A arte espírita como ferramenta de evangelização e acolhimento

FEEGO 29/10/2025 37:27

🔹 A arte espírita como ferramenta de evangelização e acolhimento | Espiritismo em Movimento Neste programa quinzenal, recebemos Ana Pinheiro, Trabalhadora voluntária da Área de Comunicação Social Espírita e do Núcleo Cênico da FEEGO, e Gisele Freitas, Coordenaroa Adjunta da Área de Arte, para uma conversa inspiradora sobre a arte espírita como ferramenta de evangelização e acolhimento. 📌 Apresentação: Enio Francisco - coordenador da ACSE 🎥 Produção: Espiritismo em Movimento Inscreva-se no canal, curta 👍 e ative as notificações 🔔 para acompanhar novos episódios sobre Espiritismo, unificação, espiritualidade e ação com amor. #espiritismoemmovimento #podcastespirita #unificacaopelaarte #estreiahoje #arteespirita #movimentoespirita ---- Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br Instagram: / feego.oficial Facebook: / feego.oficial

Transcrição

Queridos irmãos, paz e luz a todos vocês. Estamos aqui novamente com mais um programa Espiritismo em Movimento, diretamente do estúdio da área de comunicação social espírita aqui na sede da Federação Espírita do Estado de Goiás. E hoje nós estamos aqui para falar sobre a arte espírita [música] com as nossas companheiras Ana Pinheiro, eh, que faz parte do núcleo cênico do da área de comunicação social espírita e a nossa querida Gisele, que é coordenadora adjunta da área de artes, né, juntamente com Maurício Keller, que é o coordenador estadual e também faz parte da comunicação e do núcleo Cânico. Sejam bem-vindas ao nosso programa Espiritismo em Movimento. Obrigada. [música] Muito obrigada. Olá a todos. >> Gisa e Ana Pinheiro. Como é que tá esse movimento aí [música] eh da arte no nosso estado? Olha, [música] eh, recentemente ele tem alcançado um crescimento até significativo. esteve em silêncio por muito tempo, com apenas músicas de harmonização em centros espíritas, né, alguma coisa pequena em alguns centros, mas nos últimos tempos eles têm eh tado uma proporção maior mesmo porque as as a FEB, Federação Espírita Brasileira, recentemente eh colocou a área de artes como um departamento, que até então ela não existia como departamento nas instituições. E a partir desse momento em que se constrói ela como um departamento, não como função burocrática, mas como função de organização, ela começa a tomar uns rumos mais significativos e e amplia eh a sua presença no nosso movimento. En, eu acho que falando um pouquinho de fora da do movimento, quando você tá dentro do movimento espírita e você vendo um pouquinho de fora, acho que a divulgação, principalmente de espetáculos, como a gente faz, e outros movimentos culturais dentro das casas espíritas, eh, difunde cada vez mais, além do movimento, a importância da arte dentro da casa espírita. Ela toca as pessoas, acredito eu, de uma forma diferente, e transmite a mensagem que a gente quer passar de uma forma mais sensível e mais clara, talvez.

a importância da arte dentro da casa espírita. Ela toca as pessoas, acredito eu, de uma forma diferente, e transmite a mensagem que a gente quer passar de uma forma mais sensível e mais clara, talvez. >> Muito bom. Eh, normalmente, né, tem-se uma uma cultura no centro espírita de que a música é musiquinha e o teatro ele é um teatrinho, né? Então, normalmente as pessoas chegam pro pessoal que tem mais afinidade com a arte e fala assim: "Olha, toca uma musiquinha para nós, >> faz um teatrinho que nós vamos ter o aniversário do Centro Espírita, né?" E eu tenho visto muito essa afirmação do pessoal da área da arte que no sentido de quebrar essa, né, essa cultura, essa essa visão que se tem da arte dentro do movimento espírito. O que que significa isso? Assim, não é profissionalizar, né, mas é dar um um formato diferente assim, mas como é que é? É muito interessante essa colocação que você fala do profissionalizar, né? Porque a ideia é justamente eh integrar. Então, a arte ela tem um papel além de, como a Ana falou, que é chegar a mensagem da doutrina espírita de uma forma subliminar, de uma forma mais delicada, mais sensível, que realmente toca dentro daquele daquela pessoa que está ali em busca de um conhecimento e até mesmo de um consolo. Eh, é através da arte que nós conseguimos convidar jovens a a participar desse movimento. É através da arte que nós conseguimos atrair as crianças para esse movimento. Porque a evangelização infantil utiliza das de uma forma magnífica, porque a gente sabe que a criança é tá numa fase lúdica e a arte é fundamental nesse sentido. E a questão da dessa musiquinha, né, muito utilizada pelos centros espíritas dentro do movimento em geral, é justamente nesse sentido que com a FEB, trazendo essa questão da da do departamento, a gente vai conseguir construir uma estrutura e uma conscientização da verdadeira importância da arte como divulgação da doutrina espírita. >> Muito bom. Quando a gente fala assim em profissionalizar, eh, o grupo Arte Nascente tá com quantos

