47• Semana Espírita de Feira de Santana | Éden Lemos – (RN)
Tema: Perdão e paz interior: Convites para uma vida feliz, Dia: 19/09/2025– 20h Tema central: Céu Inferno e a Justiça Divina, Local: Feira de Santana-Ba, Assista com a gente também aqui no youtube da Tv Espírita da Bahia: TEBtvBA, Transmissão ao vivo: Canal YouTube CR3/Feira, Retransmissão: Canais Parceiros Apoio: IDEAK- RJ, Realização: CR3 Feira de Santana | FEEB - Federação Espírita do Estado da Bahia.
que a vida é passagem, Amanhã da vida uma festa. Vê que ser é mais importante que ter. Sorri quando tudo parecer cair. Sentir a beleza infinita do céu azul. Ah, eu quero encontrar no teu ombro um amigo. Sonhar que não existe mais o perigo. Sonhar que ainda vamos no carnaval. Eu serei um instante mais breve. infinito. Seguirei o sambista no ritmo vivo. Viver alegria maior não há. Ah, se o tempo entre tempos pudesse lembrar que a vida é passagem viagem amanhã, faria da vida uma festa. Vê que ser é mais importante que ter. Sorri quando tudo parecer cair. Sentir a beleza infinita do céu azul. Ah, eu quero encontrar no teu ombro um amigo. Sonhar que não existe mais o perigo. Sonhar que ainda vamos no carnaval. Eu serei um instante mais breve, infinito. Seguirei o sambista no ritmo vivo. Viver alegria amanhã não há. Maior não há alegria. Maior não há. Obrigada. Agradecemos então a Charleston e a Natália pelo belíssimo momento musical desta noite. Agora vamos serenar um pouco as nossas mentes, parar por um instante, alguns segundos. nos conduzindo em prece ao alto, rogando a Jesus, o nosso mestre, aos bons espíritos, que nos inspirem nesta noite, que nos permitam abrir as nossas mentes para os ensinamentos que serão passados. E que estes mesmos bons espíritos possam inspirar o conferencista desta noite e que ao final possamos retornar aos nossos lares inebriados pelas energias positivas desta noite, deste ambiente. levando a todos aqueles que lá se encontram estes mesmos efúvios positivos de paz e harmonia. Sede conosco, Senhor, hoje e sempre. Mais uma vez, bem-vindos e bem-vindas. Todas as pessoas que estão conosco nesta noite ao sétimo dia da 47ª Semana Espírita de Feira de Santana, que tem como tema central céu, inferno e a justiça divina. Saudamos também aos internautas que nos assistem. O Conselho Regional Espírita 3, órgão da Federação Espírita do Estado da Bahia, agradece a presença de todas as pessoas aqui e que nos acompanham pelos canais na internet. O nosso evento é transmitido pela
selho Regional Espírita 3, órgão da Federação Espírita do Estado da Bahia, agradece a presença de todas as pessoas aqui e que nos acompanham pelos canais na internet. O nosso evento é transmitido pela internet em nosso canal no youtube.com/cr33numeral feira. Também pelo pela TV Ideac. pela rede Amigo Espírita, pelo Rádio Portal da Luz, TV FEB e FEB Lives e CFTV. Meu nome é Márcio Campos. Eu serei o mestre de cerimônias dessa noite, fazendo a minha audiodescrição. Eu sou um homem de estatura média, de pele clara, calvo, usando um óculos redondo marrom, um terno cinza claro com camisa e gravatas azuis. Calça cinza claro, sapato caramelo. Gostaria de solicitar agora a equipe técnica que, por gentileza, soltassem os vídeos do evento. Entre o último suspiro e a eternidade, existe uma verdade que nenhum véu consegue esconder. Não são fogueiras nem arpas douradas que nos esperam, mas o eco imortal de tudo que fomos. O além não é um lugar, mas um espelho. Reflete o que carregamos dentro. Nossos medos transformados em sombras, nossas escolhas virando destino, a luz que nutrimos ou a escuridão que não largamos. E no silêncio desse reflexo, uma revelação. Não existem portões trancados, apenas degraus da mesma escada infinita, porque o verdadeiro céu e o verdadeiro inferno começam aqui dentro do que escolhemos ser a cada dia. E você já sabe qual está construindo? Lembre-se, Deus nunca abandona seus filhos e sempre abre novas portas para novos recomeços, para gravitarmos em torno dele pelos caminhos da evolução. Sua alma está pronta e a hora é agora. Sejam bem-vindos à 47ª Semana Espírita de Feira de Santana. Oi, gente. Vim contar uma curiosidade para vocês. Vocês já pararam para pensar como é organizada a semana espírita? Hum. Então vem que eu vou te contar. Depois que começamos o evento, precisamos muito da ajuda de vocês. A nossa semana conta com o espaço da livraria e da cantina. E todo o dinheiro que arrecadamos aqui é revestido para poder pagar as nossas despesas. Toda vez que vocês escolhem
muito da ajuda de vocês. A nossa semana conta com o espaço da livraria e da cantina. E todo o dinheiro que arrecadamos aqui é revestido para poder pagar as nossas despesas. Toda vez que vocês escolhem comprar um livro com a gente ou fazer um lanchinho ou tomar um café aqui, vocês também estão contribuindo pra semana. Então agora que vocês já sabem, não esquece de nos visitar, viu? Queremos agradecer aos nossos apoiadores masters, a prefeitura municipal de Feira de Santana, o grupo São Roque, Produtos Cuco, Flocão Baiano, Pererê Motociclo, Instituto Social Vipalu, Pulos Outdoor, Marcante Estúdio de Podcast, aos demais apoiadores e também ao movimento espírita de Feira de Santana. Amanhã às 14 horas teremos a continuação da semana jovem com a presença de Éden Lemos. A Federação Espírita do Estado da Bahia promove o 21º Congresso Espírita da Bahia com o tema nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei que acontecerá entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro no Fiesta Convention Center em Salvador. Inscrições no site www.feb.org.br. BR. A gente pede a técnica que também eh solte o vídeo do congresso. A vida espiritual é certeza da imortalidade do ser, é proposta de crescimento e novas perspectivas para elevação moral e párofessa. A espiritualidade trouxe por meio dos mensageiros do além preciosas informações sobre Deus, reencarnação e também sobre o intercâmbio interdimensional entre encarnados e desencarnados. A vida não censa e está em constante processo de mudança e evolução. Compreender as dinâmicas da existência é saber um pouco mais sobre nós, respondendo às questões sobre o porquê de estarmos aqui e qual o propósito das encarnações. Para abordar esses temas, a Federação Espírita do Estado da Bahia, P realizará entre os dias 30 de outubro a 2 de novembro o 21º Congresso Espírita da Bahia, com os seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Bordinho, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Peres, São Paulo, Marcarete Ália, São
o Espírita da Bahia, com os seguintes convidados: Alberto Almeida, Pará, Bruno Bordinho, Porto Alegre, César Reis, Rio de Janeiro, Fábio Carvalho, Maranhão, Júlio Peres, São Paulo, Marcarete Ália, São Paulo, Maí Branca, Brasília, Rosson Carrara, São Paulo, Rosa Martins, Rio de Janeiro, além da participação do grupo de palestrantes da P e demais integrantes do estado. 21º Congresso Espírita da Bahia. Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Tal é a lei. 30 de outubro a 2 de novembro de 2025. Fiesta Convention Center, Salvador Parí. Inscrições www.fr.br. Venha, participe. >> Não esqueçam de visitar a nossa livraria com promoção de livros e camisas e também visitem a nossa cantina. Informamos que aqui neste prédio possui estacionamento próprio e a entrada é franca para assistirmos a semana espírita de Feira de Santana. Contamos com mais de 400 vagas disponíveis para que nós possamos vir com os nossos veículos, estacionarmos em segurança, assistirmos com tranquilidade as palestras, as atividades artísticas e em seguida sairmos, retornarmos aos nossos lares com muita tranquilidade. Então, não precisamos estacionar na rua, temos um estacionamento disponível com entrada franca para todos vocês. Já estão havendo os ingressos para o seminário que acontecerá no dia 21 pela manhã e na compra do ingresso você ganha um exemplar do livro O céu e o Inferno. Então imperdível, né? Além de além de ser uma eh uma entrada com valorico, a gente ainda ganha um livro, né? O Céu Inferno, uma obra importante da codificação e que é tema desta semana espírita. Então vamos aderir ao nosso seminário. Estamos muito felizes porque a biblioteca Joana de Ângeles voltou as suas atividades no Centro Empresarial Mandacaru, na rua Conselheiro Franco 200, no subsolo, sala 17, das 14 às 17 horas. Se você quiser ser um voluntário, procure a coordenação do CR3 aqui no evento para ajustar-se à escala de voluntários. O Conselho Regional Espírita 3 convida a todos para a sessão solene de comemoração do dia municipal de O Livro
