5° Encontro NUVET AME - BR: Nosso Amor aos Animais

FEBtv Brasil 18/10/2025 (há 6 meses) 4:30:39 913 visualizações

Você é nosso convidado para o 5º Encontro dos NUVET’S das AME-BR. Nuvet é o Núcleo de Medicina Veterinária e Espiritualidade, que trabalha a relação entre humanos e animais sob a ótica da doutrina espírita. Será um momento de reflexão, amor e espiritualidade em conexão com os animais! 💚🐶🐱🐔🐢 Programação 16h10 às 16h30 - Amor e trabalho: o despertar da consciência - Deyse Mascarenhas 16h30 às 16h50 - Amor aos animais invisibilizados 18h40 às 19h10 - O Evangelho de Jesus nos dias atuais - Dr....

Transcrição

Queridos irmãos, vamos iniciar as nossas atividades de hoje, felicitando aqueles que já nos ouvem, né, pela internautas, pela rede, aqueles que estão aqui, aqueles que vão chegar, que sejam todos muito bem-vindos ao nosso encontro. Essa casa que é a casa de todos. sente muito feliz quando acolhe temas como de hoje, mas nós quando iniciamos as atividades, fizemos com a nossa prece e vou pedir licença para nós nos unirmos em pensamento e buscarmos essas esferas superiores onde aqueles espíritos tozer denomina de espíritos do Senhor, aguardam-nos, estimulam, inspiram para que a gente possa passa andar com mais proveito. Agradecemos a eles e a todos que se fazem em nossa companhia. Agradecemos aqueles que habitualmente plano maior da vida, acompanham a dimensão espiritual da desta casa e de todos nós. Agradecemos, Senhor, pela oportunidade que nos renova de nessa casa podermos, por um instante, Senhor, elevar-nos em pensamento e buscar as sagradas emanações que sabemos estão disponíveis no plano maior. Isso nos faz lembrar Celina, mensageiro do amor. Como Dr. Bezerra lembra, ela é a nossa intermediária com Nova Jerusalém e outros ambientes luminosos. que ela nos inspire, especialmente ao grupo aqui, para que possamos dar o recado e conseguir colaborar neste momento de transição planetária. Agradecidos então, Senhor, te pedimos pela misericórdia de nosso Pai, que nos renove entendimento, a própria oportunidade para que possamos andar com mais proveito. Sabemos das energias benditas que estão à nossa disposição, que nessa hora elas possam preencher os espaços vazios que ainda temos, possa nos ajudar a elevar o padrão vibratório das nossas energias para que em melhores condições falemos pros diferentes recantos da nossa humanidade, tão carente das notícias do bem e principalmente da boa nova que nos recomendas inserir no contexto das vivências, das falas. Permaneça conosco, conosco, mestre, e te pedimos uma bênção especial também às nossas irmãs encarregadas Dais e Marcela, que vão trabalhar os temas da

das inserir no contexto das vivências, das falas. Permaneça conosco, conosco, mestre, e te pedimos uma bênção especial também às nossas irmãs encarregadas Dais e Marcela, que vão trabalhar os temas da tarde para que possam ser bem inspiradas. Assim só nosa te agradecer pelas oportunidades que nosas, pelo amor que nos vivifica e pela paz que já nos ofereces agora e sempre. Que assim seja. Queridos irmãos, eu vou passar pra Dra. Vênia, que é a nossa mãe maior, como a gente diz, para ela dar o nosso recado inicial e falar, fazer as suas considerações neste momento. Com a palavra, Dr. Hervênio. >> Muito obrigada, Hélio. É com coração em festa, com muita alegria que nós estamos hoje aqui no salão Bezerra de Menezes da Federação Espírita Brasileira, sendo recebidos carinhosamente por toda a diretoria aqui representada na figura do nosso amigo, colega médico veterinário Confrade Hélio Blume. Agradecemos a Deus, nosso pai, oportunidade, a Jesus, nosso mestre, aos amigos espirituais e a toda a equipe da diretoria da Federação Espírita Brasileira que tem nos acolhido, viu, Hélio? você é sempre o nosso anfitrião, né, de primeira linha, que tem nos acolhido aqui na Federação Espírita eh Brasileira. Porque nós estamos trazendo, meus amigos, para todos, pros que estão presencialmente aqui, os amigos que estão nos acompanhando via internet, nós estamos trazendo o trabalho do Novet, núcleo de medicina veterinária e espiritualidade de 10 grupos que tem por todo nove no Brasil e um já em Portugal. Então esse trabalho ele tem por finalidade procurar meios de uma relação harmônica entre seres humanos e animais e que essa relação harmônica ela se estenda cada vez mais em intensidade, em amplitude, para que nós tenhamos esse relacionamento cada vez mais profío, beneficiando ambas as partes, tanto os animais quanto os próprios seres humanos, porque está implicada na processo evolutivo dos do ser humano a maneira como ele trata com os animais, ele convive com os animais, né? Então, é com muita alegria, nessa parte da tarde

s seres humanos, porque está implicada na processo evolutivo dos do ser humano a maneira como ele trata com os animais, ele convive com os animais, né? Então, é com muita alegria, nessa parte da tarde nós vamos ter duas palestras. eh uma do da representante do Nuvete Piauí pela Descarenhas, a outra representante do Nuvete Santos, eh, pela Marcela Mendes Ribeiro. E e eu queria dizer para vocês que desses novetes todos, começou com novete São Paulo em 2013, depois veio o Novet Pernambuco, depois o Novet Minas Gerais, depois o Nuvete Brasil e eu Irvênia Prada sou coordenadora do Novet Brasil que coordena todos os nuvetes, né, com a ajuda de todos vocês. Depois o Nuvete Porto, lá em Portugal, é o Nuvete Santos, Planalto, L é o presidente do do Novet e ligado a Planalto, Novet Osasco, Novet Piauí e Novagoas. Então, é com muita alegria que nós estamos aqui. E eu chamo então paraa primeira palestra a nossa querida Dais Mascarenhas. Ela vai fazer uma palestra de 20 minutos eh sobre o tema o despertar da consciência. Daisy, a palavra é sua. >> Oi. Boa tarde a todos. Não, desculpa, eu tirei. Vai precisar dele ou não? Não, pera aí. >> Só projeção. >> Problemas técnicos. Não sei porque o computador desligou. Deve ser alguma má interferência, mas nós vamos resolver. Não, >> por alguma razão eu vou pedir, tá ligando o computador e vai conectar aqui. >> Vai conectar. Ele desligou o computador. Tá com a fonte? >> Tá. >> Essa fonte deve ter desligada. >> Tá ligada. E tem o computador, tem carga. >> Amigos internautas, nós já estamos acostumados. Eu comentava anteriormente que nessa casa temos tido alguns contratempos. res simplesmente atualizar. Ele tá atualizando agora uma das coisas que ele faz duas, três vezes por ano, mas resolvi escolher essa hora. Mas ele já está aí com a atualização, só que eu tenho que esperar, temos que ter um pouco de paciência, mas os espíritos amigos têm nos dito, né, que a paciência é a ciência da paz e que a gente precisa cultivar. Então, infelizmente, por alguma razão,

ho que esperar, temos que ter um pouco de paciência, mas os espíritos amigos têm nos dito, né, que a paciência é a ciência da paz e que a gente precisa cultivar. Então, infelizmente, por alguma razão, ele resolveu atualizar, talvez por causa da de algumas inserções aqui. Ele tá atualizando, reiniciando agora, >> tá? Fica à vontade então com a palavra do Dr. Evenênia, que enquanto a gente vai estabelecendo a conexão, Dr. Evênia fala-nos do livro dela. >> Meus amigos, enquanto nós contornamos aí essas demandas, né, esses desafios da internet, nós vamos falar um pouquinho sobre o nosso trabalho do Nvet, não é? Então, eh, em do até 2000, desde 2010, lá na faculdade de medicina veterinárias zootecnia da Universidade de São Paulo, eu comecei um trabalho com apoio desde o começo do Vinícius, eh o nosso amigo que tá presente aqui também, eh, com a a finalidade de estabelecer o movimento cultural de medicina veterinária e espiritualidade, sem nenhum viés religioso. E então, certa feita, eu convidei dois amigos da AM São Paulo, a Associação Médico Espírita de São Paulo do Brasil, para fazer palestra sobre a maneira como eles conduziam palestra sobre espiritualidade. Quando eles chegaram lá na universidade, viram o trabalho que que nós estávamos fazendo e voltaram para M São Paulo e falaram lá, Hervênia e uma e uma equipe lá tá fazendo um trabalho tal que é que é pioneiro, ainda mais dentro da medicina veterinária que tem umas umas opções que são absolutamente exploradoras eh com viés econômico. Então, eh o presidente me chamou, Dr. Mário Peres disse Venan, você não quer fazer esse trabalho aqui também dentro da M São Paulo? A Dra. Marlene estava presente e eu disse: "Que que vocês acham que eu respondi?" Claro, né? Então, comecei já no dia seguinte e lá pelo regimento da São Paulo, cada núcleo, eu criei então o núcleo de medicina veterinária e espiritualidade, tem que realizar um evento público por ano. Em 2014, nós já começamos a fazer evento público e combinei com a equipe e

, cada núcleo, eu criei então o núcleo de medicina veterinária e espiritualidade, tem que realizar um evento público por ano. Em 2014, nós já começamos a fazer evento público e combinei com a equipe e a Paula foi assim a o meu braço direito ali desde o começo, eh, para fazer o evento dentro da Federação Espírita do Estado de São Paulo, porque as federativas elas são os centros de, pelo menos, de regulação do comportamento do meio espírita nos diferentes centros espíritas ligados a ela, né? Então, começamos esse trabalho dentro da Federação Espírita do Estado de São Paulo. Já realizamos agora esse ano o nosso oitavo encontro lá presencial. Bem, quando em 2017 eh foi criado com apoio da Dra. Marlene o o Nuvet Brasil, porque ela já tinha me solicitado isso muito antes, porque ela desencarnou em 2015, mas a Dra. Márcia, eh, lá de Santos, ela tinha presenciado a maneira como a Dra. Marlene uma vez tinha me cobrado assim intensamente a formação de Nuvete Brasil. Então, ela levou isso na diretoria durante o Bedinespado o Nuvete Brasil. Então, nós passamos a fazer os eventos anuais aqui na Federação Espírita Brasileira com apoio do Hélio desde o começo, só que deixamos de fazer durante os 3 anos da pandemia. Então, esse evento que nós estamos fazendo aqui é uma parte do quinto eh encontro do Nuvete Brasil, que representa todos os 10 novetes aqui dentro da Federação Espírita do Estado de São Paulo, né? Então, acho que contornados aí as os desafios da internet, eu passo a palavra então à nossa amiga Dais Mascarinha pro tema que ela vai desenvolver, o despertar da consciência. Novamente, boa tarde a todos. Eh, com um enorme prazer e com uma felicidade muito grande no coração de estar aqui eh falando um pouquinho sobre o que é o amor aos animais, sobre o que é o despertar da consciência. Quando eu me propus a trabalhar com esse tema, eu levei em consideração tudo que está dentro dos nossos corações e eu acredito que eu posso estender aos nossos corações, não som não somente ao

iência. Quando eu me propus a trabalhar com esse tema, eu levei em consideração tudo que está dentro dos nossos corações e eu acredito que eu posso estender aos nossos corações, não som não somente ao meu coração. Então é com muito prazer, muita honra e muito agradecida a Deus, agradecida a espiritualidade, agradecida a FEB em pessoa do Hélio, do Dr. e agradecida também ao Nuvete em pessoa da Dra. Venha, estendendo para todos os colegas que representam Nuvets. Então, quando eu pensei nesse tema, eu pensei no que a gente faz dentro do novete, que além de expandir o amor, espalhar o amor que nós temos para com o próximo, e quando eu falo para com o próximo, eu tô trabalhando não só com nós, seres humanos, nós que aqui estamos, e com os internautas também, mas esse amor que ele se amplia, esse amor que vai para todos os seres, que está presente nesse imenso e que é o nosso planeta. E o amor e o trabalho, ele está dentro do movimento do Nvet, porque nós trabalhamos em prol de mostrar a sociedade, mostrar as pessoas que os nossos irmãos menores, como assim nós chamamos os animais, eh esse amor e que nós devemos cada dia mais trabalhar em prol de expandir esse amor para que todos sejam tocados, né? Então o tema da palestra é amor e trabalho, despertar da consciência. E aí eu fui pesquisar, mas o que é o amor? A gente fala tanto de amor e normalmente quando a gente se refere ao amor, a gente fala o amor ligado à paixão, ao desejo. Mas o amor não é só isso. O amor é muito mais do que isso. E junto com ele vem um mundo de sentimentos que nós temos tanto conosco, cada um consigo mesmo, com como para com outras pessoas e com outros ser vivos. Então, no Google, que é o nosso pai das pesquisas, eu encontrei o seguinte significado da palavra amor. É um sentimento profundo de afeição e de desejo pelo bem-estar da outra pessoa, de coisas ou ser vivo. E aqui a gente observa que ele fala da outra pessoa, né? Ele não fala de si mesmo e também ele fala de um de outro ser vivo. Ele separa bem pessoas e seres vivos, né? E

pessoa, de coisas ou ser vivo. E aqui a gente observa que ele fala da outra pessoa, né? Ele não fala de si mesmo e também ele fala de um de outro ser vivo. Ele separa bem pessoas e seres vivos, né? E destaca as coisas também. Mas aí mais na frente a gente vai entender que tudo é conectado. E o amor ele não é um amor fracionado, dividido, ele é um amor por inteiro. Então levando em consideração esse significado de um amor inteiro, eu busquei na nossa doutrina espírita um significado mais amplo, mais robusto desse amor. E o espírito fenelon, ele vem nos trazer no Evangelho lá no capítulo 11, a seguinte mensagem: "Para praticar a lei de amor como Deus a entende, é preciso que amais gradualmente a todos os vossos irmãos e aquele não restringe se são pessoas ou outros seres vivos, indistintamente." E ao fundo desse slide, eu trago duas dois seres vivos. Eu trago uma representante dos animais, que é uma cadela, e trago um representante de nós, seres humanos, que é um autista. Então assim, para mostrar que esse indistidamente ele rompe barreiras, ele vai para além do que o significado anterior que eu mencionei. E gradualmente o amor ele pode ser construído, ele pode ser colocado tijolinho a tijolinho e se tornar um sentimento genuíno, verdadeiro, que enche nossos corações e que ele se espalha. Se hoje eu não tenho amor pelos animais ou acho que os animais são seres indiferentes, mas amanhã esse amor ele pode surgir dentro de mim, ele pode ser gradativamente construído. E aí esse amor ele é simples. Ele é um amor simples, ele é um amor verdadeiro, é um amor que vem do íntimo de cada um e ele se espalha, ele se expande, ele contamina positivamente outras pessoas e envolve todos nós nessa atmosfera. E Joana deângeles na canção da imortalidade, ela vem nos dizer que o amor inspira a cada qual o melhor rumo a percorrer. Então, se nós temos esse amor simples, esse amor verdadeiro, esse amor que não é egoísta, ele vai nos nos direcionar ao rumo certo, ao rumo correto que nós devemos seguir como

melhor rumo a percorrer. Então, se nós temos esse amor simples, esse amor verdadeiro, esse amor que não é egoísta, ele vai nos nos direcionar ao rumo certo, ao rumo correto que nós devemos seguir como seres humanos e como fazendo parte de todo esse ecossistema junto com os animais, junto com a natureza. E aí a gente remete aquela frase de Jesus: "Amai-vos uns aos outros como irmãos". Aqui também ele não levanta fronteiras, pelo contrário, ele ultrapassa qualquer um e derruba qualquer uma fronteira que possa existir perante o amor ao próximo. E o próximo, novamente, não é só seres humanos. O próximo aqui é tudo que tem vida, tudo que pode ser preenchido por esse amor. Só que o amor ele não está sozinho. Se a gente fala em amor, a gente pensa em caridade, mas não aquela caridade de dar uma cesta básica ou somente dar uma esmola. A caridade também no sentido sentido amplo, assim como amor. E aí a caridade ela é a ancro eterna da salvação em todos os globos. é a mais pura emanação do próprio criador. É a sua própria virtude que ele dá às criaturas. Ou seja, é um pedaço da do criador. Essa caridade para ela se tornar ampla, eu vou trazer em mim, dentro do meu íntimo, um pedaço do criador. E o criador quer tão somente que a gente ame as nós a nós mesmos e amemos ao próximo como irmãos. E logo em seguida, Leonini vem trazendo no grande enigma a seguinte informação: todos os espíritos em marchas são auxiliados por seus irmãos mais adiantados e devem auxiliar, por sua vez, aqueles que estão colocados abaixo deles. Então, se na escala evolutiva de inteligência, de moralidade, existem espíritos mais evoluídos do que nós, que hoje nos encontramos aqui presente ou os internautas, nós temos que ser felizes e gratos em saber que existem espíritos mais evoluídos que estão nos dando apoio, que estão conosco nessa caminhada e que estão nos auxiliando, mas ao mesmo tempo nos faz chamar a atenção para que nós também possamos cumprir esse papel com nossos irmãos menores. que nós possamos ser esse guia, essa mão

sa caminhada e que estão nos auxiliando, mas ao mesmo tempo nos faz chamar a atenção para que nós também possamos cumprir esse papel com nossos irmãos menores. que nós possamos ser esse guia, essa mão que vai pegá-los e vai conduzi-los também por esse para esse progresso, porque eles, assim como nós, para quem não sabe ou para nós que já temos essa informação, os animais, independente da espécie, eles são espíritos em evolução e o nosso dever é auxiliar esse processo evolutivo. Mas se eu tenho um amor e eu tenho a caridade, mas eu não tenho uma obra construída, eu tenho um mito, eu tenho algo vago. Então, para que eu possa fazer com que isso se torne uma realidade, eu tenho que trabalhar. E aí eu somo o amor, a caridade e o trabalho, a ação. E nesse sentido, Meimei vem nos dizer que o amor e o serviço lutam sem alarde, ou seja, silenciosamente, sem holofotes, sem chamar atenção. e enaltece e enalte enaltecendo a vida. Ou seja, se eu trabalho simplesmente por amar e espalhar esse amor e por querer o melhor para o próximo, eu não preciso de alarme, eu não preciso de holofotes. E esse amor simples e silencioso, ele vai construir morada, ele vai construir obras. E aí a gente lembra também de Mei na seguinte frase do poema Confia sempre, crê e trabalha. Esforça-te no bem para dizer, meus amigos, que o trabalho ele vem de diversas formas. Às vezes a gente acha que não pode trabalhar, eu não consigo, no meu dia a dia, eu não consigo trabalhar. Mas existem inúmeras formas de trabalho que a gente pode utilizar para levar esse amor, levar essa caridade, levar também esse auxílio que os nossos irmãos menores merecem e cumprir o nosso dever. Então esse trabalho ele pode vir na divulgação do bem, que é o proposto pelo Nvet, né? O Nuvete ele divulga o bem, ele vai até a sociedade, ele vai aos grupos, ele vai nas casas espíritas dizer que os animais são nossos irmãos, que eles merecem respeito e que nós estamos aqui para auxiliá-los na sua trajetória. Então, a gente entra em espaços públicos, a gente entra dentro

as espíritas dizer que os animais são nossos irmãos, que eles merecem respeito e que nós estamos aqui para auxiliá-los na sua trajetória. Então, a gente entra em espaços públicos, a gente entra dentro das casas espíritas para fazer esse papel. divulgar o bem, mas o bem ele também é construído com o estudo, porque paraa gente trabalhar a gente precisa adquirir um conhecimento. E esse conhecimento nos leva paraa evolução, ele nos empurra mais para frente para um um degrau acima. Então, a gente precisa estudar. E aí, Emanu vem nos dizer o seguinte, que o aprimoramento não se separa do serviço constante. Então, eu não posso me sentir confortável onde eu estou. Eu tenho que buscar mais conhecimento, porque se eu tenho esse arcabolso, eu posso sim divulgar, trocar informações em grupos de estudo, falar para uma pessoa que hoje ela ainda não despertou, mas que amanhã ela pode despertar com a sementinha que eu plantar daquele conhecimento que eu já tenho. Então o trabalho também além do estudo, do espalhar o bem, o trabalho ele vem num simples exemplo. O que eu faço na dentro da minha comunidade? O que eu faço na minha família? O que eu faço dentro do meu trabalho, na minha casa espírita? O que que eu tô fazendo em prol dos animais? Será que eu posso resgatar um animal de rua e cuidar dele? Posso. Eu posso pôr uma comida pros animais comunitários? Eu posso. Eu posso fazer parte de um grupo de estudo? Eu posso, no meu íntimo da minha casa, eu posso fazer emanação de energia, uma prece, uma oração em prol a todos os animais e em prol aos seres humanos que aprendam a amar os animais. Posso. Então, com exemplos, a gente também trabalha e garante o respeito e o nosso dever perante os animais. E algo que tem nos tocado profundamente nas nossas atividades do Nuvete é o plantil dessa semente. É chegar nas crianças na evangelização e trazer de dentro dela, do seu íntimo, o sentimento que ela tem em relação aos animais e qual o entendimento que ela tem em o que que eu posso fazer para os animais, para o

