A FELICIDADE É DESTE MUNDO? - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/01/2026 (há 2 meses) 49:11 426 visualizações

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Transcrição

Casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti, [música] Senhor. mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o valor [música] dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Meus amigos, boa tarde, boa noite. Sejam muito bem-vindos à nossa comunhão espírita de Brasília. Nós vamos ler aqui uma mensagem para preparar o nosso ambiente pro início do nosso trabalho. É uma mensagem do livro Bilhetes Fraternais, que foi ditada pelo Espírito Rodrigo. É uma mensagem ótima nesse início de ano que a gente faz tantos planos, né? Ela traz o título Diretrizes para ser feliz. E Rodrigo cita inicialmente uma frasezinha de André Luiz. Em matéria de felicidade, convém não esquecer que nos transformamos sempre naquilo que amamos. E a mensagem é a seguinte: cultiva a disciplina do pensamento. A instabilidade mental é responsável pelo desequilíbrio da emoção. Fala no sentido do bem. O acarinhamento do mal é fonte de discórdia em torno de nós. Age sempre com caridade. A caridade é conselheira fiel que ajuda a construir a paz sem lutas antifraternas ou dores desnecessárias. Ouve a voz da consciência. Ela te dirá o caminho a seguir. Volta-te constantemente para os companheiros retardatários. Necessitam todos de tua mão amiga e principalmente do teu exemplo. Luta contra as dificuldades, recorrendo à paciência, a perseverança e otimismo. São recursos indispensáveis a quem deseja vencer. Trabalha com ardor. O trabalho é instrumento divino que te mantém na rota do progresso. Esforça-te por amar sem distinção. O amor verdadeiro não se detém no objeto amado. Ser sincero. A sinceridade é ponto de atração para auxílio dos espíritos superiores. Ora, vigia e, acima de tudo, confia. A confiança em Deus é penhor de segurança e arma indestrutível nas lutas da evolução. Faze isso e será

de é ponto de atração para auxílio dos espíritos superiores. Ora, vigia e, acima de tudo, confia. A confiança em Deus é penhor de segurança e arma indestrutível nas lutas da evolução. Faze isso e será feliz, Rodrigo. Vamos então fazer a nossa prece, quem desejar fechar os olhos e vamos pedir ao nosso pai que nos abençoe nesse instante. Vamos agradecer a oportunidade de estarmos aqui, sedentos de aprender, sedentos de ferramentas, de recursos, para que possamos fazer frente às nossas lutas com coragem, com determinação, cultivando a sintonia com os nossos anjos tutelares que cuidam de nós. Pedimos ao nosso querido mestre Jesus que ele nos auxilie nesse instante em que paramos para escutar, para raciocinar, para aprender. Nos ajuda, mestre, para que possamos, enquanto ouvimos as reções de hoje, mergulhar no nosso próprio coração, nos indagando sobre as nossas dificuldades, mas também vendo as armas que dispomos. os recursos de luz que trazemos no coração. Abençoa a nossa querida palestrante para que ela assim envolvida possa nos transmitir o que mais necessitamos aprender nessa tarde de hoje. Graças a Deus. Meus amigos, a nossa querida Patrícia Torres nos propõe o tema hoje, a felicidade é deste mundo. Vai nos responder, né? Vamos ver que que nós vamos poder entender. Gente, boa noite. Eh, o Natal passou, mas hoje tá assim um clima bom, né? Não tá uma energia boa. Então, obrigada por estarem aqui com essa boa energia compartilhando com a gente. E eu espero que aqueles que nos assistem pela TV Comunhão recebam de alguma forma essa nossa vibração aqui do salão. Eh, e eu adoro ver assim quando a gente tem a família toda com as crianças, né, aqui na casa. É sempre muito bom. Quando eu comecei a frequentar a comunhão e nós vínhamos também na sexta com os nossos filhos, tinha uma criançada aqui e acho que tá todo mundo de férias, né? E também é uma energia muito boa, uma energia do vigor da vida, né? Então é todos são todos muito, muito bem-vindos, viu? Bom, a leitura de harmonização