rio, procure a coordenação do CR3 aqui no evento para ajustar-se à escala de voluntários. O Conselho Regional Espírita 3 convida a todos para a sessão solene de comemoração do dia municipal de O Livro dos Espíritos. No dia 25 de setembro, às 19 horas, na Câmara Municipal de Vereadores de Feira de Santana. Estamos todos convidados, convidadas. Vamos prestigiar esse importante evento de valorização do Livro dos Espíritos em nossa cidade. É uma lei municipal. Após a palestra, teremos um momento de homenagem ao nosso querido Divaldo Pereira Franco com o nosso irmão Cloves Nunes. Portanto, não deixem este auditório ao final da palestra de Eden Lemos. Convidamos agora o nosso companheiro Marcos Machado, coordenador do CR3, para nos dar um recado. >> Boa noite. Serei breve. Estamos na reta final da nossa semana espírita e com uma riqueza imensa de atividades, convidamos a todos que convidem outras pessoas para que amanhã às 18:30 estejamos aqui para assistir um grande evento que é o Cine Debate sobre a novela A Viagem. Estamos trazendo uma professora de psicologia, grande conhecedora da doutrina espírita, que é a nossa irmã Nádia Matos. E ela vai nos brindar sobre temas diversos que essa novela nos traz. E aí vocês podem estender a um familiar, a um amigo, né, a pessoas que vocês saibam que neste momento estejam assistindo a novela mais uma vez e brindar, né, a luz do Espiritismo sobre temas diversos. que esta novela nos traz, mediunidade, obsessão, vida no mundo espiritual e tantas outras temáticas. Então, amanhã a gente vai chegar um pouquinho mais cedo, certo? Também dizer que nós estamos com um grande seminário para esse final de semana. Nosso Éden Lemos já está aqui. Ele vai falar sobre pensamento e vida. e Leonardo Machado, que vai estar conosco a partir de amanhã sobre o poder terapêutico da fé e da oração. Leonardo é psiquiatra de formação e ele tem isso no seu trabalho, na dinâmica com os seus pacientes, colocando aí a vertente da espiritualidade juntamente com a
o poder terapêutico da fé e da oração. Leonardo é psiquiatra de formação e ele tem isso no seu trabalho, na dinâmica com os seus pacientes, colocando aí a vertente da espiritualidade juntamente com a medicina e vai nos trazer contribuições maravilhosas a respeito do quanto a fé, o quanto a oração pode contribuir para a nossa saúde. Eu gostaria de pedir a vocês também que ao sairmos hoje do auditório nós pudéssemos ir à livraria. Nós estamos sorteando duas bicicletas no intuito de podermos construir a nossa casa, a casa de Valdo Franco. Inclusive no domingo aqui nós estaremos colocando algumas estratégias para esta campanha. Então, no seminário vocês vão estar sabendo de outras atividades que faremos para que esse nosso espaço, quem sabe em pouco tempo ele possa estar construído. Já temos agora até o final do ano quatro casas que estarão prontas à disposição para serem vendidas. Casas de três quartos com uma suí, duas vagas de garagem. Então, se alguém já está planejando e ter uma casa nova ou conhece alguém, a casa vai ser bastante espiritualizada, não vai ter obsessor que vai entrar, né? Não, de forma nenhuma, porque você além de comprar a sua casa, você vai estar contribuindo para que os espíritas possam ter a sua casa aqui no nosso movimento. E uma casa com o nome de Divaldo Franco. Essas casas estão ali próximas à Fragamaia, né? uma localização bastante interessante aqui na nossa cidade. Então, ao sair daqui, vamos à livraria. Amanhã todo mundo chega mais cedo e todo mundo também no seminário do domingo às 9 horas. No seminário também a gente vai estar fazendo uma grande homenagem a Divaldo Franco. Estaremos trazendo um de seus filhos que vai contar para nós quem foi o seu pai. Então, contamos com a presença de vocês nesta reta final do nosso evento. Obrigado, Marcos. Para compor a nossa mesa nesta noite, gostaríamos de convidar Roque Eldes, presidente do Laro Irmão Velho, Adolfo Carvalho, representando o Centro Espírita Boa Nova. Jorge Brasileiro, representando a
Para compor a nossa mesa nesta noite, gostaríamos de convidar Roque Eldes, presidente do Laro Irmão Velho, Adolfo Carvalho, representando o Centro Espírita Boa Nova. Jorge Brasileiro, representando a Sociedade Espírita O Consolador Prometido, Leila Fontes, representando o Grupo da Fraternidade Espírita. Elíória, Dilma Silva, representando a Associação Espírita Jesus nos chama. Antes de convidar o nosso palestrante dessa noite, eu gostaria de lembrar que no período da colonização do Brasil, eh, povoava o litoral na região que hoje são os estados Rio Grande do Norte, Paraíba, a os os eh grupos indígenas, né, indígenas É da tribo. Márcio, como é que dá um branco uma hora dessa? Márcio que vergonha. Eram os potiguares, mas na verdade eram os tupuaranis, né? eles eh eles colonizavam, viviam naquela região e eles eram chamados de potiguares, exatamente porque eh na língua tupi guarani potiguar significa comedor de camarão. O nosso palestrante da noite é Potiguar e de tanto vir à Bahia, eu acho que já deu para colocarmos um pouquinho de dendê nesse camarão e fazermos uma boa moqueca baiana. Então, para proferir a palestra Perdão e Paz Interior, Caminhos para uma vida feliz, temos o prazer de convidar e vocês o receberão certamente com uma calorosa salva de palmas vindo de Natal no Rio Grande do Norte, o nosso querido Éden Lemos. Perdão aí pelo pelo grande, estimadas irmãs, estimados irmãos das duas dimensões da vida que nos encontramos nesta noite, neste evento maravilhoso. É uma honra muito grande poder estar aqui agradecendo de coração voltar de novo à feira, poder rever os amigos, as amigas, inclusive eles que agora estão no mundo espiritual, não é? alguns bem recentes, o nosso querido Divaldo e também o nosso querido Peixinho. Para mim é uma honra muito grande. E na minha autodescrição eu tenho 1,80 m, cabelos enevoados com um pouquinho de preto ainda. Um corpinho bem esbelto de 111 kg, né? Bem cuidado. Estou com uma camisa colvinho e uma calça azul clara e uso óculos também ficou azul. Então, é
