A arte da Contação de Histórias | O TEMPO DE SONHAR - Rhossane Lemos e Grupo de Contação da DPS
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Boa noite a todos Obrigada pela presença Vamos ler antes da nossa atividade Vamos ler o Evangelho no Capítulo 11 amar o próximo como a si mesmo uma lição maravilhosa a lei de amor o amor resume a doutrina de Jesus inteira visto que esse é o sentimento por Excelência e os sentimentos são os instintos elevados à altura do Progresso feito em sua origem o homem só tem instintos quando mais avançado e corrompido só tem Sensações quando instruído e depurado tem sentimentos e o ponto delicado do sentimento é o amor não o amor no sentido vulgar do termo mas esse sol interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobre humanas a lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres extingue as misérias sociais de todos aquele que ultrapassando a sua humanidade ama com amplo amor os seus irmãos em sofrimento de todos aquele que ama pois pois não conhece a miséria da Alma nem a do corpo tem ligeiros os pés e vive e vive como que transado fora de si mesmo quando Jesus pronunciou A Divina palavra amor os povos sobressaltar e os Mártires ébrios de esperança desceram ao circo o espiritismo a seu turno vem pronunciar uma segunda palavra do alfabeto Divino estais atentos pois que essa palavra ergue a lápide dos túmulos vazios e a reencarnação triunfando da Morte revela as criaturas deslumbradas o seu patrimônio intelectual já não é o suplício que ela conduz o homem conduo a conquista do seu ser elevado e transfigurado o sangue resgatou o espírito e o Espírito tem hoje que resgatar da matéria o homem Então nós vamos fazer a nossa prece iniciando a nossa atividade hoje a DPS com a dac tem a honra de apresentar para vocês a contação de história que é uma atividade né da Diretoria de promoção ala de Souza então convido a todos a elevar o pensamento os pensamentos a Deus e a Jesus e agradecer pela dádiva de estarmos aqui pela dádiva de estarmos reencarnados agradecemos pela oportunidade de levar alegria a tantos que necessitam Obrigada
pensamento os pensamentos a Deus e a Jesus e agradecer pela dádiva de estarmos aqui pela dádiva de estarmos reencarnados agradecemos pela oportunidade de levar alegria a tantos que necessitam Obrigada Jesus muito obrigada pelo teu amor que assim seja boa noite a todos nós somos o grupo de contadores de histórias da diretoria de promoção social aqui da Comunhão Espírita de Brasília nós levamos muitas histórias muita alegria muitos sonhos para pessoas em situação de rua para crianças em hospitais para Famílias em situação de vulnerabilidade e para muitas outras pessoas nós Compartilhamos nós damos e recebemos histórias e nós queremos ir sempre bem mais longe atingir muito mais pessoas muito mais por isso agradecemos a oportunidade de estarmos aqui nesse espaço contando histórias para tantas pessoas agradecemos e convidamos vocês a se juntarem a nós nós temos um sonho e no nosso sonho a gente vai cada vez mais longe conta e ouve cada vez mais histórias vai para muitos lugares e atinge muitos corações e hoje nós queremos convidar vocês para sonhar conosco sejam muito bem-vindos e vamos sonhar juntos como pode um peixe vivo viver fora d'água fria como pode um peixe vivo viver fora d' Água Fria Como poderei viver Como poderei viver sem a tua sem a tua sem a tua companhia sem a tua sem a tua sem a tua companhia como pode um peixe vivo viver fora d'água fria como pode um peixe vivo viver fora d' Água Fria como Como poderei viver Como poderei viver sem a tua sem a tua sem a tua companhia sem a tua sem a tua sem a tua companhia Era uma vez uma casa sonolenta onde todos viviam dormindo nessa casa tinha uma cama uma cama confortável numa casa sonolenta onde todos viviam dormindo nessa cama tinha uma vovó uma vovó roncando em cima da cama da cama confortável na casa sonolenta onde todos viviam dormindo em cima dessa avó dormia um menino um meno sonhando em cima da vó roncando em cima da cama confortável na casa sonolenta onde todos viviam dormindo em cima desse menino dormia um
todos viviam dormindo em cima dessa avó dormia um menino um meno sonhando em cima da vó roncando em cima da cama confortável na casa sonolenta onde todos viviam dormindo em cima desse menino dormia um cachorro um cachorro cochilando em cima do menino sonhando em cima da vovó roncando em cima da cama confortável na casa sonolenta onde todos viviam dormindo em cima desse cachorro vivia um gato um gato ressonando hum um gato ressonando em cima do cachorro cochilando em cima do menino sonhando em cima da vovó roncando numa cama confortável numa casa sonolenta onde todos viviam dormindo em cima desse gato tinha um rato um rato dormitando um rato dormitando em cima do gato ressonando do cachorro cochilando do menino sonhando da vovó roncando numa cama confortável numa casa sonolenta onde todos viviam dormindo em cima desse rato vocês não vão acreditar sabe o que que tinha uma pulga uma pulga acordada a pulga picou o rato que deu um susto no gato gato que arranhou o cachorro que deu um outro coice no menino que deu um susto na vó que quebrou a cama na casa sonolenta onde ninguém mais dormia H muitos e muitos anos vivia na cidade de Damasco na Síria um pobre homem chamado sempre lutou com muita dificuldade para seu sustento mas não teve oportunidade de estudar e muito menos de aprender alguma profissão mas ele tinha muito boa vontade ele nunca reclamava fazia todos os serviços carregava pedras buscava água limpava Jardim e e sempre com muita boa vontade com passar do tempo smar começou a se sentir cansado e preocupado pois ele não tinha juntar nenhum dinheiro nenhuma economia nada que pudesse auxiliá em caso de qualquer necessidade então pensando preocupado ele disse eu só tenho a minha casa não tenho mais nada a casa de ficava no bairro pobre de Damasco numa rua esburacada e no final da rua a casa era feita de pedras por trás da casa é protegida por um um portãozinho de madeira e por trás da casa passava um riacho e na beira desse Riacho crescia uma linda Figueira e era nessa Figueira
ua a casa era feita de pedras por trás da casa é protegida por um um portãozinho de madeira e por trás da casa passava um riacho e na beira desse Riacho crescia uma linda Figueira e era nessa Figueira qum e se recostava ia descansar depois de um dia de trabalho passado o tempo preocupado pensou o que posso fazer quando as forças me faltarem quando eu não puder mais carregar peso esse trabalho que eu faço como vou fazer Será que ela vai me abandonar e assim um dia preocupado ele foi se encostar na sua amada Figueira lá teve um sonho Ismar sonhou que estava na cidade do Cairo no Egito embora ele nunca tivesse estado por lá ele passeava pelas ruas com muita familiaridade ele reconhecia os Mercadores de tapete passava pela rua principal e via a mesquitas mesquitas caminhando um pouco mais chegava até uma praça e nessa praça ele virou à direita desceu por uma rua Estreita seguiu até o final da rua e lá encontrou uma ponte por baixo dessa ponte passava um rio e e no cantinho desse Rio dessa ponte bem no cantinho um cofre repleto de moedas de ouro e joias reluzentes quando acordou Smart teve a certeza que aquele tesouro era o tesouro que aá havia lhe reservado o sonho era tão nítido tão cheio de detalhes que não havia engano então ele não teve dúvida não pensou duas vezes ele arrumou suas trouxas e PSE a caminho de Ciro a viagem era longa principalmente para ele que ia a pé e não tinha dinheiro smar convicto da sua fortuna de encontrar sua fortuna ele andou até finalmente chegar na cidade que sonhara e Era exatamente como el tinha ele tinha sonhado Ele chegou muito cansado e bem maltrapilho mas as suas forças e sua fé redobrou redobraram porque ele reconheceu a rua principal os Mercadores de tapetes as torres das mesquitas foi até a ponte virou à direita desceu a Rua mais um pouquinho avistou o rio chegou lá na ponte era o local onde era para estar o tesouro quando chegou não havia tesouro algum smar ficou tão Decepcionado que pensou não eu vou acabar com os meus dias aqui
