A CARIDADE MATERIAL E A CARIDADE MORAL - Carlos Frota [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 28/04/2026 (há 4 semanas) 204 visualizações

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Transcrição

A paz [canto][música] dentro de mim que encontrei [música] na [canto] comunhão. Foi nessa casa [música] que [canto] aprendi toda a beleza [música][canto] de viver. Doando amor, [música] vibrando [canto] luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão [música][canto] longe de atingir a [canto] perfeição, [música] aqui eu [canto] entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música][canto] toda a beleza de viver, doando [canto] amor, vibrando luz, buscando [canto] a ti, buscando >> a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, Estou aqui para agradecer [canto][música] de coração a paz dentro de mim que [canto] encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando [canto] amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir [canto] a [música] perfeição, aqui eu [música][canto] entendi qual o valor dessa missão. >> Boa tarde, amigos. Que a doce paz do Jesus esteja com todos nós do salão. Aqueles que estão nos assistindo pelos meios de comunicação da comunhão também que tenhamos uma boa tarde. Vamos começar esse nosso momento fazendo uma uma breve leitura que tá nesse livrinho aqui bem pequenininho, né? É do Vittor Ronaldo Costa, otimismo em verso e prosa. Ele diz assim: "É cooperar, o mundo inteiro proclama. Algo é preciso mudar. Sobrevivência depende da arte de cooperar. Perante a violência reinante, é difícil que se aquilatar o que é mais comprometedor, se é a guerra fraticida entre países, se ameaça a integridade física e moral das pessoas nas cidades, ou se é desarmonia na intimidade dos lares. Qualquer vestígio de atrito produz consequências imprevisíveis no psiquismo humano. Quer ele se manifeste no campo da batalha ou no seio da família. Não é da natureza humana conviver com a violência. Por isso, compreensível contingente populacional encontra-se enfermo, envolvido nas malhas da angústia, do temor e do pânico generalizado. Todavia, a força do progresso impõe medidas saneadoras

ência. Por isso, compreensível contingente populacional encontra-se enfermo, envolvido nas malhas da angústia, do temor e do pânico generalizado. Todavia, a força do progresso impõe medidas saneadoras em relação ao todo tipo de brutalidade. Hoje, mais do que nunca, urge a modificação do comportamento humano para melhorar. Para melhorar, é preciso substituir a hostilidade pelo passivismo, a ritabilidade pelo equilíbrio, a intolerância pela paciência e as injustiças pelo respeito aos direitos dos cidadãos. Neste neste nosso mundo quase caótico, há de prevalecer a arte de cooperar, pois a sobrevivência depende da melhoria do nível de entendimento entendimento entre os indivíduos. Cooperar, né? A gente precisa muito dessa de cooperar. Não queremos só que coopere com a gente, que a gente também coopere com o outro. Então vamos fazer nossa prece inicial, elevando os nossos pensamentos, o nosso coração a Deus em agradecimento pelo dom. a Jesus, esse amigo de todo sempre, que nos sustenta nas nossas dificuldades, mas também sustenta nos nossos sucessos, no nosso progresso, ao nosso guia protetor pelo carinho, dedicação de estar conosco todos os momentos, nos guiando, nos fortalecendo, nos mostramos nos mostrando outros caminhos para que nós possamos chegar melhor, sem atropelo, sem dores, sem doenças. E por todo esse agradecimento, nós ainda rogamos que este país onde nós estamos vivendo no momento seja iluminado pelas bênçãos de todos essas entidades que nos acolhe, para que acolhe também aquele irmão que tá em necessidade, aqueles dirigentes que sejam também iluminados para que toma melhores decisões. e a nós que a gente possa ser fortalecido para viver a cada dia, a cada hora, só por hoje. Que assim seja e graças a Deus. Bom, nosso nosso palestrante hoje é o Carlos Frota. Vocês me desculpam como não tinha o tema dele lá em cima, ele vai apresentar o tema para vocês, certo? Então, a pal a palavra está com ele. >> Meus irmãos, uma boa tarde a todos, a também aqueles que nos assistem pelo