m, cabelos enevoados com um pouquinho de preto ainda. Um corpinho bem esbelto de 111 kg, né? Bem cuidado. Estou com uma camisa colvinho e uma calça azul clara e uso óculos também ficou azul. Então, é um prazer imenso estar aqui com todas e com todos vocês. Pensando no tema da noite de hoje, perdão e paz interior, convite para uma vida feliz. Eu me lembrei daqueles dias inesquecíveis na história da humanidade, quando o grande aralto de Deus, governador espiritual da terra, o bom pastor, Jesus estava convivendo conosco corporificado. Ele então encarna entre nós para nos deixar a grande síntese da compreensão da lei de Deus, que traz para todos nós a referência segura para seguirmos na busca de Deus, nosso pai, tendo a segurança do caminho, um caminho verdadeiro baseado nessa própria lei de Deus, que o mestre Jesus como espírito puro vive. Todos os seus movimentos são de plena sintonia com esta lei. E nas cercanias de Cafarnaum, ele após o convite ao seu colégio apostolar, ele então realiza as primeiras pregações, as primeiras curas, tocando no coração daquela multidão sedenta de paz, de harmonia, que mesmo tendo condição de acessar o conhecimento da lei divina pela missão inquestionável e valiosa de Moisés, que apresentou esta síntese do decálogo dentro da cultura hebraica, um dos momentos também importantíssimos da história do pensamento humano na compreensão de Deus e da sua lei. Ele então se dirige para a sua cidade de Nazaré, aquela cidade que tem a tradição da sua árvore genealógica, digamos assim. Ele então com o seu grupo, ao se deslocar para aquela cidade, vai encontrar os primeiros grandes desafios da sua missão. desafios que foram mais expressivos, é claro, para os discípulos aprendizes da sua mensagem luminosa, segura, que trazia essas boas notícias diretamente do pensamento divino para a compreensão mais profunda da humanidade. A lei de Deus, ao longo da história da humanidade já vinha sendo estudada, já vinha sendo buscada. A humanidade já havia compreendido
pensamento divino para a compreensão mais profunda da humanidade. A lei de Deus, ao longo da história da humanidade já vinha sendo estudada, já vinha sendo buscada. A humanidade já havia compreendido alguns aspectos, mas a vinda de Jesus é um divisor de águas. E ainda hoje estamos tentando aprender a profundidade daqueles ensinamentos que na arte de ensinar o que se vive, o mestre trouxe as sínteses basilares para nós termos convicção de que estamos seguindo na direção do Pai. As perseguições foram tamanhas em Nazaré, que o colégio apostolar se sentiu extremamente envolvidos nas energios perseguidores. Senhora, diziam que Jesus era um revolucionário que talvez representasse algum príncipe desconhecido, com intenções de dominar o poder temporário da política da religião dos seus dias. Outros olhavam para ele como um verdadeiro místico mago, que dominando conhecimentos desconhecidos da maioria, usava a magia para impressionar a multidão. os grandes, poderosos da sua época, ouvindo as repercussões dos seus ensinamentos nos corações dos escravizados daquela época, aspirando o reino novo, aspirando uma vida futura incompreensível para a maioria dos poderosos de todos os tempos da história da humanidade, observavam em Jesus uma personalidade perigosa que precisava ser combatida. Aquele foi o grande introito, a grande introdução das dificuldades que a sua missão encontraria. Pedro e Felipe, principalmente, batalharam com muita energia, entraram em debates públicos, provocaram muitos daqueles que atacavam Jesus com o intuito de poder defender o mestre, de tentar explicar que não era nada daquilo. E assim os embates se sucederam, as perturbações foram tamanhas, as dificuldades foram tão ásperas que o mestre decidiu e era a hora de partir de Nazaré. Na própria intimidade do colégio apostolar, os irmãos não estavam se entendendo. Alguns diziam que Felipe e Pedro estavam fugindo dos ensinamentos de Jesus. Pedro e Felipe, incompreendidos, também geravam disputas, desentendimentos
o apostolar, os irmãos não estavam se entendendo. Alguns diziam que Felipe e Pedro estavam fugindo dos ensinamentos de Jesus. Pedro e Felipe, incompreendidos, também geravam disputas, desentendimentos dentro daquela equipe aprendiz dos 12 primeiros discípulos, homens de Jesus. E assim o mestre observava tudo aquilo, deixando que a experiência se estabelecesse, deixando que eles se experimentassem, procurando um momento mais adequado para as suas reflexões. E assim, diante da atitude de Jesus, principalmente Pedro e Felipe, observando que Jesus não retrucava, que Jesus não encarava o debate da dominação intelectual para se tornar vitorioso diante da mentalidade da época. Depois de alguns dias já de volta a Cafarnaum, aquele grande lago que tranquilizou de certa maneira todo o grupo, eles tiveram coragem de procurar Jesus. E Pedro coloca para Jesus, porque ele não se defendera. Porque ele não tentava explicar para todos aqueles que o perseguiam em Nazaré o equívoco dessa perseguição. E Jesus vai dizer para Pedro, para Felipe todos os integrantes do colégio apostolar, que a tarefa dele era de fato de construir uma vivência dessa lei de amor, de justiça e de caridade. que Deus nos deu como prova maior da sua paternidade divina, que ele vinha para abraçar a ignorância da humanidade, sabendo colocar o esclarecimento sem provocar a violência diante do irmão que não compreendia ainda a sua grande missão. esclarecer a ignorância humana. Exige, dizia Jesus, vigilância para não nos envolvermos nos equívocos da existência humana, mas ao mesmo tempo exige de nós a busca da viv da lei de amor, de sempre colocarmos para o outro, para os outros, aquilo que gostaríamos e este outro, que estes outros, outras fizessem para conosco. Felipe vai dizer para Jesus, diante das reflexões do mestre, que ele entendia a necessidade de enfrentarmos as dificuldades dos debates públicos e que muitos estavam olhando para ele, para Pedro, como se não fossem seguidores dos ensinamentos do mestre. Qual era a opinião de Jesus?
cessidade de enfrentarmos as dificuldades dos debates públicos e que muitos estavam olhando para ele, para Pedro, como se não fossem seguidores dos ensinamentos do mestre. Qual era a opinião de Jesus? Interessante é que Jesus vai dizer como sempre, a gente espera uma resposta dele. Ele apresenta para nós uma questão para que a gente reflita. para que a gente pense. E aí ele coloca para Felipe, Felipe, tu já vives a lei de Deus plenamente em sua vida? Felipe fica desconcertado. Uma pergunta dessa, qualquer um de nós ficaríamos desconcertados. Imagine vindo de Jesus, governador espiritual dos nossos destinos evolutivos na Terra. Ele então coloca para Jesus: "É verdade, mestre, eu ainda não tenho o reino de Deus edificado dentro de mim". E então Jesus começa nesse diálogo profundo de várias nuanças, nuances a colocar que de fato nós precisamos assumir a verdade da lei de Deus e não termos receio de dar testemunho. Mas que o nosso testemunho seja o testemunho de quem busca viver esta lei. É necessário, é verdade, de tempo para isso. Por isso que nós precisamos compreender vivendo a compreensão. E aí o diálogo segue apresentando para cada um daqueles dois aspectos que eles não tinham compreendido. Jesus vai lembrar inclusive que o ensinamento de que nós não devemos buscar Deus no templo, no altar, para deixar a nossa oferenda. E devemos, antes de deixar a oferenda a Deus, nos reconciliarmos com os nossos adversários. Ele retoma essa lição apontando exatamente a necessidade de que a conquista do outro para Deus não é apenas um ato de digressão intelectual, de hermenêutica filosófica, de argumentações onde onde a gente tenta dominar o outro pela força do argumento, mas o argumento principal da lei de Deus é compreendê-la e vivê-la. Por isso, dizia Jesus, para aqueles que nós falamos, apresentamos a verdade Deus e eles não aceitam, se a gente apresenta de formas diversas e eles não aceitam, é porque ainda vai precisar de tempo para que a sua compreensão alcance aquele nível da verdade.