tura e uma conscientização da verdadeira importância da arte como divulgação da doutrina espírita. >> Muito bom. Quando a gente fala assim em profissionalizar, eh, o grupo Arte Nascente tá com quantos anos? O Gan, né? Gan comemorou agora, fez aniversário, teve até um show muito bonito, espelho de você, né? Eu sei que na realidade o Gan quando ele surgiu, ele surgiu assim quebrando paradigmas, né? Cadu, quantos anos tem o Gan? 30, né? É mais ou menos isso, né? O Gan quando surgiu, ele surgiu quebrando paradigmas assim, porque inclusive o coordenador da área de artes é do Gan, né? E por quê? Porque o Gan ele trouxe uma profissionalização da arte espírita, né? Porque chegou com instrumentos diferenciados de percussão, bateria, tal, e também unindo música e teatro, né? Então eu acho que o grupo Ar nas Nascente é um grande exemplo eh para nós nesse sentido. Porque quando nós pensamos assim, Ana Pinheiro, quando nós pensamos nos outros segmentos religiosos, como católicos, né, os protestantes, eles atraem muita gente >> exatamente pela arte, principalmente pela música. E a gente vê que o trabalho deles assim bem profissional mesmo, né? Mas eu acho que vai ali, >> sim, eu acho que vai além disso, tudo que a Gisa trouxe pra gente é você tá inserido dentro desse movimento dentro de uma casa espírita. Porque quando você, quando a gente traz jovens e traz crianças, a gente mostra também o a seriedade do trabalho que a gente faz aqui dentro. [música] Então, o comprometimento que cada pessoa tem que ter dentro do grupo e tirar essa estigma de que falar que é teatrinho, que é musiquinha, porque eh não é fácil a gente tá aqui dentro, tem que ter muito comprometimento e e verdade no que você tá fazendo. Até porque a mensagem que a gente transmite é uma mensagem eh que a gente tenta sempre trazer luz, paz para as pessoas e de uma forma artística, como eu disse no começo, acho que fica mais fácil, mas o trabalho por trás de todo espetáculo, de cada apresentação de música, é um trabalho muito árduo, na

z para as pessoas e de uma forma artística, como eu disse no começo, acho que fica mais fácil, mas o trabalho por trás de todo espetáculo, de cada apresentação de música, é um trabalho muito árduo, na verdade. >> Uhum. Tá. Eh, às vezes nós somos chamados, né, a fazer trabalhos na casa espírita. Tudo depende muito da estrutura do centro espírita, né? >> Então, às vezes você vai fazer peças de teatro pequenas, eh a casa não tem uma estrutura de som, não é, para poder oferecer ao cantor da casa e tal, mas a ideia é quebrar, né, essa esse esse estigma, né, de teatrinho. A arte espírita é muito mais do que isso, >> não é isso, Gisele? É isso mesmo, é investir também nessa área, né? >> E qual seria então já pra gente fechando esse primeiro bloco, qual o papel da arte espírita dentro do movimento espírita? >> Acho que a Gisa trouxe isso um pouco no começo, né? que além de informar, de trazer, tocar as pessoas de uma forma diferente, doutrinar, né, Gisa, eu acho que principalmente isso e mostrar o nosso movimento também, divulgar, porque você trouxe também que eh outras religiões fazem isso com um trabalho muito forte e talvez a gente possa fazer isso também eh de uma forma mais pra gente divulgar mais, pr as pessoas conhecerem também o nosso trabalho aqui dentro. >> Uhum. OK. É isso mesmo. É como de forma resumida, né, seria integrar a integração e a divulgação da doutrina, né? Integração como integração de pessoas do centro para fora, mesmo aqueles que não são espíritas, como também integração dentro do próprio centro espírita com os trabalhadores e as diversas outras áreas que cada centro espírita desenvolve. Então, tem essa forma de integração e essa forma de divulgação da doutrina espírita. Muito bom. O pessoal da área de artes costuma dizer assim, né, que estão enfrentando um desafio porque a área é uma área bebê, >> né? Vocês dizem muito isso. Então eu quero no próximo bloco que você fale um pouco sobre isso, tá pessoal? E por falar em arte, a Federação Espírita do

