7 O mundo dos Espíritos
Estudo obra O.L.E. - Segunda parte - O Mundo dos Espíritos com Otaciro Rangel.
เฮ เฮ >> เ >> เฮ >> เฮ >> Boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos a mais uma sala virtual do Iges nossos amigos, parceiro de transmissão, Rede Amigo Espírita, Web Rádio Fraternidade, o Centro Espírita Chico Xavier aqui de Santos, Rádio Portal da Luz, TV Goiás Espírita, Espiritismo com Otaciro, Eco e Conect Espiritismo para estudarmos mais uma vez, né, a essa obra tão importante para nós, né, do Livro dos Espíritos, a segunda parte, né, professor, com o nosso professor querido e amigo Otacírio Rangel. Boa noite, professor. Tudo bem? >> Boa noite, Ana. Boa noite, Ronaldo. >> Boa noite, amigos queridos que já estão todos aí. É como sempre uma alegria muito grande estarmos juntos estudando esse tema. tão importante que é o mundo dos espíritos. Na verdade, a gente tem o mundo dos homens, né, que a gente já conhece bem, já sabe como é que é, porque a gente tá aqui. E o mundo dos espíritos, que a gente também é o nosso mundo, porque nós viemos de lá, nascemos num corpo de carne e osso e vamos voltar para lá quando devolvemos esse corpo paraa natureza. Então, estudar o mundo dos espíritos é estudar também o nosso mundo. E a gente com isso vai aprendendo que nós somos espíritos imortais e vamos aprendendo a viver no mundo dos homens como espíritos, que é o grande objetivo nosso. É muito importante para nós esse entendimento, né, professora, [limpando a garganta] para conseguirmos evoluir um pouquinho mais ainda aqui, né, na terra. É >> viver melhor um pouquinho. >> Sabe por que que isso é importante, Ana? Porque no mundo de regeneração, o bem predomina sobre o mal. E o bem só alcança o seu significado mais amplo quando a gente entende que a gente não é homem e mulher, mas a gente é espírito imortal. Então a gente começa a viver no mundo material colocando o objetivo da nossa vida nos valores espirituais e não nos interesses do mundo material. Então, como no mundo de regeneração, o espírito tem que começar a prevalecer sobre a matéria, esse estudo nos ajuda a fazer isso,
a vida nos valores espirituais e não nos interesses do mundo material. Então, como no mundo de regeneração, o espírito tem que começar a prevalecer sobre a matéria, esse estudo nos ajuda a fazer isso, fazendo com que a gente, quando pensar em qualquer atividades aqui na vida física, a gente pensa quais são as consequências espirituais dessas atividades, vale a pena fazer ou não? E aí a gente tá pensando como espírito. Então é muito bom gente estudar isso. >> Muito bom mesmo. >> E professor, nós estamos aqui, estamos aqui com dois novos membros. A a Fernanda Negreza, eu fiquei em dúvida, mas eu acho que eu já vi esse nome, mas não tenho certeza. e a Fabíula Gramalia de Melo. Então, sejam bem-vindas ao nosso estudo. Eh, esse, essa e outras eh eh versões do estudo, né, as anteriores, estão gravadas no ecoespiritismo, em todos esses parceiros que a gente falou aqui. Eh, se a Fabíula está chegando agora novamente, quiser voltar lá, né, professora, ao início e dar uma olhadinha até alcançar a gente aqui. >> É, pode aproveitar todas todos os estudos que a gente fez anteriormente estão todos gravados, não é isso? >> É isso mesmo. Estão todo todos lá. Então, seja bem-vindas, Fabíula ou a Fernanda, que eu tô em dúvida. Fernando, depois você fala se é a primeira vez mesmo, porque eu tenho a impressão de ter visto seu nome. Não sei. Olha, tem uma coisa, >> é, tem uma coisa importante da gente lembrar, né, Ana, >> que quando vocês eh entrarem no site do Eco ou de qualquer um dos outros que tem esses estudos gravados e assistirem, ficarem com dúvida, no ecoesiritismo contracío, na página do Eco, vocês podem entrar, tem um um e-mail, não é? Vocês podem usar esse e-mail para fazer perguntas. Deixa eu colocar >> que eu acesso eles e respondo as perguntas. Tá bom. >> Pera aí que eu tenho ele aqui. >> Deixa eu ver aqui das outras vezes que a gente colocou aqui. >> Vocês aproveitem enquanto eu tô enquantô >> enquanto eu tô encarnado, porque eu posso responder os e-mail. Depois que eu
ho ele aqui. >> Deixa eu ver aqui das outras vezes que a gente colocou aqui. >> Vocês aproveitem enquanto eu tô enquantô >> enquanto eu tô encarnado, porque eu posso responder os e-mail. Depois que eu desencarnar vai ser mais difícil. >> Ah, aproveitem a Tem a dúvida. Se estão com dúvida, aproveite que o professor tá aí para responder tudinho. >> Isto >> e todos os demais amigos de sempre, né, professor? estão todos apostos aqui. Depois eu vou colocar um a um aqui, dando boa noite pro senhor, >> né? Para todos nós aqui. Já estão todos apostos aguardando o o estudo da noite. Então vamos começar com a nossa prece, professor. >> Vamos fazer a nossa prece, lembrando que nós estamos aqui reunidos em nome de Jesus. Quando Jesus esteve entre nós há 2000 anos atrás, ele faz uma afirmativa que é muito gratificante para nós. Ele diz assim: "Onde duas ou mais pessoas se reunirem em meu nome, eu estarei ali presente entre eles". Então Jesus coloca, não é, duas ou mais porque ele deseja que nós sejamos fraternos. e nos reunamos com os objetivos de alcançar os valores espirituais e fazer isso em nome dele é a maneira de contar com a presença e com a ajuda dele entre nós. Nós estamos aqui reunidos em nome de Jesus através desse recurso que a mídia oferece pra gente através das ondas eletromagnéticas, do mecanismo de comunicação. Nós estamos nos vendo uns aos outros, nos falando uns aos outros, trocando ideias através de opiniões que vamos colocando, mas buscando estudar com Jesus. Então, tenhamos a certeza de que Jesus está conosco e aí pedimos a ele que nos ampare, nos proteja, nos ajude a termos boas ideias, bons pensamentos, bons sentimentos, para que esse estudo nosso possa não só representar conquistas de conhecimento, mas também conquista de valores do sentimento. Porque estamos congregados como amigos, como irmãos e desejando do nosso coração o bem para todo o nosso planeta. Ampara-nos, Senhor Jesus, para que o nosso estudo, além de nos oferecer compreensão e entendimento, nos oferece também
amigos, como irmãos e desejando do nosso coração o bem para todo o nosso planeta. Ampara-nos, Senhor Jesus, para que o nosso estudo, além de nos oferecer compreensão e entendimento, nos oferece também segurança, tranquilidade e, ao mesmo tempo, irradia dos nossos corações sentimentos de bem, de amor, de compreensão para todos os nossos irmãos e humanidade. Esteja conosco, Senhor, agora e sempre. Que assim seja. >> Assim seja. Então, estamos todos aqui ansiosos para mais um pouquinho de ensinamento, né, professor? Nós paramos na última, na última vez que nos encontramos para falar do livro dos espíritos na questão 119, né? >> Isso. >> A gente tá falando da progressão dos espíritos, né? Isso. E >> aí nós nós paramos nessa nessa questão. >> É, nós estamos estudando, né, a segunda parte do livro dos espíritos no primeiro capítulo e agora estamos na sessão que fala sobre a progressão dos espíritos. E todas as perguntas anteriores que fizemos na na quinzena passada, não é? Nós estamos falando sobre a progressão dos espíritos, que na verdade é um estudo cauteloso, detalhado da lei de evolução, porque essa é uma das coisas importantes pra gente entender como lei de Deus. A lei de evolução é a lei mais importante da lei divina, porque Deus cria, não é, para que as coisas, a partir de um ponto inicial desenvolva até objetivos grandiosos. E a lei de evolução, exatamente é esse processo que nos leva da situação mais primitiva à situação de espíritos puros. espíritos angelicais, como a gente aprendeu na classificação dos espíritos no mundo espiritual, como Kardec coloca nesse primeiro capítulo. Então, [roncando] nós estudando, nós vimos vários aspectos já importantes e vamos dar continuidade à progressão dos espíritos com a pergunta 119, não é? Porque a gente viu nas perguntas anteriores que a gente vai progredindo à medida que vai tendo as oportunidades de ter experiências que a gente vai acumulando, desenvolvendo em nós, portanto, o conhecimento, porque as experiências enriquecem o nosso