sentamos a verdade Deus e eles não aceitam, se a gente apresenta de formas diversas e eles não aceitam, é porque ainda vai precisar de tempo para que a sua compreensão alcance aquele nível da verdade. E aí precisamos ter amor para compreender o limite do outro sem desprezá-lo, mas também violentá-lo. Por quê? Observemos bem, Deus nos criou simples e ignorantes. Será que Deus não sabe das dificuldades que um espírito imperfeito tem? É óbvio que sim. É claro que sim. Por isso que ele estabeleceu a realidade da imortalidade, da vida, dos processos sucessivos da reencarnação, para, como filho pródigo, experimentem-nos no processo evolutivo, utilizando as riquezas de Deus, que são empréstimos para nós. Ele deixa que a gente siga, mas ele também sabe que um dia nós voltaremos, porque é experimentando-se nas reencarnações que as consequências dos nossos atos entre momentos de harmonização, o céu simbólico e metafórico e os momentos e desharmonia nessas experiências que são processos de aprendizagens, metaforicamente os nossos infernos. Nós vamos nos autoiluminando com o amor dos mais evoluídos que não desistem de nós. Portanto, é preciso ter paciência, Pedro. e Felipe. Mas é preciso ter perseverança, mas é preciso ter vigilância para continuar apresentando a verdade sem pressa, para que o próximo siga o nosso ritmo, mas para que ele descubra que o seu ritmo não está adequado e ele siga melhorando este ritmo. É a grande jornada da evolução, de espíritos de terceira ordem até a primeira, espíritos puros. Deus que nos criou nos dá todas as oportunidades, espera como pai da parábola do filho pródigo. Porque o determinismo, diz o livro dos espíritos, da nossa evolução até espíritos puros já está definido. Agora, o tempo que iremos trilhar, cada um de nós individualmente e ao mesmo tempo coletivamente, não está definido, pois quem define somos nós mesmos. Pedro, portanto, faz a célebre pergunta: "Senhor, quantas vezes eu devo perdoar ao meu irmão? sete vezes, desde a tradição
mo tempo coletivamente, não está definido, pois quem define somos nós mesmos. Pedro, portanto, faz a célebre pergunta: "Senhor, quantas vezes eu devo perdoar ao meu irmão? sete vezes, desde a tradição de Amós na cultura hebraica, que ele havia estabelecido que nós deveríamos perdoar o nosso irmão três vezes. Isso tem muito do simbolismo da cultura hebraica. Pedro foi até mais compreensivo. De três foi para outro número número cabalístico que é o sete. E Jesus carinhosamente fez a primeira aula de matemática fundamental para que Pedro e todos nós compreendêsemos que o perdão é uma necessidade sem a qual nenhum de nós vai ter paz interior. Eu não te digo sete vezes, mais 70 x 7. Para uns, vamos pegar 70, multiplicar por 7, vai dar um resultado, mas para mim foi mais. Isso também pode ser compreendido como uma exponencial de base 7 elevada à potência 70. Faça os cálculos. Quando terminar a semana espírita, vocês me digam quanto é que dá. E abrindo parênteses, o espírito verdade vem com a sua equipe e na questão 886 do livro dos espíritos, aí não tem mais nenhum tipo de necessidade matemática, porque o pensamento de Jesus vai ser revisitado no sentido real. Perdão das ofensas. Perdão das ofensas. Se eu quero praticar a caridade segundo Jesus a entende, no sentido de Jesus, no significado do aralto de Deus entre nós, eu tenho sempre que perdoar. Não tem mais 70 vezes sete vezes. Não tem mais três, não tem mais sete, tem. É de novo. De novo. Você de novo, Eden. É. E o que é que a gente vai fazer com você? Perdoar. E a gente diz isso, mas lá dentro, né, a nossa imperfeição, o orgulho, a vaidade diz, tem alguma coisa errada aí. Não tem erro aí, porque é isso que Deus faz conosco. Se ele não fizesse isso, a gente ainda estaria aprisionado à ideia de um céu e de um inferno como espaços definidores do nosso futuro espiritual. E o espiritismo revisita essas metáforas, respeitando-as, mas tendo coragem e vigilância de reapresentá-las no sentido original do que Jesus estava querendo dizer,
inidores do nosso futuro espiritual. E o espiritismo revisita essas metáforas, respeitando-as, mas tendo coragem e vigilância de reapresentá-las no sentido original do que Jesus estava querendo dizer, estados de alma do nosso espírito. Portanto, o tema da noite de hoje, ele traz essa memória desse diálogo que Humberto de Campos no livro Boa Nova, uma obra magistral, no capítulo O perdão, traz para nós um panorama no qual eu me baseei para as reflexões iniciais do nosso estudo da noite de hoje. Por quê? O perdão tem a ver com a paz interior? Por quê? A primeira coisa que a gente tem que compreender é que quando nós praticamos o bem, que no conhecimento espírita é viver de acordo com a lei divina ou natural que o livro dos espíritos aprofunda na sua parte terceira das leis morais, eu estou no bem. O bem é isso do Espiritismo. E o que é o mal? É o me afastar disso. Não existe entidades do mal, não existe um reino do mal. Não existe essa realidade na criação divina de acordo com o pensamento de Jesus interpretado pelo Espiritismo. O que existem são seres espirituais desarmonizados diante da lei, ou seja, praticando mal, distanciado dela, que desarmonizados, desarmonizam o ambiente onde estão. Mas Deus criou esse ambiente com as possibilidades de estarmos bem. Exemplo, levante o braço. Quem sabe o que é umbral aqui, minha gente? Tudinho veio de lá, né? Passou por lá. Não é possível. Não é possível o negócio desse. Não lembra não? Pois quando desencarnar vai passar por lá. Vai passar por lá. Pode ser que não fique, mas vai passar. Porque é uma região espiritual que envolve, segundo André Luiz, a atmosfera da Terra. Produzido por quem? Por nós, espíritos que habitamos a terra, quando projetamos nossas projetamos nossas emoções, nossos ideais, nossos hábitos e influenciamos com o nosso pensamento, com o nosso agir, o fluído cósmico universal que nos circunda. No dia que todo mundo pensar no bem, o umbral vai ser o melhor lugar pra pessoa ficar. Então não é o local, é uma metáfora de
pensamento, com o nosso agir, o fluído cósmico universal que nos circunda. No dia que todo mundo pensar no bem, o umbral vai ser o melhor lugar pra pessoa ficar. Então não é o local, é uma metáfora de André Luiz, é uma porta, é um portal. Isso é uma metáfora. O dia que todo mundo aqui pensar no bem, o umbral vai ser um lugar do bem. E as trevas do mesmo jeito. Ah, mas André Luiz, Manuel Filomeno de Miranda fala que tem umas regiões assim aí bota os nomes pra gente ter uma ideia. Mas aquilo dali é temporário. Quando aqueles espíritos se harmonizarem, não vão precisar est projetando no fluído cósmico universal desequilíbrio, mas a harmonia que existe dentro de si. Aí a gente começa a compreender porque o perdão é uma estratégia importante para a paz. Diante das imperfeições, nós geramos conflitos destrutivos. Imagine uma pessoa se encontrando com outra, dois espíritos imperfeitos. Não é a realidade de Feira de Santana. Mas presta atenção para vocês compreenderem aí. Esse daqui é orgulhoso, egoísta e vaidoso. Esse daqui do mesmo jeito. Qual é a probabilidade dessa relação ter conflito destrutivo? Não, calma, um parêntese. Conflito não é o problema, porque a diversidade das ideias, ela gera conflitos, mas podem ser salutares para o nosso crescimento ou destrutivos. A tendência e a probabilidade maior de dois espíritos imperfeitos se encontrando é de dar conflito destrutivo. E aí quando dá o conflito destrutivo, qual é a energia que a gente joga no fluído cósmico universal? violência, desrespeito, dominação ou pelo poder econômico, ou da força policial, ou de qualquer outro tipo de poderes que existem, dos micros aos macros poderes que existem na sociedade humana. E isso foi produzindo o quê? mais desarmonia, mais clima de desorganização. Qual é a energia que vai estar dentro desses espíritos? É a da paz, é da ausência da paz. Agora imagine situação B, dois espíritos imperfeitos já começaram a descobrir que existe tudo isso. Qualquer semelhança é mera coincidência para que ninguém me processe depois. Aí
