#977 Vamos Orar | 06/11/25
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Maurício, bom dia. Seu microfone tá tá mutado. Maurício. >> Bom dia. Bom dia, Quino. Bom dia, família. Vamos orar. Bom dia. Essa natureza aí que se manifesta próximo do do Aquino, deixando a nossa nossa manhã mais alegre, mais feliz. Não é isso, Aquina? >> É, graças a Deus a gente tem essas belezas naturais para para nos recompor. >> É isso. Mas vamos lá. Eu tá pensando aqui, é semana passada um amigo e no momento de reflexão, ele disse: "Não te apoquentes no caminho, pois nunca estamos sozinhos". Então, para começar nessa manhã, para me inspirar nesta frase dele, nesta mensagem dele, pedindo aos céus, a Deus Pai que nos auxilie para que não nos apoquentemos no caminho, pois sabemos, Senhor, [música] nunca estamos sozinhos. Não nos permita a revolta ante as dores, nem que formulemos queixumes, mas no dê força, Senhor, para tudo suportar e a tudo transformar em flores. Ensina-nos sempre a amar sem cessar, amar sem pensar, porque o amor não requer fórmulas ou formulações. Ele brota humilde e puro em nossos corações, porque a semente foi plantada por aquele que foi humilde e é puro de coração. Que assim seja, Senhor. E hoje temos um um livro novo paraa nossa turma, mas já começou alguns dias, não é isso aqui. >> Isso. E o livro, o nome é inspirador, né? Paciência. Quem de nós não quer ter paciência, né, para ter uma vida melhor, mais tranquila, tomar as melhores decisões. Então, vamos ver o que que o livro nos recomenda hoje. Pedir pro Francisco projetar na tela pra gente a mensagem. Riscos e deveres. Compreensível a nossa perplexidade diante de certas manifestações de violência nas paisagens sociais da vida moderna. Mas não nos será lícito esquecer que nos achamos todos na hora de mais intensivamente compreender e mais servir. Essa mensagem, né, que nos fala da da violência, da necessidade de compreensão e de trabalho, né, ela nos remete a pensar sobre a a violência na Terra. A violência tá presente desde a antiguidade, né, naquela época justificada pela necessidade de
a, da necessidade de compreensão e de trabalho, né, ela nos remete a pensar sobre a a violência na Terra. A violência tá presente desde a antiguidade, né, naquela época justificada pela necessidade de sobrevivência, né, para pela dominância do nosso instinto animalizado. A gente recorre então a Kardec no livro dos espíritos, na pergunta 742, onde ele vai questionar os espíritos sobre a causa da guerra. E os espíritos superiores, ele informam justamente isso, a predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual. E ainda falam da satisfação das paixões como causa de guerras. E aí a gente também infere, né, de violências, essa predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e a satisfação das nossas paixões. Já que se é uma predominância da natureza animal, a gente poderia achar então que nós não temos culpa pela violência. É uma coisa natural, já que nós somos seres, né, que estamos num corpo animal, né, e achar que isso então é normal. E aí é correto a gente deixar prevalecer esse nosso instinto, essa nossa natureza animal nas nossas reações, nas nossas ações? A resposta é não. É justamente aí que quem nós somos em essência deve prevalecer. Nós somos espíritos. Nós estamos momentaneamente encarnados para provarmos e espiarmos tudo aquilo que a gente se propôs a fazer antes de encarnar. Render-se à natureza animal, aos apelos da matéria em detrimento dessa nossa essência. É um erro terrível. Ele é terrível porque a gente desperdiça essa oportunidade que foi preparada por alguém. Muitos irmãos nos ajudaram a nós estarmos aqui encarnados. pessoas do nosso relacionamento pessoal, por enquanto nós estamos aí com vel do esquecimento, mas pessoas queridas nos afiançaram, pessoas que nos amam, elas nos proporcionaram essa possibilidade de estarmos aqui encarnados e aí nós causamos infelicidade a essas pessoas, né? Uma outra questão que a gente pode olhar também, nós nós vamos contrair novos débitos, nós estamos aqui ao contrário para resgatar débitos. Se nós
s e aí nós causamos infelicidade a essas pessoas, né? Uma outra questão que a gente pode olhar também, nós nós vamos contrair novos débitos, nós estamos aqui ao contrário para resgatar débitos. Se nós formos violentos, nós vamos contrair débitos. E não raro vamos arrastar outros irmãos conosco para o sofrimento, aumentando ainda mais esses débitos. Nós contribuiremos negativamente para essa psicosfera do planeta que já tá tão carregada, né? O texto fala da da violência na modernidade. Uma psicosfera muito carregada, muito pesada de pensamentos ruins, pensamentos violentos, agressivos. E a gente não precisa contribuir com isso. A Jana de Angeles, na obra O Despertar do Espírito, ela vai nos dizer: "Não se é bem educado, se age por instinto, por automatismo psicológico de autodefesa [música] em processo inconsciente de agressão, precatando-se, né, cuidando-se para não ser agredido." É nesse primitivismo desse ser humano, nessa falta de educação espiritual que nós vamos nos encontrar quando nós estamos agindo impensadamente com violência. A gente precisa de