A CULPA - Eliziário Leitão [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/05/2025 (há 11 meses) 43:14 902 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda Belém. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília, aqui presencialmente, encarnados e desencarnados no Auditório Bezerra de Menezes e todos aqueles que nos ouvem através dos nossos canais. Muito obrigado pela audiência. Compartilhe nossa página, siga, deixe o seu like ao final da palestra para que possamos manter e levar o Evangelho à luz da doutrina espírita a todos os cantos aonde alcançamos. Esta é a é o trabalho da comunhão espírita de Brasília, levar a mensagem do Cristo através da doutrina consoladora, que é o Espiritismo codificado pelo nosso querido Allan Kardec. Hoje congratulamos o nosso querido, o nosso exemplo, o nosso médium Divaldo Franco, que completa 98 anos. que nessa moratória, como ele mesmo fala que teve, possa cumprir o seu legado, deixar o seu legado, cumprir o seu trabalho em na construção do trabalho que ele vem fazendo, que é a mansão do caminho. que ele possa terminar esse projeto que ele tanto queira, que é as a escola que ele fala, que é pegar a criança no na evangelização, na alfabetização e deixar na faculdade. É uma obra linda e somos muito gratos pelo seu exemplo que ele sempre nos trouxe de mansidão, de nas bem-aventuranças, como Cristo pediu. Obrigado, Divaldo Franco, e parabéns. Feliz aniversário. Que possamos fazer a nossa leitura inicial, dando apenas um recado à nossas palestras das 13 horas. O passe nas quarta-feira é presencial, começa a mei:30 e vai até às 14 horas. Então, aqueles que vierem assistir as nossas palestras das 13 horas, às quartas-feiras o passe é presencial. Ainda não temos grupos pros outros dias, mas para esse dia já temos um grupo. Então é só chegar, assistir a palestra e tomar seu passe ou tomar o passe e assistir a palestra como queiram. Obrigado a todos. do livro Conselho Úteis. Hilda Alonso é mãe e filha. A médium é Hilda Alonso e o espírito é Hilda Pereira Magalhães. É um livro

e ou tomar o passe e assistir a palestra como queiram. Obrigado a todos. do livro Conselho Úteis. Hilda Alonso é mãe e filha. A médium é Hilda Alonso e o espírito é Hilda Pereira Magalhães. É um livro confeccionado pela editora da comunhão. Nós temos ele aqui de fácil acesso, baratinho, em quem possamos ter leituras bem edificantes. E a dona Hilda nesse nessa mensagem ela fala das tarefas difíceis e ela começa passando a mensagem o seguinte: "Um dia foste chamada ao papel de filha, dando obediência àeles que te deram a vida material. Depois, novas tarefas te aguardavam na vida conjugal e procurastes conciliar-te com o teu companheiro, ajustando teus interesses aos deles. Em benefício do lar da família, posteriormente precisastes atender as necessidades dos filhos que de ti dependiam e aos quais devia solicitude e dedicação incondicionais. Como vês, a vida terrena vai apresentando tarefas cada vez mais difíceis, exigindo maiores habilidades e enormes trabalhos. São as exigências obrigatórias que convém ao teu crescimento. Ao dares cabal desempenho a essas funções, estarás dando provas do bom aproveitamento da oportunidade da reencarnação. Não te iludas pensando que a idade vai te exonerar de novos empreendimentos. outros esforços e maiores lutas, sempre terás muito a executar e muito será solicitado. É bom que isso aconteça. É sinal de que Deus acredita no teu valor, na tua capacidade. Nós começamos falando de Valdo Franco e essa mensagem tem tudo a ver com o seu trabalho. mesmo com 98 anos, ele diz uma fala: "Meu corpo não responde mais, mas a minha mente continua sã. Enquanto a minha mente tiver sã, eu não desisto e continuo trabalhando. Esta é uma mensagem em que podemos ter agora pro domingo paraas mães que sempre cuidam de nós. Por Nossa Senhora que sempre teve ao lado de Jesus até o último momento, em que possamos nunca desistir, sempre ter como compromisso o trabalho e não desistir jamais. que possamos fechar nossos olhos neste momento de prece para darmos a palavra ao palestrante. Que possamos

