A FORÇA DA GRATIDÃO - Ruth Daia [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/07/2025 (há 8 meses) 50:20 678 visualizações

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Transcrição

A paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor. Opa, desculpa. Bom dia. Bom dia a todos e a cada um de vocês, inclusive quem nos assiste pelos meios de comunicação da comunhão. Para iniciarmos esse momento, eu vou fazer uma leitura, um pequeno trecho do Evangelho Segundo Espiritismo, Sede perfeitos, lá do capítulo 17, porque é um desafio, né? A virtude ainda que eu selecionei por acaso é o item oito. A virtude no mais alto grau é o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem. Ser bom, criativo, caritativo, laborioso, sóbrio, modesto, são qualidades do homem virtuoso. Infelizmente, quase sempre as acompanham pequenas enfermidades morais que as desornam e atenuam. Não é virtuoso aquele que faz ostentação da sua virtude, pois que lhe falta a qualidade principal, a modéstia, e tem um vício que mais se lhe opõe, o orgulho. A virtude verdadeiramente digna desse nome não gosta de estadear-se. Adivinham-la? Ela, porém, se oculta na obscuridade e foge à admiração das massas. São Vicente de Paulo era virtuoso. Eram virtuosos o digno Curadars e muitos outros quase desconhecidos do mundo, mas conhecidos de Deus. Todos esses homens de bem ignoravam que fossem virtuosos, deixavam-se ir ao sabor de suas santas inspirações e praticavam o bem com desinteresse completo em ter esquecimento de si mesmo.

idos de Deus. Todos esses homens de bem ignoravam que fossem virtuosos, deixavam-se ir ao sabor de suas santas inspirações e praticavam o bem com desinteresse completo em ter esquecimento de si mesmo. Vai ser difícil aqui. Vou sugerir que fechemos os nossos olhos e vamos lembrar da doce figura do nosso mestre querido, exemplo de virtude, de amor, de carinho, de caridade. Vamos agradecer a Bezerra de Menezes, que também nos mostra como ser virtuoso, esse ser querido, mentor da nossa casa. Agradecidos também a Ivone do Amaral Pereira, essa senhora que transformou a si mesma em um exemplo de amor, de carinho, de paz, de força e coragem. Porque a vida de ninguém é fácil. A vida de cada um de nós é um exemplo de abnegação, de força e de muita coragem para prosseguirmos a nossa jornada. Assim, felizes por termos o amparo desses entes queridos e também daquele a quem chamamos de nosso mentor ou anjo da guarda o nome que quisermos dar. Nós vamos agradecer e dizer: "Senhor, sustenta-nos nas nossos desafios, porque queremos nos transformar em seres melhores." Assim, muito agradecidos, nós vamos pedir licença para iniciarmos este momento dando graças a Deus e graças a Jesus. Meus amigos, eu tô aqui com aquela que eu chamo de chefinha. Alguns já sabem que eu a chamo assim, né? A Rute Daia, a quem eu quero muito bem. E hoje ela vai conversar conosco sobre a força da gratidão. Olha que lindo. Acho que o evangelho foi, não foi por acaso. Qual a palavra, chefinha? Bom dia, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles também que estão nos assistindo e aqueles que irão nos assistir. Tenhamos um bom dia. Pois então, a gente resolveu trazer esse tema que fala da gratidão e da ingratidão. E a Valéria tava falando das virtudes. E a gratidão é uma das virtudes. Muito difícil, muito difícil. E a gente vai ver porque que muito difícil não, nem tanto, né? É um pouquinho difícil, né? Então a gente vai fazer uma pergunta. Vamos começar com uma pergunta. Se nós, aliás, quem agradeceu hoje o dia