gente vai progredindo à medida que vai tendo as oportunidades de ter experiências que a gente vai acumulando, desenvolvendo em nós, portanto, o conhecimento, porque as experiências enriquecem o nosso entendimento, o nosso saber, a nossa capacidade de raciocinar, de pensar e de sentir. Então, na pergunta 19, Kardec faz a pergunta do preguiçoso, né? O preguiçoso quando vê essa lei de evolução, que tem toda uma aprendizado ao longo de milhares de anos, ele fala assim: "Ah, mas tá muito difícil. Não podia Deus isentar os espíritos das provas que eles cumpre sofrer para chegarem a primeira ordem?" Então, essa pergunta é a pergunta do preguiçoso, não é? Kardec faz ela porque tem muita gente que quer, que gostaria de pensar assim: "Ah, Deus podia ter me criado já perfeito". Certo? Então, essa pergunta é uma pergunta importante. Por que que Deus, inteligência suprema do universo, não nos criou perfeitos? Ele nos cria simples e ignorante e nos permite, através da própria experiência do livre arbítrio e da responsabilidade, a construção do nosso próprio progresso. Então, não podia Deus exentar os espíritos das provas que eles cumpre sofrer para chegarem à primeira ordem? A gente lembra que a primeira ordem de espíritos puros, de sair de espíritos simples e ignorantes e chegar a espíritos puros, espíritos sábios, espíritos angelicais. A resposta que os espíritos dão é exatamente essa: se Deus os houvesse criado perfeitos, nenhum mérito teriam para gozar dos benefícios dessa perfeição. Onde estaria o merecimento sem a luta? Demais, a desigualdade entre eles existente é necessária à suas personalidades. Acresce ainda que as missões que desempenham nos diferentes graus da escala estão nos desígnios da providência para a harmonia do universo. Então, Deus não criou e nem cria um sistema fechado, mas um sistema aberto, não é? Cheio de harmonia. E as harmonias desse universo vai permitindo que aqueles que vão adquirindo vão também se solidarizando com aqueles que vêm atrás, transformando
chado, mas um sistema aberto, não é? Cheio de harmonia. E as harmonias desse universo vai permitindo que aqueles que vão adquirindo vão também se solidarizando com aqueles que vêm atrás, transformando uns em auxiliares dos outros e criando com isso a necessidade do amor incondicional sobre todas as criaturas. Então isso é profundamente inteligente, porque se a gente fosse criado perfeito, a gente não teria desenvolvido sentimento algum, nem conhecimento algum. A gente teria tudo de graça. Nada era do nosso esforço. Portanto, é uma coisa insouça, sem valor algum, não é? É como a pessoa, não é? que alimenta todos os dias custa dos outros. Os outros sempre faz a comida para ele. Ele não sabe o significado que a comida tem. Ele simplesmente faz aquilo mecanicamente, porque ele tem que comer e não interessa quem fez ou quem não fez. Mas o dia que ele tem que parar para fazer a própria comida, aí ele vai saber o valor que aquilo significa. Então a gente precisa aprender e desenvolver o nosso potencial com a nossa própria experiência. Então é muito sábio a maneira com que Deus cria as coisas, porque vai dando a nós a percepção e a sensação da alegria, da conquista dos valores. Então isso é muito legal, muito importante. Kardec faz um comentário que também vale a pena a gente ler. Kardec diz o seguinte: "Pois que na vida social todos os homens podem chegar às mais altas funções, seria o caso de perguntar-se: o soberano de um país não faz de cada um de seus soldados um general?" Porque todos os empregados subalternos não são funcionários superiores? Porque todos os colegiais não são mestres? Ora, entre a vida social e a vida espiritual, há esta diferença. Enquanto que a primeira é limitada e nem sempre permite que o homem suba todos os seus degraus, a segunda é indefinida e a todos oferece a possibilidade de se elevarem ao grau supremo. E aqui é uma coisa interessante que a gente precisa acrescentar, é que essa diferença será, existirá sempre. Quando nós atingimos a nossa perfeição, nós então trabalharemos
e elevarem ao grau supremo. E aqui é uma coisa interessante que a gente precisa acrescentar, é que essa diferença será, existirá sempre. Quando nós atingimos a nossa perfeição, nós então trabalharemos na formação junto com Deus em outros mundos que serão criados, não é? novas espíritos que serão criados, que começarão por eles mesmos e nós estaremos lá em condições de ajudá-los, que é exatamente o que acontece com os espíritos superiores, os espíritos angelicais, os anjos, querubins e serafins ou mensageiros de Deus que estão ajudando a nossa humanidade a serem melhores. Então, como Deus é eterno, ele não cria, não criou o universo, ele cria, continua criando. Então, na criação, ela criação eh é é indefinida, ela vai continuar sempre e todos nós vamos ser úteis nos processos da criação em harmonia com Deus, ajudando os processos evolutivos. Então, todos nós teremos sempre atividades gratificantes na medida em que a gente vai sendo cada vez mais capaz, vai aumentando a nossa capacidade de ser útil e trazendo pro nosso coração cada vez mais alegrias. Então, a felicidade plena depende disso. Por isso é que a gente tem que fazer pelo esforço próprio. Muito bom. A pergunta 120. Kardec continua ainda esmiuçando essa lei de evolução. Ele pergunta: "Todos os espíritos passam pela fieira do mal para chegar ao bem?" Olha que pergunta importante. Todos os espíritos passam pela fieira do mal para chegar o bem. É preciso fazer o mal antes para depois a gente entender a importância do bem e passar a fazer o bem? A resposta dos espíritos é linda. Pela fieira do mal, não pela vieira da ignorância. Olha só que redefinição que os espíritos colocam aqui do conceito de mal. O mal é o desconhecimento do bem, é a ignorância. do bem. Quando a gente experiencia o bem e vê que o bem traz alegria e felicidade, a gente segue o bem. Enquanto a gente não fizer essa experiência, a gente comete enganos. E os enganos geram para nós desapontamentos. As nossas escolhas inadequadas geram para nós desapontamentos,