da ausência da paz. Agora imagine situação B, dois espíritos imperfeitos já começaram a descobrir que existe tudo isso. Qualquer semelhança é mera coincidência para que ninguém me processe depois. Aí a gente começa a descobrir que na hora que eu emito energias de vícios, energias de violência, de desrespeito à ideia do outro, fugindo do amor ao próximo como a si mesmo, eu estou contaminando-me e contaminando o ambiente. Aí eu digo, vixe então quer dizer que quando eu penso, principalmente em período eleitoral e 2026 já chegou, eu não tô brincando, isso é coisa séria. E eu tô lá no centro espírita, meu irmão, tenha confiança e paz. na reunião mediúnica, no atendimento fraterno, meu irmão, vamos ter confiança. A gente precisa acolher as pessoas difíceis da existência. Aí no meu trabalho, na minha família, eu não digo nada, sou um tranquilo, mas eu tô pensando só coisas perigosíssimas. Eu tô do umbral para lá. Aí eu começo a dizer: "Epa, eu tenho que ter vigilância. Quando o pensamento desse vier, eu tenho que ir Jesus me ajude. Meu mentor espiritual, minha mãe que já desencarnou, minha avó, meu avô, meu bisavô, meu tetraravô, peixinho Divalda, a gente vai chamando a turma toda para me ajudar, para eu me reharmonizar. Aí eu começo a realizar um processo dentro de mim em que o conflito destrutivo eu vou trazendo pro conflito construtivo. Eu vou, como diz Allan Kardec no livro dos espíritos, mudando meus hábitos mentais que ninguém vê, mas que provoca desarmonia, que produz a guerra. Eu vou começar a controlar um obsessor que eu tenho na minha boca chamada língua solta. E eu vou começar a orar. Minha irmã, fique aí dentro. Eu vou fazer igual Emanu Chico agora. Pega, leva uma garrafa. Hoje todo mundo tem garrafa de água. Naquele tempo era quartinha de Chico, né? Eva, eu só vejo todo mundo nas academias no trabalho. Tem que beber água, tem que beber água. Pronto. É fazer como o Chico começou a fazer. Quero dizer uma coisa, pensar um negócio meio enviezado, distante da lei de Deus, eu boto a água
mias no trabalho. Tem que beber água, tem que beber água. Pronto. É fazer como o Chico começou a fazer. Quero dizer uma coisa, pensar um negócio meio enviezado, distante da lei de Deus, eu boto a água na boca e conto até 1000, se for necessário. E eu vou mudando hábitos. A pessoa que eu percebo que é uma não grata, eu oro por ela. Hábitos simples que estão à nossa disposição. Parece brincadeira, mas mesmo depois de dois milênios mais ou menos e 25 anos, nós ainda estamos naquela condição de Pedro e de Felipe, querendo dominar o mundo, querendo dominar as pessoas sem se dominarse, sem querer se dominar. Então, de fato, perdão é uma estratégia, é uma virtude necessária para a prática da caridade. Veja como é intrínseco, interligado. Eu já tô sendo anticaridoso com o vídeo de vocês, não é? Tô gritando muito. Isso é caridade. Porque até a distorção no microfone eu já escutei. Olha só. Benevolência para com todos é praticar o bem. Como é que eu vou praticar o bem para uma pessoa que eu não gosto, que eu não tenho sintonia nas ideias? Isso começa na família e vai pro mundo do trabalho, paraas relações sociais magníficas do trânsito de Feira de Santana, que eu soube que é maravilhoso, né? E por aí vai. Nos ambientes do movimento espírita que a gente só tem espírita evoluído, não, não tem. E aí a gente tem diferenças, uns querem aplicar o passe assim, outros querem aplicar o passe assim e a turma começa a brigar por causa da direção do passe. A turma aqui tem pós-doutorado em movimento espírita, não tem? Pois é. Aí a gente percebe que esses hábitos precisam mudar para dentro de nós. E qual é o benefício do perdão? A benevolência. Quando eu perdoo alguém que eu considero que não está sendo coerente com o que Jesus ensina, eu tenho que olhar para mim e me perguntar, será que é só ele? Mesmo que eu não seja, me lembro que há alguns anos atrás eu cometi o mesmo equívoaco. Se isso não for suficiente no autoconhecimento de cada um de nós, a gente faz assim. E há 10 reencarnações atrás, como é que eu
ão seja, me lembro que há alguns anos atrás eu cometi o mesmo equívoaco. Se isso não for suficiente no autoconhecimento de cada um de nós, a gente faz assim. E há 10 reencarnações atrás, como é que eu estava? Temos consciência disso. Isso deve ser estímulo para que a gente transforme os nossos hábitos de dominação, de querer que o outro pense como a gente. Aí vocês podem estar dizendo, mas por que você tá dizendo tudo isso? Você também é um espírito imperfeito? Não, isso é certeza, talvez pior do que vocês, mas prestem atenção no que o livro dos espíritos diz, questão 625. O guia em modelo é quem? Pois muito bem. Vocês já tiveram notícia de que Jesus estava chateado com alguém? Ansioso, porque a gente tá lento demais, dizendo a Deus: "Deus, me tire daqui porque essa turma da terra, pelo amor de Deus, ouviram isso? Tem alguma passagem em que Jesus despeitou alguém? Ele pode ter sido enfático defendendo as suas ideias, porque ele não deixou de apresentar as ideias, mas ele não usou de violência. As violências que existem são das interpretações humanas, das atitudes de Jesus com interesses variados, que a gente só estudando as questões das traduções de cada momento político da humanidade dentro do pensamento religioso dito cristão, é que a gente vai entender que certas interpretações estão equivocadas. E aí Jesus sempre acolheu como a figura daquele pai da parábola do filho pródigo. Então se ele é o nosso guia e modelo, eu tenho que me conectar com esse exemplo para me inspirar. A gente não vai ser espírito puro, mas a gente vai o quê? Se esforçar. E esse esforço tem muitas vitórias que nessa reencarnação mesmo nós já realizamos, já conseguimos ouvir uma pessoa dizendo coisas completamente equivocadas e a gente olha, escuta e ora pela pessoa ou então a pessoa compra, tem uma ideia fabulosa. quer vender para todo mundo e a gente tem que escutar, não é? Dentro do limite, a gente vai escutando, mas não vai desrespeitando. E quando a gente tiver de fato que dizer algo a alguém, façamos como Jesus disse.
para todo mundo e a gente tem que escutar, não é? Dentro do limite, a gente vai escutando, mas não vai desrespeitando. E quando a gente tiver de fato que dizer algo a alguém, façamos como Jesus disse. Como foi que Jesus disse? Busca um lugar, vai até o teu irmão e conversa com ele. Não é pelo WhatsApp, no grupo do Centro Espírita. é conversar com a pessoa com jeito, com carinho, com atenção. E aí a gente vai aprendendo a mudar de hábito. E veja que nós estamos melhores. Vocês lembram quando a gente chegou a primeira vez no Centro Espírita? Como a gente chegou? A maioria de nós chegou muito perturbadinho e em duas décadas, três décadas, a gente numa luta muito grande, imperfeição, mas aí a gente vai no esforço e a gente há 47 anos a gente sente que a gente tá melhor, porque a gente precisa ter essa criticidade. A gente ainda não é alguém que tem o perdão como a primeira estratégia das nossas estratégias, mas a gente já se preocupa com isso, já utiliza isso. Por isso que a gente é uma pessoa diferente. Por isso que hoje as pessoas olham e dizem: "Mas você mudou demais". Mas tem gente que nem coragem tem de dizer isso, porque muitas vezes é uma agressão, tipo assim, você mudou demais, agora quer ser um santo. Na minha época todo mundo que era da minha relação familiar diz: "Virou crente". Era assim que a turma dizia, como a forma até de desrespeitar os irmãos, né? eh, que também levanta uma bandeira de uma mudança de hábitos e que são mudanças muito visíveis, inclusive em vários aspectos, mas que tem um certo desrespeito também com isso. Mas e agora você quer ser santo? Já escutaram isso? Claro que não. A gente tá numa luta muito difícil, mas a gente sente que algo melhorou dentro de nós. Sabe qual é outra forma das pessoas dizerem que a gente mudou? É porque a gente tá ali calado, tranquilo e de repente as pessoas começam a vir. Ei, dá para você conversar comigo? Olha, hoje eu não estou bem. Você poderia me escutar? Ou então não diz nada disso, já chega mesmo, abraça, chora. E aí eu vim para
