A construção da paz

Estudantes do Evangelho TV 12/01/2026 51:17

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Transcrição

Olá, olá, minhas queridas amigas, meus queridos amigos. Muito boa tarde. Votos de paz e bem. Que Jesus e os benfeitores espirituais possam nos abençoar e se manter entre nós. É com muita alegria que me dirijo a cada um de vocês, externando os meus votos de um feliz ano novo e que nós possamos nesta tarde falar sobre esse tema tão importante pros dias atuais. A construção da paz. Eu sou aqui da cidade de Niterói, me chamo Rafael Siqueira, sou trabalhador da Sociedade Espírita Fraternidade e é com alegria que passo esses momentos de espiritualidade e de vida com todos vocês. Já estou registrando algumas pessoas aqui no nosso chat. Por exemplo, Marga, acredito que seja Margarida, ela se identifica com Marga 220260 desde 16:35. Ela já deixou por aqui uma uma pergunta deixando o seu boa tarde, dizendo que mora em Paraná, está a passeio no Rio de Janeiro e queria conhecer o Remanso Fraterno em Niterói. Você poderia passar os dias e horários paraa visitação? Bom, o Remanço Fraterno é uma instituição ligada à Sociedade Espírita Fraternidade de Auxílio às Crianças. Nesse mês de janeiro, a escola que atende as crianças está fechada, mas as atividades do Remanso estão ali em período de planejamento pro ano de 2026, de forma que para fazer uma visita realmente precisaria de um dia específico que fosse agendado. Minha querida, nós temos um site do Remanso Fraterno, remansofraterno.org.br, br, que você pode achar na internet ou simplesmente colocar no Google Remanso Fraterno que vai aparecer ali, tem os contatos, tem o fale conosco, tem o telefone, onde você vai poder obter todas as informações sobre as atividades realizadas no Remanso e sobre a forma de se comunicar conosco, tá bom? Espero que você possa conseguir nos visitar, estar conosco e é de braços abertos que a gente aguarda cada um de vocês, porque trabalhar com as crianças é de toda forma fazer um trabalho em prol do Cristo, em prol do evangelho. Para as nossas reflexões nessa tarde, a construção da paz. E eu me lembro de uma

m de vocês, porque trabalhar com as crianças é de toda forma fazer um trabalho em prol do Cristo, em prol do evangelho. Para as nossas reflexões nessa tarde, a construção da paz. E eu me lembro de uma música que é muito cantada no movimento espírita e também fora do movimento espírita, que éando cordel, um músico e um compositor nordestino, que ele nos diz mais ou menos assim: "A paz do mundo começa em mim. Se eu tenho amor, com certeza eu sou feliz. Se eu faço bem ao meu irmão, tem uma grandeza dentro do meu coração. Chegou a hora da gente construir a paz. Ninguém suporta mais o desamor. Paz pela paz pelas crianças. Paz pela paz pelas florestas. Paz pela paz pela grandeza de te amar. Eu quis começar com essa canção porque dentro da inspiração do cancioneiro popular, ele começa dizendo: "A paz do mundo começa em mim". Eu tenho certeza que todos nós que estamos neste momento sintonizados juntos nesta palestra, temos o desejo de viver em paz. Gostaríamos de quando ligássemos a televisão, de registrar notícias mais alviçareiras de um mundo que já consegue viver em paz, menos guerras, menos dificuldades nas famílias, menos problemas nas grandes cidades. Mas Nando Cordel nos traz uma coisa que é está dentro das possibilidades de cada um de nós, porque ele coloca: "A paz do mundo começa em mim". E o que que isso quer dizer? Nada obstante, eu não consiga resolver hoje o problema da paz mundial, a paz entre as nações, a paz das cidades, a paz no ambiente social, eu posso fazer a minha parte, porque quando eu, Rafael, trabalho pela paz, sou um bom pai, um bom filho, um bom trabalhador no meu ambiente de trabalho, quando eu sou um bom vizinho, quando eu sou aquela pessoa que nutro otimismo, uma pessoa que fala coisas boas que posta mensagens positivas nas redes sociais. Eu estou fazendo a minha parte pro mundo construir a paz. Porque vejam, o mundo é formado hoje de encarnados. Nós temos 8 bilhões de criaturas. Ou seja, o mundo hoje é o retrato de muitas pessoas que estão ainda pensando em guerra, pensando