e, a gente segue o bem. Enquanto a gente não fizer essa experiência, a gente comete enganos. E os enganos geram para nós desapontamentos. As nossas escolhas inadequadas geram para nós desapontamentos, porque a gente foge da lei de evolução e entra em atalhos e esses atalhos leva a lugar nenhum. Por isso a gente fica decepcionado com as más escolhas e volta ao caminho do bem pelas boas escolhas, porque a gente sabe que aquela escolha inadequada que a gente fez não serve. Então, a gente aprende. Então, a maneira de aprender é experienciar. Então, todos nós que vamos tendo experiência, vamos aprendendo a ver aquilo que é conveniente para nós e aquilo que não é conveniente para nós sobre o ponto de vista evolutivo. E a gente então vai enriquecendo o nosso conhecimento, deixando de ser ignorante, vai aprendendo o significado das atividades, das atitudes que a gente tem e do funcionamento das leis espirituais que governam o nosso processo evolutivo. Então, não tem que passar pela fieira do mal, a gente tem que aprender superar a vieira da ignorância. a gente começa simples e ignorante até se tornar um espírito profundamente sábio e bondoso, que é o espírito puro. A pergunta 121 continua esmiuçando mais essa lei. Por que é que alguns espíritos seguiram o caminho do bem e outros o do mal? Ah, essa questão é boa, porque essa questão vai esbarrar com o recurso que todos nós temos. Não tem eles o livre arbítrio. Isto é, quando a gente adquire a consciência da própria individualidade, a gente começa a ter acesso à nossa memória com consciência e sabemos comparar o que a gente fez ontem com o que a gente pode fazer hoje. Então, a gente faz escolha. Aí a gente então ganha a capacidade com a consciência da própria individualidade, a capacidade do livre arbítrio ou da escolha. E através das nossas escolhas, a gente vai aprendendo os as escolhas boas que nos ajuda a progredir mais rápido e as escolhas que nos levam a labirintos que nos atrapalham o progresso. E isso que nos parece mal,
as nossas escolhas, a gente vai aprendendo os as escolhas boas que nos ajuda a progredir mais rápido e as escolhas que nos levam a labirintos que nos atrapalham o progresso. E isso que nos parece mal, tá certo? Então, o mal é um conceito temporário que só existe enquanto a gente não encontra o caminho que nos traz alegria, felicidade, não é? Então, o mal não é permanente. Só o bem é permanente. O mal é uma experiência que não deu certo. Muito bom isso. E às vezes a gente faz uma experiência que não deu certo, mas a gente fica cristalizado nela, quer repetir, né? Acha que tá bom a si mesmo e começa a insistir naquilo e se enreda por algum tempo com aquele tipo de coisa e atrasa o progresso espiritual. E aí nessas condições, enquanto a gente tá fazendo isso, é que a gente é um espírito mal, porque a gente tá fazendo mal para nós mesmos, atrapalhando o nosso próprio progresso evolutivo. Então veja que essa conceituação do mal vai mudando de figura, no nosso entendimento, à medida em que a gente vai compreendendo as leis espirituais que nos governam. Então, a resposta dos espíritos é muito boa. Não tem eles, os espíritos do livre arbítrio? Deus não os criou maus, criou os simples e ignorantes. Isto é, tendo tanto aptidão para o bem quanto para o mal. Os que são maus assim se tornaram por vontade própria. Mas por vontade própria pode sair disso a hora que quiser, porque tem livre arbítrio, tem a capacidade de escolha. Uma vez que a gente escolhe uma coisa que essa escolha não é permanente, ela é, ela pode ser duradoura, mas não é permanente. Só é permanente pela nossa teimosia, mas em qualquer momento a gente pode mudar de opinião e buscar com a nossa vontade um caminho melhor. Então não existe, por isso, retrogradação, como a gente leu na pergunta 118. Não, o espírito não retrograda, ele só muitas vezes se enreda porque fica teimosamente repetindo uma experiência que não deu certo. Tá OK? Pergunta 122. Como podem os espíritos em sua origem, quando ainda não tem consciência de si
, ele só muitas vezes se enreda porque fica teimosamente repetindo uma experiência que não deu certo. Tá OK? Pergunta 122. Como podem os espíritos em sua origem, quando ainda não tem consciência de si mesmos, gozar da liberdade de escolha entre o bem e o mal? Se ele é simples e ignorante, a consciência dele ainda é rudimentar. Então, como pode os espíritos em sua origem, quando ainda não têm clara a consciência de si mesmos, gozar da liberdade de escolha entre o bem e o mal? Há neles algum princípio, qualquer tendência que os encaminhe para uma cenda de preferência a outra? Olha só que bonitinho. O livre arbítrio se desenvolve à medida que o espírito adquire a consciência de si mesmo. Já não haveria liberdade desde que a escolha fosse determinada por uma causa independente da vontade do espírito. A causa não está nele, está fora dele, nas influências a que cede em virtude de sua livre vontade. É o que se contém na grande figura emblemática da queda do homem e do pecado original. Uns cederam à tentação, outros resistiram. Vejam que coisa interessante como a gente vive, né? As primeiras experiências nossas são as experiências de descobrimento das coisas. A gente vai descobrindo pela experiência aquilo que dá certo, aquilo que dá errado, que quer aquilo que é prazeroso e aquilo que não é prazeroso. Os animais aprendem isso. Por exemplo, quando um cachorro, não é? passa num lugar que ele leva um susto, ele aprende que aquele lugar não é um lugar bom para ele. Ele evita aquele lugar, ele aprende porque aquilo criou nele um reflexo condicionado desagradável, tá certo? Então, os animais aprendem por reflexo condicionado. O homem aprende também por reflexo condicionado, mas como ele tem a consciência, ele analisa aquele reflexo condicionado, ele analisa aquela experiência, ele pode pensar nela porque ele tem consciência daquilo. Então ele pode escolher sobre o resultado daquilo e repetir ou mudar de experiência, buscar uma experiência nova. Então é essa escolha que vai delineando para ele o
porque ele tem consciência daquilo. Então ele pode escolher sobre o resultado daquilo e repetir ou mudar de experiência, buscar uma experiência nova. Então é essa escolha que vai delineando para ele o aumento da capacidade. Quanto mais experiência tem mais condições de fazer escolhas melhores. Então o livre arbítrio se desenvolve na criatura à medida que ele vai experienciando, vai tendo tempo de vida. Por isso é preciso muitas e muitas vidas pra gente ir aprendendo tudo que é necessário e a gente vai escolhendo. Muitas vezes a gente gasta várias encarnações na mesma experiência, repetindo erros que vão dando errado e a gente vai se enredando até que chega o momento, fala assim: "Ah, não, não dá mais para seguir por esse caminho, deixa eu buscar outro". E a gente começa uma experiência nova e sai daquele enrosco que a gente se enfiou e começa a progredir novamente numa experiência nova que nos vai trazendo gratificações. Então, eh, a a as experiências, por outro lado, a gente não vive sozinho, então também sofre a influência dos outros, não é? Então essa influência a gente pode ceder a ela em virtude da nossa própria escolha. A gente pode escolhar, vou fazer que nem fulano. Ele fez, parece que deu certo para ele, então deve dar certo para mim. A gente faz a experiência do outro e às vezes dá errado porque a gente não sabe avaliar o que que deu certo de fato, porque não sabe o que que o outro tá sentindo. A experiência do outro é do outro. O sentimento do outro é do outro, a reflexão do outro é do outro, não é a nossa. Então, ao fazer o que o outro faz, a gente vai ter a própria experiência e vai poder avaliar com o nosso própria capacidade de escolha, de raciocínio e de sentimento, certo? Então, a gente também sofre a influência daqueles que estão à nossa volta. Então, Kardec faz uma subpergunta. A, e uma subpergunta B a respeito dessa pergunta que ela é, ela tem um alcance interessante que é como podem os espíritos em sua origem, quando ainda não tem consciência