a gente vai ver porque que muito difícil não, nem tanto, né? É um pouquinho difícil, né? Então a gente vai fazer uma pergunta. Vamos começar com uma pergunta. Se nós, aliás, quem agradeceu hoje o dia de ontem? Não precisa de responder, né? Nem pode. Quantos agradecimentos nós fizemos pelo dia de ontem ou nós só pedimos pro dia de hoje? ou não agradecemos também, não estamos gratos porque nós acordamos nesse planeta, né? Porque acordar em outro planeta deve ser um pouquinho melhor do que nesse, né? Porque é sinal de que nós já demos um passinho a mais, saímos daqui. Mas aí a gente pergunta, se nós acordássemos amanhã, amanhã com o que nós agradecemos hoje? Será que a gente teria um impacto? Espera aí, mas eu não agradeci. Será que a gente teria? Ele fala aqui, será que constatava, iríamos constatar que nós acordamos com muito pouca coisa? É uma reflexão. Vamos, vamos falar de novo. Se eu acordar amanhã com o que eu agradeci hoje, será que eu vou ter muita coisa para lembrar, para falar: "Nossa, eu agradeci". Porque a gente não tem o hábito, não é, de e como diz Santo Agostinho, tudo bem, eu vou ver o que que eu fiz, o que que eu não fiz e vou agradecer, agradecer pelo que eu fiz e retratar aquilo que eu não fiz. Mas nós esquecemos porque a gente pensa que a gente agradece quando é uma coisa muito grande. A gente fica grato por uma coisa muito grande. E ele vai falar das pequenas gratidões que nós temos todos os dias e que a gente esquece estar aqui, estar aqui. Podíamos não estar, ainda está deitada, ainda está no trânsito, ainda tá fazendo alguma coisa, já dei pro serviço para chegar mais cedo. Nós esquecemos disso, né? Então ele fala que há pouca gratidão em nossa vida. E olha, amigos, amigas também, né? Eh, eu comecei a ver com essa com essa com essa lição, eh, que realmente nós damos muito pouca importância a gratidão. A gente gosta de pedir e paciência, pedir tolerância, pedir isso, pedir aquilo e pedir para que sejamos gratos ou reconhecermos a gratidão. Porque a

mente nós damos muito pouca importância a gratidão. A gente gosta de pedir e paciência, pedir tolerância, pedir isso, pedir aquilo e pedir para que sejamos gratos ou reconhecermos a gratidão. Porque a gratidão é quando alguém faz uma coisa para mim e eu fico grata. E o e a gratidão também a gente pode fazer aos bons espíritos. Valéria falou a dona Ivone, eu já agradeci porque ela tá sempre eu tô sempre aqui com ela. Está, eu estou sempre com ela, né? Eu é ela comigo, não, eu que estou com ela. Então, há muito pouca gratidão em nossa vida e encontramos alguns motivos para isso. Primeiro motivo, ele diz respeito à maneira pela qual nossa mente foi programada ao longo da evolução. Então, nossa mente, eu achei interessante, ela foi programada pra gente ter gratidão. Eu nunca tinha pensado nisto. Como que é? Pelo instinto de sobrevivência a gente, mas o que acontece? Nós aprendemos, aprendemos rapidamente as experiências ruins, né? Pelo instinto de sobrevivência, eu não posso botar eh tem que descer com cuidado. Degrau aqui. Eu tenho cuidado com a rua. Eu tenho que um monte de experiências ruins eu aprendo. Mas e as boas? Elas são tão poucas, tão poucas, entendeu? Desse modo nós damos mais importância aos problemas que nos ameaça do que as coisas boas que nos acontecem. Olha aí. Tá vendo? Por que nós ficamos sem agradecer, sem gratidão? Porque nós estamos lincados à coisas ruins. Coisa ruim a gente não agradece. Poderíamos, né? Às vezes através da das coisas ruins, nós temos um um comportamento diferenciado. É como a dor. A gente não precisaria ter dor para evoluir, mas infelizmente nós evoluímos com ela, porque quando dói eu não faço mais, porque eu não quero aquela dor. Mas ela me mostrou, né? Quando um dente dói, eu vou ao dentista. Então, quando eu vou ao dentista, ele dá uma olhada geral e eu fico bem por um tempo grande. Tem uma dor aqui, eu vou, desculpa, tem outras coisas. Quer dizer, então uma dor aparece e com ela a gente vê o tanto que nós refizemos aquele momento de cuidado conosco. Então, damos

