A Dor que Ninguém Vê: feridas da alma - Andréia Gardim [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 27/01/2026 (há 2 meses) 41:51 543 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui. [música] para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Boa tarde, queridos companheiros da Comunão Espírita de Brasília. Boa tarde a todos os nossos ouvintes do Instagram, do YouTube. Sejam todos muito bem-vindos na tarde de hoje. Boa tarde também a todos nossos irmãos desencarnados que foram trazidos nessa tarde de hoje para estar conosco reflexionando um pouco mais sobre alguns temas, né, que nós propomos aqui nas nossas nossos diálogos, nas nossas palestras. Então, vamos abrir aqui este livro maravilhoso que é Receitas para Alma, eh, escrito pelo Vanderlei Oliveira através do espírito Hernance do Fogo. Aflições inúteis. Não andeis, pois inquietos, dizendo que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos. Elas vão e vêm na faina da luta material. São as aflições quase sempre vazias, inúteis e fantasiosas. geram manifestações enfermiças, medo, preocupação, egoísmo e apego. Elas machucam, agastam e também levam ao exaurimento. Ante a semelhante estado psicológico, uma só recomendação ecoa das profundezas da consciência lúcida: trabalhar, persistir e pensar no presente. Não se martirize em relação ao futuro. cada dia os seus fatos. Se hoje você cumpre o dever e, no entanto, a vida não o brinda com fartos e recursos para prover e prever o amanhã, aplique-se ao serviço em oração, fazendo o melhor que possa seu alcance. Mantenha sea a chama da fé, nutrindo o coração com a luz da esperança. Com essa postura, atrairá o otimismo, a energia e a serenidade nos seus passos. Liberto da opressão e da da ansiedade, você enxergará as alternativas que Deus te aponta, deixando claro que ninguém fica desamparado em tempo algum, hoje e sempre. Todo resultado da vida é a soma do trabalho da criatura e das leis sábias do Criador. Então, sempre que estão sempre conspirando em favor dos dias melhores e mais seguros para

po algum, hoje e sempre. Todo resultado da vida é a soma do trabalho da criatura e das leis sábias do Criador. Então, sempre que estão sempre conspirando em favor dos dias melhores e mais seguros para quantos o procurem nos roteiros de cada dia na Escola da Vida. Convido a todos agora, todos que estão também nos assistindo pelo YouTube a fecharmos os nossos olhos materiais e abrirmos os olhos da alma, abrimos os olhos do coração e vamos iniciando a nossa rogativa hoje, agradecendo a Deus, ao mestre Jesus, por mais uma oportunidade de vida neste planeta maravilhoso, neste hospital, nessa escola bendita que nos traz tanto desafios, mas que acima de tudo nos ensina a como seres humanos melhores a cada dia. Obrigada, meu Deus. Obrigada esta casa bendita. Obrigada espiritualidade que já preparou este ambiente para essa tarde de trabalhos de hoje, acolhendo a todos que aqui estão. Muito obrigada por mais uma semana maravilhosa e que o Mestre Jesus não esqueça dos nossos irmãos que se encontram nos hospitais, os nossos idosos nos asilos, aquelas crianças que estão nos orfanatos, nas casas de cuidadores. Não vamos nos esquecer dos amigos, dos irmãos que se encontram nas ruas, aqueles em busca cedendo por um prato de comida, por uma água, por um agasalho ou até mesmo pelos recursos que lhe fazem bem naquele momento. Não vamos esquecer dos países que se encontram ainda em guerra. Vamos rogar a espiritualidade maior para que envolva todos os governantes, não somente do nosso Brasil, mas de todos os recantos do planeta, para que ajam com paz, com sabedoria. E vamos rogar ao nosso Pai de infinito poder e bondade, que não nos desampare no nosso caminho, na nossa trilha, na nossa evolução. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Então, queridos amigos, o nosso tema de hoje é a dor que ninguém vê. Peras da alma. Espero que o Mestre Jesus possa estar aqui acolhendo e envolvendo o coração de cada um de nós nessa tarde de hoje. Então, baseado em algumas leituras, né, do livro do Hamed, que é maravilhoso, As