ouquinho avistou o rio chegou lá na ponte era o local onde era para estar o tesouro quando chegou não havia tesouro algum smar ficou tão Decepcionado que pensou não eu vou acabar com os meus dias aqui mesmo com tanta decepção tentou tirar no Rio quando estava quase se jogando ele sentiu alguém puxando as suas pernas por debaixo da ponte era um mendigo era o mendigo e gritava e diz assim não faça isso meu Pobre amigo não faça isso é perigoso esse rio é muito perigoso você pode cair daí e morrer mas é isso mesmo que eu quero não faça isso amigo venha cá você tem muito muita vida pela frente pode você pode fazer muitas coisas boas pelos outros faça uma boa ação por mim e venha até aqui e conte-me sua história smar pensou pensou e decidiu compartilhar a sua história sua triste história com aquele desconhecido e no final da história ele disse então tenho ou não tenho razão de estar assim no lugar do Tesouro estava você como é que eu posso ficar sem o meu tesouro o mendigo exclamou Olha eu não queria dizer isso não mas você foi um irresponsável um louco Como pode acreditar num sonho que você sonhou apenas uma vez olha você foi um besta pois vou te contar uma coisa eu sonho há 5 anos o mesmo sonho quase todas as noites e nem por isso eu vou atrás de um sonho mas se acha não vou mesmo Ismar curioso perguntou e o que você sonha você acredita que que eu sonho que vou na cidade de Damasco chegou lá o que já é uma as deira né porque eu nunca fui a Damasco chegando lá eu vou numa rua toda cheia de buraco chega numa casa cheia de pedras tem um portãozinho de madeira ela é protegida por um portãozinho de madeira atrás dessa casa há um Riacho lá no riacho perto do Riacho há uma linda Figueira que é oca e no sonho fala que lá tem um tesouro você acha que eu vou sair daqui atrás desse sonho Ismar ficou pasmo calado não disse mais nada Ele simplesmente abraçou o mendigo e entendeu o que estava acontecendo ele voltou para casa chegando lá entendendo todos os os laços do destino chegando na casa foi diretamente
ado não disse mais nada Ele simplesmente abraçou o mendigo e entendeu o que estava acontecendo ele voltou para casa chegando lá entendendo todos os os laços do destino chegando na casa foi diretamente lá para o riacho onde estava a linda Figueira encontrou enfim o tão sonhado tesouro que ele aguardava eu preciso de água hum Era Uma Vez no lugar muito distante daqui a havia um famoso comerciante de tapetes o seu nome era abdu abdu vivia tranquilamente dos seus negócios os seus cofres abarrotados de moedas de ouro muito o alegravam o coração mas havia um espinho no cantinho do seu coração de tristeza abidu tinha um filho chamado Rib quase um homem feito já que muito o preocupava seu pai que desgosto era para abdu ver seu filho lá no armazém AB bocejar ao invés de desdobrar os tapetes limpá-los organizá-los até que aparecesse um comprador que pagasse muito bem por eles a que tristeza era abdu ver hassib mal fechar a loja e já sair correndo para um belo jardim que havia ali próximo do Armazém chegando lá hassib grudava o seu ouvido no chão para ouvir o crescer das plantas e que esquisitice era ele ficar contando formiguinhas no Carreiro e aiti maior era um homem de quase 1,80 se debruçar num poço e ficar ali a declamar durante horas palavras para ouvir o Eco da sua voz abidu lamentava e dizia alá quis que eu tivesse um filho cabeça de vento O que hei de fazer até que um dia teve uma ideia ele chamou o seu filho e disse racib Você precisa tomar um rumo precisa dar um destino a sua vida eu vou te dar um saco de dinheiro e você vai embora e não me volte mais aqui por um ano e quando você voltar eu quero ver esse dinheiro multiplicado vai embora agora e racibe não tinha o que fazer pegou aquele saco de dinheiro e foi embora ganhou o mundo saiu andando andando andando até que ele chegou numa cidade ainda sem bem saber o que fazer então ele pensou Já sei vou vender água água é um bem essencial a vida Todo mundo precisa de água quem não quer água Maria Teresa você quer água Regina você quer água
e ainda sem bem saber o que fazer então ele pensou Já sei vou vender água água é um bem essencial a vida Todo mundo precisa de água quem não quer água Maria Teresa você quer água Regina você quer água Dalva você quer água e ele foi numa fonte ali próxima e trouxe três jarros de água que ele começou a vender e anunciou ali na praça principal da cidade quem quer água quem quer água Germana você quer água então ele começou e as pessoas trouxeram jarros trouxeram baldes trouxeram cestas para comprar água de racibe e ele ficou desconcertado com aquilo então ele disse não vocês não entenderam nada eu não quero vender baldes de água cestos de água eu quero vender gotas de água gota de água é gotas de água gotas de água são lindas elas refletem a luz do sol e uma fica verde outra fica vermelha outra fica lilais outra fica azul algumas ficam até com todas as cores do arco-íris quem não quer uma gota de água mas as pessoas não entenderam elas foram saindo Saindo saindo até que deixaram racibe sozinho ali no meio da praça e ele teve que ir embora para outro lugar e esse lugar era numa cidade bem grande e aquele prazo que a Bidu deu para racibe de um ano estava passando muito rápido mas ele que resolveu que dessa vez ele ficaria rico e juntou areia em duas caixas em duas caixas e começou a pregoar quem que areia quem quer areia você de azul você quer areia logo foi interrompido por um homem que passava apressado rapaz Quanto que você quer por essas duas caixas de água Rib respondeu não senhor eu não vendo a caixa de água eu vendo Grã de areia eu vendo um por de cada vez qual a cor que o senhor vai querer porque ao longe a gente vê que a areia é cinza mas quando apegamos Nas Mãos os são azul tem a cor amarela e vermelho qual que o senhor vai querer o homem saiu irritadíssimo que história é essa e pela cidade afora ele falou que racib era um Mercador de coisa nenhuma e assim por onde Rib passava ele foi conhecido como Mercador de coisa nenhuma e foi passando o tempo e ele foi indo de cidade em cidade até que chegou
falou que racib era um Mercador de coisa nenhuma e assim por onde Rib passava ele foi conhecido como Mercador de coisa nenhuma e foi passando o tempo e ele foi indo de cidade em cidade até que chegou em um lugar já sem ideias sem saber absolutamente o que fazer na porta dessa cidade ele encontrou um homem chamado Isaque um homem que estava triste cabisbaixo e foi falar com ele o que está acontecendo por que você está tão sério tão triste e Isaque disse para ele é porque há muito tempo eu não durmo não tenho o que me faça conseguir dormir nisso eu posso te ajudar como eu já tentei de tudo eu vou te vender um sonho um sonho é um sonho e AB e Rib começou a contar para Isaque um sonho que ele tinha tido um sonho maravilhoso ele descreveu pessoas extraordinárias lugares belíssimos animais fantásticos paisagens estonteantes e Isaac foi sonhando com ele e ficou tranquilo ficou feliz naquela noite ele dormiu como nunca tinha dormido na vida dele e no dia seguinte espalhou a notícia por toda a cidade no dia seguinte tinha uma fila de pessoas que queriam comprar um sonho de e Rib foi vendendo e entregando sonhos para cada pessoa para cada um que estava ali e aquela cidade foi ficando mais feliz mais tranquila mais leve até que foi passando o tempo e passou um ano que era o tempo que seu pai tinha dado Mas ele já estava rico o dinheiro dele tinha multiplicado muito mas infelizmente já era a hora de ir embora então racib comprou um camelo e começou a viagem ele andou andou Andou até que no meio de toda aquela areia do deserto foi dando um sono nele e ele dormiu e sonhou mais uma vez e no meio daquele sonho o saco de dinheiro caiu e se perdeu para sempre nas areias do deserto mas nós sabemos que ele conseguiu Quem de nós nunca sonhou quem já sonhou aí levanta a mão vamos ligar aí pro pessoal a gente vê o pessoal né eu vou contar uma história para vocês que é a história do Zé mas para contar essa história eu preciso de ajuda não consigo contar sozinha Será que vocês podem me ajudar