um tempo grande. Tem uma dor aqui, eu vou, desculpa, tem outras coisas. Quer dizer, então uma dor aparece e com ela a gente vê o tanto que nós refizemos aquele momento de cuidado conosco. Então, damos mais importância aos problemas que nos ameaça do que as coisas boas que nos acontecem. Então, já tá aí. A gente tem aí um um primeiro motivo para nós começarmos a agradecer as coisas boas e as coisas ruins. Se de tudo elas puderem me ajudar, eu vou dar graça. Se elas não puderem, eu vou sofrer por uma coisa que não resolve. E nós hoje temos sofrido muito. Valéria sabe que ela é atendente fraterna. A gente vê pessoas sofrendo por coisas que não acrescenta, não não tem motivo, não tem porquê eu estar sofrendo por aquilo. Eu sofro por uma um abandono ou eu sofro até por uma ingratidão. Apesar que sofrer por ingratidão, eu tenho que fazer as coisas porque eu quero fazer, pelo prazer de fazer e não para receber a gratidão de daquilo que eu fiz. E nós gostamos que as pessoas sejam gratas pelo que nós fazemos por ela, né? Então a gente tem que ser muito grata por Jesus, porque ele faz o tempo todo, porque nós pedimos também o tempo todo. E ele faz o tempo todo dentro daquela possibilidade de nos favorecer e não quando não favorece, né? Aí ele fala que a falta da gratidão é quase uma falta de percepção das ocorrências. positivas que nos felicitam todos os dias. Eu não percebo as coisas boas que eu tenho todos os dias. Quem agradeceu porque chegou aqui? Quem agradeceu porque acordou? Tava com cobertorzinho, tava com a cama, pôde tomar um banho ou não, tomou um café ou não. Se não tomou é porque não quis, mas com certeza tinha. E nós tivemos um meio de transporte, independente se é carro, se é ônibus, metrô não passa aqui, né? Passa lá em cima. Então, agradecemos, não agradecemos? E são coisas mínimas, pequenas felicidades. O evangelho diz que felicidade não é desse mundo, mas essas coisinhas pequenininhas é, né? Essa felicidadezinha pequena que a gente pode ter, abraçar um filho ou ter um

mínimas, pequenas felicidades. O evangelho diz que felicidade não é desse mundo, mas essas coisinhas pequenininhas é, né? Essa felicidadezinha pequena que a gente pode ter, abraçar um filho ou ter um abraço de um filho, uma visão de um IP florido, que vocês não moram em Brasília e não tem IP, então nós temos IP que tá começando a florir agora pela secura da do Distrito Federal. Mas uma árvore florida ou cheia de folhas verdes é coisa simples, boba, não é? Isso faz um conjunto das coisas belas da nossa vida e que nós temos ser gratos, né? Eh, voltar para casa depois de um dia difícil, né? E chegar, tirar o sapato, calçar uma sandália, que eu não posso falar a marca porque eu não posso fazer propaganda, né, Valéria? Eh, e botar os dedinhos assim, ó, e sentar e esperar um minuto para refazer daquela cansaço do dia. Isso é gratidão, né? Visitar um amigo que tão pouco nós fazemos hoje, a gente nem liga, a gente passa uma figurinha, nem fala, quer dizer, uma figurinha todo mundo pode passar, trocar figurinha igual aqueles meninos, né? Tinha aqueles trocava figurinha, mas eles trocavam figurinha, mas eles se reunia para trocar figurinha. Olha aí. Isso tinha maior felicidade. Agora nós não mandamos um beijinho, uma coisinha assim e pronto. Aquilo sem sentido de gratidão por ter aquele amigo, entendeu? O sorriso de uma criança, né? Quando ela gosta de alguma coisa que você olha e você gosta, não sabe nem porque que ela tá gostando, tá rindo, mas você acompanha aquele bem-estar dela, não precisa de ter contato com aquela criança, vem aqui no sábado na evangelização para vocês encherem de gratidão pela vida, porque é um jardim de crianças, cada uma mais lindinhas do que a outra, né? e tantas outras pequenas felicidades que passam despercebida por nós. Tá vendo? Eu citei umas que já tava tá escrito, mas cada um pode trazer uma gratidão. Às vezes é uma gratidão por uma lembrança boa que tivemos, né? E ele fala que incorporar a gratidão, que aliás que nós temos que incorporar a