em que possamos nunca desistir, sempre ter como compromisso o trabalho e não desistir jamais. que possamos fechar nossos olhos neste momento de prece para darmos a palavra ao palestrante. Que possamos dizer Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais, Dr. Bezerra de Menezes, diretor espiritual dessa casa. Obrigado por esta segunda-feira, por esta semana que se inicia, que possamos, através dos teus exemplos, ó Jesus, da tua mensagem e dessas oportunidades de trabalho, seguir em frente, buscar sempre os teus ensinamentos para que possamos vivenciá-los. Assim, mestre Jesus, somos gratos pelo bom ânimo e pela saúde de estarmos aqui. Podemos participar dessas nesse momento de estudos do teu evangelho à luz da doutrina espírita, dando graças a Deus e graças a Jesus, que o nosso irmão possa, Elisiário, mais uma vez trazer as suas inspirações através do evangelho do Cristo à luz da doutrina espírita. Passando a palavra pro nosso irmão Eliziário, que vai nos falar da culpa. Eliário, meus irmãos, boa noite. Sejam bem-vindos à nossa casa, esse nosso encontro diário, porque a comunhão tem as portas abertas sempre para acolher todos nós que aqui chegamos, né, sempre. Os que estão nos ouvindo pela TV Comunhão, pelo YouTube também, sejam bem-vindos ao nosso encontro. O nosso tema hoje é do capítulo 22 do livro Pensamento e Vida. Esse livro é escrito pelo espírito Emanuel e psicografado pelo nosso querido Chico Xavier. A história desse livro é muito curiosa. O Emânio na introdução desse livro, ele diz assim: "Como é que esse livro surgiu? Pensamento e vida, o nome dessa obra". E at e ele confessa na obra, no início, que esse essa obra surgiu através de uma pessoa que chegou para ele e disse: "Eh, Emanuel, traga uma obra que possa atender nós encarnados aqui na dimensão física, que fale do nosso cotidiano." Então, o livro tem nem sei exatamente quantos capítulos. O tema de hoje é um capítulo desse livro curto, eh, mas o tema é sobre a culpa. Então, nós vamos falar sobre a

a, que fale do nosso cotidiano." Então, o livro tem nem sei exatamente quantos capítulos. O tema de hoje é um capítulo desse livro curto, eh, mas o tema é sobre a culpa. Então, nós vamos falar sobre a culpa. E eu inicialmente faço a devida reflexão. Quem nunca passou ou quem de nós nesse instante não tá passando ou vivenciando o sentimento da culpa? Eu diria que em duas circunstâncias a gente não teria essa culpa. evidente na nossa individualidade, aquela condição do espírito puro, que ele já tá numa condição que ele não porque a gente tem a ideia e a obra traz isso, a culpa como o o como o fugir ao dever. Quer dizer, nós temos aquele dever para conosco, o dever para com a sociedade. E quando a gente foge daquele dever que a própria vida nos traz, a gente entra com a culpa, com esse sentimento, por vezes muito dolorido. E eu imagino que nessa circunstância quem não passa pelo sentimento da culpa, aquele ser muitíssimo elevado, que não deixa de atender mais os deveres que a própria vida lhe impõe, sobretudo aqueles de natureza pessoal, porque nós temos o dever, por exemplo, para com o trabalho de chegar na hora certa, mas nós temos o dever, e esse talvez seja o mais difícil de convivermos fugindo dele, que é o dever para comemelhante. É ajuda o semelhante, é estender nosso olhar e a nossa mão para aquele que tá sofrendo, que às vezes estende a mão literalmente para nós. Tem diversas formas que a vida traz para nós como dever e espera a nossa reação. E quando a gente não age como a partir daquele instante, a partir dessa premissa de fugir ao dever que a vida nos traz, vem a culpa. E o o espírito emano faz uma ele disserta com muita propriedade sobre a culpa. Eu não vou fazer a leitura do livro todo porque vai ficar, a gente vai perder tempo. São comentários, reflexões belíssimas do espírito emanuel. E ele diz assim na no capítulo 22: "Quando fugimos ao dever, precipitamos-nos no sentimento de culpa, do qual se origina o remoço com múltiplas manifestações, impondo-nos brechas de