o, Kardec faz uma subpergunta. A, e uma subpergunta B a respeito dessa pergunta que ela é, ela tem um alcance interessante que é como podem os espíritos em sua origem, quando ainda não tem consciência de si mesmo, gozar da liberdade da escolha entre o bem e o mal. Então aqui ele continua e pergunta: "Donde vem as influências que sobre esse espírito se exercem?" Ums se exerce sobre os outros dos espíritos imperfeitos que procuram, não é? também influenciar uns aos outros, apoderar-se dele, dominá-lo, que rejubilam com fazê-lo sucumbir. Foi isso que se intentou simbol simbolizar na figura de Satanás. Quer dizer, não há um Satanás, há espíritos ainda tão imperfeitos quanto nós, que influem uns aos outros, muitas vezes para fazer coisas que não vale a pena ser feita. E aí ele faz uma subpergunta B. Tal influência só se exerce sobre espírito em sua origem? Não acompanham na sua vida de espírito até que ele haja conseguido tanto império sobre si mesmo que os maus desistem de influenciá-lo. Olha que coisa legal é que a nossa vontade também se desenvolve. Então são várias coisas que desenvolvem na gente o livre arbítrio, a vontade, a capacidade de escolha e o sentimento, não é? A partir das emoções, nós desenvolvemos os sentimentos. A partir do nosso raciocínio, nós desenvolvemos a nossa inteligência. A partir das nossas experiências acumuladas, nós aprendemos a ter recursos de escolhas. O nosso livre arbítrio aumenta. Então, é um processo evolutivo natural. Tudo faz parte de um processo evolutivo natural. E como a gente vive em grupo, a gente aceita a influência uns sobre os outros. E essa influência a gente aceita até que a gente aprenda ser dono de si próprio. E aí a gente não vive a vida dos outros mais, a gente vive a vida própria. E para isso é preciso que a gente amadureça o suficiente para quando alguém nos sugerir alguma coisa, a gente raciocinar com a nossa própria cabeça e avaliar se aquilo vale a pena ou não fazer pra gente tomar uma decisão consciente. Quando a gente faz isso, a
ra quando alguém nos sugerir alguma coisa, a gente raciocinar com a nossa própria cabeça e avaliar se aquilo vale a pena ou não fazer pra gente tomar uma decisão consciente. Quando a gente faz isso, a gente evita as influências inadequadas que podem complicar a nossa vida. Muito bom isso. Aí Kardec faz uma pergunta que é uma pergunta meio atrevida, muito interessante também. Pergunta 123. Porque há Deus permitido que os espíritos possam tomar o caminho do mal, não é? Como se Deus permitisse ou não o espírito fazer as coisas. Ora, se se Deus deu para nós a capacidade de escolha o livre arbítrio, não é Deus que permite ou não permite as nossas escolhas. São os resultados das nossas escolhas que vão nos ensinar se a gente escolheu o bem ou mal. Então essa pergunta, por há Deus permitido que os espíritos possam tomar o caminho do mal? É uma pergunta que a gente faz porque não entendeu o que é Deus. A gente acha que Deus tá vigiando a gente, permitindo ou não a gente fazer as coisas. Deus nos deu livre arbítrio. Olha, se ele nos deu o livre arbítrio, ele não tem que nos permitir ou não permitir, ele tem que deixar que a gente aprenda pela experiência própria. Então, os espíritos dão uma resposta muito interessante. Como ousais pedir a Deus conta de seus atos? Se Deus é inteligência suprema? Quem somos nós, espíritos atrasados ainda para pedir contas a Deus? Supõde poder penetrar-lhe os desígnios? Podeis, todavia dizer o seguinte: a sabedoria de Deus está na liberdade de escolher que ele deixa a cada um, porquanto assim, cada um tem o mérito e a responsabilidade de suas obras. Olha que coisa fantástica. Então, tem muita gente, tem muito espírita que não compreendeu ainda, que fica perguntando: "Por que que Deus permite o Trump julgar a bomba no Irã? Por que que Deus permite Israel julgar bomba no Irã? Por que que Deus permite que o os os aatolares do Irã joguem bomba no no nos países vizinhos? como se Deus tivesse que cercear, impedir a atitude dos seres espirituais que somos. Se ele deu, nos deu livre
que que Deus permite que o os os aatolares do Irã joguem bomba no no nos países vizinhos? como se Deus tivesse que cercear, impedir a atitude dos seres espirituais que somos. Se ele deu, nos deu livre arbítrio, nós é que temos que decidir sobre isso. A responsabilidade é nossa, tá certo? Cada um cumpre aquilo que quer cumprir. Por isso, cada um tem o mérito e a responsabilidade de suas ações. Então, Deus não interfere na nossa vida. Deus permitiu com as leis sábias da lei de causa e efeito, da lei do livre arbítrio, da lei do progresso, da lei de evolução, não é? Das oportunidades repetidas através dos processos reencarnatórios, que a gente aprenda com experiência própria e desenvolva em nós o mérito de nossas conquistas. Maravilha. Is vejo que a justiça divina não tem nada de punitiva. Vou punir você porque você escolheu o mal. Vou agraciar você porque você escolheu o bem. Não é assim. Você constrói com seu esforço, com as suas escolhas, o bem ou o mal de amanhã. Porque a gente é responsável pelas nossas livres escolhas e pelas nossas ações. Aí vem a pergunta 124. Pois que há espíritos que desde o princípio seguem o caminho do bem absoluto e outros o do mal absoluto, deve haver, sem dúvida, gradações entre esses dois extremos. Não. A rigor, o bem absoluto pode existir, mas o mal absoluto não existe, tá certo? Então essa colocação é uma colocação imprecisa, mas Kardec tá definindo dois lados bem definidos para colocar o entendimento no meio. Então vamos ler de novo. Pois que há espíritos que desde o princípio segue o caminho do bem absoluto e outros o do mal absoluto, deve haver, sem dúvida, gradações entre esses dois extremos, não? Sim, certamente. E os que se acham nos graus intermediários constituem a grande maioria, tá certo? Então, não tem ninguém que tá definitivamente no mal absoluto no nosso planeta. E não tem ninguém no nosso planeta que está no bem absoluto, porque o nosso planeta é um planeta atrasado. Então nós somos um planeta de expiações e provas, onde o mal predomina sobre o