já tava tá escrito, mas cada um pode trazer uma gratidão. Às vezes é uma gratidão por uma lembrança boa que tivemos, né? E ele fala que incorporar a gratidão, que aliás que nós temos que incorporar a gratidão como um um hábito da vida. A gente tem hábito, tantos hábitos nós temos, se vocês for pensar, tem muitos. Eu só tomo café naquela xícara. Todo almoço, todo final de semana eu tenho que tomar uma um refrigerante ou eu tenho que fazer isso. São hábitos nós vamos incorporando. Por que não incorporar gratidão, né? Como diz o livro da Poliana, né? Quer dizer, é um livro bem infantil, mas a gente deveria de vez em quando, assim, uma vez por mês, a gente lê uma folha só, porque senão a gente cansa muito, né? porque ela é extremamente positiva. Então vamos ter o hábito um uma coisa por dia a gente agradecer, mas agradecer do fundo coração. Quando Valéria pede para fechar os olhos pra gente fazer a prece, olha aí o momento da gratidão, porque hoje a gente já consegue fazer uma prece, a gente não tá na revolta que é esse Deus injusto que não me ajuda, que é o ingratidão. Quando a gente faz e pede e agradece, a gente tá sentindo. E sentir é uma forma de gratidão, porque tem tantos que não estão sentindo porque não tem gratidão, né? Então, incorporar essa gratidão na nossa vida é um hábito, né, pra gente estar contente, que é o livro da poleana, com as coisas que nos acontecem, né? E isso aumenta o nível de contentamento e de felicidade nossa, que é proporcional ao mundo que nós estamos vivendo, né? Outro motivo que ele fala do ingrato, né? O ingrato é interessante. Eu gostei disso aqui, mas ele é bem comprido. Eu Mas eu vou que foi um filósofo que falou um tal de André Conte, mas eu vou pegar só o pedacinho que ele falou que o egoísta ele é extremamente ingrato. Aí coitado do egoísta, né, gente? O egoísta tá em tudo quanto é página que a gente fala. Por quê? Porque o o egoísta ele ele o que que acontece? Ele gosta de receber, mas ele não é grato por aquilo que ele recebe de alguém.

né, gente? O egoísta tá em tudo quanto é página que a gente fala. Por quê? Porque o o egoísta ele ele o que que acontece? Ele gosta de receber, mas ele não é grato por aquilo que ele recebe de alguém. Eu achei é resumindo, foi isto. E nós somos gratos por quê? Por alguma coisa que nós recebemos os outros. E às vezes a gente fala assim: "Ah, não fez mais do que obrigação". É como que não fez mais do que obrigação? Os nossos pais, a gente costuma ouvir isto? Ah, não, mas eles não fizeram mais do que a obrigação. Eles não, eles podiam nem ter deixado a gente nascer. E, no entanto, deixou, cuidou da maneira que eles conseguiram cuidar, não importa. Então a gratidão hoje eu sou grata porque falaram sim, podia ter falado não, uma a mais vai pesar na despesa. Então vamos tirar ela da nossa da nossa relação de de pessoas a ser adquiridas na família. Podia ter feito isto. Agora o que eles deram a mais, eu tenho que ser muito grata também. O que eles puderam fazer a mais. E assim são todas as pessoas, né? Então ele fala que nosso comportamento egoísta, egoísta desconsidera que ao retribuirmos alegria de forma de gratidão, nós estamos somando mais alegria. Gente, tudo que nós damos, nós recebemos em dobro. Não é isso que fala? O espiritismo tá falando isso o tempo todo. Os palestrantes falam isso o tempo todo, né? E a gente aumenta o prazer de viver. O ingrato ele não tem prazer de viver porque tudo tá ruim, porque ele culpa todo mundo. Agora ele poderia ser grato pelas coisas também que a gente faz. Ah, eu tô, eu sou grata por hoje eu ter vindo aqui. Não podia nem ter vindo. Fal, Valéria, não dá para ir hoje. Tá, tá fazendo frio aqui em casa, tá 12º, eu vou ficar em casa. Se vira, não é isso? E ela ia se virar. Mas eu sou grata por hoje eu poder estar fazendo isso por mim. Não é por vocês, não é por ela, não é por ninguém, é por mim. Ser mais generoso, menos egocêntrico. O egocêntrico ele não é grato, né? E tudo isto leva que a gratidão tá vinculada com a felicidade. Nós não, o ingrato ele não é feliz, ele