ndo um desafio porque a área é uma área bebê, >> né? Vocês dizem muito isso. Então eu quero no próximo bloco que você fale um pouco sobre isso, tá pessoal? E por falar em arte, a Federação Espírita do Estado de Goiás [música] oferecerá pro público goiano, né, como um todo, porque vai envolvendo aí o público do estado todo. dia 29 de novembro, a partir das 19:30, a noite cultural congressar, que é um evento cultural em benefício do nosso congresso espírita do estado de Goiás, já de 2026, que tá logo aí, carnaval, né? Então essa noite ela tem o objetivo tanto da divulgação do nosso congresso quanto para arrecadar recursos para auxiliar no Congresso, mantendo essa proposta de um congresso inclusivo. Então, nesse dia nós teremos a apresentação do espetáculo Bezerra de Menezes, o apóstolo do amor, que inclusive vocês duas estão no elenco desse espetáculo. >> Nós três. E nós três, né? E teremos também a apresentação musical com Maurício Keller e com o Fernando Sabino. Mas vamos ficar agora com as novidades da nossa livraria espírita. Eu andando aqui pela livraria [música] da FEGO, me deparei com esse livro, A Hora do Espelho, né, que é do Juliano Fagundes, pelo espírito [música] de Célia. E ele é um livro muito interessante que ele explica o desencarne de uma jovem de 16 anos, ou seja, [música] para os pais que perdem os filhos tão jovens, né? Então assim, é um é um acalento muito grande, é uma história muito interessante [música] que vai contar o despertar dessa alma, né, dessa jovem encarnada. Quando desencarna [música] ainda se entende como jovem, né, até relembrar que ela [música] é um espírito imortal mostra toda essa jornada. Então é um livro muito interessante, recomendo [música] eles para vocês. Queridos irmãos, então estamos aqui voltando, né, para o segundo bloco do programa Espiritismo em Movimento. Hoje aqui com as nossas companheiras da arte espírita, Ana Pinheiro, que é do núcleo cênico da comunicação social espírita, e Gisele Freitas, que [música] é coordenadora adjunta da área de artes,

nto. Hoje aqui com as nossas companheiras da arte espírita, Ana Pinheiro, que é do núcleo cênico da comunicação social espírita, e Gisele Freitas, que [música] é coordenadora adjunta da área de artes, né, Gis? Então, nós estávamos falando que é é muito eh colocado aí que a arte espírita [música] ela é uma área, a área de artes é uma área bebê, né? O que que o que que vocês querem dizer com isso? >> Eh, como eu havia comentado inicialmente, a área de artes é uma área que foi criada recentemente pela FEB e mais recentemente agora pela Fé pela Fé Ego, né, que está diretamente ligada a ao CFN que é da FEB [música] nacional. Então, ela foi eh colocada eh em 2020, ela foi instituída pela FEB e em 2023 que ela começou a ser construída aqui na FEGO. Então, existe um documento orientador que a gente vai que foi trabalhado durante alguns anos com todas as regiões coligadas à Federação Espírita Brasileira para que esse documento fosse construído. Então, foram diversas mãos que construíram esse documento, a fim de orientar eh a implementação dessa área dentro do movimento espírita. Então esse documento foi foi aprovado este ano e o ano que vem, se tudo correr conforme o protocolo, ele vai est disponibilizado para todas as pessoas adquirirem, lerem, conhecerem e estudarem um pouco da arte espírita. Daí o nome que a gente coloca como bebê, porque ela foi a última área implementada até então, super recente. >> Uhum. Muito bem. E quais são os desafios ainda com você, Gisele, de produzir e divulgar a arte espírita nos dias atuais? Olha, dentro do tempo que eu estou eh como trabalhadora voluntária na arte espírita do nosso movimento, a gente encontra dificuldades especialmente eh ainda, né, resistências de alguns eh dirigentes, né, que ainda olham a arte como uma coisa não eh acolhida na casa, né? Então, talvez como uma Não, isso aqui não pode aqui dentro não, porque aqui é só doutrinária, é só passe, é só mediunidade, isso é coisa de jovem, isso não é para esse centro. Essa resistência

