A ESCOLHA DAS PROVAS - Daniel Camargo [PALESTRA ESPÍRITA]
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Aprendi [música] toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir [música] a perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa [música] que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, [música] vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos e aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, recebam também nosso abraço fraterno. Aqueles que têm celular, que mantenham no modo silêncio, desliguem, por favor. E saudamos também aqueles que nos assistem e nos ouvem pela TV Rádio Web Comunhão. O livro Coragem no domínio das provas. Imaginemos um pai que a pretexto de amor decidisse furtar um filho querido de toda a relação com os revés do mundo. Semelhante rebento de tal devoção afetiva seria mantida em sistema de exceção. para evitar acidentes climáticos inevitáveis, descansaria exclusivamente na estufa durante a fase do berço, e posto a cavaleiro de perigos e vicissitudes, malterminada infância, encerrar-se ia numa cidadela inexpugnável, onde somente prevalecesse a ternura paterna, a empolgá-lo de mimos. não frequentaria qualquer do candário a fim de não aturar professores austeros ou sofrer a influência de colegas que não lhe respirasse o mesmo nível. Alfabetizado assim no reduto doméstico, apreciaria unicamente os assuntos e heróis da ficção que o genitor lhe escolhesse. Isolar-se ia de todo o contato humana para não arrostar problemas e desconheceria todo o noticiar o ambiente para não recolher informações que ele desfigurasse a sua vida da vida interior. Candura inviolável, ignorância completa, santa inocência e inaptidão absoluta. Chega, porém, o dia que o progenitor, naturalmente vinculado a interesses outros, se ausenta compulsoriamente do lar e tangido pela necessidade. O moço é obrigado a entrar na corrente da vida comum. Homem feito, sofre o conflito de
nitor, naturalmente vinculado a interesses outros, se ausenta compulsoriamente do lar e tangido pela necessidade. O moço é obrigado a entrar na corrente da vida comum. Homem feito, sofre o conflito de readaptação que lhe rasga a carne e a alma para que se lhe recupere o tempo perdido e o filho acaba enxergando insana e crueldade, onde o pai supunha cultivar preservação e carinho. A imagem ilustra claramente a necessidade da encarnação e da reencarnação do espírito nos mundos inumeráveis da imensidade cósmica, de maneira que se lhe apurem as qualidades e lhe institua responsabilidade na consciência. Dificuldades e lutas semelham materiais didáticos na escola ou andêes na na construção. Amealhada cultura ou levantando o edifício, desaparecem uns e outros. Abençoemos, pois, a disciplina e as provas com que a infinita sabedoria nos acisolam as forças, enrijando-nos o caráter. Ingenuidade é predicado encantador na personalidade, mas se o trabalho não a transfigura em tesouro de experiência laboriosamente adquirido, não passará de flor preciosa a confundir-se no pó da terra, no ao primeiro golpe do vento. E nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, pedir a Jesus e pedir a esses abnegados amigos espirituais, especialmente os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Bezer de Menezes para que nos abençoe. Abençoe também, Senhor, aqueles que estão à distância, aqueles que estão pelos hospitais e aqueles que estão pelas ruas, muitas vezes tão somente em busca do pão material. que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja, meus irmãos. Não passar a palavra do nosso irmão Daniel Camargo, que vai nos brindar hoje com a escolha das provas.
ndido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo o mal. E que assim seja, meus irmãos. Não passar a palavra do nosso irmão Daniel Camargo, que vai nos brindar hoje com a escolha das provas. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília. Nosso tema de hoje, a escolha das provas, é algo que para aquelas pessoas que já estudam a doutrina espírita, eh, é como se nós disséssemos assim: "É algo recorrente, mas de toda forma, Méstico, nossos vizinhos, nossos colegas de trabalho, nossos parentes, porque muitas vezes nós Nós podemos evitar que algumas situações venham se agravar muitas vezes por falta de conhecimento. Então nós que estamos numa casa espírita e que temos acesso a várias informações que outras doutrinas ainda não oportunizam, nós temos essa oportunidade da prática daquilo que a doutrina nos coloca como um ponto fundamental. Quando a gente ouve os dizeres: "Fora caridade não há salvação." Ou seja, ao deixarmos de aproveitar as oportunidades da prática da caridade, nós estamos abrindo mão daquilo que a salvação pode representar como a nossa evolução espiritual. Então, nós pesquisamos para tratar do tema escolha das provas, além de outras obras que naturalmente depois de mais de 20 anos lendo a literatura espírita, nós vamos colecionando informações de um ou de outro autor espiritual. Mas a referência que faremos no dia de hoje é sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo, uma questão do livro dos espíritos que fala sobre escolha de provas e um caso prático relatado por um médico brasileiro que viveu no Rio de Janeiro e que hoje nós conhecemos com o nome de André Luiz, que produziu pela mediunidade do Francisco Cândido Xavier as obras que se convencionou chamar Vamos dizer assim, um verdadeiro repórter da vida espiritual, a vida no mundo espiritual, que muitos já devem ter assistido o filme Nosso Lar, que foi um filme de grande repercussão, ou então leram a obra nosso lar, portanto, conhecem já um pouquinho da história do André Luiz. E o caso que nós vamos