espírito emanuel. E ele diz assim na no capítulo 22: "Quando fugimos ao dever, precipitamos-nos no sentimento de culpa, do qual se origina o remoço com múltiplas manifestações, impondo-nos brechas de sombra aos tecidos sutis da alma junto a cada um de nós." Então, quando a gente foge o dever, como eu disse inicialmente, e ele mesmo diz aqui, vem para nós o sentimento de culpa do qual se origina o remorço, que é outro sentimento que nos machuca. E o remorço significa a culpa que nós estamos remoendo, porque vem a culpa e a gente fica remoendo essa culpa a ponto de trazer para cada um de nós brecha aqui, como ele mesmo diz aqui, impondo-nos brecha de sombra aos tecidos sutis da alma, que é o perespírito, que é o nosso corpo espiritual, que Paulo em Coríntios fala da existência de pelo menos dois corpos do corpo físico e do corpo espiritual, do corpo corruptível e do corpo incorruptível. Porque às vezes a gente fala isso para algumas pessoas, pessoal, ah, mas isso não existe não. Isso tá em Coríntios. Então nós temos esses dois corpos e a sutileza desse corpo, que é o nosso corpo espiritual, ou também chamado de perespírita, ele é tão sensível que ele cede as influências da mente, do pensamento. E é isso que o espírito emano exatamente diz: "Impondo-nos brechas de sombra aos tecidos sutis da alma, ao perespírito." E essas brechas traz para cada um de nós muitos transtornos, porque esse corpo que absorve inicialmente aquilo que vem da mente. Então, a primeira reflexão é é é aceitarmos a possibilidade e a nossa convivência com a culpa, que é uma realidade. Quem nunca passou pela culpa aqui? Quem de nós agora não esteja passando pela culpa ou vivenciando ou viveu há pouco tempo ou tá trazendo uma culpa de dezenas de anos. Isso efetivamente, muitas vezes, e ele toca aqui na na na obra, ele fala sobre isso, a gente chega ao ponto da gente somatizar a culpa, desencadeando esse transtorno de natureza mental para o nosso próprio corpo físico. Lembremo-nos sempre que a culpa

na na obra, ele fala sobre isso, a gente chega ao ponto da gente somatizar a culpa, desencadeando esse transtorno de natureza mental para o nosso próprio corpo físico. Lembremo-nos sempre que a culpa não pode ser o processo final. A gente tem que acolher a culpa, evitar ficar em remorço contínuo, no remorço constante, ou seja, remoendo tudo isso, mas despertarmos para essa realidade da nossa culpa. Fazer o meia culpa, nos perdoando sobretudo e se voltando ao nosso pai que nos deu a vida e dizer: "Senhor, eu falhei, meu pai, mas que queres que eu faça?" A mesma palavra que Saulo quando tava entrando em Damasco, quando Jesus chegou até ele e ele em cima de um cavalo sendo acompanhado, ele viu aquela luz e disse: "Saulo, Saulo, por que me persegue, Saulo?" E naquele instante ele, tomado por aquela luz, ficou cego e começou a a relembrar do seu passado, perseguindo os cristãos. E o que é que ele fez naquele primeiro momento? num gesto de humildade. Quando veio a luz, ele sentiu gesto de humildade. Humildade essa que talvez nos falte de reconhecermos como a culpa, como o nosso fugir das nossas obrigações ou do nosso dever. E ele chegou nesse instante, ele disse para Jesus: "Que queres que eu faça?" E Jesus entra na cidade e aí vai saber o que será feito de ti. Lembremos de Maria. Maria Madalena, que depois de toda aquela vida de transtorno, daquela vida eh elencada pois transtorno de natureza sexual afetiva, e ela no breve diálogo com Jesus transformou a sua vida. Então esse o primeiro passo de nós, de cada um de nós, é assumirmos realmente que nós temos a nossa culpa. E o espírito emano diz: "E o arrependimento incessantemente fortalecido pelos reflexos e nossa lembrança amarga que nós temos do fato, do evento, transforma-se num abesso mental, porque o transtorno é de natureza mental, envenenandoos pouco a pouco e expelindo em torno à corrente miasmática de nossa vida íntima, intoxicando o austo espiritual de quem nos desfruta o convívio. Então, e aí vem esse arrependimento de cada um de nós que