construir a paz. Porque vejam, o mundo é formado hoje de encarnados. Nós temos 8 bilhões de criaturas. Ou seja, o mundo hoje é o retrato de muitas pessoas que estão ainda pensando em guerra, pensando em ódio, pensando nos mais variados problemas. Agora, se eu começo, de minha parte ser alguém que constrói um mundo melhor onde eu estou plantado, eu vou contribuindo, porque eu posso ser alguém melhor dentro da minha casa. Se a minha casa vive em paz, a minha casa se torna um eixo de equilíbrio pro meu prédio. O meu prédio se torna um eixo de equilíbrio pra minha rua. E a minha rua, consequentemente ela se torna um baloarte pra cidade e a cidade pro mundo. Não por outra razão, Morandas Caranchangand, que nós conhecemos por Mahatma, a grande alma indiana, ele certa vez teve ocasião de dizer: "Não existem caminhos para paz. A paz é o caminho. Ou seja, nós precisamos aprender a viver em paz, ter a paz como a tônica dos nossos dias, porque nós fazemos a paz, o verbo paz e arar, que hoje já está no próprio dicionário, na forma como nós falamos, na forma como nós convivemos com as pessoas, na forma de cumprimentar. Eu sou da Sociedade Espírita Fraternidade aqui em Niterói e tenho aprendido muitas lições com José Raul Teixeira, que vocês conhecem, um médium, um grande trabalhador do movimento espírita. E ele costumava dizer que nós conhecemos uma pessoa pacífica até pela forma de abrir uma porta. E vocês podem perguntar: "Como isso, Rafael? Uma pessoa que está em paz, ela abre a porta devagarzinho, porque pode ter alguém trabalhando do lado de dentro, pode ter alguém dormindo do lado de dentro. Agora, uma pessoa tumultuada, uma pessoa que está desequilibrada, ela abre a porta, ela arranja o chão, ela não quer saber dos outros. Então, viver em paz é pensar que eu sou parte de um todo. E são nas minhas pequenas contribuições que eu trabalho pela paz do todo. Pensar em paz, nós precisamos voltar ao grande mestre das nossas vidas, que é Jesus de Nazaré. Allan Kardec ouve muito

m todo. E são nas minhas pequenas contribuições que eu trabalho pela paz do todo. Pensar em paz, nós precisamos voltar ao grande mestre das nossas vidas, que é Jesus de Nazaré. Allan Kardec ouve muito bem em a questão 625 do livro dos espíritos indagar aos imortais. Qual o tipo mais perfeito que Deus nos enviou ao mundo para ser nosso modelo e nosso guia? E vamos pensar nessa questão. Se é modelo, modelo para nós copiarmos, ou seja, se nós queremos viver em paz, nós precisamos copiar Jesus. Se é guia, é para nós seguirmos, porque um guia é para seguir. Se nós queremos viver em paz, nós precisamos seguir Jesus. E no Evangelho de João, capítulo 14, no verso 27, Jesus nos trouxe uma frase bastante apropriada pros dias da atualidade. Quando assim ele colocou: "Eis que vos deixo a minha paz. Eis que vos dou a minha paz. Não vou dou como o mundo a dá, mas eu a dou como somente eu a posso dar. Essa é uma frase que nós precisamos refletir juntos para pensar no que Jesus quis dizer com ela. Antes de nós começarmos a costurar sobre o que Jesus quis nos dizer, deixa eu dar boa tarde paraa Cíntia, para Fátima, dizer que é uma alegria estar com vocês. Eu tô com um cachorrinho aqui do meu lado, gente. Ele chama Chico. Vocês estão vendo que a minha casa é cheia de Chico porque eu tenho Chico Cachorro, tenho Chico Francisco de Assis, eu tenho Clara de Assis. Então, voltemos à questão de Jesus, porque o mestre nos fala assim: "Eu vos dou a minha paz, não vou lad como o mundo a dá, mas a dou como eu posso dar." Jesus estabeleceu que existem dois tipos de paz, ou seja, dois entendimentos sobre o que é viver em paz. o entendimento do mundo, o entendimento do evangelho. E nós precisaríamos estudar o que que o mundo entende sobre paz para depois chegarmos à conclusão o que é a paz do Cristo. E para tanto, nós vamos nos valer de dois livros do benfeitor Emanuel. O primeiro deles, o livro Vinha de Luz, que é um livro formidável para nós fazermos o culto do evangelho do lar, igualmente para nós abrirmos ao acaso

os nos valer de dois livros do benfeitor Emanuel. O primeiro deles, o livro Vinha de Luz, que é um livro formidável para nós fazermos o culto do evangelho do lar, igualmente para nós abrirmos ao acaso uma situação em que nós tivermos nervosos, ansiosos, com alguma dificuldade, porque parece que o benfeitor Emanuel, ele manda uma página apropriada para aquela situação. Muito boa tarde. Falei com a Fátima, falei muito boa tarde, Sueli Costa. É um prazer estar com vocês, meus amigos. Eu peço a Jesus vos abençoe. Olha, eu tô muito feliz de falar pro estado de Goiás. Nós aqui de Niterói, conversando com vocês de tão longe, mas pelas vias das redes sociais tudo se torna tão perto. Na lição 105 desse livro Vinha de Luz, o benfeitor Emânuel intitula Paz do Mundo e Paz do Cristo. E num determinado parágrafo, ele vem a dizer o que que é a paz conforme os padrões do mundo. Então vamos juntos. Nos círculos da carne, a paz das nações costuma representar o silêncio provisório das baionetas. Baionetas, meus amigos, é uma arma que era muito comum na época que Emanuel escreveu. Era uma espécie de arma comprida, uma espingarda com uma faca na ponta, porque Emanuel se utilizava das coisas do tempo que ele escreveu. Hoje nós temos canhões, mísseis, tanques, armas supersônicas. Então, para o mundo estar em paz é quando nós não estamos em guerra. Mas será que viver em paz é apenas não estar em guerras? Ou será que é um processo de desarmamento da mente, das palavras e das atitudes? Porque vejam, nós podemos estar num mundo sem guerras, mas as pessoas completamente belicosas, armadas intimamente. Às vezes, um estado temporário de ausência de guerras, os governantes estão pensando no próximo conflito, estão pensando no próximo meio de dominar uns aos outros. Vejamos, às vezes nós dentro de casa possamos estar num período aparentemente tranquilo, mas pensando de uma forma prejudicar o nosso próximo, prejudicar o nosso parente, tomar vantagem em determinadas situações. Então, Emmanuel coloca paz