m como não tinha o tema dele lá em cima, ele vai apresentar o tema para vocês, certo? Então, a pal a palavra está com ele. >> Meus irmãos, uma boa tarde a todos, a também aqueles que nos assistem pelo meio de comunicação da nossa casa, né? Sejam muito bem-vindos à comunhão. Espero que as palavras da tarde de hoje possam ser o mais profíuas possíveis, né? que nós ao sairmos daqui saíamos melhores do que chegamos e que esse tema que eu tô trazendo hoje, ela falou que me colocaram lá, né, que é justamente a caridade material e a caridade moral, que é do capítulo 13 do Evangelho segundo o Espiritismo. Eu sempre procuro trazer aqui um tema direto ligado aqui sempre à doutrina, né, e principalmente aqui é o que tá no Evangelho e e mais nos outros livros do Pentateuco. E nada mais importante do que nesse capítulo que ele fala de caridade. Então é a caridade material e a caridade moral. Esse capítulo 13, o título dele, o principal dele é que ele fala que a vossa mão esquerda não saiba o que faz a vossa mão direita. E ele abrange vários temas aqui. E eu escolhi dentre todos esses temas a caridade material e a caridade moral. Os dentre esses temas todos têm fazer o bem sem ostentação. Os infortúnios ocultos, o óbvulo da viúva. Convidar os pobres e os estropeados. ajudar sem esperar recompensa, né? E aí tá instruções do espírito, é justamente isso. Dentro das instruções dos espíritos, sobre todos esses temas, ele abrange a caridade material, a caridade moral, a beneficiência, a piedade, os órfãos, benefícios pagos com a ingratidão e beneficência exclusiva. Ou seja, é um capítulo bastante interessante de se estudar, de se ater a ele, porque eles nos escrecem bastante com relação a justamente isso, a esse tema, né, caridade. E dentro da instrução dos espíritos, é o primeiro tema de da a caridade material e a caridade moral, é o primeiro aqui do do das instruções dos espíritos. É um esclarecimento curto, né, da irmã Rosária feita em Paris. em 1860. Eu vou dar me dar o direito de ler

a caridade material e a caridade moral, é o primeiro aqui do do das instruções dos espíritos. É um esclarecimento curto, né, da irmã Rosária feita em Paris. em 1860. Eu vou dar me dar o direito de ler rapidamente o que tem aqui dele e nós com isso vamos eh depois de secar isso daqui. Então ela já começa com a coisa básica da caridade, né, que é isso assim: amemosnos uns aos outros e façamos aos outros o que gostaríamos que nos fizesse. Toda religião e toda moral se encontram nesses dois ensinamentos, né? É como eu digo também, esses dois ensinamentos é amar ao próximo como a si mesmo. É palavra até de Jesus. Aí estão contidos o os profetas e todos ensina menos. Então o momento que nós tivermos de caridade e atitude para com o próximo igual nós queremos para conosco, isso já é o principal passo, né? E é difícil até de atingir isso aqui, mas para isso nós estamos aqui nos burilando, né? através da busca do conhecimento e principalmente da prática desse conhecimento para nós nos melhorarmos. E ela prossegue: "Se eles fossem seguidos aqui na terra, seriais todos perfeitos, sem ódios, sem conflitos. Direi mais ainda sem pobreza, visto que do excesso das sobras da mesa dos ricos, muitos pobres se alimentariam, e não vereis mais sombrios bairros em que vivi durante a minha última encarnação, pobres mulheres arrastando consigo crianças miseráveis, precisando de tudo, né? Eh, aí um tópico que eu abando aqui, ela ali já começou falando de caridade material, mas ela fala aqui da caridade moral que consiste em tolerardes um uns aos outros. Olha, a caridade moral consiste em tolerares uns aos outros. E isto é o que menos fazzeis neste mundo inferior, onde estais encarnados no momento. Há um grande mérito. Acreditai em mim em saber calar-se para deixar falar a um mais tolo. Isso também é uma forma de caridade. Fazer-se de surdo quando uma palavra de menospreo escapa de uma boca habituada a zombar. Não ver o sorriso desdenhoso de que de quem vos recepciona nas casas de pessoas que frequentemente, sem razão, acreditam