lma. Espero que o Mestre Jesus possa estar aqui acolhendo e envolvendo o coração de cada um de nós nessa tarde de hoje. Então, baseado em algumas leituras, né, do livro do Hamed, que é maravilhoso, As Dores da Alma, trouxe aqui algumas reflexões para que nós pudéssemos eh apreciar nessa tarde este quesito desta dor, porque nós não vamos falar dessa dor que aparece nos nossos exames, inclusive, né, temos agora, né, eh, que foi considerada, né, como PCD, a fibromialgia que não aparece nos exames, né? Um mal que tá assolando o mundo todo, é uma dor invisível. Então, lembrando um pouco, né, da fibromialgia que ninguém vê, não aparece nos exames, vamos falar um pouco da dor que nós temos na alma, aquela dor que ninguém vê e muitas vezes também é deixada de de lado por nós mesmos, porque temos trabalho, temos filho, temos família, temos que dar conta de tudo, né? Afinal de contas, somos insuperáveis, somos imparáveis, né? Somos mulheres e homens eh especiais, superheróis, superheroínas. Mas essa dor que nós escondemos atrás do nosso trabalho, que nós escondemos atrás de um tá tudo bem, quando alguém nos pergunta, né, se estamos bem. Algumas vezes até para não nos parecer frágeis, outras vezes também para para não preocuparmos o nosso amigo ou nosso parente. E ali atrás de um sorriso, vamos dizendo a cada dia: "Tá tudo bem?" E aquela dor cada vez mais apertando o nosso coração, apertando o nosso espírito, escondendo aquela força que toda vez nós fazemos para estarmos de pé. Quantas pessoas convivem com essas feridas da alma, feridas e ainda vão escutando. Ah, mas logo isso passa. Isso é fraqueza. Você tem tanta coisa, tem tudo. Por que reclama tanto? E nós muitas das vezes esquecemos que o nosso mestre, ele nunca disse isso a ninguém. Toda vez que chegava um enfermo até ele, seja de dores aparentes, né, a lepra, pessoas com gangrena nas pernas ou cegas, mudas, aquelas dores que todo mundo enxergava e aquelas que ninguém via, que somente ele, Deus conhecia. Ele sempre acolheu, ele sempre

parentes, né, a lepra, pessoas com gangrena nas pernas ou cegas, mudas, aquelas dores que todo mundo enxergava e aquelas que ninguém via, que somente ele, Deus conhecia. Ele sempre acolheu, ele sempre compreendeu e sempre amou. Então vamos falando agora dessa dor neste primeiro momento. Essas dores nossas que não sangram como um simples corte. Aquelas dores que não sangram, mas machucam tão profundamente e que muit das vezes tomamos alguns rumos em nossa vida para esquecer essa dor. Às vezes nos perdemos em vícios. Às vezes começamos a sonhar demais, querendo apagar aquela dor. Às vezes até tentamos fazer de conta que ela não existe. Começamos pular para a próxima etapa, para o próximo trabalho, para o próximo desafio. e deixamos aquela dor lá para que ninguém mexa nela e nem nós mesmos através da nossa lembrança, que nós possamos nem lembrar para que ela não fira o nosso coração, para que ela não fira a nossa consciência. A solidão que vem acompanhada de um cansaço extremo, o cansaço emocional que nós sentimos muit das vezes nós somos seres humanos. A nossa carne, ela vai perecer um dia. Às vezes nós falamos até paraos nossos filhos mesmos, né, quando eles falam assim: "Ai, mãe, mas eu tô tão cansada hoje, tô tão cansado." Primeira coisa que a gente fala: "Cansado de quê?" "Menina, você não faz nada". Já começamos dentro de casa a agir errado, porque achamos que os nossos filhos, por ser adolescente ou ser crianças, não tem cansaço emocional, não tem um cansaço físico. Então é a hora que nós temos para rever o nosso conceito nessa questão dessa dor que ninguém vê. Temos também muitas vezes a sensação de sermos insuficientes. E isso também não acontece só com os adultos, acontecem com as nossas crianças mediante a nossa cobrança. Você tem que ser um bom aluno, você tem que ser um aluno exemplar, você tem que ser isso, você tem que ser aquilo, porque o filho de fulano faz isso, porque o filho do ciclano faz aquilo. Nós esquecemos que Deus nos fez único e cada um com as