já devem ter assistido o filme Nosso Lar, que foi um filme de grande repercussão, ou então leram a obra nosso lar, portanto, conhecem já um pouquinho da história do André Luiz. E o caso que nós vamos relatar é exatamente um caso relatado pelo André Luiz, onde ele foi personagem. Então, o que é que aconteceu? de uma família, um pai e uma mãe e dois filhos, no caso, um casal, uma menina e um menino. Ocorre que essa mãe, ela veio desencarnar prematuramente. Então, o pai, com aquele casal de filhos, resolveu casar-se novamente. Encontrou uma pretendente, casou-se e aí formou um novo núcleo familiar. O que é que aconteceu? Esse pai tinha grande afeição pelo filho de nome Júlio. E a segunda esposa, de uma certa forma, alimentava um certo ciúme da relação do marido com aquele filho, porque ele dedicava uma grande atenção pro filho Júlio. Então, o que é que aconteceu? Um dia eles saíram para um passeio numa praia e o pai pediu à segunda esposa que cuidasse do Júlio com uma recomendação. Olha, esse menino, ele é muito esperto, não pode ficar só, ele tinha 8 anos, não pode ficar sozinho aqui na praia, porque ele pode entrar no mar e pode acontecer um acidente. Dada essa recomendação, saiu num passeio de barco com a filha. a filha é mais de mais idade. E o que que aconteceu nesse período de ausência do pai da e da irmã do Júlio? A mãe alimentando esse pensamento, triste pensamento, de que de repente o Júlio poderia se afogar naquele passeio, que aí ela teria exclusividade da atenção do marido. Foi apenas um pensamento pra gente ter uma noção da importância daquilo que nós pensamos. Aliás, já falei em outras ocasiões aqui sobre essa questão da importância do pensamento. O autor Leonir, dentre várias obras primorosas da doutrina espírita, ele escreveu também o problema do ser, do destino e da dor. E nesta obra tem um capítulo em que o Leandodeni ele se ocupa em nos explicar a importância do pensamento positivo e principalmente as consequências do pensamento negativo, como tristeza, melancolia, aquela ideia,
tem um capítulo em que o Leandodeni ele se ocupa em nos explicar a importância do pensamento positivo e principalmente as consequências do pensamento negativo, como tristeza, melancolia, aquela ideia, ai meu Deus, tudo dá errado na minha vida. situações dessa natureza que ele diz que a gente deve se afastar de toda forma, porque as consequências são muito negativas para o nosso organismo. É um capítulo em que o leão deis se ocupa em tratar exatamente esse tema, onde ele fala da importância daquilo que nós pensamos. E a segunda esposa, neste momento, talvez de descuido mental, pensou exatamente dessa maneira. Ah, de repente esse menino podia se afogar aqui na praia, eu teria exclusividade da atenção do meu marido. A segunda esposa do Amaro se descuidou. O Júlia entrou pro mar. Quando ela se deu conta que o filho não estava ao lado, saiu correndo para ver se achava o filho e correndo desesperada. Socorro, socorro. Quando chegou perto da água, vinha o guarda-vidas com o menino nos braços já sem vida. Então esse evento triste deu início a um processo de grandes problemas para aquela família, porque a mãe legítima do Júlio, já desencarnada, ao tomar conhecimento daquela situação, julgou que a culpa estava toda na segunda esposa do marido e passou a alimentar um sentimento muito negativo em relação a segunda esposa do marido. E essa relação que a medicina materialista não consegue compreender. E isso não significa que nós estamos eh desprezando os avanços da medicina longe disso, mas o fato é que a própria estatística médica nos mostra claramente que mais de 90% dos casos de suicídio decorrem de pessoas que estavam em tratamento de depressão. Então, significa que existe um problema associado aos problemas depressivos que a medicina ainda não conseguiu alcançar. Tanto assim é que pessoas em tratamento atentam contra a própria vida e, infelizmente tem êxito e vão a óbito. Isso não é história que eu estou contando, são os dados da própria organização de médicos. Qualquer pessoa
