num determinado

nsa mais coisa negativa do que coisa positiva, claro que nós estamos atraindo esses espíritos equivocados. André Luiz, no livro Messageiros, que é o segundo livro da coleção Nosso Lar, num determinado momento do da história que ele tá nos trazendo, contando da rela das vidas do plano espiritual, ele vai contar uma história que era no período da Segunda Guerra Mundial e eles foram, os espíritos que estavam lá na colônia, foram concitados, chamados para atenderem a uma questão relacionada a Segunda Guerra Mundial. Portanto, 19445, os livros de André Luiz, eles começaram a ser escritos em 1943. O nosso lar, ele é um livro de 1943. E quando eles são chamados para atender essas entidades, ele percebe que toda a bruma, ah, as energias, os fluidos próprios da Terra estavam muito escuros, muito densos. E aí ele pergunta por que que havia aquela situação tão escura, tão densa relacionada ao planeta Terra. O mentor espiritual diz a ele assim: "Porque a terra está em guerra, é a Segunda Guerra Mundial. Nós estamos indo para dar um atendimento à segunda as os espíritos e as pessoas, os encarnados desencarnados em algum momento relacionado com a guerra. Muitos desses espíritos foram atendidos aqui em Pedro Leopoldo, na Fazenda Modelo. Quando a gente visita a Fazenda Modelo, aquelas pessoas que nos orientam lá, eles falam: "Esta é uma como se fosse uma uma vársia, um lugar mais rebaixado, muito lindo. E ali muitos dos espíritos que haviam necessidade de serem socorridos foram atendidos ali naquela região. Por que que foi atendido naquela região? para facilitar o serviço dos da espiritualidade amiga, porque a Europa tava tão conflagrada que era difícil às vezes até trazer esses atendimentos. O certo é que ele estava então observando a bruma da terra, as condições eh fluídicas da terra. E aí então ele é informado que porque estava num período da Segunda Guerra Mundial. E aí ele diz assim: "Mas a guerra tá circunscrita, porque até então ela estava na Europa a guerra tá circunscrita a essa região,

le é informado que porque estava num período da Segunda Guerra Mundial. E aí ele diz assim: "Mas a guerra tá circunscrita, porque até então ela estava na Europa a guerra tá circunscrita a essa região, tá? É Alemanha, Polônia, França. E aí o mentor espiritual diz a ele: "Aquelas pessoas que não estão participando da guerra, estão falando como sobre a guerra". É mais ou menos o que acontece conosco até hoje. A gente comenta da facada, do tiro, do carro que caiu na água, o outro que foi assaltado, a corrupção do governo. Tem tanto assunto interessante pra gente conversar, mas a gente de vez em quando, ou de vez em sempre a gente resvala e vai para esses assuntos. E então ele aprendeu essa lição e nos traz também para que a gente tenha a vigilância com relação aos nossos pensamentos e as nossas conversas. Mas ao mesmo tempo que ele estava vendo tudo isso, ele observa que existia no Reino Unido, na região da Inglaterra, uma igreja na cidade de Briston, uma igreja que saía muitas luminosidades, muitas estrelas, muitas faíscas de estrela. E aí ele pergunta, fala assim: "E aquele lugar que tá ali? Parece que é uma igreja?" E o mentor diz a ele: "Sim, é uma igreja. E aquelas pessoas que estão lá, tipo assim, 8, 10, 6 pessoas, um número muito reduzido de pessoas estão rezando pela paz no mundo. Portanto, a quantidade de pessoas era muito pequena, mas as vibrações, as energias da oração eram tão intensas que eles lá no plano espiritual percebiam. Por isso que Jesus disse que quando tiver dois ou mais orando em meu nome, eu ali estarei. Mas para orar em nome de Jesus tem que realmente nos envolvermos nesse sentimento. E quem vai nos orientar e nos dar as informações é exatamente Allan Kardec na codificação da doutrina espírita, o livro dos espíritos. O livro dos espíritos, ele dividiu esse livro em quatro livros. Aqui dentro tem quatro livros. E o terceiro livro, que é o livro que vai falar sobre as leis morais. É um livro que tá aqui dentro que tá falando sobre as leis morais, porque