e ser um aluno exemplar, você tem que ser isso, você tem que ser aquilo, porque o filho de fulano faz isso, porque o filho do ciclano faz aquilo. Nós esquecemos que Deus nos fez único e cada um com as suas potencialidades. Essa dor também, ela vem através do medo constante. Será que eu vou conseguir aquele emprego? Será que eu estou sendo suficiente na minha casa? Será que eu estou sendo suficiente no meu casamento? Será que eu sou suficiente no local aonde eu me dou, onde eu sou voluntária? Será que eu não estou agindo com irresponsabilidade? Será que as tribulações do dia a dia não estão me fazendo me perder? E esse medo, ele nos traz uma angústia, uma aflição profunda, como nos disse a leitura de harmonização do início do nosso diálogo. A tristeza acaba vindo sem um motivo aparente. Nos bate uma tristeza espontânea. Por quê? Porque nós estamos abafando aquela dor que era para que ela veio para nos educar e para que nós pudéssemos trabalhar e fazer ela sumir mais reeducada, curada, tratada através do estudo, da paciência, do autocontrole, do tratamento. Porque um tratamento numa casa espírita é válido muito demais, mas ele não dispensa o tratamento médico que nós precisamos. Não é porque eu sou imbatível, estou dentro de uma casa espírita toda semana trabalhando que eu não preciso de cuidados médicos. Preciso. Isso se chama fé raciocinada. E essas feridas elas não aparecem, mas elas adoecem a nossa alma, adoece o nosso espírito. Se nós formos buscar da onde vem a depressão, eu vou falar somente assim superficialmente, porque eu não sou médica, eu sou uma simples aprendiz de palestrante. A depressão, ela são causas antigas já, porque somos almas eternas. Então, a depressão ela já vem de eh situações acumuladas do nosso passado. Às vezes um passado bem remoto, às vezes nem tanto. A fibromialgia, como eu citei no início, ela também eu fui procurar a causa, a causa espiritual da fibromialgia. E olha, bingo, tudo que tá aqui neste livro, As Dores da Alma, por nós ficamos

m tanto. A fibromialgia, como eu citei no início, ela também eu fui procurar a causa, a causa espiritual da fibromialgia. E olha, bingo, tudo que tá aqui neste livro, As Dores da Alma, por nós ficamos fibromiálgicos. Nós nascemos fibromiálgicos? Não, não nascemos. Não nascemos porque eu lembro que eu dançava, eu lembro que eu atuava, eu lembro que eu fazia, limpava a casa quando eu queria, arrastava os móveis. E hoje eu não faço mais isso. Mas por quê? Porque o espiritismo ele também nos traz esse esclarecimento, que a fibromialgia é a síndrome da Mulher Maravilha. Eu dou conta de tudo, eu faço tudo, eu consigo tudo. Manda para mim que eu faço. É o acúmulo das responsabilidades. É o medo de deixar o outro fazer. É a desconfiança de deixar que o outro vai executar. É a raiva acumulada no interior, é a o rancor, é aquele ódio rustido que a gente fala assim: "Ah, não, poxa, deixa isso passa". E com isso nós vamos alimentando o nosso corpo, o nosso organismo só de sentimentos depressivos, só de sentimentos que nos fazem mal porque nós não colocamos para fora. Não estou dizendo explodir a primeira entrada, mas ter a diplomacia de analisar aquela situação que está me corroendo aqui dentro. Por quê que isso está me fazendo tanto mal? Vamos neutralizar isso por conta disso, disso, disso, disso. Como que eu vou resolver? Vou conversar com fulano, com bertano, com ficano e resolver essa situação. Então, a fibromialgia, pela visão espiritual, ela nada mais é do que o acúmulo de sentimentos que tanto o evangelho nos pede para que nós não mantenhamos dentro do nosso coração. Não pedimos ajuda quando precisamos. Precisamos abrir a boca, ter essa rede de ajuda, de apoio, para que nós não nos sobrecarreguemos. Isso é fragilidade? Não. Isso é sabedoria, isso é humildade. Gente, eu não estou aguentando minha ajuda. Se não tiver ninguém, quem é a pessoa mais próxima? Quem é o ser mais próximo que nós temos de nós? Deus Jesus me ajuda. Eu não estou aguentando carregar essa minha cruz.