pessoas em tratamento atentam contra a própria vida e, infelizmente tem êxito e vão a óbito. Isso não é história que eu estou contando, são os dados da própria organização de médicos. Qualquer pessoa nesse auditório pode consultar os dados estatísticos da OMS, Organização Mundial da Saúde, estão lá os dados estatísticos. Mais de 90% dos casos de suicídio eram pessoas que estavam em tratamento de depressão. Então essa associação entre a mãe desencarnada, mãe do Júlio, que se afogou na praia, desenvolveu um sentimento extremamente negativo em relação à segunda esposa do seu marido. E essa relação que nós aqui na doutrina conhecemos de forma muito simplificada, como sendo um caso de obsessão, trouxe sérias consequências pra saúde dessa segunda esposa. De fato, essa associação negativa entre essas duas personalidades trouxe sérios problemas de saúde paraa segunda esposa desse pai do Júlio. Mas André Luiz nos descreve que a situação do Júrio, ela decorre de situações anteriores, porque esse mesmo personagem vivendo no Brasil durante a triste história, triste história da guerra do Brasil com o Paraguai, ele tentou contra a sua própria vida, se atirando num rio, mas felizmente foi salvo a tempo. não conseguiu o óbito. Tempos depois, esse mesmo Júlio, na personalidade anterior, encarnação anterior, ingeriu um veneno muito cáustico paraas vias digestivas e não foi possível de curá, ele foi a óbito, com graves consequências para as vias respiratórias. Então, nessa segunda tentativa triste em que o Júlio efetivamente conseguiu êxito e conseguiu interromper a sua própria vida, houve um reflexo muito negativo no perespírito. Então, o que é que aconteceu no plano espiritual? O próprio Júlio escolheu as provas que se seguiriam e ele próprio escolheu a morte pelo por afogamento naquela praia como uma forma de resgatar o atentado contra a sua própria vida que ocorreu na época em que ele lutava como brasileiro lá na guerra do Paraguai. Então, pra gente ver como a oportunidade está do nosso lado. Muitas vezes sabemos
o atentado contra a sua própria vida que ocorreu na época em que ele lutava como brasileiro lá na guerra do Paraguai. Então, pra gente ver como a oportunidade está do nosso lado. Muitas vezes sabemos que uma pessoa do nosso relacionamento está vivendo um quadro depressivo. E nós que conhecemos o tratamento espiritual temos essa, digamos, janela de oportunidade para a prática da caridade. Alguém poderia dizer assim: "Mas professor, como é que eu vou convidar uma pessoa de outra doutrina a que venha numa casa espírita fazer um tratamento?" convidando de outra forma. Como é que eu vou imaginar que uma das minhas irmãs que me cuidou quando era bebê, porque eu sou o 11º filho, então essa minha irmã mais velha, ela ajudou a mamãe cuidar dos filhos menores. Ela está se tratando de um câncer, é adepta da doutrina católica, apostólica romana. Como é que ela vai buscar uma casa espírita pro tratamento espiritual? a não ser que alguém a convide. No caso, eu a convidei até procurei uma casa espírita na cidade onde ela mora, consegui contato com a dirigente, descobri o horário, o dia, tudo direitinho e passei pro filho dela para que ela ele oriente a mãe se ela aceitar o convite para fazer o tratamento espiritual, paralelamente ao tratamento médico que ela está fazendo. Então, se nós soubermos, independente de religião, independente até de uma pessoa ter ou não uma determinada religião, convidá-la a vir fazer o tratamento espiritual, porque a depressão, juntamente com os quadros de ansiedade, são os maiores problemas da atual humanidade, depressão e ansiedade. Aliás, situações que estão muito próximas. Normalmente o agravamento dos casos de ansiedade gera quadros depressivos. A a irmã do Júlio, ela vivendo toda aquela situação, a segunda mãe adoecida, começou a fazer orações pela própria mãe, pedindo ajuda da mãe já desencarnada, para que viesse auxiliar e buscar um reequilíbrio naquela família, porque ela, sendo irmã do Júlio, estava percebendo a situação agravada ali com a
a própria mãe, pedindo ajuda da mãe já desencarnada, para que viesse auxiliar e buscar um reequilíbrio naquela família, porque ela, sendo irmã do Júlio, estava percebendo a situação agravada ali com a morte do irmão, a doença da segunda mãe, da madrasta, no caso. Então, sendo a irmã uma criança já com desenvolvimento espiritual muito maior do que todos os membros da família, passou a orar pela mãe desencarnada. Mas o fato é, pelo que já descrevemos, é natural que a mãe desencarnada não estava em condições de atender as petições da filha. Mas como nós sabemos que todas as orações têm sempre um reflexo, as orações da irmã do Júlio teve reflexo no plano espiritual. E uma equipe a qual André Luiz se associou foi até a residência para verificar o quadro, o qual André Luiz descreveu e nós estamos contando aqui um capítulo que está no livro Entre a entre a terra e o céu, que é de autoria do André Luiz, psicografia do Chico Xavier. E chegando lá, observaram esse quadro, então iniciaram algumas eh possibilidades de auxiliar aquela família na naquilo que poderia ser feito. O fato é que essa segunda esposa vive engravidar com graves problemas de saúde. o próprio filho dessa madrasta que havia desencarnado na praia com a assistência da equipe que o André Luiz fez parte, concluindo que a melhor medida para aquele julho seria nova encarnação. E ele veio então nascer como filho da madrasta. desenvolveu uma doença muito séria logo nos primeiros anos de vida, consequência do suicídio por meio do veneno que ele havia consumido e que causou sérios problemas do perespírito, que se refletiu num problema de saúde desse jovem que nasceu como filho daquele casal novamente de 9 Julho e em pouco tempo, o jovem Júlio se se desligou do corpo físico, desencarnou novamente e foi atendido no plano espiritual. Com o auxílio da equipe que o André Luiz fez parte, um vizinho da família foi até a família do Júlio, conseguiu a aderência dos pais a fazer o evangelho no lar. passaram a fazer orações em conjunto
