A esquina de pedra | Stela Martins | 10.8.25
Essa série de lives tem por objetivo principal divulgar a obra “A esquina de pedra” e seu autor, Wallace Leal V. Rodrigues. O livro aborda a história do cristianismo primitivo e a formação do catolicismo, com capítulos que se assemelham a crônicas poéticas, explorando temas como a fé, a caridade e a transformação moral. Wallace Leal Valentim Rodrigues, autodidata, foi ator e diretor de teatro, diretor de cinema, escritor, jornalista tendo atuado durante 25 anos na Casa Editora o Clarim como continuador da obra de seu fundador, Cairbar Schutel. Conheça a trajetória inspiradora desse espírito no documentário WALLACE LEAL – PODERES DO ESPÍRITO (Márcia Tamia | Zé Henrique Martiniano) https://youtu.be/pwItf50t0fg?si=D2qw3eQpXZMVXeyo 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280
Nascer, morrer renascer ainda e progredir sempre. Não é além. Boa noite. Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos ao nosso primeiro episódio. É porque a estreia não contou como episódio, né? Porque a gente ficou aqui conversando muito com os nossos amigos Henrique e Márcia, que nos contaram domingo passado a respeito da vida do Alace Leal Rodrigues, autor do nosso objeto de estudo. Falamos bastante também sobre o livro Esquina de Pedra, mas de uma maneira geral. E hoje nós vamos começar realmente a a pôr a mão na massa, a falar realmente sobre o livro. Esse livro que para mim na minha listinha é tá no top do top da literatura espírita. Eu gosto muito desse livro, mas eu li há muito tempo e eu não quis perder esse gostinho, sabe, de quando a gente começa a foliar as páginas. Então eu não li ele todo de novo pra gente estudar. Eu tô lendo também aos pouquinhos para quando chegar aqui conversar com vocês, poder trazer aquela animação que a gente tem quando a gente lê um capítulo e vai descobrindo coisas a respeito do capítulo. É fantástico, não é? É isso que nós vamos fazer a partir de hoje. Eu já agradeço já a presença de todos vocês. Agradeço os nossos parceiros de transmissão, a Rádio Espírita do Paraná, o canal Consolar Esclarecer, que é de onde parte esse estudo. Eh, a querida Filomena concordou com essa minha com essa minha ideia de começar esse estudo do Esquina de Pedra. os a nossa querida Norma lá do canal Renovando Consciências, a Web Rádio Fraternidade, TV IDEAC, Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o Igzi, que começa a a transmissão a partir de hoje, Grupo Espírita Fonte de eh Fonte Viva e também o Conecta Espiritismo TV, eh, que também está começando hoje a transmissão. Muito obrigada a vocês todos pela por essa parceria e eu espero que isso dê muito certo. Espero que vocês gostem muito. Mas para que isso aconteça, que dê muito certo, vocês aí no chat precisam ir dando seus pitacos, fazendo suas perguntas. O que eu souber, eu vou respondendo. O que eu não souber,
e vocês gostem muito. Mas para que isso aconteça, que dê muito certo, vocês aí no chat precisam ir dando seus pitacos, fazendo suas perguntas. O que eu souber, eu vou respondendo. O que eu não souber, eu estudo paraa semana que vem a gente poder conversar sobre isso. Então não se esqueçam, vão aí dando seus pitacos no chat, dizendo de onde vocês estão assistindo, se vocês já têm a obra em mãos, o esquina de pedra ou ainda não, ou se vão comprá-la ou se vão primeiro acompanhar o estudo para depois decidir se terão o livro ou não. Sandra Barbosa, muito obrigada, querida, pela sua presença e principalmente por ser membro de um canal espírita. Olga, meu bem, bem-vinda. Deus nos abençoe. Rosiane, sim, querida, deu tempo. Marilda, meus amor, bom, boa noite. Tô trocando quase. Marcondes, como vai, querida? Airdr, que bom que você chegou. Maria do Carmo, boa noite também. é o melhor. Adorei ler esse livro. Ele é muito lindo. Nivalci, boa noite para você também. Silvia Gandolf, meus amor, bem-vinda. Ernestina, paz e luz para nós todos. Mata de São João, Bahia. Legal. Lívia, meu, minha querida. Filomena, meu bem, é tão bom ver gente conhecida no chat. Que bom conhecer pessoas novas. Vai ser ótimo. Muito bem. Em casa criar estúdios de transmissão. É isso, a gente vai trabalhando, estudando. Vou comprar e irei te acompanhar aqui do interior Sal de Salvador. Muito bom. Muito bom. O livro é excelente. Eline, Eline, né? Boa noite. Acertei. Eline. Tudo bom, querida? Olha, esse é um dos, a minha mãe dizia sempre para mim que livre espírita, para mim e paraas minhas irmãs, livro espírita a gente não empresta, a gente dá. Então, quando alguém vira e fala: "Ah, que lindo esse livro, posso ler?" "Pode." E não espera ele voltar, porque ele pegou o caminho dele, ele vai seguir o caminho dele, do livro, né? E ia. Então, esquina de pedra eu nunca emprestei. O meu exemplar antiguinho tá guardadinho lá, sabe? tá lá guardado. Eu não empresto, não vendo, deixo ele guardado. Tem umas coisas que a gente se apega. É
. Então, esquina de pedra eu nunca emprestei. O meu exemplar antiguinho tá guardadinho lá, sabe? tá lá guardado. Eu não empresto, não vendo, deixo ele guardado. Tem umas coisas que a gente se apega. É feio a gente se apegar à matéria, mas a gente ainda tá caminhando para isso. Então, vamos fazer uma prece porque tô muito ansiosa. Preciso acalmar meu coração porque eu tô muito ansiosa com esse estudo e espero que ele corra bem. Então vamos lá, vamos acalmando os nossos corações, tranquilizando a nossa ansiedade, deixando ela se aquiietar um pouco, agradecendo aos bons espíritos pelo trabalho que desenvolveram durante os últimos meses para que nós pudéssemos estar aqui hoje. agradecer aos autores desse livro, ao espíritos que colaboraram com ele. agradecer a toda a espiritualidade por essas obras maravilhosas que chegam até nós através dos vários formatos da mediunidade e agradecer a Deus por nos permitir o acesso aos nossos companheiros