pessoal a gente vê o pessoal né eu vou contar uma história para vocês que é a história do Zé mas para contar essa história eu preciso de ajuda não consigo contar sozinha Será que vocês podem me ajudar tem um zé aí vamos subir todo mundo fica em pé e aí todo mundo ajuda não precisa nenhum V quem puder tiver condição saúde de ficar em pé fica em pé por favor eu pergunto tem alguém dos grupos de contadores do grupo vida do grupo da biblioteca canguru tem mais algum contador aqui com a gente eu tinha visto não todo mundo a banando eu acho que é para mim mas não tô não é né a brincadeira é assim ó vou falar primeiro e vocês vão repetindo pode ser é assim ó Zé eu sou o Zé Zé eu sou o Zé Eu trabalho numa fábrica de Botão Eu trabalho numa fábrica de Botão uma vez meu chefe veio e perguntou uma vez me chefe veio e perguntou tá ocupado eu disse não ocupado eu disse não dis pegaram Então bora Zé eu sou o Zé Eu trabalho numa fábrica de Botão botão uma vez meu chefe veio e perguntou tá ocupado disse não então Aperta o botão com a mão direita Ai vocês são lindos com mão direita todo mundo sabe qual é direita que às vezes tem gente que tem outra direita né Zé eu sou o Zé Eu trabalho numa fábrica de Botão uma vez meu chefe veio e perguntou tá ocupado disse não então Aperta o botão com a mão esquerda Zé eu sou o Zé Eu trabalho numa fábrica de Botão uma vez meu chefe veio e perguntou tá ocupado eu disse não então Aperta o botão com a perna direita tá Zé eu sou o Zé Eu trabalho numa fábrica de Botão uma vez meu chefe veio e perguntou tá ocupado eu disse não então Aperta o botão com a perna esquerda Zé eu sou o Zé Eu trabalho numa fábrica de Botão uma vez meu chefe veio e perguntou tá ocupado disse não então Aperta o botão uma cabeça Zé eu sou Zé Eu trabalho numa fábrica de Botão uma vez meu chefe veio e perguntou tá ocupado eu disse não então aperte o botão com o corpo todo bemvindo muito obrigada pela apoio nessa história ai Se esta rua se essa rua fosse minha eu mandava eu mandava
meu chefe veio e perguntou tá ocupado eu disse não então aperte o botão com o corpo todo bemvindo muito obrigada pela apoio nessa história ai Se esta rua se essa rua fosse minha eu mandava eu mandava ladrilhar com pedrinhas com pedrinhas de brilhante para o meu para o meu meu amor passar essa rua se essa rua fosse minha eu mandava eu mandava ladrilhar com pedrinhas com pedrinhas de brilhante o meu só pro meu amor passar aqui Era uma vez a bilh de anos quando a terra ainda estava sendo criada Deus reuniu sete anjos e lhes deu uma ordem cada anjo deveria cuidar de um elemento no planeta e cada um também receberia uma vestimenta conforme a cor de cada anjo conforme as suas atividades as suas necessidades vou começar contando a vocês sobre o primeiro anjo a ser chamado esse primeiro anjo vestiu uma túnica encarnada ou cor de carne ou vermelho pois representava os sentimentos Então Deus ordenou que o primeiro anjo fosse ficasse responsável pelos corações dos homens amor amizade alegria Eram todos sentimentos que o Anjo deveria suprir aos homens para isso Deus entregou para ele um bolzinho ficavam guardados ali todos os bons sentimentos mas também Entregou um cofre onde ficavam fechados os maus sentimentos como por exemplo inveja cobiça raiva preguiça ma humor e olhem Ainda bem que esse cofre ficava sempre trancado pois Imaginem vez ou outra alguns Maus Pensamentos e maus sentimentos acabavam encontrando assim uma frestinha uma brechinha que fosse para escaparem e vir atormentar os homens o segundo anjo vestiu uma túnica laranja e ele cuidaria das frutas ele comandaria o tempo certinho de cada fruta nascer crescer e amadurecer nenhuma fruta deveria amadurecer antes do tempo assim ordenou Deus ele ainda seria o responsável por trazer a alegria aos homens quando balançasse os galhos cobertos de frutas de deliciosas frutas espalhando seu delicado perfume pelo ar sua ferramenta de trabalho seria uma cestinha de jardineiro cheinha de semente de tudo quanto é tipo de fruta que Deus queria
tos de frutas de deliciosas frutas espalhando seu delicado perfume pelo ar sua ferramenta de trabalho seria uma cestinha de jardineiro cheinha de semente de tudo quanto é tipo de fruta que Deus queria que crescesse no planeta sim o terceiro anjo vestia uma túnica amarela pois amarelo era a cor do Astro que ele representaria brilhante como os raios de sol ele ficou responsável pelo nosso Astro Rei então o Anjo Amarelo deveria acordar bem cedinho para despertar o sol para que Ele pudesse desempenhar a sua tarefa de o mundo cabia ele eh também por exemplo coordenar que o sol se deitasse mais tarde no verão ou mais cedo no inverno o Anjo Amarelo carregava em suas mãos um enorme termômetro de ouro para que Ele pudesse medir sempre a temperatura do sol para que ele não brilhasse tanto tão forte a ponto de queimar os filhos de Deus bem o quarto anjo vestiria uma túnica verde e ele cuidaria das florestas nenhuma fruta ou ele cuidaria das florestas uma Vistosa e comprida túnica verde e ele cuidaria com muito amor e carinho das plantinhas dos brotinhos e das florzinhas desse planeta do planeta terra a sua ferramenta de trabalho seria uma um bastão um bastão muito grande com uma Esmeralda na ponta uma Esmeralda mágica que faria tudo crescer e verdejar já o quinto anjo se vestia de azul pois azul era a cor do elemento dele as águas do nosso planeta cada fiozinho de água cada Regato Riacho mar até o oceano todas as águas deveriam obedecer a ele marés altas Marés baixas enchentes nada acontecia sem que ele soubesse ou mesmo sem que ele mandasse tudo acontecia Conforme a vontade do senhor com ele ele trazia um cálice em suas mãos Estava sempre com ele um cálice Cheio da mais pura água colhida na fonte Sagrada que existe no céu e esse cálice não era qualquer cálice né era um cálice sagrado mágico Pois por mais que ele utilizasse da sua água para abastecer a terra ele nunca se secaria sexto anjo vestiria uma túnica Anil e seria seria ele o responsável pelas nuvenzinhas que coroam nosso
o mágico Pois por mais que ele utilizasse da sua água para abastecer a terra ele nunca se secaria sexto anjo vestiria uma túnica Anil e seria seria ele o responsável pelas nuvenzinhas que coroam nosso céu ele também env enviaria raios e trovões e comandaria o ventos muito fraquinhos como uma brisa Suave ou muito fortes como violentos tufões e furacões nas batalhas contra espíritos maus e dragões que tentassem roubar a esperança dos homens sua ferramenta de trabalho seria um sino mágico que tocaria conforme a intensidade E a força dos ventos que Deus queria que soprasse sobre o planeta ai o sétimo último anjo era o mais lindo de todos vesti uma túnica brilhante num maravilhoso magnífico Tom Violeta a cor era tão forte que eu ofuscava os olhos e Deus o deixou por último não por menos não à toa como contamos cada elemento já tinha o seu anjo protetor mas faltava algo quem cuidaria dos Sonhos dos homens ah essa seria a missão do anjo Violeta sempre que cada filho de Deus dormisse o Anjo Violeta deveria ó ficar ali pertinho para pegar os sonhos e levar ao pai celeste E então veria cada pedido de cada um dos seus filhos e avaria O que poderia ser feito mas nemhum sonho ficaria de Fora seja do pobre ou do rico do feio ou do Bonito todos eram levados ao Senhor para isso Deus entregou a ele um enorme Cristal violeta em formato de estrela para que Ele pudesse colocar na Fronte assim na testa de cada sonhador de cada um de nós filhos de Deus feito isso Deus ordenou que os sete anjos fossem ao trabalho e este foi um dia muito feliz tanto no céu quanto na terra para provar Aos aos homens que Deus nunca se esquece deles todas as vezes que a fé e a esperança diminuíssem seus corações os anjos se dariam as mãos entoaram cânticos de louvor formando um lindo arco-íris no céu lembrança Viva do amor do pai eterno por seus filhos na Terra vai lá noor muito antiga de um filho que foi procurar o pai depois de 20 anos afastado ele precisava de um conselho precisava da sabedoria do pai para um