estou aguentando minha ajuda. Se não tiver ninguém, quem é a pessoa mais próxima? Quem é o ser mais próximo que nós temos de nós? Deus Jesus me ajuda. Eu não estou aguentando carregar essa minha cruz. Carrega um pouco comigo. Vamos fazer uma oração para que nós possamos ser intuídos, possamos ser ajudados através do amor infinito do mestre Jesus. O espiritismo, ele vem nos ensinando que nós somos espíritos vivendo a experiência humana. Nós não somos humanos vivendo uma experiência espírita. Tanto que quando nós desencarnarmos a nossa morada é a espiritualidade, é a nossa casa real. E lá é tão maravilhoso, porque não tem depressão, não tem fibromialgia, não tem dor interna, não tem sangramento. Nós estamos lá para trabalhar, ajudar o próximo, nos ajudar e estudar, para também evoluirmos e voltar para fazer a prova aqui no nosso planeta, que se depender de dependendo de nós, estará mais regenerado, estará melhor numa próxima vida. O espírito ele traz consigo as marcas do nosso passado. E muit das vezes não é para nos punirmos, não. Essas marcas existenciais foram escolhidas por nós mesmos para que nós pudéssemos trazer a evolução na nossa vida. Antes de reencarnar, eu já até pontuei em outras outros diálogos que quando nós vemos, né, quando nos é permitido ver, tirar o véu da ignorância e do orgulho, que nós podemos ver o que nós fizemos em algumas, né? Porque Deus é tão misericordioso que ele não coloca, ele não joga na nossa cara tudo que nós fizemos de mal pro outro e até para nós mesmos, né, que fazemos até hoje com tanto conhecimento, ele coloca o que é necessário para que a gente possa, nossa, eu preciso mudar nisso. Então a gente consegue saber o que nós fizemos quando nós estamos desencarnados, né? muitas vezes nos é permitido para que nós possamos reprogramar a nossa reencarnação. E ali nós vimos tudo ali que fizemos em determinada existência, em determinado século, e voltamos. Quero nascer na África. Quero nascer com tantas doenças, quero nascer dentro de uma família

carnação. E ali nós vimos tudo ali que fizemos em determinada existência, em determinado século, e voltamos. Quero nascer na África. Quero nascer com tantas doenças, quero nascer dentro de uma família totalmente desestruturada para que eu seja o pilar de alicerce da paciência, do amor e do da indulgência. Aí quando nós chegamos lá na África numa família totalmente conturbada, cheia de desafios financeiros, Deus, o que foi que eu fiz a minha vida? Por que que eu estou nessa família? Por que que eu sofro tanto? Por que que eu tenho tantas doenças? Porque graças a Deus chegamos à Terra com o vel de esquecimento. E muitas vezes essa dor ela vai vir para nos ajudar, porque essa dor invisível quando começamos a senti-la é sinal que o corpo está pedindo ajuda, a alma está pedindo ajuda. Faça alguma coisa para me salvar, pelo amor de Deus, eu tô gritando. Você não faz nada para machucados externos, mas eu tô gritando dentro da sua consciência, estou gritando dentro do seu corpo, está doendo, passa alguma coisa para me curar. E ali nós vamos começar a correr. Através da oração. Já não é, já nos é intuído procurar um médico e ali nós vamos cuidar da alimentação, dos nossos pensamentos, do nosso dia a dia, da nossa conduta como ser humano, como cristãos mediante a vida. Não existe vergonha em sofrer, porque todos nós sofremos hora ou outra. A vergonha não é chorar. A vergonha é não pedir ajuda, é ficarmos remoendo dentro desta dor que ela tá gritando. Porque se nós deixamos essa dor ficar gritando a todo momento na nossa consciência, nós vamos regredindo para um lugar que nós não conseguimos sair depois, porque nós não conseguimos pedir ajuda. É aonde nós encontramos nossos irmãos. Suicidas que saem da vida, eles não querem, eles não querem sair da vida. Eles querem sair do problema. Eles querem sair daquela dor que nos aflige, que nos consome. A dor que ninguém vê. Ali entra a a palavra, né? Os dizeres de quando nós olhamos para uma pessoa, nossa, mas você tá tão bem, porque que você tá