de caminhada. que não estão na materialidade. Que essa troca de contato e de conhecimento seja cada vez mais intensa, mais concreta e mais autêntica. que nós possamos juntos aqui, Senhor, renovar o cristianismo simples dentro de nós. Obrigado, Senhor. Graças a Deus. Vamos lá. Nós temos muito que ver aqui, muito que ver. Eu vou tentar ficar calma. Vou, juro que eu vou. Paulo Luc, boa noite. Paules, boa noite. Vou ficar Filomena, vou tentar pelo menos vou tentar. Ó lá, querida mais que querida. Olha, gostei desse querida mais que querida. Aí, muito bem, então vamos começar aqui. Nós vamos começar então o estudo do Esquina de Pedra. E esse é um resuminho, né? O livro aborda a história do cristianismo primitivo e a formação do catolicismo. E ele tem eh capítulos bem curtinhos e ele tem um estilo romanceado, né? Um estilo muito pertinente ao ala leal que nós vamos conhecer ao longo dessa obra. O estilo dele, a maneira como ele falava, né? como ele conduzia a como ele conduzia o as informações, né, nas obras dele. Ele tinha um jeito muito particular. A, para
mos conhecer ao longo dessa obra. O estilo dele, a maneira como ele falava, né? como ele conduzia a como ele conduzia o as informações, né, nas obras dele. Ele tinha um jeito muito particular. A, para vocês que porventura não tenham acompanhado a estreia no domingo passado, este livro Esquina de Pedra foi produzido, foi eh produzido não, foi escrito a partir de desdobramentos que o Alace Leal e fazia indo até o os ambientes. A gente sabe que tempo e espaço no plano espiritual não tem essa não tem esse formato e essa configuração que tem para nós como encarnados. Então ele desdobrava e até essas esses lugares ou essas memórias ã para poder contar essa eh relembrar essa história e poder transformá-la em livro. É muito parecido com o que fazia Ivone do Amaral Pereira em várias de suas obras. Tem um nome específico para isso que eu acabei de esquecer, então se alguém lembrar é bom já me rememorar aqui no no chat. Mas se você quiser esses detalhes todos, volte na primeira no no episódio de estreia que foi domingo passado. Esse vídeo tá aqui no canal Consolar Esclarecer e tá lá esquina de pedra estreia. vocês podem assistir que aí tem a participação da Márcia e do Zé Henrique. E aí essa questão de como que o Alace lembrou dessa história, como ele teve acesso a essa a essa história para poder transformá-la em romance e como é que esse processo se deu, tá? é uma uma coisa bem bacana da gente aprender, porque eh ultimamente a gente tem não só a gente tem de ficado muito com o o estudo da mediunidade restrito a eh mediunidade de passe, mediunidade eh eh psicografia e psicofonia e a evidência e a clara evidência que são as mais comuns atualmente. Mas existem outros tipos de mediunidade descritas por Kardec no livro dos médiuns que foram ficando meio de escanteio e elas não deixaram de existir. Elas não são tão frequentes apenas. Então é bom a gente conhecer, saber qual é o processo dessas outras mediunidades, até para poder identificá-las quando elas acontecerem e estimular aqueles que estão em estudo da
ão frequentes apenas. Então é bom a gente conhecer, saber qual é o processo dessas outras mediunidades, até para poder identificá-las quando elas acontecerem e estimular aqueles que estão em estudo da mediunidade, em desenvolvimento da mediunidade, que são os médiuns todos, né? Não existe o médium formado, o médium vai aprendendo e vai se construindo ao longo do tempo. Então, é bom a gente aprender a respeito das mediunidades todas. E essa que o Wallace eh eh teve enquanto encarnado como o Alace Rodrigues, o Wallace Leo Rodrigues, é muito interessante. Vale a pena a gente dar uma pesquisada sobre ela. Então, já aqui falando sobre o sobre o livro, né, ele vai falar pra gente eh é uma história, né, um romance que vai contar a história do cristianismo, né, no começo do cristianismo. E isso é muito interessante, vale muito a pena. É por isso que a gente tá acompanhando, vai estudar esse livro para falarmos sobre esse período, né? Bom, e aí logo no começo do livro, olace Leal vai explicar pra gente por chamar esquina de pedra. E aí eu vou trazer para vocês o livro. Deixa eu tirar aqui. Opa, pronto. Vocês conseguem ler? Eu espero que vocês consigam. Opa, deixa eu passar para cá. Isso. Eu espero que vocês consigam, que esteja dando para ler direitinho aí. Bom, então ele começa com algumas citações para explicar porque eh porque esquina de pedra. Eh, Jó, capítulo 38 versículo 6. Sobre o que estão fundadas as suas bases? ou quem assentou a sua pedra de esquina. E aí em Salmos 1182, a pedra que os edificadores rejeitaram se tornou a cabeça da esquina. Em seguida, Isaías 28:16. Portanto, assim diz o Senhor Jeová: "Eis que eu fundo em Sião uma pedra, uma pedra já provada, pedra preciosa de esquina, que está bem firme e fundada. Aquele que crê não se aprece." E em Atos 4:11, esta é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina, pelo que também na Escritura se contém: "Eis que põe em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa, e quem