do amor do pai eterno por seus filhos na Terra vai lá noor muito antiga de um filho que foi procurar o pai depois de 20 anos afastado ele precisava de um conselho precisava da sabedoria do pai para um problema muito grande pai disse ele tou com problemas estou vivendo muitas barreiras estou cansado a cada desafio que eu tenho a cada barreira que eu vivo e que eu consigo superar logo vem uma outra mais difícil mais pesada logo em seguida preciso do seu conselho o pai refletiu um pouco e convidou o filho para fazer um passeio foram os dois num Grande Lago eles não me contaram mas eu acho que é o Paranoá chegando nesse Lago eles avistaram ali bem pertinho uma barragem eles não me contaram mas eu acho é a barragem de Paranoá chegando lá o pai perguntou pro filho qual é meu filho querido o seu grande sonho sonho ah tá sonho sonho esse eu nem tenho mais nem sei mais tantas dificuldades vou eu sonhar pai pensou mais um pouquinho apontou para aquelas Águas Lindas meu filho aqui está a solução para os seus problemas ah aí o filho já né hum Sim claro calma meu filho Observe bem essas águas elas vieram de rios caudalosos de pequenas fontes de rios menores vieram de longe com toda força e potência e vieram parar aqui nesse Lago Tá vendo aquela barragem bem ali ela tem turbinas Por onde passa a água e a água faz uma força para passar pelas turbinas e o filho que que isso tem a ver com o meu problema tudo meu filho tudo tá vendo a força dessas águas Sabe por que elas passam pelas turbinas e geram energia energia elétrica que ilumina cidades que ilumina casas que ajuda pessoas porque as águas têm um sonho o sonho das águas é chegar ao mar é encontrar o oceano foi assim que o pai abraçou o filho e disse meu filho a cada barragem a cada desafio a cada barreira seja água e busque o seu oceano alegrinha alegrin dourado que nasceu no campo sem ser semeado alegrinha alegrin dourado que nasceu no canto sem ser semeado foi meu amor e me disse assim que a do campo é o alegrim foi meu amor que me disse assim que a flor do
que nasceu no campo sem ser semeado alegrinha alegrin dourado que nasceu no canto sem ser semeado foi meu amor e me disse assim que a do campo é o alegrim foi meu amor que me disse assim que a flor do campo é o alegri alegri alegri dourado que nasceu no campo sem ser semeado alegrinha alegri dourado que nasceu num campo sem ser semeado Oi meu amor que me disse assim que a flor do campo é o alegri foi meu amor que me disse assim que a flor do c é alegri estamos caminhando então para nosso final da nossa apresentação nós tínhamos 50 minutos vamos fechar queria é primeiro citar né a os direitos autorais das histórias quem escreveu essas histórias então uma casa sonolenta de autoria de aldre ut o sonho de smar foi uma adaptação do folclore árabe por Rosane Pamplona o Mercador de coisa nenhuma de autoria de Antônio torrado o sete Anjos Anjos do arco-íris é uma história de Gabriela copit e uma história sobre sonhos é de Autor Desconhecido eu queria também antes de encerrar agradecer a Comunhão Espírita de Brasília por essa colhida e pelo útero fértil que propicia que esse projeto e essas ações com as histórias cresçam e apareçam no mundo a Germana pelo convite e por acreditar no nosso sonho eh também a Maria Teresa por confiar em nós desde o princípio A Equipe técnica luí Flávio Lucas Vocês são demais vocês deram apoio em condicional pra gente desde o início Esse é um grupo amador e recém-criado eh a Carla que é coordenadora executiva desse grupo uma lutadora persistente a nossa menina do violão ao músico profissional Bruno Maia que criou esse solo árabe Que Vocês ouviram especialmente para esse encontro ao coprodutor desse espetáculo Joel Maia que nas horas vagas é meu marido as meninas todas pela confiança parceria e sonhar junto a vocês por virem até aqui nos prestigiar com tanto carinho vi tanta gente engajada aí tirando foto Alegre Muito obrigada mesmo viu pelo carinho de vocês e finalmente e mais importante é o nosso mestre Jesus que junto com toda a espiritualidade cuidou de tudo com tanto
gente engajada aí tirando foto Alegre Muito obrigada mesmo viu pelo carinho de vocês e finalmente e mais importante é o nosso mestre Jesus que junto com toda a espiritualidade cuidou de tudo com tanto carinho para que a gente estivesse aqui para que a gente pudesse estar com vocês agora pra gente encerrar eu queria fazer um vocês já sonharam tão sonhando ou tá fraco tá que nem o filho é vão ficar em pé vocês podem ficar em pé mas porque eu prometo que não faço vocês apertarem botão dessa vez Ah tem muita gente bonita ó Tá lindo tá lindo é o seguinte nosso tema de hoje são sonhos então nós vamos imaginar Respira fundo imagina um sonho e coloca no meio das tuas mãos respira esse sonho coloca agora o pezinho direito pra frente e a gente vai começar a esfregar o som e para esquentar ele começa a fazer uma bolinha com a luz do teu sonho e vai esquentando e vai esquentando e agora a gente vai botar ela bem quente esquenta esquenta esquenta agora esse sonho vai e a gente vai contar até três e no três a gente vai dar um grito um rá e vai soltar esse sonho para chegar lá no céu 1 do TR e bem queridos vocês não vão sair do palco porque o horário delas é até à 9 horas sabe quando você termina um trabalho e teu chefe vem Ah já que você terminou Então vou te pedir para apertar um outro botão então esses 30 minutos foi combinado com Carla Daniela sem que a nossa querida Doutora vocês sabiam que ela é Doutora em contação de história pois é doutora e ela não sabia que ela vai ficar aqui para responder perguntas de vocês Muito obrigada então ela e essa equipe vai responder perguntas de vocês sobre contação de história é a primeira vez que a gente traz para o palco da sexta-feira cultural uma equipe de contação de história que já é uma prática extremamente famosa a nossa querida Doutora ela trouxe da Europa sorbone essa esse doutorado e veio aqui nos trazer essa experiência através de nossa querida DPS que tem a representante aqui a diretora e nós estamos iniciando os nossos primeiros passos para aprender a
bone essa esse doutorado e veio aqui nos trazer essa experiência através de nossa querida DPS que tem a representante aqui a diretora e nós estamos iniciando os nossos primeiros passos para aprender a sermos contadoras de histórias então estão todas aqui as voluntárias que estão aprendendo a contar a história com essa nossa missionária porque nós a conhecemos numa ONG no sul do país exatamente para divulgar e promover a contação de história Então existe uma técnica existe princípios sobre essa ciência que vocês viram que entra direto na alma mexe com as emoções com os sentimentos Tod todos vocês todos nós viemos aqui assistir palestras e os palestrantes contam histórias e nós nunca reparamos que existe uma ciência sobre isso então a primeira pergunta será minha tá depois eu passo para vocês onde nasceu essa ciência da contação de história Onde nasceu o ser humano nossa assim quando foi assim todo mundo contava história quando quando o ser humano teve a capacidade de falar e for foi liberados foram liberados os braços todo o aparelho fonador ele começou a narrar pequenas coisas pequenos fatos até que ele começou a se reunir em tribos em grupos e em volta de uma fogueira e quando a gente conta histórias quando a gente faz uma roda de histórias a gente sempre coloca um representante do Fogo para lembrar os nossos ancestrais de que em torno de fogueiras nossos tá tá vóz eh contavam histórias na beira do Fogo de uma lareira na beira de Fogo de uma fogueira de um fogão a lenha os nossos bisavós Aí talvez um pouco mais perto em Brasília talvez não tanto mas eu sou do sul e no sul faz muito frio e a gente tem muito hábito de fogão além e tudo então era lá que as coisas começavam a as histórias as brincadeiras de sombra né que a gente fazia os bichinhos de sombra lembra eh e contava narravam histórias desde que o homem é homem a gente conta é a nossa característica né como espécie falar e narrar é a consequência dessa fala e só a última passo para vocês como foi que essa essa esse comportamento