ssamos estar num período aparentemente tranquilo, mas pensando de uma forma prejudicar o nosso próximo, prejudicar o nosso parente, tomar vantagem em determinadas situações. Então, Emmanuel coloca paz não é apenas ausência de guerras. E ele continua nos círculos da carne, às vezes a paz para os ociosos e sistemáticos é a fuga ao trabalho. Olha como são profundas as colocações do benfeitor Emanuel. Ele nos fala que para aquele que é preguiçoso, viver em paz é fugir ao trabalho. Quantas pessoas querem deixar de trabalhar? Mas será que viver em paz é ficar sem fazer nada? É não ter nenhuma obrigação? Quando o próprio Cristo já nos disse: "Meu pai trabalha até hoje e eu trabalho também. O trabalho é fonte de vida. O trabalho dignifica o homem. E vejam, eu aqui não estou falando que não deve haver o período do repouso, porque o livro dos espíritos nos fala da lei do trabalho e também nos fala da necessidade do repouso. Mas muitos ainda acham que estar em paz é apenas não ter nada para fazer. E Em Emanuel diz exatamente o contrário. Vamos seguir. A paz para os vaidosos é o aplauso da ignorância. Quantos no mundo pensam que estar em paz é receber aplausos? Vejamos hoje como costuma ser as coisas da atualidade. Muitos acham que ter pais é ter seguidores nas redes sociais. Ainda outro dia alguém me mandou uma mensagem pelo Instagram dizendo assim: "Olha, eu posso conseguir 6.000 seguidores para você no Instagram?" E eu fiquei pensando, "Para que que eu quero 6.000 seguidores? Eu quero um amigo com o qual eu possa contar. Eu quero alguém com quem eu posso conversar. Porque muitas pessoas acham que viver em paz é ter likes, é ter seguidores, é ter aqueles minutos de glória. E às vezes as pessoas têm minutos de glória, mas a consciência está queimando, porque nós não somos ainda pacíficos nas nossas atitudes. Estamos com a mente fervilhando de ciúmes, de vontade de caluniar, das competições no mundo, onde parece que nós queremos ser melhores do que as outras pessoas, vivendo como se nós

as nossas atitudes. Estamos com a mente fervilhando de ciúmes, de vontade de caluniar, das competições no mundo, onde parece que nós queremos ser melhores do que as outras pessoas, vivendo como se nós fôssemos adversários. Então nos diz, Emmanuel, viver em paz não é eu ter o aplauso das pessoas. E isso ainda nos traz uma outra significação. Quando estamos a trabalho com Cristo e para o Cristo, nós não devemos almejar destaques que o próprio Jesus não teve. Quantos são aqueles que ao fazer uma palestra ou a atuar na mediunidade querem ser reverenciados como se isso trouxesse paz para eles? Mas não, a nossa obrigação é o dever retamente cumprido. É a consciência tranquila. Quando a gente coloca a cabeça no travesseiro à noite. Prossegue o benfeitor Emanuel nos colocando: "A paz para os vingativos é a destruição dos adversários". Vejamos, muitos acham que ter paz é quando eu destruir o meu inimigo. Nós vamos pensar juntos. Se nós somos espíritos imortais, eu destruo alguém? Ou a pessoa que é também um espírito, ela apenas deixa de ter um corpo de carne e permanece viva nos palcos da espiritualidade. Então, viver em paz não é destruir ninguém. Viver em paz é pedir desculpas quando eu erro. aceitar um pedido de perdão quando uma outra pessoa se equivoca conosco e procurar viver em paz com todo mundo. Eu me lembro de uma citação do Evangelho que a minha é muito cara, quando Jesus nos coloca: "Reconcilia-te com teu adversário enquanto estiveres a caminho com ele, para que te o adversário não te leve ao juiz, o juiz te entregue ao oficial de justiça e o oficial de justiça te coloque na prisão, pois dali não sairá enquanto não tiveres pago o último seitil." As colocações do Evangelho, meus amigos, nós precisamos pegar no seu sentido simbólico, porque o juiz, o oficial justiça e a prisão são a nossa consciência. Pagar o último seitilio quer dizer, enquanto eu não houver reparado os meus equívocos, eu não estarei em paz. É o cachorro, gente, querendo sair do do quarto. Vou abrir a porta para ele.

consciência. Pagar o último seitilio quer dizer, enquanto eu não houver reparado os meus equívocos, eu não estarei em paz. É o cachorro, gente, querendo sair do do quarto. Vou abrir a porta para ele. Permanece o benfeitor Emanuel colocando pra gente: "A paz para os negociantes sagazes é a exploração inferior." Quantos são aqueles que trabalham no comércio e acham que fazer um bom negócio é quando eu tenho muito lucro e a outra pessoa não tem lucro quase nenhum? ou quando eu acho que fazer um bom negócio é passar a perna nas outras pessoas. Eu tenho aprendido nos meus estudos que o mundo não é dos espertos, mas o mundo é dos despertos. Desperto, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti. É uma citação de Paulo na epísola aos Efésios. Então, viver em paz não é passar a perna em ninguém, não é achar que eu tive lucros absurdos à custa das outras pessoas. Viver em paz é saber que se eu trabalho, eu sou digno do meu salário, mas eu não posso andar por aí achando que eu sou mais esperto que as outras pessoas e lesar a quem quer que seja. Permanece o benfeitor Emanuel coloca: "A paz dos comilões é o repasto opulento do estômago, embora haja fome espiritual no coração." Essa para mim diz muitas coisas, porque quantas vezes eu achei que viver em paz era ter tudo que eu queria para poder comer? Mas será que ter paz é apenas ter a barriga cheia? Ou será que ter paz é saber que eu preciso andar no mundo fazendo o bem que me é possível, ajudando as outras pessoas? Porque observem, se eu acho que ter paz é apenas comer demais, comer o que eu quero, eu posso passar mal. E viver em paz não é passar mal, não é ficar doente por conta dos excessos. Viver em paz é um estilo de vida onde eu aprendo a amar o outro. a mim mesmo e ao criador de todas as coisas. Então, vejamos. Numa primeira leitura do livro Vinha de Luz, nós viemos a entender o que é a paz do mundo, a paz do ganancioso, a paz do comilão, a paz daquele que gosta dos aplausos, a paz dos guerreadores, mas