que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina, pelo que também na Escritura se contém: "Eis que põe em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa, e quem nela crer não será confundido. Assim para vós os que credes, é preciosa, mas para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi feita cabeça de esquina. Então isso tudo que ele coloca por aqui é para é uma pedra de tropeço e rocha de escândalo para aqueles que tropeçam na palavra, sendo desobedientes para o que também foram destinados. Pedro, capítulo 2, versículo 6, 7 e 8. Então aqui o o Alace mostra para nós porque o livro chama esquina de pedra. É justamente porque essa era a maneira de dizer que você estava construindo algo seguro, que era uma construção segura, porque você tinha feito a base dela, quer dizer, a quina da da construção. Imagina aqui que a gente eles faziam tudo em quadrados, né? Porque era como você tinha como assentar. Eles ainda não utilizavam o que hoje a gente aquela perfuração para fazer uma base para baixo da terra e etc. Eles tinham outra forma de construção. Então, quando você fazia a quina da ã da casa da do lugar que você ia construir, essa quina era a base da construção, era a esquina de pedra. eram as casas mais seguras, as que eram feitas com pedras nas regiões onde havia pedra para que isso acontecesse, né? Em outros lugares do mundo, as construções eram feitas de outra forma, porque você não tinha pedra o suficiente. Mas é para justificar, pra gente entender por esquina de pedra, porque a base do cristianismo tava ali e ela foi assentada. de forma muito segura e de maneira muito pensada e cuidadosa. E, portanto, ela está de pé até hoje, porque a esquina de pedra foi muito bem feita. É muito bonito isso, né? Uma figura muito bonita pra gente pra gente pensar. Muito legal, muito interessante. Eu achei pelo menos eh fantástica. Muito boa mesmo. E aí, aqui agora a gente tira esse e vamos continuar aqui, ó. Continuando aqui no
onita pra gente pra gente pensar. Muito legal, muito interessante. Eu achei pelo menos eh fantástica. Muito boa mesmo. E aí, aqui agora a gente tira esse e vamos continuar aqui, ó. Continuando aqui no nosso livro, logo em seguida ele vai fazer uma dedicatória à Estela, que infelizmente não sou eu, né? Falei para vocês semana passada que essa Estela do livro não sou eu. Essa Estela aí tem dois Ls, o meu tem um L só. Brincadeira, gente. Mas é o espírito que conta para a respeito desse dessa história, né? Nós vamos no decorrer do do livro, a gente vai falar em outras oportunidades sobre ela. E o Alace escreve assim: "Eis aqui a tua narrativa, exatamente como neste ano que se findou, tu me confiaste. A explicação que eu poderia ter para tudo quanto sucedeu contigo, talvez não seja válida para todos os entendimentos. Então, nem tudo, as coisas que estão escritas nesse livro não valem para todas as pessoas em todas as situações, né? Eis porque em nenhum momento quis ser explicativo. Duvido mesmo que tenha por um breve espaço de tempo traído a sucessão dos acontecimentos. E aí ele ele explica, ele tá explicando para Estela o porquê da das pesquisas históricas que ele fez, do cuidado que ele teve com aquilo que era histórico, com as informações históricas que constam, que estão nesse, nesse romance. Sebastes existiu e foi a rainha do ponto. Arrios, Anastos 40 mártires da 12ª legião existiram. O conflito no seio da igreja cristã, tal como descreves, é um fato histórico. Entrego o livro ao público em teu nome, e só o tempo nos dirá como esforço de fidelidade, de minha fidelidade e o valor da tua verdade serão acolhidos. E aí a gente sabe que acolher eh esse livro foi uma coisa bem complicada, né? Houve uma reação bastante intensa da igreja e uma reação intensa da comunidade cristã naquela época. Olace sofreu muito por conta dessa reação. Foi um um episódio eh que o marcou muito fortemente até o final dos seus dias como encarnado. Porque nós vamos sentir isso também e vamos entender o porquê
. Olace sofreu muito por conta dessa reação. Foi um um episódio eh que o marcou muito fortemente até o final dos seus dias como encarnado. Porque nós vamos sentir isso também e vamos entender o porquê dessa reação toda no decorrer do livro. Mas porque, basicamente, porque ele fala de um período em que o cristianismo deixa de o cristianismo primitivo deixa de existir ou vai se extinguindo aos poucos, né? Porque isso não acontece como uma tesoura. Você vai lá, corta e acaba. Não, não é assim. E passa a existir o catolicismo, a Igreja Católica. E é por isso houve tanta tanta reação e tanto problema. E aí o o parou errado lá, né? Não tava assim no meu slide. Que coisa feia. Ele vai em seguida no livro. Ah, o Alice coloca uma carta de Constantino a dois outros personagens históricos. Ah, essa carta também existiu ou existe, né? Eh, é um fato histórico e nós vamos falar sobre ela, nós vamos eh ler para entender o resto do livro, mas para que a gente possa entender, né, é preciso também a gente dar uma uma relembrada aqui na das nossas aulas de história, né, senão não vai ser difícil. O império romano, na época do Constantino, que é entre 306 e 337 depois de Cristo, passou por grandes transformações marcadas por disputas políticas, crises internas e é ascensão do cristianismo. Então, nesse período, há um um boom do cristianismo em todo o Império Romano. Constantino, ao longo de seu reinado, implementou reformas significativas e teve um papel crucial na história do império, especialmente na relação com o cristianismo. Eh, repito, essas esses são fatos históricos, né? Então, Constantino emergiu como uma figura central nesse contexto, vencendo seus rivais em batalhas, porque ele era um grande estrategista e consolidando o seu poder, porque ele não era um estrategista só nas guerras, mas ele era um grande estrategista também político, né? Ele sabia eh negociar, fazer acordo, ele sabia levar também convencer as pessoas. Ele é conhecido por sua vitória na batalha da ponte Milvia em 30212