de surdo quando uma palavra de menospreo escapa de uma boca habituada a zombar. Não ver o sorriso desdenhoso de que de quem vos recepciona nas casas de pessoas que frequentemente, sem razão, acreditam ser superiores à vós, quando na vida espírita, a única real, então estão algumas vezes bem longe disso. Eis um merecimento não de humildade, mas de caridade, pois não observar os erros dos outros é caridade moral. Então, é como eu falei, eu aconselho a todos lerem esse capítulo e se quiserem olhar esse tema que eu tô usando aqui, que ele eh é é bem curto, né? Mas eh ele deixa uma mensagem bem clara da necessidade disso, como ela colocou, né, de nós querermos para nós no que nós queremos pros outros. Então, o que que vem a ser a caridade material? A caridade de material é aquela que eu acho eh parece mais fácil de fazer, né? Parece mais fácil, porque se você tiver algum uma coisa material, algum bem, você possa ajudar os outros. Você tiver em condições de materialmente ajudar o próximo, deve. Deve sim, mas não só a caridade material, mas principalmente a caridade moral, como ela colocou logo dando a definição de caridade moral, principalmente a tolerância de um para com o outro. Aí eh, vem aquele negócio, parece, né, tão fácil falar, poxa, caridade moral muito mais fácil de praticar, porque eu não tenho que ter nada material para dar. Eu vou dar do que eu tenho, né? Agora, como é que eu vou est dando esse o que eu tenho? Será que eu tenho paciência? Será que eu tenho tolerância? Será que eu tenho humildade? Se eh será que eu busco eh ajudar o outro sem pedir nada em troca, né? Onde é que tá? Então eu acho que principalmente a caridade moral, eu vou procurar abranger mais aqui a caridade moral, porque como eu falei, aquilo todo mundo pode fazer, todo mundo pode praticar. Quem é que não pode dar um sorriso, um abraço, uma palavra de estímulo, né? Ter a paciência de parar e ouvir, né? E no entanto, a gente às vezes não atenta por isso. Essa caridade moral, ela começa principalmente em dois

dar um sorriso, um abraço, uma palavra de estímulo, né? Ter a paciência de parar e ouvir, né? E no entanto, a gente às vezes não atenta por isso. Essa caridade moral, ela começa principalmente em dois ambientes onde nós normalmente permanecemos muito mais tempo no trabalho e em casa. Será que nós estamos procurando ver esse nosso lado caridoso para com o próximo dentro desses locais? Será que nós estamos tendo a paciência necessária? com aquele companheiro de trabalho que é um tanto quanto difícil, que muitos das vezes já te ó, lá vem não, não conversa não, não dá atenção não, que é chato para caramba, vai te atrapalhar, né? E aí todo mundo taxa aquele sujeito disso e ninguém tem chance nem às vezes de chegar para ele com um jeito e falar: "Olha, tal comportamento assim tá te afastando dos outros, você é muito crítico". Aquele, como os outros diz que é o Saraiva, tudo tá errado, nada de ninguém tá certo, só as coisas. Quem é que tem essa paciência? Isso é uma grande forma de caridade de nós praticarmos. Mas para nós praticarmos isso, a gente tem que olhar para nós. Será que eu tô fazendo isso também? Eu vou pedir isso desse meu meu meu meu companheiro aqui de trabalho, né? Será que eu não vou entender o jeito dele? Inclusive aí tem, eu sempre trago aqui histórias, hoje eu trouxe uma, se der tempo eu vou ler, mas botando nesse, né, de da caridade até para com o próximo. Eu jogo até por uma história. Um monge caminhando ao lado de um córrego com os discípulos, quando viu-se um dos dos discípulos, vislumbrou um escorpião se afogando, sendo carregado. correu lá e salvou, pegou, botou a mão do escorpião, trouxe escorpião. Quando acabou de transar o escorpião na margem, né, na grama lá, o escorpião eh feriu ele, picou, né, imediatamente quando ele já jogou o escorpião de novo dentro d'água e reclamou. E o escorpião seguindo o monge pegou um uma vara, um artefato que ele pudesse pescar o o o escorpião correu lá e salvou o escorpião. Não pegando no escorpião, mas dando o apoio e trazendo