da aqui e acho que tá todo mundo de férias, né? E também é uma energia muito boa, uma energia do vigor da vida, né? Então é todos são todos muito, muito bem-vindos, viu? Bom, a leitura de harmonização foi diretrizes para ser feliz. E a nossa pergunta pra gente refletir nesse início de noite é a felicidade, afinal de contas, ela é deste mundo. Então, se os espíritos vão dando notícia pra gente que tem diretrizes para ser feliz, a gente pode ser feliz aqui nesse mundo. e a o esforço de que cada um de nós reflita, né, em si acerca dessa felicidade. E nós vamos nos aproveitar para nos orientar nessa reflexão nas informações, nos estudos, nos conteúdos do nosso irmão Haroldo Dutra Dias, que fala desse assunto lá no livro Despertar, nossos desafios na transição planetária. Então nós vamos nos aproveitar dos conhecimentos dele, das informações que ele nos traz paraa gente compartilhar esse questionamento e que cada um possa refletir em si se afinal de contas é possível, né, sermos felizes neste mundo. Afinal de contas, a felicidade é daqui. E nós vamos começar fazendo uma definição matemática de felicidade, que é a definição que o Aroldo faz pra gente. Felicidade é igual expectativa menos realidade. Vamos pensar um pouquinho que nós temos as nossas expectativas acerca da nossa vida. Quando nós estávamos lá no plano espiritual nos preparando para essa jornada, para essa caminhada aqui terrena, nós fomos ajudados pelos nossos amigos, um pouquinho mais evoluídos que nós, a planejar essa caminhada. Nos orientaram sobre algumas naturezas, algumas espécies de desafios que iríamos viver. nos incentivaram, nos fortaleceram o bom ânimo para que confiássemos na nossa capacidade de lidar com algumas provas que escolhemos. E chegamos aqui. Mas quando nós chegamos aqui, nós passamos pelo processo de esquecimento. Aos pouquinhos nós vamos tendo alguma intuição, vamos lembrando de algumas coisas que são necessárias, mas elas são todas guardadinhas dentro de nós. E aí nós vamos criando

o processo de esquecimento. Aos pouquinhos nós vamos tendo alguma intuição, vamos lembrando de algumas coisas que são necessárias, mas elas são todas guardadinhas dentro de nós. E aí nós vamos criando expectativas acerca da nossa vida. E nós vamos falar um pouquinho de algumas delas. Vamos ver se vocês concordam comigo. Então, nessa definição do Haroldo, dessa definição matemática, felicidade é igual expectativa menos realidade. Porque em geral aquilo que desejamos, ansiamos na nossa vida, nem sempre é a vida que nos está sendo oferecida. nem sempre é aquilo que estamos vivendo, que é a nossa realidade. Vamos ficar com essa proposta pra gente entender que quando você tem uma expectativa e a realidade se ajusta como uma luva nessa expectativa, aí nós falamos: "Que felicidade! A vida é exatamente do jeito que eu esperava que fosse. Tudo que eu gostaria que acontecesse está acontecendo. Que maravilha. E quando não é assim? E quando a vi a realidade da vida não se ajusta exatamente ao que nós esperamos que seja. Ao pensarmos sobre o conceito de felicidade nessa proposta matemática, nós precisamos refletir dois pontos importantes sobre a realidade do mundo e sobre as nossas expectativas. Então, cada um vai pensando aí um pouquinho sobre as suas expectativas a respeito da sua vida e sobre a realidade da sua vida. A realidade da vida, ela é organizada em quatro aspectos. Nós nascemos, nós morremos, nós envelhecemos e nós adoecemos. Realidade da vida. nascer, morrer, envelhecer e adoecer. Esses aspectos fazem parte da realidade da vida. A partir do momento que nós olhamos paraa nossa existência corporal, considerando esses quatro elementos, há um certo impacto na nossa expectativa. Todo mundo vai morrer e muitas vezes nós vivemos como se isso não fosse acontecer. E quando acontece em algumas situações, nós nos revoltamos contra o criador, como pode? Como é isso? Mas essa é uma realidade da vida. Não há nada que possamos fazer para mudá-la, porque é assim. Ou alguém conhece uma pessoa que ficou, atravessou