sa, né? Então, talvez como uma Não, isso aqui não pode aqui dentro não, porque aqui é só doutrinária, é só passe, é só mediunidade, isso é coisa de jovem, isso não é para esse centro. Essa resistência ela ainda existe em uma um número que a gente espera diminuir com o tempo, até com esse documento orientador, né, para que as pessoas tenham conhecimento sobre o que que realmente é a arte, o que que ela pode trazer pro movimento espírita. E tem uma outra parte que não menos importante, acredito, que é o material, né? Então, a arte ela demanda muitas vezes eh dinheiro para ser produzida, para ser trabalhada, para ser organizada e trazer uma estrutura legal. E a gente sabe que isso também é um desafio hoje no movimento espírita, né? Uhum. >> Gisa. Eh, mas também só me acrescentando, eu acho que também eh aceitar a arte como forma de doutrinar também. Exatamente. >> Eu acho que as pessoas vêm ao centro e querem aquela ã serem doutrinadas de forma tradicional, posso chamar tradicional, né? Que você senta, vê a palestra e às vezes eh um teatro, como a gente faz, a música eh vai tocar e vai sensibilizar de uma forma muito mais profunda do que às vezes a pessoa tá ali para só, né, só não, mas assistir a palestra e serve também como método de doutrina também. >> Muito bom. Eh, então a arte também é doutrinária, >> né? >> E e é interessante, né? Porque assim, eh, para você assimilar bem os conteúdos doutrinários do Espiritismo, é necessário também que você se proponha a uma certa harmonia psíquica, né? E o espírito Emanuel, ele nos diz que a música ela é o médium da harmonia, né? Então, quando você vai participando aí desses dos encontros regionais, você vai acumulando algumas histórias, né, que as pessoas trazem e tal. E como a área de comunicação social espírita ela divide normalmente sala com a área de artes, nós ouvimos muito histórias assim, né, [música] de pessoas mais velhas que às vezes elas esperam terminar o momento da música para entrar no centro espírita, porque na visão delas isso desarmoniza,

s, nós ouvimos muito histórias assim, né, [música] de pessoas mais velhas que às vezes elas esperam terminar o momento da música para entrar no centro espírita, porque na visão delas isso desarmoniza, né? É o contrário, né? Emanuel diz que a música ela é o médium da harmonia, então pensa em vocês, o teatro e tal. Então tem muitos desafios, não é? Eh, muitas etapas a serem vencidas aí para essa aceitação, né, da >> Mas acho o Eno que tá melhorando. Eu não sei a ponto de vista da Gisa, mas principalmente com a divulgação, acho que isso auxilia muito assim, principalmente os mais jovens, as crianças. Então, eh, quando eles chegam ao centro espírita e conseguem visualizar a doutrina, mas na forma artística, eu acho que fica mais fácil isso também para difundir o movimento. Então, com as redes sociais, com várias ferramentas que a gente tem hoje, tá melhorando. >> Muito bom. Então, senhores presidentes de Centros Espíritas, vocês que estão nos acompanhando aqui no programa Espiritismo em Movimento, vamos abrir o coração, deixar a arte entrar, porque, como bem lembrou aqui a Ana Pinheiro, né, a arte é uma ferramenta doutrinária para que as pessoas possam assimilar os conteúdos transformadores [música] do espiritismo. né? Bom, Ana Pinheiro, eh, de que forma a arte espírita pode tocar corações e transformar consciências? Ho, é engraçado. Essa essa pergunta me remete a algumas coisas, porque tendo como base eu mesma, eh, eu me sinto muito mais envolvida e em vibrações positivas e tudo isso que eu busco também dentro de uma casa espírita, [música] quando eu vou ensaiar, quando a gente se reúne para no núcleo cênico. Então acho que isso é uma ferramenta de transformação pessoal e também do grupo, né, Gisa? >> Com certeza mesmo, porque a gente também utiliza desses momentos para estudar, >> sim, >> né? Então é importante a gente que também os presidentes entendam que a arte ela não é uma arte por arte. A arte no espiritismo ela não é a arte do mundo que a gente coloca, né? Ela é uma arte