e livro em quatro livros. Aqui dentro tem quatro livros. E o terceiro livro, que é o livro que vai falar sobre as leis morais. É um livro que tá aqui dentro que tá falando sobre as leis morais, porque tudo na vida tem que ter lei. A gente tem que ter horário para acordar, horário para dormir, horário para comer. As pessoas têm que ter uma norma, tem que ter organização nas nossas casas precisamos de ter as nossas finanças, enfim, a gente precisa ter norma. Quem falou isso primeiro nem foi Allan Kardec, foi Moisés lá no decálogo. Antes do decálogo, quando ele traz a Torá, que são os cinco primeiros livros da Bíblia, são as leis que são seguidas até hoje pelos judeus. São 613 artigos de lei seguidos pelos judeus até hoje. É a lei judaica. E dentro dessa lei judaica, foi onde Jesus em muitos momentos ele contestou a norma, a legislação judaica, porque ele entendia que as pessoas, a lei deve ser feita para as pessoas e não para as pessoas para a lei. Então, lei é algo que nós todos precisamos de nos curvar e respeitar as leis, sobretudo as leis da natureza. Estamos vendo o sofrimento que todos nós estamos passando aí com a eucaristia da água, exatamente porque em determinados momentos nós afrontamos a natureza e aí a consequência está aí. E nesse terceiro livro que ele tá falando das leis morais, ele começa e tudo que Kardec faz, ele faz de acordo com o método. Não tem nada que caiu por acaso aqui e foi desse jeito, não. Ele estudou, ele analisou, ele pesquisou. Houve a inspiração da espiritualidade amiga, do espírito verdade, que é o próprio Senhor. A Madame Kardec também era uma senhora muito preparada, era uma professora também ajudou bastante na codificação da doutrina. espírita. Então, ele vai falar da primeira lei que ele fala que é a lei natural. E a segunda lei, ele vai nos trazer a lei de adoração. E nessa segunda lei, na lei de adoração, na questão seis, ela vai começar na 649 e vai até 673, essa lei de adoração. E na questão 659, ele diz assim: "Qual é o caráter geral

trazer a lei de adoração. E nessa segunda lei, na lei de adoração, na questão seis, ela vai começar na 649 e vai até 673, essa lei de adoração. E na questão 659, ele diz assim: "Qual é o caráter geral da prece?" E, portanto, o nosso tema é a oração, a importância da oração, a importância da prece. E aí nós estamos embasados mais uma vez, como sempre fazemos, na orientação trazida por Allan Kardec, na codificação da doutrina espírita. E ele vai então perguntar: "Qual é o caráter geral da prece?" E os amigos espirituais, os imortais vão responder uma resposta curta. Ele vai dizer assim: "A prece é um ato de adoração. Todos os povos politeístas, todos os povos, se nós formos no Egito, na Grécia, em Roma, nossos silvículas aqui das Américas, todos eles tinham o método da adoração. Podia até tá estar adorando muitos deuses, mas todos eles, isso é intrínseco, é da do ser humano, da natureza, do espírito das pessoas entenderem da importância de glorificarmos e louvarmos a Deus. No caso dos politeístas, muitos deuses. No caso dos monoteístas, que aí são as religiões monoteístas, que vem todas elas através de de Moisés, que é o judaísmo, pela ordem cronológica, é o judaísmo, o cristianismo e depois o islamismo. Todas elas religiões monoteistas, mas todas as crenças religiosas eles têm adoração a Deus ou a aos deuses. Então, é o caráter, a prece é um ato de oração. Orar a Deus é pensar nele, é aproximar-se dele, é comunicar-se com ele. A gente sai uma noite, tem uma lua muito linda e a gente fica estasiado com a beleza da lua. Fal, nossa, essa é a obra do criador. Aí a gente vê uma ave muito maravilhosa também voando, a gente, nossa, que linda. Essa também é uma obra do criador de Deus. Só que nós esquecemos de olhar para nós mesmos, porque nós temos cinco sentidos. A maioria das pessoas tem cinco sentidos, que é visão, olfato, paladar, tato. E nós esquecemos de glorificar a Deus quando nós percebemos que estamos enxergando, que estamos ouvindo, falando, sentindo, pensando, corpo