pouco a pouco e expelindo em torno à corrente miasmática de nossa vida íntima, intoxicando o austo espiritual de quem nos desfruta o convívio. Então, e aí vem esse arrependimento de cada um de nós que precisa ser feito, mas existe um limite para isso também. Incessantemente termina nos conduzir a um processo patológico. Aliás, falando em patológico, eu faltei citão uma segunda coisa. Eu disse que quem não passa pela culpa, aquele que tá numa condição, numa esfera muito elevada de natureza espiritual e moral e aquele que passa por determinadas patologias, aquela mente enferma que não sabe realmente o que é culpa, exceto essas duas circunstâncias, esses dois, esses dois ápices, seja mais embaixo ou mais em cima, todos nós passamos pelo sentimento da culpa. E ele diz assim que é incessante esse arrependimento, ou seja, a culpa tem seu mecanismo da nossa evolução espiritual, mas que para isso a gente precisa sensibilizar o nosso espírito, abrir a nossa mente e reconhecermos acima de tudo como fez Paulo. O que queres que eu faça, meu pai? E aí nós podemos mudar a nossa vida a partir daí. Mas como ele diz, o arrependimento incessantemente, ou seja, isso continua a se repetir. O evento continua a se repetir na nossa mente, fortalecido pelos reflexos. Nossa lembrança amarga do fato, como ele mesmo diz, transforma-se num abesso mental, envenenando-nos pouco a pouco expelindo em torno a corrente miasmática da nossa própria energia, da nossa vida íntima, intoxicando o áusto espiritual de quem nos desfruta o convívio. Isso que inicialmente e esse arrependimento de forma incessante termina transformando a nossa própria individualidade, o nosso austo espiritual, a nossa irradiação psíquica, a nossa aura, porque nós irradiamos na aura o nosso estado d'alma. Agora vocês imaginam a seguinte situação, a pessoa passando por um estado, todo nós, todos nós irradiamos essa energia que tem um tamanho, que tem uma coloração, mas ele retrata o nosso estado de alma daquele momento, porque a

uinte situação, a pessoa passando por um estado, todo nós, todos nós irradiamos essa energia que tem um tamanho, que tem uma coloração, mas ele retrata o nosso estado de alma daquele momento, porque a repercussão se dá natureza mental e nós somos seres que radiamos energia para todo mundo, para todo o universo que está ao nosso lado. Não é verdade que às vezes a gente vai dar um abraço numa pessoa, a pessoa tá maravilhosa e a gente dá um abraço aquela pessoa, parece que a gente recebeu o passe, tal energia que aquela pessoa irradia. Já tem outras pessoas que a gente dá um abraço e é difícil o que aquela pessoa irradia de a partir de si mesma. A gente vê isso no nosso dia a dia. Até os animais, os vegetais se ressentem. Tem pessoas que entram e que os animais se regentem, se ressentem daquela energia, do energético que aquela pessoa irradia. A partir da culpa e do arrependimento incessante, remoendo tudo aquilo, a gente termina transferindo para o nosso austo espiritual, como diz o Emanuel, ou através daquilo que a gente irradia. Se alguns espíritos entrarem aqui agora nesse salão, nesse salão entra um irmão agora aqui na sala na dimensão espiritual, um espírito. Ele vai saber quem é cada um de nós aqui nesse instante, de acordo com a nossa aura, a nossa irradiação áurica. Só que agora tá todo mundo bem, eu imagino, né? Tá todo mundo bem, tá um azulzinho da cor da espiritualidade, tá aquela irradiação verde que é a cor do equilíbrio, mas quando a gente vai pro nosso dia a dia, volta paraa nossa casa, mas nós demonstramos efetivamente quem somos nós, porque vem as oscilações que a própria vida nos caracteriza. E ele continua ainda dizendo: "A feição do ímã que possui campo magnético específico. Toda criatura traz consigo o aura de forças criativas ou destrutivas, depende do que eu tiver irradiando." Que ele marca a índole, a índole de cada um de nós no feixe de raio invisíveis que arroja de si mesmo. É exatamente essa questão da aura, porque nós irradiamos nesse campo magnético que tá ao redor de