le era um grande estrategista também político, né? Ele sabia eh negociar, fazer acordo, ele sabia levar também convencer as pessoas. Ele é conhecido por sua vitória na batalha da ponte Milvia em 30212 depois de Cristo. E após a qual alegou ter tido uma visão de uma cruz e adotado cristianismo. Essa é uma informação aqui muito importante pra gente. Por quê? Porque Constantino começa a dizer para todos os seus amigos, paraas pessoas que estavam à volta dele, que ele tinha tido uma visão e que nessa visão ele eh aparecia uma bandeira com o símbolo dos cristãos, né, dos cristãos primitivos que nós estamos falando e que eles haveriam de vencer todas as batalhas, que o cristianismo ia vencer todas as lutas. Então, era preciso que ele, como imperador romano passasse a ser cristão e que as coisas que era preciso unir forças com os cristãos para que o império romano não fosse vencido pelos cristãos. Então, já que eu tô tendo uma visão que eles vão ganhar, então eu vou me aliar a eles, porque aí eu continuo no poder, eu continuo por cima, né? Era, foi esse o raciocínio que Constantino teve, né? Não tava de todo errado. E aí no é de Milão, que foi em 313, Constantínio e Licínio promulgaram o édito de Milão, que concedeu liberdade religiosa no império, marcando o fim das perseguições aos cristãos. Então, esse foi o primeiro movimento que Constantino fez para poder se aliar aos cristãos, né, respaldado por aquela questão. Então, olha só como ele foi esperto. Ele sabia que o número de cristãos estava cada vez aumentando mais. Ele teve essa, ele que disse que ele teve uma visão de que os cristãos iriam vencer, iam dominar o mundo conhecido e que era preciso então se aliar eles. É bem bem interessante, né? essa essa essa parte da história e vai justificar, vai explicar muitas coisas que vão acontecer na sequência. Bom, por conta disso, Constantino se tornou um patrono do cristianismo. Foi reconhecido pelos cristãos da época como um patrono, promovendo a fé e convocando o concílio de Niceia em 325
na sequência. Bom, por conta disso, Constantino se tornou um patrono do cristianismo. Foi reconhecido pelos cristãos da época como um patrono, promovendo a fé e convocando o concílio de Niceia em 325 depois de Cristo para resolver questões teológicas. Aí começa a confusão. Enquanto no o édito de Milão libera eh, concede liberdade religiosa para todo mundo, no império tava certo. Mas a hora que começa o concílio de Niceia, aí as coisas vão se complicar um pouco, né? E aqui é uma uma figura, só pra gente poder ter uma ideia de do tamanho do Império Romano, né, que para pro Ocidente era um um foi um grande império. É um período e em que o o domínio romano tá bem esparramado, bem espalhado por uma região muito importante, economicamente importante, inclusive pros outros impérios, pras outras, pros outros, não eram países ainda, mas pras outras regiões todas, né? O cupava uma região ali muito importante e e Constantino comandava tudo isso, certo? Então, já definindo essa Ah, é, e é importante contar, né? Nesse período aí, em 330 depois de Cristo, ou seja, um pouco depois do concílio de Niceia, Constantina inaugurou uma nova capital imperial em Bizâncio, que passou a ser chamada de Constantinopla em sua homenagem, né, para vocês verem como era a personalidade dele, né, não era pouca, não era pequena. E aí, em seguida no livro, deixa eu colocar aqui, em seguida no livro, o autor, o Alace Leal, transcreve uma parte da carta do Constantino. E olha como ele se apresenta. O Constantino tá escrevendo a carta e ele começa se apresentando assim: Constantino, vencedor, muito potente e muito augusto. Alexandre e a Arrios são dois personagens que também vão ser que estão sendo citados no livro que são importantes pra gente quase me perdi aqui pra gente saber, pra gente conhecer, né? Então esse é Alexandre, bispo de Alexandria, e esse é Ário ou Ários, um presbítero. É para esses dois que o Constantino tá escrevendo a carta, né? E quem eles são? Quem esses dois são? O, deixa eu voltar aqui um pouquinho. O
bispo de Alexandria, e esse é Ário ou Ários, um presbítero. É para esses dois que o Constantino tá escrevendo a carta, né? E quem eles são? Quem esses dois são? O, deixa eu voltar aqui um pouquinho. O Alexandre, bispo de Alexandrina. Alexandria foi o 19º patriarca de Alexandrina sucedendo a Áila. Então ele lutou contra a Heresia Ariana, que é o motivo da carta que o que o Constantino escreve, é lembrado como mentor de Atanás de Alexandria, que foi seu sucessor. Eh, tinha muita preocupação com a difusão das ideias diário. E aí ele convocou um sínodo em Alexandria e depois a acabou apoiando a convocação do Concílio de Niceia e morreu em 328 depois de Cristo, poucos meses depois do concílio, deixando Atanás como seu sucessor. O Ário, que é o outro ário, que é o outro personagem aqui da carta. Se vocês tiverem achando que tá muito confuso, vocês me falam, hein, que eu volto, tá? Porque eu tô achando super bacana, porque eu já me enfronhei na história. Ário era um presbí presbítero da igreja de Alexandria, conhecido por suas doutrinas que negavam a plena divindade de Jesus. Então, sua visão, e é aí que é a briga deles, a briga desses dois personagens aqui, olha, dessas duas figuras, a controvérsia ariana é entre esses dois, né? Então, entre o nosso primeiro personagem Alexandre, que é o bispo, e depois o Ário, que é um presbítero. A disputa entre os dois, entre os dois é exatamente porque o um defendia, o ário defendia que o filho de Deus era uma criatura subordinada ao pai e não Deus mesmo. Ário defendia isso. Já o nosso o nosso amigo que era o o Alexandre, né, que era o o bispo de de Alexandria, ele defendia que Deus e Jesus era uma divindade só. Olha só desde quando vem essa essa confusão. O ários acabou sendo condenado por heresia no concílio de Niceia e exilado por ordem do imperador Constantino. Morreu um tempão depois em circunstâncias consideradas suspeitas por alguns. Então, qual é a controvérsia? Qual é a controvérsia aí de Ariana? A controvérsia ariana que eles chamam, é o