por ninguém, é por mim. Ser mais generoso, menos egocêntrico. O egocêntrico ele não é grato, né? E tudo isto leva que a gratidão tá vinculada com a felicidade. Nós não, o ingrato ele não é feliz, ele é queo, resmungão, rabugento, não é? Porque tudo ele põe defeito, porque tudo tá contra ele. Ninguém faz as coisas do jeito que ele quer. Ele não merece essa essa essa atitude. Então, quando nós somos gratos, nós somos felizes. É como se fosse duas irmãs gêmeas, gratidão e felicidade. Uma abastece a outra. Não existe gratidão sem felicidade. Não existe felicidade sem gratidão. Se eu tô feliz hoje, eu tô grata a alguma coisa. Grata à natureza, grata a oportunidade de estar aqui, grata por eu ter uma família, grata por um monte de coisas, grata até pelas coisas difíceis que acontecem e que tá me levando a refletir que eu preciso de tomar uma atitude com as coisas que não estão boas. Tô no caminho errado. Tô no na peguei a estrada errada. peguei o caminho que não leva aquilo que eu quero. Então, até isso nós precisamos muito prestar atenção, né? E quando dou atenção ao que ocorre comigo, quando nós damos atenção com aquilo que ocorre conosco, a gente é grato. Tudo, tudo que acontece. E olha, tem coisas que estão difíceis da gente ser grato, que acontece, né? Difícil. Eu tive um filho que teve um problema recentemente, um problema muito grave, que ainda não tem, não tá sabendo porquê, mas você sabe que eu fiquei pensando eh antes dessa dessa de ter, aliás, esse tema eu já tinha dado paraa Valéria com bastante antecedência, mas através dessa problema que ele teve da UTI, daquela aquele indecisão, daquele sufoco, o que que é, não sabe Por que aconteceu isto, gente? Tanta coisa mudou na nossa meio familiar. É o cuidado, porque isso não sabe por que aconteceu. Um sangramento de bastos não sabe porque foi. Não tem, não tem causa. É uma causa desconhecida dele. Mas nós começamos a ter cuidado, cuidado com toda a família. Nós tivemos mais proximidade, já éramos próximos, mais proximidade. Eu fiquei grata de poder

não tem causa. É uma causa desconhecida dele. Mas nós começamos a ter cuidado, cuidado com toda a família. Nós tivemos mais proximidade, já éramos próximos, mais proximidade. Eu fiquei grata de poder ficar quantas horas no hospital a outra filha, netos de 17 anos, fazendo companhia lá de 6 horas com ele no hospital, deu chance para todos nós podermos ser melhores. Melhor com ele, não, melhor com a gente mesmo. Isso é uma gratidão, não é? Então, a gente eh ocorre coisas que nós podemos pensar, espera aí, isso foi bom porque eu pude mostrar o tanto que eu posso ser útil, o tanto que eu posso oferecer alguma coisa pro outro e o tanto que eu oferecendo uma co uma uma uma um apoio pro outro, eu estou fazendo por mim, eu estou recebendo por mim. Tá vendo como que sempre é uma mão dupla? Ninguém tá só, né? Então, quando eu dou atenção ao que ocorre bem comigo, sou grata. A gente é invadido por uma sensação de felicidade, mesmo tendo um problema sédio, sabe? Mesdendo. Grato pelas enfermeiras, grato por todo mundo daquele hospital, desde lá da da da entrada, né? Então, grato pela oportunidade de poder estar fazendo alguma coisa por aquela pessoa, né? E Jesus disse a todo aquele que tem será dado mais e terá em abundância. Tá lá em Mateus 25:29. Ele diz: "Todo mundo, todo mundo que dá, ele vai ter mais. Então, que a gente dê para ter mais, né? Não é isso que a gente faz quando a gente planta uma árvore, a gente aduba ela, bota um monte de coisa para quê? Para ela produzir mais. Mas primeiro a gente fez o quê? A gente fez por a planta para que a planta desce para nós. Tá vendo como que é? E não é nenhum questão de egoísmo, né? Entendeu? Então a ingratidão, aí a gente fala da ingratidão, né? Tem o efeito inverso, né? Nos deixa sem ânima, batido, como a gente falou. sensação de desventura. Ai, não sei para que que eu tô vivendo, né? Revolta com o mundo. Esquece que é uma atitude dele. Olha como uma atitude nossa pode nos levar a um desequilíbrio emocional, físico, espiritual.