Que ele marca a índole, a índole de cada um de nós no feixe de raio invisíveis que arroja de si mesmo. É exatamente essa questão da aura, porque nós irradiamos nesse campo magnético que tá ao redor de cada um de nós. E aí vem as similaridades, porque nós atraímos semelhantes. Isso é uma das coisas certas. Nós segundo as informações trazidas pelos benfeitores espirituais e Aran Kardec deixa muito claro isso nas suas obras, que nós atraímos aquele que se parecem conosco. Os espíritos olham para nós, vem o nosso pensamento, a nossa irradiação e se nós tivermos alguma coisa que vá atraí-los, ele vem em direção à gente. aqueles seres menos elevados ao se aproximar de mim e me vê com pensamento sad, elevado, vivenciando a renovação dos meus propósitos, da minha própria vida, ele vai se afastar de mim. Ele não vai encontrar o acalento do que ele deseja nos meus sentimentos. E é isso que o espírito emano diz, a afeição do íã que possui um campo magnético específico, que é aquilo que a gente retrata de cada um de nós, toda criatura traz consigo o alo ou a aura de forças criativas ou destrutivas, de acordo com aquilo que a gente está irradiando de nós mesmos. É por esse alo, a qual me referi agora também e ele no texto que estabelece as nossas ligações de natureza invisível. nos domínios da afinidade. Então, muitas vezes a gente vem essa casa, esse hospital, porque aqui é um hospital. A comunhão espírita é uma escola, aqueles que aqui estudam, mas aqui é um hospital. Que nós viemos a nossa essa casa primemidos pelos transtornos de natureza espiritual. Mas por quê? Será que nós estamos todos nós inocentes nesse processo? Hoje nós estamos atraindo exatamente esse que culminam junto a mim com os transtornos de natureza espiritual que nos faz vir a essa casa. Porque nós atraímos aqueles que que se parecem com nós. E isso é retratado em forma de energia. Se a gente vai a um ambiente de pessoas que se parecem conosco, vamos raciocinar dessa forma, vamos fazer uma analogia. Se a gente é

que que se parecem com nós. E isso é retratado em forma de energia. Se a gente vai a um ambiente de pessoas que se parecem conosco, vamos raciocinar dessa forma, vamos fazer uma analogia. Se a gente é convidado, cada um de nós é convidado para ir para determinado ambiente, uma festa que seja, e chega lá, encontra pessoas que partilham, que comungam dos mesmos sentamentos ideais com a gente, nós nos sentimos em casa. É ou não é? É assim. Eu não tô falando se é bom ou se é ruim. Eu tô dizendo que existe uma similaridade de pensamento e de anseios com cada um de nós. Isso é certo. Se nós chegamos num lugar que não está em consonância com os meus anseios, com os meus sentimentos, a gente começa, o coração já começa a bater forte, a respiração ficou fegante, principalmente os os médios de efeito físico. Aí fica, vocês sabem disso, alguns de vocês talvez tenham passado por isso. Aí começa a ver aquela palpitação no coração, você não se sente bem naquele ambiente, vai embora. É exatamente isso que ele tenta nos dizer quando ele diz aqui, é por esse alo que estabelecemos as nossas ligações de natureza invisível nos domínios da afinidade. Porque essa é uma premissa é constante para cada um de nós, que é a afinidade de natureza espiritual. E isso repercute aqui na nossa vida física também. A gente tende a se aproximar daqueles que pensam como a gente. E ele continua no texto, operando a onda mental em regime de circuito, por ela incorporamos, quando moralmente desalentados os princípios corrosivos que manam de todas inteligências encarnadas ou desencarnadas que se entrosem conosco no ambiente da nossa atividade influência. Então nós vamos atrair a partir dessa premissa do que a gente tá radiando pela culpa, fazendo com que esse remorço ou desse arrependimento não mude a sua configuração. E isso repercute no que nós estamos irradiando ou podemos dizer pensando. E a gente vai atrair na dimensão espiritual aqueles que se afinizem conosco. Então, se eu estou com a depressão nesse momento oriunda da minha