crianças na evangelização e trazer de dentro dela, do seu íntimo, o sentimento que ela tem em relação aos animais e qual o entendimento que ela tem em o que que eu posso fazer para os animais, para o bem-estar, para o respeito desses animais. A gente observa que as crianças elas têm um conhecimento, mesmo aquelas que não t um animalzinho em casa, que o pai, a mãe, o avô, a avó talvez não queira que ele crie, mas eles trazem dentro deles um amor que tá lá guardadinho pelos animais. E a gente pode chegar lá, plantar essa sementinha ou regar essa sementinha para que se não hoje, mas que amanhã ela venha florir, que amanhã ela venha dar bons frutos. E aí o espírito Emânuel na antologia da criança, ele vem dizer o seguinte: "Ensina-me a descobrir o bem onde estiver. Não me afaste de Deus e me ajude a conservar o amor." Então, vamos espalhar o bem, vamos ensinar o bem para essas crianças. elas estão eh sedentas desse bem, elas têm a pureza e por meio dessa pureza a gente consegue trabalhar com elas essa semente do respeito e do amor para os animais, dizendo que eles são espíritos em evolução, dizendo que são seres sencientes, que t emoções, tem sentimentos, que sente frio, sente fome e que aquele animalzinho que está na sua casa, ele merece ser cuidado, não só quando ele é filhote, mas quando ele adoece, quando ele tá idoso. Então, a gente pode ensinar isso às crianças e elas levam para casa. Elas nos ajudam a divulgar isso dentro das suas próprias casas e dentro das escolas. E aí vocês imaginem o impacto que isso causa na vida das crianças e nesse entendimento de despertar de consciência e de amor aos animais. E aí quando a gente junta essa caridade, esse amor, esse plantil dessa semente junto com o trabalho, nós temos o florescer. Essa semente vai um dia florescer, cedo ou tarde ela vai florescer e ela vai se transformar numa linda árvore, como esse IP branco que vocês estão vendo e como os IPs amarelo, roxo, que nesse período eles eles florescem. Então essa semente

ou tarde ela vai florescer e ela vai se transformar numa linda árvore, como esse IP branco que vocês estão vendo e como os IPs amarelo, roxo, que nesse período eles eles florescem. Então essa semente ela vai dar bons frutos. Mas a gente precisa trabalhar, a gente precisa espalhar o amor, a gente precisa espalhar o conhecimento e a gente precisa fazer a caridade. E despertando essa semente e dando bons frutos, a gente desperta a consciência, que é onde a gente quer chegar, com todo esse trabalho, com o exemplo no bem, trabalhando no estudo, divulgando a doutrina, ensinando que os animais são seres sencientes que estão em evolução, espalhando o amor fraternal para todas as criaturas, não só entre nós, seres humanos, mas entre nós e os animais, entre nós e o ambiente que a gente vive. vive respeitando a natureza. Então, acima de tudo, meus caros, acima de tudo, respeito, amor, trabalho e o bem. Creia e trabalha, esforça-te no bem. E aí, já caminhando para o final das minhas palavras, eu lembro muito, né, esse mês de outubro é o mês de São Francisco. Morreu no dia 3, foi enterrado no dia 4. A igreja católica considera dia 4 o dia do São Francisco, juntamente com o dia dos animais. Geralmente a gente pensa em São Francisco, a gente lembra da oração de São Francisco, não é isso? Mas eu, diferentemente eu lembro de uma outra forma de poesia. Eu lembro da cantiga por São Francisco do padre Zezinho, que ele diz o seguinte: Irmão vento, irmão sol, irmão Lua, irmã Lua, irmão Lobo, tu és meu irmão. Ró sabe as criaturas de Deus. Somos obras de suas mãos. Somos obras de suas mãos. Então, quando ele os seres vivos, quando ele a natureza e quando ele diz que nós todos somos, aquele pedacinho do Criador que eu falei lá no início, ele chama a nossa atenção pro nosso dever, que a gente tem que fazer o dever de casa, que é amar, respeitar e sermos caridosos com os animais. E aí eu agradeço a todos vocês pra gente tá aqui exatamente fazendo o que nos é proposto, o que nos é cobrado pela espiritualidade, por Deus, o amor,

amar, respeitar e sermos caridosos com os animais. E aí eu agradeço a todos vocês pra gente tá aqui exatamente fazendo o que nos é proposto, o que nos é cobrado pela espiritualidade, por Deus, o amor, espalhando o amor, trabalhando como nós aqui estamos, transmitindo o nosso conhecimento, plantando a semente para que um futuro próximo ou que num futuro distante a consciência de cada um desperte gradativamente. Cada um ao seu tempo, mas que no final tudo isso vire um só desejo, que é de amar. Se a gente ama, a gente não precisa de fronteiras. Amor é amor na sua plenitude. E aí eu agradeço a presença de todos vocês, aos internautas e mais uma vez quero reforçar a minha alegria de estar com todos e a minha alegria de estar falando sobre os animais, sobre o novete, sobre o nosso papel. Muito obrigada. Queria agradecer então a Dais Mascarenas, ela é representante do Novet Piauí, por nos falar desse tema e dessa ênfase do amor com os nossos animais. Eh, lembro asos nossos queridos internautas que nós vamos ter uma sessão com breve intervalo depois, mas segue à noite. Mas aproveito para passar a palavra pra Marcela, que vai nos apresentar, Marcela Mendes Ribeiro, e que nos traz aqui, eh, uma atividade complementar muito interessante. >> Boa tarde a todos, amigos que estão aqui presente pessoalmente. o pessoal, os internautas, a espiritualidade ela age de uma maneira muito bonita, né? Eu não combinei nada com a Daisy, eu não falei com a Daisy. E muitas coisas que a Daisy vai falar, falou, eu vou falar também reforçando por uma outra ótica, porque hoje eu trouxe para vocês um assunto um pouco pouco convencional, ainda a gente não fala muito sobre esses animais que a gente vai tratar aqui. E quando o surgiu a oportunidade da palestra, eu pensei neles justamente porque eu lido no meu dia a dia com esses animais e a gente percebe, né, com com o nosso crescimento, com o nosso conhecimento, com a com a lida com ser com o ser humano, como falta um olhar carinhoso para eles. Eu começo fazendo uma reflexão

animais e a gente percebe, né, com com o nosso crescimento, com o nosso conhecimento, com a com a lida com ser com o ser humano, como falta um olhar carinhoso para eles. Eu começo fazendo uma reflexão sobre a relação que a gente sempre teve com a natureza. Nós saímos das cavernas, montamos nossas comunidades e a gente sempre viveu nesse ambiente por a gente viveu por muito tempo num ambiente onde a gente tinha um contato íntimo com a natureza. E até hoje quando a gente vai para um local onde a gente eh onde a gente vai ter esse contato com uma com um ambiente mais rico de diversidade animal, a gente fica bastante bem mais tolerante aos às espécies que estão ao nosso redor. Então a gente até tolera um mosquito, né, uma aranha, né? a gente passa um repelente, bota lá um uma tela mosqueteira, a gente não se importa tanto com as formigas que pisam o nosso picam o nosso pé. Só que essa realidade quando a gente pensa no ambiente urbano, ela não é tratada da mesma forma. A cidade ela veio junto com o progresso do ser humano e foi o ser humano que construiu esse ambiente. Então, por conta disso, ele se ele se entende que ele tem um controle muito grande sobre essa área, que essa área ela é feita de asfalto, de concreto e de pessoas. E muitas vezes ele só pensa naqueles animais que ele julga ser importante para eles, por esse espaço. Só que isso é um pensamento equivocado, porque existe um ecossistema urbano onde a gente lida com muitos animais e muitas vezes a gente nem lembra que esses animais existem. Eles estão ali, eles souberam se adaptar. e da sua presença e dos estudos que foram feitos por sua presença, surge um termo, pra gente chamar esses animais, que a maioria das pessoas não conhece, que é a fauna sinantrópica. A fauna sinantrópica, a palavra, né, a palavra sinantrópico, ela vem de dois radicais gregos, que é o sim junto antropos, que é homem. Então, são aqueles animais que se aproximaram do homem de alguma forma e convivem nos espaços onde o homem vive, tanto no

ico, ela vem de dois radicais gregos, que é o sim junto antropos, que é homem. Então, são aqueles animais que se aproximaram do homem de alguma forma e convivem nos espaços onde o homem vive, tanto no ambiente mais urbano como também no ambiente rural. Aqui a gente vai focar mais no ambiente urbano porque o tempo de palestra é mais estreito, mas assim, esse termo falotrópica, ele engloba uma série de espécies animais que vão desde uma formiga passando por um caracol, chegando até um mamífero, uma ave. Vocês vão entender melhor conforme for passando a nossa conversa. O que caracteriza então uma fauna sinantrópica? são animais que vivem no mesmo habitáco. E eles utilizam os recursos provenientes do nossa urbanização, do nosso, da nossa construção social, não necessariamente dependendo da gente. Na grande maioria das vezes, eles não dependem da gente, porque eles usam o abrigo e o alimento daquele espaço onde a gente está convivendo com eles. E, infelizmente, por motivos diversos, eles podem despertar sentimento de repulsa ou causar incômodo. E os motivos pelos quais eles podem causar repulsa varia muito. Antes de de falar sobre esses motivos, eu vou mostrar uma uma classificação que também pode ser dada pros animais sinantrópicos, né, com relação à sua com a sua permanência nesse ambiente onde a gente vive. Então, esses animais eles podem ser adaptados, ou seja, nós fomos lá, abrimos um espaço numa área que é desse animal, nós invadimos o espaço dele e ele falou: "Tá, tá bom, você vai ficar aqui, mas eu não vou sair também". Então ele se adapta à aquele ambiente que a gente vive e ele permanece lá. e os introduzidos, porque o mundo numa velocidade maior ou menor, ele é globalizado desde sempre as comunidades elas vêm se falando. Então, muitos animais eles vieram, eles foram introduzidos ou de maneira eh intencional ou eles vieram de carona. Então, por exemplo, a largicha, ela é do da Ásia, provavelmente ela veio junto no processo de migração dos asiáticos pro Brasil. Então, ela não é da nossa fauna.

intencional ou eles vieram de carona. Então, por exemplo, a largicha, ela é do da Ásia, provavelmente ela veio junto no processo de migração dos asiáticos pro Brasil. Então, ela não é da nossa fauna. O Pardal, ele também não é da nossa fauna, ele é do Oriente Médio e ele foi introduzido para ajudar no no controle de insetos. Já a maior parte das espécies das aranhas, o sabiá e o saruê ou gambá, eles fazem parte da nossa flora, da nossa fauna. E aí o que acontece? Eh, com relação à questão de incômodo e repulso, que eu falei agora a pouco, o gambá, por exemplo, ele tem um aspecto que para algumas pessoas não é agradável. por algum motivo, as pessoas acham que ele é feio, que ele parece parece um rato, que aí a gente também vai entrar na questão do rato daqui a pouco. E aí, eh, por conta disso, eh, o ser humano quando não agrada ao olho dele, às vezes ele se sente na no direito de cometer algum ato não muito nobre com este animal, muitas vezes até eliminando esse animal simplesmente por a sua aparência. E por incrível que pareça, o sabiá e outras aves também são fruto de, são alvo dessa atitude não tão nobre pelo barulho que eles fazem. Eu já ouvi e já sei de muitas histórias de gente que reclama, por exemplo, esta época do ano do canto do Sabiá, que tava aqui há pouco, a Sabiazinha tava aqui cantando, né? porque ela precisa se reproduzir. Então ela fica cantando. E tem gente que se irrita, fala: "Pô, 3 horas da manhã sabear cantando?" Já fiquei sabendo de casos em de condomínios, ou seja, condomínios em área de mato, onde as pessoas invadiram o espaço das maritacas e acabaram por envenenar o bando porque o barulho incomodava. E uma última história, na minha cidade nós temos muito gaviões. Eu sou de Santos e a Santos é dividido por canais. No canal três tem uma população de gaviões e um determinado gavião, por algum motivo que a gente não sabia o porquê, ele começou a dar voar rasante e incomodar as pessoas. Inclusive, ele chegou a ferir levemente um pessoa que tava passando.

es e um determinado gavião, por algum motivo que a gente não sabia o porquê, ele começou a dar voar rasante e incomodar as pessoas. Inclusive, ele chegou a ferir levemente um pessoa que tava passando. E alguns dias depois apareceu um gavião da mesma espécie morto. E as pessoas estavam reclamando do gavião porque o gavião tava fazendo barulho e estava atacando as pessoas. A gente não sabe exatamente se é esse mesmo gavião que foi morto e qual o motivo, mas ficou no ar essa história. Será que alguém se incomodou tanto com esse gavião a ponto de achar que ele não merecia viver? Porque quando a gente fala de fauna sinotrópica, são animais que eles passam ou despercebidos por nós ou que por alguma, de alguma forma em algum momento, ele vai causar algum incômodo. E aí, por isso, por ele estar na margem da sociedade, muitas vezes as pessoas elas têm elas perdem um pouco essa noção da ética e optam atitude agradável com eles. E avançando no tema da fauna sinantrópica, tem um outro subgrupo dentro que é, pera aí, a fauna sinantrópica nociva, nossa senhora. Nociva. Então, o que acontece? Eh, esses animais eles foram classificados dessa forma e a gente, eu trouxe aqui uma uma das definições que é dada numa instrução normativa do IBAMA 141 que regulamenta as ações de controle dessa fauna, que são os animais que interagem de forma negativa com a população humana, causando-lhe transtornos significativos de ordem econômica, ambiental ou que representam riscos à saúde pública. Ou seja, meu Deus, é uma bomba de bactéria, de vírus. O que que esses bichos estão fazendo entre a gente, né? Esse termo nocivo, ele rebaixa esses animais a uma situação pior do que os outros. Porque os anteriores, assim, a maioria das pessoas tolera, né? Tolera a presença de um de um pardal, tolera a presença do sabiá, né? reclama dos que o sabiá tá cantando 3 horas da manhã, mas tudo bem, ele tá ali. Esses animais não, a maioria das pessoas, por essa peixa de serem nocivos, eh leva um entendimento de que eles

abiá, né? reclama dos que o sabiá tá cantando 3 horas da manhã, mas tudo bem, ele tá ali. Esses animais não, a maioria das pessoas, por essa peixa de serem nocivos, eh leva um entendimento de que eles precisam ser eliminados e que não importa muito a forma como isso vai acontecer. Mas a gente tem que entender o contexto, porque não é ele não é ele pode pode vir ao causar um dano pra gente. Ele pode ser nocivo pra gente. Por isso que é importante que já falou do questão do conhecimento, né? Porque pra gente ter noção de se realmente a gente precisa ter esseiro todo. Quando a gente encontra um animal classificado como fauna sinantrópica nociva, um animal que vocês conheçam, que que possa vir a transmitir uma doença, será que a gente precisa ter todo esse medo desses animais? Porque se eles vivem próximos de nós e normalmente esses animais eles estão numa população que não está controlada, isso ocorre pela própria ação do humano no meio ambiente, porque na no dia a dia, numa vida, num ambiente equilibrado, raramente você vai ter uma superpopulação de um animal. Pode ser que aconteça um distúrbio ali na natureza e por um momento você tem um crescimento dessa população, mas aí a própria natureza ela se encarrega de fazer isso voltar ao equilíbrio de alguma forma. Então tudo que é nocivo precisa ser eliminado. Realmente a gente tem isso, essa ideia de eliminação dos desses animais nocivos, das conhecidos também como pragas, ele já vem de é algo muito antigo dentro da gente, porque eh se você precisar de um serviço de controle de pragas e antigamente a gente tinha até propaganda de empresas de controle de pragas na televisão, a promessa é o quê? Acabar com o problema, exterminar. Então isso que eu tirei daqui são de empresas controladoras de praga. Eu entrei na página dela e era esta mensagem que elas estava passando. Vamos acabar com tudo. Existem formas da gente lidar com populações de animais. A gente tem que lembrar que nós estamos num planeta que é um sistema vivo. E todo

sta mensagem que elas estava passando. Vamos acabar com tudo. Existem formas da gente lidar com populações de animais. A gente tem que lembrar que nós estamos num planeta que é um sistema vivo. E todo mundo que tá aqui dentro, sendo o menorzinho, um vírus, até um elefante, eles querem viver. Então eles vão lutar pela vida deles, eles vão se adaptar. E além de não ser muito ortodoxo, a gente querer matar os animais a qualquer custo, apenas porque pra gente a gente acha que ele é um incômodo, existe a a o ímpeto deles de sobrevivência. Então, muitas vezes, por que que hoje a gente tem a gente usa tanto veneno que a gente acaba transformando esses animais em animais resistentes e acaba virando um outro problema? Hoje quem trabalha, quem quem lê alguma coisa sobre a dengue sabe o quanto é difícil você controlar o mosquito adulto do Egipt, porque ele é resistente a uma série de de produtos que são utilizados ao longo dos anos para eliminá-lo. E me fugiu agora, gente. Desculpa, cara. Aí me faltou. Sumiu o que eu tava falando. Você vai voltar. Eu vou passar para vente. Vai voltar. Aal, o principal problema quando a gente pensa em classificar um animal como nocivo é que a gente a gente nem vai pensar assim num roedor, por exemplo, ah, eu não quero um roedor na minha casa porque ele pode roer a minha tubulação, a minha fiação. A gente sempre pensa o quê? Na questão do das doenças, né? Então, a gente sempre pensa, ai pombo é um rato de asas. Ai, um rato transmite não sei quantas mil doenças, né? Só que eh por quê? Porque a gente tem eh algumas definições que são tem um olhar voltado do ser humano para o animal, como o ser humano sendo um somos animais, né? É bom lembrar sempre isso, que o animal humano ele está num patamar superior, então os outros animais eles estão lá embaixo. E aí a gente define zonos como quê? doenças ou infecções transmissíveis entre vertebrados e seres humanos. Essa é uma uma identidade visual de um site eh de saúde pública. Então, a gente tem uma família e os

gente define zonos como quê? doenças ou infecções transmissíveis entre vertebrados e seres humanos. Essa é uma uma identidade visual de um site eh de saúde pública. Então, a gente tem uma família e os animais em volta transmitindo doenças para as pessoas, né? Só que na verdade a gente quando vai destrinchar o termo zonoses e eu estudar essas doenças, a gente vê que a contaminação é entre animais e pessoas. Então a gente também pode passar essa doença pro animal. E nem por isso num ciclo de uma doença onde o ser humano ele tem um papel importante, a gente fala: "Vamos acabar com o ser humano, né? A gente só olha ali, vamos acabar com o animal". Lembrei o que eu ia falar com relação à questão da dinâmica da população que vai entrar aqui também. Então, quando a gente tem, por exemplo, vou pegar para dar o gancho, vou pegar um exemplo aqui. Quando a gente tem uma doença que é causada por uma transmissão por um animal, e a gente, primeira coisa que a gente pensa é: "Vamos eliminar esse animal". E a cabeça na cabeça do ser humano, para qualquer coisa, a gente tem, a gente quer as soluções a curto prazo, a gente não consegue pensar a longo prazo. Vamos pegar um exemplo, não tem nada a ver com animais. emagrecimento. Se o médico virar para você e falar: "Tá, você vai demorar 4 anos para perder todo o peso que você precisa e você vai ter que eh durante esse processo e depois você vai ter que tomar uma série de atitudes comportamentais que para você conseguir manter esse peso menor. A gente não quer. A gente quer perder 20 kg em 15 dias e de preferência sem fazer nenhuma alteração na forma como a gente administra a nossa vida. E é mais ou menos isso que acontece quando a gente pensa de controle de animais, seja qualquer animal, inclusive cães, gatos. A gente quer que seja dada a solução rápida pro problema que a gente que a gente tem, de preferência que eu não tenha que fazer nenhum esforço, só o outro, é que eu não tenha que me responsabilizar por nada e que eu não precise mudar a forma de como eu ajo no

e a gente que a gente tem, de preferência que eu não tenha que fazer nenhum esforço, só o outro, é que eu não tenha que me responsabilizar por nada e que eu não precise mudar a forma de como eu ajo no meu dia a dia. Se não fosse assim, a gente não teria o problema da dengue até hoje, porque a gente nasce ouvindo que os principais criadores estão na nossa casa e os criadores da dengue continuam sendo os mesmos. Mas e aí, Marcela, como é que vai ser? Eh, vai entrar um rato na minha casa e eu vou fazer o quê? Eu vou dar um lar para ele, eu construo uma toca, ponho um queijinho na porta ali, igual o Tom e o Jerry. Que que eu faço? Existem formas da gente atuar com essas faunas, principalmente aqui eu tô falando da questão dos que são classificados como nocivos, aqueles que podem vir a trazer alguma doença pra gente, que é um manejo que a gente hoje eu chamei de caminho do meio, porque a gente não precisa sair matando todo mundo, mas sim existe um risco da gente ter uma enfermidade. Então, a gente também tem que achar o meio termo no controle de pragas. Infelizmente esse termo ainda é utilizado, né, constantemente. A gente fala dos quatro as, que é o abrigo, o alimento, o acesso e a água. São as os quatro aspectos importantes paraa manutenção de um animal, inclusive agente, em um determinado ambiente. Então, água é o mais difícil da gente eliminar, porque a água tem abundância. Agora, a gente consegue limitar o acesso desses animais ao ambiente onde a gente vive. A gente consegue restringir abrigos no ambiente onde a gente vive para que eles possam procurar outro lugar para se abrigar. E a gente consegue restringir a proximidade deles por busca de alimento se a gente tomar certas medidas na nossa na nossa casa de forma correta. No na questão técnica, a gente chama hoje isso de CIP ou MIP, controle integrado de pragas ou manejo integrado de pragas. O que que é pregado hoje? O que é tentado pelo menos pregar hoje? Que o uso de o controle químico, o uso de veneno, o uso de métodos de