soas tem cinco sentidos, que é visão, olfato, paladar, tato. E nós esquecemos de glorificar a Deus quando nós percebemos que estamos enxergando, que estamos ouvindo, falando, sentindo, pensando, corpo físico. Então é a hora de glorificar a Deus pela beleza da vida, pela beleza que hoje nós temos a oportunidade de conhecer. a doutrina que consola as nossas dores. A terceira revelação. E essa terceira revelação, ela foi trazida, ela foi anunciada por Jesus quando ele diz a João: "Eu voltarei ao Pai, não vos deixareios, mais tarde eu mandarei o consolador." É a doutrina espírita que consola as nossas aflições e as nossas dores. Poucos dias conversáamos com a senhora e ela nos dizia assim, até foi numa casa espírita, fomos fazer uma palestra, chegamos e uma senhora sentou do meu lado e disse assim: "Graças a Deus eu conheço o espiritismo". Porque aí ela foi contar a história da filha que desencarnou, o drama, o sofrimento que foi, todos que já perderam entes queridos e todos nós em algum momento perdemos alguém. E depois ela conclui de novo falando: "Graças a Deus, eu sou espírita". E aí ela fala que tem tantos anos que tá na doutrina. Então quer dizer, o consolo é ela saber. E aí nas colocações dela foi recebeu uma mensagem psicografada de uma casa espírita, uma coisa recente. Ainda perguntei quem era, qual era a casa, qual era o médium. Ela nos disse e diz assim: "Ela trouxe relatos de parentes que haviam desencarnado há muitos e muitos anos, que ela não sabia a existência dessas pessoas, da bisavó, da madrinha de alguém. e que essas pessoas, esses espíritos a receberam. Então, ela conclui dizendo que ela estava muito, embora com muita saudade, mas ela estava muito conformada com a o retorno da filha ao plano espiritual. Mas então Kardec vai dizer, a prece, aliás, os espíritos, a prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele, é aproximar-se dele, é comunicar-se com ele. Através da prece pode-se ter uma vista em vista três coisas: louvar, pedir e agradecer. E o que que acontece?

m ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele, é aproximar-se dele, é comunicar-se com ele. Através da prece pode-se ter uma vista em vista três coisas: louvar, pedir e agradecer. E o que que acontece? Normalmente a gente só pede e às vezes pedimos coisas que não estão na nas condições dos espíritos nos atenderem. Porque, por exemplo, quando a gente pede coisa de ordem material, será que a gente precisa daquilo que a gente tá pedindo? Porque muitas vezes a gente quer mais um pouco das questões relacionadas à saúde. E aí nós temos a exemplificação de de Francisco Cândido do Xavier. Ao lado dele estava Dr. Bezerro de Menezes, estava André Luiz, que era um médico, um grande cientista brasileiro, estava Emmanuel e outros tantos espíritos que estavam lá. E ele desde sempre com muitas dificuldades de saúde, questões da vista, questões do coração e outras questões mais tuberculose. Ele nunca deixou de fazer os tratamentos médicos. Ele sempre ia aos médicos e todos os biógrafos dizem que ele era muito rigoroso com o tratamento. O médico falou sempre para acordar 3 horas da manhã para tomar um remédio. Ele acordava 3 horas da manhã para tomar um remédio. Então quer dizer, havia necessidade de ter aquele corpo físico naquelas condições. E a gente sempre diz, era para trazer o exemplo para todos nós, porque muitas vezes a gente tem alguma dificuldade e temos que conviver com essa dificuldade, embora haja necessidade do acompanhamento médico, dos das dietas, das dos procedimentos próprios da ciência, porque a ciência é bênção de Deus para todas as criaturas. Mas muitas vezes a gente pede alguma coisa que vai nos trazer transtornos de ordem espiritual. Daí a necessidade de sabermos escolher as nossas as nossas solicitações ao plano maior da vida. E vem então além novamente Allan Kardec no capítulo 27 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Portanto, já terminando o Evangelho Segundo o Espiritismo, esse livro é o terceiro livro da codificação, primeiro livro dos espíritos, segundo livro dos