ias desde que o homem é homem a gente conta é a nossa característica né como espécie falar e narrar é a consequência dessa fala e só a última passo para vocês como foi que essa essa esse comportamento humano as academias olharam isso a ponto de ter um doutorado como uma ciência até bem pouco tempo atrás a gente tinha toda a contação de histórias tida como coisa de criança né Eu acho que ainda alguém Dev de vocês aí deve conhecer dizendo Ah vamos contar vamos contar a história Ah Pera aí que eu vou buscar minha filha não não não mas é para você mesmo Ah não é para criança não então assim quando a academia se deu conta de que do poder das histórias as histórias T um poder de entrar na alma das pessoas por um outro caminho vocês vão lembrar bem Jesus Cristo e suas metáforas ele contava histórias ele foi o grande contador de histórias as histórias que ele contou estão até hoje no nosso convivo e nos ensinando e ele não precisava da lição de moral no final da história por a história por si já é o ensinamento não é então a gente aqui também não dá a lição de moral no final então a academia ela ela teve muita resistência para olhar a contação de histórias não como uma literatura menor porque não é Machado de Assis Então não é literatura Mas aos poucos a gente tá eh observando cada vez mais entendendo e pesquisando o efeito da contação de histórias eh na alma humana e isso é mensurável a gente pode medir o quanto isso tem efeito na alma humana A Minha tese de doutorado foi sobre isso eu cheguei a algumas conclusões técnicas e existem formas de fazer a contação de histórias que são mais efetivas e outras que são menos efetivas quanto mais olho no olho quanto mais eu me importar com a história que você quer ouvir de mim mais a minha comunicação vai ser melhor com você porque nas tribos indígenas Ai eu não vou parar nunca de falar NS queremos você tem mais você tem mais 30 minutos nas tribos indígenas algumas tribos indígenas eh brasileiras a roda de contação de histórias na tribo começa
genas Ai eu não vou parar nunca de falar NS queremos você tem mais você tem mais 30 minutos nas tribos indígenas algumas tribos indígenas eh brasileiras a roda de contação de histórias na tribo começa assim qual é a pergunta de hoje não tinha uma história pronta feita partia de uma dúvida da comunidade do grupo E aí eles tinham uma dúvida ah morreu o nosso ancião e a gente gostaria de saber tem uma história sobre isso e daí o homem vinha o contador de histórias da tribo vinha e trazia uma história sobre o que a comunidade estava sofrendo então contação de histórias ela era do da comunidade ela era fazia parte do grupo tem uma outra história que diz uma brincadeirinha de um antropólogo que diz assim ele chegou numa tribo indígena e falou olha eu vou trazer para vocês uma televisão Porque ele queria estudar o impacto da televisão em tribos que não tiveram contato ainda com esse tipo de mídia chegando lá ele botou a televisão lá durante uma semana toda a comunidade da tribo assistiu a Bendita da televisão passada uma semana eles foram lá e desligaram a televisão aí o antropólogo pesquisador falou mas que que aconteceu Ah não a televisão é legal mas a gente prefere o nosso contador de histórias Vocês podiam chegar mais para frente Vocês estão muito distantes do público temos uma pergunta de uma criança por favor bonitinha Oi meu nome é Júlia eu queria saber com quantos anos uma criança pode ser contadora de história Júlia muito obrigada pela sua pergunta ela é muito boa uma criança já é uma contadora de histórias é já é qualquer um é um contador de história sabe o que acontece com a gente Júlia às vezes a gente vai ficando grande e a gente vai criando umas capas sabe umas couraças que a gente acha que sonhar contar histórias brincar não isso aí já não é mais para mim agora eu já tô adulto eu preciso ser né responsável preciso dar conta das minhas coisas e essas couraças vão tirando da gente a espontaneidade da narração mas todos vocês que estão me escutando agora são contadores de
ulto eu preciso ser né responsável preciso dar conta das minhas coisas e essas couraças vão tirando da gente a espontaneidade da narração mas todos vocês que estão me escutando agora são contadores de histórias Às vezes a gente precisa fazer um curso que é o que as meninas fizeram que a gente fez juntas para tirar as couraças para tirar as capas que que estão escondendo o narrador o Alegre O Encantador que vive dentro de nós então Júlia você já é uma contadora e quando você quiser eu adoraria escutar uma história sua mais alguém tem alguma pergunta boa noite boa noite é na verdade não é uma pergunta é Um Desafio eu queria que vocês definissem em uma palavra bem do coração de vocês o que vocês sentem quando vocês contam uma história não precisa a gente tá de microfone a gente tá de microfone emoção amor gratidão o coração falando amor amor também Plenitude Quem mais tem uma pergunta aí tem tem que levar tem que vir aqui cadê o Lu com o microfone nosso Lu com o microfone do público meu nome é Maurício Oi Maurício e eu sempre contei histórias e me emociona muito entendeu é uma é uma coisa Espetacular mas eu tenho uma dúvida eu tenho uma dúvida autoral né e tô minha garganta tá seca é sobre direitos autorais de adaptação de de histórias né que você leu aí sobre você falou que uma pessoa adaptou uma história eu tenho uma adaptação de história do dos Três Porquinhos né que a minha esposa já dormiu muito vendo isso essa história tá sendo criada há 40 anos né então assim eu faço qualquer criança dormir com essa história Ah é Foi uma história que vocês criaram não eu que tô eu eu fiz a minha irmã dormir com essas histórias ah tá fiz minhas sobrinhas dormir com essa história fiz minha filha dormir com essa história meu filho e minha esposa todos a família inteira conhece ess hisória dele coisa linda marido esse marido e e assim meu Deus é gand tá seca e essa história vem sido contada ela foi tá sendo desenvolvida inclusive já escrevi ela né ela tá guardada no meu e-mail para não perder mas é uma
marido esse marido e e assim meu Deus é gand tá seca e essa história vem sido contada ela foi tá sendo desenvolvida inclusive já escrevi ela né ela tá guardada no meu e-mail para não perder mas é uma adaptação dos três porquinhos e como funciona direitos autorais em em adaptações de histórias como é que funciona Olha eu não sou da área do direito para te dizer com toda precisão Mas o que eu vejo muito por aí são histórias que são do folclore a gente pode adaptar o que a gente não faz é se apossar de algo que não é não é nosso de origem e ter ganhos financeiros por exemplo eu posso adaptar essa história e contar aqui com muita tranquilidade Mas se eu for adaptar essa história fazer um livro não colocar ilustrador não colocar nada não colocar adicionar algo aquela história que não tenha um valor que um listrador tem um valor enfim e eu acho moralmente discutível a gente se apropriar a minha ideia não era nem financeira né porque esse é um trabalho que eu tô fazendo tô com 57 conto essa história há 40 anos Ah então você vai contar pra gente agora aqui pode mas leva Du horas é alguém aí tá esperando para jantar não eu até faria isso em outro oportunidade mas você adapta ela para 5 minutos e 1 hora você traz pra gente aqui olha eu posso fazer em 10 minutos minutos mas talvez não fique do jeito que que eu faço porque é assim a adaptação é dos Três Porquinhos né que é Os Três Porquinhos o porquinho da cidade uma coruja fofoqueira né e o Lobo ma que escreve histórias de fazer de mãe fazer mãe dormir né então assim e ela é uma história um pouco longa porque é para fazer criança dormir eu só não queria assim não era nem não é nem direito autorais financeiros era não deixar essa história de 40 anos se perder tem que fazer essa história já pertence a história é quase um uso capião dessa história é mas assim como eu faria isso né porque a minha ideia hoje tudo cai em direitos autorais eu só quando eu vi você lendo aí eu fiquei nessa dúvida falei olha porque ela tá escrita só não foi trabalhada por uma