MIP, controle integrado de pragas ou manejo integrado de pragas. O que que é pregado hoje? O que é tentado pelo menos pregar hoje? Que o uso de o controle químico, o uso de veneno, o uso de métodos de eliminação, ele vai ser a última medida que a gente vai tomar. Então, antes disso, tem as medidas preventivas. a gente vai educar a população, a gente vai trabalhar boas práticas, né? E aí a gente vai usar medidas corretivas. Então, se eu tenho um problema de formiga na minha casa, o que que eu preciso fazer? Eu tenho que olhar o contexto. Será que eu tô eliminando a fonte de alimento? Cai o açúcar no meu cantinho do café e eu largo lá e não limpo, né? Eu deixo o lixo armazenado de forma incorreta dentro da minha casa. Eu vedei todos os espaços por onde essa formiga ela pode entrar na minha cozinha. Então o controle de pragas, né, o controle de acesso para fauna cinantrópica na nossa casa, ele pode ser muito bem feito restringindo esses quatro as. Se eu ele eu jogar meu lixo no horário correto, no recipiente correto, armazenado de maneira correta, se eu vedar espaços onde esse animal pode passar, então se eu tenho um problema de pombo pousando na minha casa, eu tenho medidas físicas que eu posso usar para evitar que aquele pombo se aloje ali, né? Eu posso eh se tá entrando algum bicho por debaixo da minha porta, posso vedar esse vão da porta de de várias formas. Eu posso manter meu quintal capinado, limpo, para que não seja um abrigo para pragas. E no ambiente externo, aqueles animais que são considerados fauna sinantrópica, mesmo em casa, dentro de casa, aqueles animais que são considerados fauna sinantrópica, mas que eles não fazem mal pra gente, a gente devia entender melhor essa relação com eles. Qual é o problema de eu ter uma aranha de teia no beral da minha casa que tá ali ajudando a controlar insetos? Uma largatixa, né? uma uma lagarta que tá se alimentando de uma planta e vai virar uma borboleta, né? Um um inseto que tá lá no meu jardim. Ele incomoda? Por que

e tá ali ajudando a controlar insetos? Uma largatixa, né? uma uma lagarta que tá se alimentando de uma planta e vai virar uma borboleta, né? Um um inseto que tá lá no meu jardim. Ele incomoda? Por que que ele incomoda? Ele tá tentando sobreviver. Ele não tá te fazendo mal. Então, a gente também tem que aprender a tolerar, entender a nossa casa como um ecossistema também, né? Ponderar se realmente a gente precisa de um ambiente quase que asséptico para viver. Então eu convido vocês, como a minha amiga Daisy, convidou, a manter sempre a mente aberta por estudo. Então, quando surge uma uma, né, a gente tá num mundo do a crescimento global, o desmatamento, vira e mexe aparece alguma doença nova antes de culpar um animal por aquela doença, será que não é legal estudar e ver se ele realmente tem algum papel ali e se qual é se para eu me contaminar por esse animal, qual é o tipo de interação que eu tenho que ter com ele? Porque a presença de um roedor num espaço não significa necessariamente que você vai ser contaminado com leptospiros. Ou eh a presença de uma largarta numa planta não significa que você vai sofrer um acidente, você vai ser queimado. A presença de uma aranha, se você conhecer aquela aranha, você vê que ela não é pessonhenta, ela não vai te trazer nenhum problema. Se você tá num ambiente, tem um uma cobra passando, você pode desviar do caminho dela em vez de matá-la, qual é o problema? ela não tá ali para, ela quer, o objetivo dela é se alimentar, ela não tá querendo te picar para você, para fazer o mal para você. Então é importante a gente ter esse conhecimento, buscar. Hoje a gente tem fontes inúmeras de conhecimento. A gente tem palestras no YouTube, a gente tem pessoas divulgando cientificamente corretamente no Instagram, nos blogs. Então a a gente tem acesso a livro, a gente tem acesso a artigo científico. Então é importante que a gente busque, existem milhões de manuais na internet que falam sobre esses animais, a gente consegue achar hoje. Então é importante

ro, a gente tem acesso a artigo científico. Então é importante que a gente busque, existem milhões de manuais na internet que falam sobre esses animais, a gente consegue achar hoje. Então é importante a gente ter esse conhecimento para desmistificar, né, o o mal que esses animais podem fazer paraa gente. E por fim, eu trago a palavra, né, do Evangelho. Eu trouxe duas frases só do livro dos espíritos, porque são inúmeras as citações sobre animais na obra espírita e a maioria delas fala o quê? Fala pra gente ter amor, compaixão, né? Olhar pelo próximo, como a Daisy falou, a gente não tem espíritos superiores olhando por nós. É nosso dever olhar pelos espíritos, amparar os espíritos que também estão em evolução. Eles estão aqui no mundo querendo sobreviver e seguir o processo evolutivo deles. Eles não estão aqui para fazer mal pra gente, eles só querem viver. E que se por um acaso no meio desse processo, como todos nós um dia vamos desencarnar, envolver uma morte, que essa morte ela seja uma morte que não se venha junto com muito sofrimento, porque muitas vezes a pessoa ela não tem um menor pudor em envenenar um pombo, em dar uma paulada no no roedor. E um roedor, ele não é diferente, pensando em constituição e fisiologia, muito diferente do seu gato, do seu cachorro. O pombo não é muito diferente do seu papagaio, da sua calopsita. Então, por que que eles merecem morrer de forma cruel e os outros animais não? Então a gente quando Jesus falar falou amar o próximo a si mesmo, ele não falou para amar o bonito, o fofinho, o agradável ou o só ser humano. Então eu deixo essa reflexão para vocês para olhar a partir de hoje pra natureza e pros outros animais com uma forma de com um amor maior, né? e aceitar a presença, entender que o mundo ele precisa desses animais também e que a gente deve respeito a eles. Muito obrigada. Nós que agradecemos a Marcela. esse tema tão importante para as nossas reflexões. E passo a palavra paraa Dr. Ivênia para suas considerações. Olha, meus amigos, eu não sei que vocês

s. Muito obrigada. Nós que agradecemos a Marcela. esse tema tão importante para as nossas reflexões. E passo a palavra paraa Dr. Ivênia para suas considerações. Olha, meus amigos, eu não sei que vocês que estão assistindo essas duas palestras perceberam assim eh o o tipo de trabalho que os novetes eh fazem e o tipo de objetivo que a gente quer cumprir através desse trabalho, né? eh a desde quando elaborou a palestra dela, eh tem toda uma estrutura da doutrina espírita permeando todo o contexto que foi exposto pela Desy, né? Porque ela disse: "Olha, para você chegar a abrir a consciência das pessoas em respeitar a natureza, em respeitar os animais, você tem que partir do conhecimento, não é?" E Kardec colocou qual é a base da doutrina espírita? é o eh de ciência através do conhecimento, porque o conhecimento é que vai permitir o entendimento na reflexão filosófica sobre o significado desse conhecimento, é que você vai definir a importância do conhecimento e em função disso você vai escolher a sua conduta. Então o aspecto moral da doutrina que diz respeito ao exercício do nosso livre arbítrio é fruto do conhecimento. Porque na questão 629 do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta o que se deve entender pela moral, os espíritos responde: "A moral é a regra da boa conduta. Começa por discernir entre o bem e o mal para que você possa escolher o bem e para o bem de todos. Como é que você vai escolher entre o bem e o mal se você não conhece o contexto?" Não é? Então, a Deis, eu percebi que no contexto da exposição dela, ela colocou o conhecimento, o entendimento, a o significado filosófico do conhecimento e a escolha, que é o exercício do do bem para o bem de todos, que contempla o amor, que contempla a caridade. Mas tudo isso a partir do conhecimento, né? Porque agora passando um pouco paraa palestra da Marcela, na no século VI antes de Cristo, mais ou menos, um grande filósofo lá da escola dos pré-socráticos, Protágoras, ele dizia assim: "O homem é a medida de todas as coisas". Porque assim, até

da Marcela, na no século VI antes de Cristo, mais ou menos, um grande filósofo lá da escola dos pré-socráticos, Protágoras, ele dizia assim: "O homem é a medida de todas as coisas". Porque assim, até hoje, apesar desse paradigma chamado antropocêntrico, que colocava o homem lá no alto da pirâmide aristotélica e todos os seres abaixo que deviam servir ao bem-estar do ser humano, esse paradigma varriou toda a Idade Média durante séculos e temos fortes resíduos até hoje, não é? Então, o que o que a Marcela colocou tá mostrando isso a ponto de se classificar pelo IBAMA, animais sinantrópicos que são que são nocivos, né, Marcela? Então, de se perguntar assim, então, animal nocivo é aquele que prejudica o quê? Prejudica o ser humano. Como é que nós vamos definir eh seres humanos que fazem agressão, que fazem subjagação, que fazem escravatura, que fazem violência? que permitem as guerras. Então, esse grupo de seres humanos, que também é nocivo a outros seres humanos, a maior parte das comunidades, a gente vai fazer o quê? Assim como nós queremos eliminar os animais sinantrópicos nocivos, né? Então, o pombo, o rato, a cobra, como é que a gente fica nessa classificação? Então esse modelo de tomar o homem como modelo, essa forma de tomar o homem como modelo de todas as coisas tá ultrapassado, não é? Então hoje a proposta é de um paradigma biocêntrico que não tem não tem disposição hierárquica, não tem disposição eh de camadas uma em cima da outra e quem tá lá em cima vale mais do que o que tá embaixo. Nós temos que conviver com todos, não é? Porque todos nós aqui, seres vivos, que estamos habitando este planeta, somos filhos do mesmo pai que nos criou, Deus eh que criou tudo. E nós temos que encontrar uma relação, uma forma de conviver harmonicamente com tudo e com todos, não é? Porque eu digo que no nosso computador, Nélio, tem uma tecla de delete, não é? Então, chega uma mensagem que eu não gostei, chega uma coisa que eu faço, vou lá, deleto. Agora, no convívio com o próximo e esse

u digo que no nosso computador, Nélio, tem uma tecla de delete, não é? Então, chega uma mensagem que eu não gostei, chega uma coisa que eu faço, vou lá, deleto. Agora, no convívio com o próximo e esse próximo engloba todos os seres da natureza. Tem uma tecla de de D lá que você deleta? Não tem. Então, nós temos que arranjar uma forma, Marcela colocou muito bem, de convivermos com todos, não é? Eu tenho um colega de turma, ele é um fazendeiro numa numa grande propriedade produtora de de carne e ele tá reclamando que as onças estão comendo os bezerros. E ele faz o que com as onças, né? Então ele ele inclusive consultou uma das minhas filhas que trabalhou muito tempo no IBAMA, então assim tem que acabar com as onças, mas quem é que invadiu o território dos animais foi lá e não tem mais eh lugar para para as onças ficarem, não tem mais eh eh eh presa pros para as onças comerem. Então o que que elas fazem quando elas percebem que tem um bezerrinho lá que é mais frágil, elas vão comer os bezerrinhos. Então a gente tem que encontrar uma maneira de de viver harmonicamente com os animais, né? E a doutrina espírita, meus amigos, nos traz essa compreensão, não é, do entendimento. E eu fiquei muito feliz com a palestra das duas, viu, Dais e Marcela, porque vocês acabaram mostrando paraas pros amigos que estão nos assistindo a maneira como nós trabalhamos e a e a qual é o objetivo do nosso trabalho, né? E as duas palestras colocaram muito bem que nessa nesse trabalho que contempla uma das leis morais, o trabalho ele permite o progresso intelectual e a lei de sociedade permite o progresso moral. E as duas permitem a lei do progresso, né? A lei do trabalho e a lei de sociedade permitem a lei do progresso, progresso intelectual e progresso moral. E aí contempla as outras duas leis também, que são a da igualdade e da e da igualdade e liberdade. E depois chegamos lá no alto na condição já de termos vivido o trabalho de todas essas leis, as virtudes das leis, de termos condição de trabalhar com amor, porque o amor

a e da igualdade e liberdade. E depois chegamos lá no alto na condição já de termos vivido o trabalho de todas essas leis, as virtudes das leis, de termos condição de trabalhar com amor, porque o amor assim não cai de para-quedas na nossa vida. Nós temos que construir o nosso sentimento de amor através dessa caminhada, não é? vivendo todas as virtudes até chegarmos lá em cima nas duas leis maiores, que são a lei de adoração, quando reconhecemos a figura de um criador que criou todos nós e depois a lei de justiça, vírgula amor e e caridade. Porque nessa lei de justiça, amor de caridade, a gente percebe que enquanto lei moral, ela é diferente da da justiça humana, da justiça do direito romano. Porque aqui no direito o que nós fazemos, né? Acontece alguma coisa, a gente quer identificar quem foi, quem é o culpado. Ah, identificou-se o culpado, abre-se a porta da cadeia, joga o indivíduo lá dentro. Quando isso tá em Ezequiel, acho que olha século também, uns sete séculos antes de Cristo, dizendo assim que o Senhor deixou bem claro que ele não quer a morte do ímpio, do impiedoso, do nocivo, mas ele quer que ele se converta do exercício do mal para o exercício do bem. Essa é a finalidade da da do exercício da nossa moral, não é? Então esse assunto, meus amigos, ele é tão vasto, ele é tão amplo que primeiro nós da do Novet nós temos por meta, começou um nuvete, o que que a gente recomenda? Estudo, né, Vini? Estudo, porque através do estudo é que vamos ao entendimento, a reflexão filosófica do significado do conhecimento e a moral, que é o exercício da nossa conduta visando o bem, a harmonia de vivência do ser humano com todos, não é? para que a gente possa planejar, almejar e desejar um mundo de harmonia para todos, não só para nós, né? Então, as duas meninas estão de parabéns. Eu fico muito feliz com a participação delas. Espero que vocês também tenham gostado, né, Hélio? E à noite nós continuamos, não é, Hélio? >> É, e até lá eu queria trazer também algumas reflexões para todos nós, porque

iz com a participação delas. Espero que vocês também tenham gostado, né, Hélio? E à noite nós continuamos, não é, Hélio? >> É, e até lá eu queria trazer também algumas reflexões para todos nós, porque é natural que a gente queira um planeta melhor, né? Todos nós queremos que o mundo rapidamente se transforme num mundo de regeneração, mas para isso nós precisamos nos comportar de uma forma diferente em relação aos assuntos trazidos e que vão ser trazidos logo mais à noite no turno da noite. É mais do que nunca, como diz Dr. Bezerra, isso depende de cada um de nós. que diz até mais que os cataclismos, problemas que nós estamos dependendo aí, nós podemos de alguma forma minimizar com a nossa forma de ser, com o nosso entendimento. E a gente ainda vive, isso me faz lembrar a Jana de Angelos, porque a Joana de Angelos diz que a meia das nossas reações, formas de pensar, comportamentos ainda são de sobrevivência, ou seja, na busca da nossa sobrevivência até pelos temas apresentados. E a gente tem que mudar a faixa, porque na verdade nós estamos vivendo já, nós já temos toda uma potencialidade condição para assumir uma maioridade como seres vivos, compondo essa grande cadeia e a nossa noção, como foi trazido pela ajudar pela Marcela, também ajudar a formar consciência nesse sentido e a partir de nós irradiar. E aí já começo com boas novas. Isso é tão importante que a Europa, continente tão vasto do conhecimento do saber, está precisando da ajuda de espíritos, de amigos e de nós mesmos, no sentido de retomar o caminho e considerar esses aspectos. E a gente vem sentindo há muito tempo, todos nós, médicos, veterinários, médicos, nós temos sentido a presença do São Francisco cada vez mais presente. Ele vem se fazendo, auxiliando-nos a compreender esses elementos e colaborar para que se tome uma consciência maior. como resultado disso, como Cristo sempre vai na frente, como espiritual tá sempre indo na frente, esperando que a gente lance olhar para eles e caminho com eles, né? Nós já estamos anunciando o

maior. como resultado disso, como Cristo sempre vai na frente, como espiritual tá sempre indo na frente, esperando que a gente lance olhar para eles e caminho com eles, né? Nós já estamos anunciando o Congresso Espírita Mundial 12º na cidade de Assis, por conta de uma necessidade da humanidade ter que considerar, não é só mais conhecimento, não são elementos simplesmente que estão lindo saber, mas que estão alcançando os nossos sentimentos, corações, a nossa forma de viver. E a gente sabe que essa programação está sendo alinhado há muito tempo. E nesse sentido, eu só posso agradecer a todos vocês que estão aqui, eh, internautas, a gente tá acompanhando aqui pelo chat. Se houver alguma dúvida, logo mais também no turno da noite, a gente vai tá acompanhando principalmente no YouTube aqui. Se tiver alguma dúvida maior podem colocar no chat aqui, a gente vai procurar responder. E queria destacar aqui a presença da Laura, nossa amiga da comunicação do Conselho Federal de Medicina Veterinária junto com Ricardo Napoli da Secretaria Geral. Isso mostra a importância, a consciência já formada. agradecer a presença de vocês, aos demais, a Rubinho também nos honra aqui e acima de tudo a Maria Márcia, né, que nos enriquece. E aí eu já vou dar spoiler também, né, Isma, nós em função da participação da união de esforços de todos nós e da necessidade da gente ampliar esses segmentos que são tão importantes, sempre lembro de Dr. Bezerro, Dr. Bezerro disse que a humanidade sempre precisou disso, mas nos dias atuais mais do que nunca. Então, logo mais eu vou pedir também mais à noite que nós vamos ter um público maior, vou pedir para o Esmal falar rapidamente sobre o Médio INESP já em 202 aqui em Brasília com a nossa participação toda. Por que que eu tô falando isso? Porque cresce a importância da questão da necessidade do São Tomés participarem. às vezes nós estamos incluídos entre eles e sermos convencidos pelo conhecimento, pela prova, vamos se dizer assim. E o Mednesp é exatamente

tância da questão da necessidade do São Tomés participarem. às vezes nós estamos incluídos entre eles e sermos convencidos pelo conhecimento, pela prova, vamos se dizer assim. E o Mednesp é exatamente é uma busca de auxiliar. Então, nesse sentido, eu só posso agradecer aos espíritos amigos. Abro a palavra para alguém dos presentes que queira alguma consideração. Numiro momento agradecer. Nós sabemos que esse período da tarde em função das que a gente é muito engraçado, né? Como ser humano, a gente arruma um monte de coisa para fazer e depois fica meio que se criticando de quem? De da gente mesmo, né? Então, nesse sentido, a gente entende perfeitamente, mas estamos acompanhando as redes sociais aqui e nós vamos fazer então um breve intervalo e nós às 18:30 nós retornamos com mais três palestras que se faz na sequência. Sabemos que vamos ter uma parte dos nossos eh trabalhadores aqui que trabalham e que são frequentadores no turno da noite vão estar conosco. E também esperamos que os nossos amigos internautas que nos dão o prazer e os ouvidos possam estar conosco novamente. Dr. Even, alguma consideração? Não é como você disse, el agradecer a presença de todos aqui na no salão da da FEB, o salão Bezerra de Menezes e também os que estão nos acompanhando pela internet, porque todos são parceiros, né, desse nosso trabalho. E é o nosso objetivo é exatamente esse, divulgar o que a gente já tem para que todos os que nos ouvem sejam multiplicadores dessa nossa proposta, viu? Muito obrigada a todos. Que Jesus nos abençoe. Muito obrigado a todos. Então, logo mais, às 8:30, nós retornamos. Muito obrigado pelos ouvidos até agora. เฮ เฮ เ เฮ เฮ เ เฮ เ เฮ Aleluia. เฮ เ เฮ เ เฮ เฮ เ M. เฮ เ เ Não, ela pode te mandar. Continuar. É. >> Amigos, muito boa noite a todos. Sejam muito bem-vindos aqueles que já nos acompanharam pela tarde e especialmente vocês que estão nos acompanhando à noite. É sempre uma alegria nós estarmos aqui nesse evento que já é tradicional, é um evento na sua quinta edição, né, de o encontro do

am pela tarde e especialmente vocês que estão nos acompanhando à noite. É sempre uma alegria nós estarmos aqui nesse evento que já é tradicional, é um evento na sua quinta edição, né, de o encontro do núcleo de medicina veterinária e espiritualidade. E como nós temos uma série de companheiros que estão entrando agora, principalmente o pessoal da internet, os nossos queridos amigos internautas e vocês especialmente, nós vamos pedir licença e em função da necessidade de nós necessitarmos o concurso do plano maior da vida, fazer a nossa oração pedindo ao nosso Senhor Jesus Cristo que mais uma vez ilumine-nos, auxil -os, vivifique-nos e faça com que, mesmo de longe, possamos ser instrumentos da sua vontade. Neste momento onde a humanidade tanto precisa do Cristo, agradecemos a oportunidade, a casa que nos acolhe, a doutrina que nos esclarece, a presença dos amigos aqui como ouvintes e que possamos então trabalhar esse tema porque sabemos da sua importância. Mestre, permita-nos também pedir mais uma vez ao nosso pai criador que nos dilate as percepções, amplie o nosso próprio entendimento para que possamos andar com mais proveito nesses tempos de transição. Senhor, precisamos muito do auxílio daqueles que acima de nós são luzes luminares eternos em nossas existências. Pedimos-nos em especial a Francisco de Assis, que faça nos auxiliar na condução do tema e que mais uma vez então, Senhor, a tua sabedoria nos ajude discernindo, tendo boa ideia, pensamento, mas especialmente o teu amor na sensibilização dos nossos corações, para que possamos andar com proveito, as nossas mãos se iluminem teu serviço. Agradecidos damos início às nossas atividades desta noite, pedindo que a tua paz esteja entre nós. Que assim seja, amigos irmãos. Então, muito bom estarmos aqui juntos mais uma vez, mas eu vou passar a palavra paraa Irvênia. Irvênia é autora, foi quem criou o núcleo, etc. E vou melhor do que eu para ela fazer suas considerações iniciais. Com a palavra, Irvo. >> Muito obrigada, Hélio, nosso anfitrião,