capítulo 27 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Portanto, já terminando o Evangelho Segundo o Espiritismo, esse livro é o terceiro livro da codificação, primeiro livro dos espíritos, segundo livro dos médiuns. Este é o terceiro livro. Essa é a parte moral. Nós vimos aqui agora que estamos falando das leis morais. Esse aqui também, por ser a parte religiosa, é a parte moral da doutrina espírita, lembrando que ela tem um trípice aspecto, ela é ciência, é filosofia e é religião. E nesse capítulo 27, o último item é trazido por Santo Agostinho, doutor da igreja, e em Paris em 1861. E ele vai falar da felicidade que a prece proporciona. É uma mensagem relativamente longa, portanto a gente sugere que leiam em casa, porque vamos ler tão somente o final da desta mensagem. Também vós orai como o Cristo. Quer dizer, a gente não tá orando como Cristo, a gente nem dá conta. Levando a sua cruz ao Gólgota, ao Calvário. Carregai a vossa cruz e sentireis as doces emoções que lhe perpassam na alma, se bem envergado ao peso do madeira infamante. Ele ia morrer, mas para viver a vida celestial na morada de seu pai. Então ele tá nos dizendo que a gente precisa de ter reconhecer primeiramente a misericórdia de Deus, agradecer sempre. E essa gratidão ela é relacionada a Deus. Mas nós precisamos também ter a gratidão relacionada a todas as pessoas que passaram pela nossa vida. Não, mas aquela pessoa foi complicadíssima. Mas essa pessoa complicada, muitas vezes ela nos auxiliou a termos mais paciência. paciência e uma virtude. Essa pessoa foi muito difícil, mas essa pessoa me ensinou a ter o sentimento do perdão a compreender melhor, porque esta é a orientação trazida pela própria codificação na 886 da benevolência, da indulgência e do perdão das ofensas. Mas Emmanuel também vai nos dar outras orientações a respeito da prece, da importância da prece. E ele vai dizer, nós começamos a falando falando sobre as a nossa palestra anterior que falava sobre a obsessão Emanuel, nesse livro que se

as orientações a respeito da prece, da importância da prece. E ele vai dizer, nós começamos a falando falando sobre as a nossa palestra anterior que falava sobre a obsessão Emanuel, nesse livro que se chama Palavras de Emanuel, da Federação Espírita Brasileira, o capítulo 10, ele vai dizer: "Há obsessões terríveis do homem domin dominados pelo orgulho, vaidade, porque a gente sempre pensa que a obsessão é o espírito que tá pregado na gente. A gente pode até tá mesmo, mas ele tá falando que existem outros tipos de obsessão. Há obsessões terríveis do homem denominados orgulho, vaidade, preguiça, avareza, ignorância ou má vontade. Aquela má vontade assim que você tá vendo que a coisa tá desorganizada, mas não é comigo, não tem nada com isso, deixa o outro eh se virar por lá. E convém examinar que não é que se não é vítima dessas energias perversas, muitas vezes habita o coração da criatura ensandecendo e para a compreensão da luz de Deus. Então, quer dizer, muitas das pessoas têm esses sentimentos e vai ficando cada vez mais atacado no orgulho, na soberba, se a gente não der um basta nessas situações. Vamos ver qual que é o antídoto, porque há pouco a gente falou em antídoto. Contra esses elementos destruidores, face preciso, não é assim sugestão, não é preciso um novo gênero de preces. Essa que a gente tá fazendo não tá valendo não. E muitas vezes a gente faz aquela prece assim que a gente tá pensando aqui que que eu vou almoçar amanhã, que que eu vou fazer depois de amanhã, se que eu encontrar aquele fulano ali, eu vou fazer isso, aquilo com ele tá ali. Pai nosso que estáais céus, santificado. Vocês já viram essa prece muitas vezes, né? Às vezes até nós mesmos. Contra esse esses elementos destruidores, face-se preciso um novo gênero de preces. que se constitui de, vamos ver aqui, quais os gêneros de prece, trabalho. Por isso que Emmanuel fala que é a oração do trabalho. E trabalho é toda atividade útil trazida pela codificação da doutrina espírita. Fé, esforço. Eu quero passar no vestibular,

s de prece, trabalho. Por isso que Emmanuel fala que é a oração do trabalho. E trabalho é toda atividade útil trazida pela codificação da doutrina espírita. Fé, esforço. Eu quero passar no vestibular, mas não tô estudando, não vai passar, lamento. Eu quero ir pro nosso lar, mas eu também não tô fazendo nada, a não ser ficar no zap zap aqui também. Lamento dizer, mas também não vai mesmo. Eu quero ter uma vida muito mais confortável, com mais estudo, mas também não peguei nenhum livro para ler. Lamento também dizer que não vai conseguir o êxito. E boa vontade. Então são esses os itens necessários contra esses elementos destruidores, que é orgulho, vaidade, inveja. faz necessário um novo tipo de prece que constitui de trabalho, fé, esforço e boa vontade. O Emanuel, voltando de novo no livro Pensamento e Vida, ele vai dizer que se nós pudéssemos dividir o nosso cérebro em departamentos, e aí ele vai falar o departamento da memória, da inteligência, ele diz que o mais importante é o é o gabinete da vontade, porque quando a gente quer, a gente faz. Quando a gente anda nessas, nesse Goiás todo aí visitando as casas espíritas, a gente chega a conclusão do heroísmo dos nossos espíritas, porque o que eles têm feito aí para segurar a doutrina, construindo as casas, fazendo a sopa, fazendo as galinhadas, fazendo eh eventos, trabalhando dioturnamente. A gente fica assim comovido de ver a beleza do trabalho da doutrina espírita. Ah, há poucos dias houve um evento lá na Câmara e um jornalista veio falar conosco como é que a gente entendia que poderia aumentar o número de fiéis dentro da casa espírita. E eu disse a ele, essa entrevista está aí nas mídias, jornal opção. Eu disse aí primeiro, a doutrina espírita não usa essa palavra fiéis, ela usa trabalhador. E quando a gente acolhe as pessoas, e essa acolhida tem sido uma bandeira nossa de muito e muito tempo, quando nós acolhemos as pessoas, nós fazemos o trabalho de trazê-las para a casa espírita. Então, a proposta nossa de todos nós é o acolhimento na casa