mos. Numa primeira leitura do livro Vinha de Luz, nós viemos a entender o que é a paz do mundo, a paz do ganancioso, a paz do comilão, a paz daquele que gosta dos aplausos, a paz dos guerreadores, mas não essa paz do Cristo. Nós vamos agora para um outro livro, o livro Fonte Viva. Porque aqui Emanuel nos diz o que que é a paz. Conforme Jesus, na lição de número 136, intitulada Vivamos Calmamente, ele nos diz assim: "A paz decorre da quitação de nossa consciência para com a vida e o trabalho reside na base de semelhante equilíbrio." O que é a paz segundo Jesus? Quitação da consciência para com a vida e o trabalho reside na base de semelhante equilíbrio. Como saber então se eu estou vivendo em paz? Pergunte à própria consciência. Será que eu tenho feito todo o bem que está ao meu alcance? Isso é viver em paz. Será que quando eu coloco a cabeça no travesseiro à noite, eu consigo dormir tranquilo? Tenho sido um bom pai? Tenho sido um bom filho? Tenham sido um funcionário, eu trabalho no Banco do Brasil, tenho sido um funcionário que respeita o meu patrão e se eu sou patrão, tenho tratado os meus funcionários de uma forma a não explorar ninguém, se viver em paz. Como que eu trato o meu vizinho? Estou sempre brigando com ele por questões as mais diversas. Como que eu vivo com as pessoas na rua? E observem para saber se eu sou uma pessoa de paz. Observemos a forma como eu trato os lixeiros na rua. Aqueles que estão ali às 5 horas da manhã, às 6 horas da manhã limpando a rua, eu dou bom dia a eles. Eu observo que eles existem. Observemos a forma como nós tratamos os ascensoristas do prédio. Será que eu os cumprimento? Será que eu sei da existência deles? Porque viver em paz é a forma como eu me apresento no mundo. É a forma como eu convivo com as pessoas. Eu sou alguém agradável. Eu sou alguém com o qual as pessoas gostam de se aproximar, conversar. Minha mãe costuma dizer assim: "Sabe, meu filho, as pessoas gostam de estar perto de mim. Eu às vezes digo para ela: "Mamãe, é porque

ou alguém com o qual as pessoas gostam de se aproximar, conversar. Minha mãe costuma dizer assim: "Sabe, meu filho, as pessoas gostam de estar perto de mim. Eu às vezes digo para ela: "Mamãe, é porque você é uma pessoa pacífica." Porque quando a gente é uma pessoa pacífica, uma pessoa simpática, uma pessoa que sabe agradar o outro, é como se a gente tivesse açúcar. Na brincadeira, todo mundo gosta de se aproximar. Isso é viver em paz. Mas quando é nós somos aquela pessoa belicosa que fala alto, está sempre às turras, está sempre reclamando da vida, parece que a gente vai afastando as pessoas em nós. Então, os dias da atualidade são dias que nos convidam a ter paz de consciência, a fazer o nosso melhor para que o mundo seja igualmente melhor. Quero dar uma boa tarde a Denise Malaquias. Quero dar um boa tarde a Norton José bom da Rocha, o último último nome. E como eu sei que a minha palestra não pode ser muito longa, me foi falado por volta de 40 minutos, eu me dando a possibilidade de estender mais um pouquinho, eu quero lembrar com vocês uma frase do benfeitor Emanuel. Vocês estão percebendo que eu hoje estou com bastante Emanuel na cabeça no livro Pensamento e Vida, quando ele logo na primeira lição, ele nos traz a seguinte frase: "O nosso pensamento cria a vida que procuramos através do reflexo de nós mesmos, até que nos identifiquemos um dia no curso dos milênios, com a sabedoria infinita e com o infinito amor que constitui o pensamento e a vida do nosso pai. Vamos parar e pensar um pouco nessa frase. Por que que viver em paz começa no pensamento? Porque o nosso pensamento cria a vida que nós procuramos. O meu pensamento gera as minhas palavras. As minhas palavras junto com os meus pensamentos geram a forma de vida que eu tenho no mundo. Então, se os meus pensamentos ainda são pensamentos de ódio, pensamentos de rancor, pensamentos de competição, de comparação com as pessoas, qual a forma que eu tenho vivido no mundo? É uma forma de paz. Por outro lado, se os meus pensamentos