l. Com o auxílio da equipe que o André Luiz fez parte, um vizinho da família foi até a família do Júlio, conseguiu a aderência dos pais a fazer o evangelho no lar. passaram a fazer orações em conjunto e com isso conseguiram o reequilíbrio daquela família. Então essa história toda que se mostra como um uma claríssima evidência da escolha das provas pelo próprio Júlio nos mostra que aquilo que nós estamos vivendo hoje decorre das escolhas que nós fizemos. a família que nós temos hoje, o trabalho, o país que vivemos, os problemas que nós convivemos, tudo isso é resultado das escolhas que nós fizemos, porque em raríssimas situações, a escolha das provas não ocorre por meio daquele candidato à reencarnação com o seu mentor espiritual. O planejamento é feito sob orientação do mentor espiritual do nosso anjo da guarda na linguagem comum. Em raríssimos casos isso não acontece. É quando aquele candidato à reencarnação não está em plenas condições de decidir sobre a sua programação reencarnatória, que são casos de exceção. Então, na sua grande maioria, todos nós estamos vivendo aquilo que nós escolhemos. Nada do que acontece na nossa vida é casualidade ou imprevisto. Tudo decorre das escolhas de provas que nós fizemos na nossa programação, no nosso planejamento reencarnatório e tem como único e exclusivo objetivo a nossa aprendizagem, o nosso caminho para a nossa evolução espiritual. Esse é o único sentido das dificuldades que nós passamos em nossa vida. Nós fizemos, como já dissemos de início, uma pesquisa para que pudéssemos produzir esse encontro desta noite de hoje. E nós vamos encontrar no capítulo 5to, item 11, do Evangelho Segundo Espiritismo, um pequeno trecho que eu extraí, que vou fazer a leitura para ser fiel àquilo que está lá presente no Evangelho Segundo Espiritismo do Allan Kardec. Diz lá o capítulo 5to no seu item 11, o espírito renasce frequentemente no mesmo meio em que viveu, país, cidade, círculo familiar, exatamente o contexto que nós estamos vivendo hoje. e se encontra em
Diz lá o capítulo 5to no seu item 11, o espírito renasce frequentemente no mesmo meio em que viveu, país, cidade, círculo familiar, exatamente o contexto que nós estamos vivendo hoje. e se encontra em relacionamento com as com as mesmas pessoas a fim de evoluir, ou seja, auxiliar os mais necessitados. Como é que a gente auxilia os mais necessitados? Hoje recebi uma mensagem de um dirigente de uma casa espírita, ele dizendo assim: "Porque eu reúno um grupo de voluntad." A gente dá esses exemplos com um único objetivo que é mostrar aquilo que nós podemos fazer, não é chamar a atenção para aquilo que nós estamos desenvolvendo. Longe disso, não tem nenhum objetivo de publicidade, mas sim chamar atenção para as oportunidades que nós temos. Muito bem. Recebi a mensagem de um dirigente de uma casa espírita agradecendo pelos alimentos que nós reunimos vários voluntários, compramos alimentos e doamos para as casas que faz um trabalho de assistência às famílias em necessidades especiais para que sejam montadas as cestas básicas. E ele dizendo assim: "Sempre que reunir alimentos por meio dos voluntários nos envim que serão muito bem recebidos no atendimento às famílias." Então o que que nós podemos fazer? Nós podemos doar 1 kg de alimento, professor. 1 kg de alimento, que diferença vai fazer? Olha, na comunhão espírita de Brasília, nós temos o estudo sistemático da doutrina espírita. Antes da pandemia, no curso presencial, nós tínhamos mais de 3.000 alunos. Portanto, se cada aluno doar 1 kg de alimento por mês, nós reuniremos 3 toneladas de alimentos para montar as cestas básicas e atender as famílias. A comunhão atende mais de 300 famílias todos os meses num programa de assistência social. Mais de 300 famílias em várias cidades aqui no entorno de Brasília. Então, muitas vezes a gente vê uma reportagem na televisão e pensa assim: "Ah, eu gostaria tanto de ajudar essa família lá na estrutural, mas como é que vou me deslocar até lá?" Não precisa, não precisa. Traga um alimento aqui