nosso planeta. E não tem ninguém no nosso planeta que está no bem absoluto, porque o nosso planeta é um planeta atrasado. Então nós somos um planeta de expiações e provas, onde o mal predomina sobre o bem. Portanto, a grande maioria de nós constitui esse intermédio entre o bem e o mal. OK? É bom que a gente vai se entendendo, vai entendendo a própria natureza do planeta em que a gente se encontra e por que a humanidade ainda se encontra nessas dificuldades todas de evolução que muitas vezes age de maneira inadequada, provocando guerras, desentendimento entre os povos, ao invés de buscar o caminho do bem. Aí Kardec faz uma outra pergunta muito importante também para que ir completando a ideia que a gente vai fazendo sobre esse processo evolutivo. Pergunta 125. Os espíritos que enveredaram pela senda do mal poderão chegar ao mesmo grau de superioridade que os outros? A resposta dos espíritos é inteligentíssima. Sim, mas as eternidades lhe serão mais longas. Olha aqui que resposta legal. Os espíritos que enveredaram pela cena do mal vão demorar muito mais tempo para atingir a superioridade, enquanto que aqueles que enveredaram pelo caminho do bem vão ter a eternidade mais curta, isto é, vão atingir a perfeição mais rapidamente. Sim, mas as eternidades, quer dizer, o tempo necessário para as aquisições da superioridade serão mais longas para uns do que para outros. Basta que a gente escolha os caminhos inadequados para elas serem mais longas. Kardec explica por essas palavras as eternidades, se deve entender a ideia que os espíritos inferiores fazem da perpetu perpetuidade, entre aspas, de seus sofrimentos, cujo termo não lhes é dado ver, ideia que revive todas as vezes que sucumbem numa prova. Então é assim mesmo, a gente pela noção inadequada do tempo que a gente tem, quando a gente tá com uma dor, a gente faz: "Ah, meu Deus, essa dor não passa nunca, parece que ela não vai acabar de jeito nenhum." Parece uma eternidade. Essas eternidades são impressões nossas em face das alegrias
á com uma dor, a gente faz: "Ah, meu Deus, essa dor não passa nunca, parece que ela não vai acabar de jeito nenhum." Parece uma eternidade. Essas eternidades são impressões nossas em face das alegrias ou dos prazeres que a gente tá experienciando. Pergunta 126. Chegados ao grau supremo da perfeição, os espíritos que andaram pelo caminho do mal t aos olhos de Deus menos mérito do que os outros que chegaram lá pelo caminho do bem, chegaram antes. Portanto, Deus olha de igual maneira para os que se transviaram e para os outros, e a todos ama com o mesmo coração. Aqueles são chamados maus porque sucumbiram. Antes não eram mais que simples espíritos. Então essa ideia é uma ideia que a gente pode fazer assim em comparação com a expressão dos pais, do amor dos pais aos filhos. A gente tem três, quatro filhos. Uns dão mais trabalho do que outros, mas no final das contas, quando eles chegam à fase adulta, todos viram pessoas de bem. Qual que a gente gosta mais? Aquele que deu pouco trabalho ou aquele que deu muito trabalho? A rigor, os pais gostam igualmente, não é? Então é assim que Deus age também conosco. Não importa se os nossos filhos nos deram trabalho, mas eles terminaram sendo pessoas de bem como adultos. Isso é que dá alegria de gratificação e a gente nem se preocupa porque a gente gosta igualmente de todos. Então, Deus olha de igual maneira para todos os seus filhos, porque Deus sabe que todos os seus filhos serão perfeitos um dia. Ok? Então, Deus não tem preferências. Isso também é uma coisa importante pra gente entender sobre Deus. Deus não tem preferência. Deus nos ama igualmente. Jesus ensina pro um dos seus discípulos, Felipe, num diálogo que ele tem com ele, dizendo o seguinte para ele: "Felipe, Deus, como um pai amoroso e bom, já dividiu a sua herança igualmente para todos os seus filhos. Nós, os filhos, é que não sabemos tomar posse dessa esperança e as diferenças estão aí, porque a gente não só tomar posse das heranças de Deus para nós, que é a herança do bem. Então, cada um de
lhos. Nós, os filhos, é que não sabemos tomar posse dessa esperança e as diferenças estão aí, porque a gente não só tomar posse das heranças de Deus para nós, que é a herança do bem. Então, cada um de nós está no estágio em que se encontra pelo seu esforço pessoal, depende de si próprio. Tudo é conquista de cada um. Muito bom isso. Então, gente, nós não somos nem melhores nem piores uns com os outros. Cada um de nós tá no estágio evolutivo que conseguiu alcançar até agora. Que ótimo. Por isso a gente deve uns aos outros o amor e a compreensão igualmente para todas as criaturas. Por isso Jesus disse, né, que a gente não deve odiar os inimigos, mas ao contrário amar os nossos inimigos e orar pelos que nos perseguem, caluniam para que eles cheguem mais rápido a uma situação do bem. Não é bacana isso? Não é bonito a gente entender o evangelho de Jesus quando a gente entende a lei de evolução com clareza? Pergunta 127. Os espíritos são criados iguais quanto as faculdades intelectuais. são criados iguais, porém não sabendo de onde vem, preciso é que o livre arbítrio siga o seu curso, seu curso evolutivo. Eles progridem mais ou menos rapidamente em inteligência como em moralidade. Esse desenvolvimento da inteligência e da individualidade é comum para todas as criaturas. que usando o livre arbítrio vai desenvolver mais ou menos tanto a inteligência quanto a moralidade. Então é reflexo do esforço de cada um. Aí Kardec faz um comentário muito bom que eu v nós vamos ler para encerrar essa sessão e conversarmos um pouco entre nós. Os espíritos que desde o princípio seguem o caminho do bem, nem por isso são espíritos perfeitos. Não tem certo maus pendores, mas preciso adquirir a experiência e os conhecimentos indispensáveis para alcançar a perfeição. Podemos [limpando a garganta] compará-los a crianças que, seja qual for a bondade de seus instintos naturais, necessitam de se desenvolver e esclarecer e que não passam sem transição da infância à madureza. Simplesmente assim como há homens que
crianças que, seja qual for a bondade de seus instintos naturais, necessitam de se desenvolver e esclarecer e que não passam sem transição da infância à madureza. Simplesmente assim como há homens que são bons e outros que são maus desde a infância também há espíritos que são bons ou maus desde a origem dos começos da origem, com a diferença capital de que a criança tem instintos já inteiramente formados, enquanto que o espírito [limpando a garganta] ao formar-se não é nem bom nem mau. tem todas as tendências, tem todas as tendências e toma [limpando a garganta] uma ou outra direção por efeito do seu livre arbítrio, por efeito das suas escolhas. Muito bom isso aqui. Então, vejam que a justiça divina, ela funciona por causa de uma lei natural chamada lei de causa e efeito, que vem equilibrando as ações das nossas escolhas do livre arbítrio. Quando você faz uma escolha inadequada, você atrapalha o seu desenvolvimento e cria sofrimento para você. Então não é uma punição, é uma escolha inadequada. Aí você pelo sofrimento descobre que não vale a pena seguir aquele caminho. Então faz o escolha o contrário do caminho melhor. E aí vem as consequências boas. Aí você fala: "Agora sim, acertei. Vou continuar nesse caminho". e segue buscando as alegrias das consequências adequadas. Isso é penas e recompensas do ponto de vista das nossas próprias escolhas. Portanto, cabe a nós com o nosso livre arbítrio e corrigindo os nossos caminhos. Muito bom. Vamos conversar porque esse assunto é empolgante. Eu sei que tem muita gente aí pensando, não é? Matutando, esquentando a cabeça e querendo fazer perguntas. >> Como o conhecimento ele é importante para nós, né, professor? Porque a partir desse momento a gente pode fazer uma fotografia da nossa vida, cada um faz da sua, né? >> Isso. >> E para de colocar no externo a responsabilidade. >> É, fica colocando a culpa em Deus ou a culpa nos espíritos obsessores ou a culpa nos outros. Ah, fulano que me deu esse conselho. Você seguiu porque quis.