erem sair daquela dor que nos aflige, que nos consome. A dor que ninguém vê. Ali entra a a palavra, né? Os dizeres de quando nós olhamos para uma pessoa, nossa, mas você tá tão bem, porque que você tá triste? Você tem carro, tem dinheiro, tem status, tem casa, tem família, por que que você tá assim? Nós olhamos com desdém para o sofrimento e para a dor do outro. E ali ele se encontra sozinho, porque quem podia ajudar não lhe ofereceu nenhuma palavra de empatia. E qual que é o último recurso? Ninguém me ouve. Estou envolto de energias negativas. Não consigo ver uma luz na no final do túnel. Vou encontrar com Deus, quem sabe ele me escuta. E ali nós vamos. Quantos de nós já passamos por isso? Quantos de nós já passamos por essa experiência do suicídio? Não precisamos nem fazer regressão para ver. Basta olharmos o desespero que nos acomete naquelas horas que nós achamos que não temos ajuda, aquela hora que nós achamos que não temos um anjo da guarda ao nosso lado. E se nós tivéssemos os olhos de ver e os ouvidos de ouvir, como nos ensina no Evangelho do Cristo, nós veríamos que temos uma pleade de anjos, de espíritos que estão nos amparando, que estão nos auxiliando, que estão nos intuindo a fazer a melhor escolha que é a da vida, que é da resiliência, que é do tentar de novo, que é do ter esperança que é de ter coragem. Jesus também chorou. Jesus sentiu angústia. Jesus pediu amparo no orto das oliveiras. Para quem não se lembra, tem uma série maravilhosa, The Chosen, que explica mais ou menos, claro, temos, né, a licença poética da série, mas elas nos traz a vida ali de Jesus bem resumida e mostra todos os momentos felizes que Jesus teve. Jesus foi a casamento, Jesus dançava, Jesus bebia vinho. Então mesmo assim ele ele chorou. Ele chorou quando ele entrou na cidade de Jerusalém, na na série, e ele viu, porque ele já sabia como que ia ser o fim dele. Ele sabia disso, mas nem assim ele desistiu. Já pensou se Jesus quando ele se tornou um homem, começou realmente a colher os discípulos, ele lembrasse,

porque ele já sabia como que ia ser o fim dele. Ele sabia disso, mas nem assim ele desistiu. Já pensou se Jesus quando ele se tornou um homem, começou realmente a colher os discípulos, ele lembrasse, como ele lembrou inúmeras vezes na no na primeira lembrança, ele falasse: "Eu vou vou nada morrer na cruz, vou não. Deus me leve morrer pregado para quem ele desistiria de nós, de cada um de nós, tanto da população antes dele, quanto da população depois dele. Se até ele sentiu, por que que nós não sentiríamos? Ele sentiu de uma forma que engrandeceu o amor. Nós estamos sentindo essas dores para nos reeducar, para que nós tenhamos a empatia com o outro. Será que se eu não tivesse fibromialgia eu iria pesquisar? Da onde é que veio, o que que eu tenho que comer, o que que eu tenho que fazer? Eu poderia orientar alguém? Não, eu não ia procurar porque a dor que não bate na na minha porta não me não tem interesse. Para que que eu vou saber? Então, é mais uma reflexão de como nós temos as oportunidades de estar trabalhando o nosso interior para nos ajudar e ajudar o próximo. Não podemos nos esquecer que quando aquela dor que ninguém vê um ser, ele está sempre vendo. todos os momentos da nossa vida. Deus está vendo. Não vamos nos iludir, achar que não. A minha cunhada, ela costuma falar muito assim. Eu acho que os mentores eles ficam na sala da justiça vendo o que cada um de nós estamos fazendo. E ali sempre manda o mentor, vai lá, socorre, porque tá precisando de auxílio. Vai lá, leva paraa casa espírita, leva paraa igreja porque tá precisando de auxílio. E eu pensando bem, analisando o que ela falou, eu acho que ela tem razão. Nós somos amparados de uturnamente. Hoje estamos aqui umas 10 pessoas. Eu, como eu falo, né, eu sou uma espírita muito frajuta, graças a Deus eu não vejo, mas o auditório tá cheio de espíritos que vieram em busca de ajuda, outros que estão ajudando, outros que estão trabalhando. Então, estão todos aqui se preparando para reencarnar novamente com a coragem,