e vê uma reportagem na televisão e pensa assim: "Ah, eu gostaria tanto de ajudar essa família lá na estrutural, mas como é que vou me deslocar até lá?" Não precisa, não precisa. Traga um alimento aqui paraa comunhão que nós temos grupos que atendem lá na estrutural em Santo Antônio Descoberto, em várias cidades. Ah, mas professor, eu queria doar outra coisa. Eu fiz aniversário agora em fevereiro, ganhei uma camisa nova. E eu tenho uma camisa em ordem no meu armário que já não estou usando mais, que eu engordei, a camisa já não me serve mais, mas está em boas condições. Traga, higienize e traga aqui pra comunhão. Ou ela será vendida no nosso bazar ou vai atender as famílias que são atendidas pelo programa de assistência. Muitas vezes a gente não sabe o contexto das famílias atendidas. Então vou contar mais um exemplo. Certa ocasião, estávamos em Santo Antônio Descoberto. Nosso coordenador, o seu Jaquim, um sargento aposentado do exército, já trabalhava há muitos anos ali na região. E visitamos uma família onde o pai da família estava desempregado. E para fazer entrevista, ele precisava de uma camisa, calça, cinto, sapato. Então o seu Joaquim se ocupou de conseguir tudo isso. uma camisa nova, um cinto, uma calça, um sapato para que aquele pai de família pudesse apresentar numa entrevista de emprego. Então, nós não temos a noção de situações como essa. Então, quando a gente dou uma camisa, um calçado, uma um cinto, uma calça, muitas vezes nós estamos ajudando um pai de família a se apresentar adequadamente numa entrevista de emprego. Muitas vezes um calçado que está em boas condições, mas que por algum motivo já não está sendo útil para nós, podemos trazer aqui pra comunhão. Ou será vendido no bazar ou será doado para as famílias em atendimento. Auxiliar os mais necessitados e também reparar o mal que eventualmente tenhamos feito para essas pessoas com as quais convivemos no presente. Então, as pessoas com quem nós convivemos hoje, devemos vislumbrar essa possibilidade
os e também reparar o mal que eventualmente tenhamos feito para essas pessoas com as quais convivemos no presente. Então, as pessoas com quem nós convivemos hoje, devemos vislumbrar essa possibilidade de estarmos reparando situações do passado, que não agimos como deveríamos e hoje temos a oportunidade de refazer essas situações. Porque de toda forma, se nessas pessoas reconhecêssemos as mesmas pessoas com as quais vivenciamos situações de dificuldades, como a discórdia, por exemplo, talvez os sentimentos negativos poderiam reaparecer em prejuízo de todos envolvidos. Então, aí está a motivação do esquecimento. Porque é que nós não temos a consciência do relacionamento que tivemos com as pessoas com as quais convivemos hoje? Exatamente. Por essas situações. Se fôssemos relembrar situações desagradáveis do passado, teríamos grande dificuldade de superar no presente. Isso se reflete inclusive dentro da nossa própria família, com aqueles familiares que a gente não se dá tão bem. Então, continuando a nossa pesquisa, nós encontramos outras referências do Evangelho Segundo o Espiritismo paraa nossa reflexão em relação a esse tema importantíssimo, que é a escolha das provas. E qual é o objetivo? O objetivo é a nossa conscientização de que as dificuldades às quais nós estamos submetidos no presente momento não são casuais, muito longe de serem castigos divinos em relação a nós próprios, porque seria uma ingenuidade nós imaginarmos que o criador teria tempo para se ocupar de cada um de nós, escolhendo as dificuldades que nós passaríamos. Seria muita pretensão de nossa parte imaginar que o criador estaria nos promovendo algum castigo. Então, ao pesquisarmos Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 5to, item sétimo, nós vamos encontrar os seguintes valiosos ensinamentos. Os sofrimentos produzidos por causas anteriores são sempre uma consequência natural das próprias faltas que nós próprios cometemos. Como existe, ao contrário da justiça humana, que não é longe de ser perfeita,
entos produzidos por causas anteriores são sempre uma consequência natural das próprias faltas que nós próprios cometemos. Como existe, ao contrário da justiça humana, que não é longe de ser perfeita, existe uma rigorosa justiça nas leis do criador. E o ser humano sofre tudo que ele fez alguém sofrer, coisa que não acontece aqui na nossa justiça terrena, que nós vemos muitos casos, até ouvindo o relato de um juiz de direito, ele conta um caso singular em que uma mãe que teve seu filho assassinado procura o juiz que iria decidir aquela causa e pergunta ao juiz se seria feita a justiça. E a resposta do juízo da mãe foi que não, ela não teria justiça, porque a justiça seria ter o filho de volta e ela não teria o filho de volta. A justiça pode trazer, por exemplo, como consequência a prisão do assassino, mas a justiça que a mãe gostaria de ter, que seria o filho de volta, isso a justiça de eh da terra não iria fazer. Mas a justiça divina é rigorosa e o ser humano sofre, ou melhor, vive tudo aquilo que fez alguém viver no passado. Creio que vale a pena recordar um caso que aconteceu aqui no Brasil, mais especificamente no estado de Minas Gerais. Um espírita voluntário na sua casa, mas voluntário daqueles que ao primeiro trabalho sempre levantava a mão e se colocava à disposição para os trabalhos voluntários. No seu trabalho profissional, quando terminava as atividades, sempre procurava auxiliar os companheiros de trabalho que ainda não tinham terminado as suas atividades dentro de casa, embora não fosse perfeito, como cada um de nós também tem os seus defeitos, então o personagem também tinha seus defeitos, mas era alguém de grande consideração pela esposa, pelos filhos, pelos vizinhos, pelos amigos e assim por diante. Muito bem. Esse mineiro trabalhava numa indústria e num determinado dia de trabalho ele teve um grande acidente em um dos braços. O proprietário da empresa rapidamente levou ele ao pronto socorro e os médicos num trabalho de grande eficiência, naturalmente