r Constantino. Morreu um tempão depois em circunstâncias consideradas suspeitas por alguns. Então, qual é a controvérsia? Qual é a controvérsia aí de Ariana? A controvérsia ariana que eles chamam, é o conflito, né, entre Alexandre e Ário. Qual sobre qual é a natureza do Cristo e qual é a natureza da Santíssima Trindade. Ário dizia que Jesus era uma criatura, portanto um espírito encarnado em corpo físico inferior ao Pai. Quer dizer, ele não não tava na mesma no mesmo grau evolutivo, enquanto Alexandre dizia que divindade do Cristo na mesma substância que o Pai, ou seja, que ele era o Espírito Santo, a mesma coisa. O Concílio de Niceia, convocado para resolver a questão, condenou a doutrina arianda ariana e reafirmou a fé na divindade de Cristo. Apesar da condenação, o arianismo continua a existir e a causar problemas para a igreja por muitos anos. E é por isso, por isso que o nosso amigo aqui, o Constantino, escreve uma carta para esses dois personagens dizendo que eles precisavam entrar em em acordo, que eles precisavam parar com essa discussão. Por que essa discussão? Se Jesus era Deus ou não era Deus? Se o Espírito Santo era uma coisa só ou se eram coisas separadas, isso tava dividindo a igreja que tinha acabado de ser criada. Eram antes os cristãos, os pagãos e mais um monte de religião no império romano. Que que eles fizeram? juntaram tudo e eles estavam tentando colocar tudo como uma coisa só e não tava dando certo, tava dando problema, porque tinha uma turma querendo dizer que Jesus era Jesus encarnou como homem, encarnou no planeta como homem, que é o que a gente entende no espiritismo. E o a outra turma dizia: "Não, Jesus e Deus são a mesma coisa. Jesus é divino e tá no mesmo patamar de Deus". Essa era a briga dos dois. E aí Constantino diz assim para eles: "Ultimamente, quando uma intolerável loucura se aposta de toda a África por culpa de alguns temerários que dividem a religião dos povos em seitas diversas, eu, querendo conter esse mal, não vejo melhor remédio
nte, quando uma intolerável loucura se aposta de toda a África por culpa de alguns temerários que dividem a religião dos povos em seitas diversas, eu, querendo conter esse mal, não vejo melhor remédio que procurar alguns de vós, outros bispos do Oriente, para vos encarregarem de restabelecer a concórdia entre dissidentes. Pois que pelo favor de Deus, os raios da verdadeira luz e a regra da verdadeira religião partiram do seio do Oriente para iluminar o universo inteiro. E eu penso que devereis continuar sendo os guias salutares de todas as nações. Mas, ó boa bondade divina, uma notícia chegou aos meus ouvidos e feriu minha alma. Constantino escrevendo: "Aprendo que há entre vós maiores dissentimentos que os que dividem a África, de maneira que vossa terra, de onde eu esperava o recurso, tem mais necessidade de remédio que qualquer outra". E refletindo sobre a origem dessa divisão, encontro que a causa é ligeira e de todo indigna de tal contenção de almas. Eis porque vejo-me reduzido a vos endereçar esta carta e invocando o recurso da divina providência, me ofereço por árbitro e intermediário de vossa defesa. E eis como depreendo que começou vossa controvérsia. Vós, Alexandre, procuraste saber de nossos padres o que pensavam sobre um ponto de coisas escritas na lei ou antes, sobre uma questão de pouca importância. Para que essa discussão? Porque você começou com os padres lá atrás, né? E vós, ários ou árrios, avançastes sem prudência sobre o que devereis ou nunca pensar, ou se pensar, guardar em silêncio. Quer dizer, se você tinha uma opinião diferente, porque você não ficou quieto, né? Daqui a discórdia nasceu entre vós. A boa harmonia foi rompida e o povo santo, dividido em duas partes, perdeu a sua unidade. Mas agora cada um de vós perdoareis reciprocamente e acatareis o conselho que vosso irmão em Deus vos propõe muito justamente. Quer dizer, eu sou irmão de vocês, mas eu tô dando um recado. Vamos parar com essa confusão. De que se trata com efeito? Não é preciso sobre esta questão nem
irmão em Deus vos propõe muito justamente. Quer dizer, eu sou irmão de vocês, mas eu tô dando um recado. Vamos parar com essa confusão. De que se trata com efeito? Não é preciso sobre esta questão nem interrogar, nem responder, pois são de nula necessidade legal, desnecessárias de serem agitadas, mas que são postas em discussão para o divertimento dos ossos. E embora possam servir para o exercício do espírito, entretanto, deveis tomar o cuidado de contê-las no interior dos vossos pensamentos e não discuti-las ao acaso nas reuniões públicas. e não levá-la, sobretudo sem descrição, às orelhas do público. Quantas pessoas podem, com efeito compreender exatamente o alcance de tão grandes e tão difíceis matérias e dispô-las dignamente? E se alguns pensam adquiri-las, quantos no seio do povo poderiam compreendê-las? Quem pode, na delicadeza de semelhante questão, estar seguro de se preservar do perigo de cair em erro? É preciso, pois, sobre todos estes assuntos, reprimir a língua por medo de que a fraqueza daquele que fala não impeça de se explicar de maneira suficiente ou de que a lentidão do espírito daquele não ouve que ouve não o faça negligenciar. E assim ele continua aqui na carta. Mas aí, enfim, voltai pois à vossa caridade, dai a mim meus dias tranquilos e minhas noites sem quietudes. E eu tô rindo porque vamos combinar, né? Que que o nosso amigo Constantino tá dizendo aqui? Olha, vocês querem discutir um tema que não diz respeito a toda a comunidade cristã. vocês discutam entre vocês. Vocês não precisam levar essa discussão a público, porque realmente, gente, vamos lá, naquela, se hoje é já é uma discussão deveras complicada e complexa, qual era a condição de Jesus como encarnado? Qual era a condição de Jesus enquanto ele estava entre nós? Qual é a o grau de evolutivo de Jesus? Nós não temos até hoje certeza absoluta de A gente já sabe pela definição, pela listinha, pelos degraus evolutivos que os espíritos deixaram para Kardec, já dizendo que aquela era uma graduação