esventura. Ai, não sei para que que eu tô vivendo, né? Revolta com o mundo. Esquece que é uma atitude dele. Olha como uma atitude nossa pode nos levar a um desequilíbrio emocional, físico, espiritual. Quantas coisas tem acontec aqui que acha que é o outro espírito que tá me obsediando. Não sou eu mesmo. Não sou grata, sou mal agradecida, sou um monte de coisas. E eu vou somando isso para mim para uma carga que eu não dou conta. Tem hora de suportar. Fisicamente eu adoeço porque energia em cima de energia que não são salutares. Espiritualmente eu eh vinculo com outras entidades, elas não têm nada a ver, tava lá, mas quando elas viram que eu sou igual a elas, elas aproximaram. Emocionalmente eu sempre tô desequilibrada porque eu não sei reconhecer no outro que o outro faz. Eu não sei reconhecer em mim o cuidado que eu tenho para comigo. Tá vendo como que é? São coisas bem pequenas que gera uma complicação. Aí a gente vê que Jesus volta a falar para nós, né? Lá não tem o evangelho aqui não. Mas aquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. Eu acho isso tão estranho, né? Mas aquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. A gente fica assim, que história é essa? O que? Como assim, né? O jovem não fala assim, principalmente os pequenininhos. Como assim? É porque o que não tem é aquele que não enxerga. Pode ter muito. Tem pessoas que tá assim abarrotados de momentos felizes, se ele quisesse olhar. Mas o que que acontece? Ele não vê. Ele tem uma família, ele tem um emprego, ele tem a comida de todos os dias, ele tem uma relação de amizade, ele tem uma religião ou uma religiosidade e ele não é grato por isso que ele tem, porque ele queria aquilo que o outro tem. Esse é o que nós sempre queremos. A gente tá sempre de olho no no vizinho, na grama do vizinho, né? Na grama do vizinho, entendeu? que é um ditado bem popular, mas por que que eu não olho o que eu tenho se eu quero o que o outro tem? Não por inveja, eu pode ser até um estímulo, então que eu corra igual que o outro

inho, entendeu? que é um ditado bem popular, mas por que que eu não olho o que eu tenho se eu quero o que o outro tem? Não por inveja, eu pode ser até um estímulo, então que eu corra igual que o outro correu para adquirir, mas dentro de uma gratidão, né? Então tomara que a gente amanhã acorde com mais coisas boas que vamos passar a agradecer a partir de agora, né? A lição ficou só nesta, mas nós temos 3 minutos e eu vou usar os 3 minutos, né, que eu não desperdíço nada e às vezes eu até invado um tiquinzinho, né, Valéria, entendeu? Então, o que a lição nos trouxe é sobre a gratidão e a ingratidão. Então, vamos começar a pensar não na ingratidão, porque aí nós pensamos no negativo. Vê, ele começou com a gratidão que é positivo. Toda manhã eu agradeço. Até porque eu falei assim, eu vou agradecer sim tudo que eu aconteceu hoje, porque amanhã eu vou ter bastante, porque senão amanhã eu falo assim: "Nossa, eu só vou ter isso que eu agradeci". Então, vamos começar a fazer uma listinha mental de tudo que nos aconteceu. Nós já temos hoje uma gratidão agora de estarmos aqui. Então, uma coisa, ir fora o café, fora levantar, fora, fora a casa, fora a família, né? Entendeu? Então ele fala o que e ele tem assim, é tanta coisinha, né? Vamos falar do malefício da ingratidão. Vamos falar do negativo. Depois a gente fala do de uma um tópico positivo para terminar. Ela que diz causa uma dor emocional e psicológica imensa, imensa. Porque a gratidão ela nos alimenta, elas não não reforça a nossa estadia aqui. Nós viemos para crescer. E quando eu cresço, independente do tamanho que eu cresço, eu tenho que ser grata. E se eu sou ingrata, eu tô vazia. Quando a gente não ora, a gente tá vazio de Deus, não é? Aí o que que a gente faz? A gente fica procurando Deus. Aliás, nem Deus, a gente fica procurando uma satisfação em coisas externas, porque a gratidão tá interna. E a hora que nós usamos coisas para nos trazer um benefício que não são benefícios, são malefícios, né? Então ela, a ingratidão causa uma dor muito