de colocar no externo a responsabilidade. >> É, fica colocando a culpa em Deus ou a culpa nos espíritos obsessores ou a culpa nos outros. Ah, fulano que me deu esse conselho. Você seguiu porque quis. >> É. É. Aí. E aí a gente vê. Tá bom. Que ótimo. Escolhas certas, como o senhor disse, não tá bom. caminho errado, inadequado, cabe a nós toerar também. Não é ninguém que vai tirar a gente da situação, né, professora? >> É a gente mesmo em tudo, no para para o caminho bom e para aquele que não tá bom melhorar também, né? Cabe a nós, né? E como a gente é espírita imortal, a gente sempre terá o momento de mudar a escolha para um caminho melhor. >> Aí, aí, professor, quanto maior a humildade de reconhecer, né, os caminhos equivocados e voltar atrás, mais rápido a gente volta para um para uma direção boa, né? >> É verdade, mas esse essa aquisição da humildade a gente faz depois de muitas experiências, porque a gente não sabe o que é humildade. A gente vai aprendendo com experiência. Por isso eu precisa de muitas vivências. >> Sim. Ah, deixa eu ver aqui. Pera aí. O Fran Carlos, ele falou assim e fez esse comentário. Kardec levou um puxão de orelha na questão 1 do TR. [risadas] Olha, eu diria, Franco, que ele fez essa pergunta, porque essa pergunta é a pergunta de muita gente e ele tinha que fazê-la, porque tem muita gente que argumenta isso, muita gente religiosa que argumenta isso. Por que que Deus não fez a gente a melhor por a gente não ter que ficar sofrendo? Tá certo? Então é muito interessante, Kardec faz essa pergunta para que os espíritos possam dar orientação para nós. Então ele sabia do e quando ele fez essa pergunta, ele já tinha noção da resposta que ia receber. Não levou pro chão de orelha não, porque eu acredito, né, que como Kardec tinha muito bom senso, ele fez essa pergunta intencional para servir para muitas outras pessoas. A Fátima, ela comentou a cada um segundo suas obras. É o que a gente >> que é o inamento de Jesus. A Amis, acho que é Amis. Deu uma boa noite aqui aos trabalhadores
servir para muitas outras pessoas. A Fátima, ela comentou a cada um segundo suas obras. É o que a gente >> que é o inamento de Jesus. A Amis, acho que é Amis. Deu uma boa noite aqui aos trabalhadores capitaneado pelo professor Atacido e que contribui para a evolução espiritual de todos nós. Gratidão, Ângela. É a Ângela. Ângela de Florianópolis. Obrigado. >> Mas eu não tô com capitaninha. Olha, eu teve uma encarnação passada minha que eu fui capitão de guarda, viu? Mas eu só fiziro lá, então não quero nem lembrar. >> Ah, mas ela lembrou. A Ângela lembrou >> capitaneando aí. Meu Deus, não quero ser capitão não. Nós vamos junto. >> A Telma falou assim: "Puxa vida, cheguei no final. Não, Telma, ainda tem conversa. Chegou no começo das conversas". É, esperei a semana toda. Depois você volta lá, vê a explicação do professor, mas tá pegando aqui o início das dos comentários e das perguntas. Fica cuidado. >> Isso. Lembra, Telma? A gente sempre começa às 9 horas. A sexta-feira às 9 horas da noite ou não, às 21 horas. Isso. O Rafael Vizentim, professora, perguntou assim: "Professor, já ouvi falar que no espiritismo a lei de causa e efeito nos nos traz que os nossos erros devem ser reitificados por processos de arrependimento, expiação e reparação. Isso pode ser alterado, >> na verdade, eh, Rafael, a o arrependimento é o se conta de que fez uma escolha errada. E se a gente fez uma escolha errada e prejudicou os outros, a gente tem que compensar isso com uma reparação, tá certo? Então, a expiação e a reparação é o esforço que a gente faz para corrigir aquilo que a gente escolheu fazer, que levou consequências desastrosas, tanto pra gente, por isso a gente sofre, espia, quanto pros outros, que a gente tem que corrigir, porque os outros, não é, prejudicados precisa agora ser compensado pelo nosso esforço. É esse o significado do arrependimento, expiação e reparação. Jesus ensina numa das passagens evangélicas, que eu não vou me lembrar o de quem é, de Mateus, se é de Lucas, não
sado pelo nosso esforço. É esse o significado do arrependimento, expiação e reparação. Jesus ensina numa das passagens evangélicas, que eu não vou me lembrar o de quem é, de Mateus, se é de Lucas, não importa. Mas ele diz assim: "Se a tua mão ou o teu olho for motivo de escândalo, arranca-os e joga longe de ti. É preferível que entreis na vida sem a mão, sem o olho, do que entrar na vida perfeito e perdê-la toda, se comprometer de novo." Olha só essa lição. Jesus tá dizendo o seguinte, que se su se sua mão, o seu olho foi motivo de escândalo, isto é, se você usou dos recursos que Deus te ofereceu para fazer o mal, para prejudicar os outros, é preferível. Ele não diz você vai ter que fazer, não. É preferível. Jesus diz: "É preferível você nascer impedido de repetir esse erro do que você nascer com condições e repetir o erro". Mas isso é preferível. Agora, o que que é desejável? Desejável é que você nasça com a mão e com o olho e agora use pro bem. Não pro escândalo. Isso que é o desejável. Mas depende da coragem do espírito. Se o espírito tem tem medo de errar de novo, é preferível que ele venha sem. Mas se ele tem coragem de enfrentar e vencer, é melhor que ele venha com a mão e com o olho e faça o bem com a mão e o olho. Use a mão para salvar vidas, para plantar alimento, para beneficiar o povo e use o olho para enxergar as coisas boas e ajudar as pessoas se guiarem na vida. Então veja que é uma escolha. É uma escolha. é livre arbítrio. Nós é que escolhemos o jeito de corrigir as falhas que a gente comete. >> Ô professora, eu fiquei com uma dúvida. eh quando ele coloca eh eh que existem espíritos originalmente no bem e outros nem no mal, ele tá levando em consideração a terra que leva em consideração as vidas sucessivas de inícios que a gente não sabe ou do espírito originalmente, porque ele usou essa palavra originalmente e deu a entender que >> original é [limpando a garganta] a palavra original aqui deve ser entendida original na vida nossa social que a gente já tem.
lmente, porque ele usou essa palavra originalmente e deu a entender que >> original é [limpando a garganta] a palavra original aqui deve ser entendida original na vida nossa social que a gente já tem. >> Não é porque quando a gente é mundo primitivo, a gente não é bem nem mal. A gente tá aprendendo, é claro que a gente vai sendo chefe, vai sendo líder e vai tomando decisões que podem parecer boas ou ruins. E se a gente gosta de ser chefe e para ser chefe começa a descer o nos outros que concorrem com a gente, a gente se torna mal. Então esse mal vem das experiências fixadas e repetidas de maneira inconveniente. É a fuga do caminho evolutivo. Então quando você nasce, por exemplo, num meio já que já tem vários outros espíritos, tem aqueles que tão ainda parados nessas experiências ruins e tem outros que estão numas experiências melhores. Então, este originalmente naquilo, naquele ambiente em que você se encontra, mas não originalmente quando começou, porque ninguém começa com a tendência pro bem ou pro mal. A gente não tem nem a tendência pro bem, nem a tendência pro mal. A gente é puro, eh, ignorante e simples. A simplicidade da criança que não sabe que é bem, que é mal. Tá certo? Quando pergunta, né, que se se todos foram eh criados para fazer o mal, eu entendi que, lógico que não, >> mas assim, todos passam pela ignorância, que aí ele não fala o mal, né? Ele fala ignorância, todos passam pela processo de ignorância. Então, é isso. >> Por exemplo, no mundo de expiações e provas, não é? A predominância do mal sobre o bem, porque os espíritos são ignorantes e estão fazendo coisas atrapalhadas. e muitas vezes persistindo nessas escolhas atrapalhadas durante um tempo maior do que necessário. >> Porque se você tem uma experiência de escolha que dá errado, se você é esperto, você muda ela. Se você não é esperto, mas acha que com isso você tá dominando os outros e tá se impondo aos outros e continua, você se complica e se torna mal. Por isso que tá prejudicando os outros.