tomar cuidado com isso. Nós, desde que muito tempo, né, desde que a gente saiu da época das cavernas, a violência é uma presença em nossos dias. Então, vale a pena a gente reforçar essa fala da Joana, né, de que a gente precisa ser bem educado espiritualmente. A gente não deve agir por instintos. Isso é a gente precisa aprender eh o quanto antes, hum, a gente a gente recebe educação, nossos pais nos educam, a gente tem normas de convivência social, a gente frequenta escola, universidade, né? E então a a Joana, ela ainda reforça pra gente que essa violência é uma doença da alma. E como uma doença da alma, a gente precisa de um remédio adequado. E é justamente essa autoeducação, porque ninguém nos educa, né? A gente recebe informações, a gente tem trocas de experiência, mas a autoeducação moral e espiritual, essa somos nós quem temos que fazer. Precisamos cuidar então do afastamento de Deus. A nossa educação tá voltada
informações, a gente tem trocas de experiência, mas a autoeducação moral e espiritual, essa somos nós quem temos que fazer. Precisamos cuidar então do afastamento de Deus. A nossa educação tá voltada paraa matéria, pro materialismo. A gente vive numa filosofia voltada paraa matéria, né? Essa separação entre ciência e religião, buscando na ciência a resposta para tudo que é do espírito. Isso não pode mais ser assim. Tá faltando espiritualização no homem. E aí, Maurício, que que você pode contribuir conosco? >> É por aí, sim. Eh, essa, esse é o nosso desafio, né? conquistar essa espiritualização, [música] essa evolução. Mas mas eh Emanuel, na própria mensagem, ele diz assim: "Quando essas crises chegam, esses desafios que nos apresentam, ele diz, eu não lembro bem o termo que tá lá, mas ele diz que vai soar o alarme que nos leva à oração, né? Então, busquemos sempre a força da oração. Ela que nos centraliza, ela que nos dá a orientação, a calma, serena, as nossas paixões, né? Orienta mais a nossa razão e o nosso coração fica acalmado. E Sheila, eu tava separei aqui também, diz assim: "Não questiones se é capaz, nem hesites diante da ajuda a oferecer". Então, quando aparecer esses desafios, né? Lembrando, nós somos capazes dentro das nossas limitações, dentro das nossas possibilidades, nós somos capazes. O irmão José outro dia eh nos disse assim: "Se quiseres servir, serve. Se queres servir ao Cristo, levanta e serve. Serve com tuas forças, serve com os teus limites, com o teu conhecimento, serve com o teu amor, pelo amor recebido. Então, por esse amor recebido, que saibamos servir com paciência, né? Buscando sempre essa evolução, ofertando esse amor pelo amor que nos chega. Pode ser assim? >> Sempre assim. Sempre assim. Olha que você abordou. oração, serviço, amor, né? Nós temos a as informações, né? Precisamos colocar em prática. E só para fechar, então, né? Podemos lembrar da fala do próprio Cristo, né? Bem-aventurados os que são brandos, porque possuirão a terra.
Nós temos a as informações, né? Precisamos colocar em prática. E só para fechar, então, né? Podemos lembrar da fala do próprio Cristo, né? Bem-aventurados os que são brandos, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Então, Jesus disse: "Brandos e pacíficos". Ele não falou coléricos e violentos. Vamos então à nossa nossa oração de agradecimento por essa oportunidade deste encontro, pedindo a Jesus que esteja sempre conosco ao nosso lado, nos apontando o caminho, que nós possamos então compreender as suas máximas de amor, de aceitação das diferenças, de compreender que não somos mais importantes do que os outros. Somos irmãos, irmãos em igualdade, irmãos numa jornada de aprendizado e que precisamos uns dos outros. Jesus, mester amado, nos envolva nos teus ensinamentos. que os irmãos protetores, os irmãos maiores estejam próximos a nós e que nós, por meio da oração, nos mantenhamos em comunicação com eles, que nós, por meio da oração, nos mantenhamos numa frequência vibratória capaz de receber o auxílio que ainda precisamos diante das nossas fraquezas e imperfeições. Mas que nós também de nossa parte nos esforcemos, não esperemos só do alto que nós possamos, mestre, como Maurício nos nos lembrou, nos levantar, nos erguer e colocar as mãos à obra, auxiliando. A melhor forma de aprender é servindo. Servindo ao próximo, nós vamos servir a ti e servir a nós mesmos no caminho da felicidade e do amor. Muito obrigado, mestre. que o Senhor esteja sempre conosco, nos amparando, nos protegendo, que nós possamos então encontrar na criação divina os recursos necessários para o exercício do amor. Que assim seja. Que assim seja. Linda reflexão. Enquanto o Francisco e a Clara eh vem pra tela com a gente, para as despedidas. Eu deixo aqui o abraço e o desejo de um dia cheio de luz, pleno de paz e repleto de amor. >> Muito bom. >> Bom dia a todos. Tenam uma ótima semana. >> Bom dia a todos. Fiquem com Deus. Muita paz. >> Paz a todos. Jesus no coração.
sejo de um dia cheio de luz, pleno de paz e repleto de amor. >> Muito bom. >> Bom dia a todos. Tenam uma ótima semana. >> Bom dia a todos. Fiquem com Deus. Muita paz. >> Paz a todos. Jesus no coração.
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