repente as pessoas começam a vir. Ei, dá para você conversar comigo? Olha, hoje eu não estou bem. Você poderia me escutar? Ou então não diz nada disso, já chega mesmo, abraça, chora. E aí eu vim para cá porque olhe, quando eu chego perto de você, eu já sinto que aqui eu tenho segurança. Eu eu me sinto melhor. Eu me sinto mais à vontade para colocar os as minhas os meus sofrimentos, as minhas dificuldades. Levanta o braço aqui. Quem já passou por essa experiência? Oi. Imagine há dois milênios atrás a gente tava era cortando os braços, não era? Hoje as pessoas já olham para nós, mesmo com a precariedade da nossa evolução, identificam que existe uma vibração diferente dentro. Eles sabem que a gente é imperfeito. Eles sabem porque é só olhar, principalmente quem tira selfie toda a hora, né? Tá ali, tá com lá. Aí a pessoa faz uma estocad estoquear, não é? É assim o nome? É, é assim. Pois é. Que já sabe que a pessoa ou tá bem ou não tá bem porque tá aí nas redes sociais. Mas a grande questão é que as pessoas também sentem que ali existe uma verdade e por isso elas procuram e por isso elas querem saber a nossa opinião. E a nossa responsabilidade é sempre ter o conhecimento para apresentar não a nossa opinião, mas a verdade de Jesus para que as pessoas se esclareçam. Ora, se nós que estamos aqui há décadas no trabalho, estamos sentindo que a paz está penetrando aos poucos dentro de nós, que nós não somos mais as pessoas que éramos há 30, 40, 50 anos atrás, 10 anos atrás, é porque funciona. É porque é verdade. O conhecimento de Jesus não é um conhecimento vão, ele é verdadeiro. E assim a gente vai se aperfeiçoando. E assim a gente vai se transformando, transformando a realidade que nos serve. Então, aquele que luta por viver a virtude do perdão, sem deseducar ninguém, nem a si próprio, mas aprendendo com as experiências da vida ou das vidas, comprometido com a verdade da lei de justiça, de amor e de caridade, vai construindo a paz interior tão almejada. Porque só é possível a paz interior
rendendo com as experiências da vida ou das vidas, comprometido com a verdade da lei de justiça, de amor e de caridade, vai construindo a paz interior tão almejada. Porque só é possível a paz interior plena, completa. No dia em que essa lei estiver efetivamente dentro de nós na condição de espíritos puros, a gente vai poder dizer: "Eu e o Pai somos o quê?" Até lá a gente sai assim. Eu e o Pai estamos distante 1000 vezes. Aí vai para 999, 899, aí depois vai para 799. Daqui a pouco tá em 19. Espírito superior já, né? Quase. Quando zerar a gente tá em sintonia. Aí a gente ganha o craxá. de espírito puro. E aí a gente vai ter a infinidade do tempo para aprender coisas que só um espírito puro tem condição de compreender. Mas a paz nos habita. A gente vai encontrar na oração o sustentáculo da vigilância e como pirilampo na noite escura. Acendendo e apagando, a gente vai ser referência para quem ainda não alcançou essa condição. É maravilhoso compreender hoje que só depende de nós utilizando os convites para uma vida imortal, feliz, no aproveitamento cotidiano diário da vivência de uma compreensão plena, profunda. da lei de Deus que se transforma em vivência de uma compreensão cada vez mais profunda da lei de Deus. O perdão é uma estratégia que ajuda a construir a paz, mas é uma estratégia valiosíssima, porque a gente aprende com Jesus. Mas também aprende com Pedro, mas também aprende com Judas, mas também aprende com Felipe, mas também aprende com todos os seguidores e seguidoras de Jesus que acreditaram, que compreenderam e que lutaram para viver essa lei e até hoje estão nesta luta, mas que deixaram para nós um rastro lum luminoso de segurança de que a coisa funciona quando ela é compreendida nessa plenitude, quando ela é compreendida de fato neste valor que Jesus deixou para nós. Abramos, abramos os nossos olhos espirituais, fixemos a nossa vontade e continuemos perseverando, porque como disse Jesus, só aqueles que perseveram até o fim conquistam a verdadeira paz interior.
ós. Abramos, abramos os nossos olhos espirituais, fixemos a nossa vontade e continuemos perseverando, porque como disse Jesus, só aqueles que perseveram até o fim conquistam a verdadeira paz interior. É por isso que eu gostaria de concluir as reflexões da noite de hoje, relembrando Jesus na cidade de Nazaré com os seus discípulos. Jesus está conosco hoje. Os seus discípulos estão conosco hoje. E a Nazaré simbólica daqueles dias passados representa também o mundo inteiro, que depois de uma pandemia está produzindo guerras reais de extermínio de seres humanos. que o movimento separatista dos seres humanos se aprofundou e as pessoas hoje estão sendo divididas entre de direita, de esquerda. As famílias estão sendo desenvol divididas com a mesma lógica. O poder econômico, o poder político e o poder militar estão perigosamente envolvidos com a teia que se distancia da titura do amor que Jesus nos ensinou. Estamos na iminência de conflitos severos quando nós imaginávamos na grande pandemia que a humanidade iria acordar mais madura, mas a humanidade meio que enlouqueceu com o testemunho de enfrentar a morte de frente como fenômeno da existência. E estamos perturbadíssimos. O movimento espírita brasileiro tem mais uma oportunidade de dar um exemplo digno à sociedade brasileira nas eleições de 2026. Vamos escolher lados ou vamos escolher Jesus? Todo mundo tem direito de seguir o caminho que achar melhor, porque Deus nos deus nos deu essa condição quando estabeleceu o livre arbítrio. Mas ninguém pode usar esta realidade para provocar a guerra entre os corações, na família, no centro espírita. no movimento espírita, no mundo do trabalho, em todos os espaços. Jesus espera que a gente esteja vigilante, orando, conectado com a sua rede de amor, com o nosso mentor espiritual, para darmos um testemunho de vigilância, de oração em favor da paz em nós e entre nós. Por isso, Jesus, que no silêncio da prece de cada dia, teus irmãos, a ti pedimos paz para aliviar um pouco as as aflições do mundo.
temunho de vigilância, de oração em favor da paz em nós e entre nós. Por isso, Jesus, que no silêncio da prece de cada dia, teus irmãos, a ti pedimos paz para aliviar um pouco as as aflições do mundo. Senhor, enxugi nosso pranto. Precisamos como nunca do teu amor e sentir tua presença, Jesus, envolver nossos corações. Por isso, mais uma vez, vem Jesus nos socorrer. Que assim seja. Agradecemos a Éden Lemos pelo belíssimo trabalho dessa noite. Lembramos a todos e a todas que ainda teremos uma atividade importante nessa noite, uma homenagem ao companheiro Divaldo Pereira Franco. Então nós pedimos que, se possível, não deixem este auditório. Convidamos a todos para a partir das 18:30 de amanhã estarem conosco no Cine Debate sobre a novela A Viagem às 19:30. na sequência estarem conosco nos momentos de arte e às 20 horas na palestra Ansiedade e Felicidade com o companheiro Leonardo Machado do estado de Pernambuco. Marcos Machado acaba de informar que inclusive uma das casas já há interessados, né? Então, inclusive, eh, quem eh se interessar e desejar adquirir antes da finalização da casa, ainda tem desconto, não é isso, Marcos? Ainda tem desconto. Então, tem mais três casas disponíveis. Aqueles que se se interessarem, a o Conselho Regional aguarda aí a disponibilidade de vocês. Então, comprando agora ainda tem desconto, né? Que maravilha. Agora convidamos o companheiro Cloves Nunes para um momento de homenagem que faremos a Divaldo Pereira Franco em nosso evento. Floves Nunes, senhoras. Senhores, caros irmãos do Ideal Espírita, que nos abençoe Jesus, o mestre incondicional das nossas vidas. Eram com essas palavras que o maior tribuno que conhecemos, Divaldo Pereira Franco, utilizava para saudar as plateias das suas brilhantes e irretocáveis conferências. Ninguém sabia explicar que voz era aquela. Porque ele se tornou um campeão de lotação de auditórios em todas as cidades que percorria. Caravanas viajavam de cidades próximas e distantes para superlotar os auditórios para escutá-lo.