determinado dia de trabalho ele teve um grande acidente em um dos braços. O proprietário da empresa rapidamente levou ele ao pronto socorro e os médicos num trabalho de grande eficiência, naturalmente secundados por entidades espirituais atentas àquele caso, conseguiram recuperar o braço do operário para que ele não perdesse o braço, mesmo tendo sido um acidente de grande gravidade. No entanto, teve consequência a perda da ponta do dedo de um do dedo indicador de uma da mão daquele braço que foi acidentado. Muito bem. Voltou para casa com o braço todo enfachado, mas ouvindo os colegas de trabalho dizendo: "Mas que injustiça de Deus! O fulano de tal é tão bom com a gente aqui, sempre tá ajudando a gente aqui no trabalho. Voluntário lá na casa de espírito, tá sempre pronto ajudar os mais necessitados. Há pouco tempo caiu um avião aqui na nossa cidade, um avião de pequeno porte, muitos se atentaram, saiu de lá um político envolto em corrupção sem um arranhão. E esse nosso colega de trabalho aqui sofre um acidente como esse, é uma verdadeira injustiça. E de tanto falarem no ouvido do cidadão, ele foi assimilando. E não é realmente, não tem sentido sofrer um acidente como esse. E ficou pra gente tá relacionado com o tema que nós estamos tratando, a importância daquilo que nós pensamos, a importância daquele pensamento infeliz da segunda esposa do Amaro, que numa tristeza de pensamento, ah, por que que esse menino não morre hoje que eu teria atenção exclusiva do meu marido? A importância do daquilo que a gente pensa. Por isso é que a escritura sagrada nos traz situações que são delicadíssimas. Por exemplo, nós não devemos sequer pensar na mulher do próximo. Pensar na na mulher do próximo já significa um adultério pelas leis que estão lá no no Antigo Testamento, pra gente ter a magnitude daquilo que nós pensamos. Muito bem. Esse cidadão participava da casa espírita, como dissemos, mais especificamente era atuante num grupo espírita onde desenvolvia trabalhos de mediunidade, mas não um grupo aberto em
pensamos. Muito bem. Esse cidadão participava da casa espírita, como dissemos, mais especificamente era atuante num grupo espírita onde desenvolvia trabalhos de mediunidade, mas não um grupo aberto em que se faz atendimento à população, um grupo fechado em que só eram atendidos entidades já desencarnadas. Muito bem. Numa noite em que ele foi para o seu trabalho mediúnico, o mentor espiritual do grupo disse assim: "Olha, no final dos trabalhos de hoje, eu quero conversar com o grupo". E no final dos trabalhos, o mentor espiritual se dirigiu ao ao nosso personagem. Joro, mas se dirigi a mim e o mentor espiritual do grupo disse assim: "Olha, fulano, Deus tem um grande amor por você". A gente fica imaginando, né, o que que esse cidadão ficou pensando nessa hora. Sim, grande amor que eu quase perdi meu braço. Um grande amor realmente que é dedicado à minha pessoa. E o mentor espiritual continuou dizendo: "Olha, na sua última encarnação, você foi propried eh proprietário de uma grande propriedade rural e um dos seus funcionários descumpriu uma ordem que você havia dado." E para servir de exemplo para todos os empregados, você destinou um castigo tão intenso para seu empregado que ele perdeu um dos braços, teve que amputar um dos braços. Após você concluir essa encarnação no plano espiritual, você sofreu muito com esse seu deslize, um um uma grande preocupação consciencial em relação a esse fato que havia ocorrido. E aí você se preparou durante muito tempo na espiritualidade. E quando você programou a atual encarnação, você mesmo, não como um castigo, mas como um pedido seu próprio, você pediu que queria perder um braço, queria que o seu, um dos seus braços fosse amputado para que você sentisse o mesmo que você fez seu funcionário sentir, para que nunca mais você tomasse uma atitude que trouxesse consequências tão graves quanto essa. Mas como você nessa atual encarnação está demonstrando praticamente que você vive o amor em sua vida se dedicando aos mais necessitados, ao invés de perder o braço, você perdeu