você muda ela. Se você não é esperto, mas acha que com isso você tá dominando os outros e tá se impondo aos outros e continua, você se complica e se torna mal. Por isso que tá prejudicando os outros. Tá certo? Mas a linha aqui do raciocínio é na terra, né? >> É, nós estamos falando, nós estamos falando a nota, falando do mundo espiritual nosso, vizinho a nós, aquele, porque nós não temos mais a experiência do mundo primitivo que ficou para trás, >> tá certo? A Lala, ela comentou assim: "Professor, eu tive um desdobramento à noite e eu ouvia um pedido de socorro muito profundo da sobrinha que desencarnou há do anos. Eh, eu acho que ela quer saber uma opinião sobre isso. Ô, >> Lala, nesse caso, ore pela sua sobrinha. Peça a Deus que permita que os espíritos bondosos, alguém da sua família espiritual que tá em melhores condições, que possa auxiliá-la. Ore por ela. Se ela tá precisando de ajuda e encontrou em você ressonância nesse pedido, mesmo que seja num sonho, não importa. O espírito às vezes comunica com a gente durante a noite. Ajude-a com as suas boas vibrações e com as suas preces. Eh, a Valdeia colocou aqui, mas eu não. E se a pessoa foi a maior prejudicada, como podemos ajudá-la? >> Compensá-la do prejuízo que a gente deixou para ela. É proporcional. Você veja, por exemplo, vou dar um exemplo. Imagine um político que assume a posição de mando e faz atitudes que prejudica muita gente. Muita gente fica prejudicado. Por exemplo, vou dar um exemplo simples. Todas as escolas das prefeituras e do estado tem merenda escolar. Aí os diretores desviam o dinheiro da escola, da merenda da escola. Tá prejudicando as crianças, não tá? Tá fazendo um prejuízo. Como é que ele pode ressarcir essas crianças depois? Claro que as crianças vão crescer, vão ficar prejudicadas. Ele vai ter que vir numa nova existência, tá certo? E fazer algo grandioso que compense o prejuízo que ele criou. Então, às vezes, ele vai nascer no meio daquelas mesmos espíritos que foram prejudicados, agora com condições de
ova existência, tá certo? E fazer algo grandioso que compense o prejuízo que ele criou. Então, às vezes, ele vai nascer no meio daquelas mesmos espíritos que foram prejudicados, agora com condições de ajudá-los devidamente para compensá-los a perda do de vidas anteriores. Então, é assim mesmo, a compensação é proporcional o dano. Se você deve R$ 50, vai pagar R$ 50. Se você deve R$ 1.000, você vai pagar R$ 1.000, não é? Então veja que a posição que a gente tem de responsabilidade coletiva é muito séria, porque a gente acaba prejudicando um monte de gente quando faz errado e vai ter que voltar para compensar esse prejuízo coletivo com um grande bem coletivo numa vida posterior. É um grande desafio. envias. Então, professor, muda o nosso olhar até quando a gente vê grandes feitos e perder a idolatria, né, que a gente às vezes tem, né, às vezes é é lógico, é motivo de alegria que o espírito tá conseguindo, né, desenvolver, >> mas pode ser um débito tão tão grande quanto o feito que ele está fazendo no momento, né, professor? É >> o a Suzi Prudente, ela diz assim: "Professor, a providência divina pode nos auxiliar no momento que estamos caminhando no erro?" >> Sim. e nos ajuda, porque a gente sempre tem, através da nossa voz da consciência estimulada pelos espíritos bondosos que nos amam, nos sugerem que não vale a pena fazer aquilo. Muitos de nós sabe que não devia fazer aquele erro, quando é um erro calculado, não é? Porque às vezes a gente faz um erro, comete um erro de responder reativamente a uma ação. Por exemplo, quando alguém, né, nos trata mal, é, a gente então vibra mal paraa pessoa por impulso, né? Puxa, mas esse sujeito foi tão mal educado comigo, que se dane, que cara horrível. Aí você tá desejando para ele sentimentos ruins. Isso não é você hora que cair em si, fala: "Puxa, mas eu não devia ter pensado desse jeito". Aí então corrige, não é? Porque como você já tem conhecimento e se deu conta de que fez uma coisa inadequada, então corrige em tempo. Ô meu Deus, me perdoe pelos
eu não devia ter pensado desse jeito". Aí então corrige, não é? Porque como você já tem conhecimento e se deu conta de que fez uma coisa inadequada, então corrige em tempo. Ô meu Deus, me perdoe pelos desejos inadequados que eu desejei para ele. Faz uma prece, pede a Deus que dê força a ele para que ele supere aquela dificuldade, melhore o seu comportamento para que ele não encorra naquilo mais nenhuma vez. E você então fica numa posição de corrigir ser. É assim que a gente deve fazer com as coisas. Mas sempre a gente tem, principalmente nós que já temos muita informação do evangelho de Jesus, a gente sabe que tá fazendo certo, se tá fazendo errado. >> Professora, Lala fez uma pergunta aqui. Ela fala assim: "Eu não havia, só ouvi a sua voz como se estivesse em sofrimento. Isso significa que realmente ela pode estar sofrendo no mundo espiritual? É possível que sim. Lá lá, gente, na dúvida ajude. Não importa se esse sentimento chegou até você, é porque você pode ajudar. Pode ser que não seja a sua sobrinha, porque quando a gente acorda, a gente interpreta o sonho da gente com as coisas que a gente tem conhecimento, não é? Em está de vigília, não é? Às vezes é um espírito que tá precisando de ajuda, que não precisa nem ser a sua sobrinha, mas pode ser um espírito que você tem alguma conexão qualquer com ela. Então, ajude espiritualmente, fazendo prece, fazendo vibrações boas para esse espírito que tá precisando de ajuda. Francos, professor, perguntou: "Qual a relação ao livre arbítrio dos espíritos de primeira ordem?" pois já tem a convicção das leis de causa e efeito. >> Deixa a pergunta dele aí. Não, Franco, quando os espíritos são muito atrasados, eles ainda não têm muito senso das experiências de prejudicar ou não os outros. Porque o espírito do mundo primitivo, os homens das cavernas, os homens antigos, eles faziam o esforço da sobrevivência. E muitas vezes a sobrevivência implicava entre agressões, entre grupos e às vezes uns matavam os outros, tá certo? Então veja aqui, isso é ainda
homens antigos, eles faziam o esforço da sobrevivência. E muitas vezes a sobrevivência implicava entre agressões, entre grupos e às vezes uns matavam os outros, tá certo? Então veja aqui, isso é ainda experiências de começo, mas hoje não. As guerras de hoje, as pessoas sabem que estão fazendo errado. Então a consciência a respeito dessas ações são muito mais agudas. Portanto, a lei de causa efeito, que é baseado na consciência da gente, vai fazer cobranças muito mais intensas do que faria no mundo primitivo. Então, os espíritos da primeira ordem, como somos todos nós, muitos já têm convicção das leis de causa efeito, outros não. Os espíritos mais atrasados muitas vezes tem esse conceito muito impreciso ainda. Mas os espíritos mais esclarecidos, mais cultos, as pessoas que têm a capacidade da inteligência já desenvolvida, eles sabem mais. Então, a responsabilidade é proporcional conhecimento, à consciência que o espírito tem do certo e do errado. >> A Helena Rebola Ríbela diz assim: "Ainda estamos no chororô de reclamar que bastou um segundinho de distração para o leite leite derramar. É mais fácil acusar aquele que nos distraiu. >> É, em geral é mesmo, viu, Helena? A gente muitas vezes não quer assumir a própria responsabilidade, fica procurando alguém para culpar. Ora, cometeu um erro, gente, vai lá, conserta, pede desculpa. Prejudicou a pessoa, dá um jeito de pagar o prejuízo. Não carrega isso paraa frente, porque não vale a pena. É isso que Jesus ensinou para nós. Reconcilia com teu adversário enquanto está a caminho com ele. Vamos fazer isso. Todos nós somos capazes de fazer isso. A a Diná, ela perguntou assim: "Professor, quando fazemos um bem, devemos fazer sem pensar que teremos recompensa espiritual, pois deixa de ser uma caridade?" >> Olha, Diná, o bem vale a pena fazer sempre, mesmo que seja inicialmente por interesse, porque fazendo o bem por interesse, a gente acostuma fazer o bem pelo bem. Tudo é um aprendizado. A gente não deve ficar preocupado com isso. Faz o bem.