Jesus? Nós não temos até hoje certeza absoluta de A gente já sabe pela definição, pela listinha, pelos degraus evolutivos que os espíritos deixaram para Kardec, já dizendo que aquela era uma graduação pedagógica, a gente não sabe exatamente qual é, mas nós sabemos, obviamente, que Jesus é filho de Deus. E sendo filho de Deus, né, ele não pode ser Deus, certo? Se ele é filho, ele não pode ser Deus. Mas essa discussão filosófica naquela época, na época de Constantino, na época de de Alexandrina, de Constantinopla, fazer essa discussão para todo mundo já era muito, é complicado hoje. Você imagina naquela época que confusão que era. Mas essa foi uma confusão que o orgulho desses dois personagens, para quem o Constantino escreveu a carta, criou uma divisão numa igreja que estava tentando nascer, tentando ser se organizar como religião, como eh uma religião que unisse os cristãos e os pagãos, porque era essa a proposta do Constantino. juntar todo mundo. A a qual era o objetivo dele, isso a gente vai pode estudar ao longo do tempo, mas o que importa é que eh foi isso que ele que ele propôs, foi isso foi para isso que ele trabalhou e foi isso que ele alcançou, né? Ele uniu, obviamente que não 100%, porque nós não estamos aqui em condição de fazer nada 100%. Mas ele uniu praticamente todos os pagãos e cristãos. E é isso que nós vamos ver nesse romance que o Alace Leal escreveu para nós, o Esquina de Pedra. E aí, continuando aqui, eh, ele já vai pro primeiro capítulo, né? Nossa, já tô estourando meu horário aqui. Nem percebi, hein? Puxa vida. Olha, então nós vamos lá pro primeiro capítulo que vai ficar paraa semana que vem. Vocês não fiquem bravos comigo, mas eh o primeiro capítulo que vai começar vai falar das raízes do cristianismo primitivo, né? vai introduzir a a vai dar uma introdução sobre as origens do cristianismo falando sobre as primeiras comunidades e reuniões. Então vai ser muito interessante, mas a gente não podia ficar sem falar a respeito dessa carta, dessa condição política da época,
ens do cristianismo falando sobre as primeiras comunidades e reuniões. Então vai ser muito interessante, mas a gente não podia ficar sem falar a respeito dessa carta, dessa condição política da época, qual era o que, qual era o ambiente religioso e político que existia ali, porque senão não tem a menor graça ler o livro, porque senão quando a gente chega lá no segundo, terceiro capítulo, a gente tem que voltar e começar a entender o que que Constantino tava fazendo naquela época, qual que eram as dificuldades que os cristãos passavam. Então, nós vamos começar aqui o primeiro capítulo ainda falando das perseguições e de questões desse nível para em seguida eh começar. Ah, não estouri, não vai dar para entrar no primeiro capítulo. Eu tô fazendo confusão aqui. Não, fica à vontade. Eh, vai dar pra gente começar o primeiro capítulo. 7:30. São 7:11. Vamos. Eh, desculpa, gente, tava aqui falando com meu filho. Então, nós vamos vai dar pra gente entrar no primeiro capítulo. Obá. Então, vamos lá. Primeiro capítulo do nosso do nosso livro. Então, eh, ele ele vai nos falar sobre essas origens, né? a simplicidade e a fraternidade, a pureza de ensinamentos de Jesus antes da formalização da religião e a ênfase na essência da mensagem cristã baseada no amor e na partilha e na forma como os primeiros seguidores vivenciavam sua fé de maneira direta e pessoal, sem a necessidade de rituais complexos ou hierarquias estabelecidas. É isso que vai que o Alilial traz pra gente e que é muito importante a gente relembrar com frequência para não corrermos o risco de ficarmos criando eh muita coisa nas nossas relações com Deus, com Jesus, com os espíritos que nos acompanham, que nos ajudam. né? Essa simplicidade não significa que nós devamos deixar de lado possibilidades que a modernidade nos trouxe, que a tecnologia nos traz, porque se fosse assim, nós nem estaríamos aqui, não é? Se a gente fosse deixar para trás a toda todas as possibilidades que a tecnologia nos dá com a justificativa de que estamos
tecnologia nos traz, porque se fosse assim, nós nem estaríamos aqui, não é? Se a gente fosse deixar para trás a toda todas as possibilidades que a tecnologia nos dá com a justificativa de que estamos querendo voltar ao cristianismo primitivo, nós perde o sentido, perde o sentido inclusive de evolução do ser humano, né? Para que que a gente tá evoluindo? Então, simplicidade é utilizar todos os nossos conhecimentos, usar tudo que nós temos de ferramenta eh para alcançar o melhor conhecimento dos ensinamentos de Jesus, mas sem criar problema, né, sem dificultar o acesso a essas a essas informações, né, mas usar essas ferramentas disponíveis para melhorar o o acesso acesso de todos e o nosso próprio acesso aos ensinamentos de Jesus. Então, vamos lá. Primeiro capítulo do nosso esquina de pedra. A noite passada tornou a acontecer. Os eu vou ler, gente, porque os capítulos são bem curtinhos, viu? Eles não são capítulos longos. A noite passada tornou a acontecer. Os sonhos voltaram ou eu voltei aos sonhos. Sonhos. adormecera tranquilamente e nenhum pensamento ocupava minha mente, a não ser um inesperado interesse pelo vento que começara a soprar e uma súbita ternura para com o tic-tacque do velho relógio, dois sons amigos e confortadores. Assim adormeci e como navio que se desgarra, levado por traiçoeira e silenciosa correnteza, flutuei por um breve instante. partidas as desapercebidas amarras, fui levada mais e mais inerme na ignorada rota da noite anterior. E, tal como acontece nos sonhos, sem qualquer surpresa, vi-me outra vez a cavalo na colina, sobre o estreito vale do rio. Creio ter ficado um largo tempo ali, examinando com melancólico interesse o cenário enloarado, até que eu inesperadamente percebi que meus lábios chamavam nomes conhecidos à minha memória adormecida, porém que ignoro, desperta. Eu chamava, mas ninguém respondia. Em verdade, toda a paisagem em torno, fria e obscura, estava morta. nenhum som, nem mesmo o murmurar do rio rolando entre as margens lunares ou o sussurro do vento.