sim, >> né? Então é importante a gente que também os presidentes entendam que a arte ela não é uma arte por arte. A arte no espiritismo ela não é a arte do mundo que a gente coloca, né? Ela é uma arte que vem para transformar. Então a gente estuda, a gente lê para para que da partir daquilo ali a gente possa construir músicas, construir teatros, construir tudo, >> construir pinturas e outros diversos tipos que a arte se manifesta, né? >> Muito bom. Eu acho que eu sou um exemplo disso, né? Há há alguns anos atrás, eu cheguei no Centro Espírita numa condição assim muito difícil, jovem, deprimido, sem nenhuma esperança paraa existência, né? Então eu digo que o Centro Espírita praticamente era a última porta que eu tinha para bater. E cheguei na Casa Espírita numa época em que ali no Jardim América nem era asfaltado e eu fui recebido no Centro Espírita que é o Centro Espírita de Evangelização Euríptus Barçanovo. E é interessante assim, porque a grande maioria dos dirigentes eram todos idosos, né? E eu pensei assim, bom, né, como é que eu vou ficar aqui nesse grupo de de velhos, vamos dizer assim, né? Mas tinha um grupo de teatro ali, né? Um um grupo artístico que inclusive o William Chaves fazia parte, ele era menininho na época, né? Eh, e eu fiquei na casa e me envolvi na mocidade, nas outras atividades em função do teatro. >> Então, realmente a a arte espírita, ela tem esse poder de envolver, de ancorar a pessoa, por maior que seja o problema que ela esteja vivendo. Então, conhecer o espiritismo, no meu caso, eu devo a arte espírita, né? tem essa gratidão. Muito bem. Então nós vamos, Gis no terceiro bloco declama para nós uma poesia, né? >> Vamos. >> Antigamente nós tínhamos muitos poetas, muito >> muita poesia na casa espírita, né? Hoje >> se tornou assim uma coisa mais rara, né? você não não vê tanto assim, mas teatro, música e tal, precisamos resgatar isso. Até porque o primeiro livro psicografado pelo Chico >> foi o Parnaso de Alé túmulo, que é só poesia, né? Poemas maravilhosos. Bom,

o vê tanto assim, mas teatro, música e tal, precisamos resgatar isso. Até porque o primeiro livro psicografado pelo Chico >> foi o Parnaso de Alé túmulo, que é só poesia, né? Poemas maravilhosos. Bom, então nós ficamos por aqui, fechamos esse bloco e retornamos em seguida e falamos agora do nosso 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. que esse ano, aliás, em 2026, traz como tema central Jesus e Kardec para os tempos atuais. Então, se você não fez ainda sua inscrição, não perca a oportunidade de estar conosco nesse momento doutrinário que acontece no período do carnaval com fraternização e muita arte espírita. Até daqui a pouco. O que [música] é Deus? Deus é inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Essa é a primeira pergunta do livro dos espíritos. E essa [música] e outras obras da codificação você encontra aqui na livraria da FEGO. A livraria da FEGO tá aberta de domingo a domingo, especialmente [música] no domingo, nós temos uma roda de conversa com música e com café mais do [música] que especial para te receber, para que você possa conhecer e adquirir essa e muitas outras. Meus queridos irmãos, paz e bem a todos. Estamos voltando, então, né, com o terceiro bloco do nosso programa, Espiritismo em Movimento. Então, como foi anunciado anteriormente, nós vamos agora de poesia. >> Vamos lá. O Espiritismo. O Espiritismo é uma luz gloriosa, divina e forte que clareia toda a vida e ilumina além da morte. é uma fonte generosa de compreensão compassiva, derramando em toda parte o conforto da água viva. É o templo da caridade em que a virtude se oficia, [música] em que a bênção da bondade é flor de eterna alegria. É uma árvore verde e farta nos caminhos da esperança, toda abertas em flores e frutos de verdades e bonança. É a claridade sublime do bem que aniquila o mal. É o chamamento divino da vida espiritual. Se buscas o Espiritismo, norteia-te em tua luz. O Espiritismo é uma escola e o mestre amado é >> Jesus. >> Jesus. [risadas] >> O espiritismo. Casimiro Cunha.