no que nós estamos irradiando ou podemos dizer pensando. E a gente vai atrair na dimensão espiritual aqueles que se afinizem conosco. Então, se eu estou com a depressão nesse momento oriunda da minha culpa, eu preciso renovar os meus propósitos. de natureza pessoal, de natureza mental, de natureza afetiva, para que esse arrependimento não continue trazendo uma verdadeira distonia da minha irradiação energética, atraindo aqueles que se parecem conosco. E isso vai culminar muitas vezes com a vinda dessas pessoas a esta casa para fazer um tratamento com passe e melhorar. Mas aí tem um problema. aqueles transtornos que promovem a nossa vinda, natureza pessoal que promove a nossa vinda para cá. Os irmãos dão passe e acolhe os irmãos que muitas vezes estão nos acompanhando. Alguns ficam lá fora e outros entram conosco aqui e aqui são acolhidos, atendidos para instituição corrige na dimensão espiritual. Mas se nós voltarmos para casa fazendo as mesmas coisas, vão aparecer outros, porque tudo é afinidade. E é isso que ele deixa claro no texto, a ponto de, e ele diz assim: "Por ela incorporamos quando moralmente desalentados, claro, os princípios corrosivos que manam de todas inteligências encarnadas e desencarnadas." Porque esse raciocínio nosso não é somente para os encarnados, nós atraímos também os encarnados que se parecem conosco. E continuam dizendo, projetando as energias de laceran do nosso próprio desgosto, ante a culpa que adquirimos, quase sempre somos subitamente visitados por silenciosa argumentação interior que nos converte pensar, pesar, inicialmente alimentado contra nós mesmos em mágoa irritação contra os outros. Alguns destes, qualquer um de nós, quando passa por todo esse processo, quando foge o dever, cai na culpa, entra no remorço, o arrependimento incessante transformando o nosso psiquismo, a nossa irradiação energética. Mas se a gente não parar para pensar e revertermos esse quadro, né? Pelo contrário, isso se estende e se não tiver humildade suficiente, vem o

ormando o nosso psiquismo, a nossa irradiação energética. Mas se a gente não parar para pensar e revertermos esse quadro, né? Pelo contrário, isso se estende e se não tiver humildade suficiente, vem o vitimismo. As pessoas vão se aproximar de nós e vão e nós vamos dizer para elas como parte desse processo, nós como parte desse processo, mas você não tá vendo, eu estou sofrendo. E você termina transferindo para os outros aquilo que você tá passando. Mas o orgulho não deixa você ter humildade suficiente para dizer: "Eu tô sofrendo porque eu errei, porque eu não tive a sensibilidade e a culpa é maior ou menor quanto mais sensível for o espírito envolvido nesse contexto." Ainda tem isso. Se é um ser ainda muito infantil do ponto de vista espiritual, menos repercussão ele vai ter com a própria culpa. Quanto mais sensibilizado ele for, quanto mais conhecimento ele tiver do conhecimento, quanto mais conhecimento ele tiver do evangelho do nosso Jesus, que é o nosso guia, maior vai ser a sua culpa. Mas só que ele conhece o ensinamento do Cristo e a partir daí ele vai renovar seus propósitos, quem sabe transformar sua vida. Então, eh, o pesar inicialmente alimentado contra nós, porque nós nós dizemos: "Puxa, por que que eu fiz isso, né?" Mas e ele diz assim, em mágoa e irritação contra os outros, porque como se nós disséssemos: "Estamos passando por esse processo e os outros não reconhecem. Você não está vendo que eu tô sofrendo?" diz o Emanuel. Em resumo, seria isso, é que os reflexos de nossa defecção atorvelinharem junto de nós, assimilam de imediato as indisposições alheias, carreando, olha o que que ele diz, carreando para a cusca de nossa alma todas mensagens inarticuladas de revolta, desânimo, angústia, desespero que vagueiam na atmosfera psíquica que respiramos dos outros, do universo. termina atraindo isso, metamor metamorfoseando-nos em autênticos rebelados sociais, famintos de insulamento ou escândalo, dos quais possamos dar pasto à imaginação virulada pelas mórbitas