alavra paraa Irvênia. Irvênia é autora, foi quem criou o núcleo, etc. E vou melhor do que eu para ela fazer suas considerações iniciais. Com a palavra, Irvo. >> Muito obrigada, Hélio, nosso anfitrião, né, como médico veterinário, confrade, trabalhador aqui, inclusive na diretoria da FEB, foi ele que fez a essa intermediação para chegarmos aqui a à Federação Espírita Brasileira com muita alegria para todos nós. Então, meus amigos, meu nome, para quem não me conhece, meu nome é Irvênia Prada. Eu sou coordenadora do Nuvete Brasil, que é uma entidade ligada à Associação Médico Espírita do Brasil, que coordena outros nove nuvetes. São eh oito aqui no Brasil, com o Nvete Brasil são nove e um em Portugal. E qual é a finalidade do Nuvete? é uma é uma é uma instituição que visa, com a visão espírita procurar eh maneiras de relacionamento cada vez mais harmônico entre os seres humanos e os animais, né? Então, considerando que os animais também são criaturas de Deus, o mesmo Pai que nos criou, não é? Nós então estamos nesse processo de respeitar os outros seres vivos do planeta e na medida do possível conscientizar a nós mesmos e a todas as pessoas que nos ouvem a também despertar a sua sensibilidade para amar os animais, né? Então é por aí que a gente vai. À tarde a gente fez duas palestras, eh, a Daisy, que é da do Novet Piauí, e a Marcela, que era Novet Santos. abordaram dois temas muito interessantes e agora à noite nós vamos fazer abordagem de três temas também, não é? Então a gente vai agradecendo a Deus, nosso pai a oportunidade de estarmos aqui hoje com vocês todos aqui na FEB, no salão Bezerra de Menezes, sendo tão carinhosamente recebido por todos e o Hélio aqui é o representante dessa desse acolhimento, né? Agradecemos a Jesus, nosso mestre. Eu sempre digo assim: Jesus não por acaso nasceu num estábulo cercado de animais e o corpinho dele foi posto numa manjedoura. Para quem não sabe o que é manjedoura, é aquele coxo onde as pessoas põe o alimento para os animais, o alimento eh

o nasceu num estábulo cercado de animais e o corpinho dele foi posto numa manjedoura. Para quem não sabe o que é manjedoura, é aquele coxo onde as pessoas põe o alimento para os animais, o alimento eh físico. E Jesus veio representando o alimento espiritual para todos nós, né? Então, é uma é uma coisa que a gente vai aos poucos entendendo a simbologia das mensagens de Jesus, que aliás sempre falou numa linguagem simbólica, né, através de parábolas, de alegorias e assim por diante. Então, meus amigos, dando início ao nosso trabalho da noite de hoje, eu vou convidando o nosso anfitrião, Dr. Hélio Blume, para realizar a primeira palestra. Em média são de 30 minutos cada palestra. Ele vai abordar o tema o Evangelho de Jesus nos dias atuais. Então, com a palavra, Hélio, por favor. >> Obrigado, Irvênia. E vou continuar o raciocínio dela, lembrando que nos dias atuais, eh, fica difícil nós falarmos, né, não nos apresentarmos, nós trabalharmos sem procurar incluir Jesus. Então, existem várias necessidades, várias recomendações, acima de tudo, dessa espiritualidade bendita. Algumas coisas eu vou projetar, vou passar mais rapidamente em função do tempo limitado, mas nós temos nos ocupado por sugestão do plano maior da vida em lembrar da importância do evangelho em nossas vidas. E óbvio, pelo aspecto já citado pela Irvênia, essa mesma espiritualidade nos diz que nós não conseguimos compreender a primeira lição e a última lição do Cristo entre nós. E isso muitas vezes nos faz refletir quando ela nos lembra isso. Eh, nós nos lembramos do que Irvênia falou, porque muitos ainda, como eu próprio, não posso falar dos demais, vou falar de mim, eu mesmo entendia até um certo tempo que o Cristo poderia ter nascido em qualquer outro momento, em qualquer outro lugar também. Mas o porquê da manjedoura, então se nós formos ver, são exemplos pra gente refletir, mas o contexto das conversas da noite vão nos auxiliar. Eu vou pedir licença aqui para tirar o acréscimo aqui que eu vou me sentir porque na medida

se nós formos ver, são exemplos pra gente refletir, mas o contexto das conversas da noite vão nos auxiliar. Eu vou pedir licença aqui para tirar o acréscimo aqui que eu vou me sentir porque na medida que a gente sobe a responsabilidade é maior. Então eu já tenho menos responsabilidade aqui, mas vou procurar cuidar para não falar sem proveito nesse sentido. Então a gente procura trazer esse contexto, alguns aspectos. Eh nós não vivemos um tempo qualquer e acho que todos vocês concordam. Se a gente for parar para refletir, nós somos espíritos milenárias, tivemos existências milenares. Alguns de nós está mais grafado, mais lembrado. Me lembro para variar falar de mim, há uns 30, 40 anos atrás eu perguntava por de uma atração por alguns momentos do evangelho, da vida do próprio Cristo, porque menos de outros, etc. Eu nosilou quando ele diz, olha, isso está grafado em vosso espírito ele diz de duas formas. Primeiro, vamos prestar atenção naquelas coisas que não chamam mais atenção nos no evangelho. E aí o fato citado pela, o fato de eu ser médico veterinário foi um desses aspectos que mexeu e eu fui conseguir fazer uma leitura das minhas existências para conseguir atender melhor essa questão. Bom, eu também nos diz que a gente a partir então de algo que nos chama atenção no evangelho, a gente faça uma incursão em si mesmo para tentar descobrir porque que chama atenção a gente vai descobrindo as nossas várias existências. E nesse sentido eu sempre lembro e coloco esse slide da transição planetária porque se perde um tempo enorme, discussão de energias quando começou, quando vai terminar. Eu acho que esse aspecto é menor. A grande questão é que nós estamos numa fase de transição planetária e como tal, né, o evangelho, ele vai nos ajudar e fazer com que a gente consiga entender melhor uma série de coisas que acontecem no mundo globalizado, onde a gente instantaneamente fica recebendo notícias. E nesse sentido, então, no mundo de forças mento eletromagnéticas que estão acionando aqui, não sou eu que

as que acontecem no mundo globalizado, onde a gente instantaneamente fica recebendo notícias. E nesse sentido, então, no mundo de forças mento eletromagnéticas que estão acionando aqui, não sou eu que tô mexendo, alguém tá mexendo nos slides. E aí, isso significa dizer o quê? Nós temos, nós estamos carregados intensamente de uma energia menta eletromagnética. Não sei se vocês perceberam uma série de aspectos no sentido da transmissão de energia, incêndio no Paraná, nas linhas energéticas, mas de que tudo isso está de uma certa forma previsto. Eu tenho que trabalha na NASA e vai me avisando desses aspectos. Por que isso? Porque nós nunca tivemos erupções solares como nós temos hoje. E os ventos dessas erupções nos alcançam, vão dificultar. Nós já trocamos o computador aqui. O computador tá com um fenômeno estranho. De repente ele trava, ele desliga. E a gente entende isso a interferência eletromagnética. Elétrica pode ser na falta de um eh alimentador aqui, mas eu tô falando de uma energia eletromagnética, porque a circulação dessa energia elétrica, ela cria campos magnéticos e que obviamente nos afeta. Então, nesse sentido, a gente precisa prestar atenção, porque nós estamos sendo influenciados pelo mundo, mas nós também estamos influenciando o mundo. Será que nós estamos colaborando favoravelmente? Eh, no livro Perturbações Espirituais, Manuel Filomenino nos mostra esse cenário, andando pelas ruas do Rio, um cenário de um período turbulento, como acontece em todos os momentos de crises, principalmente de progresso material e de evolução de pensamento espiritual. E nós, por exemplo, ano passado, todos os meses, os ex-presidentes dessa casa deram a mensagem, o primeiro foi Francisco Tizen, só vou fazer referência a essa, quando ela ele disse você, eu sei que você sabe de tudo isso, só que vocês precisam dar mais atenção, porque nós temos uma população espiritual que nos visita, interfere em nos conosco, nos deixa por vezes mais cansados, por vezes desanimados, com uma estranha

, só que vocês precisam dar mais atenção, porque nós temos uma população espiritual que nos visita, interfere em nos conosco, nos deixa por vezes mais cansados, por vezes desanimados, com uma estranha sensa que a gente vai procurar o médico, vamos procurar vários aspectos e às vezes não conseguimos entender direito. E esse é a realidade que nós estamos vivendo. Ou seja, este essa figura, essa descrição, ela não é o acaso. Nós temos em nossas ruas isso. Terminando, Francisco diz e diz: "Quantos são os espíritos que estão na nuvem de testemunha que vos acompanham?" E a gente põe para pensar. Uns dizem: "Não, a gente tem 25 para cada encarnado". Outros dizem: "Não, a gente tem 50, tem 75, tem 100". Essa é uma conta que nós nunca vamos fechar, porque depende muito de uma série de coisas, de ambientes, etc. Mas o que que vai acontecer se nós formos colocar isso numa escala evolutiva, onde nós situamos a presença do Cristo entre nós? Tá aí no primeira bolinha branca aí há 2000 anos, nós já tínhamos problemas há 2000 anos. E aí nós vamos evoluindo e chegamos numa linha senscional pros anos, pros dias de hoje, por causa disso que eu tô trazendo o tema e que eu vou fechar com os animais, mas eu tô iniciando com essa conversa do evangelho nos dias atuais. E o que que acontece? Nós todos estamos matriculados nessa escola. Nós um dia vamos ser perfeitos, mas nós precisamos as precisamos transformar, nós precisamos mudar. Então, quando a gente vai trabalhar, pode até vocês entender, não buscou isso no campo filosófico, não busquei isso no campo aplicado. O Barack Obama foi prêmio Nobel da Paz alguns anos atrás. Ele, né, não ia ser o prêmio Nobel, ele ia ser o Cláudio Naranjo, que é um psiquiatra chileno e que é autor dessas avaliações, quando ele fala: "O que tá faltando paraa humanidade hoje é afetividade e ele é autor de um de uma linha de pedagogia do afeto." Por que que eu tô falando isso? que a FEB centenária este ano vai mudar o Conselho Federativo Nacional pela mesma razão, porque nós

afetividade e ele é autor de um de uma linha de pedagogia do afeto." Por que que eu tô falando isso? que a FEB centenária este ano vai mudar o Conselho Federativo Nacional pela mesma razão, porque nós somos pródigos em falar, nós já sabemos de muita coisa, mas nós fizemos pouco. E aí não sou eu que tô dizendo, aí é o Dr. Bezerra que nos chama a atenção que nós precisamos criar mecanismos de nós nos sentir pertencendo mais, com mais condições. Eu vou procurar falar um pouco disso para que a gente consiga auxiliar o Cristo a cristianizar e o próprio processo de transição seguir evoluindo. Por que que nós estamos assim? Porque nós viemos constantemente sentindo, mentalizando, falando, agindo. Isso mexe em nossos sentimentos e emoções. E aí tem um cenáiozinho aí que a Organização Mundial da Saúde cita há duas semanas lá atrás, ela publicou que nós nunca tivemos na humanidade tantos problemas mentais como nós temos agora. Então, se eu for avaliar em termo de 80 e poucos por dos nossos problemas são psicomentais e a gente precisa considerar isso. O nosso psiquismo, o Hélio que vos fala é a mesma personalidade, ou seja, é o mesmo espírito, é a personalidade Hélio, mas que já foi João lá para trás, já foi Maria, já foi Pedro. Para ser mais claro, eu sou extremamente educado, tento ser polido, mas de abotinada em alguém. O que que é isso? Isso é uma manifestação do meu espírito, não da persona hélio, mas da persona que lá para trás precisa de trabalhada. E nós sempre fomos trabalhados com espírito. Só que é difícil pra gente contextualizar isso no dia a dia. Por quê? Porque nós separamos muitas coisas. Nós sabemos que existe uma vida espiritual, mas quando a gente pensa na morte, a gente fica com medo, porque para lá vai voltar. E aí, por que como que eu vou conseguir explicar para mim mesmo o medo da morte? Se seria o retorno para casa, eu não quero voltar para casa ou eu não entendo que seja a minha casa ou seja, diferenças. Nós não somos não somos encarnados vivendo experiências espirituais.

da morte? Se seria o retorno para casa, eu não quero voltar para casa ou eu não entendo que seja a minha casa ou seja, diferenças. Nós não somos não somos encarnados vivendo experiências espirituais. Nós somos espíritos eternos, né, e mortais, vivendo uma experiência como encarnados. Para quem está aqui me ouvindo, por plano espiritual, óbvio que seguem espíritos errantes nos acompanhando. Então, gente, esse psiquismo nos acompanha, ele está em nós. E o que que a gente tem feito com ele? a gente tem consultado, tem conversado com ele. E nesse sentido, então, nós estamos o quê? A essa nossa curva, nós não vamos conseguir fugir porque é uma determinação do nosso pai. Determinismo do nosso pai é que nós sejamos criados a princípio todos iguais, simples, etc. Ignorantes, e a gente vai evoluindo, vai passando por questões transitórias e transição, como nós estamos agora e vamos chegar a essa questão de perfeição. E nós temos dois caminhos. E quando a gente fica parando paraa humanidade onde nós nos incluímos, e se ela está sofrendo, talvez o caminho da dor esteja nos alcançando, porque a gente não conseguiu prestar muita atenção e nem conhece os caminhos do amor. Mas ele já nos disse um dos últimos momentos do Cristo entre nós, vendo as nossas aflições. E por que que eu falo vendo as nossas aflições? Porque nós existíamos na época. Aonde que a gente estava? É uma questão que cada um de nós tem que responder, mas eu me lembro da estranha atração pelo domingo de Ramos. Adorava aqueles aquele cenário, botando aquelas palmas pro jumentinho de Abraão, carregando Jesus entrar em Jerusalém. Só que depois a tristeza me alcançava e demorei muito. Graça da doutrina eu consegui entender. E quando ele nos via na época aflito, ele diz: "Confiem e vão". Então, gente, sugiro alguns algumas algumas recomendações. Livro Jesus de Nazaré, que é o livro escrito pelo Fredcrema, 3 anos de vida pública do Cristo. Para ampliar o nosso entendimento desses 3 anos de vida pública, ele situa aquelas palavras do

mendações. Livro Jesus de Nazaré, que é o livro escrito pelo Fredcrema, 3 anos de vida pública do Cristo. Para ampliar o nosso entendimento desses 3 anos de vida pública, ele situa aquelas palavras do Cristo foram ditas de manhã, de tarde, de noite, estava chovendo, estava fazendo sol, para nós entendermos de uma forma melhor aquilo que nos diz. Se eu for olhar do lado do problema, nós nunca tivemos tantos problemas como hoje, como agora. Mas eu olho com os nosos as oportunidades e nós também nunca tivemos tantas oportunidades como agora de nos divinizar, de nós reconhecer a própria essência, de descobrir essa força que está em nós e que muitas vezes a gente nem para pensar e fica pedindo pros outros. quando nós poderíamos, que o problema não nos é alcançado a acaso. E aí me vem a lembrança de irmã Veneranda, você fiel a ela, que nos diz, abre aspas, os o as ordens imediatas de Deus para convosco são as situações que o dia vos apresenta. Fecha aspas. A gente tá atento para as horas do dia, a gente consegue extrair deste dito tão simples, compreensível, essa questão de que Deus permanentemente nos acompanha. Então, gente, nós temos uma força interior que a gente precisa reconhecer. Ele é um Deni com suas filosofias que de vez em quando a gente enxerga por aqui andando pelo jardim para nos fazer companhia e ele o faz para nós citarmos, para mim falar dele e pra gente ler Leonenique com a sua filosofia ele nos ajuda a mostrar os potenciais que estão no nosso íntimo. Precisam ser desabrochados, precisam se transformar em virtude e são um manancial. Mas a gente ainda insiste em tentar conciliar Deus com a mão e que são inconciliáveis. E nós precisamos trabalhar todo o lado espiritual nosso para fazer com que aquilo que Paulo já nos recomendava, o homem novo, o homem espiritualizado, que sabe das coisas materiais, mas vai sobrepondo a isso. E aí surge, né, a necessidade, a pedido de Leão Denid de tantos, um processo pra gente conseguir se melhorar. Primeiro processo, autoconhecimento. Como é que eu vou

teriais, mas vai sobrepondo a isso. E aí surge, né, a necessidade, a pedido de Leão Denid de tantos, um processo pra gente conseguir se melhorar. Primeiro processo, autoconhecimento. Como é que eu vou trabalhar alguém? Como é que eu vou me transformar se eu não me conheço? Então, eu preciso trabalhar porque autoconhecimento é fundamental. E olha o risco com essa vida automatizada, vida muito mecânica. Será que nós estamos tendo tempo ou tirando tempo para fazer as avaliações, conversar com os nossos botões da alma e conseguir nos conhecer? Nós precisamos nos educar. Essa casa fez vários trabalhos com processo chamado educação de sentimentos e que deve retornar agora. Por quê? Porque nós achamos que sentimento é uma coisa que eu vou melhorando, que meio que é o acaso. E o que que acontece? Nós precisamos do controle, da emoção. Nós precisamos trabalhar vários elementos para construir a nossa virtude para nos educar. Primeira grande densidade é nós nos convencermos que é possível educar os nossos sentimentos. E aí nós vamos trazendo mais alguns elementos também. Não adianta só educar sem se reformar. Precisamos nos mudar. Porque que adianta essas fórmulas muito de instrutivas, eh, receitas prontas que nos visitam e que não estão conseguindo resolver a nossa vida. Então, nós sabemos que não é uma questão só de formar hábitos, desenvolver intelecto, é uma questão de viver experiências. Então essa casa está iniciando este ano e aí cita o Conselho Federativo Nacional e vários outros momentos que nós vamos ter, onde a gente vai chamar o pessoal lá viver, porque vivendo e convivendo, nós vamos conseguir trabalhar um processo de realização de autoconhecimento e de educação. El é um DNI que nos ajuda que o primeiro passo pra gente fazer isso é a vontade. E não foi por um acaso. Quando Cristo se fez na situação que a irha levantou lá na Mangjedoura, os anjos benditos entaram. Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens. Essa boa vontade é aquele onde fala. Não é má vontade, é a

o que a irha levantou lá na Mangjedoura, os anjos benditos entaram. Glória a Deus nas alturas, paz na terra e boa vontade para com os homens. Essa boa vontade é aquele onde fala. Não é má vontade, é a boa vontade também. Não é só a vontade, é a boa vontade. E que a gente reflita porque como é que eu vou me encorajar se eu não consigo a trilha para me alcançar? E a Ele no livro no destino do do ser e da dor, ele diz: "Esse gabinete da vontade está acima daquilo que nós muito usamos, do desejo, da inteligência, da imaginação, da nossa memória. Faz, fizemos cursos para aumentar a nossa memória e não estamos trabalhando a alavanca propulsora que é a vontade." Aliás, o Cristo nos diz, está lá no prefácio do Evangelho, que a alavanca da vontade é capaz de movimentar forças. O segundo passo é aquele que a pandemia vê colaborar. Fomos reunidos em família, ajuntados para ver se a gente estava bem, se não tava bem, tem uma ter uma oportunidade de nos avaliar. E Emanuel nos dizia h cerca de 30 anos atrás que nós já conhecíamos o suficiente para ser melhores. Isso me incomodava. Foram passando os anos, na pandemia, ele começou a dizer o seguinte: "Agora eu acrescento observação, análise do observado, reflexão e ação, fazer alguma coisa, botar as mãos para trabalhar", ou seja, é uma vida de atenção mais plena. E ao falar isso, eu me lembro que nós precisamos estar atentos em relação a isso. E por fim, mudar, fazer alguma coisa, porque as mudanças não são possíveis sem a mudança. Colocar essa jovem, porque nós temos, se nós de cabelos mais grisalhos temos dilemas, imagina a juventude que tá aí. Ela carece de exemplos, de líderes. E o quem nós temos? Não vou nem comentar. Então, nesse sentido, será que esses são os exemplos, Chico, e esses que estão em tela? Nós precisamos refletir sobre isso. É tempo de cuidar dos nossos campos energéticos que estão aí sendo trabalhados intensamente por uma questão de tempo. Não vou me aprofundar nisso, mas não adianta. Nós estamos mergulhados

sobre isso. É tempo de cuidar dos nossos campos energéticos que estão aí sendo trabalhados intensamente por uma questão de tempo. Não vou me aprofundar nisso, mas não adianta. Nós estamos mergulhados nesse campo vibracional que inclusive tá sendo alcançada pelas migrações e pelas erupções magnéticas do nosso astro ricol para ver se a gente toma jeito, para ver se a gente mexido dá um jeito de melhorar, porque senão, gente, a gente estaria naquilo que Jonas de Angeles diz. Eu sei que faz parte do estágio espiritual de vocês. Todo mundo gosta de sapato largo, descida, mas eu que preciso les recomendar. Isso é natural no estágio espiritual de vocês. Só que vocês precisam pensar por que vocês continuam extremamente iguais. E aí ela vai fechando mais alguns raciocíndios e vai dizendo: "Eu entendo tudo isso que é próprio do estágio espiritual de vocês. Eu só não entendo o pouco esforço que vocês fazem para mudar". E aí deixo para reflexão. Cristo nos lembrou e a pandemia nos mostrou, ficamos apavorados que o Santo Espírita fechou. E aí se nossa vida ficasse limitada ao centro espírita, como seria? não desmerecendo ele, muito pelo contrário, mas ele é um local de trabalho fixo para determinadas coisas e os nossos lares, as nossas casas, as nossas famílias. E nesse sentido, Emuel nos ajuda quando diz que o Cristo não estabelece linha divisória entre o templo, entre a igreja, oficina de trabalho e a nossa casa. Toda a terra é seu altar de oração. Mas como uma questão de tempo, por louvá-lo nas igrejas e menoscabála nas ruas, é que temos naufragado mil vezes. E a gente tem que parar para refletir, porque acerca, não posso falar de vocês, não posso falar de mim. Hica de 11 anos atrás é que eu descobri que de uma certa forma existindo os mecanismos diários, sempre a chamada de Deus. E o caminho de Maú se repetia. Então só ao final do dia eu me dava conta das oportunidades perdidas e foi sendo trabalhado um aspecto de mais atenção para que a gente conseguisse não desprezar aquilo que a irmã Veneranda nos diz,

