#887 Vamos Orar | 08/08/25
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Bom dia, meus amigos. Bom dia, Max. É sempre uma alegria iniciarmos o dia aqui juntamente com vocês, refletindo um pouco sobre o evangelho de Jesus. Para darmos início à nossa programação de hoje, convido a todos a fazermos uma prece, nos conectando com o mestre Jesus para agradecer por mais essa oportunidade que temos de estarmos aqui reunidos em seu nome. agradecer pela vida, pela nossa saúde e que nessa manhã dar início nossa jornada diária, estejamos conectados a ti com o teu amor, a tua paz, inspirando nossas ações, nossos pensamentos. Tenhamos um dia proveitoso, repleto de amor e alegria. Fica conosco, mestre, hoje e sempre. Graças a Deus, Marcos, meu amigo, passo a palavra para ti para as reflexões desta manhã. Bom dia, Francisco. Bom dia, amigas e amigos. Muito obrigado, meu irmão. Vamos hoje falar de um tema bastante interessante. Vamos nos reportar a Deus e o amor. E vamos pedir a você, Francisco, que nos coloca aí o texto que nós examinaríamos hoje para as nossas tão profíuas reflexões que fazemos nas manhãs de todos os dias. O título do capítulo é O Padre Carlos e tá na segunda parte do livro Renúncia. O livro tá dividido em duas partes e padre Carlos é o o a pessoa com a qual Alun está conversando e a aproximação era aproximação de almas, né? Então, Auxílio tava tentando demovê-lo de abandonar a batina, que era o desejo dele. E no momento em que se fez oportuno, ela pronuncia essas palavras que nós vamos aqui agora examinar. Ela diz assim: "O amor é lei universal que une o criador ao infinito de suas obras. Jesus passou pela terra amando sempre. Todas as nobres almas vindas ao mundo deram testemunhos diferentes. Então aqui nós temos um texto maravilhoso. Então se nós pensarmos, vamos fazer uma comparação só pra gente não ter noção do que a grandiosidade do que ela tá falando. Vamos imaginar a árvore, né? A planta ela tem uma atração irresistível para a luz, né? a gente se chama fototropismo. Ela é ela é de uma forma ou de outra vinculada à atração dessa luz que a
falando. Vamos imaginar a árvore, né? A planta ela tem uma atração irresistível para a luz, né? a gente se chama fototropismo. Ela é ela é de uma forma ou de outra vinculada à atração dessa luz que a sustenta, que a vivifica, que a faz então existir como vida. Se você, por exemplo, colocar uma planta debaixo de uma maquize, por exemplo, você pode perceber que ela vai crescer entortando-se para buscar o sol. Toda vez que você obstrui o sol, ela caminha no seu crescimento. Olha a palavra caminha no sentido figurado, é claro, no seu crescimento para buscar aquilo do qual ela não pode prescindir, que é o a nutrição que o sol lhe proporciona. Guardadas as proporções, minha amiga e meu amigo, existe um deutropismo. O que que é o deutropismo? É a nossa atração irresistível para Deus, o sol das vidas. Essa atração irresistível que nós no sol vimos como a luz para a planta com relação a Deus é esse fluxo energético que a gente poderia fazer num analogia bem simplificada aqui, que nos mantém vinculado como se fossem linhas, campos de força ao Senhor da vida. Nós não prescindimos a vida sem esse sem essa nutrição desse fluido bendito que emana de Deus, que se chama amor. Essa emanação de Deus está esparsa e espalhada e penetrando todo o universo. Por isso que chegou Paulo a dizer lá no aerópago quando ele estava fazendo a prédica aos aos gregos, que nele existimos e nos equilibramos. É nesse sentido, nós nós estamos emanados, totalmente imersos desse amor que procede de Deus. Só pra gente ter noção do que é o raquitismo da planta quando ela deixa de se de usufluir do sol, nós também temos o raquitismo espiritual quando nós deixamos de usufruir desse fluxo emanante de Deus que é o amor. Imaginemos aquela parábola do filho que pede a herança pro pai, né? Ela é conhecida como parábola do filho pródigo. Na verdade é a parábola dos dois filhos. Mas aqui nós vamos chamar atenção para esse filho que pede a herança. Que que é isso, pessoal? Só pra gente ter uma noção. É como se você
ola do filho pródigo. Na verdade é a parábola dos dois filhos. Mas aqui nós vamos chamar atenção para esse filho que pede a herança. Que que é isso, pessoal? Só pra gente ter uma noção. É como se você nesse momento abrisse mão de se nutrir desse alimento do espírito, que é o amor emanante de Deus. Quando esse menino fez isso e ele resolveu viver a vida por própria conta, ele na verdade deixou de se nutrir, deixou de se reabastecer do que é emanado de Deus, que é esse fluido amoroso. Que que aconteceu? Que todo mundo conhece a parábola, sabe que chega o momento que ele todos os recursos que ele tinha, que o pai lhe tinha concedido, não era dele, era do pai. Então o pai nos dá tudo e como se fosse um armazenamento, tudo que é armazenado e não é reposto acaba. E os recursos que ele recebeu e não continuou recebendo por opção própria do pai acabaram. Que que aconteceu com ele? Foi lançado a conta daquele que não tinha nem o que comer para viver. Ele entrou no raquitismo chamado raquitismo espiritual. Chega um momento que Jesus faz uma imagem tão forte que nem a comida que os porcos tinham para comer, ele tinha direito. Dá para você ter ideia do que que é você abandonar o pai celestial, é você viver nesse rquitismo. Mas ninguém consegue viver sem essa nutrição paternal. Por isso, nesse momento, ele cai em si, como todos nós, em determinado momento de nossas vidas caímos em nós, despertamos paraa realidade da qual somos feitos. Somos espíritos e temos que amar o pai espírito e verdade. E naquele momento ele diz: "Pai, pequei contra o céu e diante de ti já não sou mais digno de ser chamado teu filho. Aceita-me como um dos teus trabalhadores, dos seus empregados." E ele volta pro pai e o pai o espera com toda alegria, o recebe e diz: "Esse meu filho estava morto e reviveu. Esse meu filho estava perdido e foi achado." Então é assim, gente. Todas as vezes que nós tentamos levar a vida longe de Deus, nós vamos entrar no raquetismo espiritual, vamos sentir fome de Deus, vamos sentir esse desejo insustentável