tão graves quanto essa. Mas como você nessa atual encarnação está demonstrando praticamente que você vive o amor em sua vida se dedicando aos mais necessitados, ao invés de perder o braço, você perdeu apenas uma parte de um dos seus dedos. como consequência de todo o bem que você estava fazendo na atual encarnação e principalmente porque o seu braço estava sendo usado para ajudar as outras pessoas. Então não teria sentido a realização do seu próprio desejo, da sua escolha de prova, que era perder um prazo. E a partir daí esse cidadão voltou pro trabalho e nem cumpriu a licença médica que havia sido eh destinada a ele. Voltou ao trabalho, os colegas se espantaram. o que que você tá fazendo aqui? Não, eu vou voltar a trabalhar, tô muito bem e tal. Recobrou o ânimo completamente. Então, pra gente ver que tudo aquilo que a gente faz de bem reflete positivamente para nós. E isso está presente nos textos sagrados. Porque a gente pode pensar assim: "Mas isso aí não tá previsto nos ensinamentos que estão na Bíblia Sagrada?" Pois é, nós conhecemos muitas passagens das epístolas de Paulo aos Romanos, aos Coríntios, mas tem uma epístola de Pedro. Pedro mesmo que negou Jesus três vezes, em que ele diz o seguinte: "O amor cobre uma multidão de pecados". É exatamente o que aconteceu na vida desse cidadão lá de Minas Gerais. O amor que ele praticou fez com que se evitasse que o braço fosse amputado. Ou seja, o amor cobre uma multidão de pecados. Então, qu continuando a leitura do capítulo do Evangelho, se fomos duros e desumanos, exemplo que acabei de citar, duro e desumano, poderemos ser, por nossa vez, tratados com dureza e desumanidade. Então, se nós estamos tendo problemas na atualidade, pode ser que sejam de duas origens. Primeiro, reação das decisões que nós tomamos na própria atual encarnação, que na realidade a doutrina nos esclarece que a maioria dos problemas decorrem das decisões que nós tomamos na atual encarnação. Mas, mas se fomos encarnações anteriores duros e des
atual encarnação, que na realidade a doutrina nos esclarece que a maioria dos problemas decorrem das decisões que nós tomamos na atual encarnação. Mas, mas se fomos encarnações anteriores duros e des humanos, poderemos, porque o amor cobre uma multidão de pecados. Poderemos ser, por nossa vez, tratados com dureza e desumanidade. Se nós fomos orgulhosos, poderemos nascer numa condição humilhante. Para quê? Para nossa aprendizagem. Para que saibamos que alimentar sentimentos de orgulho não nos traz nenhum benefício. se fomos avarentos, egoístas ou se empregamos mal a nossa fortuna. Porque muitas vezes pensamos que fortuna é dinheiro no banco, propriedades, mas a fortuna pode ser representada pelo domão, pela consciência perfeita, pela inteligência, pela possibilidade de ir e vir, porque tem muitas pessoas que não jamais terão oportunidade da motricidade. Eu mesmo conheço uma jovem aqui ao lado em Santo Antônio Descoberto que jamais vai ficar em pé. Já nasceu com uma com uma doença que não permite o desenvolvimento dos músculos. Aquela jovenzinha vai viver a vida toda. Quantos anos Deus permitir num bercinho, jamais vai ficar em pé. Então, nós devemos aproveitar a fortuna que nós recebemos, o dom da palavra, o dom da visão, o dom da audição. Essa fortuna que nós recebemos tem que ser usada para nosso benefício, como auxiliando as pessoas que estão à nossa volta. Então, se formos avarentos, egoístas ou empregamos mal a fortuna que recebemos, poderemos nos ver privados do necessário. Privados do necessário. O que que é o necessário? O trabalho necessário, uma residência adequada é necessário. Eu conheço um profissional excelente, excelente, porque já trabalhou em várias ocasiões para mim, trabalho de excelente qualidade, que mora hoje como cidadão em situação de rua, embora como eu, vários já tenham apelado a ele para que procure se aliar com a família do filho e ele não quer sair da rua, simplesmente não aceita. conviver com o filho e com a nora. Se fomos mau filhos ou filhas, poderemos
á tenham apelado a ele para que procure se aliar com a família do filho e ele não quer sair da rua, simplesmente não aceita. conviver com o filho e com a nora. Se fomos mau filhos ou filhas, poderemos sofrer com os nossos próprios filhos e assim por diante. Há poucos anos, fazendo reforma no asilo aqui em Brasília, conhecemos um senhor que morava no Rio de Janeiro. E eu perguntei a ele como é que ele chegou aqui em Brasília. Ele disse: "Eu não sei. Perdi a consciência no Rio de Janeiro e quando recobrei a consciência estava aqui em Brasília neste asilo. Ah, mas a família do senhor não vem visitá-lo? Não, nunca vieram me visitar. E às vezes nós pensamos assim: "Puxa vida, que judiação! Esse velhinho aqui sozinho abandonado. Mas se nós fomos maus pais, abandonamos os filhos? Hoje mesmo a senhora me contou que um senhor abandonou a esposa com quatro filhos. e casou-se com outra que tinha oito filhos, mas abandonou os outros quatro filhos. Agora está no final da vida com problemas de saúde, mais de 80 anos. Não tem ninguém que o apoie. Mas nessa própria revisão já vimos que ele abandonou quatro seres humanos, mais a esposa. Então é castigo, não. Ele está colhendo aquilo que ele plantou, abandonou, agora está sendo abandonado. É castigo, não. Ele está colhendo aquilo que ele plantou. Como nós podemos colher aquilo que nós estamos plantando hoje? As anomalias na distribuição da felicidade e da ausência de felicidade, porque tem um ditado popular que relata isso, né? A grama do vizinho é muito é sempre muito mais verde. É esse exemplo aqui. As anomalias na distribuição da felicidade e da ausência de felicidade entre bons e maus nesse mundo se explicam dessa maneira, ou seja, pela pluraridade das existências. E a destinação da Terra, qual destinação da Terra? como mundo de provas e expiações. Então, esse planeta maravilhoso que nós vivemos é uma escola. Uma escola onde nós viveremos o quê? Provas e expiações. Para quê? Para a nossa evolução espiritual. Não tem outro sentido a não