. Então só ao final do dia eu me dava conta das oportunidades perdidas e foi sendo trabalhado um aspecto de mais atenção para que a gente conseguisse não desprezar aquilo que a irmã Veneranda nos diz, porque ela diz que as ódias imediatas de Deus para conosco são situações que o Dos apresenta. E aí vocês podem estar se perguntando: "Sim, mas e aí como é que eu faço tudo isso?" Só seguir Jesus. Ah, não. Mas Jesus é uma coisa assim muito estratosférica, sofreu muito. Para alguns ele ainda tá na cruz, para outros é uma bela página, história. Mas gente, quem criou isso fomos nós, não foi ele. Nós criamos uma distância que a gente precisa desfazer. E nesse sentido, então, ele continua mais do que nunca governador planetário. Ele continua como sol bendito. Graças a Deus, eu já tenho um pouco mais de noção e consigo perceber que as minhas boas ideias não são minhas, são dele, são desses espíritos do Senhor, como o Dr. Bezer renumera. Então o que que a gente precisa fazer? Reavivar aquilo que ele viveu entre nós. Os três anos de vida pública são exemplares. O ambiente é de simplicidade. Os laços fraternos existiam. E aí a tônica dos trabalhos da FEB, especialmente CFN, vai ser laços fraternos, fraternidade, porque a gente tem falado, a gente menciona como sendo uma virtude interessante, mas precisamos trabalhar esses aspectos. E a mensagem dele precisa ser conhecida, já é um tanto por nós. Meditada, mundo ocidental, menos, mundo oriental mais. sentida. A gente tem dado atenção pro nosso sentir. Vamos para Bezerra de Menezes, 2016, Congresso Espírita da Fego, quando ele diz: "Os tempos atuais guardam similitude com os tempos da presença do Cristo homem entre vós. Presta atenção àelas coisas que vocês estão sentindo. Nós estamos tentando chamar a atenção de vocês, mas vocês vivem uma vida desatenta e especialmente vivida. Então, este roteiro bendito, estas boas notícias, elas precisam fazer parte do nosso dia a dia, da nossa conduta, da nossa forma de ser e estar sendo apoiada

uma vida desatenta e especialmente vivida. Então, este roteiro bendito, estas boas notícias, elas precisam fazer parte do nosso dia a dia, da nossa conduta, da nossa forma de ser e estar sendo apoiada pelos exemplos. Então, trabalhamos muito a necessidade da gente parar para ouvir. Fizemos curso de oratória, falamos bem, somos abes num discurso nas nossas lives, mas a questão é o nosso ouvido. Será que ele está atento? E eu coloquei intencionalmente essa primeira imagem que para mim ela representa tudo. Nós precisamos colocar o coração na frente do cérebro. Não tô dizendo pra gente não viver o lado raciocinado da doutrina, não. A fé raciocinada é a melhor forma de nós nos posicionar. Mas eu sempre lembro do Chiro, aquelas fitinhas cassete que circulava, ele dizia: "Faça um esforço, fechea os olhos, volte, abre a alma, seu coração e procure ouvir Jesus". Aí ele vinha falando com aquela velosa, 5 minutos, ele dizia: "Já viram alguma coisa? Já se fez alguma luz? E o que que acontece nos dias de hoje? Nós precisamos refletir sobre isso. Nós precisamos tirar tempo para Jesus. Nós precisamos criar oportunidade para fazer com que a gente tenha uma comunicação mais sensível, porque senão os potenciais não vão aflorar. Então, a gente precisa edificar o amor, já foi dito. Grande maioria de nós sabe. E é só colocando em prática essa energia bendita que nós vamos trabalhando os elementos. Então, chama atenção nas conversas de Jesus com a samaritana. Chama atenção nesse cenário que os espíritos dizem que nós não conseguimos compreender. A gente acha até bonito. Jesus colocou uma toalha na cintura, foi lavar o pé de Pedro, de outros, não, senhor, não sei o quê. Mas o que que ele nos quis dizer com isso? Então, são atitudes que a gente precisa refleter. Quando ele, ao final do dia se reunia na casa de Pedro e de tantos, que que ele fazia? Ele conversava sobre as coisas do dia. Ele fazia aquilo que estava num decreto acentuado nas famílias espíritas antes da pandemia. Melhorou na pandemia,

a casa de Pedro e de tantos, que que ele fazia? Ele conversava sobre as coisas do dia. Ele fazia aquilo que estava num decreto acentuado nas famílias espíritas antes da pandemia. Melhorou na pandemia, melhorou, mas a linha de ascensão do evangelho lular não está crescendo muito. Por quê? Porque a gente tá muito ocupado. A gente tem uma vida muito atribulado. Ele nos disse: "Conhecereis meus discípulos por muito se amarem uns outros." Então, gente, não tem muito segredo. A solução está nesse nessa força magnética, mas que a gente acha que uns têm mais, outros têm menos e que de uma certa forma ela é concebida. Privilégio até de alguns. E não é assim. O amor é uma força que quanto mais nos colocamos em ação, mais nós estamos recebendo deste amor. Estamos nos amorecendo. Cito o professor Tostes aí da UNIB, tem uma linha de pesquisa que ele fala em amorecer-se e fica trabalhando os nossos tão queridos alunos no sentido de descobrir o valor do amorecer-se e ele tem todas essas suas equivalências. Mais uma vez, por uma questão de tempo, não vou me aprofundar, eu vou citar, vou deixar isso aí para quem tem interesse. Só vou citar o que está num dos lados e que é resignação obediência. pedir para vocês lerem três mensagens que tendem segundo o espiritismo do espírito Lázaro. A primeira dela é essa no capítulo 9 item 8 quando ele diz: "Vocês são obedientes porque para obediência precisa do consentimento da vossa razão, mas vocês não são resignados. Porque para ser resignado precisa do consentimento do coração. E o resto tá lá numa mensagem belíssima que vai nos chamando atenção. Gente, é o Lázaro ressuscitado. É o Lázaro que tá nos chamando atenção nos dias atuais, que esses espíritos continuam convivendo conosco. E vou citar só as duas outras. Lei do amor sobre o qual estamos falando, é da autoria dele a mensagem neste evangelho onde Kardec traz um texto evangélico, faz o seu comentário e traz a instrução dos espíritos para nos ajudar a entender. E última, o dever para ver o

lando, é da autoria dele a mensagem neste evangelho onde Kardec traz um texto evangélico, faz o seu comentário e traz a instrução dos espíritos para nos ajudar a entender. E última, o dever para ver o que que me compete, que que eu tenho obrigação, qual o meu dever está lá no Evangelho Segundo do Espiritismo. As modernas ciências da alma t reconhecido. Fico muito feliz quando eu vejo colegas Arismar, Márcia e outros aí, né, Ana Paula daí da medicina, porque nós precisamos considerar esses elementos que a ciência já vai cada vez mais nos mostrando. Mas gente, se ela tivesse nos mostrado antes o mais intensamente, a gente ficaria muito São Tomé. E a gente precisa refletir sobre isso. Precisa amorterapia colocar em ação. E essa figura, não vou me ater ao texto porque são de tempo. Essa figura e no seu lugar poderia colocar irmã Dulce mais próxima. Ela nos ensinou o que é o amor em ação, o que é amorterapia, que é a proposta de Jesus. So isso já falei. Como que eu vou ajudar alguém que não quer mudar? Como que eu vou me ajudar se eu não quero mudar? Eu até sei, mas fico naquela cantiga de grilo repetindo. E aí é uma reflexão para todos nós. Isso aqui do livro da Jan de Angeles. E aí, gente, nós precisamos acima de tudo essas curas que a própria doutrina espírita hoje procure esclarecer que não são curas físicas, são curas da alma. Para elas alcançarem a o o cunho de curas da alma, nós precisamos refletir muito, precisamos trabalhar muito alguns elementos e por fim, problema sério, setembro, suicídios. E quando a gente vai, o motivo maior é a falta de valorização da vida. a gente que trabalha com universidade, né, a gente precisa resgatar nos nossos jovens o sentido da vida, não só neles, em nós também, mas cito, e aí começamos a conectar isso com os nossos animais com o tema de hoje. Nós passamos pelo estágio dos nossos irmãos que a gente às vezes não reconhece. Então, nós temos aí inúmeros aspectos de reconhecer isso. Essas criaturas servem para estabelecer a realidade triste da mentalidade do

elo estágio dos nossos irmãos que a gente às vezes não reconhece. Então, nós temos aí inúmeros aspectos de reconhecer isso. Essas criaturas servem para estabelecer a realidade triste da mentalidade do mundo. Porque poucos têm consciência disso, ainda distantes da fórmula do amor, com que o homem deve ser o legítimo cooperador de Deus, ordenando com a sua sabedoria paternal. Isso está no consolador. E aí me faz lembrar Bezerra de Menezes. A doutrina está conseguindo consolar porque ela é consoladora. Então, se ela não está conseguindo consolar, eu preciso olhar conhecimentos aqui. Vou deixar pro Vinícius Ven, ainda vão falar na sequência do sobre isso. A própria sensibilidade dos nossos animais que nos dão exemplos inúmeros nas diferentes horas do dia que a gente tem que prestar muita atenção. Mas lá quando alguns de nós vivemos como faraós egípcios ou como escravos egípcios, a gente tinha talvez mais noção, porque lá os gatos estão enterrados com seus faraós nas tumbas que eram considerados animais sagrados. Com o passado do tempo, nós achamos esse bichinho muito bonito, mas ele fica nesse campo aí. Esses nossos irmãos, nós já passamos num círculo evolutivo, nossos parentes próximos, embora a gente não queira reconhecer isso. E aí a gente diz assim, né? A gente tem uma série de aspectos dos nossos animais que passam pela lealdade, pela ombridade e que a gente precisa resgatar. Eles têm os seus afetos, a sua linguagem que a gente precisa estar atento para perceber. Então, nesse sentido, qual é a nossa responsabilidade? A missão do superior, se nós nos consideramos superiores, é de amparar o inferior e educá-lo. Temos tido atenção à luta que a gente tem. Eu já estou há 40 anos como docente da medicina veterinária para fazer com que a gente entre nesse aspecto mais humano, de mais sensibilidade e não encarece mais uma vez, porque aí sempre nós nos lembramos de vários espíritos que nos ajudam a entender o valor de todos nós que somos dessas áreas e tendo oportunidade de deixar isso vivenciar.

e não encarece mais uma vez, porque aí sempre nós nos lembramos de vários espíritos que nos ajudam a entender o valor de todos nós que somos dessas áreas e tendo oportunidade de deixar isso vivenciar. Estou há 20 anos, 28 anos na mesma instituição, porque o espírito me disse, presta atenção, o que se o que vai manter você aqui não é o que você fala, é o que você faz, é o que você consegue como conduta imprimir. E a gente vive uma vida muito rápida e ligeira, onde esses animais ganham um cunho de animais de companhia são família muito espécie. Chico sempre nos lembrou isso que a maioria de nós conhecemos, né? Gande sempre nos lembra que a gente precisa antes de querer mudar o mundo, nós precisamos mudar nós, ou seja, fazer com que nós sejamos esta mudança para colaborar. E quais seriam as orientações de Jesus? Primeiro, oração, ligação mental sincera, não só na hora do sapato apertar da dificuldade, mas de uma forma permanente para nos manter conectado com o divino, verdadeira com Deus. É melhor antídoto para resolver uma série de problemas que problemas não nos faltam. É muito próprio do nosso estágio espiritual. E a fé, a gente precisa pensar em que que nós estamos apoiando a nossa fé. em que base que ela tá. Ela é uma confiança. E se eu for comentar os problemas do mundo, nós estamos uma humanidade que se sente sem confiança. Então, ela não sabe, como diz o cabúclo, onde amarrar seu burro. Ela não sabe a que se apegar. Nós com a graça da doutrina já temos mais conhecimento, mas independente disso, eu preciso renovar, fortalecer, preciso trabalhar essa coisa que tá no meu espírito, ser milenar, para resgatar essa fé inata, não ter medo de morrer, porque existe uma pré-determinação. E aí, antes de eu gastar tempo falando, sugiro lição de Emanuel 1950, mensagem determinismo divino. E nessa mensagem ele diz: "O único determinismo de Deus vosso pai para convosco é o bem. O resto é de vocês. É acréscimo dos homens, é interpretação. E aí nós vamos, nós precisamos trabalhar esse germe,

nessa mensagem ele diz: "O único determinismo de Deus vosso pai para convosco é o bem. O resto é de vocês. É acréscimo dos homens, é interpretação. E aí nós vamos, nós precisamos trabalhar esse germe, essa noção, essa força que nós temos e só desenvolvendo sentimento e raciocínio. Nenhum dos dois pode ser dispensado. Aspectos da fé, humana ou divina. Se nós formos pro humano, subimos lá em cima no edifício, ficamos todo corajoso, confiante em si mesmo. É válido, é até louvável, mas não é suficiente, porque nós temos acima de tudo uma programação divina que nos converna, que nos alcança, que nos dá rumos que a gente precisa refletir. Então, concentrar e entender os mecanismos divinos que se operam em cada um de nós. Havia um tempo que eu achava que uns eram mais favorecidos, os outros menos. Quando em me socorre e diz o seguinte: "Quem é o modelo? Se for o Cristo, você tá falando em vão. Todos vocês são iguais. As diferenças entre vocês não são significativas comparadas com a exitude do Cristo. Então, a gente precisa refletir sobre isso, depositar mais confiança em Deus. E aí nós já falamos, o nosso querido padrinho São Francisco de Assis trabalha incansavelmente com falange na Europa para iluminar o centro do saber e fazer que aquelas igrejas belíssimas adornadas de ouro tenham a presença do amor do Cristo, porque elas se desvirtuaram. Nós nos desvirtuamos, mas graças à viz de Menes que nos lembra, um dia andávamos assim, depois começamos a andar assim. Hoje nós estamos começando a andar para nos encontrar com verdadeiro caminho de ascensão. Isso precisa ser refletido hoje, porque se nós tivermos fé, nós vamos ter calma, paciência, humildade. E aí o Chico, a lição dele é fundamental quando ele diz: "Por que que os homens reclamam? Não é um determinismo divino?" Então ele diz: "Reclamo porque são filhos ingratos e nós somos guindados. Leiam a lição herdeiros do vinho de luz, lição 120 que diz: "Vocês já não são mais servos, vocês são filhos de Deus". Então, demonstração da fé. E ele dizia:

são filhos ingratos e nós somos guindados. Leiam a lição herdeiros do vinho de luz, lição 120 que diz: "Vocês já não são mais servos, vocês são filhos de Deus". Então, demonstração da fé. E ele dizia: "Tudo que eu posso fazer, tudo que eu faço, vós podereis fazer". Então, essa ação magnética que eu me referi no início aqui, ela deve ser mobilizada. canalizada, bem aproveitada para fazer com que a gente consiga ser instrumento da vontade dele. Momentos decisivos nesse sentido, Bezerra de Menezes, 2014, o mundo necessita de Jesus e mais do que ontem, muito mais do que no passado e por aí vai. Por uma questão de tempo, eu vou deixar só essas mensagens. juvan nos ajudando a lembrar de que o nosso pensamento tem poder de sane, de limpeza, porque o homem constrói porque pensa. E a gente precisa pensar bem o que nós estamos pensando e o que mais nos chama atenção. Cristianismo nascente, Paulo com dificuldade e aí Barnabé com todo seu conhecimento, os dois juntos conversando, tá lá no Paulo Estevão e Paulo diz a Barnabé: "Poderemos atender a muitos doentes, ofertar um leito de repouso aos mais infelizes, mas sempre houve e haverá corpos enfermos e cansados na terra. na tarefa cristã, semelhante esforço não poderá ser esquecido, mas aí o grifo é meu. A iluminação do espírito deve estar em primeiro lugar. Ou seja, tudo que nós já falamos agora vem buscando nos despertar pra gente não reformar o outro, mas para reformar si, pra gente, de uma certa forma convite não nos falta. Esse espírito se fez entre nós, Erasto, e além disso que ele disse, ele nos disse em 2012, abre aspas, vocês precisam reditar as epístolas de Paulo com as tecnologias de comunicação que vocês têm nesse sentido. Então, queridos amigos e irmãos, não faltam vagas. O Cristo nos conclama e a gente não precisa ser presidente da República, líder, etc. Não, nós precisamos cuidar para ser instrumentos fiéis. Todos temos uma missão individual. Ninguém tá dispensado. Isso é intransferível. E nesta missão individual,

presidente da República, líder, etc. Não, nós precisamos cuidar para ser instrumentos fiéis. Todos temos uma missão individual. Ninguém tá dispensado. Isso é intransferível. E nesta missão individual, nós, somente nós, vamos poder identificar qual é o melhor caminho. E São Francisco nos ensina, quando ele nos diz: "Trago-vos estas noções que vão ajudar o vosso raciocínio, discernimento, criar boa ideia, bom pensamento. Vai até melhorar a condição de cognição de vocês, mas isso não é suficiente. precisa descer o coração, equilibrar a vossa emoção para daí poder gerar um sentimento melhor e as vossas mãos se iluminem no trabalho cristão. Nós fizemos muitas coisas e precisamos estar atento e em nome dele eu vou encerrando porque ele sempre nos desejou muita paz. São Francisco, mais do que nunca tem nos auxiliado, especialmente a todos nós que de alguma forma trabalhamos com a causa animal. O meu muito obrigado e passo pro próximo. Então, meus amigos, enquanto o Hélio falava, eu me lembrei que numa canção popular tenho um concentrado de tudo que o Hélio falou. A canção diz assim: "A lição sabemos de cor, só nos resta aprender." Eu não, eu não captava bem o sentido dessa dessa expressão. Eu comentei com uma das minhas irmãs, a Regina já desencarnada, espírita pedagoga, e ela me explicou, ela disse: "Olha, em pedagogia, em psicologia, aprender significa mudar o comportamento". Então, por isso que a lição diz, a música diz, a lição sabemos de cor, só nos resta aprender. Foi o que o Héli nos trouxe, né? Porque a gente sabe as passagens de Jesus, as coisas de Jesus, mas só falta a gente a colocar isso em termos de conduta, né? Muito obrigada, viu, Hélio? >> Bom, então passamos para próximo, o próximo tema. O Vinícius tem trabalhado com esse tema, ele é paliativista eem medicina veterinária e o tema dele é bioética e espiritualidade na finitude da vida. Uma das questões que sempre saem depois das palestras, dos nossos encontros é sobre a eutanásia, que se a a eutanásia nos animais é