do universo. termina atraindo isso, metamor metamorfoseando-nos em autênticos rebelados sociais, famintos de insulamento ou escândalo, dos quais possamos dar pasto à imaginação virulada pelas mórbitas sensações de nossas próprias culpas. Então, a partir desse quadro de natureza mental, a gente termina atraindo para nós esse tipo de sentimento que paira no psiquismo de natureza coletiva. Não só atraímos esses seres, como atraímos de forma energética esse tipo de sentimento para cada um de nós. Olha quanta reflexão a gente pode fazer através da culpa. Quanta reflexão a gente pode fazer pela culpa. E quem não aí novamente eu digo aqui, e quem não tá passando pela culpa um dia aí eu vou falar, contar um pouquinho a experiência aqui. Eu fui fazer um trabalho social, como eu faço lá em Águas Lindas e era meio-dia, meioia e 1 hora da tarde, eu saí apressado que eu tinha um compromisso aqui, passei, eu eu adoro o cão, eu adoro os animais, adoro os pads, eu tenho três em casa, eu tenho dois gados e um cachorro e são meus filhos. Um dia um se perdeu de mim. Eu até coloquei, minha esposa colocou no Instagram, eu levei o o meu gato mais velho, o Buba, para tratar dos dentes. Ele tava com transtorno na boca. Eu sou dentista, viu, gente? Sou dentista. E quando eu levo que o veterinário viu, senão vamos ter que cuidar da boca dele, tá infeccionada, vai ter que estragar uns dentes. E eu e ele fez o exame pré-operatório. Na hora que eu levei na casinha do cachorro, ele fugiu. Deixei mal feiro, ele fugiu. Nossa, mas foi terrível, né? Mas isso foi outro fato. Ele foi achado, tudo correto, foi tudo bem, graças a Deus, foi tudo bem. Eu tenho um amor pelo animal, pelos animais, os pets, todos os animais. O pássaro me comoove tudo que é produto do nosso pai, que é produto da natureza, né? E o Chico diz que os os animais são pra gente como os anjos são para nós. Ou seja, os anjos nos auxiliam na nossa evolução e cabe-nos a fazer a mesma coisa com relação aos animais, a fazermos progredi-lo também.

iz que os os animais são pra gente como os anjos são para nós. Ou seja, os anjos nos auxiliam na nossa evolução e cabe-nos a fazer a mesma coisa com relação aos animais, a fazermos progredi-lo também. E passou um cachorrinho na BR rapidamente, muito adoecido, magro, com sede. E eu atrasado do jeito que eu tava, me deixei levar pela pela por aquela circunstância atrasada e deixei ele para trás. Nem parei para dar uma água e aquilo me fez um mal enorme. E eu comecei a rememorar aquilo, rememorar, rememorar o jeito. Não posso ficar desse jeito. Não posso ficar desse jeito. Parei, percebi aquilo, percebi o meu dever que para mim, talvez para outro não, mas para mim era o dever. Isso é muito relativo também a partir de cada um de nós, pela sensibilidade de cada um. Mas eu parei e vi que eu não podia ter e passou-se o tempo com carregando aquilo dentro. Senor, não posso mudar mais isso. Me auxilia, meu pai, que que eu posso fazer pelo próximo? Por outro e vou se me desdobrando e pedindo ao Senhor que me ajude. Não posso ficar mais nesse quarto que não vai ser bom para ninguém, né? É a mesma reflexão que a gente precisa fazer. Eu vou correr um pouquinho por causa do nosso tempo. E nesse estado negativo que martelado pelas vibrações de sentimentos e pensamentos doentinhos, atingimos o desequilíbrio parcial total da harmonia orgânica, porque a partir disso, de toda essa premissa, isso transfere pro meu corpo. Somatizando. Ah, enredando o corpo e a alma nas telas da enfermidade com a mais complicada diagnose da patologia clássica. A noção de culpa em todo sexo e perturbações que eles são consequentes agirá com seus reflexos incessante sobre o corpo ou a alma que corresponda ao tema do remorço que nós estamos sendo portadores. Reflexo e é o reflexo disso tudo muitas vezes é o nosso suicídio, aquela atitude impensada que nós temos e que repercute de uma existência para outra nessa lei de causa e efeito. cair em culpa, demanda por isso mesmo, em humildade. Quando surge o arrependimento, nós logo mudamos a