xpiações. Então, esse planeta maravilhoso que nós vivemos é uma escola. Uma escola onde nós viveremos o quê? Provas e expiações. Para quê? Para a nossa evolução espiritual. Não tem outro sentido a não ser esse. E se nós queremos continuar o nosso progresso evolutivo neste atual planeta, precisamos fazer uma opção, porque em breves tempos não existirá mais guerra. Mas não porque será um passe de mágicas, é porque os cidadãos que habitarão o planeta Terra já não desejarão e não farão absolutamente nada para que exista guerra novamente. Não existirá mais pobreza. Por quê? Porque a fraternidade irá imperar como como resultado dos nossos procedimentos. Então, se nós queremos continuar o nosso processo evolutivo neste planeta, temos que fazer uma escolha. Temos que fazer uma escolha o mais breve possível. A escolha é pela prática do bem, porque de outra forma não teremos o passaporte para retornar a esse planeta. Por quê? Porque o planeta está passando por uma transformação, vai superar o mundo de provas e expiações para um planeta mais evoluído. Mas o o planeta fisicamente que vai mudar, não. as consciências que habitarão o planeta e que já estão encarnando, já terão outra mentalidade, outros interesses, outros costumes morais diferentes daqueles que venciemos hoje. É só observar o que está acontecendo. Todos os dias temos casos de homens que agridem mulheres, homens que tiram a vida da exnamorada, da ex-esposa, da ex-companheira. Essas situações não poderão ocorrer mais no planeta. Por quê? Porque os homens que habitarão o planeta respeitarão as mulheres, simplesmente por isso. E quem não tem esse sentimento não vai ter oportunidade de voltar para cá e dá para outro planeta como castigo, não como oportunidade para continuar evoluindo. Misericórdia divina. Mas quando considerarmos todas as nossas existências, compreendemos que a cada um de nós é dado segundo o nosso merecimento. Porque a justiça do Criador é perfeita em todos os sentidos e prioriza sempre nossa evolução espiritual.
s as nossas existências, compreendemos que a cada um de nós é dado segundo o nosso merecimento. Porque a justiça do Criador é perfeita em todos os sentidos e prioriza sempre nossa evolução espiritual. Boa noite a todos e que Jesus nos abençoe, que possamos retornar em segurança para nossos lares. O Teatro Vida apresenta o musical Chico Xavier, o anjo das escritas iluminadas, dia 13, 14 e 15 de março, no Teatro Nacional Rodrigo Santora, Sala Martins Pena, sexta às 20, sábado e domingo às 16 e às 20 horas. Então, eh, tem aqui o as indicações para compra de ingresso, etc. Se alguém se interessar, apesar que ainda tá muito cedo, né, fazer a nossa prece. Deus nosso pai, que sois todo poder e bondade, dai força àquele que passa pela aprovação, dai luz àquele que procura a verdade. Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade. Dai ao viajor a estrela guia, ao aflita consolação e ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado arrependimento, ao espírito a verdade, a criança ao guia, ao órfão o pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste. Piedade, Senhor, para aquele que não vos conhece e esperança para aquele que sofre. Que a vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé. Deus, um raio, uma faísca do vosso amor pode abrasar a terra. Deixai-nos beber na fonte desta bondade fecunda infinita. E todas lágrimas secarão, todas dores acalmar-seão. Um só coração, um só pensamento subirá até vós, como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos. Ó poder, ó bondade, ó beleza, ó perfeição. Queremos de alguma sorte merecer a vossa misericórdia. Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso a fim de subirmos até vós. Dai-nos a caridade pura, dai-nos a fé e a razão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a vossa santíssima imagem. Que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por favor, pode aguardar sentados que já
ão. Dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se refletirá a vossa santíssima imagem. Que assim seja. Aqueles que vão fazer uso do passe, por favor, pode aguardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária [música] para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. [música] Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores
res, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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