ão em coisas externas, porque a gratidão tá interna. E a hora que nós usamos coisas para nos trazer um benefício que não são benefícios, são malefícios, né? Então ela, a ingratidão causa uma dor muito grande emocional e psicológica. E nós precisamos de verificar, trazer para nós o que que nos causa bem, porque isso aumenta a nossa autoestima. Todas as vezes que você faz eh alguma alguma coisa para alguém, ela fala: "Muito obrigada, que Deus lhe dê em dobro". Como é que nós sentimos dentro de nós? Abre assim, cresce uma luzinha. É luzinha. A gente ainda tá na na fase de luzinha, né? Uma luzinha que a gente a gente não pensa, não raciocina, mas sente. Nossa, que coisa boa. Eu fiz. Agora a gente fala assim: "Não, que é isto? Olha aí que modéstia, né? A gente não dá valor quando alguém fala: "Nossa, como você tá bonita, como você tá simpática, como você tá isso?" Que isto? E são seus olhos. Olha, gente, tem coisa mais ridícula do que isto? Eu sempre faço assim: "Não, meus olhos estão ótimos. Eu uso óculos para longe, para perto, mas tá um ótimo. É porque você é assim mesmo. Ficamos grata porque o outro trouxe para nós um estímulo que vai nos fazer sentir melhores, que nós precisamos dessa autoestima. E às vezes a gente tá tão assim, eh, sabe, botando tanto defeito em nós, quando o outro fala, a gente corta essa essa condição, né? Então, vamos ser gratos, sim, né? Eh, se a gente é uma pessoa grata, a gente realiza boas ações. Porque todas as vezes que alguém faz alguma coisa para nós e que nós temos gratidão, a gente quer devolver para o universo aquilo que foi feito para nós. Não é devolver pra mesma pessoa, não. Não precisa, né? Mas devolver para outro, passar pra frente, né? Tem um filmezinho que desse sistema, eu não sei qual o nome, >> corrente do bem. Corrente do bem. É, eu lembrava do menininho, né? Eu eu faço para você. Você não precisa trazer para mim não, porque você tá devolvendo. Aí fica zero a zero. Não, aí você passa para outra, aí outra passa pra outra.

m. É, eu lembrava do menininho, né? Eu eu faço para você. Você não precisa trazer para mim não, porque você tá devolvendo. Aí fica zero a zero. Não, aí você passa para outra, aí outra passa pra outra. Sempre lembrando, precisa de ser alguma coisa que eu vou levar o copo d'água. Não é um pensamento. Você foi eh recebeu o passe, recebeu. Tem que ser grata pelo passe, pelos passistas, pela espiritualidade que tá lá. Então, hora que sair daqui, que vê alguém na rua, que você sentir que tá ali deitado, faça uma oração, manda para ele o bem. Então, assim, nós vamos fazendo uma corrente do bem. Nossa, já trouxe dois filmes, né? Uma corrente do bem de gratidão. E não precisa ninguém saber. precisa que eu sinta. E se eu não sinto, é porque eu não tenho, eu não tenho essa gratidão desenvolvida em meu coração ainda. Então essa é a nossa fala de hoje, né? Eh, é uma coisa assim bem, é, parece que é sutil, né? É mais assim que a gente não pensa direitinho, mas é a gratidão é de todo o momento, de todo momento. Saiu daqui o jardineiro tava jogando água nas plantas. Todos os dias eu passo ali e falo: "Nossa, tá tão seca hoje". Quando eu vi ele jogando, eu falei: "Ai, que coisa boa que tem alguém jogando água pra planta ficar bonita para eu admirar todos os dias, porque eu não posso pegar mangueira e jogar". Mas ele pode, entendeu? Tem coisas que eu não posso fazer, ele pode, né? De vez lá no meu prédio eu jogo água. Meu filho fala: "Nossa, 10:30 da noite você tá descendo com água para jogar naquela planta?" Estou sim, porque eu sou grata porque ela vai crescer e ela vai dar flor e eu vou poder ficar muito bem com aquelas flores que ela vai me proporcionar, vai me trazer alegria. Então são coisinhas assim, parece boba infantil, é a coisinha pequenininha que faz a nossa vida ficar melhor e faz a gente ser feliz num mundo de provas e expiações. Bom dia para vocês. Sou grata pela presença, grata por vocês que estão nos assistindo e um beijo no coração para cada um. >> E aí agora só nos resta agradecer, né?