É o chamamento divino da vida espiritual. Se buscas o Espiritismo, norteia-te em tua luz. O Espiritismo é uma escola e o mestre amado é >> Jesus. >> Jesus. [risadas] >> O espiritismo. Casimiro Cunha. Psicografia de Chico Xavier. >> Essa poesia tá lá no Parnazo de Alentúmulo, né? Pessoal, nós fomos eh alertados aqui, né, pela nossa produção que o grupo Arte Nascente está completou esse ano 37 anos de existência, tá honrando [aplausos] aí o nosso movimento espírita, né? Eh, Gisa, estão encontrando assim muitas dificuldades eh para o fortalecimento dessa área bebê, que é a área de artes ou ou tá tendo abertura por parte dos dirigentes espíritas? [música] Como é que tá esse movimento? Eno, é interessante o que você traz, porque como é uma área bebê, é difícil até a gente eh colocar essa métrica, né, de estar ampliando ou não. Entretanto, a gente tem visto na porque nós trabalhamos com as regionais, que são encontros, né, em regiões do estado de Goiás, com todas as áreas. E nesse sentido, sendo uma área que está sendo recém formada, nós já encontramos pessoas querendo coordenar os seus departamentos em centros espíritas da área de arte. O que significa que ainda que bebê, como a Ana disse, pela divulgação, pelos trabalhos que têm sido desenvolvido, tá tendo, eu, na minha visão, está tendo uma aderência até muito agradável e até fora do esperado por ser uma área tão nova. >> Gisa, eh, posso fazer uma pergunta? Desculpa a ignorância às vezes, né? que a gente vem aqui de fora, a gente não sabe, mas antes desse documento e antes da implementação, né, disso, como era, como que funcionava? Era cada centro espírita fazia, >> Ana, perfeita. Essa é uma pergunta que é aquilo que a gente volta no início, né? Não existia a arte, existia uma musiquinha para harmonizar, que muitas vezes eram negadas até isso em alguns centros espíritas, bem como os teatrinhos, né, e que eram extremamente de resistência. Então, os centros espíritas ao teatro, então não, isso é coisa de menino, isso não tem nada a

até isso em alguns centros espíritas, bem como os teatrinhos, né, e que eram extremamente de resistência. Então, os centros espíritas ao teatro, então não, isso é coisa de menino, isso não tem nada a ver. Onde que tá escrito? Vocês estão ficando maluco, né? controversão. Eles achavam que você colocar um teatro num centro espírita era uma controversão e até músicas, >> né? Então a arte então na sua amplificação que é da das artes plásticas, né? do gente o cinema. >> Isso que eu ia comentar, porque eh me causa um pouco de estranheza também você trazer essa informação e a gente vê, por exemplo, filmes sendo feitos e sendo divulgados e sendo muito bem acolhidos pelo público, inclusive. E dentro da nossa casa, dentro do centro espírita, a gente tem essa resistência, né? >> Isso é um pouco, acho que até um pouco contraditório e assustador até. Mas eu eu achei muito interessante quando a Ana Pinheiro, né, ela falou assim: "Desculpa a minha ignorância", não é? Porque o que nós percebemos em relação aos documentadores, os documentos orientadores, né? E também em relação ao plano de trabalho para o movimento espírita brasileiro, o que nós percebemos é que as pessoas têm assim uma profunda ignorância em relação a esses documentos, né? Não, >> nós percebemos isso assim, eh, nessas viagens missionárias das regionais, >> quando nós falamos assim para muita gente [música] sobre os documentos orientadores, muita gente não tem nem noção da existência desses documentos, né, do CFN. E que legal que a diretoria de unificação está num num esforço constante, né, no sentido de divulgar esses esses documentos aí. Mas quando você fala em arte, nós pensamos muito em música e teatro, né? Mas hoje nós temos aí nas casas e por aí, né, [música] eh, várias expressões da arte espírita, inclusive a dança, né, o núcleo cênico, por exemplo, trabalha muito com a dança. >> Verdade. >> Inclusive, eh, é uma grande ferramenta de inclusão, né? Nós temos a Duda, que é a Maria Eduarda, né? >> Uhum. que é considerada