ária e o tema dele é bioética e espiritualidade na finitude da vida. Uma das questões que sempre saem depois das palestras, dos nossos encontros é sobre a eutanásia, que se a a eutanásia nos animais é válida ou não, né? Então, Vine, é com você, viu? por favor. Só um segundinho aqui. Eu que me atrapalhei agora, porque tem a pasta do pen drive e a pasta do computador. Ah, do pen drive. Aqui, aqui >> os computadores são a prova vida viva de que os magnetismos estão nos influenciando. >> Aquele ajuste que eu tinha falado que tava com erro, que eu mudei. >> Vinícius, não brinca não, que a minha palestra tá aí no seu computador, hein. Eu tinha pedido a gentileza do Hélio para ver se esse toquezinho de WhatsApp era do meu computador ou ali de cima. >> Foi. Boa noite. >> Boa noite. >> Boa noite a todas, a todos. Que a paz de Jesus permaneça sempre nos nossos corações. Eh, gostaria de agradecer imensamente a oportunidade de estar aqui com vocês nessa noite. A recepção muito calorosa de Brasília. que a gente chegou hoje assim já literalmente muito calorosamente, quentemente recebidos por esse clima aqui. E como sabemos que temos bastante coisa para falar durante a noite, são todos temas eh profundos e oportunos, porém ao mesmo tempo eh requerem bastante da nossa mente, da nossa concentração. Eu escolhi começar contando uma história para vocês antes de a gente eh falar muito sobre teorias pra gente trazer também um pouco mais de leveza. Uma história de uma paciente que eu atendi que vem ao consultório com a sua tutora, né? Então, era uma paciente eh canina, no caso, estamos num evento veterinário, eh, que tinha uma doença grave, uma doença bastante avançada, que se aproximava do momento do seu desencarne. A despeito disso, essa minha paciente estava com sintomas bem controlados, sem dor, sem falta de ar, sem nenhum sintoma indigno, mas eu sentia que naquela consulta, naquele encontro, tinha alguma outra dor que pulsava, que latejava e que incomodava. não a minha paciente, mas a sua tutora,

alta de ar, sem nenhum sintoma indigno, mas eu sentia que naquela consulta, naquele encontro, tinha alguma outra dor que pulsava, que latejava e que incomodava. não a minha paciente, mas a sua tutora, dona Lourdes. Então, eh, resolvi adentrar no entendimento ali do que a afligia para ver como poderia ajudar e perguntei se acontecia alguma coisa. Dona Lourdes era professora de português aposentada e, como tal, fazia muito bom uso das palavras. Não obstante. Em seguida, a minha pergunta se havia algo que a incomodava, porque ela estava tão triste, seguiram-se alguns segundos de silêncio. Eu lembrei do aprendizado com os meus mestres na área dos cuidados paliativos, de que o melhor instrumento de um bom paliativista é um bom par de ouvidos. Então eu me silenciei e escutei tudo que ela dizia sem palavras. Escutei a garganta que engolia em seco, escutei os seus olhos marejados e escutei dona Lourdes mergulhando num movimento de profunda introspecção pensativa. E como se já não estivesse tudo dito no dito, no verbal, dona Lourdes quis complementar sua resposta com palavra e eu escutei. Ela dizia: "Doutor, recentemente o cachorro de uma amiga minha também estava muito doente e morreu. Na verdade, ela teve que fazer a eutanásia do cachorro dela e isso me deixou muito incomodada, muito pensativa e, em certo grau, bastante triste, né? Então, aos poucos, a gente entrava no entendimento da da sua do seu sofrimento. E como uma professora de português muito zelosa com as palavras, ela me diz assim: "Doutor, eh, ela teve que fazer isso, mas será que a gente tem que será que a gente é obrigado a fazer isso?" Eu não gostaria de ter que fazer. Eu novamente me lembrei, né, dos do dos treinamentos de habilidades de comunicação e conversando ali com dona Lourdes, em vez de segurei a vontade de dar uma resposta eloquente sobre todo o processo e devolvi a pergunta para ouvi-la, né? Perguntei: "O que que a senhora pensa sobre isso?" Ela diz: "Eu penso que foi uma escolha que ela fez e que ela podia ter os seus

eloquente sobre todo o processo e devolvi a pergunta para ouvi-la, né? Perguntei: "O que que a senhora pensa sobre isso?" Ela diz: "Eu penso que foi uma escolha que ela fez e que ela podia ter os seus motivos, mas que isso não deveria ser algo que eu deva fazer, se não faz sentido para mim, segundo os meus valores, segundo os meus princípios". Então, a nossa conversa transitava por um caminho que eh é bastante difícil e indigesto pra gente de olhar e de trilhar esse caminho, o caminho da terminalidade e da finitude, né? E aí eu me inspirei, cadê que não tá passando, eh, para continuar a minha conversa sobre ela e entender os limites do que poderia ser feito diante da questão da terminalidade e do sofrimento no parecer da procuradora da República, Luciana Lourira de Loureiro de Oliveira, que julga a legitimidade da resolução 1805 do Conselho Federal de Medicina em 2006 a respeito desses assuntos, quando eles dizem assim que a ela diz no documento que a possui recursos para promover o prolongamento artificial do estado de degenerescência. Num momento em que a equipe médica, frente a uma doença incurável ou mesmo frente à morte iminente do indivíduo, hã, persiste, prossegue, valendo-se de meios extraordinários. para prolongar não mais a vida, mas sim o estado de mortificação, o caminho natural da morte. Um assunto complexo, com um nome também complexo, isso é chamado de distanásia. Mas apesar da complexidade, logo dona Lourdes e eu concordamos que não era esse o caminho que nós gostaríamos de escolher paraa sua companheira e paraa sua amiga, né, de eh prolongamento artificial do estado de mortificação e de degenerescência, sem nenhuma chance de plena. Então, a distanásia, diz a promotora no seu texto, né, ela é frequentemente o resultado da aplicação de meios não ortodoxos ou não usuais. que retardarão o momento do desenlace do paciente, mas sem trazer nenhuma chance de cura ou de sobrevida plena, muitas vezes com eh instituição de medidas que inclusive podem provocar maior sofrimento a esse

ardarão o momento do desenlace do paciente, mas sem trazer nenhuma chance de cura ou de sobrevida plena, muitas vezes com eh instituição de medidas que inclusive podem provocar maior sofrimento a esse paciente. Na direção oposta, então aoamento do processo de morrer de forma artificial, com os recursos da medicina, nós temos a possibilidade na medicina veterinária com os animais da antecipação da morte ou da abreviação da vida, né, que vem a ser a eutanásia, uma prática que para os animais no nosso país é uma prática legal, com critérios muito bem definidos e devidamente regulamentada pela resolução de número 1000 eh de 2012 do Conselho Federal de Medicina Veterinária. Então, essa resolução prevê a possibilidade e ela usa este termo, a eutanásia pode eh ser realizada casos de animais cujo bem-estar esteja comprometido de forma irreversível. E em seu artigo terceiro, item um, ela diz: "A eutanásia pode ser indicada em situações em que o o bem-estar esteja comprometido de forma irreversível". sendo um meio de eliminar a dor ou o sofrimento dos animais, os quais, abre aspas diz na resolução, não poderiam, né, na verdade não podem, digo eu, não poderiam ser controlados por meios analgésicos, sedativos e de outros tratamentos. Algo que já abre espaço para uma grande reflexão, uma vez que cada vez mais a nossa ciência e a própria medicina veterinária avançam a passos largos no tocante às possibilidades de recursos analgésicos, sedativos para promover eh alívio do sofrimento em vida, né? não necessariamente eh utilizando a sensação da vida como única forma disponível para aliviar o sofrimento. Bom, existem então diversas eh diversos critérios, né, diversas propostas pra gente eh estabelecer, opa, ã, pra gente estabelecer eh critérios, fundamentos para fazer essa avaliação ética, né, já que o tema da minha fala é sobre sobre ética. E aqui a gente tá falando de mais do que ética, de uma questão moral, né? Eu lembro então eh das leis eh morais, né, de conservação da vida, lei de amor, de caridade e

minha fala é sobre sobre ética. E aqui a gente tá falando de mais do que ética, de uma questão moral, né? Eu lembro então eh das leis eh morais, né, de conservação da vida, lei de amor, de caridade e justiça. E aí um desses fundamentos que orienta essas nossas tomadas de de decisão é o chamado fundamento o o conceito da dignidade da pessoa humana, que é reconhecida como única, né, e com um ser complexo e que é dotado de de dignidade. Baseado nesse preceito da dignidade da pessoa humana, o Código de Ética Médica para Humanos, em seu capítulo 5into na relação com o médico do do médico com o paciente, diz que é vedado ao médico, segundo o código de ética no nosso país, abreviar a vida do paciente, ainda que a pedido deste. que faz uma ressalva de que numa situação de doença, a semelhança do que diz a resolução 1000 do Conselho de Medicina Veterinária, de doença incurável, irreversível e que gerefo, eh, deve médico oferecer todos os cuidados paliativos disponíveis sem empreender ações diagnósticas ou terapêuticas que sejam inúteis ou obstinadas, que configuraria o que a gente já entendeu hoje como distanásia, né? e a já citada resolução 1805 do Conselho Federal de Medicina, um importante documento que separa o joio do trigo e explica então que eh a o que é a diferença do que vem a ser não fazer medidas artificiais para prolongar a vida eh e também não fazer a abreviação da vida, que no nosso país é considerado crime eh a prática da eutanásia com pessoas. Então essa resolução diferencia essas duas coisas e diz também: "Nessa situação não deve ser feito o prolongamento artificial, nem tampouco a abreviação. O doente deverá continuar, o doente continuará a receber todos os cuidados necessários para aliviar os sintomas que levem ao sofrimento, assegurando assistência integral, conforto físico, psíquico, social e espiritual, assegurando-lhe inclusive o direito de ética. eh, hospitalar, né? Eh, muito bem. E aí essa conversa me lembra do meu do meu curso, do meu percurso na faculdade

o físico, psíquico, social e espiritual, assegurando-lhe inclusive o direito de ética. eh, hospitalar, né? Eh, muito bem. E aí essa conversa me lembra do meu do meu curso, do meu percurso na faculdade na época da residência, dos meus primeiros contatos com com os conhecimentos de Cel Sounders, né, que foi foi eh eh a enfermeira, assistente social e médica desenvolvedora do movimento moderno de cuidados paliativos, que busca trazer então uma assistência de dignidade, de conforto, de alívio, de sofrimento para pacientes com doenças avançadas, incuráveis em fim de vida, né? E me lembrou também dos meus próprios questionamentos, né? Né, na minha época de formação, mas tem que Mas é obrigado, né? Segundo, eh, a minha ética e a minha moral, os meus eh as os meus valores, crenças e conceitos desde criança baseados na doutrina espírita, como eu disse a vocês, lembrando das leis divinas, né? A lei de conservação que prevê a a obrigação de preservação da vida. né? E a lei de amor, justiça e caridade, que resume muito bem todas as outras leis. E quando os espíritos perguntam, quando Kardec pergunta, né, onde tá gravada, onde estão gravadas as leis divina divinas, os espíritos respondem na consciência. Elas estavam gravadas na minha consciência. E eu me, eu tinha esses mesmos questionamentos, né? Eu era rato de biblioteca, eu gostava muito de eh conhecer a história. E um dia na faculdade, na biblioteca da faculdade de medicina, passeando por lá, eu me deparei eh com a prateleira do eh recém desencarnado, saudoso padre Léo Pessini, eh um teólogo que escreveu eh sobre esses assuntos no nosso país, bioeticista, e me inspirei nessa nessa fotografia para continuar a minha conversa com a dona Lourdes. Ele disse, dona Lourdes, a gente conversou sobre a distanásia, né, que seria o prolongamento da vida eh sem qualidade artificialmente. E a gente viu que a gente não quer isso. A gente conversou sobre outro extremo, que seria a abreviação da vida, a cessação da vida. Dona Lures, tá vendo ali entre os dois?

m qualidade artificialmente. E a gente viu que a gente não quer isso. A gente conversou sobre outro extremo, que seria a abreviação da vida, a cessação da vida. Dona Lures, tá vendo ali entre os dois? Tá vendo que tem um caminhozinho ali no meio e uma luz lá no fundo? Ali figura a chamada ortoutanásia. que vem a ser nada mais nada menos do que a morte no seu tempo certo, assistida, amparada, com todos os recursos para garantir ao paciente e a sua família suporte ao sofrimento físico, emocional, social e espiritual. Bingo. Agora dona Lourdes não ia mais ter que fazer uma escolha que não fizesse sentido segundo seus valores, seus princípios, suas crenças e suas possibilidades. Ela agora tinha direito de escolha, né? E então a situação se tornaria agora eh mais possível de respeitar preceitos eh como a sua autonomia, entrando em outros pilares basilares da bioética, que vem a ser o direito de todo indivíduo de autogestão da sua própria vida, de estando informado sobre os prós e contras, escolher aquilo que faz sentido segundo suas crenças, seus valores e seus princípios. Poderia eu agora como médico, exercer o princípio da beneficência? que vem a ser a o a obrigação de fazer o maior bem possível aos nossos pacientes, né? E que ela tá eh ela está inserida ali no juramento de Hipócrates, quando ele diz: "Aplicarei a medicina para o bem dos doentes, segundo o meu saber e a minha razão, né?" E por fim, o princípio da não maleficência, né? que impõe a obrigação de não causar o mal ao paciente e que também tá lá no juramento de Hipócrates, quando ele diz: "Eh, nunca prejudicarei ou farei mal a quem quer que seja. A ninguém darei remédio mortal, nem conselho que induza a destruição." Coincidência ou não, fazendo eh alusão a outra lei divina. essas horas eu penso gostaria que Hipócrates tivesse sido veterinário. Então, a gente conversa aqui sobre uma perspectiva da afinitude da vida. E vejam, a gente eh eh eh confeccionou essa esse tema para falar no Mednesp, que é um congresso que,

tivesse sido veterinário. Então, a gente conversa aqui sobre uma perspectiva da afinitude da vida. E vejam, a gente eh eh eh confeccionou essa esse tema para falar no Mednesp, que é um congresso que, embora realizado pela Associação Médico Espírita, um congresso de espiritualidade e como a professora Irvênia bem colocou no início, né, a espiritualidade nas palavras de William James vem a ser a busca por patamares mais elevados da nossa dignidade pessoal e coletiva, que para alguns pode ser buscada por meio da religião, mas também por meio da arte, da humanidade, do altruísmo, da relação com a família, com a natureza, né? Então, independente aqui da religião de cada um ou até mesmo de religiosidade, a gente tá falando da finitude não como um evento, né, que foi anunciado por um diagnóstico difícil ou pela anunciação e aproximação da morte como como um todo, da morte propriamente dito, mas como uma dimensão da nossa existência. E aí eu me lembro das aulas de biologia, né? O que que faz de nós um ser vivo? Então esse mouse aqui não é vivo, né? Esse copo de vidro não é vivo, né? O que que faz de um de um indivíduo vivo? Que ele nasce, cresce, se reproduz e morre. Então a a a natureza, nós aqui enquanto, como o Hélio bem colocou, na experiência de espíritos imortais, mas que estamos encarnados, né? Essa vida aqui, o que configura e eh a gente como vivo aqui no planeta é que isso aqui acaba, né? Então, a a finitude é uma dimensão da nossa eh existência. E aí, pera aí, começo as encrenquinhas que eu tava querendo a arrostar aqui na imagem. Tá um pouco claro aqui na frente, mas a gente pode ver eh um cão tá cercado ali de várias lembranças, lembranças, memórias e histórias de relação com essa sua família. Então, nós falamos da dignidade da pessoa humana e por que não pensarmos no conceito da dignidade da pessoa canina, da pessoa felina ou de qualquer outra espécie, um ser único dotado de dignidade, de direito à própria vida, que tem uma história que é um ser não somente biológico, mas especialmente um

pessoa canina, da pessoa felina ou de qualquer outra espécie, um ser único dotado de dignidade, de direito à própria vida, que tem uma história que é um ser não somente biológico, mas especialmente um ser biográfico, né, que tem uma uma vida que tem valor intrínseco por si só, mas para mais além disso que faz parte de uma família que nessa essa família ocupa significado que chegou num momento específico, que passou por experiências juntos, que tem que que foi muitas vezes eh suporte emocional, que trouxe lições e aprendizados nessa relação, né, de troca. Então, a gente dá e recebe amor, a gente dá e recebe aprendizados e que agora também vai se despedir e que essa despedida ela acontece num momento específico da vida dessa família e vai deixar marcas, né? Então, a gente não tá falando simplesmente de uma linha reta no monitor ou de uma parada cardiorrespiratória, né? Mas da morte como um fenômeno social, familiar, espiritual, na medida do entendimento da espiritualidade como aquilo que traz sentido, significado e propósito para nossa vida. E aí a pessoa se pergunta: "Por que que isso tem que acontecer com ele? Ele não faz mal a uma mosca, só sabe fazer da amor." Por que que tinha que ter essa doença tão ruim? Tem tanta gente ruim no mundo foi acontecer com ele. E ela não espera que você tenha uma resposta para essa pergunta, porque essa não é uma pergunta que espera uma resposta, mas é uma indignação e um sofrimento da alma, né? Portanto, uma experiência espiritualizada ou espiritual dessa vivência. Então a gente entende aqui a bioética mais do que como preceitos que são importantes, esses esses pilares que a gente comentou da autonomia, da beneficência, da não maleficência, da justiça, né, da dignidade, mas a bioética como um respaldo ao indivíduo numa situação de vulnerabilidade, um indivíduo numa situação de sofrimento, eh, inerente ao próprio fato de estar vivo, mas uma situação de uma doença que ameaça a continuidade da sua vida traz mais à ton mais ainda dor e sofrimento,

um indivíduo numa situação de sofrimento, eh, inerente ao próprio fato de estar vivo, mas uma situação de uma doença que ameaça a continuidade da sua vida traz mais à ton mais ainda dor e sofrimento, seja de ordem física pela repercussão da doença no seu corpo, mas também de ordem relacional, familiar e como já dissemos existencial. E aí o cuidado paliativo é apenas um sobrenome, mas o cuidado é a resposta que eu ofereço a essa situação de de vulnerabilidade respaldado pela bioética. E aí, como já disse, então, um entendimento da morte não apenas como um evento biológico, mas como um evento, como um um evento, um acontecimento humano, o entendimento da bioética não apenas como eh e vamos entender apenas aqui, não como diminuição, mas a bioética não somente, né, como uma ciência de entendimento de relações morais na vida, mas também como uma prática de eh mediar todos esses conflitos, esses dilemas de enfrentar a finitude de alguém que eu amo, o luto, a dor, a separação, a tristeza. E aí alguns amigos vêm me dizer assim: "Vinicius, mas você é espírita. Você acredita?" Acredita não, né? Eu sei da da existência do espírito imortal. Eu sei que a morte do corpo físico não é o fim da vida. E você tem medo da morte? Morro de medo, né? Você fica triste que alguém morre todo dia, né? Não me acostumo porque tô aqui numa experiência eh encarnado, num num estágio evolutivo no qual tenho sim apego, né, e quero quem eu amo bem pertinho, não, né? Mesmo sabendo que eu posso me conectar de várias formas, mesmo sabendo que a minha avó não estando mais presente fisicamente como ela estava e como era mais fácil para eu perceber, né, para eu apertar, para eu sentir o cheiro, para eu dar um beijo, para eu ouvir a voz, né, eu sei que ela tá presente de outras formas, mas eu eu fico triste, eu sinto saudade, né? Então também não é eh porque a gente tem esse entendimento que eu vou falar assim: "Ah, então tá tudo bem. a a questão da morte, não. Aliás, outro dia eu tava numa disciplina da

eu sinto saudade, né? Então também não é eh porque a gente tem esse entendimento que eu vou falar assim: "Ah, então tá tudo bem. a a questão da morte, não. Aliás, outro dia eu tava numa disciplina da pós-graduação na no Instituto de Psicologia da USP, a disciplina sobre a morte. Uma pessoa falou assim: "Ah, todo mundo que tá aqui acho que tá bem resolvido com a questão da morte, né?" Eu falei: "Então eu vou sair da disciplina, não sei vocês, eu não tô nem um pouco bem resolvido, me afeta". as reflexões finais, né, a respeito disso aqui. Eh, uma pergunta que eu posso entendê-la sobre o lado do profissional que cuida, mas se vocês podem entender também sobre a perspectiva da família que cuida, de um animal eh que está se despedindo dessa vida, né? O que que se espera de nós quando já não se espera mais nada? Porque numa perspectiva da vida como um mero evento biológico, aquele indivíduo vulnerável, sem funcionalidade, sem autonomia, eh dependente, eh com pouca capacidade de interação, pode parecer assim: "Não tem mais o que fazer", não é? Então, o que que se espera de nós nesse momento em que sob uma perspectiva meramente biológica, não há mais o que se fazer, né? Espera-se de nós presença, espera-se de nós que nós tenhamos a capacidade, como o Hélio bem colocou, de mais do que buscar ter uma boa oratória e saber falar bonito e saber falar bem, saber ouvir bonito, né? Saber ouvir hã o a a garganta que engole seco, né? Como eu disse lá no começo, saber ouvir o nosso coração, a nossa alma, saber ouvir o outro, né? Acompanhar, se fazer presente, né? estar ali, eh, estar presente. Eu fico pensando, quando for a minha vez de desencarnar, eu vou ter muito medo. Aliás, vou contar o segredo para vocês. Eu tenho medo de espírito, né? Aí eu sei, ai, todo mundo aqui é espírito, Vit, eu sei, mas tenho medo de espírito, né? Então eu falo assim, na hora de eu morrer, eu imagino que eu vou ficar com medo. Como é que vai ser? Para onde que eu vou? Será que vai dar bom? Será que vai dar ruim? Será que eu fiz,