Eu chamava, mas ninguém respondia. Em verdade, toda a paisagem em torno, fria e obscura, estava morta. nenhum som, nem mesmo o murmurar do rio rolando entre as margens lunares ou o sussurro do vento. Então, uma imensa melancolia obrigou-me a avançar. No mais íntimo recesso de mim mesma, um insuspeito mecanismo trouxe-me a saudade de criaturas ausentes, construções, animais que em certo tempo tinham oferecido especial e terna fisionomia a inativa paisagem. Ah, tá. Ele não tá. Deixa eu ver no livro dos espíritos aí na nessa questão aqui do do livro, nesse trecho, eu fui fazer uma pesquisa no livro dos espíritos. As perguntas 399. Opa. 399 até 390, não, desculpa, 392 até 399, onde o esquecimento do passado é uma necessidade para a evolução do espírito. Pois se ele viesse a se lembrar de determinados acontecimentos em um momento inoportuno, poderia comprometer sua tal sua atual existência. Então aqui ela fala assim, ó, a imensa melancolia obrigou-me a avançar, mas eu fui lembrando, né, ela falando que ela foi lembrando do que tava do de fatos de pessoas, inclusive da paisagem que deveria estar ali, mas num lugar que ela não sabia o que que era, nem conhecia, né? lá a mediunidade a que de que de que a gente tá falando agora, que é essa da retrocognição, que é de você voltar ao a um passado que supostamente você não conhece, seu passado, né, passado do médium que tá fazendo a retrocognição ou o passado de outra pessoa quando ele é levado à lembrança de outra pessoa. Essa retrocognição é a capacidade mediúnica de ver eventos passados, seja através de visões, intuições ou outras formas de percepção. E aqui é bom a gente esclarecer eh que o que é exatamente esse tipo de mediunidade, né? Não se trata de uma viagem física ao passado, mas sim de uma percepção ampliada do tempo. É aquilo que eu falei lá no começo, tempo e espaço no plano espiritual tem outro significado, outra correlação que nós, enquanto encarnados não temos a capacidade de entender. A gente tem uma leve ideia,
quilo que eu falei lá no começo, tempo e espaço no plano espiritual tem outro significado, outra correlação que nós, enquanto encarnados não temos a capacidade de entender. A gente tem uma leve ideia, mas a gente ainda não tem um entendimento. eh preciso e isso permite ao médium acessar informações sobre eventos ocorridos em outros momentos. Desdobramento ou projeção astral. O espírito do médium se separa temporariamente do corpo físico, podendo viajar para outros lugares e épocas. Alguns médiuns de desdobramento podem ter lembranças mais ou menos claras do que vivenciaram durante essa experiência. incluindo possíveis percepções do passado. Então, a diferença a diferença entre uma mediunidade, a outra, né, entre a retrocognição e o desdobramento é muito pequena. Mas de qualquer forma aqui fica claro que era isso que tava acontecendo com na com o o para escrever esse livro, né? E aí ele continua, ela continua. Eu chorava e aquela tristeza, como outras vezes já sucedera, tangeu-me mais para a frente. Desci a áspera trilha do lombo da elevação e lá embaixo fui ao encontro das ruínas da velha fortaleza. As negras paredes desapareciam sobre a terra, que em anos capazes de somar séculos, o vento carreara sobre as plantas selvagens, as ortigas e os espinheiros álvares. Estendi as mãos e toquei as pedras tingidas pelo luar. Um frio mortal impregnara-se nelas. Um pouco abaixo, as plantas mais vigorosas fechavam-se sobre as paredes derreadas em abóbodas de impenetrável sombra. E estranhando aquela vitalidade na terra árida da encosta, percebi com surpresa que o rio modificara seu curso. Suas águas formavam agora um paludoso remanso rente aos muros devastados. O vocabulário dele é lindo, né? Vocês estão conseguindo imaginar o lugar? Conta aí para mim, vocês aí que estão no chat ainda, que não forem embora na turma da sete. Vocês estão eh conseguindo criar os ambientes que ele descreve no livro? E aqui segue: "Com ansiedade procurei no céu os traços de fumo que as fogueiras que as fogueiras dos bivas
ra na turma da sete. Vocês estão eh conseguindo criar os ambientes que ele descreve no livro? E aqui segue: "Com ansiedade procurei no céu os traços de fumo que as fogueiras que as fogueiras dos bivas aqui, ó. Deixa eu ler de novo. Bivaques. Eu achei muito interessante, só que eu nunca tinha ouvido falar nessa palavra. É um acampamento provisório a céu aberto, feito especialmente à noite por um grupo de pessoas em marcha. Eles são tão É interessante, né? Porque eu nunca tinha ouvido essa palavra. O fumo que as fogueiras dos bivacques desses acampamentos desprendiam. e espiei entre as frestas das muralhas, buscando o lucilar das labaredas, mas apenas o luar e as sombras profundas se justapunham entre os arcos fendidos. Fui avançando entre as parasitas ilianas, as grossas raízes que se enroscavam soltando do solo duro e frio um pouco para o oeste, depois para o norte, onde deveriam estar aconchegada entre as colinas a alva cidade. Era um rumo intuitivo. Entretanto, pouco adiante vi que grandes pedras haviam rolado pelas encostas. Agora descansavam como tranquilos e desformes animais. chafurdados no solo. Como elas, pequenos aludes tinham de pouco em pouco deslizado, obstruindo meus furtivos passos. Todavia, pude magicamente prosseguir, porque é um espírito caminhando pela memória, né? Não é um ser material tentando passar por um terreno bem difícil de se caminhar, né? Ela tá descrevendo um ambiente ali bem difícil de ser percorrido a pé. E assim, galgando o cômoro, via branca e móvel, como um esqueleto alvejando ao luar. Não pude prosseguir. Cerrei fortemente os olhos e gritei. Ergueram-se labaredas por detrás de minhas pálpebras e o medo me dominou. Era Sebastes que euouvira na concha da noite, na solene cripta de uma memória perdida. Alguns cipprestes, figueiras, juníperos, redodendros, tamarineiros, pequenos pomares em torno às últimas muralhas. O palácio do procurador pairando sobre o casaril entre fortes e colunatas envoltas em eras. E de inesperado, tudo aquilo ardeu