sim como eu faria isso né porque a minha ideia hoje tudo cai em direitos autorais eu só quando eu vi você lendo aí eu fiquei nessa dúvida falei olha porque ela tá escrita só não foi trabalhada por uma profissional a histórias tradicionais assim como músicas como a gente as que a gente cantou hoje são músicas do folclore que vão passando de geração a geração e que com certeza os direitos autorais já são populares então não existe mais né com 20 30 50 anos o já cai no domínio público Então essa história dos Três Porquinhos com certeza já é de domo pú mas assim porque eu vejo vocês falando de história quando você conta uma história e ela chega no seu objetivo é uma coisa Espetacular a gente sonha com vocês né eu vou me perm desculpa que a minha voz muito eu eu eu poderia sugerir no caso a Biblioteca Nacional do Ministério da cultura lá você procura todas essas informações porque eh uma coisa nova adaptada sim É da é da sua autoria né mas tudo tem que ser mencionado lá é porque o o o hoje minha preocupação é só isso era que eu não já tá escrito né era não se perder porque como eu tô falando a minha esposa já ontem ela tava querendo que eu Contasse para ela dormir de novo entendeu e é uma coisa assim o contar a história fez parte da M dormir é boa ainda ouvir histórias é históri se isso sair algum livro já sei que a ideia é minha tá vamos propor de você vir conversar com a gente num outra ocasião a gente tentar fazer alguma coisa junto ótimo obrigado viu e você contar essa história pra gente isso é o que eu ia sugerir Eu Vou sugerir que ele venha se apresente ao grupo porque não é o grupo da Luluzinha pode ter bolinha né seria interessante E aí a ideia de uma história dessa é exatamente a gente já colocar o teatro na contação de história a sua história ser interpretada por elas é a gente faz contação a gente não faz muito teatro viu gente não tem muita competência nisso a a gente põe junto a gente põe junto Porque Du horas é um filme né gente misericórdia sério um é um é uma Peça né duas horas Quase
gente não faz muito teatro viu gente não tem muita competência nisso a a gente põe junto a gente põe junto Porque Du horas é um filme né gente misericórdia sério um é um é uma Peça né duas horas Quase titanique né isso Imaginei não mas a gente vai fazer a criança ficar bem acordada para poder ver sua história até o final viu a sua intenção foi essa Mas ela já já evoluiu para outras ideias para o palco vamos apresentar você aí para essa equipe para nossa quer querida Rossane e quem sabe a sua história vai ser contada por ela vou adorar né imagina que lançamento maravilhoso Comunhão Espírita de Brasília grupo da DPS de contadores de história Os Três Porquinhos e o título que você colocar Olha que coisa maravilhosa tudo acontece aqui nesse Solo Sagrado bem gente tem uma outra pessoa que o Artur apontou que tem uma pergunta Ah que bom deixa o Artur vir Ah é o pessoal tá vindo gente é muito breve é falar da emoção falar da potência do trabalho de vocês discordar da diretora não precisa colocar mais nada a força da contação ela se impõe por si mesmo então eu não tenho uma pergunta mas uma recomendação que vocês defendam defendam o que tá sendo feito nós aqui a gente gosta de ter ideia de botar ideia na cabeça das pessoas mas esse projeto ele tem uma força Ele tem uma ligação muito clara com a ancestralidade por isso que é tão intenso e é tão Genuíno o contato que vocês têm com a gente assim é impossível não se emocionar porque isso é a nossa infância isso é o nosso avô é a nossa avó é o nosso pai que também tá aí e a maneira a respiração o tempo o tempo que é que é leve que não tem pressa que não precisa passar a tela é disso que a gente tá falando nós precisamos de vocês obrigado eu vim aqui para dizer que nós precisamos de vocês e um dia vou tá aí com você Artur Souza é o vice-diretor da da Diretoria de arte e cultura aab a minha ideia acabou de ser vetada por ele sinto muito que teatro vocês não farão continuarão na contação de história mas fique alegre Artur porque o ano que vem
da da Diretoria de arte e cultura aab a minha ideia acabou de ser vetada por ele sinto muito que teatro vocês não farão continuarão na contação de história mas fique alegre Artur porque o ano que vem elas já T dois duas datas o ano que vem conosco e eu quero aproveitar para dizer que a gente tem vagas para contadores de histórias viu duas vezes por ano a gente faz um curso com a Rossane que é maravilhoso é um fim de semana um sábado de manhã e de tarde um domingo de manhã a gente se forma recebe Um certificado e o direito de contar histórias aqui para moradores de rua para crianças para pessoas internadas em hospitais e agora a gente quer ir ainda mais longe a gente tá recebendo outros convites e vamos levar muito mais histórias para muito mais Lugares só que nós somos poucos e precis precisamos de muito mais pessoas Então queria convidar todos vocês a virem contar a história com a gente eu garanto que vale a pena e nós temos gente que agradecer imensamente a diretoria de promoção social na pessoa da Maria Teresa que foi exatamente por causa do projeto mãos estendidas dos moradores de rua foi que a nossa querida Rossane começou esse projeto e com certeza vocês podem ir para qualquer lugar mas se vocês não tiverem tempo para esse projeto vai ter assim uma briga danada porque foi lá que tudo começou né Teresa todo mundo que entra como contador de história assim num termo dizendo que vai trabalhar paraa DPS o resto nas horas vagas a gente faz outras coisas como subir no PA então vocês podem ir para tudo qualquer lugar do mundo mas lá na DPS por isso que se chama grupo da DPS e isso né Germana isso é que dá sentido pr pra gente é muito legal est aqui com vocês uma vez a cada semestre mas tá toda semana olhando no rostinho das crianças das famílias em situação de vulnerabilidade eh quando elas estão tristes abatidas sofridas pela vida e quando elas a gente olha no no olho delas e conta uma história e aquele olho brilha e aquele coração se abre e acontece um abraço Essa é nossa essência
elas estão tristes abatidas sofridas pela vida e quando elas a gente olha no no olho delas e conta uma história e aquele olho brilha e aquele coração se abre e acontece um abraço Essa é nossa essência de narr né estar aqui com vocês é mais uma coisa boa Alegre a fazer mas é lá que a gente se faz narrador mesmo e é isso que eu queria falar eh do trabalho que a gente faz pras crianças já vou lhe falar eu jamais vou largar esse trabalho assim é onde eu o amor você sai no sábado cedo de casa e numa casa com muitas vulnerabilidades chegar lá as crianças já correr pro seu colo de abraçar a tia e sentar no chão passar tempos e tempos lá contando histórias eles mexendo no cabelo as crianças mexem no cabelo faz trancinha quando vai é hora de ir embora ele já começa ai vem pro meu colo e é um amor que só vivenciando para poder entender o que eu tô falando então quando nós estamos com essas crianças eu me realizo então a gente pode fazer muita coisa mas as crianças jamais PR as pessoas que se encontram em depressão é maravilhoso gente vem com a gente eh eu queria também pedir a palavra aqui em nome de da do mãos estendidas da contação de história do grupo vida de contação de histórias que foi onde tudo começou né Eh aqui no nesse eventozinho assim Rosinha né de com rosa Bárbara eu e Ana Maria e a Carla fazemos parte da contação de histórias do grupo vida para pessoas em situação de rua então é também muito gratificante né como a Mari falou é olhar no rostinho de cada um Apesar deles serem adultos mas eles também sentem muito muito muito muita vontade eles estão ali Eles prestam tanta atenção nas histórias e assim com únic uma única diferença as histórias que são contadas lá são baseadas nas bem-aventuranças do Evangelho de Cristo então todas as histórias que a gente faz né com eles lá todas as sexas são baseadas nas bem-aventuranças Então tem um cunho eh eh Cristão né religioso né Espírita e e ao mesmo tempo reflexivo muito reflexivo porque são passagens de Jesus né diálogos de Jesus que Jesus era um