achado." Então é assim, gente. Todas as vezes que nós tentamos levar a vida longe de Deus, nós vamos entrar no raquetismo espiritual, vamos sentir fome de Deus, vamos sentir esse desejo insustentável que não dá como você viver sem esse desejo que você terá sempre de se nutrir do Pai. Daí por em todas as manhãs, minha amiga e meu amigo, eleve o seu pensamento a Deus e peça a ele o sustento da vida para você, porque o pai dá tudo de que nós precisamos. Lembre que auxílio diz que Jesus viveu essencialmente essa mensagem e todos os que vieram depois dele com esse mesmo propósito também. Jesus viveu essa mensagem de forma tão clara que ele chegou a dizer assim: "Eu e o Pai somos um. O que que significa isso? que ele onde estivesse, com quem estivesse, em qualquer momento da vida em que estivesse, ele fazia a vontade do Pai aqui na terra como no céu sempre. Daí por não é que Jesus se tornou Deus, é que Jesus representou Deus onde ele estivesse, da forma como ele estivesse, porque ele já vivia Deus dentro de si. A nutrição era completa. Pensa nisso. Será que nós estamos buscando o Pai na essência, em espírito e verdade, como Jesus mesmo nos ensinou? Ele é o nosso guia, ele é o nosso modelo. Não podemos prescindir dos exemplos que ele nos deixou aprender a amar. Nós estamos aprendendo a amar. Esta é a verdade. E isso exige de nós o esforço de nos amarmos uns aos outros. Porque isso é fazer a vontade do Pai assim na terra como no céu, não é mesmo, Francisco? >> É isso mesmo, Marx. E a gente, esse amor, né, que é que harmoniza, né, nossas nossa relação com o criador, do criador e suas criaturas, né, e é pela sua prática diária, eh, que nós vamos evoluindo, né, espiritualmente. Somente pela prática do amor, é que conseguiríamos chegar a algum lugar, não é verdade? Maravilha, Francisco. É por isso que o amar a Deus sobre todas as coisas não prescinde do amar ao próximo como a ti mesmo. Ou seja, para você amar a Deus sobre todas as coisas, você precisa amar o próximo primeiro. Ou
sco. É por isso que o amar a Deus sobre todas as coisas não prescinde do amar ao próximo como a ti mesmo. Ou seja, para você amar a Deus sobre todas as coisas, você precisa amar o próximo primeiro. Ou seja, entre você e Deus existe uma ponte que é o seu próximo. Por isso, amar o próximo como a si mesmo é lei. Nós precisamos aprender a nos amarmos. E isso se desenvolve na convivência, sobretudo quando começamos num lar e na convivência social. Francisco, estamos aí chegando ao término do nosso encontro de hoje, mas nós estamos bastante felizes em saber que é bom, é bom a gente conhecer isso pela lógica, porque a gente já sente isso. Todos nós sentimos Deus dentro de nós. A gente às vezes não para para poder refletir, mas nós sentimos. Então, amigas e amigos, diante dessas tão importantes assertivas, vamos todos nós agora nos voltarmos para o Pai através de uma prece. Convidamos as amigas e os amigos que se sentirem à vontade para fecharem os seus olhos e nos acompanharem. Pai de infinita glória, Pai de infinito amor, de suprima bondade e misericórdia. Aqui nos encontramos, Senhor, reunidos neste ambiente tão afável desta manhã, tão agradável, para poder, Senhor, refletir sobre o sentido essencial da vida, para compreender, Senhor, que sem ti nada somos, nada, absolutamente nada valemos, que contigo somos tudo, tudo podemos contigo, Senhor. Por isso, Pai, nós rogamos que nos mantenha, que nos ajude a nos mantermos despertos para essa realidade, que nos ajude a exercitar esse trabalho de aprender a amar, fazendo na convivência diária uns com os outros o que o mestre, teu filho maior Jesus nos ensinou a fazer. Amar, aprender a perdoar, aprender, Senhor, a olhar o outro como o outro é e não como o outro que gostaríamos que fossem. Ajude-nos, Senhor, a viver essas lições no dia a dia para que um dia, Senhor, possamos estar contigo, vivendo onde estivermos e dizendo como Jesus disse: "Eu e o Pai somos um." Ajuda-nos, portanto, Senhor, a aprender a amar, a amar com o coração, sem que
ara que um dia, Senhor, possamos estar contigo, vivendo onde estivermos e dizendo como Jesus disse: "Eu e o Pai somos um." Ajuda-nos, portanto, Senhor, a aprender a amar, a amar com o coração, sem que nenhum movimento cogese-se em nossa mente, que façamos o amor espontaneamente como o nosso modo de viver. Fica conosco, pai. Fica conosco, mestre senhor Jesus. Fiquem conosco, benfeitores espirituais. Que assim seja. Então, aqui estamos, né, Francisco, vamos agradecer as amigas e os amigos pela oportunidade de estarmos juntos e aguardar amanhã mais um dia com mais uma equipe maravilhosa, trazendo reflexões para o nosso iniciar de um dia maravilhoso. Muita paz, amigas e amigos. >> Muita paz a todos. Fiquem com Deus sempre com muito amor no coração.
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