sido uma bandeira nossa de muito e muito tempo, quando nós acolhemos as pessoas, nós fazemos o trabalho de trazê-las para a casa espírita. Então, a proposta nossa de todos nós é o acolhimento na casa espírita. Acolher aquele que chegou pela primeira vez, mas acolher o nosso companheiro de casa espírita, que está aí há 10, 15, 20 anos e a gente às vezes não sabe nem o nome, acolher a todos. Nós no período da pandemia muitas casas espíritas fecharam e nós continuamos no luzes. Aos domingos a gente ia para lá, ficava na rua de máscara, com música, reza, orando e distribuindo os kits para as pessoas que estavam lá. faziam a mesma coisa no na mansão, com os trabalhos mediúnicos da mansão. Então, quer dizer, os espíritos sabem que podem contar com os espíritas, aqueles que realmente têm a boa vontade. Mas nesse sentido mesmo, nós vamos também em Atos dos Apóstolos, que é um livro trazido pelo evangelista Lucas, para concluir aqui e nós também concluindo. E ele vai nos falar também sobre a prece. E ele diz, Emmanuel, interpretando o evangelista Lucas, ele diz que a prece recompõe. A prece representa a indispensável. Que que é uma coisa indispensável? Que a gente não pode ficar sem ela. Prece. A prece representa a indispensável alavanca renovadora, demovendo os obstáculos no terreno duro da incompreensão. Então, todas as vezes que tiver uma coisa complicada, vamos aumentar a oração, porque vai demover esses obstáculos. A prece tecida de inquietação e angústia não pode distanciar-se dos gritos desordenados de quem prefere aflição e se entrega à imprudência. A gente tem que ter fé e confiança a hora que vamos fazer a prece. Por isso ele conclui assim: "A oração tecida de harmonia e confiança. A beleza das músicas que a gente eventualmente pede, vamos cantar junto, é porque para nos trazer a harmonia, para trazer o equilíbrio a todos nós, para que a gente possa sair daqui mais renovado, melhor do que a gente chegou, com a proposta da transformação moral. A proposta é essa, a transformação moral.

a, para trazer o equilíbrio a todos nós, para que a gente possa sair daqui mais renovado, melhor do que a gente chegou, com a proposta da transformação moral. A proposta é essa, a transformação moral. A a oração tecida de harmonia e confiança é força, imprimindo direção à búsola da fé viva, recompondo a paisagem que vivemos e traçando rumos novos para a vida superior. Quer dizer, quando a gente se debruça em oração, nós estamos carimbando o nosso passaporte para o plano espiritual superior. Que Jesus os abençoe, nos envolva em muita paz. Nós estamos convidando os nossos companheiros médiuns em condição de transmitir o passe para se posicionarem. Lembrando que o passe é uma transmissão de energias. Todos estão recebendo. Você que nos honra com a presença, está recebendo também. Coloca sua água aí próximo a sua televisão, seu seu telefone. Todos nós vamos receber agora. Face emanação de luz. Bênçãos de nosso Jesus, gesto tão puro de amor de nossas mãos para outras mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortalece no caminho. cura alma, alegria e reconforta >> com alça naador. Paz eção de luz. Vezãos de nosso Jesus. Gesto tão puro de amor de nossas mãas mãos. Em nome de nosso Senhor. Fortalece no caminho. Ameniza com alma. Aia e reconforta. Vou balon. Fortalece no caminho. Fameniza com a alma. Alegria e reconfor. Jesus os abençoe, nos envolva a todos em muita paz. os nossos companheiros médiuns na cabe.

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