e reclamou. E o escorpião seguindo o monge pegou um uma vara, um artefato que ele pudesse pescar o o o escorpião correu lá e salvou o escorpião. Não pegando no escorpião, mas dando o apoio e trazendo o escorpião. Salvou o escorpião. Aí o o aluno, né, fala assim, o discípulo fala assim: "Poxa, mas tem mais é que morrer. Aí, ó, acabei de ajudar, ele vai e me ferra e o senhor vai lá e salva ele. Ele fala assim: "Não, você ve, eu não posso mudar a natureza desse animal. A natureza dele é aquilo, né? Ele não viu nem nem sentiu que tava sendo salvo e reagiu ferindo." Então, às vezes assim, é com as pessoas. Às vezes a gente ajuda as pessoas no intuito de que ela, certo, obedeça, seja direitinho do jeito que você faça, mas ninguém muda ninguém. A pessoa para mudar hábito, jeito, forma de ser, ela tem que querer mudar. E não é direito nosso exigir do próximo que ele mude a nossa vontade com o nosso como, quando e onde. É você que tem que mudar, você que tem que buscar aquilo que tá dentro de você quando se alguém age, certo? Então o verdadeiro amigo é aquele que é um ato de caridade, às vezes, às vezes apontar um defeito, igual eu tô colocando aqui, ó. Poxa, você é muito meu amigo, todo mundo te critica, tu com jeito, até com um jeito, porque o jeito que nós falamos, como as atitudes que nós tomamos, diz muito da gente. como eu falei, né? Um olhar, uma palavra, um abraço, né? um um uma uma lição de de de crescimento tem que saber ser dada, não é do jeito que às vezes a gente entende, né? Porque muitas das vezes você tá fazendo aquele ato de ajuda, de caridade e vai ser mal interpretado, né? o o animal lá, o escorpião, não tem discernimento nem razão para isso. E às vezes aquela pessoa ainda não atingiu também aquele discernimento para entender que tá sendo ajudada. Então, esse tipo de caridade, tá, que é a caridade moral, eu acho que de se nós buscarmos aqui nessas leituras todinha que ele nos mostra aqui, é a principal que nós devemos buscar, porque é a mais fácil de dar. Ela não exige que