baseadas nas bem-aventuranças Então tem um cunho eh eh Cristão né religioso né Espírita e e ao mesmo tempo reflexivo muito reflexivo porque são passagens de Jesus né diálogos de Jesus que Jesus era um grande contador de histórias né então a gente passa para eles essa também não é uma doutrinação mas assim é uma forma deles eh escutarem aquela palavra e internalizarem aquilo e depois né refletirem sobre aquilo né naturalmente nada forçado então assim é maravilhoso ver que eles participam eles estão ali às vezes eles interagem conosco né então é é muito bom eu lembro de mim criança acho que 10 sei lá criança e que eu ficava torcendo que faltasse energia para que a televisão apagasse olha s para que a família pudesse conversar e o conversar seria ouvir as histórias do meu pai e de minha mãe principalmente his de fantasmas que eu achava maravilhoso no centro espírita combina entãoo aquilo histórias que diziam ser verdadeiras né eu creio até hoje que eram sim e depois adulto contando para minhas filhas principalmente a mais nova eu contava demais histórias para elas e histórias que eu sempre misturava com a realidade as personagens a mãe a avó o tio e aquilo era uma coisa impressionante que elas o olho simplesmente arregala eu lembro de uma vez dizendo que a avó dela que andava com um andador já tinha mais de 80 anos era um uma Ninja e ela ficou completamente enlouquecida com aquilo com a ideia da vó ser uma Ninja e depois es verou uma conversa no no no no almoço na casa da família realmente uma Ninja e a avó não sabia nem que era Ninja que é Ninja é não mas era uma coisa maravilhosa isso da contação eu acho realmente maravilhoso então é bonito de ver a rosânia me chamou hoje inclusive para participar claro que há uma vontade imensa porque eu eu sou um contador de histórias Eu gosto muito de inventar histórias e escrevo né então inventar histórias adoro inventar histórias eu lembro de inventar realmente conversando com alguma pessoa conhecida começar Como dizia o Ariano
Eu gosto muito de inventar histórias e escrevo né então inventar histórias adoro inventar histórias eu lembro de inventar realmente conversando com alguma pessoa conhecida começar Como dizia o Ariano suaçu n é uma grande mentira né são mentirosos são grandes mentirosos muito obrigada querido ess Mais uma apresentação de vocês um comentrio so ele daí eu queria ouvir ela a equipe né se lá eh sabe que essa coisa os pais né que estão com os filhos as mães os pais sabe que essa coisa Essa torcida das crianças por um tempinho mais íntimo com os pais é cada vez mais eh presente ainda que não aparente quando termina o wi-fi não sei que é um drama se joga no chão não sei mas 5 10 minutos depois as histórias começam e a e tudo começa a fluir tem um livro que se chama narrar ser pai Ser mãe o nome do autor é Celso goodfriend ele ele fala da a a narração que que é a maneira com que o pai a mãe ou dois pais ou duas mães enfim a família como ela se configura de e incluir essa criança no mundo e que não narrar adoece a alma das crianças e ele tem e ele é um pós-doutor ele tem um trabalho Seríssimo nessa de pesquisa nessa área então eu pode ficar uma dica para vovós vovôs papais né é um bom caminho pra gente saber o que fazer narrar ser pai Ser mãe Celso goodfriend É verdade bom boa noite meu nome é Charlene Boa noite a todos É tô aqui super envergonhada mas meu coração falou mais alto né Ai que bom eh eu quero agradecê-las acho que no nome de cada um de todos nós que estamos aqui presentes Eu costumo falar que o poder da palavra ele salva vidas né ele Transform uma história de vida em todos os aspectos assim como com o poder da fé da espiritualidade a gente pode resgatar almas e é É nesse sentimento e nessa certeza que eu gostaria também de propor um desafio para as nossas contadoras mas também para todos que estão aqui hoje gente não sou contadora sou desafinada demais da conta mas tem um trechinho de uma música que diz assim Sim vamos construir uma ponte nós para ligar o seu coração ao
bém para todos que estão aqui hoje gente não sou contadora sou desafinada demais da conta mas tem um trechinho de uma música que diz assim Sim vamos construir uma ponte nós para ligar o seu coração ao meu o amor que existe em nós Assim como nós podemos fazer com o poder da palavra da contação de histórias das nossas ações de um olhar de um abraço eu gostaria de convidá-los e propor o desafio para todos pra gente cantar com auxílio da nossa irmã que trouxe uma viola ali olha que maravilhosa mas que a gente pudesse assim repetir Olha tem uma que conhece a música Eu puxa junto com você e a gente segue ba junto eu vou encostar aqui então gente é assim ó vamos construir uma ponte em nós Repete comigo por favor vai um do TR vamos construir uma ponte em nos para ligar seu coração ao meu para ligar seu coração ao meu o amor que existe Agora posso convidar para se levantarem então por favor vamos rapidinho a pode pegar vamos construir uma ponte em nós para ligar seu coração ao meu o amor que existe em nós agora ó no Vale gente não vou passar vergonha sozinha pelo amor sabe cantar olha aqui tem um músico que não canta Socorro salvou a gente muito obrigadoo conheço vou ajudar um pouquinho vamos lá vamos construir uma ponte em nós vamos construir para ligar seu coração ao meu o amor que existe em nós Mais Uma Vez vamos lá vamos vamos construir uma ponte em nós vamos construir para ligar seu coração ao meu o amor que existe em nós Uau você viram o Que Vocês Fizeram no auditório Bezerra de Menezes amanhã o presidente vai falar o que aconteceu naquele só lindeza você explica para el Presidente as mulheres envolveram tanto as contadoras de história envolveram tanto pessoal que o pessoal cantou quase contou duas horas de um livro O outro contou a história da da infância como ele criou vocês empolgam as pessoas para serem humanas hisas germanas são é o poder das histórias se não fosse eu e fosse outra fosse outro são as histórias que esse poder eu aprendi na fala de vocês hoje duas técnicas interessantes que eu quero
m humanas hisas germanas são é o poder das histórias se não fosse eu e fosse outra fosse outro são as histórias que esse poder eu aprendi na fala de vocês hoje duas técnicas interessantes que eu quero que a nossa nossa mestre aí nos diz o que eu entendi que vocês disseram que a cont quando você conta uma história você deixa de dar sermão e deixa de doutrinar Então você dá ao ouvinte o quê ele ouve a história reflete e ele mesmo conclui dentro da própria história pessoal o que vai fazer sentido para ele exatamente então eu concluí certo com essa aula que vocês deram hoje exatamente Então tem um livro que se chama a vida ensina uma família que cria os filhos e todo dia tem uma uma crise na família por causa de uma histó de um filho desobediente alguma coisa que acontece o cachorrinho que morre e esses pais ensinam as crianças contando história se chama a vida ensina e eu criei os meus filhos lendo essas histórias todas as noites não sabia quem me intuía mas agora conhecendo este grupo eu vejo que os mentores de meus filhos foram bem sábios pediram de dar sermão e de doutrinar e me ensinaram a contar histórias e hoje eu tenho três pérolas na minha casa então isso é muito bom Realmente a gente aprendeu isso com Jesus né Jesus até hoje se escrevem livros e livros sobre as parábolas que ele falou porque ele não colocava a moral no final ele simplesmente contava a história e deixava que isso se encaixasse na vida de cada um que cada um sentisse aquela história e levasse pro seu coração então a gente aprende com ele e se você vocês pararem para pensar as histórias existem desde que o mundo é mundo vocês imaginam numa época onde não existia celular Internet correio barco navio hã avião não existia não existiam Pontes sejam aéreas seja eh por mar não existia em cada país que vocês vão existe uma mesma versão aliá al versões diferentes da mesma história tem Cinderela em tudo quanto é lugar no folclore de todos os lugares tem Branca de Neve tem essas histórias que são bem mesmo tradicionais da como é que a gente