s revoltamos contra o criador, como pode? Como é isso? Mas essa é uma realidade da vida. Não há nada que possamos fazer para mudá-la, porque é assim. Ou alguém conhece uma pessoa que ficou, atravessou os tempos. Onde está Maria de Nazaré? Viva vivendo a sua jornada como espírito imortal que é. Mas e a criatura, o corpo de carne? Morreu? José morreu, Pedro, Bartolomeu, Tiago, André, João, Francisco de Assis. Essa é uma realidade da vida. É da existência corporal à morte. Se isso não nos impacta, vamos pensar numa outra verdade da vida corporal. Todo mundo vai envelhecer. Aí a gente pode pensar assim, muitos de nós vamos envelhecer porque alguns passam por essa jornada sem chegar ao ciclo do envelhecimento. Aqueles que passam pela jornada mais longa vai envelhecer. Não é possível reter o ciclo da vida. Envelhecer é uma realidade. Pode encher o rosto de botox, pode fazer dieta low carb, pode fazer o que quiser, mas esse corpo tem uma bateria, ele tem um limite, ele se desgasta. E quem não acredita, pega uma foto sua de 10 anos atrás, coloca junto da foto de hoje e vai começar a perceber que isso acontece. Isso é a realidade dessa existência corporal. Todos nós que passamos por determinado tempo nessa existência, vamos envelhecer. Eu tenho até uma amiga que diz que maravilha poder envelhecer, não é? Entendeu o sentido da vida e a realidade dessa vida. E nós vamos percebendo que nós vamos nos desgastando, esse corpo físico. Então nós estamos falando da realidade da existência corporal. Nós temos um outro elemento que é o adoecimento. E aí é uma hérneia de disco aqui, a catarata ali, o angina aqui, a colar, a pressão, a hipertensão. Tudo isso vai nos dando a dimensão do que os espíritos chamam de vcissitudes da vida corporal. Todos nós que embarcamos nessa jornada no corpo, sofreremos as vcissitudes da vida corporal. todos nós em certa medida, de acordo com o seu planejamento reencarnatório. Então, estar aqui, sejam bem-vindos, é embarcar numa jornada de nascimento, de morte, de envelhecimento e de

vida corporal. todos nós em certa medida, de acordo com o seu planejamento reencarnatório. Então, estar aqui, sejam bem-vindos, é embarcar numa jornada de nascimento, de morte, de envelhecimento e de adoecimento. E ainda tem um outro elementozinho aí que nos é extremamente desafiador na realidade da vida. Quando aqui embarcamos, aqueles que nos ofereceram as características físicas e o corpo físico, seus gens, né, os nossos gens, vieram antes, os nossos pais. Então, a nossa vida é um embarque e um desembarque em tempos diferentes. Então, tem um outro elemento aí que faz parte da existência corporal, que é o desencarne daqueles que amamos. Quando nós retornamos à vida espiritual, isso não se dá ao mesmo tempo. Fazemos isso em tempos diferentes e nem sempre nos tempos que nos parecem os mais aceitáveis. Por exemplo, a minha mãe costuma dizer assim: "Devia ser proibido uma mãe enterrar um filho, mas por vezes muitas mães passam por essa experiência." Outro dia eu fazia aquela pequena chantagem emocional com meu filho. Não, por quê? Daqui a pouco eu tô indo embora, daqui a pouco vai sentir falta de mim. Daqui a pouco eu não tô mais aqui. Ele para mãe que eu vou antes de você. doeu fundo no meu coração. Que coisa eu ficar falando para ele que embora incomoda ele, assim como incomoda a mim que ele vá antes de mim. Isso faz parte também é uma vicissitude da vida. Viajamos, estamos nessa viagem, mas o nosso tempo de retorno de volta a casa é diferente daqueles que amamos. E muitos de nós vivemos essa dor, essa angústia que também faz parte da existência corporal. E por que é que nós estamos nos atendo tanto a isso? Ora, nós falamos que felicidade é realidade, perdão, expectativa menos realidade. E quantas vezes aqui estamos e adoecemos e nos incomodamos, nos perturbamos, nos infelicitamos, nos desesperamos. Ora, mas estar na carne, a realidade é que adoeçamos. A realidade é que o tempo passe e envelheçamos. Se nós olhamos paraa vida não aceitando a realidade, então de fato,