tá, que é a caridade moral, eu acho que de se nós buscarmos aqui nessas leituras todinha que ele nos mostra aqui, é a principal que nós devemos buscar, porque é a mais fácil de dar. Ela não exige que você tenha nada para dar em troca. E quando você dá alguma coisa material em troca, até também quando faz essa caridade material, também tem jeito, também tem modos. Aí, uma história que eu inclusive já contei aqui, o melhor lugar de Brasília para se pedir, sujeito raciocinou, poxa, aquela praça dos bancos e ele se plantou naquela praça dos bancos e lá ele todo dia ele recebia uma graninha, né? esmolava lá, ganhava uma ajuda e tinha um funcionário de um banco que todo dia eu saía lá e não deixava de dar uma ajuda para aquele irmãozinho que tava lá pedindo, todo dia ele dava. Um dia ele saiu atrasado com o companheiro, quando passou pelo pedinte, viu que tinha esquecido, que ele sempre trava, trazia, olhou para ele, pegou na mão dele e falou: "Meu amigo, ó, desculpa hoje, cara, eu saí apressado, né? E mas depois eu te dou". Quando ele tentou soltar a mão, todo dia ele dava. O pedinte, não soltava a mão, tava agarrado na mão dele. Ele olhou pro cara, ele tava chorando, ele falou: "Que que é isso, rapaz? Todo dia eu te dou. Tu ficou chateado hoje porque eu esqueci hoje. Tá chorando por não senhor. Tô agradecendo. Tô chorando de emoção. Pela primeira vez nesse tempo todo, o Senhor olha para mim, me dirige a palavra e ainda pega na minha mão. Adianta dar? Adianta só dar? Vamos ver como é que a gente está fazendo, como é que a gente tá dando, né? E é isso também em casa, né? Tanto a caridade material quanto a caridade moral. É outro, como eu fi, dois dois locais, né? A casa, local de trabalho. Casa, por exemplo, a paciência, a tolerância, a indulgência para aquela pessoa lá que já tá idosa. Eu vislumbrei bem isso essa semana. Eh, eu vi dois filhos com um pai internado, o pai com 92 anos, ou seja, não tem mais a força de um jovem. Ele é dependente. Ele é dependente às vezes para ir no banheiro,

lumbrei bem isso essa semana. Eh, eu vi dois filhos com um pai internado, o pai com 92 anos, ou seja, não tem mais a força de um jovem. Ele é dependente. Ele é dependente às vezes para ir no banheiro, ele é dependente para comer, né? E para completar, ele tava hospitalizado. E se é no hospital, eu trabalho em hospital. Ele é hospitalizado, os dois filhos por um acaso, foram visitar os dois ao mesmo tempo, que também é coisa difícil, mas foram lá para reclamar, né? Determinadas coisas tinham que ser resolvidas, já tava em conflito entre os dois e foram ainda brigar na frente do pai e zero de tolerância. Aí eu ficava ficou eu observando, eu gosto de, a gente aprende muito, né? A vida é a escola, o jeito como ele olhava esses garotos. E eu o conheço há uns 50 anos, né? Então os garotos, eh, tão agora um 40 e pouco, 50. E aí eu olhando, né, como tavam tratando aquele que deu a vida para eles ali, sem a mínima tolerância, sem a mínima paciência, né? E aí eu lembro bem uma das coisas que, graças a Deus eu procurei fazer. Eh, eu tive meu pai até 7 anos atrás, aos 91 anos, então, que ele desencarnou. E eu agradeço muito a Deus, né? porque eu tive oportunidade de conviver bastante com ele. Então, poxa, durante eh 70 anos eu convivi com o meu pai. Tem seis que ele foi embora. Seis eh então, desde que nasci convivendo, né? E depois é quando você já tem a razão de a oportunidade de sentar e conversar e poder discernir, né, de quanta coisa você tá aproveitando daquela pessoa que tem mais experiência ali te passando e com a tolerância de ouvir. Então eu lembro que eh meu pai era militar, eu também sou militar. E aí tem aquela história, a gente fica vivendo muitas vezes, ah, no meu tempo, né? Não, o melhor tempo não era no meu tempo, é agora. Meu tempo é hoje, aqui e agora. Mas muita coisa foi ótima, maravilhosa nesses 70 e tantos anos. E aí eu fico, né, ele contava a mesma história. Olha aí, em tanto de outubro de 46, eu entrei no exército assim, poxa, eu ouvia, toda vez que eu tinha oportunidade de ouvir,