redodendros, tamarineiros, pequenos pomares em torno às últimas muralhas. O palácio do procurador pairando sobre o casaril entre fortes e colunatas envoltas em eras. E de inesperado, tudo aquilo ardeu num incêndio devorador. Ouvindo galopar desabalado do meu próprio coração, voltei-me em direção ao rio. Lá estava a targe cinzento prateada no contorno fulvo fulvo das colinas, fugindo em direção ao ponto Euquino. E aí eu fui atrás de novo. Euino é o antigo nome grego Mar Negro. significa mais hospitaleiro. Originalmente os gregos chamavam de ponto axeinos, mar inóspito devido às dificuldades de navegação e as tribos hostis. Com o tempo e a colonização da região, o nome foi alterado para ponto euxino ou refletindo uma percepção mais positiva da área. Não é interessante? A gente não ia saber que ali que ela tava falando do Mar Morto. Nenhum do Mar morto. Não, desculpa, gente. Do Mar Negro. Mar Negro. Nenhum som, nem mesmo o crepitar das chamas. Mas no céu lavado, as nuvens horrendas de fumo manchavam a estranha limpidez do ar. Então, ela tá caminhando por um terreno que ela, a memória dela já conta que aquele terreno é verdade, é verdade, a memória e o tempo. É isso. É, é isso. Ela vai contando do terreno que ela tá andando. E é interessante porque olha os detalhes todos que ela consegue guardar. Que que encantamento, né? E além de conseguir guardar, tem aí o vocabulário para poder descrever pra gente um ambiente que nós não estamos vendo. É lindo, não é? É lindo. As cenas se formam na cabeça. Ah, que bom, que bom. Excelente. Estou acompanhando a em seu desdobramento. Que bom, gente. Fico bem contente porque eu tava muito preocupada da gente não, eu não queria, eu não queria contar o, o livro e ah, que bom, Silvia, que bom, querida. Eu não queria contar o livro para vocês, sabe? Ah, no primeiro capítulo ele fala disso, escreve aquilo, fala de não sei o quê e pronto, acabou o primeiro capítulo. Porque não é essa a graça, né? A graça do livro é você poder criar na sua mente aquelas situações
o capítulo ele fala disso, escreve aquilo, fala de não sei o quê e pronto, acabou o primeiro capítulo. Porque não é essa a graça, né? A graça do livro é você poder criar na sua mente aquelas situações a e entender como é que aquilo se dá, em que lugar aquilo tá acontecendo. Isso é muito interessante. E mais à frente, no livro nós vamos ter acesso, ter contato com a história desses personagens todos e como eles têm a relação com o com o cristianismo primitivo e vamos poder fazer uma relação muito importante com o espiritismo atual. A primeira edição desse livro é de 1970 e pouco, 70 e qualquer coisa. Então nós estamos falando de um um período que não tá tão longe assim, né? A publicação do livro da primeira edição de Esquina de Pedra. Mas é muito interessante poder fazer essa relação do do cristianismo primitivo, das questões políticas, que nós somos seres políticos. A gente pode até não tá dentro do Congresso, não tá dentro da Câmara, dentro da Assembleia, mas nós agimos politicamente quando nos relacionamos uns com os outros. Então, dentro da casa espírita a gente age de forma política, não é política partidária, né, gente? Nós sabemos que política partidária a gente tem que manter fora da casa espírita, até para não dar confusão. Ainda bem. Mas as nossas ações são políticas, políticas nesse sentido de relacionamento, de encontrar meio termo entre as coisas, né? de se esforçar para não ferir os brios do coleguinha, né? Essas atitudes, esse comportamento, eh com certeza ele é político, mas a gente vai poder ter essa essa fazer essa relação do da história que está se desenrolando lá 300 e pouco depois de de Cristo, com o período em que o o Wallace Leal está escrevendo o livro, né? E o e o movimento espírita hoje é muito legal. Eu tenho certeza que vocês vão vão gostar bastante. É muito bom ver você. Oi, Cirlei. Boa noite. Bem-vinda, querida. Amei a introdução, né? A gente vai fazer, eu vou tentar trazer para vocês também essa localização, né? por onde que ele que eh
astante. É muito bom ver você. Oi, Cirlei. Boa noite. Bem-vinda, querida. Amei a introdução, né? A gente vai fazer, eu vou tentar trazer para vocês também essa localização, né? por onde que ele que eh esse período político paraa gente poder ter uma ideia do que que tava acontecendo ali. A graça é viajar na história. Exatamente, querida. E cer certamente, certeiramente estivemos por lá. Eu não tenho a menor dúvida, não é? Nós não estamos aqui todos juntos à toa. Nós tivemos certamente alguma relação com isso. E quando eu li esse livro me tocou muito por conta disso, por imaginar que nós todos vivemos nesse período tão importante da história e de novo nós perdemos o bonde, né? Nós deixamos a oportunidade não escapar completamente, porque nós todos aprendemos muito e com certeza todos nós evoluímos nesse período, mas nós podíamos ter feito melhor. Infelizmente não fizemos. Estamos aqui para isso agora, não é? Queridos, muito, muito obrigado pela presença de vocês. Não se esqueçam que o importante mesmo é ter esse retorno de vocês. vocês tiverem dúvidas, quiserem dar sugestões de como a gente pode prosseguir eh por essa nossa jornada aqui na no estudo do Esquina de Pedra, que não vai ser longa porque não é, apesar do tamanho dele, ele é todo grandão, mas ele não é um livro que nós vamos demorar muito para para estudar. Se vocês quiserem, por favor, palpitem, mandem mensagens, dem pitacos, reclamem, achem ruim. Façam perguntas que o legal é estarmos todos juntos, aprendendo juntos. Muito obrigada, eh, por vocês estarem aqui comigo, partilharem comigo dessa aventura que é estudar o esquema de pedra. E até o próximo domingo, até a semana que vem. Beijo enorme para vocês. Até breve.
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Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 50 | 29.02.26
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