felicitamos, nos desesperamos. Ora, mas estar na carne, a realidade é que adoeçamos. A realidade é que o tempo passe e envelheçamos. Se nós olhamos paraa vida não aceitando a realidade, então de fato, não é possível ser feliz neste mundo, porque eu vim para cá e a minha expectativa é de viver neste mundo para sempre, para todo sempre, o que não é possível. não envelhecer, permanecer jovem. E nós falamos aqui do seminário sobre envelhecimento. Quem não assistiu pode procurar no YouTube. E nós falamos aqui o que seria dessa nossa cultura sem esses grandes homens e mulheres que no auge da maturidade nos ofereceram grandes conteúdos, grandes experiências. E vou dar só um exemplo, porque esse não é o nosso motivo de reflexão nessa noite. O Yung, que no auge dos seus 80 anos escreve o livro O homem e os símbolos e alguns dias depois desencarna. Perdão, gente. No auge da maturidade, ele nos oferece esse livro. com essa experiência acumulada ao longo dessa jornada, o que seria paraa gente não ter tido oportunidade de ter contato com a maturidade do Yung nesse livro? Quem não leu e tem interesse nessa área, é muito especial essa obra, só para falar de um. Então, muitas vezes, lembra que eu falei no início, nós embarcamos aqui e esquecemos e nós esquecemos que isso faz parte da nossa jornada aqui. E aí, muitas vezes eu gosto de dar esse exemplo e ele não tem nenhuma crítica, nenhum julgamento aos irmãos. É uma reflexão pessoal que eu compartilho com vocês. Na época da COVID, todos nós fizemos muitas correntes de oração, compartilhamos muitas vibrações por meio do WhatsApp, né, em grupos. E nesses grupos, alguns irmãos colocavam: "Ah, fulano se contaminou, tá hospitalizado, nós fazíamos correntes de oração, vibrávamos. Daí a pouco alguém colocava: "Fulano recebeu alta, tá em casa, tá bem?" E alguém punha lá, é Deus no comando. Outras vezes dava-se a notícia novamente de que alguém tinha contaminado, contraído Covid, desencarnou. Silêncio no grupo. Não é Deus no comando. É realidade do ser encarnado.

a lá, é Deus no comando. Outras vezes dava-se a notícia novamente de que alguém tinha contaminado, contraído Covid, desencarnou. Silêncio no grupo. Não é Deus no comando. É realidade do ser encarnado. Tudo que nos acontece é Deus no comando. Sempre é realidade material dessa jornada. Então nós vamos colhendo infelicidades porque nós nos rebelamos diante da realidade da vida e alimentamos expectativas de uma realidade que não podemos buscar. E aí dissemos que somos infelizes. Olha a minha vida, olha só. E aí começa aquele terço de lamura. Vamos lembrar e relembrar que nós nos comprometemos com essa existência e aceitamos essa existência como oportunidade de refazermos caminho, de refazermos jornada, vivendo todas as vicissitudes da existência corporal e aprendendo com elas para sermos melhores. Então, um dos caminhos para que nós possamos pensar e encontrar a felicidade neste mundo se chama a aceitação da realidade da vida. A existência corporal, ela não é um destino, ela é um trajeto. Por isso que nós estamos aqui, já estivemos em outras oportunidades e voltaremos em outro. Ela é um percurso, não é o nosso destino, não é o nosso porto. O nosso porto é a imortalidade. O nosso porto é a vida em plenitude. E precisamos passar pelas experiências das vicissitudes corporais para angarearmos recursos, aprendizados e virtudes que nos plenifiquem, para que possamos alcançar a nossa pureza como filhos de Deus. Então, um primeiro elemento é que nós possamos aceitar a realidade da vida. E nesse processo de aceitação tem algo muito importante que se chama, que faz parte da lei de evolução, que é a responsabilização. Cada um de nós aqui é responsável pelas escolhas que faz. Então, quando nós viemos a este mundo, muitos de nós recebemos um corpo perfeito, saudável, e ao longo da nossa existência fomos descuidando desse corpo com a alimentação, com os maus hábitos, ferimos, vilipendiamos esse corpo e ao morrermos voltamos ao mundo espiritual. E a lei de responsabilidade diz que quando retornarmos,