a nesses 70 e tantos anos. E aí eu fico, né, ele contava a mesma história. Olha aí, em tanto de outubro de 46, eu entrei no exército assim, poxa, eu ouvia, toda vez que eu tinha oportunidade de ouvir, eu ouvia aquela história, né? E hoje eu vejo, eu me vigio para não fazer isso, mas bobé, eu tô encontrando colegas meu, né? Já tô há 26 anos aposentado. A gente vai contar as mesmas histórias aí como as vida se repete. Então, às vezes aquela pessoa que tá lá dentro da quasa paraa qual você não tem paciência, você vai ser tratada tão igual ou talvez pior. Aí tem aquela história também disso da tolerância, paciência, a caridade moral em casa. casal e mais um filho. O sogro, pai do marido, ficou viúvo. Problemas idade, vai morar com o quê? Com o filho. A a nora com pouca paciência, o marido sempre atendendo, dando uma atenção sempre mais à mulher até do que ao pai, né? Ela reclamava: "Olha, não dá, teu pai almoça aqui, janta com a gente, mas olha só, suja tudo, baba no prato, na roupa, derrama as coisa aqui, não dá". Aí deixou cair o prato, quebrou o prato, falou: "Não, não vamos mais fazer dar prato para ele de coisa, não que ele quebra". Pegou uma madeira, mandou fazer um prato de madeira, né? E deu e deu pro pai. Aí para não atrapalhar muito na mesa, já botou também ele para comer distante. O casal comia junto com o garoto e ele comendo de lanche. E o garoto é que percebeu de vez em quando ele via na hora que o avô estava comendo lágrimas do avô. Talvez por isso e já ter um grau de observação, senhor espírito já um pouquinho mais evoluído até do que os próprios pais. Um dia, quando o pai chegou, ele tava esculpindo dois pratos num coisas de madeira. Aí o pai e a mãe, que que é isso? Ele falou: "Não é para quando vocês ficarem velho. É para quando vocês ficarem velho. Então a gente às vezes tem aquela pessoa dentro de casa, né? E a gente não atenta para isso, não atenta a caridade e a tolerância dentro de casa. quando a gente condena aquela pessoa que a gente diz que mais ama, né? E no entanto, por

pessoa dentro de casa, né? E a gente não atenta para isso, não atenta a caridade e a tolerância dentro de casa. quando a gente condena aquela pessoa que a gente diz que mais ama, né? E no entanto, por uma coisa besta, às vezes você briga, não tem eh dizer, eu eu aprendi isso há pouco tempo, eu tinha mant eh o pessoal e a família nordestina, né, tem um determinados costumes que gosto sempre juntando aquela família, não vou te visitar, vai 10 pessoas, 20 pessoas chega na tua casa, né, para fazer isso. Aí eu vi aí bagunça, aí tu fica preocupado, falou: "Mas tá isso, ó lá, muda muita coisa do lugar, né?" Poxa, aquilo no início não vou seria hipócrita. Incomoda, incomoda, mas você tá vendo, poxa, a pessoa vem te visitar, só vai ficar três dias, né? Tem uns que não, que ficam dois meses se deixar, mas vamos dizer que fica uma semana, né? Poxa, aguenta, aguenta. Sabe por quê? Só que é aquele negócio aí, quando você vai visitá-los e você não tem aquela conduta que eles tiveram na tua casa, muitos já se tocam e falam: "Poxa, mas aqui é diferente, né? Aí aprende, então não precisa a gente se aborrecer". E muitas das vezes é como eu digo também que eu falo aqui, tu tem aquele copo de porcel, aquela coisa de porcelana, a visita, coisa, deixa cair, tu quebra um pau, o marido, o pai, o filho quebra de gelatina, essas coisas a gente usa aí briga com outro, tu não brigou com outro que quebra um coiso de gelatina, tu não briga, tu tem intolerância por será que a gente consegue ter caridade moral mais com os outros fora de casa do que com os próximos? com dentro de casa, com aquele pai que eu contei, conta a mesma história, né? Às vezes não quer tomar banho. Como tem isso? Vai ter jeito, né? Aí eu digo, poxa, eh, ficar velho, eu mexo no meu serviço que eu digo que eu tô ficando ancião, né? Daqui a quatro aninhos, qu anos e pouco eu tô fazendo 80 anos. Como é que eu vou estar com 80 anos? Será que eu vou estar lúcido? Será que eu vou tá podendo eu me cuidar? É difícil. É difícil porque a gente fica depende.