e espírito, né? Então eu falo assim, na hora de eu morrer, eu imagino que eu vou ficar com medo. Como é que vai ser? Para onde que eu vou? Será que vai dar bom? Será que vai dar ruim? Será que eu fiz, fiz certo? Fiz mais ou menos. E aí eu imagino que ter quem eu amo por perto, presente, segurando a minha mão, vai ser muito valioso nesse momento. Então, presença é remédio, presença é cuidado. Como é que eu vou dizer? Não tem mais o que fazer por esse indivíduo, né? Que a gente possa eh como eh eh eh mais do que eh acompanhar estar vigilantes, né? Estarmos vigilantes. E aí eu lembro de Jesus, né? que na véspera do seu desencarne, no Getsemman, sobe para conversar com o pai. E vejam, em minha defesa, ele também teve medo, tá? Ele, né? Ele disse: "Tô com medo, será que eu aguento?" Então assim, quem quem me julgou e agora? Que que vocês vão falar pro Jesus? Ele teve medo também de desencarnar. Mas aí que que ele falou? Ele chamou Pedro e João para subir com ele e disse assim: "Ficai aqui e velai comigo." Que que ele pediu? Presença, né? Eu tô com medo, mas eu quero ter quem eu amo e quem me ama por perto para me dar segurança. Pedro e João não conseguiram, eles dormiram, né? Então a gente tem que pensar assim, será que eu vou conseguir, né? Será que eu tô dormindo eh diante de eu de de alguém que tá desencarnando? O que que é? Pode tá dormindo. Eu não consigo estar presente, eu não sustento a presença. Então eu posso querer escapar disso de alguma forma. Vamos acabar com isso. Vamos, né? posso querer fugir dessa experiência de encarar frente à frente o processo do morrer, né? Mas a recomendação de Jesus então era que a gente se faça vigilante, lembrar que nesse momento, né, nem tudo que é mensurável importa. Pode ser que nesse momento mais importante não é como está a a anemia, a creatinina, o lactato, a oximetria, né? E nem tudo que importa é mensurável. Aliás, muitas coisas que importam nesse momento são não são mensuráveis. a gente já falou aqui, presença, acolhimento, escuta,

atinina, o lactato, a oximetria, né? E nem tudo que importa é mensurável. Aliás, muitas coisas que importam nesse momento são não são mensuráveis. a gente já falou aqui, presença, acolhimento, escuta, vigilância, né? Como é que eu meço isso? Mas isso também é muito importante, né? A Cel Sounders eh traz pra gente um conceito, né, da dor total, que é uma dor, um sofrimento daquele que se aproxima do do seu fim de vida, que ocupa todas as dimensões do ser. Nós que somos bio, psico, sociais e espirituais, né, em seres integrais, o sofrimento toma conta de todas essas dimensões. Então é importante sim que esse indivíduo esteja com b uma boa analgesia, mas que ele também possa ter todos os seus sofrimentos acolhidos eh em todas as dimensões. Por fim, eu penso aqui numa reflexão também de um entendimento da morte, não só e e quando a gente pensa, né, que o objetivo da medicina é curar, é impedir a morte, é salvar vidas. E é maravilhoso quando a gente consegue fazer isso. E a gente se seduz na nossa formação de pensar que com todos os conhecimentos anatômicos, semiológicos, clínicos, cirúrgicos e tantos outros, eu vou poder salvar vidas, né? E aí a gente passa a entender a morte como um fracasso, né? Aqui eu trago uma reflexão de uma outra perspectiva da morte, não como um fracasso, mas como um legado. Essa semana uma pessoa me disse no consultório: "Nossa, eu tô passando essa experiência com a minha gatinha que tá morrendo e lembrando da minha avó que ela dizia assim: "É, minha filha, você precisa saber enxergar, saber". Depois que eu entendi o que que ela tava querendo dizer, entender a situação para além do que ela parece, falei assim: "E a sua avó? Então ela tá viva dentro de você nesse momento, no legado que ela deixou, mesmo não estando mais presente. Então a gente pode entender que a sua gatinha também não vai mais estar presente fisicamente, mas deixa um legado. Então a gente entende a partir disso o cuidado como um imperativo ético, né? que para além de a gente

de entender que a sua gatinha também não vai mais estar presente fisicamente, mas deixa um legado. Então a gente entende a partir disso o cuidado como um imperativo ético, né? que para além de a gente pensar que eh a vida eh se ela não se não tem cura e a morte não é impossível, não é mais impossível de de se controlar, não tem mais o que fazer e pensar na cessação da vida como única alternativa que a gente possa pensar no cuidado como um imperativo ético até o fim. Agradeço a atenção de vocês. Fico à disposição agora. Vamos ver se vai entrar a aula da professora, hein? Pera aí. >> É por isso que eu mantenho esse menino perto de mim, não é? Vocês acham que ele tem futuro? E eu mantenho ela perto de mim para sempre ser chamado de menino. Já faz 15 anos que eu era mais menina. Ela continua me chamando de menina. Mantenho ela perto. Por isso. >> Agradecemos ao Vinícius. Então, e na sequência um pouco um pouco não, bastante, melhor dizendo, da do Novet e daqueles que muito tem nos auxiliado, grandes vultos que falam sobre os animais que a professora Irvênia com ela a palavra. Pedir pro Vinício deixar aberto aí a apresentação. Lembrando, queridos amigos, que esse livro da professora Irv está vendo aí na biblioteca 30% de desconto. Quem tiver interesse. É >> OK. A alma dos animais da Dra. Irv. Tá bom. é comigo. Tá bom, pessoal. Então, agora é minha vez, né? Boa noite, formalmente. >> Será que é o >> Acho que é bom botar o coisinho aqui, né? >> Obrigada, Vini. Então, meus amigos, é assim, olha, eu estudo esse assunto dos animais há muitos anos, né? Eh, eu sou de família espírita. Nasci, Deus teve tanta piedade de mim que me fez nascer num berço espírita. O meu avô, pai do meu pai, é que construiu o centro espírita lá da da minha cidade. Então, eu vi a família inteira trabalhando durante muitos anos e eu percebi que não tem outra coisa melhor do que fazer do que seguir o exemplo deles, né? E depois eu optei pela veterinária porque eu descobri mais tarde que eu tinha um compromisso com

muitos anos e eu percebi que não tem outra coisa melhor do que fazer do que seguir o exemplo deles, né? E depois eu optei pela veterinária porque eu descobri mais tarde que eu tinha um compromisso com esse assunto dos animais. Então eu venho estudando esse assunto pela doutrina e pela visão acadêmica há muito tempo. Eu comecei a perceber, meus amigos, que tem muita gente que maltrata os animais, que subjulga, que que explora, mas tem muita gente boa que tá fazendo um trabalho extraordinário, né? O que eu vou trazer para vocês hoje é uma amostra de centenas de pessoas no mundo inteiro e pela história toda que tem amor pelos animais, falou bem dos animais, defendeu os animais, não é? Então eu trago para vocês aí algumas pessoas, alguns encarnados, outros desencarnados. Eu gostaria de começar o nosso assunto por Chico Xavier. Então, eh, eu convivi muitos anos com a Dra. Marlene Nobre, a nossa eterna livre das eh, líder das Amis, né, Márcia, e cofundadora da AM São Paulo, fundadora da AM Brasil, fundadora da AM Internacional. E a Dra. Marlene, não por outra razão, ela foi fazer faculdade de medicina em Uberaba e naquela ocasião já fazia faculdade um ano na frente dela o Valdo Vieira, que era também era médium. E o Chico mandou o Valdo chamar a Dra. Marlene. Ele falou: "Olha, tem uma colega sua de nome Marlene, fala para ela vir aqui que eu quero falar com ela." E assim ela conviveu 6 anos com o Chico Xavier praticamente no dia a dia. Então ela tem histórias e histórias do Chico, né? Eu trouxe aqui o caso da das formigas, eh, que Chico e tá tá nessa referência aqui de baixo, mas ela me contou pessoalmente o seguinte, que o Chico, uma vez ele demonstrando o seu amor pela natureza, ele tinha um canteiro de rosas e de repente esse canteiro de rosas foi invadido por um bando de formigas, aquelas cortadeiras que estavam acabando com as rosas. E o Chico tava assim preocupado. Então, um dia, na hora do almoço, um dos irmãos do Chico falou: "Chico, não precisa se preocupar. Eu vou

rmigas, aquelas cortadeiras que estavam acabando com as rosas. E o Chico tava assim preocupado. Então, um dia, na hora do almoço, um dos irmãos do Chico falou: "Chico, não precisa se preocupar. Eu vou pra cidade hoje à tarde, eu vou comprar formicida e de à tarde eu eu ponho formicida, amanhã não tem mais formiga na no seu canteiro." O Chico ficou assim assustado. Acabou o almoço, ele foi lá no canteiro das rosezeiras, se agachou e conversou com as formigas. "Minhas irmãs, vocês são tão trabalhadeiras. Eu sei aqui que vocês estão sobrevivendo, tão fazendo a sua função, mas olha, vocês têm que ir embora porque o meu irmão vai na cidade comprar formicida e vai acabar com a vida de vocês. Sabe o que aconteceu? As formigas foram embora, menos uma que o Chico chamava de formiga rebelde. Ela ficou por ali, né? Então são histórias e histórias desse nosso querido eh médium, né? eh, que contemporâneo nosso eh Chico Xavier tem muitas histórias. Além das histórias pessoais dele, eu vou contar mais um caso do Chico. No livro da nossa querida e saudosa companheira Sueri Calda Schuber, que se chama Testemunhos de Chico Xavier, ela narra um caso de Chico de uma carta que ele escreveu de próprio punho. Todo mundo aqui sabe que é escrever carta de próprio punho, não é? Não é digitar, escrever na máquina, não. É pegar a caneta, o lápis, ó, né? Carta de próprio punho. Ele escreveu uma carta para Vantuil de Freitas, que então era presidente aqui da FEB. Aliás, ele foi presidente aqui da FEB durante uns 20 anos. E ele conta que o cão dele, o Lord, tem várias histórias do Lord pelas histórias do Chico. O Lord foi ficando idoso, adoentado e morreu. E na hora do da desencarne, ele vê o espírito de José, o irmão que já era desencarnado, vira colher nos braços a figura espiritual do Lord. Eu fico imaginando, meus amigos, a beleza dessa cena, né? E a carta continua dizendo assim: "Nos meses que se seguiram, quando José vinha a ter a minha presença em espírito, vinha sempre acompanhado da figura

imaginando, meus amigos, a beleza dessa cena, né? E a carta continua dizendo assim: "Nos meses que se seguiram, quando José vinha a ter a minha presença em espírito, vinha sempre acompanhado da figura espiritual do Lord." Ou seja, meus amigos, essa vivência do Chico que está relatada minuciosamente no livro da Sueri Calda Schuber, confirma a resposta da questão 597 do livro dos espíritos, quando Kardec pergunta: "A inteligência dos animais que lhes dá uma certa liberdade de ação, ela está ligada a algum princípio independente da matéria?" Ora, a gente sabe pela questão 27 que só tem dois princípios, duas coisas criadas por Deus, o espírito e a matéria. O princípio inteligente ligado ao espírito, o princípio material a matéria. Kardec tá fazendo uma pergunta que ele mesmo responde. A inteligência tá ligada a outro princípio independente da matéria que é o espiritual? E a resposta é sim. Eh, princípio esse que sobrevive à morte do corpo físico. Então, esse caso do Chico confirma a questão 597, né? Então, meus amigos, esse foi o último livro que eu escrevi, lancei agora no Edinesp, né? Então, eu fiz esse livro, olha o título dele, animais na escola evolutiva. Esse termo escola evolutiva é usado por Emanuel. Eu adorei porque assim, não é escala evolutiva, porque a escola da vida é evolutiva. Todo dia ela dá lição para todos nós, né? Eu pus embaixo, segundo as obras de André Luiz, sabe o que eu fiz? Eu fiz uma varredura das obras de André Luiz, coletei tudo que eu pude sobre os animais e escrever o livro. Especialmente eu coletei os, pera aí, tá andando sozinho aqui. Especialmente eu coletei a muito material dos livros, daquela coleção à vida no no mundo espiritual, né? Especialmente nesses livros todos aí. Gente, tem muito material, eu não esgotei o assunto, com certeza tem muito mais do que eu coletei, mas eh muita coisa tá aí nesse livro, né? Bem, então mesmo pela obra psicográfica de Chico Xavier, eh, por exemplo, o André Luiz tem mais de 20 livros que ele psicografou, né, trazendo

que eu coletei, mas eh muita coisa tá aí nesse livro, né? Bem, então mesmo pela obra psicográfica de Chico Xavier, eh, por exemplo, o André Luiz tem mais de 20 livros que ele psicografou, né, trazendo eh informações importantíssimas. Vou dar alguns exemplos em relação a uma pergunta que é frequente quando a gente fala dos animais. Por que que os animais sofrem, não é? Então, na no livro dos espíritos, 602, os animais progridem como o homem por sua vontade, pela força das coisas. resposta pela força das coisas. E é por isso que para eles não há expiação. Porque no meio espírita, meus amigos, a gente acha que tudo que acontece conosco, a gente tá pagando o pecado do passado, não é? Que será que eu fiz na outra encarnação? Não é sempre assim. No livro Libertação de André Luiz, logo no capítulo 1, ele ele dá uma lição. Existe o sofrimento, reparação, expiação, que é só pro ser humano, mas nem todo o sofrimento do ser humano é só por expiação. A maior parte dele é oportunidade de ensino renovador. Pros animais, se não há expiação, é tudo ensino renovador, não é? Então, os animais estão encarnados aqui para aprenderem, para passar por experiências que são cumulativas, como Hélio mostrou, o psiquismo nosso e dos animais é uma somatória de tudo que ele foi aprendendo em todas as suas vivências, né? Outro livro de André Luiz, olha, e eu tive muito interesse nesse assunto que foi a base pra gente escrever o livro Cérebro Triuno, que eu escrevi junto com o Décio Sérgio, né? O papel do cérebro tá no mundo maior calderário é que dá informação. O cérebro é o órgão sagrado de manifestação da mente em trânsito da animalidade primitiva para a espiritualidade humana. Lá na veterinária, nos últimos anos, nas últimas duas décadas e meia, eu lecionei neuroanatomia. Toda hora eu me lembrava desse enunciado do caldeiro, porque é exatamente assim lá pela pelas pesquisas que eu fiz estudos, primeiro fui na faculdade de medicina, fiz um estágio para estudar o cérebro humano. Depois eu eu entendi que

unciado do caldeiro, porque é exatamente assim lá pela pelas pesquisas que eu fiz estudos, primeiro fui na faculdade de medicina, fiz um estágio para estudar o cérebro humano. Depois eu eu entendi que o modelo arquitetônico do cérebro, de todas as espécies que tem cérebro é o mesmo. O que varia é a é a quantidade de neurônios. Não é o modelo arquitetônico, não é? É como aquele modelo que a gente comprava pros meus filhos e pros netos, que são tijolinhos de madeira. Se você pegar alguns tijolinhos, que metaforicamente eu tô dizendo que é um neurônio, você faz uma casinha. Se você pegar mais, faz uma mansão. Se você pegar muito, você faz um castelo. É assim que a estrutura arquitetônica do do cérebro, de todas as espécies que tem cérebro, né? Olha, Chico Xavier, psicografando Emânel. Olha nesse livro emânio que o que o o Hélio citou. Recebei como obrigação sagrada o dever de amparar os animais. Estendei até eles a vossa concepção de solidariedade. Foi o que a Daisy falou: "Quem é o nosso próximo, né? E estender essa concepção do próximo. Ainda no livro A Caminho da Luz ele dá toda uma explicação sobre o processo evolutivo. Os antropoides agora são chamados na antropologia de hominínios. das cavernas espalernam-se pelo Globo. Extraordinárias experiências foram realizadas até fixarem no primata as características do homem futuro. Coisas extraordinárias, né? E outro outro autor que Chico psicografou também, Irmão X, nesse livro Cartas e Crônicas, capítulo 4, treino para a morte. Ele faz um alerta para que optemos pela alimentação vegetariana. Olha o que ele diz. Comece a renovação dos seus costumes pelo prato de cada dia. Diminua gradativamente a volupio de comer a carne dos animais. O cemitério na barriga é um tormento depois da grande transição, viu, Vini? Se você tem medo, toma cuidado. Já não é o teu o teu tua característica, né? Mas a ele ele faz um alerta assim importante, né? Alexandre, também missionários da luz, psicografia do Chico, pega pesado quando ele diz assim:

a cuidado. Já não é o teu o teu tua característica, né? Mas a ele ele faz um alerta assim importante, né? Alexandre, também missionários da luz, psicografia do Chico, pega pesado quando ele diz assim: "O ser humano que tem tanta capacidade intelectiva para tantas conquistas tecnológicas, já teria condições de recorrer a suprimentos proteicos para sua alimentação, que não nas indústrias da morte, né?" Então, a lição sabemos de cor, só nos resta aprender, né? Mas meus amigos, vocês conhecem esse livro, A Cartilha da Natureza, pelo pelo Casimiro Cunha espírito. O livro inteiro é de poesias sobre o sol, a lua, a chuva, a terra, os animais. Olha, é maravilhoso esse livro, né? E quem faz o prefácio do livro é Emânuel. E Emânel diz assim: "Olha, a natureza é a fazenda vasta que o Pai entregou a todas as criaturas, cada por menor com significação particular. É preciso, contudo, que o homem aprenda a recolher-se para escutar as grandes vozes que lhe falam ao coração." Meus amigos, tes linda nesse livro, eu não me aguentei. Eu trouxe aqui uma delas. Olha, são 10 são 10 estrofes. Eu trouxe a primeira, uma do meio e a e a última, né? Ele diz assim: "Olha, na casa da natureza, o Pai espalhou com arte as bênçãos de toda a vida que brilham em toda parte. Essas bênçãos generosas, tão ricas, tão naturais, são notas de amor divino na esfera dos animais." E termina: "A lei é conjunto eterno de deveres fraternais. Os anjos cuidam dos homens. Os homens dos animais somos nós, né? Então é isso aí, gente. Outro livro assim maravilhoso de um espírito nobre é esse aqui, Memórias do Padre Germano. Você, alguém já leu, já conhece? Quem leu, releia, quem não leu, leia, que é maravilhoso. Então, assim, essa obra, ela foi inclusive traduzida e e editada aqui pela FEB já em 1919. Eh, essa foi uma obra mediúnica, um dos primeiros romances da literatura espanhola com temática espírita, ditada pelo médium, é ditada ao médium Eudaldo Pajes Cames, sendo que a Malália Rodrigue Soler, que que é autora, foi a

iúnica, um dos primeiros romances da literatura espanhola com temática espírita, ditada pelo médium, é ditada ao médium Eudaldo Pajes Cames, sendo que a Malália Rodrigue Soler, que que é autora, foi a redatora dessas memórias de 1880 até 1984. Então, quem foi o padre Germano? Vocês estão reparando que eu pus um círculo em volta ali da capa do livro da figura dele com o cachorro, com o sultão. Padre Germano, ele viveu entre os séculos XVI e X no Espanha ou sudoeste da França. De excepcional amor a todas as criaturas, questionava as tradições rígidas da igreja, sendo perseguido por autoridades religiosas e transferido paraa pequena aldeia Beiramar. Esse livro, meus amigos, está marcado por vários episódios mediúnicos dele de desdobramentos. Olha, maravilhoso. Bom, então nesse livro tem uma mensagem, um desabafo que ele dedica ao sultão, o cachorro dele que já tinha morrido. Olha que lindo. Ah, sultão, sultão, que maravilhosa inteligência possuías. Quanta dedicação te merecia a minha pessoa. Perdi em ti o meu melhor amigo. Outrora, quando me recolhi ao meu tugúrio, quando prosternado antioratório, rezava com lágrimas pelas perseguições que ele sofria, né? Quando lamentava as perseguições que sofria, era ele, você, né? O cachorro quem me eh escutava imóvel. Agora sei que estou só. Que coisa maravilhosa, que sensibilidade dessa criatura, né? E tem aqui, opa, Vini, sumiu tudo aqui. Me ajuda aqui, Vini. Então, meus amigos, eu vou falar agora de José do Patrocínio. José do Patrocínio, ele, pera aí, já foi o sultão aqui. José do Patrocínio, ele era filho de um padre e de uma escrava negra de 15 anos. Ele, o padre, não lhe reconheceu a paternidade oficialmente, mas ele foi criado no ambiente da igreja. Ele se aculturou, se alfabetizou e lá do Rio de Janeiro depois ele se tornou inclusive jornalista, né? Nascido em Campos de Guiata Cases, Rio de Janeiro. Então, olha, 1853, meados do século XIX, jornalista, escritor, ativista político pelo movimento abolicionista. Ele é considerado na história como