s descuidando desse corpo com a alimentação, com os maus hábitos, ferimos, vilipendiamos esse corpo e ao morrermos voltamos ao mundo espiritual. E a lei de responsabilidade diz que quando retornarmos, retornaremos com as consequências desse corpo que descuidamos. E aí alguns de nós reencarna com as suas limitações, com as suas dificuldades. Isso nós estamos falando do corpo, mas podemos falar das relações. Quantos de nós vivemos experiências pregressas aonde desrespeitamos o ambiente do nosso lar, as nossas relações familiares? E muitas vezes retornamos com o desafio de viver uma vida mais solitária para aprendermos a dar valor a família que não soubemos respeitar. Por quê? Porque nós herdamos tudo aquilo que nós plantamos. A colheita é nossa. Nós somos herdeiros de nós mesmos e chegamos aqui, vivemos as nossas dificuldades. E por imaturidade, quando conversamos com o criador, perguntamos a ele: "Por que comigo? Por que que tá fazendo isso comigo?" Tem uma amiga, eu já contei isso aqui e vou repetir. Ela conta que numa reunião mediúnica, a mentora da do grupo se apresentou e falava das vitórias daqueles que tinham caído, das possibilidades de correção daqueles que tinham se equivocado. citava ao grupo ao respeito e à fraternidade para com aqueles eh equivocados da vida. E ela mentalmente pensava: "Graças a Deus que eu nunca fiz isso. Graças a Deus que eu não faço aquilo. Graças a Deus que eu não faço isso, não faço aquilo". A mentora parou, olhou para ela, o médium que tava ali, né, dando passividade pra mentora, olha para ela e diz: "Nessa vida, né, minha irmã, então nessa vida nós podemos não estar fazendo um monte de coisa, um monte de bobagem. E as outras que fizemos, quem colhe, quem é herdeiro disso? Nós mesmos. E atribuímos ao criador castigo, falta de cuidado, privilégio para com o meu irmão. O outro tem uma vida com menos dificuldade aos meus olhos e eu acho que Deus olha mais para ele do que para mim, que Deus não cuida de mim, que eu sou uma vítima. A doutrina dos espíritos nos relembra

O outro tem uma vida com menos dificuldade aos meus olhos e eu acho que Deus olha mais para ele do que para mim, que Deus não cuida de mim, que eu sou uma vítima. A doutrina dos espíritos nos relembra que nós somos responsáveis. E se somos responsáveis, significa que também está nas nossas mãos a reconstrução das bobagens que fizemos. Porque olhar e e admitir que nós cometemos os nossos erros e que as dificuldades, as vistissitudes que estão aí fazem parte das nossas colheitas, não é pra gente ficar se sentindo pobre coitado, não é para dizer, ok, fazer igual o Paulo de Tarso, OK, que que eu faço agora? Que que eu vou fazer da minha vida para corrigir o que eu posso corrigir nessa existência? E o que é que eu vou aprender? Vou angarear como recursos de aprendizado para que numa próxima jornada eu possa dar continuidade a esse processo. É possível ser feliz neste mundo? Se nós olhamos paraa realidade e vamos brigar com ela, nós vamos ficar gastando energia e vamos sofrer mais do que seria necessário. Por isso que Kardec lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 5, ele fala das aflições, das causas atuais das aflições, quando ele diz que muitas das nossas dificuldades aqui a gente não precisaria estar vivendo, não é nada de existência anterior, não aceitar a realidade da vida. OK, Patrícia, a realidade é isso. Eu faço o quê? Aí o Rodrigo falou: "Vive, ama, trabalha". A mensagem fala disso. Faz a tua parte. Faz a tua parte com todos os recursos que você tem, que te foram dados. Porque as vicissitudes têm o propósito de nos ensinar. Nós vamos envelhecer. E o processo de envelhecimento tá trazendo que aprendizado paraa minha vida. Eu estou me tornando o grande, a velha sábia ou o velho sábio na construção psíquica do Yung ou eu tô me tornando aquele ser ranzinza rebelde diante da realidade da vida. Eu estou angareando os aprendizados que essa existência tá me permitindo para que eu saiba contribuir, colaborar e orientar se chamado. Ou eu estou ali me lamoreando e reclamando porque o tempo