os, qu anos e pouco eu tô fazendo 80 anos. Como é que eu vou estar com 80 anos? Será que eu vou estar lúcido? Será que eu vou tá podendo eu me cuidar? É difícil. É difícil porque a gente fica depende. Então a gente inclusive tem que se preparar para isso, porque o modo que nós vamos estar tratando hoje, aquele que tá próximo de nós, com toda certeza, é o modo que provavelmente nós vamos ser tratados, né? Então a gente tem que atentar para esse nosso lado de quando a gente vai analisar o que que a gente vai ajudar. É ajudar só material. Outra coisa, ajuda só material, como eu dei o exemplo aqui do outro que era pedid lá que só recebia, muitas das vezes não tá ajudando nada. Você ao invés de às vezes de dar o peixe, você tem que ensinar a pescar, né? Então eu ajudo, vou partir até para um lado de de planejamento de governo. Será que é justo eu dar a de eterno uma ajuda para uma família, certo? Fazendo com que ela não procure crescer, progredir, ficar acostumada com com aquilo só que tá recebendo, né? tem que intuir eh instituir naquela mente a necessidade de crescimento, de melhora, porque todos nós fomos feito para isso, para crescermos, para melhorarmos, né? Eh, eu vi às vezes como atrapalha determinado tipo de ajuda. No revenhon, o ano retrasado, eu fui para um local, justamente com isso, com a família nordestina, 40 pessoas, né? Aluga uma pousada, vai ficar, vai ser ótimo, né? Mas na noite de Natal não pode ter nada, porque os empregados ninguém, quase tinha pouco, não deu para fazer cubo é, aliás, gente que pagou e alugou é que teve que ir pra cozinha se virar e preparar tudo. Aí vira pra dona que tinha pago o a eh cobrado por tudo. Vem que quer dizer, não é que não apareceu ninguém para trabalhar. Aí eu perguntei a um dos que tava trabalhando, mas vem cá, você com o outro, o outro não vinha. Ih, doutor, ninguém vem não. A gente já ganha, ó, ganha tanto dos de fulano, tanto não sei quê. Eu vou trabalhar para quê? Se eu ganho, quando tá muito ruim, é que vem trabalhar, senão não precisa vir

Ih, doutor, ninguém vem não. A gente já ganha, ó, ganha tanto dos de fulano, tanto não sei quê. Eu vou trabalhar para quê? Se eu ganho, quando tá muito ruim, é que vem trabalhar, senão não precisa vir trabalhar não. Aí querer a caridade. Será que eu tô fazendo caridade? Será que eu tô ajudando, né? Tem uma música, quem é mais antigo já sabe, é do Reis da Sanfona lá, o como é o É que palava, né? Você oficia o cidadão ou então mata ele de vergonha. E é um ditado que tinha lá no Nordeste, né? Ou você vicia o cidadão ou então mata ele de vergonha. Que será que nós estamos fazendo? Aí isso é em tudo, né? às vezes até com aquele filho que a gente tá fazendo, achando que tá ajudando, autoprotegendo, fazendo com que ele não aprenda ele a se defender. E é difícil. E e normalmente eu vejo isso hoje, eh, eu tenho uma diferença grande entre eu e meu meu irmão e 20 e 20 anos. Eu vi como é que foi o o tratamento e o tratamento às vezes não ajuda, porque eu penso assim: "Não, eu sofri para caramba para chegar aqui alcancei. Meu filho não vai passar por isso. Não precisa passar, mas não precisa também a gente eh facilitar tudo. Por isso que hoje a gente se fala assim, né? A hoje eu ia falar tem os neném, né? nem trabalha, nem estuda. Agora já tem outro grupo, falou que é os nem aposentado e também eh eh não eh não faz nada, não produz nada. Eh, não tão aposentad, já tão idade de aposentar e ainda estão morando lá na casa dos pais, dos avós, né? 40 e poucos anos. Que caridade que a gente fez, que ajuda que a gente deu para esse para essa pessoa, né? Então são coisas que eh eu aprendi cedo e me ajudou muito, porque eh você tem que fazer por você. Deus não ajuda ninguém assim, não. Aliás, não ajuda não. Não dá nada de graça para ninguém, ele ajuda. Mas ajuda-te que o céu vai te ajudar. Então isso é que todos nós temos que ter em mente, né? E como como buscarmos a praticar caridade, que realmente fora da caridade não há salvação. Mas aí quando eu vejo essa fase fora da caridade não é