nsamentos de ódio, pensamentos de rancor, pensamentos de competição, de comparação com as pessoas, qual a forma que eu tenho vivido no mundo? É uma forma de paz. Por outro lado, se os meus pensamentos são pensamentos de ajuda, pensamentos de solidariedade, pensamentos de servir, de praticar a caridade, qual a forma que eu tenho vivido no mundo? Por que que vocês acham que o mundo hoje está tão contorbado só por causa das ações? Não, por causa dos nossos pensamentos. Eu tenho formação em psicologia e uma das minhas especializações é em psicologia positiva, neurociência, mindfulness. A neurociência é um ramo que estuda o funcionamento do nosso psiquismo, de toda a estrutura do nosso sistema cerebral e igualmente os resultados na nossa forma de falar, na nossa forma de agir, na nossa forma de interrelacionar. E eu quero compartilhar com vocês uma pesquisa. Os números não são absolutos porque a ciência trabalha com hipóteses. Nós levantamos hipóteses e depois vamos checando os resultados. Num desses trabalhos, nós chegamos à conclusão que nós temos cerca de 70.000 pensamentos por dia. Esse número pode variar conforme a pesquisa. Já conseguiram imaginar o quanto representa 70.000 pensamentos por dia? É muita coisa, gente. O que eu posso dizer para vocês é, nós não paramos de pensar nem um minuto. Enquanto vocês estão me escutando, muitos podem estar pensando no que vão comer depois. Muitos podem estar pensando no que vão fazer durante a semana, outros podem simplesmente estar pensando no que eu estou dizendo. Mas o fato é, todos nós estamos pensando. E a conclusão dessa pesquisa, além dos 70.000 1 pensamentos é apenas 20% deles são de conteúdo elevado. Acharam número baixo, mas está certo. O que que isso quer dizer? De cada 10 pensamentos que nós temos, apenas dois são elevados. Ou seja, 80% do nosso tempo nós estamos empregando para pensar mal. Nós pensamos em fofoca, nós pensamos mal do mundo, pensamos mal das coisas, pensamos coisas ruins sobre nós mesmos, vivemos naquela de ansiedade em relação

empo nós estamos empregando para pensar mal. Nós pensamos em fofoca, nós pensamos mal do mundo, pensamos mal das coisas, pensamos coisas ruins sobre nós mesmos, vivemos naquela de ansiedade em relação ao futuro ou de remoer coisas que já passaram, predispondo às depressões. Pensamos numa numa faixa de competição com as outras pessoas e isso vai turbilionando as nossas vidas. A benfeitora Joana de Angeles, num livro notável chamado Desperte Seja Feliz, ela nos coloca que todos nós temos um médico interno, a lição de número seis. E esse médico interno é capaz de revitalizar o nosso corpo ou adoecer o nosso corpo conforme as vibrações da mente. Qual é a proposta? Que nós aprendamos a pensar melhor? Tanto isso é verdade. Eu não sei como é aí no estado de Goiás, mas aqui no Rio de Janeiro, muitas pessoas têm o costume de dizer assim: quando vão fazer a prece, vamos elevar os nossos pensamentos. Por que que nós dizemos assim quando vamos orar? Vamos elevar os nossos pensamentos? Porque usualmente eles não estão elevados. Nós estamos pensando coisas negativas. E de tanto pensar negativo, nós atraímos esse negativo paraa nossa vida. Nós não aprendemos a viver em paz. Nós pensamos negativo das outras pessoas. Estamos sempre engendrando os mais variados problemas no mundo. E o mundo é o retrato do que começa dentro de nós mesmos. É muito bom pensar sobre isso. Por quê? A violência externa, ela nasce na nossa violência interna. Quantas vezes eu quis discutir com alguém, mas antes de eu discutir externamente, a discussão começou aqui. Então, antes de eu me permitir sentir aquela raiva extrema, vamos aprender a gerenciar os nossos pensamentos, aprender a orar, a escutar uma boa música, a mudar a faixa, mudar a sintonia. Porque hoje nós estamos entrando numa sintonia de coisas negativas. E eu vou dar uma dica para vocês. Se nós ficarmos 24 horas por dia assistindo só coisas negativas, liga a televisão, são só aquelas notícias de guerra, notícias de morte, notícias de tragédia. Nós nos encharcamos com aquilo

ara vocês. Se nós ficarmos 24 horas por dia assistindo só coisas negativas, liga a televisão, são só aquelas notícias de guerra, notícias de morte, notícias de tragédia. Nós nos encharcamos com aquilo e daí a pouco nós estamos naquela frequência. Vamos mudar essa frequência. Se nós ficamos vinculados às redes sociais, porque a rede social hoje ela trabalha com algoritmo e esse algoritmo traz muito daquilo que nós não precisamos e traz pouco daquilo que nós precisamos. Porque vejam, são discussões interminas entre famílias por questões as mais variadas e a gente vai se intoxicando. Então, que nós possamos ter a responsabilidade de nutrir a nossa mente com coisas boas, para que as nossas palavras e as nossas atitudes sejam positivas. só depende de nós. Por isso nos diz o benfeitor Emanuel, o nosso pensamento cria a vida que procuramos até que um dia o nosso pensamento ele possa se compatibilizar com o pensamento do próprio Deus, que é o criador de todos nós. Meus amigos, viver em paz, vocês já perceberam que é um processo muito mais amplo do que simplesmente acabar uma guerra. Viver em paz é um processo de espiritualização das nossas vidas. E ser espírita nos dias atuais é uma grande porte, uma porta que se abre para que eu aprenda a viver melhor, para que eu aprenda a tratar as pessoas melhores, para que eu renuncie às discussões. Eu sempre aprendi quando um não quer, dois não briga. Isso é bonito demais, porque se alguém me xingar, quem xingou foi ele, não fui eu. Se alguém quiser me bater, quem quer bater é ele, não é eu. Se alguém me caluniar, quem está caluniando é ele, não sou eu. Eu não preciso entrar no mesmo diapasão. Eu sou um contador de histórias. E um dia um samurai chegou para um monge e o samurai perguntou assim pro monge: "O que é o céu?" Bom, eu não tenho como te explicar o que é o céu de uma forma tão simplória, mas o samurai foi ficando irritado, irritado. Eu preciso saber o que é o céu e o que é o inferno. Se você não me disser, ele tira a espada