vida. Eu estou angareando os aprendizados que essa existência tá me permitindo para que eu saiba contribuir, colaborar e orientar se chamado. Ou eu estou ali me lamoreando e reclamando porque o tempo passa, eu não consigo mais fazer isso, fazer aquilo, não me lembro mais disso, não me lembro com tanta rapidez, tenho mais dificuldade para fazer aquilo, demoro mais, demoro ou porque dói aqui, dói qual é, quais são as escolhas que eu tô fazendo? Essas cabem a cada um de nós. Porque se nós vivemos nessa lamúria, nessa inaceitação da realidade de vida, como ser feliz? E os espíritos que passaram por aqui, estando no plano espiritual, dizem pra gente: "Olha, você quer ser feliz aí nesse mundo?" E uma das orientações que o Rodrigo dá-lhe ali no finalzinho da mensagem. E aí é realmente o aprendizado especial da nossa vida. Ele fala: "Aprende a amar e aprender a amar comece aprender a nos amar, senão a gente não dá conta de amar o outro". Então, assumindo as nossas responsabilidades, assumindo as consequências das nossas escolhas, aprendendo a estarmos bem conosco, nos amando, aí a gente vai aprendendo a dosar as expectativas. Nós temos sim que esperar algo da vida, projetar algo de bom, mas nós vamos dos expectativa com a medida do criador. Porque se tudo que nos acontece é porque ele permite. Nós vamos aprendendo a educar as nossas expectativas em favor de nós mesmos. em favor do espírito imortal, em favor do espírito puro, que seremos um dia. Então, nós vamos aprendendo a nos reconectar com o Pai. De que forma? Uma delas, a oração. E aí nós vamos aprendendo a orar sem pedir a Deus, Deus, tira isso de mim, me cura disso, não deixa isso acontecer. Ora, é realidade da vida. Aí nós vamos aprendendo a nos conectar com o Pai amorosamente, em favor de nós mesmos. Senhor, me ajuda a ter força para lidar com essa dificuldade. Me ajuda a desenvolver sabedoria diante dessa experiência que me traz os aprendizados que eu ainda não consegui enxergar. Me ajuda a enxergar? me ajuda a lidar com essa dificuldade,

essa dificuldade. Me ajuda a desenvolver sabedoria diante dessa experiência que me traz os aprendizados que eu ainda não consegui enxergar. Me ajuda a enxergar? me ajuda a lidar com essa dificuldade, angareando os aprendizados que eu preciso para quando eu voltar para casa, eu poder voltar melhor para casa, a nossa morada. Aí nós vamos nos reconectando, nós vamos restabelecendo os laços, porque fomos aprendendo a aceitar algo precioso que eu tive a oportunidade de falar essa semana inteira. Eu acho que eu preciso ouvir isso com mais frequência. Quem governa o mundo é Deus, meus irmãos. É ele quem governa o mundo e as nossas vidas e governa com amor, com misericórdia, com bondade, com justiça, com perfeição. Então, o nosso esforço aqui nesse novo ciclo chamado ano que nos foi dado, que nós possamos aprender a evangelizar as nossas expectativas, porque quem aprende a evangelizar as expectativas vai ser capaz de responder: "É possível ser feliz neste mundo? Depende, né? Depende das escolhas que fazemos diante das realidades desse mundo e das expectativas que alimentamos. Porque Deus, ele nos olha individualmente, porque dizem que Deus tem um pequeno defeito de fábrica. Ele só sabe contar até um. Então, ele só fez uma Patrícia, ele só fez uma Márcia, ele só fez uma Bárbara, ele só fez um Ivson, uma Celine, uma Ana, não na personalidade, mas na singularidade do indivíduo. Nós somos singulares. Será que o que acontece conosco não passou pelo cuidado amoroso dele? E se passou, então nós vamos entender o que Paulo diz. Por tudo dai graças. Sejamos gratos por tudo. É uma outra recomendação do Rodrigo na mensagem, no exercício da gratidão. E outra recomendação da mensagem, outro movimento para que nós possamos conquistar a felicidade que é possível neste mundo. Trabalhemos. Façamos aquilo que compete a cada um de nós fazermos, porque sim, existe uma realidade que não se muda. E aí nós vamos lembrar da oração da serenidade. Senhor, concedei-me a serenidade necessária para aceitar as coisas que eu não posso