Então isso é que todos nós temos que ter em mente, né? E como como buscarmos a praticar caridade, que realmente fora da caridade não há salvação. Mas aí quando eu vejo essa fase fora da caridade não é salvação. E para quem não tem nada para dar o óbvulo da viúva que só tinha um e deu o dela, né? Então todos nós temos muita coisa para dar. E a principal coisa que nós temos para dar é justamente como ela começou aqui, o amor ao próximo, o respeito, querer para nós o que nós quer querer pros outros que a gente quer pra gente. A hora que nós conseguirmos atingir isso, olha, nós já estamos com principal passo dado nessa grande caminhada que se chama vida e na qual nós estamos vivendo aqui hoje reencarnados para aproveitar esse período, né, que hoje tá sendo de 80, 90, 100 anos, 100 e pouco daqui a pouco para nós burilarmos tudo isso e nos tornarmos seres melhores. É hoje o meu tema que eu trouxe isso, volto a reforçar aqui o capítulo 13 do Evangelho Segundo Espiritismo, que fala da caridade, abrangendo bastante a caridade. A luz já acendeu, já tem um minuto. Eh, espero que seja com motivo para nós refletirmos, buscarmos isso, né? Porque às vezes a gente faz nem tá prestando atenção de como nós estamos fazendo. Eu sempre peço a Rute e eu termino sempre com a prece, pessoal. Então vou pedir que agora nós possamos eh respirar fundo, elevar o nosso pensamento a Deus, a Jesus e que a energia dessa prece possa envolver a todos nós aqui. Senhor Deus, criador do céu e da terra, poderoso é vosso nome, grande é a vossa misericórdia. Em nome de vosso filho Jesus Cristo, recorremos a vós neste momento para pedirmos bênçãos para as nossas vidas. Que a vossa divina luz incida sobre nós. Com vossas mãos retirai todo mal, todos os problemas e todos os pirípes ao nosso redor. Que nossos passos sejam dirigidos por vós, para que nós não tropecemos na caminhada da vida. nosso viver, nosso lar, nosso trabalho, nossa saúde, nossos estudos, nossas relações sejam por vós abençoados. Entregamos-nos em vossas

gidos por vós, para que nós não tropecemos na caminhada da vida. nosso viver, nosso lar, nosso trabalho, nossa saúde, nossos estudos, nossas relações sejam por vós abençoados. Entregamos-nos em vossas mãos poderosas, na certeza de que tudo iremos alcançar, na certeza todo esse apreço, esse carinho, esse amor. Agradecemos dizendo graças a Deus, graças a Jesus. Vai ter chamada já. Obrigada pela atenção, um abraço carinhoso de todos vocês no salão, aqueles que estão nos ouvindo. Agora nós passamos a pra nossa amiga ali para ela encaminhar vocês para o passe. >> Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma [música] troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia [música] íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do

e me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a [música] alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, [música] venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que [música] nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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