ho como te explicar o que é o céu de uma forma tão simplória, mas o samurai foi ficando irritado, irritado. Eu preciso saber o que é o céu e o que é o inferno. Se você não me disser, ele tira a espada do alforge, eu vou te matar. E o monge respondeu em seu inferno. O inferno é a violência que nós trazemos dentro de nós. O inferno são os nossos pensamentos equivocados. Porque veja, você me fez uma pergunta. Você nem me conhece e agora já quer me matar. Eis que aquele samurai melhorou a sua vibração, colocou a espada no alforge novamente e o monge lhe respondeu: "Pois muito bem, agora você chegou no céu, porque o céu é aprender a viver em paz. Vamos conversar porque do diálogo nascem as nossas melhores proposições. Ou seja, a paz é um estado de espírito. Nós podemos acordar todos os dias com um sentimento de paz. Aprendam dar bom dia ao dia. Porque hoje e agora eu saí da neurociência, estou vindo um pouco pro mindfulness, tudo fazendo os links com a doutrina espírita. Nós estamos com excesso de informações e pobreza de atenção. Qual a primeira coisa que a gente faz quando se levanta pela manhã? Ah, eu abro o WhatsApp para saber se tem alguma informação. Para quê? Aquele monte de informações logo no início do dia. Vamos fazer uma oração. Vamos sintonizar com Deus. Vamos olhar pela janela, porque os pássaros estão ali. Vamos ver a beleza da vida. Vire-se pro lado. Há uma esposa noutro quarto há filhos. Dê bom dia. Viver em paz é um compromisso com a vida. É o compromisso de nós sermos felizes, afáveis, de nós agirmos com ternura onde quer que nós nos encontremos. Ah, Rafael, mas nesse mundo tão tumultuado, mas é o mundo que está tumultuado, nós não precisamos ficar. Se nós começamos a girar na mesma rotação do mundo, a gente se perturba. Mas se nós encontramos o nosso Cristo interno, encontramos Jesus de Nazaré, nós ficamos em paz. Então, meus amigos, como construir a paz? Não se constrói a paz exteriormente. A paz ela é construída interiormente. Porque se eu sou uma pessoa em paz, me

ntramos Jesus de Nazaré, nós ficamos em paz. Então, meus amigos, como construir a paz? Não se constrói a paz exteriormente. A paz ela é construída interiormente. Porque se eu sou uma pessoa em paz, me junto com a Cíntia, que é uma pessoa em paz, que se junta com a Sueli, nós vamos formando um primeiro, um primeiro grupo. E esse primeiro grupo, ele pode contagiar um outro grupo. E daí nós vamos mudando a estrutura do mundo. Hoje muito se fala em transição planetária e as pessoas querem saber quando vai ser quando nós nos tornarmos pessoas melhores, mais pacíficas. Então não esperem a década tal do século tal, a era tal. Quando eu, Rafael, for uma pessoa boa, uma pessoa sincera, uma pessoa fraterna, eu estou vivendo em paz. Eu já fiz a minha transição, porque a transição planetária é a minha transição pessoal. Eu quero nessa parte final da nossa fala trazer o exemplo de duas pessoas que aprenderam a viver em paz, dois processos íntimos. A primeira delas, Albert Schweiten, um grande cristão. Nascida em 1875 na Ausácia. Ausácia naquela época pertencia à França. Depois da guerra passou a pertencer à Alemanha, porque a Alemanha invadiu aquele território e hoje voltou a ser território francês. E ele tornou-se um musicista, tocava piano como ninguém. Ele trazia no seu piano as composições de Yorra Sebastianá. encantava as galerias do mundo, os teatros do mundo. Ele também era um grande teólogo, porque estudava o evangelho como ninguém. Quando tinha 30 anos, ele estava lendo um dos trechos do Evangelho e lá se deparou. Quem quiser vir após mim, tome a sua cruz e me siga. Pois aquele que quiser elevar-se será rebaixado. E todo aquele que quiser se rebaixar em meu amor, esse será exaltado. E ele pensou: Será que eu vim ao mundo apenas para ganhar aplausos? Porque ele era aplaudido? Será que eu vim ao mundo apenas para ser rico? porque ele era muito rico. Então, na sua casa, na sua mesa, na sua escrivaninha, ele dá conta-se de um jornal que fala de missões francesas para a África, para o

eu vim ao mundo apenas para ser rico? porque ele era muito rico. Então, na sua casa, na sua mesa, na sua escrivaninha, ele dá conta-se de um jornal que fala de missões francesas para a África, para o Gabão na cidadezinha de Lambá Renê. E ele, eu vou para África. E a esposa dele, dona Helena Breslot, você tá doido? Que mais você quer? Você já tem um bom emprego? Nós já temos as nossas propriedades, nada nos falta. É para lá que eu vou. Mas você vai fazer o que lá? Eles precisam de médicos, não precisam nem de teólogos, nem de musicistas. Ah, você me deu uma boa ideia. Vou fazer medicina. Mas com 30 anos, gente, no século XIX, 30 anos já era pra pessoa tá formada e pensando na melhor idade. 30 anos hoje é uma criança. Ele fez medicina e foi pra África. E na África ele começou a cuidar como médico de pessoas que tinham ranceníase, de pessoas que tinham doenças tropicais e num galinheiro. Lembrando a nossa irmã Dúcia aqui no Brasil, porque ela fez a mesma coisa, de um galinheiro, ele constrói um hospital e começa a tratar dos negros africanos. Ele se torna irmão dos negros africanos. Dr. Albert Weitzer gan o prêmio Nobel da paz em 1952. E quando vai ser laureado pela academia, ele diz a seguinte frase: "Vocês estão me laureando por viver como todo cristão deveria viver, ajudando as outras pessoas? Eu estou fazendo a minha parte." Ele viveu mais de 50 anos na África, tornou-se conhecido no mundo, escreveu os mais variados livros e descobriu a pra não sua França, mas naquela pequenina cidade Lambarenê. Em um dos seus livros, ele escreveu uma frase que eu quero compartilhar com vocês e a frase é um verdadeiro chamativo para paz. quando ele nos propõe, os anos podem enrogar a pele, mas perder o entusiasmo faz enrogar a alma. Agora nós vamos refletir sobre essa frase. Os anos podem enrugar o corpo, enrugar a pele. Porque se nós pararmos para pensar, todos nós vamos ficar velhos de idade, mas não velhos em espírito, porque o cabelo fica branco, a gente fica mais flácido, tudo isso está na

corpo, enrugar a pele. Porque se nós pararmos para pensar, todos nós vamos ficar velhos de idade, mas não velhos em espírito, porque o cabelo fica branco, a gente fica mais flácido, tudo isso está na pauta do envelhecimento. Mas Albert Whites, ele dizia: "Perder o entusiasmo faz enrugar a alma". E o que é perder o entusiasmo? A palavra entusiasmo, ela vem do grego em dento. Deus quer dizer Deus. Uma pessoa entusiasmada é aquela que tem Deus dentro de si. Tem Deus nas suas atitudes. Tem Deus na sua forma de lidar com as outras pessoas. Ou seja, eu só perco a saúde da alma se eu perder o entusiasmo. O que é viver em paz para Albert Schweitzer? é ter entusiasmo na forma de agir no mundo. E vejam, eu não preciso ir paraa África hoje. Eu não preciso me tornar um missionário num país tão distante. Eu posso ter entusiasmo em tudo que eu faço em Goiás, aqui no Rio de Janeiro, no trato com as pessoas, em tudo que eu faço, eu posso colocar a minha melhor expressão. Quantas pessoas que precisam de um sorriso? Quantas pessoas que precisam de um abraço? Quantas pessoas que precisam de um ouvido para ouvir as suas dores? Quanto a nossa casa espírita precisa de nós. Nós não precisamos querer fazer as grandes coisas. Vejam, Albert Whites renunciou a tudo, renunciou os aplausos, renunciou o dinheiro e foi paraa África. Nós podemos renunciar a nós mesmos e quem sabe na nossa casa espírita, no nosso ambiente de trabalho, onde estivermos, nós servirmos sem perguntar até quando. A segunda história que eu quero contar é sobre dona Agnes Goncha Bojacho. Talvez falando por esse nome vocês não a conheçam, mas eu me refiro à Madre Teresa de Calcut. Ela nasceu em 1910. No território da Macedônia, que aquela época ainda pertencia ao Império Otomano. Imaginem uma mulher cristã no império otomano, que é de maioria muçulmana, e ela chega pra mãezinha dela e diz: "Mamãe, eu vou ser cristã." Mas isso eu já sei, minha filha. Nós somos cristãos. Mamãe, eu vou servir Jesus. Minha filha, você vai servir Jesus aqui

ria muçulmana, e ela chega pra mãezinha dela e diz: "Mamãe, eu vou ser cristã." Mas isso eu já sei, minha filha. Nós somos cristãos. Mamãe, eu vou servir Jesus. Minha filha, você vai servir Jesus aqui num país essencialmente muçulmano? Mamãe, eu quero ser uma dama de caridade, minha filha, mas aqui não tem convento. Eu vou, mamãe, pro convento do Loreto. Era um sonho dela que se localizava na Irlanda. A Irlanda é um dos países que formam o Reino Unido, ali onde está a Inglaterra, o país de Gales, a Escócia. E ela foi, deixou de ser Agnes Goncha Bojo, assumiu o nome de Teresa, o nome religioso. E num determinado momento ela chegou paraa madre superiora no convento e disse: "Olha, eu quero servir ao meu próximo, mas você já serve?" Não, aqui eu não sirvo. Aqui eu finco no claustro o dia inteiro. Eu oro o terço, eu faço as penitências, mas eu penso que Jesus quer um pouco mais de mim. Mas todas as irmãs fazem isso. Por que que você quer ser diferente? Eu não quero ser diferente. Eu quero fazer o que Jesus fazia. Jesus estava no meio dos pescadores. Jesus estava no meio das mulheres adúlteras. Jesus estava no meio dos rancemianos. Deixa-me ir. Para onde você vai? Eu vou pra Índia. Pra Índia. Sim, paraa Índia, porque lá há necessitados, lá há crianças que não t o que comer, lá há pessoas lançadas na lata do lixo por conta do sistema das castas, onde existem os branes, os intocáveis e os douprias, que são aqueles que são vítimas de um karma e não podem ser ajudados. Minha irmã, você vai para lá? Vou. Vá com Deus, porque a nossa ordem não endosse essa atitude sua. Ela foi de Teresa, ela tornou-se Teresa de Calcutá, madre Teresa de Calcutá. E já estando na Índia um dia, ela numa grande estação de trem, pegando a locomotiva de Calcutá para uma cidade chamada Dardelin. Havia um retrato de Jesus num país indiano, mas um retrato de Jesus. E olhando para aquele retrato, o retrato fala com ela. Gente, um fenômeno mediúnico. Tenho sente. E ela se lembrou dos Evangelhos. Quando Jesus no auge da cruz