pre, mesmo que seja inicialmente por interesse, porque fazendo o bem por interesse, a gente acostuma fazer o bem pelo bem. Tudo é um aprendizado. A gente não deve ficar preocupado com isso. Faz o bem. Se você tá pensando, puxa, foi que bom que eu fiz o bem pra pessoa. Será que eu vou ser recompensado por isso? Deixa para lá. Faz assim, ó, não quero nem saber se vou ou não. Melhor continuar fazendo o bem pelo próprio valor do bem. Isso é um aprendizado. A gente deve insistir no bem sempre, mesmo que inicialmente a gente o faça interesseiramente. >> A Valdiceia, professor, eh colocou em duas etapas aqui uma questão. Estou cuidando de uma pessoa que não pensou no futuro. um futuro. Como posso ajudá-lo sem ser só cuidado do corpo? Como ajudar, posso ajudá-lo espiritualmente? Conversamos muito sobre Deus e Jesus. Estamos todos sofrendo. >> Então você já está ajudando espiritualmente. A sua presença amorosa já é uma ajuda espiritual. Não esqueça disso. Você vai, isso vai fazer muito bem paraa pessoa que vai perceber isso mais tarde. Pode ser que nem perceba agora, mas perceberá mais tarde quando puder avaliar toda a situação que passou e a ajuda que teve. Por outro lado, os esclarecimentos que a gente dá nas conversas, através da fala que a gente faz sobre a bondade de Deus, sobre a presença de Jesus em nossas vidas, isso também vai esclarecendo a pessoa para que ela entenda que mesmo espiritualmente a gente nunca tá sozinho, nunca está sem o auxílio da misericórdia divina. Isso é a ajuda espiritual que a gente tá fazendo. Continue. Você tá fazendo o que é o melhor. Continue fazendo isso e se aprimorando para fazer cada vez mais com carinho, como você gostaria de receber se tivesse no lugar do outro. A Lúcia comentou assim: "Boa noite, chegando um pouco tarde". Lúcia, boa noite, Lúcia. Tudo de bom para você. >> Depois volta lá e vê o estudo, né, professor? É, a Lúcia é nossa companheira, já nos acompanha já há bastante tempo. >> É, e as perguntas acabaram, não temos mais perguntas. A Suzi
e bom para você. >> Depois volta lá e vê o estudo, né, professor? É, a Lúcia é nossa companheira, já nos acompanha já há bastante tempo. >> É, e as perguntas acabaram, não temos mais perguntas. A Suzi Prudente colocou assim: "Professor, é para evoluir que estou aqui com o senhor". >> É, eu também estou aqui com vocês para evoluir também. Tô fazendo o esforço de ir fixando todo esse aprendizado na minha cabeça, repetindo ele para vocês, porque isso também vai cristalizando esses conhecimentos cada vez mais dentro de mim. Então, essa é uma troca boa que a gente faz aqui. Vocês estão me ajudando, eu tô ajudando vocês. E é muito bom a gente poder fazer isso. É o que eu sempre digo, vamos junto, porque sozinho é muito mais difícil. Essa frase ninguém esquece mais. A Paulia fez uma pergunta aqui ainda a respeito do Ele vive, acho que é dopado, né? >> É. >> Eh, será que o espírito dele vai guardar? Vai, vai sim, Valdiceia, porque apesar do corpo estar dopado, o espírito percebe, percebe os tanto percebe os sentimentos quanto as ideias boas que vão chegando a ele. A gente, o corpo é só um filtro, gente. O espírito participa das coisas pelo sentimento, pela sua percepção espiritual. O corpo não impede o espírito de perceber as coisas. continue ajudando. Ele está recebendo isso espiritualmente, mesmo dopado no corpo físico. E as pessoas já estão aqui se despedindo. Pão já tá dando boa noite. O Anselmo já deu o tchauzinho, que é muito bonitinho essa mãozinha. >> Isso aí. a a rebela, a >> no próximo estudo nós vamos falar sobre anjos e demônios, essa ideia das religiões que a doutrina espírita vai nos esclarecer de maneira muito elegante. >> Sim. Daqui a 15 dias, né, professor? Isso. >> A semana que vem é Jesus e a regeneração da humanidade, né? Junto com Ronaldo. >> Mais mais umas lições de Jesus. >> É. E aqui o o ó, o pessoal tá muito grato aos Marilda. Helena falando que a semana seja feliz para todos. A Dinar dizendo gratidão. A Valdiceia, Deus te abençoe, senhor Otaciro.
as lições de Jesus. >> É. E aqui o o ó, o pessoal tá muito grato aos Marilda. Helena falando que a semana seja feliz para todos. A Dinar dizendo gratidão. A Valdiceia, Deus te abençoe, senhor Otaciro. Abençoe você também, a todos nós. Eu gratidão da minha parte por vocês. A Deis falando: "Gratidão pelos ensinamentos". A Valéria passa de pressa. Gratidão. Passa mesmo. Como é quando é gostoso passa de pressa mesmo. Essa mesmo. >> A Ludinha dando aqui. Boa noite, gratidão. Então, podemos encerrar então com a nossa prece, professora? >> Podemos sim. Nós vamos agradecer por mais uma noite aonde todos nós podemos podemos aprender juntos um pouquinho mais sobre a nossa vida espiritual. agradecer ao professor Otaciro por colocar de forma fácil para nós esse entendimento de que depende de nós todas as transformações das nossas vidas, depende de nós querer pela vontade fazer o bem. Rogamos a Deus e aos espíritos bondosos. que envolva o nosso professor Otaciro em muita saúde, muito bem-estar, que ele tenha paz e tranquilidade, que proteja os seus familiares, para que ele possa, enquanto for da vontade de Deus, continuar esse trabalho junto conosco, nos ajudar E rogamos também a todos, a todos os espíritos bondosos que possa estar presente em cada lar, está conectado nesse momento, que todos nós possamos sentir em nossos lares o mesmo bem-estar, a mesma tranquilidade, a mesma paz, que todos nós possamos sentir Jesus. junto a nós, que na próxima semana estejamos juntos aqui novamente com essa mesma vontade de querer aprender. Que assim seja. >> Assim seja. >> Tchau, gente. Tudo de bom. Boa semana para todos. >> Uma boa semana a todos. Deixa eu colocar aqui a nossa videozinho de encerramento. Um beijo. Ciao. เฮ
Mais do canal
Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 50 | 29.02.26
1:14:36 · 23 views
O Cristo Consolador e a promessa do Espírito de Verdade - com Leonardo Prestes
49:22 · 5 views
Esquina de pedra | Stela Martins | 29.03.26
· 5 views
# 243 [CEECAL EM FOCO] Ouça o seu melhor amigo: o Anjo da Guarda - Rogerio Miguez
· 1 views
Bom dia, café! 260326 AO VIVO Renovando Consciências
1:27:25 · 12 views
A Lei de Amor: a síntese de todas as leis - com Ângelo Dias
41:47 · 9 views