impensada que nós temos e que repercute de uma existência para outra nessa lei de causa e efeito. cair em culpa, demanda por isso mesmo, em humildade. Quando surge o arrependimento, nós logo mudamos a partir disso, né? Surgiu arrependimento, a gente tomou ciência e muda dali paraa frente para um reajustamento imediato quanto possível do nosso equilíbrio vibratório, se não desejamos o ingresso inquietante nas escolas das longas reparações, por vezes vidas e mais vidas à frente. É por essa razão que Jesus, não apenas como mestre divino, mas também como sábio médico, nos aconselhou a reconciliação com os nossos adversários, enquanto nos achamos a caminho com eles, ensinando-nos a encontrar a verdadeira felicidade sobre a alicerce do amor puro e do perdão sem limites. Então diria que o perdão para conosco é uma forma salutar de equacionarmos isso, o perdão para com os outros, mas sobretudo perdão para conosco. A humildade acima de tudo, de pararmos e refletirmos, de termos ciência, dizer: "Meu pai, eu errei, isso tá doendo. Me auxilia, Senhor". E a gente vai encontrar certamente por as intuições que nós vamos receber dos amigos espirituais, nós vamos encontrar a devida resposta para equacionarmos esse sentimento tão doloroso que por vezes carregamos dentro de cada um de nós. O nosso tempo hoje precisamos encerrar. Vamos nesse instante silenciar o nosso espírito, fechar os olhos que desejarem. Vamos fazer uma prece elevando o pensamento. A prece, a prece verdadeira do nosso eu, ela eleva, eleva-se ao alto. Senhor de infinita misericórdia, nesse instante, Senhor, de tantas reflexões de cada uma das mentes, de cada um dos espíritos que aqui se encontram, esperamos que possa ser um aprendizado com estas reflexões, transformando o nosso ser. Tu bem sabes, Senhor, do esforço, ergúlio que fal, que fazemos cada um de nós para transformarmos o nosso ser, para mudarmos os nossos paradigmas, para trazermos o evangelho de Jesus paraa intimidade do nosso próprio ser também. Fortalece-nos, Senhor. Mas, Pai querido,

m de nós para transformarmos o nosso ser, para mudarmos os nossos paradigmas, para trazermos o evangelho de Jesus paraa intimidade do nosso próprio ser também. Fortalece-nos, Senhor. Mas, Pai querido, perdoa pelas nossas faltas, pelos nossos erros, pelas nossas transgressões e tenhais a certeza de oravante, Senhor, que daqui paraa frente nos esforçaremos para ser melhor a cada dia. Dessa forma, contando com a tua proteção, com o teu amor, nós encerramos esse encontro fraterno, dizendo do fundo do nosso coração: "Graças a Deus, graças a Jesus". Muito obrigado. Bom, agradecemos o nosso irmão Elisiário pelas reflexões, as pessoas que nos ouvem através dos canais, a Arina, a Audre, a Luciene, Alexis Santos de Londres. Olha aí, ó, a Marina de Florianópolis e a Rosiane e a todos que estão aqui neste momento conectados e ouvindo de algum canto. Recebam as nossas vibrações, as nossas orações. A todos aqui presentes, possamos agora, neste momento, depois dessa oração, dessa reflexão, nos prepararmos para o passe. Peço que se mantenham em prece em oração para quando entrarmos na cabine de paz, quando o nosso irmão ali Antônio chamar, possam todos estar em conexão com o nosso criador. Tenham todos um bom passe. Aqueles que nos ouvem através dos canais podem se manter conectados, que terá o passe virtual aonde estiverem e puderem se colocar à disposição para receber as vibrações de oração. Obrigado a todos. Uma boa semana, uma boa noite e um bom retorno a todos. Pode começar, Antônio. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta

ntimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa

teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados