A certeza da imortalidade: as provas da existência do Espírito - com Sônia Dantas 📱
Palestra: A certeza da imortalidade: as provas da existência do Espírito - com Sônia Dantas
Irmãos, queridas irmãs, sejam todos bem-vindos ao live de Jesus neste primeiro dia, né, de 2026. Que possamos ter um ano realmente abençoado, um ano de muitas alegrias e que nós possamos fazer parte, né, dessa corrente que quer levar o bem, quer levar a informação a todos os nossos irmãos. Então, o nosso trabalho fundamental na doutrina espírita é levar essa luz para as pessoas, né, que Jesus nos trouxe e que nos faz realmente ir além, nos faz compreender nossa existência, nossa vida. Então, que nós possamos neste ano recomeçar nossos estudos, aprender mais um pouco, né, e, se Deus quiser, evoluir um pouquinho mais também. Vamos aproveitar essa oportunidade que nós temos aqui no planeta Terra, né? Então, que seja um ano de muita paz, de muitas alegrias, de muita saúde para todos. É o que nós desejamos. Hoje nós temos aqui então a nossa palestra pública, iniciando com a nossa irmã Sônia Dantas, que vai trazer um tema muito importante para nós, a certeza da imortalidade, né? O que que a doutrina espírita nos fala sobre isso? Quais as provas que nós temos? que isto é realmente uma certeza. Então, hoje nós teremos a nossa irmã trazendo esse tema para nós e nós queremos agradecer desde já os nossos parceiros de transmissão, Jes TV Santa Catarina, TV Secal de Santa Catarina, rádio Deus conosco de Catalão, enfim, todos os nossos parceiros por essa oportunidade de levarmos, né, essa palavra a mais e mais irmãos. E você que gostou da palestra, né, que está nos vendo de casa, vamos transmitir, vamos repassar pros nossos irmãos para que essa luz chegue também a todos aqueles que necessitam, OK? Então, como fazemos? Vamos passar paraa nossa prece inicial. Vamos fechando nossos olhos, rogar ao nosso mestre amado que possa estar conosco em mais essa oportunidade, trazendo-nos, Senhor, os esclarecimentos que nós precisamos. Não só para acalmar nossa mente, que pede informações, pede provas, pede certezas, mas principalmente, Senhor, para trazer o refrigério aos nossos corações.
hor, os esclarecimentos que nós precisamos. Não só para acalmar nossa mente, que pede informações, pede provas, pede certezas, mas principalmente, Senhor, para trazer o refrigério aos nossos corações. certeza que somos muito amados por ti e que o Senhor cuida de nós este amor e que possamos, Senhor Jesus, estarmos ligados a ti, ao teu coração magnânimo, para que possamos ser melhores neste ano que se inicia, que possamos cumprir nossas obrigações com muito amor, com muito carinho e que possamos aprender um pouquinho mais, Senhor, da sua doutrina libertadora. Muito obrigado, mestre querido, por mais essa oportunidade e pedimos então as tuas bênçãos, a tua proteção para mais essa palestra pública. Que assim seja. Então, queria chamar a nossa irmã Sônia Dantas, né, nossa palestrante de hoje. A Sônia, ela é uma companheira nossa de muito tempo, trabalhadora da casa. Ela é diretora do Departamento de Estudos da Casa, né? Trabalha junto a Fégo, então é uma amiga nossa de muito tempo e que ela coordena também as palestras públicas do domingo. Então o serviço é é falar com a Sônia, né, a pessoa certa. Então ela tem mais que conhecimento, muitos conhecimentos para trazer para nós na noite de hoje. Uma ótima palestra. Boa noite a todos. Que a paz de Jesus esteja conosco. Nós cumprimentamos também os nossos irmãos que nos acompanham pela internet, os que estão assistindo nesse momento e os que nos acompanharão em outro momento pelo benefício que nós temos hoje, né, de deixar esses conteúdos gravados para que essa mensagem de Jesus chega a mais corações em todos os tempos. Então, nós pedimos que os bons espíritos nos inspirem, nos mantenham conectados com Jesus e com a sua equipe de benfeitores para que nós possamos compreender essa lição valorosa da noite e que nós possamos, a partir desses esclarecimento, né, desses estudos, a gente possa buscar esse consolo, né? Porque nós somos promotores da nossa evolução, né? Nós temos todos os recursos que nós precisamos para nós chegarmos na nossa
esclarecimento, né, desses estudos, a gente possa buscar esse consolo, né? Porque nós somos promotores da nossa evolução, né? Nós temos todos os recursos que nós precisamos para nós chegarmos na nossa destinação, que é a bem-aventurança, é felicidade que todos nós buscamos. E a doutrina espírita nos oferece um roteiro seguro, né? Mas depende da nossa parte, né, o nosso trabalho para que a gente alcance esse nosso objetivo. Então, a grande lição hoje pra genteão é sobre a imortalidade, que é um consolo, que é um alento paraa nossa vida. E foi uma lição deixada por Jesus, né, pelo através do martírio na cruz. na ressurreição, né? Depois da crucificação, Jesus trouxe para nós a grande lição da imortalidade, que já tinha sido eh cantada em versos e provas por diversos filósofos, estudiosos. Mas a prática, né, o a Jesus, a forma como ele chegou e como ele nos apresentou a imortalidade, foi um marco para o nosso consolo, né? Porque apesar de todo o esforço da ciência, né, essa aproximação já bem visível da ciência com a religião, a ciência ainda não mostra pra gente essa prova material da imortalidade, né? Então eu hoje meditando sobre esse tema, eu cheguei à conclusão que eh essa certeza da imortalidade é acima de tudo um sentimento que nós temos, né? um sentimento íntimo, ele é muito particular, ele é distinto de cada pessoa tem uma forma de apreciar esse sentimento íntimo. Ele tem eh assim diversas variedades de intensidade, né? Para algumas pessoas é bem intenso, para outras pessoas eh é como se assim sutil, né? essa certeza da imortalidade, mas ele esse sentimento íntimo que nós temos que nos aproxima como criatura do criador. Então essa imortalidade se a gente for trazer para pro assim pro nosso paraa nossa pesquisa íntima, ela é esse sentimento do amor que nos une a Deus. Porque Deus nos criou simples destinados a essa perfeição que nós buscamos, essa felicidade, mas nós temos um trajeto para caminhar. Ne. em potencial, mas nós nem temos noção da grandiosidade que é essa alma que Deus preparou para
destinados a essa perfeição que nós buscamos, essa felicidade, mas nós temos um trajeto para caminhar. Ne. em potencial, mas nós nem temos noção da grandiosidade que é essa alma que Deus preparou para que nós sejamos esse espírito bem-aventurado com eh com toda a felicidade que nós buscamos. Então, eh nós ainda estamos na nossa caminhada, né? Nós somos, na classificação de Allan Kardec, espíritos da terceira ordem. Nós somos espíritos que temos ainda uma longa jornada para chegarmos a essa nossa destinação. Então, eh, didaticamente, a Kardec classificou em três ordens, né? A primeira ordem é dos espíritos puros. A a segunda ordem, espíritos benevolentes. E a terceira ordem, espíritos imperfeitos. Nós ainda estamos nessa terceira ordem, mas estamos caminhando. A gente a a partir dos ensinos dos espíritos, a gente entende que nós já fizemos uma longa caminhada, né, para chegarmos onde nós chegamos. E só a partir desse momento, desse estágio que nós temos, é que a gente tem condição de enxergar onde nós poderemos chegar, né? Como esse espírito, primeiro espírito benevolente, né? Como nós já tivemos condições de conviver com alguns espíritos nessa ordem, nessa segunda ordem, né? E através da bibliografia espírita. a gente tem uma noção de espíritos que já passaram por esse estádio que nós estamos passando e já chegaram lá, né? Então nós temos essa certeza. Agora é uma certeza individual, né? Eu não posso chegar para ninguém e dizer assim: "Olha, você é um espírito imortal porque fulano, fulano diz, porque tá escrito". É um é uma um sentimento que a gente tem que cultivar. Provas nós temos muitas, né? Mas nós temos que fazer a nossa parte para chegar lá nesse entendimento. Não sei por tá. Bom, então a partir e essas provas, né, d imortalidade, da sobrevivência do dos espíritos, nós já temos de muitas datas, né? eh escritos diversos de de muitos anos, de muitos séculos, inclusive em muitos nos textos bíblicos, né? É uma expressão de manifestações espirituais, de revelações divinas para a as
muitas datas, né? eh escritos diversos de de muitos anos, de muitos séculos, inclusive em muitos nos textos bíblicos, né? É uma expressão de manifestações espirituais, de revelações divinas para a as criaturas, para orientação das criaturas, né? Mas nós vamos nos ater aqui a partir dos escritos da codificação espírita, né? Então, os fundamentos da codificação espírita sobre o espírito com as suas manifestações das mais variadas, né, desde as eh fenômenos físicos, como os escritos, como as expressões da mediunidade, né, como os fenômenos escritos, descritos, né, por eh pessoas, médiuns, estudiosos que passaram e deixaram esses escritos que compõem esse acervo da doutrina dos espíritos e também alguns argumentos filosóficos e científicos também eh codificados na doutrina espírita que vão nos orientar. Antes da gente começar aqui, eu me lembrei de algumas coisas que assim, a codificação espírita aconteceu no século XIX, porém antes disso aconteceram muitos fenômenos, né? A humanidade foi se preparando para receber essa revelação. E o Ernesto Banano num dos seus livros escreveu que aconteceu uma invasão organizada de espíritos na Terra para preparar a humanidade para esse momento, né, de Allan Kardec chegar e deixar a codificação pronta. Então a gente lembra de vários precursores, né, que tinham eh esses dons mediúnicos que deixaram escritos, são relatos escritos, né, os fenômenos físicos que começaram lá nos Estados Unidos com aquela família, né, de de Heidesville, que a a partir de um contato de um espírito desencarnado, eh, codificado por pancadas, ele se comunicou com a família E a partir dessa comunicação, foi registrado que ali, e aí foi comprovado tinha um espírito que tinha sido assassinado naquela naquela casa e que esse espírito tinha sido eh sepultado. E e através dessa da mediunidade dessas duas jovens, dessa família, foi possível fazer essa constatação. Logo em seguida, esses fenômenos foram eh visualizados também na França, né, na na Europa em geral, e na França com as mesas
ade dessas duas jovens, dessa família, foi possível fazer essa constatação. Logo em seguida, esses fenômenos foram eh visualizados também na França, né, na na Europa em geral, e na França com as mesas girantes, né, que foi um grande fenômeno que aconteceu, que despertou muito. Eh, a princípio, como curiosidade, como diversão, até que Allan Kardec e teve contato com esses fenômenos e passou a estudar e acompanhar e a pesquisar e até se tornar esse, eu não sei porque que tá voltando assim, mas vocês me desculpem aí. Eh, então, partindo desses princípios de Allan Kardec, da codificação, nós vamos trazer aqui conceitos bastante superficiais, porque na reunião pública o objetivo nosso é trazer conteúdos que nos consolem, né? Mas nos grupos de estudos, esse é um material de grupo de estudo que a gente aprofunda muito, que a gente tem uma bibliografia muito extensa em que a gente pode satisfazer todas as nossas eh os nossos anseios de pesquisar profundamente como é que são eh como é que Allan Kardec chegou a essas conclusões, né? Mas ele definiu então que espírito é uma essência imortal, foi criado por Deus, né? Então, ele não é eterno como Deus, ele foi criado, mas ele foi criado de uma forma específica, né, especial, que é a essa essência imortal. O o espírito é uma individual individualidade inteligente e independente do corpo. Ele é dotado dessa consciência, né, do livre arbítrio, da razão e da vontade. Essa liberdade que o com que o espírito foi criado, ela gera uma responsabilidade. Essa liberdade, ela se expande à medida que o espírito tem condições de responder por ela. Então, o espírito, eh, nas suas primeiras encarnações, a liberdade dele, o livre arbítrio dele é bem limitado, né? Ele vai cuidar da sua sobrevivência, né? Da sobrevivência das espécies. Então, é uma liberdade bem seciada. Um espírito que já tem uma capacidade de de se promover, de melhorar, de se reconhecer como criatura divina, ele já tem uma liberdade maior e ele passa a ter também uma responsabilidade
e bem seciada. Um espírito que já tem uma capacidade de de se promover, de melhorar, de se reconhecer como criatura divina, ele já tem uma liberdade maior e ele passa a ter também uma responsabilidade e uma e um papel na criação divina. Então, o espírito que já está lá naquele na primeira ordem, ele é um auxiliar direto de Deus, que André Luiz chamou de cocriador em plano menor e em plano maior também, que é o caso dos Cristos, né? Esse espírito pela programação divina, a gente fala, mas por que que Deus escolheu isso pro espírito, né? Deus já não poderia ter escolhido criar o espírito pronto, né, o espírito perfeito, mas a gente não sabe porque tem tem muitas coisas que os espíritos não quiseram esclarecer na codificação, mas que essa essa jornada de evolução do espírito se faria através das reencarnações sucessivas. Então, através dessas experiências, o espírito se aperfeiçoa e se educa, né, tanto intelectualmente como moralmente. O que levou a Emanuel falar que duas asas conduzirão o espírito à perfeição, a asa da sabedoria e a asa do amor. Então, o espírito nessa jornada, passando por pelas diversas encarnações, ele se desenvolve moralmente e intelectual intelectualmente. Então, paraa gente eh pensar sobre essa imortalidade, sobre essa sobrevivência do espírito, alguns princípios, né, são vários princípios básicos do Espiritismo, mas para esse nosso tema, a gente pegou aqui alguns que é que são esses, né? Deus como essas inteligência suprema, criador de todas as coisas, ela é um princípio básico que fundamenta o espiritismo. A imortalidade da alma, que a alma sobrevive à morte do corpo físico, ela desvencilha do corpo como uma veste, né? e segue a sua jornada, o seu progresso em outras existências de formas variadas, né? Então, o espírito eh não tem sexo, ele encarna no nos dois sexos para que ele possa desenvolver as habilidades que cada um é capaz de de oferecer ao espírito para sua evolução. A reencarnação é um desses princípios, né? Então, a pluralidade das existências
is sexos para que ele possa desenvolver as habilidades que cada um é capaz de de oferecer ao espírito para sua evolução. A reencarnação é um desses princípios, né? Então, a pluralidade das existências permite ao espírito evoluir moral e intelectualmente por meio dessas múltiplas vidas. Esse progresso acontece eh sob a legislação divina, né? Então, o espírito tem algumas características do espírito que favorecem essa evolução. Então, o espírito evolui e ele não retroage, né? O que ele aprendeu é um patrimônio pessoal, ele pode estacionar, ele pode eh fazer várias reparações pelas pela característica da imperfeição, mas o que ele adquiriu, ele não perde. Então é um patrimônio construído, né? E também um dos princípios que norteiam a doutrina espírita, que nos trazem essas evidências, né, da sobrevivência do espírito e da imortalidade, é a mediunidade, que durante muito tempo da nossa existência, a gente não sabia lidar com isso, a gente não conhecia esses princípios, né? Então, de todos os tempos, o espírito ele tem ele ele tem a mediunidade como uma característica intrínseca, né? Todos os espíritos têm a capacidade de se comunicar, alguns com mais, outros com menos essa capacidade, mas todos têm. Então isso facilita para que os espíritos que coordenam a nossa evolução possam nos orientar, possam nos inspirar para que a gente eh siga essa nossa essa nossa jornada, né, de aprendizado. Então, a mediunidade é um desses princípios que trazem pra gente essa oportunidade da gente ser assistidos, né? Porque Deus nos criou assim com um programa completinho, né, paraa gente sair da nossa simplicidade, como ele nos criou, fazer a nossa caminhada, né, de forma que chegaremos lá. Alguns espíritos chegam mais rápido, dependendo das escolhas, né, alguns um pouquinho mais lentos, mas todos chegaremos. Kardec fundamentou esses princípios, né, na na codificação, no Pentateu, que são cinco obras. O livro dos espíritos foi o primeiro, lançado em 1857, eh, o livro dos médiuns, 1861, o Evangelho Segundo Espiritismo, 1864.
esses princípios, né, na na codificação, no Pentateu, que são cinco obras. O livro dos espíritos foi o primeiro, lançado em 1857, eh, o livro dos médiuns, 1861, o Evangelho Segundo Espiritismo, 1864. E tem também a Gênese e o céu e o inferno, que compõe os as cinco obras. Além desses, várias outras obras de Kardec foram escritos que não fazem parte do Pentateuco, mas que são tem todos os registros. Kardec registrava tudo, né? Todos os pensamentos, todos os eh processos como ele construiu essa sociedade para auxiliar, né, na codificação. Todos os experimentos tão tão registrados, né? Então, um dos grandes acevos fora do Pentateuco é a revista Espírita, né, e obras póstumas que foi publicada depois da sua morte. E ele fez também várias obras assim para quem quisesse satisfazer uma curiosidade, como o que que é o espiritismo? e ele escreveu um livro O que é o Espiritismo, sempre baseado em uma obra, eh, uma obra, eh, que ele considerou como a da codificação. Então, ah, assim, a bibliografia de que deixada por CADEC é muito rica e bastante precisa pra gente trazer para nós, né? Bom, então sobre as manifestações mediúnicas, como evidência do espírito, né, que elas começaram aguçando a curiosidade do da dos homens através dos fenômenos físicos, né? Então, nós temos vários tipos de mediunidade, né? Cada cada médium, cada pessoa desenvolve a mediunidade de uma forma que possa compor um grupo que atenda a a mais diversa para que possa atender a esse programa de evolução da humanidade. Olha como os espíritos nos assim, eles são carinhosos, né? porque eles eles nos dá todas as possibilidades. Então, um dos tipos é a psicografia, né, que é riquíssima, que tem nos beneficiado muito, né? Se a gente pegar a obra aí de Chico Xavier, né, de Divaldo, desses espíritos que fizeram um programa que é capaz de orientar uma evolução, né, a psicofonia através dessa comunicação em que ela é praticada em grupos fechados, que foi uma das formas muito utilizadas por Kardec, porque Kardec ele
ograma que é capaz de orientar uma evolução, né, a psicofonia através dessa comunicação em que ela é praticada em grupos fechados, que foi uma das formas muito utilizadas por Kardec, porque Kardec ele não tinha uma mediunidade ostensiva, ele não conversava diretamente, ele se utilizava de um médium, então ele ele usava a psicofonia para que ele pudesse fazer essa pesquisa dele com os espíritos e pudesse registrar. Outra mediunidade bem assim bem comum, né, é a clareevidência, clara audiência, né? Então, a gente vê isso muito nos nossos dias, já isso muito e já com bastante normalidade, né? Então, a gente vê que em todas as classes, em todas as as crenças tem essas expressões e elas vão se tornando cada vez mais comuns para que possa atender esse programa nosso que é eh a evolução, a nossa evolução. Bom, sobre esses relatos históricos, né, deixados aí pelos espíritos e a partir do momento em que a humanidade já está um pouco mais preparada para receber novos eh novas orientações vão chegando, né? E eles e esses documentos já, como é do século XIX para cá, já são todos registrados, né? Então, eh, do século XIX para cá, mensagens de médiuns renomados foram todos documentados, né? A gente vê que hoje, eh, as classes, né, já buscam esses relatos para fazer os seus estudos. a própria medicina já tá buscando, né, fazer estudos para que possa a ciência contribuir um pouco mais com esses eh registros. Eh, bom, então eu não vou aprofundar muito aqui pra gente seguir aqui os nossos nosso cronograma, né? Allan Kardec tem mais de 1000 casos eh analisados de estudos sobre mediunidade, eh registrado nas obras espíritas. Tem um livro, O Céu e Inferno, que ele registra vários casos de espíritos desencarnados. Todos esses foram comprovados, porque Kardec, além de registrar o diálogo, ele fazia uma pesquisa sobre aquele espíritos que tinha se manifestado para ver como é que foi a encarnação, quando ele quando ele estava encarnado, como é que foi a sua vida, ele buscava fazer essa confirmação para que esse caso
aquele espíritos que tinha se manifestado para ver como é que foi a encarnação, quando ele quando ele estava encarnado, como é que foi a sua vida, ele buscava fazer essa confirmação para que esse caso ficasse registrado nessas obras. Além desses escritos, também tem o caso das materializações e aparições, que são eh eh reuniões em que o espírito se manifestava e ele poderia ele podia ser vistos por todas as pessoas que estavam participando daquela reunião, que era diferente daquela mediunidade de clarividência, que só o médium que tinha tinha aquela a capacidade ostensiva da clarividência, podia ver o espírito. No caso da materialização, todas as pessoas que estavam presentes naquele naquela reunião era lógico uma reunião fechada, porque é muito sensível, né, essa esse tipo de de mediunidade. Então, mas as pessoas que estavam presente poderiam ver o espírito materializado, poderia tocar, poderia conversar, né? Vários cientistas que não eram espíritas depois de Kardec fizeram os seus experimentos. Pessoas que não confiavam nos registros de Allan Kardec, passaram a fazer as suas próprias pesquisas. Depois eles relataram que a partir desses regist dessas experiências que eles viveram, eles eh começaram a atestar o que foi escrito por Allan Kardec. Então, olha, eh tem relatos eh descritos com eh imagens, né, com descrição de eh assinaturas de espíritos. Então, materialização de várias formas que compõe também esse nosso eh essa nossa certeza da imortalidade dos espíritos. Bom, as psicografias, eh, qual que eu mostrei? >> Sim, >> as psicografias também elas têm de várias naturezas. Então, a gente traz aqui só pra gente ver que às vezes a gente tá conversando, a gente tá conhecendo algumas pessoas que tá psicografia e aí a gente fica fazendo eh eh julgamento sobre essa psicografia, né? Porque um médium psicografa de uma maneira, outro de outro. Um médico tá, um médium tá consciente, outro médium não, né? Mas todas essas psicografias elas são naturais e são reconhecidas
cografia, né? Porque um médium psicografa de uma maneira, outro de outro. Um médico tá, um médium tá consciente, outro médium não, né? Mas todas essas psicografias elas são naturais e são reconhecidas pela doutrina espíritas. Também para trazer para nós esse essa certeza, né, da sobrevivência do espíritos, dos espíritos, nós temos o caso das curas e esses fenômenos físicos, né? Então, eh, os fenômenos, por exemplo, de levitação de objetos, eh, movimentação de itens, né? Às vezes a gente tem espírito que ele doa, né, o seu, a sua energia e faz com que o espírito consiga movimentar um objeto. É um tipo, né, de mediunidade de fenômeno físico. A cura também, a cura através do médium, né? Porque é eh eh o magnetismo humano é capaz de promover curas, né? Ã, quando Kardec foi pela primeira vez participar desses, né, da das mesas girantes para ele reconhecer quando ele foi convidado, ele já tinha conhecimento do magnetismo, que era muito usual na medicina naquela época. o o o corpo humano tem uma energia que ele é capaz de transferir para outra pessoa e promover um equilíbrio. Era muito usado na hoje quando a gente faz na casa espírita, ele é um uma transferência de energia combinada, né, do médium que tá fazendo encarnado e do espírito. Na época, Kardec não sabia disso, não reconhecia isso, mas ele reconhecia o magnetismo humano. Relatos históricos, né, de documentos. Eh, nós temos um caso de Chico Xavier, que recebeu uma eh uma através de uma psicografia assinatura de um autor, de um livro que noentou ele de uma acusação feita pela família, né? Então o espírito se manifestou, assinou e foi reconhecido que aquela assinatura era realmente do autor. Allan Kardec trouxe eh esse essa essa expressão muito interessante, muito séria, muito verdadeira, né? Para ele falar isso, ele viveu todas as experiências de vários registros, de diálogos com espíritos através dos médiuns, de várias pesquisas, né, de eh umas pesquisas que ele fazia a mesma pergunta, né, para vários médiuns, em
iveu todas as experiências de vários registros, de diálogos com espíritos através dos médiuns, de várias pesquisas, né, de eh umas pesquisas que ele fazia a mesma pergunta, né, para vários médiuns, em vários locais e a resposta era concordante, né? Então, depois de tudo isso, ele diz que a vida não cessa. O espírito sobrevive à morte do corpo, levando consigo sua consciência e sua identidade. Então, o espírito tem a sua vivência e ela é registrada nessa parte que sobrevive, que é o espírito. O corpo que perece, ele não guarda nada, né, da inteligência. E o e o que é a inteligência toda sobrevive. Bom, então eu vou só fazer essa conclusão pra gente finalizar aqui e eu queria, antes de tudo, convidar vocês, se tiverem interesse, de participar dos nossos estudos aqui no Lar de Jesus, que acontecem aos domingos, né, de 4:30 até às 6 horas da tarde, né, 16:30 às 18 horas, em que a gente traz todos esses temas bem aprofundados. São cursos sistematizados que duram 3 anos, mas a gente tem uma visão mais profunda de tudo que a gente eh precisa, né, que a gente eh eh vai se vai se beneficiar pra gente fazer a nossa evolução espiritual, né? Então, sobre a existência dos espíritos, a gente estuda com bastante profundidade, né? Então, para concluir essa nossa esse nosso estudo de hoje, os fundamentos doutrinários pra gente trazer como conclusão da existência do espírito é que os princípios cadecistas são coerentes e formam essa base sólida para a realidade espiritual. Depois de muito estudo, né, depois de uma obra grande, eh, é um fundamento bastante consistente de que esses princípios que Kardec trouxe para nós, eles formam essa base. As manifestações mediúnicas são registros controlados e receptíveis que sustentam as evidências da comunicação espiritual. vários registros, eh várias comprovações que não nos deixam dúvidas sobre essas manifestações mediúnicas. vários fenômenos observados por estudiosos, além de eh adeptos da doutrina espíritas, médicos, cientistas, estudiosos
rias comprovações que não nos deixam dúvidas sobre essas manifestações mediúnicas. vários fenômenos observados por estudiosos, além de eh adeptos da doutrina espíritas, médicos, cientistas, estudiosos de todas as áreas, promoveram estudos que descrevem esses efeitos como padrões consistentes para nos certificar da existência do espírito. e também os argumentos filosóficos e científicos, né, que a gente Kardec trouxe desde a época de Platão, que eles já eh traziam como eh inspirações, como sensibilidades sobre essa questão da sobrevivência do espírito. E foi uma questão que Kardec trouxe com muito amor, com muito carinho, para que o materialismo não fosse crescente na humanidade. Porque é muito triste a gente viver as provas que nós temos vivido, né? as lutas nossas pra gente chegar onde a gente chegou e a gente não ter essa fé e essa confiança de que nós estamos sendo bem cuidados, que Deus tá no comando dessa nossa evolução, da nossa caminhada, né? Então, que a gente possa buscar esses conteúdos e esses conceitos para que a gente possa promover em nós essa certeza, né, que nós não estamos aqui em vão, que nossas lutas, os nossos sofrimentos, as nossas aflições tem um sentido real e que esse sentido é em nosso favor, porque nós estamos crescendo, nós estamos promovendo em nós esse crescimento. Então, eu desejo que vocês possam refletir e meditar nesse tema e que possam eh melhorar a cada dia essa concepção da imortalidade da alma. Que Jesus nos abençoe. >> Bem, queridos irmãos, eh é uma palestra muito oportuna. Deixa eu até ver aqui quem é que tem certeza da imortalidade aqui. Ninguém. Ótimo. Então vamos todo mundo matricular no curso do ESG, viu? Vamos começar esse ano e vocês vão sair daqui com essa certeza, viu? Pra gente poder estudar com calma, tá? Pra gente poder ver essas evidências. As evidências são tão absurdas, gente. E as pessoas falam assim: "Ah, não, se eu só eu vendo, né, só eu pegando, só eu tocando que eu vou acreditar". Mas o que acontece? O próprio Cristo, ele fez todos os
vidências são tão absurdas, gente. E as pessoas falam assim: "Ah, não, se eu só eu vendo, né, só eu pegando, só eu tocando que eu vou acreditar". Mas o que acontece? O próprio Cristo, ele fez todos os milagres possíveis. adiantou alguma coisa? Ou seja, o milagre não convence. O que convence é o conhecimento. É necessário você realmente estudar e comprovar por si mesmo, tá? aquilo como uma verdade absoluta. Paulo tem uma frase que é muito interessante que ele fala assim, ó: "Se Cristo, se se nós não ressuscitarmos, então Cristo também não ressuscitou, porque tudo que ele falou foi nesse sentido. Por isso que o mundo tá um materialismo doento, porque as pessoas não acreditam mais no céu e no inferno, porque são duas alegorias realmente. Quem aqui tá acha que merece o céu ou quem aqui merece o inferno? nenhum de nós. Então, obviamente que são alegorias, mas que a doutrina espírita vem explicar para nós, não. A vida simplesmente continua. E aí são milhares e milhares de relatos de pessoas que foram pro lado de lá e voltaram, né? Eu costumo muito ouvir assim, é, não sei se é verdade, não, ninguém nunca voltou para contar. Eu falo assim: "Olha, acho que você não tem acesso, mas já tem muita gente que voltou para contar, viu? Então, o desconhecimento leva à incredulidade. Então, o espiritismo tem essa função maravilhosa de concatenar as coisas para que a gente entenda que isso sim é uma certeza, não é uma tese, não é uma filosofia. Allan Kardec, ele trabalhava na seguinte premissa: é preferível eu desacreditar 10 verdades do que acreditar numa só mentira. Então a gente imagina qual o trabalho que ele não teve para elaborar essa doutrina, né? Então não, ele não pegou um texto, ah, esse aqui eu vou pôr no evangelho, esse aqui eu vou pôr no s Não. Foi um trabalho árduo, um trabalho de muita dedicação e vinha de diversas fontes ao mesmo tempo. Ou seja, se todas as pessoas, ou seja, todos os espíritos estão falando a mesma coisa, tem que ter alguma razão aí, tem que ter alguma ordem que tá coordenando
vinha de diversas fontes ao mesmo tempo. Ou seja, se todas as pessoas, ou seja, todos os espíritos estão falando a mesma coisa, tem que ter alguma razão aí, tem que ter alguma ordem que tá coordenando tudo isso. E nós temos exemplos recentes também, Chico Xavier e Valdo Vieira no livro Evolução em Dois Mundos. É muito interessante. Chico Xavier estava em Uberaba e Valdo Vieira em São Paulo fazendo o seu curso de medicina. Um era médico, né? Tava se formando em medicina e o outro terminou a quarta série. E você vai ver aquele livro, se você não for biólogo, não for físico, você vai ficar: "Meu Deus, eu não tô entendendo nada". e a perfeição de um capítulo com outro. Então, um escrevendo em São Paulo, um escrevendo em Uberaba e o livro é um bestseller e você tem que ser realmente entendido na área de biologia, de física, de para você captar tamanha mensagem. E nós precisamos ir longe Chico Xavier, né? Qual foi a primeira obra de Chico Xavier? Os poemas, né? Parnaso de Além Túmulo. Ou seja, e nenhum nenhum membro da Academia de Letras da época conseguiu desmentir aquilo. Sabemos que a poesia é uma das coisas mais difíceis do mundo de se imitar. É praticamente impossível. Humberto de Campos, que depois, né, se tornou um dos espíritos que vieram nos contar ao lado de lá. Ele mesmo disse que a época ele falou assim: "Nossa, agora nós vamos ter que competir até com os espíritos assim não dá". Então, para vocês verem a grandeza da obra que o Chico deixou para nós. Então, gente, provas não faltam. Falta realmente a gente ir atrás dessas provas e buscar, porque nós vamos encontrá-las e aos montes, tá? Então, tenhamos não só essa esperança, mas essa certeza. A vida continua e continua a nos trazer experiências e oportunidades infinitas aí pela frente, tá? Deus nos criou nada mais, nada menos do que para perfeição, né? Então, temos muito que caminhar. Cara, você faz a prece para nós? Então, muito obrigado a todos. Ten uma ótima noite. Agora nós passaremos pro passe. E se você gostou dessa palestra, por
erfeição, né? Então, temos muito que caminhar. Cara, você faz a prece para nós? Então, muito obrigado a todos. Ten uma ótima noite. Agora nós passaremos pro passe. E se você gostou dessa palestra, por favor, compartilhe. Nossa irmã Carla vai fazer a nossa prece, encerramento. Bom, vamos todos então fechar os nossos olhos. Vamos refletir sobre as palavras que nós ouvimos na palestra da noite de hoje. Vamos agradecer pela bendita oportunidade do aprendizado, pela oportunidade do conhecimento que a doutrina espírita nos traz, de modo a nos empreender a uma certeza, confiança no porvir. E nesse nesse sentido, nós rogamos a Jesus, a espiritualidade amiga, o seu amparo, a sua bênção sobre cada um de nós, sobre os nossos lares, os nossos familiares e de igual forma todos os nossos companheiros de jornada e aqueles encarnados e desencarnados também. Temos aqui, estivemos na noite de hoje uma palestra falando sobre a certeza da imortalidade da alma. E assim nós seguimos pedindo por nós que estamos aqui, por aqueles que já estão no plano espiritual seguindo o seu caminho evolutivo. Nós rogamos a Jesus as suas bênçãos para que tenhamos todos um um ano abençoado, repleto de muita paz, de harmonia, de fraternidade e de busca pelo conhecimento. conhecimento que nos leva ao avanço da do nosso desenvolvimento moral, para que nós tenhamos menos apego à matéria e mais conhecimento do que é espiritual, para que a gente possa desenvolver esse lado humano, caridoso e bondoso. que Jesus possa ser o nosso guia, que nós permitamos que Jesus esteja conosco todos os dias ao longo desse novo ano que se inicia no dia de hoje. Que assim seja. Prezadas [música] irmãs, prezados irmãos, iniciamos agora o passe e o tratamento. Vamos acalmar [música] nossas mentes, encher nossos corações de vibrações amorosas, elevando [música] nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença, [música] irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. [música] Jesus amado, neste momento, rogamos a
evando [música] nosso pensamento a Jesus, nosso mestre de amor. Sinta a sua presença, [música] irradiando luz, amor, paz e a cura que tanto necessitamos. [música] Jesus amado, neste momento, rogamos a tua proteção, a tua misericórdia e as tuas bênçãos a todos que dela necessitam. os sofridos [música] e abandonados, os desesperados, os aflitos, os doentes que estão nos hospitais [música] ou em casa, os profissionais de saúde que se dedicam dia [música] outurnamente ao cuidado dos pacientes e a todos os que estão nas listas de tratamento [música] das casas espíritas, aos lares e famílias que sofrem com a partida de [música] seus familiares e aos que partem, rogamos proteção, amparo e tratamento no mundo [música] espiritual. para que possa entender a sua atual condição, que as energias curadoras de Jesus e seus auxiliares cheguem a cada um, [música] envolvendo em paz, acalentando, trazendo o alívio, a cura. Pedimos [música] agora a fluidificação das águas apresentadas, que cada molécula seja portadora das benéces benfaz [música] que possam contribuir para o restabelecimento e equilíbrio de que tanto precisamos. Façamos a [música] nossa prece íntima. >> Assim, envolvidos nessas boas vibrações, fortalecidos na fé, pedimos ainda bênção para a humanidade, [música] para que cada dia Jesus esteja nos corações de todos, trazendo [música] amor, esperança e paz. Encerramos nossos trabalhos [música] dessa noite com imensa gratidão. Obrigada, Pai.
Vídeos relacionados
A certeza da imortalidade: as provas da existência do Espírito - com Sônia Dantas
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Sônia Dantas
Existe vida em outros planetas - com Abílio Wolney
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Abílio Wolney
Juízo final ou juízo particular? Existirá juízo final? - com Ênio Francisco
INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE · Ênio Francisco da Silva
Vida futura: Impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo | Sandra Borba |Congresso Espírita RS
FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS · Sandra Borba
Artur Valadares – A lei dos destinos
Mansão do Caminho
Palestra Pública | Vida futura: impermanência e imortalidade à luz do Espiritismo | Adriana Pizzutti
FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS · Adriana Pizzutti
Cosme Massi: a vida futura fundamenta a moral espírita.
CanalFEP
Ep 141 - Psychology and Spirituality | Who Wants to Live Forever?
Mansão do Caminho · Marcia Trajano, Anahy Fonseca