o núcleo cênico, por exemplo, trabalha muito com a dança. >> Verdade. >> Inclusive, eh, é uma grande ferramenta de inclusão, né? Nós temos a Duda, que é a Maria Eduarda, né? >> Uhum. que é considerada a rainha da inclusão. Ela é pessoa com deficiência visual e ela dança nos espetáculos teatrais do núcleo cênico da FEGO, né? >> Quais são as as várias expressões da arte? Bom, para além da dança, da poesia, da música, do teatro, nós temos uma ferramenta hoje, em especial, a FEB tem trabalhado muito com isso, que é de um alcance gigantesco, né, que é o cinema. >> Sim, né, Ana? É verdade. E eu acho que acaba que você consegue eh ter uma dimensão maior de pessoas a serem atingidas com cinema, inclusive, porque é uma forma de você divulgar mais fácil, você eh mostrar esse trabalho mais fácil. E eu só queria comentar que você falou da Duda e que é assim brilhante o trabalho que ela faz dentro do nosso núcleo. Inclusive as meninas também, né, as que fazem parte do nosso grupo também. E é uma forma também que eu acho que até jovem pra gente também, né, Gisa, implementar a dança dentro do teatro é uma forma de inclusão e assim é belíssimo o trabalho que as meninas fazem. >> Muito bom. Eh, Ana Pinheiro, você é do teatro? >> Sim, >> né? O que que é fazer teatro no meio espírita? Enil, quando eu cheguei na casa espírita e fui fazer parte do núcleo cênico, eh, eu vi como é diferente a, principalmente as relações pessoais, sabe? Eh, eu me senti tão acolhida e tão amada dentro do do núcleo que foi assim surpreendente e muitas vezes que a gente não encontra lá fora, né? Eh, então, além de de todos os desafios que eu acho que a gente já falou aqui, inúmeros, [música] eh tudo isso tem uma retribuição, sabe? Você se sentir bem, você se sentir acolhido e mostrar a doutrina espírita dessa forma é assim, para mim é assim surreal e extremamente especial. >> Uhum. Você sabia que eu conheço a Ana Piero há anos, né, >> de outros carnavais. Isso. [risadas] É, a Ana Pineira, ela fazia parte de um uma

assim, para mim é assim surreal e extremamente especial. >> Uhum. Você sabia que eu conheço a Ana Piero há anos, né, >> de outros carnavais. Isso. [risadas] É, a Ana Pineira, ela fazia parte de um uma escola de teatro aqui em Goiânia, né, onde eu fiz um curso durante do anos, só que eu eu era do grupo de adultos e a Ana Pinheira era do grupo da dos pré-adolescentes, né, do núcleo de de pré-adolescentes. Aí um dia eu tô passando num corredor da irradiação espírita do estádio de Giaás e ela me aborda ele tal lembrando desse tempo. Sim, >> né? E ela já grande, né? [risadas] E ela veio pra Federação Espírita, entrou na comunicação >> e firmou e tá brilhando no núcleo cênico aí. >> E foi uma surpresa para mim, inclusive, porque é como eu tinha dito no começo, né? A gente não tem essa visão de como funciona de fato dentro do núcleo e dentro desse departamento. Acho que tá sendo como a Gisa trouxe bebê. Mas assim é fantástico e é transformador. En eu acho que acima de tudo transforma. >> Muito bom. Você ia fazendo uma >> uma colocação. Sim. É nesse sentido que a Ana trouxe, o quanto que ela reforça a questão da função integradora da arte, né? Porque no nosso nucleocênico mesmo nós temos mais de nove centros, nove pessoas de centros espíritas diferentes [música] que fazem parte desse nucleocêno. >> Então olha o quanto que ele que a arte ela é capaz de fazer essa integração, né? Trazer pessoas que têm suas atividades lá nos seus centros espíritas, mas que se dedicam a se unir para esse momento para trabalhar em função da divulgação da arte espírita, né? >> Dia 15 de novembro o núcleo cênico estará na cidade de Morrinos. Uhum. >> Apresentando Bezerra de Menezes. >> Isso. >> E no dia 29 de novembro no colégio Emanuel fazendo a Noite Cultural congressar. >> Exatamente. >> E você pode se informar melhor pelo Instagram da Federação Espírita e adquirir o seu ingresso no Simpla. >> Isso mesmo. >> Meia solidária está quanto? >> R$ 50. >> R$ 50. >> Só pesquisar lá. Bezerra de Menezes, o