era aquela. Porque ele se tornou um campeão de lotação de auditórios em todas as cidades que percorria. Caravanas viajavam de cidades próximas e distantes para superlotar os auditórios para escutá-lo. não usava nenhum audiovisual, não usava recursos tecnológicos, mas prendia com seu carisma, com a sua eloquência, com a sua oralidade inspirada. E ninguém depois da primeira vez que me escutou, ficava sentado para aplaudi-lo. Esse homem incrível que se transformou num fenômeno, principalmente um fenômeno de trabalho, nasceu em nossa cidade. diz o destino que no ano de 1927, quando nosso planeta tinha cerca de 80 nações, no máximo, 2 milhões de habitantes, o mundo espiritual escolheu a praça Frog da Mota para que ele reencarnasse. sobre os céus de Feira de Santana. O curioso é que alguns meses antes do seu nascimento, a sua mãe, que já tinha demorado muito tempo do último filho, vendo sua barriga crescer, acreditou que estava de barriga d'água e foi fazer uma consulta de um médico. O doutor examinou-a e disse: "Dona Ana, a senhora não tem barriga d'água. A senhora está grávida, mas como engravidou aos 44 anos, o seu óvulo é muito velho. É aconselhável que a senhora faça um aborto, porque o seu filho pode nascer excepcional. Ele não será normal. Ela saiu dali surpresa, estupefata com a ideia da gravidez, mas não acatou o conselho do médico. Resolveu teu filho. Era o 13º filho daquela mulher. Ela poderia não optar. depois de 12 filhos, quase todos crescidos, mas ela resolveu tê-lo. E se ela não resolvesse o mundo não teria conhecido Divaldo Pereira Franco se ela tivesse abortado. No dia 5 de maio, ela teve o seu filho de 1927. O médico que lhe fez o parto, curiosamente, o Dr. Quintanilho Martins da Silva. Era pai do odontólogo e ex-prefeito desencarnado de Feira de Santana, Cober Martins da Silva, avô do atual ex-prefeito, também médico como seu avô, Cober Martins, filho. Ele recebeu nas mãos o reencarne no corpo físico do espírito de Divaldo Pereira Franco. O 13º filho de uma família pobre
va, avô do atual ex-prefeito, também médico como seu avô, Cober Martins, filho. Ele recebeu nas mãos o reencarne no corpo físico do espírito de Divaldo Pereira Franco. O 13º filho de uma família pobre da modéstia classe do Nordeste brasileiro. Naquela época, a Feira de Santana já era a maior cidade da Bahia. mas tinha apenas 45.000 1 habitantes, estava num país agrário e numa cidade que espelhava muito mais uma zona rural do que uma grande metrópole como hoje. Ivaldo frequentou as escolas públicas, conseguiu ir até no máximo ginásio no colégio Santanópolis. Mas desde os 4 anos de idade, o seu parapsiquismo abriu-lhe as comportas do fenômeno mediúnico quando pela primeira vez ele viu a sua avó e revelou a sua mãe que ela estava presente ali na sala, ficou todo mundo aturdido. Mas quando ela deu o nome de senhorinha, as tias, os parentes, todos reconheceram depois. E na hora as lágrimas vieram na família porque pensavam que ele estava delirante. A mãe reprimiu de primeira mão, porque ele poderia estar desrespeitando a avó. Quando ele nasceu, as avós já tinham morrido. Ele não sabia o que era a avó. Mais tarde ele não parou de ver espíritos. A partir daquele dia, quando ele tinha 16 anos, o seu irmão José desencarna de uma maneira súpita. No velório desse irmão querido dele, ele sentiu as pernas sumirem, saiu dali direto e ficou acamado. Foi consultado por muitos médicos, mas ficou por seis meses com paralisia das pernas. Até que um dia uma senhora de nome Ana Borges, médio espírita, famosa na época, pela sua mediunidade, estava de passagem em Feira de Santana e uma prima de Divaldo sugeriu que a família aceitasse a visita dessa mulher para lhe dar um paz com uma cura que não chegava, com a doença que não era diagnosticada. Ninguém sabia o que o adolescente tinha. Ela, com sua percepção e experiência mediúnica, descobriu que o irmão do Divaldo acompanhava. Era o espírito do irmão José que ele produzia a paralisia. Imediatamente depois dos passes e da assistência espiritual que estava
e experiência mediúnica, descobriu que o irmão do Divaldo acompanhava. Era o espírito do irmão José que ele produzia a paralisia. Imediatamente depois dos passes e da assistência espiritual que estava com ela, Divaldo levantou da cama e caminhou depois de se meses. Ela convenceu a família da mediunidade portentosa que ele poderia ser portador. Incentivou a família a frequentar um centro espírita. E pela primeira vez na vida, Divaldo Franco pisou os pés do centro espírita cardecista. Era o centro espírita Jesus de Nazaré, aberto em funcionalidade até hoje. Assim, aquela senhora médium apresentava a doutrina espírita de Valdo Pereira Franco e a sua família e ele acolheu. para ela que através dessa cura representaria para o futuro uma grande colaboração para o espiritismo e para o mundo. tarde, Divaldo passou por um outro centro espírita que funciona também até hoje, o primeiro Centro Espírita de Feira de Santana, Paz dos Sofredores, fundado por Silderaldo e Dona Zisa. Tive a oportunidade de conhecê-los e eles nos dissera que Divaldo chegou a frequentar e deu algumas manifestações mediúnicas. E os espíritos lá, como ela dizia, dona Zisa, caracterizadamente falava e dava sermões, motivado pela sua mediunidade, pelas vozes que ele ouvia pela escuta mediúnica, pela vidência clara, ele deixa a filha de Santana e vai para Salvador com 17 anos. Uma decisão corajosa, talvez pronunciando que ele precisava de um local mais amplo para a obra que futuramente iria estabelecer. Aos 20 anos, Tivaldo Fundo, o primeiro centro espírita da sua vida, foi na época e talvez ainda seja o presidente mais jovem da história do movimento espírita brasileiro. Fundou o centro espírita caminho da Redenção, em calçada, uma prédio gigante, sempre esteve lotado a vida inteira. Até que ele desistiu e transou transportou o cenáculo em um grande auditório para a mansão do caminho. Junto com Nilson de Souza Pereira, fundaram juntos a Mansão do Caminho 5 anos depois. Com 25 anos, ele sempre foi super precoce.
transportou o cenáculo em um grande auditório para a mansão do caminho. Junto com Nilson de Souza Pereira, fundaram juntos a Mansão do Caminho 5 anos depois. Com 25 anos, ele sempre foi super precoce. Em 1947, proferiu sua primeira palestra medio na cidade de Sergipe, em um pequeno grupo de uma sala seleta da Federação Espírita Sergipana. Ele recebe o espírito de Humberto de Campos que ele tomou mediúnicamente e proferi uma palestra belíssima baseada numa página que ele havia lido, psicografada pelo mesmo espírito Gilberto de Campos na psicografia de Francisco Cândido Xavier. Depois dessa data nunca mais parou de falar. Anos depois, psicografou sua primeira obra em transe mediúnico de psicografia mecânica e mais tarde semimecânica. O espírito que assinava era sua mentora espiritual de nome Joana de Ângeles, a quem ele já tinha uma identidade de convivência. Ela apareceu primeiro dizendo que era o espírito amigo, depois se identificou como sendo na sua última vida a freira Joana Angélica do convento da Lapa, que foi morta pelos portugueses. O livro Merce de Amor foi o primeiro livro dele psicografado. Ao final da sua vida, ela publicou mais 87 obras assinadas por ela. Divaldo deixou o legado de 263 livros. Mais de 200 espíritos assinaram pelas suas mãos. Sente das obras foram traduzidas para 17 idiomas. foi um produtor profico de livros, vendeu mais de 10 milhões de exemplares no Brasil e fora do Brasil. Ninguém sabia explicar como esse homem trabalhou tanto, porque além dessa produção literária, das atividades que ele tinha na casa espírita, duas palestras doutinárias por semana, duas sessões mediúnicas, porque ele tinha na mansão do caminho, outra em calçada. Quando ele terminava as palestras, quem o conheceu naqueles temposidos? Ficava uma fila de 20, 30, 40 pessoas. Ele acabava a palestra 99, 9:30. As pessoas iam falar com ele uma a uma e ele fazia atendimento fraterno. Saía de lá 10:30, 15 para 11. A gente que queria falar, tinha que esperar até o último sair.