m de nós fazermos, porque sim, existe uma realidade que não se muda. E aí nós vamos lembrar da oração da serenidade. Senhor, concedei-me a serenidade necessária para aceitar as coisas que eu não posso modificar. Coragem para modificar aquelas que posso e sabedoria para distinguir uma da outra só por hoje, porque é hoje que nós temos. Então aquilo que podemos modificar, tenhamos coragem para fazer as nossas expectativas, o nosso agir, nosso trabalho e tenhamos sabedoria. Façamos aquilo que está nas nossas mãos fazer. Tomemos as rédias da nossa vida e com o Cristo de Deus à nossa frente, o comandante do barco da nossa vida, tenhamos coragem de realizar tudo que Deus planejou pra gente, porque o projeto dele é a nossa iluminação, é a nossa perfeição, é a nossa purificação que passa pelo pelo caminho da vivência com aceitação, com respeito das vicissitudes da vida. Então, podemos ser felizes neste mundo ou não podemos? Fiquem em paz, que Jesus os envolva na melhor vibração de amor e de carinho e tenham coragem para fazer as mudanças que vocês podem fazer na vida de vocês. Um excelente ano para nós, sempre com Jesus, de mãos dadas com ele. Esse que é o nosso modelo e guia. Nós agradecemos a Patrícia, tantos projetos, né, para todos nós. Vamos fazer a nossa oração, então, pedindo ao nosso Pai que nos abençoe, que eu tenho certeza que depois dessa palestra tá todo mundo cheio de bons propósitos, de boas ideias, já vendo o que que dá para modificar, o que que não dá. Então vamos pedir ajuda do alto. Jesus, nosso querido mestre. Agradecemos, Senhor, pela oportunidade da reflexão e te pedimos, nos auxilia nessa tarefa que é das mais difíceis, mas que com certeza está também à nossa altura. nos auxilia para que possamos fazer boas escolhas. E se essas escolhas não forem as que entendamos mais adequadas com o passar do tempo, que tenhamos a coragem e a humildade para refazer esses caminhos. Abençoa, Senhor, o nosso olhar para que possamos nos perceber, para que possamos perceber aqueles que nos cercam,

m o passar do tempo, que tenhamos a coragem e a humildade para refazer esses caminhos. Abençoa, Senhor, o nosso olhar para que possamos nos perceber, para que possamos perceber aqueles que nos cercam, buscando as melhores maneiras de convivência, que com certeza passam também pela disciplina do nosso próprio orgulho, para que possamos pouco a pouco ir trabalhando esse sentimento que tanto nos afasta de momentos felizes, tanto nos afasta da paz. que tanto buscamos. E assim, querido mestre, nós agradecemos esse momento de hoje e pedimos a tua bênção e a tua proteção para cada um de nós aqui, para os nossos familiares queridos, para os nossos lares e para aqueles com quem ainda temos dificuldade, que são os nossos mestres do perdão e da paciência. Graças a Deus, meus amigos, boa noite a todos. Agora deixo a todos entregues a nossa querida EVAS, que vai nos organizar pro passe. Boa noite. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, [música] mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do

re e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus,

s nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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