liz num mundo de provas e expiações. Bom dia para vocês. Sou grata pela presença, grata por vocês que estão nos assistindo e um beijo no coração para cada um. >> E aí agora só nos resta agradecer, né? Agradecer. Então eu vou sugerir que fechemos os nossos olhos. Vamos sentir a força deste momento, um momento bem fazejo, onde nós temos a presença desses sentes tão queridos. Temos a presença daquele a quem chamamos de pai, aquele a quem é nosso irmão tão amado, tão querido, Jesus, que nos abraça, que nos consola, que nos conforta. Vamos agradecer a Bisser de Menezes por não ter desistido de nós, por não ter prosseguido a sua jornada, ter optado para ficar ao nosso lado, nos auxiliando a sermos melhores. Vamos agradecer a dona Ivone do Amaral Pereira que dirige neste momento os trabalhos aqui neste salão e que ela também transformou cada um dos seus tropeços em amor, em amor ao próximo, em amor a si própria. Vamos agradecer aqueles a quem chamamos de espíritos protetores, de anjos da guarda, de mentores, como quisermos, por também não desistirem de estar ao nosso lado nos sustentando nas situações mais complicadas ou difíceis, ou mesmo nos parabenizando naquelas em que vamos um pouco melhores. E vamos agradecer a esses amigos, muitos que não desistiram de estar ao nosso lado, mesmo que muitas vezes nós não o compreendamos. Agradecidos e muito mais serenos com tudo que aprendemos aqui neste momento. Nós vamos dizer: "Senhor, estou aqui também para cada um desses irmãos que porventura precisarem de mim. Muito obrigada. Um bom dia a todos meus amigos. Aí me permitam chamá-los assim. Não, por favor, ainda não vão pro passe. E tenho alguns recadinhos para dar. O primeiro é que aqui na casa nós temos o atendimento fraterno. Mesmo aqueles que nos assistem pelos meios de comunicação tem o atendimento online. Se você não quiser ficar presencialmente, tem um online, é só acessar o site da comunhão, ir lá no atendimento fraterno e pedir. Mas senão já dou a dica aqui. É, você pode botar

o atendimento online. Se você não quiser ficar presencialmente, tem um online, é só acessar o site da comunhão, ir lá no atendimento fraterno e pedir. Mas senão já dou a dica aqui. É, você pode botar aquele @comunhão, né, atendimento fraterno@comunhãoespírita e aí manda um e-mail que você vai de segunda a sexta poder conversar com um atendente. E nós temos no presencial, nós temos de segunda a quinta, de 8:30 às 10:30 e de 15:30 às 21 horas. Na sexta aí tem uma boquinha mais, é de 8:30 às 10:30, mas vai de 1330 às 21 horas. Quer dizer, começa bem mais cedo. Sábado tem de 10 às 11:30, de 15:30 às 19:30 e domingo voltou a ter. Então nós temos também de 17:30 às 19:30. Além disso, nós temos três programas nessa casa que valem a pena conhecer para aqueles que tiverem por algum motivo essa necessidade. Nós temos na segunda e quarta, na sala 13, nós temos os dependentes químicos, que não serve só para aqueles que estão com essa situação de desafio a si mesma, mas também para aqueles que sofrem junto, os familiares, os amigos. Além disso, nós temos na quinta e na sexta um grupo muito gostoso chamado Acolher. também nesta sala, a sala bendita, sala 13. Essa, esse grupo, ele cuida da ansiedade. Cada um de nós tem em alguns momentos um pouco mais de ansiedade. Então, também são bem-vindos. E na quarta-feira, na quarta, é, da ansiedade e depressão, minha chefinha já tava me corrigindo. E na quarta-feira nós temos um grupo chamado grupo Viver. Alguns de nós tiveram amigos ou familiares que pensaram ou que fizeram, que cometeram aquele ato contra si próprio, que não quiseram, que desistiram da vida. ou aqueles que estão pensando nisso. Esse grupo é para acolher esses familiares ou as próprias pessoas que por algum motivo estão pensando em desistir de prosseguir a sua jornada. Então, a nossa casa abre os braços e o coração para receber a cada um. E tá frio, né, gente? Vocês viram que eu tô tudo aqui cobertinha. A chefinha nem tanto, mas eu tô bem coberta. Tem a campanha do agasalho. Às vezes a gente

s braços e o coração para receber a cada um. E tá frio, né, gente? Vocês viram que eu tô tudo aqui cobertinha. A chefinha nem tanto, mas eu tô bem coberta. Tem a campanha do agasalho. Às vezes a gente tem alguma coisa que tá sobrando, que não estamos usando, que esquecemos que tínhamos, então a casa aceita, tá? Porque ela oferece, ela ajuda mais de 300 famílias, além de mais de 40 moradores de rua e ainda ajuda outras casas espíritas para também terem a oportunidade de oferecer um pouco mais, porque a nossa casa é grande. Então, tem essa condição de auxiliar, porque graças a Deus vocês nos ajudam a ajudar. E agora tem o passe, o passe virtual para aqueles que nos assistem pelos meios de comunicação e o passe presencial que é a nossa querida amiga. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do

ico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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