o auditório tá cheio de espíritos que vieram em busca de ajuda, outros que estão ajudando, outros que estão trabalhando. Então, estão todos aqui se preparando para reencarnar novamente com a coragem, com a esperança e vendo que cada um de nós estamos aqui também procurando ajuda, procurando nos modificar e com isso eles também se fortalecem. Com isso eles também são ajudados. Olha que maravilha. Então não importa ter uma 1000, cinco pessoas aqui. Cada um de nós estamos ajudando alguém que precisa neste momento. O que muitas pessoas não sabem é que neste momento nosso de fragilidade, nós nunca estamos sozinhos. Os espíritos bons se aproximam, mas dependendo da nossa vibração, aqueles que vão se sintonizar com a nossa energia baixa também vai se aproximar. Olha, ela tá depressiva, vou chegar ali. Ela tá chorosa, tá reclamona, tá cheia de melindres. Vou encostar ali nela. Estamos ali, ó, como imã. Ah, não, mas eu sou uma pessoa boníssima. Eu trabalho na casa espírita, eu trabalho na igreja. Ah, mas eu tô tão triste. E ali começa a se corroer, começa a ficar naquele sofrimento e naquela tristeza que nunca acaba. Não, não procuramos ajuda, não oramos, não fazemos nada, só reclamamos do nosso sofrimento, como se não houvesse pessoas no mundo que sofrem mais do que nós. E ali os nossos irmãozinhos que se estão se afinizando com a nossa vitimização vão se aproximando de nós. Ah, aqui é o campo fértil para mim, é aqui que eu vou ficar. E com isso nós vamos cada vez mais afundando. Por isso que algumas vezes é tão difícil pedir ajuda. Mas há algo muito importante. O nosso pensamento, se nós não nos entregarmos ao desânimo, vamos ser amparados através de um passe, através de um amigo que às vezes liga: "Ô, fulano, você tá bem? Tá precisando de alguma coisa? Vamos bater um papo, vamos conversar. Ou você pode me acompanhar até a igreja hoje. Eu vou passear, vou vou lá fazer entregar alguma coisa, uma cesta. Vamos comigo. E nós percebermos esses pequenos sinais, nós vamos entender que estamos sendo

ocê pode me acompanhar até a igreja hoje. Eu vou passear, vou vou lá fazer entregar alguma coisa, uma cesta. Vamos comigo. E nós percebermos esses pequenos sinais, nós vamos entender que estamos sendo ajudados a cada segundo da nossa vida. Então, por isso que nós temos que fazer de tudo. Vai ser fácil? De jeito nenhum. Porque cada vez que nós tentamos ir pro lado do bem, do nobre, do reto e do digno, infelizmente ainda vamos ter aquele pessoal de: "Ah, não, fica aqui, tá tão bom, fica aqui na sua zona de conforto. Não, não, não se eleva, não, não progrede, não, vai sofrer, vai doer para mudar". Mas nós temos que insistir. Temos que insistir e muito. Não precisamos de palavras bonitas para pedir socorro a Deus. Basta somente dizer: "Deus me ajude". E ele sempre vai vir ao nosso socorro. Se ele não vir, ele manda sempre alguém ajudar. Seja até um ente nosso desencarnado que vai vir ao nosso socorro. Então, com essas palavras, vamos entender de uma vez por todas que aguentar tudo, suportar tudo calado, não é um sinal de força espiritual, isso é um sinal de covardia. E com é com a gente mesmo, não é nem com o outro, é com a nossa vida, com a nossa carne, com o nosso espírito, essa covardia espiritual. Então, temos que falar, pedir ajuda. Tá doendo, não quero, não vou fazer, estou cansada, vou dormir, vou deitar, vou passear, vou para um jardim, vou tomar um passe. Hoje eu não vou fazer nada. Eu preciso me reconectar. Então, queridos amigos, Deus ele não quer a nossa perfeição. Precisamos entender isso. Ele quer a nossa sinceridade. Se nós começamos a cada minuto da do nosso dia a dia, temos sinceros, mas sem cair no vitimismo, ele vai nos ajudar e nos dar força. que a cura ela começa quando nós começamos a aceitar que nós estamos feridos e que não derrotados. Anete Guimarães, ela é uma ela é ela é uma pessoa, ela é uma médica formada, né, em neurocirurgia. E ela tem uma palavra dela me marcou demais. em uma das palestras ela que eu ouvi, ela falou bem assim, ela deu algumas palavras para