né? Nascido em Campos de Guiata Cases, Rio de Janeiro. Então, olha, 1853, meados do século XIX, jornalista, escritor, ativista político pelo movimento abolicionista. Ele é considerado na história como abolicionista, né? defensor da liberdade dos escravos. Em 1981, ele consegue comprar seu próprio jornal com a ajuda do sogro, Gazeta da Tarde, onde escreveu o seu último artigo. Em vários lugares, inclusive num jornal chamado, acho que o Diário, uma coisa assim, ele tem várias vários eh editoriais defendendo animais. Fala. E nesse nesse na Gazeta da Tarde ele escrevia o seu último artigo, porque ele tava escrevendo o artigo, ele se sentiu mal, caiu sobre a máquina e desencarnou. Então, olha o que ele diz. Ele morre aos 51 anos. Quer ver o que ele diz nesse artigo? Ele diz assim: "Olha, eu tenho pelos animais um respeito egípcio. Penso que eles têm alma, ainda que rudimentar e que eles sofrem conscientemente as revoltas da injustiça humana. Ele foi contemporâneo de eh Olavo Bilaque. Olavo Bilac. Então, na morte do José do Patrocínio, ele ele emite esse parecer, referindo S. José do Patrocínio. O espírito do Redentor, ao despedir-se da existência desenvolvia apurava sua capacidade de amar. Já não era somente o amor de uma raça infeliz que lhe enchia o coração, né, do dos negros. Era o amor da vida, amor de tudo quanto vibra e sente, de tudo quanto rasteja e voa, de tudo quanto nasce e morre. Olha aí vocês duas palestras que vocês fizeram hoje, né? O Labo Vilag já tava se referindo a isso lá em meados do século XIX. Bom, e eu sou apaixonada por poesia e por música e tem várias poesias. Ele é mais conhecido por essa poesia, né? Via Láta, Hora direis ouvir estrelas, certo? perder senso. E ele tem uma algumas poesias dedicadas à natureza. Uma delas é o pássaro cativo. Armas num galho de árvore, um alçapão. E em breve uma vezinha descuidada, batendo as asas cai na escravidão e por aí vai. Ele fala das velhas árvores também, comparando a beleza das velhas árvores, né? Quantas sombras nos deram, quantas

o. E em breve uma vezinha descuidada, batendo as asas cai na escravidão e por aí vai. Ele fala das velhas árvores também, comparando a beleza das velhas árvores, né? Quantas sombras nos deram, quantas flores, quantos frutos. Maravilhoso. E eu tô no bloco final, meus amigos. Eu preciso falar dessa criatura aqui. Olha, Kutel. Aliás, tem um livro que tá na biblioteca, ele me mostrou alma dos animais. é editado lá pelo grupo do Carbarchutel, né, pelo complexo clarinho. O Carbarteel, ele nasceu no Rio de Janeiro, mas quando de criança e adolescente, ele tinha grave problema respiratório. E ele foi aconselhado pelos médicos, parece que ele morava na região dos lagos, de mudar para um clima quente. Então os pais mudaram aqui pro interior do estado de São Paulo, região de Arara, Matão. Ele acabou se fixando em Matão. E lá ele desenvolveu assim um trabalho excepcional. Ele era considerado pai dos pobres de Matão, o apóstolo de Matão, o bandeirante do espiritismo, né? E quando ele faleceu em 30 de janeiro de 1938, consta da história dele que ele acabado de desencarnar, ele se comunicou através de um médium que estava no velório e deu uma comunicação dizendo assim que ele não podia partir sem deixar o testemunho dele. Então ele dizia assim: "Vivi, vivo e viverei porque sou imortal". Tinha acabado de desencarnar, né? Bem, então é por aí. Olha, Cabachuto, eu tenho vários livros, várias coisas, parábola de Jesus, eh muitas coisas, mas eu quero mostrar um deles só. Esse aqui, olha, Gênese da Alma. Nesse livro Gênese da Alma, meus amigos, a primeira edição de 1924, ou seja, o ano passado esse livro completou 100 anos. Eu pergunto para vocês, há 100 anos, alguém falava do bem-estar dos animais? tinha misericórdia para com os animais, piedade para com os animais. Pois essa criatura, o livro inteiro, ele falou disso. Ele conta casos assim maravilhosos sobre os animais. Diz a história dele. Ele ele tinha uma farmácia. Diz que um dia chegou um senhor lá com uma carroça e um burro. Ele saiu do balcão, foi lá e olhou o

le conta casos assim maravilhosos sobre os animais. Diz a história dele. Ele ele tinha uma farmácia. Diz que um dia chegou um senhor lá com uma carroça e um burro. Ele saiu do balcão, foi lá e olhou o burro que tava num estado lamentável, magro, com a cabeça perdida, cheio de feridas. E ele chamou coisa, quanto custa esse animal? O cara falou: "Por quê?" "Porque eu quero comprar". Ele falou: "Ah, eu que esse animal eu não vendo por menos. Pode desarriar." Ele tirou o burro de lá. Eu não sei se ele comprou, alugou um terreno e ele começou a resgatar animais e colocar de aposentadoria lá, né? Coisa maravilhosa essa criatura, né? E ele começa o livro dizendo assim: "Olha, a falta de estudo, de observação, de meditação, a ignorância presunçosa permitiu de do homem, classificando como um ser aparte na criação." Ele começa assim, dizendo que nós somos iguais a todos, não é? Então, ele relata no livro várias coisas, inclusive vários episódios da Primeira Guerra Mundial, dizendo assim: "Só em Paris 14.000 cães foram mobilizados, muitos condecorados por atos de bravura, coragem e abnegação. Esses cães eram carteiros, levavam remédio pros feridos, localizavam feridos, não é? Então ele sempre disse assim, olha nesse livro, no capítulo séo, em virtude dos fatos, não há dúvida que o cão possui uma alma. sendo inteligente, essa inteligência não pode deixar de ser atributo do espírito. Isso está no livro dos espíritos, na questão 2476, né? E um dos casos que ele conta, meus amigos, é esse aqui. Olha, no reinado de Carlos V, eh, tinha lá os nobres, um deles era o Brid Mondidier. E esse cara, ele tinha um cachorro, um cão fidalgo que acompanhava ele em tudo. E tinha um outro Fidalgo Maquer, que morria de inveja dele, porque ela era assim o afiliado do rei. Um dia ele convida ele para caçar o Maquer e ele faz que erra o tiro e mata o o Didier, né? Então ele faz uma cova em terra e o cão fica lá. E aí o o pessoal da família começa a estranhar porque o cão vem, mas o DJ não vem. Aí ele volta até que um dia acompanharam

tiro e mata o o Didier, né? Então ele faz uma cova em terra e o cão fica lá. E aí o o pessoal da família começa a estranhar porque o cão vem, mas o DJ não vem. Aí ele volta até que um dia acompanharam o cão, viram aquele monte de terra, escavucaram, o cadáver tava lá. Contaram pro rei. O rei então resolveu fazer um duelo, pegou, eh, chamou o maquer, pôs numa sala e de repente mandou alguém abrir a porta e entrou o cão. Quando o cão entrou, pulou na garganta e quase que matou ele. Então, ele ele pediu misericórdia e acabou confessando o tema, né? A cena desse desse desse duelo, ela tá representada numa escultura num castelo lá na na França, né? Então, a termino essa homenagem ao ao Carbut, meus amigos, eh dizendo assim que todos nós que estamos aqui, acho que eu posso falar em nome de todos, né? Prestamos a nossa homenagem a esse espírito luminoso que há 100 anos já dava exemplo de buscar a paz entre seres humanos e animais. Que coisa extraordinária, né? Mas eu não poderia terminar minha fala eh se não citasse Francisco de Assis, né? Aliás, o Hélio nos deu uma notícia tão bonita, né? Que o próximo congresso mundial de espiritismo deverá acontecer na terra de Francisco, Assis, né? E então o Francisco de Assis, ele inclusive chamava os elementos da natureza irmão Sol, irmão Lua, irmão Fogo e tudo mais, né? E é com a imagem de Francisco de Assis que eu vou encerrar com uma mensagem, um dos capítulos de Caibauto nesse livro, eh, A gênese da alma, chama-se Apelo em favor dos animais. Eu fiz um resumo e tem uma música de fundo, mas acabou não saindo, né, Vine? Então vamos sem música mesmo. Então é assim, olha, apelo em favor dos animais tá no tá na no livro Gênesis da Alma de Cabutel. Vós que vedes luzes nestas letras que traçam a evolução espiritual, tende compaixão dos pobres animais. Sede bons para com eles, como desejais que o Pai celestial vos cerque de carinho de amor. Assim, não encerreis os pássaros em gaiolas, renunciai às caçadas, acaricai os vossos animais, dai-lhes remédios na

bons para com eles, como desejais que o Pai celestial vos cerque de carinho de amor. Assim, não encerreis os pássaros em gaiolas, renunciai às caçadas, acaricai os vossos animais, dai-lhes remédios na enfermidade, repouso na velice. Lembr que os animais são seres vivos que sentem, que pensam, que se cansam, que têm força limitada, que adoecem, que envelhecem. Os animais são nossos companheiros de existência terrestre. Como nós, eles vieram progredir, estudar, aprender. Sede seus anjos tutelares, sede benevolentes como para com eles, como é benevolente para com todos o nosso pai que está nos céus. Meus amigos, lembrando que eu disse, né, que Jesus nasceu no estábulo cercado de animais, que ele abençoe todos nós nessa proposta de aprender aquela lição que nós já sabemos de cor, né? Um abraço, viu? Muito obrigado, pessoal. >> Obrigada, Irvênia. Enquanto que tava falando, tava discorrendo na nossa memória alguns aspectos. Os espíritos têm nos dito que, por exemplo, o problema das drogas entre nós é um problema seríssimo hoje, envolvendo várias categorias, né, principalmente jovens. E alguns dizem que são encontros como este, que começam a criar uma condição deles passar a entender a problemática deles. E como diria o Dorico Paraguaçu, não só a problemática como a solucionática também. eles começam a ser trabalhados eh pela sensibilidade, porque eu fico imaginando o cenário de alguém que há séculos, né, está nessa encarnação de com essas problemáticas todas. E eles nos dizem que eles vêm acompanhar e quando os temas envolvem essa questão dos animais, por exemplo. E uma outra coisa que a responsabilidade nossa eles nos dizem que eles não conseguem ser sensibilizados pelas grandes palestras. Eles são sensibilizados quando se encontram com o nosso pensamento, que obviamente é sensível, que é caloroso, que é luminoso, os envolve e cria neles uma expectativa de mudança, de melhora, etc. Então, por que que eu tô dizendo isso? Porque a gente pode, nem no nosso convívio com os

sensível, que é caloroso, que é luminoso, os envolve e cria neles uma expectativa de mudança, de melhora, etc. Então, por que que eu tô dizendo isso? Porque a gente pode, nem no nosso convívio com os nossos animais favorecer que isso aconteça e isso ajude aqueles que têm problemáticas tão severas entre nós. Agradeço demais em função do nosso próprio horário estimado para encerrar 20:30, mas se alguém tiver alguma questão que queira colocar e eventualmente essas atividades elas ficam no YouTube, elas estão também nas outras redes sociais da FEB, mas podem ser acessadas e nós continuamos, né, à disposição para poder fazer um algum esclarecimento para aqueles que eventualmente viem aqui amanhã pela manhã. Temos uma reunião administrativa, mas estamos por aqui. E eu queria agradecer e passo a Irvênia para fazer as suas considerações. >> Bem, pessoal, eh o Hélio falou de perguntas eventuais, né, Hélio? Eh, alguém que tem alguma pergunta, tanto os presentes aqui quanto aqueles que nos acompanham pela internet, podem entrar no nos no endereço dos dos nuvetes de modo geral e passar perguntas por chat, né, também nos eventos que nós temos, porque pergunta tem muitas, né? Eu tô até por por iniciativa da Paula, que vive me cutucando com isso. Eh, eu tô em andamento de um livro, Hélio, eh animais e espiritualidade, perguntas e respostas, né? Pegando essas perguntas, aqueles papeizinhos que ficam no final, eu fui pondo lá numa caixa de sapato, quando chegou no no topo, eu falei: "Acho que tá na hora de tirar e fazer o livro". Então, vamos fazer um livro também, se der tempo, né? Sobre isso aí. Então, meus amigos, grupo estão se manifestando. >> É, >> gostaram muito, valeu cada minuto. >> Ai, que bom, Paula. O grupo que ela tá falando, a Paula criou um grupo, tem várias pessoas, né, Paula? É, de estudo desse último livro que eu que eu editei, né, sobre os animais. Mas a a primeira coisa que os nuvetes fazem mesmo é estudar, né, Daisy? e continua, começa estudando e vai continuando estudando,

estudo desse último livro que eu que eu editei, né, sobre os animais. Mas a a primeira coisa que os nuvetes fazem mesmo é estudar, né, Daisy? e continua, começa estudando e vai continuando estudando, porque a gente tem que conhecer bem o assunto, né? E tem muita coisa que a gente já não sabe. Então, meus amigos, eu queria agradecer demais a presença de todos, o interesse e também dos internautas, agradecer a acolhida, viu, Hélio? O Hélio sempre é uma pessoa que tem os braços abertos para nos receber sempre, né? seja nos encontros por internet, seja presencialmente aqui. Eu gostaria que você estendesse ao Geraldo eh Geraldo Campete e ao eh Godinho eh presidente, vice-presidente e outros também da diretoria. O nosso agradecimento sincero mesmo por essa acolhida que sempre nosove, né? Então é isso, meus amigos. Peço a Jesus que abençoe a todos, né? E Hélio, se você quiser fazer uma prece de encerramento, porque a prece do Hélio é assim uma delícia de ouvir, né? Eh, eu queria agradecer muito e citar a presença da Paula. até convidar a Paula para fazer a prece porque a Paula é o braço direito nosso aqui e ela não apareceu. Fico mais um bastidor aí, mas somos um grupo, sabemos das nossas responsabilidades e nós eh o futuro vai nos mostrar o quanto que esta realidade de família multispécie que cresce tem uma parte de problemática que exige que a gente se envolva sobre aspecto do direito, que por exemplo existem famílias deserdando filhos para herdar, para passar fortuna pros animais, né? Até que ponto esses aspectos são eh corretos, vamos se dizer assim, mas isso só mostra a necessidade da gente se envolver nessa temática. E eu fico muito feliz porque sei que tiveram assistindo a nós aqui, por exemplo, pessoal de Portugal e o Vittor, eu só agora descobri depois de 30 anos que ele era agrônomo. Então tudo que nós entendemos sob o lado do nosso tão querido animal, ele entende na forma de vegetal. E a gente consegue entender o porquê. E aí, principalmente em relação às coisas que eu vem vão perdurar, me

que nós entendemos sob o lado do nosso tão querido animal, ele entende na forma de vegetal. E a gente consegue entender o porquê. E aí, principalmente em relação às coisas que eu vem vão perdurar, me vem na mente Mangabeira Húngaro. muitos de vocês conhecem, é considerado uns 40 pensadores da humanidade mais relevantes, esteve nessa casa, visitou-nos, é fã da doutrina, embora, como ele diga, não tem muita necessidade, porque tudo que ele faz tem muita coerência. E ele nos diz que a humanidade só vai sobreviver, não só em termos de organizações religiosas, como temáticas maiores, famílias e organizações, se elas aprenderam com os próprios animais a cooperar e a ampliar esse sentido de vida que nós estamos fazendo. Então eu muito fico muito feliz, principalmente com aqueles que ficaram até o fim, que teve alguns que em função de outros compromissos possivelmente e todos os anos nós fizemos essa atividade e é sempre uma honra essa casa e a tendência é crescer porque nós temos a FEB com consciência e existe uma campanha chamada conscientização ecológica. Todas as quintas-feiras tem live e essa campanha inclui a nossa atividade e a tendência é isso se crescer porque faz parte do nosso dia a dia, da necessidade da gente conversar. agradecer muito e pedir então aos nossos queridos amigos espirituais, porque a gente costuma pedir muito, que eles continuem nos amparando, principalmente aqueles que sofrem e que têm dor e que eventualmente não tem a nossa compreensão por motivos vários, sofrem, estão no descaminho, alguns sobrecarregados pela prova, pelo erro, pelo engano e precisam da nossa mão estendida. outros estacionados ou por egoísmo, por questões de necessidades mentais, Senhor, são nossos irmãos. Buscamos auxiliá-los. Aqueles que desartentos, descuidados, andam pelas portas largas, que se oferecem, escancaram e tem convite a toda hora. Senhor, auxilia-nos a ter olhos de ver e ouvidos de ouvir e conseguir perceber que tudo que nos ofereces tem por fim o processo de melhoria, de burilamento das

m, escancaram e tem convite a toda hora. Senhor, auxilia-nos a ter olhos de ver e ouvidos de ouvir e conseguir perceber que tudo que nos ofereces tem por fim o processo de melhoria, de burilamento das nossas almas. Milenares que somos, temos nos esforçado, mas também sabemos que precisamos continuar. E pelo acréscimo da misericórdia, o pai vai nos renovando a condição. Uma inteligência que se amplia, mas um coração que precisa estar presente. Emuel, os nossos corações, quando eles se manifestam, eles vão criando uma espécie de corolário de luz e com o coração conseguimos alcançar Jesus, esse mestre amigo de tantas horas, muitas vezes queixos lamentando, não percebemos que na verdade ele nos sustenta. hora, mestre, te agradecemos e te pedimos, envolva-nos com toda a tua infinita sabedoria para que consigamos melhor discernir, mas especialmente com o sentimento de amor que tens para conosco, com infinita paciência ao longo dos séculos e vai nos renovando a condição. esteja no meio de nós, embora sabemos que a nossa responsabilidade é melhorar o padrão de vibração para estarmos mais em sintonia contigo. Permaneças entre nós, logo mais no sono físico, boa companhia, energia, reflexão sobre os assuntos aqui comentados possam nos trazer luz para que andemos com mais proveito em tua direção, hoje e sempre. agradecidos que somos pela tua companhia. Permaneça conosco e que assim seja. >> Obrigado, queridos irmãos. Volto a insistir, esse livro então vai continuar em promoção da biblioteca e outros. Nós agradecemos. >> Uma pergunta que eu queria fazer. Como vocês veem o fato de que eh algumas pessoas, como inclusive, preferem ajudar os animais do que ajudar o o ser humano? E é difícil, a gente fica pensando nisso, né? Eh, que a gente tem que ser solidário, principalmente para os semelhantes, mas a gente vê que os semelhantes muitas vezes têm um egoísmo, uma maldade que a gente não vê nos animais. Então, a gente acaba tendo às vezes mais amor aos animais do que aó. Mas a gente precisa tomar cuidado, você

que os semelhantes muitas vezes têm um egoísmo, uma maldade que a gente não vê nos animais. Então, a gente acaba tendo às vezes mais amor aos animais do que aó. Mas a gente precisa tomar cuidado, você tem razão, porque nós temos que ajudar todos, especialmente o ser humano, para tratar bem os animais, não é? Porque muitos dos sofrimentos atuais dos animais que convivem conosco ou que nos servem é provocado pelo ser humano, não é? Então, temos que abrir a consciência do ser humano em relação a isso, cuidar de tudo, do ser humano, dos animais, da natureza, da qualidade do ar, da qualidade da água, ou seja, cuidar da nossa casa, que é o nosso planeta, e de todos os seres que vivem aqui, né? Então, não, não vale cuidar só deles. Ah, eu já cuido desse, um cuido do outro, não. Vamos cuidar de todo mundo, né? essa essa essa discriminação assim, ela tem que ser deixada de lado. Mas se você lembrou bem, foi é uma coisa que tem acontecido muito. Inclusive no chamado meio da proteção animal, a gente encontra às vezes muitas pessoas que têm dificuldade de relacionamento com o ser humano, enche a casa de cachorro, de gato, não é? A Dra. Ranelor Fuxes, ela é ela já desencarnada, uma veterinária um pouquinho mais uns 3 anos eh antes de mim, ela tava adiantada na faculdade. Ela atendendo os animais e os tutores, ela começou a observar que muitos desequilíbrios dos animais eram reflexo dos desequilíbrios dos tutores. Sabe o que ela fez? prestou vestibular na psicologia, fez a faculdade, fez mestrado, doutorado. Ela tinha o consultório de psicóloga e de veterinária. E ela consultava, ela ajudava o ser humano, o tutor e ajudava os animais, né? E ela dizia assim que às vezes eh essa tentativa de você eh ter um buraco no seu relacionamento com o ser humano e querer tampar esse buraco com uma afetividade que você tem com animais, não cabe. Cada cada setor tem que ser preenchido com o o remédio correspondente. Então ela falou: "Não adianta você pegar uma coisa de um contexto e pôr no outro e vice-versa.

ue você tem com animais, não cabe. Cada cada setor tem que ser preenchido com o o remédio correspondente. Então ela falou: "Não adianta você pegar uma coisa de um contexto e pôr no outro e vice-versa. Não, não é, mas a gente tem encontrado mesmo. E sabe o que essas pessoas fazem? Humanizam os pets. Então é aquele cachorrinho assim que usa quatro tenizinhos nas patas, óculos escuro, bonezinho, mochila nas costas. Quando a gente vai lá no no Parque Birapuera no em São Paulo, tem pessoas puxando um carrinho que não é carrinho de bebê adaptado, são carrinhos fabricados para os animais, para cachorros de médio e pequeno porte, para gato. Então os cachorros estão tudo vestidinho lá e a pessoa puxando o cachorrinho dentro do carrinho, um cachorrinho humanizado. sendo que na década de 1960, é uma história bonita do Roger Brambell, ele criou um código de conduta, um Código Civil de conduta para com os animais, a conhecido como o princípio das cinco liberdades. Todo animal deve estar livre de fome, de sede, de doenças, de maus tratos e o último para exercer o comportamento normal da espécie. Nem isso a gente tá fazendo, conseguindo fazer agora no século XX, de pegar um animal que você leva para casa, humaniza ele, põe no carrinho, vai passear no parque. O coitado não pode nem exercer o comportamento de cachorro, né? Virou um bebezinho, um boneco ou um brinquedo, mas você puxou bem. Esse assunto é importante mesmo, viu? Tá bom, então. Um abraço, viu? Muito obrigada. >> Obrigada pela presença aí.

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