m país indiano, mas um retrato de Jesus. E olhando para aquele retrato, o retrato fala com ela. Gente, um fenômeno mediúnico. Tenho sente. E ela se lembrou dos Evangelhos. Quando Jesus no auge da cruz teve sede e pediu à soldadesca que lhe desse água. E a soldadesca romana em beebbe uma esponja com aloéis, uma substância amarga e dá na boca de Jesus. E ela entende o símbolo construir a paz é descedentar a todos os que sofrem. E ela decedenta crianças, fazendo com que as crianças pudessem estudar. E ela toma conta de rancenianos, porque os atirados na lata do lixo, porque podiam contaminar os branes, ela começa a dar dignidade, ela começa a viajar pelo mundo falando de paz, ela cria uma ordem chamada as damas da caridade. Olha que interessante. Poderiam ser as damas do amor, mas ela coloca as damas da caridade, que é muito próximo com fora da caridade não há salvação, da doutrina espírita. E o lema das damas da caridade é, eu vou falar em inglês, depois eu coloco em português, do small things with great love, que quer dizer todas as pequenas coisas que você for fazer, faça com o máximo de amor que você puder. Dois maltens, faça pequenas coisas with great love, com grande amor. O que que ela dizia? Viver em paz no mínimo que você fizer, o máximo de amor que você puder. O mundo precisa de amor e só com amor nós poderemos conquistar a paz. Em 1997, ela desencarnou, mas deixou o seu legado de paz para o mundo. Daí, meus amigos, nós não precisamos ser Albert Schweizer, mas nós podemos deixar paraas nossas vidas o legado do entusiasmo, ter Deus nas nossas atitudes, nas nossas falas. Nós não precisamos ser Madre Teresa de Calcutá, mas nós podemos guardar o legado dela nos nossos corações. Tudo que formos fazer, colocar todo o amor que nós pudermos. E aí nós entenderemos a grande proposta de Jesus. Eis que vos dou a minha paz. Eis que vos deixo a minha paz. Não vou dou como o mundo a dá, mas eu a dou como somente eu a posso dar. A paz de Jesus não é a paz da ausência de guerras. A paz de Jesus

. Eis que vos dou a minha paz. Eis que vos deixo a minha paz. Não vou dou como o mundo a dá, mas eu a dou como somente eu a posso dar. A paz de Jesus não é a paz da ausência de guerras. A paz de Jesus não é a paz dos comilões, dos gananciosos. Não é a paz dos negociantes sagazes. A paz de Jesus é a paz da consciência tranquila. É a paz do dever retamente cumprido. É a paz do amor que nós espalhamos aos nossos semelhantes. Eu agradeço por estar com vocês. Agradeço a a presença generosa e as falas de todos vocês que estão conectados comigo. E quero terminar lembrando uma canção composta por João Cabet, onde ele dizia assim: "Vem, Jesus, divino amigo, vem trazer a sua paz. Só tu és o nosso amigo que venturas mil nos traz. Vem, ó meigo Nazareno, este mundo consolar. Vem com teu olhar sereno toda a terra iluminar. Afasta do mundo a guerra este chacal devorador que destrói tudo na terra, espalhando luto e dor a gemidos de aflição. Já não há mais primaveras. Criancinhas pedem pão, homens lutam como feras. Vem, Senhor, vem reflorir os caminhos. Vem, Senhor, vem perfumar corações, exterminar a dor e fazer calar os canhões. Vem, Senhor, com teu amor tão profundo, iluminar consciências e fazer feliz o mundo. Um beijo grande e um feliz 2026. Ciao. Ciao. Por onde eu caminhar, contigo vou seguir. Venha [música] comigo. Ver. que juntos [música] temos força para vencer. Vamos [música] seguir na mesma [música] direção, buscando a união. Seremos [música] um só. >> Vamos buscar o amor dentro de [música] nós. vai sempre existir a força [música] para viver no coração, para nos [música] iluminar dentro [música] de nós. Vamos acreditar que em [música] nosso olhar existe a luz. O amor vai nos guiar. >> O amor vai nos guiar. dentro de [música] nós vai sempre existir a [música] força para viver no coração para nos iluminar. >> dentro de nós. Vamos acreditar [música] que em nosso olhar existe a luz. >> O amor vai nos guiar. O amor vai nos guiar. >> O amor vai nos guiar. [música] Oh.

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