ela é uma pessoa, ela é uma médica formada, né, em neurocirurgia. E ela tem uma palavra dela me marcou demais. em uma das palestras ela que eu ouvi, ela falou bem assim, ela deu algumas palavras para que nós mudássemos o nosso dicionário. Então, uma que fixou muito porque eu tinha muito hábito de falar. Quando nós tivermos uma situação que estiver dificílima, que estiver difícil, nós vamos mudar a palavra difícil por desafiadora. Porque quando nós falamos a palavra difícil, nós estamos achando que aquela situação não tem mais solução. E quando nós colocamos que a situação está desafiadora, nos convida, o nosso subconsciente nos convida a desafiar para melhorar, a nos desafiar para conseguir, a nos desafiar para sermos vitoriosos. em qualquer setor da nossa vida. Então, se vocês chegaram até aqui hoje, nessa data com uma dor que ninguém vê, saiba que não está esquecido por Deus, que a noite dos nossos sofrimentos, das nossas tristezas, ela passa. Maria não mandou para Chico Xavier colocar na cama dele, tudo passa. Os momentos, os momentos felizes passam. Como nós muitas vezes passamos por vários momentos felizes, não passamos e aí não passa, não vem os tristes, mas os tristes também passam. Nós temos que ter isso dentro do nosso coração e a alma nunca está abandonada porque Jesus sempre caminha conosco. Que nós possamos sair daqui desta tarde de hoje mais leve, com esperança, com certeza, que há as feridas que o tempo vai curar e outras que o amor de Deus vai transformar. Convido a todos agora então para que fechemos os nossos olhos, os olhos materiais, mas que mantenhamos o os olhos do coração, os olhos da nossa alma abertos, possamos respirar profundamente e meditar sobre essas palavras. Senhor da vida, pai de infinita misericórdia, nesse instante de silêncio interior, entregamos a ti as dores que carregamos na alma, aquelas que não aparecem, que não sabem se expressar, que se escondem atrás de sorrisos e da força que fingimos ter. Ajuda-nos a escutar a nós mesmos, como

egamos a ti as dores que carregamos na alma, aquelas que não aparecem, que não sabem se expressar, que se escondem atrás de sorrisos e da força que fingimos ter. Ajuda-nos a escutar a nós mesmos, como Joana de Angeles nos ensina a reconhecer nossos conflitos internos sem culpa, sem medo, sem julgamento. Ensina-nos, Senhor, a acolher a dor como caminho de aprendizado e não como condenação. Concede-nos, como nos lembra Ramed, a sabedoria de soltar os apegos, as expectativas irreais, a necessidade de controlar o outro e controlar a vida. Que aprendamos a amar com liberdade, a viver com leveza, a confiar nos teus desígnios. Jesus, médico das almas cansadas, colocamos em tuas mãos as nossas feridas invisíveis, nossas angústias silenciosas, nossas lágrimas contidas. Transforma a dor em consciência, o sofrimento em crescimento e o medo em fé. Que cada coração aqui presente, encarnado e desencarnado, sinta-se envolvido pela tua paz, fortalecido pela esperança e a renovação do teu amor. Que saiamos deste momento mais leve do que entramos, confiantes de que nenhuma dor é ignorada quando é entregue a ti. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos irmãos, que todos nós tenhamos uma semana incrivelmente maravilhosa. Que o amor de Jesus, o amor de Deus possa entrar em nossos lares, no nosso trabalho e no nosso coração, nos trazendo sempre a reflexão de um simples Deus me ajuda, porque eu estou precisando de ti. Uma ótima semana a todos. Aguardem pelo passe virtual, não se esquecendo que já iniciou as matrículas para o ESD na sala 100. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios. por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,

ante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males [música] do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. [música] Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. que também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o mestre Jesus nos ensinou.

amos. a coragem e a fé para continuarmos à [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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