. Ele acabava a palestra 99, 9:30. As pessoas iam falar com ele uma a uma e ele fazia atendimento fraterno. Saía de lá 10:30, 15 para 11. A gente que queria falar, tinha que esperar até o último sair. E ele ainda tinha a mansão do caminho. Lá ele adotou nos tempos da orfandade 685 filhos, filhos da paternidade responsável, do abandono social, da gravidez indesejada. Ele acolheu e registrou com seus filhos. construiu um sistema de lar e substitutos, onde voluntários casados criavam cinco, seis crianças em cada casa e ele dava escola, comida, carinho, afeto e educação de primeira classe. manteve essa obra viva até os últimos dias de sua vida. Depois que veio o estatuto da criança e do adolescente, os órfãos deixaram de existir. Quando a justiça social reduziu a irresponsabilidade dos pais e irmãs que abandonavam seus filhos, muito deles ele recebeu tirados de lata de lixo. Acabou os órfãos e Divaldo ampliou a mansão do caminho, desencarnou. E a mansão atende 2.500 po 2500 crianças hoje. Uma instituição de 247 colaboradores remunerados e ativos. 5.000 pessoas são atendidas por dia e ele deixou tudo organizado. Deixou esse mundo como quem atravessa uma porta para que a instituição, que ele foi um grande gestor, não sentisse falta da sua falta. Mas esse homem é incrível. que foi pai de tanta gente, que manteve essa obra social gigante, viajou o mundo todo. Divaldo fez mais de 20.000 1 conferências, passou por mais de 2.000 cidades, foi cinco continentes da terra, viajava de cerca de 220 vezes por por ano, mantendo tudo isso vivo, toda a sua obra em pé e os seus livros sendo publicados. enchendo plateias e emocionando corações, recebeu mais de 800 honrarias, título de cidadão, quase 50 nas cidades brasileiras mais importantes. Embora tivesse cursado em feira apenas o ginásio do Santanópolis, recebeu seis títulos de doutor honor causas da Universidade Federal da Bahia, da Universidade Federal do Piauí, da Universidade Federal de Pernambuco, da Universidade do Canadá, da
io do Santanópolis, recebeu seis títulos de doutor honor causas da Universidade Federal da Bahia, da Universidade Federal do Piauí, da Universidade Federal de Pernambuco, da Universidade do Canadá, da Universidade de Viena, na Áustria e da Universidade dos Estados Unidos da América do Norte. Foi um fenômeno de trabalho. Trabalhava cerca de 16 horas por dia, de domingo a domingo. Ninguém nunca viu Divald teatro, num cinema, na praia, num campo de futebol, torcendo por um time. Ele era o prisioneiro das multidões e servia. servia, atendia, confortava, acolhia. Esse homem impressionante que nasceu aqui na nossa cidade de Feira de Santana, quis o destino que ele fosse arrebatado da cidade que nasceu para percorrer os ásperos caminhos do mundo, levando uma mensagem de brasilidade cristã. de espiritismo, de imortalidade, de esperança e de cristianismo. Nasfama de bem servir uma motivação que ninguém sabe de onde vinha. Ele nunca parava. Trabalhou até os últimos dias de sua vida, até os últimos fôlegos que tinha. Ele nunca parou, nunca descansou. Por isso, com esses números tão grandes, eu tenho aqui uma proposta, pode parecer osadia para alguns, mas isso me veio na cabeça depois que Marcos me ligou para fazer homenagem a Divaldo. Vamos lançar aqui no púlpito dessa homenagem na 47ª Semana Espírita de Feira de Santana, um reconhecimento justo de que Divaldo é o recorde internacional que precisa ir pro Guinbook, como o maior conferencista do cristianismo da história da Terra. Porque eu pesquisei, não tem nenhum outro tribuno, nem morto, nem vivo, que falou tanto como esse homem. Ele é um dos maiores influenciadores espirituais da América do Norte. Morreu em 2018 com 99 anos. Não proferi um quarto das palestras de Divaldo. Nem os oradores antigos do cristianismo, Paulo de T, muitos dos outros apóstolos, nem José de Antioquia, ninguém, porque foram interrompidos por serem mártir, eles morreram cedo. Neymar Lutquing Júnior que falou numa passeata nos Estados Unidos que atraiu mais de
outros apóstolos, nem José de Antioquia, ninguém, porque foram interrompidos por serem mártir, eles morreram cedo. Neymar Lutquing Júnior que falou numa passeata nos Estados Unidos que atraiu mais de 60.000 pessoas negras em favor dos direitos civis. Falou tanto quanto Divaldo. Ele foi o maior orador cristão de todos os tempos, de todas as épocas. E na história do cristianismo não teve outro. Precisamos juntar para fazer um trabalho coletivo. E é simples, é só os formulários, manda pro Guinesbook, eles pedem os documentos, pesquisam tudo e vou encontrar o que não falta é documento para provar que Edivaldo foi o maior tribuno vivo na terra do século XX e de toda a história do cristianismo na Terra. Ninguém proferiu mais de 20.000 1 conferências em mais de 2.000 cidades em cinco continentes. No último dia 13 de maio de 2025, às 9:45 da noite, 21:45 para ser mais preciso. Depois que sua respiração foi ficando lenta, ele deixou o seu corpo envelhecido. Aos 98 anos, ele desencarnou, deixou a terra. antes de ser sepultado, pediu que fosse tudo simples. Não queria cortejo, poderia ter três dias de visita no velório. Pediu que seu esquif do caixão fosse fechado para ninguém esquecer da sua face sorridente. Ao lado do caixão tinha um retrato, uma foto, uma pintura com ele sorrindo. Não pediu cerimônia, não quis glória, não quis reconhecimento público. Na verdade, ele nunca quis coisas para ter, só buscou espaço para amar e amou. deixou o legado, o perfume dos seus feitos, sua história, seu exemplo, sua vida, suas palestras inesquecíveis, seu carisma, sua bondade e sua postura de espírita é para todos nós um verdadeiro poema da gratidão. Que ele no além prossiga agora junto dos maiores da espiritualidade. Queremos dizer-te que amamos a vida que para nós é bela e consentida. Muito obrigado, Senhor, pelo que me deste, pelo que me dás. Obrigado pelo ar, pelo pão, pela paz. Obrigado pela beleza que os meus olhos vêm no altar da natureza. Olhos que fitam o céu, a terra e o mar, que acompanham a ave ligeira
e me deste, pelo que me dás. Obrigado pelo ar, pelo pão, pela paz. Obrigado pela beleza que os meus olhos vêm no altar da natureza. Olhos que fitam o céu, a terra e o mar, que acompanham a ave ligeira que voa fagueira pelo céu de anil e se detém na terra verde só picada de flores em tonalidades m. Muito obrigado, Senhor, porque eu posso ver meu amor. Mas diante da minha visão, eu detecto os cegos, que tropeço na multidão, que vive na escuridão, que choro na solidão. Por eles eu oro e a ti eu imploro com miseração, porque eu sei que depois desta lida, na outra vida, eles também chegarão. Muito obrigada, Senhor, pelos ouvidos meus que me foram dados por Deus. Ouvidos que ouvem o temporilar da chuva do telheiro, a melodia do vento nos ramos doido e as lágrimas que verdem os olhos do mundo inteiro. Ouvidos que ouvem a música do povo que desce do morro na praça de a melodia dos imortais. Ouvimos uma vez e não esquecemos nunca mais. Pela minha felicidade de ouvir, pelos surdos eu te quero pedir. Eu sei que depois desta prova na vida nova voltarão a escutar. Muito obrigado pela minha voz, pela sua voz, pela voz que canta, que ama, que alfabetiza, que legisla, que traeia uma canção e o teu nome profere condulse na emoção. Diante da minha melodia, eu encontro na terra os que sofrem de afia. Não canto de noite, não falo de dia, oro por eles porque eu sei que depois desta lida na outra vida, eles também cantarão. Obrigado pelas minhas mãos, mas também pelas mãos que abem, mãos que semeiam, mãos que agasalham, mãos de peros que libertam da amargura, mãos que atendem a velice, a dor desamor, que churam as lágrimas das vidas, pelas mãos de sinfonias, de poesias, de cirurgias, de psicografias, pelas mãos que No seio embalam corpo de um filho alheio sem receio e pelos pés que me levam a andar sem reclamar. Muito obrigado, Senhor, porque eu posso caminhar diante do meu corpo perfeito. Eu te quero louvar porque eu vejo na terra legiados, amputados, marcados, paralisados, que se não podem
dar sem reclamar. Muito obrigado, Senhor, porque eu posso caminhar diante do meu corpo perfeito. Eu te quero louvar porque eu vejo na terra legiados, amputados, marcados, paralisados, que se não podem movimentar. Eu oro por eles porque eu sei que depois desta expiação, na outra reencarnação, eles também bailarão. Obrigado por vir pelo meu lar. É tão maravilhoso ter o lar. Não é importante se este lar é uma mansão, um duplex, ou é uma favela, um ninho, um grabato de dor, um bangalô, uma casa do caminho, seja lá o que for. Mas que dentro dele exista a presença do amor. Amor de mãe ou de pai, de mulher ou de marido, de filho ou de irmão. A presença de um amigo, alguém que me dê a mão. Porque é muito triste viver na solidão, pelo menos a companhia de um cão. Se eu a ninguém tiver para me amar, nem o teto para me agasalhar, nem uma queima para rebolar, nem aí reclamarei. Pelo contrário, eu cantarei. Obrigado, Senhor, porque eu nasci. Obrigado, Senhor, porque eu creio em ti pelo teu amor. Obrigado, Senhor, pela sua atenção. Muito obrigado, senhores.
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