al versões diferentes da mesma história tem Cinderela em tudo quanto é lugar no folclore de todos os lugares tem Branca de Neve tem essas histórias que são bem mesmo tradicionais da como é que a gente explica isso qual é a origem Qual é a raiz de onde brotou brotaram essas histórias cujo cujo cerne é o mesmo e que só varia por exemplo tem a Cinderela indígena que é l ela tem cabelos negros trançados com flores tem que tirar uma tem a Cinderela Cinderela europeia que é loira tem os cabelos trançados olhos claros pele clara Então são adaptações da mesma raiz como que a gente explica isso é uma boa pergunta essa por quê primeiro porque a gente não tem uma resposta mas porque essas histórias elas trazem no seu conteúdo algo que é da nossa natureza que a gente trata como arquétipos aquilo que vem da mais íntimo da nossa alma são os arquétipos que nos balizam como seres inteligentes E esses arquétipos são os mesmos nós somos Aqui estamos em Brasília brasileiros e tudo mais por mais eu trabalho com franceses Então por mais que pareça tudo muito diferente quando eu olho para me relaciono com o francês por exemplo vou dar só o meu exemplo na verdade tem um cerne algo muito íntimo dores angústias medos que nos ligam e é desse lugar que nascem essas histórias que nos ajudam a lidar com os nossos sentimentos frustrações angústias então acabando já Germana eh Nossa narração além do que você já falou que não é uma narração formativa a gente não vem aqui para formar ninguém para educar ninguém a gente vem aqui para levar histórias ao coração e o coração decide o que ele capta Nossa metodologia é baseada em não ler a gente conta memorizadas histórias porque a gente pode olhar nos olhos de vocês e criar uma relação que nos enche de alegria e de amor nós eh não damos lição de moral no final porque cada moral é própria nós não fazemos gestos definidos nós damos a entender um gesto por isso que vocês podem até achar Nossa mas ela poderia ter feito uma casinha ou uma cobra a gente não faz os gestos são neutros por
ria nós não fazemos gestos definidos nós damos a entender um gesto por isso que vocês podem até achar Nossa mas ela poderia ter feito uma casinha ou uma cobra a gente não faz os gestos são neutros por quê Porque se eu digo para vocês assim era uma vez uma casinha bem pequenininha eu já dei o tamanho da casinha Mas vamos supor que pras duas pequenas ali essa casinha é desse tamanhozinho então eu deixo a imaginação dela que é fértil e plena de possibilidades criar na mente dela a imagem da casinha por isso que a gente não faz os gestos Então essa nossa nossa base Nossa nossos fundamentos eh nós contamos histórias cujo enredo segue a trajetória do herói que é uma teoria de Joseph campb um americano morreu aos 83 anos estudando os mitos e ele faz uma estudou vários mitos e ele entende que o herói ele tem que passar por provas tem que receber o apoio de de pessoas que vão ajudá-lo mais provas vai ter que se encontrar com a mãe com o pai esse todo esse trajeto baseou por exemplo eh Star Wars o Jack do Lost grandes filmes todos os grandes filmes hollywoodianos se baseiam na trajetória do Herói por isso que eles viram sucesso e as histórias que a gente conta a gente busca que elas sigam essa estrutura porque essa estrutura tem o poder de entrar na alma humana e fazer o quê bom aí já não é mais comigo aí é com cada um de vocês eu não posso contar com objetivo e esse é o último elemento que vou citar pra gente acabar a gente não pode contar eu vim aqui contar história uma vez me propuseram Ministério Público não sei da onde lá Rossane venha contar histórias para que as meninas não engravidem tão cedo eu falei eu falei olha eu posso contar histórias para que essas meninas sonhem sonhem alto com o sonho AL com grandes ambições sentindo que tem possibilidade e capacidade de estudarem viajarem conhecer pessoas e não necessariamente engravidar cedo porque esse é o único caminho quem sabe elas não vão engravidar cedo ah não mas se você não me der a garantia eu falei mas que garantia que as histórias dão as as
e não necessariamente engravidar cedo porque esse é o único caminho quem sabe elas não vão engravidar cedo ah não mas se você não me der a garantia eu falei mas que garantia que as histórias dão as as histórias dão sonhos possibilidades isso aí é uma matemática do pensamento atual Agora eu tenho certeza que se eu Contasse histórias de sonhos eles não aceitar no final não aceitar mas se eu Contasse histórias de sonhos de potenciais de de capacidades essas meninas teriam outras possibilidades bem gente não vou poder mais passar para nenhuma pergunta mas essa fala dela final a complicou mais ainda comigo porque nós vamos chamá-la para uma palestra para você explicar pra gente a ciência da contação de história a anota aí Artur a data você vai fazer uma palestra não vai ser a contação de história pode até contar mas nós queremos saber essa ciência só agora você citou mais três depois que eu falei gente nós vamos finalizar passando a palavra da pra diretora da DPS nossa querida Maria Teresa que a passista já está ali me olhando Pera aí eu vou ficar de lado e você faça prece para nós não eh pessoal eh como representante aqui da DPS né aliás Todos nós somos representantes da DPS quero agradecer a oportunidade a dac né mas eu quero Honrar uma pessoa que não está aqui que deve est ninando o Neto em casa que é a Maria Aparecida há mais de uma década ela trouxe a contação de história para DPS e e alegrou muitas pessoas muitos enfermos no Hospital de Base e hoje em dia no HFA Quero Agradecer aqui as representantes do grupo de família a Mari e a Lana né que vão até as casas nas cidades administrativas do DF levar o amor às crianças que era agradecer a Carla Daniela quero agradecer a Rane a Ana Maria a Simone e a Bárbara né a a representando mãos estendidas porque a DPS não é só mãos estendidas a DPS tem 52 grupos né sociais então quero agradecer a todas né por est conosco nos ajudando muito obrigada a todas vocês muito obrigada vocês bem gente vamos fazer a nossa prece que o serviço de pass começa agora
grupos né sociais então quero agradecer a todas né por est conosco nos ajudando muito obrigada a todas vocês muito obrigada vocês bem gente vamos fazer a nossa prece que o serviço de pass começa agora senhor Jesus nosso mestre contador de histórias as suas parábolas são para nós as máximas do maior código de vida moral que o planeta tem nada o supera por isso o senhor é o contador dos contadores de história e o Senhor nos abençoa essa noite com tanta alegria com tanto aprendizado e que nós possamos Jesus um dia conseguir contar histórias com a luz que saía e sai até hoje de sua alma em nossa direção que possamos ganhar esses corações para o amor pra Fraternidade pra solidariedade a benevolência e indulgência que essas histórias possam Plantar o Bem O Belo e o bom no mundo agradeço a essa equipe e pedimos as suas bênçãos a esses essas contadoras de histórias que elas possam ser semeadoras do bem na terra através dessas histórias que contam as bem aventuranças e as histórias que enriquece o homem para ser um homem de bem E assim encerramos a sexta-feira Cultural de hoje dizendo graças a Deus foto tem uma fotoa
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