se informar melhor pelo Instagram da Federação Espírita e adquirir o seu ingresso no Simpla. >> Isso mesmo. >> Meia solidária está quanto? >> R$ 50. >> R$ 50. >> Só pesquisar lá. Bezerra de Menezes, o apóstolo do amor no Simpla, que vai aparecer o link para compra dos ingressos. >> Mas vocês colocaram precinho assim muito muito miudinho, né? >> Ai, foi não foi? >> É inclusivo também, né? >> Exatamente. >> Uma noite cultural com núcleo vai ser lindo. Ho, >> conhecer a história de Bezerra de Menezes, >> Maurício Keller, Fernando Sabino. >> Corram porque não vai dar para quem quer, né? Eh, como você enxerga, Gisa, e também você, Ana Pinheiro, o futuro da arte espírita no nosso movimento? >> Acho que promissor, né? Acho que é a palavra ideal, porque eh como você acabou de trazer tantos espetáculos que a gente tá e para apresentar e divulgação, a gente tá aqui falando da arte espírita, então é promissoro. >> Eu acredito nisso também, né? Tanto as áreas próximos a nós, que nós estamos vivenciando esse crescimento aqui próximo de nós, com teatro, com músicas, com shows, próprio Gan fazendo alguns shows e que tem tido participação das pessoas. >> Tive recentemente em Brasília assistindo um espetáculo também falando sobre Kardec, que lotaram quatro sessões, assim, foi fantástico. Temos o cinema que tá nosso lar, gente. Quantos milhões de pessoas assistiram aquele filme alcançando pessoas espíritas e não espíritas, levando a mensagem do Cristo, [música] né? Então, acredito como a Ana, que realmente é uma área promissora agora nesse sentido de consolar, divulgar, integrar não só os espíritos, mas toda a sociedade. Uhum. >> Exatamente. >> Embora a área de arte seja bebê, como vocês dizem, né, Maurício gosta de de focar isso, né? >> Focar >> vocês têm caminhado bastante >> nas regionais e viajando pelo estado todo, né? Isso mesmo. >> Eh, aquela casa espírita, aquele dirigente que queira implantar a área de arte, o que que ele faz? Ele liga na federação espírita e pega o contato de

is e viajando pelo estado todo, né? Isso mesmo. >> Eh, aquela casa espírita, aquele dirigente que queira implantar a área de arte, o que que ele faz? Ele liga na federação espírita e pega o contato de vocês e tal. E >> isso mesmo, >> qual é o movimento? >> Isso mesmo. Isso mesmo. Ele pode ligar e a pessoa, a secretaria passa o nosso contato para ele ou o próprio site da FEGO, lá tem nossos contatos. ele pode entrar diretamente em contato com a gente e a gente vai organizar uma forma de apoio a essa casa espírita. >> Uhum. >> OK. Então, a casa que tem o interesse em plantar, vocês apoiam. >> Isso mesmo. >> Acompanha o desenvolvimento. >> Perfeito. >> Maravilha. >> Ana Pinheiro, muito obrigado pela sua presença. >> Obrigada a você. >> Que Deus te ilumine cada vez mais. >> Obrigada. Foi um prazer estar aqui, >> Gisele, >> muito obrigada, En. Muito obrigada à Federação Espírita por esse espaço, né, de poder a gente estar [música] divulgando a arte, divulgando tantas outras coisas, né, importantes pro nosso movimento. Quero reforçar só uma coisa que eu acho que a comunicação social espírita tem um papel fundamental nesse crescimento da arte. A parceria que ela tem desenvolvido na divulgação dos eventos e até mesmo na construção desse movimento é muito importante, né? Então, a comunicação ela tá em todas as áreas, né? a gente sabe disso e a arte também, uma com a outra vai somar e juntos somos mais fortes, né? >> Eu lembrei aqui agora do documento orientador da área de comunicação, que diz que nós temos três funções básicas, né? Evangelizadora, integradora e mediática. A mediática também é arte, né? >> Sim. [música] >> E a área de arte tem a função evangelizadora e integradora. Então, comunicação e arte seguem de mãos dadas. Não tem como separar. Meus queridos irmãos, muito obrigado pela atenção de todos vocês e até a próxima com o programa Espiritismo em Movimento. E agora vamos fechar com a divulgação do nosso 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. Até a próxima.

o obrigado pela atenção de todos vocês e até a próxima com o programa Espiritismo em Movimento. E agora vamos fechar com a divulgação do nosso 42º Congresso Espírita do Estado de Goiás. Até a próxima. >> Até a próxima. A Federação Espírita do Estado de Goiás honrosamente os convida para o Congresso Espírita de 2026, que terá como tema central Jesus e Kardec para os tempos atuais. O Congresso Espírita é momento de confraternização e aprendizado com muita arte e alegria. Mantenha-se informado pelo site da Fé Ego e pelo Instagram do Congresso. [música] เฮ

Mais do canal